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<p>05/08</p><p>Seminário da ATD3: precisa da parte escrita, terá a apresentação e depois PROVA.</p><p>19/08</p><p>Há situações em que a duração do processo e à espera da composição do conflito geram prejuízos ou risco para uma das partes</p><p>Tutela jurisdicional se divide em: DEFINITIVA OU PROVISÓRIA – se caracterizam pela definitividade da solução dada ao conflito jurídico</p><p>Tutela = proteção.</p><p>Tutela Jurisdicional = proteção outorgada pelo Estado-Juiz em um processo.</p><p>Tutela Jurisdicional Diferenciada = tutela diferente da tutela ordinária. É uma tutela que possui características especiais, destinadas a propiciar maior efetividade ao processo, tendo em vista a ineficácia do processo comum.</p><p>Segundo Cândido Rangel Dinamarco, “tutela jurisdicional diferenciada é a proteção concedida em via jurisdicional mediante meios processuais particularmente ágeis e com fundamento em uma cognição sumária”.</p><p>TUTELA PROVISÓRIA</p><p>Art. 294. A tutela provisória pode fundamentar-se em urgência ou evidência.</p><p>Parágrafo único. A tutela provisória de urgência, cautelar ou antecipada, pode ser concedida em caráter antecedente ou incidental.</p><p>CONCEITO: conjunto de tutelas diferenciadas, que podem ser postuladas nos processos de conhecimento e de execução, e que podem estar fundadas tanto na urgência quanto na evidência;</p><p>As tutelas de urgência podem ter natureza SATISFATIVA OU CAUTELAR</p><p>EVOLUÇÃO: antigamente, existia o processo cautelar autônomo, hoje em dia o deferimento de tutela provisória é em processo de conhecimento ou execução; sendo “inútil” ajuizar um processo cautelar.</p><p>Não havia possibilidade de deferimento genérico de tutela provisória, havia procedimentos especiais que previam concessão de medidas satisfativas em caráter liminar (ações possessórias, embargos de terceiros)</p><p>A Lei nº 8.952/94 deu nova redação ao antigo Art. 273 do CPC ANTERIOR;</p><p>Coexistência de dois tipos de tutelas: cautelar e antecipada (satisfativa)</p><p>Lei nº 10.444/02: fungibilidade entre dois tipos de tutela diferenciada; maiores condições para o juiz deferir a medida que fosse ais adequada em uma situação de perigo no caso concreto que é submetido.</p><p>CPC/2015: Extinção do processo cautelar autônomo; distinção entre tutela antecipada e cautelar, mas disciplina elas em conjunto</p><p>Continuando.... CONCEITO TUTELA PROVISÓRIA: tutela diferenciada, emitida em cognição superficial e caráter provisório, que satisfaz antecipadamente ou assegura e protege uma ou mais preensões formuladas, podendo ser deferida em situação de urgência ou evidência;</p><p>Afastamento do perigo que está sujeita a tutela jurisdicional definitiva, adoção de medida protetiva, assecurativa, que visa preservar o provimento final, ou redistribuir os ônus da demora na solução do processo; maior efetividade ao processo</p><p>FUNDAMENTO: Art. 5º, XXXV;</p><p>CLASSIFICAÇÃO:</p><p>Natureza: antecipada ou cautelar</p><p>Fundamentação: urgência ou evidência</p><p>Momento de concessão: antecedente ou incidental;</p><p>A tutela cautelar tem como finalidade conservar, assegurar o direito, prevenindo dano ou garantindo o resultado útil do processo. A tutela antecipada (satisfativa), por sua vez, tem como objetivo realizar o direito, antecipando parcial ou totalmente o próprio pedido principal ou seus efeitos.</p><p>20/08</p><p>ATUALIZAÇÃO NO CPC – ART. 1003, INTRODUÇÃO DO §6º</p><p>ATUALIZAÇÃO NO CC: ART. 389, 395, 404, 406, 418, 591, 772, 1336</p><p>Na tutela antecipada, o juiz não pode conceder cm efeitos que ultrapassem a extensão do provimento final, ou que tenha natureza diferente da deste;</p><p>A efetivação da tutela antecipada observará as normas referente ao cumprimento provisório da sentença (Art. 297 CPC)</p><p>TUTELA PROVISÓRIA CAUTELAR</p><p>Determinação de providências de resguardo, proteção e preservação dos direitos em litígio, ou seja, busca medidas de apoio para resguardar o resultado útil de um pedido principal a fim que este fique protegido para ser usufruído no final do processo.</p><p>TUTELA PROVISÓRIA DE URGÊNCIA E DE EVIDÊNCIA</p><p>TUTELA DE URGÊNCIA</p><p>Art. 300. A tutela de urgência será concedida quando houver elementos que evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo.</p><p>§ 1 o Para a concessão da tutela de urgência, o juiz pode, conforme o caso, exigir caução real ou fidejussória idônea para ressarcir os danos que a outra parte possa vir a sofrer, podendo a caução ser dispensada se a parte economicamente hipossuficiente não puder oferecê-la.</p><p>§ 2º A tutela de urgência pode ser concedida liminarmente ou após justificação prévia.</p><p>§ 3º A tutela de urgência de natureza antecipada não será concedida quando houver perigo de irreversibilidade dos efeitos da decisão.</p><p>- FUMUS BONI JURIS: probabilidade do direito</p><p>- PERICULUM IN MORA: risco de quem sem a medida o litigante possa sofrer perigo de prejuízo irreparável ou de difícil reparação</p><p>TUTELA DE EVIDÊNCIA</p><p>Art. 311. A tutela da evidência será concedida, independentemente da demonstração de perigo de dano ou de risco ao resultado útil do processo, quando:</p><p>I - ficar caracterizado o abuso do direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório da parte;</p><p>II - as alegações de fato puderem ser comprovadas apenas documentalmente e houver tese firmada em julgamento de casos repetitivos ou em súmula vinculante;</p><p>III - se tratar de pedido reipersecutório fundado em prova documental adequada do contrato de depósito, caso em que será decretada a ordem de entrega do objeto custodiado, sob cominação de multa;</p><p>IV - a petição inicial for instruída com prova documental suficiente dos fatos constitutivos do direito do autor, a que o réu não oponha prova capaz de gerar dúvida razoável.</p><p>Parágrafo único. Nas hipóteses dos incisos II e III, o juiz poderá decidir liminarmente.</p><p>- Satisfativa; não tem por fim afastar um perigo, e será deferida mesmo que ele não exista</p><p>SEMPRE SERÁ DE NATUREZA ANTECIPADA!!</p><p>26/08</p><p>A tutela de evidência sempre será incidental, NUNCA ANTECEDENTE;</p><p>A tutela de urgência poderá ser incidental ou antecedente;</p><p>Em relação à incidental, se refere quando o processo principal já foi ajuizado, e a medida será requerida no seu bojo quando apresentar uma situação de emergência.</p><p>TUTELA ANTECEDENTE: formulada antes que o pedido principal tenha sido apresentado, ou antes que ele tenha sido apresentado com a argumentação completa;</p><p>No caso da tutela cautelar requerida em caráter antecedente, o autor formulará o pedido cautelar antes de apresentar o principal;</p><p>A tutela antecipada também pode ser deferida em caráter antecedente (Art. 303 CPC)</p><p>SITUAÇÃO DE URGÊNCIA = Pode ter deferimento quanto com as cautelares, quanto antecipadas;</p><p>SITUAÇÃO DE EVIDÊNCIA = Deverá ser sempre antecipada, nunca cautelar; sempre em caráter incidente, nunca em caráter antecedente.</p><p>Tanto as tutelas de urgência antecipadas quanto cautelares podem ser deferidas em caráter antecedente ou incidental;</p><p>CARACTERÍSTICAS</p><p>- Tutelas provisórias e liminares</p><p>- Sumariedade da cognição</p><p>- Provisioriedade</p><p>- Revogação, modificação e cessação de eficácia</p><p>LIMINAR: algo que é concedido “ab initio”, algo que é posto à entrada, no início – todo provimento que é concedido sem ouvir a parte contrária</p><p>As tutelas provisórias de urgência – antecipada ou cautelar- podem ser concedidas liminarmente. As de evidência também, ressalvada hipóteses do art. 311, I e IV, CPC.</p><p>Concessão de tutela provisória em caráter liminar com fundamento em urgência: Art. 300, §2º do CPC.</p><p>No caso da tutela de evidência, não poderá ser antecedente, mas poderá ser liminar, nas hipóteses do Art. 311, II e III, enquanto que nas situações do Art. 311, I e IV, só poderá ser concedida depois da citação e comparecimento do réu.</p><p>A natureza da medida concedida pode ser cautelar ou satisfativa, dependndo da relação que guarde com o provimento final;</p><p>a) Evidência (possessórias e embargos de terceiro)</p><p>b) Urgência (alimentos)</p><p>c) Natureza diversa a depender do pedido que se formula (mandado de segurança)</p><p>SUMARIEDADE DA COGNIÇÃO</p><p>a) Extensão: existência de limites quanto às questões que podem ser apreciadas no processo</p><p>b) Profundidade: grau de certeza, com que o juiz profere a sua decisão</p><p>A cognição</p><p>é plena nas tutelas provisórias, porque não há restrições quanto às matérias cognoscíveis pelo juiz; o CPC atribui a ele poder geral de deferir a medida que considerar adequada para sua efetivação</p><p>Do ponto de vista da profundidade, a cognição do juiz é superficial, porque ele não decide com base a certeza da existência do direito, mas em mera verossimilhança, plausabilidade do alegado;</p><p>Basta para o deferimento da medida, que se convença da boa aparência do direito alegado, ou da existência de uma das situações da evidência – que não se confunde com a certeza, só alcançada com a emissão do provimento final; basta que esteja convencido da possibilidade de que o dano venha a ocorrer</p><p>27/08</p><p>PROVISORIEDADE: Art. 296 CPC;</p><p>REVOGAÇÃO, MODIFICAÇÃO E CESSAÇÃO DE EFICÁCIA</p><p>Revogação: pressupõe nova decisão judicial, fundada na vinda aos autos de novos fatos ou novas circunstâncias, que levem à conclusão de que a decisão anterior não pode persistir – Art. 298 CPC e Art. 93, IX, CF.</p><p>A revogabilidade da decisão é instituto inerente aos provimentos concedidos em cognição sumaria, pois o juízo exercido nessa situação não pode adquirir contornos de defintividade</p><p>A revogação também poderá ser dada pelo juiz no processo em decorrência da modificação da situação de fato que decorre novas provas ou novas circunstâncias que chegam ao conhecimento do juiz;</p><p>Há duas possibilidades para retratação, uma delas é que a cognição sumária na urgência exercida pode ser melhor refletida posteriormente, a outra é que somente poderá revogar a decisão se houver algum novo elemento, nova circunstância ou a alteração no estado de fato, que está sendo julgado o mais correto</p><p>Três formas de revogação:</p><p>1) Sentença dentro do processo</p><p>2) Agravo de instrumento: Art. 1.018 CPC</p><p>3) pelo próprio juiz no processo</p><p>A perda da eficácia consiste ou em sanção imposta ao autor que tendo obtida a tutela, não tomou providências a seu cargo, necessárias para mantê-la, ou como consequência natural da extinção do processo ou da improcedência do processo principal</p><p>As sentenças substituem as medidas provisórias, a sentença não ficará suspensa por força da apelação quando “confirma, concede ou revoga tutela provisória” – (Art. 1.012, §1º, V)</p><p>A tutela provisória antecipada não poderá ser confundida com o julgamento antecipado do mérito;</p><p>image1.jpeg</p>

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