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<p>activepharmaceutica(48) 98805-55130800 001 1313 www.activepharmaceutica.com.br</p><p>Pedidos online</p><p>ENZIMAS</p><p>ACTIVE PHARMACEUTICA</p><p>O QUE SÃO ENZIMAS?</p><p>Enzimas são proteínas de ocorrência natural que atuam catalisando, ou seja, acelerando as inúmeras reações bioquímicas que</p><p>ocorrem no organismo. As enzimas permitem que os processos metabólicos se desenvolvam em velocidade adequada em condições</p><p>fisiológicas, diminuindo a energia de ativação necessária para que a reação ocorra e assim, acelerando a velocidade desta reação.</p><p>Sem a atividade catalítica das enzimas, as reações biológicas seriam lentas demais para permitir a vida. 1</p><p>Fisiologicamente, as enzimas podem ser categorizadas de acordo com a função principal desempenhada, sendo digestivas ou</p><p>metabólicas. Este último grupo catalisa diferentes reações bioquímicas que ocorrem nas células e tecidos do organismo, como a</p><p>produção de energia, síntese e reparo de estruturas celulares e replicação e reparo do material genético. Já as enzimas digestivas,</p><p>presentes no trato gastrointestinal (TGI), estão envolvidas com a degradação de macronutrientes obtidos através da alimentação -</p><p>como proteínas, carboidratos e lipídios - em aminoácidos, monossacarídeos e ácidos graxos, para que sejam então absorvidos. 2</p><p>Adicionalmente, as enzimas alimentares, encontradas em frutas e verduras cruas, são importantes para o processo digestivo,</p><p>permitindo a absorção de nutrientes presentes neste tipo de alimento. 3</p><p>COMO FUNCIONAM AS ENZIMAS DIGESTIVAS</p><p>As enzimas digestivas são quimicamente classificadas como hidrolases, ou seja, promovem a quebra das ligações químicas das</p><p>macromoléculas através de reações de hidrólise em sítios ativos. Cada enzima apresenta determinada especificidade para um</p><p>substrato, hidrolisando apenas determinadas ligações, de forma que, para que haja a digestão de nutrientes complexos, várias</p><p>enzimas podem ser necessárias.</p><p>A atividade das enzimas digestivas pode ser influenciada por condições como temperatura e pH. A exposição à temperatura</p><p>elevada durante o cozimento pode alterar a estrutura enzimática e dificultar a ligação da enzima ao seu substrato, como ocorre com</p><p>alimentos vegetais. O pH do TGI, que pode estar alterado em algumas doenças crônicas, pode também comprometer o processo</p><p>digestivo. 4,5</p><p>Diversos fatores podem interferir com a produção de enzimas digestivas e afetar a digestão, incluindo a falta de mastigação,</p><p>distração e estresse durante as refeições, uso de certos medicamentos, declínio da produção endógena com o envelhecimento,</p><p>fisiopatologias e o consumo de alimentos altamente processados. 6</p><p>PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DA SUPLEMENTAÇÃO COM ENZIMAS DIGESTIVAS</p><p>• Melhora a digestão, a biodisponibilidade e absorção dos nutrientes 7,8</p><p>• Restaura a atividade enzimática endógena ausente ou insuficiente 9</p><p>• Reduz possíveis desconfortos gastrointestinais associados ao consumo de alguns alimentos específicos, como laticínios, trigo,</p><p>legumes ou alimentos ricos em fibras 10</p><p>• Fortalece o sistema imune, reduzindo a severidade de intolerâncias e alergias alimentares 11,12</p><p>CLASSIFICAÇÃO DAS ENZIMAS DIGESTIVAS</p><p>As enzimas digestivas costumam ser classificadas de acordo com o tipo de alimento, ou substrato, no qual atuam, sendo</p><p>principalmente:</p><p>LIPASES</p><p>enzimas que catalisam a</p><p>hidrólise de lipídios e gorduras</p><p>em ácidos graxos livres.</p><p>CARBOIDRASES</p><p>enzimas que catalisam a hidrólise de</p><p>ligações em carboidratos, levando à</p><p>formação de monossacarídeos.</p><p>PROTEASES</p><p>enzimas que catalisam a hidrólise</p><p>de ligações peptídicas de proteínas,</p><p>produzindo peptídeos e aminoácidos.</p><p>NOMENCLATURA E IDENTIFICAÇÃO DAS ENZIMAS DIGESTIVAS</p><p>Um sistema de identificação numérico, estabelecido pela Comissão de Enzimas da União Internacional de Bioquímica e Biologia</p><p>Molecular (NC-IUBMN) e baseado nas atividades funcionais das enzimas é utilizado para identificá-las. Cada enzima é identificada</p><p>por duas letras EC (número da comissão enzimática) seguidas por 4 números separados por pontos. Estes números representam</p><p>uma classificação progressivamente mais específica incluindo a classe (EC 3. Hidrolases), subclasse, sub-subclasse e a ordem</p><p>na qual esta enzima foi adicionada à lista. Por exemplo, a enzima Alfa Amilase tem um número EC 3.2.1.1:</p><p>NÚMERO EC</p><p>EC</p><p>CLASSE</p><p>3</p><p>SUBCLASSE</p><p>2</p><p>SUB-SUBCLASSE</p><p>1</p><p>NÚMERO ESPECÍFICO</p><p>1</p><p>Isso significa que a enzima Alfa Amilase pertence à classe principal de hidrolases (EC 3), uma subclasse de hidrolases</p><p>conhecida como glicosilases (EC 3.2), uma sub-subclasse de glicosilases conhecida como glicosidases (EC 3.2.1) e foi a</p><p>primeira enzima a ser adicionada a esta classe (EC 3.2.1.1). 13,14</p><p>ATIVIDADE ENZIMÁTICA</p><p>Cada enzima catalisa reações químicas específicas e a atividade, ou potência, é a medida da capacidade de uma determinada</p><p>enzima para catalisar uma reação sob condições específicas, incluindo temperatura e pH, em um intervalo tempo especificado.</p><p>Os ensaios enzimáticos, que permitem determinar a atividade enzimática, são descritos em duas monografias principais – o Food</p><p>Chemical Codex (FCC) e a Farmacopéia Americana (USP-NF) - a fim de que seja garantida a qualidade e a consistência das</p><p>atividades enzimáticas, expressas através de unidades específicas. Dessa forma, quando a prescrição de enzimas estiver apenas</p><p>em miligramas (mg) pode haver dificuldade de se conhecer a real atividade enzimática. Assim, devem ser seguidas as unidades</p><p>enzimáticas descritas nos compêndios oficiais, assegurando que a atividade enzimática foi cuidadosamente medida e padronizada.</p><p>15</p><p>DIFERENCIAIS DAS ENZIMAS DIGESTIVAS ACTIVE PHARMACEUTICA</p><p>Todas as nossas enzimas digestivas são livres de substâncias alergênicas, sendo em sua maioria adequadas também</p><p>ao consumo por vegetarianos e veganos* e ausentes de organismos geneticamente modificados (Non-GMO). Os</p><p>fabricantes são qualificados e possuem certificações internacionais de qualidade, como ISO 22000:2005, certificação</p><p>HALAL, HACCP System Certificate e Certificado de Boas Práticas de Fabricação (GMP). Uma criteriosa e abrangente</p><p>seleção de enzimas digestivas permite que sejam atendidas, com segurança e qualidade, as necessidades individuais</p><p>de cada paciente.</p><p>*Exceto as enzimas Pepsina e Pancreatina, de origem animal.</p><p>ALFA AMILASE</p><p>(Fonte: Aspergillus oryzae)</p><p>Alfa-amilase é a enzima que catalisa a quebra de</p><p>carboidratos, como o amido, em cadeias menores, os</p><p>dissacarídeos, e posteriormente, no monossacarídeo</p><p>glicose, mais facilmente digerido e absorvido. É</p><p>produzida no organismo humano, na boca, estômago e</p><p>intestino delgado e em condições de deficiência, como</p><p>insuficiência pancreática, deve ser suplementada para</p><p>que haja o aproveitamento nutricional dos carboidratos</p><p>da dieta e um aporte adequado de energia ao organismo.</p><p>Auxilia na digestão de carboidratos</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>5.000 a 20.000 SKB ao dia</p><p>ALFA</p><p>GALACTOSIDASE</p><p>(Fonte: Aspergillus niger)</p><p>A alfa galactosidase é uma enzima necessária para</p><p>a digestão de alimentos ricos em amido, como feijão,</p><p>brócolis, couve de Bruxelas e repolho, dentre outros.</p><p>Quando há deficiência desta enzima, alguns indivíduos</p><p>podem experimentar problemas gástricos, tais como</p><p>desconforto abdominal e produção de gases e flatulência,</p><p>que ocorrem devido à ausência de hidrólise das</p><p>ligações alfa galactosídicas presentes em carboidratos</p><p>(oligossacarídeos) não digeríveis, que acabam sendo</p><p>fermentados pelas bactérias do trato intestinal. Assim,</p><p>a suplementação com alfa galactosidase pode melhorar</p><p>a qualidade do processo digestivo, reduzindo possíveis</p><p>inconvenientes associados ao consumo de leguminosas,</p><p>grãos e frutas.</p><p>Auxilia na digestão de carboidratos</p><p>complexos, como a amido, e reduzindo a</p><p>formação de gases e flatulência</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>400 a 1.200 GalU</p><p>BROMELINA</p><p>(Fonte: Ananas comosus)</p><p>A bromelina é complexo enzimático proteolítico</p><p>encontrado nas diferentes partes das plantas da</p><p>família Bromeliaceae, da qual Ananas comosus L., o</p><p>abacaxi, é a fonte mais conhecida. Através</p><p>da sua ação</p><p>enzimática, atua na decomposição de proteínas em</p><p>peptonas menores por meio de hidrólise, contribuindo</p><p>para a digestão das proteínas. Dessa forma, costuma ser</p><p>associada a outras enzimas digestivas, em formulações</p><p>auxiliares da digestão.</p><p>Além disso, a bromelina apresenta ação anti-inflamatória</p><p>e sobre a inibição da agregação plaquetária, além de ação</p><p>antitumoral, antimetastásica e sobre o desbridamento de</p><p>feridas, quando aplicada topicamente.</p><p>Auxilia no processo digestivo de proteínas</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>Uso oral: 120 a 2400 GDU/g ou 800.000 PU</p><p>Uso tópico: 2,0%</p><p>Atividade anti-inflamatória</p><p>Melhora o processo cicatricial</p><p>ENZIMAS DIGESTIVAS ACTIVE PHARMACEUTICA</p><p>HEMICELULASE</p><p>(Fonte: Aspergillus niger)</p><p>A hemicelulase, assim como a celulase, não é produzida pelo</p><p>organismo humano e atua de forma sinérgica com a celulase</p><p>hidrolisando os polissacarídeos presentes na parede celular dos</p><p>alimentos de origem vegetal, incluindo cereais e grãos. Dessa</p><p>forma, a hemicelulase melhora a biodisponibilidade dos nutrientes</p><p>ingeridos através da dieta, bem como melhora o processo</p><p>digestivo de forma geral, reduzindo flatulências e gases. Além</p><p>disso, a fração solúvel das fibras degradadas pela hemicelulase</p><p>apresenta potencial prebiótico, melhorando a composição da</p><p>microbiota intestinal.</p><p>Aumenta a digestibilidade das</p><p>fibras insolúveis presentes em</p><p>alimentos de origem vegetal</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>800 a 8.000 HCU</p><p>INVERTASE</p><p>(Fonte: Saccharomyces cerevisae)</p><p>A sacarose, ou açúcar comum ou de mesa, sofre ação da enzima</p><p>invertase e é decomposto em glicose e frutose. O consumo de</p><p>alimentos processados e altamente refinados está relacionado</p><p>ao consumo em grande quantidade deste tipo de açúcar, o que</p><p>pode comprometer o processo de digestão, podendo inclusive estar</p><p>implicado em processos alérgicos. Assim, a suplementação desta</p><p>enzima pode auxiliar na assimilação e utilização dos compostos</p><p>derivados da sacarose na produção de energia do organismo e</p><p>minimizar possíveis desconfortos associados à má digestão, como</p><p>gases, refluxo e dores de estômago.</p><p>Auxilia na digestão de</p><p>açúcares, como a sacarose</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>400 a 1.200 SU</p><p>LACTASE</p><p>(Fonte: Aspergillus niger) A lactase ou beta galactosidase é uma enzima que hidrolisa</p><p>a lactose - o principal carboidrato presente no leite e</p><p>derivados - em glicose e galactose no trato gastrointestinal,</p><p>especificamente no intestino delgado. Indivíduos com</p><p>insuficiência na produção da enzima lactase apresentam</p><p>manifestações relacionadas à intolerância à lactose, como</p><p>dor abdominal, inchaço, diarréia e flatulências. Assim, a</p><p>suplementação oral de lactase pode ser especialmente</p><p>útil no manejo destes sintomas.</p><p>Auxilia na digestão da lactase</p><p>presente no leite e derivados</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>1.000 a 10.000 ALU</p><p>Reduz os sintomas associados à</p><p>intolerância à lactose</p><p>LIPASE</p><p>(Fonte: Aspergillus sp.) A lipase é cossecretada com o pepsinogênio no meio</p><p>estomacal e é uma enzima essencial para a digestão de</p><p>gorduras – clivando os triacilgliceróis em ácidos graxos</p><p>e glicerol – atuando em conjunto com os efeitos de</p><p>emulsificação dos sais biliares liberados pela vesícula biliar.</p><p>Quando há insuficiência na produção da lipase, o metabolismo</p><p>de lipídios pode estar comprometido e se manifestar em</p><p>indigestão e esteatorréia. Assim, a suplementação de lipase</p><p>reduz os sintomas como desconforto gástrico e gases após</p><p>refeições ricas em gordura.</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>750 a 4.800 FIP</p><p>MALTASE</p><p>(Fonte: Aspergillus oryzae)</p><p>A maltose é formada no organismo humano durante</p><p>a digestão do amido pela amilase como um produto</p><p>intermediário. A enzima maltase decompõe o dissacarídeo</p><p>maltose em duas moléculas de glicose, que são utilizadas</p><p>pelo organismo para a produção de energia a partir de</p><p>fontes dietéticas, especialmente grãos e vegetais ricos em</p><p>amido. A suplementação com maltase pode melhorar a</p><p>digestão ao longo de todo o trato gastrointestinal, reduzindo,</p><p>por exemplo, a ocorrências de episódios de diarreia.</p><p>Melhora a digestibilidade da maltose</p><p>presente em alimentos ricos em amido</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>200 a 400 DP</p><p>PANCREATINA</p><p>(Fonte: Pâncreas suíno)</p><p>A pancreatina é um complexo enzimático produzido</p><p>no pâncreas de mamíferos, contendo principalmente</p><p>amilase, lipase e protease, que por sua vez atuam</p><p>na digestão de amido, gordura e proteínas. A</p><p>suplementação desta enzima tem sido utilizada em</p><p>deficiências pancreáticas como pancreatite e fibrose</p><p>cística associada à esteatorréia, condições que podem</p><p>acarretar má-digestão e, por consequência, má</p><p>absorção de nutrientes.</p><p>Utilizada em condições nas quais há</p><p>insuficiência enzimática pancreática,</p><p>comprometendo a digestão</p><p>Auxilia no processo de digestão</p><p>de lipídios da dieta</p><p>Reduz o desconforto gástrico e gases</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>10.000 A 50.000 U.FIP</p><p>por refeição</p><p>PECTINASE</p><p>(Fonte: Aspergillus niger)</p><p>A pectinase é uma enzima que digere a pectina, um</p><p>dos principais componentes da parede celular dos</p><p>vegetais das frutas e vegetais, também presente em</p><p>geléias como agente espessante e gelificante. Quando</p><p>utilizada em associação à celulase e hemicelulase,</p><p>a pectinase pode aumentar o valor nutricional e</p><p>potencial prebiótico dos alimentos de origem vegetal.</p><p>Assim, a pectinase melhora a absorção dos nutrientes</p><p>ingeridos através da dieta, bem como melhora o</p><p>processo digestivo de forma geral.</p><p>Aumenta a digestibilidade e absorção</p><p>de nutrientes de origem vegetal</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>35 a 100 ENDO PG ao dia</p><p>PAPAÍNA</p><p>(Fonte: Carica papaya)</p><p>A papaína é uma enzima com ação proteolítica e anti-</p><p>inflamatória, obtida do mamão (Carica papaya). Auxilia</p><p>no processo digestivo promovendo a dissociação</p><p>de proteínas em moléculas mais simples passíveis</p><p>de serem absorvidas. Em geral, é associada com</p><p>outras enzimas digestivas.Topicamente, atua como</p><p>desbridante químico, facilitando o processo cicatricial</p><p>no tratamento de feridas.</p><p>Auxilia no processo digestivo de proteínas</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>Uso oral: 100.000 PU ao dia</p><p>Uso tópico: 2,0 a 10,0 %</p><p>Atividade anti-inflamatória</p><p>Melhora o processo cicatricial</p><p>PEPSINA</p><p>(Fonte: Mucosa gástrica suína)</p><p>A pepsina é uma enzima envolvida na digestão de proteínas,</p><p>hidrolisando as ligações protéicas em cadeias menores de</p><p>aminoácidos, promovendo a absorção e o aproveitamento destes</p><p>nutrientes pelo organismo. Fisiologicamente, a pepsina é secretada</p><p>na forma inativa de pepsinogênio que deve ser ativada pela ação do</p><p>suco gástrico. Em casos nos quais a secreção de pepsinogênio ou</p><p>ácido clorídrico é deficiente, a suplementação de pepsina melhora</p><p>os sintomas da má digestão de alimentos ricos em proteína.</p><p>Aumenta a digestibilidade de proteínas</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>100 a 800 mg ao dia</p><p>PROTEASE ÁCIDA</p><p>(Fonte: Aspergillus niger)</p><p>As proteases são enzimas que pertencem ao grupo das hidrolases e</p><p>clivam as ligações peptídicas das proteínas, formando os peptídeos</p><p>e aminoácidos, mais prontamente biodisponíveis ao organismo.</p><p>As proteases atuam em diferentes faixas de pH ao longo do trato</p><p>gastrointestinal, de forma que a protease ácida estável, de pH ótimo</p><p>entre 2 e 5, atua na digestão proteica no estômago, especialmente</p><p>após a ingestão de fontes alimentares ricas em proteínas.</p><p>Promove a digestão proteica</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>50 a 100 SAP ao dia</p><p>PROTEASE</p><p>ALCALINA</p><p>(Fonte: Bacillus lincheniformis)</p><p>As proteases são enzimas que pertencem ao grupo das hidrolases</p><p>que clivam as ligações peptídicas das proteínas, formando os</p><p>peptídeos e aminoácidos, mais prontamente biodisponíveis ao</p><p>organismo. As proteases atuam em diferentes faixas de pH ao longo</p><p>do trato gastrointestinal, de forma que a protease alcalina, de pH</p><p>ótimo entre 7 e 9, atua na digestão proteica em nível intestinal, bem</p><p>como em demais processos fisiológicos, como ativação de outras</p><p>enzimas e coagulação sanguínea.</p><p>Promove a digestão proteica</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>5.000 a 10.000 PC</p><p>XILANASE</p><p>(Fonte: Trichodema viride) A xilanase é uma enzima que hidrolisa a hemicelulose</p><p>presente na</p><p>parede celular de vegetais que fornecem fibras solúveis, como aveia,</p><p>trigo, centeio e arroz. Esta enzima não é produzida pelo organismo</p><p>humano e pode ser suplementada com o intuito de melhorar o</p><p>processo digestivo de forma geral, reduzindo flatulências e gases.</p><p>Melhora a digestibilidade de</p><p>fibras solúveis presentes em</p><p>alimentos de origem vegetal</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>750 a 1.200 XU ao dia</p><p>SUGESTÕES DE FORMULAÇÕES</p><p>REDUÇÃO DOS SINTOMAS ASSOCIADOS À INTOLERÂNCIA A LACTOSE</p><p>ADJUVANTE NA DIGESTÃO DE PROTEÍNAS</p><p>MELHORA DA DIGESTIBILIDADE DE</p><p>CARBOIDRATOS FERMENTÁVEIS</p><p>Bromelina 240 GDU</p><p>Alfa Amilase 10.000 SKB</p><p>Protease ácida estável 250 SAP</p><p>Protease alcalina 5.000 PC</p><p>Lactase 2.000 ALU</p><p>Celulase 2.000 CU</p><p>Lipase 3.000 FIP</p><p>Excipiente qsp. 1 dose</p><p>MELHORA DE ASPECTOS GLOBAIS DA FUNÇÃO DIGESTIVA</p><p>Papaína 100.000 PU</p><p>Celulase 250 CU</p><p>Pancreatina USP 1X</p><p>Betaina HCl 200 mg</p><p>Ginger Extrato (Zingiber officinale; 1% gingeróis)</p><p>100 mg</p><p>Excipiente qsp. 1 dose</p><p>Sugestão posológica: Tomar 1 dose antes</p><p>das principais refeições.</p><p>Sugestão posológica: Tomar 1 dose antes das</p><p>principais refeições.</p><p>Alfa Galactosidade 400 GalU</p><p>Lactase 1.000 ALU</p><p>Maltase 200 DP</p><p>Pectinase 50 ENDO PG</p><p>Celulase 750 CU</p><p>Hemicelulase 800 HCU</p><p>Xilanase 750 XU</p><p>Holy Basil Extrato (Ocimum sanctum) 250 mg</p><p>Excipiente qsp. 1 dose</p><p>Sugestão posológica: Tomar 1 dose antes das</p><p>principais refeições.</p><p>Pancreatina USP 1X</p><p>Bromelina 250 GDU</p><p>Papaína 100.000 PU</p><p>Protease ácida estável 100 SAP</p><p>Lipase 3.000 FIP</p><p>Pepsina 400 mg</p><p>Silimarina 80% (Silybum marianum L.) 100 mg</p><p>Excipiente qsp.</p><p>Sugestão posológica: Tomar 1 dose antes das</p><p>principais refeições.</p><p>Lactase 2.000 ALU</p><p>Veículo* qsp. 1ml</p><p>Sugestão posológica: Adicionar 15 a 20</p><p>gotas para cada litro de leite, 24 horas antes da</p><p>ingestão.</p><p>Alfa Galactosidade 400 GalU</p><p>Lactase 10.000 ALU</p><p>Excipiente qsp. 1 dose</p><p>Sugestão posológica: Tomar 1 dose no</p><p>momento da ingestão de alimentos lácteos.</p><p>*Sugestão de veículo: Glicerina 0,5 ml; Benzoato de Sódio 2</p><p>mg, Água purificada qsp. Manter sob refrigeração.</p><p>FORMAS FARMACÊUTICAS E SUGESTÕES DE EXCIPIENTES:</p><p>• CÁPSULAS: celulose microcristalina, estearato de magnésio e dióxido de silício coloidal em suas devidas proporções.</p><p>Revestimento entérico: deve ser utilizado para proteger as enzimas sensíveis ao pH estomacal (observar pH ótimo</p><p>descrito no Certificado de Análises).</p><p>• SACHÊS: maltodextrina e dióxido de silício coloidal.</p><p>• VEÍCULOS PARA SOLUÇÃO ORAL: água purificada, benzoato de sódio e glicerina. Manter a formulação sob refrigeração.</p><p>SUGESTÃO DE ARMAZENAMENTO</p><p>• MATÉRIA-PRIMA: Conservar em recipientes bem fechados ao abrigo de luz, calor e umidade. São insumos</p><p>higroscópicos, portanto, devem ser manipulados em ambiente com umidade controlada.</p><p>• CÁPSULA E SACHÊS: Conservar em recipientes bem fechados ao abrigo de luz, calor e umidade.</p><p>• SOLUÇÃO ORAL: Conservar sob refrigeração por até 30 dias.</p><p>CONVERSÃO DE UNIDADES ENZIMÁTICAS</p><p>De forma geral, para determinar a quantidade a ser pesada de uma enzima para atender a uma formulação basta realizar</p><p>a conversão entre as unidades de atividade enzimática relacionada na prescrição e àquela mencionada no certificado de</p><p>análise. Os cálculos costumam ser simples e devem ser realizados utilizando-se regra de três comum. Algumas conversões</p><p>podem gerar questionamentos e para tanto, a tabela abaixo pode ser consultada:</p><p>INFORMAÇÕES FARMACOTÉCNICAS</p><p>ALFA AMILASE</p><p>1 FAU/g=15,4 SKB</p><p>1 DU=1 SKB</p><p>BROMELINA</p><p>2.600 U.FIP/g =1.200 GDU/g</p><p>15 GDU=500.000 PU</p><p>PROTEASE ÁCIDA ESTÁVEL 1 SAP=100HUT</p><p>PAPAÍNA 1U.USP/mg=1 PU/mg</p><p>PEPSINA 0,5 U.USP/mg=3000 FCC U/mg</p><p>CONVERSÃO DE UNIDADE ENZIMÁTICA PARA A PANCREATINA</p><p>*U.F. Eur = unidade de atividade enzimática conforme a European Pharmacopoeia.</p><p>AMILASE 1 U.F.Eur.*= 4,15 U.USP = 0,0865 SKB</p><p>LIPASE 1 U.F.Eur.*= 1 U.USP = 1 FIP</p><p>PROTEASE 1 U.F.Eur.*= 3,5 U.USP = 5,74 HUT</p><p>EXEMPLO 1:</p><p>Dados:</p><p>• Atividade enzimática (indicada no Certificado de Análise):</p><p>2.578 GDU/g</p><p>• Dose prescrita: Bromelina 1.300 U.FIP/cápsula</p><p>• Quantidade de cápsulas prescritas: 60 cápsulas</p><p>Sabe-se que:</p><p>1.200 GDU/g = 2.600 U.FIP/g</p><p>Primeiramente, deve-se realizar a conversão de U.FIP para</p><p>GDU/g:</p><p>1.200 GDU/g----------2.600 U.FIP/g</p><p>X------------------------1.300 U.FIP/g</p><p>X.2.600 U.FIP/g = 1.200 GDU/g x 1.300 U.FIP/g</p><p>Então:</p><p>X=600 GDU/g</p><p>Após a conversão, realizar o cálculo de acordo com o des-</p><p>crito no certificado de análise. Sabemos que:</p><p>2.578 GDU---------1g</p><p>600 GDU-----------X</p><p>X.2578 GDU = 600 GDU x 1g</p><p>X=0,2327 g x 60 cápsulas = 13,96 g (quantidade de</p><p>matéria-prima a ser pesada para atender a prescrição</p><p>com 60 cápsulas).</p><p>EXEMPLO 2:</p><p>Dados:</p><p>• Atividade enzimática (indicada no Certificado de Análise):</p><p>2.095 FAU/g</p><p>• Dose prescrita: Alfa-amilase 24.000 DU/cápsula</p><p>• Quantidade de cápsulas prescritas: 60 cápsulas</p><p>Sabe-se que:</p><p>1 FAU/g = 15,4 SKB</p><p>1 DU= 1 SKB</p><p>Primeiramente, deve-se realizar a conversão de DU para</p><p>FAU/g:</p><p>1 FAU/g----------15,4 DU</p><p>X------------------------24.000 DU</p><p>WX.15,4 DU = 1FAU/g x 24.000 DU</p><p>Então:</p><p>X=1558,44 FAU/g</p><p>Após a conversão, realizar o cálculo de acordo com o descrito</p><p>no certificado de análise. Sabemos que:</p><p>2.095 FAU---------1g</p><p>1558,44 FAU-----------X</p><p>X.2095 FAU = 1558,44 FAU x 1g</p><p>X=0,7438 g x 60 cápsulas = 44,63 g (quantidade de</p><p>matéria-prima a ser pesada para atender a prescrição</p><p>com 60 cápsulas).</p><p>EXEMPLOS DE CÁLCULOS PARA ATENDER ÀS PRESCRIÇÕES DE ENZIMAS</p><p>OUTRAS ENZIMAS DISPONÍVEIS NA ACTIVE PHARMACEUTICA</p><p>SERRATIOPEPTIDASE</p><p>(Fonte: Serratia E 15)</p><p>Também conhecida como serrapeptase, a</p><p>serratiopeptidase é uma enzima proteolítica</p><p>da família da tripsina derivada de bactérias</p><p>pertencentes ao gênero Serratia, normalmente</p><p>encontradas no intestino do bicho-da-seda.</p><p>Apresenta atividade anti-inflamatória, fibrinolítica,</p><p>antiedematogênica e antinoceptiva, sendo utilizada</p><p>no manejo da dor e inflamação em artrite, traumas,</p><p>cirurgias e afecções respiratórias. Auxilia no</p><p>processo cicatricial, melhorando o reparo tecidual.</p><p>Pode ser uma alternativa ao uso dos AINE´s para o</p><p>tratamento de condições dolorosas e inflamatórias,</p><p>sem o inconveniente de efeitos colaterais</p><p>gastrointestinais ou outros efeitos não desejáveis.</p><p>Apresentação ação anti-inflamatória</p><p>e sobre o manejo da dor</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>10 a 60 mg ao dia (sendo</p><p>10 mg = 20.000 U)</p><p>FITASE Para ser eficaz, cada molécula da toxina botulínica</p><p>deve estar associar a uma molécula de zinco.</p><p>Por vezes, as quantidades de zinco podem não</p><p>estar disponíveis em quantidades suficientes para</p><p>esta associação, comprometendo o resultado e</p><p>a durabilidade da aplicação da toxina botulínica.</p><p>Os fitatos são um grupo de compostos contendo</p><p>fosfato, que formam um complexo com o zinco</p><p>e inibem sua absorção. Neste sentido, a fitase é</p><p>uma enzima capaz de hidrolisar esses complexos</p><p>formados entre zinco e fitato, de forma a permitir a</p><p>absorção do zinco e consequentemente prolongar</p><p>e intensificar os efeitos da toxina botulínica. A</p><p>combinação de citrato de zinco e fitase potencializa</p><p>ainda mais a ação da toxina botulínica, uma vez</p><p>que o fitatos são quebrados e há um equilíbrio para</p><p>a associação entre a toxina e o mineral.SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>3.000 U</p><p>Prolonga o efeito da aplicação de</p><p>toxina botulínica</p><p>Potencializa o efeito da toxina botulínica</p><p>Aumenta o intervalo entre as aplicações,</p><p>minimizando o desconforto do paciente</p><p>NATTOKINASE A nattokinase é uma serina protease purificada e</p><p>extraída a partir do natto, um alimento tradicional</p><p>japonês produzido a partir da fermentação de soja ou</p><p>outros grãos com a bactéria Bacillus subtilis.</p><p>Apresenta atividade fibrinolítica através de</p><p>mecanismos envolvendo a hidrólise de fibrina, de</p><p>forma mais efetiva que a plasmina, bem como</p><p>ativando a produção do ativador de plasminogênio</p><p>(tPA) tecidual, resultando na transformação de</p><p>plasminogênio inativo em plasmina ativa e aumentando</p><p>a fibrinólise através da clivagem e da inativação do</p><p>inibidor da ativação de plasminogênio-1 (PAI-1). Pela</p><p>ativação destas diferentes vias,</p><p>a nattokinase exerce</p><p>atividade anticoagulante, melhorando a circulação</p><p>e auxiliando na prevenção e tratamento de doenças</p><p>cardiovasculares, incluindo hipertensão arterial.</p><p>Atividade anticoagulante</p><p>SUGESTÃO POSOLÓGICA:</p><p>50 a 400 mg</p><p>*Padronização em 20.000 UF/g</p><p>**100 mg de Nattokinase correspondem</p><p>aproximadamente a 2.000 UF (unidade fibrinolítica).</p><p>Melhora a circulação sanguínea</p><p>Prevenção e tratamento de doenças</p><p>cardiovasculares, como hipertensão</p><p>SUGESTÕES DE FORMULAÇÕES</p><p>PROLONGAR E POTENCIALIZAR O EFEITO</p><p>DA TOXINA BOTULÍNICA</p><p>Serratiopeptidase 50 mg</p><p>N Acetil D Glucosamina 250 mg</p><p>Sugestão posológica: Tomar 2 cápsulas</p><p>duas vezes ao dia 4 dias antes e no dia do</p><p>procedimento.</p><p>Sugestão posológica: Tomar 1 dose ao dia,</p><p>longe das principais refeições.</p><p>Fitase 3.000 U</p><p>Citrato de Zinco 50 mg</p><p>ANTI-INFLAMATÓRIO E ANALGÉSICO EM</p><p>DORES ARTICULARES</p><p>Estes insumos devem ser utilizados sob orientação médica</p><p>ou de profissionais da saúde.</p><p>Informativo destinado a profissionais da saúde.</p><p>activepharmaceutica(48) 98805-55130800 001 1313 www.activepharmaceutica.com.br</p><p>Pedidos online</p><p>1. Silverthorn DU. Fisiologia Humana: Uma Abordagem Integrada. 7 ed. Porto Alegre: Artmed; 2017.</p><p>2. Meisenberg G, Simmons WH. Digestive Enzymes. In: Principles of Medical Biochemistry. Vol 85. Elsevier; 2012:334-341. doi:10.1016/B978-0-323-07155-0.00019-8</p><p>3. Bhatia S. Introduction to Enzymes and Their Applications.; 2018. doi:10.1088/978-0-7503-1302-5ch1</p><p>4. Sanioto SML. Digestão e Absorção de Nutrientes Orgânicos. In: Sistema Digestório: Integração Básico-Clínica. Editora Edgard Blücher; 2016:603-644. doi:10.5151/9788580391893-22</p><p>5. Dane, Senol & Hanninen O. Enzymes of Digestion. Encycl Life Support Syst. 2002;II.</p><p>6. Association ET. Orally Administered Enzyme Food Supplement Safety Overview. Enzym Tech Assoc. 2012.</p><p>7. Roxas M. The role of enzyme supplementation in digestive disorders. Altern Med Rev. 2008.</p><p>8. Silva GE, Teixeira I da G. Enzimas digestivas: uso terapêutico. J Biomolec Med Free Radic. 1997;3(2).</p><p>9. Zentler-Munro PL, Assoufi BA, Balasubramanian K, et al. Therapeutic Potential and Clinical Efficacy of Acid-Resistant Fungal Lipase in the Treatment of Pancreatic Steatorrhoea due to Cystic</p><p>Fibrosis. Pancreas. 1992;7(3):311-319. doi:10.1097/00006676-199205000-00007</p><p>10. UmaMaheswari T, Hemalatha T, Sankaranarayanan P, Puvanakrishnan R. Enzyme therapy: Current perspectives. Indian J Exp Biol. 2016;54(1):7-16. https://www.scopus.com/inward/record.</p><p>uri?eid=2-s2.0-84952845638&partnerID=40&md5=32ea02987bf73350ee844c728faf0e56.</p><p>11. Ianiro G, Pecere S, Giorgio V, Gasbarrini A, Cammarota G. Digestive Enzyme Supplementation in Gastrointestinal Diseases. Curr Drug Metab. 2016;17(2):187-193. doi:10.2174/1389200</p><p>21702160114150137</p><p>12. Saad K, Eltayeb AA, Mohamad IL, et al. A Randomized, Placebo-controlled Trial of Digestive Enzymes in Children with Autism Spectrum Disorders. Clin Psychopharmacol Neurosci.</p><p>2015;13(2):188-193. doi:10.9758/cpn.2015.13.2.188</p><p>13. NC-IUBMB. Enzyme nomenclature: Recommendations of the Nomenclature Committee of the International Union of Biochemistry and Molecular Biology on the nomenclature and classification</p><p>of enzymes by the reactions they catalyse. https://www.qmul.ac.uk/sbcs/iubmb/enzyme/. Accessed June 21, 2019.</p><p>14. Martínez Cuesta S, Rahman SA, Furnham N, Thornton JM. The Classification and Evolution of Enzyme Function. Biophys J. 2015;109(6):1082-1086. doi:10.1016/j.bpj.2015.04.020</p><p>15. US Pharmacopeial Convention USP. Food Chemicals Codex (FCC). 11th ed.</p><p>LITERATURAS CONSULTADAS</p>