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<p>AULA 1- PATOLOGIA DA BOCA, FARINGE E ESÔFAGO GENGIVA SAUDAVEL GENGIVA COM GENGIVITE CASO CLÍNICO Caso 1 serviço de cirurgia maxilofacial Ao exame apresentando observou-se grande Mulher, 36 anos, inferior de hemiface direita. à direita, com abaulamento em de face revelou lesão aumento de volume em terço de corpo, e ramo mandibular radiotransparente Radiografla bolha de sabão), expansiva. Realizada fol multilocular (em tumoração benigna expansiva denominada ameloblastoma. A paciente submetida diagnosticada a cirurgia de total, com margem de segurança, e fixação de protese de customizada (Pezzlet al., 2017). Candidíase: Cândida albicans. Lesão eritematosa, hiperplásica, exsudato fibrinoporulento. Imunidade: pacientes imunodeprimidros, Diabetes Herpes simples: HSV 1,2. Lesão ulcerada e bolhosa, inclusões eosinofílicas e gigantócitos (teste de Tzanck). Dormência ganglionar. Leucoplasia: hiperplasia benigna- displasia: tabagismo. Carcinoma de Células Escamosas: 95% CA PATOLOGIA DA CAVIDADE ORAL E FARINGE oral. Etilismo e tabagismo, HPV. Ameloblastoma: neoplasia odontogênica, Cárie dentária: degradação dental por cístico e invasivo. ação bacteriana. Candidíase oral Cisto- periapical: pulpite- cárie ou trauma (muita dor). Tem necrose Gengivite: inflamação da mucosa gengival por infecção bacteriana. Edema, eritema e sangramento- tártaro. Periodontite: inflamação do tecido de sustentação do dente. Pacientes imunodeprimidos- endocardite e abcesso cerebral. Estomatite aftosa: lesão ulcerosa e hiperemiada da mucosa e doenças intestinais. desaparece e</p><p>Faringite e tonsilite: viral- primário DISFUNÇÕES MOTORAS bacteriano- secundário Acalasia: dilatação decorrente de ausência pseudomembrana e de relaxamento.- internação Chagas. edemaciação das tonsilas faríngeas. Carcinoma nasofaríngeo: Vírus EBV Esophagus Esophagus dilates Lower esophageal Lower esophageal sphincter (LES) sphincter doesn't relax Stomach Criptas Amigdalianas Normal Achalasia Obs: Anel de maergeia o canal da faringe: tonsilas palatinas, lingual, tubária e faríngea. Divertículos: dilatação de uma ou mais camadas da parede esofágica Zenker, tração CASO CLÍNICO e epifrênico. Diverticulo de Zenker Esfinter esofágico Criança, Caso 2: 2 meses, SEXO respiratórias masculino, de fol repetição. levada A ao mãe consultório alegou físico que pediátrico 0 não filho foi pela apresentou observada mãe em 4 superior Manual Moderno de tercio medio Cuerpo esofágico episódios razão de infecções de pneumonia desde 0 De nascimento. acordo com a Ao exame de malformação revelando congênita nenhuma alteração digna de nota. fol submetido a endoscopia digestiva alta, A criança do imagem trato de digestório, provável fistula 0 lactente confirmada na esofagografia. Esfinter esofágico inferior submetida a correção cirúrgica (Pezzl et al., 2017). traquéia e Hérnia de Hiato: dilatação esofágico * pl projetada acima do diafragma (deslizamento e paraesofágica). resolver e Hiatal Hérnia Hiatal por Deslizamento Diafragma PATOLOGIA DO ESÔFAGO ANOMALIAS CONGÊNITAS Atresia: desenvolvimento incompleto Laceração: rupstura- Síndrome de Mallory- Fístula: comunicação entre e traqueia Wells. Lacerações longitudinais na JGE ( alcoolismo e gastrite tóxica). FILM A B C D E F Estenose: congênita ou adquirida- refluxo, radiação, lesão cáustica, escleroderma. Refluxo Tube estreitado Gastric fundus 2005080802303 Esofagite Estenose Úlcera</p><p>CASO CLÍNICO Esofâgo de Barret: Metaplasia distal do esôfago decorrente de lesão prolongada. Caso deu entrada no serviço de emergência apresentando de cachaça/dia hematêmese durante 32 Adenocarcinoma: mucosa vermelha e Homem, de 52 anos, Referiu etilismo de garrafa Ao exame chamou (vômitos garrafas de cerveja (600 durante 20 anos. de Medusa, bem como aveludada, inflamação e ulceração. Epitélio anos e 4 volumosa ascite e circulação colateral em cabeça alta de cilíndrico. hemorrágicos, digestiva que atenção a e hemorroldas pronunciadas. Submetido a endoscopia urgência, debeladas com de farmaco local. 0 paciente foram visualizadas varizes esofágicas com pontos ainda trazia Mucosa Normal consigo foram prontamente revelando cirrótico quantidade (Pezzl exame tomográfico realizado em outra unidade de saúde abundante de livre na cavidade peritoneal e figado com aspecto 2017) de Barrett CASO CLÍNICO VARIZES ESOFÁGICAS Caso tabagista de 1 maço de durante 40 anos, alimentar-se procurou Varizes: hipertensão portal grave- cirosse. Homem, 58 médico anos, em função de Referiu que a dificuldade para pastosos e Vejas subepiteliais e submucosa do plexo atendimento progressiva, para alimentos sólidos, para últimos alguns vinha sendo alimentos Alegava também perda ponderal significativa nos torácico, venoso esofágico- dilatação, inflamação e ruptura. Indicada digestiva alta, detectada tumoração no Hematêmese catastrófica obstruindo meses. quase toda a luz do 0 estudo histopatológico, após confirmou suspeita de câncer esofágico (Pezzl et al., 2017). VEIAS DILATADAS NA SUBMUCOSA VARIZ ROTA 00 TGI-42 MUCOSA DO ESÔFAGO (VERSO DA PEÇA) NEOPLASIAS Neoplasias benignas: leiomioma, fibroma, CASO CLÍNICO lipoma, hemangioma, linfangioma, papiloma escamoso, pólipos. Neoplasias malignas: carcionomas de Caso 63 anos, ambulatório gastroenterológico queixando-se de células escamosas e adenocarcinoma. Mulher, dor retroesternal em quelmação (pirose) Imediatamente Carcinoma de células escamosas: lesões Inicio do quadro há mais de 20 anos, mas, por após após as Alegou alcoólicas, falta de oportunidade, piorava ao gordurosas e/ou consumo de bebidas que focais, placas, invasividade (polipóide, nunca atendimento médico. Ao exame não apresentou nenhuma necrosado, escavado e infiltrativo, reação alteração digna de nota. Indicada endoscopia digestória alta, Identificada extensa desmoplásica). Bem diferenciado. Insidioso área de esofagite, já com aspectos de escamosa de Barrett), (5%). Disfagia, obstrução, hemorragia. de doença do refluxo A paciente foi encaminhada * Adenocarcinoma: associado ao Barret para tratamento oral Investigação de possível hérnia de hiato Exofítico ou escavado e infiltrativo (15%). 2017). Padrão histológico glandular- intestinal. Células em Anel de sinete. COR BRANCA DA PAREDE ESOFÁGICA PROCESSOS INFLAMATÓRIOS Esofagite: refluxo, entoação gástrica, substâncias irritantes, infecções, radiação, terapia citotóxica (CA) Regulação gástrica-hiperemia, edema, inflamação, necrose e ulceração. Hematêmese é melena (sangue nas fezes). INFILTRAÇÃO NEOPLÁSICA DA MUSCULAR</p><p>Sistema Digestório DE Esôfago U Lâmina 43: Carcinoma de Carcinoma de células escamosas. Porção apical em cordões e porção profunda nodular. Crescimento invasivo para o plano muscular. 40X</p><p>Sistema Digestório DE neoplasia Lâmina 43: Carcinoma de esôfago A. Células escamosas pleomórficas. Presença de grânulos basofílicos e hipercromáticos de querato-hialina (seta azul) e pérola córnea (seta amarela). 400X B. Infiltração no plano muscular. 400X A B fibras do</p><p>Caso 1- 1: 51 no serviço de com alimentação com nega fatores abdominal que melhorem ex-etilista há 1 Gastrite: Linfócitos e a qual da plora arterial palpação plasmócitos quadro Informa de kg 3 portadora abdominal apresentava plano, doloroso Suspeita de superficial constatando de um LINES principalmente Ao fisico de Assim, trata-se de restos quadro 10 para bloco fol observado líquido na tando um de perfurada necessário sem Nesta delta funções excretórias abdome plano, flácido, palpação foi presença de qual tem que Recebendo alta hospitalar dias de Adaptado de necrose NORMAL LESÃO ÚLCERA Forças de danos Infecção por H. Pylori Acidez gástrica AINEs Enzimas pépticas Ácido acetilsalicílico Tabaco Álcool Hiperacidez gástrica Refluxo Muco gástrico-duodenal Mucosa Forças Defensivas EXPOSIÇÃO A AGENTES LESIVOS OU Restos Secreção superficial DEFESAS COMPROMETIDAS necróticos (N) Mucosa de muco muscular Secreção de bicarbonato no muco Células Fluxo sanguíneo inflamatórias da mucosa agudas (I) Transporte da Submucosa membrana na Isquemia Tecido de superfície apical Choque granulação (G) Capacidade Esvaziamento regenerativa epitelial gástrico Síntese de Fatores do Fibrose (F) prostaglandina hospedeiro DA ULCERA</p><p>Gastrite Aguda camadas se exsudato fibrino-purulento camada de tecido de granulação Transitória; Tecido fibroso frouxo CO, infiltrado Hábitos, estresse, medicamentos, inflamatório crônico trauma (alimentos com superfície camada de tecido fibroso denso com pontiaguda ou pancada realmente), pouco infiltrado inflamatório fisiológica; Edema, hiperemia, erosão epitelial e 2 historia schado abdominal do No hemorragia, neurtrófilos ; submetida com clinica A plaural Dor e Hematêmese doença de de Gastrite crônica Auto-imune, Helitobacter pylori, tóxica, obstrução, Hiperemia, espessamento, edema e achatamento da mucosa; Linfócitos e plasmocitos na mucosa, atrofia e metaplasia tipo intestinal- neoplasia (2-4%). Presença de H.pylori; Náusea e desconforto abdominal Gastrite Úlcera Gástrica GI-25A MUCOSA ÚLCERA PILÓRICA MUCOSA PILÓRICA SUBMUCOSA FIBROSE NO FUNDO MUSCULAR DA GASTRITE HIPERTRÓFICA</p><p>Classificação Borrmann I- exofílico, com aspecto polipóide Borrmann II- ulcerativo e de bordas salientes Borrmann III- ulcerativo de bordas não salientes de de 20 de 1 palpação maço de cigarros/dia no Borrmann IV- Carcinoma difuso (limite 30 60 das As observada sugestiva plástica) Submetido identificada ukeração 2017). do A local No de Estenose pilórica: distúrbio mecânico NECROSE CENTRAL ADENOCARCINOMA ULCERATIVO DE BORDOS SALIENTES Linfoma Gástrico cerca de 40% dos linfomas se iniciam fora dos linfonodos TGI é a localização mais comum nestes casos TGI: estômago (55-60%)- H.pylori 5% das neoplasias de estômago são linfomas-10 anos Originam-se de linfócitos B do tecido linfóide associado à mucosa (mucosa- associated lymphoid tissue ou MALT) CARCINOMA POLIPOIDE PREGAS INFILTRAÇÃO DIFUSA ESPESSAS DA PAREDE GÁSTRICA</p><p>Sistema Digestório DE U Estômago Lâmina 1: Úlcera péptica Fundo da úlcera. A. Presença de exsudato fibrino-purulento (seta) e tecido de granulação. 100X B. Fibrose no plano mais profundo da lesão. 100X A B</p><p>Sistema Digestório DE Estômago U Lâmina 1: Úlcera péptica Fundo da úlcera. Transição para tecido de granulação: vasos neoformados, linfócitos e plasmócitos. 400X</p><p>Sistema Digestório Estômago Lâmina 48: Gastrite crônica Mucosa atrófica de aspecto mamelonar (seta azul). Infiltrado inflamatório crônico com a presença de linfócitos (seta verde), plasmócitos (seta amarela) e macrófagos. Vasos sanguíneos ingurgitados de sangue. 100X - 400X N</p><p>Sistema Digestório Estômago U Lâmina 50: Carcinoma gástrico Área pouco diferenciada. Infiltração no plano muscular (seta). 100X</p><p>PATOLOGIA DO INTESTINO DELGADO E Infarto GROSSO - redução do fornecimento de sangue no intestino CASO 1: possíveis causas: Case 72 em associada função parada de No de 50 gases dia de profund internação Ao de exame hospitalar aterosclerose da aorta abdominal (trombo ou êmbolo) abdominal difusa, tipo importante dor is palpações identifica superficial da moderada e do rotina realização de exames para abdome séricos paciente foi de de Síndrome Paraneoplásica de de de por da plora do estado geral Duranta confirmada hipercoagulabilidade, formando vários processo el 2017) êmbolos trauma de abdômen Isquemia intestinal Saudável Redução de fornecimento de sangue no intestino transverso Leucocitose: superior Intestino delgado Vólvulo - torção do intestino eventos traumáticos Redução de - entra em necrose. peritonite fornecimento de sangue Torção intestinal e aderências - pode ter hemorragia - pode causar o infarto do mesentério Divertículo - aderência do peritônio Divertículo de Meckel: dobramento do intestino, formando um fundo cego com continuação do extreto muscular Divertículo: pequenas formações saculares, porém o extrato muscular não o acompanha, permanecendo fora da formação do divertículo. Diverticulite: inflamação por obstrução Diverticulose - intestino entra dentro dele mesmo a luz intestinal se torna desprezível - há obstrução intestinal proximal part Divertículo Meckel's diverticulum retention of intestinal content in distended bowel above Diverticulite distal part intussuscepted part of bowel</p><p>Caso 2: 19 abdominal alteração fol do admitida intestinal hospital por dor abdominal Faxia de do parcial da dor. Em 2016 apendicectomia pela de com melhoria Pelo quadro compatival com dor abdominal, aguda fabre recorrente 1 paciente com de 2017 saida de Em de Após tratamento, a revelou com Em março de 2017 da abdominal, com muco # pus do janeiro Doença encaminhada para serviço pela de de fazes pela momento, fol com entre alças A paciente não respondeu hospital Estudo de tomografia computadorizada mostrou imagem Feita direita com anastomose ambulatorial com total dos sintomas até 0 Colite ulcerativa doença inflamatória limitada ao cólon, Doença inflamatória idiopática restrita à mucosa e submucosa crônicas, recidivantes e de origem lesão continua ao reto obstrutiva mucosa hiperemiada granular, causas genéticas, infecciosas, descamação, com formação de imunoatividade atípica, inflamação comum "pseudopólipos" à partir de ulcerações e microabscessos Doença de Crohn displasia epitelial- carcinoma erosão da mucosa intestinal diarreia sanguinolenta, mucóide e dor espessamento da parede intestinal, abdominal acompanhado de edema, inflamação com infiltrado e fibrose pode ocorrer nos dois tipos de intestino mucosa metaplásicam atrófica, ulcerada e erodida, lesões lineares e aftosas, fístulas áreas normais com úlceras, aspecto de "paralelepípedo" da mucosa fibrose- estenose e dilatação #Colite_Ulcerativa #Epidemiologia Diagnóstico #Tratamento diarreia, febre, dor, perda de peso, desnutrição-neoplasia que DOENÇA INFLAMATÓRIA INTESTINAL do mucosa Enterocolite fleo Hábitos de evacuação: aumento da massa fecal, evacuação frequente e liquidez Cólon descendente secretora: 500ml de fezes líquidas exsudativa: lesão de mucosa- purulenta e sanguilonenta má absorção: fezes volumosas, gordura Doença de Crohn fecal Colite ulcerativa</p><p>Doença celiaca Peritonite cronicidade - inflamação do peritônio - sensibilidade ao glúten (componente - estéril (química) proteico presente no trigo, aveia, cevada - infecciosa (bacteriana) + COMUM e centeio) - exsudação, opacidade e evolução para - genética e Imunológica abscessos - entretenimento difusa, atrofia da mucosa, lesão epitelial, infiltrado inflamatório (linfócitos, plasmócitos e macrófagos) do - diarreia, flatulência, perda de peso, fadiga - deficiência nutricional e predisposição à linfoma normal Vilosidades material fecal e pus liberados afetadas pela nas cavidades Vilosidades doença abdominais normais Caso 3: no de dor de grande na fossa de dor de de que evidenciado abdome doloroso McBurney dolorosa de Blumberg) no ponto Exames séricos profunda de da fossa (sinal de 0 compression fol para confirmando de A realizada 2017). Sinal de Blumberg Apendicite caso cirurgico - obstrução da luz do apêndice resultando em alta pressão, isquemia, edema, exsudação e invasão bacteriana - exsudação neutrofílica, congestão,</p><p>Sistema Digestório Intestino U Lâmina 37: Doença de Crohn Ulceração da camada mucosa (seta), com inflamação transmural. Infiltrado inflamatório crônico linfocitário, vasos ingurgitados. 40X muesa</p><p>Neoplasias Intestinais Caso 4: 3 segmento do digestório mais afetado por neoplasias de significativo not not 12 67 de com note identificado tipo neoplasian,ais vomum: adenoma de de submetido de de (Adaptado de et único tratamento: ressecção progressão adenoma- adenorcarcinoma: - mutação cromossômica - perda do gene supressor de tumores - anormalidades do DNA - mutação em protooncogenese - alterações cromossômicas grosseiras Neoplasias benignas: adenomas Adenoma-Carcinoma Sequence Adenoma Adenocarcinoma Normal Advanced Cancer colon 5-20 years Pólipos adenomatosos Pólipos ou adenomas hiperplásicos Adenomas Adenomas Adenomas tubulares túbulo-vilosos vilosos 90% 7,5% 1,5% < Tamanho < 0,5 cm. até 2-3 cm. até 5 cm. até 10 cm. Implantação Sésseis Pedunculados Pedunculados Sésseis Componente Ausente < 20% 20 a > 50 % viloso Potencial Ausente 3 a 5% 5 a 30% ou mais maligno TGI-20 Peças TGI-20 TGI-58 TGI-39 TGI-114A macroscópicas TGI-34 Miniaturas</p><p>Neoplasias malignas: Normal: Adenocarcinoma Câncer colorretal Patogenia: dieta, genéticos, lesão prévia (adenoma) distribuição mais distal/uniforme, massas fungóides ou circunferenciais (anel) - exofítico (cresce para pared/ anel de guardanapo) e endofítico (cresce para luz) obstrução em anel de guardanapo, CÉLULAS CALICIFORMES dilatação- reação desmoplástica células cilíndricas altas, invasão de CÉLULAS CÉLULAS CALICIFORMES COLUNARES todas as camadas até a serosa: células caliciforme ausente, perda de histoarquitetura, mitoses, arranjo glandular cribiforme DIFERENCIAÇÃO EM TIPOS CELULARES Neoplásico MITOSE Pregas da mucosa CARCINOMA CÓLON NORMAL AUSÊNCIA DE CALICIFORMES A. 149</p><p>Outras neoplasias: Tumores carcinóides Agressivos e disseminados pelos linfócitos Pequenos, firmes e coloração aparelhada. Produção de aminas vasoativas e serotonina - distúrbios vasomotores e de motilidade, fibrose sistêmica, hepatomegalia Tumores mesenquimais Lipomas, leiomiomas e leimiossarcomas Peritônio ASPECTO CRIBRIFORME Raros mesoteliomas- secundário à invasividade de outras neoplasias GLANDULAS (ATÍPICAS) CARCINOMA ADIPÓCITOS TUMOR INFILTRANDO A CAMADA MUSCULAR</p><p>Sistema Digestório Intestino U Lâmina 56: Carcinoma de colo Adenocarcinoma bem diferenciado, crescimento exofítico com perda da histoarquitetura normal. Há reprodução do padrão glandular. Vasos ingurgitados. 40X N A U</p><p>Sistema Digestório Intestino Lâmina 56: Carcinoma de colo A. Adenocarcinoma bem diferenciado, crescimento exofítico com perda da histoarquitetura normal . Há reprodução do padrão glandular. 40X B. Desaparecimento das células caliciformes.400X B</p><p>Sistema Digestório Intestino U Lâmina 56: Carcinoma de colo A. Área da neoplasia crescimento Padrão infiltrativo com glândulas com aspecto cribriforme entre as fibras da camada muscular. 100X B. Pleomorfimo e figuras de mitose (seta). 400X 7 de A B figuras de</p>

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