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<p>13</p><p>GRUPO SER EDUCACIONAL</p><p>CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA</p><p>ESTÁGIO SUPERVISIONADO I</p><p>Márcia Matias de Freitas</p><p>RELATÓRIO DO ESTÁGIO ACADÊMICO I</p><p>MARÇO-SÃO BENTO</p><p>11</p><p>2024</p><p>Estágio Acadêmico I – Farmácia – 3º Período - Digital</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO	4</p><p>2 ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA	5</p><p>3 FARMÁCIA COMUNITÁRIA	7</p><p>4 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL	9</p><p>5 PESQUISA DE CAMPO	11</p><p>6 CONSIDERAÇÕES FINAIS	13</p><p>REFERÊNCIAS	14</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>No inicio do século X, surgiram na Espanha e na França as “boticas” ou “apotecas”, mais tarde nomeadas “farmácias”. No Brasil as boticas surgiram no período colonial em meados de 1530, com a vinda do primeiro boticário Diogo Castro após a coroa portuguesa observar a escassez no acesso a medicamentos no país verde-amarelo. Nesse primeiro momento não havia distinção entre médicos e farmacêuticos, as boticas marcaram um grande avanço nos estudos dos remédios, nas pesquisas sistemáticas dos princípios ativos das plantas e no estudo dos minerais capazes de curar patologias. Os boticários (farmacêutico) manipulavam e produziam os medicamentos, a partir das farmacopeias e as prescrições médicas.</p><p>Com o advento da Revolução Industrial e o incremento da industrialização na área farmacêutica o profissional farmacêutico manipulador perdeu espaço e sofreu com a desvalorização dos seus serviços. No Brasil, houve uma migração de profissionais para campos como análises clinicas, bromatológicas e toxicológicas e a farmácia transformou-se em um estabelecimento de comércio de medicamentos devido ao afastamento dos farmacêuticos das farmácias comunitárias privadas.</p><p>Ao decorrer dos anos, com a criação de algumas resoluções e revisões de outras já existentes o profissional farmacêutico conseguiu adentrar novamente nas farmácias comunitárias no Brasil, sendo responsáveis por “assinar” as documentações legais o que limitava as suas atividades na proteção, promoção e recuperação a saúde. Entretanto com o surgimento do termo “Assistência Farmacêutica”, as atividades do farmacêutico foram reorientadas envolvendo todas as atividades relacionadas ao medicamento desde a pesquisa e produção até a dispensação de forma cíclica, integrada e racional.</p><p>Neste trabalho abordaremos a assistência farmacêutica e sua aplicação dentro das farmácias comunitárias privadas e públicas bem como, a atuação do farmacêutico nessa área que visa à garantia ao acesso aos medicamentos e a racionalidade do seu uso por parte da população.</p><p>2 assistência farmacêutica</p><p>Consoante a definição de MARIN et al., 2003; CORRER et al.,2011 a Assistência Farmacêutica é um conjunto de ações voltadas á promoção, proteção, e recuperação da saúde, tanto individual como coletiva, tendo o medicamento como insumo essencial, dividida entre a gestão técnica e clínica desses produtos. A primeira abrange ações técnico-gerenciais de pesquisa, produção, seleção, aquisição, armazenamento, distribuição e dispensação dos medicamentos, as quais são desenvolvidas sob uma perspectiva multiprofissional. A segunda define-se por atividades técnico-assistenciais, que direcionam o uso seguro dos medicamentos, cuja responsabilidade é exclusiva dos farmacêuticos.</p><p>No Brasil, o conceito de Assistência Farmacêutica foi introduzido a partir dos anos de 1980. Inicialmente este conceito delimitava o campo das práticas da profissão foi então que, em 1990 uma publicação de Hepler e Strand influenciou a profissão farmacêutica no mundo onde destacaram que: “Embora reconhecessem a importância da farmácia clinica para a profissionalização da farmácia, esses atores consideram que algumas definições situavam o medicamento em primeiro plano em detrimento do paciente”. Desde então, foi proposto que os farmacêuticos além de gerir o funcionamento da farmácia clínica, passassem a estar preparados para assumir, a responsabilidade sanitária de prevenir a morbimortalidade relacionada ao uso irracional dos medicamentos.</p><p>Anos mais tarde, em 1998 a portaria 3.916/98 do Ministério da Saúde enfatizou a atuação dos órgãos em saúde e principalmente aos profissionais envolvidos, na relevância da sistematização da terapia medicamentosa com a implementação de ações capazes de promover a melhoria das condições da assistência á saúde da população, definindo o seu proposito de: “garantir a necessária segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos, a promoção do uso racional e o acesso da população àqueles considerados essenciais”.</p><p>Nesse contexto a figura do farmacêutico desde o surgimento da profissão passando pelas evoluções conceituais, industriais e legais mostra-se fundamental, pois além da sua atuação na prevenção, nas etapas de manipulação de medicamentos, no controle e distribuição, este profissional atua na busca incessante pelo uso racional do fármaco visando o bom êxito durante o tratamento de doenças, adentrando também nas intervenções educacionais próprias para cada interação que a medicação possa fazer e possíveis empecilhos vinculados ao paciente de maneira individual.</p><p>VIEIRA (2007) definiu as atividades farmacêuticas como: “O farmacêutico está voltado a cumprir o seu papel perante a sociedade, corresponsabilizando-se pelo bem estar do individuo e trabalhando para que este não tenha sua qualidade de vida comprometida por um problema evitável, decorrente de uma terapia farmacológica”. Essas palavras evidenciam o compromisso relevante do farmacêutico para com seus pacientes na busca por uma melhor qualidade de vida, já que os efeitos adversos ligados a medicamentos atualmente são classificados como um grave problema de saúde publica.</p><p>Dentre as áreas de atuação do farmacêutico, uma que se destaca é sua posição dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) mais precisamente na atenção básica, como sendo um importante instrumento de mudança no modelo de atenção à saúde, promovendo alterações no processo saúde/doença. Sob essa ótica Barberato et al. (2019), em uma das suas citações definiu que “ O profissional farmacêutico tem responsabilidade na implementação de estratégias para a promoção do uso racional de medicamentos, bem como pela repercussão financeira que o medicamento representa para os serviços de saúde e para coletividade”. Portanto, o trabalho do profissional farmacêutico desenvolvido dentro da atenção básica com ênfase na assistência farmacêutica gera impactos positivos na eficiência do sistema público de saúde.</p><p>Como abordado anteriormente o profissional farmacêutico desempenha várias atividades dentro da atenção básica como: atribuições nas diversas etapas do ciclo da assistência, desde a seleção, programação, aquisição, armazenamento, distribuição e dispensação. Já no que tange a farmácia clínica podemos citar: o acompanhamento farmacoterapêutico, manejo de problemas de saúde autolimitados, educação em saúde, revisão da farmacoterapia e o rastreamento em saúde, entre outros. Uma realidade um pouco distante dentro do Sistema Único de Saúde e da atenção básica no Brasil, está à inserção do profissional farmacêutico na realização de visitas domiciliares junto à equipe multidisciplinar, com o objetivo de desenvolver um plano terapêutico individual, melhorando o cuidado prestado e dando destaque ao paciente como ator do processo.</p><p>Muito embora estando em pleno século XXI, o profissional farmacêutico enfrenta vários problemas na sua realidade, principalmente quando estão situados longe dos grandes centros, com a fragmentação dos serviços de saúde prestados, muitos deles proveniente da desarticulação entre as práticas desenvolvidas por diferentes profissionais e a fragilidade nas equipes gestoras, além da falta de conhecimento por parte da população sobre as atribuições e competências construindo assim, barreiras perante a atuação profissional. Dessa forma, a inclusão do profissional farmacêutico pode transformar os serviços de saúde possibilitando mudanças maiores do que as já alcançadas nesse meio.</p><p>3 FARMÁCIA COMUNITÁRIA</p><p>As farmácias comunitárias apresentam-se como possível porta de entrada de pacientes ao sistema de saúde. Segundo Correr, Pontarolo e Ribeiro</p><p>o termo farmácia comunitária refere-se: “aos estabelecimentos farmacêuticos não hospitalares e não ambulatoriais que atendem á comunidade. As farmácias comunitárias no Brasil são, em sua maioria, privadas, de propriedade particular, mas existem também farmácias públicas, sejam elas vinculadas á rede nacional de farmácias populares ou ás esferas pública municipal ou estadual”. De acordo com dados do Conselho Federal de Farmácia, o Brasil registrava em 2020 o funcionamento de 89.879 farmácias comunitárias responsáveis por 76% do fornecimento direto de medicamentos á população.</p><p>Contudo as farmácias comunitárias agregam funções mais amplas além da dispensação de medicamentos, conforme está descrito no artigo 3 da lei nº 13.021, de 8 de agosto de 2014 que descreve o conceito deste estabelecimento e o classifica como: “é uma unidade de prestação de serviços destinada a prestar assistência farmacêutica, assistência a saúde e orientação sanitária individual e coletiva, na qual se processe a manipulação e/ou dispensação de medicamentos magistrais, oficinais, farmacopeicos ou industrializados, cosméticos, insumos farmacêuticos, produtos farmacêuticos e correlatos” (BRASIL, 2014). Esta revisão no instrumento legal responsável pelo exercício e fiscalização das atividades farmacêuticas veio sanar algumas lacunas da lei anterior, a lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973, que abordava apenas sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos insumos farmacêuticos e correlatos, a mesma não continha toda complexidade do que representa o estabelecimento e suas atribuições.</p><p>A organização mundial da saúde (OMS) complementa reconhecendo que a estes estabelecimentos cabe a dispensação do medicamento e aos profissionais neles inseridos, recai a função de aconselhar os pacientes sobre o uso racional dos medicamentos prescritos, além de orienta-los sobre o risco da automedicação, bem como informar a outros profissionais de atenção á saúde informações farmacológicas pertinentes e atualizadas (BARETA, 2003). A farmácia comunitária possui uma característica marcante, pois além de ser considerada a primeira porta de acesso para a atenção primária, as mesmas criam entre o profissional farmacêutico e o paciente um vínculo que vai além da busca pela recuperação da saúde.</p><p>Dentro das atividades desenvolvidas na farmácia comunitária, na organização das atividades, realizam-se ações direcionadas para o medicamento, que se estendem da separação, disposição até a dispensação, bem como de cosméticos e correlatos, realizada de forma segura e humanizada e em condições sanitárias que possam minimizar os ricos do uso dos medicamentos e que permitam uma boa avaliação clinica e recuperação do paciente, com o objetivo de reduzir os riscos associados ao uso irracional de medicamentos e sempre observar e desenvolver a nova forma de prestar a assistência farmacêutica, centrada no paciente, ou seja, o pensar e agir do profissional farmacêutico vem se reestruturando ao longo dos anos e mudando o conceito que a farmácia comunitária oferta apenas medicamentos para uma visão mais ampla centrada na função clinica, no fornecimento de informações e na reeducação do paciente. Nessa nova ótica, a indicação, a revisão da terapêutica, a educação para a saúde, a farmacovigilância, o segmento farmacoterapêutico dão a farmácia comunitária o status de posto avançado de cuidados à saúde deixando para trás a imagem de meros estabelecimentos comerciais (GALATO, 2008).</p><p>A figura do farmacêutico é imprescindível para o bom funcionamento da farmácia comunitária, e dentro desse novo contexto da prática farmacêutica, focado na preocupação com a saúde e bem estar do paciente, passa a assumir maior responsabilidade nas ações e na mudança de comportamento da sociedade unindo-se a equipe disciplinar, as equipes gestoras e as figuras representativas do governo e da comunidade para uma nova era dentro da promoção da saúde. Sob a visão de Vieira (2007) é possível dizer que o farmacêutico (da drogaria, farmácia comercial ou farmácia privativa dos hospitais e unidades ambulatoriais de saúde) pode atuar sobre três pontos básicos: reorientando o serviço de farmácia, desenvolvendo as habilidades da comunidade e incentivando os indivíduos a ação comunitária.</p><p>A farmácia assume o papel complementar aos serviços médicos na atenção à saúde, abordando o tratamento prescrito, a indicação terapêutica, visualizando fatores que possam interferir direta ou indiretamente no tratamento, com a possibilidade de intervenção objetivando a efetividade farmacêutica. Estando atrelado ao desenvolvimento das habilidades e necessidades da comunidade, criando meios para que a população receba informações sobre condições determinantes sobre o seu estado de saúde. Portanto, julga-se necessário a conscientização da comunidade em geral para que haja níveis de saúde elevados no Brasil. Em virtude dos fatos supracitados anteriormente, a população brasileira necessita do incentivo através do reforço das propostas sancionadas para a promoção da saúde, colocando o individuo como ator no processo, dividindo responsabilidades, a comunidade passando para o papel de aliado na utilização racional de medicamentos, identificando e abordando os problemas mais corriqueiros e dividindo com o farmacêutico a responsabilidade na divulgação da informação para todos (VIEIRA, 2007).</p><p>4 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL</p><p>ORGANIZAÇÃO DA FARMÁCIA COMUNITÁRIA</p><p>Fluxograma 1 – Organização da farmácia comunitária</p><p>CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊTICA</p><p>FLUXOGRAMA 2 – CICLO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA</p><p>· No processo de seleção o profissional farmacêutico seleciona os medicamentos disponíveis no mercado, visando adquirir aqueles com eficácia e segurança comprovadas com base nas patologias e condições prevalentes.</p><p>· Durante a etapa de programação observa-se a situação de fluxo como: consumo, demanda, preços buscando a manutenção de quantidades que atendam os pacientes evitando faltas e desperdícios.</p><p>· A aquisição é baseada na compra racional de medicamentos e correlatos nas quantidades estabelecidas na etapa de programação.</p><p>· Na fase do armazenamento é realizado um conjunto de ações que tem por objetivo assegurar a qualidade dos medicamentos por meio da estocagem, conservação e controle de estoque.</p><p>· A distribuição refere-se ao suprimento das farmácias com os itens adquiridos durante o processo de aquisição, sempre presando a qualidade, quantidade e tempo hábil.</p><p>· A dispensação é o ato da entrega da medicação de acordo com a prescrição médica, atualmente a dispensação é um momento crucial no qual o profissional farmacêutico orienta o paciente sobre o uso correto, racional e seguro do medicamento.</p><p>· Na etapa de vigilância e monitoramento dos casos de doenças crônicas, manutenção terapêutica, revisão da eficácia, direcionamento a exames e avaliações complementares e notificação de doenças subtende-se por farmacovigilância.</p><p>5 PESQUISA DE CAMPO</p><p>A assistência farmacêutica está presente em todos os âmbitos profissionais farmacêuticos, e engloba ações voltadas à promoção, proteção e recuperação da saúde, tanto individual como coletiva, tendo o medicamento como insumo essencial e visando ao seu acesso e ao seu uso racional. No SUS, a assistência farmacêutica se divide em nos componentes básico, especializado e estratégico. O componente básico cuida da assistência a doenças e agravos mais prevalentes na população como a Hipertensão e Diabetes.</p><p>Pensando no acesso do paciente ao medicamento, foi elaborada uma pesquisa com estudo exploratório, descritivo e de abordagem qualitativa. Realizada na Drogaria São Bento vinculada á Rede de Farmácias Populares e no Complexo Farmacêutico Municipal de São Bento, durante o desenvolvimento do componente curricular do 3º período. Durante a pesquisa realizou-se um levantamento dos medicamentos ofertados para o tratamento de Hipertensão e Diabetes em ambas as farmácias comunitárias.</p><p>Complexo Farmacêutico Municipal de São Bento (Farmácia Comunitária Municipal)</p><p>Drogaria São Bento</p><p>(Farmácia Popular)</p><p>Anlodipino 5mg/10mg (Hipertensão)</p><p>Anlodipino 5mg (Hipertensão)</p><p>Atenolol 50mg/100mg (Hipertensão)</p><p>Atenolol 25mg (Hipertensão)</p><p>Captopril 25mg (Hipertensão)</p><p>Captopril 25mg (Hipertensão)</p><p>Doxazosina 2mg/4mg (Hipertensão)</p><p>Enalapril 10mg (Hipertensão)</p><p>Enalapril 5mg/10mg/20mg (Hipertensão)</p><p>Espironolactona 25mg (Hipertensão)</p><p>Espironolactona 25mg (Hipertensão)</p><p>Furosemida 40mg (Hipertensão)</p><p>Furosemida 40mg (Hipertensão)</p><p>Hidroclorotiazida 25mg (Hipertensão)</p><p>Hidrocloratiazida 25mg (Hipertensão)</p><p>Losartana Potássica 5omg (Hipertensão)</p><p>Losartana Potássica 50mg (Hipertensão)</p><p>Propanolol 40mg (Hipertensão)</p><p>Metildopa 250mg/500mg (Hipertensão)</p><p>Glibenclamida 5mg (Diabetes)</p><p>Metoprolol 25mg/50mg/100mg (Hipertensão)</p><p>Metformina 500mg/850mg (Diabetes)</p><p>Propranolol 40mg (Hipertensão)</p><p>Insulina NPH (Diabetes)</p><p>Glibenclamida 5mg (Diabetes)</p><p>Insulina Regular (Diabetes)</p><p>Glicazida 30mg/60mg (Diabetes)</p><p>Glimepirida 1mg/2mg/4mg (Diabetes)</p><p>Insulina NPH (Diabetes)</p><p>Insulina Regular (Diabetes)</p><p>Metformina 500mg/850mg (Diabetes)</p><p>Vildagliptina 50mg (Diabetes)</p><p>O paciente J.S.F. do sexo masculino, 49 anos, apresenta algumas comorbidades como: cálculo renal, hipertensão, ansiedade generalizada e fibromialgia. Para o tratamento de Hipertensão J.S.F faz uso de anlodipino 10mg, hidroclorotiazida 25mg e losartana potássica 50mg , o mesmo por algum tempo adquiriu os medicamentos na farmácia popular mas, após mudar de cidade passou a pegar na farmácia municipal que oferece uma cobertura maior na lista de medicamentos para Hipertensão.</p><p>6 cONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>O estágio é um momento crucial no curso de graduação, pois são nesses espaços que os graduandos fazem reflexões sobre a profissão docente. Assim, o estágio acadêmico é essencial para a formação do docente, o que demanda um estudo aprofundado e minucioso sobre os temas abordados e a realização de pesquisas de campo com intuito de comparar os componentes curriculares de caráter teórico e os que têm uma natureza mais prática.</p><p>Nesse primeiro contato foi possível identificar a preocupação com a regulamentação das etapas relacionadas aos medicamentos da seleção até a dispensação. Apesar de já está em execução a mais de trinta anos observa-se que a assistência farmacêutica ainda necessita de mudanças, revisões teóricas, legais e práticas para que haja um bom atendimento dentro do estabelecimento farmacêutico e que gere um impacto na saúde da comunidade. Dessa forma, fazendo com que se crie uma consciência coletiva a respeito do uso racional de medicamentos como uma forma de recuperação e não como suporte invariável de saúde.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>ANGONESI, Daniela e SEVALHO, Gil. Atenção Farmacêutica: fundamentação conceitual e crítica para um modelo brasileiro. Ciência e Saúde Coletiva [online]. 2010, v. 15, suppl 3, pp. 3603-3614. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/3GGQn9CxTy9NkS8VxwdRHtP/. Acesso em: 09 de abril de 2024.</p><p>BARBERATO, Luana Chaves, SCHERER, Magda Duarte dos Anjos e LACOURT, Rayane Maria Campos. O farmacêutico na atenção primária no Brasil: uma inserção em construção. Ciência e Saúde Coletiva [online]. 2019, v. 24, n. 10. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/csc/a/FnYZKhZG6QJxWfmHJsVz8dH/>. Acesso em: 09 de abril de 2024.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973. Dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, e dá outras providências [Internet]. Brasília: MS; 1973. Disponível: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13021.htm>. Acesso em: 10 de abril de 2024.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria Nº 3.916, de 30 de Outubro de 1998. Aprova a Política Nacional de Medicamentos. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 30 out 1998. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/1998/prt3916_30_10_1998.html. Acesso em: 09 de Abril de 2024.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Lei nº 13.021, de 8 de agosto de 2014. Dispõe sobre o exercício e a fiscalização das atividades farmacêutica. [Internet]. Brasília: MS; 2014. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l13021.htm>. Acesso em: 10 de abril de 2024.</p><p>BARETA, G. M. S.. A Atenção farmacêutica nas farmácias comunitárias do munícipio de Campina Grande do Sul. Visão Acadêmica. [S.1], dez. 2003. ISSN 1518-8361. Disponível em: < https://revistas.ufpr.br/academica/article/view/530>. Acesso em: 10 de abril de 2024.</p><p>Conselho Federal de Farmácia [Internet]. Dados 2020 – Número de farmácias no Brasil. Disponível em: https://site.cff.org.br/. Acesso em: 10 de abril de 2024.</p><p>CORRER, Cassyano Januário; PONTAROLO, Roberto; Ribeiro, Alyne Simon de Carvalho. A farmácia comunitária no Brasil. In: CORRER, Cassyano Januário; OTUKI, Michel Fleith (Org). A pratica farmacêutica na farmácia comunitária. Porto Alegre: Artemed, 2013. p. 3-26.</p><p>GALATO, Dayani et al. A dispensação de medicamentos: uma reflexão sobre o processo para prevenção, identificação e resolução de problemas relacionados à farmacoterapia. Revista Brasileira de Ciência Farmacêutica [online]. 2008, v. 44, nº 3. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/rbcf/a/5LhXQZPHYWSP5ZJRVGzxdbP/abstract/?lang=pt>. Acesso em: 10 de abril de 2024.</p><p>MARIN, N.; LUIZA, V. L.; OSORIO-DE-CASTRO, C.G.S.; MACHADO-DOS-SANTOS, S. (orgs). Assistência Farmacêutica para Gerentes Municipais. Rio de Janeiro: Organização Pan-Americana de Saúde, 2003. Cap. 4. p. 115-132. Disponível em: https://www.cff.org.br/userfiles/84%20-%20MARIN%20N%20ET%20AL%20Assistencia%20Farmaceutica%20para%20gerentes%20municipais_2003.pdf. Acesso em: 09 de abril de 2024.</p><p>VIEIRA, Fabíola Sulpino. Possibilidades de contribuição do farmacêutico para a promoção da saúde. Ciência e saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 12, n. 1, p. 213-220, Mar. 2007. Disponível em: <https://www.scielo.br/j/csc/a/Wt3tKrdgfW7BcgRSJzBHK7c/>. Acesse em: 09 de abril de 2024.</p><p>REALIZAR ATENDIMENTO PRIMÁRIO A SAÚDE</p><p>FUNÇÕES TÉCNICAS GERENCIAIS</p><p>AVALIAR A DEMANDA DE MEDICAMENTOS NECESSÁRIOS AO FLUXO DE ATENDIMENTO</p><p>GARANTIR CONDIÇÕES ADEQUADAS PARA O ARMAZENAMENTO DE MEDICAMENTOS E INSUMOS</p><p>ADOÇÃO DE NORMAS E PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS</p><p>CADASTRAR USUÁRIOS E PRESCRITÓRES</p><p>ATENÇÃO AO PACIENTE</p><p>REALIZAR O PROCESSO DA FARMACOTERAPIA</p><p>ORIENTAR INDIVIDUALMENTE E COLETIVAMENTE O PACIENTE QUANTO AO USO DE MEDICAMENTOS</p><p>ELABORAR INSTRUMENTOS DE CONTROLE E AVALIAÇÃO DE COBERTURA DE ATENDIMENTOS E DEMANDA</p><p>REALIZAR A DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS</p><p>GARANTIR O ACESSO A INFORMAÇÕES SOBRE AS MEDICAÇÕES</p><p>IMPLEMENTAR A FARMACOVIGILÂNCIA ATRAVÉS DA NOTIFICAÇÃO DE REAÇÕES ADVERSAS</p><p>SELEÇÃO</p><p>PROGRAMAÇÃO</p><p>AQUISIÇÃO</p><p>DISTRIBUIÇÃO</p><p>DISPENSAÇÃO</p><p>ARMAZENAMENTO</p><p>FARMACOVIGILÂNCIA</p>

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