Prévia do material em texto
<p>ELETROTERAPIA</p><p>Prof Diego Lázaro</p><p>RECURSOS TERAPEUTICOS 1</p><p>Eletrólitos</p><p>FUNDAMENTAÇÃO FÍSICA DA</p><p>ELETROTERAPIA</p><p>Eletroterapia é oriundo da corrente elétrica (aplicação direta ou indireta).</p><p>Agnes (2013) define eletroterapia como “o uso da corrente elétrica de baixa intensidade, como forma direta ou previamente transformada a fim de estimular diferentes órgãos ou sistemas com distintos objetivos.”</p><p>FUNDAMENTAÇÃO</p><p>Com maior abrangência pode-se dizer que a eletroterapia por definição consiste na aplicação de energia eletromagnética ao organismo com a finalidade de produzir sobre ele reações fisiológicas, terapêuticas como também de investigação.</p><p>A corrente elétrica terapêutica apresenta propriedades específicas que devem ser conhecidas já que os efeitos e as respostas obtidas dependem diretamente da sua forma, da repetição dos pulsos e da sua intensidade.</p><p>Correntes elétricas</p><p>CORRENTE DIRETA</p><p>CORRENTE ALTERNADA</p><p>MONOFÁSICA</p><p>BIFÁSICA</p><p>CORRENTES ELÉTRICAS</p><p>TERAPÊUTICAS</p><p>Forma do pulso elétrico</p><p>F- Frequência (Taxa de repetição) – Hz</p><p>T- Largura do pulso- ms</p><p>Tempo- minutos</p><p>I- Intensidade ou amplitude de carga- mA</p><p>CORRENTES ELÉTRICAS</p><p>TERAPÊUTICAS</p><p>Pelos efeitos que elas produzem sobre o organismo.</p><p>Efeitos motores sobre nervos e músculos na busca do fortalecimento muscular com o FES e na analgesia em especial com o TENS</p><p>Efeitos eletroquímicos gerados pelas correntes polarizadas, especialmente a corrente galvânica.</p><p>Destaca-se as reações químicas cutâneas provocadas pelos eletrodos com polaridade definida (positivo e negativo).</p><p>INSTRUMENTAÇÃO EM ELETROTERAPIA</p><p>Classificação dos eletroestimuladores quanto à fonte elétrica: portáteis</p><p>INSTRUMENTAÇÃO EM ELETROTERAPIA</p><p>Uma corrente</p><p>Multi corrente</p><p>LEI DE OHM</p><p>Intensidade: da corrente significa o fluxo de elétrons que atravessa um condutor num espaço de tempo e geralmente é medida em miliamperagem (mA) ou microamperagem (uA) na eletroterapia</p><p>LEI DE OHM</p><p>Fatores que interferem na impedância( resitencia) cutânea:</p><p>TIPOS DE ELETRODOS</p><p>LEI DE OHM</p><p>Fatores que interferem na impedância cutânea:</p><p>Condições morfológicas da pele</p><p>Fatores que interferem na impedância cutânea:</p><p>EXCESSO DE TECIDO ADIPOSO NA PELE</p><p>Fatores que interferem na impedância cutânea:</p><p>Pelos</p><p>Eletrodos</p><p>A proximidade entre os eletrodos é outro fator que deverá ser considerado durante a aplicação dos tratamentos, pois cria circuitos elétricos entre os eletrodos para que se estabeleça um campo elétrico.</p><p>Sendo assim, quando aumentamos a distância entre os eletrodos em uma mesma superfície da pele, a profundidade que a corrente pode atingir nos tecidos biológicos será maior. No entanto se os eletrodos ficam muitos próximos a corrente flui mais superficial</p><p>TENS</p><p>ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA NERVOSA TRANSCUTÂNEA SENSITIVA E MOTORA</p><p>TRAUMAS OSTEOMUSCULARES</p><p>As manifestações clínicas promovidas pelo trauma conjugam numa série de sinais e sintomas principalmente como:</p><p>A dor;</p><p>O edema;</p><p>As alterações tróficas e vasomotoras;</p><p>A limitação da mobilidade articular e;</p><p>A atrofia muscular e lesões ósseas.</p><p>TENS</p><p>O TENS é um método não farmacológico de controle da dor, fornecendo uma pequena corrente elétrica através de eletrodos na pele, com efeitos analgésicos. Transcutaneous Electrical Nerve Stimulation – este é o nome original para a sigla TENS, que significa Neuroestimulação Elétrica Transcutânea.</p><p>TEORIAS DA DOR</p><p>Canal direto de comunicação da pele com o cérebro</p><p>Transmissão de impulsos elétricos que viajam por nervos sensitivos</p><p>Existência de receptores cutâneos específicos para dor, pressão, frio e calor</p><p>TEORIAS DA DOR</p><p>A sensação dolorosa se processa por meio do que chamamos de transdução, ocorrendo ativação dos nociceptores e transformação do efeito doloroso em potencial de ação que envia informação ao cérebro, onde acontece o reconhecimento e modulação da dor.</p><p>TEORIAS DA DOR</p><p>A sensação dolorosa se processa por meio do que chamamos de transdução, ocorrendo ativação dos nociceptores e transformação do efeito doloroso em potencial de ação que envia informação ao cérebro, onde acontece o reconhecimento e modulação da dor.</p><p>QUANDO USAR CORRENTES PARA TRATAMENTO ?</p><p>tendinites;</p><p>algias;</p><p>tensões musculares;</p><p>bloqueios articulares;</p><p>cicatrizações cirúrgicas;</p><p>contusões;</p><p>hipotrofia muscular;</p><p>TENS</p><p>Essa técnica consiste na aplicação de eletrodos sobre a pele intacta com o objetivo de estimular as fibras nervosas de grande diâmetro (alfa sensoriais), perfeitamente mielinizadas permitindo a condução elétrica rápida bem como fibras motoras.</p><p>PARÂMETROS</p><p>Frequência- Hz</p><p>Largura do pulso - ms</p><p>Intensidade ou amplitude da corrente -mA</p><p>Tempo de estimulação - minutos</p><p>PARÂMETROS - FREQUÊNCIA</p><p>A Frequência medida em Hertz significa basicamente o número de pulsos elétricos bifásicos assimétricos que devem ser emitidos durante um segundo</p><p>CORRENTE DO TENS</p><p>É uma corrente de baixa frequência utilizada, principalmente, para a analgesia. Esta é uma corrente bifásica, balanceada (ou seja: sua intensidade é igual nas duas fases) e tem frequência variável de 1Hz a 250Hz.</p><p>Para quem é indicado TENS?</p><p>A corrente TENS é indicada para tratar dores agudas e crônicas. O estímulo ativa mecanismos internos do sistema nervoso, desencadeando ação analgésica e amenizando o desconforto do paciente. O tratamento não é invasivo e não gera efeitos colaterais.</p><p>TENS serve principalmente para aliviar dores agudas e crônicas, sendo principalmente indicada:</p><p>Artrite;</p><p>Dores na região lombar e/ou cervical;</p><p>Tendinite;</p><p>Dor ciática;</p><p>Reumatismo;</p><p>Dor no pescoço;</p><p>Entorses e luxações;</p><p>Epicondilite;</p><p>Coto e dor fantasma.</p><p>Contraindicações</p><p>Lesões de pele na área de aplicação da eletroterapia.</p><p>Sensibilidade prejudicada da pele na região de aplicação da eletroterapia. ...</p><p>Próximo a marca passos.</p><p>Aplicação na região do cérebro.</p><p>Suspeita ou diagnóstico de epilepsia.</p><p>Primeiros meses gestacionais.</p><p>Não é corrente ionizante, por isso não traz risco tumorais</p><p>TENS CONVENCIONAL</p><p>Neste tipo ocorre uma cadeia de pulsos de alta frequência, baixa amplitude, curta duração e ininterrupta. Utilizado em pacientes com dor aguda. O mecanismo de bloqueio da dor é periférico de transmissão pela estimulação de fibras de grande diâmetro, como na Teoria da Comporta. Ocasiona parestesia forte, porém confortável e sem contração muscular, o efeito é sensorial.</p><p>As fibras A-beta de grande diâmetro são estimuladas provocando a inibição das fibras A-delta e C na medula (nociceptoras), bloqueando a transmissão do impulso de dor, ou seja, a comporta é fechada.</p><p>TIPOS DE TENS</p><p>TENS ACUPUNTURA</p><p>Neste modo de aplicação, as frequências ficam inferiores a 10 Hz e a largura de pulso maior que 200 ms. As contrações podem ser visíveis, pois estimulam fibras nervosas sensoriais e motoras. O estímulo sensorial aferente, nociceptivo, ocorre por estimular as fibras A-delta e C, ativando o mecanismo de analgesia mediado por opiáceos, a sensação é de parestesia forte, não devendo ser desconfortável para o paciente.</p><p>A TENS de baixa frequência estimula a hipófise a liberar substâncias químicas que ativam a produção de endorfinas, que ocasionam redução da dor crônica e melhora do metabolismo local. Assim, este tipo da TENS atua no tratamento da dor crônica.</p><p>TIPOS DE TENS</p><p>TENS BURST E BREVE INTENSA</p><p>No modo Burst é usado uma frequência mais alta de pulsos individuais (de 40 a 150 Hz), que são distribuídos em “trens de pulso” de baixa frequência, repetindo de 1 a 5 vezes por segundo, de forma a diminuir a impedância e tornar os estímulos mais eficazes dando maior conforto ao paciente durante a aplicação. A frequência dos trens de pulso é inferior a 10 Hz, ficando em geral de 1 a 4 Hz. Portanto, ativa o alívio da dor pelos dois mecanismos citados anteriormente. A largura do pulso é alta, em geral maior que 200 ms. Aplicado na dor mais crônica.</p><p>No modo Breve intensa o seu estímulo também é proporcionado por uma cadeia ininterrupta de pulsos. A frequência e largura do pulso seriam elevadas, por exemplo: frequência de 150 Hz e pulsos de longa duração superior a 200</p><p>ms. A intensidade deve ser alta. Aplicado em dores mais agudas.</p><p>TIPOS DE TENS</p><p>Parâmetros</p><p>Parâmetros</p><p>O fato de modular a corrente elétrica aplicada pode ser útil para se evitar efeitos de acomodação.</p><p>Variação da Intensidade e frequência- VIF</p><p>Posicionamento dos eletrodos</p><p>THANKS !!!</p><p>image1.png</p><p>image2.png</p><p>image3.jpg</p><p>image4.jpg</p><p>image5.png</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image10.png</p><p>image11.png</p><p>image12.png</p><p>image13.png</p><p>image14.png</p><p>image15.png</p><p>image16.png</p><p>image17.png</p><p>image18.png</p><p>image19.png</p><p>image20.png</p><p>image21.png</p><p>image22.png</p><p>image23.png</p><p>image24.png</p><p>image25.png</p><p>image26.png</p><p>image27.png</p><p>image28.png</p><p>image29.png</p><p>image30.png</p><p>image31.png</p><p>image32.png</p><p>image33.png</p><p>image34.png</p><p>image35.png</p><p>image36.png</p><p>image37.png</p><p>image38.png</p>