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<p>GESTÃO DE OBRA</p><p>Gestão de Obra</p><p>Priscila Maria Santiago Pereira</p><p>Hudson Goto</p><p>Rafaela Franqueto</p><p>GESTÃO DE</p><p>OBRA</p><p>(Gestão de Obras)</p><p>Priscila Maria Santiago Pereira</p><p>Hudson Goto</p><p>Rafaela Franqueto</p><p>GRUPO</p><p>SER</p><p>EDUCACIONAL</p><p>gente criando o futuro</p><p>Nesta disciplina, você terá a oportunidade de obter uma visão geral de uma área que é</p><p>de extrema importância na construção civil. Isso posto, pela óptica do planejamento</p><p>de obras, de custos, da segurança e da gestão, conhecerá o passo a passo para que</p><p>uma construção seja bem-sucedida.</p><p>Os projetos e obras, muitas vezes com um grau elevado de complexidade, exigem pro-</p><p>� ssionais preparados para tomar ações preventivas e corretivas, de maneira cons-</p><p>ciente e embasados em conhecimentos técnicos consistentes.</p><p>O material elaborado aborda, de maneira prática e clara, os principais conceitos e fer-</p><p>ramentas necessários para planejar, programar, controlar e, se necessário, reprogra-</p><p>mar, além de outros tópicos interligados ao tema e relevantes para sua formação.</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_CAPA.indd 1,3 19/02/2021 17:34:21</p><p>© Ser Educacional 2021</p><p>Rua Treze de Maio, nº 254, Santo Amaro</p><p>Recife-PE – CEP 50100-160</p><p>*Todos os gráficos, tabelas e esquemas são creditados à autoria, salvo quando indicada a referência.</p><p>Informamos que é de inteira responsabilidade da autoria a emissão de conceitos.</p><p>Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida por qualquer meio</p><p>ou forma sem autorização.</p><p>A violação dos direitos autorais é crime estabelecido pela Lei n.º 9.610/98 e punido pelo</p><p>artigo 184 do Código Penal.</p><p>Imagens de ícones/capa: © Shutterstock</p><p>Presidente do Conselho de Administração</p><p>Diretor-presidente</p><p>Diretoria Executiva de Ensino</p><p>Diretoria Executiva de Serviços Corporativos</p><p>Diretoria de Ensino a Distância</p><p>Autoria</p><p>Projeto Gráfico e Capa</p><p>Janguiê Diniz</p><p>Jânyo Diniz</p><p>Adriano Azevedo</p><p>Joaldo Diniz</p><p>Enzo Moreira</p><p>Priscila Maria Santiago Pereira</p><p>Hudson Goto</p><p>Rafaela Franqueto</p><p>DP Content</p><p>DADOS DO FORNECEDOR</p><p>Análise de Qualidade, Edição de Texto, Design Instrucional,</p><p>Edição de Arte, Diagramação, Design Gráfico e Revisão.</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 2 19/02/2021 17:46:18</p><p>Boxes</p><p>ASSISTA</p><p>Indicação de filmes, vídeos ou similares que trazem informações comple-</p><p>mentares ou aprofundadas sobre o conteúdo estudado.</p><p>CITANDO</p><p>Dados essenciais e pertinentes sobre a vida de uma determinada pessoa</p><p>relevante para o estudo do conteúdo abordado.</p><p>CONTEXTUALIZANDO</p><p>Dados que retratam onde e quando aconteceu determinado fato;</p><p>demonstra-se a situação histórica do assunto.</p><p>CURIOSIDADE</p><p>Informação que revela algo desconhecido e interessante sobre o assunto</p><p>tratado.</p><p>DICA</p><p>Um detalhe específico da informação, um breve conselho, um alerta, uma</p><p>informação privilegiada sobre o conteúdo trabalhado.</p><p>EXEMPLIFICANDO</p><p>Informação que retrata de forma objetiva determinado assunto.</p><p>EXPLICANDO</p><p>Explicação, elucidação sobre uma palavra ou expressão específica da</p><p>área de conhecimento trabalhada.</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 3 19/02/2021 17:46:19</p><p>Unidade 1 - Planejamento físico e financeiro na construção</p><p>Objetivos da unidade ........................................................................................................... 14</p><p>Planejamento físico ............................................................................................................. 15</p><p>EAP ..................................................................................................................................... 17</p><p>Método do caminho crítico (Critical Path Method – CPM) ...................................... 19</p><p>Cronograma ...................................................................................................................... 21</p><p>Histograma de recursos ................................................................................................. 23</p><p>Curva S (para estimativa do progresso) ...................................................................... 26</p><p>Planejamento financeiro de execução de obras ........................................................... 30</p><p>Cronograma financeiro ................................................................................................... 30</p><p>Curva S: estimativa de custo ......................................................................................... 34</p><p>Curva ABC ......................................................................................................................... 34</p><p>Sintetizando ........................................................................................................................... 39</p><p>Referências bibliográficas ................................................................................................. 40</p><p>Sumário</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 4 19/02/2021 17:46:19</p><p>Sumário</p><p>Unidade 2 - Análise técnica construtiva e canteiro de obras</p><p>Objetivos da unidade ........................................................................................................... 43</p><p>Análise técnica construtiva ............................................................................................... 44</p><p>Construtibilidade .............................................................................................................. 49</p><p>Racionalização da construção ...................................................................................... 55</p><p>Canteiro de obras ................................................................................................................. 57</p><p>Planejamento do canteiro de obras ............................................................................. 59</p><p>Arranjos e elementos do canteiro de obras ............................................................... 61</p><p>Sintetizando ........................................................................................................................... 69</p><p>Referências bibliográficas ................................................................................................. 70</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 5 19/02/2021 17:46:19</p><p>Sumário</p><p>Unidade 3 - Segurança e higiene do trabalho e as normas da ABNT</p><p>Objetivos da unidade ........................................................................................................... 73</p><p>Segurança, higiene e qualidade de vida no trabalho ................................................... 74</p><p>Riscos de acidente de trabalho .................................................................................... 74</p><p>Higiene do trabalho ......................................................................................................... 79</p><p>Qualidade de vida no trabalho ...................................................................................... 82</p><p>Normas: higiene e segurança do trabalho e construção civil .................................... 89</p><p>Programas de prevenção de riscos e acidentes ....................................................... 91</p><p>Sintetizando ........................................................................................................................... 94</p><p>Referências bibliográficas ................................................................................................. 95</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 6 19/02/2021 17:46:19</p><p>Sumário</p><p>Unidade 4 - Composições unitárias e cronograma físico-financeiro de construção</p><p>Objetivos da unidade .........................................................................................................100</p><p>Composições unitárias de preço ..................................................................................... 101</p><p>Composição de custos ................................................................................................. 101</p><p>Composição de custos unitários ................................................................................. 103</p><p>Orçamento............................................................................................................................ 105</p><p>Planejamento financeiro de execução de obras .....................................................</p><p>os traços.</p><p>Acabamento externo • Uso de textura acrílica, reduzindo as etapas de aplicação de material</p><p>para: aplicação de selador e textura.</p><p>Pisos • Uso de blocos intertravados, necessitando apenas de base compactada</p><p>e camada de areia para assentamento e rejunte.</p><p>QUADRO 2. EXEMPLO DE BOAS PRÁTICAS DE CONSTRUTIBILIDADE</p><p>APLICADAS NOS SISTEMAS CONSTRUTIVOS</p><p>Fonte: RODRIGUES, 2005, p. 104. (Adaptado).</p><p>GESTÃO DE OBRA 54</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 54 19/02/2021 17:35:50</p><p>Racionalização da construção</p><p>Durante a análise das técnicas construtivas adotadas para a execução das</p><p>obras, podemos considerar outro conceito que pode contribuir para ganhos</p><p>na gestão de obras: a racionalização da construção. Este conceito também é</p><p>bastante relacionado à construtibilidade, pois ambos convergem para a busca</p><p>dos meios para aumento da efi ciência dos processos.</p><p>Assim, podem ser implantadas desde a etapa de projeto, as tecnologias</p><p>construtivas racionalizadas, que podem ser defi nidas como:</p><p>Um conjunto sistematizado de conhecimentos científi cos e em-</p><p>píricos, empregados na criação, produção e difusão de um modo</p><p>específi co de se construir um edifício ou uma sua parte e orien-</p><p>tado pela otimização do emprego dos recursos envolvidos em</p><p>todas as fases da construção (BARROS; SABBATINI, 2003, p. 2).</p><p>Sendo uma ferramenta conceitual, a racionalização pode ser aplicada a</p><p>qualquer técnica ou sistema construtivo, não demandando altos investimentos</p><p>e podendo ser implantada em empresas de qualquer porte. Um exemplo pode</p><p>ser a aplicação de argamassa de assentamento de blocos cerâmicos com o uso</p><p>de bisnagas, ao invés da utilização das ferramentas convencionais.</p><p>Outro exemplo que pode ser men-</p><p>cionado para dar suporte ao conceito</p><p>de racionalização é, novamente, o de</p><p>sistemas de alvenaria estrutural. A</p><p>necessidade de planejar as paredes</p><p>em módulos, para evitar que ocorram</p><p>quebras e rasgos para a instalação de</p><p>tubulações, por exemplo, evita o des-</p><p>perdício de materiais e reduz o retra-</p><p>balho. Seguindo a mesma linha, ao</p><p>efetuar o assentamento dos blocos,</p><p>pode-se executar simultaneamente as</p><p>estruturas em concreto armado, como</p><p>cintas, vergas, contravergas e pilares,</p><p>conforme ilustrado na Figura 2.</p><p>GESTÃO DE OBRA 55</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 55 19/02/2021 17:35:53</p><p>A</p><p>A</p><p>Cinta de amarração e verga</p><p>Graute autoadensável</p><p>Bloco tipo calha</p><p>Barras de aço</p><p>Meio</p><p>bloco</p><p>Contra</p><p>verga</p><p>Reforço estrutural: ponto</p><p>onde o vazado dos blocos</p><p>recebe ferragem e graute</p><p>Corte AA</p><p>Figura 2. Projeto de uma parede em alvenaria estrutural, com detalhes executivos dos elementos em concreto armado.</p><p>Fonte: RODRIGUES, 2005, p. 49</p><p>A racionalização ainda é importante para evitar o desperdício de materiais</p><p>durante a obra, que pode chegar a 33%, ou uma a cada três construções perdi-</p><p>das, devido à falta de aplicação deste conceito.</p><p>Para termos uma ideia dos impactos causados pela falta de racionalização,</p><p>alguns tipos de perdas podem ser relacionados (SACOMANO e colaboradores,</p><p>2004), como:</p><p>• Perdas por superprodução: resultado da produção em</p><p>quantidades superiores às projetadas e/ou planejadas;</p><p>• Por substituição de material: ocorrem quando um ma-</p><p>terial de valor ou característica superior ao espe-</p><p>cificado é executado em obra;</p><p>• Por espera: estão relacionadas com a</p><p>falta de sincronização entre fluxos de ma-</p><p>teriais e atividades dos trabalhadores, re-</p><p>sultando em déficit de mão de obra ou de</p><p>equipamento;</p><p>GESTÃO DE OBRA 56</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 56 19/02/2021 17:35:53</p><p>• Por transporte: em geral, associados à má programação das atividades</p><p>ou layout de canteiro inadequado, resultando em trabalhos excessivos;</p><p>• Perdas em estoques: resultado de estoques excessivos, por falta de pro-</p><p>gramação adequada de pedidos de materiais;</p><p>• Perdas por produtos defeituosos: ocorrem quando são executados pro-</p><p>dutos que não atendem à qualidade mínima ou não estão de acordo com o</p><p>projeto elaborado.</p><p>Estes tipos de desperdícios gerados podem ser evitados durante a etapa</p><p>de avaliação das técnicas que serão empregadas durante a construção. Con-</p><p>forme vimos, caso a falta da adequada racionalização da construção ocorra,</p><p>pode-se ter prejuízos orçamentários signifi cativos para os gestores e proprie-</p><p>tários da edifi cação.</p><p>Canteiro de obras</p><p>A defi nição da confi guração do canteiro de obras é uma etapa importante</p><p>dentro do planejamento de uma construção. Dependendo do tamanho do em-</p><p>preendimento e da sua evolução neste período, desenhos detalhados da loca-</p><p>lização de equipamentos e áreas destinadas às instalações provisórias devem</p><p>ser elaborados. Assim, o objetivo principal do canteiro de obras é dar suporte</p><p>adequado às atividades de produção ou construção.</p><p>Para termos uma ideia acerca da importância que o canteiro de obras pode</p><p>desempenhar, consideremos que, na construção da usina de fabricação de aço</p><p>da empresa Açominas, alguns equipamentos precisaram ser manti-</p><p>dos em ambientes controlados. O motivo foram as interrupções na</p><p>obra devido à falta de recursos fi nanceiros (LIMMER, 1996).</p><p>As dimensões e a quantidade de elementos que farão parte</p><p>do canteiro de obras podem ser bastante variadas. De-</p><p>penderão da defi nição de alguns elementos das téc-</p><p>nicas construtivas, como: materiais a serem arma-</p><p>zenados, logística de equipamentos e meios de</p><p>transporte, dimensionamento das equipes, tem-</p><p>po de obra, entre outros. Um exemplo de layout</p><p>de canteiro de obras pode ser visto na Figura 3.</p><p>GESTÃO DE OBRA 57</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 57 19/02/2021 17:35:53</p><p>Módulo 2 Módulo 3</p><p>Módulo 1 Módulo 4</p><p>Betoneira</p><p>Ent. veículos</p><p>Ent. pedestres</p><p>Depósito</p><p>Depósito</p><p>Almoxarifado</p><p>WC/Vestiário</p><p>Serra</p><p>Figura 3. Exemplo de layout de canteiro de obras de um complexo residencial composto por 15 torres. Fonte: DOURA-</p><p>DO; BARBOSA; CASELLI, 2014, p. 4.</p><p>Apesar do planejamento e projeto do canteiro de obras auxiliarem na cons-</p><p>trutibilidade e racionalização do processo de construção, muitos empreendi-</p><p>mentos ainda possuem canteiros feitos de maneira bastante aleatória, basea-</p><p>dos apenas em experiências passadas dos seus responsáveis técnicos.</p><p>CURIOSIDADE</p><p>O arranjo de um canteiro de obras pode se mostrar como um assunto</p><p>maior do que o imaginado em algumas situações. Se considerarmos,</p><p>por exemplo, “n” elementos de produção, o número de configurações</p><p>possíveis para o seu arranjo no canteiro é de n! Logo, para um pequeno</p><p>canteiro com dez elementos (exemplo: barracão de obra, depósito de</p><p>materiais de pequeno porte, central de concreto, almoxarifado, depósito</p><p>de brita, depósito de areia, depósito de aço, depósito de madeiras, central</p><p>de corte e dobra de aço e carpintaria), o número de arranjos possíveis é</p><p>de n!=10!=3.628.800! (LIMMER, 1996).</p><p>GESTÃO DE OBRA 58</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 58 19/02/2021 17:35:53</p><p>Planejamento do canteiro de obras</p><p>Com base no escopo da construção</p><p>e da técnica construtiva defi nida, po-</p><p>de-se seguir para a etapa de planeja-</p><p>mento e elaboração do projeto do can-</p><p>teiro de obras ou da “fábrica móvel”.</p><p>Neste momento, segundo Limmer</p><p>(1996), alguns conceitos e itens devem</p><p>ser considerados, como:</p><p>• Integração: buscando evitar ine-</p><p>fi ciências durante o andamento da</p><p>obra, os elementos que compõem as</p><p>linhas de produção devem estar har-</p><p>monicamente integrados;</p><p>• Distâncias reduzidas: sempre</p><p>que possível, as distâncias entre cen-</p><p>trais de produção devem ser reduzi-</p><p>das, evitando deslocamentos desne-</p><p>cessários. Neste quesito, algumas medidas podem ser adotadas, como:</p><p>• Localizar no projeto as instalações fi xas, como centrais de preparação</p><p>ou de transformação de materiais;</p><p>• Defi nir o fl uxo de veículos, arranjos de guindastes e outros equipamen-</p><p>tos móveis;</p><p>• Especifi car a infraestrutura de vias de acesso, circulação interna,</p><p>sinalização etc. Dependendo do porte da obra, pode-se prever trata-</p><p>mentos das superfícies de rolagem que permita uma boa drenagem</p><p>em dias de chuva;</p><p>• Posicionar alojamentos,</p><p>ofi cinas, depósitos, escritórios e similares;</p><p>Assim, podemos imaginar que um canteiro bem pensado e projetado</p><p>pode causar um impacto signifi cativo nos custos fi nais e no planejamento</p><p>(duração) de uma obra. Ou seja, apesar de ser um item provisório, não deve</p><p>ser desprezado.</p><p>GESTÃO DE OBRA 59</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 59 19/02/2021 17:36:11</p><p>• Fluxo: as áreas de estocagem e os locais de trabalho devem estar dimen-</p><p>sionados de acordo com a necessidade da operação, proporcionando fluxo</p><p>contínuo de mão de obra, materiais e equipamentos. Cruzamentos entre fluxos</p><p>devem ser evitados, pois causam interferências e congestionamentos;</p><p>• Produtividade: deve-se ter sempre em mente que condições adequadas</p><p>de trabalho e de segurança proporcionam melhoria na produtividade dos co-</p><p>laboradores da obra;</p><p>• Flexibilidade: alguns espaços disponíveis para canteiros de obras, bem</p><p>como a própria dinâmica da construção, podem demandar alterações em parte</p><p>do layout do canteiro durante o período construtivo. Por isso, é sempre pru-</p><p>dente prever a necessidade de adequações;</p><p>• Implantação de sistema de fornecimento de energia elétrica, água, coleta</p><p>e transporte de esgoto, de recolhimento de lixo etc.</p><p>Sendo o canteiro de obras composto por linhas de produção que se desen-</p><p>volvem em torno do produto final ao longo da construção, o seu enfoque deve</p><p>ser sistêmico. Deve-se considerar, assim, o processo construtivo, os processos</p><p>de produção e a estruturação da rede de transporte para interligação dos ele-</p><p>mentos estacionários. O objetivo é buscar a melhor disposição para materiais,</p><p>mão de obra e equipamentos dentro do espaço físico disponível.</p><p>Um fator que influencia diretamente no canteiro de obras é o cronograma</p><p>da obra. À medida que a obra evolui, as atividades também passam a aumen-</p><p>tar, atingindo o seu pico e tornando a área em torno dela mais congestionada,</p><p>o que aumenta a demanda por áreas de trabalho e produção. Isso leva à neces-</p><p>sidade de diminuir distâncias de deslocamentos entre os insumos e seus locais</p><p>de aplicação, favorecendo a maior produtividade.</p><p>Uma alternativa que pode ser adotada é iniciar a obra pela construção da edifi-</p><p>cação e, no seu decorrer, utilizar alguns de seus espaços como escritórios, depósitos,</p><p>almoxarifados, entre outros. Isto pode proporcionar a redução de custos neste item.</p><p>A questão da acessibilidade de trabalhadores, equipamentos e materiais</p><p>dentro do canteiro de obras também deve ser considerada. Uma falha de pla-</p><p>nejamento neste quesito pode resultar em problemas no processo produtivo,</p><p>como atrasos em atividades, diminuição da produtividade e até mesmo retra-</p><p>balhos. Desta forma, algumas práticas podem ser adotadas visando minimizar</p><p>esta situação (RODRIGUES, 2005):</p><p>GESTÃO DE OBRA 60</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 60 19/02/2021 17:36:11</p><p>• Informar ao gestor ou planejador da obra quais equipamentos de trans-</p><p>porte e execução das frentes de trabalho serão utilizados, bem como suas di-</p><p>mensões e espaços necessários para o seu manuseio;</p><p>• Verifi car qual o espaço mínimo necessário para desenvolver as atividades</p><p>em cada estação de trabalho;</p><p>• Planejar e delimitar em projeto do canteiro as rotas de acesso conforme</p><p>necessidade ou evolução da obra;</p><p>• Defi nir os locais de armazenamento de materiais e equipamentos;</p><p>• Sempre que possível, construir acessos defi nitivos no início das obras, di-</p><p>minuindo a necessidade de montagem de andaimes ou de execução de aces-</p><p>sos temporários;</p><p>• Efetuar a pavimentação de vias de acesso no pavimento térreo, evitando</p><p>alagamentos ou difi culdade de movimentação em dias de chuva;</p><p>• Planejar sequências de atividades que evitem interferências no local de</p><p>trabalho e nas rotas de circulação.</p><p>DICA</p><p>Para não errar no momento de planejar o canteiro de obras, procure ter</p><p>em mãos: os projetos completos e revisados, as especifi cações técnicas</p><p>com o processo construtivo defi nido, o cronograma físico da obra, além de</p><p>informações de volumes e quantidades que serão produzidas, armazena-</p><p>das e transportadas ao longo da produção.</p><p>Arranjos e elementos do canteiro de obras</p><p>O primeiro passo para defi nir o arranjo do canteiro de obras é adotar um</p><p>método de análise deste arranjo. Um exemplo é o método que propõe a in-</p><p>tegração entre o projeto do produto e da produção, passando pelo estudo</p><p>de diversas fases do canteiro ao longo da obra. Neste método, o projeto do</p><p>canteiro é considerado como parte da elaboração do projeto do produto, ini-</p><p>ciando já no período do Programa de Necessidades (PN) da edifi cação. O Dia-</p><p>grama 1 apresenta uma sequência de atividades que pode ser adotada para</p><p>a elaboração do projeto de canteiro de obras, com base no programa de ne-</p><p>cessidades (PN), estudo preliminar (EP), anteprojeto (AP) e projeto executivo</p><p>(PE) (FREITAS, 2009).</p><p>GESTÃO DE OBRA 61</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 61 19/02/2021 17:36:11</p><p>DIAGRAMA 1. PASSOS PARA O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DO CANTEIRO OBRAS</p><p>EM CONJUNTO COM A ELABORAÇÃO DO PROJETO DO PRODUTO</p><p>Fonte: FREITAS, 2009, p. 46.</p><p>Ao final deste processo, tem-se o projeto global do canteiro de obras. Este</p><p>método deve ser adotado considerando o porte da obra em questão, tendo em</p><p>vista que obras de pequeno porte, com distâncias reduzidas e pouca variação</p><p>de layout ao longo do período construtivo, podem não ser o objeto adequado</p><p>para este método.</p><p>As atividades de construção podem variar conforme a necessidade de cada</p><p>obra e edificação. Uma forma de classificação dos tipos de canteiros de obras é</p><p>apresentada no Quadro 3 (QUIESI, 2014):</p><p>PE</p><p>AP</p><p>EP</p><p>PN</p><p>Projeto global</p><p>do canteiro</p><p>Anteprojeto das fases</p><p>do canteiro</p><p>Alternativas de transporte</p><p>Re</p><p>qu</p><p>isi</p><p>to</p><p>s e</p><p>d</p><p>ire</p><p>tri</p><p>ze</p><p>s</p><p>Co</p><p>nd</p><p>ici</p><p>on</p><p>an</p><p>te</p><p>s</p><p>Fases do canteiro</p><p>Cronograma e alocação</p><p>de recursos</p><p>Plano de ataque</p><p>Definição do processo</p><p>construtivo</p><p>Metas para produção</p><p>GESTÃO DE OBRA 62</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 62 19/02/2021 17:36:11</p><p>QUADRO 3. CLASSIFICAÇÃO DOS TIPOS DE CANTEIROS</p><p>Tipo de</p><p>canteiro Característica Exemplo</p><p>Restrito</p><p>Construção ocupa todo o terreno ou</p><p>grande parte dele, dificultando os</p><p>acessos e a locomoção de materiais,</p><p>equipamentos e mão de obra</p><p>Obras urbanas, em áreas centrais, em</p><p>situações de ampliações e reformas,</p><p>onde as áreas livres dos terrenos são</p><p>reduzidas</p><p>Amplo</p><p>Construção ocupa apenas uma</p><p>pequena parte do terreno disponível,</p><p>com possibilidade de maior</p><p>flexibilidade no canteiro de obras</p><p>Obras de médio a grande porte,</p><p>afastadas dos centros urbanos, como</p><p>usinas, áreas industriais, conjuntos</p><p>habitacionais, barragens etc.</p><p>Longo e</p><p>estreito</p><p>Construção ocupa apenas uma das</p><p>dimensões, possui limitações, com</p><p>poucos pontos de acesso no canteiro</p><p>Obras de ferrovias e rodovias, obras</p><p>de saneamento, redes de gás e</p><p>petróleo</p><p>Fonte: QUIESI, 2014, p. 11. (Adaptado).</p><p>Segundo Lins (2012), um canteiro de obras ainda é composto por diversas</p><p>partes ou elementos que, dependendo do tipo de obra, podem ser obrigató-</p><p>rios ou adicionais, conforme situações específicas. Ainda segundo o autor, de</p><p>forma genérica, estes elementos podem ser classificados de acordo com a sua</p><p>finalidade (QUIESI, 2014):</p><p>• Áreas operacionais: locais diretamente ligados à produção. Exemplo: pá-</p><p>tio de armação de aço, central de produção de formas, central de produção de</p><p>concreto;</p><p>• Áreas de apoio à produção: almoxarifados, áreas de armazenamento de</p><p>brita, depósitos de cimento;</p><p>• Sistemas de transporte: são os equipamentos utilizados para movimen-</p><p>tação de materiais e operários por todo o canteiro;</p><p>• Área de apoio técnico e administrativo: composto pelo escritório do enge-</p><p>nheiro ou técnico, onde são analisadas as atividades de canteiro e gestão da obra.</p><p>Buscando detalhar de forma prática estes elementos, veremos a seguir al-</p><p>guns componentes que podem ser considerados durante a elaboração do la-</p><p>yout de um canteiro de obras.</p><p>Uma das primeiras etapas em um canteiro é a instalação dos tapumes da</p><p>obra. Sua função principal</p><p>é delimitar a área de trabalho da construção, evitan-</p><p>do o acesso de pessoas não autorizadas, bem como protegendo-as de even-</p><p>tuais acidentes. As dimensões e necessidades podem variar de acordo a legis-</p><p>GESTÃO DE OBRA 63</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 63 19/02/2021 17:36:11</p><p>lação do local de implantação da obra. Quanto ao material, dentre algumas</p><p>possibilidades, os tapumes podem ser do tipo vazado ou telado com malha (2,5</p><p>x 2,5 cm), em chapas e estruturas de madeira ou em chapas e telhas metálicas,</p><p>conforme ilustrado na Figura 4 (QUALHARINI, 2018).</p><p>5,</p><p>0</p><p>a</p><p>15</p><p>,0</p><p>cm</p><p>Figura 4. Tipos de tapumes de canteiro de obras: a) em tela vazada; b) em madeira; c) em telhas metálicas. Fonte:</p><p>QUALHARINI, 2018. (Adaptado).</p><p>Quanto aos elementos referentes à produção dentro de um canteiro de</p><p>obras, podemos listar:</p><p>• Central de produção de argamassa: local onde localizam-se os equipa-</p><p>mentos para mistura de insumos básicos ou pré-misturados;</p><p>• Central de corte e dobra de aço: área em que são cortadas e dobradas as</p><p>barras de aço. Em algumas situações, as peças podem ser amarradas na central</p><p>e posicionadas no local de concretagem. As amarrações ainda podem ser feitas</p><p>a partir de barras pré-cortadas e dobradas, provenientes da indústria;</p><p>• Central de formas: área onde são montados os painéis das formas, que</p><p>delimitarão os elementos estruturais, preparando-os para a concretagem;</p><p>• Outras centrais: local de pré-montagem de instalações, de esquadrias,</p><p>de pré-moldados.</p><p>Em relação aos elementos de apoio à produção, pode-se citar:</p><p>a</p><p>b c</p><p>GESTÃO DE OBRA 64</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 64 19/02/2021 17:36:22</p><p>• Almoxarifado: local cuja função é guardar os materiais e utensílios de</p><p>maior valor, evitando danos ou mesmo eventuais furtos, caso permaneçam em</p><p>outro ambiente. Uma boa prática é acondicioná-los em caixas, prateleiras ou</p><p>suportes identificados, facilitando sua visualização e organização. Em algumas</p><p>situações, os almoxarifados podem ter um guichê para controle de entrada e</p><p>retirada de materiais;</p><p>• Depósito de agregados graúdos e miúdos: normalmente são áreas para</p><p>armazenamento de britas e areias, conforme especificação dos traços de</p><p>concreto e de argamassa a serem utilizados na construção;</p><p>• Depósito de cimento: devendo ser armazenados o mais próximo possível</p><p>do ponto de utilização, recomenda-se que sejam empilhados em, no máximo, 8</p><p>sacos, com o limite de carga concentrada de 800 a 1.600 kg/1,5 m², ou no máximo</p><p>32 sacos em 1,5 m², em 4 pilhas (QUALHARINI, 2018). As pilhas devem ser cober-</p><p>tas com plástico, lona ou material impermeável, identificadas conforme o tipo de</p><p>cimento, data de recebimento, validade e quantidade por pilha, evitando a perda</p><p>de cimento por vencimento do prazo de validade. Os sacos de cimento ainda</p><p>devem ser colocados sobre um estrado de madeira, distantes a, pelo menos, 30</p><p>cm do nível do terreno e das paredes, conforme ilustra a Figura 5;</p><p>• Depósito de aço: o aço beneficiado (cortado e dobrado em fábrica) deve</p><p>ser armazenado em baias e separados por etiquetas, conforme projeto es-</p><p>trutural, facilitando a visualização e utilização. Para os aços não beneficiados,</p><p>pode-se prever espaços de (1,0 x 14,0 m), separando-os por bitola;</p><p>• Depósito de ferramentas: as ferramentas devem ser armazenadas em</p><p>locais protegidos, evitando danos e eventuais perdas. Deve-se separá-las por</p><p>tipo, com identificação apropriadas, e armazená-las em caixas ou prateleiras</p><p>de fácil acesso e visualização pelos trabalhadores;</p><p>• Depósito de madeira: este tipo de depósito pode abrigar tanto madeiras</p><p>brutas como beneficiadas (como formas e caixilhos), dependendo da técnica</p><p>construtiva adotada;</p><p>• Reservatório de água: além de utilizado para as áreas de vivência, para</p><p>abastecimento de água potável e sanitários, também é utilizado para a exe-</p><p>cução de concretos e argamassas;</p><p>• Instalações provisórias: de água, esgoto e de energia elétrica, que darão</p><p>suporte ao funcionamento dos demais equipamentos.</p><p>GESTÃO DE OBRA 65</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 65 19/02/2021 17:36:22</p><p>0,</p><p>30</p><p>0,30</p><p>Empilhamento máximo:</p><p>8 sacos de cimento</p><p>Figura 5. Exemplo de depósito de cimento. Fonte: QUALHARINI, 2018, p. 106.</p><p>EXPLICANDO</p><p>Ao dimensionar as áreas de armazenamento de brita e areia, deve-se</p><p>considerar que estes materiais se espalham quando depositados sobre o</p><p>solo. Considera-se, em geral, que 1,0 m³ (volume) destes materiais ocupam</p><p>uma projeção em solo de pelo menos 1,5 m².</p><p>Ainda na área do canteiro de obras, deve-se prever as instalações das áreas</p><p>de vivência, conforme estabelecido pela NR-18 – Condições e Meio Ambiente</p><p>de Trabalho na Indústria de Construção (BRASIL, 1978). Estas áreas devem ser</p><p>projetadas para oferecer aos trabalhadores condições mínimas de segurança,</p><p>conforto e privacidade, devendo ser mantidas em perfeito estado de conserva-</p><p>ção, higiene e limpeza ao longo de toda a obra. Estas áreas devem ser:</p><p>• Instalações sanitárias: devem ser constituídas de lavatórios, bacias sa-</p><p>nitárias sifonadas com tampo e mictório, na proporção de 1 a cada grupo de</p><p>20 trabalhadores, bem como chuveiros, na proporção de 1 a cada grupo de</p><p>10 trabalhadores;</p><p>• Vestiários: devem ser construídos sempre que os trabalhadores não es-</p><p>tiverem alojados no próprio canteiro de obras, contendo armários individuais</p><p>com fechaduras;</p><p>GESTÃO DE OBRA 66</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 66 19/02/2021 17:36:22</p><p>• Local para refeição: deve ter capacidade para atender todos os traba-</p><p>lhadores, com assentos em número mínimo suficiente de 0,80 m²/operário/</p><p>refeição, sendo permitido o revezamento em turnos durante o horário das</p><p>refeições. Próximo ao refeitório deve haver, ainda, lavatórios, bebedouros e</p><p>um local para aquecimento das refeições;</p><p>• Alojamento, quando houve trabalhador alojado: deve ter área mínima</p><p>de 3,00 m² por trabalhador alojado, contendo circulação, cama e um armário. É</p><p>obrigatório o fornecimento de água potável, filtrada e fresca no alojamento, na</p><p>proporção de 1 bebedouro a cada grupo de 25 trabalhadores. Deve contemplar</p><p>também: cozinha (quando houver preparo de refeições), local para refeição,</p><p>instalação sanitária, lavanderia e área de lazer para recreação dos trabalhado-</p><p>res. Na Figura 6 é apresentado um exemplo de layout de alojamento.</p><p>3,50</p><p>18,10</p><p>J1</p><p>J1</p><p>J1</p><p>J1</p><p>J1</p><p>J1</p><p>J1</p><p>J1</p><p>J2</p><p>J2</p><p>P1P1P1P1P1</p><p>P1 P1 P1 P1 P1</p><p>4,</p><p>50</p><p>9,</p><p>30</p><p>Figura 6. Exemplo de layout de alojamento. Fonte: QUALHARINI, 2018, p. 92.</p><p>Dependendo do porte da obra e planejamento adotados, pode-se ter ainda</p><p>áreas de apoio técnico administrativo, como:</p><p>• Escritório de obra: neste local, podem ficar alocados o pessoal admi-</p><p>nistrativo, os engenheiros residentes da obra e os estagiários. Pode-se man-</p><p>ter nesta área as ferramentas e documentos necessários para o gerencia-</p><p>GESTÃO DE OBRA 67</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 67 19/02/2021 17:36:22</p><p>mento da obra, como computadores, vias impressas de projetos e demais</p><p>documentos referentes ao empreendimento. No escritório da obra ainda</p><p>podem ser dimensionados espaços para a realização de reuniões, para re-</p><p>cepção de equipes terceirizadas, ambulatório, recepção de visitantes, copa</p><p>e sanitários, como ilustra a Figura 7.</p><p>• Guarita: tem a função de controlar o acesso de pessoas e materiais, sendo</p><p>utilizada do início ao fim da obra. Normalmente possui uma cancela para veícu-</p><p>los e acesso separado para pedestres, e, em algumas situações, pode-se fazer</p><p>neste local a identificação e credenciamento de pessoal.</p><p>J1 J1 J1 J1 J1</p><p>28,00</p><p>10</p><p>,0</p><p>0</p><p>J1 J1 J1</p><p>J1</p><p>J1</p><p>J1J1J1J1J1J1 J1J1</p><p>J1</p><p>J1</p><p>J1</p><p>AC AC AC</p><p>ACACACAC</p><p>AC AC AC AC AC</p><p>Sala</p><p>Sala Sala Sala Sala Sala</p><p>SalaRecepção</p><p>Sala Sala Sala</p><p>SalaCopaSala</p><p>Figura 7. Exemplo de projeto para o escritório de obra. Fonte: QUALHARINI, 2018, p. 96.</p><p>O arranjo de um canteiro de obras, bem como a definição dos elementos</p><p>que serão executados neste local, dependem da técnica construtiva adota-</p><p>da, do planejamento da obra, do dimensionamento de equipes,</p><p>materiais e</p><p>equipamentos, entre outros fatores. Logo, cada empreendimento deve ser</p><p>analisado de forma única, baseando-se sempre nas boas práticas técnicas e</p><p>na legislação vigente.</p><p>ASSISTA</p><p>Para saber melhor sobre algumas questões organiza-</p><p>cionais a serem empregadas em um canteiro de obras,</p><p>assista ao vídeo Gestão do canteiro de obras.</p><p>GESTÃO DE OBRA 68</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 68 19/02/2021 17:36:25</p><p>Sintetizando</p><p>Nesta unidade aprendemos que a seleção de uma técnica construtiva pode</p><p>influenciar no tempo de execução de uma obra, nos seus custos finais e na</p><p>qualidade final de acabamento da edificação. A seleção mais adequada ao tipo</p><p>e padrão da obra a ser executada pode ainda evitar erros durante o processo,</p><p>reduzindo retrabalhos.</p><p>Vimos o conceito de construtibilidade na construção civil, que pode ser em-</p><p>pregado desde as etapas iniciais de projeto, onde a efetividade para influenciar</p><p>no empreendimento como um todo é maior. Adicionalmente, aprendemos que</p><p>este conceito não requer grandes investimentos para profissionais, empresas</p><p>e proprietários, mas que, mesmo assim, pode proporcionar maiores ganhos de</p><p>qualidade no produto final por meio da melhoria no gerenciamento dos pro-</p><p>cessos de produção.</p><p>Como resultado da aplicação da construtibilidade, verificamos que a racio-</p><p>nalização durante a execução da obra pode ser atingida, evitando os tradicio-</p><p>nais desperdícios que ocorrem na construção civil.</p><p>Por fim, materializamos todos estes conceitos na etapa inicial de qualquer</p><p>empreendimento: o canteiro de obras. Aprendemos que o canteiro de obras</p><p>deve ser planejado e projetado, de forma a proporcionar um ambiente pro-</p><p>dutivo para o desenvolvimento das atividades de produção, especificando os</p><p>espaços adequados para os trabalhadores, materiais e equipamentos.</p><p>GESTÃO DE OBRA 69</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 69 19/02/2021 17:36:25</p><p>Referências bibliográficas</p><p>BARROS, M. M. B. D.; SABBATINI, F. H. Diretrizes para o processo de projeto</p><p>para a implantação de tecnologias construtivas racionalizadas na produ-</p><p>ção de edifícios. São Paulo: EPUSP, 2003.</p><p>BRASIL. NR 18: Condições de segurança e saúde no trabalho na indústria da</p><p>construção. Diário Oficial da União, Brasília, DF, Poder Executivo, 08 jun. 1978.</p><p>Disponivel em: <https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_</p><p>NR/NR-18-atualizada-2020.pdf>. Acesso em: 17 nov. 2020.</p><p>DOURADO, L. P. S.; BARBOSA, K. N. S.; CASELLI, F. D. T. R. Melhoramento do</p><p>processo produtivo da construção civil por meio da aplicação das ferramentas</p><p>da qualidade: estudo de caso canteiro de obras em Petrolina – PE. In: Simpósio</p><p>de Engenharia de Produção, II, Sumó. Anais... Sumó, mai. 2014. Disponível em:</p><p><https://www.even3.com.br/anais/simep2/55622-melhoramento-do-proces-</p><p>so-produtivo-da-construcao-civil-por-meio-da-aplicacao-das-ferramentas-da-</p><p>-qualidade--estudo-/>. Acesso em: 17 dez. 2020.</p><p>FREITAS, M. R. Ferramenta computacional para apoio ao planejamento e</p><p>elaboração do leiaute de canteiro de obras. 2009. 192 f. Tese (Doutorado) –</p><p>Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009. Disponível em:</p><p><https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3146/tde-19052009-121049/</p><p>publico/tese_marcia_atual2.pdf>. Acesso em: 17 dez. 2020.</p><p>GESTÃO do canteiro de obras. Postado por Bora na Obra. (05min. 37s.). son.</p><p>color. port. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=Pou2XNI0K-</p><p>mA>. Acesso em: 18 dez. 2020.</p><p>GOLDMAN, P. Introdução ao planejamento e controle de custos na constru-</p><p>ção civil brasileira. 4. ed. São Paulo: Pini, 2004.</p><p>KOSKELA, L. Lean construction. Encontro Nacional de Tecnologia do Ambien-</p><p>te Construído, Florianópolis, 1998.</p><p>LIMMER, C. V. Planejamento, orçamentação e controle de projetos e obras.</p><p>Rio de Janeiro: LTC, 1996.</p><p>MATTOS, A. D. Planejamento e controle de obras. 2. ed. São Paulo: Editora</p><p>Oficina de Textos, 2019.</p><p>GESTÃO DE OBRA 70</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 70 19/02/2021 17:36:26</p><p>O’CONNOR, J. T.; RUSCH, S. E.; SCHULZ, M. J. Constructability concepts for en-</p><p>gineering and procurement. Journal of Construction Engineering and Mana-</p><p>gement, Nova York, v. 113, n. 2, jun. 1987.</p><p>QUALHARINI, E. Canteiro de obras. Coleção Construção Civil na Prática. Rio de</p><p>Janeiro: LTC, 2018.</p><p>QUIESI, N. S. Organização do canteiro de obras: estudo de caso na constru-</p><p>ção de uma unidade automobilística em Araquari – SC. 2014. 36 f. Monografia</p><p>(Especialização) – Engenharia de Segurança do Trabalho, Universidade Tecno-</p><p>lógica Federal do Paraná, Curitiba, 2014. Disponível em: <https://www.teses.</p><p>usp.br/teses/disponiveis/3/3146/tde-19052009-121049/publico/tese_marcia_</p><p>atual2.pdf>. Acesso em: 17 dez. 2020.</p><p>RODRIGUES, M. B. Diretrizes para integração dos requisitos de construtibi-</p><p>lidade ao processo de desenvolvimento de produto de obras repetitivas.</p><p>2005. 184 f. Dissertação (Mestrado) – Engenharia de Produção, Universidade</p><p>Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2005. Disponível em: <https://www.</p><p>lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/7382/000543182.pdf?sequence=1>.</p><p>Acesso em: 17 dez. 2020.</p><p>SACOMANO et al. Administração de produção na construção civil: o geren-</p><p>ciamento de obras baseado em critérios competitivos. São Paulo: Arte&Ciên-</p><p>cia, 2004.</p><p>VELLOSO, D. A.; LOPES, F. R. Fundações: critérios de projeto, investigação do</p><p>subsolo, fundações superficiais, fundações profundas. 2. ed. São Paulo: Oficina</p><p>de Textos, 2011, v. 1.</p><p>GESTÃO DE OBRA 71</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 71 19/02/2021 17:36:26</p><p>SEGURANÇA</p><p>E HIGIENE DO</p><p>TRABALHO E AS</p><p>NORMAS DA ABNT</p><p>3</p><p>UNIDADE</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 72 19/02/2021 17:35:45</p><p>Objetivos da unidade</p><p>Tópicos de estudo</p><p>Reconhecer os riscos associados a acidentes de trabalho;</p><p>Relacionar a higiene do trabalho com a qualidade de vida no trabalho;</p><p>Distinguir equipamentos de proteção coletiva e individual;</p><p>Diferenciar as normas relacionadas aos equipamentos de proteção;</p><p>Dar subsídios aos alunos dos programas existentes em segurança do</p><p>trabalho, conforme leis vigentes, visando garantir a saúde do trabalhador.</p><p>Segurança, higiene e qualidade</p><p>de vida no trabalho</p><p>Riscos de acidente de trabalho</p><p>Higiene do trabalho</p><p>Qualidade de vida no trabalho</p><p>Normas: higiene e segurança</p><p>do trabalho e construção civil</p><p>Programas de prevenção de</p><p>riscos e acidentes</p><p>GESTÃO DE OBRA 73</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 73 19/02/2021 17:35:45</p><p>Segurança, higiene e qualidade de vida no trabalho</p><p>O setor da construção civil é, sem</p><p>dúvidas, muito frisado pela quantida-</p><p>de signifi cativa de acidentes e de doen-</p><p>ças ocupacionais que podem resultar</p><p>em prejuízos sociais e econômicos.</p><p>Desta forma, o setor de construção ci-</p><p>vil é amplo e está exposto a riscos dos</p><p>mais diversos tipos (STEFANO, 2008).</p><p>Compreender os riscos e quais estão ou podem estar relacionados à ati-</p><p>vidade, além de saber remediá-los antes mesmo que eles se efetivem, pode</p><p>resguardar o gestor de vários problemas que comprometeriam muito o an-</p><p>damento das atividades. Desta forma, é muito importante dar atenção espe-</p><p>cial aos riscos e às normas para evitar problemas, bem como às leis de traba-</p><p>lho e normas relacionadas ao controle de alterações de projetos (PEÑALOZA;</p><p>FORMOSO; SAURIN, 2015).</p><p>Nesse sentido, a área da segurança e higiene no trabalho procura reduzir</p><p>o número de acidentes e doenças decorrentes das atividades executadas no</p><p>ambiente de trabalho. Mediante a segurança do trabalho, por exemplo, reali-</p><p>za-se a avaliação dos riscos existentes no canteiro de obras e, desta forma, são</p><p>estabelecidas medidas de prevenção e proteção contra os riscos ali existentes.</p><p>Com o conteúdo abordado, pode-se reconhecer os riscos de acidente de</p><p>trabalho existentes em uma obra, relacionar a importância da higiene no am-</p><p>biente de trabalho e os principais equipamentos de proteção coletiva e indivi-</p><p>dual utilizados na construção civil.</p><p>Riscos de acidente de trabalho</p><p>A atividade de segurança e a higiene no trabalho apresentam como prin-</p><p>cipal</p><p>objetivo a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores inseridos</p><p>em um determinado ambiente, evitando que contraiam doenças decorren-</p><p>tes da atividade realizada ou que sofram acidentes letais ou incapacitantes</p><p>(PEINADO, 2016).</p><p>GESTÃO DE OBRA 74</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 74 19/02/2021 17:35:49</p><p>No Brasil, a segurança e a higiene do trabalho são regulamentadas por um</p><p>conjunto de normas que fixam obrigações, deveres e direitos aos empregado-</p><p>res e trabalhadores, com o objetivo de prevenir e reduzir acidentes e doenças</p><p>ocupacionais (HOJO; OKAWA, 2016).</p><p>No âmbito da segurança do trabalho e da redução dos riscos de aciden-</p><p>tes, Hojo e Okawa (2016) relatam sobre a análise preliminar de risco (APR). De</p><p>acordo com os autores, a APR é uma ferramenta de gerenciamento de risco</p><p>aplicada na fase de planejamento do projeto da obra, consistindo em uma aná-</p><p>lise qualitativa que objetiva a redução do potencial de acidentes por meio da</p><p>aplicação de técnicas de prevenção e proteção.</p><p>Os dados adquiridos por meio da análise de risco são empregados como</p><p>base para a elaboração de documentos e programas específicos no âmbito da</p><p>segurança e da higiene do trabalho. Entre estes, pode-se citar: PPRA (Progra-</p><p>ma de Prevenção de Riscos Ambientais NR–9), PCMSO (Programa de Controle</p><p>Médico de Saúde Ocupacional NR–7), PCA (Programa de Conservação Auditi-</p><p>va NR–9/NR–15) e PPR (Programa de Proteção Respiratória (PPR NR–9/NR–15)</p><p>(HOJO; OKAWA, 2016).</p><p>Para avaliar os riscos possíveis em uma atividade, são empregados méto-</p><p>dos de avaliação. Todos os métodos existentes objetivam a determinação, por</p><p>meio de diferentes procedimentos, da categoria do risco, perigo e a necessida-</p><p>de da adoção de medidas que reduzam a probabilidade de ocorrência.</p><p>EXPLICANDO</p><p>Perigo pode ser definido como uma fonte ou uma situação que pode</p><p>acarretar alguma lesão ou doença ao trabalhador da atividade. Já o</p><p>risco consiste na combinação entre a probabilidade de ocorrência de um</p><p>evento perigoso e a severidade desse evento para a atividade em que se</p><p>executa (SILVA; LIMA; MARZIALE, 2012).</p><p>A metodologia apresentada por Sherique (2011) se torna mais coerente com</p><p>a aplicação no setor da construção civil. A metodologia possui as seguintes eta-</p><p>pas: determinação da probabilidade de ocorrência do risco, da severidade do</p><p>risco e da categoria do risco.</p><p>No Quadro 1 é apresentada a determinação da probabilidade de ocorrência</p><p>do risco.</p><p>GESTÃO DE OBRA 75</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 75 19/02/2021 17:35:49</p><p>Grau Categoria Descrição Frequência</p><p>PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO</p><p>1 (verde) Extremamente</p><p>remota</p><p>Baixíssima probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Uma vez a cada</p><p>seis meses</p><p>2 (azul) Remota Baixa probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Uma vez a cada</p><p>três meses</p><p>3 (amarelo) Pouco provável Moderada probabilidade de</p><p>ocorrer o dano Uma vez por mês</p><p>4 (laranja) Provável Elevada probabilidade de</p><p>ocorrer o dano Uma vez a cada 15 dias</p><p>5 (vermelho) Frequente Elevadíssima probabilidade de</p><p>ocorrer o dano Uma vez por semana</p><p>SEVERIDADE DO RISCO</p><p>1 (verde) Leve</p><p>Acidentes que provocam</p><p>perdas materiais e lesões leves</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Sem afastamento</p><p>2 (azul) Moderado</p><p>Acidentes com afastamento</p><p>e lesões não incapacitantes</p><p>(torções e pequenos cortes)</p><p>Afastamento</p><p>de um a 30 dias</p><p>3 (amarelo) Grande</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, sem perda de</p><p>membros (fraturas, cortes profundos)</p><p>Afastamento de</p><p>31 a 60 dias</p><p>4 (laranja) Severo</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, com perda</p><p>de membros</p><p>Afastamento</p><p>5 (vermelho) Catastrófi co Morte ou invalidez permanente Não há retorno à</p><p>atividade laboral</p><p>1 (verde)1 (verde)1 (verde)</p><p>2 (azul)2 (azul)</p><p>3 (amarelo)</p><p>PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO</p><p>Extremamente</p><p>2 (azul)</p><p>3 (amarelo)</p><p>PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO</p><p>Extremamente</p><p>3 (amarelo)</p><p>4 (laranja)</p><p>PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO</p><p>Extremamente</p><p>remota</p><p>3 (amarelo)</p><p>4 (laranja)</p><p>PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO</p><p>Extremamente</p><p>remota</p><p>Remota</p><p>4 (laranja)</p><p>5 (vermelho)</p><p>PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO</p><p>Remota</p><p>Pouco provável</p><p>4 (laranja)</p><p>5 (vermelho)</p><p>PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO</p><p>Remota</p><p>Pouco provável</p><p>5 (vermelho)</p><p>PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO</p><p>Baixíssima probabilidade de</p><p>Pouco provável</p><p>5 (vermelho)</p><p>PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO</p><p>Baixíssima probabilidade de</p><p>Pouco provável</p><p>Provável</p><p>PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO</p><p>Baixíssima probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Baixa probabilidade de</p><p>Pouco provável</p><p>Provável</p><p>1 (verde)</p><p>PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO</p><p>Baixíssima probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Baixa probabilidade de</p><p>Provável</p><p>Frequente</p><p>1 (verde)</p><p>PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO</p><p>Baixíssima probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Baixa probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Moderada probabilidade de</p><p>Frequente</p><p>1 (verde)</p><p>PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO</p><p>Baixíssima probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Baixa probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Moderada probabilidade de</p><p>Frequente</p><p>PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO</p><p>Baixíssima probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Baixa probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Moderada probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Elevada probabilidade de</p><p>PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA DO RISCO</p><p>Baixíssima probabilidade de</p><p>Baixa probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Moderada probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Elevada probabilidade de</p><p>Elevadíssima probabilidade de</p><p>Baixa probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Moderada probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Elevada probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Elevadíssima probabilidade de</p><p>Leve</p><p>Baixa probabilidade de</p><p>Moderada probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Elevada probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Elevadíssima probabilidade de</p><p>SEVERIDADE DO RISCO</p><p>Moderada probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Elevada probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Elevadíssima probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>SEVERIDADE DO RISCO</p><p>Uma vez a cada</p><p>Moderada probabilidade de</p><p>Elevada probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Elevadíssima probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>SEVERIDADE DO RISCO</p><p>Uma vez a cada</p><p>seis meses</p><p>Elevada probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>Elevadíssima probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>SEVERIDADE DO RISCO</p><p>Acidentes que provocam</p><p>perdas materiais e lesões leves</p><p>Uma vez a cada</p><p>seis meses</p><p>Uma vez a cada</p><p>Elevada probabilidade de</p><p>Elevadíssima probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>SEVERIDADE DO RISCO</p><p>Acidentes que provocam</p><p>perdas materiais e lesões leves</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Uma vez a cada</p><p>seis meses</p><p>Uma vez a cada</p><p>três meses</p><p>Elevadíssima probabilidade de</p><p>ocorrer o dano</p><p>SEVERIDADE DO RISCO</p><p>Acidentes que provocam</p><p>perdas materiais e lesões leves</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Uma vez a cada</p><p>seis meses</p><p>Uma vez a cada</p><p>três meses</p><p>Uma vez por mês</p><p>Elevadíssima probabilidade de</p><p>SEVERIDADE DO RISCO</p><p>Acidentes que provocam</p><p>perdas materiais e lesões leves</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Uma vez a cada</p><p>três meses</p><p>Uma vez por mês</p><p>Uma vez a cada 15 dias</p><p>SEVERIDADE DO RISCO</p><p>Acidentes que provocam</p><p>perdas materiais e lesões leves</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Uma vez a cada</p><p>três meses</p><p>Uma vez por mês</p><p>Uma vez a cada 15 dias</p><p>Acidentes que provocam</p><p>perdas materiais e lesões leves</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Uma vez por mês</p><p>Uma vez a cada 15 dias</p><p>Uma vez por semana</p><p>Acidentes que provocam</p><p>perdas materiais e lesões leves</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Uma vez por mês</p><p>Uma vez a cada 15 dias</p><p>Uma vez por semana</p><p>Acidentes que provocam</p><p>perdas materiais e lesões leves</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Uma vez a cada 15 dias</p><p>Uma vez por semana</p><p>perdas materiais e lesões leves</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Uma vez a cada 15 dias</p><p>Uma vez por semana</p><p>Uma vez a cada 15 dias</p><p>Uma vez por semanaUma vez por semana</p><p>Sem afastamento</p><p>Uma vez por semana</p><p>Sem afastamentoSem afastamentoSem afastamentoSem afastamento</p><p>2 (azul)2 (azul)2 (azul)</p><p>3 (amarelo)3 (amarelo)</p><p>Moderado</p><p>3 (amarelo)</p><p>Moderado</p><p>3 (amarelo)</p><p>4 (laranja)</p><p>Moderado</p><p>4 (laranja)</p><p>Moderado</p><p>4 (laranja)</p><p>5 (vermelho)</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Grande</p><p>5 (vermelho)</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Acidentes com afastamento</p><p>Grande</p><p>5 (vermelho)</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Acidentes com afastamento</p><p>e lesões não incapacitantes</p><p>Severo</p><p>5 (vermelho)</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Acidentes com afastamento</p><p>e lesões não incapacitantes</p><p>(torções e pequenos cortes)</p><p>Severo</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Acidentes com afastamento</p><p>e lesões não incapacitantes</p><p>(torções e pequenos cortes)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, sem perda de</p><p>membros (fraturas, cortes profundos)</p><p>Severo</p><p>Catastrófi co</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Acidentes com afastamento</p><p>e lesões não incapacitantes</p><p>(torções e pequenos cortes)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, sem perda de</p><p>membros (fraturas, cortes profundos)</p><p>Catastrófi co</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Acidentes com afastamento</p><p>e lesões não incapacitantes</p><p>(torções e pequenos cortes)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, sem perda de</p><p>membros (fraturas, cortes profundos)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, com perda</p><p>Catastrófi co</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Acidentes com afastamento</p><p>e lesões não incapacitantes</p><p>(torções e pequenos cortes)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, sem perda de</p><p>membros (fraturas, cortes profundos)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, com perda</p><p>Catastrófi co</p><p>(escoriações e batidas leves)</p><p>Acidentes com afastamento</p><p>e lesões não incapacitantes</p><p>(torções e pequenos cortes)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, sem perda de</p><p>membros (fraturas, cortes profundos)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, com perda</p><p>Acidentes com afastamento</p><p>e lesões não incapacitantes</p><p>(torções e pequenos cortes)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, sem perda de</p><p>membros (fraturas, cortes profundos)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, com perda</p><p>Morte ou invalidez permanente</p><p>(torções e pequenos cortes)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, sem perda de</p><p>membros (fraturas, cortes profundos)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, com perda</p><p>de membros</p><p>Morte ou invalidez permanente</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, sem perda de</p><p>membros (fraturas, cortes profundos)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, com perda</p><p>de membros</p><p>Morte ou invalidez permanente</p><p>lesões incapacitantes, sem perda de</p><p>membros (fraturas, cortes profundos)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, com perda</p><p>de membros</p><p>Morte ou invalidez permanente</p><p>Afastamento</p><p>de um a 30 dias</p><p>lesões incapacitantes, sem perda de</p><p>membros (fraturas, cortes profundos)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, com perda</p><p>de membros</p><p>Morte ou invalidez permanente</p><p>Afastamento</p><p>de um a 30 dias</p><p>membros (fraturas, cortes profundos)</p><p>Acidentes com afastamento e</p><p>lesões incapacitantes, com perda</p><p>Morte ou invalidez permanente</p><p>Afastamento</p><p>de um a 30 dias</p><p>Afastamento de</p><p>lesões incapacitantes, com perda</p><p>Morte ou invalidez permanente</p><p>Afastamento</p><p>de um a 30 dias</p><p>Afastamento de</p><p>31 a 60 dias</p><p>lesões incapacitantes, com perda</p><p>Morte ou invalidez permanente</p><p>de um a 30 dias</p><p>Afastamento de</p><p>31 a 60 dias</p><p>Morte ou invalidez permanente</p><p>Afastamento de</p><p>31 a 60 dias</p><p>Afastamento</p><p>Morte ou invalidez permanente</p><p>Afastamento de</p><p>31 a 60 dias</p><p>AfastamentoAfastamento</p><p>Não há retorno à</p><p>Afastamento</p><p>Não há retorno à</p><p>atividade laboral</p><p>Afastamento</p><p>Não há retorno à</p><p>atividade laboral</p><p>Não há retorno à</p><p>atividade laboral</p><p>Não há retorno à</p><p>atividade laboralatividade laboral</p><p>QUADRO 1. DETERMINAÇÃO DA PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA E</p><p>SEVERIDADE DO RISCO</p><p>Fonte: HOJO; OKAWA, 2016, p. 121. (Adaptado).</p><p>Verifi ca-se que a determinação da probabilidade de ocorrência e severida-</p><p>de do risco consiste em uma análise qualitativa, seguindo as informações rela-</p><p>tadas no Quadro 1, conforme preconizado por Hojo e Okawa (2016). A análise é</p><p>realizada pela atribuição de graus aos riscos em função da frequência com que</p><p>eles podem ocorrer em determinada situação. Em relação ao grau de severida-</p><p>de, este é determinado pelo tempo de afastamento do trabalhador acidentado.</p><p>Para a determinação da probabilidade de ocorrência e severidade do risco, a</p><p>categoria é determinada por meio de uma análise quantitativa.</p><p>GESTÃO DE OBRA 76</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 76 19/02/2021 17:35:51</p><p>Desta forma, para determinar a categoria do risco, é preciso aplicar a Equação (1):</p><p>Categoria do risco = probabilidade · severidade (1)</p><p>A efetivação da Equação (1), baseada na multiplicação do grau de probabili-</p><p>dade de ocorrência do risco pelo seu grau de severidade, obtém um valor que,</p><p>após ser verifi cado no Quadro 2, determina a categoria do risco apresentado.</p><p>Grau Categoria do risco Descrição</p><p>De 0 a 3 (verde) Tolerável (T) O risco é considerado tolerável.</p><p>Não há necessidade de medidas adicionais.</p><p>De 04 a 15 (amarelo) Moderado (M)</p><p>O risco é considerado moderado quando</p><p>mantido sob controle. Controles adicionais</p><p>devem ser avaliados e implementados</p><p>aplicando-se uma análise para avaliar as</p><p>alternativas disponíveis, de forma a se obter</p><p>uma redução adicional dos riscos.</p><p>De 16 a 25 (vermelho) Não tolerável (NT)</p><p>O risco é considerado não tolerável com os</p><p>controles existentes. Métodos alternativos devem</p><p>ser considerados para reduzir a probabilidade de</p><p>ocorrência e, adicionalmente, as consequências.</p><p>Risco Descrição Exemplos</p><p>Físico Peculiaridades físicas do ambiente.</p><p>Alterações sonoras (infrassom e</p><p>ultrassom), radiações ionizantes e não</p><p>ionizantes, pressão anormal, temperatura</p><p>extrema, ruídos e vibrações.</p><p>Químico</p><p>Substâncias que podem ser absorvidas</p><p>pelo organismo, independentemente se</p><p>for por contato direto, via respiratória</p><p>ou ainda ingeridos.</p><p>Produtos químicos.</p><p>QUADRO 2. DETERMINAÇÃO DA CATEGORIA DO RISCO</p><p>QUADRO 3. RISCOS AMBIENTAIS</p><p>Fonte: HOJO; OKAWA, 2016, p. 121. (Adaptado).</p><p>Independentemente do tipo de atividade ou setor de trabalho, os traba-</p><p>lhadores podem estar submetidos a inúmeros riscos ambientais que podem</p><p>colocar em risco a sua saúde e sua integridade física (CHAVES, 2017). Desta</p><p>forma, os chamados riscos ambientais podem ser divididos em classes: físicos,</p><p>químicos, biológicos e ergonômicos. No Quadro 3 é apresentado um resumo</p><p>de cada classe de riscos ambientais.</p><p>De 0 a 3 (verde)De 0 a 3 (verde)De 0 a 3 (verde)De 0 a 3 (verde)</p><p>De 04 a 15 (amarelo)</p><p>De 0 a 3 (verde)</p><p>De 04 a 15 (amarelo)De 04 a 15 (amarelo)De 04 a 15 (amarelo)</p><p>Tolerável (T)</p><p>De 04 a 15 (amarelo)</p><p>De 16 a 25 (vermelho)</p><p>Tolerável (T)</p><p>De 04 a 15 (amarelo)</p><p>De 16 a 25 (vermelho)</p><p>Tolerável (T)</p><p>De 16 a 25 (vermelho)</p><p>Tolerável (T)</p><p>De 16 a 25 (vermelho)</p><p>Tolerável (T)</p><p>Moderado (M)</p><p>De 16 a 25 (vermelho)</p><p>Moderado (M)</p><p>De 16 a 25 (vermelho)</p><p>Moderado (M)</p><p>De 16 a 25 (vermelho)</p><p>Não há necessidade de medidas adicionais.</p><p>Moderado (M)</p><p>Não tolerável (NT)</p><p>O risco é considerado tolerável.</p><p>Não há necessidade de medidas adicionais.</p><p>O risco é considerado moderado quando</p><p>Não tolerável (NT)</p><p>O risco é considerado tolerável.</p><p>Não há necessidade de medidas adicionais.</p><p>O risco é considerado moderado quando</p><p>mantido sob controle. Controles adicionais</p><p>Não tolerável (NT)</p><p>O risco é considerado tolerável.</p><p>Não há necessidade de medidas adicionais.</p><p>O risco é considerado moderado quando</p><p>mantido sob controle. Controles adicionais</p><p>devem ser avaliados e implementados</p><p>Não tolerável (NT)</p><p>O risco é considerado tolerável.</p><p>Não há necessidade de medidas adicionais.</p><p>O risco é considerado moderado quando</p><p>mantido sob controle. Controles adicionais</p><p>devem ser avaliados e implementados</p><p>aplicando-se uma análise para avaliar as</p><p>alternativas disponíveis, de forma a se obter</p><p>Não tolerável (NT)</p><p>O risco é considerado tolerável.</p><p>Não há necessidade de medidas adicionais.</p><p>O risco é considerado moderado quando</p><p>mantido sob controle. Controles</p><p>adicionais</p><p>devem ser avaliados e implementados</p><p>aplicando-se uma análise para avaliar as</p><p>alternativas disponíveis, de forma a se obter</p><p>Não tolerável (NT)</p><p>O risco é considerado tolerável.</p><p>Não há necessidade de medidas adicionais.</p><p>O risco é considerado moderado quando</p><p>mantido sob controle. Controles adicionais</p><p>devem ser avaliados e implementados</p><p>aplicando-se uma análise para avaliar as</p><p>alternativas disponíveis, de forma a se obter</p><p>uma redução adicional dos riscos.</p><p>O risco é considerado não tolerável com os</p><p>controles existentes. Métodos alternativos devem</p><p>O risco é considerado tolerável.</p><p>Não há necessidade de medidas adicionais.</p><p>O risco é considerado moderado quando</p><p>mantido sob controle. Controles adicionais</p><p>devem ser avaliados e implementados</p><p>aplicando-se uma análise para avaliar as</p><p>alternativas disponíveis, de forma a se obter</p><p>uma redução adicional dos riscos.</p><p>O risco é considerado não tolerável com os</p><p>controles existentes. Métodos alternativos devem</p><p>ser considerados para reduzir a probabilidade de</p><p>O risco é considerado tolerável.</p><p>Não há necessidade de medidas adicionais.</p><p>O risco é considerado moderado quando</p><p>mantido sob controle. Controles adicionais</p><p>devem ser avaliados e implementados</p><p>aplicando-se uma análise para avaliar as</p><p>alternativas disponíveis, de forma a se obter</p><p>uma redução adicional dos riscos.</p><p>O risco é considerado não tolerável com os</p><p>controles existentes. Métodos alternativos devem</p><p>ser considerados para reduzir a probabilidade de</p><p>ocorrência e, adicionalmente, as consequências.</p><p>O risco é considerado tolerável.</p><p>Não há necessidade de medidas adicionais.</p><p>O risco é considerado moderado quando</p><p>mantido sob controle. Controles adicionais</p><p>devem ser avaliados e implementados</p><p>aplicando-se uma análise para avaliar as</p><p>alternativas disponíveis, de forma a se obter</p><p>uma redução adicional dos riscos.</p><p>O risco é considerado não tolerável com os</p><p>controles existentes. Métodos alternativos devem</p><p>ser considerados para reduzir a probabilidade de</p><p>ocorrência e, adicionalmente, as consequências.</p><p>Não há necessidade de medidas adicionais.</p><p>O risco é considerado moderado quando</p><p>mantido sob controle. Controles adicionais</p><p>devem ser avaliados e implementados</p><p>aplicando-se uma análise para avaliar as</p><p>alternativas disponíveis, de forma a se obter</p><p>uma redução adicional dos riscos.</p><p>O risco é considerado não tolerável com os</p><p>controles existentes. Métodos alternativos devem</p><p>ser considerados para reduzir a probabilidade de</p><p>ocorrência e, adicionalmente, as consequências.</p><p>Não há necessidade de medidas adicionais.</p><p>O risco é considerado moderado quando</p><p>mantido sob controle. Controles adicionais</p><p>devem ser avaliados e implementados</p><p>aplicando-se uma análise para avaliar as</p><p>alternativas disponíveis, de forma a se obter</p><p>uma redução adicional dos riscos.</p><p>O risco é considerado não tolerável com os</p><p>controles existentes. Métodos alternativos devem</p><p>ser considerados para reduzir a probabilidade de</p><p>ocorrência e, adicionalmente, as consequências.</p><p>Não há necessidade de medidas adicionais.</p><p>O risco é considerado moderado quando</p><p>mantido sob controle. Controles adicionais</p><p>devem ser avaliados e implementados</p><p>aplicando-se uma análise para avaliar as</p><p>alternativas disponíveis, de forma a se obter</p><p>uma redução adicional dos riscos.</p><p>O risco é considerado não tolerável com os</p><p>controles existentes. Métodos alternativos devem</p><p>ser considerados para reduzir a probabilidade de</p><p>ocorrência e, adicionalmente, as consequências.</p><p>O risco é considerado moderado quando</p><p>mantido sob controle. Controles adicionais</p><p>devem ser avaliados e implementados</p><p>aplicando-se uma análise para avaliar as</p><p>alternativas disponíveis, de forma a se obter</p><p>uma redução adicional dos riscos.</p><p>O risco é considerado não tolerável com os</p><p>controles existentes. Métodos alternativos devem</p><p>ser considerados para reduzir a probabilidade de</p><p>ocorrência e, adicionalmente, as consequências.</p><p>mantido sob controle. Controles adicionais</p><p>devem ser avaliados e implementados</p><p>aplicando-se uma análise para avaliar as</p><p>alternativas disponíveis, de forma a se obter</p><p>uma redução adicional dos riscos.</p><p>O risco é considerado não tolerável com os</p><p>controles existentes. Métodos alternativos devem</p><p>ser considerados para reduzir a probabilidade de</p><p>ocorrência e, adicionalmente, as consequências.</p><p>aplicando-se uma análise para avaliar as</p><p>alternativas disponíveis, de forma a se obter</p><p>uma redução adicional dos riscos.</p><p>O risco é considerado não tolerável com os</p><p>controles existentes. Métodos alternativos devem</p><p>ser considerados para reduzir a probabilidade de</p><p>ocorrência e, adicionalmente, as consequências.</p><p>alternativas disponíveis, de forma a se obter</p><p>O risco é considerado não tolerável com os</p><p>controles existentes. Métodos alternativos devem</p><p>ser considerados para reduzir a probabilidade de</p><p>ocorrência e, adicionalmente, as consequências.</p><p>O risco é considerado não tolerável com os</p><p>controles existentes. Métodos alternativos devem</p><p>ser considerados para reduzir a probabilidade de</p><p>ocorrência e, adicionalmente, as consequências.</p><p>O risco é considerado não tolerável com os</p><p>controles existentes. Métodos alternativos devem</p><p>ser considerados para reduzir a probabilidade de</p><p>ocorrência e, adicionalmente, as consequências.</p><p>controles existentes. Métodos alternativos devem</p><p>ser considerados para reduzir a probabilidade de</p><p>ocorrência e, adicionalmente, as consequências.</p><p>ser considerados para reduzir a probabilidade de</p><p>ocorrência e, adicionalmente, as consequências.ocorrência e, adicionalmente, as consequências.</p><p>FísicoFísico Peculiaridades físicas do ambiente.</p><p>Químico</p><p>Peculiaridades físicas do ambiente.</p><p>Químico</p><p>Peculiaridades físicas do ambiente.</p><p>Químico</p><p>Peculiaridades físicas do ambiente.</p><p>Substâncias que podem ser absorvidas</p><p>pelo organismo, independentemente se</p><p>Peculiaridades físicas do ambiente.</p><p>Substâncias que podem ser absorvidas</p><p>pelo organismo, independentemente se</p><p>for por contato direto, via respiratória</p><p>Peculiaridades físicas do ambiente.</p><p>Substâncias que podem ser absorvidas</p><p>pelo organismo, independentemente se</p><p>for por contato direto, via respiratória</p><p>Peculiaridades físicas do ambiente.</p><p>Substâncias que podem ser absorvidas</p><p>pelo organismo, independentemente se</p><p>for por contato direto, via respiratória</p><p>Peculiaridades físicas do ambiente.</p><p>Substâncias que podem ser absorvidas</p><p>pelo organismo, independentemente se</p><p>for por contato direto, via respiratória</p><p>Peculiaridades físicas do ambiente.</p><p>Substâncias que podem ser absorvidas</p><p>pelo organismo, independentemente se</p><p>for por contato direto, via respiratória</p><p>ou ainda ingeridos.</p><p>Peculiaridades físicas do ambiente.</p><p>Substâncias que podem ser absorvidas</p><p>pelo organismo, independentemente se</p><p>for por contato direto, via respiratória</p><p>ou ainda ingeridos.</p><p>Peculiaridades físicas do ambiente.</p><p>Substâncias que podem ser absorvidas</p><p>pelo organismo, independentemente se</p><p>for por contato direto, via respiratória</p><p>ou ainda ingeridos.</p><p>Substâncias que podem ser absorvidas</p><p>pelo organismo, independentemente se</p><p>for por contato direto, via respiratória</p><p>ou ainda ingeridos.</p><p>Alterações sonoras (infrassom e</p><p>ultrassom), radiações ionizantes e não</p><p>ionizantes, pressão anormal, temperatura</p><p>Substâncias que podem ser absorvidas</p><p>pelo organismo, independentemente se</p><p>for por contato direto, via respiratória</p><p>ou ainda ingeridos.</p><p>Alterações sonoras (infrassom e</p><p>ultrassom), radiações ionizantes e não</p><p>ionizantes, pressão anormal, temperatura</p><p>Substâncias que podem ser absorvidas</p><p>pelo organismo, independentemente se</p><p>for por contato direto, via respiratória</p><p>ou ainda ingeridos.</p><p>Alterações sonoras (infrassom e</p><p>ultrassom), radiações ionizantes e não</p><p>ionizantes, pressão anormal, temperatura</p><p>pelo organismo, independentemente se</p><p>for por contato direto, via respiratória</p><p>Alterações sonoras (infrassom e</p><p>ultrassom), radiações ionizantes e não</p><p>ionizantes, pressão anormal, temperatura</p><p>extrema, ruídos e vibrações.</p><p>for por contato direto, via</p><p>respiratória</p><p>Alterações sonoras (infrassom e</p><p>ultrassom), radiações ionizantes e não</p><p>ionizantes, pressão anormal, temperatura</p><p>extrema, ruídos e vibrações.</p><p>Alterações sonoras (infrassom e</p><p>ultrassom), radiações ionizantes e não</p><p>ionizantes, pressão anormal, temperatura</p><p>extrema, ruídos e vibrações.</p><p>Alterações sonoras (infrassom e</p><p>ultrassom), radiações ionizantes e não</p><p>ionizantes, pressão anormal, temperatura</p><p>extrema, ruídos e vibrações.</p><p>Alterações sonoras (infrassom e</p><p>ultrassom), radiações ionizantes e não</p><p>ionizantes, pressão anormal, temperatura</p><p>extrema, ruídos e vibrações.</p><p>Produtos químicos.</p><p>Alterações sonoras (infrassom e</p><p>ultrassom), radiações ionizantes e não</p><p>ionizantes, pressão anormal, temperatura</p><p>extrema, ruídos e vibrações.</p><p>Produtos químicos.</p><p>Alterações sonoras (infrassom e</p><p>ultrassom), radiações ionizantes e não</p><p>ionizantes, pressão anormal, temperatura</p><p>extrema, ruídos e vibrações.</p><p>Produtos químicos.</p><p>ultrassom), radiações ionizantes e não</p><p>ionizantes, pressão anormal, temperatura</p><p>extrema, ruídos e vibrações.</p><p>Produtos químicos.</p><p>ionizantes, pressão anormal, temperatura</p><p>Produtos químicos.</p><p>ionizantes, pressão anormal, temperatura</p><p>Produtos químicos.</p><p>GESTÃO DE OBRA 77</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 77 19/02/2021 17:35:52</p><p>Biológico</p><p>Micro-organismos (fungos, bactérias,</p><p>protozoários, vírus ou parasitas) no qual</p><p>os trabalhadores podem ser expostos.</p><p>Exposição por contato da pele, ingestão</p><p>ou pela via respiratória.</p><p>Ergonômico São de natureza física</p><p>ou psicológica.</p><p>Não adaptação ao ambiente de trabalho</p><p>ou por esforço fi siológico, como sobre-</p><p>carga de peso, postura inadequada,</p><p>jornada excessiva de peso, repetição de</p><p>movimentos ou outros fatores geradores</p><p>de estresse mental ou físico.</p><p>Fonte: CHAVES, 2017.</p><p>Após as determinações dos riscos, é preciso realizar o seu gerenciamen-</p><p>to, que é um processo muito complexo, visto que aplica de forma sistemática</p><p>políticas de gestão, procedimentos e práticas orientados para a realização de</p><p>oportunidades e o manejo dos efeitos adversos (GALANTE, 2015).</p><p>As normas OHSAS 18001:2007 e ABNT NBR ISO 31000:2009 indicam um</p><p>método sistemático para o gerenciamento de riscos, que se inicia com a es-</p><p>colha de um contexto para a sequência: identifi car, analisar, estimar, tratar,</p><p>monitorar e comunicar os riscos associados a alguma atividade, função ou</p><p>processo da organização.</p><p>Nesse sentido, o gerenciamento de riscos passa por quatro etapas princi-</p><p>pais (ABNT, 2009):</p><p>• Identifi cação dos riscos: elaboração de uma lista dos riscos aos quais a</p><p>obra está submetida e realização da sua categorização;</p><p>• Análise dos riscos: riscos são listados qualitativamente ou quantitativa-</p><p>mente, dependendo do método desejado, estabelecendo a probabilidade e o</p><p>impacto de cada um;</p><p>• Resposta aos riscos: são identifi cadas medidas corretivas e preventivas;</p><p>• Monitoramento: riscos são monitorados e a lista inicial é atualizada.</p><p>Na etapa de resposta aos riscos, são defi nidas as medidas mais efi cientes a</p><p>serem tomadas em relação a cada um, conforme sua severidade. Nessa etapa</p><p>são divididas as tomadas de decisão que visam os resultados: elimi-</p><p>nar o risco (fazer o risco desaparecer da lista), mitigar o</p><p>risco (atenuá-lo), transferir o risco (passar a responsabi-</p><p>lidade para outra pessoa ou organização) ou aceitar o</p><p>risco (esperar que ele se concretize para, então, tomar</p><p>alguma atitude) (ABNT, 2009).</p><p>BiológicoBiológicoBiológico</p><p>Micro-organismos (fungos, bactérias, Micro-organismos (fungos, bactérias,</p><p>protozoários, vírus ou parasitas) no qual</p><p>Ergonômico</p><p>Micro-organismos (fungos, bactérias,</p><p>protozoários, vírus ou parasitas) no qual</p><p>os trabalhadores podem ser expostos.</p><p>Ergonômico</p><p>Micro-organismos (fungos, bactérias,</p><p>protozoários, vírus ou parasitas) no qual</p><p>os trabalhadores podem ser expostos.</p><p>Ergonômico</p><p>Micro-organismos (fungos, bactérias,</p><p>protozoários, vírus ou parasitas) no qual</p><p>os trabalhadores podem ser expostos.</p><p>Ergonômico</p><p>Micro-organismos (fungos, bactérias,</p><p>protozoários, vírus ou parasitas) no qual</p><p>os trabalhadores podem ser expostos.</p><p>Micro-organismos (fungos, bactérias,</p><p>protozoários, vírus ou parasitas) no qual</p><p>os trabalhadores podem ser expostos.</p><p>Micro-organismos (fungos, bactérias,</p><p>protozoários, vírus ou parasitas) no qual</p><p>os trabalhadores podem ser expostos.</p><p>São de natureza física</p><p>Micro-organismos (fungos, bactérias,</p><p>protozoários, vírus ou parasitas) no qual</p><p>os trabalhadores podem ser expostos.</p><p>São de natureza física</p><p>Micro-organismos (fungos, bactérias,</p><p>protozoários, vírus ou parasitas) no qual</p><p>os trabalhadores podem ser expostos.</p><p>São de natureza física</p><p>ou psicológica.</p><p>Micro-organismos (fungos, bactérias,</p><p>protozoários, vírus ou parasitas) no qual</p><p>os trabalhadores podem ser expostos.</p><p>São de natureza física</p><p>ou psicológica.</p><p>Micro-organismos (fungos, bactérias,</p><p>protozoários, vírus ou parasitas) no qual</p><p>os trabalhadores podem ser expostos.</p><p>São de natureza física</p><p>ou psicológica.</p><p>protozoários, vírus ou parasitas) no qual</p><p>os trabalhadores podem ser expostos.</p><p>São de natureza física</p><p>ou psicológica.</p><p>Exposição por contato da pele, ingestão</p><p>São de natureza física</p><p>ou psicológica.</p><p>Exposição por contato da pele, ingestão Exposição por contato da pele, ingestão Exposição por contato da pele, ingestão</p><p>ou pela via respiratória.</p><p>Não adaptação ao ambiente de trabalho</p><p>Exposição por contato da pele, ingestão</p><p>ou pela via respiratória.</p><p>Não adaptação ao ambiente de trabalho</p><p>ou por esforço fi siológico, como sobre-</p><p>Exposição por contato da pele, ingestão</p><p>ou pela via respiratória.</p><p>Não adaptação ao ambiente de trabalho</p><p>ou por esforço fi siológico, como sobre-</p><p>carga de peso, postura inadequada,</p><p>jornada excessiva de peso, repetição de</p><p>Exposição por contato da pele, ingestão</p><p>ou pela via respiratória.</p><p>Não adaptação ao ambiente de trabalho</p><p>ou por esforço fi siológico, como sobre-</p><p>carga de peso, postura inadequada,</p><p>jornada excessiva de peso, repetição de</p><p>movimentos ou outros fatores geradores</p><p>Exposição por contato da pele, ingestão</p><p>ou pela via respiratória.</p><p>Não adaptação ao ambiente de trabalho</p><p>ou por esforço fi siológico, como sobre-</p><p>carga de peso, postura inadequada,</p><p>jornada excessiva de peso, repetição de</p><p>movimentos ou outros fatores geradores</p><p>Exposição por contato da pele, ingestão</p><p>ou pela via respiratória.</p><p>Não adaptação ao ambiente de trabalho</p><p>ou por esforço fi siológico, como sobre-</p><p>carga de peso, postura inadequada,</p><p>jornada excessiva de peso, repetição de</p><p>movimentos ou outros fatores geradores</p><p>de estresse mental ou físico.</p><p>Exposição por contato da pele, ingestão</p><p>ou pela via respiratória.</p><p>Não adaptação ao ambiente de trabalho</p><p>ou por esforço fi siológico, como sobre-</p><p>carga de peso, postura inadequada,</p><p>jornada excessiva de peso, repetição de</p><p>movimentos ou outros fatores geradores</p><p>de estresse mental ou físico.</p><p>Exposição por contato da pele, ingestão</p><p>Não adaptação ao ambiente de trabalho</p><p>ou por esforço fi siológico, como sobre-</p><p>carga de peso, postura inadequada,</p><p>jornada excessiva de peso, repetição de</p><p>movimentos ou outros fatores geradores</p><p>de estresse mental ou físico.</p><p>Exposição por contato da pele, ingestão</p><p>Não adaptação ao ambiente de trabalho</p><p>ou por esforço fi siológico, como sobre-</p><p>carga de peso, postura inadequada,</p><p>jornada excessiva de peso, repetição de</p><p>movimentos ou outros fatores geradores</p><p>de estresse mental ou físico.</p><p>Não adaptação ao ambiente de trabalho</p><p>ou por esforço fi siológico, como sobre-</p><p>carga de peso, postura inadequada,</p><p>jornada excessiva de peso, repetição de</p><p>movimentos ou outros fatores geradores</p><p>de estresse mental ou físico.</p><p>Não adaptação ao ambiente de trabalho</p><p>ou por esforço fi siológico, como sobre-</p><p>carga de peso, postura inadequada,</p><p>jornada excessiva de peso, repetição de</p><p>movimentos ou outros fatores geradores</p><p>de estresse mental ou físico.</p><p>Não adaptação ao ambiente de trabalho</p><p>ou por esforço fi siológico, como sobre-</p><p>carga de peso, postura inadequada,</p><p>jornada excessiva</p><p>de peso, repetição de</p><p>movimentos ou outros fatores geradores</p><p>de estresse mental ou físico.</p><p>jornada excessiva de peso, repetição de</p><p>movimentos ou outros fatores geradores</p><p>de estresse mental ou físico.</p><p>jornada excessiva de peso, repetição de</p><p>movimentos ou outros fatores geradores movimentos ou outros fatores geradores</p><p>GESTÃO DE OBRA 78</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 78 19/02/2021 17:35:53</p><p>Higiene do trabalho</p><p>A higiene do trabalho consiste em uma área específi ca da segurança do</p><p>trabalho que objetiva o reconhecimento, a avaliação e o controle de fatores</p><p>de riscos ocupacionais, prevenindo ou reduzindo a ocorrência de enfermi-</p><p>dades nos trabalhadores.</p><p>Como apresenta caráter prevencionista, aplica princípios administrati-</p><p>vos, de engenharia e de medicina do trabalho no controle e prevenção das</p><p>doenças ocupacionais, acidentes, incidentes etc. (BENITE, 2004).</p><p>A NBR 14280/2001 (ABNT, 2001) defi ne acidente como uma ocorrência</p><p>imprevista e indesejável, instantânea ou não, relacionada com a atividade</p><p>de trabalho, que provoca lesão pessoal ou gera risco próximo ou remoto</p><p>dessa lesão. Para Benite (2004), o conceito de incidente é relatado como um</p><p>evento que não resulta em morte, ferimentos e danos materiais.</p><p>Em relação à construção civil, a organização do canteiro de obras é pri-</p><p>mordial para a garantia da segurança dos trabalhadores. A sinalização das</p><p>áreas de risco deve ser apropriada, de forma a permitir que os empregados</p><p>tenham noção dos cuidados que devem ser tomados (STEFANO, 2008). Ain-</p><p>da, segundo o autor, muitos são os riscos à saúde dos trabalhadores que po-</p><p>dem ser verifi cados em um canteiro de obras, como, por exemplo: esforços</p><p>físicos intensos, repetições posturais, exposição à poeira; insolação, contato</p><p>com produtos químicos e exposição a ruídos.</p><p>A prevenção de acidentes e das doenças ocupacionais relacionadas com</p><p>as atividades em canteiros de obras não é limitada apenas à execução do</p><p>serviço. Nesse sentido, as áreas de vivência precisam estar limpas, arejadas,</p><p>com conforto térmico e acústico adequados e com dimensões satisfatórias,</p><p>permitindo o uso sem prejudicar a saúde física e mental dos trabalhadores</p><p>(STEFANO, 2008).</p><p>As áreas denominadas de vivência, presentes no canteiro de obras, pre-</p><p>cisam ser projetadas e executadas, garantindo a segurança e saúde física</p><p>dos trabalhadores da obra. Desta forma, as áreas de vivência consistem nos</p><p>locais necessários para alimentação, repouso, lazer e necessidades de lim-</p><p>peza dos trabalhadores (CÂMARA BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRU-</p><p>ÇÃO, 2015).</p><p>GESTÃO DE OBRA 79</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 79 19/02/2021 17:35:53</p><p>No Quadro 4 são apresentadas as características exigidas para os princi-</p><p>pais tipos de áreas de vivência.</p><p>Área de</p><p>vivência Descrição</p><p>Alojamento</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>e conservado.</p><p>Ambulatório É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>na obra.</p><p>Área de lazer Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>próprio refeitório.</p><p>Cozinha</p><p>(preparo de</p><p>refeições)</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>facilitar a limpeza.</p><p>Instalações</p><p>móveis</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Instalações</p><p>sanitárias</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Lavanderia</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>Refeitório</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Vestiário</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>QUADRO 4. CARACTERÍSTICAS DAS ÁREAS DE VIVÊNCIA</p><p>Fonte: CÂMARA BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO; SECONCI-MG, 2015. (Adaptado).</p><p>Conforme verifi cado no Quadro 4, as áreas de vivência no canteiro de</p><p>obras precisam conter instalações hidráulicas e elétricas funcionando adequa-</p><p>AlojamentoAlojamentoAlojamentoAlojamento</p><p>Ambulatório</p><p>Alojamento</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>Ambulatório</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>Ambulatório</p><p>Área de lazer</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>Ambulatório</p><p>Área de lazer</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>Ambulatório</p><p>Área de lazer</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Área de lazer</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Área de lazer</p><p>Cozinha</p><p>(preparo de</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação</p><p>para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>Cozinha</p><p>(preparo de</p><p>refeições)</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>Cozinha</p><p>(preparo de</p><p>refeições)</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>(preparo de</p><p>refeições)</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>Instalações</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>Instalações</p><p>móveis</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>Instalações</p><p>móveis</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>e conservado.</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>Instalações</p><p>móveis</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>e conservado.</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>e conservado.</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>e conservado.</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>na obra.</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>próprio refeitório.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>na obra.</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>próprio refeitório.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8</p><p>106</p><p>Orçamento da obra ....................................................................................................... 108</p><p>Fontes de composição de custos unitários: bases orçamentárias ...................... 112</p><p>Cronograma físico-financeiro de construção ............................................................... 116</p><p>Cronograma físico-financeiro ..................................................................................... 117</p><p>Matriz de controles financeiros .................................................................................. 124</p><p>Sintetizando ......................................................................................................................... 127</p><p>Referências bibliográficas ............................................................................................... 128</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 7 19/02/2021 17:46:19</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 8 19/02/2021 17:46:19</p><p>Olá aluno(as)!</p><p>Nesta disciplina, você terá a oportunidade de obter uma visão geral de uma</p><p>área que é de extrema importância na construção civil. Isso posto, pela óptica</p><p>do planejamento de obras, de custos, da segurança e da gestão, conhecerá o</p><p>passo a passo para que uma construção seja bem-sucedida.</p><p>Os projetos e obras, muitas vezes com um grau elevado de complexidade,</p><p>exigem profi ssionais preparados para tomar ações preventivas e corretivas, de</p><p>maneira consciente e embasados em conhecimentos técnicos consistentes.</p><p>O material elaborado aborda, de maneira prática e clara, os principais con-</p><p>ceitos e ferramentas necessários para planejar, programar, controlar e, se ne-</p><p>cessário, reprogramar, além de outros tópicos interligados ao tema e relevan-</p><p>tes para sua formação.</p><p>Bons estudos!</p><p>GESTÃO DE OBRA 9</p><p>Apresentação</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 9 19/02/2021 17:46:19</p><p>Dedico este trabalho àqueles que amo muito e que preenchem os meus</p><p>dias de cor, luz e calor: meu marido, Renato; meus fi lhos, Rafael e Pedro; e</p><p>minha mãe, Zilda.</p><p>A professora Priscila Maria Santiago Pe-</p><p>reira é mestra em Engenharia de Constru-</p><p>ção Civil e Urbana pela Escola Politécnica da</p><p>USP (2001) e especialista em Gerenciamen-</p><p>to de Operações em Construção Civil e em</p><p>Gerenciamento da Empresa de Construção</p><p>Civil pela FDTE/USP (1994). Graduada em</p><p>Engenharia Civil pela Faculdade de Enge-</p><p>nharia Civil de Itajubá (FECI, 1985), atua nos</p><p>seguintes temas: gerenciamento de em-</p><p>preendimentos habitacionais, verticalização</p><p>de favelas, planejamento urbano, melhora-</p><p>mento em hidrovias, gestão de resíduos e</p><p>infraestrutura urbana.</p><p>Currículo Lattes:</p><p>http://lattes.cnpq.br/6303712299147774</p><p>GESTÃO DE OBRA 10</p><p>A autora</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 10 19/02/2021 17:46:20</p><p>A todos aqueles que não se contentam com o século presente, mas buscam</p><p>a transformação pela renovação da mente, ansiando pelo entendimento da</p><p>boa, agradável e perfeita vontade divina.</p><p>O professor Hudson Goto é mestre pelo</p><p>programa de pós-graduação em Engenharia</p><p>de Construção Civil da Universidade Federal</p><p>do Paraná (UFPR) (2017), especialista em</p><p>Patologia das Construções pela Universida-</p><p>de Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)</p><p>(2014) e possui MBA em Gerenciamento</p><p>de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas</p><p>(FGV) (2012). Graduado em Engenharia Ci-</p><p>vil pela Universidade Estadual de Maringá</p><p>(UEM) (2005). Atua como engenheiro civil</p><p>de manutenção de usinas hidrelétricas, com</p><p>enfoque em segurança, manutenção e ins-</p><p>peções de barragens. Possui experiência em</p><p>elaboração de orçamentos e acompanha-</p><p>mento de obras de pequeno e médio porte,</p><p>com gerenciamento de mão de obra própria</p><p>e terceirizada, elaboração de cronogramas</p><p>físicos e negociação com fornecedores.</p><p>Currículo Lattes:</p><p>http://lattes.cnpq.br/6402604111910324</p><p>O autor</p><p>GESTÃO DE OBRA 11</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 11 19/02/2021 17:46:20</p><p>Dedico a todos os queridos alunos e a quem acredita na educação e na</p><p>ciência como agentes de transformação social.</p><p>A professora Rafaela Franqueto é doutora</p><p>em Engenharia Ambiental (2020) pela Uni-</p><p>versidade Regional de Blumenau, mestra</p><p>em Engenharia Sanitária e Ambiental pela</p><p>Universidade Estadual do Centro-Oeste</p><p>(2016) e graduada em Engenharia Ambiental</p><p>pela Universidade Estadual do Centro-Oes-</p><p>te (2014). É técnica em Análises Clínicas pelo</p><p>Senac (2010).</p><p>Currículo Lattes:</p><p>http://lattes.cnpq.br/7039997629117176</p><p>A autora</p><p>GESTÃO DE OBRA 12</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 12 19/02/2021 17:46:21</p><p>PLANEJAMENTO</p><p>FÍSICO E FINANCEIRO</p><p>NA CONSTRUÇÃO</p><p>1</p><p>UNIDADE</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 13 19/02/2021 17:46:35</p><p>Objetivos da unidade</p><p>Tópicos de estudo</p><p>Identificar a importância do planejamento físico e financeiro para a gestão de</p><p>obras;</p><p>Reconhecer as ferramentas e técnicas utilizadas no planejamento e</p><p>programação física e financeira de obras;</p><p>Elaborar e interpretar elementos como gráfico de Gantt, rede CPM e as</p><p>curvas S e ABC.</p><p>Planejamento físico</p><p>EAP</p><p>Método do caminho crítico</p><p>(Critical Path Method – CPM)</p><p>Cronograma</p><p>Histograma de recursos</p><p>Curva S (para estimativa do</p><p>progresso)</p><p>Planejamento financeiro de</p><p>execução de obras</p><p>Cronograma financeiro</p><p>Curva S: estimativa de custo</p><p>Curva ABC</p><p>GESTÃO DE OBRA 14</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 14 19/02/2021 17:46:36</p><p>Planejamento físico</p><p>Fazemos uso de planejamento em</p><p>muitas atividades diárias e, muitas</p><p>vezes, nem nos damos conta disso.</p><p>A decisão sobre qual caminho esco-</p><p>lheremos para chegar ao trabalho</p><p>ou à faculdade ou, ainda, como nos</p><p>organizaremos no fi nal de semana</p><p>são fatores que nos levam a planejar</p><p>nossas atividades.</p><p>Assim, planejar signifi ca escolher a forma como iremos atingir determina-</p><p>do objetivo, de que maneira chegaremos a ele: em quanto tempo, quais recur-</p><p>sos serão utilizados e quanto isso custará. Para que esse planejamento seja efi -</p><p>ciente, é fundamental a obtenção do maior número possível de informações – e</p><p>que o planejado seja controlado, a fi m de que falhas ou problemas que venham</p><p>a ocorrer sejam identifi cados o mais breve possível e corrigidos.</p><p>Planejamento, segundo Formoso (1991 apud Bernardes, 2001, p. 17), pode</p><p>ser defi nido como “o processo de tomada de decisão que envolve o estabe-</p><p>lecimento de metas e dos procedimentos necessários para atingi-las, sendo</p><p>efetivo quando seguido de um controle”.</p><p>Na gestão de obras, o planejamento tem função extremamente importan-</p><p>te. Um bom planejamento e controle podem ser a diferença entre o sucesso ou</p><p>o fracasso do empreendimento. Gerenciar uma obra é fazer com que as coisas</p><p>aconteçam por meio de terceiros, e implica acompanhar a execução técnica,</p><p>controlar o cumprimento do cronograma, o planejamento fi nanceiro e todas as</p><p>pessoas envolvidas direta e indiretamente.</p><p>Durante a execução da obra, é muito comum que alguns imprevistos ocor-</p><p>ram – e certamente eles irão! É preciso, no entanto, estar atento para agir rapi-</p><p>damente e fazer as alterações necessárias, razão pela qual o controle na obra</p><p>é indispensável. É importante destacar que o planejamento de uma obra ou</p><p>de qualquer outro projeto envolve a participação de diversas áreas da empre-</p><p>sa, como, por exemplo, a área de projetos, de obras, orçamento, suprimentos,</p><p>meio ambiente, e os departamentos fi nanceiro e jurídico.</p><p>GESTÃO DE OBRA 15</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 15 19/02/2021 17:46:37</p><p>Mobile User</p><p>Se essa participação não ocorrer desde o início, o planejamento será</p><p>ineficiente e, certamente, vários problemas que poderiam ter sido pre-</p><p>vistos poderão ocorrer durante a obra, acarretando atraso e desperdício</p><p>de recursos, isso se não resultarem em algo ainda mais grave. Imagine</p><p>que as obras estão prestes a serem iniciadas e, somente nesse momento,</p><p>você é informado da necessidade de uma licença ambiental que não foi</p><p>providenciada porque a área ambiental não participou da elaboração do</p><p>planejamento?</p><p>Como, porém, realizar um bom planejamento de obra? A definição deta-</p><p>lhada, clara e objetiva do escopo da</p><p>m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>na obra.</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>próprio refeitório.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>próprio refeitório.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>próprio refeitório.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>próprio refeitório.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>facilitar a limpeza.</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>facilitar a limpeza.</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>Não deve ser localizado em subsolos e deve ser construído com pé-direito de</p><p>2,5 m (para camas simples) e 3,0 m (para camas duplas). Deve possuir ilumi-</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>facilitar a limpeza.</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis</p><p>são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>nação natural e/ou artifi cial e ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>facilitar a limpeza.</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>do piso. O alojamento deve possuir área mínima de 3 m e ser mantido limpo</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>facilitar a limpeza.</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>facilitar a limpeza.</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>É necessário quando a frente de trabalho possuir 50 trabalhadores ou mais</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>Ambiente de recreação para os trabalhadores que pode ser utilizado com o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e conter pisos</p><p>laváveis e material resistente ao fogo. Deve conter pé-direito de 2,8 m e ser</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>mantida limpa e conservada, e a área de ventilação e iluminação ser natural</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de materiais para</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>e/ou artifi cial. Muito importante que a cozinha não esteja localizada em sub-</p><p>solos ou porões. Mesas e tampos devem ser constituídos de</p><p>materiais para</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>A área de ventilação precisa ser natural (equivalente a 15% da área total do</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>piso) e deve garantir os requisitos de conforto térmico e de higiene, bem</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>como proteção contra choques elétricos. A altura do pé-direito deve ser, no</p><p>mínimo, de 2,4 m. Um exemplo de instalações móveis são os contêineres.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>Instalações Instalações</p><p>sanitárias</p><p>Instalações</p><p>sanitárias</p><p>Instalações</p><p>sanitárias</p><p>Lavanderia</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>Lavanderia</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>Lavanderia</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>Lavanderia</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Refeitório</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>Refeitório</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>Refeitório</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>Refeitório</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>Vestiário</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>Vestiário</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Vestiário</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis.</p><p>O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem</p><p>ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>Mantidas em perfeito estado de conservação e higiene, de modo a garantir o</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>resguardo conveniente (devem ser independentes para homens e mulheres,</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>terceirizada para executar a limpeza das roupas.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>com pé-direito mínimo de 2,5 m). Precisam ser isoladas das áreas de alimenta-</p><p>ção. As paredes e os pisos devem ser construídos com materiais laváveis.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi</p><p>ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>Composta por tanques individuais em número sufi ciente para atender o</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>número de funcionários. A empresa tem a opção de contratar uma empresa</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>As paredes precisam garantir o isolamento durante as refeições e o pé-direito</p><p>deve possuir 2,8 m e ser mantido limpo e conservado. Os pisos devem ser de</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>materiais laváveis. O refeitório não pode estar localizado em porões ou subsolos</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>e precisa ter a capacidade de atender todos os trabalhadores durante o horário</p><p>das refeições. A ventilação e iluminação precisam ser natural e/ou artifi cial.</p><p>Tanto as mesas e tampos devem ser constituídos de materiais laváveis.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>Localizado próximo ao alojamento ou à entrada da obra, mas não pode ter</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>do piso. O vestiário deve ser mantido limpo e conservado.</p><p>acesso às áreas de refeições, construído com pé-direito de 2,5 m e ser dotado</p><p>de armários individuais, com respectivos cadeados. A iluminação precisa ser</p><p>natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área natural e/ou artifi cial e possuir ventilação natural equivalente a 10% da área</p><p>GESTÃO DE OBRA 80</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 80 19/02/2021 17:35:56</p><p>damente e que sejam devidamente projetadas para não oferecer riscos aos</p><p>trabalhadores.</p><p>As instalações sanitárias precisam ser projetadas para permitir a evacuação</p><p>dos resíduos sem oferecer riscos de contaminação para os trabalhadores. Com</p><p>relação ao dimensionamento dos vestiários, a Seconci-MG (2015) relata que é</p><p>necessário:</p><p>• Um vaso sanitário a cada 20 trabalhadores;</p><p>• Um chuveiro elétrico a cada 20 trabalhadores;</p><p>• Um mictório a cada 20 trabalhadores.</p><p>As instalações sanitárias precisam ainda estar dotadas de lavatórios e su-</p><p>pridas com produtos destinados à higiene pessoal (papel higiênico, sabonete</p><p>líquido inodoro antisséptico ou sabonete líquido inodoro e produto antissépti-</p><p>co, além de toalhas de papel ou outro sistema higiênico e seguro para secagem</p><p>das mãos) (BRASIL,</p><p>2004).</p><p>Figura 1. Ambiente para higienização das mãos</p><p>GESTÃO DE OBRA 81</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 81 19/02/2021 17:35:56</p><p>As áreas de vivência ainda devem possuir projeto de proteção contra incên-</p><p>dios, com extintores em número e tipo sufi cientes, bem como as sinalizações</p><p>de saídas e rotas de fugas.</p><p>Qualidade de vida no trabalho</p><p>A qualidade de vida no trabalho se refere ao conjunto de medidas que</p><p>satisfazem as necessidades dos trabalhadores paralelamente aos interes-</p><p>ses dos empregadores (CHIAVENATO, 2014). No setor da Engenharia Civil, a</p><p>qualidade de vida busca agregar benefícios, como aumento da produtivida-</p><p>de, satisfação pessoal dos colaboradores, melhor avaliação da empresa por</p><p>clientes e funcionários e redução de processos jurídicos trabalhistas movi-</p><p>dos contra a empresa, dentre outros.</p><p>A qualidade de vida no trabalho está relacionada ao tratamento despen-</p><p>dido aos funcionários pelo empregador. Desta forma, para buscar propor-</p><p>cionar a qualidade de vida e segurança aos trabalhadores, duas medidas</p><p>se destacam: fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPI)</p><p>ou coletiva (EPC) aos trabalhadores e a utilização de práticas ergonômicas</p><p>durante as atividades executadas.</p><p>Os equipamentos de proteção coletiva (EPCs) consistem em dispositi-</p><p>vos que objetivam a garantia da proteção para os trabalhadores. Os EPCs</p><p>não se limitam apenas a equipamentos específi cos, mas também a medi-</p><p>das simples de prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, como, por</p><p>exemplo: ventilação do local, condicionadores de ar, pisos com materiais an-</p><p>tiderrapantes, corrimãos e extintores de incêndio, exaustores em estacio-</p><p>namentos fechados, placas de sinalização indicando saídas de emergência</p><p>etc. (SECONCI-MG, 2015).</p><p>Os principais equipamentos de proteção coletiva utilizados na constru-</p><p>ção civil são apresentados no Quadro 5.</p><p>EPC Descrição</p><p>Corrimãos Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.</p><p>QUADRO 5. PRINCIPAIS EPCS NO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL</p><p>CorrimãosCorrimãosCorrimãosCorrimãos Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.Instalados nas escadas e passarelas em que existe risco de queda.</p><p>GESTÃO DE OBRA 82</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 82 19/02/2021 17:35:56</p><p>Plataformas</p><p>ou bandejas</p><p>de proteção</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>inclinado a 45°.</p><p>Proteção con-</p><p>tra incêndio</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>que sejam fáceis de acessar quando necessário.</p><p>Sistemas de</p><p>guarda-corpo</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Tampos pro-</p><p>visórios</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>debaixo dutos).</p><p>Tapumes ou</p><p>galerias</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>de materiais.</p><p>Telas de</p><p>proteção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>objeto.</p><p>Fonte: SECONCI-MG, 2015; BRASIL, 1978. (Adaptado).</p><p>Para construções com mais de dois pavimentos, é obrigatória a existência</p><p>de galerias sobre o passeio com altura interna livre de, no mínimo, três me-</p><p>tros. Devido à existência do risco de queda de materiais nas edifi cações vizi-</p><p>nhas, elas devem ser protegidas (SECONCI-MG, 2015).</p><p>No que tange ao combate a incêndios, o uso de extintores é essencial</p><p>para a segurança dos trabalhadores. Antes de conhecermos os tipos de ex-</p><p>tintores, precisamos conhecer as classes de incêndios, que são divididos em</p><p>quatro:</p><p>• Classe A – combustíveis sólidos: madeira, papel, plástico, borracha;</p><p>• Classe B – combustíveis líquidos: álcool, gasolina;</p><p>• Classe C – equipamentos energizados;</p><p>• Classe D – metais pirofóricos: metais combustíveis, como magnésio,</p><p>alumínio, sódio, lítio e potássio (BRENTANO, 2011).</p><p>Brentano (2011) destaca que o incêndio classe D tem uma característica</p><p>que inspira bastante cuidado: a impossibilidade de se utilizar água como</p><p>agente extintor (ou como parte dele). Esse cuidado se deve ao fato de que</p><p>muitos dos componentes dessa classe queimam de forma violenta, com ele-</p><p>Plataformas</p><p>ou bandejas</p><p>Plataformas</p><p>ou bandejas</p><p>de proteção</p><p>Plataformas</p><p>ou bandejas</p><p>de proteção</p><p>Plataformas</p><p>ou bandejas</p><p>de proteção</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>ou bandejas</p><p>de proteção</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que</p><p>caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>inclinado a 45°.</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>inclinado a 45°.</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>inclinado a 45°.</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>inclinado a 45°.</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>inclinado a 45°.</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham</p><p>próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>Construídas ao redor de edifícios com mais de quatro pavimentos, buscando</p><p>a proteção das pessoas que caminham próximas à obra contra a queda de</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>materiais e ferramentas. A plataforma principal precisa ter 2,5 m de projeção</p><p>horizontal com complemento de 0,8 m inclinado a 45° e deve ser instalada</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>no nível do primeiro pavimento acima do andar térreo. Plataformas secundá-</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>rias precisam ser instaladas a cada três pavimentos, a contar da plataforma</p><p>principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m principal, e possuir 1,4 m de projeção horizontal com complemento de 0,8 m</p><p>Proteção con-Proteção con-</p><p>tra incêndio</p><p>Proteção con-</p><p>tra incêndio</p><p>Proteção con-</p><p>tra incêndio</p><p>Sistemas de</p><p>guarda-corpo</p><p>Proteção con-</p><p>tra incêndio</p><p>Sistemas de</p><p>guarda-corpo</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>Sistemas de</p><p>guarda-corpo</p><p>Tampos pro-</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>Sistemas de</p><p>guarda-corpo</p><p>Tampos pro-</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>guarda-corpo</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>Tampos pro-</p><p>visórios</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>Tampos pro-</p><p>visórios</p><p>Tapumes ou</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>Tampos pro-</p><p>visórios</p><p>Tapumes ou</p><p>galerias</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>que sejam fáceis de acessar quando necessário.</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Tapumes ou</p><p>galerias</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>que sejam fáceis de acessar quando necessário.</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Tapumes ou</p><p>galerias</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>que sejam fáceis de acessar quando necessário.</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Telas de</p><p>proteção</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>que sejam fáceis de acessar quando necessário.</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>Telas de</p><p>proteção</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>que sejam fáceis de acessar quando necessário.</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Telas de</p><p>proteção</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>que sejam fáceis de acessar quando necessário.</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>proteção</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>que sejam fáceis de acessar quando necessário.</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno.</p><p>Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>que sejam fáceis de acessar quando necessário.</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>que sejam fáceis de acessar quando necessário.</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>que sejam fáceis de acessar quando necessário.</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>que sejam fáceis de acessar quando necessário.</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>debaixo dutos).</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>que sejam fáceis de acessar quando necessário.</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>debaixo dutos).</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>que sejam fáceis de acessar quando necessário.</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>debaixo dutos).</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>que sejam fáceis de acessar quando necessário.</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>debaixo dutos).</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>debaixo dutos).</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>de materiais.</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo</p><p>obra pode ser considerada o primeiro</p><p>passo para um bom planejamento. Definido o objetivo a ser atingido, inicia-se</p><p>a definição de “como” a obra será feita. Nessa fase, já com o conhecimento</p><p>das características da obra, estabelece-se a estratégia a ser implementada</p><p>para sua execução.</p><p>EXPLICANDO</p><p>Escopo pode ser entendido como “o que” vai ser feito. Há, em gestão de</p><p>projetos, várias definições para esse termo. Segundo Carvalho e Rabechi-</p><p>ni Jr. (2011, n.p.), “escopo, na verdade, refere-se ao trabalho a ser realiza-</p><p>do no âmbito do projeto”. Pode haver necessidade de alteração do escopo</p><p>durante o andamento da obra; por exemplo, na implantação de um projeto</p><p>de urbanização, verifica-se que há uma adutora no local que interferirá</p><p>no andamento da obra. Nesse caso, o planejamento precisa ser alterado</p><p>(reprogramado), considerando as alterações necessárias.</p><p>A definição e o detalhamento das estratégias que serão adotadas na obra,</p><p>como tecnologias que serão utilizadas, os materiais, os equipamentos, entre ou-</p><p>tros, possibilitam um maior conhecimento de todo o processo, tornando-o mais</p><p>eficiente. Nessa etapa de elaboração do planejamento físico de uma obra, é ne-</p><p>cessário o uso de algumas técnicas que auxiliarão tanto no planejamento quanto</p><p>no controle do que será realizado. Algumas delas são:</p><p>• EAP;</p><p>• Método do caminho crítico (Critical Path Method – CPM);</p><p>• Cronograma;</p><p>• Histograma de recursos;</p><p>• Curva S.</p><p>GESTÃO DE OBRA 16</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 16 19/02/2021 17:46:37</p><p>Mobile User</p><p>EAP</p><p>Segundo Carvalho e Rabechini Jr. (2011, p. 89), a estrutura analítica do projeto</p><p>(EAP), ou Work Breakdown Structure (WBS), “é a representação do processo de</p><p>desagregação (para baixo) e integração (para cima) do trabalho do projeto que</p><p>vai ajudar o gerente de projetos na execução e controle das atividades do proje-</p><p>to”. Esclarecendo: projeto, aqui, deve ser entendido como o empreendimento, a</p><p>obra. Afi nal, toda obra é um projeto único e com datas de início e término defi ni-</p><p>das, o que confi gura-se como as principais características de um projeto.</p><p>A identifi cação das atividades necessárias para a execução e conclusão da</p><p>obra é um trabalho muito importante e é a primeira etapa para a elaboração</p><p>do planejamento de obra. Não é, porém, uma prática simples. Mesmo gerentes</p><p>com grande experiência, dependendo do tipo de projeto ou obra, encontram di-</p><p>fi culdades em sua elaboração. Informações de campo, opiniões de profi ssionais</p><p>especializados, conhecimentos técnicos e obras similares podem contribuir para</p><p>defi nição dessas atividades e elaboração da EAP.</p><p>Desta maneira, a estrutura analítica do projeto (EAP) consiste em uma listagem</p><p>de todas as atividades a serem executadas em ordem hierárquica e auxilia na mon-</p><p>tagem dos cronogramas e no controle das atividades de obra. As atividades são de-</p><p>compostas em componentes menores até chegarem em pacotes de trabalho, nos</p><p>quais é possível fazer uma previsão mais confi ável de data e custo. Uma das van-</p><p>tagens da EAP é possibilitar uma melhor estimativa da duração, recursos e custo</p><p>da obra. Ademais, ela deve detalhar todo o trabalho necessário para execução do</p><p>escopo e, dependendo da complexidade da obra, poderá ter diversos níveis.</p><p>A Figura 1 representa uma EAP para a construção de uma casa. Observe que</p><p>haveria possibilidade de colocar níveis mais baixos em alguns serviços dessa EAP,</p><p>como no caso do revestimento. Esse serviço poderia ser “revestimento interno”</p><p>e “revestimento externo”, por exemplo. O mais importante a ser considerado na</p><p>elaboração da EAP é que seu uso possibilita a visão de todo o escopo da obra</p><p>e, dessa maneira, torna-se fácil identifi car quais os responsáveis por cada etapa.</p><p>ASSISTA</p><p>Assista ao vídeo disponibilizado no canal Mario H. Trentim</p><p>- Gestão & Projetos, que discorre sobre gerenciamento do</p><p>escopo e estrutura analítica de um projeto.</p><p>GESTÃO DE OBRA 17</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 17 19/02/2021 17:46:38</p><p>Mobile User</p><p>CASA</p><p>Serviços</p><p>preliminares</p><p>Limpeza do</p><p>terreno Alvenaria Água Estrutura</p><p>do telhado LimpezaSapata</p><p>Instalação</p><p>do canteiro</p><p>de obras</p><p>Revestimento Esgoto Telhado</p><p>Locação</p><p>da obra Esquadrias Elétrica</p><p>Telefonia</p><p>Fundação Vedações e</p><p>divisórias Instalações Cobertura Serviços</p><p>complementares</p><p>Figura 1. EAP de uma casa.</p><p>A EAP pode também ser representada por meio de tabelas. O Quadro 1 a</p><p>seguir mostra uma EAP em forma de tabela.</p><p>CASA</p><p>01. Serviços</p><p>preliminares</p><p>01.01. Limpeza</p><p>01.02. Água/Luz</p><p>01.03. Canteiro</p><p>02. Projeto</p><p>02.01. Planta</p><p>02.01.01. Arquitetura</p><p>02.01.02. Elétrica</p><p>02.01.03. Hidráulica</p><p>02.01.04. Estrutural</p><p>02.02. Aprovações 02.02.01. Plantas</p><p>02.02.02. Alvarás</p><p>03. Construção</p><p>03.01. Fundação</p><p>03.02. Estrutura</p><p>03.03. Telhado</p><p>03.04. Esquadrias</p><p>03.05. Alvenaria</p><p>04. Sistemas 04.01. Água</p><p>04.02. Elétrica</p><p>05. Acabamento</p><p>05.01. Pintura 05.01.01. Interna</p><p>05.01.02. Externa</p><p>05.02. Revestimentos</p><p>05.02.01. Banheiros</p><p>05.02.02. Cozinha</p><p>05.02.03. Quartos</p><p>05.02.04. Outros</p><p>05.03. Vidros</p><p>05.04. Armários</p><p>QUADRO 1. EAP EM FORMA DE TABELA</p><p>GESTÃO DE OBRA 18</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 18 19/02/2021 17:46:38</p><p>CASA</p><p>06. Serviços</p><p>complementares</p><p>06.01. Limpeza</p><p>06.02. Jardinagem</p><p>07. Gerência</p><p>07.01. Plano</p><p>07.02. Acompanhamento</p><p>07.03. Entrega/Encerramento</p><p>Fonte: CARVALHO; RABECHINI JR., 2011, n.p. (Adaptado).</p><p>Método do caminho crítico (Critical Path Method – CPM)</p><p>Diagrama de rede, ou Critical Path Method (CPM), é a representação gráfi ca</p><p>de um programa/projeto ou, no caso em estudo, uma obra. É uma ferramenta</p><p>muito utilizada no setor de construção e apresenta a sequência lógica de um</p><p>planejamento com as interdependências das atividades.</p><p>Aqui, faz-se a representação da rede conectando-se todas as atividades.</p><p>Para isso, é necessário caracterizar as interligações entre as atividades, ou seja,</p><p>as relações de dependência entre elas e a sequência de execução, defi nindo</p><p>qual atividade será executada primeiro (predecessora). As atividades podem</p><p>ser representada por círculos que simbolizam a transição entre as atividades e</p><p>por setas, que são as atividades a serem executadas.</p><p>Outra forma é representar as atividades em nós. Neste caso, os nós são</p><p>caixas e as fl echas são as relações de precedência, sendo essa a maneira mais</p><p>usual de apresentação do CPM. Imagine, por exemplo, que, na obra de uma</p><p>casa, você tenha a atividade “revestimento” e “pintura da parede interna da</p><p>parede” para ser executada. A sequência das atividades seria:</p><p>Execução do chapisco → Emboço → Reboco → Pintura</p><p>As relações de precedência podem ser de vários tipos, conforme afi rmar</p><p>Carvalho e Rabechini Jr. (2011):</p><p>• Término/início: o início do trabalho da atividade sucessora depende do</p><p>término da predecessora;</p><p>• Término/término: o término do trabalho da atividade sucessora</p><p>depende do término do trabalho da predecessora;</p><p>• Início/início: o início do trabalho da atividade su-</p><p>cessora depende do início da predecessora;</p><p>• Início/término: o término do trabalho da ati-</p><p>vidade sucessora depende do início do trabalho da</p><p>predecessora.</p><p>GESTÃO DE OBRA 19</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 19 19/02/2021 17:46:39</p><p>Mobile User</p><p>Para a elaboração da rede, é necessário conhecer bem as durações das ativi-</p><p>dades e atribuir estimativas de tempo e recursos para cada uma delas. A dura-</p><p>ção das atividades, que pode ser em horas, dias, semanas, meses, entre outros,</p><p>está diretamente ligada à quantidade de recursos disponíveis, à quantidade de</p><p>serviços que serão realizados e à produtividade (ADOMA; MAZUTTI, 2019). Lem-</p><p>bre-se também de que a definição do processo construtivo ou do material esco-</p><p>lhido para a realização das atividades terá impacto direto na duração.</p><p>A escolha do material a ser utilizado na estrutura (concreto usinado ou</p><p>concreto produzido na obra com betoneira) vai alterar a duração da atividade</p><p>“concretagem da estrutura”. No caso de obras de manutenção em pontes e</p><p>viadutos, a interferência do trânsito local também vai ter impacto na duração</p><p>a queda de</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>de materiais.</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>de materiais.</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>Mantenha desimpedidos os extintores de incêndio existentes no canteiro para</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>de materiais.</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>São estruturas rígidas (travessa superior com 1,2 m de altura, uma travessa</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>objeto.</p><p>intermediária de 0,7 m de altura e um rodapé de 0,2 m de altura) revestidas</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>objeto.</p><p>por uma tela. São instaladas na periferia dos pavimentos, escadas, aberturas</p><p>e andaimes, com o objetivo de impedir a queda de materiais ou pessoas.</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>Colocados nas aberturas de piso (poços de elevadores e nas passar para linha</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>Construídos (em concreto ou alvenaria) e fi xados de forma resistente, com</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>altura mínima de 2,20 m em relação ao nível do terreno. Impedem o acesso de</p><p>pessoas alheias às atividades da obra e protegem os transeuntes da projeção</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>Se estendem da plataforma principal até a secundária mais alta, também ins-</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>taladas na torre do guincho de carga, no elevador</p><p>de pessoal, nos andaimes</p><p>fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de fachadeiros (em altura superior a 2 m) e nas fachadas, impedindo a queda de</p><p>GESTÃO DE OBRA 83</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 83 19/02/2021 17:35:57</p><p>vada produção de luz e calor e, desta forma, o fogo originado desta queima</p><p>exige pós especiais para sua extinção, que atuarão por abafamento e que-</p><p>bra da reação em cadeia.</p><p>Quando falamos em extintores, o uso deve ser apropriado para a classe</p><p>de incêndio, podendo existir extintores de água pressurizada, de pó quími-</p><p>co seco (PQS), gás carbônico e espuma mecânica.</p><p>Brentano (2011) reporta os tipos de extintores utilizados em incêndios,</p><p>conforme o Quadro 6.</p><p>Agente extintor Especifi cações</p><p>Extintor de água</p><p>pressurizada</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Extintor de pó</p><p>químico seco (PQS)</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Extintor de gás</p><p>carbônico</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Extintor de</p><p>espuma mecânica</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>QUADRO 6. CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS REFERENTE AO TIPO</p><p>DE MATERIAL COMBUSTÍVEL</p><p>Fonte: BRETANO, 2011; SEBRAE, 2020. (Adaptado).</p><p>Figura 2. Emprego de EPCs na construção de um edifício. Fonte: PEINADO, 2016, p. 21. (Adaptado).</p><p>Extintor de água Extintor de água</p><p>pressurizada</p><p>Extintor de água</p><p>pressurizada</p><p>Extintor de pó</p><p>químico seco (PQS)</p><p>Extintor de água</p><p>pressurizada</p><p>Extintor de pó</p><p>químico seco (PQS)</p><p>Extintor de água</p><p>pressurizada</p><p>Extintor de pó</p><p>químico seco (PQS)</p><p>Extintor de gás</p><p>Extintor de pó</p><p>químico seco (PQS)</p><p>Extintor de gás</p><p>carbônico</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Extintor de pó</p><p>químico seco (PQS)</p><p>Extintor de gás</p><p>carbônico</p><p>Extintor de</p><p>espuma mecânica</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>químico seco (PQS)</p><p>Extintor de gás</p><p>carbônico</p><p>Extintor de</p><p>espuma mecânica</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>Extintor de gás</p><p>carbônico</p><p>Extintor de</p><p>espuma mecânica</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>Extintor de</p><p>espuma mecânica</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>espuma mecânica</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>espuma mecânica</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios</p><p>classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Exclusivo para incêndio classe A. O método de extinção é por resfriamento.</p><p>Os extintores em forma de cilindros têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade variando de 1 a 12 kg.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>extintores têm capacidade de 6 kg em forma de cilindro.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes B e C. O método de extinção é por abafamento. Os</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Incêndios classes A e B. Os métodos de extinção são por meio de</p><p>resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.resfriamento e abafamento. Os extintores têm capacidade de 10 litros.</p><p>Na Figura 2 é apresentada a construção de um edifício, sendo evidenciado</p><p>o uso dos equipamentos de proteção coletiva (EPCs):</p><p>Plataforma</p><p>secundária</p><p>Tela</p><p>fachadeira</p><p>Sistema de</p><p>guarda-corpo e</p><p>rodapé</p><p>Plataforma</p><p>principal</p><p>GESTÃO DE OBRA 84</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 84 19/02/2021 17:36:13</p><p>Os equipamentos de proteção individual (EPIs) se referem aos dispositi-</p><p>vos destinados à proteção individual de cada trabalhador frente a riscos de</p><p>acidentes ou de doenças ocupacionais pertinentes à atividade executada</p><p>(BRASIL, 1978; SEBRAE, 2020).</p><p>Há também o equipamento conjugado de proteção individual, que se refere</p><p>a todo aquele composto por vários dispositivos que o fabricante tenha associa-</p><p>do contra um ou mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que se-</p><p>jam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho (BRASIL, 1978).</p><p>Em relação às observações gerais a respeito do uso dos EPIs, Seconci-MG</p><p>(2015) reporta que é preciso manter fi chas de controle da entrega devida-</p><p>mente assinadas pelo funcionário, controlar e inspecionar periodicamente</p><p>os EPIs e manter estoque adequado de bota de segurança, capacete, luva</p><p>de raspa, óculos de proteção, máscara descartável, protetor auricular tipo</p><p>plug, dentre outros, para substituição quando necessário.</p><p>No Quadro 7, são apresentados os principais tipos de EPIs utilizados, em</p><p>geral, no setor da construção civil.</p><p>EPI Descrição Proteção</p><p>Botas, sapa-</p><p>tos e luvas</p><p>As botas são feitas de PVC, com so-</p><p>lado antiderrapante. Os sapatos são</p><p>de uso permanente na obra. Botas</p><p>com biqueira de aço protegem de</p><p>materiais pesados que podem cair</p><p>nos pés do usuário. Em serviços de</p><p>soldagem ou corte a quente são usa-</p><p>das perneiras de raspa de couro. As</p><p>luvas podem ser de: amianto (para</p><p>altas temperaturas); raspa de couro</p><p>(soldagem ou corte a quente); PVC</p><p>sem forro (permitem maior mobili-</p><p>dade que a versão forrada); borracha</p><p>(serviços elétricos, divididos em cinco</p><p>classes, de acordo com a voltagem);</p><p>pelica (protegem as luvas de borra-</p><p>cha contra perfurações).</p><p>Proteção: contra choques mecânicos,</p><p>temperaturas elevadas e substâncias</p><p>químicas.</p><p>Membros inferiores e superiores</p><p>QUADRO 7. DETERMINAÇÃO DA CATEGORIA DO RISCO</p><p>As botas são feitas de PVC, com so-</p><p>lado antiderrapante. Os sapatos são</p><p>Botas, sapa-</p><p>As botas são feitas de PVC, com so-</p><p>lado antiderrapante. Os sapatos são</p><p>de uso permanente na obra. Botas</p><p>Botas, sapa-</p><p>tos e luvas</p><p>As botas são feitas de PVC, com so-</p><p>lado antiderrapante. Os sapatos são</p><p>de uso permanente na obra. Botas</p><p>com biqueira de aço protegem de</p><p>materiais pesados que podem cair</p><p>Botas, sapa-</p><p>tos e luvas</p><p>As botas são feitas de PVC, com so-</p><p>lado antiderrapante. Os sapatos são</p><p>de uso permanente na obra. Botas</p><p>com biqueira de aço protegem de</p><p>materiais pesados que podem cair</p><p>nos pés do usuário. Em serviços de</p><p>soldagem ou corte a quente são usa-</p><p>Botas, sapa-</p><p>tos e luvas</p><p>As botas são feitas de PVC, com so-</p><p>lado antiderrapante. Os sapatos são</p><p>de uso permanente na obra. Botas</p><p>com biqueira de aço protegem de</p><p>materiais pesados que podem cair</p><p>nos pés do usuário. Em serviços de</p><p>soldagem ou corte a quente são usa-</p><p>das perneiras de raspa de couro. As</p><p>As botas são feitas de PVC, com so-</p><p>lado antiderrapante. Os sapatos são</p><p>de uso permanente na obra. Botas</p><p>com biqueira de aço protegem de</p><p>materiais pesados que podem cair</p><p>nos pés do usuário. Em serviços de</p><p>soldagem ou corte a quente são usa-</p><p>das perneiras de raspa de couro. As</p><p>luvas podem ser de: amianto (para</p><p>As botas são feitas de PVC, com so-</p><p>lado antiderrapante. Os sapatos são</p><p>de uso permanente na obra. Botas</p><p>com biqueira de aço protegem de</p><p>materiais pesados que podem cair</p><p>nos pés do usuário. Em serviços de</p><p>soldagem ou corte a quente são usa-</p><p>das perneiras de raspa de couro. As</p><p>luvas podem ser de: amianto (para</p><p>altas temperaturas); raspa de couro</p><p>(soldagem ou corte a quente); PVC</p><p>As botas são feitas de PVC, com so-</p><p>lado antiderrapante. Os sapatos são</p><p>de uso permanente na obra. Botas</p><p>com biqueira de aço protegem de</p><p>materiais pesados que podem cair</p><p>nos pés do usuário. Em serviços de</p><p>soldagem ou corte a quente são usa-</p><p>das perneiras de raspa de couro. As</p><p>luvas podem ser de: amianto (para</p><p>altas temperaturas); raspa de couro</p><p>(soldagem ou corte a quente); PVC</p><p>sem forro (permitem maior mobili-</p><p>dade que a versão forrada); borracha</p><p>As botas são feitas de PVC, com so-</p><p>lado antiderrapante. Os sapatos são</p><p>de uso permanente na obra. Botas</p><p>com biqueira de aço protegem de</p><p>materiais pesados que podem cair</p><p>nos pés do usuário. Em serviços de</p><p>soldagem ou corte a quente são usa-</p><p>das perneiras de raspa de couro. As</p><p>luvas podem ser de: amianto (para</p><p>altas temperaturas); raspa de couro</p><p>(soldagem ou corte a quente); PVC</p><p>sem forro (permitem maior mobili-</p><p>dade que a versão forrada); borracha</p><p>(serviços elétricos, divididos em cinco</p><p>As botas são feitas de PVC, com so-</p><p>lado antiderrapante. Os sapatos são</p><p>de uso permanente na obra. Botas</p><p>com biqueira de aço protegem de</p><p>materiais pesados que podem cair</p><p>nos pés do usuário. Em serviços de</p><p>soldagem ou corte a quente são usa-</p><p>das perneiras de raspa de couro. As</p><p>luvas podem ser de: amianto (para</p><p>altas temperaturas); raspa de couro</p><p>(soldagem ou corte a quente); PVC</p><p>sem forro (permitem maior mobili-</p><p>dade que a versão forrada); borracha</p><p>(serviços elétricos, divididos em cinco</p><p>classes, de acordo com a voltagem);</p><p>lado antiderrapante. Os sapatos são</p><p>de uso permanente na obra. Botas</p><p>com biqueira de aço protegem de</p><p>materiais pesados que podem cair</p><p>nos pés do usuário. Em serviços de</p><p>soldagem ou corte a quente são usa-</p><p>das perneiras de raspa de couro. As</p><p>luvas podem ser de: amianto (para</p><p>altas temperaturas); raspa de couro</p><p>(soldagem ou corte a quente); PVC</p><p>sem forro (permitem maior mobili-</p><p>dade que a versão forrada); borracha</p><p>(serviços elétricos, divididos em cinco</p><p>classes, de acordo com a voltagem);</p><p>pelica (protegem as luvas de borra-</p><p>com biqueira de aço protegem de</p><p>materiais pesados que podem cair</p><p>nos pés do usuário. Em serviços de</p><p>soldagem ou corte a quente são usa-</p><p>das perneiras de raspa de couro. As</p><p>luvas podem ser de: amianto (para</p><p>altas temperaturas); raspa de couro</p><p>(soldagem ou corte a quente); PVC</p><p>sem forro (permitem maior mobili-</p><p>dade que a versão forrada); borracha</p><p>(serviços elétricos, divididos em cinco</p><p>classes, de acordo com a voltagem);</p><p>pelica (protegem as luvas de borra-</p><p>Proteção: contra choques mecânicos,</p><p>temperaturas elevadas e substâncias</p><p>nos pés do usuário. Em serviços de</p><p>soldagem ou corte a quente são usa-</p><p>das perneiras de raspa de couro. As</p><p>luvas podem ser de: amianto (para</p><p>altas temperaturas); raspa de couro</p><p>(soldagem ou corte a quente); PVC</p><p>sem forro (permitem maior mobili-</p><p>dade que a versão forrada); borracha</p><p>(serviços elétricos, divididos em cinco</p><p>classes, de acordo com a voltagem);</p><p>pelica (protegem as luvas de borra-</p><p>cha contra perfurações).</p><p>Proteção: contra choques mecânicos,</p><p>temperaturas elevadas e substâncias</p><p>soldagem ou corte a quente são usa-</p><p>das perneiras de raspa de couro. As</p><p>luvas podem ser de: amianto (para</p><p>altas temperaturas); raspa de couro</p><p>(soldagem ou corte a quente); PVC</p><p>sem forro (permitem maior mobili-</p><p>dade que a versão forrada); borracha</p><p>(serviços elétricos, divididos em cinco</p><p>classes, de acordo com a voltagem);</p><p>pelica (protegem as luvas de borra-</p><p>cha contra perfurações).</p><p>Proteção: contra choques mecânicos,</p><p>temperaturas elevadas e substâncias</p><p>das perneiras de raspa de couro. As</p><p>luvas podem ser de: amianto (para</p><p>altas temperaturas); raspa de couro</p><p>(soldagem ou corte a quente); PVC</p><p>sem forro (permitem maior mobili-</p><p>dade que a versão forrada); borracha</p><p>(serviços elétricos, divididos em cinco</p><p>classes, de acordo com a voltagem);</p><p>pelica (protegem as luvas de borra-</p><p>cha contra perfurações).</p><p>Proteção: contra choques mecânicos,</p><p>temperaturas elevadas e substâncias</p><p>altas temperaturas); raspa de couro</p><p>(soldagem ou corte a quente); PVC</p><p>sem forro (permitem maior mobili-</p><p>dade que a versão forrada); borracha</p><p>(serviços elétricos, divididos em cinco</p><p>classes, de acordo com a voltagem);</p><p>pelica (protegem as luvas de borra-</p><p>cha contra perfurações).</p><p>Proteção: contra choques mecânicos,</p><p>temperaturas elevadas e substâncias</p><p>sem forro (permitem maior mobili-</p><p>dade que a versão forrada); borracha</p><p>(serviços elétricos, divididos em cinco</p><p>classes, de acordo com a voltagem);</p><p>pelica (protegem as luvas de borra-</p><p>cha contra perfurações).</p><p>Proteção: contra choques mecânicos,</p><p>temperaturas elevadas e substâncias</p><p>químicas.</p><p>dade que a versão forrada); borracha</p><p>(serviços elétricos, divididos em cinco</p><p>classes, de acordo com a voltagem);</p><p>pelica (protegem as luvas de borra-</p><p>cha contra perfurações).</p><p>Proteção: contra choques mecânicos,</p><p>temperaturas elevadas e substâncias</p><p>químicas.</p><p>Membros inferiores e superiores</p><p>(serviços elétricos, divididos em cinco</p><p>classes, de acordo com a voltagem);</p><p>pelica (protegem as luvas de borra-</p><p>cha contra perfurações).</p><p>Proteção: contra choques mecânicos,</p><p>temperaturas elevadas e substâncias</p><p>químicas.</p><p>Membros inferiores e superiores</p><p>pelica (protegem as luvas de borra-</p><p>Proteção: contra choques mecânicos,</p><p>temperaturas elevadas e substâncias</p><p>Membros inferiores e superiores</p><p>Proteção: contra choques mecânicos,</p><p>temperaturas elevadas e substâncias</p><p>Membros inferiores e superiores</p><p>Proteção: contra choques mecânicos,</p><p>temperaturas elevadas e substâncias</p><p>Membros inferiores e superioresMembros inferiores e superioresMembros inferiores e superioresMembros inferiores e superioresMembros inferiores e superioresMembros inferiores e superiores</p><p>GESTÃO DE OBRA 85</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 85 19/02/2021 17:36:13</p><p>Capacete</p><p>O casco é feito de material plástico</p><p>rígido, de alta resistência à penetra-</p><p>ção e impacto.</p><p>Proteção: contra quedas de objetos,</p><p>pancadas violentas e projeção de</p><p>estilhaços.</p><p>Cabeça</p><p>Cintos arnês</p><p>São feitos de couro ou náilon, pos-</p><p>suem argolas que se engancham</p><p>em um cabo preso à estrutura da</p><p>construção. Proteção contra quedas.</p><p>Cintos devem ser fi xados em pontos</p><p>de suspensão resistentes.</p><p>Geral</p><p>Coletes</p><p>refl exivos</p><p>São feitos de tecido plastifi cado la-</p><p>ranja, bastante usados em trabalhos</p><p>com risco de atropelamento.</p><p>Geral</p><p>Máscaras</p><p>Protegem o rosto contra fagulhas in-</p><p>candescentes e raios ultravioleta em</p><p>serviços de soldagem.</p><p>Proteção: contra a inalação de subs-</p><p>tâncias tóxicas e poeiras.</p><p>Vias respiratórias</p><p>Máscara de</p><p>solda</p><p>Proteção dos olhos e face contra im-</p><p>pactos de partículas</p><p>volantes, radiação ultravioleta, ra-</p><p>diação infravermelha e luminosidade</p><p>intensa.</p><p>Olhos e rosto</p><p>Óculos e</p><p>viseiras</p><p>Especifi cados de acordo com o tipo</p><p>de risco, desde materiais sólidos per-</p><p>furantes até poeiras em suspensão,</p><p>passando por materiais químicos,</p><p>radiação e serviços de solda ou corte</p><p>a quente com maçarico.</p><p>Olhos e rosto</p><p>Protetores</p><p>auriculares</p><p>Protegem os ouvidos em ambientes</p><p>em que o ruído está acima dos limites</p><p>de tolerância, ou seja, 85 dB para oito</p><p>horas de exposição. Podem ser do</p><p>tipo abafadores ou tampões.</p><p>Ouvidos</p><p>Vestuário</p><p>Pode ser de raspa de couro (para</p><p>soldagem ou corte a quente) ou PVC</p><p>(contra produtos químicos e deriva-</p><p>dos de petróleo). Proteção contra</p><p>altas temperaturas e substâncias</p><p>corrosivas ou radioativas de acordo</p><p>com o material com que o vestuário</p><p>foi confeccionado.</p><p>Tronco</p><p>Fonte: BRASIL, 1978. (Adaptado).</p><p>As construtoras têm a responsabilidade e a obrigação de fornecer aos em-</p><p>pregados, gratuitamente, o EPI adequado ao risco propenso em bom estado</p><p>de conservação e funcionamento, e deve fornecer ao trabalhador somente o</p><p>equipamento aprovado pelo órgão nacional</p><p>competente em matéria de segu-</p><p>rança e saúde no trabalho, além de prover treinamento adequado ao uso, fazer</p><p>CapaceteCapaceteCapacete</p><p>O casco é feito de material plástico O casco é feito de material plástico</p><p>rígido, de alta resistência à penetra-</p><p>Cintos arnês</p><p>O casco é feito de material plástico</p><p>rígido, de alta resistência à penetra-</p><p>Proteção: contra quedas de objetos,</p><p>Cintos arnês</p><p>O casco é feito de material plástico</p><p>rígido, de alta resistência à penetra-</p><p>Proteção: contra quedas de objetos,</p><p>pancadas violentas e projeção de</p><p>Cintos arnês</p><p>O casco é feito de material plástico</p><p>rígido, de alta resistência à penetra-</p><p>ção e impacto.</p><p>Proteção: contra quedas de objetos,</p><p>pancadas violentas e projeção de</p><p>Cintos arnês</p><p>O casco é feito de material plástico</p><p>rígido, de alta resistência à penetra-</p><p>ção e impacto.</p><p>Proteção: contra quedas de objetos,</p><p>pancadas violentas e projeção de</p><p>São feitos de couro ou náilon, pos-</p><p>Coletes</p><p>O casco é feito de material plástico</p><p>rígido, de alta resistência à penetra-</p><p>ção e impacto.</p><p>Proteção: contra quedas de objetos,</p><p>pancadas violentas e projeção de</p><p>São feitos de couro ou náilon, pos-</p><p>suem argolas que se engancham</p><p>em um cabo preso à estrutura da</p><p>construção. Proteção contra quedas.</p><p>Coletes</p><p>refl exivos</p><p>O casco é feito de material plástico</p><p>rígido, de alta resistência à penetra-</p><p>ção e impacto.</p><p>Proteção: contra quedas de objetos,</p><p>pancadas violentas e projeção de</p><p>estilhaços.</p><p>São feitos de couro ou náilon, pos-</p><p>suem argolas que se engancham</p><p>em um cabo preso à estrutura da</p><p>construção. Proteção contra quedas.</p><p>Cintos devem ser fi xados em pontos</p><p>Coletes</p><p>refl exivos</p><p>O casco é feito de material plástico</p><p>rígido, de alta resistência à penetra-</p><p>ção e impacto.</p><p>Proteção: contra quedas de objetos,</p><p>pancadas violentas e projeção de</p><p>estilhaços.</p><p>São feitos de couro ou náilon, pos-</p><p>suem argolas que se engancham</p><p>em um cabo preso à estrutura da</p><p>construção. Proteção contra quedas.</p><p>Cintos devem ser fi xados em pontos</p><p>refl exivos</p><p>Máscaras</p><p>O casco é feito de material plástico</p><p>rígido, de alta resistência à penetra-</p><p>Proteção: contra quedas de objetos,</p><p>pancadas violentas e projeção de</p><p>estilhaços.</p><p>São feitos de couro ou náilon, pos-</p><p>suem argolas que se engancham</p><p>em um cabo preso à estrutura da</p><p>construção. Proteção contra quedas.</p><p>Cintos devem ser fi xados em pontos</p><p>de suspensão resistentes.</p><p>São feitos de tecido plastifi cado la-</p><p>Máscaras</p><p>rígido, de alta resistência à penetra-</p><p>Proteção: contra quedas de objetos,</p><p>pancadas violentas e projeção de</p><p>São feitos de couro ou náilon, pos-</p><p>suem argolas que se engancham</p><p>em um cabo preso à estrutura da</p><p>construção. Proteção contra quedas.</p><p>Cintos devem ser fi xados em pontos</p><p>de suspensão resistentes.</p><p>São feitos de tecido plastifi cado la-</p><p>ranja, bastante usados em trabalhos</p><p>Máscaras</p><p>Proteção: contra quedas de objetos,</p><p>pancadas violentas e projeção de</p><p>São feitos de couro ou náilon, pos-</p><p>suem argolas que se engancham</p><p>em um cabo preso à estrutura da</p><p>construção. Proteção contra quedas.</p><p>Cintos devem ser fi xados em pontos</p><p>de suspensão resistentes.</p><p>São feitos de tecido plastifi cado la-</p><p>ranja, bastante usados em trabalhos</p><p>com risco de atropelamento.</p><p>Máscaras</p><p>Protegem o rosto contra fagulhas in-</p><p>pancadas violentas e projeção de</p><p>São feitos de couro ou náilon, pos-</p><p>suem argolas que se engancham</p><p>em um cabo preso à estrutura da</p><p>construção. Proteção contra quedas.</p><p>Cintos devem ser fi xados em pontos</p><p>de suspensão resistentes.</p><p>São feitos de tecido plastifi cado la-</p><p>ranja, bastante usados em trabalhos</p><p>com risco de atropelamento.</p><p>Protegem o rosto contra fagulhas in-</p><p>candescentes e raios ultravioleta em</p><p>São feitos de couro ou náilon, pos-</p><p>suem argolas que se engancham</p><p>em um cabo preso à estrutura da</p><p>construção. Proteção contra quedas.</p><p>Cintos devem ser fi xados em pontos</p><p>de suspensão resistentes.</p><p>São feitos de tecido plastifi cado la-</p><p>ranja, bastante usados em trabalhos</p><p>com risco de atropelamento.</p><p>Protegem o rosto contra fagulhas in-</p><p>candescentes e raios ultravioleta em</p><p>São feitos de couro ou náilon, pos-</p><p>suem argolas que se engancham</p><p>em um cabo preso à estrutura da</p><p>construção. Proteção contra quedas.</p><p>Cintos devem ser fi xados em pontos</p><p>de suspensão resistentes.</p><p>São feitos de tecido plastifi cado la-</p><p>ranja, bastante usados em trabalhos</p><p>com risco de atropelamento.</p><p>Protegem o rosto contra fagulhas in-</p><p>candescentes e raios ultravioleta em</p><p>Proteção: contra a inalação de subs-</p><p>em um cabo preso à estrutura da</p><p>construção. Proteção contra quedas.</p><p>Cintos devem ser fi xados em pontos</p><p>de suspensão resistentes.</p><p>São feitos de tecido plastifi cado la-</p><p>ranja, bastante usados em trabalhos</p><p>com risco de atropelamento.</p><p>Protegem o rosto contra fagulhas in-</p><p>candescentes e raios ultravioleta em</p><p>serviços de soldagem.</p><p>Proteção: contra a inalação de subs-</p><p>Proteção dos olhos e face contra im-</p><p>construção. Proteção contra quedas.</p><p>Cintos devem ser fi xados em pontos</p><p>de suspensão resistentes.</p><p>São feitos de tecido plastifi cado la-</p><p>ranja, bastante usados em trabalhos</p><p>com risco de atropelamento.</p><p>Protegem o rosto contra fagulhas in-</p><p>candescentes e raios ultravioleta em</p><p>serviços de soldagem.</p><p>Proteção: contra a inalação de subs-</p><p>tâncias tóxicas e poeiras.</p><p>Proteção dos olhos e face contra im-</p><p>Cabeça</p><p>Cintos devem ser fi xados em pontos</p><p>São feitos de tecido plastifi cado la-</p><p>ranja, bastante usados em trabalhos</p><p>com risco de atropelamento.</p><p>Protegem o rosto contra fagulhas in-</p><p>candescentes e raios ultravioleta em</p><p>serviços de soldagem.</p><p>Proteção: contra a inalação de subs-</p><p>tâncias tóxicas e poeiras.</p><p>Proteção dos olhos e face contra im-</p><p>Cabeça</p><p>São feitos de tecido plastifi cado la-</p><p>ranja, bastante usados em trabalhos</p><p>com risco de atropelamento.</p><p>Protegem o rosto contra fagulhas in-</p><p>candescentes e raios ultravioleta em</p><p>serviços de soldagem.</p><p>Proteção: contra a inalação de subs-</p><p>tâncias tóxicas e poeiras.</p><p>Proteção dos olhos e face contra im-</p><p>pactos de partículas</p><p>ranja, bastante usados em trabalhos</p><p>com risco de atropelamento.</p><p>Protegem o rosto contra fagulhas in-</p><p>candescentes e raios ultravioleta em</p><p>serviços de soldagem.</p><p>Proteção: contra a inalação de subs-</p><p>tâncias tóxicas e poeiras.</p><p>Proteção dos olhos e face contra im-</p><p>pactos de partículas</p><p>Protegem o rosto contra fagulhas in-</p><p>candescentes e raios ultravioleta em</p><p>serviços de soldagem.</p><p>Proteção: contra a inalação de subs-</p><p>tâncias tóxicas e poeiras.</p><p>Proteção dos olhos e face contra im-</p><p>pactos de partículas</p><p>Geral</p><p>Protegem o rosto contra fagulhas in-</p><p>candescentes e raios ultravioleta em</p><p>Proteção: contra a inalação de subs-</p><p>tâncias tóxicas e poeiras.</p><p>Proteção dos olhos e face contra im-</p><p>pactos de partículas</p><p>Geral</p><p>candescentes e raios ultravioleta em</p><p>Proteção: contra a inalação de subs-</p><p>tâncias tóxicas e poeiras.</p><p>Proteção dos olhos e face contra im-</p><p>pactos de partículas</p><p>Proteção: contra a inalação de subs-</p><p>Proteção dos olhos e face contra im-</p><p>pactos de partículas</p><p>Proteção dos olhos e face contra im-</p><p>Geral</p><p>Proteção dos olhos e face contra im-</p><p>Geral</p><p>Vias respiratóriasVias respiratóriasVias respiratóriasVias respiratóriasVias respiratóriasVias respiratórias</p><p>Máscara de Máscara de</p><p>solda</p><p>Máscara de</p><p>solda</p><p>Óculos e</p><p>volantes, radiação ultravioleta, ra-</p><p>diação infravermelha e luminosidade</p><p>Óculos e</p><p>viseiras</p><p>volantes, radiação ultravioleta, ra-</p><p>diação infravermelha e luminosidade</p><p>Óculos e</p><p>viseiras</p><p>pactos de partículas</p><p>volantes, radiação ultravioleta, ra-</p><p>diação infravermelha e luminosidade</p><p>viseiras</p><p>Especifi cados de acordo com o tipo</p><p>pactos de partículas</p><p>volantes, radiação ultravioleta, ra-</p><p>diação infravermelha e luminosidade</p><p>Especifi cados de acordo com o tipo</p><p>de risco, desde materiais sólidos per-</p><p>Protetores</p><p>auriculares</p><p>pactos de partículas</p><p>volantes, radiação ultravioleta, ra-</p><p>diação infravermelha e luminosidade</p><p>Especifi cados de acordo com o tipo</p><p>de risco, desde materiais sólidos per-</p><p>furantes até poeiras em suspensão,</p><p>Protetores</p><p>auriculares</p><p>pactos de</p><p>partículas</p><p>volantes, radiação ultravioleta, ra-</p><p>diação infravermelha e luminosidade</p><p>intensa.</p><p>Especifi cados de acordo com o tipo</p><p>de risco, desde materiais sólidos per-</p><p>furantes até poeiras em suspensão,</p><p>passando por materiais químicos,</p><p>radiação e serviços de solda ou corte</p><p>Protetores</p><p>auriculares</p><p>pactos de partículas</p><p>volantes, radiação ultravioleta, ra-</p><p>diação infravermelha e luminosidade</p><p>intensa.</p><p>Especifi cados de acordo com o tipo</p><p>de risco, desde materiais sólidos per-</p><p>furantes até poeiras em suspensão,</p><p>passando por materiais químicos,</p><p>radiação e serviços de solda ou corte</p><p>auriculares</p><p>volantes, radiação ultravioleta, ra-</p><p>diação infravermelha e luminosidade</p><p>intensa.</p><p>Especifi cados de acordo com o tipo</p><p>de risco, desde materiais sólidos per-</p><p>furantes até poeiras em suspensão,</p><p>passando por materiais químicos,</p><p>radiação e serviços de solda ou corte</p><p>a quente com maçarico.</p><p>Protegem os ouvidos em ambientes</p><p>em que o ruído está acima dos limites</p><p>volantes, radiação ultravioleta, ra-</p><p>diação infravermelha e luminosidade</p><p>Especifi cados de acordo com o tipo</p><p>de risco, desde materiais sólidos per-</p><p>furantes até poeiras em suspensão,</p><p>passando por materiais químicos,</p><p>radiação e serviços de solda ou corte</p><p>a quente com maçarico.</p><p>Protegem os ouvidos em ambientes</p><p>em que o ruído está acima dos limites</p><p>de tolerância, ou seja, 85 dB para oito</p><p>volantes, radiação ultravioleta, ra-</p><p>diação infravermelha e luminosidade</p><p>Especifi cados de acordo com o tipo</p><p>de risco, desde materiais sólidos per-</p><p>furantes até poeiras em suspensão,</p><p>passando por materiais químicos,</p><p>radiação e serviços de solda ou corte</p><p>a quente com maçarico.</p><p>Protegem os ouvidos em ambientes</p><p>em que o ruído está acima dos limites</p><p>de tolerância, ou seja, 85 dB para oito</p><p>horas de exposição. Podem ser do</p><p>Vestuário</p><p>diação infravermelha e luminosidade</p><p>Especifi cados de acordo com o tipo</p><p>de risco, desde materiais sólidos per-</p><p>furantes até poeiras em suspensão,</p><p>passando por materiais químicos,</p><p>radiação e serviços de solda ou corte</p><p>a quente com maçarico.</p><p>Protegem os ouvidos em ambientes</p><p>em que o ruído está acima dos limites</p><p>de tolerância, ou seja, 85 dB para oito</p><p>horas de exposição. Podem ser do</p><p>tipo abafadores ou tampões.</p><p>Vestuário</p><p>Especifi cados de acordo com o tipo</p><p>de risco, desde materiais sólidos per-</p><p>furantes até poeiras em suspensão,</p><p>passando por materiais químicos,</p><p>radiação e serviços de solda ou corte</p><p>a quente com maçarico.</p><p>Protegem os ouvidos em ambientes</p><p>em que o ruído está acima dos limites</p><p>de tolerância, ou seja, 85 dB para oito</p><p>horas de exposição. Podem ser do</p><p>tipo abafadores ou tampões.</p><p>Vestuário</p><p>Pode ser de raspa de couro (para</p><p>soldagem ou corte a quente) ou PVC</p><p>Especifi cados de acordo com o tipo</p><p>de risco, desde materiais sólidos per-</p><p>furantes até poeiras em suspensão,</p><p>passando por materiais químicos,</p><p>radiação e serviços de solda ou corte</p><p>a quente com maçarico.</p><p>Protegem os ouvidos em ambientes</p><p>em que o ruído está acima dos limites</p><p>de tolerância, ou seja, 85 dB para oito</p><p>horas de exposição. Podem ser do</p><p>tipo abafadores ou tampões.</p><p>Pode ser de raspa de couro (para</p><p>soldagem ou corte a quente) ou PVC</p><p>(contra produtos químicos e deriva-</p><p>furantes até poeiras em suspensão,</p><p>passando por materiais químicos,</p><p>radiação e serviços de solda ou corte</p><p>a quente com maçarico.</p><p>Protegem os ouvidos em ambientes</p><p>em que o ruído está acima dos limites</p><p>de tolerância, ou seja, 85 dB para oito</p><p>horas de exposição. Podem ser do</p><p>tipo abafadores ou tampões.</p><p>Pode ser de raspa de couro (para</p><p>soldagem ou corte a quente) ou PVC</p><p>(contra produtos químicos e deriva-</p><p>dos de petróleo). Proteção contra</p><p>Olhos e rosto</p><p>radiação e serviços de solda ou corte</p><p>Protegem os ouvidos em ambientes</p><p>em que o ruído está acima dos limites</p><p>de tolerância, ou seja, 85 dB para oito</p><p>horas de exposição. Podem ser do</p><p>tipo abafadores ou tampões.</p><p>Pode ser de raspa de couro (para</p><p>soldagem ou corte a quente) ou PVC</p><p>(contra produtos químicos e deriva-</p><p>dos de petróleo). Proteção contra</p><p>altas temperaturas e substâncias</p><p>corrosivas ou radioativas de acordo</p><p>Olhos e rosto</p><p>Protegem os ouvidos em ambientes</p><p>em que o ruído está acima dos limites</p><p>de tolerância, ou seja, 85 dB para oito</p><p>horas de exposição. Podem ser do</p><p>tipo abafadores ou tampões.</p><p>Pode ser de raspa de couro (para</p><p>soldagem ou corte a quente) ou PVC</p><p>(contra produtos químicos e deriva-</p><p>dos de petróleo). Proteção contra</p><p>altas temperaturas e substâncias</p><p>corrosivas ou radioativas de acordo</p><p>com o material com que o vestuário</p><p>Olhos e rosto</p><p>Protegem os ouvidos em ambientes</p><p>em que o ruído está acima dos limites</p><p>de tolerância, ou seja, 85 dB para oito</p><p>horas de exposição. Podem ser do</p><p>tipo abafadores ou tampões.</p><p>Pode ser de raspa de couro (para</p><p>soldagem ou corte a quente) ou PVC</p><p>(contra produtos químicos e deriva-</p><p>dos de petróleo). Proteção contra</p><p>altas temperaturas e substâncias</p><p>corrosivas ou radioativas de acordo</p><p>com o material com que o vestuário</p><p>Olhos e rosto</p><p>em que o ruído está acima dos limites</p><p>de tolerância, ou seja, 85 dB para oito</p><p>horas de exposição. Podem ser do</p><p>tipo abafadores ou tampões.</p><p>Pode ser de raspa de couro (para</p><p>soldagem ou corte a quente) ou PVC</p><p>(contra produtos químicos e deriva-</p><p>dos de petróleo). Proteção contra</p><p>altas temperaturas e substâncias</p><p>corrosivas ou radioativas de acordo</p><p>com o material com que o vestuário</p><p>Olhos e rosto</p><p>de tolerância, ou seja, 85 dB para oito</p><p>horas de exposição. Podem ser do</p><p>tipo abafadores ou tampões.</p><p>Pode ser de raspa de couro (para</p><p>soldagem ou corte a quente) ou PVC</p><p>(contra produtos químicos e deriva-</p><p>dos de petróleo). Proteção contra</p><p>altas temperaturas e substâncias</p><p>corrosivas ou radioativas de acordo</p><p>com o material com que o vestuário</p><p>foi confeccionado.</p><p>Olhos e rosto</p><p>Pode ser de raspa de couro (para</p><p>soldagem ou corte a quente) ou PVC</p><p>(contra produtos químicos e deriva-</p><p>dos de petróleo). Proteção contra</p><p>altas temperaturas e substâncias</p><p>corrosivas ou radioativas de acordo</p><p>com o material com que o vestuário</p><p>foi confeccionado.</p><p>Olhos e rosto</p><p>Pode ser de raspa de couro (para</p><p>soldagem ou corte a quente) ou PVC</p><p>(contra produtos químicos e deriva-</p><p>dos de petróleo). Proteção contra</p><p>altas temperaturas e substâncias</p><p>corrosivas ou radioativas de acordo</p><p>com o material com que o vestuário</p><p>foi confeccionado.</p><p>Olhos e rosto</p><p>soldagem ou corte a quente) ou PVC</p><p>(contra produtos químicos e deriva-</p><p>dos de petróleo). Proteção contra</p><p>altas temperaturas e substâncias</p><p>corrosivas ou radioativas de acordo</p><p>com o material com que o vestuário</p><p>foi confeccionado.</p><p>dos de petróleo). Proteção contra</p><p>altas temperaturas e substâncias</p><p>corrosivas ou radioativas de acordo</p><p>com o material com que o vestuário</p><p>foi confeccionado.</p><p>Ouvidos</p><p>corrosivas ou radioativas de acordo</p><p>com o material com que o vestuário</p><p>Ouvidos</p><p>com o material com que o vestuário</p><p>Ouvidos</p><p>TroncoTronco</p><p>GESTÃO DE OBRA 86</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 86 19/02/2021 17:36:15</p><p>controle do preenchimento da fi cha de EPI (em que deve constar a descrição,</p><p>data de recebimento e devolução e assinatura do termo de compromisso),</p><p>responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica, exigir seu uso</p><p>e substituir imediatamente quando danifi cado ou extraviado (BRASIL, 1978;</p><p>SEBRAE, 2020).</p><p>A existência jurídica da NR-6, que trata de equipamentos de proteção indivi-</p><p>dual, no que se refere à legislação ordinária, está assegurada também no artigo</p><p>166 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) (BRASIL, 2019).</p><p>No Quadro 8 são apresentados EPIs específi cos para determinadas funções</p><p>Função/atividade EPIs utilizados</p><p>Acabamento com</p><p>cerâmica</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>(quando necessário).</p><p>Armador Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>luvas de raspa.</p><p>Carpinteiro Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>auricular e facial, bota de segurança.</p><p>Eletricista</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Engenheiro Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Escavação e</p><p>fundação</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>estiverem próximos.</p><p>Gesseiro Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Mestre de obras Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Operador de</p><p>betoneira</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>capacete, óculos de proteção.</p><p>Operador de</p><p>guincho</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>protetor auricular.</p><p>QUADRO 8. EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) COMUMENTE UTILIZADOS</p><p>NO SETOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL POR FUNÇÃO</p><p>Acabamento com Acabamento com</p><p>cerâmica</p><p>Acabamento com</p><p>cerâmica</p><p>Acabamento com</p><p>cerâmica</p><p>Armador</p><p>Acabamento com</p><p>cerâmica</p><p>ArmadorArmador</p><p>Carpinteiro</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>Carpinteiro</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>Carpinteiro</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>Carpinteiro</p><p>Eletricista</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>Eletricista</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>Eletricista</p><p>Engenheiro</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>Engenheiro</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>Engenheiro</p><p>Escavação e</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>Engenheiro</p><p>Escavação e</p><p>fundação</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>(quando necessário).</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>Escavação e</p><p>fundação</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>(quando necessário).</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Escavação e</p><p>fundação</p><p>Gesseiro</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>(quando necessário).</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>auricular e facial, bota de segurança.</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Gesseiro</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>(quando necessário).</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>luvas de raspa.</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>auricular e facial, bota de segurança.</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>Gesseiro</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>(quando necessário).</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>luvas de raspa.</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>auricular e facial, bota de segurança.</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>(quando necessário).</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>luvas de raspa.</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>auricular e facial, bota de segurança.</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>luvas de raspa.</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>auricular e facial, bota de segurança.</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>auricular e facial, bota de segurança.</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>auricular e facial, bota de segurança.</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>auricular e facial, bota de segurança.</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>auricular e facial, bota de segurança.</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Botas, capacete, luvas, máscara, óculos de proteção, cinto de segurança</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>auricular e facial, bota de segurança.</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista</p><p>nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>estiverem próximos.</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>estiverem próximos.</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, bota de segurança,</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>estiverem próximos.</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>estiverem próximos.</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>estiverem próximos.</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, cinto de segurança tipo paraquedista, luvas de raspa, protetor</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>estiverem próximos.</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, luvas isolantes, botina isolante, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Cinto de segurança tipo paraquedista nos trabalhos executados em</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>escadas da torre de bate-estacas e proteção auditiva para todos que</p><p>Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.Capacete, bota de segurança, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Mestre de obrasMestre de obrasMestre de obrasMestre de obras</p><p>Operador de</p><p>Mestre de obras</p><p>Operador de</p><p>betoneira</p><p>Mestre de obras</p><p>Operador de</p><p>betoneira</p><p>Operador de</p><p>betoneira</p><p>Operador de Operador de</p><p>guincho</p><p>Operador de</p><p>guincho</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>Operador de</p><p>guincho</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>capacete, óculos de proteção.</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>capacete, óculos de proteção.</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>capacete, óculos de proteção.</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>capacete, óculos de proteção.</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>capacete, óculos de proteção.</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>capacete, óculos de proteção.</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>capacete, óculos de proteção.</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>capacete, óculos de proteção.</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>capacete, óculos de proteção.</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Protetor auricular, máscara PFF1, botas de borracha, luvas de látex,</p><p>Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista, Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista, Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista, Capacete, bota de segurança, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>GESTÃO DE OBRA 87</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 87 19/02/2021 17:36:16</p><p>Operador de</p><p>policorte</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa.</p><p>Operador de serra</p><p>circular</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara</p><p>PFF1, protetor auricular.</p><p>Pedreiro Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>bota de segurança, capacete.</p><p>Pintor Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>paraquedista, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Técnico</p><p>de segurança Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Trabalhos com</p><p>furadeira manual</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Fonte: BRETANO, 2011; SEBRAE, 2020. (Adaptado).</p><p>no setor da construção civil.</p><p>Quanto ao empregado ou colaborador da obra, este tem algumas obriga-</p><p>ções referentes ao uso do EPI, como utilizar apenas para a fi nalidade a que se</p><p>destina, responsabilizar-se pelo bom uso e conservação, comunicar o empre-</p><p>gador se ocorrer qualquer alteração nos EPIs e cumprir as determinações do</p><p>empregador sobre o uso adequado (BRASIL, 1978; SEBRAE, 2020).</p><p>Relacionada com os EPIs e EPCs está a ergonomia, que objetiva a ade-</p><p>quação do trabalhador às necessidades exigidas pelo trabalho que deve</p><p>ser feito, reduzindo a incidência de doenças ocupacionais e aumentando</p><p>a produtividade. De acordo com Pizo (2016), há três tipos de ergonomia:</p><p>• Física: objetivo de adequar o trabalhador às condições físicas exigidas</p><p>para a realização de determinado serviço. São exemplos de ergonomia física</p><p>a análise da postura, movimentos repetitivos e forma correta de manuseio de</p><p>materiais e equipamentos;</p><p>• Cognitiva: relacionada aos processos mentais necessários para a realiza-</p><p>ção de determinada tarefa, como percepção, memória, raciocínio e resposta</p><p>motora. São exemplos de ergonomia cognitiva a carga mental de trabalho, de-</p><p>sempenho e estresse profi ssional;</p><p>• Organizacional: objetiva adequar os procedimentos administrativos, de</p><p>modo a promover melhorias nas estruturas organizacionais da empresa e de-</p><p>senvolver seus processos. São exemplos de ergonomia organizacional o geren-</p><p>ciamento de recursos e a gestão da qualidade do trabalho.</p><p>Operador de Operador de</p><p>policorte</p><p>Operador de serra</p><p>Operador de</p><p>policorte</p><p>Operador de serra</p><p>Operador de</p><p>policorte</p><p>Operador de serra</p><p>circular</p><p>Operador de serra</p><p>circular</p><p>Operador de serra</p><p>circular</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>Operador de serra</p><p>Pedreiro</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>Pedreiro</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>Pintor</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Pintor</p><p>Técnico</p><p>de segurança</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Técnico</p><p>de segurança</p><p>Trabalhos com</p><p>furadeira manual</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa.</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Técnico</p><p>de segurança</p><p>Trabalhos com</p><p>furadeira manual</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa.</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>de segurança</p><p>Trabalhos com</p><p>furadeira manual</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa.</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>de segurança</p><p>Trabalhos com</p><p>furadeira manual</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa.</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>Trabalhos com</p><p>furadeira manual</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa.</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>furadeira manual</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa.</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>paraquedista, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa.</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>bota de segurança, capacete.</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>paraquedista, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa.</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>bota de segurança, capacete.</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>paraquedista, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa.</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>bota de segurança, capacete.</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>paraquedista, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>bota de segurança, capacete.</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>paraquedista, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção,</p><p>máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>bota de segurança, capacete.</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>paraquedista, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>bota de segurança, capacete.</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>paraquedista, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>bota de segurança, capacete.</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>paraquedista, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>bota de segurança, capacete.</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>paraquedista, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>paraquedista, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Protetor auricular, bota de segurança, capacete, avental de raspa,</p><p>protetor facial, luvas de raspa, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>paraquedista, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>paraquedista, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>paraquedista, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Luvas de látex, óculos de proteção, cinto de segurança tipo paraquedista,</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>paraquedista, máscara PFF1, protetor auricular.</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>Capacete, bota de segurança, protetor auricular.</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Capacete, bota de segurança, luvas de látex, cinto de segurança tipo</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>Luva de segurança pigmentada, botas, capacete, protetor auricular,</p><p>óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).óculos de proteção, máscara, cinto de segurança (quando necessário).</p><p>GESTÃO DE OBRA 88</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 88 19/02/2021 17:36:17</p><p>As práticas de segurança, saúde e qualidade de vida no trabalho exis-</p><p>tem com o intuito de proteger a vida dos trabalhadores, além de</p><p>reduzir os impactos da indústria da construção civil</p><p>na comunidade em geral. Empresas que aplicam es-</p><p>sas práticas se destacam no mercado, sendo bem</p><p>avaliadas por clientes e funcionários e tendo seus</p><p>serviços valorizados.</p><p>Normas: higiene e segurança do trabalho e construção civil</p><p>A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é um organismo de</p><p>iniciativa privada, sem fins lucrativos. A ABNT foi fundada em 1940 e tem</p><p>como objetivo a padronização de técnicas produtivas de vários setores,</p><p>inclusive a Engenharia Civil.</p><p>Para a área da segurança do trabalho, a elaboração e revisão das nor-</p><p>mas regulamentadoras, conhecidas pela sigla NR, são executadas pelo Mi-</p><p>nistério do Trabalho, que busca adotar o sistema tripartite paritário, por</p><p>meio das comissões que são constituídas por representantes do governo,</p><p>empregadores e trabalhadores (ENIT, 2020).</p><p>Até agora falamos de NBR e NR, mas ambas não são a mesma coisa,</p><p>apesar de serem bem parecidas. NR significa norma regulamentadora</p><p>(criada pelo Ministério do Trabalho), enquanto NBR significa norma técni-</p><p>ca brasileira (criada pela ABNT). Entretanto, isso não significa que devem</p><p>ser deixadas de lado, pois podem ser exigidas por entidades públicas em</p><p>processos de licitação.</p><p>Normas relacionadas à segurança e higiene do trabalho</p><p>As normas regulamentadoras foram criadas com o objetivo</p><p>de proteger a saúde e a integridade do trabalhador. Existem</p><p>36 NRs relativas à medicina do trabalho e segurança,</p><p>sendo que grande parte delas se aplica ao campo</p><p>de construção civil. A NR–4 diz respeito ao SESMT,</p><p>que visa promover a saúde e preservar a integri-</p><p>dade do trabalhador quando estiver executando</p><p>suas atividades (BRASIL, 2016).</p><p>GESTÃO DE OBRA 89</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 89 19/02/2021 17:36:17</p><p>EXPLICANDO</p><p>O SESMT é o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em</p><p>Medicina do Trabalho. É constituído por profissionais da área da saúde e</p><p>tem como função principal proteger a integridade física dos trabalhadores</p><p>dentro das empresas (SAÚDE E VIDA, 2020).</p><p>Uma das exigências da regra na hora</p><p>das atividades. Assim, a definição de como serão feitas as intervenções deve</p><p>ocorrer na fase do planejamento.</p><p>Além disso, a estimativa de duração das atividades deve levar em conta a</p><p>região onde a obra será executada e também a época do ano. Obras similares</p><p>já executadas anteriormente pela empresa podem servir de parâmetro para</p><p>estabelecer as durações; porém, como o período de chuvas, a mão de obra e</p><p>mesmo o clima têm implicações no andamento da obra, ao se fazer a estimati-</p><p>va da duração, tudo isso deve ser considerado.</p><p>No exemplo “revestimento e pintura da parede interna da parede”, imagine</p><p>que a duração de cada uma das atividades seja de 1 (um) dia. A representação</p><p>gráfica da rede seria:</p><p>Chapisco</p><p>1</p><p>Emboço</p><p>1</p><p>Reboco</p><p>1</p><p>Pintura</p><p>1</p><p>Figura 2. Rede de precedência.</p><p>Utilizamos o CPM (Critical Path Method, ou método do caminho crítico) para</p><p>identificar as atividades que não podem atrasar, sob pena de prejudicar a du-</p><p>ração do projeto. Essas atividades são chamadas de atividades críticas e são</p><p>aquelas que não têm folga alguma. As demais atividades, não críticas, e, por-</p><p>tanto, com folga, podem atrasar um pouco para começar ou para terminar (até</p><p>o limite da folga especificada) sem que o projeto seja prejudicado.</p><p>GESTÃO DE OBRA 20</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 20 19/02/2021 17:46:39</p><p>CURIOSIDADE</p><p>Você vai ouvir sobre Program Evaluation and Review Technique – PERT,</p><p>ou PERT/CPM. Na verdade, PERT e CPM são métodos de programação</p><p>distintos. Embora ambos tenham sido desenvolvidos no mesmo ano (1958),</p><p>o PERT, desenvolvido para a Equipe de Projetos Espaciais da Marinha</p><p>Norte-Americana, teve aplicação no Sistemas de Mísseis Polaris e tem as-</p><p>pectos probabilísticos. Já o CPM foi desenvolvido para a empresa DuPont</p><p>para projetos de produtos químicos, com abordagem determinística para</p><p>estimativas de duração das atividades.</p><p>O caminho crítico é, portanto, a sequência de atividades que representa o</p><p>caminho mais longo do projeto ou obra. É importante ressaltar</p><p>que, em uma obra, pode haver mais de um caminho crítico.</p><p>Já folga, segundo Pinheiro e Crivelaro (2014, p. 97), “é a dife-</p><p>rença entre o intervalo de tempo existente para o início e o</p><p>término de uma atividade e a sua duração prevista”.</p><p>Cronograma</p><p>A representação do cronograma físico é frequentemente realizada pelo grá-</p><p>fi co de Gantt, ou diagrama de Gantt, ou gráfi co de barras. O gráfi co de Gantt</p><p>é talvez uma das técnicas mais utilizadas para representar um cronograma de</p><p>obra. A facilidade de elaboração, compreensão e alteração são as principais</p><p>vantagens desse gráfi co. Ele é bastante utilizado nos relatórios e apresenta-</p><p>ções para os clientes na exibição do progresso da obra.</p><p>CURIOSIDADE</p><p>Você sabia que o gráfi co de Gantt foi inicialmente elaborado pelo en-</p><p>genheiro mecânico Henry Gantt para controle diário da produção? Em</p><p>1917, durante a Primeira Guerra Mundial, esse gráfi co foi utilizado para a</p><p>construção de navios de guerra, segundo Pinheiro e Crivelaro em seu livro</p><p>Planejamento e custos de obras, de 2014.</p><p>Nele, as atividades que serão desenvolvidas são representadas em forma</p><p>de barras horizontais com a identifi cação de início e fi m da atividade. Para con-</p><p>trole, podem ser criadas barras paralelas com as atividades já realizadas. Como</p><p>desvantagem, podemos citar o fato de não ser possível identifi car as interde-</p><p>pendências das atividades.</p><p>GESTÃO DE OBRA 21</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 21 19/02/2021 17:46:39</p><p>Mobile User</p><p>Depois de definida a sequência das atividades e sua duração, pode-se dar</p><p>início à elaboração do cronograma de obra, estabelecendo a data de início e</p><p>término de cada atividade. Recomenda-se começar pelas atividades críticas,</p><p>que têm folga zero. Na sequência, as demais são programadas, que podem</p><p>começar um pouco mais tarde do que a data mais cedo possível. No Quadro 2,</p><p>temos a representação de cronograma físico.</p><p>Atividades Duração</p><p>(semanas)</p><p>Duração (semanas)</p><p>1 2 3</p><p>Atividade A 1</p><p>Atividade B 1</p><p>Atividade C 1</p><p>QUADRO 2. REPRESENTAÇÃO DE UM CRONOGRAMA FÍSICO</p><p>Pode-se optar por iniciar uma atividade não crítica mais tarde do que ela</p><p>poderia em função da disponibilidade de recursos, por exemplo. Dessa forma,</p><p>seria possível usar os recursos disponíveis – pessoas, materiais e equipamen-</p><p>tos – da forma mais eficiente possível, com pouca ou nenhuma ociosidade. Por</p><p>isso, às vezes, é interessante postergar o início de uma atividade para aguardar</p><p>a liberação de um recurso que ainda está sendo utilizado em uma atividade em</p><p>vias de ser concluída.</p><p>Nesse momento, os histogramas de recurso são particularmente úteis, uma</p><p>vez que eles mostram o consumo dos recursos-chave durante a execução do</p><p>projeto. Isso nos permite identificar, a priori, quando um recurso estará escas-</p><p>so (consumo acima da disponibilidade) e/ou sua ociosidade ao longo do tempo.</p><p>Isso posto, é muito comum em relatórios gerenciais a apresentação do cro-</p><p>nograma ou diagrama de marcos. Esse é bem semelhante ao cronograma de</p><p>Gantt, mas é focado nos marcos da obra, ou seja, nas etapas importantes a</p><p>serem atingidas.</p><p>GESTÃO DE OBRA 22</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 22 19/02/2021 17:46:39</p><p>0 10</p><p>A</p><p>At</p><p>iv</p><p>id</p><p>ad</p><p>es</p><p>Tempo</p><p>B</p><p>C</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>G</p><p>H</p><p>20 30 40 50</p><p>Figura 3. Diagrama de marcos.</p><p>Há, no mercado, vários aplicativos específi cos para o gerenciamentos de</p><p>obras, e muitos fazem uso dessas mesmas ferramentas. É importante, no entan-</p><p>to, que o profi ssional conheça os conceitos e as técnicas nas quais o software se</p><p>baseia para que possa utilizá-lo com conhecimento, discernimento e segurança.</p><p>Histograma de recursos</p><p>Histograma é uma ferramenta muito útil na obra, seja o histograma de pes-</p><p>soal, seja o de material ou o de equipamento. Assim, “o histograma de recursos</p><p>é um gráfi co de colunas que representa a quantidade requerida do recurso</p><p>por unidade de tempo” (MATOS, 2010 apud ADOMA; MAZUTTI, 2019, n.p.). O</p><p>histograma de pessoal permite o dimensionamento da mão de obra necessária</p><p>para execução de cada atividade, facilitando prever com antecedência a neces-</p><p>sidade ou o excesso de trabalhadores.</p><p>Com o cronograma elaborado, as atividades a serem executadas estão dis-</p><p>tribuídas ao longo do tempo. Assim, em um determinado período, é possível</p><p>visualizar as atividades que estão sendo executadas em paralelo e estimar a</p><p>equipe que será necessária para a sua execução no período específi co.</p><p>GESTÃO DE OBRA 23</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 23 19/02/2021 17:46:40</p><p>Ademais, o histograma de materiais ajuda no planejamento dos materiais</p><p>que serão necessários no canteiro de obras para a realização dos serviços. A</p><p>instalação do canteiro de obras prevê local para armazenamento de materiais</p><p>que serão utilizados, e os materiais serão entregues conforme a etapa em que</p><p>a obra se encontra. Dessa maneira, o histograma de materiais pode ajudar no</p><p>planejamento das compras e entregas desses materiais.</p><p>No Quadro 3, é possível visualizar uma planilha com a relação de atividades,</p><p>precedências, duração e recursos por atividade. Em seguida, são apresentados</p><p>o cronograma físico correspondente e os histogramas de pessoal. Para facili-</p><p>tar o entendimento, observe o período do cronograma entre 0 e 10, momento</p><p>em que está sendo executada somente a atividade A. Para a realização dessa</p><p>atividade, a quantidade de mão de obra necessária é: 3 de X, 2 de Y e 1 de Z.</p><p>Nos histogramas apresentados na sequência, é fácil visualizar esses recursos.</p><p>Atividade Atividade</p><p>precedente</p><p>Duração</p><p>Dias Recurso X Recurso Y Recurso Z</p><p>A - 10 3 2 1</p><p>B A 12 2 1 3</p><p>C A 5 2 1 2</p><p>D C 4 1 3 2</p><p>E C 6 3 2 2</p><p>F B, D 12 4 2 1</p><p>G D, E 5 0 2 2</p><p>H F, G 16 1 1 3</p><p>QUADRO 3. TABELA DE ATIVIDADES, PRECEDÊNCIAS, DURAÇÃO E RECURSOS</p><p>GESTÃO DE OBRA 24</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 24 19/02/2021 17:46:40</p><p>5040302010</p><p>Tempo</p><p>At</p><p>iv</p><p>id</p><p>ad</p><p>es</p><p>H</p><p>G</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>C</p><p>B</p><p>A</p><p>0</p><p>0</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>5</p><p>6</p><p>7</p><p>1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21 23 25 27 29 31 33 35 37 39 41 43 45 47 49 51</p><p>0</p><p>1</p><p>de determinar o SESMT se refere</p><p>à habilitação e ao registro dos profissionais envolvidos no serviço (médico</p><p>do trabalho, engenheiro e arquiteto, técnico em segurança do trabalho,</p><p>entre outros) (BRASIL, 2016).</p><p>A NR-5 reporta sobre a CIPA. Esta norma busca evitar acidentes na</p><p>construção civil e doenças consequentes do trabalho, protegendo a vida e</p><p>proporcionando saúde a todos os trabalhadores envolvidos (BRASIL, 2019).</p><p>EXPLICANDO</p><p>A CIPA é a Comissão Interna de Prevenção de Acidente, que obje-</p><p>tiva a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho,</p><p>de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a</p><p>preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador (GUIA</p><p>TRABALHISTA, 2020).</p><p>A NR-6 dispõe sobre os equipamentos de proteção individual (EPIs). De</p><p>acordo com cada atividade profissional desenvolvida, um ou mais EPIs de-</p><p>vem ser usados. O Anexo I da NR-6 discrimina todos os equipamentos de</p><p>proteção individual que precisam ser fornecidos para a proteção da cabe-</p><p>ça, tronco, membros superiores e demais categorias (BRASIL, 2018).</p><p>A NR-8 dispõe sobre os requisitos mínimos que as edificações devem</p><p>ter para garantir segurança e conforto aos que nela trabalham. A NR-8</p><p>ainda determina que aberturas nas paredes e pisos devem ser protegidas,</p><p>de modo a evitar queda de objetos e pessoas. Ela aponta, basicamente, o</p><p>canteiro de obras, considerando muito importante que seja revisto com</p><p>cuidado por construtores nas obras (BRASIL, 2011).</p><p>A NR-12 é relacionada às atividades com máquinas no canteiro de obras,</p><p>sendo responsável por regulamentar os princípios, medidas de proteção,</p><p>requisitos mínimos para prevenção de acidentes e vários outros aspectos</p><p>que envolvem a utilização de equipamentos e máquinas (BRASIL, 2019).</p><p>GESTÃO DE OBRA 90</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 90 19/02/2021 17:36:17</p><p>A NR-17 é relacionada com a ergonomia, que procura maximizar, ao</p><p>mesmo tempo, os fatores de segurança, conforto e desempenho (BRASIL,</p><p>2018).</p><p>A NR-18 é uma das principais normas do setor da construção civil, a qual</p><p>busca orientar atividades de ordem administrativa, de planejamento e de</p><p>organização para que haja um controle dos sistemas de segurança nas ati-</p><p>vidades. Outro ponto relevante da NR é que é imprescindível a qualificação</p><p>técnica dos profissionais ligados à segurança do trabalho, de modo a ga-</p><p>rantir que tudo esteja em conformidade com a normativa (BRASIL, 2018).</p><p>Além de questões específi cas das atividades da construção civil, como</p><p>as demolições e as escavações, a NR-18 reporta os processos, dispositivos e</p><p>instruções designadas a cada atividade realizada em um canteiro de obras.</p><p>Um bom exemplo é relacionado à infraestrutura: a existência de vestiários,</p><p>sanitários, refeitório, lavanderia, área de lazer, de descanso e ambulatório</p><p>(caso ultrapasse 50 empregados no local) (BRASIL, 2018).</p><p>A NR-35 determina as exigências para a segurança das atividades rea-</p><p>lizadas em locais altos (acima de dois metros do nível do solo). Dentre as</p><p>exigências, cita-se: treinamento e capacitação, EPIs, acessórios e sistemas</p><p>de ancoragem, equipe de emergência e desenvolvimento de planejamento</p><p>para organização e execução das atividades (BRASIL, 2019).</p><p>Programas de prevenção de riscos e acidentes</p><p>Segundo a NR-9, fi ca estabelecida a obrigatoriedade da elaboração e imple-</p><p>mentação do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais). O PPRA visa</p><p>a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores por meio da anteci-</p><p>pação, reconhecimento, avaliação e controle da ocorrência de riscos ambientais</p><p>existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho (BRASIL, 2019).</p><p>No Brasil, a legislação trabalhista obriga as empresas a elaborarem e imple-</p><p>mentarem o PPRA. Além da elaboração, a legislação relata a necessidade de</p><p>manter um documento-base de registro dessas ações, sempre atualizado, que</p><p>deve incluir (BRASIL, 2019):</p><p>• Levantamento dos riscos;</p><p>• Planejamento anual com estabelecimento de metas e prioridades;</p><p>GESTÃO DE OBRA 91</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 91 19/02/2021 17:36:17</p><p>• Cronogramas;</p><p>• Estratégia e metodologia de ação;</p><p>• Forma do registro, manutenção e divulgação dos dados;</p><p>• Periodicidade;</p><p>• Forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA.</p><p>Aos trabalhos da empresa, há</p><p>obrigações, sendo: colaborar e par-</p><p>ticipar na implantação e execução</p><p>do PPRA, seguir as orientações rece-</p><p>bidas nos treinamentos oferecidos</p><p>pelo PPRA, informar ao seu superior</p><p>hierárquico direto as ocorrências</p><p>que, a seu julgamento, possam impli-</p><p>car riscos à saúde dos trabalhadores</p><p>(BRASIL, 2019).</p><p>Já de acordo com a NR-7, estabelece-se a obrigatoriedade e a implemen-</p><p>tação do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) por</p><p>parte de todos os empregados e instituições que admitam trabalhadores</p><p>como empregados. Nesse sentido, o PCMSO objetiva a promoção e preser-</p><p>vação da saúde dos trabalhadores, prevenindo e diagnosticando precoce-</p><p>mente doenças relacionadas às funções desempenhadas e ao ambiente de</p><p>trabalho. Importante ressaltar que o PCMSO faz parte das iniciativas da em-</p><p>presa no campo da saúde do trabalhador (BRASIL, 2018).</p><p>Outro possível mecanismo de prevenção às empresas é a constituição de</p><p>uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). A CIPA é composta</p><p>por trabalhadores indicados pela empresa (50%) e eleitos entre os empre-</p><p>gados (50%) (GUIA TRABALHISTA, 2020).</p><p>A CIPA é prevista pela NR-5 e verifica as condições de risco nos ambientes</p><p>de trabalho, podendo solicitar medidas de controle, discutindo acidentes</p><p>ocorridos, encaminhando os resultados das discussões e solicitando medi-</p><p>das que previnam acidentes semelhantes. Ainda, a CIPA busca orientar os</p><p>demais trabalhadores quanto à prevenção de acidentes (BRASIL, 2019).</p><p>A obrigatoriedade da CIPA (itens 5.6. e 5.6.1) inicia quando a empresa tem</p><p>no mínimo vinte (grau de risco 4) ou cinquenta empregados (grau de risco 3)</p><p>GESTÃO DE OBRA 92</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 92 19/02/2021 17:36:20</p><p>e quando possui, na mesma cidade, um ou mais canteiros de obra ou frentes</p><p>de trabalho com menos de 70 empregados.</p><p>A NR-18 relata o Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho</p><p>(PCMAT), composto por um elenco de providências a serem executadas em</p><p>função do cronograma da obra. O PCMAT ainda se refere ao conjunto de</p><p>ações relativas à segurança e saúde do trabalho, ordenadamente dispostas</p><p>visando a preservação da saúde e da integridade física de todos os traba-</p><p>lhadores em um canteiro de obras, incluindo terceiros e o meio ambiente</p><p>(BRASIL, 2018).</p><p>O PCMAT precisa ser composto de:</p><p>• Memorial descritivo: descreve as condições do ambiente de trabalho</p><p>em cada atividade e fase da obra, dentro dos padrões de segurança;</p><p>• Projeto de execução das proteções coletivas, bem como a proteção in-</p><p>dividual, com as respectivas especificações técnicas;</p><p>• Cronograma de implantação das medidas preventivas definidas no do-</p><p>cumento, conforme cada etapa da obra;</p><p>• Layout do canteiro de obras;</p><p>• Programa educativo com a temática de prevenção de acidentes e doen-</p><p>ças do trabalho, com a respectiva carga horária (BRASIL, 2018).</p><p>Para obras com 20 empregados ou mais, devem estar contempladas</p><p>as exigências referentes à segurança, complementando as exigências da</p><p>NR-9, que trata do PPRA (BRASIL, 2019).</p><p>GESTÃO DE OBRA 93</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 93 19/02/2021 17:36:20</p><p>Sintetizando</p><p>Caro aluno, chegamos ao fim de mais um capítulo de aprendizagem. Espero</p><p>que tenha conseguido assimilar todo o conteúdo proposto. Na unidade, bus-</p><p>camos reconhecer os riscos associados aos acidentes de trabalho no setor da</p><p>construção civil.</p><p>A segurança e a higiene do trabalho são regulamentadas por um conjunto</p><p>de normas específicas que reúnem as obrigações, deveres e direitos aos em-</p><p>pregados e empregadores do setor. As normas regulamentadoras objetivam a</p><p>prevenção e redução de acidentes e doenças ocupacionais.</p><p>Na metodologia para determinação</p><p>dos riscos, primeiramente, é preciso</p><p>determinar a probabilidade de ocorrência do risco, a severidade e categoria.</p><p>Áreas de vivência na construção civil estão alocadas ao canteiro de obras.</p><p>Desta forma, para garantir a segurança do local e a higiene, é preciso seguir</p><p>normas de modo a garantir o conforto dos trabalhadores no local.</p><p>Outra forma de garantir a qualidade de vida e segurança dos trabalhadores</p><p>é o emprego dos equipamentos de proteção individual (EPI) e equipamentos de</p><p>proteção coletiva (EPC).</p><p>Para a área da segurança no trabalho, a elaboração ou mesmo a revisão das</p><p>normas regulamentadoras é realizada pelo Ministério do Trabalho. As NRs es-</p><p>pecificam os programas de prevenção de riscos, objetivando a obrigatoriedade</p><p>da elaboração e implementação dos programas de modo a garantir a seguran-</p><p>ça dos trabalhadores.</p><p>GESTÃO DE OBRA 94</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 94 19/02/2021 17:36:20</p><p>Referências bibliográficas</p><p>ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14280: cadastro de</p><p>acidentes do trabalho – procedimento e classificação. Rio de Janeiro: ABNT, 2001.</p><p>ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 31000: Gestão</p><p>de riscos — Princípios e diretrizes. Rio de Janeiro: ABNT, 2009.</p><p>BENITE, A. G. Sistema de gestão da segurança e saúde no trabalho para</p><p>empresas construtoras. 2004. 236 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia) –</p><p>Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2004. Disponível em:</p><p><https://teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3146/tde-27102004-101542/publico/</p><p>AndersonBenite.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2021.</p><p>BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Norma Regulamentadora –</p><p>NR-4 – Serviços especializados em engenharia de segurança e em medicina do</p><p>trabalho. Ministério do Trabalho e Emprego, Portaria MTb nº. 3214, de 08 de</p><p>Junho de 1978. 2016. Disponível em: <https://enit.trabalho.gov.br/portal/ima-</p><p>ges/Arquivos_SST/SST_NR/NR-04.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2021.</p><p>BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Norma Regulamentadora – NR-5 – Co-</p><p>missão interna de prevenção de acidentes. Ministério do Trabalho e Emprego, Porta-</p><p>ria MTb nº. 3214, de 08 de Junho de 1978. 2019. Disponível em: <https://enit.trabalho.gov.</p><p>br/portal/images/Arquivos_SST/SST_NR/NR-05.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2021.</p><p>BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Norma Regulamentadora –</p><p>NR-6 - Equipamento de Proteção Individual – EPI. Ministério do Trabalho e</p><p>Emprego, Portaria MTb nº. 3214, de 08 de Junho de 1978. 2018. Disponível</p><p>em: <https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_NR/NR-06.</p><p>pdf>. Acesso em: 15 jan. 2021.</p><p>BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Norma Regulamentadora –</p><p>NR-7 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Ministério do Tra-</p><p>balho e Emprego, Portaria MTb nº. 3214, de 08 de Junho de 1978. 2018. Dispo-</p><p>nível em: <https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_NR/</p><p>NR-06.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2021.</p><p>BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Norma Regulamentadora –</p><p>NR-8 - Edificações. Ministério do Trabalho e Emprego, Portaria MTb nº. 3214,</p><p>de 08 de Junho de 1978. 2011. Disponível em: <https://enit.trabalho.gov.br/por-</p><p>tal/images/Arquivos_SST/SST_NR/NR-08.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2021.</p><p>GESTÃO DE OBRA 95</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 95 19/02/2021 17:36:20</p><p>BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Norma Regulamentadora –</p><p>NR-9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Ministério do Trabalho</p><p>e Emprego, Portaria MTb nº. 3214, de 08 de Junho de 1978. 2019. Disponível</p><p>em: <https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_NR/NR-</p><p>-09-atualizada-2019.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2021.</p><p>BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Norma Regulamentadora –</p><p>NR-12 – Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos. Ministério do</p><p>Trabalho e Emprego, Portaria GM nº 3.214, 08 de Junho de 1978. 2019. Dispo-</p><p>nível em: <https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arquivos_SST/SST_NR/</p><p>NR-12.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2021.</p><p>BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Norma Regulamentadora –</p><p>NR-17 – Ergonomia. Ministério do Trabalho e Emprego, Portaria GM nº 3.214,</p><p>08 de Junho de 1978. 2018. Disponível em: <https://enit.trabalho.gov.br/portal/</p><p>images/Arquivos_SST/SST_NR/NR-18.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2021.</p><p>BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Norma Regulamentadora</p><p>– NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Constru-</p><p>ção. Ministério do Trabalho e Emprego, Portaria GM nº 3.214, 08 de Junho de</p><p>1978. 2018. Disponível em: <https://enit.trabalho.gov.br/portal/images/Arqui-</p><p>vos_SST/SST_NR/NR-18.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2021.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolu-</p><p>ção n° 216, de 15 de setembro de 2004. Diário Oficial da União, Brasília, DF,</p><p>Poder Executivo, 15 set. 2009. Disponível em: <https://bvsms.saude.gov.br/bvs/</p><p>saudelegis/anvisa/2004/res0216_15_09_2004.html>. Acesso em: 15 jan. 2021.</p><p>BRENTANO, T. Instalações hidráulicas de combate a incêndios nas edifica-</p><p>ções. 4. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2011.</p><p>CHAVES, A. Riscos ambientais – identificação e prevenção. 2017. Disponível</p><p>em: <https://areasst.com/riscos-ambientais/>. 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Segurança do trabalho na</p><p>construção civil. São Paulo: PINI, 2016.</p><p>PEINADO, H. S.; MORI, L; M. Segurança do trabalho na construção civil. São</p><p>Paulo: PINI, 2016.</p><p>PEÑALOZA, G. A.; FORMOSO, C. T.; SAURIN, T. A. Avaliação de requisitos de de-</p><p>sempenho de Sistemas de Proteção Periférica (SPP). Ambiente Construído,</p><p>Porto Alegre, v. 15, n. 4, p. 267-289, out./dez. 2015. Disponível em: <https://seer.</p><p>ufrgs.br/ambienteconstruido/article/view/54221/35131>. Acesso em: 15 jan.</p><p>2021.</p><p>PIZO, C. A. Ergonomia e o canteiro de obras. In: PEINADO, H. S; MORI, L. M.</p><p>(Org.). Segurança do trabalho na construção civil. São Paulo: PINI, 2016.</p><p>PMI – PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE. Um guia do conjunto de conhe-</p><p>cimento em gerenciamento de projetos – PMBOK. 5. ed. Pensilvânia: PMI,</p><p>2013.</p><p>SAÚDE E VIDA. O que é SESMT. 2020. Disponível em: <https://www.saudeevida.</p><p>com.br/o-que-e-sesmt/>. Acesso em: 15 jan. 2021.</p><p>SEBRAE – SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS.</p><p>Cartilha de segurança e saúde do trabalho na Construção Civil/ES. NR-18.</p><p>2020. Disponível em: <http://www.cpn-nr18.com.br/uploads/documentos-ge-</p><p>rais/cartilha_sst_na_construo_civil_seconci_e_sebrae.pdf>. Acesso em: 15 jan.</p><p>2021.</p><p>SECONCI – MG – SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO</p><p>ESTADO DE MINAS GERAIS. Manual básico para implantação de segurança</p><p>no canteiro de obra. 2015. Disponível em: <http://www.sinduscon-mg.org.br/</p><p>site/arquivos/up/geral/Manual_Seconci_MG.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2021.</p><p>SHERIQUE, J. Aprenda como fazer. 7. ed. São Paulo: LTR, 2011.</p><p>SILVA, E. J.; LIMA, M. G.; MARZIALE, M. H. P. O conceito de risco e os seus efeitos</p><p>simbólicos nos acidentes com instrumentos perfurocortantes. Revista Bra-</p><p>sileira de Enfermagem, v. 65, p. 809-814, 2012. Disponível em: <https://doi.</p><p>org/10.1590/S0034-71672012000500014>. Acesso em: 15 jan. 2021.</p><p>GESTÃO DE OBRA 97</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd</p><p>97 19/02/2021 17:36:20</p><p>STEFANO, S. R. Liderança e suas relações com a estratégia de gestão de</p><p>pessoas e o bem-estar organizacional: um estudo comparativo em duas ins-</p><p>tituições financeiras internacionais. 2008. 187 f. Tese [Doutorado em Adminis-</p><p>tração]. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universida-</p><p>de de São Paulo, São Paulo, 2008. Disponível em: <https://teses.usp.br/teses/</p><p>disponiveis/12/12139/tde-14012009-160756/publico/Tese_Silvio_Roberto_Ste-</p><p>fano.pdf>. Acesso em: 15 jan. 2021.</p><p>GESTÃO DE OBRA 98</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID3.indd 98 19/02/2021 17:36:20</p><p>COMPOSIÇÕES</p><p>UNITÁRIAS E</p><p>CRONOGRAMA</p><p>FÍSICO-FINANCEIRO</p><p>DE CONSTRUÇÃO</p><p>4</p><p>UNIDADE</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID4.indd 99 19/02/2021 17:36:08</p><p>Objetivos da unidade</p><p>Tópicos de estudo</p><p>Aprender sobre as composições de custos;</p><p>Conhecer o planejamento financeiro para a execução de obras na construção civil;</p><p>Aprender o que é um orçamento;</p><p>Diferenciar os tipos de orçamento existentes;</p><p>Fornecer subsídios para identificar as bases orçamentárias;</p><p>Aprender sobre o cronograma físico-financeiro;</p><p>Diferenciar os tipos de cronograma;</p><p>Compreender a matriz de controle financeiro.</p><p>Composições unitárias de preço</p><p>Composição de custos</p><p>Composição de custos unitários</p><p>Orçamento</p><p>Planejamento financeiro de</p><p>execução de obras</p><p>Orçamento da obra</p><p>Fontes de composição de custos</p><p>unitários: bases orçamentárias</p><p>Cronograma físico-financeiro de</p><p>construção</p><p>Cronograma físico-financeiro</p><p>Matriz de controles financeiros</p><p>GESTÃO DE OBRA 100</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID4.indd 100 19/02/2021 17:36:08</p><p>Composições unitárias de preço</p><p>A maior preocupação de todo construtor é</p><p>conseguir manter o custo da obra conforme</p><p>o orçamento realizado. Assim, é importante</p><p>realizar um levantamento dos custos envol-</p><p>vidos, buscando se aproximar ao máximo da</p><p>realidade, uma vez que a falta de controle pode</p><p>produzir grandes prejuízos e desembolsos além</p><p>do previsto em uma obra (SANTOS, 2015). Desta forma, para</p><p>compreender como é o processo de formação de preço dos ma-</p><p>teriais e serviços utilizados em uma obra, da composição unitária de preços</p><p>e de sua aplicação nos orçamentos, é necessário dominar a diferença entre</p><p>custo, despesa e preço.</p><p>O custo é relacionado ao gasto para a produção de um bem ou serviço. Isso</p><p>posto, o custo pode ser conceituado como todo o valor investido diretamente</p><p>na obra. Em relação às despesas, estas são conceituadas como os gastos que</p><p>transcorrem da atividade, podendo ser fi xas ou variáveis em função do volume</p><p>de produção. Na construção civil, podemos exemplifi car como despesa fi xa as</p><p>manutenções da construtora (remuneração da equipe administrativa), e como</p><p>despesa variável a tributação sobre o faturamento da construtora (CEF, 2020).</p><p>Por fi m, o preço se refere à quantia fi nanceira paga pelo comprador por um</p><p>bem e/ou serviço. Na construção civil, é referente ao valor contratual acordado</p><p>para a obra, incluindo todos os custos da própria obra, as despesas e o lucro da</p><p>construtora (CEF, 2020). Desta forma, para defi nir a formação do preço, é ne-</p><p>cessário estimar os custos, assim como as despesas, da forma mais adequada</p><p>possível e defi nir o lucro que se espera alcançar ao fi nal da obra.</p><p>Composição de custos</p><p>A composição dos custos se refere à especifi cação dos custos inerentes à</p><p>efetivação de um serviço ou atividade da obra (MATTOS, 2014). Ainda, segundo</p><p>o autor, a composição busca listar os insumos que pertencem ao serviço, enu-</p><p>merando suas quantidades e custos unitários e totais.</p><p>GESTÃO DE OBRA 101</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID4.indd 101 19/02/2021 17:36:08</p><p>EXPLICANDO</p><p>Insumos são relacionados aos elementos básicos da construção ci-</p><p>vil, tais quais materiais, como cimento, blocos, telhas, tábuas, aço,</p><p>entre outros; equipamentos, como betoneiras, caminhões, equipa-</p><p>mentos de terraplenagem, entre outros; e mão de obra (PINHEIRO;</p><p>CRIVELARO, 2014).</p><p>A composição de custos pode ser dividida em categorias</p><p>e, segundo Mattos (2014), as categorias de custo compreen-</p><p>didas em uma atividade ou serviço podem ser:</p><p>mão de obra, material e equipamento. Nesse</p><p>sentido, as categorias mão de obra e consu-</p><p>mo de materiais são consideradas os indi-</p><p>cadores mais importantes na construção</p><p>civil, sendo estes calculados com auxílio de</p><p>cálculos de Razão Unitária de Produção (RUP)</p><p>e Consumo Diário de Materiais (CDM) (SOUZA; MORASCO; RIBEIRO, 2017).</p><p>A RUP apresenta as horas de trabalho necessárias para executar um</p><p>metro quadrado de alvenaria ou um metro cúbico de escavação, por exem-</p><p>plo (SOUZA; MORASCO; RIBEIRO, 2017). Isso posto, segundo os autores, a</p><p>Equação (1) representa a RUP:</p><p>Hh</p><p>Qs</p><p>RUP = (1)</p><p>Qmat</p><p>Qserviço</p><p>CUM = (2)</p><p>Em que:</p><p>Hh = homens-hora;</p><p>Qs = quantidade de serviço executado.</p><p>Já o CUM representa a parcela de material necessária para realizar o</p><p>que foi projetado. Com esses indicadores, pode-se quantificar a mão de</p><p>obra e material adequados para as etapas da obra (SOUZA; MORASCO;</p><p>RIBEIRO, 2017).</p><p>Em que:</p><p>Qmat = parcela de material;</p><p>Qserviço = quantidade de serviço.</p><p>GESTÃO DE OBRA 102</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID4.indd 102 19/02/2021 17:36:09</p><p>Composição de custos unitários</p><p>A composição do custo unitário é relacionada ao preço de uma unidade</p><p>do serviço a ser realizado, como, por exemplo, a execução de 1 m² de pintura.</p><p>Assim, “elaborada em forma de tabela, a composição deve apresentar todos</p><p>os insumos necessários para a realização daquele serviço, o que geralmente</p><p>envolve materiais, equipamentos e mão de obra” (SIENGE, 2017a, p. 8).</p><p>Como relatado, a composição de custos unitários é representada em for-</p><p>ma de tabela, a qual é comumente apresentada com cinco colunas. Isso posto,</p><p>observe o Quadro 1, que evidencia as composições de custos unitários e suas</p><p>respectivas descrições.</p><p>Composição Descrição</p><p>Insumo Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>execução do serviço.</p><p>Índice Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>R$ unitário Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>R$ total Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>R$ total = índice x R$ unitário.</p><p>Unidade</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Para equipamento, é hora (de máquina).</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>execução do serviço.</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo.</p><p>Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>execução do serviço.</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>execução do serviço.</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>execução do serviço.</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>R$ total = índice x R$ unitário.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>execução do serviço.</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>R$ total = índice x R$ unitário.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>execução do serviço.</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>R$ total = índice x R$ unitário.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Para equipamento, é hora (de máquina).</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>execução do serviço.</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>R$ total = índice x R$ unitário.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Para equipamento, é hora (de máquina).</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>R$ total = índice x R$ unitário.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Para equipamento, é hora (de máquina).</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>R$ total = índice x R$ unitário.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Para equipamento, é hora (de máquina).</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>R$ total = índice x R$ unitário.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Para equipamento, é hora (de máquina).</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>R$ total = índice x R$ unitário.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Para equipamento, é hora (de máquina).</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>R$ total = índice x R$ unitário.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Para equipamento, é hora (de máquina).</p><p>Refere-se aos materiais, mão de obra e equipamento utilizados na</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Custo de aquisição de uma unidade de insumo.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Para equipamento, é hora (de máquina).</p><p>Incidência do insumo na execução de uma unidade de serviço.</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Para equipamento, é hora (de máquina).</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Para equipamento, é hora (de máquina).</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Para equipamento, é hora (de máquina).</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>Para equipamento, é hora (de máquina).</p><p>Refere-se ao custo total do insumo na composição de custos unitários.</p><p>Referente à unidade de medida de insumo. Quando se remete a</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>determinado material pode ser em kg, m³, m², m, um, entre outras</p><p>unidades. Para mão de obra, a unidade é sempre hora (homem-hora). unidades. Para mão de obra, a</p><p>unidade é sempre hora (homem-hora).</p><p>QUADRO 1. DESCRIÇÃO DA COMPOSIÇÃO DE CUSTOS UNITÁRIOS</p><p>Fonte: MATTOS, 2014, p. 63-70. (Adaptado).</p><p>Com base nos índices dos materiais, é possível calcular a produtividade da</p><p>mão de obra e o rendimento dos materiais, conforme as equações a seguir:</p><p>1</p><p>Índice</p><p>Produtividade = (3)</p><p>1</p><p>Índice</p><p>Rendimento = (4)</p><p>A produtividade dá-se em m²/hora.</p><p>O rendimento é relacionado a m²/gl, ou m²/un, ou seja, relaciona o m² pela</p><p>unidade gasta do material (podendo ser gl, un, m³).</p><p>É muito importante que o profi ssional não confunda termos como produti-</p><p>vidade e produção. Segundo Mattos,</p><p>GESTÃO DE OBRA 103</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID4.indd 103 19/02/2021 17:36:09</p><p>Com base na Tabela 1, verifi ca-se com clareza todas as categorias de custos</p><p>envolvidas para 1 m³ de concreto, ou seja, mão de obra (pedreiro e servente),</p><p>materiais (areia, britas e cimento) e equipamento (betoneira). Interpretando</p><p>a mesma tabela, verifi ca-se que para o preparo de 1 m³ de concreto são ne-</p><p>cessários: 0,901 m³ de areia; 0,209 m³ de brita 1; 0,627 m³ de brita 2; 0,35 h de</p><p>betoneira; 306 kg de cimento; 1 hora de pedreiro e 8 horas de servente.</p><p>Quando se verifi ca o custo orçado para o preparo, transporte, lançamento</p><p>e adensamento no preparo de 1 m³ de concreto, o valor é de R$ 237,87. Na</p><p>sequência, o insumo que mais incide no preparo é o cimento (R$ 110,16/m³),</p><p>representando 48,88% do custo do concreto.</p><p>[...] a produção representa a quantidade de unidades feitas em</p><p>um certo período, e a produtividade é a rapidez com que essa</p><p>produção foi atingida [...]. Defi ne-se produtividade como a taxa</p><p>de produção de uma pessoa ou equipe ou equipamento, isto é, a</p><p>quantidade de unidades de produto produzida em um intervalo</p><p>de tempo especifi cado, normalmente hora (2019, p. 79).</p><p>É muito importante conhecer e dominar os índices empregados na compo-</p><p>sição de custos, pois, segundo Mattos (2019), estes demarcam a mão de obra</p><p>e equipamentos além do consumo dos materiais que foram adotados na ela-</p><p>boração do orçamento, fornecendo bases com o objetivo de comparação do</p><p>serviço orçado com o realizado. A Tabela 1 mostra um exemplo de composição</p><p>de custo para o preparo de 1 m³ de concreto.</p><p>Insumo Unidade Índice R$ unitário R$ total</p><p>Areia m³ 0,901 37,000 33,337</p><p>Betoneira h 0,350 2,500 0,875</p><p>Brita 1 m³ 0,209 55,000 11,495</p><p>Brita 2 m³ 0,627 55,000 34,485</p><p>Cimento kg 306,000 0,380 116,28</p><p>Pedreiro h 1,000 7,000 7,000</p><p>Servente h 8,000 4,300 34,400</p><p>Total 237,872</p><p>m³</p><p>h</p><p>m³</p><p>m³m³</p><p>0,901</p><p>kg</p><p>0,901</p><p>0,350</p><p>h</p><p>0,350</p><p>h</p><p>0,2090,209</p><p>0,627</p><p>306,000</p><p>0,627</p><p>306,000</p><p>37,000</p><p>306,000</p><p>1,000</p><p>37,000</p><p>2,500</p><p>1,000</p><p>8,000</p><p>2,500</p><p>55,000</p><p>8,000</p><p>55,000</p><p>55,00055,000</p><p>0,380</p><p>33,337</p><p>55,000</p><p>0,380</p><p>33,337</p><p>0,380</p><p>7,000</p><p>33,337</p><p>0,875</p><p>7,000</p><p>4,300</p><p>0,875</p><p>11,495</p><p>4,300</p><p>11,495</p><p>34,48534,485</p><p>116,28116,28</p><p>7,0007,000</p><p>34,40034,40034,400</p><p>TABELA 1. COMPOSIÇÃO DE CUSTO UNITÁRIO PARA 1 M³ DE CONCRETO</p><p>Fonte: MATTOS, 2014, p. 64. (Adaptado).</p><p>GESTÃO DE OBRA 104</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID4.indd 104 19/02/2021 17:36:10</p><p>Em relação ao custo de material, este é de R$ 195,59 (executado pelo soma-</p><p>tório de todos os materiais, ou seja, areia, brita 1, brita 2 e cimento), represen-</p><p>tando 82,23% do custo total. Em relação ao custo de mão de obra, este é de R$</p><p>41,40 (executado pelo somatório das horas de pedreiro e servente), represen-</p><p>tando 17,40% do custo total. Por fi m, em relação ao custo de equipamento, este</p><p>representa 0,37% do custo total e há uma proporcionalidade de 8 serventes</p><p>para 1 pedreiro para a execução do serviço.</p><p>Se o orçamentista desejar calcular a produtividade da mão de obra, basta</p><p>aplicar a Equação (3), obtendo 1 m²/hora do pedreiro e 0,125 m²/hora do serven-</p><p>te. Para o uso da betoneira, esta apresenta uma produtividade de 2,86 m²/hora.</p><p>Em relação ao rendimento dos materiais, é preciso aplicar a Equação (4), e desta</p><p>forma temos que: a areia apresenta um rendimento de 1,11 m²/m³; a brita 1 tem</p><p>rendimento de 4,78 m²/m³; e a brita 2 tem rendimento de 1,59 m²/m³. Por fi m, o</p><p>cimento apresenta um rendimento de 0,0033 m²/kg.</p><p>Orçamento</p><p>O setor da construção civil moder-</p><p>na atua com conceitos de sustentabili-</p><p>dade e gestão econômica. Atualmen-</p><p>te, as obras são projetadas de modo</p><p>a evitar o desperdício de recursos</p><p>naturais, enquanto, paralelamente,</p><p>são executadas com a maior agilida-</p><p>de possível. Desta forma, toda obra é</p><p>projetada com base em uma estima-</p><p>tiva de quanto se deseja gastar. Isso</p><p>posto, pode-se afi rmar que o orçamento da obra é um elemento vital, uma vez</p><p>que impacta diretamente no lucro do investimento.</p><p>Segundo Sienge (2017b), as causas mais comuns de estouro no orçamento</p><p>de obras são: atrasos parciais de entrega de uma obra; baixa produtividade da</p><p>mão de obra; falha nas contratações de serviço; falta de integração entre as in-</p><p>formações; e falta de organização do estoque e de planejamento sobre fatores</p><p>externos (como, por exemplo, as chuvas).</p><p>GESTÃO DE OBRA 105</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID4.indd 105 19/02/2021 17:36:14</p><p>Isso posto, orçamento, segundo Pinheiro e Crivelaro (2014), é referente ao</p><p>instrumento utilizado na previsão de custos de uma obra. Desta forma, é mui-</p><p>to importante que o responsável técnico da obra elabore um orçamento pre-</p><p>ciso. Já segundo a CEF, orçamento pode ser defi nido pela “[...] identifi cação,</p><p>descrição, quantifi cação, análise e valoração de mão de obra, equipamentos,</p><p>materiais, custos fi nanceiros, custos administrativos, impostos, riscos e mar-</p><p>gem de lucro desejada para adequada previsão do preço fi nal de uma obra”</p><p>(2020, p. 16).</p><p>Planejamento financeiro de execução de obras</p><p>O planejamento na construção civil</p><p>conta com instrumentos de gerencia-</p><p>mento que buscam obter o máximo</p><p>desempenho das obras dos pontos</p><p>de vista de execução, ambiental e fi -</p><p>nanceiro. O planejamento e controle</p><p>na construção civil são fundamentais</p><p>para garantir a saúde fi nanceira e a</p><p>segurança institucional das constru-</p><p>toras, e sua ausência gera impactos</p><p>econômicos signifi cativos. Situações</p><p>decorrentes da falta de planejamento</p><p>criam grande instabilidade nos seto-</p><p>res da construção civil e imobiliário,</p><p>podendo resultar em crises econômicas de grande impacto nacional.</p><p>Isso posto, o planejamento pode ser defi nido como o pla-</p><p>no que aponta os recursos fi nanceiros, humanos e materiais</p><p>fundamentais para a execução de uma obra, assim</p><p>como o período em que devem ser utilizados (PI-</p><p>NHEIRO; CRIVELARO, 2014). Mattos (2010) rela-</p><p>ta os principais benefícios resultantes de um</p><p>bom planejamento de obras, apresentados no</p><p>Quadro 2.</p><p>GESTÃO DE OBRA 106</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID4.indd 106 19/02/2021 17:36:17</p><p>Benefício Discriminação</p><p>Agilidade de</p><p>decisões</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Conhecimento</p><p>pleno da obra</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>prazos de execução).</p><p>Criação de dados</p><p>históricos</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>construção civil.</p><p>Detecção de</p><p>situações</p><p>desfavoráveis</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>Documentação e</p><p>rastreabilidade</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>Otimização da</p><p>alocação</p><p>de recursos</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>necessários e prazos estimados.</p><p>Padronização</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>Profi ssionalismo A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>dos clientes e maior visibilidade no mercado.</p><p>Referência para o</p><p>acompanhamento</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>planejamento referencial ou linha de base.</p><p>Referência para</p><p>metas</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>Relação com o</p><p>orçamento</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>transcorram conforme defi nido em projeto.</p><p>É possível verifi car no Quadro 2 todos os benefícios obtidos pela elaboração do</p><p>planejamento na construção civil. Entretanto, não podemos deixar de considerar as</p><p>defi ciências no planejamento de obras da construção civil, que, de acordo com Mat-</p><p>tos (2010), são problemas constantes e resultantes da execução de planejamentos</p><p>incorretos. O autor destaca ainda que essas defi ciências resultam em uma menor</p><p>qualidade no setor, gerando elevadas perdas de recursos materiais e fi nanceiros.</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>prazos de execução).</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>prazos de execução).</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao</p><p>realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>prazos de execução).</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>prazos de execução).</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>prazos de execução).</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>construção civil.</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>prazos de execução).</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>construção civil.</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>prazos de execução).</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>construção civil.</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>construção civil.</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>A existência de planejamento permite que o gestor analise e tome</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>construção civil.</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>construção civil.</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras</p><p>permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>decisões rápidas e pontuais de modo a gerir prazos e recursos (materiais e</p><p>humanos), intervindo no processo construtivo quando necessário.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>Ao realizar o planejamento é preciso considerar todas as variáveis</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>envolvidas na construção (projetos, métodos construtivos, orçamentos e</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>Um mesmo planejamento pode ser aplicado de forma integral ou</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>parcial em obras similares. Desta forma, permite-se que a construtora</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>desenvolva planos de ação que garantam maior destaque no mercado da</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>A existência de um planejamento adequado permite analisar e detectar</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>inconformidades no andamento do projeto. Desta forma, é possível</p><p>intervir antes que a situação desfavorável se torne irreversível.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>O planejamento e o controle de obras permitem que a construtora consiga</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>maior organização na gestão de documentos e registros. A organização</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>facilita a elaboração de justifi cativas e garante maiores prazos ou recursos</p><p>fi nanceiros, assim como maiores chances de defesa em casos judiciais.</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>O planejamento de uma obra</p><p>permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>necessários e prazos estimados.</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>necessários e prazos estimados.</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>necessários e prazos estimados.</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>necessários e prazos estimados.</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>dos clientes e maior visibilidade no mercado.</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>necessários e prazos estimados.</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>dos clientes e maior visibilidade no mercado.</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>necessários e prazos estimados.</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>dos clientes e maior visibilidade no mercado.</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>necessários e prazos estimados.</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>dos clientes e maior visibilidade no mercado.</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>necessários e prazos estimados.</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>dos clientes e maior visibilidade no mercado.</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>planejamento referencial ou linha de base.</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>necessários e prazos estimados.</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>dos clientes e maior visibilidade no mercado.</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>planejamento referencial ou linha de base.</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>necessários e prazos estimados.</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>dos clientes e maior visibilidade no mercado.</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>planejamento referencial ou linha de base.</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>dos clientes e maior visibilidade no mercado.</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>planejamento referencial ou linha de base.</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias</p><p>adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>dos clientes e maior visibilidade no mercado.</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>planejamento referencial ou linha de base.</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>dos clientes e maior visibilidade no mercado.</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>planejamento referencial ou linha de base.</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>dos clientes e maior visibilidade no mercado.</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>planejamento referencial ou linha de base.</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>Por meio do planejamento, o gestor adquire conhecimento dos recursos</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>dos clientes e maior visibilidade no mercado.</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>planejamento referencial ou linha de base.</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>O planejamento de uma obra permite que todos os profi ssionais</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>dos procedimentos, prazos e metodologias adotadas.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>dos clientes e maior visibilidade no mercado.</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>planejamento referencial ou linha de base.</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>planejamento referencial ou linha de base.</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>envolvidos, desde o engenheiro ao servente de obras, tenham consciência</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>planejamento referencial ou linha de base.</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>A empresa que preza pelo planejamento das obras garante a confi ança</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>planejamento referencial ou linha de base.</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>A existência de planejamento em uma obra fornece um referencial</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>pelo qual pode-se analisar e controlar o desenvolvimento dos serviços</p><p>efetivamente executados. A esse planejamento, dá-se o nome de</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>A existência de um planejamento permite a adoção de metas de execução</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>o marketing da empresa, visando futuras obras da construtora.</p><p>de serviços, agregando benefícios fi nanceiros e econômicos e melhorando</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>5</p><p>6</p><p>7</p><p>1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21 23 25 27 29 31 33 35 37 39 41 43 45 47 49 51</p><p>Figura 4. Gráfico de Gantt.</p><p>GESTÃO DE OBRA 25</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 25 19/02/2021 17:46:41</p><p>0</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>5</p><p>6</p><p>7</p><p>8</p><p>1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21 23 25 27 29 31 33 35 37 39 41 43 45 47 49 51</p><p>Figura 5. Histograma de pessoal – recurso X (verde), recurso Y (amarelo) e recurso Z (azul).</p><p>Curva S (para estimativa do progresso)</p><p>O desenvolvimento de um projeto não acontece de forma linear e cons-</p><p>tante. Ele começa mais devagar, seu ritmo acelera e, ao se aproximar do fi nal,</p><p>volta a cair. Por esse motivo, ao fazer um gráfi co de realização acumulada do</p><p>projeto ao longo do tempo, temos uma curva que se assemelha a uma letra S.</p><p>A curva S, criada durante o planejamento, é depois utilizada no monitoramento</p><p>do projeto durante sua execução. Com ela, é possível ter uma visão mais clara</p><p>da evolução física da obra e comparar o planejado e o realizado. Por essa razão,</p><p>é bastante utilizada em relatórios gerenciais.</p><p>O eixo horizontal representa o tempo e o vertical a quantidade executada</p><p>acumulada, geralmente apresentada em porcentagem. Isso posto, analise a Fi-</p><p>gura 6, que representa uma curva S.</p><p>GESTÃO DE OBRA 26</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 26 19/02/2021 17:46:42</p><p>Curva S</p><p>Período</p><p>Pr</p><p>ev</p><p>ist</p><p>o</p><p>ac</p><p>um</p><p>ul</p><p>ad</p><p>o</p><p>Figura 6. Curva S.</p><p>Para melhor assimilação do conteúdo, observe o exercício a seguir, extraído</p><p>de Pinheiro e Crivelaro (2014, adaptado). Consideremos a execução de uma</p><p>obra residencial, conforme a tabela retratada no Quadro 4, na qual estão iden-</p><p>tificadas atividades, durações e precedências:</p><p>Numeração Atividades Duração Precedência</p><p>1 Locação da obra 6 -</p><p>2 Alvenaria 30 1</p><p>3 Cobertura 8 2</p><p>4 Piso 10 2 (II - 25)</p><p>5 Limpeza 6 3; 4</p><p>QUADRO 4. ATIVIDADES, DURAÇÃO E PRECEDÊNCIAS</p><p>GESTÃO DE OBRA 27</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 27 19/02/2021 17:46:42</p><p>Elaborando a rede CPM para determinação do caminho crítico da obra:</p><p>Locação da obra</p><p>Início-início</p><p>Atraso 25</p><p>Alvenaria</p><p>6 30</p><p>Limpeza</p><p>6</p><p>Cobertura</p><p>8</p><p>Piso</p><p>10</p><p>Figura 7. Rede CPM.</p><p>Determinando a folga e o caminho crítico:</p><p>Data mais cedo Data mais tarde</p><p>Folga total</p><p>Início Término Início Término</p><p>1 6 6 6 0</p><p>7 36 7 36 0</p><p>37 44 37 44 0</p><p>33 42 35 44 2</p><p>45 50 45 50 0</p><p>QUADRO 5. CÁLCULO DAS FOLGAS E CAMINHO CRÍTICO</p><p>Podemos, agora, elaborar o gráfico de Gantt, já com o caminho crítico evi-</p><p>denciado. Ou seja, a sequência de atividades que não têm folga:</p><p>GESTÃO DE OBRA 28</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 28 19/02/2021 17:46:42</p><p>Considerando uma distribuição linear de execução para as</p><p>atividades, e que todas tenham o mesmo peso no projeto (o</p><p>que não é condizente com a realidade), é possível elaborar</p><p>a curva S da obra:</p><p>0 10 20 30 40 50 60</p><p>Locação da obra</p><p>Alvenaria</p><p>Cobertura</p><p>Piso</p><p>Limpeza</p><p>0 10</p><p>100%</p><p>80%</p><p>60%</p><p>40%</p><p>20%</p><p>0%</p><p>Pe</p><p>rc</p><p>en</p><p>tu</p><p>al</p><p>p</p><p>re</p><p>vi</p><p>st</p><p>o</p><p>Dias</p><p>20 30 40 50 60</p><p>Figura 8. Gráfico de Gantt – caminho crítico.</p><p>Figura 9. Curva S – percentual previsto.</p><p>GESTÃO DE OBRA 29</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 29 19/02/2021 17:46:43</p><p>Planejamento financeiro de execução de obras</p><p>O planejamento e controle fi nanceiro da obra é também muito importante</p><p>para o bom desempenho e sucesso do empreendimento.</p><p>O aumento dos custos da obra implica em redução dos lucros da empresa;</p><p>porém, com um planejamento fi nanceiro adequado, é possível prever a movi-</p><p>mentação fi nanceira que ocorrerá durante a obra e, dessa maneira, realizar</p><p>o gerenciamento de recursos fi nanceiros (ADOMA; MAZUTTI, 2019), adotando</p><p>inclusive medidas corretivas, se necessárias.</p><p>Adoma e Mazutti (2019) explicam que o planejamento fi nan-</p><p>ceiro de obras consiste na adoção de medidas que possibili-</p><p>tem gerenciar os custos decorrentes das diversas fases de</p><p>implantação do empreendimento, de maneira que todas as</p><p>empresas envolvidas tenham segurança fi nanceira.</p><p>Cronograma financeiro</p><p>Utiliza-se, para elaboração do planejamento fi nanceiro, o cronograma fi -</p><p>nanceiro de obra (que é baseado no orçamento) e o fl uxo de caixa. A Tabela</p><p>1 mostra um cronograma fi nanceiro de uma obra hipotética, com o custo das</p><p>atividades distribuídas ao longo do tempo. Na parte inferior, há o custo total da</p><p>obra ao longo do tempo.</p><p>Atividades</p><p>Semanas</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10</p><p>Locação da obra 10 2</p><p>Alvenaria 16 20 20 20 20 20 4</p><p>Cobertura 8 8</p><p>Piso 10,8 18 7,2</p><p>Limpeza 2,5 12,5</p><p>Total (R$ · 10³) 10 18 20 20 20 20 30,8 30 17,7 12,5</p><p>Acumulado (R$ · 10³) 10 28 48 68 88 108 139 169 187 199</p><p>TABELA 1. EXEMPLO DE CRONOGRAMA FINANCEIRO</p><p>GESTÃO DE OBRA 30</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 30 19/02/2021 17:46:43</p><p>Já o fluxo de caixa é um instrumento que permite a projeção das entradas e</p><p>saídas de recursos financeiros em um determinado período de tempo. Segun-</p><p>do Araújo, Teixeira e Licório (2015, p. 16):</p><p>Sendo o fluxo de caixa uma ferramenta simples no controle ge-</p><p>rencial, é de suma importância para a análise de controle, isso</p><p>porque, com essa ferramenta, é possível não somente projetar</p><p>as receitas financeiras da empresa, mas também utilizá-la para</p><p>decisões de investimentos futuros.</p><p>A seguir, um modelo de fluxo de caixa.</p><p>Fluxo de caixa</p><p>Empresa: DIAS</p><p>Período:</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10</p><p>Outras receitas</p><p>Recebimento</p><p>sobre vendas</p><p>Receita de</p><p>prestação de</p><p>serviços</p><p>Outras receitas</p><p>TOTAL DAS</p><p>ENTRADAS 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0</p><p>SAÍDAS</p><p>Fornecedores</p><p>Folha de</p><p>pagamento</p><p>INSS a recolher</p><p>FGTS</p><p>Retiradas sócios</p><p>Impostos sem</p><p>receitas</p><p>Aluguéis</p><p>Energia elétrica</p><p>TABELA 2. MODELO DE FLUXO DE CAIXA</p><p>GESTÃO DE OBRA 31</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 31 19/02/2021 17:46:43</p><p>Telefone</p><p>Serviços</p><p>contabilidade</p><p>Combustíveis</p><p>Manutenção de</p><p>veículos</p><p>Despesas</p><p>diversas</p><p>Férias</p><p>13º salário</p><p>Empréstimos</p><p>bancários</p><p>Financiamentos</p><p>de equipamentos</p><p>Despesas</p><p>financeiras</p><p>Outros</p><p>pagamentos</p><p>TOTAL DAS</p><p>SAÍDAS 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00</p><p>SALDO ENTRADAS</p><p>- SAÍDAS 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00</p><p>SALDO</p><p>ANTERIOR 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00</p><p>SALDO</p><p>ACUMULADO 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00</p><p>Fonte: SIENGE, 2020. (Adaptado).</p><p>Conforme destacam Adoma e Mazutti (2019), na construção civil, o fluxo de caixa</p><p>tem uma importância vital, uma vez que as construtoras precisam ter capital dispo-</p><p>nível para bancar a execução das obras. Empresas que não têm recursos financei-</p><p>ros suficientes para executar inicialmente os serviços correm o risco de atrasar e,</p><p>muitas vezes, de não conseguir concluir a obra, havendo necessidade de rescisão</p><p>contratual, o que é ruim tanto para a contratada quanto para o contratante.</p><p>Em obras públicas, esse cuidado precisa ser ainda maior, pois não é inco-</p><p>mum que ocorram atrasos nos pagamentos para as construtoras – por uma</p><p>série de motivos –, e a construtora precisa estar preparada para algum impre-</p><p>visto que venha a ocorrer.</p><p>GESTÃO DE OBRA 32</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 32 19/02/2021 17:46:43</p><p>O controle financeiro visa a acompanhar se as atividades realizadas na obra</p><p>estão compatíveis com os gastos projetados e, caso sejam identificadas diferen-</p><p>ças, devem-se determinar os motivos e fazer a intervenção necessária. Dessa</p><p>forma, o controle financeiro é realizado paralelamente ao controle físico da obra.</p><p>Como, porém, relacionar as contas da obra com as contas gerais da empre-</p><p>sa? Halpin e Woodhead (2017) destacam que, para se estabelecer um sistema</p><p>de controle de custos para uma construção, é necessária a definição de centros</p><p>de custos de níveis de empreendimento. É preciso dividir toda a obra em unida-</p><p>des de controle significativas, a partir da EAP, de tal forma que o trabalho possa</p><p>ser medido no campo. Ainda conforme os autores (2017, n.p.):</p><p>Uma vez estabelecidas as contas de custos de trabalhos, é atri-</p><p>buído a cada conta um código identificador, que é chamado de</p><p>código de custo. Ao serem separados por centros de custos as-</p><p>sociados, todos os elementos de despesas (mão de obra</p><p>das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>transcorram conforme defi nido em projeto.</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>transcorram conforme defi nido em projeto.</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>transcorram conforme defi nido em projeto.</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>transcorram conforme defi nido em projeto.</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>transcorram conforme defi nido em projeto.</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>transcorram conforme defi nido em projeto.</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>transcorram conforme defi nido em projeto.</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>transcorram conforme defi nido em projeto.</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>transcorram conforme defi nido em projeto.</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>transcorram conforme defi nido em projeto.</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>transcorram conforme defi nido em projeto.</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>transcorram conforme defi nido em projeto.</p><p>Serviços de engenharia são orçados considerando índices de</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>transcorram conforme defi nido em projeto.</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>produtividade das equipes e quantitativos de materiais. Nesse sentido,</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>o planejamento deve considerar esses parâmetros de modo a identifi car</p><p>o desenvolvimento da obra, podendo intervir em serviços que não</p><p>QUADRO 2. BENEFÍCIOS DO PLANEJAMENTO DE OBRAS</p><p>Fonte: MATTOS, 2010, n.p. (Adaptado).</p><p>GESTÃO DE OBRA 107</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID4.indd 107 19/02/2021 17:36:18</p><p>Orçamento da obra</p><p>O orçamento é um dos primeiros documentos que uma construtora precisa</p><p>elaborar ao estudar um projeto para determinada obra, sendo este uma das</p><p>ferramentas mais importantes para avaliar a viabilidade de um projeto. Seja</p><p>uma obra com fi ns lucrativos ou não, sabemos que a construção implica em</p><p>gastos signifi cativos que, por isso mesmo, devem ser determinados, a fi m de</p><p>se analisar se a obra será viável ou não. O orçamento, também chamado de</p><p>composição de custos, precisa descrever</p><p>a realidade do projeto e estar atrelado ao planejamento da obra.</p><p>Dessa maneira, o documento produzido pelo engenheiro deve</p><p>possuir valor prático e pode efetivamente orientar a empresa</p><p>em relação aos seus gastos, lucros e deveres relacionados à</p><p>construção de um projeto. (SIENGE, 2017a, p. 5)</p><p>É muito importante não confundir orçamento com orçamentação; orça-</p><p>mento é referente ao produto e orçamentação é o processo de determinação</p><p>do orçamento (MATTOS, 2019). Pinheiro e Crivelaro (2014) reportam que a ela-</p><p>boração do orçamento é realizada por meio de quantifi cação dos insumos,</p><p>tempo utilizado na execução de cada serviço e cálculo dos custos envolvidos</p><p>na obra.</p><p>Mattos (2006) e CEF (2020) reportam que um bom orçamento deve apre-</p><p>sentar características e propriedades específi cas, como, por exemplo:</p><p>• Aproximação: todo orçamento tem seu valor aproximado (baseado em</p><p>previsões e estimativas);</p><p>• Especifi cidade: todo orçamento é específi co para características parti-</p><p>culares (exemplo: porte da construtora e condições locais onde a obra será</p><p>executada);</p><p>• Temporalidade: o orçamento representa a projeção dos recur-</p><p>sos adequados para a produção de uma obra em um dado momen-</p><p>to. Apesar da possibilidade de reajuste por índices, há</p><p>muitas fl utuações nos preços dos insumos, alterações</p><p>tributárias e métodos construtivos. Nesse sentido, o</p><p>orçamento é válido para o momento e as condições</p><p>distintas daquelas consideradas.</p><p>GESTÃO DE OBRA 108</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID4.indd 108 19/02/2021 17:36:18</p><p>Sienge (2017a) relata ainda que o orçamento vai além de preços, custos</p><p>e cálculos, devendo apresentar uma abrangência maior e abordando plane-</p><p>jamento de compras; parcerias com fornecedores; índices de acompanha-</p><p>mento; metas de desempenho ao longo das obras; definição do tamanho das</p><p>equipes alocadas para cada fase; e o cronograma físico-financeiro do projeto.</p><p>Em geral, engenheiros e construtoras podem fazer uso de</p><p>direta,</p><p>mão de obra indireta, materiais, suprimentos, custos de equipa-</p><p>mentos etc.) que constituem unidades de trabalho podem ser</p><p>apropriadamente registrados pelo código de custos.</p><p>A Figura 10 apresenta uma estrutura de custos:</p><p>Figura 10. Estrutura de custos. Fonte: HALPIN; WOODHEAD, 2017, n.p.</p><p>GESTÃO DE OBRA 33</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 33 19/02/2021 17:46:45</p><p>Curva S: estimativa de custo</p><p>A curva S pode ser utilizada também no planejamento fi nanceiro, com a fi na-</p><p>lidade de acompanhamento dos gastos acumulados na obra ao longo do tempo.</p><p>Sua representação gráfi ca é a somatória dos custos atribuídos às atividades</p><p>do cronograma de barras, apresentando, dessa forma, uma previsão de gas-</p><p>to acumulado, que pode ser comparado ao gasto previsto. O eixo horizontal</p><p>representa o tempo, ao passo que o eixo vertical os gastos acumulados, geral-</p><p>mente simbolizados em unidade monetária.</p><p>Curva ABC</p><p>A curva ABC permite identifi car os itens de maior importância na obra</p><p>(aqueles de maior valor), ordenando-os de forma decrescente. Essa ferra-</p><p>menta é muito útil, posto que a identifi cação dos insumos de maior valor ou</p><p>mais utilizados na obra deve merecer uma atenção especial, visando assim um</p><p>maior controle dos custos. Esse tipo de curva pode ser utilizada também para</p><p>identifi car as atividades mais caras na obra.</p><p>Va</p><p>lo</p><p>re</p><p>s a</p><p>cu</p><p>m</p><p>ul</p><p>ad</p><p>os</p><p>Período</p><p>Figura 11. Curva S.</p><p>GESTÃO DE OBRA 34</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 34 19/02/2021 17:46:45</p><p>CITANDO</p><p>“A ideia dessa curva surgiu na Itália em 1800, com Wilfredo Paretto,</p><p>que a denominou lei 20 x 80. Ele mediu a distribuição de renda da popu-</p><p>lação e constatou que poucos indivíduos da sociedade concentravam</p><p>a maior parte das riquezas existentes, isto é, 20% da população absor-</p><p>via 80% de renda. Os fundamentos do método Paretto foram colocados</p><p>em prática na Segunda Guerra Mundial pela General Electric” (PINHEI-</p><p>RO; CRIVELARO, 2014, p. 67).</p><p>Os itens da curva ABC são sepa-</p><p>rados em três classes, conforme o</p><p>valor que representam no gasto total</p><p>da obra. Segundo a especificação do</p><p>Sienge (2017):</p><p>• Classe A: são aqueles que têm</p><p>um valor de demanda ou consumo</p><p>alto; 20% dos itens são considerados</p><p>classe A e representam 80% do valor</p><p>da demanda ou consumo;</p><p>• Classe B: são aqueles que têm um</p><p>valor de demanda ou consumo inter-</p><p>mediário; 30% dos itens são conside-</p><p>rados classe B, representando 15% do</p><p>valor da demanda ou consumo;</p><p>• Classe C: são aqueles que têm um valor de demanda ou consumo baixo;</p><p>50% dos itens são considerados classe C e correspondem a 5% da demanda ou</p><p>consumo.</p><p>No dia a dia, a divisão entre as classes A, B e C é baseada no bom senso do</p><p>gestor da obra. No caso de atividades de obra de construção, os percentuais</p><p>adotados para cada região em relação ao custo total da obra são:</p><p>• Região A – 53% do custo total;</p><p>• Região B – 32% do custo total;</p><p>• Região C – 15% do custo total.</p><p>Para a redução de custos, é interessante priorizar os insumos da classe A,</p><p>seja para negociação com seu fornecedores ou, se possível/viável, a substitui-</p><p>ção de algum deles.</p><p>GESTÃO DE OBRA 35</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 35 19/02/2021 17:46:47</p><p>20 50</p><p>80</p><p>95</p><p>100</p><p>100</p><p>Cu</p><p>st</p><p>o</p><p>Itens</p><p>A B C</p><p>Figura 12. Representação da curva ABC de insumos. Fonte: SIENGE, 2017. (Adaptado).</p><p>DICA</p><p>A curva ABC pode ser feita, de forma muito simples, a partir de uma plani-</p><p>lha em que constem todos os itens do orçamento. Há também aplicativos</p><p>de gestão para um controle mais elaborado.</p><p>Para uma melhor compreensão,</p><p>considere a planilha orçamentária</p><p>apresentada no Quadro 6, com macro</p><p>atividades de uma obra de construção</p><p>de conjuntos habitacionais que já fo-</p><p>ram ordenadas de forma decrescente</p><p>com base nos custos das atividades. A</p><p>distinção entre as classes A, B e C foi</p><p>feita em cores diferentes.</p><p>GESTÃO DE OBRA 36</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 36 19/02/2021 17:46:48</p><p>CÓDIGO DESCRIÇÃO DOS</p><p>SERVIÇOS</p><p>TOTAL C/ BDI</p><p>% EM</p><p>RELAÇÃO</p><p>AO CUSTO</p><p>TOTAL</p><p>%</p><p>ACUMULADO CLASSE</p><p>UNIDADES</p><p>HABITACIONAIS</p><p>00-00-00</p><p>TIPOLOGIA A: 6 BLOCOS</p><p>COM 6 PAVIMENTOS +</p><p>5 BLOCOS COM 7</p><p>PAVIMENTOS = 142 UHs</p><p>00-00-02 ESTRUTURA 1.844.956,34 21,42% 21,42%</p><p>A</p><p>00-00-03 ALVENARIA 1.168.303,22 13,56% 34,98%</p><p>00-00-08 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 1.049.939,32 12,19% 47,17%</p><p>00-00-01 FUNDAÇÕES 965.602,06 11,21% 58,38%</p><p>00-00-09</p><p>INSTALAÇÕES HIDRÁULI-</p><p>CAS E APARELHOS SANI-</p><p>TÁRIOS</p><p>831.502,77 9,65% 68,03%</p><p>B00-00-07 ESQUADRIAS METÁLICAS 774.661,66 8,99% 77,03%</p><p>00-00-10 REVESTIMENTOS 606.275,06 7,04% 84,07%</p><p>00-00-14 PINTURA 428.188,02 4,97% 89,04%</p><p>00-00-05 COBERTURAS 285.560,08 3,32% 92,35%</p><p>C</p><p>00-00-12 PISOS 213.944,83 2,48% 94,84%</p><p>00-00-06 ESQUADRIAS DE MADEIRA</p><p>E FERRAGENS 154.822,00 1,80% 96,63%</p><p>00-00-15 COMPLEMENTAÇÃO DA</p><p>OBRA 114.471,32 1,33% 97,96%</p><p>00-00-04 IMPERMEABILIZAÇÕES 101.004,71 1,17% 99,13%</p><p>00-00-13 VIDROS 60.814,74 0,71% 99,84%</p><p>00-00-11 FORROS 13.756,01 0,16% 100,00%</p><p>TOTAL 8.613.802,14</p><p>QUADRO 6. ORDENAÇÃO FINANCEIRA DAS ATIVIDADES</p><p>As atividades “estrutura”, “alvenaria”, “instalações elétri-</p><p>cas” e “fundações” são as atividades que deveriam receber</p><p>mais atenção, por serem as mais caras nessa obra. Assim, a</p><p>curva ABC resultante é apresentada a seguir:</p><p>GESTÃO DE OBRA 37</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 37 19/02/2021 17:46:49</p><p>100,00%</p><p>80,00%</p><p>60,00%</p><p>40,00%</p><p>20,00%</p><p>00,00%</p><p>Es</p><p>tru</p><p>tu</p><p>ra</p><p>Al</p><p>ve</p><p>na</p><p>ria</p><p>In</p><p>st</p><p>al</p><p>aç</p><p>õe</p><p>s e</p><p>lé</p><p>tri</p><p>ca</p><p>s</p><p>Co</p><p>m</p><p>pl</p><p>em</p><p>en</p><p>ta</p><p>çã</p><p>o</p><p>da</p><p>o</p><p>br</p><p>a</p><p>Im</p><p>pe</p><p>rm</p><p>ea</p><p>bi</p><p>liz</p><p>aç</p><p>õe</p><p>s</p><p>Vi</p><p>dr</p><p>os</p><p>Fo</p><p>rro</p><p>s</p><p>Es</p><p>qu</p><p>ad</p><p>ria</p><p>s m</p><p>et</p><p>ál</p><p>ica</p><p>s</p><p>Re</p><p>ve</p><p>st</p><p>im</p><p>en</p><p>to</p><p>s</p><p>Pi</p><p>nt</p><p>ur</p><p>a</p><p>Co</p><p>be</p><p>rtu</p><p>ra</p><p>s</p><p>Pi</p><p>so</p><p>s</p><p>Es</p><p>qu</p><p>ad</p><p>ria</p><p>s d</p><p>e</p><p>m</p><p>ad</p><p>ei</p><p>ra</p><p>e</p><p>fe</p><p>rra</p><p>ge</p><p>ns</p><p>Fu</p><p>nd</p><p>aç</p><p>õe</p><p>s</p><p>In</p><p>sa</p><p>ta</p><p>la</p><p>çõ</p><p>es</p><p>h</p><p>id</p><p>ra</p><p>ul</p><p>ica</p><p>s e</p><p>ap</p><p>ar</p><p>el</p><p>ho</p><p>s s</p><p>an</p><p>itá</p><p>rio</p><p>s</p><p>A B C</p><p>Figura 13. Curva ABC de atividades.</p><p>GESTÃO DE OBRA 38</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 38 19/02/2021 17:46:49</p><p>Sintetizando</p><p>Nessa unidade, destacou-se a importância do planejamento físico e fi-</p><p>nanceiro para uma boa gestão de obras. Em relação ao planejamento físico,</p><p>foi discutido o que é escopo e foram apresentadas algumas das ferramentas</p><p>mais utilizadas, como a estrutura analítica do projeto (EAP); e na progra-</p><p>mação, como o cronograma físico, com destaque para o gráfico de Gantt, o</p><p>Critical Path Method (CPM), o histograma de recursos e a curva S.</p><p>Em relação ao planejamento financeiro, foram apresentadas as ferramen-</p><p>tas utilizadas, como o cronograma financeiro (cuja base para elaboração é o</p><p>orçamento de obras e o fluxo de caixa), a curva S e a curva ABC.</p><p>Ainda no planejamento financeiro, analisou-se a definição de fluxo de caixa</p><p>em conjunto com uma planilha-modelo e destacou-se a importância de uma es-</p><p>trutura de custos, com a codificação, para o controle financeiro de obras.</p><p>Por fim, por meio de um exercício, realizou-se o acompanhamento, passo a</p><p>passo, de uma rede CPM para determinação do caminho crítico, elaboração de</p><p>um gráfico de Gantt e de sua curva S correspondente.</p><p>GESTÃO DE OBRA 39</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 39 19/02/2021 17:46:49</p><p>Referências bibliográficas</p><p>ADOMA, D. L.; MAZUTTI, J. H. Gestão de obra. Porto Alegre: SAGAH, 2019.</p><p>ARAÚJO, A.; TEIXEIRA, E. M.; LICÓRIO. A importância da gestão no planejamento</p><p>do fluxo de caixa para o controle financeiro de micros e pequenas empresas.</p><p>Redeca, São Paulo, v. 2, n. 2, p. 73-88, 2015.</p><p>AULA 06 - Escopo e estrutura analítica do projeto. Postado por Mario H.</p><p>Trentim - Gestão & Projetos. (8min. 26s.). son. color. port. Disponível em: <ht-</p><p>tps://www.youtube.com/watch?v=LBq6wA9MOek>. Acesso em: 15 set. 2020.</p><p>BERNARDES, M. M. S. Desenvolvimento de um modelo de planejamento e</p><p>controle da produção para micro e pequenas empresas de construção.</p><p>2001. 310 f. Tese (Doutorado) – Escola de Engenharia, Universidade Federal do</p><p>Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2001.</p><p>CARVALHO, M. M.; RABECHINI JR., R. Fundamentos em gestão de projetos:</p><p>construindo competências para gerenciar projetos. São Paulo: Atlas, 2011.</p><p>HALPIN, D. W.; WOODHEAD, R. W. Administração</p><p>da construção civil. 2. ed.</p><p>reimpr. Tradução: O. C. Longo e V. C. M. Souza. Rio de Janeiro: LTC, 2017.</p><p>FORMOSO, C. A. A knowledge-based framework for planning house building</p><p>projects. 1991. 327 p. Dissertation (Degree of Doctor of Philosophy) – Department</p><p>of Quantity and Building Surveying, University of Salford, Salford (UK), 1991.</p><p>HELDMAN, K. Gerência de projetos. 5. ed. ver. ampl. Tradução: E. Furmankie-</p><p>wicz. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.</p><p>HISCHFELD, H. Planejamento com PER-CPM e análise de desempenho mé-</p><p>todo manual e por computadores eletrônicos aplicados a todos os fins,</p><p>construção civil, marketing etc. São Paulo: Atlas, 1987.</p><p>MATIAS NETO, A. P. Planejamento e controle de obras: técnicas e aplicações</p><p>para uma unidade unifamiliar. 2017. 75 f. Monografia (Conclusão de Curso) – En-</p><p>genharia Civil, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe,</p><p>Aracaju, 2017.</p><p>PINHEIRO, A. C. F. B.; CRIVELARO, M. Planejamento e custos de obras. São</p><p>Paulo: Érica, 2014.</p><p>SIENGE. Curva ABC: como utilizá-la para melhorar seu orçamento de obra.</p><p>[S.l.]: Sienge, 2017. Disponível em: <https://www.sienge.com.br/ebook-curva-</p><p>-abc/>. Acesso em: 11 jul. 2020.</p><p>GESTÃO DE OBRA 40</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 40 19/02/2021 17:46:49</p><p>SIENGE. Planilha de fluxo de caixa. [s.l.]: Sienge, 2020. Disponível em: <https://</p><p>www.sienge.com.br/modelo-de-fluxo-de-caixa/>. Acesso em: 11 jul. 2020.</p><p>GESTÃO DE OBRA 41</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID1.indd 41 19/02/2021 17:46:49</p><p>ANÁLISE TÉCNICA</p><p>CONSTRUTIVA E</p><p>CANTEIRO DE OBRAS</p><p>2</p><p>UNIDADE</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 42 19/02/2021 17:35:29</p><p>Objetivos da unidade</p><p>Tópicos de estudo</p><p>Identificar a importância da seleção adequada das técnicas construtivas</p><p>adotadas e seus reflexos na execução de obras;</p><p>Compreender a necessidade de planejamento simultâneo entre processos</p><p>focados no produto final e na produção, visando a racionalização da obra;</p><p>Entender e identificar os conceitos, métodos e componentes de um canteiro</p><p>de obras;</p><p>Análise técnica construtiva</p><p>Construtibilidade</p><p>Racionalização da construção</p><p>Canteiro de obras</p><p>Planejamento do canteiro de</p><p>obras</p><p>Arranjos e elementos do</p><p>canteiro de obras</p><p>GESTÃO DE OBRA 43</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 43 19/02/2021 17:35:29</p><p>Análise técnica construtiva</p><p>Uma das etapas preliminares da</p><p>gestão de obras, que tem infl uência</p><p>no planejamento e execução da cons-</p><p>trução, é a análise técnica construtiva,</p><p>que deve ter como um de seus pilares</p><p>as defi nições contidas na especifi ca-</p><p>ção técnica da edifi cação. Pode-se di-</p><p>zer que as defi nições na especifi cação</p><p>técnica incidem de forma mais direta</p><p>sobre (GOLDMAN, 2004):</p><p>• Os custos fi nais da construção;</p><p>• A seleção do método construtivo para o desenvolvimento das atividades</p><p>na obra;</p><p>• O cálculo e determinação do prazo de execução de obra;</p><p>• O padrão de acabamento da edifi cação.</p><p>A revisão detalhada das especifi cações técnicas de uma construção deve</p><p>ser feita por todos os envolvidos: proprietário, projetistas, equipe técnica de</p><p>obra (engenheiros) e demais pessoas ligadas ao processo construtivo. Por meio</p><p>desse documento, pode-se ainda simplifi car etapas da obra, tornando-a mais</p><p>efi ciente (O’CONNOR; RUSCH; SCHULZ, 1987).</p><p>Assim, a especifi cação técnica é um documento que traz informações</p><p>complementares aos projetos gráfi cos, devendo ser elaborada antes do iní-</p><p>cio da construção. Portanto, não é incomum que, ao fi nalizar esse documento,</p><p>o gestor da obra precise fazer ajustes no planejamento inicial da construção,</p><p>visando a melhor compatibilidade entre técnica construtiva e a sequência das</p><p>atividades em campo.</p><p>Adicionalmente, os materiais e métodos defi nidos neste momento servirão</p><p>de base para a elaboração do orçamento e do cronograma físico-fi nanceiro de</p><p>acompanhamento da construção. Caso essas informações não sejam adequa-</p><p>damente detalhadas ou não sejam levantadas, o orçamentista da obra poderá</p><p>adotar premissas erradas, elaborando, assim, orçamentos que fogem da reali-</p><p>dade da construção desejada.</p><p>GESTÃO DE OBRA 44</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 44 19/02/2021 17:35:46</p><p>De forma geral, a especificação técnica faz referência aos seguintes itens</p><p>(GOLDMAN, 2004):</p><p>• Projetos: quanto maior o nível de detalhamento, melhores serão os resul-</p><p>tados durante e após a execução da obra;</p><p>• Investigação do solo: a quantidade adequada e a técnica utilizada para</p><p>a coleta de amostras (informações) do solo auxiliarão na definição da melhor</p><p>solução para o sistema de fundação;</p><p>• Projeto do canteiro de obras: a determinação planejada da localização de</p><p>barracões, almoxarifados, tapumes, área de circulação, acesso de caminhões</p><p>e equipamentos, entre outros, pode aumentar a produtividade das equipes;</p><p>• Equipe técnica: é o dimensionamento da equipe de obra, conforme ne-</p><p>cessidade, que pode ser composta por engenheiros, mestre, pedreiro, carpin-</p><p>teiro, encarregados, entre outros;</p><p>• Movimentações de terra: dependendo da solução construtiva adotada,</p><p>pode-se ter a necessidade ou não dessa etapa, que pode ser feita mecânica ou</p><p>manualmente;</p><p>• Tipo do sistema estrutural: tipos de formas, de escoramento, processo</p><p>de execução do concreto e/ou concretagem, logística de execução de sistemas</p><p>pré-moldados ou pré-fabricados (exemplo: aço, madeira, concreto pré-molda-</p><p>do ou pré-fabricado etc.);</p><p>• Definição dos tipos de acabamentos: revestimentos de pisos, paredes</p><p>e tetos, detalhes construtivos, tipo de telhas de cobertura, modelos de esqua-</p><p>drias e acabamentos hidráulicos e elétricos;</p><p>• Definição do tipo de instalações hidrossanitárias e elétricas;</p><p>Visualizando a construção propriamente dita, verifica-se que a análise técni-</p><p>ca construtiva, ou análise do sistema de execução de obra, considera diversos</p><p>fatores que devem estar presentes no canteiro de obras da edificação. De forma</p><p>ilustrativa, se compararmos a execução de uma obra com um sistema de produ-</p><p>ção fabril, o canteiro de obras pode ser considerado como uma “fábrica móvel”,</p><p>diferenciando-se da fábrica convencional, pois no canteiro de obras o produto fi-</p><p>nal é único, exclusivo e estacionário. Ou seja, os insumos, mão de obra, materiais</p><p>e equipamentos são os que se deslocam em direção ao bem final.</p><p>A técnica a ser utilizada para a execução da obra deve considerar a disponi-</p><p>bilidade de equipamentos, mão de obra, bem como a necessidade de constru-</p><p>GESTÃO DE OBRA 45</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 45 19/02/2021 17:35:46</p><p>ções auxiliares, conforme o processo estabelecido. Também influenciam, nes-</p><p>se momento, as condições locais de trabalho, como as de origem da própria</p><p>natureza (clima, ecologia, entre outros), que podem ser definidos como condi-</p><p>ções locais e específicas da obra em questão (LIMMER, 1996). Assim, podemos</p><p>considerar que a definição do arranjo de um canteiro de obras é importante</p><p>neste processo, uma vez que consiste na junção e materialização de todas es-</p><p>tas variáveis, sendo importante para o planejamento da obra.</p><p>Portanto, podemos verificar que a técnica ou o sistema construtivo adotado</p><p>influencia na etapa de planejamento de uma obra em dois aspectos básicos:</p><p>operacional e econômico-financeiro, sendo necessárias algumas condições,</p><p>como (LIMMER, 1996, p. 175):</p><p>• Estabelecer diretrizes operacionais;</p><p>• Escolher o processo de construção;</p><p>• Determinar o arranjo do canteiro de obras;</p><p>• Escolher os equipamentos para a execução da obra;</p><p>• Definir as diferentes etapas da obra;</p><p>• Detalhar os níveis de produção;</p><p>• Prever as necessidades de mão de obra, quantitativa e qualitativamente;</p><p>• Prever os recursos financeiros necessários.</p><p>Em relação ao aspecto operacional, este cuida do processo de transforma-</p><p>ção da mão de obra, materiais e equipamentos na edificação finalizada, cons-</p><p>tituindo a “fábrica móvel” ou canteiro de obras. Nesta situação, várias linhas</p><p>de produção são formadas e se deslocam ao longo da obra para produzir o</p><p>produto final, que é fixo durante todo o processo. Para</p><p>que a construção seja</p><p>bem sucedida neste aspecto, é necessário (LIMMER, 1996):</p><p>• Definir corretamente o escopo da construção;</p><p>• Desenvolver o plano de execução da construção, com base na escolha de</p><p>métodos possíveis de serem, de fato, executados, baseados em conceitos ope-</p><p>racionais básicos;</p><p>• Detalhar as fases da execução, definindo como serão executadas cada</p><p>uma delas;</p><p>• Definir as informações básicas necessárias para o início dos trabalhos de</p><p>construção, ou seja, quais, em termos de engenharia (projetos detalhados), de-</p><p>vem ser previamente elaborados em escritório;</p><p>GESTÃO DE OBRA 46</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 46 19/02/2021 17:35:46</p><p>• Estabelecer a cronologia de execução da obra;</p><p>• Estabelecer equipes, hierarquias e princípios de gerenciamento e controle</p><p>do seu andamento.</p><p>Dentre estes, o mais importante para a análise técnica construtiva é a de-</p><p>finição do método de execução, que deve ser elaborado em etapas, sempre</p><p>iniciando a partir de soluções abrangentes para específicas, com o estudo de</p><p>alternativas de soluções possíveis. Como exemplo, a superestrutura de uma edi-</p><p>ficação pode ser em concreto armado moldado in loco, concreto pré-fabricado</p><p>ou pré-moldado, ou ainda, em material metálico. Outro exemplo é o sistema de</p><p>fundações, que pode ser executado com diversas opções, adequadas ao tipo de</p><p>solo que receberá os esforços provenientes da estrutura da edificação. Na Figura</p><p>1 são ilustrados alguns tipos de fundações rasas ou diretas.</p><p>Bloco</p><p>Sapata</p><p>Grelha</p><p>Raider</p><p>Figura 1. Tipos de fundações rasas ou diretas em edificações. Fonte: VELLOSO; LOPES, 2011, p. 12. (Adaptado).</p><p>GESTÃO DE OBRA 47</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 47 19/02/2021 17:35:46</p><p>A escolha do método ainda deve considerar (LIMMER, 1996, p. 176):</p><p>• Fatores econômicos, devendo ser viável para o proprietário;</p><p>• Custos da mão de obra, dos materiais e do uso dos equipamentos durante</p><p>a construção;</p><p>• O tipo de projeto, sendo que a repetitividade gera maior produtividade;</p><p>• Características externas da obra, como cultura local, clima, ecologia, entre</p><p>outros.</p><p>Podemos dizer também que uma definição detalhada da técnica construti-</p><p>va pode influenciar no valor final da edificação, diminuindo erros ou improvisos</p><p>por parte do responsável técnico pela execução da obra. Ainda neste ponto,</p><p>visando uma construção mais econômica, pode-se afirmar que a análise e de-</p><p>finição técnica da construção resulta em melhores contratações de materiais e</p><p>serviços, uma vez que se tem uma programação definida para todas as etapas</p><p>construtivas.</p><p>A descrição detalhada das atividades da obra deve ser feita de forma hie-</p><p>rárquica, pois fará parte, posteriormente, de uma estrutura analítica de etapas</p><p>executivas, guiando todos os responsáveis envolvidos (MATTOS, 2019). Logo,</p><p>para que isto possa ocorrer, é imprescindível saber previamente a quantidade</p><p>de serviço a ser realizada e a produtividade e quantidade de recursos disponí-</p><p>veis, definidos durante a análise técnica da construção.</p><p>Outro ponto que deve ser considerado é que a produção dentro de um</p><p>canteiro de obras pode ser segmentada em centros de produção, compos-</p><p>tos de estações de produção, onde ocorrem as atividades de produção pro-</p><p>priamente ditas. Neste momento, deve ser analisada a forma de interligação</p><p>entre estes centros, ou seja, a sua logística. A estrutura de transporte</p><p>formada a partir desta análise pode contribuir para melhorar a pro-</p><p>dutividade da construção.</p><p>Assim, ao analisar a técnica a ser empregada em</p><p>uma obra, deve-se considerar diversos fatores que</p><p>tem como objetivo possibilitar a execução do pro-</p><p>duto final, que é a edificação. Quanto mais inte-</p><p>gradas estiverem as diversas especialidades e</p><p>etapas de um planejamento e execução, melhor</p><p>será o resultado técnico-econômico final.</p><p>GESTÃO DE OBRA 48</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 48 19/02/2021 17:35:46</p><p>Construtibilidade</p><p>Quando olhamos para os projetos convencionais elaborados na constru-</p><p>ção civil, constatamos que grande parte deles enfatiza o produto ou edifi ca-</p><p>ção fi nal, desconsiderando os aspectos e necessidades da etapa de produção</p><p>ou de obra. Muitas vezes, estes projetos enfatizam critérios, como as formas</p><p>geométricas, a confi guração dos elementos estruturais, as características dos</p><p>elementos de vedação, e terminam por não avaliar o grau de complexidade</p><p>construtiva resultante destas escolhas, o que pode causar situações técnico-</p><p>econômicas inadequadas para o empreendimento.</p><p>Assim, um conceito que pode ser empregado na construção civil, na etapa</p><p>de análise técnica construtiva, visando minimizar estes efeitos, é o da constru-</p><p>tibilidade, que pode ser defi nida como a facilidade com que uma edifi cação</p><p>pode ser construída, considerando-se os requisitos de produção durante todas</p><p>as etapas do processo de desenvolvimento do produto (RODRIGUES, 2005).</p><p>Este conceito pode ser benéfi co para a gestão da obra, pois a facilidade</p><p>construtiva a ser buscada pode resultar em menores tempos de execução das</p><p>atividades, redução no número de operários, maior produtividade, redução</p><p>nas perdas devido à descontinuidade de atividades, diminuição das incertezas</p><p>e variabilidades durante a construção e, por fi m, maior qualidade na edifi cação.</p><p>Fazendo uma análise ampla de toda a vida útil de uma edifi cação, pode-se</p><p>dizer que o projeto do produto, em conjunto com o projeto do processo, deve</p><p>ser elaborado de forma a contemplar desde a etapa de concepção até o perío-</p><p>do de uso e manutenção da edifi cação, sendo que esta última tem como objeti-</p><p>vo fornecer dados para alimentar novamente os futuros projetos e processos,</p><p>melhorando a construtibilidade de novas obras.</p><p>Porém, devemos pontuar que o limite de aplicação do conceito de constru-</p><p>tibilidade é quando este começa a provocar a perda de valor para o cliente fi -</p><p>nal, resultando em edifi cações apenas práticas, construtivamente falando, mas</p><p>sem valor pessoal ou comercial (RODRIGUES, 2005).</p><p>De forma objetiva, o conceito de construtibilidade deve ser aplicado na fase</p><p>de planejamento, com maior efi ciência na etapa de projeto. Isso deve ser feito</p><p>tendo em vista que é na etapa de projeto que as decisões tomadas exercem</p><p>maior infl uência sobre o custo fi nal da edifi cação (Gráfi co 1).</p><p>GESTÃO DE OBRA 49</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 49 19/02/2021 17:35:46</p><p>GRÁFICO 1. INFLUÊNCIA DAS FASES DE CONSTRUÇÃO DE UMA EDIFICAÇÃO</p><p>NO SEU CUSTO FINAL</p><p>Rodrigues (2005) complementa</p><p>que, na etapa de elaboração do pro-</p><p>jeto do processo, as decisões tomadas</p><p>também podem contribuir na facilida-</p><p>de de construir, como na definição da</p><p>sequência construtiva e do arranjo do</p><p>canteiro de obras.</p><p>Mas, como aplicamos, efetivamen-</p><p>te, este conceito em nossas obras,</p><p>durante o período de construção? No</p><p>Quadro 1 são propostos alguns prin-</p><p>cípios que podem ser adotados, vi-</p><p>sando viabilizar a aplicação da construtibilidade nos processos de produção.</p><p>Fonte: RODRIGUES, 2005, p. 32.</p><p>Estudo de viabilidade</p><p>Projeto</p><p>Contratação</p><p>Execução</p><p>Uso e manutenção</p><p>TérminoTempoInício</p><p>Baixa</p><p>Alta</p><p>Ca</p><p>pa</p><p>cid</p><p>ad</p><p>e</p><p>de</p><p>in</p><p>flu</p><p>en</p><p>cia</p><p>r o</p><p>s</p><p>cu</p><p>st</p><p>os</p><p>d</p><p>e</p><p>em</p><p>pr</p><p>ee</p><p>nd</p><p>im</p><p>en</p><p>to</p><p>GESTÃO DE OBRA 50</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 50 19/02/2021 17:35:50</p><p>QUADRO 1. PRINCÍPIOS PRÁTICOS DA CONSTRUTIBILIDADE QUE PODEM SER</p><p>APLICADOS NAS TÉCNICAS CONSTRUTIVAS DE UMA OBRA</p><p>Simplificar pela redução do</p><p>número de partes e passos</p><p>Padronizar elementos</p><p>de projeto e processos</p><p>construtivos</p><p>Facilitar construção sob</p><p>condições climáticas</p><p>adversas</p><p>Otimizar processos de</p><p>construção</p><p>Minimizar tempos de</p><p>percepção, decisão e</p><p>manipulação de operações</p><p>de montagem manual</p><p>Promover a</p><p>manutenibilidade</p><p>Fonte: RODRIGUES, 2005, p. 38. (Adaptado).</p><p>Dentre os estudos elaborados sobre o assunto, a simplificação é um dos</p><p>conceitos mais citados, que tem como objetivo tornar mais eficiente o proces-</p><p>so, o qual também é um princípio da construção enxuta (lean construction),</p><p>que se relaciona tanto com</p><p>as atividades de conversão quanto com as de fluxo</p><p>(KOSKELA, 1998). Ainda segundo o autor, a simplificação é a capacidade de re-</p><p>dução do número de componentes de um produto e do número de passos no</p><p>fluxo de materiais ou informações.</p><p>A principal razão para esta simplificação está no fato de que produtos ou pro-</p><p>cessos menos complexos tendem a ser mais confiáveis, pois a capacidade do ho-</p><p>mem em lidar com a complexidade é aumentada neste modelo (KOSKELA, 1998).</p><p>Assim, a seguir, podemos ver algumas recomendações efetuadas por di-</p><p>versos autores, que podem ser aplicadas durante o processo construtivo de</p><p>uma edificação (RODRIGUES, 2005):</p><p>1. Reduzir o número de etapas ou elementos de um produto, efetuando</p><p>alterações no projeto;</p><p>2. Eliminar atributos ou funções de um produto que agregam valor para o cliente;</p><p>3. Reunir vários componentes ou funções em um único elemento, como</p><p>por exemplo: ao executar um radier, utilizá-lo tanto como fundação da edifi-</p><p>cação como laje de contrapiso;</p><p>4. Evitar o dimensionamento excessivo de recortes, ângulos, inclinações e</p><p>superfícies curvas;</p><p>5. Analisar a viabilidade de utilização de elementos pré-fabricados, méto-</p><p>dos de pré-montagem e modularização que possam ser contemplados ainda</p><p>na fase de projeto;</p><p>GESTÃO DE OBRA 51</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 51 19/02/2021 17:35:50</p><p>6. Especificar materiais e componentes com engates e conexões de fácil</p><p>execução. Exemplo: adotar ligações parafusadas ao invés de ligações solda-</p><p>das, demandando um número menor de profissionais especializados;</p><p>7. Empregar materiais e componentes que necessitem de poucos cuidados</p><p>no armazenamento;</p><p>8. Especificar materiais com ampla disponibilidade no mercado, em caso</p><p>de necessidade de substituição posterior;</p><p>9. Planejar e adotar soluções de projeto que reduzam a interdependência</p><p>entre atividades, como por exemplo, usando partes pré-fabricadas que per-</p><p>mitam o desenvolvimento de outras atividades em paralelo, dentro ou fora</p><p>do canteiro;</p><p>10. Eliminar atividades que não agregam valor no processo construtivo.</p><p>Exemplo: remanejamento de materiais dentro do canteiro de obras.</p><p>Outro princípio que pode ser citado é o da padronização de componentes e</p><p>processos, o qual pode trazer benefícios não apenas para a técnica construtiva</p><p>adotada, mas também para o planejamento e orçamento da obra. As seguintes</p><p>vantagens podem ser citadas (O’CONNOR; RUSCH; SCHULZ, 1987):</p><p>• Repetição das atividades: proporciona o aumento do efeito aprendiza-</p><p>do, aumentando a produtividade da mão de obra;</p><p>• Menor diversificação de materiais: adotando-se esta prática, a compra</p><p>e administração de materiais se simplificam, auxiliando no processo;</p><p>• Maiores volumes de compra: resultado ainda do item anterior, tem-se</p><p>uma maior quantidade de materiais iguais, que podem ser comprados em</p><p>volumes maiores, obtendo-se, assim, maiores descontos.</p><p>Novamente, é na etapa de projeto que este conceito pode ser aplicado.</p><p>Logo, cabe ao projetista incorporar a padronização durante a elaboração de</p><p>projetos e especificações, buscando identificar elementos com potencial de</p><p>padronização. Alguns exemplos podem ser citados, como: padronizar posi-</p><p>cionamento e tipos de esquadrias, especificar revestimentos de pisos e pare-</p><p>des para diversos ambientes, entre outros.</p><p>No entanto, deve-se avaliar a real viabilidade e necessidade de padronização</p><p>de uma construção, pois, para que este conceito seja justificável, deve existir</p><p>uma grande quantidade de elementos idênticos, resultando em produções em</p><p>larga escala, tanto dentro como fora do canteiro de obras (RODRIGUES, 2005).</p><p>GESTÃO DE OBRA 52</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 52 19/02/2021 17:35:50</p><p>Um fator bastante comum durante a execução de obras é a interferên-</p><p>cia das condições climáticas, que pode ser minimizada com a facilitação da</p><p>construção sob climas adversos. Isto ocorre porque, na maioria dos casos,</p><p>os trabalhos são desenvolvidos ao ar livre, causado maior impacto nas obras</p><p>horizontais quando comparadas às verticais. Dessa maneira, o planejamento</p><p>adequado da técnica construtiva, sob estas condições, pode auxiliar na cons-</p><p>trutibilidade da obra. Neste conceito, as seguintes ações práticas podem ser</p><p>tomadas (O’CONNOR; RUSCH; SCHULZ, 1987):</p><p>• Reduzir a quantidade de atividades efetuadas ao ar livre, que podem ser</p><p>afetadas pelas condições climáticas. Uma alternativa seria a realização dos</p><p>serviços de cobertura tão cedo quanto possível;</p><p>• Aumentar o número de atividades que podem ser efetuadas fora do can-</p><p>teiro de obras, como componentes pré-fabricados. Exemplo: estruturas de</p><p>cobertura em perfis metálicos;</p><p>• Minimização dos efeitos de chuvas no canteiro, com a execução, por</p><p>exemplo, de drenagem provisórias.</p><p>A otimização dos processos de construção, que também pode ser enten-</p><p>dida como a capacidade de efetuar inovações nos métodos, é outra forma de</p><p>contribuir para a construtibilidade do produto. Neste ponto, algumas práticas</p><p>podem ser adotadas, como por exemplo (RODRIGUES, 2005):</p><p>• Inovar nos materiais e nos sistemas de construção temporária, como por</p><p>exemplo, a adoção de contêineres ou trailers como escritório de obra;</p><p>• Substituir as ferramentas existentes ou implantar novas que reduzam</p><p>a intensidade do trabalho, proporcionando ganhos em mobilidade e, conse-</p><p>quentemente, produtividade;</p><p>• Introduzir novos métodos para o uso de equipamentos ou modificar a</p><p>sua utilização, visando ganhos de produtividade.</p><p>Como muitas das operações em campo são realizadas de forma manual</p><p>ou com a interação de trabalhadores, podemos dizer que a minimização dos</p><p>tempos de percepção, decisão e manipulação destas operações é um fator a</p><p>ser considerado. Assim, vejamos alguns exemplos para redução destes com-</p><p>ponentes (RODRIGUES, 2005):</p><p>• Minimização do tempo de percepção: facilita a visualização de todas</p><p>as partes e ferramentas; identifica de forma tátil e visual áreas do canteiro;</p><p>GESTÃO DE OBRA 53</p><p>SER_ARQURB_GEOBRA_UNID2.indd 53 19/02/2021 17:35:50</p><p>pode ser instalada uma sinalização com formas geométricas e cores variadas,</p><p>facilitando o rápido entendimento da mensagem;</p><p>• Minimização do tempo de decisão: facilita a visualização e consolidação</p><p>de um modelo mental da tarefa de montagem; reduz o tempo de reação de</p><p>escolha usando elementos simétricos ou integrados;</p><p>• Minimização do tempo de manipulação: adota elementos que sejam de</p><p>fácil manuseio ou pega durante os trabalhos manuais, evitando partes que</p><p>possam se enroscar e dificultar o andamento da atividade.</p><p>Pensando adiante, no período de uso e manutenção da edificação, po-</p><p>demos citar a promoção da manutenibilidade da edificação. Este conceito</p><p>pode ser entendido como a definição de características em projeto que pro-</p><p>porcionarão facilidade, segurança e economia durante as atividades de ma-</p><p>nutenção. Assim, a facilidade de manutenção também pode ser vista como</p><p>uma extensão dos próprios conceitos de construtibilidade.</p><p>De modo a ter uma visão mais ampla da aplicação dos conceitos de cons-</p><p>trutibilidade e sua influência nas técnicas construtivas, são apresentadas</p><p>no Quadro 2 algumas práticas adotadas em um sistema construtivo de uma</p><p>construtora de pequeno porte localizada na cidade de Porto Alegre, especia-</p><p>lizada na construção de empreendimentos residenciais (RODRIGUES, 2005).</p><p>Elemento ou sistema</p><p>construtivo Prática adotada</p><p>Fundação • Adotado radier, funcionando também como contrapiso de concreto;</p><p>• Uso de aço cortado e dobrado em fábrica.</p><p>Alvenaria/</p><p>Superestrutura</p><p>• Adotada alvenaria estrutural armada, funcionando como sistema</p><p>estrutural e de vedação ao mesmo tempo;</p><p>• Evita a execução de formas;</p><p>• Tubulações hidrossanitárias podem ser embutidas na própria</p><p>alvenaria, evitando rasgos posteriores.</p><p>Superestrutura • Uso de lajes pré-fabricadas;</p><p>• Uso de vergas e contravergas pré-fabricadas.</p><p>Revestimentos</p><p>argamassados</p><p>• Uso de argamassa industrializada, sendo necessário apenas adicionar</p><p>água no canteiro de obras, padronizando</p>

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