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<p>2°P. APG S7P1 – S. Músculos- esquelético</p><p>Tema: Fratura</p><p>CLASSIFICAÇÃO DOS OSSOS</p><p>Os ossos são classificados de acordo com o</p><p>formato:</p><p> Os ossos longos são tubulares (ex.: o úmero no</p><p>braço, fêmur)</p><p> Os ossos curtos são cuboides e encontrados</p><p>apenas no tarso (tornozelo) e no carpo (punho)</p><p> Os ossos planos forma relativamente fina e</p><p>achatada e são normalmente curvados.</p><p>geralmente têm funções protetoras (ex.: ossos</p><p>planos do crânio protegem o encéfalo, as costelas,</p><p>o esterno (osso peitoral) e a escápula (omoplata))</p><p> Os ossos irregulares têm vários formatos além de</p><p>longos, curtos ou planos (ex.: ossos da face,</p><p>esfenoide do crânio, as vértebras e os ossos do</p><p>quadril)</p><p> Os ossos sesamoides (“em formato de semente</p><p>de gergelim”) se desenvolvem em alguns tendões</p><p>e são encontrados nos lugares onde os tendões</p><p>cruzam as extremidades dos ossos longos nos</p><p>membros; eles protegem os tendões contra o</p><p>desgaste excessivo reduzindo o atrito e</p><p>modificando a pressão nos tendões, reduzindo</p><p>irritações e rompimentos e muitas vezes modificam</p><p>o ângulo dos tendões em sua passagem até as</p><p>inserções alterando a direção da tração de um</p><p>tendão. (ex.: patela)</p><p>1. Divisão do Esqueleto do Membro Inferior:</p><p>O esqueleto do membro inferior é composto por 2</p><p>componentes funcionais:</p><p>a) Cíngulo do Membro Inferior</p><p>b) Ossos da Parte Livre do Membro Inferior</p><p>a) Cíngulo do Membro Inferior (Pelve Óssea):</p><p> Composição: é um anel formado pelo sacro e</p><p>pelos ossos do quadril (direito e esquerdo),</p><p>unidos anteriormente na sínfise púbica.</p><p> Funções:</p><p> Conecta o membro inferior livre ao</p><p>esqueleto axial.</p><p> O sacro é comum ao esqueleto axial e ao</p><p>cíngulo do membro inferior.</p><p> Forma o esqueleto da parte inferior do</p><p>tronco.</p><p> Proporciona proteção e suporte ao abdome,</p><p>pelve, períneo e membros inferiores.</p><p>b) Ossos da Parte Livre do Membro Inferior:</p><p> Localização e Função:</p><p> Contidos na parte livre do membro inferior.</p><p> Servem especificamente à parte livre do</p><p>membro inferior.</p><p>(4). Os ramos púbicos funcionam</p><p>Como “suportes” que ajudam a</p><p>manter a integridade do arco.</p><p> No tornozelo, o peso sustentado pela tíbia</p><p>é transferido para o tálus.</p><p> O tálus é o elemento fundamental de um</p><p>arco longitudinal formado pelos ossos</p><p>tarsais e metatarsais de cada pé, que</p><p>distribui o peso uniformemente entre o</p><p>calcanhar e a parte anterior do pé (antepé)</p><p>na posição ortostática, criando uma</p><p>plataforma óssea flexível, porém estável,</p><p>para sustentar o corpo</p><p>Cíngulo do membro inferior e articulações correlatas:</p><p> Transferência de peso da coluna vertebral para os</p><p>membros inferiores:</p><p>(1). O peso da parte superior do corpo é transmitido</p><p>centralmente pela coluna vertebral;</p><p>(2). O peso é dividido e direcionado</p><p>lateralmente através do arco ósseo</p><p>formado pelo sacro epelos ílios;</p><p>(3). As partes espessas dos ílios</p><p>transferem o peso para os fêmures;</p><p>. O ESQUELETO APENDICULAR DOS .</p><p>MEMBROS INFERIORES .</p><p> Os membros inferiores são extensões do tronco</p><p>especializadas para sustentação do peso do corpo,</p><p>locomoção (a capacidade de se deslocar de um</p><p>lugar para outro) e manutenção do equilíbrio.</p><p> O membro inferior tem 6 regiões principais:</p><p>1. A região glútea: (as nádegas, e a região do</p><p>quadril lateral)</p><p> Ossos: Pelve óssea (osso do quadril,</p><p>sacro, cóccix)</p><p> Transição entre o tronco e os membros</p><p>inferiores;</p><p> Inclui as nádegas e a região do quadril</p><p>lateral;</p><p> Volume devido aos músculos glúteos que</p><p>recobrem o cíngulo do membro inferior;</p><p>2. Região Femoral: (Coxa)</p><p> Ossos: fêmur</p><p> Parte livre do membro inferior entre a região</p><p>glútea, abdominal e perineal, e o joelho.</p><p> Inclui a maior parte do fêmur.</p><p> Limites: ligamento inguinal anteriormente e</p><p>ramo isquiopúbico medialmente; sulco</p><p>infraglúteo posteriormente.</p><p>3. Região do Joelho:</p><p> Ossos: tíbia, fíbula, patela</p><p> Inclui côndilos do fêmur e da tíbia, cabeça</p><p>da fíbula e a patela.</p><p> Articulações entre essas estruturas ósseas.</p><p> Região genicular posterior possui a fossa</p><p>poplítea, uma cavidade cheia de gordura</p><p>que dá passagem a estruturas</p><p>neurovasculares.</p><p>4. Região Crural: (Perna)</p><p> Ossos: tíbia, fíbula</p><p> Parte entre o joelho e a região talocrural</p><p>(tornozelo).</p><p> Inclui a maior parte da tíbia e fíbula.</p><p> Muitas pessoas chamam toda a perna de</p><p>"perna", o que na verdade se refere a esta</p><p>seção específica.</p><p>5. Região Talocrural: (Tornozelo)</p><p> Ossos: calcâneo</p><p> Inclui os maléolos medial e lateral que</p><p>ladeiam a articulação talocrural.</p><p>6. Região do Pé:</p><p> Ossos: tarso, metatarso e falanges;</p><p> Parte distal do membro inferior;</p><p> Artelhos são os dedos do pé.</p><p> Hálux tem duas falanges; os outros dedos</p><p>têm três falanges.</p><p>OSSO DO QUADRIL</p><p> O osso do quadril maduro é o grande osso</p><p>pélvico plano formado pela fusão de três ossos</p><p>primários – ílio, ísquio e púbis;</p><p> Os ossos do quadril unem-se ao sacro</p><p>posteriormente, e um ao outro anteriormente (na</p><p>sínfise púbica) para formar o cíngulo do membro</p><p>inferior.</p><p> Cada osso do quadril é especializado para</p><p>receber metade do peso da parte superior do</p><p>corpo na posição de pé, e todo o peso</p><p>periodicamente durante a marcha.</p><p> As partes espessas do osso transferem peso</p><p>para o fêmur.</p><p> As partes finas do osso proporcionam uma</p><p>superfície larga para inserção de músculos fortes</p><p>que movimentam o fêmur.</p><p> O cíngulo do membro inferior circunda e protege</p><p>as vísceras pélvicas, sobretudo os órgãos</p><p>genitais.</p><p>ÍLIO:</p><p> Forma a maior parte do osso do quadril.</p><p> Contribui para formar a parte superior do</p><p>acetábulo</p><p>Estrutura do Ílio:</p><p> Partes Espessas: Colunas mediais</p><p>espessas para sustentação de peso.</p><p> Partes Finas: Asas posterolaterais finas,</p><p>proporcionando superfícies largas para a</p><p>inserção muscular.</p><p>Formação do Acetábulo: quando corpo do ílio se</p><p>une ao púbis e ao ísquio.</p><p>Espinhas Ilíacas: Espinhas ilíacas</p><p>anterossuperiores e anteroinferiores fornecem</p><p>inserção para ligamentos e tendões dos músculos</p><p>do membro inferior.</p><p>Crista Ilíaca:</p><p> Margem superior curva e espessa da asa do</p><p>ílio.</p><p> Estende-se da espinha ilíaca</p><p>anterossuperior (EIAS) até a espinha ilíaca</p><p>posterossuperior (EIPS).</p><p> Serve como ponto de inserção para</p><p>músculos finos e fáscia muscular.</p><p> Tubérculo ilíaco localizado 5 a 6 cm</p><p>posterior à EIAS.</p><p>Linhas Glúteas: Três linhas curvas e ásperas</p><p>(posterior, anterior e inferior) na face lateral da asa</p><p>do ílio para inserção dos músculos glúteos.</p><p>Fossa Ilíaca:</p><p> Grande e lisa depressão medialmente na asa</p><p>do ílio.</p><p> Local de inserção proximal do músculo ilíaco.</p><p> Pode tornar-se fina e translúcida em</p><p>mulheres idosas com osteoporose.</p><p>Face Medial do Ílio:</p><p> Área articular áspera, auriculiforme, para</p><p>articulação com o sacro.</p><p> Tuberosidade ilíaca superior a face auricular</p><p>para articulação sinovial e sindesmótica com</p><p>o sacro na articulação sacroilíaca.</p><p>ÍSQUIO:</p><p> Forma a parte posteroinferior do osso do quadril.</p><p>Contribuição para o Acetábulo: A parte superior</p><p>do corpo do ísquio se funde ao púbis e ao ílio,</p><p>formando a face posteroinferior do acetábulo</p><p>Ramo Isquiopúbico: (forma)</p><p> O ramo do ísquio une-se ao ramo inferior do</p><p>púbis formando o ramo isquiopúbico.</p><p> Este ramo constitui o limite inferomedial do</p><p>forame obturado.</p><p>Incisura Isquiática Maior e Menor: (forma)</p><p> A margem posterior do ísquio forma a</p><p>margem inferior da incisura isquiática maior.</p><p> A grande espinha isquiática triangular na</p><p>margem inferior da incisura isquiática maior é</p><p>um local de inserção para ligamentos.</p><p> A incisura isquiática menor</p><p>é um entalhe</p><p>menor, arredondado e com superfície lisa,</p><p>que atua como tróclea ou polia para um</p><p>músculo da pelve.</p><p>Grande Túber Isquiático:</p><p> Projeção óssea áspera na junção da</p><p>extremidade inferior do corpo do ísquio e seu</p><p>ramo.</p><p> Na posição sentada, o peso do corpo é</p><p>apoiado sobre essa tuberosidade, que é o</p><p>local de inserção tendínea proximal dos</p><p>músculos posteriores da coxa.</p><p>PÚBIS:</p><p>Localização e Contribuição:</p><p> Forma a parte anteromedial do osso do</p><p>quadril.</p><p> Contribui para a parte anterior do acetábulo.</p><p> Local de inserção proximal dos músculos</p><p>mediais da coxa.</p><p>Divisão do Púbis:</p><p> Corpo: Achatado e medial.</p><p> Ramos: Superior e inferior, projetando-se</p><p>lateralmente a partir do corpo.</p><p>Sínfise Púbica:</p><p> A face sinfisial do corpo do púbis articula-se</p><p>com a face correspondente do púbis</p><p>contralateral por meio da sínfise púbica.</p><p> A margem anterossuperior dos corpos do</p><p>púbis unidos e da sínfise púbica forma a</p><p>crista púbica, local de inserção dos</p><p>músculos abdominais.</p><p>Tubérculos Púbicos:</p><p> Pequenas projeções nas extremidades</p><p>laterais da crista púbica.</p><p> Pontos de referência importantes das</p><p>regiões inguinais.</p><p> Locais de inserção da principal parte do</p><p>ligamento inguinal e, portanto, de inserção</p><p>muscular indireta.</p><p>Linha Pectínea do Púbis:</p><p> Elevação nítida na margem posterior do</p><p>ramo superior do púbis.</p><p> Faz parte da abertura superior da pelve.</p><p>FORAME OBTURADO:</p><p>Descrição:</p><p> Grande abertura oval ou triangular irregular</p><p>no osso do quadril.</p><p> Limitado pelos ramos do púbis e do ísquio.</p><p>Anatomia:</p><p> Canal Obturatório: Pequena passagem</p><p>para nervo e vasos obturatórios.</p><p> Membrana Obturadora: Fina e forte, fecha</p><p>a maior parte do forame.</p><p>Função:</p><p> Minimiza a massa óssea e o peso.</p><p> Proporciona extensa superfície para</p><p>inserção muscular em ambos os lados.</p><p>ACETÁBULO:</p><p>Descrição Geral:</p><p> Grande cavidade caliciforme na face lateral</p><p>do osso do quadril.</p><p> Articula-se com a cabeça do fêmur para</p><p>formar a articulação do quadril.</p><p>Constituição:</p><p> Formado pelos três ossos primários do osso</p><p>do quadril.</p><p>Características Estruturais:</p><p> Limbo do Acetábulo: Incompleto</p><p>inferiormente na incisura do acetábulo,</p><p>criando uma borda ausente.</p><p> Fossa do Acetábulo: Depressão áspera no</p><p>assoalho do acetábulo, estendendo-se</p><p>superiormente a partir da incisura.</p><p> Face Articular: Face semilunar lisa do</p><p>acetábulo que recebe a cabeça do fêmur</p><p>FÊMUR</p><p>Descrição Geral:</p><p> O osso mais longo e mais pesado do corpo.</p><p> Transmite o peso do osso do quadril para a</p><p>tíbia quando a pessoa está de pé.</p><p> Comprimento corresponde a aproximadamente</p><p>25% da altura da pessoa.</p><p>Divisão Estrutural: Corpo: Dividido em extremidade</p><p>superior (proximal) e inferior (distal).</p><p>1. Extremidade Superior (Proximal):</p><p> Cabeça do Fêmur: Redonda, coberta por</p><p>cartilagem articular, com uma depressão</p><p>medial chamada fóvea.</p><p> Colo do Fêmur: Trapezoide, com extremidade</p><p>estreita sustentando a cabeça e base larga</p><p>contínua com o corpo.</p><p>1.2 Trocanteres:</p><p> Trocanter Menor: Medial, menos destacado,</p><p>também serve como ponto de fixação para o</p><p>músculo iliopsoas.</p><p> Trocanter Maior: Lateral, oferece fixação e</p><p>alavanca para os músculos abdutores e</p><p>rotadores da coxa.</p><p>1.3 Linha Intertrocantérica: Estria áspera formada</p><p>pela inserção do ligamento iliofemoral, que se</p><p>espirala ao redor do trocanter menor e</p><p>continua como a linha espiral.</p><p>1.4 Crista Intertrocantérica: Mais</p><p>lisa e proeminente, une-se aos</p><p>trocanteres posteriormente.</p><p>1.5 Fossa Trocantérica: Depressão</p><p>profunda medialmente no trocanter maior.</p><p>Ângulo de Inclinação e Torção:</p><p> Ângulo de Inclinação: Permite</p><p>que os joelhos fiquem adjacentes e</p><p>inferiores ao tronco; pode ser afetado</p><p>por osteoporose.</p><p> Ângulo de Torção: O ângulo formado entre</p><p>o eixo longitudinal da extremidade superior e</p><p>o eixo transversal da extremidade inferior.</p><p>Média de 7° em homens e 12° em mulheres.</p><p>Corpo do Fêmur:</p><p> Curvatura: Levemente convexo</p><p>anteriormente, podendo aumentar</p><p>com perda de cálcio (raquitismo).</p><p> Linha Áspera: Estria rugosa no terço</p><p>médio do corpo para inserção dos músculos</p><p>adutores.</p><p> Linha Pectínea: Proeminente, estende-se do</p><p>centro da linha áspera até a base do</p><p>trocanter menor.</p><p> Linhas Supracondilares:</p><p>Dividem-se em medial e lateral,</p><p>levando aos côndilos medial</p><p>e lateral.</p><p>Extremidade Inferior (Distal):</p><p> Côndilos Medial e Lateral: Formam</p><p>quase toda a extremidade inferior do</p><p>fêmur, articulando-se com os meniscos e</p><p>côndilos da tíbia na articulação do joelho.</p><p> Fossa Intercondilar: Separação posterior</p><p>e inferior entre os côndilos.</p><p> Face Patelar: Depressão longitudinal rasa</p><p>que se articula com a patela.</p><p> Epicôndilos:</p><p> Epicôndilo Lateral: Projeção</p><p>central na face lateral do côndilo</p><p>lateral.</p><p> Epicôndilo Medial: Maior e mais</p><p>proeminente, com tubérculo do</p><p>adutor para inserção tendínea.</p><p> Função dos Epicôndilos: Locais de</p><p>inserção proximal dos ligamentos</p><p>colaterais medial e lateral do joelho.</p><p>TÍBIA E FÍBULA</p><p>Tíbia:</p><p>Articulações:</p><p> Superiormente com os côndilos do fêmur.</p><p> Inferiormente com o tálus.</p><p>Função: Transmite o peso do corpo.</p><p>Fíbula:</p><p>Função Principal:</p><p> Serve principalmente como local de fixação</p><p>para músculos.</p><p>Função Secundária:</p><p> Contribui para a estabilidade da articulação</p><p>do tornozelo.</p><p>Conexão entre Tíbia e Fíbula:</p><p> Unidas por uma membrana interóssea</p><p>densa.</p><p> Membrana composta por fibras oblíquas</p><p>fortes que descem da tíbia para a fíbula.</p><p>PATELA.</p><p>Descrição Geral:</p><p> Grande osso sesamoide formado no</p><p>tendão do músculo quadríceps femoral</p><p>após o nascimento.</p><p> Froma: triangular e localizado</p><p>anteriormente à região mediocondilar do</p><p>fêmur.</p><p>Estrutura:</p><p> Face Anterior: Convexa e subcutânea.</p><p> Base: Margem superior espessa que se</p><p>inclina anteroinferiormente.</p><p> Apêndice: Margens medial e lateral</p><p>convergem inferiormente para formar o</p><p>ápice.</p><p>Face Articular Posterior:</p><p> Lisa e recoberta por cartilagem articular</p><p>espessa.</p><p> Dividida por uma crista vertical em 2 áreas:</p><p> Face Articular Medial: Mais</p><p>estreita.</p><p> Face Articular Lateral: Mais larga.</p><p>Função:</p><p>A crista vertical e a tração equilibrada dos</p><p>músculos vastos mantêm a patela centrada no</p><p>sulco intercondilar do fêmur.</p><p> Melhora a vantagem mecânica do</p><p>músculo quadríceps femoral durante a</p><p>extensão do joelho.</p><p>TÍBIA:</p><p>Localização e Tamanho:</p><p> Localizada na face anteromedial da perna.</p><p> É o segundo maior osso do corpo.</p><p> Quase paralela à fíbula.</p><p>Extremidade Superior (Proximal):</p><p> Côndilos:</p><p> Medial e Lateral: Alargam-se e formam a</p><p>face articular superior (platô tibial).</p><p> Faces Articulares: Medial (ligeiramente</p><p>côncava) e lateral (ligeiramente convexa).</p><p> Eminência Intercondilar: Formada por</p><p>tubérculos intercondilares (medial e lateral)</p><p>e áreas intercondilares anterior e posterior.</p><p>Função dos Tubérculos e Áreas</p><p>Intercondilares:</p><p> Inserção dos meniscos e ligamentos</p><p>principais do joelho.</p><p> Mantêm o fêmur e a tíbia juntos e</p><p>asseguram o contato articular.</p><p>Características Distais e Corpo:</p><p> Tubérculo de Gerdy: Projeção</p><p>anterolateral na face do côndilo lateral;</p><p>local de inserção distal de uma fáscia.</p><p> Côndilo Lateral: Tem uma face articular</p><p>fibular posterolateral para a cabeça da fíbula.</p><p> Formato do Corpo: Aproximadamente</p><p>triangular; com margens anterior, medial e</p><p>interóssea.</p><p> Margem Anterior: Proeminente, conhecida</p><p>como “canela”, vulnerável a equimoses.</p><p> Tuberosidade da Tíbia:</p><p>Local de inserção</p><p>distal do ligamento da patela.</p><p>Extremidade Distal:</p><p> Menor e alarga-se apenas medialmente para</p><p>formar o maléolo medial.</p><p> Face inferior e lateral do maléolo medial</p><p>articulam-se com o tálus e são cobertas por</p><p>cartilagem articular.</p><p> Incisura Fibular: Sulco para acomodar a</p><p>extremidade distal da fíbula.</p><p>Face Posterior:</p><p> Linha do Músculo Sóleo: Crista diagonal</p><p>áspera para a origem aponeurótica do</p><p>músculo sóleo.</p><p> Sulco Vascular: Acomoda um grande</p><p>forame nutrício para passagem da artéria</p><p>principal que irriga a extremidade proximal e</p><p>a medula óssea da tíbia.</p><p>FÍBULA:</p><p>Localização e Estrutura:</p><p> Situa-se posterolateralmente à tíbia.</p><p> Delgada e firmemente fixada à tíbia pela</p><p>sindesmose tibiofibular e membrana</p><p>interóssea.</p><p>Função:</p><p> Sustentação de Peso: Não desempenha</p><p>função de sustentação de peso.</p><p> Inserção Muscular: Principalmente para</p><p>inserção muscular; local de inserção distal de</p><p>um músculo e inserção proximal de oito</p><p>músculos.</p><p>Extremidade Distal:</p><p> Maléolo Lateral: Alarga-se e projeta-se</p><p>lateral e inferiormente.</p><p> Função dos Maléolos: Formam as paredes</p><p>externas do encaixe retangular superior da</p><p>articulação talocrural e são pontos de</p><p>inserção dos ligamentos que estabilizam a</p><p>articulação.</p><p> Proeminência: Maléolo lateral é mais</p><p>proeminente e estende-se cerca de 1 cm</p><p>mais distalmente em relação ao maléolo</p><p>medial.</p><p>FÍBULA:</p><p>Extremidade Proximal:</p><p> Cabeça da Fíbula: Aumentada e localizada</p><p>acima de um pequeno colo.</p><p> Articulação: Cabeça articula-se com a face</p><p>fibular do côndilo lateral da tíbia.</p><p>Corpo da Fíbula:</p><p> Formato: Triangular ao corte transversal,</p><p>com três margens (anterior, interóssea e</p><p>posterior) e três faces (medial, posterior e</p><p>lateral).</p><p> Marcação: Marcado pelos locais de</p><p>inserção muscular e torcido.</p><p>OSSOS DO PÉ</p><p>Classificação dos Ossos do Pé:</p><p> Tarsais: 7 ossos</p><p> Metatarsais: 5 ossos</p><p> Falanges: 14 ossos</p><p>TARSO:</p><p>Composição:</p><p> Tálus</p><p> Calcâneo</p><p> Cuboide</p><p> Navicular</p><p> 3 cuneiformes (medial, intermédio e lateral)</p><p>Funções e Estruturas:</p><p>Tálus:</p><p> Articula-se com os ossos da perna (tíbia e</p><p>fíbula).</p><p> Transmite peso do corpo para o calcâneo e</p><p>parte anterior do pé.</p><p> Não tem inserções (fixação) musculares,</p><p>coberto predominantemente por cartilagem.</p><p> Possui face superior (tróclea), que é</p><p>suportada pelos maléolos, e áreas para o</p><p>tendão do músculo flexor longo do hálux.</p><p>Calcâneo:</p><p> Maior e mais forte osso do pé.</p><p> Transmite peso do tálus para o solo.</p><p> Tem crista oblíqua (tróclea fibular) e</p><p>tuberosidade do calcâneo (ponto de</p><p>sustentação de peso).</p><p>Navicular:</p><p> Osso achatado em forma de barco entre o</p><p>tálus e cuneiformes.</p><p> Tem tuberosidade medial, importante para</p><p>a sustentação do arco longitudinal do pé.</p><p>Cuboide:</p><p> Formato cúbico, localizado lateralmente.</p><p> Possui sulco para o tendão do músculo</p><p>fibular longo.</p><p>Cuneiformes:</p><p> Cuneiforme medial (maior), intermédio e</p><p>lateral (menor).</p><p> Articulam-se com o navicular e a base dos</p><p>metatarsais.</p><p>METATARSO:</p><p>Composição: 5 ossos metatarsais numerados a</p><p>partir da face medial do pé.</p><p>Estrutura:</p><p> Metatarsal I: Mais curto e mais forte.</p><p> Metatarsal II: Mais longo.</p><p> Cada metatarsal tem uma base proximal,</p><p>corpo e cabeça distal.</p><p>Articulações:</p><p> Bases dos metatarsais articulam-se com</p><p>cuneiformes e cuboide.</p><p> Cabeças dos metatarsais articulam-se com</p><p>falanges proximais.</p><p>Características Especiais:</p><p> Tuberosidades em I e V para inserção de</p><p>tendão.</p><p> Ossos sesamoides medial e lateral no</p><p>metatarsal I, inseridos em tendões da planta</p><p>do pé.</p><p>FALANGES:</p><p>Tipos:</p><p> Total de 14 falanges.</p><p> Hálux (primeiro dedo do pé): 2 falanges</p><p>(proximal e distal).</p><p> Outros quatro dedos: 3 falanges cada</p><p>(proximal, média e distal).</p><p>Estrutura das Falanges: cada falange tem 3</p><p>partes:</p><p> Base: Proximal</p><p> Corpo</p><p> Cabeça: Distal</p><p>Características:</p><p> Falanges do Hálux:</p><p> São curtas, largas e fortes.</p><p> Falanges dos Outros Dedos:</p><p> Possuem três partes: proximal, média e</p><p>distal.</p><p> Em pessoas idosas, pode ocorrer fusão das</p><p>falanges média e distal do dedo mínimo.</p><p>FUNÇÃO E IMPORTÂNCIA:</p><p> Tarsais: Formam a base do pé, suportam</p><p>peso e permitem mobilidade.</p><p> Metatarsais: Suportam o peso do corpo e</p><p>facilitam o movimento do pé.</p><p> Falanges: Permitem movimentos dos</p><p>dedos e ajudam no suporte do peso e na</p><p>locomoção.</p><p>FRATURAS ÓSSEAS</p><p>Definição:</p><p> Fratura: Qualquer ruptura de um osso.</p><p> Classificação: Gravidade, forma ou posição</p><p>da linha de fratura, ou o médico que a</p><p>descreveu.</p><p>Fraturas por Estresse:</p><p> Descrição: Série de fissuras microscópicas</p><p>no osso, sem evidência de lesão a outros</p><p>tecidos.</p><p> Causa: Atividades repetidas e extenuantes</p><p>(ex: corrida, salto, dança aeróbica) ou</p><p>processos patológicos (ex: osteoporose).</p><p> Incidência: Aproximadamente 25% afetam</p><p>a tíbia.</p><p> Diagnóstico: Imagens radiográficas</p><p>padrões podem falhar; cintilografia óssea é</p><p>mais eficaz.</p><p>REMODELAMENTO</p><p>Fases do Reparo de Fratura Óssea</p><p>1. Fase Reativa</p><p>Inflamação Inicial: ocorre 6 a 8 horas após a</p><p>lesão.</p><p> Ruptura dos Vasos Sanguíneos:</p><p>Formação de um hematoma (massa de</p><p>sangue) ao redor da fratura.</p><p> Morte Celular: Células ósseas próximas</p><p>morrem devido à interrupção do suprimento</p><p>sanguíneo.</p><p>Resposta Inflamatória:</p><p> Inchaço e Inflamação: Produção de</p><p>detritos celulares.</p><p> Remoção do Tecido Morto: Fagócitos e</p><p>osteoclastos eliminam o tecido danificado.</p><p> Duração: Pode durar várias semanas.</p><p>2. Fase Reparativa: Formação do Calo de</p><p>Cartilagem Fibrosa</p><p>Formação do Cálculo de Cartilagem Fibrosa:</p><p> Crescimento de Vasos Sanguíneos:</p><p>Vasos sanguíneos entram no hematoma da</p><p>fratura.</p><p> Remoção de Células Mortas: Fagócitos</p><p>eliminam células ósseas mortas.</p><p> Produção de Cartilagem Fibrosa:</p><p>Fibroblastos do periósteo produzem fibras</p><p>colágenas</p><p> Desenvolvimento dos Condroblastos:</p><p>Células do periósteo se transformam em</p><p>condroblastos e começam a produzir</p><p>cartilagem fibrosa.</p><p>Duração: A formação do calo de cartilagem</p><p>fibrosa leva cerca de 3 semanas.</p><p>3. Fase Reparativa: Formação do Calo Ósseo</p><p>Desenvolvimento do Cálculo Ósseo:</p><p> Formação de Osso Espesso: Células</p><p>osteoprogenitoras se desenvolvem em</p><p>osteoblastos e produzem trabéculas</p><p>ósseas esponjosas.</p><p> Unificação dos Fragmentos: As</p><p>trabéculas ósseas esponjosas conectam</p><p>as partes vivas e mortas dos fragmentos</p><p>ósseos.</p><p> Conversão da Cartilagem: A cartilagem</p><p>fibrosa é convertida em osso esponjoso e o</p><p>calo é então denominado calo ósseo</p><p>(rígido).</p><p> Duração: O calo ósseo permanece por</p><p>cerca de 3 a 4 meses.</p><p>4. Fase de Remodelamento Ósseo</p><p>Reabsorção e Substituição:</p><p> Reabsorção das Porções Mortas:</p><p>Osteoclastos reabsorvem as partes mortas</p><p>dos fragmentos ósseos.</p><p> Substituição por Osso Compacto: O osso</p><p>compacto substitui o osso esponjoso ao</p><p>redor da fratura.</p><p>Resultado do Reparação:</p><p> Visibilidade da Linha de Fratura: A linha</p><p>de fratura pode se tornar indetectável em</p><p>radiografias, mas uma área espessada</p><p>pode permanecer como evidência de fratura</p><p>curada.</p><p> Tempo de Cicatrização: A cicatrização</p><p>pode levar meses devido à necessidade de</p><p>depósito gradual de cálcio e fósforo e ao</p><p>suprimento sanguíneo intermitente (lentidão</p><p>do crescimento das células ósseas).</p><p>Essas fases garantem a recuperação gradual e</p><p>eficaz do osso após uma fratura, permitindo a</p><p>restauração da integridade óssea e funcional.</p><p>Resumo:</p><p>1. Sangue liberado dos vasos sanguíneos</p><p>danificados forma um hematoma.</p><p>2. O calo</p><p>interno se forma entre as</p><p>extremidades dos ossos, e o calo externo</p><p>forma um colar ao redor do local da</p><p>quebra.</p><p>3. Osso reticular e esponjoso substitui os</p><p>calos internos e externos.</p><p>4. O osso compacto substitui o osso reticular,</p><p>e parte do calo interno é removida,</p><p>restaurando a cavidade medular.</p><p>FRATURAS ÓSSEAS</p><p>Classificação das Fraturas Ósseas</p><p>1. Classificação Baseada na Lesão aos Tecidos</p><p>Moles</p><p> Fratura Aberta (Exposta): Ferida aberta que se</p><p>estende ao local da fratura ou fragmento ósseo</p><p>atravessando a pele.</p><p> Fratura Fechada (Simples): Pele não perfurada.</p><p> Fratura Complicada: Tecidos moles ao</p><p>redor da fratura fechada estão lesionados.</p><p>2. Classificação Baseada na Completude da</p><p>Fratura</p><p> Fratura Completa: O osso é quebrado em pelo</p><p>menos dois fragmentos.</p><p> Fratura Incompleta: Não se estende</p><p>completamente através do osso.</p><p> Fratura em Galho Verde: Fratura</p><p>incompleta no lado convexo do osso.</p><p> Fratura Capilar: Fraturas incompletas</p><p>onde as duas porções do osso não se</p><p>separam; comum no crânio.</p><p>3. Classificação Baseada na Fragmentação</p><p> Fratura Cominutiva: O osso quebra em</p><p>mais de dois pedaços, geralmente dois</p><p>principais e um menor.</p><p> Fratura Impactada: Um fragmento é</p><p>empurrado para dentro da porção</p><p>esponjosa de outro fragmento.</p><p>4. Classificação Baseada na Direção da Fratura</p><p> Fratura Linear: Corre em paralelo ao longo</p><p>eixo do osso.</p><p> Fratura Transversal: Perpendicular ao</p><p>longo eixo do osso.</p><p> Fratura Espiral: Segue um curso helicoidal</p><p>ao redor do osso.</p><p> Fratura Oblíqua: Corre em ângulo oblíquo</p><p>em relação ao longo eixo.</p><p> Fratura Dentada: Extremidades ásperas e</p><p>dentadas.</p><p> Fratura Estrelada: Linhas de fratura</p><p>irradiando de um ponto central.</p><p>ENFRAQUECIMENTO ÓSSEO:</p><p>Osteoporose</p><p>1. Definição e Características</p><p> Osteoporose: Perda de matriz óssea,</p><p>tornando os ossos porosos e enfraquecidos.</p><p> Consequências: Ossos deformados e</p><p>propensos a fraturas.</p><p>2. Fatores de Risco e Ocorrência</p><p> Idade: A massa óssea começa a diminuir</p><p>por volta dos 40 anos e continua a reduzir</p><p>com a idade.</p><p> Gênero: Mais comum em mulheres (2,5</p><p>vezes mais frequente), mas também afeta</p><p>homens.</p><p> Perda de Massa Óssea: Mulheres podem</p><p>perder cerca de 50% de seus ossos</p><p>esponjosos; homens, cerca de 25%.</p><p>3. Causas Relacionadas ao Gênero</p><p>Mulheres:</p><p> Estrogênio: Redução na produção do</p><p>hormônio estrogênio após a menopausa,</p><p>remoção dos ovários, amenorreia, e</p><p>tabagismo contribui para a osteoporose.</p><p> Ossos Afetados: Principalmente vértebras</p><p>e ossos do antebraço.</p><p> Consequências: Colapso das vértebras</p><p>pode causar redução da altura e cifose</p><p>(curvatura anormal das costas).</p><p>Homens:</p><p> Testosterona: Redução do nível de</p><p>testosterona pode causar perda óssea, mas</p><p>é menos impactante do que em mulheres</p><p>devido a ossos mais densos e menor</p><p>redução hormonal até os 65 anos.</p><p>4. Outros Fatores Contribuintes</p><p> Dieta e Absorção de Cálcio: Dieta</p><p>inadequada e baixa absorção de cálcio, às</p><p>vezes devido a medicamentos, contribuem</p><p>para a osteoporose.</p><p> Exercício: Falta de exercício ou desuso</p><p>devido a lesão causa perda óssea</p><p>significativa após imobilização prolongada</p><p>(cerca de oito semanas).</p><p>5. Diagnóstico e Tratamento</p><p> Diagnóstico Precoce: Importante para</p><p>tratamentos preventivos.</p><p> Métodos de Diagnóstico: Absorciometria</p><p>com raios-X de dupla energia (DEXA) é um</p><p>dos melhores métodos para medir a</p><p>densidade óssea.</p><p> Tratamentos e Prevenção:</p><p> Suplementação: Cálcio e vitamina D</p><p>são essenciais.</p><p> Exercício: Ajuda na prevenção e</p><p>reabilitação.</p><p> Medicação: Calcitonina (Miacalcina)</p><p>inibe a atividade dos osteoclastos,</p><p>ajudando a prevenir a perda óssea.</p><p>Esses pontos cobrem as principais características,</p><p>causas, fatores de risco, e estratégias para</p><p>diagnóstico e tratamento da osteoporose.</p>

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