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<p>2</p><p>TECNOLOGIA EM ALIMENTOS</p><p>fATEC pIRACICABA</p><p>ALEKSANDRO ORLANDINI DA SILVA</p><p>Cristian Bolutavicius</p><p>FÁBIO DA SILVA FRANCO</p><p>Maria Livia Banzato Srair</p><p>TECNOLOGIA DE MOAGEM E PANIFICAÇÃO</p><p>Relatório Laboratorial – Cookies</p><p>Piracicaba</p><p>2022</p><p>ALEKSANDRO DA SILVA ORLANDINI</p><p>Cristian Bolutavicius</p><p>FÁBIO DA SILVA FRANCO</p><p>Maria Livia Banzato SrairTECNOLOGIA DE MOAGEM E PANIFICAÇÃO</p><p>Relatório Laboratorial – Cookies</p><p>Relatório da atividade laboratorial de preparação de cookies, apresentado como requisito parcial para a obtenção de média na disciplina de Tecnologia de Moagem e Panificação.</p><p>Orientadora: Prof. Dra. Daniela Terenzi Stuchi</p><p>Piracicaba</p><p>2022</p><p>ÍNDICE</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>2 OBJETIVO</p><p>3 MATERIAIS E MÉTODOS</p><p>4 RESULTADOS E DISCUSSÕES</p><p>5 CONCLUSÃO</p><p>6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>1</p><p>3</p><p>3</p><p>4</p><p>4</p><p>4</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>Muito antes dos cookies surgirem, os biscoitos já faziam sucesso na sociedade durante a Idade Média, na época, eles eram consumidos pelas pessoas como pequenos pães. Entretanto, a diferença deles para os pães é que os biscoitos eram assados duas vezes. Essa técnica era usada para evitar com que os alimentos estragassem mais rápido - e, também, é o motivo pelo qual os biscoitos são conhecidos por ter uma textura mais “durinha” do que a do pão.</p><p>Inclusive, o nome biscoito origina dessa prática, já que, no latim, “bis” significa dois (ou duas vezes) e coctus significa cozido.</p><p>Com o tempo, os biscoitos começaram a ficar mais populares na Europa, entretanto, os cookies, conforme conhecemos hoje, demoraram um pouco mais até surgirem.</p><p>Há indícios de que o início da história do cookie vem de quando os cozinheiros britânicos, lá no século XVII, iam preparar bolos, na hora de fazer a receita, antes de eles efetivamente colocarem o bolo todo para assar, eles separavam um pedaço da massa e a colocavam no forno para testar a temperatura, assim, eles descobriram que a massa de teste, após ser assada, tornava-se um delicioso biscoitinho.</p><p>Ademais, além de perceberem que o biscoito combinava muito bem com quando era consumido juntamente com o tradicional chá britânico, eles também chegaram à conclusão de que essa seria uma ótima forma de não desperdiçar as sobras de massa que seriam jogadas fora.</p><p>Isso fez com que o “teste de temperatura do forno” deixasse de ser feito apenas com essa função e os pedaços de massa passaram a ser feitos propositalmente em busca de assar os biscoitos. Assim, não demorou muito tempo para que fosse criada uma palavra para se referir a este novo doce que surgiu.</p><p>O termo “cookie”, como conhecemos hoje, na verdade vem da palavra originária da língua holandesa “koekje”. Koekje pronuncia-se “cukiê” e significa pequeno bolo.</p><p>A palavra, então. foi adotada pelos ingleses. Eles passaram a chamar com esse termo os “pequenos bolos” - ou seja, aquele pedaço de massa que anteriormente era usado apenas para verificar a temperatura do forno, - e, logo, os doces se tornaram os queridinhos do momento.</p><p>Já populares no continente europeu, os “Koekjes” chegaram nos Estados Unidos não muito tempo depois, devido à colonização inglesa. E foi lá que eles ficaram mais parecidos com a receita de cookies que conhecemos hoje.</p><p>Mas por que associamos tanto o cookie com a culinária americana? Pois bem: foi no continente americano que a receita do doce foi aperfeiçoada e se tornou mais parecida com a que conhecemos hoje.</p><p>E quem começou essa história de sucesso foi a americana Ruth Graves Wakefield lá na década de 1930.</p><p>Ruth era dona da pousada Toll House Inn, que ficava em Massachusetts, entre Boston e New Bedford. O local era conhecido por servir refeições frescas e caseiras. Um dia, para surpreender os clientes locais, Ruth decidiu cortar e misturar uma barra de chocolate em uma receita de biscoitos.</p><p>Os pedaços de chocolate derreteram com o calor do forno, mas se mantiveram isolados na massa, sem se incorporarem a ela, assim, nasceu o primeiro cookie da história com as deliciosas gotinhas de chocolate derretido.</p><p>Não precisamos nem dizer que o sucesso da receita foi gigante, não é mesmo? Inclusive, há indícios de que o sucesso da receita foi tão grande que foi por causa dele que a Nestlé começou a fabricar o primeiro chocolate em gotas do mercado.</p><p>E é por isso que, mesmo com os biscoitos sendo originários lá da Europa e com o termo “cookie” ter surgido inicialmente no idioma holandês, nós associamos os cookies com a culinária americana. Afinal, o cookie, conforme conhecemos hoje em dia, foi criado nos Estados Unidos.</p><p>Após a criação dos cookies americanos, o doce se tornou um grande queridinho ao redor do mundo. Prático, - já que você come o doce com a mão e não precisa de talheres e/ou prato para se deliciar, - podendo ser encontrado de diversos tamanhos e extremamente saboroso, o cookie já nasceu fadado ao sucesso.</p><p>E, se antes as receitas da sobremesa eram feitas apenas com pedaços de chocolate na massa, hoje é possível encontrar cookies com preparos dos mais diversos.</p><p>Existem aqueles preparados especialmente para pessoas com alimentação mais restritiva - como intolerantes à glúten e/ou à lactose, veganos, pessoas que seguem uma alimentação mais saudável e buscam cookies preparados com massas mais “fitness”, com menos açúcar - até, é claro, os cookies feitos com ingredientes diversos na massa e recheados com sabores diferentes.</p><p>2 OBJETIVO</p><p>Aplicar os processos de industrialização de cookies e biscoitos e verificar o efeito da adição de fontes lipídicas na massa e no produto final.</p><p>3 MATERIAIS E MÉTODOS</p><p>PROCEDIMENTO:</p><p>Três formulações foram propostas, uma para cada grupo, para que pudéssemos verificar as diferenças apresentadas quando um ingrediente ou mais é variado de uma dada receita, nosso grupo ficou com a formulação A.</p><p>A gordura e o açúcar foram colocados na tigela da batedeira e a mistura foi batida por cerca de 4 minutos até atingir o ponto de pomada. Após esse tempo foram adicionados os ovos, baunilha e sal e homogeneizados por aproximadamente de 2 minutos.</p><p>A mistura foi então retirada da batedeira e a farinha, o cacau e o fermento adicionados manualmente e então as gotas de chocolate foram incorporadas. A massa então teve um descanso de 30 minutos sobre refrigeração e após esse tempo foram moldadas e colocadas para assar em formas forradas com papel manteiga. Os cookies foram assados a temperatura de 200°C por aproximadamente 10 a 15 minutos.</p><p>4 RESULTADOS E DISCUSSÕES</p><p>O chocolate em pó adicionado na receita exigiu o uso de um pouco mais de manteiga para que os ingredientes pudessem ser devidamente homogeneizados.</p><p>Imagem do produto finalizado:</p><p>5 CONCLUSÃO</p><p>O produto final apresentou bom sabor, cor e aroma.</p><p>6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>https://www.cookiestories.com.br/post/origem-do-cookie</p><p>image1.png</p><p>image2.png</p><p>image3.jpeg</p>

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