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<p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de RomaCapítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>7.3 – O Império romano (século I a.C. a V d.C.)</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO</p><p>Roma Antiga</p><p>Roma: da monarquia ao império</p><p>Enéias</p><p>Numitor Amúlio</p><p>Réia Silvia Deus Marte</p><p>Rômulo Remo</p><p>Matam Amúlio</p><p>Fundam Roma (723 a.C.)</p><p>Loba</p><p>Versão Lendária</p><p>Início</p><p>Monarquia</p><p>República</p><p>Império</p><p>Triunviratos</p><p>Cultura</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>A República romana</p><p>Expansão territorial romana</p><p>Domínio da</p><p>Península Itálica</p><p>Século IV-III a.C.</p><p>Conquista de Cartago</p><p>nas Guerras Púnicas</p><p>264-146 a.C.</p><p>Expansão pelo</p><p>Mediterrâneo oriental</p><p>Século II-I a.C.</p><p>Crescimento da escravidão, da disputa por terras e do poder do exército</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de RomaRuínas de Cartago</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>Otávio Augusto</p><p>Crise da república</p><p>Fonte: STUMPO, E. Beniamino; TONELLI, M. Teresa. II Nuovo libro di storia. v.I. Milão: Le Monnier, 1997. p. 164.</p><p>DOMÍNIOS ROMANOS ENTRE OS SÉCULOS II e I a.C.</p><p>C</p><p>A</p><p>R</p><p>T</p><p>O</p><p>G</p><p>R</p><p>A</p><p>F</p><p>IA</p><p>:</p><p>A</p><p>N</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>O</p><p>N</p><p>D</p><p>E</p><p>A</p><p>N</p><p>D</p><p>R</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>P</p><p>IM</p><p>E</p><p>N</p><p>T</p><p>E</p><p>L</p><p>/F</p><p>E</p><p>R</p><p>N</p><p>A</p><p>N</p><p>D</p><p>O</p><p>J</p><p>O</p><p>S</p><p>É</p><p>F</p><p>E</p><p>R</p><p>R</p><p>E</p><p>IR</p><p>A</p><p>230 km</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>ENEM</p><p>A Lei das Doze Tábuas, de meados do século V a.C., fixou por escrito um velho</p><p>direito costumeiro. No relativo às dívidas não pagas, o código permitia, em última</p><p>análise, matar o devedor; ou vendê-lo como escravo “do outro lado do Tibre” — isto</p><p>é, fora do território de Roma.</p><p>CARDOSO, C. F. S. O trabalho compulsório na Antiguidade.</p><p>Rio de Janeiro: Graal, 1984.</p><p>A referida lei foi um marco na luta por direitos na Roma Antiga, pois possibilitou que</p><p>os plebeus</p><p>a) modificassem a estrutura agrária assentada no latifúndio.</p><p>b) exercessem a prática da escravidão sobre seus devedores.</p><p>c) conquistassem a possibilidade de casamento com os patrícios.</p><p>d) ampliassem a participação política nos cargos políticos públicos.</p><p>e) reinvindicassem as mudanças sociais com base no conhecimento das leis.</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de RomaCapítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>7.3 – O Império romano (século I a.C. a V d.C.)</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO</p><p>Segundo o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa (Rio de Janeiro: Nova</p><p>Fronteira, 1986), os termos, “plebeu” e “plebe” significam, no mundo atual, homem do</p><p>povo, peão, povinho.</p><p>Na Roma antiga, todavia, o termo identificava</p><p>a)homens livres, pobres ou não, que não faziam parte da classe dos patrícios.</p><p>b)camponeses submetidos ao regime de escravidão, que viviam sob a proteção dos</p><p>grandes proprietários.</p><p>c)soldados que compunham as legiões do exército romano, na época das conquistas de</p><p>Júlio César.</p><p>d)habitantes das províncias longínquas, conquistadas pelos romanos, submetidos ao</p><p>pagamento de tributos.</p><p>e)escravos organizados em um numeroso contingente, que praticavam frequentes</p><p>rebeliões urbanas.</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>(Fuvest) A expansão de Roma durante a República, com o consequente domínio da</p><p>bacia do Mediterrâneo, provocou sensíveis transformações sociais e econômicas,</p><p>dentre as quais:</p><p>a) marcado processo de industrialização, êxodo urbano, endividamento do Estado.</p><p>b) fortalecimento da classe plebeia, expansão da pequena propriedade, propagação</p><p>do cristianismo.</p><p>c) crescimento da economia agropastoril, intensificação das exportações, aumento</p><p>do trabalho livre.</p><p>d) enriquecimento do Estado romano, aparecimento de uma poderosa classe de</p><p>comerciantes, aumento do número de escravos.</p><p>e) diminuição da produção nos latifúndios, acentuado processo inflacionário,</p><p>escassez de mão de obra escrava.</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>(Fuvest) Importantes transformações políticas, econômicas e sociais ocorreram</p><p>com a expansão romana pelo Mediterrâneo, entre elas:</p><p>a) fortalecimento econômico da elite patrícia, concentração da população nas</p><p>zonas rurais, crescimento do trabalho livre.</p><p>b) supremacia política dos generais, abolição do trabalho escravo, fixação da</p><p>plebe no campo.</p><p>c) austeridade moral, monopólio dos cargos públicos pelos plebeus e erradicação</p><p>da influência da cultura grega.</p><p>d) emigração da população do campo para a cidade, predomínio da atividade</p><p>comercial, grande aumento do número de escravos.</p><p>e) fortalecimento da família tradicional, concentração da economia nas atividades</p><p>agropastoris, preservação do monoteísmo.</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>(UNESP) Dos Séculos III a I a.C., através de guerras de conquista, os patrícios</p><p>romanos estenderam a sua dominação sobre quase todos os povos do</p><p>Mediterrâneo. Mas essa vitória externa de Roma contribuiu para transformar a sua</p><p>própria ordem social interna. Como uma das mais importantes transformações,</p><p>podemos citar:</p><p>a) a queda da monarquia e o estabelecimento da república.</p><p>b) a Lei das XII Tábuas, que equiparou patrícios e plebeus.</p><p>c) a escravização generalizada dos plebeus e estrangeiros residentes em Roma.</p><p>d) a introdução do latifúndio cultivado por escravos, em larga escala.</p><p>e) a generalização do trabalho assalariado, estimulada pela expansão mercantil.</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>(UECE) Entre os anos 509 e 31 a.C. se situa a segunda fase da história</p><p>política de Roma, a República, sobre a qual podemos afirmar, corretamente,</p><p>EXCETO:</p><p>a) possui um caráter essencialmente aristocrático</p><p>b) o poder executivo, que antes pertencia ao Rei, passa a ser exercido por dois</p><p>Cônsules</p><p>c) o Senado se torna o principal órgão da República, e os membros dele</p><p>vitalícios</p><p>d) os patrícios, desde muito cedo, lutaram pela igualdade de direitos com os</p><p>plebeus</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>(Mackenzie) As Guerras Púnicas, conflitos entre Roma e Cartago, no século II</p><p>a.C., foram motivadas:</p><p>a) pela disputa pelo controle do comércio no Mar Negro e posse das colônias</p><p>gregas.</p><p>b) pelo controle das regiões da Trácia e Macedônia e o monopólio do comércio</p><p>no Mediterrâneo.</p><p>c) pelo domínio da Sicília e disputa pelo controle do comércio no Mar</p><p>Mediterrâneo.</p><p>d) pela divisão do Império Romano entre os generais romanos e a submissão de</p><p>Siracusa a Cartago.</p><p>e) pelo conflito entre o mundo romano em expansão e o mundo bárbaro persa.</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>O Alto Império (século I a.C. - III d.C.)</p><p>Império</p><p>31 a.C. – 476 d.C.</p><p>Império</p><p>Júlio – Claudiana</p><p>Flávios</p><p>Antoninos</p><p>Severos</p><p>Otávio Augusto31 a.C. –14</p><p>14-68</p><p>69-96</p><p>96-192</p><p>193-235</p><p>Reformadores</p><p>Pax Romana</p><p>Tibério,Calígula,</p><p>Cláudio e Nero</p><p>Vespasiano,Tito e</p><p>Domiciano</p><p>Trajano, Adriano,</p><p>Antonino Pio,</p><p>Marco Aurélio e</p><p>Cômodo</p><p>Séptimo,Caracala,</p><p>Heliogábalo,</p><p>Severo Alexandre</p><p>Crise</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>A ESCRAVIDÃO EM ROMA</p><p>▪ Grande parte dos escravos era obtida em</p><p>guerras. Entretanto, razões variadas</p><p>produziam a escravidão.</p><p>▪ O trabalho escravo era relevante em</p><p>variadas atividades (Escravismo Antigo).</p><p>▪ A inflexão na visão da escravidão a partir da</p><p>difusão do estoicismo.</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de RomaCapítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>7.3 – O Império romano (século I a.C. a V d.C.)</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO</p><p>O cristianismo</p><p>Batismo de Constantino I pelo papa Silvestre I, pintura de 1246</p><p>T</p><p>R</p><p>IS</p><p>T</p><p>A</p><p>N</p><p>L</p><p>A</p><p>F</p><p>R</p><p>A</p><p>N</p><p>C</p><p>H</p><p>IS</p><p>/A</p><p>K</p><p>G</p><p>-I</p><p>M</p><p>A</p><p>G</p><p>E</p><p>S</p><p>/A</p><p>L</p><p>B</p><p>U</p><p>M</p><p>/L</p><p>A</p><p>T</p><p>IN</p><p>S</p><p>T</p><p>O</p><p>C</p><p>K</p><p>-</p><p>IG</p><p>R</p><p>E</p><p>JA</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>I</p><p>Q</p><p>U</p><p>A</p><p>T</p><p>T</p><p>R</p><p>O</p><p>C</p><p>O</p><p>R</p><p>O</p><p>N</p><p>A</p><p>T</p><p>I,</p><p>R</p><p>O</p><p>M</p><p>A</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de RomaCapítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>7.3 – O Império romano (século I a.C. a V d.C.)</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO</p><p>A cultura romana</p><p>▪Religião</p><p>• Politeísta: influência de cultos e deuses gregos e orientais (sincretismo).</p><p>▪Arquitetura</p><p>• Templos, estradas, pontes, termas e aquedutos.</p><p>• Arcos do triunfo, obeliscos, teatros e anfiteatros.</p><p>▪Literatura</p><p>• Tito Lívio (História de Roma).</p><p>• Virgílio (Eneida).</p><p>• Ovídio (A arte de amar e Metamorfose).</p><p>▪Outras contribuições romanas</p><p>• Direito, língua latina e calendário juliano.</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de RomaCapítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>7.3 – O Império romano (século I a.C. a V d.C.)</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO</p><p>O cristianismo</p><p>▪Nasceu na Judeia, província romana, no século I.</p><p>▪Durante alguns governos, os cristãos foram muito perseguidos</p><p>em Roma.</p><p>▪Edito de Milão (313): concedeu liberdade de culto aos cristãos.</p><p>▪Ano 380: o cristianismo tornou-se a religião oficial</p><p>do Império romano.</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>O Baixo Império e a queda de Roma</p><p>AUGE COM JUSTINIANO (SÉC. VI)</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>ENEM</p><p>Os escravos tornam-se propriedade nossa seja em virtude da lei civil, seja da lei comum</p><p>dos povos; em virtude da lei civil, se qualquer pessoa de mais de vinte anos permitir a venda</p><p>de si própria com a finalidade de lucrar conservando uma parte do preço da compra; e em</p><p>virtude da lei comum dos povos, são nossos escravos aqueles que foram capturados na</p><p>guerra e aqueles que são filhos de nossas escravas.</p><p>CARDOSO, C. F. Trabalho compulsório na Antiguidade.</p><p>São Paulo: Graal, 2003.</p><p>A obra Institutas, do jurista Aelius Marcianus (século III d.C.), instrui sobre a escravidão na</p><p>Roma antiga. No direito e na sociedade romana desse período, os escravos compunham uma</p><p>a)mão de obra especializada protegida pela lei.</p><p>b)força de trabalho sem a presença de ex-cidadãos.</p><p>c)categoria de trabalhadores oriundos dos mesmos povos.</p><p>d)condição legal independente da origem étnica do indivíduo.</p><p>e)comunidade criada a partir do estabelecimento das leis escritas.</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de RomaCapítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>7.3 – O Império romano (século I a.C. a V d.C.)</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO</p><p>(FUVEST SP)</p><p>César não saíra de sua província para fazer mal algum, mas para se defender dos agravos dos</p><p>inimigos, para restabelecer em seus poderes os tribunos da plebe que tinham sido, naquela</p><p>ocasião, expulsos da Cidade, para devolver a liberdade a si e ao povo romano oprimido pela</p><p>facção minoritária.</p><p>Caio Júlio César. A Guerra Civil. São Paulo: Estação Liberdade, 1999, p. 67.</p><p>O texto, do século I a.C, retrata o cenário romano de</p><p>a) implantação da Monarquia, quando a aristocracia perseguia seus opositores e os forçava ao</p><p>ostracismo, para sufocar revoltas oligárquicas e populares.</p><p>b)transição da República ao Império, período de reformulações provocadas pela expansão</p><p>mediterrânica e pelo aumento da insatisfação da plebe.</p><p>c) consolidação da República, marcado pela participação política de pequenos proprietários</p><p>rurais e pela implementação de amplo programa de reforma agrária.</p><p>d)passagem da Monarquia à República, período de consolidação oligárquica, que provocou a</p><p>ampliação do poder e da influência política dos militares.</p><p>e) decadência do Império, então sujeito a invasões estrangeiras e à fragmentação política gerada</p><p>pelas rebeliões populares e pela ação dos bárbaros.</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>ENEM</p><p>O fenômeno da escravidão, ou seja, da imposição do trabalho compulsório a um indivíduo ou</p><p>a uma coletividade, por parte de outro indivíduo ou coletividade, é algo muito antigo e, nesses</p><p>termos, acompanhou a história da Antiguidade até o séc. XIX. Todavia, percebe-se que tanto</p><p>o status quanto o tratamento dos escravos variou muito da Antiguidade Greco-romana até o</p><p>século XIX em questões ligadas á divisões do trabalho.</p><p>As variações mencionadas dizem respeito</p><p>a) ao caráter étnico da escravidão antiga, pois certas etnias eram escravizadas de preconceitos</p><p>sociais.</p><p>b)à especialização do trabalho escravo na Antiguidade, pois certos ofícios de prestígio eram</p><p>frequentemente realizados por escravos.</p><p>c) ao uso dos escravos para a atividade agroexportadora, tanto na Antiguidade quanto no</p><p>mundo moderno, pois o caráter étnico determinou a diversidade de tratamento.</p><p>d)à absoluta desqualificação dos escravos para trabalhos mais sofisticados e à violência em</p><p>seu tratamento, independente das questões étnicas.</p><p>e) ao aspecto étnico presente em todas as formas de escravidão, pois o escravo era, na</p><p>Antiguidade Greco–romana, como no mundo moderno, considerado uma raça inferior.</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de RomaCapítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>7.3 – O Império romano (século I a.C. a V d.C.)</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO</p><p>(UNESP) Os gastos militares do Império Romano intensificaram-se a partir</p><p>dos séculos III e IV d.C., devido</p><p>a) ao esforço romano de expandir suas fronteiras para o centro da África.</p><p>b) às perseguições contra os cristãos, que, bem sucedidas, permitiram o</p><p>pleno retorno ao politeísmo.</p><p>c) à necessidade de defesa diante de ataques simultâneos de bárbaros em</p><p>várias partes da fronteira.</p><p>d) aos anseios expansionistas, que levaram os romanos a buscar o controle</p><p>armado e comercial do mar Mediterrâneo.</p><p>e) à guerra contra Cartago pelo controle de terras no norte da África e na</p><p>Península Ibérica.</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>ENEM</p><p>“Somos servos da lei para podermos ser livres.”</p><p>Cícero</p><p>“O que apraz ao príncipe tem força de lei.”</p><p>Ulpiano</p><p>As frases acima são de dois cidadãos da Roma Clássica que viveram praticamente no mesmo século,</p><p>quando ocorreu a transição da República (Cícero) para o Império (Ulpiano).</p><p>Tendo como base as sentenças acima, considere as afirmações:</p><p>I. A diferença nos significados da lei é apenas aparente, uma vez que os romanos não levavam em</p><p>consideração as normas jurídicas.</p><p>II. Tanto na República como no Império, a lei era o resultado de discussões entre os representantes</p><p>escolhidos pelo povo romano.</p><p>III. A lei republicana definia que os direitos de um cidadão acabavam quando começavam os direitos</p><p>de outro cidadão.</p><p>IV. Existia, na época imperial, um poder acima da legislação romana.</p><p>Estão corretas, apenas:</p><p>a)I e II. b) I e III. c) II e III. d) II e IV.</p><p>e)III e IV.</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p><p>HISTÓRIA: DAS CAVERNAS</p><p>AO TERCEIRO MILÊNIO Capítulo 7 – O esplendor de Roma</p>