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<p>MATERIAL DE ESTUDO PARA AVALIAÇAO.</p><p>Segunda Guerra mundial</p><p>Lembre-se de registrar o assunto estudado.</p><p>Alguns pontos-chave dessa matéria para a avaliação que devem ser levados em conta ao</p><p>estudarmos são:</p><p>1. Contexto Histórico: Esta seção trata das causas profundas da Segunda Guerra</p><p>Mundial, fornecendo um entendimento de por que o conflito aconteceu. É crucial</p><p>entender como a insatisfação com o Tratado de Versalhes, a ascensão de regimes</p><p>totalitários e a crise econômica global nos anos 1930 prepararam o terreno para a</p><p>guerra.</p><p>2. Início do Conflito: A fase inicial da guerra, com a invasão da Polônia pela Alemanha em</p><p>1939 e a subsequente declaração de guerra pelas potências aliadas, marca o início</p><p>oficial da Segunda Guerra Mundial. O entendimento desta fase é importante para</p><p>compreender a escalada do conflito e as estratégias iniciais adotadas pelos países do</p><p>Eixo.</p><p>3. Meio do Conflito: Este período, que abrange eventos como a Operação Barbarossa, a</p><p>Batalha de Stalingrado, e a entrada dos EUA na guerra, é crucial para entender como a</p><p>maré começou a virar contra o Eixo. O estudo detalhado dessa fase também</p><p>proporciona uma compreensão clara da escala global do conflito.</p><p>4. Fim do Conflito: O fim do conflito engloba a rendição da Alemanha, o bombardeio de</p><p>Hiroshima e Nagasaki e a subsequente rendição do Japão. A importância desta fase</p><p>reside no entendimento de como a guerra terminou e no papel que as armas</p><p>nucleares desempenharam nesse processo.</p><p>5. Consequências: As consequências da Segunda Guerra Mundial foram profundas e</p><p>duradouras, afetando praticamente todos os aspectos da vida no pós-guerra. Este</p><p>ponto é vital para entender como a guerra moldou o mundo moderno, incluindo o</p><p>início da Guerra Fria, a decolonização, a criação da ONU, a criação do estado de Israel</p><p>e a ascensão dos EUA e da URSS como superpotências.</p><p>1. Segunda Guerra Mundial</p><p>A Segunda Guerra Mundial, um dos conflitos mais devastadores da história da humanidade,</p><p>começou em 1939 e terminou em 1945. Foi uma guerra verdadeiramente global, envolvendo</p><p>mais de 30 nações e resultando na morte de milhões de pessoas. Mas antes de podermos falar</p><p>sobre o conflito em si, precisamos entender as causas e eventos que levaram a ele.</p><p>1. Tratado de Versalhes: Este tratado, assinado em 1919 após o fim da Primeira Guerra</p><p>Mundial, foi um dos principais precursores da Segunda Guerra Mundial. O tratado era</p><p>altamente punitivo para a Alemanha, obrigando-a a desmilitarizar o Reno, conceder</p><p>território a uma série de países, admitir total culpa pela guerra e, o mais prejudicial,</p><p>pagar reparações pesadas. Isso levou a uma crise econômica na Alemanha e alimentou</p><p>o ressentimento entre o povo alemão.</p><p>2. A Grande Depressão: A crise econômica global que começou em 1929 exacerbou as</p><p>tensões em todo o mundo. Na Alemanha e na Itália, a crise econômica contribuiu para</p><p>o surgimento de líderes autoritários como Adolf Hitler e Benito Mussolini.</p><p>3. Ascensão do Fascismo e do Nazismo: A ascensão do fascismo na Itália e do nazismo na</p><p>Alemanha foi uma resposta direta à humilhação do Tratado de Versalhes e à Grande</p><p>Depressão. Ambos os movimentos prometiam restaurar a dignidade e o poder de suas</p><p>nações através do militarismo, do ultranacionalismo e da ditadura.</p><p>4. Política de Apaziguamento: Nos anos que antecederam a guerra, as democracias</p><p>ocidentais, principalmente o Reino Unido e a França, adotaram uma política de</p><p>apaziguamento em relação à Alemanha nazista, na esperança de evitar outra guerra.</p><p>Isso permitiu que a Alemanha desafiasse as restrições impostas pelo Tratado de</p><p>Versalhes, como a remilitarização da Renânia e a anexação da Áustria.</p><p>5. Invasão da Polônia: O estopim que desencadeou a Segunda Guerra Mundial foi a</p><p>invasão da Polônia pela Alemanha em 1º de setembro de 1939. Esta invasão foi</p><p>justificada pelos nazistas pelo conceito de "Lebensraum" (espaço vital), uma ideia que</p><p>sustentava que o povo alemão necessitava de mais espaço para crescer e prosperar,</p><p>mesmo que isso significasse tomar terras de outros países.</p><p>Essas são apenas algumas das causas que levaram à Segunda Guerra Mundial. Este foi um</p><p>período de grande complexidade e turbulência na história mundial, e esses eventos e</p><p>condições criaram um ambiente propício para a eclosão de um conflito em uma escala que o</p><p>mundo nunca havia visto antes.</p><p>a) Início do Conflito</p><p>A invasão da Polônia marca o início da 2ª Guerra.</p><p>Com a invasão da Polônia em 1º de setembro de 1939, a Alemanha nazista de Adolf Hitler deu</p><p>início à Segunda Guerra Mundial. O ataque, baseado na falsa alegação de que a Polônia havia</p><p>iniciado hostilidades, foi rápido e brutal, com a Alemanha usando pela primeira vez em larga</p><p>escala sua tática de guerra conhecida como "blitzkrieg" ou "guerra relâmpago".</p><p>A estratégia de blitzkrieg envolvia ataques rápidos e concentrados, visando romper as defesas</p><p>inimigas antes que tivessem tempo de se organizar efetivamente. Combinado com o uso</p><p>extensivo de tanques e aviões, o ataque foi projetado para causar pânico e confusão nas</p><p>fileiras inimigas.</p><p>A Polônia foi apanhada despreparada e sobrecarregada pelas forças alemãs, e sua situação foi</p><p>agravada quando, em 17 de setembro de 1939, a União Soviética, sob o comando de Joseph</p><p>Stalin, também invadiu a Polônia do leste, cumprindo um acordo secreto feito com a</p><p>Alemanha no Pacto Molotov-Ribbentrop.</p><p>Enquanto a Polônia estava sendo esmagada entre duas potências, o Reino Unido e a França,</p><p>que haviam garantido a segurança da Polônia, declararam guerra à Alemanha em 3 de</p><p>setembro de 1939, mas pouco fizeram para fornecer ajuda significativa à Polônia nesta fase</p><p>inicial. Isto marcou o início da Segunda Guerra Mundial.</p><p>Após a queda da Polônia, Hitler voltou sua atenção para o oeste, onde França, Reino Unido e</p><p>outros aliados se preparavam para o que ficou conhecido como a "Guerra Fria", um período de</p><p>relativa calma no front ocidental que durou até maio de 1940.</p><p>Então, em rápida sucessão, as forças alemãs lançaram invasões a países como Dinamarca e</p><p>Noruega (abril de 1940), e em seguida Holanda, Bélgica e França (maio-junho de 1940),</p><p>utilizando a mesma estratégia de blitzkrieg que havia sido tão eficaz na Polônia. A campanha</p><p>contra a França terminou com a assinatura do armistício em 22 de junho de 1940 e a</p><p>instalação do regime colaboracionista de Vichy.</p><p>Assim, a Alemanha nazista estabeleceu sua dominação sobre grande parte da Europa em um</p><p>período relativamente curto de tempo. No entanto, esta seria apenas a primeira fase da</p><p>Segunda Guerra Mundial, que se tornaria um conflito muito mais amplo e complexo nos anos</p><p>seguintes.</p><p>b) Meio do Conflito</p><p>A Batalha de Stalingrado marca um dos pontos de virada da 2ª Guerra.</p><p>Com o início da década de 1940, a Alemanha controlava grande parte da Europa. No entanto,</p><p>o conflito estava prestes a tomar um rumo crucial. A Segunda Guerra Mundial foi marcada por</p><p>uma série de eventos significativos no meio do conflito que ajudaram a virar a maré a favor</p><p>dos Aliados.</p><p>1. Batalha da Grã-Bretanha (1940): Depois de conquistar a França, Hitler tentou forçar o</p><p>Reino Unido a se render através de uma campanha de bombardeios intensivos,</p><p>conhecida como Batalha da Grã-Bretanha. No entanto, a resistência britânica, liderada</p><p>por Winston Churchill e a Força Aérea Real, foi mais forte do que Hitler esperava, e a</p><p>Alemanha não conseguiu estabelecer a superioridade aérea necessária para uma</p><p>invasão bem-sucedida da Grã-Bretanha. Isso marcou a primeira grande derrota para a</p><p>Alemanha nazista e deu um impulso vital à moral dos Aliados.</p><p>2. Operação Barbarossa (1941): Hitler, em seguida, cometeu um erro estratégico ao</p><p>lançar a Operação Barbarossa, a invasão da União Soviética, em junho de 1941.</p><p>Embora inicialmente bem-sucedida, a campanha se estendeu mais do que o previsto, e</p><p>as forças alemãs ficaram presas em uma guerra brutal no Leste que acabou esgotando</p><p>seus recursos.</p><p>3. Ataque a Pearl Harbor (1941): Em dezembro de 1941, o Japão, que havia formado o</p><p>Pacto Tripartite com a Alemanha e a Itália, lançou um ataque surpresa à base naval</p><p>dos EUA em Pearl Harbor, Havaí. Esse ataque levou à entrada dos Estados Unidos na</p><p>guerra, o que mudou drasticamente o equilíbrio de poder, pois os EUA tinham vastos</p><p>recursos industriais e humanos que poderiam, e eventualmente fariam, inclinar a</p><p>balança a favor dos Aliados.</p><p>4. Batalha de Stalingrado (1942-1943): Esta batalha marcou um ponto de virada crucial</p><p>na frente oriental. A Alemanha investiu pesadamente na tentativa de capturar</p><p>Stalingrado, mas as forças soviéticas defenderam a cidade de forma feroz. O resultado</p><p>foi uma batalha brutal de desgaste, que terminou com uma derrota devastadora para</p><p>a Alemanha. Este foi um golpe significativo para o moral alemão e marcou o início de</p><p>uma série contínua de derrotas para as forças alemãs no leste.</p><p>5. Desembarques na Normandia (Dia D, 1944): Em 6 de junho de 1944, as forças aliadas</p><p>lançaram a maior invasão anfíbia da história em Normandia, na França. A operação</p><p>bem-sucedida abriu uma nova frente contra a Alemanha, que agora tinha que lutar em</p><p>duas frentes principais.</p><p>A partir de meados do conflito, os Aliados começaram a avançar tanto no Pacífico quanto na</p><p>Europa, começando a retomada de territórios ocupados pelos Eixos e pressionando a</p><p>Alemanha de todos os lados. No entanto, a guerra estava longe de terminar e ainda haveria</p><p>mais lutas difíceis pela frente.</p><p>c) Fim do Conflito</p><p>Soldado soviético hasteando a bandeira soviética na Alemanha nazista.</p><p>Com os Aliados avançando na Europa e no Pacífico em 1944 e 1945, a Segunda Guerra Mundial</p><p>estava chegando ao fim. Aqui estão alguns dos principais eventos que marcaram o fim do</p><p>conflito:</p><p>1. Avanço dos Aliados na Europa (1944-1945): Após os desembarques bem-sucedidos na</p><p>Normandia (Dia D), as forças aliadas começaram a libertar a França e a avançar em</p><p>direção à Alemanha. Ao mesmo tempo, a União Soviética estava pressionando a</p><p>Alemanha do Leste, ganhando terreno após a vitória crucial na Batalha de Stalingrado.</p><p>2. Batalha do Bulge (1944-1945): Esta foi a última grande ofensiva alemã na frente</p><p>ocidental. As forças alemãs tentaram, sem sucesso, dividir as linhas aliadas e capturar</p><p>portos-chave no Canal da Mancha. Após semanas de intensos combates, a ofensiva</p><p>alemã foi repelida.</p><p>3. Invasão da Alemanha (1945): Em 1945, as forças aliadas invadiram a Alemanha. O</p><p>Exército Vermelho Soviético avançou de Leste e as forças americanas e britânicas</p><p>avançaram de Oeste. A capital alemã, Berlim, foi cercada em abril.</p><p>4. Suicídio de Hitler e rendição da Alemanha (1945): No dia 30 de abril de 1945, Adolf</p><p>Hitler cometeu suicídio em seu bunker em Berlim. Pouco depois, no dia 7 de maio, a</p><p>Alemanha se rendeu incondicionalmente aos Aliados. Este dia ficou conhecido como</p><p>VE Day (Victory in Europe Day), marcando o fim da Segunda Guerra Mundial na</p><p>Europa.</p><p>5. Bombardeios de Hiroshima e Nagasaki (1945): A guerra no Pacífico, no entanto,</p><p>continuou por mais alguns meses. Em um esforço para evitar uma invasão terrestre do</p><p>Japão, os Estados Unidos lançaram duas bombas atômicas nas cidades japonesas de</p><p>Hiroshima e Nagasaki em agosto de 1945.</p><p>6. Rendição do Japão (1945): Em 15 de agosto de 1945, o imperador Hirohito do Japão</p><p>anunciou a rendição do Japão, efetivamente terminando a Segunda Guerra Mundial. A</p><p>assinatura formal da rendição ocorreu a bordo do USS Missouri em 2 de setembro de</p><p>1945.</p><p>A Segunda Guerra Mundial foi um dos conflitos mais devastadores da história, resultando em</p><p>milhões de mortes e causando danos irreparáveis em muitos países. O fim da guerra levou à</p><p>criação da Organização das Nações Unidas em 1945, com o objetivo de prevenir futuros</p><p>conflitos globais. Além disso, a ordem política mundial foi significativamente alterada, dando</p><p>origem à Guerra Fria entre as duas superpotências emergentes: os Estados Unidos e a União</p><p>Soviética.</p><p>d) Consequências</p><p>A criação da ONU é uma das consequências da 2ª Guerra.</p><p>A Segunda Guerra Mundial, como um dos conflitos mais significativos e devastadores da</p><p>história, teve uma série de consequências profundas e duradouras em todo o mundo. Vamos</p><p>examinar algumas das mais marcantes:</p><p>1. Perda de Vidas e Destruição: A guerra resultou na morte de um número estimado de</p><p>70 a 85 milhões de pessoas, cerca de 3-4% da população mundial na época. A Europa</p><p>foi particularmente atingida, com muitas cidades destruídas pelos bombardeios e a</p><p>população civil sofrendo enormemente. A infraestrutura em muitos países também foi</p><p>severamente danificada.</p><p>2. O Holocausto: A tentativa sistemática de Hitler de exterminar o povo judeu, conhecida</p><p>como Holocausto, resultou na morte de seis milhões de judeus. O horror do</p><p>Holocausto teve um impacto duradouro na consciência global e levou a esforços</p><p>significativos para prevenir genocídios no futuro.</p><p>3. Ascensão das Superpotências: O final da guerra viu a ascensão dos Estados Unidos e</p><p>da União Soviética como as duas superpotências globais. Isso configurou o palco para a</p><p>Guerra Fria, um período de tensões políticas e militares que durou até a dissolução da</p><p>União Soviética em 1991.</p><p>4. Descolonização: O final da Segunda Guerra Mundial também marcou o início do</p><p>processo de descolonização em todo o mundo. As potências europeias, devastadas</p><p>pela guerra, não tinham mais a capacidade de manter suas vastas colônias, levando a</p><p>um rápido período de descolonização, especialmente na África e na Ásia.</p><p>5. Criação da ONU: A fim de prevenir futuros conflitos globais, a Organização das Nações</p><p>Unidas (ONU) foi estabelecida em 1945. Seu objetivo era promover a paz e a</p><p>segurança internacionais, bem como melhorar as relações entre as nações.</p><p>6. Divisão da Alemanha e da Europa: A Alemanha foi ocupada e dividida entre os</p><p>Aliados, resultando em duas entidades separadas: a República Federal da Alemanha</p><p>(RFA) ou Alemanha Ocidental, que era democraticamente governada e alinhada com o</p><p>Ocidente, e a República Democrática Alemã (RDA) ou Alemanha Oriental, que era</p><p>comunista e alinhada com a União Soviética. Da mesma forma, a Europa como um</p><p>todo foi dividida pelo que Winston Churchill chamou de "Cortina de Ferro", separando</p><p>o bloco ocidental, capitalista, do bloco oriental, comunista.</p><p>7. Desenvolvimento e Proliferação de Armas Nucleares: O uso de bombas atômicas</p><p>pelos EUA contra o Japão marcou o início da era nuclear. Isso levou a uma corrida</p><p>armamentista durante a Guerra Fria, com uma série de países desenvolvendo suas</p><p>próprias armas nucleares.</p><p>8. Criação do Estado de Israel: Em resposta ao Holocausto e ao problema dos refugiados</p><p>judeus após a guerra, a comunidade internacional apoiou a criação do Estado de Israel</p><p>em 1948, dando um lar aos judeus deslocados. No entanto, isso também levou ao</p><p>conflito israelense-palestino, que continua até hoje.</p><p>Estas são apenas algumas das muitas consequências da Segunda Guerra Mundial. A guerra</p><p>teve um impacto profundo na história humana e continua a influenciar a política e a sociedade</p><p>mundial até hoje.</p><p>e) Brasil na Segunda Guerra</p><p>A participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial foi significativa e marcou um ponto de</p><p>inflexão na política externa brasileira.</p><p>Participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial</p><p>Inicialmente, o Brasil manteve uma posição de neutralidade quando a guerra começou em</p><p>1939. No entanto, após o ataque a Pearl Harbor e o subsequente alinhamento dos Estados</p><p>Unidos com os Aliados, o Brasil começou a se aproximar dos Aliados também. A política</p><p>externa brasileira foi influenciada pelo presidente Getúlio Vargas, que buscava modernizar o</p><p>Brasil e desenvolver sua indústria, e ele via a aproximação com os EUA como uma</p><p>oportunidade para isso.</p><p>O Brasil declarou guerra aos países do Eixo - Alemanha, Itália e Japão - em agosto de 1942,</p><p>depois que navios mercantes brasileiros foram torpedeados</p><p>por submarinos alemães no</p><p>Atlântico. O Brasil, então, permitiu que os Estados Unidos usassem bases aéreas e navais no</p><p>Nordeste do Brasil, um ponto estratégico para o tráfego aéreo e naval entre a América do Sul e</p><p>a África.</p><p>A Força Expedicionária Brasileira (FEB), composta por cerca de 25.000 soldados, foi enviada</p><p>para lutar na Europa. A FEB foi a única força militar da América Latina a lutar na Europa, e ela</p><p>desempenhou um papel significativo na campanha italiana, especialmente na Batalha de</p><p>Monte Castello.</p><p>Consequências para o Brasil</p><p>1. Relações com os Estados Unidos: A participação do Brasil na guerra ao lado dos</p><p>Aliados fortaleceu suas relações com os Estados Unidos. Os EUA forneceram ao Brasil</p><p>apoio financeiro e material significativo durante a guerra, incluindo a criação de uma</p><p>indústria siderúrgica moderna, a Companhia Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda,</p><p>Rio de Janeiro.</p><p>2. Modernização Industrial: A aliança com os EUA também acelerou o processo de</p><p>industrialização do Brasil, com um influxo de investimentos e tecnologia dos EUA. Isso</p><p>ajudou a modernizar a economia brasileira e a mudar sua base de agrária para</p><p>industrial.</p><p>3. Mudanças Políticas: A participação na guerra e a aliança com os democráticos Aliados</p><p>também tiveram um impacto político interno. Após a guerra, houve uma pressão</p><p>crescente para a democratização do Brasil, que estava sob o Estado Novo, um regime</p><p>ditatorial liderado por Getúlio Vargas. Essa pressão levou ao fim do Estado Novo e à</p><p>transição para a democracia em 1945.</p><p>4. Criação de Novas Forças Armadas: A experiência do Brasil na guerra levou à criação de</p><p>novas forças armadas e à modernização das existentes. O Brasil estabeleceu sua força</p><p>aérea, a Força Aérea Brasileira, como uma força separada em 1941.</p><p>5. Participação em Organizações Internacionais: A participação do Brasil na Segunda</p><p>Guerra Mundial também aumentou sua estatura no cenário mundial. O Brasil se</p><p>tornou um membro fundador da Organização das Nações Unidas (ONU) e tem sido</p><p>uma voz ativa na organização desde então.</p><p>A Segunda Guerra Mundial, portanto, teve um papel significativo na história do Brasil,</p><p>influenciando sua política externa, seu desenvolvimento econômico e seu processo de</p><p>democratização.</p><p>Era Vargas</p><p>A Era Vargas corresponde ao período em que Getúlio Vargas (1882-1954) governou o Brasil</p><p>em três momentos:</p><p>1. Governo Provisório: 1930-1934</p><p>2. Governo Constitucional: 1934-1937</p><p>3. Estado Novo: 1937-1945</p><p>a) Governo Provisório (1930-1934)</p><p>Chama-se governo provisório o período de 1930 a 1934, quando Getúlio Vargas governou o</p><p>Brasil, após a vitória da Revolução de 1930.</p><p>Este momento foi marcado pela tensão entre a centralização do poder em torno a Vargas e o</p><p>descontentamento das antigas oligarquias estaduais.</p><p>b) Revolução de 1930</p><p>Os militares gaúchos amarram seus cavalos no Obelisco carioca simbolizando a vitória na</p><p>Revolução de 30</p><p>A Revolução de 30 conduziu os descontentes com o governo da Primeira República ao governo</p><p>federal, através do golpe de Estado proposto por Getúlio Vargas.</p><p>As primeiras medidas do governo provisório foram: o fechamento do Congresso e do Senado,</p><p>a suspensão da Constituição de 1891 e a destituição dos antigos presidentes de províncias</p><p>(governadores).</p><p>Também foram criados o Ministério da Educação e Saúde, bem como o Ministério do Trabalho,</p><p>da Indústria e do Comércio.</p><p>Vargas também prometeria eleições presidenciais para breve, mas adiava a decisão sempre</p><p>que podia. Voltou-se para a Igreja Católica em busca de apoio e assim conseguir se sustentar</p><p>na presidência.</p><p>Atitudes como estas desagradavam vários dos seus correlegionários que participaram do</p><p>movimento de 30.</p><p>c) O Governo Provisório e os Tenentes</p><p>Uma vez vitorioso, Getúlio Vargas inseriu os tenentes nos principais cargos da administração</p><p>pela participação na Revolução de 30. A manobra política desagradou àqueles coronéis que</p><p>mantinham seus redutos de influência no País e que passaram a confrontar o governo.</p><p>Os tenentes passaram a controlar os estados com o nome de "intendentes" após a deposição</p><p>dos antigos presidentes estaduais (governadores) eleitos.</p><p>Entre os tenentes estavam Juarez Távola, Juraci Magalhães, João Alberto e Ary Parreiras. No</p><p>entanto, havia civis como Maurício de Lacerda e Pedro Ernesto.</p><p>Juarez Távora é denominado delegado dos Estados do Norte (que compreendia do Espírito</p><p>Santo ao Amazonas) e João Alberto, interventor de São Paulo. Por sua parte, Juracy Magalhães</p><p>é escolhido como interventor da Bahia e Ary Parreiras, do Rio de Janeiro.</p><p>Pedro Ernesto é nomeado interventor do Distrito Federal e Maurício de Lacerda serviu como</p><p>embaixador no Uruguai e pouco depois rompe com Vargas.</p><p>Um ano depois da revolução, o governo provisório adotou o Código dos Interventores, que</p><p>limitava o poder os tenentes nomeados. Além disso, os proibia de contrair empréstimos no</p><p>exterior e ter forças policiais superiores ao Exército nacional.</p><p>Os militares, unidos em torno do Clube 3 de Outubro, com sede no Rio de Janeiro, debatiam</p><p>instrumentos para consolidar as Forças Armadas. Desta maneira, apoiam a reforma</p><p>trabalhista, se posicionam contra as eleições e a convocação de uma Assembleia Constituinte.</p><p>Os grupos oligárquicos, contudo, cobravam eleições e reforma constitucional. Deste modo,</p><p>passaram a desafiar Getúlio Vargas na tentativa de evitar o fortalecimento político dos</p><p>tenentes.</p><p>2. Revolução de 1932 e Governo Provisório</p><p>Soldados paulistas se preparam para lutar contra as tropas federais</p><p>O descontentamento dos grupos oligárquicos, liderados pelos paulistas, marcaram o início</p><p>da Revolução de 1932, em São Paulo.</p><p>Os objetivos deste levante eram a convocação de eleições para os cargos executivos e para a</p><p>formação de uma assembleia constituinte. Diante da recusa do governo, os paulistas pegam</p><p>em armas, mas a revolta foi sufocada por Getúlio Vargas.</p><p>De todas as maneiras, um ano depois, era instituída a Assembleia Nacional Constituinte, que</p><p>promulgaria a nova Carta Magna e elegeria como presidente o próprio Vargas.</p><p>Entre as definições da nova Constituição de 1934 estava a eleição por voto direto e secreto,</p><p>mandato presidencial de quatro anos e a criação de deputados por categoria profissional.</p><p>Com a nova Carta Magna, o governo provisório e o movimento tenentista chegariam ao fim e a</p><p>Era Vargas entra na fase denominada Governo Constitucionalista.</p><p>3. Governo Constitucionalista</p><p>O governo constitucionalista durou de 1934 a 1937 e marca o segundo período da Era</p><p>Vargas no Brasil. A Era Vargas começa com a Revolução de 1930 e vai até 1945.</p><p>Os demais períodos dessa fase do poder no Brasil são o governo provisório (1930 a 1934) e</p><p>o estado novo (1937 a 1945).</p><p>O governo constitucionalista se inicia com a eleição indireta de Getúlio Vargas (1882 - 1954)</p><p>para presidente da República pela Assembleia Nacional Constituinte. A eleição, ocorrida em 17</p><p>de julho de 1934, marcou o encerramento do governo provisório, também chamado de</p><p>período discricionário, que fora iniciado em 1930.</p><p>Nessa fase, Getúlio Vargas enfrentava um País em ebulição, com greves de operários,</p><p>descontentamento da classe média e radicalização da política. Foi um período de</p><p>fortalecimento do poder executivo e relaxamento do legislativo.</p><p>a) Antecedentes</p><p>Os acontecimentos que precederam o governo constitucionalista começaram já na união entre</p><p>Getúlio Vargas e os tenentes que participaram do Golpe de 1930. Descontentes, as oligarquias</p><p>pressionavam na disputa de poder dos estados.</p><p>A política também foi marcada pela criação da AIB (Ação Integralista Brasileira) em 1932,</p><p>movimento de extrema direta, nacionalista, anti-semita e antiliberal. Os principais líderes</p><p>eram Plínio Salgado, Miguel Reale e Gustavo Barroso e pregavam as ideias do italiano Benito</p><p>Mussolini.</p><p>Com o lema "Deus, Pátria e Família", a AIB tinha representantes em todo o País e mostravam a</p><p>força política</p><p>por meio de desfiles em que os participantes, uniformizados, eram chamados</p><p>"camisas verdes".</p><p>A oposição aos liberalistas foi marcada pela ANL (Aliança Nacional Libertadora), criada em 12</p><p>de março de 1935. Sob a inspiração operária da Europa, a ANL criticava o nazi-fascismo e,</p><p>mesmo integrando comunistas, socialistas, os tenentes do movimento de 30, católicos e</p><p>liberais, mostrou-se como um movimento de massa.</p><p>Contrária a Vargas, a ANL tinha como líderes Miguel Costa, Agildo Barata, Hercolino Cascardo,</p><p>João Cabanas, Roberto Sisson, Silo Meireles. O principal, porém, era Luís Carlos Prestes. O</p><p>ideário da ANL era a luta contra o imperialismo, a conquista das liberdades democráticas, o</p><p>combate ao nazi-fascismo, ao latifúndio e, ainda, a suspensão do pagamento da dívida externa.</p><p>A ANL e a ABI polarizavam o cenário político brasileiro. Nesse quadro, em novembro de 1935,</p><p>explore a revolta de Natal, deflagrada por sargentos, cabos e soldados. A rebelião chegava ao</p><p>Recife e ao Rio de Janeiro, nesta última cidade sob a liderança de Agildo Barata.</p><p>https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/intentona-comunista-brasil-rio-grande-do-norte.phtml</p><p>https://www.todamateria.com.br/intentona-comunista/</p><p>O governo não teve problemas em sufocar o levante comunista e, entre o fim de 1935 e início</p><p>de 1936, foram comuns as prisões de civis e militares contrários à política de Vargas.</p><p>4. Estado Novo</p><p>O Estado Novo corresponde ao período em que Getúlio Vargas (1882-1954) governou o Brasil</p><p>entre os anos de 1937 a 1945 , no último momento da Era Vargas, marcado</p><p>pelo autoritarismo, censura e centralização do poder.</p><p>Em 10 de novembro de 1937, Getúlio Vargas realizou um Golpe que instaura o Estado Novo,</p><p>que perduraria até 29 de outubro de 1945, quando, deposto por um movimento militar</p><p>chefiado por generais, termina o governo Vargas.</p><p>Durante todo o período, sua politica priorizou investimentos em infraestrutura para o</p><p>desenvolvimento industrial.</p><p>a) Instauração do Estado Novo: Resumo</p><p>Em 1935 o governo havia reforçado sua propaganda anticomunista, o que legitimou o estado</p><p>de sítio em fins daquele ano e a declaração de estado de guerra no ano seguinte.</p><p>Ora, em janeiro de 1938 estavam previstas eleições presidenciais; porém, aproveitando o</p><p>momento de instabilidade política pelo qual passava o país, Getúlio Vargas deu um golpe de</p><p>estado em 10 de novembro de 1937.</p><p>Note que a constituição de 1934 proibia a reeleição de Getúlio, o qual articula o</p><p>chamado Plano Cohen, um documento que atestava o plano comunista para destituir o</p><p>governo, o que foi depois desacreditado como uma fraude.</p><p>Todavia, fomentando o sentimento nacionalista em torno da ameaça do comunismo, a</p><p>ditadura conquistou o apoio popular para legitimar sua investidura. Assim, Vargas anunciou na</p><p>cadeia de estações rádio a nova Constituição de 1937, com inspiração claramente fascista.</p><p>b) Características do Estado Novo</p><p>O Estado Novo no Brasil (1937-1945) deve ser considerado no contexto mundial, onde</p><p>assistimos a ascensão de varias ditaduras: Hitler na Alemanha, Stalin na URSS, Franco na</p><p>Espanha, Salazar em Portugal, dentre outros.</p><p>Assim, argumentando que o regime constitucional vigente ‘perdera seu valor prático’,</p><p>provocando um Estado de ‘desordem’ e ‘irresponsabilidade’, Getúlio Vargas determinou o</p><p>encerramento das Assembleias Legislativas, da Câmara dos Deputados e do Congresso</p><p>Nacional.</p><p>Também cerrou todos os partidos e organizações civis e deu início a caçada política e, em</p><p>alguns casos, prisão e morte de opositores e inimigos do estado.</p><p>No plano político, passou a nomear interventores nos Estados, enquanto no plano cultural, o</p><p>Estado Novo caracterizou-se como um período em que a constituição de uma identidade</p><p>nacional era a meta a ser atingida.</p><p>Assim, a "antropofagia cultural" fundamentou alguns dos aspectos do regime, que se associou</p><p>a pensadores como Carlos Drummond de Andrade, Oscar Niemeyer, Lúcio Costa e Cândido</p><p>Portinari, bem como fora responsável pela criação do Serviço do Patrimônio Histórico e</p><p>Artístico Nacional (SPHAN), de Mário de Andrade.</p><p>c) Criações do Estado Novo</p><p> Tornou obrigatória a disciplina de "Educação Moral e Cívica" nas escolas.</p><p> Institui um novo valor cambial: o cruzeiro.</p><p> Concepção da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), a Vale do Rio Doce,</p><p> Criação do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) para controlar rádios e</p><p>jornais e do Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP), em 1938 para</p><p>fortalecer a máquina pública e a burocracia e fiscalizar os governos estaduais.</p><p> Controle dos sindicatos.</p><p> Implementação da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) em 1943, garantindo vários</p><p>direitos aos trabalhadores.</p><p> Criação da Justiça do Trabalho, da carteira de trabalho, salário mínimo, descanso</p><p>semanal remunerado, jornada de trabalho de oito horas e regulamentação do trabalho</p><p>feminino de menores de idade.</p><p> Surgimento do Conselho Nacional do Petróleo (CNP), o qual, mais adiante, virá a ser a</p><p>Petrobras, no ano de 1953.</p><p> Concretização da Companhia Hidrelétrica do São Francisco e da Fábrica Nacional de</p><p>Motores (FNM).</p><p> Decreto do Código Penal e do Código de Processo Penal Brasileiro.</p><p>d) Era Vargas e Segunda Guerra Mundial</p><p>Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, em 1939, o Brasil toma a decisão de manter-se</p><p>neutro diante do conflito europeu.</p><p>No entanto, no governo existiam aqueles que eram a favor de apoiar o Eixo e aqueles que</p><p>pensam em apoiar os Aliados.</p><p>Devido à pressão americana, Getúlio Vargas decide declarar guerra à Alemanha e,</p><p>posteriormente, mandar soldados para Europa e ceder uma base aérea para os americanos.</p><p>Em troca, houve concessão de empréstimos e modernização do armamento do Exército</p><p>brasileiro.</p><p>e) Fim da Era Vargas</p><p>A contradição entre lutar contra uma ditadura e viver num regime sem democracia</p><p>determinou o começo do fim da Era Vargas.</p><p>Vários intelectuais, associações de estudantes e mesmo parte dos militares, começam a</p><p>protestar abertamente contra o regime varguista.</p><p>No dia 29 de outubro de 1945, Getúlio Vargas foi deposto por um golpe militar e pela U.DN.</p><p>(União Democrática Nacional), sendo conduzido ao desterro na sua cidade natal, São Borja/RS.</p><p>Manchete do jornal "A Última Hora" no dia seguinte a morte de Getúlio Vargas</p><p>Porém, em 1951, retornaria à Presidência concorrendo pelo Partido Trabalhista Brasileiro</p><p>(PTB). Neste mandato, alcançado pelo voto popular, lança as bases para criação da Petrobras.</p><p>Vargas suicidou-se no Palácio do Catete em 24 de agosto de 1954 com um tiro no peito. Sua</p><p>carta-testamento explicava os motivos de sua decisão com uma frase célebre: "Deixo a vida</p><p>para entrar na História".</p><p>Curiosidades</p><p> Getúlio Vargas introduziu o culto a personalidade ao líder, desfiles cívicos e as grandes</p><p>concentrações que o aclamavam e cantavam juntas em corais regidas, muitas vezes,</p><p>por Heitor Villa-Lobos.</p><p> A Era Vargas é lembrada por muitos pelas leis trabalhistas como a instituição do salário</p><p>mínimo, concretização das Leis do Trabalho (CLT) e da carteira profissional, com</p><p>semana de trabalho de 48 horas e as férias remuneradas.</p><p>REVISAO:</p><p>1-Em relação à Segunda Guerra Mundial é correto afirmar que:</p><p>a) Hitler empreendeu uma implacável perseguição aos judeus, que resultou na morte</p><p>de seis milhões de pessoas.</p><p>b) os norte-americanos permaneceram neutros na guerra até 1941, quando</p><p>bombardearam Hiroshima e Nagasaki.</p><p>c) De Gaulle foi o chefe do governo de Vichy.</p><p>d) com o ataque alemão a Pearl Harbor, os norte-americanos resolveram entrar na</p><p>guerra.</p><p>e) a Crise de 1929 nada teve a ver com a Segunda Guerra Mundial.</p><p>2- A Segunda Grande Guerra (1939-1945) adquiriu caráter mundial a partir de 7 de</p><p>dezembro de 1941, quando:</p><p>a) os russos tomaram a iniciativa de anexar os Estados Bálticos.</p><p>b) os alemães invadiram o litoral mediterrâneo da África.</p><p>c) os japoneses atacaram a base norte-americana</p><p>de Pearl Harbor</p><p>d) os franceses, por determinação do marechal Pétain, ocuparam o Sudeste da Ásia;</p><p>e) os chineses cederam a maior parte de seu território às tropas do Eixo.</p><p>3- Sobre o Estado Novo (1937 - 1945), é incorreto afirmar que:</p><p>a) Foi caracterizado por um forte intervencionismo estatal.</p><p>b) Criou órgãos de censura e de repressão.</p><p>c) Apoiava-se num discurso nacionalista.</p><p>d) Era um regime de partido único.</p><p>e) Exercia um grande controle sobre os sindicatos, tanto de trabalhadores quanto</p><p>patronais.</p><p>4- O que foi a Era Vargas ? Cite os 3 principais momentos.</p><p>5- Sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra, marque a alternativa correta.</p><p>a) Apoiando o grupo dos Aliados, o país teve uma importante participação na Batalha</p><p>de Monte Castelo.</p><p>b) Em oposição aos Estados Unidos, Vargas ficou, em primeiro momento, ao lado das</p><p>potências do Eixo.</p><p>c) O país mostrou neutralidade até o fim do conflito, pois temia uma investida alemã.</p><p>d) Após diversos ataques a navios brasileiros por parte dos alemães, Getúlio Vargas</p><p>entrou no conflito, mas somente oferecendo auxílio na distribuição de suprimentos.</p><p>e) Vargas optou por ficar neutro até o fim do conflito, mas flertava com o nazismo. Na</p><p>tentativa de estreitar relações, enviou Olga Benário para a Alemanha.</p>