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Anatomia da Próstata

Material sobre anatomia e aspectos clínicos da próstata: localização, forma e zonas glandulares, dutos e partes da uretra prostática, sinais em RM, diagnóstico e características do câncer prostático e hiperplasia prostática benigna; inclui referências.

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Prévia do material em texto

<p>Anatomia da Próstata</p><p>Próstata</p><p>• Localiza-se imediatamente</p><p>anterior ao reto, posterior à</p><p>sínfise púbica e inferior à bexiga</p><p>urinária;</p><p>• Acima do assoalho pélvico;</p><p>• Pode ser percebida pela palpação</p><p>digital durante o exame do toque;</p><p>• Órgão acessório do sistema</p><p>genital masculino;</p><p>• Envolve a uretra na cavidade da</p><p>pelve.</p><p>(DRAKE, VOLGE E MITCHELL, 2015)</p><p>Próstata</p><p>• Fibromuscular;</p><p>• Não possui cápsula fibrosa</p><p>verdadeira;</p><p>• Está incluída na fáscia visceral;</p><p>• Tecido neurovascular.</p><p>(SUSAN, 2010)</p><p>Próstata</p><p>• Forma piramidal;</p><p>• Base ou face vesical – superior;</p><p>• Ápice – inferior;</p><p>• Face posterior;</p><p>• Face anterior;</p><p>• Duas faces inferolaterais.</p><p>• 2 cm de diâmetro anteroposterior;</p><p>• 3 cm no diâmetro vertical;</p><p>• Pesa aproximadamente 8g;</p><p>• Varia o peso de acordo com a hipertrofia</p><p>benigna podendo pesar 40g;</p><p>• 150g ou mais nas primeiras cinco</p><p>décadas de vida.</p><p>(SUSAN, 2010) ( DRAKE, VOLGE E MITCHELL, 2015)</p><p>(DRAKE, VOLGE E MITCHELL, 2015) (SUSAN, 2010)</p><p>(SUSAN, 2010)</p><p>(DRAKE, VOLGE E MITCHELL, 2015)</p><p>(DRAKE, VOLGE E MITCHELL, 2015)</p><p>Complexo de 30 a 40 glândulas individuais;</p><p>Possuem seus próprios ductos;</p><p>Esvaziam-se de forma independente no</p><p>seio prostático na porção posterior do</p><p>lúmen da uretra;</p><p>( DRAKE, VOLGE E MITCHELL, 2015)</p><p>• Parte intramural da</p><p>uretra:</p><p>• Mede cerca de 1cm de</p><p>comprimento;</p><p>• Se estende da base da</p><p>bexiga até a próstata e</p><p>está associada a uma</p><p>bainha de fibras</p><p>musculares lisas (músculo</p><p>esfíncter interno da</p><p>uretra).</p><p>• A contração do esfíncter</p><p>previne o movimento</p><p>retrógrado do sêmen para</p><p>a bexiga durante a</p><p>ejaculação.</p><p>(DRAKE, VOLGE E MITCHELL, 2015)</p><p>• Parte prostática da uretra:</p><p>• Tem entre de 3 a 4 cm de</p><p>comprimento;</p><p>• É envolvida pela próstata;</p><p>• Crista uretral – prega longitudinal de</p><p>mucosa na linha mediana;</p><p>• Seio prostático – depressão em cada</p><p>lado da crista;</p><p>• Colículo seminal – elevação circular na</p><p>metade da crista uretral; determina a</p><p>posição da glândula prostática durante</p><p>a ressecção transuretral da próstata.</p><p>• Utrículo prostático – uma pequena</p><p>bolsa de fundo cego no centro do</p><p>colículo seminal;</p><p>• Óstios dos ductos ejaculatórios dos</p><p>sistema genial masculino – está de</p><p>cada lado do utrículo prostático;</p><p>• Conexão entre o sistema urinário e</p><p>genital. (DRAKE, VOLGE E MITCHELL, 2015)</p><p>• Nas imagens de RM a próstata</p><p>tem uma anatomia regional em</p><p>imagens ponderadas em T2.</p><p>• A zona periférica normal tem</p><p>alta intensidade de sinal, assim</p><p>como o fluido dentro das</p><p>vesículas seminais.</p><p>• As zonas central e transicional</p><p>têm relativamente baixo sinal e</p><p>são frequentemente referidas</p><p>como “glândula central”.</p><p>• O colículo seminal pode ser visto</p><p>como uma elevação dentro da</p><p>glândula central.</p><p>(SUSAN, 2010)</p><p>Na clínica</p><p>Câncer de Próstata</p><p>• Ocorre tipicamente nas regiões</p><p>periféricas da próstata e é relativamente</p><p>assintomático.</p><p>• Em muitos casos, o tumor é</p><p>diagnosticado pelo toque retal (TR);</p><p>• a próstata com tumor apresenta</p><p>consistência pétrea.</p><p>• Os exames de sangue;</p><p>• fosfatase ácida sérica;</p><p>• antígeno prostático específico (PSA).</p><p>• Geralmente, o diagnóstico é feito com a</p><p>obtenção de diversas biópsias da</p><p>glândula.</p><p>Hipertrofia Prostática Benigna</p><p>• Geralmente, envolve as regiões mais</p><p>centrais da próstata, que gradualmente,</p><p>aumentam de tamanho.</p><p>• Compressão da uretra;</p><p>• Obstrução do fluxo de saída da urina.</p><p>• Toque retal, a próstata apresenta-se</p><p>muito volumosa.</p><p>• Com o tempo, a bexiga pode tornar-se</p><p>hipertrofiada em resposta à obstrução do</p><p>fluxo de saída da urina.</p><p>(DRAKE, VOLGE E MITCHELL, 2015)</p><p>(DRAKE, VOLGE E MITCHELL, 2015)</p><p>(DRAKE, VOLGE E MITCHELL, 2015)</p><p>(DRAKE, VOLGE E MITCHELL, 2015)</p><p>(SUSAN, 2010)</p><p>Próstata</p><p>• A relação de zonas da glândula</p><p>normalmente muda com a</p><p>idade.</p><p>• a zona central atrofia;</p><p>• A zona transicional aumenta</p><p>secundariamente em virtude da</p><p>hipertrofia benigna da próstata.</p><p>• Faixa baixa de sinal na margem da</p><p>zona transicional hipertrofiada;</p><p>• Zona periférica comprimida</p><p>(SUSAN, 2010)</p><p>Referências</p><p>• SUSAN, Standring. Gray’s anatomia. Tradução Denise Costa Rodrigues</p><p>et al. Rio de Janeiro: Elseier, 2010.</p><p>• DRAKE, Richard L. VOGL, Wayne, A. MITCHELL, Adam, W. M. Gray’s</p><p>anatomia clínica para estudantes. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.</p><p>RM Pelve Masculina</p><p>Referência</p><p>• El-Khoury, Georges Y. Montgomery, William J. Bergman, Ronald A.</p><p>Anatomia seccional por RM e CT em website. Tradução Carlos</p><p>Romualdo Rueff Barros... et al. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.</p>

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