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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS CURSO: ENFERMAGEM DISCIPLINA: PROPEDÊUTICA E PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DO ADULTO NOME DO ALUNO: CRISLANE SILVA DOS SANTOS R.A: 2281248 POLO DE MATRÍCULA: UNIP – COARI POLO DE PRÁTICA: UNIP – COARI NOME DO(DA) DOCENTE: ALEXANDRE PAES DE OLIVEIRA DATA: 18 DE NOVEMBRO DE 2023 INTRODUÇÃO: O enfermeiro no cuidado ao indivíduo deve compreender o ser humano em suas fases evolutivas e no seu viver como adulto, no processo de cuidar paciente doente considerando-o em sua relação com o meio ambiente, observando, avaliando e intervindo para a promoção, prevenção e recuperação da saúde, respeitando as diretrizes do modelo de saúde vigente. “São muitos os procedimentos de enfermagem disponíveis para proporcionar uma assistência de qualidade. Eles existem para que as necessidades humanas básicas sejam supridas diante da incapacidade do adulto de atender suas próprias demandas. Assim, diante da pessoa doente, será possível selecionar e praticar técnicas básicas de enfermagem para o atendimento às necessidades básicas do indivíduo.” (Propedêutica e processo de cuidar na saúde do adulto, Adriana Cecel Guedes e Rafaela Angel Cassota, 2022, p10) A partir das aulas práticas, irei citar os referidos roteiros: Oxigenioterapia, Oxigenioterapia por cateter nasal, Oxigenioterapia por máscara de nebulização Venturi e Oxigenioterapia por inalação. Vimos também Aspiração endotraqueal. Avaliação clínica e discussão de caso com enfoque no sistema respiratório – oncológico, Avaliação clínica e discussão de caso com enfoque no sistema cardiovascular, Preparo e administração de medicamentos, Inserção de sonda nasogástrica, Inserção de sonda nasoentérica, Avaliação clínica e discussão de caso com enfoque no sistema digestório, Sondagem vesical de demora – feminina, Sondagem vesical de demora – masculino, Avaliação clínica e discussão de caso com enfoque no sistema renal, Avaliação clínica e discussão de caso com enfoque no sistema neurológico, Curativos, Punção venosa periférica, Medicação via Intravenosa e Banho no leito. RESULTADOS E DISCUSSÃO: AULA 1: OXIGENIOTERAPIA ROTEIRO 1 A oxigenioterapia consiste na administração de oxigênio acima da concentração do gás ambiental normal. No ambiente, está disponível em torno de 21% de oxigênio, dependendo de alguns fatores, como poluição e altitude. O principal objetivo da oxigenoterapia é manter a oxigenação tecidual adequada, corrigindo a hipoxemia e, consequentemente, promovendo a diminuição da carga de trabalho cardiopulmonar através da elevação dos níveis alveolar e sanguíneo de oxigênio. (GUEDES; CASSSOTA, 2022, p134). Existem vários tipos de oxigenioterapia, sendo eles as de Sistemas de baixo fluxo e Sistema de alto fluxo. Segundo (BEZERRA, Clarisse, 2021) Este tipo de oxigenioterapia (sistema de baixo fluxo) é recomendado para pessoas que não necessitam de grande quantidade de oxigênio e através destes sistemas é possível fornecer oxigênio para as vias aéreas em um fluxo de até 8 litros por minuto ou com um Fi02, chamado de fração de oxigênio inspirado, de 60%. Isso significa que do ar total que a pessoa vai inspirar, 60% serão de oxigênio. Oxigenioterapia por cateter nasal: Vimos nas aulas práticas que o cateter nasal é um tubo de plástico com duas saídas de ar que devem ser colocadas nas narinas e em média, servem para oferecer oxigênio a 2 litros por minuto. Começamos fazendo a higienização das mãos, em seguida orientar o paciente e familiar sobre o procedimento, reunir todo o material e levando até o paciente, preencher o umidificador com água destilada até o nível máximo, conectar o umidificador à rede de oxigênio por meio do fluxômetro, conectar o extensor de silicone do cateter no umidificador de oxigênio, fazer o calçamento das luvas de procedimento, colocar o cateter nasal nas narinas do paciente, ajustar a faixa elástica em torno da cabeça para prender o catéter firmemente, mas de maneira confortável, abrir o fluxômetro que regula a quantidade de oxigênio em litros por minuto, de acordo com a prescrição médica, checar o procedimento e por último realizar as anotações de enfermagem no prontuário. Oxigenioterapia por máscara de nebulização Venturi: Vimos nas aulas práticas que a máscara de Venturi é indicada para quem possui a taxa de oxigênio baixa em casos de fibrose pulmonar ou taquipneia. Devemos fazer a higienização das mãos antes e depois de qualquer procedimento. Para iniciar os procedimentos primeiramente reunir todos os materiais necessários e orientar o paciente e acompanhante sobre o procedimento que será realizado e solicitar de ambos colaborem para obter um ótimo resultado. Oxigenioterapia por inalação: A oxigenioterapia por inalação tem como objetivo, umidificar as vias aéreas, fluidificar secreções da membrana mucosa do trato respiratório, facilitando sua expulsão e ajudar no tratamento medicamentoso de doenças pulmonares. É indicado para pessoas com asma, bronquites, sinusites, infecções e inflamações em geral. AULA 2: ASPIRAÇÃO ENDOTRAQUEAL ROTEIRO 1 A aspiração endotraqueal consiste na remoção de secreções do trato respiratório interior através de uma sonda que é adaptada ao sistema de vácuo, melhora a respiração do paciente, elimina secreções quando RN não consegue liberar de forma natural como na tosse. Antes do procedimento, reunir todo o material que será utilizado e levar até o paciente, fazer a higienização das mãos antes e após o procedimento, usar EPIs, explicar ao paciente e acompanhante qual o procedimento a ser realizado. Logo após a realização do procedimento, recolher todo o material, organizar, fazer a limpeza das superfícies para evitar possíveis infecções. Monitorar os sinais fitais, checar prontuários e fazer a evolução de enfermagem sobre o procedimento, tipo de aspiração, tamanho da sonda e volume de secreção retirada. Avaliação Clínica E Discussão De Caso Em Enfoque No Sistema Respiratório – Oncológico: Nessa avaliação falamos de uma paciente: L.D.M. Do sexo feminino, 61 anos, empresária do ramo de silkscreen, iniciou quadro clínico de tosse seca em crises, com cianose associada. Médico solicitou radiografia simples de tórax e tomografia computadorizada (TC) de tórax, a qual mostrou um nódulo em lobo superior do pulmão esquerdo medindo 1,8 a 1,5 por 1,3 cm. Foi submetida à ressecção do nódulo e o exame microscópico intraoperatório revelou câncer de pulmão de células não pequenas com metástase para 4\9 linfonodos Peribrônquicos. Foram realizados os seguintes exames para estadia mento da doença: TC de crânio com aspecto tomográfico norma l; cintilografia óssea com conclusão de áreas prováveis em processo osteodegenerativo próprio da idade e sem evidências neoplásmaticas; TC do abdome superior com o fígado e demais estruturas com situ ação, dimensões, contornos e coeficientes de atenuação normais (TNIMO). Dosagens séricas: antígeno carcinoembriogênico (CEA) = 2,2 nas g \ml; fosfatasse alcalina = 79 U\L; desidrogenase lática (DHL) = 1 79 UI\L. Encaminhada a um cirurgião torácico para lobectomia esquerda e posteriormente tratamento oncológico clínico com radioterapia externa em região de mediastino (30 sessões) e quimioterapia (QT: vinorelbina 30mg\m). O que deve ser priorizado no exame clínico? A biópsia é a única maneira de se fazer o diagnóstico definitivo da doença. Quais parâmetros dos exames laboratoriais devem ser observados? Qual a correlação com a patologia? Os parâmetros dos exames laboratoriais que devem ser observados são os leucócitos, observei que a febre sinal que a alguma infecção grave. Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de enfermagem? Neurontin: Não se deve ultrapassar o intervalo de 12 horas entre as doses de Neurontin reincidência de Convulsões. Fluoxetina: A fluoxetina deve ser administrada com cuidado a pacientes com história de convulsões Amoxicilina: Monitorar as funções renal, hepática e hematológica periodicamente, Monitorar sinais de anafilaxia durante a primeira dose. Diprospan:não pode ser administrado por via endovenosa ou subcutânea. Tamarine: Seguir a orientação médica. Paracetamol e codeína: a administração deste produto pode mascarar o diagnóstico ou a evolução clínica de pacientes com quadro de abdome agudo. Metamucil: Respeitar a dose recomendada, não administrar em casos de obstrução intestinal. Quais diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções? Risco de infecção: Avaliar rigorosamente a paciente à procura de sinais e sintomas de infecção e avaliar o hemograma, atentando para leucopenia e neutropenia. Dor crônica: avaliar a intensidade da dor segundo escalas, como a escala analógica numérica (0 a 3 = dor leve; 4 a 6 = dor moderada; 7 a 10 = dor forte). Náuseas: avaliar o impacto da náusea na qualidade de vida (apetite, atividades, responsabilidades de papel, sono etc.). Fadiga: avaliar o padrão de fadiga do paciente: início, duração períodos, alterações ao longo do dia, fatores que aliviam ou intensificam. Integridade da pele e tissular prejudicada em MMSS e MID: instruir paciente/familiares a aplicar Hirudoid em membros superiores, monitorar evolução da lesão em membro inferior direito (aspecto). Disposição para processos familiares melhorados: Identificar a capacidade dos membros da família para envolvimento no cuidado da paciente. Risco de Trauma vascular: Não administrar a vinorelbina em infusão prolongada (mais de 30 min) por veia periférica. AULA 3: AVALIAÇÃO CLÍNICA E DISCUSSÃO DE CASO COM ENFOQUE NO SISTEMA CARDIOVASCULAR ROTEIRO 1 Paciente, 70 anos, sexo feminino, diagnóstico médico de insuficiência cardíaca descompensada. Há 1 semana evoluídos medicamentos e desânimo importante, não conseguindo se cuidar sozinha e está cansada de viver desta forma, também se referiu que não evacuava há 7 dias. Em seguida respondemos as perguntas do roteiro: O que deve ser priorizado no exame clínico? A biópsia é a única maneira de se fazer o diagnóstico definitivo da doença. Quais parâmetros dos exames laboratoriais de vem ser observados? Qual a correlação com a patologia? O parâmetro dos exames que devem ser avaliados são os leucócitos, visto que a febre sinal que a alguma infecção grave. Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de enfermagem? Tabela 01: Fármacos e cuidados de enfermagem Fármaco Cuidados de enfermagem Amoxicilina Monitorar as funções renal, hepática e hematológica periodicamente. Monitorar sinais de anfiaxia durante a primeira dose Diprospan. Diprospan não pode ser administrado por via endovenosa ou subcutânea. Metamucil Respeitar a dose recomendada, não administrar em casos de obstrução intestinal Tamarine Seguir a orientação médica. Neurontin. Não se deve ultrapassar o intervalo de 12 horas entre as doses de Neurontin reincidência de convulsões. Paracetamol e codeína A administração deste produto pode mascarar o diagnóstico ou a evolução clínica de pacientes com quadro de abdome agudo. Fluoxetina A fluoxetina deve ser administrada com cuidado a pacientes com histórico de convulsões. Fonte: Elaborado pelo autor, 2023. Quais diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções? Tabela 02: Diagnósticos de enfermagem e intervenções Diagnósticos de enfermagem Possíveis intervenções? Risco de infecção Avaliar rigorosamente a paciente à procura de sinais e sintomas de infecção, Avaliar o hemograma, atentando para leucopenia e neutropenia Dor crônica. Avaliar a intensidade da dor segundo escalas, como a escala analógica numérica (0 a 3 = dor leve; 4 a 6 = dor moderada; 7 a 10 = dor forte). Náuseas. Avaliar o impacto da náusea na qualidade de vida (apetite, atividades, responsabilidades de papel, sono etc.). Fadiga. Avaliar o padrão de fadiga do paciente: início, duração períodos, alterações ao longo do dia, fatores que aliviam ou intensificam . Integridade da pele e tissular prejudicada em MMSS e MMSI Instruir paciente/familiares a aplicar Hirudoid em membros superiores. Monitorar evolução da lesão em membro inferior direito (aspecto). Disposição para processos familiares melhorando Identificar a capacidade dos membros da família para envolvimento no cuidado da paciente. Risco de Trauma vascular Não administrar a vinorelbina em infusão prolongada (mais de 30 min) por veia periférica. Fonte: Elaborado pelo autor, 2023. AULA 4: PREPARO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS ROTEIRO 1 Umas das principais funções da equipe de enfermagem no cuidado aos pacientes é a administração de medicamentos. Exige dos profissionais: responsabilidade, conhecimento e habilidades, estes fatores garantem a segurança do paciente. Para administração de medicamentos é necessário aplicação dos 13 certos: · Paciente certo · Medicamento certo · Via de administração certa · Horário certo · Dose certa · Registro certo · Orientação certa · Forma certa · Resposta certa · Validade certa · Compatibilidade certa · Tempo de administração certo · Prescrição certa Administração de medicamentos por via oral Vimos nas aulas práticas que a administração de medicamentos pela via oral consiste em oferecer o medicamento que será deglutido ou não com auxílio de líquidos. Vimos que as formas de apresentação dos fármacos para administração por via oral são: comprimidos, cápsulas, drágeas, soluções, suspensão e pó. Administração de medicamentos por via subcutânea Aprendemos nas aulas práticas que, na via subcutânea é importante que o profissional de enfermagem saiba proceder e ensinar a aplicação, pois é muito comum a autoaplicação nos pacientes de algumas doenças dentre elas os diabéticos. Vimos que na via subcutânea os medicamentos são administrados debaixo da pele, no tecido subcutâneo. Administração de medicamentos por via intramuscular Vimos que a medicação administrada por via IM, é depositada profundamente no tecido muscular, o qual é ricamente irrigado pelo sangue. Movimenta-se rapidamente para dentro da circulação sistêmica. Provoca pouca dor, pois o tecido muscular contém poucos nervos sensoriais. Os medicamentos irritantes costumam ser dados via intramuscular devido às pouquíssimas terminações nervosas que se encontram na musculatura profunda. AULA 5: INSERÇÃO DE SONDA NASOGÁSTRICA ROTEIRO 1 Sonda nasogástrica inserida no estômago possibilita acesso á parte interna do estômago. Algumas vezes a sonda é introduzida no intestino delgado para possibilitar a alimentação enteral. (MANUAL MSD, 2023). A sonda nasogástrica é indicada para: Fornecer nutrientes ao estômago, esvaziar o estômago, como por exemplo nos pacientes entubados para prevenir a aspiração, para administrar agentes de contraste radiopacos orais. Vimos nas aulas práticas, que para inserção da sonda o paciente deve sentar-se ereto na posição olfativa com o pescoço ligeiramente flexionado. E se o paciente é ventilado por uma sonda endotraqueal que protege as vias respiratórias, pode-se inserir a sonda nasogástrica com o paciente em pé ou em decúbito dorsal. Vimos o passo a passo da passagem de sonda: lubrificar a extremidade da sonda nasogástrica, inserir delicadamente a ponta da sonda no nariz e deslizar ao longo do assoalho da cavidade nasal, apontar para trás, então para baixo de modo a permanecer abaixo do corneto nasal, esperar sentir resistência leve à medida que o tubo passa pela nasofaringe posterior. AULA 6: INSERÇÃO DE SONDA NASOENTÉRICA ROTEIRO 1 A sonda nasoentereal proporciona nutrição enteral e também serve para administração de medicamentos, principalmente nos pacientes idosos, acamados e com reflexos diminuídos. Os materiais utilizados são: máscara descartáveis, bandeja, SNE, gel hidrossolúvel, seringa 20ml, gaze, estetoscópio, luva de procedimento, esparadrapo, SF 0,9%, lanterna, biombo, toalha ou papel-toalha. AULA 7: AVALIAÇÃO E DISCUSSÃO DE CASO COM ENFOQUE NO SISTEMA DIGESTÓRIO ROTEIRO 1 Durante a aula abordamos um caso clínico e em seguida uma avaliação química em foco no sistema digestório de uma pacienteno seu primeiro dia de internação por pancreatite aguda (PA), sexo feminino, 45 anos. Informou que veio para o hospital por causa de do r abdominal aguda acompanhada de náuseas e vômitos que não aliviavam a dor. Apresentava antecedentes pessoais de colelitíase, dislipidemia, depressão e tabagismo h á mais de 20 anos. Exame físico: consciente , orientada, inquieta, com dor abdominal de forte intensidade (escore 10), posição no leito com as pernas fletidas de encontro com o tórax, dispneica, crepitações finas e difusas, sonda ausculta cardíaca com rítmicas, hipofoneticas em dois tempos, distensão abdominal importante, sonda nasogástrica (SNG) aberta, Abdome doloroso á palpação superficial, acesso venoso periférico instalado n a veia cubital esquerda, pele fria e úmida diurese por DDV evoluindo com oliguria. Medicações em uso domiciliar: fluoxetina 20mg\manha e sisvastatina20mg \dia, Sinais vitais: frequência cardíaca (FC) = 100bpm, dispneia com frequência respiratoria (FR) = 28rpm, saturação de oxigênio = 90%, pressão arterial (PA) = 90 \50mmHg, temperatura axilar = 37,4°C: exame laboratoriais: paCO2 = 40 mmHg, paO2 = 85mmHg, hemoglobina (Hb) = 12g \dl, hematócrito (Ht) = 4 8%, leucócitos = 16.000u\l, albumina= 4,5g\l, amilase =440U\l, lipas = 400U\l, GGT = 22 U\L, TGO= 30U\l, TGP =22U\l. k= 3,2mEq\l, cálcio= 8,2mg\dl, colesterol total= 260mg\dl, glicose = 275mg\dl, ureia= 68mg\dl, creatina= 1mg\dl. Exames de imagem: tomografia de abdome apresentando proeminência da poção cefálica pancreática e liquido na cavidade peritoneal. Radiografia de tórax apresentando cúpulas diafragmáticas elevadas. O que deve ser priorizado no exame clínico? Evolução clínica da colicistite e funções hepática. Quais parâmetros dos exames laboratoriais de vem ser observados? Qual a correlação com a patologia? Alterações no exame de hematócrito, leucócitos, amilase, lipase, ureia, potássio, colesterol e glicose. Caracterizando disfunção biliar e hepática. Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de enfermagem? Analgesia, anti-inflamatórios e antiespasmódico. Melhorar a condições biliar e hepática. Qual diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções? O diagnosticado é risco de função hepática prejudicada e sua respectiva intervenção é o controle da nutrição e da dor. AULA 8: SONDAGEM VESICAL DE DEMORA – FEMININA ROTEIRO 1 É um procedimento estéril, invasivo que consiste na introdução de uma sonda até a bexiga, através da uretra, com a finalidade de facilitar a drenagem da urina ou instalar medicação ou líquido, com tempo de permanência longo, determinado pelo médico. 1. Realizar higiene íntima na paciente, exceto se ela já tiver tomado banho. Posicioná-la confortavelmente e preservar sua privacidade, fechando o quarto ou utilizando biombos. 2. Colocar o recipiente para os resíduos em local acessível. 3. Calçar luva de procedimento para avaliar trauma uretral, considerando a necessidade de tricotomia prévia. 4. Descartar as luvas de procedimento e lavar as mãos conforme o protocolo. 5. Abrir a bandeja de cateterismo usando a técnica asséptica. 6. Colocar a paciente em posição de decúbito dorsal: os joelhos flexionados, os pés sobre o leito mantendo os joelhos afastados (posição ginecológica). 7. Calçar as luvas estéreis e, a seguir sob o campo estéril, deve-se fazer o teste para avaliar a integridade do balão da sonda, insuflando-se ar com a seringa e desinflando em seguida. 8. Separar, com uma das mãos, os pequenos lábios de modo que o meato uretral seja visualizado; mantendo-os afastados, até que o cateterismo termine. Atentar para o ponto que a mão que toca a genitália não tocará na sonda. 9. Realizar antissepsia da região perineal, com movimentos únicos, utilizando gaze estéril embebida com clorexidina ou iodopolividona, não alcoólicos, estéril e o auxílio da pinça Cheron: primeiro, horizontalmente, do meato até o monte de Vênus. A seguir, verticalmente do meato até final da comissura labial posterior, inicialmente sobre grandes lábios, após entre grandes e pequenos lábios. Por último, em movimentos circulares sobre o meato, de dentro para fora. 10. Após antissepsia, proceder a colocação de campo fenestrado estéril e novo afastamento dos grandes lábios. As etapas seguintes são a aplicação do anestésico, no meato, situado abaixo do clitóris, na linha média, e a sondagem vesical. 11. Ainda sob o campo estéril, conectar a sonda vesical com o sistema de coletor para então lubrificar bem a sonda com o anestésico tópico prescrito. 12. Introduzir a sonda pré-conectada a um coletor de drenagem de sistema fechado, bem lubrificada por 5 cm a 7 cm no meato uretral, utilizando técnica asséptica estrita. Quando a urina não aparecer, verificar se a sonda não está na vagina. Se erroneamente posicionada, deixar a sonda na vagina como um marco indicando onde não inserir e introduzir outra sonda. 13. Insuflar o balonete com água destilada (aproximadamente 10 ml), certificando-se de que a sonda está drenando adequadamente. 14. Tracionar suavemente a sonda até sentir resistência. 15. Fixar a sonda de demora, prendendo-a juntamente com o equipo de drenagem, na face interna da coxa com esparadrapo do tipo antialérgico. 16. Secar a área e manter a paciente confortável. 17. Lavar as mãos. 18. Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar. 19. Manter o ambiente da paciente em ordem. (REDAÇÃO SECAD, 2017) AULA 9: SONDAGEM VESICAL DE DEMORA – MASCULINO ROTEIRO 1 É uma técnica que consiste na introdução de uma sonda vesical, para uretra até á bexiga de forma a fazer a permitir a saída de urina em pessoas que não conseguem controlar esse ato, devido a obstruções como hipertrofia da próstata, dilatação uretral. A sondagem deve ser feita de forma mais asséptica possível para evitar infecções e contaminações que dificultem ainda mais o caso clínico. AULA 10: AVALIAÇÃO CLÍNICA E DISCUSSÃO DE CASO COM ENFOQUE NO SISTEMA RENAL ROTEIRO 1 Paciente, sexo feminino, 60 anos, portadora de leucemia mieloide aguda. Foi internada para transplante de medula óssea. Foi transferida para a unidade de terapia intensiva, onde foi submetida à intubação endotraqueal. Suspeitava-se de infecção pulmonar, posteriormente confirmada na cultura do lavado brônquico. Com base nessa suspeita, iniciou-se amplo esquema antimicrobiano. Foi iniciada hemodiálise em virtude da insuficiência renal aguda (IRA) por necrose tubular aguda (NTA) secundária à sepse. Em seguida respondemos as perguntas, o professor atuou tirando dúvidas nesse processo, não senti dificuldade. O que deve ser priorizado no exame clínico? Insuficiência renal e insuficiência respiratória. Quais parâmetros dos exames laboratoriais de vem ser observados? Qual a correlação com a patologia? Sódio, Hb, plaquetas e pco2. Edemas e abdome globoso. Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de enfermagem? Fármacos: Teicoplanina. Cuidados de enfermagem: evitar a formação de espuma durante a Reconstituição. FARM. Piperacilina. CUID.ENF. Deve ser administrada por Infusão intravenosa lenta em um período de, no mínimo, 30 min. FARM. Metronidazol. CUID. ENF. Infundir a uma velocidade de 5 ml/min, atentar para Aparecimento de parestesia, convulsão e outros sinais de neurotoxicidade. FARM. Dipirona. CUID. ENF. Manter prevenção contra quedas devido à Hipotensão postural. FARM. Tramadol. CUID. ENF. A medicação por via Intravenosa deve ser diluída com aproximadamente 50 a 100 ml de soro fisio - lógico 0,9% e infundida em 30 a 60 minutos. FARM. Ambisome. CUID. ENF. Deve ser reconstituída em água estéril para injeção (sem bacteriostático ), não reconstituir com salina ou adicionar salina à solução reconstituída. FARM. Aciclovir. CUID. ENF. Durante a terapia, devem-se monitorar os níveis de ureia E creatinina, bem como provas de função hepática (transaminases e bilirrubinas). FARM. Albuminahumana. CUID. ENF. Não infundir a albumina juntamente com verapamil ou vancomicina na mesma via. FARM. Filgrastima. CUID. ENF. Diluir e m soro glicosado 5% e infundir em 30 min. FARM. Micofenolato mofetil. Em caso de superdosagem, o metabólito ativo do fármaco pode ser aumentado com o uso de colestiramina. FARM. Tacrolimo. CUID. ENF. Ter cautela na administração simultânea com o tacrolimo e a ciclosporina, a fim de preservar a função renal. FARM. Metilprednisol ona. Monitorar nível de glicose sérica e glicemia capilar. FARM. Pantoprazol. Deve ser administrado com um pouco de líquido, antes ou durante o café da manhã. FARM. Nistatina oral. CUID. ENF. Monitorar náuseas, vômitos e diarreia. Quais diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções? DIAG. Perfusão tissular renal ineficaz. INTER. Controlar o volume de Diurese e o balanço hídrico. DIAG. Volume de líquidos excessivo. INTER. Medir a circunferência dos locais com edema para facilitar o acompanhamento Evolutivo. DIAG. Risco de desequilíbrio do volume de líquidos. INTER. Verificar a PA a cada 15 min durante a sessão de hemodiálise. DIAG. Mucosa Oral prejudicada. INTER. Inspecionar a cavidade oral diariamente, buscando avaliar o grau da mucosite. DIAG. Proteção ineficaz. Monitorar a contagem de Plaquetas diariamente para avaliar se está havendo recuperação da medula óssea. DIAG. Risco de infecção. INTER. Avaliar rigorosamente a paciente à procura de sinais e sintomas de infecção. AULA 11: AVALIAÇÃO CLÍNICA E DISCUSSÃO DE CASO COM ENFOQUE NO SISTEMA NEUROLÓGICO ROTEIRO 1 Novamente a professora abordou o caso destacando os procedimentos que deveriam ser realizados, ela tirou dúvidas durante o processo. Não senti dúvidas. O que deve ser priorizado no exame clínico? Acidente vascular encefálico. Quais parâmetros dos exames laboratoriais de vem ser observados? Qual a correlação com a patologia? Sódio, Hb, plaquetas e pco2. Edemas e abdome globoso. Quais as características dos fármacos e quais os cuidados de enfermagem? FARM. Solução de glicose 5%. CUID. ENF. Não administrar simultaneamente com sangue no mesmo equipo, devido à possibilidade de pseudoaglutinação ou hemólise. FARM. Cefazolina. Pacientes com antecedente de alergia à penicilina não devem fazer uso de cefalosporina. FARM. Dipirona sódica. CUID. ENF. Manter prevenção contra quedas devido à hipotensão postural. FARM. Paracetamol. CUID. ENF. Manter prevenção contra quedas devido à hipotensão postural. FARM. Pantoprazol. CUID. ENF. Deve se r administrado com um pouco de líquido, antes ou durante o café da manhã. FARM. Insulina regular. FARM. Fenitoína. CUID. ENF. Não misturar as preparações injetáveis à glicose a 5% nem com outro medicamento. FARM. Dexametasona. CUID. ENF. Monitorar nível de glicose sérica e glicemia capilar. FARM. Hidroxizina. CUID ENF. Realizar higiene oral mais frequentemente na paciente. FARM. Noradrenalina. CUID. ENF. Monitoramento de alterações da frequência cardíaca e arritmias. FARM. Fentanil. CUID. ENF. Monitorar função pulmonar. FARM. Midazolam. CUID. ENF. Atenção para depressão respiratória, manter monitoração intensa de Pressão arterial, pelo risco de hipotensão. Quais diagnósticos de enfermagem e suas possíveis intervenções? DIAG. Capacidade adaptativa intracraniana diminuída. INTER. Garantir PIC < 20 mmHg. Manter PPC > 60 mmHg. DIAG. Risco de aspiração. INTER. Avaliar capacidade de proteção de vias aéreas superiores. DIAG. Risco para Desobstrução ineficaz de vias aéreas. INTER. Re alizar higiene traqueobrônquica sempre que necessário. DIAG. Risco de volume de líquidos deficiente. INTER. Realizar rigoroso controle urinário. Evitar balanço hídrico negativo. DIAG. Risco de infecção. INTER. Monitorar sinais e sintomas sistêmicos e locais de infecção (febre, taquicardia etc.). DIAG. Glicemia instável. INTER. Monitorar e registrar os valores de glicemia capilar. AULA 12: CURATIVOS ROTEIRO 1 O curativo é um procedimento terapêutico que consiste na limpeza, no qual toda substância e soluções necessárias são colocadas diretamente sobre um ferimento. Serve para evitar a contaminação de feridas limpas, facilitar a cicatrização, absorver secreções, reduzir a infecção nas lesões contaminadas, facilitar a drenagem de secreções, promover a hemostasia com os curativos compressivos, manter o contato de medicamentos junto à ferida, promover conforto ao paciente. Tipos de curativo: o tipo de curativo a ser realizado varia de acordo com a natureza, a localização e o tamanho da ferida. Em alguns casos é necessária uma compressão, em outros lavagem com solução fisiológica e outros exigem imobilização com ataduras. Curativo semi-oclusivo; Curativo oclusivo ou fechados; Curativo compressivo; Curativos abertos. AULA 13: PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA ROTEIRO 1 A punção venosa periférica trata-se de um procedimento invasivo comumente realizada por profissionais de enfermagem, sendo muito utilizada na assistência à pacientes submetidos à terapia endovenosa. Consiste na introdução de um cateter venoso na luz de uma veia superficial, de preferência de grande calibre. (TENUTO, Camila, 2022) A punção venosa periférica é indicada para coleta de exames laboratoriais e terapia medicamentosa por via endovenosa. O objetivo é instalar cateter em trajeto venoso periférico para manutenção de via de acesso para infusão de soluções ou administração de medicamentos. AULA 14: MEDICAÇÃO VIA INTRAVENOSA (IV) ROTEIRO 1 Na administração intravenosa, os medicamentos são administrados por meio de cateteres inseridos na veia. É uma via vantajosa porque o início da ação é rápido. Podem ser obtidos níveis sanguíneos terapêuticos previsíveis dos medicamentos. A via pode ser utilizada quando houver disfunção gastrointestinal ou impossibilidade de aplicação IM ou SC. Muitos medicamentos não podem ser ministrados pelas outras vias. (GUEDES, CASSOTA, 2022, p196). Vimos na aula prática que, o medicamento administrado pela via intravenosa chega imediatamente à corrente sanguínea e tende a apresentar efeito mais rapidamente do que quando administrado por qualquer outra via. AULA 15: BANHO NO LEITO ROTEIRO 1 Banho no leito é o procedimento realizado em qualquer paciente que tenha dificuldade de locomoção, processo esse que retira toda a sujeira acumulada pelo paciente acamado. O objetivo do presente estudo foi avaliar a importância da técnica do banho no leito na percepção dos profissionais de saúde nos achados literários. Métodos: Trata-se de uma revisão da literatura que buscou avaliar a importância da técnica do banho no leito na percepção dos profissionais de saúde. Resultados: Estudos lidos e relatados demonstram que pode haver alguma resistência na realização do cuidado por parte dos pacientes e dos enfermeiros e que esse momento auxilia no processo de humanização. Conclusão: Ainda é mistificado o assunto do banho no leito, embora seja parte dos cuidados de Enfermagem, é preciso que o tema seja abordado mais amplamente e com mais naturalidade pelos enfermeiros que o supervisionam, coordenam e participam. (SARAIVA, T.L.A, 2017). REFERÊNCIA: BEZERRA, Clarisse. Oxigenioterapia: o que é, tipos, para que serve e cuidados. Site: Tua Saúde. Disponível em: https://www.tuasaude.com/oxigenioterapia/ . acesso em: 13 Nov. 2023. GUEDES, Adriana Cecel / CASSOTA, Raffaela Angel. Propedêutica e Processo de Cuidar na Saúde do Adulto. São Paulo: Sol, 2022. MALIK, Zubair. Como inserir uma Sonda Nasogástrica. Site: Manual MSD. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/dist%C3%BArbios-gastrointestinais/como-fazer-procedimentos-gastrointestinais/como-inserir-uma-sonda-nasog%C3%A1strica#:~:text=Lubrificar%20a%20extremidade%20da%20sonda,tubo%20passa%20pela%20nasofaringe%20posterior. Acesso em: 15 Nov. 2023. SARAIVA, T. L. A. Importância do procedimentobanho no leito para atendimento em enfermagem. Site: Recien. Disponível em: https://www.recien.com.br/index.php/Recien/article/view/138#:~:text=Banho%20no%20leito%20%C3%A9%20o,sujeira%20acumulada%20pelo%20paciente%20acamado. Acesso em: 17 Nov. 2023. TENUTO, Camila. Enfermagem: passo a passo da punção venosa periférica. Site: Pedmed. Disponível em: Enfermagem: passo a passo da punção venosa periférica - PEBMED. acesso em: 17 Nov. 2023. image3.jpg image4.jpeg image5.jpg image1.png image2.jpg