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<p>TESTES IMUNOHEMATOLÓGICOS</p><p>Profª. MSc. Flávia Silva</p><p>• Finalidade: assegurar os melhores resultados</p><p>possíveis de uma transfusão sanguínea, propiciando a</p><p>máxima segurança ao paciente.</p><p>• No ato da doação são realizados:</p><p>✓Centrifugação e inspeção visual da amostra;</p><p>✓Classificação sanguínea ABO/Rh;</p><p>✓Pesquisa de Anticorpos Irregulares (PAI);</p><p>✓Testes sorológicos para evitar a transmissão de</p><p>doenças.</p><p>TIPAGEM ABO</p><p>• Realizado em duas provas: prova direta ou globular</p><p>e prova reversa ou sérica.</p><p>• Prova direta: detecta antígenos na superfície das</p><p>hemácias. Antissoro + hemácias da amostra (doador</p><p>ou receptor).</p><p>• Prova reversa: detecta anticorpos no plasma (soro).</p><p>Hemácias (reagentes) + soro da amostra (doador ou</p><p>receptor).</p><p>• Para a realização dos testes pode ser utilizado: tubos,</p><p>placas de microtitulação (microplaca) ou colunas de</p><p>aglutinação (gel).</p><p>• Prova direta</p><p>• Prova reversa</p><p>TIPAGEM RH</p><p>• É realizada com soro anti-D e Controle do Rh de</p><p>mesmo fabricante.</p><p>• O controle Rh não se destina a identificar</p><p>aglutinação. Portanto, o resultado deverá ser</p><p>negativo. Um resultado positivo deve ser tratado</p><p>como algum problema.</p><p>• Controle Rh Negativo e anti-D positivo:</p><p>demonstra a presença do antígeno.</p><p>• Controle Rh Negativo e anti-D negativo: incubar</p><p>de novo os tubos a 37ºC, pode se tratar de um D fraco.</p><p>• Controle Rh positivo: sempre que o controle der</p><p>positivo está invalidado o resultado da classificação Rh.</p><p>Variação de resultado</p><p>• D Fraco: apresenta uma reação de aglutinação fraca</p><p>ou negativa com anti-soros anti-D.</p><p>• D Parcial: antígenos RhD alterados que diferem</p><p>suficientemente do antígeno RhD normal para</p><p>permitirem a produção de anti-D ou não reagirem com</p><p>alguns anti-D monoclonais.</p><p>PESQUISA DE ANTICORPOS IRREGULARES</p><p>• Anticorpos irregulares são todos os anticorpos outros</p><p>que não os anti-A e anti-B, naturais, encontrados no</p><p>plasma.</p><p>• A PAI tem como finalidade detectar possíveis</p><p>anticorpos clinicamente significativos que</p><p>podem causar reação transfusional imediata ou</p><p>tardia.</p><p>• É realizada testando-se o soro contra hemácias</p><p>tipo O, com fenotipagem conhecida para os mais</p><p>importantes sistemas sanguíneos.</p><p>• PAI geralmente está positivo em pacientes</p><p>politransfundidos e mulheres que tiveram filhos</p><p>e foram sensibilizadas.</p><p>• A metodologia utilizada deve ser suficientemente</p><p>sensível para detectar baixos níveis de anticorpos no</p><p>soro do receptor.</p><p>• Transfusão de hemácias contendo antígeno</p><p>incompatível em um receptor com baixos níveis de</p><p>anticorpo pode resultar em uma rápida produção de</p><p>anticorpos.</p><p>• DiaPanel (11 hemácias teste)</p><p>TESTES PRÉ-TRANSFUSIONAIS</p><p>• Exames na amostra do receptor:</p><p>✓Classificação sanguínea ABO/Rh.</p><p>✓Pesquisa de Anticorpos Irregulares (PAI).</p><p>✓Prova de Compatibilidade.</p><p>• As amostras são coletadas para este fim específico e</p><p>tem a validade de até 72 horas.</p><p>• CONCENTRADOS DE HEMÁCIAS:</p><p>✓Tipagem ABO (direta e reversa) e RhD</p><p>✓Pesquisa de anticorpos antieritrocitários irregulares</p><p>✓Retipagem ABO (direta) e RhD da bolsa</p><p>✓Prova de compatibilidade</p><p>• CONCENTRADOS DE PLAQUETAS:</p><p>✓Tipagem ABO (direta e reversa) e RhD</p><p>✓Pesquisa de anticorpos antieritrocitários irregulares</p><p>• PLASMA E CRIOPRECIPITADO:</p><p>✓Tipagem ABO (direta e reversa) e RhD</p><p>PROVA DE COMPATIBILIDADE</p><p>• Corresponde a avaliação final da compatibilidade ABO</p><p>entre doador e paciente.</p><p>• Plasma (soro) do receptor X Amostra da bolsa</p><p>(hemácias). Prova Indireta.</p><p>• Finalidade: detectar a presença de um anticorpo no</p><p>soro do paciente, que poderá reagir com antígenos nos</p><p>eritrócitos doadores, mas que não foi detectado porque</p><p>o antígeno correspondente estava ausente nas células</p><p>de avaliação.</p><p>Situações de extrema urgência</p><p>• Situações em que o retardo de 15 minutos no início da</p><p>transfusão pode significar risco de vida para o</p><p>paciente.</p><p>• Liberação de sangue total ou de CH sem provas</p><p>cruzadas:</p><p>✓Quadro clínico justificável;</p><p>✓Médico responsável pelo paciente assine termo de</p><p>responsabilidade;</p><p>✓Utilize-se sangue O- preferencialmente.</p><p>EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO</p><p>Slide 1: TESTES IMUNOHEMATOLÓGICOS</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3: TIPAGEM ABO</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11: TIPAGEM RH</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13: Variação de resultado</p><p>Slide 14: PESQUISA DE ANTICORPOS IRREGULARES</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20</p><p>Slide 21: TESTES PRÉ-TRANSFUSIONAIS</p><p>Slide 22</p><p>Slide 23: PROVA DE COMPATIBILIDADE</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25</p><p>Slide 26: Situações de extrema urgência</p><p>Slide 27: EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO</p><p>Slide 28</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30</p>