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<p>Caso Clínico – SHEG – Síndrome hipertensiva específica da gestação</p><p>Nome da paciente : Ana</p><p>Idade : 30 anos</p><p>Gestação : Ana está grávida de 32 semanas.</p><p>História clínica: Ana compareceu à clínica de obstetrícia com queixas de dor de cabeça intensa e visão turva nas últimas 24 horas. Ela também relata inchaço nas mãos e pés. Ana não tem histórico de hipertensão antes da gravidez.</p><p>Exame Físico : No exame, o médico observa que a pressão arterial de Ana está elevada, com leituras consistentemente acima de 140/90 mmHg. Ela tem proteína na urina e edema nas extremidades. Os batimentos cardíacos fetais estão presentes e regulares.</p><p>Exames complementares: Um exame de urina revela proteinúria significativa. O hemograma completo e a função hepática são normais. O ultrassom mostra que o feto está crescendo adequadamente e não há sinais de restrição de crescimento intrauterino.</p><p>Diagnóstico : Com base na apresentação clínica e nos exames, Ana foi diagnosticada com pré-eclâmpsia, uma forma da síndrome hipertensiva gestacional.</p><p>PERGUNTAS PARA DISCUSSÃO</p><p>1. Quais são os principais fatores de risco para pré-eclâmpsia que devem ser considerados ao avaliar o caso de Ana?</p><p>2. Qual é a diferença entre pré-eclâmpsia e eclâmpsia, e como a pré-eclâmpsia pode progredir para a eclâmpsia?</p><p>3. Quais são as complicações potenciais tanto para a mãe quanto para o feto na pré-eclâmpsia?</p><p>4. Qual é o manejo clínico da pré-eclâmpsia em gestantes de 32 semanas? Quais são as opções de tratamento e o objetivo do tratamento?</p><p>5. Quais são as considerações importantes ao discutir as opções de parto para uma paciente com pré-eclâmpsia em termos de idade gestacional e gravidade da condição?</p>