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<p>ANATOMOFISIOLOGIA DO</p><p>SISTEMA ESTRUTURAL</p><p>AULA 1</p><p>Prof.ª Patrícia Carla de Oliveira</p><p>2</p><p>CONVERSA INICIAL</p><p>Nesta etapa, exploraremos os aspectos anatomofisiológicos dos</p><p>principais sistemas corporais humanos. Daremos início a essa análise refletindo</p><p>sobre a história da anatomia, bem como sobre sua definição e suas formas de</p><p>estudo. Entenderemos também os principais conceitos introdutórios referentes</p><p>aos níveis de organização corporal, à posição anatômica, aos planos de</p><p>dissecção corporais, aos termos de direção e às cavidades corporais. Com base</p><p>nisso, então, poderemos avançar na compreensão da construção e</p><p>funcionamento do corpo humano e da importância do estudo da anatomia e da</p><p>fisiologia humana para os futuros profissionais da área da saúde.</p><p>Nesta etapa, temos, portanto, os seguintes objetivos:</p><p>• Conhecer os níveis de organização do corpo humano.</p><p>• Compreender a terminologia utilizada no estudo anatômico e funcional.</p><p>• Identificar as características da posição anatômica.</p><p>• Conhecer as regiões corporais e os termos direcionais.</p><p>• Descrever os planos e secções anatômicos.</p><p>• Discutir as cavidades corporais e as regiões/quadrantes abdominais.</p><p>TEMA 1 – NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO CORPORAL</p><p>A anatomia humana é a ciência que estuda as diferentes estruturas do</p><p>corpo humano e evidencia a relação existente entre cada uma das suas partes,</p><p>por meio da dissecação. A fisiologia, por sua vez, descreve os mecanismos pelos</p><p>quais é possível manter o equilíbrio, também conhecido como homeostasia, no</p><p>funcionamento de todas as estruturas corporais. A função nunca está separada</p><p>da estrutura e, dessa, maneira, para o melhor entendimento do corpo humano,</p><p>estuda-se a anatomia e a fisiologia juntas, na anatomofisiologia.</p><p>Dentre as escolas mais famosas para esse estudo, na Antiguidade,</p><p>destaca-se a Escola de Alexandria, no Egito, em que as primeiras relações entre</p><p>a anatomia animal e a anatomia humana foram descritas por Galeno de</p><p>Pérgamo, entre 129 a 199 d.C. A Coleção hipocrática (600 a.C.) é considerada</p><p>uma das mais antigas sobre a anatomia humana e os desenhos e descrições</p><p>anatômicos realizados pelo filósofo Aristóteles (384-322 a.C.) deixaram</p><p>importantes contribuições para a anatomia. No século XV, a riqueza de detalhes</p><p>3</p><p>do corpo humano nos desenhos de Leonardo da Vinci fez a anatomia humana</p><p>voltar a brilhar e ele é considerado um dos maiores anatomistas até hoje.</p><p>Atualmente, a técnica de dissecação em cadáver ainda é usada para</p><p>estudos específicos; entretanto, técnicas de imagem como a ultrassonografia, a</p><p>tomografia computadorizada e a ressonância magnética possibilitam, de forma</p><p>não invasiva, a visualização das partes do corpo humano para diagnósticos. Na</p><p>esfera pedagógica, a anatomia pode ser estudada por meio de desenhos para</p><p>colorir presentes em livros, laboratórios de anatomia em universidades e até</p><p>softwares para computador e aplicativos de celular.</p><p>Antes de estudar cada um dos órgãos e sistemas corporais, é necessário</p><p>entender que o corpo humano está organizado em níveis, de acordo com sua</p><p>complexidade. Em ordem crescente, os níveis de organização corporal são:</p><p>químico, celular, tecidual, de órgãos, de sistemas e de organismo (Figura 1).</p><p>Figura 1 – Níveis de organização corporal</p><p>Crédito: EreborMountain/Shutterstock.</p><p>https://www.shutterstock.com/g/lukaves</p><p>4</p><p>No nível químico estão incluídos os átomos e as moléculas. Átomos são</p><p>as menores unidades da matéria que participam das reações químicas e podem</p><p>ser representados por carbono (C), hidrogênio (H), oxigênio (O), nitrogênio (N),</p><p>fósforo (P), entre outros. As moléculas são constituídas por dois ou mais átomos,</p><p>cujos exemplos incluem carboidratos, lipídios, proteínas e ácidos nucleicos como</p><p>o ácido desoxirribonucleico (DNA).</p><p>Macromoléculas se organizam para formar componentes celulares como</p><p>as organelas citoplasmáticas. Estas, por sua vez, se organizam para formar as</p><p>unidades estruturais e funcionais presentes no organismo, denominadas células.</p><p>Miócitos ou fibras musculares, neurônios ou células nervosas, adipócitos ou</p><p>células de gordura são exemplos de células.</p><p>Grupos de células que, juntas, desempenham uma função específica são</p><p>chamados de tecidos. Os quatro tecidos corporais fundamentais são: epitelial,</p><p>conjuntivo, muscular e nervoso. Os diferentes tecidos se unem para formar os</p><p>órgãos, estruturas que apresentam funções específicas e um formato conhecido,</p><p>como o estômago, o coração e os rins.</p><p>Os sistemas são formados por diferentes órgãos que apresentam uma</p><p>função geral em comum, como a digestão dos alimentos pelo sistema digestório.</p><p>O maior nível de organização é formado pelo conjunto de todos os sistemas</p><p>corporais e recebe o nome de organismo.</p><p>TEMA 2 – POSIÇÃO ANATÔMICA E FATORES DE VARIAÇÃO ANATÔMICA</p><p>A posição anatômica é considerada a posição padrão para a descrição</p><p>anatômica e localização dos principais órgãos do corpo humano, facilitando o</p><p>entendimento sobre a relação entre as suas diferentes estruturas. Um indivíduo</p><p>em posição anatômica deve permanecer em posição ereta, face voltada para</p><p>frente, olhar direcionado para a linha do horizonte, membros superiores</p><p>estendidos junto ao tronco e a palma das mãos voltadas para frente, membros</p><p>inferiores juntos e pontas dos pés direcionadas para frente (Figura 2).</p><p>5</p><p>Figura 2 – Posição anatômica</p><p>Crédito: Lazuin/Shutterstock.</p><p>Na posição anatômica, o corpo está na vertical; porém, é importante</p><p>identificar a posição de pacientes quando estão deitados. Na posição prona ou</p><p>decúbito ventral, o indivíduo está com a face para baixo; e, na posição supina ou</p><p>decúbito dorsal, a face do paciente está voltada para cima. Ao deitar de lado, o</p><p>indivíduo estará em decúbito lateral direito ou esquerdo.</p><p>Fatores de variação anatômica, como idade, etnia, sexo e biotipo, podem</p><p>gerar variações entre indivíduos de uma mesma população sem que isso ofereça</p><p>prejuízo da sua função. Vale lembrar que características como cor e formato de</p><p>estruturas externas são definidas geneticamente; por isso há as variações entre</p><p>as etnias. Diferenças entre os sexos biológicos feminino e masculino também</p><p>são uma forma muito comum de variação anatômica, como as variações na pelve</p><p>apresentadas na Figura 3. Quando o indivíduo nasce com uma alteração</p><p>anatômica responsável por uma doença ou disfunção corporal, essa variação é</p><p>chamada de anomalia.</p><p>https://www.shutterstock.com/g/Lazuin</p><p>6</p><p>Figura 3 – Variações nas pelves feminina e masculina</p><p>Crédito: Grayjay/Shutterstock.</p><p>TEMA 3 – REGIÕES CORPORAIS E TERMOS DIRECIONAIS</p><p>O corpo humano é dividido em regiões que são reconhecidas</p><p>externamente e recebem uma nomenclatura anatômica específica: cabeça,</p><p>pescoço, tronco, membros superiores e membros inferiores. A cabeça é formada</p><p>pelo crânio e pela face, juntamente aos ossos que fazem parte dessas</p><p>estruturas. O pescoço sustenta a cabeça e liga essa estrutura ao tronco, que,</p><p>por sua vez, é formado pelo tórax, abdômen e pelve. Os membros superiores</p><p>estão ligados no tronco e cada um deles consiste em ombro, braço, antebraço,</p><p>carpo e mão. Também ligados ao tronco, os membros inferiores são compostos</p><p>pelas nádegas; coxas, pernas, tarsos e pés.</p><p>As regiões corporais podem ser subdivididas em outras regiões, e sua</p><p>nomenclatura está relacionada à raiz grega ou latina dessa região. A Figura 4</p><p>apresenta algumas dessas regiões e sua nomenclatura anatômica.</p><p>https://www.shutterstock.com/g/grayjay</p><p>7</p><p>Figura 4 – Regiões corporais</p><p>Crédito: Wasteresley Lima.</p><p>Para descrever a posição de uma estrutura corporal em relação às outras,</p><p>utilizam-se termos de posição e direção. Vários termos direcionais são</p><p>agrupados em pares e têm significados opostos, conforme o Quadro 1.</p><p>Quadro 1 – Termos de posição e direção</p><p>Termo direcional Definição Exemplo de uso</p><p>Superior (cranial)</p><p>Em direção à cabeça O coração é superior ao</p><p>fígado</p><p>Inferior (caudal) Distante da cabeça O estômago é inferior</p><p>aos pulmões</p><p>Anterior (ventral) Na frente do corpo O osso externo é</p><p>anterior ao coração</p><p>Posterior (dorsal) No dorso do corpo O esôfago é posterior à</p><p>traqueia</p><p>Medial Próximo à linha mediana A ulna é medial ao rádio</p><p>Lateral Distante da linha</p><p>mediana</p><p>Os pulmões são laterais</p><p>ao coração</p><p>8</p><p>Proximal Próximo à fixação do</p><p>membro no tronco</p><p>O úmero é proximal ao</p><p>rádio</p><p>Distal Afastado da fixação do</p><p>membro do corpo</p><p>As falanges são distais</p><p>ao carpo</p><p>Superficial Em direção à superfície</p><p>do corpo</p><p>As costelas são</p><p>superficiais aos pulmões</p><p>Profundo Distante da superfície do</p><p>corpo</p><p>As costelas são</p><p>profundas à pele</p><p>Fonte: Oliveira, 2023, com base em Tortora; Derrickson, 2023.</p><p>A Figura 5 auxilia a interpretação dos termos direcionais.</p><p>Figura 5 – Termos direcionais</p><p>Crédito: VectorMine/Shutterstock.</p><p>https://www.shutterstock.com/g/normaals</p><p>9</p><p>TEMA 4 – PLANOS E SECÇÕES ANATÔMICOS</p><p>Linhas traçadas ao longo do corpo, em posição anatômica, são chamadas</p><p>de planos anatômicos, e sua separação, por meio das secções, permitem o</p><p>estudo do corpo humano em partes, na dissecção.</p><p>Os planos corporais podem ser classificados em, pelo menos, quatro</p><p>tipos. Suas características estão descritas a seguir e representadas na Figura 6.</p><p>1. Sagital: o plano sagital refere-se a uma linha traçada longitudinalmente</p><p>pela cabeça e tronco, separando essas estruturas em lado direito e</p><p>esquerdo, de tamanhos diferentes.</p><p>2. Mediano: o plano mediano também é traçado por meio de uma linha</p><p>longitudinal passando pela cabeça e tronco; porém, as estruturas direita</p><p>e esquerda, nesse caso, são iguais.</p><p>3. Transversal: o plano transversal divide o corpo em parte superior,</p><p>quando for traçado horizontalmente mais próximo à cabeça; ou inferior,</p><p>mais próximo dos pés.</p><p>4. Coronal: no plano coronal ou frontal, uma linha longitudinal é traçada</p><p>dividindo cabeça, tronco e membros em porções anterior e posterior.</p><p>Figura 6 – Planos anatômicos</p><p>Crédito: Excellent Dream/Shutterstock.</p><p>https://www.shutterstock.com/g/excellentdream</p><p>10</p><p>Uma secção anatômica é um corte do corpo ou de um órgão feito ao longo</p><p>de um dos planos corporais. Por meio desse corte, é possível identificar e</p><p>estudar as estruturas internas, de forma a correlacioná-las. Elas recebem a</p><p>mesma nomenclatura do plano, como apresentado na Figura 7.</p><p>Figura 7 – Secções anatômicas</p><p>Crédito: Wasteresley Lima.</p><p>11</p><p>TEMA 5 – CAVIDADES CORPORAIS E REGIÕES ABDOMINOPÉLVICAS</p><p>Os órgãos internos estão protegidos, separados e sustentados dentro de</p><p>espaços denominados cavidades corporais. Dentre as cavidades corporais,</p><p>destacam-se a cavidade craniana; o canal vertebral, a cavidade torácica e a</p><p>cavidade abdominopélvica (Figura 8), além das outras cavidades que as</p><p>compõem.</p><p>Figura 8 – Cavidades corporais</p><p>Crédito: Pikovit/Shutterstock.</p><p>Para facilitar o entendimento, as cavidades corporais estão descritas no</p><p>Quadro 2.</p><p>Cavidade Características</p><p>Cavidade craniana Formada pelos ossos do crânio, protege o</p><p>encéfalo</p><p>Canal vertebral Formado pela coluna vertebral, protege a</p><p>medula espinal e o início dos seus nervos</p><p>Cavidade torácica Cavidade do tórax composta pelas cavidades</p><p>pleural, pericárdica e do mediastino</p><p>Cavidade pleural Uma para cada pulmão, revestida pela pleura</p><p>https://www.shutterstock.com/g/Pikovit</p><p>12</p><p>Cavidade pericárdica Protege o coração e é revestida pelo</p><p>pericárdio</p><p>Cavidade do mediastino Parte central da cavidade torácica, contém</p><p>coração, timo, esôfago, traqueia e grandes</p><p>vasos sanguíneos</p><p>Cavidade abdominopélvica Composta pelas cavidades abdominal e</p><p>pélvica</p><p>Cavidade abdominal Contém estômago, baço, fígado, vesícula</p><p>biliar, intestino delgado e maior parte do</p><p>intestino grosso e é revestida pelo peritônio</p><p>Cavidade pélvica Contém a bexiga urinária, porções do intestino</p><p>grosso e órgãos genitais</p><p>Fonte: Oliveira, 2023, com base em Tortora; Derrickson, 2023.</p><p>As túnicas são tecidos flexíveis e finos que recobrem, revestem, dividem</p><p>ou unem estruturas. Todas as cavidades corporais são revestidas por túnicas,</p><p>denominadas túnicas serosas, e compostas por duas lâminas: parietal e visceral.</p><p>A lâmina parietal reveste as paredes das cavidades, enquanto a lâmina visceral</p><p>recobre as vísceras e adere a elas. Uma pequena quantidade de líquido</p><p>lubrificante está presente entre as lâminas serosas e permite o deslizamento dos</p><p>órgãos durante os seus movimentos. Pleura, pericárdio e peritônio são exemplos</p><p>de túnicas serosas.</p><p>A localização dos órgãos abdominais e pélvicos pode ser mais</p><p>precisamente descrita por meio da subdivisão da cavidade abdominopélvica em</p><p>compartimentos menores chamados de regiões abdominopélvicas. Essa divisão</p><p>é feita por meio de duas linhas verticais e duas linhas horizontais. As nove</p><p>regiões abdominopélvicas estão representadas na Figura 9.</p><p>13</p><p>Figura 9 – Regiões abdominopélvicas</p><p>Crédito: Timonina/Shutterstock.</p><p>Enquanto as regiões abdominopélvicas são utilizadas para o estudo</p><p>anatômico, um outro tipo de divisão, os quadrantes abdominopélvicos, são mais</p><p>usados pelos clínicos para descrever o local de uma dor ou outra anormalidade</p><p>abdominopélvica. Os quadrantes são: quadrante superior direito (QSD),</p><p>quadrante superior esquerdo (QSE); quadrante inferior direito (QID) e quadrante</p><p>inferior esquerdo (QIE).</p><p>NA PRÁTICA</p><p>A identificação de uma doença ou distúrbio pode ser feira por meio de um</p><p>diagnóstico com base na avaliação dos sinais e sintomas do paciente, seu</p><p>histórico médico, exames físicos e, em alguns casos, exames laboratoriais.</p><p>A anamnese consiste na coleta de informações como queixa principal do</p><p>paciente, história familiar e social e problemas clínicos passados que possam</p><p>estar relacionados à enfermidade apresentada pelo paciente. O exame físico,</p><p>https://www.shutterstock.com/g/Timonina</p><p>14</p><p>por sua vez, é uma avaliação do corpo e de suas funções, de forma coordenada,</p><p>e consiste em alguns passos como:</p><p>• Inspeção</p><p>• Palpação</p><p>• Ausculta</p><p>• Percussão</p><p>• Mensuração</p><p>Com base nessas informações, pesquise e procure explicar cada etapa</p><p>do exame físico descrita antes.</p><p>FINALIZANDO</p><p>Ao longo desta etapa, aprendemos sobre a história da anatomia e as</p><p>formas atuais de estudo dessa área. Assim como a anatomia é a ciência que</p><p>estuda as estruturas corporais e suas relações, a fisiologia é a ciência que estuda</p><p>as funções de cada uma dessas estruturas. Como a função não está separada</p><p>da estrutura, para o melhor entendimento do corpo humano estuda-se a</p><p>anatomia e a fisiologia juntas, na anatomofisiologia.</p><p>O corpo humano está organizado em níveis, de acordo com sua</p><p>complexidade. O nível de organismo é formado por um conjunto de sistemas e</p><p>cada sistema é formado de um conjunto de órgãos. Os órgãos são compostos</p><p>de tecidos e cada tecido tem um conjunto específico de células. Dentro das</p><p>células, as organelas são formadas de macromoléculas e estas, por moléculas</p><p>menores. Cada molécula é composta por diferentes átomos, os menores</p><p>elementos que participam das reações químicas celulares.</p><p>A posição anatômica é considerada a posição padrão para a descrição</p><p>anatômica e a localização dos principais órgãos do corpo humano, facilitando o</p><p>entendimento sobre a relação entre as diferentes estruturas. Cada região</p><p>corporal recebe uma nomenclatura específica que está associada à raiz grega</p><p>ou latina da palavra. Os termos direcionais são agrupados em pares com</p><p>sentidos opostos, sendo utilizados para descrever a posição de uma estrutura</p><p>corporal em relação às outras.</p><p>Para facilitar o estudo das estruturas internas, linhas são traçadas, ao</p><p>longo do corpo, em posição anatômica e recebem o nome de planos anatômicos.</p><p>15</p><p>São eles: mediano, sagital, transversal e coronal. As secções anatômicas são</p><p>cortes dessa estrutura,</p><p>feitos ao longo de um dos planos corporais.</p><p>Os órgãos internos estão protegidos dentro das cavidades corporais:</p><p>craniana, vertebral, torácica, abdominopélvica e suas subdivisões. Túnicas</p><p>serosas compostas de lâmina parietal e lâmina visceral recobrem cada cavidade</p><p>corporal. As nove regiões abdominopélvicas são subdivisões da cavidade</p><p>abdominopélvica por meio de duas linhas horizontais e duas linhas verticais, que</p><p>facilitam a localização dos órgãos abdominais.</p><p>16</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>TORTORA, G. J.; DERRICKSON, B. Princípios de anatomia e fisiologia. 16.</p><p>ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2023.</p><p>Conversa inicial</p><p>Na prática</p><p>FINALIZANDO</p>