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<p>Aulão Rede Sarah</p><p>Técnico de Enfermagem 2016</p><p>Unidades do Sarah</p><p>Brasília- lago Norte</p><p>Brasília- Centro</p><p>São Luís</p><p>Salvador</p><p>Fortaleza</p><p>Macapá</p><p>Belém</p><p>Rio de Janeiro</p><p>Dicas preparação para prova</p><p>• Acordar com antecedência</p><p>• Alimentar-se bem</p><p>• Chegar antes do horário no local da prova</p><p>• Concentração</p><p>• Ler a prova com calma</p><p>1. (UFT 2015) É indicada sempre que houver incapacidade de absorção de nutrientes pelo</p><p>trato gastrointestinal devido a causas anatômicas, infecciosas ou metabólicas e faz parte</p><p>também da terapêutica em certas doenças que necessitam de repouso intestinal. O</p><p>enunciado refere-se à</p><p>(A) nutrição parenteral.</p><p>(B) nutrição enteral.</p><p>(C) gastrostomia.</p><p>(D) jejunostomia.</p><p>(E) via oral.</p><p>Quando há impossibilidade de absorção pelo trato gastrointestinal deve ser usado a</p><p>nutrição parenteral, por meio de um cateter central.</p><p>Letra A</p><p>Terapia de Nutrição Enteral e Parenteral</p><p>• Terapia de Nutrição Parenteral: Conjunto de procedimentos</p><p>terapêuticos para manutenção ou recuperação do estado</p><p>nutricional do usuário por meio de Nutrição Parenteral.</p><p>• Nutrição Enteral: “Todo e qualquer "alimento para fins</p><p>especiais, com ingestão controlada de nutrientes, na forma</p><p>isolada ou combinada, de composição definida ou estimada,</p><p>especialmente formulada e elaborada para uso por sondas ou</p><p>via oral, industrializado ou não, utilizada exclusiva ou</p><p>parcialmente para substituir ou complementar a alimentação</p><p>oral em pacientes desnutridos ou não, conforme suas</p><p>necessidades nutricionais, em regime hospitalar, ambulatorial</p><p>ou domiciliar, visando a síntese ou manutenção dos tecidos,</p><p>órgãos ou sistemas".</p><p>Sondagem Nasogástrica e Gastrostomia</p><p>• A técnica da sonda nasogástrica é utilizada para alimentar o paciente</p><p>incapacitado de alimentar-se naturalmente, drenar o conteúdo</p><p>gástrico e preparar para determinadas cirurgias ou exames.</p><p>• A Gastrostomia é um procedimento cirúrgico para afixação de</p><p>uma sonda alimentar. Um orifício é criado na altura do</p><p>estômago e cria uma ligação direta do meio externo com o meio</p><p>interno do paciente. A troca da sonda não é rotineiramente</p><p>necessária e não tem intervalo de tempo definido na literatura.</p><p>Sonda Nasoenteral</p><p>• A Sondagem Nasoenteral refere-se à passagem de uma sonda</p><p>flexível através das fossas nasais, esôfago, estômago e intestino</p><p>delgado.</p><p>• Este procedimento fornece via segura e menos traumática para</p><p>administração de dietas, hidratação e medicação.</p><p>• Para iniciar ou não a dieta com segurança para o paciente é</p><p>necessário certificar-se quanto à localização da ponta radiopaca da</p><p>sonda através da realização do exame de RX de abdome.</p><p>Testes para checar posicionamento da SNG e SNE</p><p>1. Teste: Conectar a seringa à sonda e aspirar verificando se reflui</p><p>conteúdo. Se não for obtido o conteúdo gástrico, coloque o paciente em</p><p>decúbito lateral esquerdo (DLE) e aspire normalmente.</p><p>2. Teste: Conectar a seringa à extremidade da SNG. Colocar o diafragma</p><p>do estetoscópio sobre o hipocôndrio e, imediatamente abaixo do rebordo</p><p>costal. Injetar 15 a 20 cm³ de ar, enquanto auscultar o abdome do</p><p>paciente.</p><p>3. Teste: utilizando de fitas reagentes medir o Ph do conteúdo gástrico.</p><p>Obs: Não é mais utilizada a teste de localização com copo de água</p><p>segundo orientação do COFEN.</p><p>4. SNE deve ser feito o RX abdome para confirmação da posição.</p><p>2. (FUMARC 2014) São cuidados de enfermagem com a SNE, EXCETO:</p><p>a) Realizar a confirmação da passagem e do posicionamento correto,</p><p>unicamente com a colocação de sua extremidade distal em um copo</p><p>com água.</p><p>b) Manter a fixação da sonda e a demarcação da porção da extremidade</p><p>mais proximal da narina.</p><p>c) Confirmar sempre o posicionamento com ausculta epigástrica antes</p><p>de infundir dieta.</p><p>d) Lavar a sonda após administração de dieta com SF 0,9% ou ABD.</p><p>Único método para SNE é o RX</p><p>Letra A</p><p>3. (FUMARC 2014) São cuidados de enfermagem com a SNE, EXCETO:</p><p>a) Realizar a confirmação da passagem e do posicionamento correto,</p><p>unicamente com a colocação de sua extremidade distal em um copo com</p><p>água.</p><p>b) Manter a fixação da sonda e a demarcação da porção da extremidade mais</p><p>proximal da narina.</p><p>c) Confirmar sempre o posicionamento com ausculta epigástrica antes de</p><p>infundir dieta.</p><p>d) Lavar a sonda após administração de dieta com SF 0,9% ou ABD.</p><p>Letra A</p><p>4. (UFPR-NC-UFPR 2013) Na nutrição enteral, utiliza-se trato gastrointestinal,</p><p>através de sondas, até o estômago, intestino ou por estomas. Um dos ERROS na</p><p>execução dos cuidados de enfermagem na administração da dieta enteral por</p><p>sonda nasogástrica é:</p><p>a) verificar a temperatura da dieta enteral.</p><p>b) inspecionar o frasco da dieta enteral, quanto à presença de partículas e</p><p>separação de fases.</p><p>c) deixar o paciente em posição confortável, abaixando a cabeceira durante a</p><p>infusão da dieta enteral pela sonda nasogástrica.</p><p>d) deixar o paciente confortável, mantendo-o sob observação quanto a sinais de</p><p>intolerância, tais como vômitos, diarreia, náuseas ou distensão abdominal.</p><p>e) verificar se a sonda nasogástrica está pérvia.</p><p>Letra C</p><p>Cuidados aos pacientes que recebem dietas por sondas</p><p>enterais</p><p>• Higienização das narinas e ostomias, avaliação da colocação da sonda e sua</p><p>fixação.</p><p>• A cabeceira do leito deve estar elevada em 30 a 45º durante e logo após a</p><p>administração da dieta, para evitar regurgitamento e o perigo de uma possível</p><p>pneumonia aspirativa.</p><p>• A dieta deve ser administrada em temperatura ambiente ou resfriada e não</p><p>gelada.</p><p>• Deve ser controlada a velocidade do fluxo da fórmula.</p><p>• Lavar adequadamente a sonda com água filtrada em temperatura ambiente</p><p>sempre após as dietas e medicamentos</p><p>Calor e Frio</p><p>5. (IBFC 2014) Um adulto, 35 anos, estava andando na rua e</p><p>apresentou uma contusão em membro inferior direito. Foi</p><p>encaminhado imediatamente ao Pronto-Socorro. Uma das</p><p>condutas realizadas nesse caso é:</p><p>a) Aplicação de calor seco com bolsa de água quente.</p><p>b) Aplicação de frio com bolsa de gelo.</p><p>c) Aplicação de calor úmido com compressa morna.</p><p>d) Não aplicar gelo antes das 48 horas do momento da lesão.</p><p>Letra B</p><p>6. (UNIRIO 2014) Na aplicação do calor, deve-se</p><p>a) aquecer a água a 1000 C para garantir a eficácia do tratamento.</p><p>b) deixar a bolsa por 45 minutos no local prescrito.</p><p>c) aplicar uma camada de dersane, ativando a circulação.</p><p>d) elevar a cabeceira da cama a 45°.</p><p>e) colocar uma toalha entre a bolsa e a pele do paciente.</p><p>Letra E</p><p>Calor e Frio</p><p>• As aplicações externas de calor e frio têm por objetivo ajudar as funções naturais do</p><p>corpo. É um dos tratamentos mais antigos e os pacientes são receptivos ao</p><p>tratamento, por ser eficaz e proporciona alivio imediato.</p><p>• O calor age estimulando ou relaxando os músculos facilitando a circulação através da</p><p>vasodilatação diminuindo a dor e um pouco o edema local.</p><p>• O frio diminui a circulação local pela contração dos vasos sanguíneos</p><p>(vasoconstrição), impede a formação hematomas e abscessos. Em certos tipos de</p><p>ferimentos abertos, controla a hemorragia.</p><p>Calor (Termoterapia) x Frio(Crioterapia)</p><p>Calor Frio</p><p>Vasodilatação Vasoconstricção</p><p>Viscosidade sanguínea reduzida Viscosidade sanguínea aumentada</p><p>Metabolismo tecidual aumentado Metabolismo tecidual diminuída</p><p>Tensão Muscular reduzida Aumento do tônus muscular</p><p>Aumento da permeabilidade</p><p>capilar</p><p>Anestesia local, Reduz inflamação</p><p>Reduz a demanda de O2 pelas</p><p>células</p><p>Reduz Hematomas</p><p>Aplicações calor – Finalidades:</p><p>- Aquecer o paciente;</p><p>- Aumentar a circulação no local da aplicação;</p><p>- Aliviar a dor;</p><p>- Facilitar os processos supurativos;</p><p>- Relaxar a musculatura;</p><p>- Inflamação aguda e crônica;</p><p>- Resolução de hematomas tardios.</p><p>Aplicação Calor - Contraindicações</p><p>- Feridas cirúrgicas;</p><p>- Hemorragias;</p><p>- Lesões abertas;</p><p>- Luxações ou contusões antes de 24 ou 48 horas;</p><p>- Hemofilia ou fragilidade capilar;</p><p>- Presença de tromboembólicos nos MMII;</p><p>- Trauma agudo.</p><p>Aplicação do Frio- Finalidades</p><p>• Diminuir a hipertermia;</p><p>• Diminuir a dor;</p><p>• Estancar a hemorragia;</p><p>• Diminuir a congestão e processos inflamatórios;</p><p>• Diminuir a dor e edema nas contusões e luxações.</p><p>Aplicações</p><p>Frio - Contraindicações</p><p>• Estase circulatória;</p><p>• Estado de desnutrição;</p><p>• Debilidade acentuada e idoso;</p><p>• Ferimentos abertos;</p><p>• Envolvimento cardíaco ou respiratório;</p><p>7. (Rede Sarah 2010) A aplicação de calor ajuda no alívio de dor, no</p><p>relaxamento da musculatura e facilita processos supurativos. Analise as</p><p>afirmativas abaixo, indicando V (verdadeiro) ou F (falso) e, em seguida,</p><p>assinale a alternativa correspondente.</p><p>I. O calor provoca vasodilatação e não é indicado para traumas imediatos.</p><p>II. Ao usar uma bolsa térmica para aplicar calor, é necessário envolve-la</p><p>com tecido.</p><p>III. A aplicação de calor dá-se na forma seca ou úmida.</p><p>a) V, V, V b) F, V, F c) V, F, V d) V, V, F</p><p>Letra A</p><p>Admissão de Paciente</p><p>Admissão</p><p>• É a entrada e permanência do paciente no hospital, por</p><p>determinado período.</p><p>• Tem por objetivos facilitar a adaptação do paciente ao ambiente</p><p>hospitalar, proporcionar conforto e segurança.</p><p>• Deve ser recebido com gentileza e cordialidade para aliviar suas</p><p>apreensões e ansiedade s Geralmente, o paciente está</p><p>preocupado com a sua saúde.</p><p>Admissão – Procedimentos:</p><p>1. Receber o paciente cordialmente, verificando se as fichas estão</p><p>completas;</p><p>2. Acompanhar o paciente ao leito, auxiliando-o a deitar e dando-lhe</p><p>todo o conforto possível;</p><p>3. Apresentá-lo aos demais pacientes do seu quarto;</p><p>4. Orientar o paciente em relação à: localização das instalações</p><p>sanitárias; horários das refeições; modo de usar a campainha; nome</p><p>do médico e da enfermeira chefe;</p><p>Admissão – Procedimentos:</p><p>5. Explicar o regulamento do hospital quanto à: fumo; horário de</p><p>repouso; horário de visita;</p><p>6. Os pertences do paciente devem ser entregues à família no ato da</p><p>admissão, se não for possível, colocá-los em um saco e grampear,</p><p>identificando com um impresso próprio e encaminhar para a sala de</p><p>pertences;</p><p>7. Preparar o paciente em relação aos exames a que será submetido, a</p><p>fim de obter sua cooperação;</p><p>Admissão - Procedimentos:</p><p>8. Fornecer roupa do hospital, se a rotina da enfermeira não permitir o</p><p>uso da própria roupa;</p><p>9. Fazer o prontuário do paciente;</p><p>10. Verificar temperatura, pressão arterial, pulso e respiração,</p><p>proceder ao exame físico;</p><p>11. Anotar no relatório de enfermagem a admissão;</p><p>12. Anotar no Relatório Geral a admissão e o censo diário.</p><p>8. (Sarah 2012) MCF, 82 anos , admitida na unidade cirúrgica pós queda</p><p>e com queixa de dor em MIE. Estava deitada na maca em companhia de</p><p>seu marido. Com base na admissão hospitalar, qual a sequência do</p><p>cuidado de enfermagem priorizando as condições?</p><p>a) preparar a unidade, orientar as rotinas, encaminhar para higiene</p><p>corporal e verificar SSVV.</p><p>b) Encaminhar para o leito, verificar os SSVV, promover alívio da dor</p><p>conforme prescrição médica e realizar anotação de enfermagem.</p><p>Letra B</p><p>c) Orientar as rotinas do hospital, promover alívio da dor,</p><p>arrolar pertences e realizar anotações de enfermagem.</p><p>d) Apresentar a unidade, verificar SSVV, promover a higiene</p><p>corporal e realizar anotação de enfermagem</p><p>9. (IADES 2014) O processo administrativo do serviço de enfermagem</p><p>que determina o início do relacionamento do paciente denomina-se</p><p>a) alta hospitalar.</p><p>b) centro de diagnóstico.</p><p>c) transferência para outro hospital.</p><p>d) admissão do paciente.</p><p>e) remoção do paciente.</p><p>Letra D</p><p>10. (IFPB 2012) A admissão refere-se ao internamento do cliente</p><p>na unidade hospitalar e tem como finalidade a realização de</p><p>tratamento clínico, cirúrgico, obstétrico e outros. A propósito dos</p><p>procedimentos rotineiros na admissão, julgue a proposição</p><p>seguinte:</p><p>A mensuração do peso e altura tem como uma de suas</p><p>finalidades a avaliação do estado nutricional do cliente e está</p><p>indicado unicamente para os casos de tratamento de obesidade</p><p>e emagrecimento.</p><p>Errado</p><p>Dados antropométricos:</p><p>• Peso;</p><p>• Estatura;</p><p>• Circunferência Abdominal;</p><p>• IMC.</p><p>Drenos</p><p>Drenos</p><p>Objetivos:</p><p>• Evitar o acúmulo de líquidos em sítios onde se deseja o fechamento</p><p>de espaços vazios; e</p><p>• Promover a saída de secreções ou ar que se acumulam (seromas,</p><p>hematomas, secreções purulentas).</p><p>Classificação dos drenos:</p><p>1. Quanto a forma e ação:</p><p>a) Capilaridade: a saída das secreções</p><p>se dá através da superfície externa do</p><p>dreno (ex. penrose)</p><p>b) Gravitação: Utiliza-se cateteres de</p><p>grosso calibre colocados na cavidade e</p><p>conectados a bolsa coletora ou</p><p>borracha de látex(ex. dreno de tórax)</p><p>Classificação dos drenos:</p><p>c) Sucção: Geralmente</p><p>utilizados em circunstâncias</p><p>em que se prevê o acumulo</p><p>de líquidos em grande</p><p>quantidade, ou por</p><p>períodos prolongados (ex.</p><p>Dreno de tórax com pressão</p><p>negativa ou sistema de</p><p>drenagem Portovac)</p><p>11. (Rede Sarah 2010) A drenagem torácica consiste na colocação de um</p><p>dreno no espaço intrapleural para a remoção de gás, de líquidos ou de sólidos.</p><p>Assinale a alternativa que corresponde a um cuidado a ser observado na</p><p>drenagem de tórax.</p><p>a) Deixar o sistema aberto durante a troca dos frascos</p><p>b) Manter o leito em semi-fowler</p><p>c) Colocar água filtrada no frasco de drenagem cobrindo 2 cm do tubo longo</p><p>d) Conectar a rede de vácuo diretamente no respiro do fresco selo d’água</p><p>Letra B</p><p>Dreno de tórax</p><p>• São utilizados para retirar líquido ou ar patologicamente</p><p>retidos na cavidade pleural ou mediastino.</p><p>• Os sistemas de drenagem usa a vedação aquática com selo</p><p>d’água usa uma válvula unidirecional que possibilita que o ar</p><p>deixe a cavidade pleural mas impede que volte, desse modo</p><p>cria uma pressão negativa.</p><p>Dreno de Penrose</p><p>Definição:</p><p>Dispositivo de látex, duas laminas finas e flexíveis, funcionam por</p><p>capilares e permite o escoamento de secreções.</p><p>Indicações:</p><p>• Monitorar sangramentos pós-cirúrgicos e drenagem de</p><p>abcesso.</p><p>Dreno de sucção</p><p>Definição:</p><p>É um sistema fechado de drenagem pós-operatória, de polietileno com</p><p>fenestrações na extremidade, com rigidez projetada para uma sucção contínua e</p><p>suave.</p><p>Indicações:</p><p>É indicado para drenagem de fluidos (sangue, secreção) por aspiração durante e</p><p>após procedimentos cirúrgicos.</p><p>Tipos de secreção:</p><p>Serosa, sanguinolenta, serosanguinolenta, purosanguinolenta e purulenta.</p><p>Cuidados de enfermagem:</p><p>1. Esvaziar o dreno e registrar o volume na folha de balanço hídrico a</p><p>cada 6 horas, para avaliação da redução ou aumento da drenagem;</p><p>2. Clampear o dreno antes de esvaziar e ordenhar na direção do frasco</p><p>coletor;</p><p>3. Registrar o aspecto da secreção drenada;</p><p>4. Checar e registrar a localização, tipo, fixação, permeabilidade,</p><p>volume do dreno;</p><p>5. Fazer o curativo no local da inserção diariamente;</p><p>6. Retirar o dreno quando solicitado pelo médico.</p><p>12. (IADES 2014) Quanto a sinais vitais e cuidados de enfermagem,</p><p>assinale a alternativa correta.</p><p>a) O pulso é contado utilizando a polpa do dedo polegar no intervalo</p><p>ideal de 15 segundos.</p><p>b) A verificação da pressão arterial permite saber a pressão</p><p>diastólica, a sistólica e a pressão de pulso.</p><p>c) Antes da verificação da frequência respiratória, o paciente deve</p><p>ser avisado para que ele respire de forma mais natural e espontânea.</p><p>d) A frequência cardíaca no adulto varia de 50 a 90 batimentos,</p><p>sendo considerado taquicardia abaixo de 50 batimentos e</p><p>bradicardia acima de 90 batimentos.</p><p>e) A temperatura anal é feita pela colocação rápida (10</p><p>segundos) de um termômetro de mercúrio dentro do ouvido do</p><p>paciente.</p><p>Letra B</p><p>Observações:</p><p>• O pulso é contado utilizando a polpa do dedo indicador e dedo</p><p>médio no intervalo ideal de 1 minuto.</p><p>• Antes da verificação da frequência respiratória, o paciente não</p><p>deve ser avisado para que a respiração seja natural e</p><p>espontânea.</p><p>• A frequência cardíaca no adulto varia de 60 a 100 batimentos,</p><p>sendo considerado bradicardia abaixo de 60 batimentos e</p><p>taquicardia acima de 100 batimentos.</p><p>• A temperatura anal é feita pela colocação do termômetro no</p><p>ânus por cinco minutos.</p><p>13. (Rede Sarah 2010) Pacientes que são submetidos a cirurgias para</p><p>amputação de membro podem perceber, após a cirurgia, que o</p><p>membro amputado ainda existe e nele referir dor, ardência ou</p><p>prurido. Esta dor é conhecida como:</p><p>a) Dor aguda</p><p>b) Dor crônica</p><p>c) Dor reflexa</p><p>d) Dor neuropática Letra D</p><p>Tipos de Dor:</p><p>• Aguda - dias e tendência a remissão;</p><p>Ex. pós-operatória</p><p>• Crônica - meses, difícil tratamento, dor oncológica e lombar;</p><p>• Reflexa;</p><p>• Neuropática.</p><p>14. (FCC 2009) Os cinco sinais vitais incluem pressão arterial, pulso,</p><p>respiração, temperatura e</p><p>a) pressão venosa central.</p><p>b) oximetria de pulso.</p><p>c) débito cardíaco.</p><p>d) ritmo cardíaco.</p><p>e) dor.</p><p>Letra E</p><p>Avaliação da Dor</p><p>• Escala numérica: Praticidade</p><p>• Para crianças: Escala Visual (Carinhas, desenhos).</p><p>0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10</p><p>Fraca Moderada Forte</p><p>Analgésicos</p><p>Periféricos Centrais</p><p>Antálgicos AINES Opióides</p><p>Antipiréticos</p><p>Paracetamol Fenacetina</p><p>Aspirina Dipirona</p><p>Cetoprofeno</p><p>Diclofenaco Piroxicam</p><p>Ibuprofeno</p><p>Cetorolaco</p><p>Fortes Fracos</p><p>Morfina Meperidina</p><p>Fentanil Oxicodona</p><p>Buprenorfina</p><p>Metadona</p><p>Codeína Tramadol</p><p>Propoxifeno</p><p>Escada da Prescrição - OMS</p><p>Dores fracas</p><p>Analgésicos Periféricos</p><p>+/- Co-analgésicos</p><p>Dores Moderadas</p><p>Opióides Fracos</p><p>+/-</p><p>AINES + Co-analgésicos</p><p>Dores Fortes</p><p>Opióides Fortes</p><p>+/-</p><p>AINES</p><p>+/-</p><p>Co-analgésicos</p><p>Co-Analgésico</p><p>• Os analgésicos concomitantes ou co-analgésicos foram</p><p>originalmente desenvolvidos para o tratamento de outras</p><p>condições clínicas para além da dor, tendo-se concluído que</p><p>possuíam propriedades analgésicas.</p><p>Co-Analgésico</p><p>São Utilizados:</p><p>1. para potenciar a eficácia analgésica de fármacos analgésicos;</p><p>2. no tratamento de sintomas concomitantes que aumentam a</p><p>intensidade da dor;</p><p>3. para proporcionar um efeito analgésico independente para tipos</p><p>específicos de dor, tal como a dor neuropática.</p><p>• Exemplos: Anticonvulsionantes (gabapentina), antidepressivos</p><p>(amitriptilina), antidepressivos (duloxetina), ansiolítico (diazepan),</p><p>corticoide (prednisolona).</p><p>Tipos de analgesia</p><p>1. Sistêmica:</p><p>• Prescrição de fármacos por várias vias (EV, IM, SC, VO);</p><p>• Intervalos regulares “Se necessário”;</p><p>• PCA (Analgesia controlada pelo paciente).</p><p>PCA (Analgesia Controlada pelo Paciente)</p><p>• Infusão programada + bolus controlados pelo paciente conforme a</p><p>necessidade</p><p>Tipos de analgesia</p><p>2. Segmentar</p><p>• Bloqueio dos estímulos nociceptivos de um segmento do corpo</p><p>• Vias:</p><p>- Local</p><p>- Regional (Plexo braquial e lombar)</p><p>- Raquidiana</p><p>- PERIDURAL</p><p>Tipos de analgesia</p><p>3. Peridural contínua</p><p>• Feita através de um cateter colocado no espaço peridural;</p><p>• Infusão contínua, bolus ou PCA;</p><p>• Drogas mais usadas: anestésicos e opióides.</p><p>Medicação</p><p>15. (Sarah 2010) Assinale a alternativa que corresponde a um dos</p><p>efeitos colaterais do uso de drogas opióides.</p><p>a) Depressão respiratória</p><p>b) Hiperglicemia</p><p>c) Anemia</p><p>d) Taquicardia</p><p>Letra A</p><p>Efeitos Colaterais dos Opióides</p><p>• Depressão respiratória;</p><p>• Prurido;</p><p>• Constipação;</p><p>• Náuseas e vômitos;</p><p>• Retenção urinária;</p><p>• Supressão da tosse.</p><p>16. (Rede Sarah 2010) Um paciente deverá receber 35 mg/h de</p><p>aminofilina por via endovenosa. Se for colocado 350 mg de aminofilina</p><p>em um frasco de 500 ml de solução glicosada a 5%, qual deverá ser a</p><p>taxa de infusão da solução?</p><p>a) 20 ml/h</p><p>b) 35 ml/h</p><p>c) 50 ml/h</p><p>d) 70 ml/h</p><p>Resolução</p><p>350mg-----500 ml</p><p>35mg ------X</p><p>350 X= 17500</p><p>X= 50 ml/h</p><p>Letra C</p><p>17. (Rede Sarah 2010) As soluções endovenosas visam manter ou</p><p>restaurar o equilíbrio hidreletrolítico. É um exemplo de solução</p><p>isotônica:</p><p>a) Glicose a 10%</p><p>b) Solução de ringer</p><p>c) Glicose a 5% em solução salina a 0,45%</p><p>d) Solução salina a 3%</p><p>Letra B</p><p>Tipos de Solução</p><p>• Hipotônica: SF 0,45%</p><p>• Hipertônica glicose 10%</p><p>• Isotônica = Mesma osmolaridade do sangue ou LEC. Ex. SG 5%,</p><p>Sf 0,9% e Ringer lactato ( K, Ca, NaCl)</p><p>18. (Rede Sarah 2010) A insulina é um hormônio produzido pelo</p><p>pâncreas e controla o nível de glicose no sangue. Quando o pâncreas</p><p>não produz insulina, o paciente pode necessitar de injeções deste</p><p>hormônio. Com base nessas informações, assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>a) A lipodistrofia é uma complicação da insulinoterapia</p><p>b) A insulina regular tem sua ação iniciada entre três e quatro horas</p><p>após sua administração</p><p>c) A insulina regular não pode ser misturada com a insulina de ação</p><p>intermediária.</p><p>d) A insulina NPH tem ação curta Letra A</p><p>Insulina</p><p>Insulina Início de Ação Pico Duração</p><p>Regular 30min 2-4h 6-10</p><p>NPH 2-4 4-8 12-16</p><p>Lenta 2-4 4-8 12-16</p><p>Ultralenta 4-6 18-20h</p><p>Controle de Infecção Hospitalar</p><p>19. (DEPEN CESPE 2013) Julgue o item seguinte, acerca do controle da</p><p>infecção hospitalar.</p><p>A infecção hospitalar é aquela adquirida após a admissão do</p><p>paciente no hospital, manifestando-se apenas durante a internação.</p><p>Errado</p><p>Infecção Comunitária</p><p>• Constatada ou em incubação no ato de admissão do paciente, não</p><p>relacionada com internação anterior no mesmo hospital.</p><p>• Infecção que está associada com complicação ou extensão da infecção já</p><p>presente na admissão, exceto se troca de microrganismos;</p><p>• A infecção em recém-nascido, cuja aquisição por via transplacentária é</p><p>conhecida ou foi comprovada</p><p>Ex: herpes simples, toxoplasmose, rubéola, citomegalovirose, sífilis e AIDS;</p><p>• As infecções de recém-nascidos associadas com bolsa rota superior e 24h.</p><p>Infecção Hospitalar (IH)</p><p>• Após a admissão e que se manifeste durante a internação ou após a alta,</p><p>quando relacionada com a internação ou procedimentos hospitalares;</p><p>• Na mesma topografia com IC  isolar um germe diferente + agravamento</p><p>das condições clínicas;</p><p>• Manifestação clínica > 72h após admissão  Desconhecer o período de</p><p>incubação do microrganismo e não houver evidência clínica de infecção</p><p>no momento da internação;</p><p>Infecção Hospitalar (IH)</p><p>• Manifestações clínicas < 72 hs admissão associadas a</p><p>procedimentos;</p><p>• Em RN são IH, exceto as transmitidas de forma transplacentária</p><p>ou bolsa rota >24h;</p><p>• Os pacientes provenientes de outro hospital que se internam</p><p>com infecção, são considerados portadores de IH do hospital de</p><p>origem.</p><p>Causas da IH</p><p>Desequilíbrio da relação entre a microbiota humana normal</p><p>e os mecanismos de defesa do hospedeiro.</p><p>Isto pode ocorrer devido à:</p><p>1. própria patologia de base do paciente;</p><p>2. procedimentos invasivos e</p><p>3. alterações da população microbiana (induzida pelo uso de</p><p>antibióticos).</p><p>Cadeia Epidemiológica</p><p>agente</p><p>infectante</p><p>reservatórios</p><p>ou fontes</p><p>vias de</p><p>eliminação</p><p>transmissão;</p><p>penetração</p><p>hospedeiro</p><p>susceptível</p><p>Colonização x Infecção</p><p>Colonização – A presença de um microrganismo sobre a superfície</p><p>epitelial sem invasão tecidual, sem clínica e reação imunológica.</p><p>Ex.: a microbiota humana em situações de equilíbrio.</p><p>Infecção – Implica em parasitismo (interação metabólica) e reação</p><p>do hospedeiro (inflamação e imunidade) e quando manifestada</p><p>clinicamente é chamada de doença infecciosa.</p><p>Tecido Resistência a Penetração de MO</p><p>Processamento de</p><p>Materiais</p><p>Pele íntegra</p><p>Boa resistência à infecção</p><p>Não críticos</p><p>Limpeza</p><p>Mucosas íntegras apresentam resistência intermediária à invasão de</p><p>microrganismos</p><p>Semi- Críticos</p><p>Desinfecção</p><p>Tecidos estéreis</p><p>Não tem microbiota própria(barreira de proteção</p><p>antiinfecciosa, são susceptíveis a infecções</p><p>Críticos</p><p>Esterilização</p><p>20. (CESPE 2015 TJDFT) Acerca do controle de infecção hospitalar,</p><p>julgue o item seguinte.</p><p>Cirurgias infectadas são aquelas realizadas em tecidos colonizados</p><p>por flora bacteriana abundante — cuja descontaminação seja difícil ou</p><p>impossível de ser realizada — e também as marcadas por falhas</p><p>técnicas grosseiras.</p><p>Errado</p><p>CONTAMINADA</p><p>CIRURGIAS LIMPAS</p><p>São aquelas realizadas em tecidos estéreis ou passíveis de descontaminação,</p><p>na ausência de processo infeccioso e inflamatório local ou falhas técnicas</p><p>grosseiras, cirurgias eletivas com cicatrização de primeira intenção e sem</p><p>drenagem aberta. Cirurgias em que não ocorrem penetração nos tratos</p><p>digestivos, respiratório ou urinário.</p><p>http://notasparaenfermagem.blogspot.com.br/2010/11/</p><p>CIRURGIAS</p><p>POTENCIALMENTE CONTAMINADAS</p><p>São aquelas realizadas em tecidos colonizados por flora microbiana</p><p>pouco numerosa ou em tecidos de difícil descontaminação, na ausência de</p><p>processo infeccioso e inflamatório e com falhas técnicas discretas no</p><p>transoperatório. Cirurgias com drenagem aberta enquadram-se nesta</p><p>categoria. Ocorre penetração nos tratos digestivos, respiratório ou urinário</p><p>sem contaminação significativa.</p><p>CIRURGIAS CONTAMINADAS</p><p>São aquelas realizadas em tecidos recentemente traumatizados e</p><p>abertos, colonizados por flora bacteriana abundante, cuja</p><p>descontaminação seja difícil ou impossível, bem como todas aquelas em</p><p>que tenham ocorrido falhas técnicas grosseiras, na ausência de supuração</p><p>local. Na presença de inflamação aguda na incisão e cicatrização de</p><p>segunda intenção, ou grande contaminação a partir do tubo digestivo.</p><p>Obstrução biliar ou urinária também se incluem nesta categoria.</p><p>CIRURGIAS INFECTADAS</p><p>São todas as intervenções cirúrgicas realizadas em qualquer</p><p>tecido ou órgão, em presença de processo infeccioso (supuração local)</p><p>e/ou tecido necrótico.</p><p>http://derival.com.br/doencas/doencas-do-colon/cancer-colorretal/</p><p>21. (DEPEN CESPE 2015) Julgue o próximo item, referente a controle</p><p>de infecção hospitalar.</p><p>Quando estiverem visivelmente sujas ou contaminadas por fluidos</p><p>corporais, as mãos devem ser limpas pela técnica de fricção</p><p>antisséptica com álcool.</p><p>Errado</p><p>Higienização das Mãos</p><p>1. É a fricção manual vigorosa de toda a superfície das mãos e punhos,</p><p>utilizando-se sabão/detergente;</p><p>2. A higienização simples das mãos deve ter duração mínima de 40 a 60</p><p>segundos;</p><p>3. O uso de luvas não dispensa a lavagem das mãos;</p><p>4. Mesmo paciente diversos sítios corporais e entre cada uma das</p><p>atividades;</p><p>Higienização das Mãos</p><p>5. A antissepsia cirúrgica das mãos é realizada sempre antes dos procedimentos</p><p>cirúrgicos;</p><p>6. Uso de antisséptico  considera o tipo de contato, o grau de contaminação, as</p><p>condições do paciente e o procedimento a ser realizado;</p><p>7. A lavagem das mãos com antisséptico é recomendada em:</p><p>- procedimentos invasivos;</p><p>- pacientes críticos;</p><p>- contato direto com feridas, cateteres e drenos.</p><p>Higiene das Mãos com Álcool 70%</p><p>• Reduzir a carga de microrganismos sem a necessidade de enxágue em</p><p>água ou secagem com papel toalha;</p><p>• O álcool a 70% não remove sujidades;</p><p>• A fricção das mãos com preparação alcoólica antisséptica deve ter</p><p>duração de no mínimo 20 a 30 segundos.</p><p>Principais IrAS</p><p>Trato</p><p>Urinário</p><p>Sítio</p><p>Cirúrgico</p><p>Trato</p><p>Respiratório</p><p>Corrente</p><p>Sanguínea</p><p>Medidas de Precauções</p><p>Profa. Fernanda Barboza</p><p>Atitudes que devem ser tomadas por todo trabalhador de saúde</p><p>frente a qualquer paciente, com o objetivo de reduzir os riscos de</p><p>transmissão de agentes infecciosos, principalmente veiculados por</p><p>sangue e fluidos corpóreos ou presentes em lesões de pele, mucosas,</p><p>restos de tecidos ou de órgãos.</p><p>Precauções Padrão (PP)</p><p>Precaução de Contato</p><p>Medidas que devem ser aplicadas às doenças de transmissão que</p><p>envolvem o contato direto pele a pele, através de objetos de uso</p><p>comum.</p><p>Também são recomendadas a pacientes com feridas apresentando</p><p>drenagem excessiva de difícil contenção devido ao risco de</p><p>contaminação ambiental.</p><p>Precaução para Gotículas</p><p>Medidas recomendadas para impedir a transmissão de</p><p>microrganismos por gotículas (i.e., partículas maiores de 5 Mm), no caso</p><p>de contato com a mucosa oral, nasal ou conjuntiva, que ocorre com</p><p>frequência durante a tosse, espirro ou aspiração de secreções em vias</p><p>aéreas.</p><p>Estas partículas não permanecem em suspensão no ar, necessitando,</p><p>portanto, de um contato mais íntimo e próximo da fonte para ocorrer à</p><p>transmissão.</p><p>Ex: Caxumba, coqueluche, difteria, rubéola.</p><p>Precaução para Aerossol</p><p>Medidas recomendadas para impedir a transmissão de</p><p>microrganismos que podem permanecer suspenso no ar por longos</p><p>períodos de tempo, dispersando-se com maior facilidade a grande</p><p>distância, podendo ser inaladas e causar infecção em indivíduo</p><p>susceptível. As precauções com aerossóis são utilizadas na suspeita ou</p><p>confirmação de: TB, varicela, herpes zoster disseminado.</p><p>22. (CESPE 2015) A respeito da terminologia e de produtos técnicos de</p><p>enfermagem, julgue o item a seguir.</p><p>Degermação é a remoção de detritos e impurezas sobre a pele, por</p><p>meio de detergentes sintéticos e sabões, que removem mecanicamente a</p><p>flora transitória e residente.</p><p>Errado</p><p>DEGERMANAÇÃO</p><p>É a remoção de detritos e impurezas depositados sobre a pele.</p><p>Sabões e detergentes sintéticos, graças a sua propriedade de penetração,</p><p>emulsificação e dispersão, removem mecanicamente a maior parte da flora</p><p>microbiana existente nas camadas superficiais da pele, também chamada</p><p>flora transitória, mas não conseguem remover aquela que coloniza as</p><p>camadas mais profundas ou flora residente.</p><p>23. (CESPE 2015) julgue o item a seguir.</p><p>Antissepsia é a destruição de microrganismos existentes nas</p><p>camadas superficiais ou profundas da pele mediante aplicação de um</p><p>agente germicida de baixa causticidade.</p><p>Certo</p><p>24. (CESPE 2015 TJDFT) Acerca da assistência de enfermagem a</p><p>paciente cirúrgico, julgue o item que segue.</p><p>A aplicação de agentes antimicrobianos em áreas da pele antes do</p><p>procedimento cirúrgico caracteriza o processo de desinfecção.</p><p>ANTISSÉPSIA</p><p>Errado</p><p>25. (FCC 2010) A assistência de enfermagem a um cliente com</p><p>traumatismo musculoesquelético, sob tração, deve</p><p>contemplar o cuidado de:</p><p>a) ajustar os pesos da tração e repousá-los sobre o leito ou ao</p><p>solo, a cada trinta minutos</p><p>b) manter a tração intermitente para a eficácia da mobilização</p><p>da fratura</p><p>c) posicionar o cliente na lateral do leito, em litotomia</p><p>d) ultrapassar a tolerância da pele, no caso da tração cutânea,</p><p>a fim de aumentar a eficácia do tratamento</p><p>Principais doenças ortopédicas atendidas na rede</p><p>Crianças e adolescentes</p><p>• Artrogripose</p><p>• Discrepância de membros inferiores</p><p>• Doença de Perthes</p><p>• Epifisiólise da cabeça femoral</p><p>• Escoliose/cifose</p><p>• Luxação congênita de quadril</p><p>• Luxação da patela</p><p>• Pé torto congênito</p><p>• Torcicolo congênito</p><p>• Alteração de marcha e assimetria corporal</p><p>Adultos e idosos</p><p>• Doenças inflamatórias dos tendões e</p><p>articulações</p><p>• Doenças degenerativas das articulações,</p><p>excetuando-se as patologias da coluna</p><p>vertebral</p><p>• Deformidade de membros</p><p>Doença de Perthes</p><p>• Necrose avascular da cabeça femoral</p><p>• Sinovite, necrose, fragmentação e remodelação</p><p>• Dor, claudicação, redução do grau de abdução do quadril</p><p>• Tratamento inicialmente conservador, podendo evoluir para</p><p>cirúrgico em alguns casos.</p><p>• Tração de Buck com aumento de abdução</p><p>Tração de Buck</p><p>Tração transesquelética</p><p>Ação de tracionar diretamente um</p><p>osso por meio de pinos metálicos</p><p>(pino de Steinmann ou fio de</p><p>Kirschner).</p><p>Notas:</p><p>i) Um membro inferior é tracionado</p><p>com auxílio de estribo apropriado e</p><p>de um pino de Steinmann fixado no</p><p>fêmur ou na tíbia.</p><p>ii) Essa aplicação é feita de forma</p><p>asséptica e é executada</p><p>exclusivamente por um médico.</p><p>Cuidados</p><p>Observar</p><p>• Integridade da pele</p><p>• Perfusão periférica</p><p>• Posicionamento da tração</p><p>• Peso</p><p>• Atividades do paciente</p><p>• Mobilidade no leito</p><p>• Dor</p><p>Registro</p><p>• Tipo de tração</p><p>• Peso</p><p>• Tempo de uso</p><p>• Aspecto da pele</p><p>• Queixas</p><p>• Renovação da tração</p><p>• Curativo</p><p>• Perfusão de extremidades</p><p>Atualizações Vacinas 2016</p><p>Vacinas Alteradas Regra Antiga Regra Nova</p><p>Hepatite B Tinha critérios de idade e</p><p>grupos de risco</p><p>Ampliada a oferta independente</p><p>da idade ou condições de</p><p>vulnerabilidade</p><p>Polio (VIP/VOP) 1ª e 2ª dose era VIP 3ª</p><p>VOP</p><p>1ª , 2ª e 3ª dose VIP</p><p>Apenas reforços VOP</p><p>Pneumo 10 Valente Eram 3 doses e 1 reforço</p><p>12m</p><p>Reduziu para 2 doses</p><p>2, 4 meses e reforço 12m</p><p>Meningo C Reforço 15 m Antecipou reforço 12m</p><p>Hepatite A 12 meses 15 meses</p><p>HPV 3 doses (0,6,5 a) 2 doses (0,6)</p><p>Obrigada!!</p><p>Sonhar sem ação é apenas Ilusão!!</p>

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