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<p>4</p><p>(</p><p>NOME DA INSTITUIÇÃO</p><p>CURSO</p><p>DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM</p><p>)</p><p>(</p><p>nome do aluno</p><p>)</p><p>(</p><p>RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR EM ENFERMAGEM</p><p>)</p><p>(</p><p>CIDADE</p><p>2022</p><p>)</p><p>(</p><p>nome do aluno</p><p>)</p><p>(</p><p>RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR EM ENFERMAGEM</p><p>)</p><p>(</p><p>Relatório de Estágio em Enfermagem apresentado como requisito parcial para a integralização curricular.</p><p>Orientador: Prof.</p><p>)</p><p>(</p><p>CIDADE</p><p>2022</p><p>)</p><p>SUMÁRIO</p><p>1	INTRODUÇÃO	4</p><p>2	DESENVOLVIMENTO	5</p><p>2.1	APRESENTAÇÃO E CONTEXTUALIZAÇÃO DAS AÇÕES GERENCIAIS DO ENFERMEIRO DA UNIDADE	5</p><p>2.2	REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE, REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA	7</p><p>2.3	DIMENSIONAMENTO DO PESSOAL DE ENFERMAGEM	8</p><p>2.4	EXPERIÊNCIAS PESSOAIS	10</p><p>3	CONSIDERAÇÕES FINAIS	11</p><p>REFERÊNCIAS	12</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Este relatório é o registro de um Estágio Curricular Obrigatório de Enfermagem realizado no XXXXXXXXXXXXXXX tendo em conta uma situação hipotética no âmbito de uma prática de enfermagem.</p><p>Este cenário exigiu várias habilidades de enfermagem, como: Estudos de casos clínicos, coordenação de equipe, estudos de estrutura hospitalar, ambulatório de ortopedia do hospital das Clínicas implantação de planos de gerenciamento de resíduos hospitalares, etc.</p><p>Portanto, o principal objetivo deste relatório é registrar suas atividades de estágio para registrar tudo o que você fez. Assim, a relevância do estágio é entendida como a transferência do conhecimento adquirido na teoria para a prática, permitindo que o bolsista vivencie as realidades com que se depara no cotidiano profissional.</p><p>DESENVOLVIMENTO</p><p>APRESENTAÇÃO E CONTEXTUALIZAÇÃO DAS AÇÕES GERENCIAIS DO ENFERMEIRO DA UNIDADE</p><p>A primeira atividade solicitada foi a implantação de um plano de gerenciamento de resíduos hospitalares para o Ambulatório de Ortopedia do Hospital das Clínicas. Os detalhes estão listados no quadro 1 abaixo.</p><p>Quadro 1 - Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde para o XXXXXXXXX</p><p>Razão Social</p><p>Cidade</p><p>Setor</p><p>Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde</p><p>Classificação e</p><p>composição dos</p><p>resíduos</p><p>- Resíduos classe I, são considerados perigosos, em função de suas propriedades físicas, químicas ou biológicas, podem apresentar riscos à saúde e ao meio ambiente. São caracterizados por possuírem uma ou mais das seguintes propriedades: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenecidade.</p><p>- Resíduos classe II, denominados não perigosos são subdivididos em duas classes: classe II-A e classe II-B.</p><p>Os resíduos classe II-A-não inertes podem ter as seguintes propriedades: biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água.</p><p>Os resíduos classe II -B-inertes não apresentam nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água, com exceção dos aspectos cor, turbidez, dureza e sabor.</p><p>Manuseio de</p><p>resíduos</p><p>- Funcionário deve ter capacitação para realizar tal serviço;</p><p>- Utilizar adequadamente os EPIs (Equipamento de proteção individual);</p><p>- Realizar higienização das mãos e calçar luvas;</p><p>- Remover as embalagens das unidades geradoras até o depósito de resíduos para armazenamento, sem esforço excessivo ou risco de acidente para o funcionário, e ou pessoas em seu entorno;</p><p>- Manusear os resíduos comuns separadamente com seleção prévia dos componentes inertes recicláveis (quando implantado programa de reciclagem de resíduos sólidos) de modo a evitar qualquer possibilidade de contaminação;</p><p>- Descartar os resíduos comuns nos recipientes especificados por cor e identificação, respeitando o grupo de resíduos, como papel, plástico, vidro e metal, e de assistência ao cliente, a fim de facilitar o a destinação para reciclagem através de cooperativa de catadores;</p><p>- Descartar os resíduos comuns não recicláveis e de assistência ao cliente, da sala de ortopedia, desde que não estejam contaminados por produtos químicos, radioativos ou materiais infectantes, nos recipientes com sacos plásticos de cor preta, não sendo necessário tratamento prévio para disposição final no aterro municipal;</p><p>Cuidados-</p><p>minimização de</p><p>resíduos comum</p><p>- Não reutilizar ou reciclar resíduos infectante;</p><p>- Adotar procedimentos de aquisição de produtos com previsão de redução de RSS (resíduos) ou com possibilidade da aplicação da Logística Reversa;</p><p>- Reutilizar sempre que possível os resíduos químicos perigosos produtivos ou ainda substituir o processo gerador por outro que gere resíduos menos perigosos ou reaproveitáveis;</p><p>- Reduzir sempre que possível a toxidade e a quantidade de resíduos químico;</p><p>- Evitar a alteração das características dos resíduos químicos por solução, dissolução ou mistura com outros resíduos que venha a comprometer seu tratamento, sua recuperação ou sua reutilização;</p><p>- Segregar, para fins de reciclagem, alguns componentes inertes de resíduos comuns que não tenham entrado em contato com pacientes ou ambientes considerados contaminados;</p><p>- Manter para resíduos comuns recicláveis as características de componentes inertes, separando os componentes recicláveis na origem com manipulação correta e segura;</p><p>- Separar, transportar e armazenar os componentes recicláveis conforme instruções da RDC Anvisa nº 306 e Resolução CONAMA nº 358.</p><p>Segregação na</p><p>origem</p><p>- Capacitação dos funcionários para todos processos de acordo com as instruções da RDC Anvisa nº 306 e do CONAMA, nº 358;</p><p>- Classificar e separar em recipientes ou embalagens recomendadas pelas normas técnicas, cada grupo de RSS gerados;</p><p>- Considerar como resíduos infectante na sua totalidade os resíduos sólidos que contenham sangue e líquidos corpóreos, assegurando a sua devida segregação;</p><p>- Separar os resíduos infectantes em recipientes identificados como “resíduos infectante”;</p><p>- Separar os resíduos químicos, identificando cada embalagem como “resíduos tóxicos”, e outros RSS que necessitem de tratamentos diferenciados;</p><p>- Separar na origem os componentes inertes de resíduos comuns com possibilidade de reciclagem, em recipientes apropriados e identificados, transportando-os de forma segura e estocando-os corretamente no abrigo de recicláveis.</p><p>Acondicionamento</p><p>e critérios para</p><p>acondicionamento</p><p>dos RSS</p><p>- Acondicionar os RSS conforme cada classe e com segregação na origem, em sacos plásticos, em recipientes ou em embalagens apropriadas a cada grupo de resíduos, conforme disposições da ANVISA;</p><p>- Utilizar recipiente de material rígido com pedal, nos locais onde se aplica, com utilização de saco plástico de cor branca com simbologia infectante e laranja com identificação de “resíduos infectante ou químico”, respectivamente;</p><p>- Manter em toda unidade geradora o número suficiente de recipientes para cada grupo de RSS, alocando-os em locais estratégicos para descarte como expurgos;</p><p>- Fechar totalmente os sacos plásticos, ao final de cada jornada, ou quando estiver com 2/3 de seu volume preenchido. No caso de RSS de alta densidade, utilizar apenas volume compatível com a resistência da embalagem para evitar seu rompimento e mantê-la intacta;</p><p>- Adotar as técnicas de acondicionamento por grupo de RSS, de forma a manter todo o recipiente identificado e bem fechado, de modo a não possibilitar vazamento de resíduos;</p><p>- Conter os resíduos líquido em frasco ou recipiente resistente e, no caso de recipiente de vidro ou quebrável, protegê-lo dentro de outra embalagem como caixa de papelão e acondicioná-los dentro do saco plástico de cor apropriada e identificação externa de “vidros”;</p><p>- Fechar previamente o saco plástico e removê-lo imediatamente da unidade geradora até o expurgo para armazenamento intermediário, proibindo expressamente sua abertura ou esvaziamento ou reaproveitamento, bem como sua compactação;</p><p>- Acondicionar os sacos plásticos nos expurgos em containers específicos para armazenamento temporário, evitando contato dos sacos plásticos com o piso;</p><p>- Apresentar os resíduos acondicionados à coleta externa em contenedores, conforme normas técnicas da ABNT, da Anvisa (RDC 306) e do CONAMA (Resolução</p><p>358).</p><p>Coleta interna do</p><p>ponto de geração</p><p>até o</p><p>armazenamento</p><p>intermediário</p><p>- Os sacos plásticos são fechados e recolhidos quando seu preenchimento atingir 2/3 de sua capacidade ou quando necessário, acondicionados em containers específicos para armazenamento temporário, impedindo que resíduos sejam dispostos diretamente no chão; posteriormente são recolhidos manualmente pelos funcionários da empresa de limpeza e higienização, e transportados por carrinhos específicos para tal finalidade até o armazenamento externo;</p><p>Armazenagem externo (depósitos de resíduos)</p><p>- Nos locais onde a sala de armazenamento temporário é compartilhada com a sala de utilidades, o local deverá dispor de área exclusiva de no mínimo 2m2;</p><p>- No armazenamento temporário não é permitida a retirada dos sacos de resíduos de dentro dos containers estacionados;</p><p>- Os resíduos de fácil putrefação que venham a ser coletados por período superior a 24 horas de seu armazenamento, devem ser conservados sob refrigeração, e quando não for possível, submetidos a outro método de conservação;</p><p>- A desinfecção dos expurgos (salas de utilidades) é realizada duas vezes ao dia (manhã e tarde) pelos funcionários da limpeza e higienização, e/ou em outros horários, caso julgue necessário;</p><p>- A desinfecção é realizada mediante a utilização de EPIs como uniforme, mascaras, luvas e botas plásticas.</p><p>Fluxo de coleta interna dos resíduos</p><p>- A coleta e transporte de resíduos do abrigo intermediário até o abrigo centra de resíduos, é realizada pela equipe de limpeza e higienização em horários fixos, obedecendo a rotas de transporte especificas afim de não coincidir com o horário de refeições, visitas, distribuição de roupas limpas;</p><p>- Os resíduos são coletados no expurgo das unidades geradoras pelos funcionários dos serviços de higienização e limpeza, encaminhados ao deposito de resíduos utilizando carro para transporte fechado, com rodas emborrachadas, para evitar ruídos de movimentação, capacidade de carga de 400 litros, e dispositivo de válvula de dreno de fundo exclusivo para os resíduos e identificados com o símbolo correspondente ao risco neles contidos.</p><p>Coleta e transporte externo</p><p>- Coleta e transporte externo deve ser realizado por empresa terceirizada, semanalmente.</p><p>Fonte: Adaptado pelo Autor.</p><p>REDE DE ATENÇÃO À SAÚDE, REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA</p><p>O tratamento de seu acidente vascular cerebral isquêmico começou com uma avaliação de sinais e sintomas, preenchimento de um formulário de histórico médico e internação por estado clínico com sinais vitais SSVV rotineiramente monitorados e verificados.</p><p>A avaliação inicial é feita por uma enfermeira que avalia os sintomas e os encaminha para um clínico geral, além de um encaminhamento para um nutricionista. Os médicos são responsáveis ​​por administrar as admissões e aprovar as altas, e os nutricionistas avaliam as indicações de sondas nasogástricas. Paciente A propósito, a ingestão oral não é permitida. A passagem de sondas é prática exclusiva do enfermeiro.</p><p>O enfermeiro neste cenário também é responsável por acompanhar o paciente durante a internação, registrando sempre no prontuário todas as medidas, medicações, evolução do paciente, evacuação, micção, temperatura corporal e demais SSVV, assinando e assinando cada prontuário.</p><p>Retirada acidental de sondas, alterações gastrointestinais como diarréia, vômito, flatulência, desenvolvimento de febre, enfermagem registrando e acompanhando a evolução, a sonda deve ser trocada, o paciente deve ser comunicado e orientado a evitar tal retirada, e medicação devem ser tomados para evitar vômitos, por exemplo.</p><p>Uma vez que o paciente recebe alta do hospital, a família deve ser informada do seguinte: Mantenha o ambiente sempre limpo e arejado. Banho diário = higiene corporal e oral; guardar os medicamentos em local seguro. Decúbito do paciente para evitar úlceras de pressão. Não puxe o tubo. Sempre limpe a sonda com água filtrada ou fervida (temperatura ambiente) após a administração de medicamentos ou refeições. Monitorar a integridade da sonda (BRASIL, 2019).</p><p>O paciente deve retornar ao hospital para que a sonda nasogástrica seja verificada e removida: diarreia persistente; obstipação persistente; náuseas e vómitos persistentes; dor abdominal e/ou dor durante a alimentação; tubos entupidos (se não forem desobstruídos conforme indicado); feridas e/ou inflamação no local da inserção do tubo; fugas em torno da gastrostomia/jejunostomia tubos; extração acidental da sonda (BRASIL, 2019).</p><p>DIMENSIONAMENTO DO PESSOAL DE ENFERMAGEM</p><p>Para calcular o dimensionamento de pessoal se faz necessário o uso de algumas formulas, como: QPUI = THE x KMUI e THE = (PCM x 4) + (PCI x 6) + (PCAD x 10) + (PCSI x 10) + (PCIt x 18)</p><p>Sendo que o THE – Total de Horas da Enfermagem:</p><p>1) 4 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado mínimo (PCM);</p><p>2) 6 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado intermediário (PCI);</p><p>3) 10 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado de alta de pendência (PCAD);</p><p>4) 10 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado semi-intensivo (PCSI);</p><p>5) 18 horas de enfermagem, por paciente, no cuidado intensivo (PCIt).</p><p>E KM – é a constante de marinho, cujo é obtida da seguinte forma:</p><p>KM(UR)</p><p>Valor</p><p>KM(20)</p><p>0,4025</p><p>KM(24)</p><p>0,3354</p><p>KM(30)</p><p>0,2683</p><p>KM(36)</p><p>0,2236</p><p>KM(40)</p><p>0,2012</p><p>KM(44)</p><p>0,1829</p><p>Dessa maneira, o QP da UTIa, = THE X KMui</p><p>São 10 leitos na UTIA, sendo 3 pacientes de cuidados semi-intensivos e 7 pacientes de cuidados intensivos. Em cálculos de horas de enfermagem, sendo 3 x 10 horas de semi intensivo, totalizando 30, e 7 X 18 = 126. Total de THE = 156.</p><p>Como trabalham 40 horas semanais, usa-se a constante de marinho KM (40) = 0,2012, obtendo:</p><p>QP da UTIa, = THE X KMui</p><p>QP da UTIa, = 156 X 0,2012</p><p>QP da UTIa, = 31,3872</p><p>Sabe-se que para cuidado intensivo: 52% são enfermeiros e os demais técnicos de enfermagem, sendo então 16 enfermeiros e 15 técnicos em enfermagem.</p><p>Dessa maneira, pode-se observar os resultados obtidos na tabela 1:</p><p>Tabela 1 - Descrição comparativa do quadro atual de profissionais da UTI-A e o quadro dimensionado:</p><p>UTI-A</p><p>Km(h)</p><p>Total de horas de enfermagem (THE)</p><p>Quadro de pessoal dimensionado (QP)</p><p>Distribuição de QP dimensionado por categoria</p><p>Quadro de pessoal atual</p><p>Deficit de profissionais</p><p>Enf.</p><p>Téc/Aux.</p><p>Enf.</p><p>Téc/Aux</p><p>Enf.</p><p>Téc/Aux</p><p>10</p><p>0,2012</p><p>156</p><p>31</p><p>16</p><p>15</p><p>9</p><p>22</p><p>-7</p><p>7</p><p>Ainda foram solicitados os seguintes cálculos:</p><p>Tempo médio de permanência da UTI-A:</p><p>Tempo médio de permanência = (pacientes-dias em determinado período / saídas nesse mesmo período) x 100</p><p>5/140= n x 100</p><p>0,035*100</p><p>3,57</p><p>Índice de giro de rotatividade da UTI-A: Giro de rotatividade = número de saídas durante o período / número de leitos nesse mesmo período.</p><p>140/10 = 14</p><p>Taxa de mortalidade da UTI-A: Número total de óbitos de pacientes internados na UTI / Número total de altas da UTI.</p><p>10/140=0,071</p><p>Dadas as estatísticas apresentadas, sabemos que precisamos contratar uma enfermeira. Além disso, o treinamento da equipe do hospital para se adaptar aos cuidados da UTI pode ser apropriado. Sabe-se que a ciência da saúde está em constante inovação, pois múltiplas tecnologias são desenvolvidas e os profissionais precisam se adaptar a elas.</p><p>EXPERIÊNCIAS PESSOAIS</p><p>Conduzir e resolver estudos de caso para entender os meandros do trabalho do enfermeiro, usar o trabalho documentado na teoria e na prática e demonstrar a importância de atuar profissionalmente para a equipe de enfermagem.</p><p>Enfermeiros nesse sentido não apenas seguem protocolos, mas também os compreendem, buscar melhorias em seu ambiente de trabalho, utilizar cálculos estatísticos Deve saber como melhorar a realidade em que vive, coordenar equipes e buscar constantemente novos conhecimentos e novos protocolos de cuidado visando a melhoria da qualidade de vida do paciente.</p><p>CONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>O estagiário teve a oportunidade de aplicar os conhecimentos teóricos na prática e desenvolver atividades a partir da realidade do trabalho. Por meio da plataforma virtual,</p><p>pudemos aprender mais sobre os pacientes e toda a família, equipe, protocolos de descarte de resíduos e muito mais.</p><p>O enfermeiro, nesse sentido, não deve apenas cumprir os protocolos, mas entendê-los, buscar melhoras para o ambiente de trabalho, utilizar os cálculos estatístico para melhorar a realidade em que vivem, saber coordenar a equipe, buscar sempre novos conhecimentos e novos protocolos de atendimento visando a melhoria e qualidade de vida dos seus pacientes.</p><p>Nesse sentido, compreendeu-se o quão complexo é o serviço de enfermagem e quanto conhecimento epistemológico é necessário para todas as suas ações.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>BRASIL. Ministério da Educação. Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM). Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde – Gerência de Resíduos/Setor de Hotelaria Hospitalar do HC-UFTM, Uberaba, 2018b. Disponível em: https://bit.ly/2PK76ZV. Acesso em 18 nov. 2022.</p><p>BRASIL. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE SECRETARIA MUNICIPAL DE SÁUDE PÚBLICA DE CAMPO GRANDE. CARTILHA DE CUIDADOS DOMICILIARES: NUTRIÇÃO ENTERAL 1º EDIÇÃO. 2019. Disponível em: <http://www.campogrande.ms.gov.br/sesau/wp-content/uploads/sites/30/2019/12/CARTILHA-DE-CUIDADOS-DOMI CILIARES-NUTRI%C3%87%C3%83O-ENTERAL.pdf>. Acesso em 18 nov. 2022.</p><p>BRASIL. Resolução RDC nº 222, de 28 de março de 2018. Regulamenta as Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde e dá outras providências. Órgão emissor: ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 2018a. Disponível em: https://bit.ly/30S1a7e. Acesso em 18 nov. 2022.</p><p>EBSERH. GERÊNCIA DE RESÍDUOS/SETOR DE HOTELARIA HOSPITALAR/ 01 /2018. Uberaba. 2018. Disponível em: <http://www2.ebserh.gov.br/documents/147715/0/PGRSS+3.pdf/c504ff37 -f3bc-4a09-a7d1-560fd006d1b8>. Acesso em 12 abr. 2021.</p>

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