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<p>TRANSPORTE</p><p>COLETIVO DE</p><p>PASSAGEIROS</p><p>CURSO</p><p>Edição 2022</p><p>LEGISLAÇÃO</p><p>DE TRÂNSITO</p><p>MÓDULO2</p><p>SUMÁRIO</p><p>No formato PDF, clique nos títulos para acessar os conteúdos relacionados.</p><p>SUMÁRIO</p><p>Introdução</p><p>Categorias de habilitação</p><p>Importante</p><p>UNIDADE 1 - CATEGORIA DE HABILITAÇÃO E RELAÇÃO COM OS VEÍCULOS</p><p>CONDUZIDOS</p><p>Documentação do condutor</p><p>Documentação do veículo</p><p>UNIDADE 2 - DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA PARA CONDUTOR E VEÍCULO</p><p>Regras gerais</p><p>Visibilidade da sinalização</p><p>Implantação de sinalização de regulamentação</p><p>Classificação dos sinais de trânsito</p><p>Princípios das sinalizações de trânsito</p><p>Ordem de prevalência da sinalização</p><p>Sinalização vertical</p><p>Categoria A</p><p>Categoria B</p><p>Categoria C</p><p>Categoria D</p><p>Categoria E</p><p>De regulamentação</p><p>De advertência</p><p>De indicação</p><p>Linhas contínuas</p><p>Linhas tracejadas/seccionadas</p><p>Marcas</p><p>Linhas de divisão</p><p>Marcações</p><p>Marcas logitudinais específicas</p><p>Sinalização horizontal</p><p>Dispositivos auxiliares</p><p>Dispositivos luminosos</p><p>Dispositivos temporários</p><p>Sinalização semafórica</p><p>UNIDADE 3 - SINALIZAÇÃO VIÁRIA</p><p>4</p><p>7</p><p>7</p><p>7</p><p>7</p><p>8</p><p>8</p><p>8</p><p>8</p><p>9</p><p>9</p><p>10</p><p>11</p><p>12</p><p>12</p><p>12</p><p>13</p><p>13</p><p>14</p><p>14</p><p>15</p><p>16</p><p>16</p><p>16</p><p>17</p><p>17</p><p>17</p><p>18</p><p>19</p><p>20</p><p>20</p><p>21</p><p>24</p><p>24</p><p>25</p><p>Educativas</p><p>De serviços auxiliares</p><p>De atrativos turísticos</p><p>SUMÁRIOSinalização de obras</p><p>Gestos</p><p>Código de Trânsito Brasileiro</p><p>Infrações</p><p>Crimes de trânsito</p><p>Penalidades</p><p>UNIDADE 4 - INFRAÇÕES, CRIMES DE TRÂNSITO E PENALIDADES</p><p>Normas de circulação</p><p>Regras de ultrapassagem</p><p>Veículos sobre trilhos</p><p>Componentes do trânsito</p><p>Acesso ao lote lindeiro</p><p>Manobras de retorno</p><p>Utilização do farol</p><p>Pisca alerta</p><p>Utilização de buzina</p><p>Frenagem</p><p>Interseções</p><p>Uso de triângulo</p><p>Parada e estacionamento</p><p>Carga e descarga</p><p>Veículos de tração animal</p><p>Motociclistas</p><p>Ciclistas</p><p>Classificação das vias</p><p>Regulamentação de velocidade</p><p>Cinto de segurança</p><p>Classificação das infrações</p><p>Advertência por escrito</p><p>Multa</p><p>Agravamento de infração</p><p>Suspensão do direito de dirigir</p><p>Cassação da carteira nacional de habilitação e da permissão para dirigir</p><p>Curso de reciclagem</p><p>Indicação de intenção</p><p>Cuidado ao abrir a porta do veículo</p><p>Tipos de ciclomotores</p><p>UNIDADE 5 - REGRAS GERAIS DE ESTACIONAMENTO, PARADA, CONDUTA</p><p>E CIRCULAÇÃO</p><p>5</p><p>25</p><p>26</p><p>31</p><p>32</p><p>34</p><p>34</p><p>35</p><p>35</p><p>36</p><p>36</p><p>37</p><p>37</p><p>37</p><p>38</p><p>38</p><p>38</p><p>39</p><p>39</p><p>39</p><p>40</p><p>40</p><p>41</p><p>41</p><p>42</p><p>43</p><p>27</p><p>27</p><p>27</p><p>28</p><p>28</p><p>28</p><p>28</p><p>29</p><p>29</p><p>30</p><p>30</p><p>SUMÁRIO</p><p>ANTT Resolução</p><p>Responsabilidade da empresa transportadora</p><p>Quando em atividade</p><p>Direito e obrigações dos usuários</p><p>Recebimento de valores de fretamento</p><p>Condições legais para prestação de serviço</p><p>Atividade de fretamento</p><p>Licença de viagem para fretamento de viagem ou turístico</p><p>Os passageiros</p><p>Licença de viagem para fretamento contínuo</p><p>Seguro da responsabilidade civil</p><p>Bagagem dos passageiros</p><p>Responsabilidade da autorizatária</p><p>Passageiros</p><p>Motoristas</p><p>Acessibilidade</p><p>Considerações finais</p><p>UNIDADE 6 - LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA</p><p>Emissão de licença de viagem</p><p>Número de passageiros x número de assentos</p><p>Imprevistos</p><p>Preenchimento incorreto</p><p>Fica proibido</p><p>Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida</p><p>Embarque e desembarque de pessoas com deficiência</p><p>Embarque e desembarque em veículos urbanos</p><p>Assentos disponíveis em veículos urbanos</p><p>Substâncias ilícitas</p><p>Introdução</p><p>Exame toxicológico</p><p>Jornada de trabalho</p><p>Tempo de viagem x tempo de descanso</p><p>Responsabilidade do motorista</p><p>ANTT nº 1383/2006</p><p>UNIDADE 7 - RESPONSABILIDADE DO CONDUTOR DE VEÍCULO DE</p><p>TRANSPORTE COLETIVO DE PASSAGEIROS</p><p>6</p><p>44</p><p>44</p><p>45</p><p>45</p><p>48</p><p>48</p><p>48</p><p>49</p><p>49</p><p>49</p><p>49</p><p>50</p><p>50</p><p>50</p><p>51</p><p>51</p><p>51</p><p>52</p><p>52</p><p>52</p><p>53</p><p>53</p><p>53</p><p>54</p><p>55</p><p>55</p><p>57</p><p>57</p><p>57</p><p>57</p><p>58</p><p>58</p><p>58</p><p>Unidade 1</p><p>Introdução</p><p>Você poderá conduzir veículos auto-</p><p>motores e elétricos de duas ou três</p><p>rodas, com ou sem carro lateral.</p><p>O objetivo da legislação de trânsito é</p><p>proporcionar instrumentos e condições</p><p>para que a circulação de bens e pessoas,</p><p>em todo o País, ocorra dentro dos</p><p>padrões de acessibilidade, segurança,</p><p>racionalidade, eficiência, fluidez e mobi-</p><p>lidade, condizentes e coerentes com</p><p>uma sociedade civilizada e desenvolvida,</p><p>como a nossa.</p><p>A legislação de trânsito constitui uma</p><p>série de condições para exercer a</p><p>atividade de condutor de veículo de</p><p>Transporte Coletivo de Passageiros, as</p><p>quais serão apresentadas a seguir.</p><p>Categorias de habilitação</p><p>Categoria A</p><p>Você poderá conduzir veículos</p><p>auto motores e elétricos de quatro rodas,</p><p>cujo peso bruto total não exceda a 3,5</p><p>toneladas e cuja lotação não seja superior</p><p>a oito lugares, sem contar o do motorista,</p><p>contemplando a combinação de unidade</p><p>acoplada, reboque, semirreboque ou</p><p>articulada, desde que atenda a lotação</p><p>e a capacidade de peso para a categoria.</p><p>Categoria B</p><p>A Carteira Nacional de Habilitação (CNH)</p><p>é um requisito para o profissional da área</p><p>de transporte coletivo de passageiro.</p><p>O documento é exigido em contratações</p><p>para empresas de diversos segmentos,</p><p>������������</p><p>���������������������</p><p>���������</p><p>�����</p><p>�����</p><p>�����	�	�	�	�	�	�	�	�	�	�	�	�</p><p>como serviços de entrega em domicílio,</p><p>manobristas de hotéis, caminhoneiros,</p><p>motoristas aplicativos, transporte rodo-</p><p>viário transporte coletivo entre outros.</p><p>A CNH tem cem sendo exigida até</p><p>mesmo aos candidatos de funções</p><p>administrativas e comerciais.</p><p>Ao estar devidamente habilitado, um</p><p>leque de possibilidades profissionais</p><p>pode se abrir para você.</p><p>Para cada modalidade de serviço de</p><p>transporte existe uma categoria espe-</p><p>cífica de CNH, portanto, há diferentes</p><p>etapas para obter a habilitação em cada</p><p>categoria.</p><p>O art. 143, do Código de Trânsito Brasileiro</p><p>estabelece que os candidatos à CNH</p><p>podem se habilitar nas categorias de “A”</p><p>a “E”.</p><p>7</p><p>É permitido ao condutor habilitado nesta</p><p>categoria conduzir todos os veículos</p><p>automotores e elétricos utilizados em</p><p>transporte de carga, cujo peso bruto total</p><p>exceda a 3,5 toneladas e todos os veículos</p><p>abrangidos pela categoria “B”.</p><p>Categoria C</p><p>Você poderá conduzir veículos</p><p>automotores e elétricos utilizados no</p><p>transporte de passageiros, cuja lotação</p><p>exceda a oito lugares e todos os veículos</p><p>abrangidos nas categorias “B” e “C”.</p><p>Categoria D</p><p>O condutor habilitado nesta categoria</p><p>poderá conduzir a combinação de</p><p>veículos automotores e elétricos, em</p><p>que a unidade tratora se enquadre nas</p><p>categorias “B”, “C” ou “D”; cuja unidade</p><p>acoplada - reboque, semirreboque, trailer</p><p>ou articulada tenha 6.000 kg ou mais de</p><p>peso bruto total, ou cuja lotação exceda</p><p>a 8 lugares.</p><p>Categoria E</p><p>Ao candidato considerado apto nas</p><p>categorias “A”, “B” ou “A” e “B”, será</p><p>conferida a Permissão para Dirigir com</p><p>validade de um ano e, ao término dessa,</p><p>o condutor poderá solicitar a CNH.</p><p>A CNH “definitiva” será concedida aos</p><p>candidatos desde que tenha cumprido</p><p>o disposto no § 3o do art. 148 do CTB:</p><p>A Carteira Nacional de Habilitação será</p><p>conferida ao condutor no término de um</p><p>ano, desde que o mesmo não tenha</p><p>cometido nenhuma infração de natureza</p><p>grave ou gravíssima, ou seja reincidente</p><p>em infração média.</p><p>Importante</p><p>8</p><p>Unidade 2</p><p>Documentação do condutor</p><p>Além desses documentos, também</p><p>existem outros documentos exigidos</p><p>para os veículos de Transporte Coletivo</p><p>de Passageiros, os quais iremos abordar</p><p>quando falarmos da legislação específica.</p><p>Os condutores de veículos automotores</p><p>devem, obrigatoriamente, portar a CNH,</p><p>em original, podendo ser ela na forma</p><p>física ou digital na ocasião que</p><p>conduzirem um veículo automotor.</p><p>A Resolução 884/2017 do Contran, desde</p><p>fevereiro de 2018, diz que o DETRAN</p><p>também podem emitir a CNH eletrônica.</p><p>“Art. 2º. Sempre que for obrigatória a</p><p>aprovação em curso especializado, o</p><p>condutor deverá portar sua comprovação</p><p>até que essa informação seja registrada</p><p>no RENACH, nos termos do § 4º do art. 27</p><p>da Resolução do CONTRAN nº 789, de 18</p><p>de junho de 2020."</p><p>Documentação do veículo</p><p>É obrigatório portar o CRLV (Certificado</p><p>de Registro e Licenciamento de Veículo),</p><p>pois ele comprova que o veículo está</p><p>licenciado para trafegar. Esse documento</p><p>deve estar no original.</p><p>��������������������</p><p>���������������</p><p>��</p><p>�����	�	�	�	�	�	�	�	�	�	�	�	�	�	�	�	�</p><p>De acordo com a Lei 13.281/16, em vigor</p><p>desde novembro de 2016, em havendo</p><p>possibilidade o agente pode verificar a</p><p>situação do documento do veículo via</p><p>sistema.</p><p>9</p><p>Unidade 3</p><p>Regras gerais</p><p>A implementação de publicidade ou</p><p>de quaisquer outdoors, luminosos,</p><p>legendas ou</p><p>CRLV;</p><p>Apólice do seguro;</p><p>Certificado de Segurança Veicular(CSV).</p><p>48</p><p>Licença de viagem para</p><p>fretamento de viagem</p><p>ou turístico</p><p>É necessário que se tenha a autorização</p><p>(licença) para a prestação de serviço para</p><p>o transporte antes do inicio da viagem.</p><p>O mesmo será expedido pela autoritária,</p><p>em sistema disponível pela ANTT.</p><p>A resolução informa que minimamente</p><p>deverá conter na licença de viagem.</p><p>É necessário que se encontre os dados</p><p>da autorizatária contratada, os dados</p><p>do contratante, dados da nota fiscal,</p><p>dados do veículo e do motorista, além</p><p>de roteiros de viagem e locais de</p><p>embarques e desembarque.</p><p>Também é preciso informar os horários</p><p>e datas previstas de saída e chegada</p><p>e a relação de passageiros em caso de</p><p>viagens internacionais, bem como os</p><p>pontos de fronteiras a serem utilizados.</p><p>Emissão de licença de viagem</p><p>O artigo 33 aponta o seguinte texto:</p><p>Art. 33. Na emissão da licença de viagem,</p><p>para indicação dos horários de viagem,</p><p>deverá ser considerado:</p><p>I - Tempo de deslocamento entre os</p><p>pontos de origem e destino, calculado</p><p>considerando-se a distância total per-</p><p>corrida em circuito fechado e velocidade</p><p>média considerada pela ANTT; e</p><p>II - Tempo para descanso e refeições</p><p>durante a viagem, conforme estabelecido</p><p>pela ANTT.</p><p>Número de passageiros x número</p><p>de assentos</p><p>existentes no veículo, salvo as crianças</p><p>de colo.</p><p>Veículos que não tenham assentos</p><p>suficientes para os passageiros não</p><p>terão as licenças de viagem expedidas.</p><p>Será considerado criança de colo aquelas</p><p>com até 6 (seis) anos incompletos e será</p><p>permitido uma criança por responsável.</p><p>Imprevistos</p><p>Como imprevistos podem vir a acontecer,</p><p>caso seja necessário ser feita alguma</p><p>alteração após o inicio da viagem, essas</p><p>deverão ser solicitadas em sistema dispo-</p><p>nibilizado pela ANTT, que serão aceitas</p><p>nas seguintes situações:</p><p>I - Substituição do veículo em caso de</p><p>avaria ou acidente, que impeça a conti-</p><p>nuidade da viagem;</p><p>II - Alteração das datas;</p><p>III - Alteração do roteiro de viagem; e</p><p>IV - Cancelamento de licença de viagem.</p><p>JAMAIS SE ARRISQUE A</p><p>TRANSPOSTAR PESSOAS</p><p>ALÉM DA CAPACIDADE!</p><p>O número de passageiros deve ser</p><p>49</p><p>Os passageiros</p><p>É necessário que se tenha uma lista</p><p>completa com os nomes dos passageiros,</p><p>porém não é somente o nome. Deverá</p><p>ter no mínimo nome, um sobrenome,</p><p>numero do documento e identificação e</p><p>o órgão emissor de todos os passageiros.</p><p>A lista autorizada poderá ter uma</p><p>modificação de somente 20% dos pas-</p><p>sageiros indicados inicialmente. Para</p><p>esta alteração, as informações do</p><p>passageiro deverão ser nome, sobrenome</p><p>e documento de identificação.</p><p>Licença de viagem para</p><p>fretamento contínuo</p><p>Para este tipo de atividade, é necessário</p><p>solicitar à ANTT a licença para prestação</p><p>de serviço.</p><p>Art. 40. Para que a licença seja concedida,</p><p>a autorizatária deverá apresentar os</p><p>seguintes documentos:</p><p>I - requerimento assinado pelo represent-</p><p>ante legal da autorizatária;</p><p>II - contrato de prestação do serviço sob o</p><p>regime de fretamento contínuo, constan-</p><p>do obrigatoriamente:</p><p>Preenchimento incorreto</p><p>Art. 36 - §3º O preenchimento incorreto</p><p>de até duas das informações relativas a</p><p>um passageiro será considerado correção</p><p>e não será contabilizado como inclusão</p><p>ou substituição.</p><p>§4º As inclusões, substituições e correções</p><p>devem ser escritas de forma manual, em</p><p>letra legível, nos espaços reservados da</p><p>relação de passageiros impressa, antes</p><p>da saída do veículo de cada ponto de</p><p>embarque do estado de origem.</p><p>a) qualificação completa do contratante,</p><p>do contratado e dos respectivos repre-</p><p>sentantes legais;</p><p>b) objeto do contrato compatível com o</p><p>serviço prestado;</p><p>c) categoria de usuários a serem trans-</p><p>portados, em consonância com o estabe-</p><p>lecido pelo inciso VIII, do art.3º;</p><p>d) itinerário, frequência e horários das</p><p>viagens;</p><p>e) preço acordado para a prestação do</p><p>serviço;</p><p>f) prazo de prestação do serviço; e</p><p>g) cláusula indicando que o serviço</p><p>deverá obedecer aos normativos da ANTT.</p><p>III - documento comprobatório da legiti-</p><p>midade e competência do signatário da</p><p>contratante; e</p><p>IV - relação de passageiros que serão</p><p>transportados, contendo a identificação</p><p>dos passageiros e a assinatura do repre-</p><p>sentante legal da contratante.</p><p>OBS.: A licença de viagem de fretamento</p><p>contínuo terá vigência de até 12 meses,</p><p>podendo ser prorrogada mediante solici-</p><p>tação da autorizatária, podendo ser</p><p>prorrogada.</p><p>50</p><p>Seguro da responsabilidade</p><p>civil</p><p>A resolução nº 477/2015 aponta sobre o</p><p>seguro da responsabilidade civil.</p><p>O artigo 44 descreve a seguinte situação:</p><p>Art. 44. O usuário do serviço deverá estar</p><p>obrigatoriamente garantido por seguro</p><p>de responsabilidade civil para o veículo</p><p>destinado à prestação do serviço, emitido</p><p>em nome da autorizatária, com vigência</p><p>durante toda a viagem.</p><p>E o parágrafo único salienta:</p><p>Parágrafo único. O seguro estabelecido</p><p>no caput não substitui nem se confunde</p><p>com o seguro obrigatório de Danos</p><p>Pessoais Causados por Veículos Auto-</p><p>motores de Via Terrestre – DPVAT.</p><p>Bagagem dos passageiros</p><p>Todos os passageiros, ou a maioria deles,</p><p>quando em viagem levam suas bagagens.</p><p>Essas devem estar devidamente etique-</p><p>tadas e vinculadas ao seu dono.</p><p>A regra para a identificação desta baga-</p><p>gem consta no artigo 48 desta resolução:</p><p>Art. 48. O controle de identificação da</p><p>bagagem transportada no bagageiro</p><p>será feito por meio de tíquete de baga-</p><p>gem fornecido pela autorizatária em 3</p><p>vias, sendo a primeira fixada à bagagem,</p><p>a segunda destinada ao passageiro e</p><p>terceira anexada à relação de passageiros.</p><p>OBS.: As bagagens não identificadas são</p><p>de responsabilidade da autorizatária!</p><p>Responsabilidade da</p><p>autorizatária</p><p>É de responsabilidade da autorizatária</p><p>caracterizar o veículo com sua identifi-</p><p>cação, e quando por motivo de venda</p><p>ou arrendamento providenciar a desca-</p><p>racterização.</p><p>Também fica incumbida de zelar pelas</p><p>condições de higiene, segurança e con-</p><p>forto dos veículos utilizados.</p><p>Prestar assistência aos passageiros,</p><p>como alimentação e hospedagem em</p><p>casos onde a viagem seja interrompida</p><p>sem possibilidade de continuidade.</p><p>Realizar a identificação dos passageiros</p><p>de forma regulamentar.</p><p>Fica por responsabilidade da autorizatária</p><p>prestar imediata assistência em caso</p><p>de acidente de trânsito ou até mesmo</p><p>assalto ou ocorrências envolvendo</p><p>o veículo, caso situações como essa</p><p>venham a acontecer.</p><p>51</p><p>A autorizatária é responsável pela</p><p>segurança da operação e pela adequada</p><p>manutenção, conservação e preservação</p><p>das características técnicas dos veículos.</p><p>Passageiros</p><p>Em relação aos passageiros que utilizam</p><p>o serviço de Transporte Coletivo, é dever</p><p>do motorista, auxilia-los no embarque e</p><p>desembarque de crianças, pessoas idosas</p><p>ou com dificuldade de locomoção.</p><p>Ainda prestar a fiscalização e os esclare-</p><p>cimentos que lhe forem solicitados.</p><p>Motoristas</p><p>Em relação as atividades que são perti-</p><p>nentes aos motoristas, o artigo 62 da</p><p>resolução informa o que não poderá ser</p><p>feito:</p><p>I - movimentar o veículo sem que estejam</p><p>fechadas as portas e as saídas de emer-</p><p>gência;</p><p>II - fumar, quando em atendimento</p><p>ao público;</p><p>III - apresentar sinais de alteração da</p><p>capacidade psicomotora, decorrentes do</p><p>consumo de álcool ou outra substância</p><p>psicoativa, nos limites estabelecidos pelo</p><p>órgão competente;</p><p>Fica proibido</p><p>Entre as responsabilidades para o trans-</p><p>porte coletivo de passageiros, conforme</p><p>a resolução nº 4777/2015 em seu artigo 61,</p><p>fica proibido:</p><p>I - praticar a venda e emissão de bilhete</p><p>de passagem;</p><p>II - transportar pessoas não relacionadas</p><p>na lista de passageiros;</p><p>III - transportar passageiros em apenas</p><p>parte do itinerário registrado, salvo nos</p><p>casos previstos;</p><p>IV - transportar pessoas em pé, salvo no</p><p>caso de prestação de socorro, em decor-</p><p>rência de acidente ou avaria no veículo;</p><p>V - utilizar-se de terminais rodoviários</p><p>destinados exclusivamente à prestação</p><p>de serviço de transporte rodoviário</p><p>regular de passageiros;</p><p>VI - executar serviço de transporte rodo-</p><p>viário de passageiros que não seja objeto</p><p>da autorização;</p><p>VII - utilizar motorista sem o devido</p><p>vínculo empregatício com a autorizatária;</p><p>VIII - executar o serviço de transporte de</p><p>encomendas; e</p><p>IX - transportar produtos que configurem</p><p>tráfico de drogas e de entorpecentes,</p><p>contrabando ou descaminho.</p><p>52</p><p>IV - se afastar do veículo quando do</p><p>embarque e desembarque de passa-</p><p>geiros; e</p><p>V - retardar o horário de partida da</p><p>viagem, sem a concordância do contra-</p><p>tante.</p><p>Acessibilidade</p><p>Como vivemos em um mundo em busca</p><p>da inclusão de todos os indivíduos, na</p><p>esfera do transporte não é diferente.</p><p>A resolução nº 3871/2012 estabelece</p><p>os procedimentos que asseguram as</p><p>condições de acessibilidade as pessoas</p><p>com deficiência e/ou mobilidade reduzida,</p><p>no que diz respeito aos serviços de trans-</p><p>porte rodoviário.</p><p>Pessoas com deficiência ou</p><p>mobilidade reduzida</p><p>As pessoas com deficiência ou com</p><p>mobilidade reduzida deverão ter</p><p>assegurados pelas transportadoras</p><p>os seguintes serviços:</p><p>Embarque e desembarque</p><p>de pessoas com deficiência</p><p>É de responsabilidade das transportado-</p><p>ras garantir o embarque e desembarque</p><p>de pessoas com deficiência ou com</p><p>mobilidade reduzida.</p><p>Para tanto é importante que algumas</p><p>medidas sejam tomadas. E essas medidas</p><p>estão previstas na resolução nº 3871/2012</p><p>em seu artigo 5º:</p><p>I - passagem em nível da plataforma de</p><p>II - adotar, no âmbito de suas competên-</p><p>cias, as providências necessárias para as-</p><p>segurar instalações e serviços acessíveis;</p><p>II - providenciar os recursos materiais, e</p><p>pessoal qualificado para prestar atendi-</p><p>mento prioritário;</p><p>III - divulgar, em local de fácil visualização,</p><p>o direito a atendimento prioritário de pes-</p><p>soas com deficiência ou com mobilidade</p><p>reduzida;</p><p>IV - proceder à adequação de todos os</p><p>sistemas de informações destinados ao</p><p>atendimento de pessoas com deficiência,</p><p>inclusive auditiva ou visual, garantindo-</p><p>lhes condições de acessibilidade;</p><p>V - dispor de veículos equipados com</p><p>dispositivos sonoros ou visuais, facilmente</p><p>identificáveis e acessíveis, junto a todos</p><p>os assentos reservados preferencialmente</p><p>a passageiros com deficiência ou com</p><p>mobilidade reduzida, que permitam a</p><p>sinalização de necessidade de atendi-</p><p>mento ao condutor do veículo; e</p><p>VI - manter acessível sítio eletrônico que</p><p>possua, contendo, nas respectivas pági-</p><p>nas de entrada, o símbolo que represente</p><p>a acessibilidade na rede mundial de</p><p>computadores - internet.</p><p>53</p><p>embarque e desembarque do terminal</p><p>(ou ponto de parada) para o salão de</p><p>passageiros;</p><p>II - dispositivo de acesso instalado no</p><p>veículo, interligando este com a plata-</p><p>forma;</p><p>III - dispositivo de acesso instalado na</p><p>plataforma de embarque, interligando-a</p><p>ao veículo;</p><p>IV - rampa móvel colocada entre veículo</p><p>e plataforma;</p><p>V - plataforma elevatória; ou</p><p>VI - cadeira de transbordo.</p><p>Ainda, em seu parágrafo único, a reso-</p><p>lução coloca que:</p><p>Os passageiros portadores de deficiência</p><p>ou com mobilidade reduzida deverão ter</p><p>acesso aos seus equipamentos e ajudas</p><p>técnicas nos locais de embarque e</p><p>desembarque de passageiros e em todos</p><p>os pontos intermediários de parada,</p><p>entre a origem e o destino das viagens.</p><p>Embarque e desembarque</p><p>em veículos urbanos</p><p>As transportadoras com veículos de</p><p>características urbanas, garantirão o</p><p>embarque e desembarque de pessoas</p><p>com deficiência ou com a mobilidade</p><p>reduzida, devendo seus veículos pos-</p><p>suírem conforme prevê a legislação, as</p><p>seguintes características:</p><p>I - piso baixo;</p><p>II - piso alto com acesso realizado por</p><p>plataforma de embarque/desembarque;</p><p>ou</p><p>III - piso alto equipado com plataforma</p><p>elevatória veicular.</p><p>Também fica obrigatório as transporta-</p><p>doras que em todos os pontos de vendas,</p><p>próprios ou terceirizados localizados ou</p><p>não em terminais rodoviários, pelo menos</p><p>um balcão de atendimento adequado</p><p>as normas técnicas de acessibilidade da</p><p>ABNT.</p><p>No que diz respeito aos cadeirantes,</p><p>as transportadoras devem disponibilizar</p><p>em local de fácil acesso a cadeira de</p><p>transbordo nos terminais de embarque</p><p>e desembarque.</p><p>54</p><p>Nesta unidade falamos sobre as</p><p>categorias das habilitações que se</p><p>definem em A, B, C, D e E. Nelas estão</p><p>categorizados os veículos que podem</p><p>ser conduzidos.</p><p>Falamos sobre as sinalizações e seus</p><p>grupos: vertical e horizontal, luminosas</p><p>e sonoras, dispositivos auxiliares, sonoros</p><p>e gestos da autoridade de trânsito e do</p><p>condutor. Nesta situação também temos</p><p>a prevalência da sinalização conforme o</p><p>artigo 80 do CTB.</p><p>Ordem de prevalência da sinalização:</p><p>A sinalização de regulamentação tem</p><p>por finalidade: proibição, obrigações e/ou</p><p>restrições em relação ao uso da via.</p><p>Já a sinalização de advertência, como</p><p>o próprio nome diz, ela está na via para</p><p>advertir os condutores a possíveis</p><p>situações que podem se apresentar</p><p>ao longo do percurso.</p><p>No grupo de sinalização horizontal,</p><p>temos as linhas colocadas no pavimento</p><p>e que são identificadas da seguinte</p><p>forma: marcas longitudinais, marcas</p><p>transversais, marcas de canalização,</p><p>marcas de delimitação e controle de</p><p>estacionamento e/ou parada e inscrições</p><p>no pavimento.</p><p>Considerações finais</p><p>As ordens do agente de trânsito</p><p>prevalecem sobre as normas de</p><p>circulação e outros sinais;</p><p>As indicações do semáforo prevalecem</p><p>sobre os demais sinais;</p><p>As indicações dos sinais prevalecem</p><p>sobre as demais normas de trânsito.</p><p>Assentos disponíveis em veículos</p><p>urbanos</p><p>Em relação aos veículos com caracterís-</p><p>ticas urbanas, devem ter pelo menos 10%</p><p>(dez por cento) dos assentos disponíveis</p><p>destinados a pessoas com deficiência ou</p><p>mobilidade reduzida, sendo esses identi-</p><p>ficados e sinalizados próximos à porta.</p><p>55</p><p>As sinalizações luminosas, tanto para</p><p>pedestres como para veículos, compõe-</p><p>se de indicações luminosas, acionadas</p><p>alternada ou intermitentemente através</p><p>de sistema elétrico/eletrônico, cuja função</p><p>é controlar os deslocamentos.</p><p>O grupo de sinalização temporário, que</p><p>tem como características a cor laranja,</p><p>será colocado na via sempre que precisar</p><p>orientar os condutores sobre caminhos</p><p>alternativos, áreas isoladas ou para</p><p>manter a fluidez do trânsito, entre outros.</p><p>Os gestos e os sinais sonoros emanados</p><p>pela autoridade de trânsito,</p><p>sempre devem ser</p><p>utilizados em conjunto.</p><p>Já o condutor poderá</p><p>fazer uso dos gestos,</p><p>para complementar</p><p>a sua intenção no trânsito.</p><p>Neste capítulo também falamos sobre</p><p>as classificações das infrações, conforme</p><p>a sua gravidade e valor que será atribuído</p><p>a essas infrações.</p><p>Relembrando: temos as naturezas das</p><p>infrações, sendo elas gravíssimas, graves,</p><p>médias ou leves, atribuindo respectiva-</p><p>mente ao prontuário do condutor 7, 5, 4</p><p>e 3 pontos.</p><p>As infrações podem ser punidas tanto</p><p>com multas como por advertência por</p><p>escrito, suspensão do direito de dirigir,</p><p>cassação ds CNH ou da permissão e</p><p>frequência obrigatória em curso de</p><p>reciclagem.</p><p>Nesta parte também falamos sobre os</p><p>crimes de trânsito em que o condutor</p><p>poderá ser enquadrado.</p><p>Explicou-se quais são as responsabilida-</p><p>des, direitos e obrigações dos motoristas</p><p>de Transporte Coletivo de Passageiros,</p><p>bem como estes devem atender os</p><p>passageiros e quais as necessidades</p><p>específicas das pessoas que possuem</p><p>algum tipo de deficiência, para que todos</p><p>possam fazer uso do transporte coletivo</p><p>sem dificuldades ou julgamentos.</p><p>Importante lembrar sobre a necessidade</p><p>de assentos disponíveis para essas</p><p>pessoas.</p><p>A legislação específica salienta sobre as</p><p>bagagens dos passageiros e a importân-</p><p>cia dessas estarem relacionadas aos</p><p>passageiros e, ainda, explica sobre a</p><p>jornada de trabalha, descanso e</p><p>remuneração dos motoristas profissionais.</p><p>É importante que você esteja sempre</p><p>atento para que possa cumprir com suas</p><p>obrigações e possa também saber de</p><p>seus direitos.</p><p>56</p><p>Unidade 7</p><p>Introdução</p><p>Exame toxicológico</p><p>É importante que o condutor que</p><p>possui carteira assinada e que trabalha</p><p>em regime de CLT fique atento às regras</p><p>da empresa e o ao que tange a Lei nº</p><p>13.103/2015 (lei do motorista) em relação</p><p>a tempo de descanso.</p><p>Conforme as regras da Direção Defensiva,</p><p>o condutor precisa estar atento as neces-</p><p>sidades fisiológicas, para que seu</p><p>organismo esteja em condições de</p><p>conduzir de forma segura, e seguindo</p><p>a regulamentação tanto de Trânsito</p><p>como da empresa!</p><p>Substâncias ilícitas</p><p>Você, como condutor, é responsável</p><p>pelas vidas</p><p>que transporta em seu veículo,</p><p>por isso é essencial estar sempre em sua</p><p>melhor condição física.</p><p>Substâncias químicas fazem com que</p><p>sua capacidade cognitiva fique diminuída,</p><p>seus reflexos defasados e consequente-</p><p>mente a segurança no trânsito compro-</p><p>metida.</p><p>Além das condições seguras na direção,</p><p>é de responsabilidade do condutor de</p><p>transporte coletivo de passageiros estar</p><p>com seu exame toxicológico em dia, pois</p><p>este é um requisito para poder exercer</p><p>a sua função.</p><p>Jornada de trabalho</p><p>Fique atento: a jornada de trabalho será</p><p>de 8 horas, podendo exceder no máximo</p><p>em duas horas extraordinárias.</p><p>É importante que os intervalos sejam</p><p>cumpridos.</p><p>Será considerado tempo de trabalho</p><p>quando o condutor estiver à disposição</p><p>do empregador.</p><p>Quando em trabalho noturno, deverá ser</p><p>�����������������</p><p>��������������</p><p>��</p><p>������������������</p><p>�����������</p><p>������������	�	�	�	�	�	�	�	�	�	�	�</p><p>Também é de responsabilidade do</p><p>condutor fazer parte do programa de</p><p>controle de uso de droga e de bebida</p><p>alcoólica instituído pelo empregador,</p><p>com sua ampla ciência, pelo menos uma</p><p>vez a cada 2 (dois) anos e 6 (seis) meses,</p><p>podendo ser utilizado para esse fim</p><p>o exame obrigatório previsto na Lei nº</p><p>9.503/1997 (CTB), desde que realizado</p><p>nos últimos 60 (sessenta) dias.</p><p>57</p><p>Responsabilidade do motorista</p><p>Tempo de viagem x tempo de</p><p>descanso</p><p>O motorista de Transporte Coletivo de</p><p>Passageiros deverá ser responsável pelas</p><p>seguintes situações:</p><p>Caso a empresa não forneça local para</p><p>o devido repouso, quando as viagens</p><p>forem maiores de 7 dias, o condutor terá</p><p>o direito de repouso semanal de 24 (vinte</p><p>e quatro) horas por semana ou fração</p><p>trabalhada, sem prejuízo do intervalo de</p><p>repouso diário de 11 (onze) horas, totali-</p><p>zando 35 (trinta e cinco) horas, usufruído</p><p>no retorno do motorista à base (matriz</p><p>ou filial) ou ao seu domicílio.</p><p>ANTT nº 1383/2006</p><p>Levando em consideração a Lei nº</p><p>1383/2006 da ANTT, a lei dispõe sobre</p><p>os direitos e deveres a serem cumpridos</p><p>tanto como pelo empregado como pelo</p><p>empregador, regulamentando o serviço</p><p>de Transporte Coletivo de Passageiros,</p><p>sendo ele interestadual ou internacional.</p><p>O condutor deve ficar atento aos seus</p><p>direitos e deveres em relação ao exercício</p><p>de sua função.</p><p>acrescido uma porcentagem de 20%</p><p>sobre a hora diurna, conforme firmado</p><p>pela CLT.</p><p>Quando em viagem de longa distância</p><p>ou viagens em que o condutor perma-</p><p>neça por mais de 24h fora da base da</p><p>empresa, sendo matriz ou filial, este</p><p>poderá descansar em alojamento do</p><p>empregador.</p><p>As horas de descanso previstas em lei:</p><p>no período de 24 horas, são asseguradas</p><p>11 horas de descanso.</p><p>Registro instantâneo inalterável de</p><p>velocidade/ tempo;</p><p>Rastreadores ou sistema de eletrônicos;</p><p>Listagem com nome e sobrenome dos</p><p>passageiros;</p><p>Cumprir o itinerário e estar em</p><p>ondições de conduzir o veículo;</p><p>Prestar atendimento de qualidade a</p><p>todos os usuários.</p><p>Informações contidas no diário de</p><p>bordo;</p><p>Estar atento às condições do veículo;</p><p>Essas responsabilidades precisam</p><p>ser cumpridas até que o veículo</p><p>retorne à base.</p><p>58</p><p>https://ead.bludata.net/�</p><p>+55 (47) 2123-4000</p><p>contato@bludata.com.br�</p><p>TRANSPORTE</p><p>COLETIVO DE</p><p>PASSAGEIROS</p><p>CURSO</p><p>símbolos ao longo da</p><p>vias condiciona-se à prévia aprovação</p><p>do órgão ou entidade com circunscrição</p><p>sobre a via (art. 83).</p><p>O órgão ou entidade de trânsito com</p><p>circunscrição sobre a via pode retirar</p><p>ou determinar a imediata retirada de</p><p>qualquer elemento que prejudique</p><p>a visibilidade da sinalização viária e</p><p>a segurança do trânsito, com ônus</p><p>para quem o tenha colocado (art. 84).</p><p>Sinalização é o conjunto de sinais de</p><p>trânsito e dispositivos de segurança</p><p>colocados na via pública com o objetivo</p><p>de garantir sua utilização adequada,</p><p>possibilitando melhor fluidez no trânsito</p><p>e maior segurança dos veículos e</p><p>pedestres que nela circulam.</p><p>Sempre que necessário, será colocada</p><p>ao longo da via, sinalização de trânsito</p><p>destinada a condutores e pedestres, de</p><p>acordo com as normas estabelecidas no</p><p>CTB e na legislação complementar</p><p>(art. 80).</p><p>Fica proibida a utilização de sinalização</p><p>que não esteja prevista no CTB e na</p><p>legislação complementar, exceto quando</p><p>autorizada pelo Contran, em caráter</p><p>experimental e por período previamente</p><p>determinado (art. 80, § 2º).</p><p>������</p><p>������������	�	�	�	�	 A sinalização deve ser implantada em</p><p>posição e condições que a tornem</p><p>perfeitamente visível e legível durante</p><p>o dia e a noite, em distância compatível</p><p>com a segurança do trânsito, conforme</p><p>normas e especificações do Contran</p><p>(art. 80 § 1º).</p><p>Não deverão ser aplicadas as sanções</p><p>previstas no CTB por inobservância à</p><p>sinalização quando esta for insuficiente</p><p>ou incorreta (art. 90).</p><p>O órgão ou entidade de trânsito com</p><p>circunscrição sobre a via é responsável</p><p>pela implantação da sinalização,</p><p>respondendo pela sua falta, insuficiência</p><p>ou incorreta colocação (art. 90, § 1º).</p><p>10</p><p>Visibilidade da sinalização Em relação as vias pavimentadas,</p><p>nenhuma delas poderá ser entregue</p><p>após sua construção, ou reaberta ao</p><p>trânsito após a realização de obras,</p><p>enquanto não estiver devidamente</p><p>sinalizada tanto na forma vertical como</p><p>de forma horizontal, afim de garantir</p><p>ss condições adequadas de segurança</p><p>na circulação, conforme o art. 88 do CTB.</p><p>É importante que o condutor esteja</p><p>atento aos locais da via onde existam</p><p>obras, nesses trechos deverão ser</p><p>afixadas sinalizações específicas e</p><p>adequadas, como cones alaranjados,</p><p>tapumes, etc, conforme art. 88, parágrafo</p><p>único.</p><p>O artigo 81 do CTB prevê:</p><p>Nas vias públicas e nos imóveis é</p><p>proibido colocar luzes, publicidade,</p><p>inscrições, vegetação e mobiliário</p><p>que possam gerar confusão, interferir</p><p>na visibilidade da sinalização e compro-</p><p>meter a segurança do trânsito. Da</p><p>mesma forma, é proibido afixar sobre</p><p>a sinalização de trânsito e respectivos</p><p>suportes, ou junto a ambos, qualque</p><p>tipo de publicidade, inscrições, legendas</p><p>e símbolos que não se relacionem com</p><p>a mensagem da sinalização.</p><p>Para as sinalizações de postos de</p><p>combustíveis, oficinas, estacionamento,</p><p>garagens de uso coletivo, estes deverão</p><p>ter suas entradas e saídas devidamente</p><p>sinalizadas, para que possa ser identifi-</p><p>cada de forma que o condutor possa ter</p><p>tempo de tomar as ações necessárias em</p><p>tempo hábil. De acordo com o disposto</p><p>na Resolução Contran nº 38 de 21 de maio</p><p>de 1998 e demais atualizações pertinentes.</p><p>11</p><p>Classificação dos sinais</p><p>de trânsito</p><p>Sinais de trânsito são elementos de</p><p>sinalização viária que se utilizam de</p><p>placas, marcas viárias, equipamentos</p><p>de controle luminosos, dispositivos</p><p>auxiliares, apitos e gestos, destinados</p><p>exclusivamente a ordenar ou dirigir o</p><p>trânsito dos veículos e pedestres.</p><p>Os sinais de trânsito, de acordo com</p><p>sua função:</p><p>Princípios das sinalizações</p><p>de trânsito</p><p>Para que se faça valer de forma completa</p><p>quanto a aplicação das sanções previstas</p><p>no CTB, a sinalização deve respeitar os</p><p>seguintes princípios:</p><p>Nas vias internas pertencentes a</p><p>condomínios constituídos por unidades</p><p>autônomas, a sinalização de regulamen-</p><p>tação da via será implantada e mantida</p><p>às expensas do condomínio, após</p><p>aprovação dos projetos pelo órgão ou</p><p>entidade com circunscrição sobre a via</p><p>(art. 51).</p><p>A implantação de sinalização de regula-</p><p>mentação pelo órgão ou entidade</p><p>competente com circunscrição sobre</p><p>a via, definindo, entre outros, sentido</p><p>de direção, tipo de estacionamento,</p><p>horários e dias.</p><p>De acordo com os artigos 21 e 24 do</p><p>CTB, compete aos órgãos e entidades</p><p>executivos de trânsito dos municípios e</p><p>rodoviários, no âmbito de sua circunscri-</p><p>ção, implantar, manter e operar o sistema</p><p>de sinalização, os dispositivos e os equi-</p><p>pamentos de controle viário (art. 21 e 24).</p><p>Implantação de sinalização</p><p>de regulamentação</p><p>Verticiais, como placas;</p><p>Horizontais, como linhas e inscrições</p><p>no pavimento);</p><p>Dispositivos de sinalização auxiliar,</p><p>como cones, tambores, balizador móvel,</p><p>etc.;</p><p>Luminosos, como semáforos e painéis;</p><p>Sonoros, como apito e buzina;</p><p>Gestos do agente de trânsito e do</p><p>condutor.</p><p>Legalidade - Código de Trânsito</p><p>Brasileiro e legislação complementar;</p><p>Suficiência - de fácil percepção do</p><p>que realmente é importante, com</p><p>quantidade de sinalização compatível</p><p>com a necessidade;</p><p>12</p><p>No projeto e na implantação da</p><p>sinalização de trânsito, deve-se ter</p><p>como princípio básico as condições</p><p>de percepção dos usuários da via,</p><p>garantindo a real eficácia dos sinais.</p><p>Ordem de prevalência da</p><p>sinalização</p><p>Sinalização vertical</p><p>Em relação às sinalizações existentes</p><p>no trânsito, elas possuem uma ordem</p><p>de prevalência que o condutor deve</p><p>respeitar.</p><p>Ordem de prevalência da sinalização</p><p>conforme o art. 89 do CTB:</p><p>É um subsistema da sinalização viária</p><p>cujo meio de comunicação está fixado</p><p>na via na posição vertical, normalmente</p><p>em placa, fixado ao lado ou suspenso</p><p>sobre a pista, transmitindo mensagens</p><p>de caráter permanente e, eventualmente,</p><p>variáveis, através de legendas e/ou</p><p>símbolos pré-reconhecidos e legalmente</p><p>instituídos.</p><p>As ordens do agente de trânsito</p><p>prevalecem sobre as normas de</p><p>circulação e outros sinais;</p><p>As indicações do semáforo prevalecem</p><p>sobre os demais sinais;</p><p>As indicações dos sinais prevalecem</p><p>sobre as demais normas de trânsito.</p><p>Padronização - seguir um padrão</p><p>legalmente estabelecido na legislação</p><p>atual, e situações iguais devem ser</p><p>sinalizados com os mesmos critérios;</p><p>Clareza - transmitir mensagens</p><p>objetivas de fácil compreensão;</p><p>Precisão e Confiabilidade - ser precisa</p><p>em sua mensagem, não deixando</p><p>dúvidas ou com informação dúbia</p><p>ao condutor, além disso precisa ser</p><p>confiável, corresponder a situação</p><p>existente;</p><p>Visibilidade e legibilidade - precisa</p><p>estar posta em local em que o condutor</p><p>tenha a distância necessária para que</p><p>consiga ler e tomar a decisão acertada</p><p>sem que se prejudique ou prejudique</p><p>a terceiros, e ainda o bom andamento</p><p>do fluxo de trânsito;</p><p>Manutenção e Conservação - estar</p><p>permanentemente limpa, conservada,</p><p>fixada e visível.</p><p>13</p><p>De regulamentação</p><p>Tem por finalidade informar aos usuários</p><p>as condições, proibições, obrigações ou</p><p>restrições no uso das vias.</p><p>Suas mensagens são imperativas e o</p><p>desrespeito a elas constitui infração.</p><p>A Resolução Contran nº 180/2005 que</p><p>aprovou o volume I do Manual Brasileiro</p><p>de Sinalização de Trânsito, estabelece</p><p>as características dos sinais de</p><p>regulamentação e o significado,</p><p>princípios de utilização, posicionamento</p><p>na via e tipificação de cada um dos</p><p>sinais.</p><p>É indicado sempre acompanhar as</p><p>versões atualizadas do Manual Brasileiro</p><p>de Sinalização de trânsito, por meio do</p><p>site www.denatran.gov.br.</p><p>De advertência</p><p>Tem por finalidade alertar os usuários</p><p>da via para condições potencialmente</p><p>perigosas ou obstáculos, indicando sua</p><p>natureza.</p><p>Placas são fixadas ao lado ou suspensos</p><p>sobre a pista, transmitindo mensagens</p><p>de caráter permanente e, eventualmente,</p><p>variáveis, mediante símbolo ou legendas</p><p>pré-reconhecidas e legalmente instituí-</p><p>das como sinais de trânsito.</p><p>A sinalização vertical tem a finalidade de</p><p>fornecer informações que permitam aos</p><p>usuários das vias adotar comportamentos</p><p>adequados, de modo a aumentar a</p><p>segurança, ordenar os fluxos de tráfego</p><p>e orientar os usuários da via.</p><p>14</p><p>15</p><p>Em determinadas situações, quando não</p><p>for possível utilizar os sinais convencio-</p><p>nais, pode ser empregada sinalização</p><p>especial de advertência.</p><p>Tem por finalidade identificar as vias</p><p>e os locais de interesse, bem como</p><p>orientar condutores de veículos quanto</p><p>aos percursos, os destinos, as distâncias,</p><p>os serviços auxiliares e a educação do</p><p>usuário. Suas mensagens possuem</p><p>caráter informativo ou educativo.</p><p>As placas de indicação estão divididas</p><p>em:</p><p>- Placas de identificação;</p><p>- Placas de orientação de destino;</p><p>- Placas educativas;</p><p>- Placas de serviços auxiliares;</p><p>- Placas de atrativos turísticos.</p><p>Veja alguns exemplos:</p><p>De indicação</p><p>PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO</p><p>Placas de identificação de rodovias e</p><p>estradas;</p><p>Placas de identificação de municípios;</p><p>Placas de identificação de regiões de</p><p>interesse de tráfego e logradouros;</p><p>Placas de identificação nominal de</p><p>pontes, viadutos, túneis e passarelas;</p><p>Placas de identificação quilométrica;</p><p>Placas de identificação de limite de</p><p>municípios/divisa de estados/fronteira/</p><p>perímetro urbano;</p><p>Placas de pedágio.</p><p>Posicionam o condutor ao longo do seu</p><p>deslocamento, com relação a distâncias,</p><p>locais e destinos. São elas:</p><p>Sinalização horizontal</p><p>Um dos subsistemas da sinalização</p><p>viária que é aplicado a partir de linhas,</p><p>marcações, símbolos e legendas,</p><p>pintados ou apostos sobre o pavimento</p><p>das vias.</p><p>A orientação de destino mostra ao</p><p>condutor a direção que o mesmo deve</p><p>seguir para atingir determinados lugares,</p><p>orientando seu percurso e/ou distâncias.</p><p>Podem ser elas placas: indicativas de</p><p>sentido, de distância e diagramadas.</p><p>Sua principal função é educar o usuário</p><p>da via quanto ao comportamento</p><p>adequado e seguro no trânsito. Podem</p><p>conter mensagens que reforcem normas</p><p>gerais de circulação e conduta.</p><p>Indicam aos usuários da via os locais</p><p>onde podem dispor dos serviços</p><p>indicados, orientando sua direção ou</p><p>identificando estes serviços.</p><p>Indicam aos usuários da via os locais</p><p>onde os mesmos podem dispor dos</p><p>atrativos turísticos existentes, orientando</p><p>sobre sua direção ou identificando estes</p><p>pontos de interesse.</p><p>16</p><p>PLACAS DE DESTINO</p><p>PLACAS EDUCATIVAS</p><p>PLACAS DE SERVIÇOS AUXILIARES</p><p>PLACAS DE ATRATIVOS TURÍSTICOS</p><p>Ainda dentro deste sistema de sinalização</p><p>horizontal, existe o padrão das linhas,</p><p>podendo elas serem chamadas de linhas</p><p>contínuas, tracejadas ou seccionada e</p><p>também os símbolos e legendas.</p><p>Linhas contínuas</p><p>São linhas sem interrupção no trecho da</p><p>via onde estão demarcando; podem estar</p><p>longitudinalmente ou transversalmente</p><p>apostas à via.</p><p>Linhas tracejadas/seccionadas</p><p>São linhas interrompidas com espaça-</p><p>mentos respectivamente de extensão</p><p>igual ou maior que o traço.</p><p>17</p><p>Sua função é organizar o fluxo de</p><p>veículos e pedestres; controlar e orientar</p><p>os deslocamentos em situações com</p><p>problemas de geometria, topografia</p><p>ou frente a obstáculos; complementar</p><p>os sinais verticais de regulamentação,</p><p>advertência ou indicação. Em casos</p><p>específicos, tem poder de</p><p>regulamentação.</p><p>Já os símbolos e legendas são</p><p>informações escritas ou desenhadas</p><p>no pavimento, indicando uma situação</p><p>ou complementando sinalização vertical</p><p>existente.</p><p>Afim de organização, as linhas também</p><p>possuem cores que representam</p><p>informações as quais o condutor precisa</p><p>estar atento e conhecer o seu significado,</p><p>pois cada uma das cores possui uma</p><p>finalidade diferente.</p><p>As cores da sinalização vertical são</p><p>divididas entre:</p><p>Marcas</p><p>Além da divisão das suas cores e suas</p><p>características, a sinalização horizontal</p><p>ainda possui uma outra classificação,</p><p>que é denominada como:</p><p>- Marcas longitudinais;</p><p>- Marcas transversais;</p><p>- Marcas de canalização;</p><p>- Marcas de delimitação e controle</p><p>de estacionamento e/ou parada;</p><p>- Inscrições no pavimento.</p><p>As marcas longitudinais tem como</p><p>característica separar e ordenar as</p><p>correntes de tráfego.</p><p>Amarela - utilizada na regulação de</p><p>fluxos de sentidos opostos, na delimi-</p><p>tação de espaços proibidos para</p><p>estacionamento e/ou parada e na</p><p>marcação de obstáculos;</p><p>Vermelha - utilizada para proporcionar</p><p>contraste, quando necessário, entre</p><p>a marca viária e o pavimento das</p><p>ciclofaixas e/ou ciclovias, na parte</p><p>interna destas, associada à linha de</p><p>bordo branca ou de linha de divisão</p><p>de fluxo de mesmo sentido e nos</p><p>símbolos de hospitais e farmácias.</p><p>Branca - utilizada na regulação de</p><p>fluxos de mesmo sentido, na delimi-</p><p>tação de trechos de vias, destinados</p><p>ao estacionamento regulamentado</p><p>de veículos em condições especiais,</p><p>na marcação de faixas de travessias</p><p>de pedestres, símbolos e legendas.</p><p>Preta - utilizada para proporcionar</p><p>contraste entre o pavimento e a</p><p>pintura.</p><p>Azul - utilizada nas pinturas de</p><p>símbolos de pessoas portadoras de</p><p>deficiência física, em áreas especiais</p><p>de estacionamento ou de parada</p><p>para embarque e desembarque.</p><p>18</p><p>Definindo a parte da pista destinada</p><p>normalmente à circulação de veículos,</p><p>a sua divisão em faixas, a separação de</p><p>fluxos opostos, faixas de uso exclusivo de</p><p>um tipo de veículo, reversíveis, além de</p><p>estabelecer as regras de ultrapassagem</p><p>e transposição.</p><p>As marcas longitudinais possuem</p><p>funções específicas. De acordo com</p><p>essas funções específicas, elas se</p><p>subdividem em:</p><p>Linhas de divisão</p><p>a ultrapassagem e os deslocamentos</p><p>laterais, exceto para acesso à imóvel</p><p>lindeiro;</p><p>Linha de divisão de fluxo no mesmo</p><p>sentido - separam os movimentos</p><p>veiculares de mesmo sentido e</p><p>regulamentam a ultrapassagem</p><p>e a transposição;</p><p>Linha de divisão de fluxo oposto -</p><p>separam os movimentos veiculares de</p><p>sentidos contrários e regulamentam</p><p>Linha de continuidade - proporciona</p><p>continuidade a outras marcações</p><p>longitudinais, quando há quebra no</p><p>seu alinhamento visual;</p><p>Linha de retenção - indica ao condutor</p><p>o local limite em que deve parar o</p><p>veículo;</p><p>19</p><p>A partir da resolução do CONTRAN n.</p><p>236/2007, ele também considera as</p><p>marcas longitudinais específicas que</p><p>se apresentam da seguinte maneira:</p><p>Marcações</p><p>Linha de estímulo à redução de</p><p>velocidade - conjunto de linhas</p><p>paralelas que, pelo efeito visual,</p><p>induzem o condutor a reduzir a</p><p>velocidade do veículo;</p><p>Linha de bordo - delimita a parte</p><p>da pista destinada ao deslocamento</p><p>de veículos.</p><p>Marcação de faixa exclusiva (MFE);</p><p>Marcação de faixa preferencial (MFP);</p><p>Marcação de faixa reversível no</p><p>contra-fluxo (MFR);</p><p>Marcação de ciclofaixa ao longo da</p><p>via (MCI).</p><p>Marcação de faixa preferencial (MFP);</p><p>Marcação de faixa reversível no</p><p>contra-fluxo (MFR);</p><p>Marcação de ciclofaixa ao longo da</p><p>via (MCI).</p><p>Marcas de delimitação e controle de</p><p>estacionamento e/ou parada delimitam</p><p>e propiciam melhor controle das áreas</p><p>onde é proibido ou regulamentado o</p><p>estacionamento e a parada de veículos,</p><p>quando associadas à sinalização vertical</p><p>de regulamentação.</p><p>Em casos específicos, tem poder de</p><p>regulamentação.</p><p>Marcas longitudinais específicas</p><p>Linha de “dê a preferência” indica ao</p><p>condutor o local limite em que deve</p><p>parar o veículo, quando necessário,</p><p>em locais sinalizados com a placa R-2.</p><p>Faixas de travessia de pedestres</p><p>regulamentam o local de travessia</p><p>de pedestres.</p><p>20</p><p>Marcação de área de conflito assinala</p><p>aos condutores a área da pista em</p><p>que não devem parar e estacionar os</p><p>veículos, prejudicando a circulação.</p><p>Marcação de área de cruzamento</p><p>com faixa exclusiva indica ao condutor</p><p>a existência de faixa(s) exclusiva(s).</p><p>Marcas de canalização orientam os</p><p>fluxos de tráfego em uma via, direcio-</p><p>nando a circulação de veículos.</p><p>Regulamentam as áreas de pavimento</p><p>não utilizáveis. Devem ser na cor branca</p><p>quando direcionam fluxos de mesmo</p><p>sentido e na proteção de estacionamento.</p><p>E na cor amarela quando direcionam</p><p>fluxos de sentidos opostos.</p><p>Marcas delimitadoras de parada de</p><p>veículos específicos elimita a extensão</p><p>da pista destinada à operação exclusiva</p><p>de parada. Deve sempre estar associada</p><p>ao sinal de regulamentação correspon-</p><p>dente. É opcional o uso destas sinaliza-</p><p>ções quando utilizadas junto ao marco</p><p>do ponto de parada de transporte coletivo.</p><p>21</p><p>Marca delimitadora de estacionamento</p><p>regulamento delimita o trecho de pista</p><p>no qual é permitido o estacionamento</p><p>estabelecido pelas normas gerais de</p><p>circulação e conduta ou pelo sinal R-6b.</p><p>As inscrições no pavimento ainda</p><p>odem ser feitas através de setas,</p><p>símbolose legendas, pois estes sinais</p><p>podem melhorar a percepção do</p><p>condutor e direciona-lo de forma</p><p>eficiente e adequada</p><p>em tempo hábil.</p><p>De acordo com as suas funções, os</p><p>dispositivos auxilires podem ser</p><p>agrupados em diferentes categorias:</p><p>São elementos utilizados para melhorar</p><p>a percepção do condutor quanto aos</p><p>limites do espaço destinado ao</p><p>rolamento e a sua separação em faixas</p><p>de circulação. São colocados em série no</p><p>pavimento ou em suportes, reforçando</p><p>marcas viárias, ou ao longo das áreas</p><p>adjacentes a elas.</p><p>Podem ser mono ou bidirecionais em</p><p>função de possuírem uma ou duas</p><p>unidades refletivas.</p><p>O tipo e a(s) cor(es) das faces refletivas</p><p>são definidos em função dos sentidos</p><p>de circulação na via considerando como</p><p>referencial um dos sentidos de circulação,</p><p>ou seja, a face voltada para este sentido.</p><p>De acordo com a resolução do Contran</p><p>nº 336, de 24 de novembro de 2009, ficou</p><p>proibida a utilização de tachas e tachões,</p><p>aplicados transversalmente à via pública,</p><p>como redutor de velocidade ou ondula-</p><p>ção transversal.</p><p>Dispositivo delimitador</p><p>Na sinalização feita sobre o pavimento,</p><p>ainda temos os dispositivos auxiliares</p><p>que são elementos aplicados ao pavi-</p><p>mento junto a via.</p><p>Seu objetivo é tornar mais eficiente e</p><p>segura a operação da via. Essa sinalização</p><p>é feita de vários materiais, formas e cores,</p><p>podendo serem ou não refletivos, e suas</p><p>funções são as seguintes:</p><p>Dispositivos auxiliares</p><p>Incrementar a percepção da sinalização,</p><p>do alinhamento da via ou de obstáculos</p><p>à circulação;</p><p>Reduzir a velocidade praticada;</p><p>Oferecer proteção aos usuários;</p><p>Alertar os condutores quanto a</p><p>situações de perigo potencial ou</p><p>que requeiram maior atenção.</p><p>22</p><p>São colocados em série sobre a superfície</p><p>pavimentada. Dois exemplos são as</p><p>prismas e os segregadores.</p><p>Têm a função de melhorar a percepção</p><p>do condutor quanto a obstáculos e</p><p>potenciais situações de risco que estejam</p><p>na via ou próximas a ela.</p><p>Possuem as cores amarela e preta</p><p>quando sinalizam situações permanentes</p><p>e adquirem cores laranja e branca</p><p>quando sinalizam situações temporárias,</p><p>como obras.</p><p>São eles: marcadores de obstáculos,</p><p>marcadores de perigo e marcadores de</p><p>alinhamento.</p><p>Alguns recursos são utilizados para</p><p>alterar as características do pavimento.</p><p>Essas mudanças são feitas para estimular</p><p>o condutor(a) a reduzir a velocidade, fazer</p><p>com que o pneu tenha mais aderência ou</p><p>atrito ao pavimento.</p><p>Podem servir também para induzir o</p><p>condutor quanto ao uso da via e fazer</p><p>com que o mesmo adote um comporta-</p><p>mento mais cauteloso naquela área.</p><p>Dispositivos de canalização</p><p>Dispositivos de sinalização de alerta</p><p>Têm como função evitar que veículos</p><p>e/ou pedestres avancem determinado</p><p>local, também funcionam com o objetivo</p><p>de dificultar a interferência de um fluxo</p><p>de veículos sobre o fluxo oposto.</p><p>Esses dispositivos podem ser feitos de</p><p>material flexível, maleável ou rígido.</p><p>Eles recebem o nome de gradis de</p><p>canalização e retenção, dispositivos de</p><p>conteção e bloqueio ou então defesa</p><p>metálica popularmente conhecido como</p><p>guard rail.</p><p>Dispositivos de proteção contínua</p><p>23</p><p>Ajudam na segurança e facilitam</p><p>a circulação no local</p><p>onde existem</p><p>ciclistas e</p><p>pedestres.</p><p>Já os dispositivos de uso temporário</p><p>podem ser fixos ou móveis e são</p><p>utilizados em situações específicas,</p><p>e temporárias como o próprio nome diz.</p><p>Podendo ser utilizados em situações de</p><p>emergências ou perigo, com o objetivo</p><p>de alertar o condutor, ou até mesmo</p><p>bloquear parte da via.</p><p>São aqueles dispositivos que se</p><p>caracterizam pela cor alaranjado,</p><p>podendo ser eles:</p><p>Informação sobre condições</p><p>operacionais das vias;</p><p>Orientação do trânsito para a utilização</p><p>de vias alternativas;</p><p>Regulamentação de uso da via.</p><p>Esse dispositivos podem ser utilizados</p><p>nas seguintes situações:</p><p>Advertência de situação inesperada</p><p>à frente;</p><p>Mensagens educativas visando o</p><p>comportamento adequado dos</p><p>usuários da via;</p><p>Orientação em praças de pedágio e</p><p>pátios públicos de estacionamento;</p><p>CONES CILINDROS</p><p>Os dispositivos luminosos proporcionam</p><p>melhores condições de visualização,</p><p>porém, combinados, eles podem emitir</p><p>mensagem ou variação na sinalização,</p><p>por exemplo os painéis dos redutores de</p><p>velocidade.</p><p>Exemplos de painéis eletrônicos:</p><p>Dispositivos luminosos</p><p>Dispositivos temporários</p><p>FITA ZEBRADA</p><p>BALIZADOR MÓVEL</p><p>24</p><p>Controlando assim</p><p>tanto o fluxo de</p><p>veículos, quanto</p><p>de pedestres.</p><p>Além dessas duas situações de regula-</p><p>mentação, existe ainda a sinalização</p><p>semafórica de advertência, que, por</p><p>sua vez, tem a função de advertir sobre</p><p>obstáculos ou situações perigosas.</p><p>Esta sinalização é caracterizada pela cor</p><p>amarela, e é recomendado ao condutor</p><p>reduzir a velocidade e adotar medidas</p><p>segurança.</p><p>Para a sinalização de obras, são utiliza-</p><p>das uma combinação de elementos de</p><p>forma a alertar os usuários sobre esta</p><p>modificação.</p><p>Sendo assim são utilizadas sinalizações</p><p>temporárias que podem ser tanto</p><p>elementos de sinalização horizontal,</p><p>semafórica e dispositivos auxiliares,</p><p>afim de mostrar caminhos alternativos,</p><p>indicar as áreas isoladas, e preservar</p><p>a fluidez do trânsito no local.</p><p>TAMBORES</p><p>O grupo de sinalização semafórica é</p><p>também considerado um subsistema</p><p>da sinalização viária.</p><p>Este sistema é composto por sinali-</p><p>zação semafórica de regulamentação</p><p>ou advertência.</p><p>Podem ser reguladas para funcionarem</p><p>de forma alternada ou intermitente,</p><p>através de sistema elétrico/eletrônico,</p><p>cuja função é controlar os deslocamentos.</p><p>A sinalização semafórica de regulamenta-</p><p>ção, controla o trânsito em cruzamentos,</p><p>alternando a permissão de passagens</p><p>entre veículos e pedestres.</p><p>O semáforo tem as suas cores caracterís-</p><p>ticas que não podem ser alteradas.</p><p>Para condutores é o VERMELHO,</p><p>AMARELO e o VERDE.</p><p>Já para os pedestres as cores são</p><p>VERMELHO e VERDE.</p><p>Sinalização semafórica</p><p>Sinalização de obras</p><p>25</p><p>No trânsito também são regulamentados</p><p>a utilização de gestos, tanto pela parte</p><p>dos agentes como dos condutores.</p><p>Porém é necessário observar a ordem</p><p>de prevalência desta sinalização.</p><p>As ordens emanadas pelos agentes de</p><p>trânsito prevalecem sobre demais regras</p><p>de sinalização.</p><p>Junto com os gestos, o agente também</p><p>utiliza os sinais sonoros para indicar o</p><p>direito de passagem dos veículos ou</p><p>pedestres, chamados de silvo.</p><p>O sinal sonoro deve ser utilizado em</p><p>conjunto com os gestos.</p><p>Os condutores tambem podem utilizar</p><p>dos gestos para indicarem suas intenções</p><p>no trânsito.</p><p>Gestos</p><p>26</p><p>Unidade 4</p><p>Código de Trânsito Brasileiro</p><p>No Código de Trânsito Brasileiro existe</p><p>a relação das infrações, com suas</p><p>classificações a partir da sua gravidade,</p><p>onde você, aluno(a), poderá pesquisar</p><p>uma por uma.</p><p>De acordo com a sua gravidade elas</p><p>foram classificadas da seguinte maneira:</p><p>O que é importante saber é que a</p><p>infração de natureza GRAVISSIMA</p><p>possui duas formas de aplicação. Tem</p><p>a forma simples e a forma qualificada,</p><p>por um fator multiplicador ou índice</p><p>adicional específico: quando se tratar</p><p>de multa agravada, o fator multiplicador</p><p>ou índice adicional específico é o previsto</p><p>neste Código (art.258 §2º do CTB).</p><p>Embora o art. 258 indique a penalidade</p><p>de multa e seu valor, de acordo com</p><p>a classificação da infração, outras pena-</p><p>lidades podem ser impostas ao infrator,</p><p>especialmente quando se tratar de</p><p>infrações grave e gravíssimas.</p><p>Segundo o artigo 161 do CTB:</p><p>“Constitui infração de trânsito a</p><p>inobservância de qualquer preceito</p><p>deste Código, da legislação comple-</p><p>mentar ou das resoluções do CONTRAN,</p><p>sendo o infrator sujeito às penalidades</p><p>e medidas administrativas indicadas</p><p>em cada artigo, além das punições</p><p>previstas no Capítulo XIX.”</p><p>Infrações</p><p>Para que as infrações tenham validade,</p><p>as mesmas precisam ser comprovadas</p><p>através de declaração da autoridade de</p><p>trânsito, por aparelho eletrônico ou</p><p>equipamento audiovisual, reações</p><p>químicas ou por qualquer outro meio</p><p>tecnologicamente disponível, previa-</p><p>mente regulamentado pelo CONTRAN.</p><p>�����������������</p><p>�������������</p><p>������������	�	�	�	�	�	�	�	�	�	�	�</p><p>Classificação das infrações</p><p>Infração gravíssima: multa de R$293,47;</p><p>Infração grave: multa de R$ 195,23;</p><p>Infração média: multa de R$ 130,16;</p><p>Infração leve: multa de R$ 88,38.</p><p>27</p><p>Além das medidas que podem ser</p><p>aplicadas ao condutor que comete</p><p>uma infração de trânsito,</p><p>existem</p><p>também os crimes de trânsito que</p><p>foram previstos pela na Lei 9.503/97,</p><p>onde foram elencados onze crimes.</p><p>Esses crimes estão descritos nos artigos</p><p>302, 303, 304, 305, 306, 307, 308, 309, 310,</p><p>311 e 312.</p><p>Os crimes de trânsito acarretam</p><p>situações que podem levar o condutor</p><p>a perder a sua CNH por até dois anos.</p><p>Desta forma é importante dar uma</p><p>estudada em nosso material que está</p><p>na sua biblioteca online.</p><p>Além dos crimes de trânsito, para cada</p><p>infração cometida, existem uma ou mais</p><p>penalidades que podem ser aplicadas</p><p>aos condutores. São elas:</p><p>Crimes de trânsito</p><p>Penalidades</p><p>A regra para aplicações de penalidades</p><p>de advertência por escrito não depen-</p><p>derá mais da decisão da autoridade de</p><p>trânsito.</p><p>A penalidade deverá ser imposta a</p><p>infração de natureza leve ou média,</p><p>passível de ser punida com multa, caso</p><p>o infrator não tenha cometido nenhuma</p><p>infração nos últimos 12 meses.</p><p>Advertência por escrito</p><p>Consiste na responsabilização</p><p>pecuniária do infrator pela infração</p><p>cometida, aplicada e arrecadada pelos</p><p>órgãos executivos de trânsito e pela</p><p>Polícia Rodoviária Federal, obedecendo</p><p>os limites de suas competências,</p><p>estabelecidas nos artigos 20, 21, 22 e</p><p>24 do CTB.</p><p>Multa</p><p>Advertência por escrito;</p><p>Multa;</p><p>Suspensão do direito de dirigir;</p><p>Cassação da carteira Nacional de</p><p>Habilitação;</p><p>Cassação da permissão para dirigir;</p><p>Frequência obrigatória em curso</p><p>de reciclagem.</p><p>As penalidades poderão ser</p><p>impostas ao condutor do veículo,</p><p>ao proprietário do veículo, ao</p><p>embarcador e ao transportador.</p><p>Em alguns casos específicos,</p><p>essas também poderão ser</p><p>destinadas a pessoas jurídicas.</p><p>28</p><p>Algumas multas preestabelecidas são</p><p>classificadas como GRAVISSÍMAS e</p><p>possuem o fator multiplicador, podendo</p><p>elevar os valores a serem pagos em</p><p>x2, x3, x5, x10, x20 e x60.</p><p>Com a nova lei em vigor (14.071/2021),</p><p>algumas situações foram alteradas em</p><p>relação a pontuação na CNH.</p><p>Art. 261 – Sempre que, conforme a</p><p>pontuação prevista no art. 259 deste</p><p>código, o infrator atingir, no período</p><p>de 12 (doze) meses, a seguinte contagem</p><p>de pontos:</p><p>a) 20 (vinte) pontos, caso constem 2</p><p>(duas) ou mais infrações gravíssimas</p><p>na pontuação.</p><p>b) 30 (trinta) pontos, caso conste 1 (uma)</p><p>infração gravíssima na pontuação.</p><p>c) 40 (quarenta) pontos, caso não</p><p>conste nenhuma infração gravíssima</p><p>na pontuação.</p><p>Agravamento da infração</p><p>Suspensão do direito de dirigir</p><p>A penalidade de suspensão do direito de</p><p>dirigir consiste na interdição temporária</p><p>da condução de veículos automotores</p><p>ou elétricos nas vias públicas.</p><p>A autoridade executiva de trânsito do</p><p>Estado poderá aplicar a imposição de</p><p>suspensão da CNH quando:</p><p>O condutor que exerce atividade atingir,</p><p>no período de 12 (doze) meses, 30 (trinta)</p><p>pontos, conforme regulamentação do</p><p>CONTRAN.</p><p>Esta penalidade será aplicada mediante</p><p>decisão fundamentada da autoridade de</p><p>trânsito competente, em processo</p><p>administrativo, assegurado ao infrator</p><p>amplo direito de defesa (art. 265).</p><p>O processo administrativo somente deve</p><p>ser iniciado depois de esgotados todos os</p><p>meios de defesa na esfera administrativa.</p><p>A suspensão do direito de dirigir será pelo</p><p>prazo mínimo de um mês e máximo de</p><p>um ano, conforme regulamentado na</p><p>Resolução Contran n. 723/2018, exceto</p><p>para infrações do art. 165, cujo prazo é</p><p>de 12 meses (Lei nº 11.705):</p><p>No caso de reincidência no período de</p><p>12 meses, a suspensão do direito de dirigir</p><p>será pelo prazo mínimo de seis meses e</p><p>máximo de dois anos:</p><p>Infrações para as quais não sejam</p><p>previstas multas agravadas: 1 a 3 meses;</p><p>Infrações para as quais sejam previstas</p><p>multas agravadas, com fator multiplica-</p><p>dor de três vezes: 2 a 7 meses;</p><p>Infrações para as quais sejam previstas</p><p>multas agravadas, com fator multiplica-</p><p>dor de cinco vezes: 4 a 12 meses.</p><p>Infrações para as quais não sejam</p><p>previstas multas agravadas: 6 a 10</p><p>meses;</p><p>29</p><p>Quando o condutor for submetido à</p><p>cassação da CNG, esta só poderá ser</p><p>aplicada nas seguintes situações:</p><p>Art. 263. A cassação do documento de</p><p>habilitação dar-se-á:</p><p>I - quando, suspenso o direito de dirigir,</p><p>o infrator conduzir qualquer veículo;</p><p>II - no caso de reincidência, no prazo de</p><p>doze meses, das infrações previstas no</p><p>inciso III do art. 162 e nos arts. 163, 164,</p><p>165, 173, 174 e 175;</p><p>III - quando condenado judicialmente</p><p>por delito de trânsito, observado o</p><p>disposto no art. 160.</p><p>§ 1º Constatada, em processo adminis-</p><p>trativo, a irregularidade na expedição do</p><p>documento de habilitação, a autoridade</p><p>expedidora promoverá o seu</p><p>cancelamento.</p><p>§ 2º Decorridos dois anos da cassação</p><p>da Carteira Nacional de Habilitação, o</p><p>infrator poderá requerer sua reabilitação,</p><p>submetendo-se a todos os exames</p><p>necessários à habilitação, na forma</p><p>estabelecida pelo CONTRAN.</p><p>Cassação da carteira nacional de</p><p>habilitação e da permissão para</p><p>dirigir</p><p>Curso de Reciclagem</p><p>Para que o condutor cumpra a punição</p><p>imposta, ele deverá participar de curso</p><p>de reciclagem, o qual será obrigatório,</p><p>o qual tem por objetivo principal a</p><p>reeducação do condutor, e subsequente</p><p>a sua atualização referente a regras de</p><p>circulação e também sobre a legislação.</p><p>Quando este condutor terá que fazer</p><p>este curso de reciclagem?</p><p>Art. 268. O infrator será submetido a</p><p>curso de reciclagem, na forma esta-</p><p>belecida pelo CONTRAN:</p><p>Infrações para as quais sejam previstas</p><p>multas agravadas, com fator multiplica-</p><p>dor de três vezes: 8 a 16 meses, e;</p><p>Infrações para as quais sejam previstas</p><p>multas agravadas, com fator multiplica-</p><p>dor de cinco vezes: 12 a 24 meses.</p><p>Sendo contumaz, for necessário à sua</p><p>reeducação;</p><p>Suspenso do direito de dirigir;</p><p>Se envolver em acidente grave para o</p><p>qual haja contribuído, independente-</p><p>mente de processo judicial;</p><p>Condenado judicialmente por delito de</p><p>trânsito;</p><p>For constatado, a qualquer tempo, que</p><p>o condutor está colocando em risco a</p><p>segurança do trânsito, e;</p><p>Em outras situações regulamentadas</p><p>na Resolução Contran n. 789/2020.</p><p>30</p><p>Unidade 5</p><p>Normas de circulação</p><p>O artigo 26 do CTB coloca a seguinte</p><p>situação:</p><p>Art. 26. Os usuários da via terrestre</p><p>devem:</p><p>I - abster-se de todo ato que possa</p><p>constituir perigo ou obstáculo para</p><p>o trânsito de veículos, de pessoas ou</p><p>de animais, ou ainda causar danos a</p><p>propriedades públicas ou privadas;</p><p>II - abster-se de obstruir o trânsito ou</p><p>torná-lo perigoso, atirando, depositando</p><p>ou abandonando na via objetos ou</p><p>substâncias, ou nela criando qualquer</p><p>outro obstáculo.</p><p>Já o artigo 29 explica melhor sobre essas</p><p>regras:</p><p>Art. 29. O trânsito de veículos nas vias</p><p>terrestres abertas à circulação obedecerá</p><p>às seguintes normas:</p><p>I - a circulação far-se-á pelo lado direito</p><p>da via, admitindo-se as exceções</p><p>����������������</p><p>���������������</p><p>���������������</p><p>�������������	�	�	�	�	�	�	�	�	�	�</p><p>devidamente sinalizadas;</p><p>II - o condutor deverá guardar distância</p><p>de segurança lateral e frontal entre o seu</p><p>e os demais veículos, bem como e relação</p><p>ao bordo da pista, considerando-se, no</p><p>momento, a velocidade e as condições</p><p>do local, da circulação, do veículo e as</p><p>condições climáticas;</p><p>III - quando veículos, transitando por</p><p>fluxos que se cruzem, se aproximarem</p><p>de local não sinalizado, terá preferência</p><p>de passagem:</p><p>a) no caso de apenas um fluxo ser</p><p>proveniente de rodovia, aquele que</p><p>estiver circulando por ela;</p><p>b) no caso de rotatória, aquele que</p><p>estiver circulando por ela;</p><p>c) nos demais casos, o que vier pela</p><p>direita do condutor.</p><p>IV - quando uma pista de rolamento</p><p>comportar várias faixas de circulação</p><p>no mesmo sentido, são as da direita</p><p>destinadas ao deslocamento dos veículos</p><p>mais lentos e de maior porte, quando não</p><p>houver faixa especial a eles destinada, e</p><p>as da esquerda, destinadas à ultrapassa-</p><p>gem e ao deslocamento dos veículos de</p><p>maior velocidade;</p><p>V - o trânsito de veículos sobre passeios,</p><p>calçadas e nos acostamentos, só poderá</p><p>ocorrer para que se adentre ou se saia</p><p>31</p><p>dos imóveis ou áreas especiais de</p><p>estacionamento;</p><p>VI - os veículos precedidos de</p><p>batedores terão prioridade de passagem,</p><p>respeitadas as demais normas de</p><p>circulação;</p><p>Uma grande dúvida que surge em</p><p>relação aos veículos prestadores de</p><p>utilidade pública, é em relação a sua</p><p>circulação, então vamos ver</p><p>qual a</p><p>descrição que o Código de Trânsito nos</p><p>traz.</p><p>Ainda no art.29, temos o seguinte texto:</p><p>VIII - os veículos prestadores de serviços</p><p>de utilidade pública, quando em atendi-</p><p>mento na via, gozam de livre parada e</p><p>estacionamento no local da prestação</p><p>de serviço, desde que devidamente</p><p>sinalizados, devendo estar identificados</p><p>na forma estabelecida pelo CONTRAN;</p><p>Regras de ultrapassagem</p><p>As manobras de ultrapassagem possuem</p><p>regras que todo condutor, ao ter intenção</p><p>de efetuá-las, deverá observar (art. 29):</p><p>IX - a ultrapassagem de outro veículo</p><p>em movimento deverá ser feita pela</p><p>esquerda, obedecida a sinalização</p><p>regulamentar e as demais normas</p><p>estabelecidas neste Código exceto</p><p>quando o veículo a ser ultrapassado</p><p>estiver sinalizando o propósito de entrar</p><p>à esquerda;</p><p>X - todo condutor deverá, antes de</p><p>efetuar uma ultrapassagem, certificar-se</p><p>de que:</p><p>a) nenhum condutor que venha atrás</p><p>haja começado uma manobra para</p><p>ultrapassá-lo;</p><p>b) quem o precede na mesma faixa de</p><p>trânsito não haja indicado o propósito de</p><p>ultrapassar um terceiro;</p><p>c) a faixa de trânsito que vai tomar esteja</p><p>livre numa extensão suficiente para que</p><p>sua manobra não ponha em perigo ou</p><p>obstrua o trânsito que venha em sentido</p><p>contrário;</p><p>XI - todo condutor ao efetuar a</p><p>ultrapassagem deverá:</p><p>a) indicar com antecedência a manobra</p><p>pretendida, acionando a luz indicadora</p><p>32</p><p>de direção do veículo ou por meio de</p><p>gesto convencional de braço;</p><p>b) afastar-se do usuário ou usuários aos</p><p>quais ultrapassa, de tal forma que deixe</p><p>livre uma distância lateral de segurança;</p><p>c) retomar, após a efetivação da manobra,</p><p>a faixa de trânsito de origem, acionando</p><p>a luz indicadora de direção do veículo ou</p><p>fazendo gesto convencional de braço,</p><p>adotando os cuidados necessários para</p><p>não pôr em perigo ou obstruir o trânsito</p><p>dos veículos que ultrapassou;</p><p>Para que todos tenham segurança na</p><p>via, e possam circular de maneira que</p><p>busquem respeitar as regras, e não</p><p>coloquem em risco a sua via e a dos</p><p>demais que circulam pela mesma via,</p><p>o artigo 32 do CTB regulamenta os locais</p><p>onde fica proibida a ultrapassagem.</p><p>Art. 32. O condutor não poderá ultrapas-</p><p>sar veículos em vias com duplo sentido</p><p>de direção e pista única nos trechos em</p><p>curvas e em aclives sem visibilidade</p><p>suficiente, nas passagens de nível, nas</p><p>pontes e viadutos e nas travessias de</p><p>pedestres, exceto quando houver</p><p>sinalização permitindo a ultrapassagem.</p><p>As manobras de ultrapassagens são um</p><p>dos fatores que mais causam acidentes</p><p>graves em nossas rodovias, por isso é</p><p>importante que você esteja atento em</p><p>todas as condições para executar esta</p><p>manobra, principalmente em situações</p><p>onde as condições não são favoráveis.</p><p>Jamais ultrapasse nos seguintes locais,</p><p>a não ser que estejam devidamente</p><p>sinalizados, permitindo tal manobra:</p><p>Sobre pontes ou viadutos;</p><p>Em travessias de pedestres;</p><p>Nas passagens de nível;</p><p>Nos cruzamentos ou em sua</p><p>proximidade;</p><p>Em trechos sinuosos ou em aclives</p><p>sem visibilidade suficiente;</p><p>Nas áreas de perímetro urbano</p><p>das rodovias.</p><p>33</p><p>Com relação às interseções, o artigo 33</p><p>do código aponta: “nas interseções e suas</p><p>proximidades, o condutor não poderá</p><p>efetuar ultrapassagem”.</p><p>Para que uma manobra de ultrapassa-</p><p>gem possa ser feita com segurança, o</p><p>condutor que tem a intenção de iniciá-la,</p><p>deverá prestar atenção no diz o artigo 34</p><p>e 35 do CTB.</p><p>Art. 34. O condutor que queira executar</p><p>uma manobra deverá certificar-se de</p><p>que pode executá-la sem perigo para</p><p>os demais usuários da via que o seguem,</p><p>precedem ou vão cruzar com ele,</p><p>considerando sua posição, sua direção</p><p>e sua velocidade.</p><p>Art. 35. Antes de iniciar qualquer</p><p>manobra que implique um deslocamento</p><p>lateral, o condutor deverá indicar seu</p><p>propósito de forma clara e com a devida</p><p>antecedência, por meio da luz indicadora</p><p>de direção de seu veículo ou fazendo</p><p>gesto convencional de braço.</p><p>Parágrafo único. Entende-se por deslo-</p><p>camento lateral a transposição de faixas,</p><p>movimentos de conversão à direita, à</p><p>esquerda e retornos.</p><p>Veículos sobre trilhos</p><p>Na situação a seguir iremos transcrever</p><p>conforme consta no art. 29 do CTB, para</p><p>que não sobrem dúvidas sobre o que</p><p>diz a lei.</p><p>XII - os veículos que se deslocam sobre</p><p>trilhos terão preferência de passagem</p><p>sobre os demais, respeitadas as normas</p><p>de circulação.</p><p>§ 1º - As normas de ultrapassagem</p><p>previstas nas alíneas a e b do inciso</p><p>X e a e b do inciso XI aplicam-se à</p><p>transposição de faixas, que pode ser</p><p>realizada tanto pela faixa da esquerda</p><p>como pela da direita.</p><p>Componentes do trânsito</p><p>O trânsito é composto por diferentes</p><p>tipos de pessoas e veículos, por vezes</p><p>os animais também podem aparecer</p><p>nesta dinâmica. Desta maneira, é</p><p>importante que o condutor entenda</p><p>que ele possui uma responsabilidade</p><p>pela segurança de todos no trânsito.</p><p>Sempre que for executar uma</p><p>manobra de ultrapassagens,</p><p>fique atento às regras de circulação</p><p>e o que diz o Código de Trânsito</p><p>Brasileiro, assim você estará</p><p>conduzindo com mais segurança</p><p>e conforme o que determina a lei.</p><p>34</p><p>Neste pensamento, em seu artigo 31,</p><p>o CTB descreve a seguinte situação:</p><p>Art. 31. Respeitadas as normas de</p><p>circulação e conduta estabelecidas</p><p>neste artigo, em ordem decrescente,</p><p>os veículos de maior porte serão</p><p>sempre responsáveis pela segurança</p><p>dos menores, os motorizados pelos</p><p>não motorizados e, juntos, pela</p><p>incolumidade dos pedestres.</p><p>De acordo com o artigo 36, o condutor</p><p>que for ingressar numa via, procedente</p><p>de um lote lindeiro a essa via, deverá</p><p>dar preferência aos veículos e pedestres</p><p>que por ela estejam transitando.</p><p>Mas você já ouviu falar sobre lote</p><p>indeiro? O que é um lote lindeiro?</p><p>São aqueles terrenos que estão ao lado</p><p>da via e que se limitam a ela, fazendo</p><p>com que o condutor saia da via e acesse</p><p>diretamente o terreno, supermercado,</p><p>loja, etc.</p><p>Acesso ao lote lindeiro</p><p>LOTE LINDEIRO: aquele situado ao longo</p><p>das vias urbanas ou rurais e que com elas</p><p>se limita.</p><p>Sobre as normas de circulação e conduta,</p><p>temos regras para as mudanças de dire-</p><p>ções que são chamadas de conversões.</p><p>O artigo 37 do código expressa essa regra</p><p>da seguinte maneira:</p><p>Art. 37. Nas vias providas de acostamento,</p><p>a conversão à esquerda e a operação</p><p>de retorno deverão ser feitas nos locais</p><p>apropriados e, onde estes não existirem,</p><p>o condutor deverá aguardar no acosta-</p><p>mento, à direita, para cruzar a pista com</p><p>segurança.</p><p>Indicação de intenção</p><p>Sempre é importante que o condutor</p><p>indique as suas intenções no trânsito</p><p>e que utilize a via de maneira adequada,</p><p>evitando assim acidentes.</p><p>Deste modo, é importante conhecer o</p><p>que diz o artigo 38 do CTB.</p><p>Art. 38. Antes de entrar à direita ou</p><p>à esquerda, em outra via ou em lotes</p><p>lindeiros, o condutor deverá:</p><p>I - ao sair da via pelo lado direito,</p><p>aproximar-se o máximo possível do bordo</p><p>direito da pista e executar sua manobra</p><p>no menor espaço possível;</p><p>35</p><p>II - ao sair da via pelo lado esquerdo,</p><p>aproximar-se o máximo possível de</p><p>seu eixo ou da linha divisória da pista,</p><p>quando houver, caso se trate de uma</p><p>pista com circulação nos dois sentidos,</p><p>ou do bordo esquerdo, tratando-se de</p><p>uma pista de um só sentido.</p><p>Parágrafo único. Durante a manobra</p><p>de mudança de direção, o condutor</p><p>deverá ceder passagem aos pedestres</p><p>e ciclistas, aos veículos que transitem</p><p>em sentido contrário pela pista da via</p><p>da qual vai sair, respeitadas as normas</p><p>de preferência de passagem.</p><p>Para as manobras de retorno existem</p><p>na via áreas adequadas para que essas</p><p>manobras possam ser executadas.</p><p>Art. 39. Nas vias urbanas, a operação</p><p>de retorno deverá ser feita nos locais</p><p>para isto determinados, quer por meio</p><p>de sinalização, quer pela existência de</p><p>locais apropriados, ou, ainda, em outros</p><p>locais que ofereçam condições seguras</p><p>para tal manobra.</p><p>Manobras de retorno</p><p>Uma outra situação onde os condutores</p><p>ficam com dúvidas é em relação a utili-</p><p>zação do farol nos veículos.</p><p>Art. 40. O uso de luzes em veículo</p><p>obedecerá às seguintes determinações:</p><p>I - o condutor manterá acesos os faróis</p><p>do veículo, por meio da utilização da luz</p><p>baixa:</p><p>a) à noite;</p><p>b) mesmo durante o dia, em túneis e sob</p><p>chuva, neblina ou cerração;</p><p>II - Nas vias não iluminadas o condutor</p><p>deve usar luz alta, exceto ao cruzar com</p><p>outro veículo ou ao segui-lo;</p><p>III - A troca de luz baixa e alta, de</p><p>forma intermitente e por curto período</p><p>de tempo, com o objetivo de advertir</p><p>outros motoristas, só poderá ser utilizada</p><p>para indicar a intenção de ultrapassar</p><p>o veículo que segue à frente ou para</p><p>indicar a existência de risco à segurança</p><p>para os veículos que circulam no sentido</p><p>contrário;</p><p>Utilização do farol</p><p>36</p><p>Outra situação que muitas vezes o</p><p>condutor aplica de forma incorreta</p><p>é a utilização do pisca alerta.</p><p>Ainda no artigo 40, no parágrafo único,</p><p>fica determinada a forma correta do uso</p><p>do pisca alerta.</p><p>V - O condutor utilizará o pisca-alerta nas</p><p>seguintes situações:</p><p>a) em imobilizações ou situações de</p><p>emergência;</p><p>b) quando a regulamentação da via</p><p>assim o determinar;</p><p>VI - durante a noite, em circulação, o</p><p>condutor manterá acesa a luz de placa;</p><p>VII - o condutor manterá acesas, à noite,</p><p>as luzes de posição quando o veículo</p><p>estiver parado para fins de embarque</p><p>ou desembarque de passageiros e carga</p><p>ou descarga de mercadorias.</p><p>Pisca alerta I - para fazer as advertências necessárias</p><p>a fim de evitar acidentes;</p><p>II - fora das áreas urbanas, quando for</p><p>conveniente advertir a um condutor que</p><p>se tem o propósito de ultrapassá-lo.</p><p>A legislação, fazendo uso de suas</p><p>atribuições, indica ao condutor qual</p><p>o horário e a forma apropriada do uso</p><p>da buzina.</p><p>Art. 41. O condutor de veículo só poderá</p><p>fazer uso de buzina, desde que em toque</p><p>breve, nas seguintes situações:</p><p>Utilização de buzina</p><p>Frenagem</p><p>Como vimos no módulo da direção</p><p>defensiva, o condutor precisa tomar</p><p>uma distância de seguimento em relação</p><p>aos demais veículos para que possa ter</p><p>tempo hábil caso precise tomar alguma</p><p>decisão mais brusca.</p><p>Porém, o código de trânsito, em seu</p><p>art. 42, informa que: “nenhum condutor</p><p>deverá frear bruscamente seu veículo,</p><p>salvo por razões de segurança”.</p><p>Consequentemente, deverá sempre</p><p>respeitar a sinalização de velocidade</p><p>da via. Não somente a velocidade, como</p><p>as condições da via, do veículo e da</p><p>carga, e também levar em consideração</p><p>as condições climáticas.</p><p>37</p><p>A legislação é clara quando indica ao</p><p>condutor como ele deve proceder em</p><p>relação as interseções.</p><p>Art. 45. Mesmo que a indicação luminosa</p><p>do semáforo lhe seja favorável, nenhum</p><p>condutor pode entrar em uma interseção</p><p>se houver possibilidade de ser obrigado a</p><p>imobilizar o veículo na área do cruzamen-</p><p>to, obstruindo ou impedindo a passagem</p><p>do trânsito transversal.</p><p>Interseções</p><p>É comum encontrarmos veículos</p><p>parados na via, sem que haja nenhuma</p><p>sinalização. Ou até mesmo quando a</p><p>possui está colocada de maneira errada,</p><p>ou de forma precária.</p><p>Desta forma, o art. 46 do CTB, junta-</p><p>mente com o CONTRAN, informa ao</p><p>condutor que ele sempre deverá, em</p><p>situação de emergência, evidenciar a</p><p>sinalização adequada para o seu</p><p>veículo, uma vez que esteja parado</p><p>no leito viário.</p><p>Uso do triângulo</p><p>Desta forma a resolução 36, de 21 de maio</p><p>de 1988, regulamenta esta sinalização:</p><p>Art. 1º. O condutor deverá acionar de</p><p>imediato as luzes de advertência (pisca-</p><p>alerta) providenciando a colocação do</p><p>triângulo de sinalização ou equipamento</p><p>similar à distância mínima de 30 metros</p><p>da parte traseira do veículo.</p><p>Parágrafo único. O equipamento de</p><p>sinalização de emergência deverá ser</p><p>instalado perpendicularmente ao eixo</p><p>da via, e em condição de boa visibilidade.</p><p>Parada e estacionamento</p><p>Sempre é bom estar atento às palavras</p><p>utilizadas nas normas para que você</p><p>transite de acordo com o que propõe</p><p>a legislação.</p><p>E quando tratamos de parada e estacio-</p><p>namento, o artigo 47 apresenta de forma</p><p>clara:</p><p>Art. 47. Quando proibido o estacionamen-</p><p>to na via, a parada deverá restringir-se ao</p><p>tempo indispensável para embarque ou</p><p>desembarque de passageiros, desde que</p><p>não interrompa ou perturbe o fluxo de</p><p>veículos ou a locomoção de pedestres.</p><p>Parágrafo único. A operação de carga</p><p>ou descarga será regulamentada pelo</p><p>órgão ou entidade com circunscrição</p><p>sobre a via e é considerado estaciona-</p><p>mento.</p><p>38</p><p>Na mesma linha do estacionamento e</p><p>parada, sempre que for necessário parar</p><p>o veículo para operações de carga e</p><p>descarga, é importante observar o que</p><p>diz o artigo 48:</p><p>Art. 48. Nas paradas, operações de carga</p><p>ou descarga e nos estacionamentos, o</p><p>veículo deverá ser posicionado no sentido</p><p>do fluxo, paralelo ao bordo da pista de</p><p>rolamento e junto à guia da calçada</p><p>(meio-fio), admitidas as exceções devida-</p><p>mente sinalizadas.</p><p>§ 1º Nas vias providas de acostamento,</p><p>os veículos parados, estacionados ou em</p><p>operação de carga ou descarga deverão</p><p>estar situados fora da pista de rolamento.</p><p>§ 2º O estacionamento dos veículos</p><p>motorizados de duas rodas será feito em</p><p>posição perpendicular à guia da calçada</p><p>(meio-fio) e junto a ela, salvo quando</p><p>houver sinalização que determine outra</p><p>condição.</p><p>§ 3º O estacionamento dos veículos</p><p>sem abandono do condutor poderá ser</p><p>feito somente nos locais previstos neste</p><p>Código ou naqueles regulamentados</p><p>por sinalização específica.</p><p>Carga e descarga</p><p>Cuidado ao abrir a porta do veículo</p><p>Veículos de tração animal</p><p>Por mais que o código de trânsito nos</p><p>apresente as normas a serem seguidas,</p><p>é importante saber que a inobservância</p><p>às regras, além de poderem ser penaliza-</p><p>das, quando não observadas podem</p><p>gerar acidentes por simples descuidos.</p><p>Art. 49. O condutor e os passageiros não</p><p>deverão abrir a porta do veículo, deixá-la</p><p>aberta ou descer do veículo sem antes</p><p>se certificarem de que isso não constitui</p><p>perigo para eles e para outros usuários</p><p>da via.</p><p>Parágrafo único. O embarque e o desem-</p><p>barque devem ocorrer sempre do lado da</p><p>calçada, exceto para o condutor.</p><p>Algumas pessoas, por falta de conheci-</p><p>mento, acreditam que a via só poderá</p><p>ser utilizada por veículos, mas o artigo</p><p>52 do CTB apresenta a forma como os</p><p>veículos de tração animal, devem</p><p>proceder quando estão circulando</p><p>sobre a via.</p><p>Art. 52. Os veículos de tração animal</p><p>serão conduzidos pela direita da pista,</p><p>junto à guia da calçada (meio-fio) ou</p><p>acostamento, sempre que não houver</p><p>faixa especial a eles destinada, devendo</p><p>seus condutores obedecer, no que</p><p>couber, às normas de circulação previstas</p><p>39</p><p>neste Código e às que vierem a ser</p><p>fixadas pelo órgão ou entidade com</p><p>circunscrição sobre a via.</p><p>Art. 53. Os animais isolados ou em</p><p>grupos só podem circular nas vias</p><p>quando conduzidos por um guia,</p><p>observado o seguinte:</p><p>I - para facilitar os deslocamentos,</p><p>os rebanhos deverão ser divididos em</p><p>grupos de tamanho moderado e sepa-</p><p>rados uns dos outros por espaços</p><p>suficientes para não obstruir o trânsito;</p><p>II - os animais que circularem pela pista</p><p>de rolamento deverão ser mantidos junto</p><p>ao bordo da pista.</p><p>Está cada vez maior o número de</p><p>motociclistas que circulam nas vias</p><p>todos os dias.</p><p>Pela sua facilidade de deslocamento</p><p>e maior mobilidade, as motocicletas</p><p>estão por todas as partes. Muitos</p><p>condutores acabam desrespeitando</p><p>regras que são fundamentais para</p><p>sua segurança.</p><p>É importante que você, motorista, fique</p><p>atento ao que diz o código.</p><p>Motociclistas</p><p>Tipos de ciclomotores</p><p>Art. 54. Os condutores de motocicletas,</p><p>motonetas e ciclomotores só poderão</p><p>circular nas vias:</p><p>I - utilizando capacete de segurança,</p><p>com viseira ou óculos protetores;</p><p>II - segurando o guidom com as duas</p><p>mãos;</p><p>III - usando vestuário de proteção, de</p><p>acordo com as especificações do</p><p>CONTRAN.</p><p>Além de regulamentar a forma correta</p><p>para conduzir o seu veículo, o Código</p><p>de Trânsito Brasileiro especifica os tipos</p><p>de ciclomotores:</p><p>Motocicleta - veículo automotor</p><p>de duas rodas, com ou sem side-car,</p><p>dirigidopor condutor em posição</p><p>montada;</p><p>Motoneta - veículo automotor de duas</p><p>rodas, dirigido por condutor em posição</p><p>sentada;</p><p>Ciclomotor - veículo de duas ou</p><p>três rodas, provido de um motor de</p><p>combustão interna, cuja cilindrada</p><p>não exceda a cinquenta centímetros</p><p>cúbicos (3,05 polegadas cúbicas) e</p><p>cuja velocidade máxima de fabricação</p><p>não exceda a cinquenta quilômetros</p><p>por hora.</p><p>40</p><p>Art. 57. Os ciclomotores devem ser</p><p>conduzidos pela direita da pista de rola-</p><p>mento, preferencialmente no centro da</p><p>faixa mais à direita ou no bordo direito</p><p>da pista sempre que não</p><p>houver acosta-</p><p>mento ou faixa própria a eles destinada,</p><p>proibida a sua circulação nas vias de</p><p>trânsito rápido e sobre as calçadas das</p><p>vias urbanas.</p><p>Parágrafo único. Quando uma via</p><p>comportar duas ou mais faixas de trânsito</p><p>e a da direita for destinada ao uso exclu-</p><p>sivo de outro tipo de veículo, os ciclomo-</p><p>tores deverão circular pela faixa adjacente</p><p>à da direita.</p><p>Assim como os ciclomotores sempre</p><p>estão presentes na via, as bicicletas</p><p>também aparecem circulando e possuem</p><p>a sua regulamentação para que possam</p><p>circular de maneira mais segura.</p><p>Nas vias urbanas e nas rurais de pista</p><p>dupla, a circulação de bicicletas deverá</p><p>ocorrer, quando não houver ciclovia,</p><p>ciclofaixa, ou acostamento, ou quando</p><p>não for possível a utilização destes, nos</p><p>bordos da pista de rolamento, no mesmo</p><p>sentido de circulação regulamentado</p><p>para a via, com preferência sobre os</p><p>veículos automotores.</p><p>É importante que você, condutor, tenha</p><p>responsabilidade pelos veículos de menor</p><p>Ciclistas</p><p>Classificação das vias</p><p>porte e pelos mais frágeis quando estes</p><p>estão circulando pela via.</p><p>Esteja sempre atento ao fluxo e a todos</p><p>que fazem parte do trânsito.</p><p>Só será permitido o fluxo das bicicletas</p><p>em sentido contrário dos veículos, desde</p><p>que o trecho possua ciclofaixa, e esta</p><p>esteja sinalizada pela autoridade de</p><p>trânsito que possui circunscrição sobre</p><p>a via.</p><p>A classificação das vias também está</p><p>discriminada no CTB. Vejamos as suas</p><p>classificações:</p><p>Art. 60. As vias abertas à circulação, de</p><p>acordo com sua utilização, classificam-se</p><p>em:</p><p>I - Vias urbanas:</p><p>Via de trânsito rápido - aquela</p><p>caracterizada por acessos especiais</p><p>com trânsito livre, sem interseções</p><p>em nível, sem acessibilidade direta</p><p>aos lotes lindeiros e sem travessia</p><p>de pedestres em nível;</p><p>Via arterial - aquela caracterizada</p><p>por interseções em nível, geralmente</p><p>controlada por semáforo, com acessi-</p><p>bilidade aos lotes lindeiros e às vias</p><p>secundárias e locais, possibilitando</p><p>o trânsito entre as regiões da cidade;</p><p>41</p><p>Para definir via urbana, ela precisa ser</p><p>caracterizada da seguinte forma: ruas,</p><p>avenidas, vielas, ou caminhos e similares</p><p>abertos à circulação pública, situados</p><p>na área urbana, caracterizados</p><p>principalmente por possuírem imóveis</p><p>edificados ao longo de sua extensão.</p><p>II - Vias rurais:</p><p>Regulamentação de velocidade</p><p>Agora que você já conhece a classificação</p><p>das vias, vamos estudar a velocidade que</p><p>compete a cada via, quando sinalizada</p><p>pelo órgão que possui circunscrição sobre</p><p>a via.</p><p>Todas as vias devem ter a sua velocidade</p><p>regulamentada por meio de sinalização</p><p>vertical de regulamentação.</p><p>Nas situações em que isso não acontecer,</p><p>será necessário seguir regras próprias.</p><p>Nas vias urbanas, quando a via não</p><p>possuir sinalização regulamentadora,</p><p>deverá se obedecer a seguinte ordem:</p><p>Já nas vias rurais, quando estas não</p><p>possuírem sinalização regulamentadora</p><p>de velocidade, deverá se obedecer</p><p>o seguinte:</p><p>Oitenta quilômetros por hora, nas vias</p><p>de trânsito rápido;</p><p>Sessenta quilômetros por hora, nas</p><p>vias arteriais;</p><p>Quarenta quilômetros por hora, nas vias</p><p>coletoras;</p><p>Trinta quilômetros por hora, nas vias</p><p>locais.</p><p>Via coletora - aquela destinada a</p><p>coletar e distribuir o trânsito que</p><p>tenha necessidade de entrar ou sair</p><p>das vias de trânsito rápido ou arteriais,</p><p>possibilitando o trânsito dentro das</p><p>regiões da cidade;</p><p>Via local - aquela caracterizada por</p><p>interseções em nível não semafori-</p><p>zadas, destinada apenas ao acesso</p><p>local ou a áreas restritas.</p><p>Rodovia - via rural pavimentada;</p><p>Estrada - via rural não pavimentada;</p><p>110 km/h (cento e dez quilômetros por</p><p>hora) para automóveis, camionetas e</p><p>motocicletas;</p><p>42</p><p>Nas rodovias de pista simples:</p><p>O cinto de segurança é um item</p><p>obrigatório nos veículos e todos os</p><p>ocupantes devem utilizados de forma</p><p>correta. Muito além de manter os</p><p>ocupantes seguros em seus lugares,</p><p>o cinto de segurança evita que os</p><p>ocupantes sejam arremessados para</p><p>fora de seus veículos, casa haja alguma</p><p>colisão.</p><p>O cinto de segurança é obrigatório</p><p>para todos os ocupantes do veículo,</p><p>assim como o capacete para os que</p><p>forem utilizar a motocicleta, porém não</p><p>basta colocar o capacete, é necessário</p><p>utilizar a viseira e cinta jugular de</p><p>forma adequada, para tornar o capacete</p><p>eficiente.</p><p>90 km/h (noventa quilômetros por</p><p>hora) para os demais veículos;</p><p>100 km/h (cem quilômetros por hora)</p><p>para automóveis, camionetas e</p><p>motocicletas;</p><p>90 km/h (noventa quilômetros por</p><p>hora) para os demais veículos;</p><p>Nas estradas:</p><p>O órgão que possui circunscrição</p><p>sobre a via que será responsável em</p><p>determinar velocidades inferiores ou</p><p>superiores a essas citadas, conforme</p><p>a característica da via.</p><p>60 km/h (sessenta quilômetros por</p><p>hora).</p><p>Cinto de segurança</p><p>É importante ressaltar que deverá ser</p><p>obedecida esta velocidade quando a</p><p>via NÃO possuir sinalização regulamen-</p><p>tadora de velocidade.</p><p>Além da velocidade máxima permitida,</p><p>também existe a velocidade mínima</p><p>permitida.</p><p>Art. 62 A velocidade mínima não</p><p>poderá ser inferior à metade da</p><p>velocidade máxima estabelecida,</p><p>respeitadas as condições operacionais</p><p>de trânsito e da via.</p><p>Caso você esteja em congestionamento,</p><p>esta regra não será aplicada.</p><p>43</p><p>Unidade 6</p><p>ANTT RESOLUÇÃO</p><p>A Agência Nacional de Transportes</p><p>Terrestres (ANTT), por meio da Resolução</p><p>1383/2006, dispõe sobre direitos e deveres</p><p>de prestadores de serviços de Transporte</p><p>Rodoviário de passageiros, podendo ser</p><p>ele interestadual ou internacional.</p><p>Vejamos o que diz a lei:</p><p>Conforme o disposto na legislação, é de</p><p>obrigatoriedade da TRANSPORTADORA:</p><p>I -Prestar serviço adequado conforme</p><p>prevê a legislação;</p><p>II - Manter em dia o inventário e</p><p>o registro dos bens utilizados na</p><p>prestação de serviços;</p><p>III - Prestar contas da gestão do serviço</p><p>à ANTT;</p><p>IV - Cumprir e fazer cumprir as normas</p><p>do serviço e as cláusulas contratuais da</p><p>permissão ou do termo de autorização;</p><p>Responsabilidade da empresa</p><p>transportadora</p><p>Transportar pessoas é uma atividade</p><p>que possui muitas responsabilidades,</p><p>ou seja, muito além de levar pessoas</p><p>para determinados lugares, dentro do</p><p>seu veículo você está transportando</p><p>vidas e histórias. A responsabilidade</p><p>da transportadora precisa ser seguida</p><p>à risca, para que não haja problemas</p><p>do início ao fim do percurso.</p><p>O veículo utilizado neste transporte deve</p><p>seguir o que diz o artigo 5º da resolução</p><p>1383/2006.</p><p>Art. 5º. A empresa transportadora é</p><p>responsável pela segurança da operação</p><p>e pela adequada manutenção, conserva-</p><p>ção e preservação das características</p><p>técnicas dos ônibus.</p><p>Os órgãos fiscalizadores, sempre que</p><p>julgarem necessário, obedecendo o que</p><p>diz a legislação, poderão efetuar vistorias</p><p>no veículo (ônibus) podendo sofrer</p><p>medidas de suspensão de tráfego para</p><p>aquelas empresas que não cumprirem</p><p>o que diz o artigo 5º, conforme citado</p><p>anteriormente.</p><p>V - Permitir aos encarregados da fisca-</p><p>lização livre acesso, em qualquer época,</p><p>às obras, aos equipamentos e às insta-</p><p>lações integrantes do serviço e aos</p><p>registros contábeis e estatísticos;</p><p>����������������</p><p>�����	 VI - Zelar pela manutenção dos bens</p><p>utilizados na prestação do serviço;</p><p>VII - Promover a retirada de serviço de</p><p>ônibus cujo afastamento de tráfego</p><p>tenha sido exigido pela fiscalização.</p><p>44</p><p>Quando em atividade</p><p>Quando em atividade, os condutores de</p><p>veículos rodoviários que prestem serviços</p><p>regulares devem portar um formulário</p><p>para registros de reclamações, danos,</p><p>extravio de bagagens.</p><p>Além deste desse documento, se faz</p><p>necessário dentro do veículo uma cópia</p><p>do quadro de tarifas, de forma que esteja</p><p>de fácil acesso aos usuários e fiscalização.</p><p>Direito e obrigações dos</p><p>usuários</p><p>O Transporte Coletivo de Pessoas tem</p><p>por obrigação oferecer um serviço</p><p>adequado ao usuário, conforme o que</p><p>diz a Lei nº 8.078, de 11 de setembro</p><p>de 1990.</p><p>I - Receber serviço adequado;</p><p>II - Receber da Agência Nacional de</p><p>Transportes Terrestres - ANTT e da</p><p>transportadora informações para defesa</p><p>de interesses individuais ou coletivos;</p><p>(Redação dada ao inciso pela Resolução ANTT</p><p>nº 1.922, de 28.03.2007, DOU 02.04.2007)</p><p>III - Obter e utilizar o serviço com liberda-</p><p>de de escolha;</p><p>IV - Levar ao conhecimento do órgão</p><p>de</p><p>fiscalização as irregularidades de que</p><p>tenha conhecimento, referentes ao</p><p>serviço delegado;</p><p>V - Zelar pela conservação dos bens e</p><p>equipamentos por meio dos quais lhes</p><p>são prestados os serviços;</p><p>VI - Ser transportado com pontualidade,</p><p>segurança, higiene e conforto, do início</p><p>ao término da viagem;</p><p>VII - Ter garantida sua poltrona no ônibus,</p><p>nas condições especificadas no bilhete</p><p>de passagem;</p><p>VIII - Ser atendido com urbanidade pelos</p><p>prepostos da transportadora e pelos</p><p>agentes de fiscalização;</p><p>IX - Ser auxiliado no embarque e desem-</p><p>barque, em se tratando de crianças,</p><p>pessoas idosas ou com dificuldades</p><p>de locomoção;</p><p>X - Receber da transportadora</p><p>informações acerca das características</p><p>dos serviços, tais como horários, tempo</p><p>de viagem, localidades atendidas, preço</p><p>de passagem e outras relacionadas com</p><p>os serviços;</p><p>XI - Transportar, gratuitamente, até trinta</p><p>quilos de bagagem no bagageiro e cinco</p><p>quilos de volume no porta-embrulhos,</p><p>observados os limites de dimensão cons-</p><p>tantes em resolução específica; (Redação</p><p>dada ao inciso pela Resolução ANTT nº 1.922,</p><p>de 28.03.2007, DOU 02.04.2007)</p><p>V - Zelar pela conservação dos bens e</p><p>equipamentos por meio dos quais lhes</p><p>são prestados os serviços;</p><p>45</p><p>XII - Receber os comprovantes das</p><p>bagagens transportadas no bagageiro;</p><p>(Redação dada ao inciso pela Resolução ANTT</p><p>nº 1.922, de 28.03.2007, DOU 02.04.2007)</p><p>XIII - Ser indenizado por extravio ou</p><p>dano da bagagem transportada no</p><p>bagageiro, devendo a reclamação ser</p><p>efetuada ao término da viagem, em</p><p>formulário próprio fornecido pela</p><p>transportadora; (Redação dada ao inciso</p><p>pela Resolução ANTT nº 1.922, de 28.03.2007,</p><p>DOU 02.04.2007)</p><p>XIV - Receber a diferença do preço da</p><p>passagem, quando a viagem se faça,</p><p>total ou parcialmente, em ônibus de</p><p>características inferiores às daquele</p><p>contratado;</p><p>XV - Receber, às expensas da transporta-</p><p>dora, enquanto perdurar a situação,</p><p>alimentação e pousada, nos casos</p><p>de venda de mais de um bilhete de</p><p>passagem para a mesma poltrona,</p><p>ou interrupção ou retardamento da</p><p>viagem, por mais de 3 (três) horas,</p><p>em razão de defeito, falha ou outro</p><p>motivo de responsabilidade da</p><p>transportadora; (Redação do inciso dada</p><p>pela Resolução ANTT nº 4282 de 17/03/2014).</p><p>XVI - Receber da transportadora, em</p><p>caso de acidente, imediata e adequada</p><p>assistência;</p><p>XVII - Transportar, sem pagamento, uma</p><p>criança de até seis anos incompletos,</p><p>por responsável, desde que não ocupe</p><p>poltrona, observadas as disposições legais</p><p>e regulamentares aplicáveis ao transporte</p><p>de menores; (Redação dada ao inciso pela</p><p>Resolução ANTT nº 1.922, de 28.03.2007).</p><p>XVIII - Optar, em caso de atraso da partida</p><p>do ponto inicial ou de uma das paradas</p><p>previstas, durante o percurso, por período</p><p>superior a 1 (uma) hora, ou em caso de</p><p>preterição de embarque, por:</p><p>a) continuar a viagem em outra empresa</p><p>que ofereça serviços equivalentes para o</p><p>mesmo destino, às custas da transporta-</p><p>dora;</p><p>b) receber de imediato o valor do bilhete</p><p>de passagem; ou</p><p>c) continuar a viagem, pela mesma trans-</p><p>portadora.</p><p>XIX - Receber a importância paga no caso</p><p>de desistência da viagem, observadas as</p><p>regras de reembolso, facultado à trans-</p><p>portadora, conforme o caso, reter até 5%</p><p>a título de comissão de venda e multa</p><p>compensatória, da importância a ser</p><p>restituída ao passageiro, desde que o</p><p>passageiro manifeste-se com antecedên-</p><p>cia mínima de três horas em relação ao</p><p>horário de partida constante no bilhete;</p><p>(Redação do inciso dada pela Resolução</p><p>ANTT nº 4282 de 17/03/2014).</p><p>V - Zelar pela conservação dos bens e</p><p>equipamentos por meio dos quais lhes</p><p>são prestados os serviços;</p><p>46</p><p>XX - Estar garantido pelo Seguro de</p><p>Responsabilidade Civil contratado pela</p><p>transportadora, que prevê a cobertura</p><p>para garantir a liquidação de danos</p><p>causados aos passageiros, em virtude</p><p>de acidente quando da realização da</p><p>viagem em ônibus, discriminados nas</p><p>respectivas apólices, que operam os</p><p>serviços, sem prejuízo da cobertura</p><p>do seguro obrigatório de danos pessoais</p><p>(DPVAT), a que se refere a Lei nº 6.194,</p><p>de 19 de dezembro de 1974; (Redação do</p><p>inciso dada pela Resolução ANTT nº 4282</p><p>de 17/03/2014).</p><p>XXI - Não ser obrigado a adquirir seguro</p><p>facultativo complementar de viagem.</p><p>(Inciso acrescentado pela Resolução ANTT</p><p>nº 1.922 DE 28.03.2007).</p><p>XXII - Comprar passagem com validade</p><p>de um ano, a contar da data de sua</p><p>primeira emissão, independentemente</p><p>de estar com data e horário marcados,</p><p>sendo que os Bilhetes de Passagem</p><p>adquiridos com antecedência mínima</p><p>de sete dias da data da viagem poderão</p><p>não ter horário de embarque definido;</p><p>(Inciso acrescentado pela Resolução ANTT</p><p>nº 4282 de 17/03/2014).</p><p>XXIII - Remarcar o bilhete adquirido com</p><p>data e horário previamente marcados,</p><p>observado o prazo de validade do bilhete,</p><p>para utilização na mesma linha, seção</p><p>e sentido, podendo inclusive optar por</p><p>serviço em veículo de categoria diversa</p><p>do originalmente contratado, arcando</p><p>com as diferenças dos valores de tarifa, no</p><p>caso de serviço em veículo de categoria</p><p>superior ou tendo direito à restituição das</p><p>diferenças de preço, no caso de serviço</p><p>em veículo de categoria inferior; (Inciso</p><p>acrescentado pela Resolução ANTT nº 4282</p><p>de 17/03/2014).</p><p>XXIV - Transferir o bilhete adquirido,</p><p>observado o prazo de validade do bilhete.</p><p>(Inciso acrescentado pela Resolução ANTT</p><p>nº 4282 DE 17/03/2014).</p><p>Parágrafo único. Se, em qualquer das</p><p>paradas obrigatórias, o passageiro inter-</p><p>romper sua viagem por iniciativa própria,</p><p>nenhum reembolso será devido pela</p><p>transportadora. (Redação do parágrafo dada</p><p>pela Resolução ANTT Nº 4432 DE 19/09/2014).</p><p>É claro na Resolução nº 1383/2006 que</p><p>situações podem fazer com que o usuário</p><p>não possa embarcar ou então deverá</p><p>desembarcar no veículo caso:</p><p>V - Zelar pela conservação dos bens e</p><p>equipamentos por meio dos quais lhes</p><p>são prestados os serviços;</p><p>Não se identificar quando for solicitado;</p><p>Se por ventura estiver sob efeito de</p><p>álcool;</p><p>Portar arma sem autorização da autori-</p><p>dade competente;</p><p>Transportar ou pretender embarcar</p><p>com produtos considerados perigosos</p><p>pela legislação específica;</p><p>47</p><p>Recebimento de valores</p><p>de fretamento</p><p>Em relação ao recebimento de valores</p><p>de fretamento, a ANTT, através da sua</p><p>Resolução nº 4.777/2015, no regime de</p><p>fretamento, cabe à ANTT autorizar o</p><p>serviço de transporte coletivo rodoviário</p><p>interestadual e internacional, podendo</p><p>ser feito no âmbito:</p><p>Condições legais para prestação</p><p>de serviço</p><p>OBS: Os veículos zero KM estão dispensa-</p><p>dos da apresentação do Certificado pelo</p><p>período de um ano, após a compra do</p><p>mesmo. Porém é necessário que apresen-</p><p>tem a cópia autenticada da nota fiscal do</p><p>chassi do veículo.</p><p>Para que possa haver condições legais</p><p>para prestação do serviço de Transporte</p><p>Coletivo, ao transportador interessado,</p><p>os veículos deverão ser cadastrados e</p><p>possuírem os seguintes documentos:</p><p>Atividade de fretamento</p><p>Quando, por atividades de fretamento,</p><p>a Resolução nº 4.777/2015 coloca a</p><p>seguinte situação:</p><p>Art. 15. Na prestação do serviço objeto</p><p>desta Resolução, será admitida a utili-</p><p>zação de veículo do tipo:</p><p>I - Ônibus; e</p><p>II - Micro-ônibus com até 15 (quinze) anos</p><p>de fabricação.</p><p>Parágrafo único. Os veículos de que trata</p><p>o caput deverão ser de categoria aluguel.</p><p>Art. 16. (...)</p><p>Parágrafo único. Os ônibus com mais de</p><p>15 (quinze) anos de fabricação deverão ser</p><p>submetidos à Inspeção Técnica Veicular</p><p>com periodicidade semestral, devendo os</p><p>demais veículos serem inspecionados</p><p>anualmente.</p><p>Transportar ou pretender embarcar</p><p>consigo animais domésticos ou silves-</p><p>tres, sem o devido acondicionamento</p><p>ou em desacordo com disposições</p><p>legais ou regulamentares;</p><p>Pretender embarcar objeto de dimen-</p><p>sões e acondicionamento incompatíveis</p><p>com o porta-embrulhos;</p><p>Comprometer a segurança, o conforto</p><p>ou a tranquilidade dos demais</p><p>passageiros;</p><p>Fizer uso de aparelho sonoro, depois</p><p>de advertido pela tripulação do ônibus;</p><p>Demonstrar incontinência no compor-</p><p>tamento;</p><p>Recusar-se ao pagamento da tarifa;</p><p>Fizer uso de produtos fumígenos no</p><p>interior do ônibus, em desacordo com</p><p>a legislação pertinente.</p><p>Turístico;</p><p>Eventual;</p><p>Contínuo.</p>

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