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Rafaella M. Artifon - @rafaartifon
OBSTETRÍCIA
Pré-Natal
EXAMES RECOMENDADOS PELO MS:
• Tipagem sanguínea + fator Rh → incluir coombs indireto trimestral se
gestante Rh negativo
• Hemograma trimestral
• EAS e urocultura (primeira consulta e 3o trimestre)
• HIV (Elisa ou TR), sífilis (VDRL ou TR), HbsAg e toxoplasmose
• Glicemia de jejum no 1o trimestre + TOTG no 2o trimestre (se a GJ foi
normal)
• Swab vaginal e retal para pesquisa de GBS entre 35-37 semanas (só é válido durante 5 semanas)
OBS 1: se possível, 2 exames de USG e ecocardiograma fetal.
OB2 2: se possível, rastreio para GBS 35-37 semanas
Prevenção da sepse neonatal pelo S. agalctiae
• Recomendado pelo CDC
• Não é recomendado pelo Ministério da Saúde → mas sempre realizar na prática
• RASTREAMENTO:
o Swab vaginal e retal entre 35 e 37 semanas
o Válido por 5 semanas
o Dispensável se:
▪ Bacteriúria atual para GBS
▪ Sepse neonatal por GBS em filho antigo
• Quem faz profilaxia INTRAPARTO?
o Bacteriúria atual para GBS
o Filho anterior teve GBS
o Swab + 35-37 semanas
o Sem rastreio com risco → não tem estrutura socioeconômica
⇒ trabalho de parto 18hrs
o Tratamento
▪ PENICILINA CRISTALINA IV 5.000.000 (ataque) e 2.500.000 (Manutenção) 4/4h
▪ Ou ampicilina
• NÃO fazer
o Swab negativo até clampon
o cordão
^
NÃO AMAMENTAR
·
&HrLV +: rastreio e confirmado - Casaria apartir de
38 sem e compramento
imediato do cordão
rede Alyne Ideal :7 ↳ Diminuir contato deSanguemater e fatal
_이 ⇌
- não deixan chegar em 42 sem
←〜 us wise
=
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GANHO DE PESO NA GESTAÇÃO
Faixas adequadas de ganho de peso baseadas no IMC pré-gestacional (ENARE-2024)
Fonte: Frebasgo
VACINAÇÃO
COMPLETAR O CALENDÁRIO VACINAL:
• 3 doses de hepatite B
• dT (3 doses + reforço nos últimos 5 anos) + dTPa (tríplice bacteriana acelular do adulto) após 20 semanas para todas as
gestantes (idealmente: 27-36 semanas) → imunização passiva da criança contra coqueluche
• Influenza (campanha anual)
• Obs: não utilizar as vacinas de organismos vivos: tríplice viral, varicela, VIP, BCG e febre amarela
• ⇨ A vacina contra hepatite A pode ser feita, mas não é indicada de rotina
NOVIDADE!
• A vacina Abrysvo, da Pfizer, destinada ao combate ao Vírus Sincicial Respiratório (VSR) nos bebês, causador de infecções
no trato respiratório, como a bronquiolite.
o Uso entre 24 e 36 semanas e 6 dias de idade gestacional, administrada como uma injeção de dose única por via
intramuscular.
DIAGNÓSTICO DA GRAVIDEZ
PRESUNÇÃO → QUEIXA MATERNA / SISTÊMICA / MAMÁRIA
• Amenorreia → dependendo do tempo entra como presunção
• Náuseas e vômitos
• Polaciúria → aumento na TFG, e compressão da bexiga → aumento da frequência urinária
• Sensibilidade mamária → Mastalgia
• Cloasma (melasma) → ACO pode dar também → pouco específico
• Tubérculos de Montgomery (FIG1) → glândulas acessórias sebáceas hipertrofiadas
• Sinal de Hunter → Surgimento da aréola secundária → sinal alvo; aréola com limite impreciso (formação da segunda
aréola)
• Rede de Haller (FIG 2)
~Irphcearn
ae
_
-vorclse não aplica de microorganismos vivostbor- Atenuados
↳ recomenda inativos amarelas so be vor pr
ama amanula
{
~Se in vocinada
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Se nunca←
vacinada ー ー
2 doßes a5
intervalo de
50 e 60 das
e a3 de d+PA
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Se ja tomou
It da DTFoma so atpa : 1 dose USR >28 Dim
*
Se só uma
da DT + 1
e + d+PA
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PROBABILIDADE → MODIFICAÇÕES DO ÚTERO , VAGINA E VULVA
• Amenorreia → dependendo do tempo entra como probabilidade
• Sinal de Hegar (1T) → Istmo amolecido no toque bimanual / DICA: Hegar ⇒ ECA
• Piskacek → Assimetria uterina → Local de nidação cresce mais inicialmente do que o contralateral / DICA! PISKAcek →
um olho PISCAndo
• Nobile-Budim → Fundo de saco preenchido → gineco X obstetrícia (mudança da forma do útero)
• Regra de Goodel → Amolecimento do colo uterino (sensação da consistência de lábio)
• Sinal de Jacquemier (ou Chadwick) → Coloração violácea do meato uretral e a vulva
• Sinal de Kluge → Coloração violácea da mucosa vaginal
• Sinal de Hartmann → Sangramento na implantação
• Sinal de Osiander → Sente o pulso da artéria vaginal ao toque
• Sinal de Hozapfel → Peritônio rugoso
CERTEZA → PERCEPÇÃO E PALPAÇÃO DE PARTES FETAIS PELO EXAMINADOR → OUVIR OU SENTIR
• 14 semanas – Sinal de Puzos (rechaço fetal intrauterino após impulsionar o feto com os dedos no fundo de saco anterior)
• 18 semanas – Percepção e palpação dos movimentos ativos do feto e dos segmentos fetais pelo médico
• 20 semanas – Ausculta dos batimentos cardiofetais através do estetoscópio de Pinard. A ausculta já é possível a partir
de 10 semanas através do sonar Doppler, e é considerada o mais fidedigno dos sinais de gravidez
Há certeza de gestação → “palpar ou ouvir o menino”
• Ausculta de BCF
o USTV: > 6-7 semanas
o Sonar: > 10-12 semanas
o Pinard: > 20 semanas
• Palpação dos segmentos fetais
• Sinal de Puzos → rechaço fetal ao toque bimanual
DIAGNÓSTICO LABORATORIAL
• HCG na urina / sangue (pico 8-10 semanas)
o Glicoproteína produzida pelo trofoblasto → duplica a cada 48-72h
o Subunidade beta é específica para a gestação
▪ Subunidade alfa → comum no LH, FSH e TSH
▪ Ex.: hipotireoidismo descompensado → pode dar falso + no teste de urina
▪ Beta-HCG > 1000 = gestação (95%)
▪ Quantifica ⇒ De acordo com o valor, sabe a hora de pedir o USG
▪ 48h → dobra
o Pico no início porque depois a placenta que sustenta
▪ Corpo lúteo regride sem a sustentação do HCG
o Teste imunológico:
▪ Teste imunológico da gestação (TIG) → urina ⇒ detecta HCG
▪ Anticorpo contra hCG humano na urina
o Elisa → QUANTIFICA o beta-HCG
USG
• Beta-HCG 1000 mUI/ml → Saco gestacional no USG
o Limite discriminatório: beta-HCG 1500 mUI/ml
• Beta-HCG 7.200mUl/ml → Vesícula vitelina no USG
• Beta-HCG 10.800 mUI/ml → Embrião; BCE
US NA GESTAÇÃO INICIAL → dê margem de 2 semanas para esses critérios
• Saco gestacional → primeira estrutura visível, com 4 semanas
• Saco > 25 mm sem embrião → gestaçãoanembrionada
• Paciente com 6 semanas de amenorreia ou beta-HCG > 1500 e sem saco gestacional → procure por ectópica
• Vesícula vitelínica → 5 semanas
• Se apresenta como uma estrutura esférica de contorno ecogênico e centro anecóico
• Embrião e presença de BCF → 6-7 semanas
¤
Rafaella M. Artifon - @rafaartifon
DATAÇÃO DA GRAVIDEZ
• Método ideal: medida do comprimento cabeça-nádega entre 6-12 semanas
• Deve se basear no USG mais precoce que foi realizado
CÁLCULO DA DATA PROVÁVEL DO PARTO
• Regra de Naegele: utilizar a DUM, somando 7 ao dia e somando 9 ao mês (ou subtraindo 3 do mês)
• Regra de MacDonald ⇒ IG = fundo uterino x 8 / 7
INFECÇÕES RASTREADAS NA ROTINA DO PN QUE JÁ FORAM TEMAS DO ENARE
• Sífilis: Diagnóstico (VDRL positivo, sorologia parceiro), tratamento (no momento da consulta0
• Toxoplasmose: Diagnóstico (IgG/IgM, teste de avidez para datar a infecção) e recomendações para prevenção
• Streptococcus do Grupo B (GBS): Indicações para profilaxia intraparto
• Infecção do Trato Urinário (ITU): Tratamento na gestação, particularidades de antibióticos (nitrofurantoína, quinolonas)
• Herpes Genital: Tratamento da primo-infecção na gestação (ENARE-2024, Questão 66).
• HIV na Gestação: Redução da transmissão vertical, conduta no trabalho de parto (teste rápido, AZT)
• Dengue na Gestação: Sinais de alarme específicos (ENARE-2025, Questão 73).
• Parvovírus B19: Principal complicação fetal (anemia, hidropsia) e forma de avaliação (Doppler da artéria cerebral média)
SÍFILIS
RASTREIO:
VDRL ou teste rápido (TR) no primeiro contato com a gestante e repetido no 3o trimestre + TR ao dar entrada da maternidade
DIAGNÓSTICO DE INFECÇÃO:
• Para as gestantes, basta qualquer um dos exames positivos (treponêmicos ou VDRL) para iniciar o tratamento
• Mesmo se o VDRL for menor do que 1:8, indica-se o início imediato do tratamento e, em seguida, um teste treponêmico
para determinar se o tratamento deve ser mantido
CONDUTA
• Tratamento adequado de gestantes deve ser feito com penicilina benzatina IM
• A maioria dos casos, detectados a partir do rastreio pré-natal, deve ser tratado como sífilis latente → total de 7.2 milhões
de UI (2.4 milhões UI/dose) em 3 doses semanais
• Pacientes alérgicas → ideal: fazer dessensibilização
o Alternativa: eritromicina estearato
➔ Fazer controle de cura com VDRL mensal
Critérios de tratamento adequado:
✓ Uso de penicilina benzatina
✓ Dose adequada à fase da sífilis
✓ Tratamento do parceiro
✓ Início do tratamento > 30 dias antes do parto
✓ Observar queda de titulação do VDRL: queda de
2 titulações em 3 meses e 4 titulações em 6 meses
=>
Rafaella M. Artifon - @rafaartifon
HIV
RASTREIO:
Anti-HIV no 1o e no 3o trimestres + TR na entrada na maternidade
DIAGNÓSTICO DE INFECÇÃO:
Um teste positivo deverá ser submetido a confirmação sorológica, por um novo TR diferente do primeiro (imunoensaio)
ou Western-Blot
ACOMPANHAMENTO DA INFECÇÃO:
➔ Se rastreio positivo ou diagnóstico prévio → coletar carga viral, contagem de CD4 e genotipagem
➔ Se a genotipagem demonstrar mutação para efavirenz (inibidor de transcriptase reversa não análogo do nucleosídeo)
→ substituir por ATV/r (atazanavir + ritonavir)
TARV:
INICIADA NA GESTAÇÃO:
• 1º trimestre: lamivudina + tenofovir + efavirenz
• À partir do 2º trimestre: lamivudina + tenofovir + dolutegravir
⇨ O DTG não é iniciado no 1º trimestre devido a um discreto aumento no risco de defeitos do fechamento do tubo neural
PARA GESTANTES QUE JÁ ESTAVAM EM TRATAMENTO COM CV INDETECTÁVEL → MANTER O ESQUEMA
• Exceção: IG 1000 ou desconhecida
PROFILAXIA DA TRANSMISSÃO VERTICAL
➔ AZT venoso intraparto se CV detectável
➔ Evitar amniotomia, fazer clamp imediato de cordão e banho na sala de parto
HEPATITE B
RASTREIO:
HbsAg trimestral
DIAGNÓSTICO DE INFECÇÃO:
HbsAg positivo + anti-Hbs negativo + anti-Hbc positivo
ACOMPANHAMENTO DA INFECÇÃO:
▪ Encaminhar ao PNAR
▪ Avaliar HbeAg (marcados de replicação viral), carga viral e função hepática
PREVENÇÃO PRIMÁRIA:
▪ Completar calendário vacinal, se necessário, para obter 3 doses
PROFILAXIA DA TRANSMISSÃO VERTICAL:
▪ Clamp imediato de cordão
▪ RN recebe imunoglobulina (nas primeiras 72h) + vacina contra HBV (até a 1a semana)
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TOXOPLASMOSE
RASTREIO: solicitar IgG e IgM trimestrais para as gestantes suscetíveis (IgG negativo)
▪ Os anticorpos IgM são detectados a partir do 7o dia da infecção, podendo negativar em 3-4 meses.
▪ Os anticorpos tipo IgG podem ser detectados em torno de 14 dias da infecção, atingindo pico em 1-2 meses, e podem
permanecer em títulos elevados por toda a vida
DIAGNÓSTICO DE INFECÇÃO:
APÓS CONFIRMAÇÃO DA INFECÇÃO AGUDA → ESPIRAMICINA + RASTREIO DO FETO ➔ Iniciar tratamento da mãe com
espiramicina (1g de 8/8h) → reduz a transmissão vertical
• Toxoplasmose aguda após 16 semanas deve parar o uso da
espiramicina e iniciar o uso do esquema tríplice até realizar
a pesquisa de infecção fetal por meio da amniocentese,
que deve ser feita após 18 semanas.
• Se a pesquisa vier positiva, mantém-se o
esquema tríplice até o parto, sem necessidade de
intercalar com espiramicina. Se a pesquisa vier
negativa, suspende-se o esquema tríplice e
retoma-se a espiramicina.
• Investigação fetal:
• PCR de líquido amniótico (amniocentese)
• Ultrassonografia mensal
• SEM INFECÇÃO FETAL → ESPIRAMICINA
• COM INFECÇÃO FETAL ou não é possível descartar →
SULFADIAZINA, PIRIMETAMINA e ÁCIDO FOLÍNICO
SUPLEMENTAÇÃO
CÁLCIO
• Atualização fevereiro/2025 SUS
• Início da suplementação a partir da 12ª semana de gestação até o parto;
• Dosagem: dois comprimidos diários de carbonato de cálcio (1.250 mg, equivalente a 1.000 mg de cálcio elementar);
• Duas horas de intervalo entre a tomada do cálcio e do sulfato ferroso
Ácido Fólico
• A suplementação deve ser iniciada antes da gestação (cerca de 3 ou 4 meses antes) e mantida no início da gravidez
para prevenir problemas no fechamento do tubo neural do bebê.
• 0,4 mg iniciado 3 meses antes da engravidar e mantido até o final do 1o trimestre (quando ocorre o fechamento do
tubo neural)
• 4-5 mg para mulheres em uso de anticonvulsivantes, diabéticas insulino-dependentes, obesas e
para prevenção secundária de defeitos do tubo neural
FERRO
• Demanda aumentada de ferro → suplementação profilática de 40-60 mg de Fe elementar
• Entre a 20ª semana de IG e 3 meses pós-parto
transmissão
↑ comic o período que+ transmite (3
: tr.) é o menos gravesa Virse-Verso
grovidade
-> ↓ atransmissão
↓ comiG vertical
↳ 18 sim
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de 4meges {
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peson entes
ㆁ
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ITU NA GESTAÇÃO
CISTITE AGUDA → É a infecção do trato urinário baixo, com início agudo de sintomas urinários, como disúria, polaciúria,
incontinência urinária, dor suprapúbica e hematúria.
PIELONEFRITE AGUDA → doença grave que pode cursar com sepse e trabalho de parto prematuro. Caracteriza-se pelo
comprometimento do ureter, da pelve e do parênquima renal. De forma geral, é precedido por sintomas de infecção do trato
urinário inferior. O diagnóstico é feito por bacteriúria acompanhada de sintomas sistêmicos como febre, taquicardia, calafrios,
náusea, vômitos e dor lombar com sinal de Giordano positivo.
ANEMIA NA GESTAÇÃO
É definida como nível de hemoglobina abaixo de 11g/dl no primeiro trimestre, e abaixo de 10,5g/dl no 2º e 3º trimestres.
TRATAMENTO
• Anemia leve a moderada: 200mg/dia de sulfato ferroso, uma hora antes das refeições (2 comprimidos antes do café da
manhã, 2 comprimidos antes do almoço e 1 comprimido antes dojantar), de preferência com suco de frutas cítricas.
• Avaliar a presença de parasitose intestinal e tratá-la;
• Repetir o exame de hemoglobina em 60 dias.
• Anemia grave ou não responsiva — manter pré-natal na APS e, além disso, encaminhar para o pré-natal de alto risco
estratégico. Quando sintomática ou instável, deve ser encaminhada por Vaga Zero para avaliação
ATUALIZAÇÕES
SUPLEMENTAÇÃO DE CÁLCIO EM GESTANTES
Agora recomendado 2 comprimidos de Carbonato de Cálcio 1.250mg ao dia (1.000mg de cálcio elementar) para TODAS AS
GESTANTES, com início na 12ª semana de IG até o parto.
• Antes = somente era ofertado se baixa ingesta ou alto risco de pré-eclâmpsia
• Agora = TODAS
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出 psó da 500myde cálcio puro, entãoda
ㆁ
Sulfato ferroso : zo0mg
Se is lactanteβSuplementação Se amamentar
θatr para
Ferro- Profilático : 40/60my fe elementa> 2
a
trimestre
,
até 3m pós porto
↳normas Hb z11
ou
400may
Ác
. Fólio-Profilático : O,4mg para plefeitos no tubo nural
a 1a3muses antes da
gestação até o parto
~
- Se filho anterior tave/autoconvulsivanteDM = 4 a 5my 을
- Até fechar o di TRI : tubo閎 murol
-3e4: tri : Anemia
musaloblastica