Prévia do material em texto
<p>Universidade Federal do Rio de Janeiro</p><p>Faculdade de Administração e Ciências Contábeis</p><p>Departamento de Contabilidade</p><p>Disciplina:</p><p>ACC 631 - Teoria das Organizações</p><p>Período - 2024.1</p><p>Prof. Dr. Pierre Ohayon</p><p>Aluno (a):</p><p>Lorrany dos Santos Conceição</p><p>DRE: 123682165</p><p>Monografia</p><p>Plano de Desenvolvimento Institucional para a Internacionalização da FACC:</p><p>Realidades e Perspectivas</p><p>Rio de Janeiro</p><p>11 de julho de 2024</p><p>1</p><p>RESUMO</p><p>A universidade como uma instituição que integra ensino, pesquisa e</p><p>extensão, e a internacionalização como uma resposta às mudanças globais e</p><p>tecnológicas são os assuntos de debate deste trabalho que realiza também a</p><p>diferenciação entre internacionalização de globalização, destacando a primeira como</p><p>um processo que enriquece a qualidade acadêmica e a segunda como a expansão</p><p>de influências locais globalmente.</p><p>A inclusão de estudantes ingressando na graduação como os primeiros de</p><p>sua geração gera alguns problemas no acesso aos programas de</p><p>internacionalização, acompanhados da necessidade de capacitação linguística e a</p><p>presos às questões da meritocracia. A internacionalização é considerada um</p><p>importante critério de qualidade mensurado a partir dos indicadores como a</p><p>produção científica, a qualificação dos estudantes e a atração de estrangeiros para</p><p>pesquisar e estudar.</p><p>A FACC, que está inserida no conjunto universitário da UFRJ, oferece um</p><p>variado catálogo de cursos de graduação e pós-graduação, sendo um dos principais</p><p>fatores nos índices de internacionalização. Com a intenção de implementar políticas</p><p>de internacionalização, a UFRJ formulou a Resolução n° 77, que pretende e traça</p><p>como objetivo construir uma sociedade justa e diversificada, promover formações</p><p>universitárias de qualidade, e fomentar a troca de conhecimentos em níveis local,</p><p>regional, nacional e internacional através também dos processos de</p><p>internacionalização.</p><p>Palavras-chave: Internacionalização da Educação. Políticas de Fomento à</p><p>Internacionalização. Internacionalização como critério de qualidade. UFRJ.</p><p>SUMÁRIO</p><p>1. Introdução 2</p><p>2. Referencial teórico 2</p><p>2.1. Conceito de internacionalização e sua relação com a globalização 2</p><p>2.2. Desafios do processo de internacionalização 4</p><p>2.3. Internacionalização como critério de qualidade 4</p><p>2.4. A UFRJ no contexto da internacionalização 6</p><p>2.5. Perspectiva das políticas de internacionalização da UFRJ 7</p><p>3. Conclusão 12</p><p>Referências 14</p><p>2</p><p>1. Introdução</p><p>O conceito de universidade abrange a necessidade de que o ensino, a</p><p>pesquisa e a extensão estejam em harmonia na comunidade acadêmica,</p><p>concedendo-lhe, portanto, o princípio da universalidade. Ou seja, o conceito da</p><p>Universidade deve ser universalmente válido à comunidade e aos seus</p><p>financiadores (Cavalcante, 2019).</p><p>Segundo Pereira e Gomes (2021), ao abordar o processo de</p><p>internacionalização das universidades públicas federais, percebeu-se uma relação</p><p>complexa entre a internacionalização e as políticas institucionais, quando se trata</p><p>das “atividades fim”, como ensino, inovação, desenvolvimento tecnológico, pesquisa</p><p>científica, etc.</p><p>Deste modo, entendendo que a Universidade Federal do Rio de Janeiro é</p><p>uma instituição de excelência na sociedade, submetida ao tripé de ensino, o objetivo</p><p>deste artigo será analisar e compreender o plano de internacionalização da UFRJ e</p><p>seus desafios a partir de documentos institucionais, produção científica e site</p><p>governamentais, com foco principal na Faculdade de Administração e Ciências</p><p>Contábeis (FACC)</p><p>2. Referencial teórico</p><p>2.1. Conceito de internacionalização e sua relação com a globalização</p><p>Ultimamente, ocorreram reformulações na educação universitária,</p><p>acompanhadas de alterações decorrentes da globalização. Estas mudanças,</p><p>impulsionadas por novas tecnologias, abordagens de ensino e implementação de</p><p>modelos abrangentes, englobam o processo reconhecido como internacionalização.</p><p>É nesse contexto que a internacionalização do ensino superior migra de uma</p><p>posição periférica para uma posição central, com fins de noção de qualidade, com</p><p>fundamento em pesquisa e melhoria do ensino (Morosini, 2017).</p><p>Para além da importância de conceitualizar a internacionalização, também é</p><p>necessário expor a diferença em relação à globalização, especialmente quando os</p><p>dois processos são constantemente confundidos por, justamente, estarem</p><p>interligados. Para Santos, a globalização é:</p><p>“o processo pelo qual determinada condição ou entidade local estende a</p><p>sua influência a todo o globo e, ao fazê-lo desenvolve a capacidade de</p><p>designar como local outra condição social ou entidade rival. [...] Não existe</p><p>3</p><p>globalidade genuína; aquilo que chamamos globalização é sempre a</p><p>globalização bem sucedida de determinado localismo. [...] globalização</p><p>pressupõe localização” (Santos, 1997, p. 14).</p><p>A partir desta análise Santos, de acordo com Cunha (2017), na realidade</p><p>brasileira pode-se reconhecer os efeitos da globalização no campo da educação no</p><p>que se refere à “mercadorização da educação” e ao “desenvolvimento de um projeto</p><p>de educação cosmopolita”, é possível identificar essas duas tendências no processo</p><p>de internacionalização da educação do Brasil, principalmente na de ensino superior..</p><p>Ainda com as colocações de Cunha (2017), nos processos de</p><p>mercadorização da educação encontram-se organizações com oferta de projetos de</p><p>currículos internacionais tendo como justificativa a modernização e aculturação a</p><p>partir de propostas de grupos internacionais materializadas em ofertas de cursos e</p><p>instituições de ensino, incluindo na propaganda “pacotes” educacionais e materiais</p><p>instrucionais, apoiadas nas avaliações institucionais para promover propostas</p><p>universais de qualidade. A nível de sistemas, impactam as reformas educativas e a</p><p>regulação e criam um mercado educacional, onde “a escola de massas é subvertida</p><p>pela massificação do ensino”.</p><p>Por outro lado, a educação cosmopolita, segundo Cunha (2017), ainda que,</p><p>geralmente, expondo a cultura dominante (erudita), pratica a valorização da cultura</p><p>local a partir do conhecimento validado pela ciência e as produções culturais que</p><p>envolvem desde o cinema e as artes plásticas até as revistas científicas que</p><p>pretendem explicitar o pensamento intelectual do país na interface com os demais.</p><p>Reivindicando a cultura local nas formulações curriculares e no diálogo com as</p><p>perspectivas internacionais.</p><p>No Brasil, ao mesmo tempo em que há um grande esforço para incentivar a</p><p>produção de conhecimento nacional por meio de pesquisas e estudos que abordam</p><p>os desafios da realidade brasileira, com o objetivo de promover uma visão</p><p>cosmopolita, é possível observar uma grande presença de grupos estrangeiros</p><p>oferecendo oportunidades educacionais, principalmente voltadas para o ensino</p><p>superior e também incentivo à pesquisas de cunho e interesse internacional.</p><p>(Cunha, 2017).</p><p>4</p><p>2.2. Desafios do processo de internacionalização</p><p>Alguns desafios podem surgir no processo de internacionalização do ensino</p><p>superior, Cunha, descreve alguns deles:</p><p>“[...] aponta para a inclusão de uma população estudantil de primeira</p><p>geração, em que muitos dos seus integrantes trabalham e estudam, são</p><p>provenientes de camadas médias da população e, em alguns casos,</p><p>ingressam através de cotas étnicas ou cotas de escolas públicas, distantes</p><p>dos padrões anteriores da meritocracia. [...] outra parece apontar para</p><p>exigências meritocráticas, envolvendo carreiras de complexidade mais alta,</p><p>trajetórias estudantis com maiores oportunidades culturais incluindo o</p><p>domínio de idiomas e disponibilidade de condições para afastar-se do</p><p>trabalho, entre outras condições.” (Cunha, 2017, p. 819)</p><p>Os desafios levantados estão relacionados aos acadêmicos com baixo poder</p><p>de acesso aos maximizadores educacionais, como: os cursos extracurriculares de</p><p>linguagens ou de habilidades adicionais a serem adquiridas. Uma vez que</p><p>estudantes vindos de uma classe social que não podem arcar com estes custos, a</p><p>partir de que ponto as universidades precisam arcar com a responsabilidade do</p><p>desenvolvimento</p><p>educacional de seus alunos?</p><p>Muito se fala sobre a possibilidade do estudante adentrar em uma instituição</p><p>privada, mas o que se faz quando historicamente marcada pela expansão através da</p><p>rede privada, a educação superior do país tem estado abaixo das necessidades</p><p>nacionais, tanto em quantidade, quanto em qualidade.</p><p>Atualmente, tanto pelo ensino de graduação e pós-graduação que</p><p>desenvolvem, quanto pela extensão e impacto das pesquisas, as universidades</p><p>públicas têm sido um referente dos processos de formação. Com professores que</p><p>atuam, em grande maioria, em regime de dedicação exclusiva e são recrutados a</p><p>partir dos títulos de mestres e doutores. Enquanto outras tantas instituições são</p><p>privadas com fins lucrativos e se caracterizam como grandes conglomerados de</p><p>campus, espalhados pelo país, com propostas de formação de baixo custo, nem</p><p>sempre de qualidade reconhecida, mesmo havendo poucas exceções (Cunha,</p><p>2017).</p><p>2.3. Internacionalização como critério de qualidade</p><p>A internacionalização como meio de mensuração de qualidade na avaliação</p><p>da educação superior é muito utilizada nos dias de hoje. Segundo os autores</p><p>Haeffner, Zanotto e Guimarães (2021) tanto a graduação, quanto a pós-graduação,</p><p>são levadas em consideração para que se apliquem diversos critérios para</p><p>5</p><p>realização das várias listas que classificam as universidades, mas o principal</p><p>objetivo dessas listas é reconhecer e categorizar as universidades que se destacam</p><p>na pesquisa e na formação de profissionais com a mais alta qualificação. No Brasil,</p><p>o Jornal Folha de São Paulo divulga o Ranking Universitário Folha (RUF), que</p><p>busca classificar as universidades brasileiras, usando esses mesmos critérios.</p><p>Na pesquisa, os indicadores internacionais utilizados para qualificar as</p><p>melhores universidades são:</p><p>[...] dados quali-quantitativos da produção científica na pesquisa básica e</p><p>aplicada de instituições que realizam transferência de conhecimentos, de</p><p>tecnologia e da inovação, envolvendo neste caso, necessariamente, a</p><p>interação com o setor industrial. Na formação de recursos humanos, são</p><p>medidos índices de qualificação de graduados e de pós-graduados nos</p><p>diversos níveis da missão educadora nas dimensões</p><p>ensino-aprendizagem-empregabilidade. Esse indicador inclui, como</p><p>distinção acadêmica, a capacidade de atração de docentes-pesquisadores e</p><p>estudantes estrangeiros, o que vem sendo destacado como indicador</p><p>qualitativo do nível de internacionalização de cada instituição (Haeffner;</p><p>Zanotto; Guimarães, 2021, p. 4).</p><p>Em resumo, a pesquisa, o ensino, a empregabilidade e o empreendedorismo</p><p>e a internacionalização são os principais fundamentos nos quais as avaliações estão</p><p>embasadas. Os indicadores de excelência institucional incluem também, segundo os</p><p>autores:</p><p>[...] a proporção dos estudantes e professores estrangeiros, a composição</p><p>do staff com pesquisadores de elevada reputação, as publicações de artigos</p><p>e de revisões em revistas indexadas nas bases Web of Science (WoS) e</p><p>Scopus, o volume de citações, o impacto dessas publicações e o</p><p>desempenho per capita em relação ao tamanho da instituição. O resultado é</p><p>a classificação ranqueada das universidades mundiais, distinguindo-se</p><p>nesses rankings o grupo conhecido como Universidades de Classe Mundial</p><p>ou World Class Universities (WCU) na sigla em inglês (Haeffner; Zanotto;</p><p>Guimarães, 2021, p. 4).</p><p>Um dos principais indicadores de alto índice de internacionalização, no Brasil,</p><p>está relacionado aos programas de pós-graduação que são considerados os</p><p>responsáveis por elevar o conceito nas avaliações. A agência governamental</p><p>brasileira, Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível</p><p>Superior (CAPES), é responsável atualmente pela construção, a implementação e a</p><p>consolidação de planos estratégicos de internacionalização das instituições, bem</p><p>como por estimular a formação de redes de pesquisas internacionais com vistas a</p><p>aprimorar a qualidade da produção acadêmica vinculadas à pós-graduação</p><p>(BRASIL, 2020).</p><p>No portal do Governo Federal, na aba do CAPES, é informado que:</p><p>6</p><p>“[...] a instituição tem como intuito ampliar as ações de apoio à</p><p>internacionalização na pós-graduação das instituições contempladas por</p><p>seus programas; Promover a mobilidade de docentes e discentes, com</p><p>ênfase em doutorandos, pós-doutorandos e docentes para o exterior e do</p><p>exterior para o Brasil, vinculados a programas de pós-graduação stricto</p><p>sensu com cooperação internacional; Fomentar a transformação das</p><p>instituições participantes em um ambiente internacional; e Integrar outras</p><p>ações de fomento da CAPES ao esforço de internacionalização (BRASIL,</p><p>2020).</p><p>É necessário que seja feita uma análise às vias do desenvolvimento e atuais</p><p>políticas de internacionalização da UFRJ, diante das informações aqui</p><p>apresentadas, e principalmente levando em consideração esta universidade como</p><p>uma importantíssima instituição pública e principal participante do programa de</p><p>apoio no contexto da internacionalização, o CAPES.</p><p>2.4. A UFRJ no contexto da internacionalização</p><p>A UFRJ, situada no sudeste do Brasil, encontra-se na região onde estão</p><p>concentrados os maiores níveis de programas de pós-graduação, nos cursos da</p><p>área de Ciências Sociais Aplicadas (Administração Pública e de Empresas, Ciências</p><p>Contábeis e Turismo), vinculados ao CAPES os números aumentaram de 94 em</p><p>2013, para 122 em 2022 (BRASIL, 2022).</p><p>Na FACC, os cursos de graduação disponíveis são: Administração,</p><p>Biblioteconomia e Ciências Contábeis. Na pós-graduação, atualmente possui cursos</p><p>stricto sensu, Doutorado/Mestrado, e lato sensu, MBA, especialização, atualização e</p><p>aperfeiçoamento. Visando o desenvolvimento de uma sólida base conceitual e</p><p>metodológica, capacitando profissional e fomentando a construção do conhecimento</p><p>e da pesquisa acadêmica, buscando estimular a interação entre universidade e</p><p>empresa. São estes os cursos:</p><p>Tabela 1: Cursos de pós-graduação oferecidos pela FACC</p><p>Lato Sensu (Especialização)</p><p>MBA em Auditoria Tributária</p><p>MBA em Contabilidade Financeira</p><p>MBA em Contabilidade para Gestão de Negócios</p><p>MBA Em Finanças Empresariais</p><p>MBA em Finanças Sustentáveis e ESG</p><p>MBA em Finanças Públicas e Auditoria</p><p>MBA (EAD) em Finanças Públicas e Auditoria</p><p>MBA em Gestão de Hospitais & Clínicas</p><p>7</p><p>É evidente a gama de cursos oferecidos pela FACC, mas também é necessário</p><p>analisar quais são as suas políticas de acesso para os acadêmicos de todos os graus</p><p>sociais, bem como, quais são os apoios fornecidos pela instituição para a possibilidade de</p><p>permanência destes. Considerando que há uma dificuldade para parcela dos estudantes que</p><p>precisam conciliar os estudos com outras atividades, como a faculdade pode tornar esse</p><p>acesso em realidade?</p><p>2.5. Perspectiva das políticas de internacionalização da UFRJ</p><p>As diretrizes que apoiam as políticas de internacionalização da UFRJ foram</p><p>publicadas pelo Conselho Universitário no dia 1º de julho de 2022, a Resolução de</p><p>n° 77, define os objetivos:</p><p>Art. 2 Com sua Política de Internacionalização a UFRJ pretende:</p><p>I – contribuir para a construção de uma sociedade justa, ambientalmente</p><p>responsável, diversa, livre de quaisquer formas de opressão ou</p><p>discriminação de classe, gênero, etnia ou nacionalidade;</p><p>II – continuar buscando formações universitárias de qualidade e atividades</p><p>de pesquisa de ponta em todos os campos do saber, em consonância com</p><p>os critérios de excelência conferidos por reconhecidas métricas de rankings</p><p>internacionais; e</p><p>III – propiciar a troca de conhecimentos nos cenários local, regional,</p><p>nacional e internacional, assim como contribuir no desenvolvimento de</p><p>abordagens inovadoras em ensino, pesquisa, cultura e extensão, bem como</p><p>promover a integração da UFRJ com a sociedade, em seus campos público</p><p>e privado (DRI, 2022).</p><p>A Resolução de n° 77, define as diretrizes:</p><p>I – implementar suas ações com base na interculturalidade e nos princípios</p><p>da igualdade e solidariedade internacional, cooperação e reciprocidade;</p><p>II – construir parcerias internacionais com o intuito de contribuir para</p><p>a</p><p>missão e finalidade da UFRJ de “proporcionar à sociedade brasileira os</p><p>meios para produzir, dominar, ampliar, cultivar, aplicar e difundir o patrimônio</p><p>universal do saber humano, capacitando todos os seus integrantes a atuar</p><p>como força transformadora”;</p><p>MBA em Gestão de Pessoas e Empowerment 5.0</p><p>MBA em Gestão de Projetos</p><p>MBA em Gestão de Marketing</p><p>Especialização em Perícia Judicial e Cálculos Atuariais</p><p>Curso de Especialização em Administração Universitária Federal</p><p>Strictu Sensu</p><p>Ciências Contábeis – Doutorado / Mestrado</p><p>Fonte: Elaboração própria com base no site da FACC.</p><p>8</p><p>III – assegurar o acolhimento digno de migrantes, inclusive refugiados e</p><p>apátridas e promover a ampliação e diversificação cultural da comunidade</p><p>internacional na UFRJ, para tornar o ambiente acadêmico mais plural,</p><p>profuso e agregador;</p><p>IV – suscitar na comunidade universitária a adesão aos valores e a</p><p>apropriação da Política de Internacionalização e de seus objetivos,</p><p>propiciando reflexão e engajamento por meio de ações concretas; e</p><p>V – Incentivar a comunidade universitária a participar em atividades de</p><p>ensino, pesquisa, extensão e de criação e troca de conhecimentos e</p><p>saberes em cooperação internacional.</p><p>Art. 5º Por Objetivos da Política de Internacionalização da UFRJ, que tem</p><p>como objetivo geral atender à crescente demanda pública por cooperação e</p><p>integração global na geração de conhecimento, entendem-se os seus</p><p>propósitos de internacionalização universitária (DRI, 2022).</p><p>A UFRJ juntamente com instituições estrangeiras de ensino superior</p><p>parceiras, oferece um programa programa de internacionalização na que acontece</p><p>um intercâmbio de alunos de graduação ou pós-graduação, também comumente</p><p>chamado pela instituição de mobilidade regular da DRI.</p><p>Atualmente, a UFRJ mantém acordos de internacionalização em todos os</p><p>continentes. Na África, com 4 países; Nas Américas, com 12 países; Na Oceania e</p><p>Ásia, com 8 países; Na Europa, com 21 países (DRI, 2024). Com esses dados é</p><p>possível identificar que a maior troca de conhecimento acontece com o continente</p><p>europeu, para melhor visualização, graficamente:</p><p>Gráfico 1: Cursos de pós-graduação oferecidos pela FACC</p><p>Fonte: Elaboração própria com base no site da DRI.</p><p>9</p><p>Para entender como é realizado o financiamento desses estudantes no</p><p>exterior, além do CAPES, também existe o Conselho Nacional de Desenvolvimento</p><p>Científico e Tecnológico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações</p><p>(CNPq/MCTI), onde sua missão é incentivar a pesquisa científica, tecnológica e de</p><p>inovação e contribuir com políticas públicas, para fortalecer o desenvolvimento do</p><p>Brasil (CNPQ, 2014). Outras associações parceiras, tanto nacionais quanto</p><p>internacionais, participam ativamente apoiando essas contribuições internacionais.</p><p>Essas associações podem ser públicas ou privadas. A seguir, tabela de algumas</p><p>atuais associações e seus objetivos:</p><p>Tabela 2: Associações parceiras</p><p>Agence Universitaire de la Francophonie</p><p>(AUF)</p><p>Promove francofonia universitária solidária e</p><p>engajada com o desenvolvimento econômico,</p><p>social e cultural das sociedades.</p><p>Associação Brasileira de Educação</p><p>Internacional – FAUBAI</p><p>Reúne gestores e responsáveis por assuntos</p><p>internacionais, promovendo a integração e a</p><p>capacitação dos gestores da área através de</p><p>seminários, workshops, reuniões regionais e</p><p>nacionais e de sua Conferência Anual.</p><p>Associação das Universidades de Língua</p><p>Portuguesa (AULP)</p><p>Promove a cooperação e a troca de informação</p><p>entre Universidades e IES</p><p>Associação de Universidades Grupo</p><p>Montevidéu (AUGM)</p><p>Rede de universidades públicas, autônomas e</p><p>autogovernadas de Argentina, Bolívia, Brasil,</p><p>Chile, Paraguai e Uruguai que, em razão de</p><p>suas semelhanças, compartilham suas</p><p>vocações, seu caráter público, semelhanças em</p><p>estrutura acadêmica e a equivalência nos níveis</p><p>de seus serviços.</p><p>Associação de Universidades Africanas</p><p>(AAU)</p><p>Tem por missão melhorar a qualidade e</p><p>relevância do ensino superior em África</p><p>Grupo de Cooperação Internacional de</p><p>Universidades Brasileiras (GCUB)</p><p>A missão do GCUB é promover relações</p><p>acadêmicas, científicas e culturais entre as</p><p>instituições associadas e parceiros</p><p>internacionais, por meio de programas, projetos</p><p>e ações de cooperação internacional, bilaterais</p><p>e multilaterais.</p><p>Grupo Tordesilhas</p><p>Rede acadêmica de universidades de Brasil,</p><p>Portugal e Espanha visando a promoção da</p><p>cooperação no domínio da Ciência e</p><p>Tecnologia.</p><p>Fonte: Elaboração própria com base no site da DIR.</p><p>10</p><p>Enfim, no que tange os programas de mobilidade, os oferecidos pela UFRJ,</p><p>são, o de Mobilidade Regular (exceto Medicina) e Mobilidade Regular Medicina:</p><p>Este é o programa próprio da Superintendência Geral De Relações</p><p>Internacionais (SGRI), que envia, semestralmente, estudantes de graduação</p><p>para instituições estrangeiras que antenham acordo direto com a UFRJ.</p><p>Estudantes da Faculdade de Medicina concorrem em edital separado. Este</p><p>programa apenas garante a vaga e a gratuidade do ensino na instituição</p><p>estrangeira, ficando as demais despesas por conta do próprio estudante</p><p>(DIR, 2024).</p><p>O REARI, Rede de Assessorias Internacionais das Instituições de Ensino</p><p>Superior do RJ:</p><p>As vagas para os programas oriundos desta Rede são disputadas entre</p><p>todas as instituições vinculadas, portanto a UFRJ apenas pré-seleciona</p><p>candidatos que são encaminhados para a disputa definitiva das vagas com</p><p>os estudantes de toda a Rede (DIR, 2024).</p><p>A Rede Magalhães:</p><p>Apenas algumas unidades da UFRJ estão associadas a esta Rede, e todos</p><p>os anos acontecem chamadas de intercâmbio exclusivas para estudantes</p><p>destas Unidades (DIR, 2024).</p><p>A AUGM é uma associação de Universidades de países da América do Sul:</p><p>Promove chamadas de intercâmbio todos os anos e com ajuda de custo. Os</p><p>programas são destinados tanto para estudantes de graduação e</p><p>pós-graduação, quanto para docentes e servidores técnicos-administrativos</p><p>(DIR, 2024).</p><p>O Santander Universidades:</p><p>São programas com ajuda de custo financiados pela Instituição privada,</p><p>com cláusula de exclusividade para estudantes cotistas e bolsistas da</p><p>UFRJ. Para cada chamada de intercâmbio é elaborado um novo acordo de</p><p>parceria, e somente depois é publicado um novo Edital de Intercâmbio para</p><p>a ocasião (DIR, 2024).</p><p>E como enfrentamento do desafio das barreiras de linguagens, uma vez que</p><p>em grande parte dos programas de internacionalização é preciso falar outra língua.</p><p>Atualmente existe o Núcleo Idiomas sem Fronteiras da UFRJ que oferece</p><p>diversos cursos de idiomas, entre eles Espanhol, Francês, Inglês, Italiano, Japonês</p><p>e até mesmo Português como Língua Estrangeira para estudantes imigrantes de</p><p>instituições internacionais no Brasil (Núcleo IsF, 2024).</p><p>O CLAC, que é um projeto é um curso de formação de professores de</p><p>graduação da Faculdade de Letras/UFRJ dá apoia linguístico atendendo a</p><p>comunidade do Rio de Janeiro e formando falantes do nível básico o fluente.</p><p>Oferecendo vários cursos de idiomas, eles são: Espanhol, Francês, Hebraico, Inglês,</p><p>11</p><p>Italiano, Japonês, Português, Russo, Latim, Árabe, Grego, Português Língua</p><p>Estrangeira, Libras, Alemão, Latim Especial e Japonês Especial (CLAC, 2024)</p><p>E para fins de verificação de conhecimento, com os testes de nivelamento, a</p><p>UFRJ oferece condições especiais aos seus estudantes, técnicos-administrativos e</p><p>docentes com o Instituto Cervantes (DIR, 2024). As vantagens são: Prova de</p><p>nivelamento gratuita, acesso virtual da biblioteca gratuito e descontos em todos os</p><p>cursos.</p><p>No entanto, mesmo com essas opções, não se pode deixar de notar a</p><p>ausência e a importância do oferecimento de cursos aplicados às áreas de finanças</p><p>e administração na UFRJ, uma vez que os desafios de linguagem se esbarram com</p><p>padrões financeiros específicos para os profissionais da área. Uma solução seria a</p><p>implementação de uma escola de linguagens para discentes dos cursos da FACC e</p><p>é possível identificar nos documentos do Plano de Internacionalização da UFRJ real</p><p>citação planejando tal ação. No Boletim n. 29 - 21 de julho de 2022, há as seguintes</p><p>diretrizes:</p><p>[...]</p><p>II – diversidade</p><p>linguística e cultural, com a valorização de todos os</p><p>processos formais ou informais que contribuam para a aprendizagem de</p><p>idiomas e a interação com outras culturas;</p><p>[...]</p><p>IV – ensino contextualizado a partir da realidade do(a) aluno(a), de seu nível</p><p>de conhecimento, de suas especificidades e necessidades, com o</p><p>atendimento aos pressupostos de qualidade do ensino;</p><p>V – desenvolvimento integral do(a) aluno(a), com a formação do(a) aprendiz</p><p>no âmbito cognitivo, social, cultural e ecológico, por meio do ensino e</p><p>aprendizagem de outras línguas;</p><p>VI – democratização da aprendizagem de idiomas, com a promoção do</p><p>acesso igualitário a todos(as) os(as) alunos(as) da UFRJ;</p><p>[...]</p><p>VIII – estímulo à cooperação e mobilidade internacional, com a valorização</p><p>de processos de formação compartilhados, para o intercâmbio de docentes,</p><p>discentes e servidores(as) técnico-administrativos(as);</p><p>IX – parceria com as escolas públicas de educação básica, com o incentivo</p><p>a interações com escolas públicas, seja em ações desenvolvidas in loco ou</p><p>abrindo a possibilidade de participação desses(as) alunos(as) nas ações</p><p>desenvolvidas nos campi;</p><p>X – ensino da língua portuguesa para estrangeiros(as), como forma de</p><p>valorização desse patrimônio e da cultura dos países lusófonos; e XI –</p><p>parceria com os setores público e privado, com o reconhecimento do ensino</p><p>de línguas entre as atividades fins da Universidade, para ampliar as</p><p>oportunidades de aprendizagem a partir de captação de recursos junto ao</p><p>poder público e à iniciativa privada quando for conveniente (BUFRJ, 2022).</p><p>E os seguintes objetivos:</p><p>Art. 4o Constituem objetivos específicos da Política Linguística Institucional</p><p>de Internacionalização da UFRJ:</p><p>12</p><p>I – em consonância com o Estatuto da UFRJ, promover as ações referentes</p><p>ao ensino e aprendizagem de idiomas, alinhadas às políticas públicas</p><p>vigentes e à Política de Internacionalização da UFRJ;</p><p>II – sistematizar a oferta de oportunidade de aprendizagem de idiomas e de</p><p>vivências interculturais nas atividades de internacionalização voltadas ao</p><p>ensino, pesquisa e extensão da UFRJ;</p><p>III – criar ambiente plurilinguístico e multicultural entre as comunidades da</p><p>UFRJ e internacional;</p><p>IV – incentivar, promover e valorizar a cooperação com os setores público e</p><p>privado como estratégias de sustentabilidade das ações desta política; e V –</p><p>favorecer a sistematização das ações de ensino e aprendizagem de idiomas</p><p>promovendo a interação entre as comunidades interna e externa (BUFRJ,</p><p>2022).</p><p>Contudo, o processo de internacionalização é lento e caro monetariamente.</p><p>Os objetivos traçados devem considerar a visão da instituição de ensino ao longo</p><p>prazo, principalmente porque a internacionalização das universidades é um</p><p>processo complexo e com variáveis a serem levadas em consideração e tratadas</p><p>com cuidado, essencial para a promoção da qualidade acadêmica e a inserção das</p><p>instituições de ensino superior no cenário mundial. A internacionalização representa</p><p>uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento tanto para alunos quanto para</p><p>professores, além de contribuir para o avanço da pesquisa e inovação.</p><p>3. Conclusão</p><p>Em um contexto geral, a UFRJ, ao traçar metas de implementação de ações</p><p>e políticas que promovem a internacionalização, está em um bom caminho, mas é</p><p>necessário continuar investindo tempo e verba em programas que facilitem a</p><p>inclusão e capacitação dos alunos nesses programas. Muito mais do que um</p><p>objetivo, a internacionalização deve ser um processo planejado para a continuidade</p><p>que enriquece a experiência acadêmica e contribui para a formação de profissionais</p><p>mais preparados para o contexto mundial.</p><p>Apesar das dificuldades encontradas, a UFRJ possui alguns acordos de</p><p>cooperação internacional. Os programas institucionais de mobilidade demonstram</p><p>como a UFRJ tem buscado ir além de suas fronteiras e investir em</p><p>internacionalização com sua sociedade acadêmica. No entanto, ainda há muito a ser</p><p>feito para que essa internacionalização seja uma realidade acessível para todos os</p><p>estudantes, especialmente na FACC, onde há uma crescente demanda por cursos</p><p>de idiomas específicos para as áreas de finanças e administração. A partir de</p><p>pequenos desenvolvimentos, a UFRJ poderá se consolidar como uma instituição de</p><p>13</p><p>excelência no cenário internacional, beneficiando a sociedade como um todo e não</p><p>apenas os seus alunos e professores.</p><p>E para concluir, a internacionalização deve ser de fato uma política</p><p>institucional a ser priorizada por cada universidade brasileira. A produção de</p><p>pesquisas com qualidade é um grande avanço em direção à evolução da educação</p><p>do ensino superior no Brasil, mas para que isso seja possível, será necessário que</p><p>as agências governamentais de incentivo através do oferecimento de oportunidade e</p><p>financiamento de gastos, como CAPES e CNPq, contribuam cada vez mais nessa</p><p>grande jornada que levará à evolução técnica e científica em nosso país (Pereira;</p><p>Gomes, 2021).</p><p>14</p><p>Referências</p><p>BRASIL. Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Apresentação: CNPQ, 12 de agosto de 2014.</p><p>Disponível em: https://www.gov.br/cnpq/pt-br/acesso-a-informacao/institucional/institucional. Acesso</p><p>em: 03 jul. 2024.</p><p>BRASIL. Ministério da Educação. Programa Institucional de Internacionalização – CAPES - PrInt:</p><p>CAPES, 19 de setembro de 2020. Disponível</p><p>em:https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/bolsas-e-auxilios-i</p><p>nternacionais/informacoes-internacionais/programa-institucional-de-internacionalizacao-capes-print.</p><p>Acesso em: 01 jul. 2024.</p><p>BRASIL. Ministério da Educação. Painel de Dados do Observatório da Pós-Graduação:</p><p>PLATAFORMA SUCUPIRA, 2022. Disponível em:</p><p>https://sucupira-v2.capes.gov.br/sucupira4/painel/ReportSectione5c9caa3192d247185e2. Acesso em:</p><p>30 jun. 2024.</p><p>BUFRJ. Número 29 - 21 de julho de 2022. UFRJ, Rio de Janeiro, n. 29 - 21 de julho de 2022.</p><p>Disponível em: https://siarq.ufrj.br/boletim-ufrj-2/. Acesso em: 08 jul. 2024.</p><p>CAVALCANTE, E. E. B. As Atividades de extensão acadêmica conforme o ordenamento jurídico</p><p>vigente: um estudo de caso sobre a Universidade Federal de Rondônia. Revista Fronteiras</p><p>Interdisciplinares do Direito, n. 1, p. 62–107, 2019. Disponível em:</p><p>https://revistas.pucsp.br/index.php/fid/article/view/41591. Acesso em: 19 jun. 2024</p><p>.</p><p>CLAC. Cursos de Línguas Aberto à Comunidade. UFRJ. 2024. Disponível em:</p><p>https://clac.letras.ufrj.br/. Acesso em: 08 jul. 2024.</p><p>CUNHA, M. I. DA . Qualidade da educação superior e a tensão entre democratização e</p><p>internacionalização na universidade brasileira. Revista da Avaliação da Educação Superior</p><p>(Campinas), v. 22, n. 3, p. 817–832, set. 2017. Disponível em:</p><p>https://www.scielo.br/j/aval/a/TPJfZt9vhzPHzrsDyJhZSML/?format=html&lang=pt#. 20 jun. 2024.</p><p>DRI: Governança de Internacionalização - Associações parceiras: UFRJ, 2024. Disponível em:</p><p>https://internacional.ufrj.br/associacoes-internacionais/. Acesso em: 08 jul. 2024.</p><p>DRI: Governança de Internacionalização - Associações parceiras: UFRJ, 2024. Disponível em:</p><p>https://internacional.ufrj.br/2024/06/espanhol-no-cervantes-condicoes-especiais/. 21 de junho de</p><p>2024. Acesso em: 08 jul. 2024.</p><p>DRI: Governança de Internacionalização - Lista de acordos por país: UFRJ, 2024. Disponível em:</p><p>https://internacional.ufrj.br/pesquisaacordos/. Acesso em: 08 jul. 2024.</p><p>DRI: Governança de Internacionalização - Política de Relações Internacionais: UFRJ, 2022.</p><p>Disponível em: https://internacional.ufrj.br/governanca-internacional/. Acesso em: 08 jul. 2024.</p><p>DRI: Governança de Internacionalização - Programas de mobilidade: UFRJ, 2024. Disponível em:</p><p>https://internacional.ufrj.br/programas-de-mobilidade/. Acesso em: 08 jul. 2024.</p><p>HAEFFNER, C.; ZANOTTO, S. R.; ALMEIDA GUIMARÃES, J. Internacionalização Da Universidade</p><p>Brasileira. Desafios E Perspectivas Na Busca Pelo Padrão De Universidade De Classe Mundial.</p><p>Revista Brasileira de Pós-Graduação, v. 17, n. 37, p. 1–28, 2021. Disponível em:</p><p>https://rbpg.capes.gov.br/rbpg/article/view/1797. Acesso em: 30 jun. 2024.</p><p>ISF. O Núcleo Idiomas sem Fronteiras</p><p>da UFRJ. Núcleo IsF UFRJ. 2024. Disponível em:</p><p>https://isf.letras.ufrj.br/. Acesso em: 08 jul. 2024.</p><p>https://www.gov.br/cnpq/pt-br/acesso-a-informacao/institucional/institucional</p><p>https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/bolsas-e-auxilios-internacionais/informacoes-internacionais/programa-institucional-de-internacionalizacao-capes-print</p><p>https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/bolsas/bolsas-e-auxilios-internacionais/informacoes-internacionais/programa-institucional-de-internacionalizacao-capes-print</p><p>https://sucupira-v2.capes.gov.br/sucupira4/painel/ReportSectione5c9caa3192d247185e2</p><p>https://siarq.ufrj.br/boletim-ufrj-2/</p><p>https://revistas.pucsp.br/index.php/fid/article/view/41591</p><p>https://www.scielo.br/j/aval/a/TPJfZt9vhzPHzrsDyJhZSML/?format=html&lang=pt#</p><p>https://internacional.ufrj.br/associacoes-internacionais/</p><p>https://internacional.ufrj.br/2024/06/espanhol-no-cervantes-condicoes-especiais/</p><p>https://internacional.ufrj.br/pesquisaacordos/</p><p>https://internacional.ufrj.br/governanca-internacional/</p><p>https://internacional.ufrj.br/programas-de-mobilidade/</p><p>https://rbpg.capes.gov.br/rbpg/article/view/1797</p><p>https://isf.letras.ufrj.br/</p><p>15</p><p>MOROSINI, M. DOSSIÊ: Internacionalização da educação superior. Educação, n. 40 (3): 288-292,</p><p>2017. Disponível em: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=84854915002. Acesso em: 20 jun. 2024.</p><p>PEREIRA, LF de A.; GOMES, JS O processo de internacionalização nas Universidades Federais.</p><p>Revista Brasileira de Desenvolvimento, n. 12, pág. 120527–120546, 2021. Disponível em:</p><p>https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/42014. Acesso em: 17 jun. 2024.</p><p>SANTOS, Boaventura de Sousa. Por uma educação multicultural de direitos humanos. Revista</p><p>Crítica de Ciências Sociais, n. 48, p. 11-32, 1997. Disponível em:</p><p>https://ces.uc.pt/rccs/index.php?id=628. Acesso em: 19 jun. 2024.</p><p>UFRJ. Faculdade de Administração e Ciências Contábeis. Pós-Graduação. FACC. Disponível em:</p><p>https://facc.ufrj.br/?page_id=136. Acesso em: 03 jun. 2024.</p><p>https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=84854915002</p><p>https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/42014</p><p>https://ces.uc.pt/rccs/index.php?id=628</p><p>https://facc.ufrj.br/?page_id=136</p>