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<p>BIOS</p><p>SEGU</p><p>RANÇA</p><p>@agmariae</p><p>OS AGENTES BIOLÓGICOS</p><p>QUE AFETAM O HOMEM EM CLASSES DE RISCO</p><p>CLASSE DE RISCO 1</p><p>Baixo risco individual para o trabalhador, baixo</p><p>risco para a coletividade, baixa probabilidade</p><p>de causar doença ao ser humano.</p><p>CLASSE DE RISCO 2</p><p>Risco moderado para o trabalhador, baixa</p><p>probabilidade de disseminação para a coletividade,</p><p>podem causar doenças ao ser humano, para as quais</p><p>existem meios eficazes de profilaxia ou tratamento.</p><p>CLASSE DE RISCO 3</p><p>Risco individual elevado para o trabalhador,</p><p>probabilidade de disseminação para a</p><p>coletividade, podem causar infecções graves ao</p><p>ser humano, e nem sempre existem meios</p><p>eficazes de profilaxia ou tratamento.</p><p>CLASSE DE RISCO 4</p><p>Risco individual elevado para o trabalhador,</p><p>probabilidade elevada de disseminação para a</p><p>coletividade, elevado poder de transmissibilidade</p><p>de um indivíduo a outro, causam doenças graves</p><p>ao ser humano, para as quais não existem meios</p><p>eficazes de profilaxia ou tratamento.</p><p>@agmariae</p><p>@agmariae</p><p>MODOS DE TRANSMISSÃO</p><p>DE UM AGENTE INFECCIOSO</p><p>TRANSMISSÃO DIRETA</p><p>É a transferência imediata do agente infeccioso de</p><p>um hospedeiro ou reservatório para uma porta de</p><p>entrada através da qual a infecção poderá ocorrer.</p><p>• Toque social (aperto de mãos, beijo, abraço)</p><p>• Relação sexual</p><p>• Outros contatos (durante o parto,</p><p>procedimentos médicos e odontológicos,</p><p>drogadição)</p><p>• Amamentação</p><p>• Aérea, curta distância (via gotículas, tosse,</p><p>espirro, aerossóis )</p><p>• Transfusão (sangue)</p><p>• Transplacentária</p><p>@agmariae</p><p>MODOS DE TRANSMISSÃO</p><p>DE UM AGENTE INFECCIOSO</p><p>TRANSMISSÃO INDIRETA</p><p>• Veículos (alimentos contaminados, água,</p><p>tecidos, vestuário, instrumentais,</p><p>utensílios, superfícies);</p><p>• Vetores (insetos, animais);</p><p>• Aérea, longa distância (poeira, gotículas,</p><p>aerossóis);</p><p>• Parenteral (injeção com seringas</p><p>contaminadas).</p><p>@agmariae</p><p>ERGONÔMICOS</p><p>“Elementos físicos e organizacionais do ambiente</p><p>de trabalho que interferem no conforto e saúde”</p><p>• Postura inadequada no trabalho</p><p>• Iluminação e ventilação inadequadas</p><p>• Jornada de trabalho prolongada, monotonia</p><p>• Esforços físicos intensos repetitivos</p><p>• Assédio moral (efeito psicológico)</p><p>• Lesões: calor localizado, choques, dores,</p><p>dormência, formigamentos, fisgadas, inchaços,</p><p>pele avermelhada, e perda de força muscular.</p><p>• Mobiliário e equipamentos impróprios</p><p>• Condições ambientais dos postos de trabalho</p><p>• Organização do trabalho</p><p>PILARES DA BIOSSEGURANÇA</p><p>CULTURA</p><p>ORGANIZACIONAL</p><p>ESTRUTURA FÍSICA ADEQUADA ÀS PRÁTICAS</p><p>CUIDADO COM PESSOAS CONTROLE DOS EQUIPAMENTOS</p><p>INSUMOS</p><p>DISCIPLINA NO</p><p>TRABALHO</p><p>ESTRUTURA</p><p>ORGANIZACIONAL</p><p>POP’S -</p><p>DOCUMENTOS</p><p>@agmariae</p><p>@agmariae</p><p>DO PONTO DE VISTA PRÁTICO</p><p>O QUE PRECISO SABER?</p><p>1º TÓPICO = Lavagem das mãos</p><p>2º TÓPICO = Equipamento de proteção</p><p>individual (EPI)</p><p>• Jaleco</p><p>• Avental descartável e/ou impermeável</p><p>• Touca (gorro)</p><p>• Óculos de proteção</p><p>• Protetor facial (Faceshield)</p><p>• Máscaras (diferentes níveis de proteção)</p><p>• Sapato Fechado</p><p>• Propé</p><p>@agmariae</p><p>DO PONTO DE VISTA PRÁTICO</p><p>O QUE PRECISO SABER?</p><p>3º TÓPICO =</p><p>• Observação e respeito às</p><p>regras e rotinas do hospital</p><p>• Isolamentos específicos</p><p>• Precaução padrão</p><p>• Precaução de contato</p><p>• Precaução para gotículas</p><p>• Precaução para aerossóis</p><p>@agmariae</p><p>DO PONTO DE VISTA PRÁTICO</p><p>O QUE PRECISO SABER?</p><p>4º TÓPICO =</p><p>•Nossos materiais e ambientes</p><p>•Conservação, higienização e desinfecção</p><p>•Descarte de materiais intransferíveis</p><p>•Higienização de superfícies (álcool ou</p><p>Incidin®)</p><p>•Higienização de materiais antes e após</p><p>seu uso</p><p>•Espaços específicos de isolamento</p><p>(como TMO, por exemplo)</p><p>• Uso de papel filme como recurso</p><p>@agmariae</p><p>DO PONTO DE VISTA PRÁTICO</p><p>O QUE PRECISO SABER?</p><p>5º TÓPICO =</p><p>•POP – Procedimento</p><p>Operacional Padrão</p><p>•Fluxos, rotinas e protocolos</p><p>@agmariae</p><p>Limpeza e desinfecção da unidade</p><p>A limpeza e desinfecção da unidade do paciente visam remover</p><p>sujeiras e microrganismos, mantendo o ambiente agradável.</p><p>Existem dois tipos de limpeza: Concorrente (diária) e Terminal</p><p>(geral).</p><p>A limpeza concorrente é simples, feita diariamente e</p><p>envolve o leito, mesa de cabeceira, chão e banheiro.</p><p>A limpeza terminal é realizada após alta, transferência,</p><p>longas hospitalizações ou óbito.</p><p>Embora o procedimento siga normas institucionais e seja</p><p>realizado por profissionais específicos, a equipe de enfermagem</p><p>deve garantir o conforto do paciente. Os materiais usados</p><p>incluem baldes, panos, sabão e solução desinfetante.</p><p>@agmariae</p><p>A biossegurança abrange ações destinadas a prevenir,</p><p>controlar e eliminar fatores de risco que possam</p><p>comprometer a saúde humana, animal, vegetal, o meio</p><p>ambiente e a qualidade do trabalho (BRASIL, 2010). As</p><p>recomendações sobre biossegurança incluem medidas de</p><p>prevenção e controle de infecções nos serviços de saúde,</p><p>visando proteger trabalhadores e pacientes expostos a</p><p>agentes biológicos. As principais recomendações incluem a</p><p>higiene das mãos, o uso de Equipamentos de Proteção</p><p>Individual (EPI) e a imunização dos profissionais de saúde.</p><p>BIOSSEGURANÇA NAS AÇÕES DE SAÚDE E ENFERMAGEM</p><p>@agmariae</p><p>As mãos são ferramentas essenciais dos profissionais de</p><p>saúde e a higienização frequente é uma medida básica que</p><p>impacta positivamente na segurança do paciente (BRASIL,</p><p>2009). Em 1846, o médico Ignaz Semmelweis demonstrou que</p><p>a prática de higiene das mãos reduziu mortes maternas por</p><p>infecção puerperal. Desde então, as mãos dos profissionais</p><p>de saúde são reconhecidas como uma fonte de transmissão</p><p>de microrganismos nos hospitais, e a higienização é</p><p>recomendada como medida primária para controlar a</p><p>disseminação de agentes infecciosos (Jumaa, 2001; Larson,</p><p>2001; CDC, 2002; Trampuz; Widmer, 2004).</p><p>HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS</p><p>@agmariae</p><p>A pele das mãos é colonizada por duas populações de</p><p>microrganismos: a microbiota residente e a microbiota</p><p>transitória.</p><p>Microbiota residente habita as camadas mais profundas da pele</p><p>e é difícil de ser removida com água e sabão, mas pode ser</p><p>inativada por antissépticos.</p><p>Microbiota transitória está na superfície da pele e é facilmente</p><p>removida pela higienização com água e sabão ou soluções</p><p>antissépticas. Ela é adquirida por contato com o ambiente e tem</p><p>importância em ambientes hospitalares devido à facilidade de</p><p>transmissão entre pessoas (BRASIL, 2007).</p><p>HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS</p><p>A higienização das mãos tem como objetivos remover</p><p>sujeiras, secreções, microrganismos patogênicos e</p><p>interromper a transmissão de infecções. Quando</p><p>associada a um antisséptico, reduz também a microbiota</p><p>residente. É uma medida eficaz na prevenção de infecções</p><p>causadas por transmissões cruzadas, controlando</p><p>infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS). O</p><p>tempo de higienização é crucial para garantir a ação eficaz</p><p>do sabão ou antisséptico. A NR 32 exige que locais com</p><p>exposição a agentes biológicos tenham lavatórios</p><p>equipados com água corrente, sabonete líquido, toalhas</p><p>descartáveis e lixeira sem contato manual.</p><p>HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS</p><p>@agmariae</p><p>Recomendações adicionais para a higienização das mãos (WHO, 2006a; BRASIL, 2007):</p><p>Manter as unhas naturais, limpas e curtas;</p><p>Não usar unhas postiças quando entrar em contato direto com os pacientes;</p><p>Evitar o uso de esmaltes nas unhas;</p><p>Evitar utilizar anéis, pulseiras e outros adornos quando assistir ao paciente;</p><p>Aplicar creme hidratante nas mãos (uso individual), diariamente, para evitar ressecamento</p><p>da pele.</p><p>O profissional precisa estar atento para o início de suas ações, observando todas as etapas,</p><p>desde antes de tocar o paciente, até a finalização do procedimento em si e reorganização dos</p><p>ambientes envolvidos. O cuidado está relacionado, via de regra, com a possibilidade do toque</p><p>por meio das mãos, podendo envolver a exposição com fluidos corporais, até a realização de</p><p>procedimentos que invadem cavidades do corpo humano.</p><p>@agmariae</p><p>HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS</p><p>@agmariae</p><p>HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS</p><p>ANTES DE REALIZAR PROCEDIMENTO LIMPO/ASSÉPTICO</p><p>Antes de manusear um dispositivo invasivo,</p><p>independentemente do uso ou não de luvas;</p><p>Ao se mover de um sítio anatômico contaminado para</p><p>outro durante o</p><p>atendimento do mesmo paciente.</p><p>APÓS O RISCO DE EXPOSIÇÃO A FLUIDOS</p><p>CORPORAIS OU EXCREÇÕES</p><p>Após contato com fluidos corporais ou excretas,</p><p>membranas mucosas, pele não íntegra ou curativo;</p><p>Ao se mover de um sítio anatômico contaminado para</p><p>outro durante o atendimento do mesmo paciente;</p><p>Após remover luvas esterilizadas ou não esterilizadas. APÓS TOCAR O PACIENTE</p><p>Antes e depois do contato com o paciente;</p><p>Após remover luvas esterilizadas ou não esterilizadas</p><p>APÓS TOCAR SUPERFÍCIES PRÓXIMAS AO PACIENTE</p><p>Após contato com superfícies e objetos inanimados</p><p>(incluindo equipamentos para a saúde) nas</p><p>proximidades do paciente;</p><p>Após remover luvas esterilizadas ou não esterilizadas</p><p>@agmariae</p><p>Segundo o Center of Disease Control (2002), WHO (2006) e Ministério da Saúde (2007), as</p><p>principais recomendações quanto ao uso de luvas envolvem as seguintes condutas:</p><p>Usar luvas somente quando indicado;</p><p>As luvas devem ser descartáveis, calçadas imediatamente antes do procedimento de</p><p>risco e removidas tão logo a atividade seja completada;</p><p>Trocar de luvas ao atender outro paciente ou realizar outro procedimento no mesmo</p><p>paciente ou quando as mesmas estiverem danificadas;</p><p>Retirar as luvas após o uso e descartá-las em lixo hospitalar e imediatamente higienizar as</p><p>mãos, obrigatoriamente, para evitar a transferência de microrganismos para outras</p><p>pessoas ou ambientes;</p><p>Não tocar desnecessariamente superfícies e materiais (tais como telefones, maçanetas,</p><p>portas) quando estiver com luvas, para evitar a transferência de microrganismos para</p><p>outras pessoas, superfícies ou ambientes;</p><p>O uso de luvas não substitui a higienização das mãos.</p><p>LUVAS</p><p>@agmariae</p><p>como remover luvas para evitar a contaminação das mãos:</p><p>Para evitar a contaminação das mãos, retirar as luvas puxando a</p><p>primeira luva pelo lado externo do punho com os dedos da mão</p><p>oposta;</p><p>Segurar a luva removida com a outra mão enluvada;</p><p>Introduzir os dedos da mão sem luva dentro da extremidade interna</p><p>da luva ainda calçada e retirar a outra luva, descartando-as;</p><p>Descartar as luvas em lixeira apropriada.</p><p>LUVAS</p><p>@agmariae</p><p>Deve ser usada quando houver risco de</p><p>contaminação da face com sangue, fluidos corporais,</p><p>secreções e excreções ou em procedimentos em que</p><p>se utilize material estéril. Pacientes com tosse</p><p>persistente também devem usá-la. Este tipo de</p><p>máscara protege por tempo limitado, apesar de</p><p>atender à maioria das situações</p><p>Máscara de procedimento</p><p>(cirúrgica)</p><p>@agmariae</p><p>Esse procedimento refere-se ao uso adequado de equipamentos de</p><p>proteção individual (EPI) durante o contato com pacientes que</p><p>tenham doenças transmissíveis por aerossóis, como tuberculose,</p><p>sarampo, varicela, herpes zoster disseminado, e também em locais</p><p>com procedimentos que geram aerossóis, como no caso da</p><p>infecção por influenza. Além disso, deve ser utilizado em áreas de</p><p>alta contaminação biológica e na manipulação de substâncias</p><p>químicas voláteis. O EPI deve ser colocado antes de entrar no</p><p>ambiente contaminado e retirado após sair, garantindo que esteja</p><p>ajustado corretamente ao rosto (BRASIL, 2004; BRASIL, 2010b).</p><p>Máscara de proteção respiratória</p><p>(respirador particulado, com eficácia mínima na filtração</p><p>de 95% de partículas de até 0,3μ, tipo N95 ou PFF2)</p><p>@agmariae</p><p>Os protetores oculares ou faciais devem ser usados quando houver</p><p>risco de contaminação por respingos de sangue, fluidos corporais,</p><p>secreções ou excreções. Eles são reutilizáveis, desde que em boas</p><p>condições de higiene e integridade, sendo feitos de materiais</p><p>rígidos como acrílico ou polietileno, para evitar a entrada de</p><p>respingos pelas laterais e parte superior. A limpeza deve ser feita</p><p>com água e sabão, seguida de desinfecção. Óculos de correção</p><p>visual não substituem os protetores oculares, devendo ser usados</p><p>sob os protetores adequados (BRASIL, 2010b).</p><p>Protetor ocular</p><p>e/ou facial:</p><p>@agmariae</p><p>Os aventais ou capotes devem ser usados para proteção individual</p><p>quando houver risco de contaminação por contato com sangue,</p><p>fluidos corporais, secreções, excreções ou ao lidar com pacientes,</p><p>materiais e equipamentos contaminados. Devem ser removidos</p><p>rapidamente em caso de sujeira visível, com a higienização imediata</p><p>das mãos. Aventais impermeáveis são recomendados quando há</p><p>risco de grande quantidade de fluidos. Os aventais descartáveis</p><p>devem ser usados apenas durante o procedimento e eliminados</p><p>com o lixo hospitalar. Aventais reutilizáveis devem ser lavados após</p><p>o uso.</p><p>Avental/Capote:</p><p>@agmariae</p><p>O jaleco é uma vestimenta usada diariamente por</p><p>profissionais de saúde, devendo estar sempre limpo e não</p><p>ser utilizado em procedimentos que envolvam exposição a</p><p>líquidos orgânicos ou contaminados. Algumas</p><p>recomendações importantes: o jaleco deve ser usado</p><p>apenas dentro dos serviços de saúde, não em áreas públicas;</p><p>evitar abraçar pessoas ou carregar crianças enquanto usa o</p><p>jaleco, pois ele pode estar contaminado; removê-lo antes de</p><p>ir a áreas como refeitórios ou ao sair do local de trabalho;</p><p>transportá-lo em saco impermeável; e ele pode ser</p><p>reutilizado, desde que esteja limpo e em boas condições.</p><p>Jaleco:</p><p>@agmariae</p><p>O jaleco é uma vestimenta usada diariamente por</p><p>profissionais de saúde, devendo estar sempre limpo e não</p><p>ser utilizado em procedimentos que envolvam exposição a</p><p>líquidos orgânicos ou contaminados. Algumas</p><p>recomendações importantes: o jaleco deve ser usado</p><p>apenas dentro dos serviços de saúde, não em áreas públicas;</p><p>evitar abraçar pessoas ou carregar crianças enquanto usa o</p><p>jaleco, pois ele pode estar contaminado; removê-lo antes de</p><p>ir a áreas como refeitórios ou ao sair do local de trabalho;</p><p>transportá-lo em saco impermeável; e ele pode ser</p><p>reutilizado, desde que esteja limpo e em boas condições.</p><p>Calçados fechados:</p><p>@agmariae</p><p>CALÇADO</p><p>ADEQUADO</p><p>@agmariae</p><p>O protetor capilar deve ser utilizado para evitar a</p><p>contaminação dos cabelos por aerossóis, prevenindo que o</p><p>profissional transporte microrganismos para outros locais.</p><p>Também serve para impedir a queda de cabelos no campo</p><p>cirúrgico. Deve cobrir totalmente o cabelo e as orelhas, ser</p><p>descartável, de uso único e descartado em lixo contaminado.</p><p>A remoção dos EPIs deve ser feita cuidadosamente para</p><p>evitar autocontaminação. As orientações para a colocação e</p><p>retirada de EPIs seguem os procedimentos descritos por</p><p>Brasil (2009a).</p><p>Gorro</p><p>@agmariae</p><p>PROCEDIMENTO:</p><p>Paramentação com EPI</p><p>Reunir todos os equipamentos necessários,</p><p>seguindo a recomendação de cada EPI;</p><p>Realizar higienização das mãos;</p><p>Vestir o avental/capote, averiguar a necessidade</p><p>do avental impermeável;</p><p>Colocar o gorro;</p><p>Colocar a máscara/respirador;</p><p>Colocar óculos de proteção ou protetor facial;</p><p>Colocar luvas de procedimentos ou cirúrgica</p><p>(estéril);</p><p>Iniciar atividade designada.</p><p>@agmariae</p><p>Retirar luvas (devem ser removidas durante a retirada</p><p>do avental descartável);</p><p>Realizar higienização das mãos;</p><p>Retirar óculos de proteção e gorro;</p><p>Remover máscara ou respirador particulado através das</p><p>fitas elásticas (evitar tocar a parte interna da máscara);</p><p>A cada EPI retirado, descartá-lo em conformidade com</p><p>as boas práticas de gerenciamento de resíduos em</p><p>serviços de saúde;</p><p>Seguir as recomendações do fabricante do EPI quanto à</p><p>orientação ou não do uso único do equipamento.</p><p>PROCEDIMENTO:</p><p>retirada do EPI</p><p>@agmariae</p><p>VACINAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE</p><p>COMO MEDIDA DE BIOSSEGURANÇA</p><p>Os profissionais da saúde têm, no exercício de suas atividades</p><p>laborais, um maior potencial de risco de exposição a agentes</p><p>biológicos, sendo de extrema importância a prevenção e o</p><p>controle desses agentes, especialmente os considerados</p><p>imunopreveníveis. Uma das formas mais eficazes e seguras de</p><p>proteção específica e prevenção de doenças reconhecida</p><p>internacionalmente é a imunização individual do trabalhador,</p><p>sendo esta uma das ações de melhor custo-benefício na área da</p><p>saúde (ANAMT/SBIm, 2010).</p><p>@agmariae</p><p>TERMINOLOGIA EM</p><p>BIOSSEGURANÇA</p><p>@agmariae</p><p>TERMINOLOGIA EM</p><p>BIOSSEGURANÇA</p><p>Assepsia: conjunto de medidas utilizadas para impedir a</p><p>penetração de microrganismos (contaminação) em local</p><p>que</p><p>não os contenha. Processo que permite afastar os germes</p><p>patogênicos de um local ou objeto.</p><p>Antissepsia: procedimento que visa o controle de infecção a</p><p>partir da aplicação de substâncias microbicidas ou</p><p>microbiostáticas na pele ou mucosa, impedindo a</p><p>proliferação microbiana. Essas substâncias devem ser de</p><p>baixa causticidade, hipoalergênicas e passíveis de serem</p><p>aplicadas em tecido vivo.</p><p>Antisséptico: produto utilizado para fazer a antissepsia na</p><p>pele ou mucosa com a finalidade de reduzir os</p><p>microrganismos em sua superfície.</p><p>@agmariae</p><p>TERMINOLOGIA EM</p><p>BIOSSEGURANÇA</p><p>Contaminação: transferência do agente infeccioso para um</p><p>organismo, objeto ou substância.</p><p>Contaminar: introduzir uma substância ou organismo</p><p>patogênico, geralmente tóxico, em um sistema que</p><p>naturalmente é isento deles, ou que já os contém, porém em</p><p>quantidades menores.</p><p>Desinfecção: processo que elimina a maioria dos</p><p>microrganismos (exceto os esporos bacterianos), de</p><p>superfícies inanimadas ou artigos hospitalares, mediante a</p><p>aplicação de meios físicos ou químicos. Esta terminologia</p><p>pode ser aplicada tanto para artigos e materiais, como para</p><p>ambiente</p><p>@agmariae</p><p>TERMINOLOGIA EM</p><p>BIOSSEGURANÇA</p><p>Esterilização: procedimento utilizado para destruição de todas as formas</p><p>de vida microbiana (bactérias vegetativas e esporuladas, fungos, vírus,</p><p>esporos), mediante aplicação de agentes físicos e/ou químicos.</p><p>Imunidade: resistência de um hospedeiro contra determinado agente</p><p>etiológico, associada à presença de anticorpos ou células de ação</p><p>específica</p><p>Imunização: processo de tornar imune. Divide-se em ativa e passiva. Na</p><p>imunização ativa o próprio hospedeiro adquire a resistência pela</p><p>formação de anticorpos. Na imunização passiva, o indivíduo adquire</p><p>imunidade pela administração de anticorpos específicos formados no</p><p>organismo de outro animal ou pessoa.</p><p>Infecção: penetração, alojamento e, em geral, multiplicação de um agente</p><p>etiológico animado no organismo de um hospedeiro, produzindo-lhe</p><p>danos, com ou sem aparecimento de sintomas clinicamente</p><p>reconhecíveis.</p><p>@agmariae</p><p>TERMINOLOGIA EM</p><p>BIOSSEGURANÇA</p><p>IRAS: são infecções adquiridas durante o processo de cuidado em um</p><p>hospital ou outra unidade prestadora de assistência à saúde, ou em</p><p>incubação na admissão do paciente. Essas infecções podem se manifestar</p><p>durante a internação ou após a alta hospitalar. Além disso, incluem as</p><p>infecções ocupacionais adquiridas pelos profissionais da saúde.</p><p>Limpeza: procedimento de remoção de sujidade e detritos para reduzir a</p><p>carga microbiana. A limpeza deve preceder os procedimentos de</p><p>desinfecção ou de esterilização. Mãos visivelmente sujas: mãos que</p><p>mostram sujidade visível ou que estejam visivelmente contaminadas por</p><p>sangue e/ou outros fluidos/excreções corporais.</p><p>Preparação alcoólica para higiene das mãos sob as formas gel, espuma e</p><p>outras: preparações contendo álcool na concentração final mínima de</p><p>70% com atividade antibacteriana comprovada por testes de laboratório</p><p>in vitro (teste de suspensão), ou vivo, destinadas a reduzir o número de</p><p>microrganismos. Recomenda-se que contenha emolientes em sua</p><p>formulação para evitar o ressecamento da pele</p><p>para a próxima aula?</p><p>@agmariae</p><p>@agmariae</p><p>FAÇA UM MAPA MENTAL</p><p>COM OS TEMAS DIVIDIDOS.</p><p>ATIVIDADE EM GRUPOS .</p><p>DESAFIO</p><p>GRUPO 01: RDC 50</p><p>GRUPO 02: LEI 11.105 DE</p><p>BIOSSEGURANÇA</p><p>GRUPO 03: PORTARIA N2616 DO</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1998.</p><p>GRUPO 04: Precaução padrão</p><p>GRUPO 05: Precaução de contato</p><p>GRUPO 06: Precaução para</p><p>gotículas</p><p>GRUPO 07: Precaução para</p><p>aerossóis</p><p>ASSUNTOS:</p><p>@agmariae</p><p>GRUPO 01 - RDC 50</p><p>HERBERT LUIS AMORIM LEITE1.</p><p>GRASIELY CRISTINA PEREIRA DE SOUZA2.</p><p>ISABELA CRISTINA SILVA E SILVA3.</p><p>JÉSSICA MIGUEL CRISPIM4.</p><p>MARIA LUIZA ARRUDA5.</p><p>ANDRÉ RICARDO SOUZA DA SILVA6.</p><p>JULIANA DE JESUS COSTA BRAVIM7.</p><p>JOÃO PEDRO OLIVEIRA FERREIRA8.</p><p>ANNA LUYZA FERREIRA DA SILVA9.</p><p>GRUPO 02 - LEI 11.105</p><p>DE BIOSSEGURANÇA</p><p>JULIANA PENEDO DE FREITAS VIEIRA1.</p><p>STEFANY EDUARDA DA SILVA2.</p><p>STEFHANY MILLENY SOUZA SILVA3.</p><p>GILVAN DA CONCEIÇÃO FRANCISCO JÚNIOR4.</p><p>ENIO HENRIQUE HORNORIO SANDIM5.</p><p>MARIA EDUARDA CÁSSIA LEITE MACHADO6.</p><p>JÉSSICA APARECIDA CUSTÓDIO SILVA7.</p><p>ROSILENE MORAES DA CUNHA8.</p><p>GRUPO 03 - PORTARIA N2616 DO</p><p>MINISTÉRIO DA SAÚDE, 1998.</p><p>POLIANA MENDES DA SILVA1.</p><p>CAMILA LEODORO DA SILVA2.</p><p>MARIA GABRIELA TORRES SOARES3.</p><p>LEÔNIDAS MICAEL GRACIANO CAITANO4.</p><p>LUDMILA DA SILVA FRANCISCO5.</p><p>BEATRIZ MALAQUIAS DOS SANTOS6.</p><p>ROSEMÉRE OLIVEIRA DA SILVA7.</p><p>JUREMA FERREIRA DA SILVA8.</p><p>GRUPO 04 -</p><p>PRECAUÇÃO PADRÃO</p><p>ISABEL DE ANDRADE OLIVEIRA1.</p><p>ISABELLA LUISA DA CONCEIÇÃO SILVA2.</p><p>DEBORA CRISTINA HORÁCIO RAMOS</p><p>DE AQUINO</p><p>3.</p><p>ESTER FERREIRA DE CARVALHO4.</p><p>DANIEL MOREIRA DINIZ5.</p><p>ANA PAULA FERREIRA BARRETO6.</p><p>JANCARLA FREITAS DA ROCHA7.</p><p>BEATRIZ RODRIGUES DE MELO8.</p><p>GRUPO 05 - PRECAUÇÃO</p><p>DE CONTATO</p><p>MARIA EDUARDA BAZILIO MARINS1.</p><p>DIEGO JUNIOR FERREIRA MARTINS2.</p><p>LUCIANA BRUM SOARES3.</p><p>ADRIELLY DE JESUS FERREIRA DA SILVA</p><p>ALMEIDA MACEDO</p><p>4.</p><p>LUIZA IZABEL PEREIRA MOREIRA5.</p><p>RENATA DE FÁTIMA DA SILVA6.</p><p>MAXSUEL BENEDITO DO ESPIRITO SANTO</p><p>BARBOZA</p><p>7.</p><p>RHUANNA DA SILVA BARBARÁ FARIAS8.</p><p>GRUPO 06 - PRECAUÇÃO</p><p>PARA GOTÍCULAS</p><p>NICOLY FOLY S. SIQUEIRA1.</p><p>THAIS DA SILVA ALVES2.</p><p>MARISTELA CRISTIANE FREITAS DOS SANTOS3.</p><p>JÉSSICA LUÍS DOS SANTOS4.</p><p>CRISTIANA CANDIDO DE BRITO5.</p><p>IURY PEREIRA REIS6.</p><p>MARIA EDUARDA GARCIA DE SOUZA SILVA7.</p><p>CÍNTIA DA SILVA ARANTES8.</p><p>GRUPO 07 - PRECAUÇÃO</p><p>PARA AEROSSÓIS</p><p>MARLENE FERNANDES SALVADOR1.</p><p>RAFAELA OLIVEIRA DE SOUZA2.</p><p>PATRICIA DE OLIVEIRA DA SILVA3.</p><p>KAROLLAYNE GOMES RIBEIRO4.</p><p>ESTEPHANY DAMÁSIO ASSUNÇÃO5.</p><p>GLEISON GONÇALVES DA SILVA6.</p><p>CRISTIANE EVANGELISTA SILVA DE</p><p>MAGALHÃES</p><p>7.</p>