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<p>CADERNETA OPERACIONAL</p><p>1ª Edição</p><p>2010</p><p>EXÉRCITO BRASILEIRO</p><p>MINISTÉRIO DA DEFESA</p><p>CMNE ‐ 7ª RM/7ª DE ‐ 10ª Bda Inf Mtz</p><p>72º BATALHÃO DE INFANTARIA</p><p>MOTORIZADO</p><p>ORAÇÃO DO COMBATENTE DE CAATINGA</p><p>Senhor!</p><p>Vós que fostes sábio ao criar os rios e os mares</p><p>Pareceis ter esquecido do nosso sertão</p><p>Vós que destes ao homem a terra para dela tudo tirar</p><p>Não nos destes a mesma sorte</p><p>Porém hoje, ó Deus!</p><p>Vejo o quão generoso fostes</p><p>A nós guerreiros de caatinga</p><p>Deste-nos a resistência ao sol</p><p>A sapiência para da natureza tudo aproveitar</p><p>A força de vontade para continuar a lutar</p><p>E ante o inimigo</p><p>Jamais recuar</p><p>Obrigado Senhor Deus!</p><p>Porque criastes um ambiente</p><p>Onde o ser humano comum não possa sobreviver</p><p>Pois só os perseverantes</p><p>E os fortes de espírito</p><p>Aqui conseguem lutar</p><p>Brasil!</p><p>Caatinga!</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>CANÇÃO DO 72º BIMtz</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>No Polígono da seca nordestino</p><p>Vigilante sobrepuja o Batalhão</p><p>Victorino Carneiro Monteiro</p><p>Com seu legado de vigor e tradição</p><p>Ao Comando de Operações Terrestres</p><p>Vinculado com a tarefa principal</p><p>De planejar o aprestamento da tropa</p><p>No semi-árido tesouro nacional</p><p>A casa do combatente de caatinga</p><p>O nobre do fuzil Setenta e dois por suas glórias</p><p>Unidade de elite do Brasil</p><p>Uma escola formadora de guerreiros</p><p>Que domina nas agruras do sertão</p><p>Peculiar por sua forma de emprego</p><p>Essencial por seu poder de reação</p><p>A casa do combatente de caatinga</p><p>O nobre do fuzil Setenta e dois por suas glórias</p><p>Unidade de elite do Brasil</p><p>CANÇÃO DO CIOpC</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>O Centro de Instrução de Operações na Caatinga</p><p>Forma os combatentes mais valentes da nação</p><p>O clima causticante e o calor que determina</p><p>O guerreiro adaptado a cumprir qualquer missão</p><p>O CIOpC é o difusor</p><p>a doutrina do nosso sertão</p><p>Da caatinga é o protetor</p><p>Persevera e impulsiona o coração</p><p>O Centro de Instrução de Operações na Caatinga</p><p>Desenvolve a doutrina na caatinga com esmero</p><p>Vem do sertanejo, a força não desanima</p><p>Forjando atributos em nossos bravos guerreiros</p><p>O CIOpC é o difusor</p><p>Da doutrina do nosso sertão</p><p>Da caatinga é o protetor</p><p>Persevera e impulsiona o coração</p><p>O Centro de Instrução de Operações na Caatinga</p><p>Transpõe galhos e espinhos e transborda vibração</p><p>Garante a lei e a ordem, e a nossa soberania</p><p>Pátria! Brasil! Caatinga! O CIOpC é do sertão!</p><p>O CIOpC é o difusor</p><p>Da doutrina do nosso sertão</p><p>Da caatinga é o protetor</p><p>Persevera e impulsiona o coração</p><p>Letra: 1º Ten Fermiano e 3º Sgt Sérgio Santiago</p><p>Música: 3º Sgt Josemar</p><p>MISSÃO DO CIOpC</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>- Contribuir para a pesquisa, o desenvolvimento e a</p><p>validação da doutrina de emprego da Força Terrestre, no</p><p>tocante às técnicas, táticas e procedimentos peculiares ao</p><p>ambiente de Caatinga.</p><p>- Planejar e conduzir estágios, visando à</p><p>especialização de militares (oficiais e sargentos) nas</p><p>técnicas, táticas e procedimentos específicos de emprego em</p><p>ambiente operacional de Caatinga.</p><p>- Cooperar com os Estabelecimento de Ensino do</p><p>Exército.</p><p>- Cooperar com o adestramento de militares e</p><p>frações das OM do CMNE e da FAR nas técnicas, táticas</p><p>e procedimentos de combate específicos de emprego em</p><p>ambiente operacional de Caatinga.</p><p>- Cooperar com as demais Forças Armadas, com</p><p>órgãos públicos e entidades afins, no tocante à adaptação</p><p>ao ambiente de Caatinga.</p><p>Port Nr 135-EME, de 08 Nov 05</p><p>HISTÓRICO DO CIOpC</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>- Idealizado em 1984 por uma comissão chefiada</p><p>pelo então Cmt 7ª RM/DE, Gen Div Harry Alberto</p><p>Schnarndorf.</p><p>- Em 24 de fevereiro de 1985 é realizado o 1°</p><p>estágio de operações na caatinga, com duração de uma</p><p>semana.</p><p>- Em janeiro de 1993 foi criado o Núcleo de</p><p>Subunidade Escolar (NuSuEs), com a missão de conduzir</p><p>os estágios de caatinga.</p><p>- Neste mesmo ano, ocorreu o Primeiro</p><p>Intercâmbio de Cooperação de Especialistas (ICE),</p><p>envolvendo Oficiais do Exército Norte Americano que</p><p>participaram da Guerra do Golfo (de agosto de 1990 a</p><p>fevereiro de 1991) e oficiais do NuSuEs, ocasião oportuna</p><p>na qual foram discutidas as semelhanças e diferenças entre</p><p>a região de Caatinga e as regiões desérticas.</p><p>- Em 1996, depois de inúmeros intercâmbios e</p><p>trocas de experiências, foi realizado o primeiro Estágio de</p><p>Adaptação e Operações na Caatinga, com duração de duas</p><p>semanas, sendo a primeira, uma fase de adaptação; e a</p><p>segunda, uma fase de operações.</p><p>- Em Portaria nº 208 - EME, de 21 de</p><p>dezembro de 2005, o Ch EME aprovou a diretriz para</p><p>a implantação do Centro de Instrução de Operações na</p><p>Caatinga (CIOpC).</p><p>ÍNDICE</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>AMBIENTE OPERACIONAL DE</p><p>CAATINGA</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>ASPECTOS MILITARES DO TERRENO</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>Observação e Campos de Tiro</p><p>O emaranhado da vegetação restringe</p><p>sensivelmente a observação, limitando‐a à distância</p><p>máxima de 50 metros em caatinga rala e em caatinga</p><p>densa em cerca de 20 metros.</p><p>Os campos de observação melhoram a medida que</p><p>o homem baixa sua silhueta, razão porque a posição</p><p>agachada ou deitada propicia melhor observação.</p><p>A vegetação entremeada por caules dificulta a</p><p>realização de tiro tenso à média distância, amortecendo</p><p>ou desviando o projétil, tornando o tiro eficaz somente</p><p>a pequenas distâncias.</p><p>O emprego de armas de apoio só poderá ser</p><p>realizada com a abertura de “túneis de tiro”, o que</p><p>limita muito o seu emprego. O tiro curvo só poderá ser</p><p>realizado com a abertura de clareiras e sendo possível</p><p>posicionar o OA em local que proporcione</p><p>comandamento para condução do tiro.</p><p>Cobertas e Abrigos</p><p>a) Cobertas</p><p>A caatinga se constitui numa ótima coberta para</p><p>observação terrestre inimiga, o que não ocorre com</p><p>relação à observação aérea, sendo necessária a</p><p>utilização de redes de camuflagem.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>b) Abrigos</p><p>A caatinga fornece poucos abrigos. Pedras,</p><p>pequenas dobras do terreno, leitos secos de riachos,</p><p>além de algumas poucas árvores de troncos mais</p><p>espessos, podem ser utilizadas como abrigos naturais.</p><p>A construção de abrigos (OT) é dificultada pela</p><p>constituição pedregosa do solo.</p><p>Obstáculos</p><p>A caatinga é perfeitamente permeável por tropa a</p><p>pé, apresentando ao homem maiores dificuldades</p><p>quando muito densa.</p><p>A ocorrência de pedras de grande porte (serrotes)</p><p>constituem obstáculo para viatura de qualquer tipo e</p><p>dificultam a progressão de tropa a pé.</p><p>Alguns reservatórios d`água, como açudes e</p><p>barragens às vezes se constituem em obstáculo.</p><p>Acidentes Capitais</p><p>Devido às condições climáticas difíceis e à escassez</p><p>de água, pontos d`água, como açudes e barragens,</p><p>passam a ser acidentes capitais de grande importância</p><p>logística.</p><p>Por ser a região desprovida de recursos naturais</p><p>que possibilitem a subsistência humana, algumas</p><p>localidades podem assumir grande importância como</p><p>fonte de suprimento classe I.</p><p>As poucas elevações existentes são acidentes</p><p>capitais quando proporcionarem comandamento sobre</p><p>o terreno.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>Vias de acesso</p><p>Toda a região de caatinga é cortada por boa rede</p><p>de estradas federais, estaduais e municipais, que</p><p>possibilitam o deslocamento de tropas motorizadas. A</p><p>transitabilidade é boa, inclusive nas vias não</p><p>pavimentadas.</p><p>Indícios</p><p>‐ Reflexos de metais;</p><p>‐ Galhos quebrados;</p><p>‐ Canto insistente e revoada súbita de</p><p>pássaros.</p><p>Cuidados</p><p>‐Evitar Dsl, sempre que possível, no horário entre 10:00</p><p>e 15:00hs;</p><p>‐Utilizar‐se de guia, quando for possível;</p><p>‐Trilha de animais leva a ponto de água;</p><p>‐Trilha de ser humano leva a localidade</p><p>e/ou região de casario.</p><p>Orientação</p><p>‐ Cartas muito antigas e com escalas muito pequenas;</p><p>‐ Meio mais confiável: a bússola;</p><p>‐ Há plena possibilidade de se utilizar o GPS;</p><p>‐ Ausência de pontos nítidos no terreno;</p><p>‐ Homogeneidade da vegetação.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>DAMEPLAN</p><p>TIPOS DE CAATINGA</p><p>DIURNO NOTURNO</p><p>RALA</p><p>2,5 A 3,0</p><p>Km/h</p><p>1,5 A 2,0</p><p>Km/h</p><p>MÉDIA</p><p>1,0 A 1,5</p><p>Km/h</p><p>0,5 A 0,8</p><p>Km/h</p><p>DENSA</p><p>0,8 A 1,0</p><p>Km/h</p><p>0,2 A 0,4</p><p>Km/h</p><p>Distância máxima percorrida a pé em uma jornada</p><p>através caatinga:</p><p>‐ aproximadamente 15 Km.</p><p>Consumo mínimo diário de água por homem em uma</p><p>jornada:</p><p>‐ 03 (três) cantis por homem.</p><p>Período mínimo de aclimatação do homem:</p><p>‐ 5 a 7 dias.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DAS OPERAÇÕES NA</p><p>CAATINGA</p><p>1. Descentralização;</p><p>a. Grandes áreas;</p><p>b. Espaços vazios;</p><p>c. Dispersão dos objetivos militares;</p><p>d. Impossibilidade de manobrar com grandes</p><p>efetivos.</p><p>2. Mobilidade;</p><p>a. Movimento terrestre através caatinga lento e</p><p>penoso.</p><p>b. Transporte aéreo.</p><p>c. Movimento fluvial nos rios perenes e</p><p>temporários:</p><p> calado das Emb</p><p> trechos navegáveis</p><p>3. Dificuldade de apoio logístico;</p><p>a. Grandes áreas;</p><p>b. Rico em vias de transporte terrestre;</p><p>c. Transporte aéreo e aeromóvel;</p><p>d. Dificuldade de executar o apoio logístico através</p><p>caatinga;</p><p>e. Transporte fluvial : ‐ Nec Sp Aérea.</p><p>4. Objetivo das operações;</p><p>5. Deficiência de Info: ‐ Sobre o Ini</p><p>6. Surpresa;</p><p>7. Influência sobre o homem.</p><p>ANIMAIS DA CAATINGA</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>ANIMAIS PEÇONHENTOS</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>GÊNERO NOME VULGAR</p><p>FOSSETA</p><p>LOREAL</p><p>CARACTERÍSTICA</p><p>CROTALUS</p><p>Cascavel ou</p><p>Marcambóia</p><p>SIM</p><p>Chocalho na cauda</p><p>LACHESIS*</p><p>Surucucu ou</p><p>Pico‐de‐jaca</p><p>Cor amarelada com</p><p>losangos negros</p><p>BOTHROPS Jararaca ou Urutu</p><p>Manchas pretas em</p><p>forma de ferradura</p><p>MICRURUS</p><p>Coral Verdadeira</p><p>ou Ibiboboca</p><p>NÃO</p><p>Anéis coloridos,</p><p>sucessivos e completos</p><p>OXYRHOPS Falsa coral</p><p>Anéis coloridos,</p><p>sucessivos e incompletos</p><p>(ventre marfim)</p><p>1. SERPENTES PEÇONHENTAS</p><p>*A surucucu não é encontrada no ambiente de caatinga, ela é</p><p>encontrada na Mata Atlântica e na Floresta Amazônica.</p><p>CROTALUS LACHESIS BOTHROPS MICRURUS OXYRHOPS</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>DENTIÇÃO CARACTERÍSTICA EXEMPLO</p><p>Áglifas</p><p>Sem aparelho inoculador de</p><p>peçonha</p><p>Jibóia e</p><p>Salamanta</p><p>Proteróglifas</p><p>Aparelho inoculador de peçonha</p><p>na parte anterior do maxilar</p><p>superior.</p><p>Coral</p><p>verdadeira</p><p>Opistóglifas</p><p>Aparelho inoculador de peçonha</p><p>na parte posterior do maxilar</p><p>superior.</p><p>Falsa Coral e</p><p>Corredeira</p><p>Solenóglifas</p><p>Aparelho inoculador retrátil, fixado</p><p>na parte anterior do maxilar</p><p>superior</p><p>Cascavel,</p><p>Jararaca e</p><p>Surucucu</p><p>ÁGLIFA PROTERÓGLIFA OPISTÓGLIFA SOLENÓGLIFA</p><p>I. DISPOSIÇÃO DENTÁRIA</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>II. EFEITOS DA PEÇONHA</p><p>ACIDENTE AÇÃO E SINTOMAS</p><p>Crotálico</p><p>(cascavel)</p><p>a. Ação: Neurotóxica, Miotóxica e Hemolítica</p><p>b. Sintomas:</p><p>1) Face miastênica (cara de bêbabdo, visão dupla,</p><p>dificuldade em abrir os olhos e articular palavras);</p><p>2) Dor no corpo; e</p><p>3) Escurecimento da urina (hemoglobinúria).</p><p>Botrópico</p><p>(jararaca)</p><p>a. Ação: Proteolítica e Coagulante</p><p>b. Sintomas:</p><p>1) Inchaço no local da picada, dor, bolhas, necroses e</p><p>abscessos; e</p><p>2) Hemorragias e sangramentos gengivais e nasais; e</p><p>queda na pressão arterial.</p><p>Elapídico</p><p>(coral)</p><p>a. Ação: Neurotóxica</p><p>b. Sintomas:</p><p>1) Dor intensa no local da picada, salivação</p><p>abundante, queda das pálpebras, andar cambaleante,</p><p>dificuldade em articular as palavras, ligeiras</p><p>perturbações visuais; e</p><p>2) Pode evoluir para asfixia, causa de ÓBITO neste</p><p>tipo de envenenamento.</p><p>Laquético</p><p>(surucucu)</p><p>a. Ação: Neurotóxica, Proteolítica e Coagulante</p><p>b. Sintomas:</p><p>1) Dor intensa no local da picada, salivação</p><p>abundante, queda das pálpebras, andar cambaleante,</p><p>dificuldade em articular as palavras, ligeiras</p><p>perturbações visuais</p><p>2) Inchaço no local da picada, dor, bolhas, necroses e</p><p>abscessos; e</p><p>3) Hemorragias e sangramentos gengivais e nasais; e</p><p>queda na pressão arterial.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>2. ARACNÍDEOS</p><p>NOME CARACTERÍSTICAS HABITAT SINTOMAS</p><p>Carang</p><p>uejeira</p><p>• Corpo revestido</p><p>de pêlos;</p><p>• Possuem cerca de</p><p>3 a 5 cm de corpo</p><p>e 5 a 10 cm de</p><p>perna;</p><p>• Colorido marrom</p><p>ou preto.</p><p>Lugares</p><p>escuros e</p><p>secos</p><p>• Dor local leve, no</p><p>momento do acidente,</p><p>com edema</p><p>insignificante; e</p><p>• Possui pêlos urticantes</p><p>que podem causar</p><p>reações de</p><p>hipersensibilidade,</p><p>coceira, mal‐estar e tosse.</p><p>Tarânt</p><p>ula</p><p>• Possuem 3cm de</p><p>corpo e 5cm de</p><p>perna; e</p><p>• Possuem no dorso</p><p>do abdômen um</p><p>desenho negro em</p><p>forma de uma</p><p>ponta de lança.</p><p>Sob</p><p>arbustos e</p><p>cercas</p><p>vivas</p><p>• Dor é aguda e passageira;</p><p>• Edema, ardência e</p><p>coceira no local da picada;</p><p>• Necrose superficial</p><p>(AÇÃO PROTEOLÍTICA).</p><p>Aranha</p><p>Armad</p><p>eira</p><p>• Pernas longas e</p><p>finas;</p><p>• Possuem cerca de</p><p>2 a 4 cm de corpo</p><p>e 4 a 6 cm de</p><p>perna;</p><p>• Colorido marrom</p><p>claro.</p><p>Lugares</p><p>escuros e</p><p>úmidos</p><p>• Dor local e generalizada</p><p>pelo membro atingido;</p><p>• Pulso rápido, febre e</p><p>sudorese, principalmente</p><p>na nuca;</p><p>• Problemas respiratórios,</p><p>vômitos, vertigens e</p><p>dificuldades de</p><p>acomodação visual; e</p><p>• MORTE por asfixia,</p><p>principalmente em</p><p>crianças.</p><p>(AÇÃO NEUROTÓXICA)</p><p>ARMADEIRA</p><p>CARANGUE‐</p><p>JEIRA</p><p>MARROM TARÂNTULA</p><p>VIÚVA</p><p>NEGRA</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>NOME CARACTERÍSTICAS HABITAT SINTOMAS</p><p>Aranh</p><p>a</p><p>Marro</p><p>m</p><p>• Possuem 1 cm de</p><p>corpo e pernas</p><p>longas e finas (4</p><p>cm); e</p><p>• Colorido marrom</p><p>escuro.</p><p>• Lugares</p><p>escuros,</p><p>quentes e secos</p><p>• Dor pouco intensa no</p><p>momento da picada,</p><p>mas entre 12 a 24</p><p>horas após ocorrem no</p><p>local da picada bolhas</p><p>e escurecimento da</p><p>pele (necrose); e</p><p>• Também pode ocorrer</p><p>escurecimento da urina</p><p>e morte.</p><p>Viúva‐</p><p>negra</p><p>• Pequena,</p><p>raramente</p><p>ultrapassando os</p><p>3 cm; e</p><p>• Possui um</p><p>desenho</p><p>avermelhado, na</p><p>região inferior do</p><p>abdômen, em</p><p>forma de</p><p>ampulheta;</p><p>• Vegetação</p><p>rasteira,</p><p>sauveiros,</p><p>cupinzeiros,</p><p>materiais</p><p>empilhados e</p><p>descartados,</p><p>montes de</p><p>lenha e no</p><p>interior das</p><p>moradias.</p><p>• AÇÃO NEUROTÓXICA:</p><p>‐Sudorese;</p><p>‐Dor intensa no corpo;</p><p>‐Taquicardia; e</p><p>‐Desconforto.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>3. ESCORPIÕES</p><p>NOME CARACTERÍSTICA SINTOMAS</p><p>Escorpião</p><p>Amarelo</p><p>‐ Apresenta o tronco escuro,</p><p>patas, pedipalpos e cauda</p><p>amarelos;</p><p>‐ Inocula uma maior quantidade</p><p>de peçonha que os demais; e</p><p>‐ É considerado o mais</p><p>peçonhento da América do Sul,</p><p>é o escorpião causador dos</p><p>acidentes mais graves.</p><p>‐ Ação da</p><p>peçonha das</p><p>três espécies:</p><p>NEUROTÓXICA</p><p>SINTOMAS:</p><p>‐Náuseas,</p><p>vômitos,</p><p>sudorese</p><p>intensa,</p><p>salivação,</p><p>tremores,</p><p>aumento da</p><p>pressão</p><p>arterial e febre,</p><p>dor local e no</p><p>corpo; e</p><p>‐Paralisia dos</p><p>músculos</p><p>respiratórios</p><p>(bulbo) e</p><p>MORTE por</p><p>asfixia.</p><p>(AMARELO).</p><p>Escorpião</p><p>Marrom</p><p>‐ Apresenta colorido geral</p><p>marrom‐escuro, patas</p><p>alaranjadas e pedipalpos e</p><p>cauda com mancha escura;</p><p>‐Prefere ambientes úmidos,</p><p>como a Mata Atlântica e as</p><p>matas ciliares da região do</p><p>cerrado; e</p><p>‐ É o escorpião que causa os</p><p>acidentes mais freqüentes.</p><p>Escorpião do</p><p>Nordeste</p><p>‐Tem coloração de</p><p>camuflagem amarelada, para</p><p>se confundir com o solo</p><p>arenoso das regiões áridas em</p><p>que habita; e</p><p>‐Diferencia‐se do amarelo por</p><p>possuir um desenho negro no</p><p>dorso do abdômen</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>4. PRIMEIROS‐SOCORROS</p><p>‐ Capturar e/ou Idt o animal, se possível;</p><p>‐ Manter a vítima em repouso;</p><p>‐ Administrar água à vítima;</p><p>‐ Limpar o ferimento;</p><p>‐ Retirar o ferrão, se houver;</p><p>‐ Levantar o membro e não garroteá‐lo;</p><p>‐ Não romper bolhas, não fazer sangria;</p><p>‐ Não sugar o ferimento;</p><p>‐ Administrar analgésicos e antialérgicos;</p><p>‐ Não administrar AAS (hemorragias);</p><p>‐ Tratamento médico (preferencialmente até 6 horas); e</p><p>‐ SOROTERAPIA</p><p>• Único tratamento eficiente; e</p><p>• Pessoal habilitado.</p><p>‐ Princípios:</p><p>• Especificidade;</p><p>• Presteza no tratamento;</p><p>• Suficiência da dose; e</p><p>• Dose inicial única.</p><p>5. MEDIDAS DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES</p><p>‐ Usar roupa de couro, luvas e botas;</p><p>‐ Checar os calçados antes de usá‐los;</p><p>‐ Evitar acúmulo de detritos próximo à área de</p><p>estacionamento;</p><p>‐ Usar gravetos e paus para checar possíveis habitats;</p><p>‐ Não segurar cobras mortas e filhotes; e</p><p>‐ Capturar somente com a técnica correta.</p><p>ANIMAL VENENOSO</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>1. POTÓ (Paederus irritans)</p><p>‐ Tem cerca de 1 cm e alimenta‐se de material</p><p>putrefato, formigas e cupins;</p><p>‐ No Norte e Nordeste é temido pois dentro dos seus</p><p>fluidos existe a PEDERINA, que provoca necrose</p><p>cutânea (queimaduras); e</p><p>‐ É no pescoço o local de maior incidência de lesões.</p><p>TRATAMENTO:</p><p>‐ Lave o local imediatamente após o contato com</p><p>água e sabão;</p><p>‐ Evite a exposição ao sol do local atingido;</p><p>‐ Aplique pomadas anti‐inflamatórias;</p><p>‐ Tome antibiótico; e</p><p>‐ Procure um dermatologista.</p><p>VEGETAIS DA CAATINGA</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>VEGETAL CARACTERÍSTICAS</p><p>‐ Mandacaru (Cereus Jamacaru)</p><p>‐ Cresce até 10 M, possui um fruto</p><p>comestível , tem formato estrelar e</p><p>normalmente é consumida o seu miolo</p><p>‐ Xique‐xique ( Crotalaria Retusa)</p><p>‐ É arbustivo,tem o formato de</p><p>engrenagem com várias ramificações e é</p><p>consumida a sua popa para obter água.</p><p>‐ Facheiro ( Cereus Squamosus)</p><p>‐Cresce até 10 M</p><p>‐Tem o formato de engrenagem e é</p><p>consumida a sua popa e o seu miolo.</p><p>‐ Cardeiro ( Celeocephalocereus aureus)</p><p>‐Cresce até 5 M, normalmente é</p><p>encontrado em região de Serrotes e</p><p>serve como sinalizador.</p><p>‐ Palma (Opuntia monacantha)</p><p>‐É de orígem mexicana, muito utilizada</p><p>pelo sertanejo para servir como</p><p>forragem para o gado.</p><p>‐ Palminha (Tanacetum Vulgare)</p><p>‐É uma variação da Palma, possui vários</p><p>espinhos é arbustiva e serve para</p><p>impedir a progressão inimiga</p><p>VEGETAL CARACTERÍSTICAS</p><p>‐ Quipá ( Opuntia inamoema)</p><p>‐É uma variação da Palma possui</p><p>espinhos imperceptíveis a olho nu e</p><p>possui um fruto que é comestível .</p><p>‐ Coroa de Frade ( Melocactus Zehntneri)</p><p>‐É conhecida como melancia do sertão,</p><p>tem um formato globoso e fornece</p><p>grande quantidade de água</p><p>‐ Bugiu</p><p>‐Possui um fruto que é comestível, que é</p><p>conhecido como Fruto do Dragão e pode</p><p>ser utilizada na confecção de armadilhas.</p><p>‐ Rabo de Raposa ( Wodyetia Bifurcata)</p><p>‐Pouco utilizado para a obtenção de água,</p><p>possui vários gomos em sua formação e</p><p>pode ser utilizado em armadilhas</p><p>‐ Macambira de Flecha ( Enchorium</p><p>Spectabil)‐Possui um flecha característica,</p><p>fornece um palmito que é comestível e</p><p>dificulta a progressão de tropas</p><p>‐ Macambira de Cachorro ( Bromélia</p><p>laciniosa)</p><p>‐ Nasce em colônia, cresce até 60 Cm,</p><p>serve de forragem para os animais e é</p><p>muito utilizadas em ornamentação de</p><p>ruas , praças e avenidas</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>VEGETAL CARACTERÍSTICAS</p><p>‐ Caroá ( Neoglaziovia Variegata)</p><p>‐ É da família das herbáceas, fornece</p><p>grande quantidade de água e é usado na</p><p>confecção de corda</p><p>‐ Favela ( Cnidoscolus phyllacanthus)</p><p>‐Cresce até 5 M, serve de forrageira para</p><p>o gado e possui toxicinas que coça, incha</p><p>e arde em contato com a pele</p><p>n ‐ Juazeiro ( Zizyphus Joaseiro)</p><p>‐Cresce até 10 M, do seu fruto Juá é feito</p><p>creme dental, vários benefícios</p><p>medicinais e serve também como lenha</p><p>‐ Umbuzeiro ( Spondias Tuberosa)</p><p>‐Cresce até 7 M, usado como lenha,</p><p>possui um delicioso fruto e é considerada</p><p>a árvore mais rica do bioma Caatinga.‐</p><p>‐ Algaroba ( Prosopolis Julifora)</p><p>‐É de origem peruana, fornece lenha,</p><p>proporciona sombra e é conhecida e</p><p>muito cultivada pelo sertanejo</p><p>‐ Cansanção ( Jatrpha Urens)</p><p>‐É um arbusto, muito encontrada na</p><p>caatinga e possui uma substância que</p><p>coça, incha e arde em contato com a</p><p>pele.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>VEGETAL CARACTERÍSTICAS</p><p>‐ Mucunã ( Cratylia Nuda)</p><p>‐É uma trepadeira, fornece boa</p><p>quantidade de água e geralmente é</p><p>encontrada junto a grandes árvores</p><p>‐ Mamãozinho de Veado ( Jacaratia</p><p>corumbesis) ‐É da família das tuberosas,</p><p>fornece grande quantidade de água, é</p><p>um arbusto e encontra‐se em extinção</p><p>‐ Cuca do Umbuzeiro ( Spondia Tuberosas)</p><p>‐Também conhecida como batata do</p><p>umbuzeiro, fornece grande quantidade</p><p>de água e dela é feito um delicioso doce.</p><p>‐</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>1. TRATAMENTO FITOTERÁPICO</p><p>VEGETAL BENEFÍCIOS</p><p>Papaconha ‐ Bronquite Vermes</p><p>Pimenta de</p><p>Macaco</p><p>‐ Gripe, Tosse e Dores em Geral</p><p>Quebra‐Faca ‐ Diarréia e Infecções Intestinais</p><p>Jurema Preta ‐ Anti‐ Inflamatório e cicatrizante</p><p>VEGETAL BENEFÍCIOS</p><p>Angico ‐Gripe, Rouquidão, Anemia, Hemostática</p><p>( parar sangramentos) e Doenças</p><p>Pulmonares</p><p>Macela ‐ Circulação, Má Digestão,</p><p>Colesterol e Dor na Barriga</p><p>* Efeitos Abortivos</p><p>Umburana de</p><p>Cheiro</p><p>‐ Gripe , Tosse e</p><p>‐ Infecções Intestinais</p><p>Juazeiro Cólicas Intestinais,Limpeza do Couro</p><p>Cabeludo e Higiene Bucal</p><p>Aroeira Cicatrizante, Anti‐Alérgico e Anti‐</p><p>Inflamatório</p><p>Jarrinha Gripe e Tuberculose</p><p>Carqueijo Diabete e Diurético</p><p>Pau Pra Tudo Afrodisíaco e Males Diversos( Dor na</p><p>Barriga, Dor de Coluna, Dentre Outros).</p><p>Quina‐Quina Gripe e Sinusite</p><p>* Efeitos Abortivos</p><p>Mulungu Calmante, Insônia, Doenças Pulmonares e</p><p>Hemorróidas( Varizes).</p><p>Quixabeira Depurativo do Sangue ( Elimina as</p><p>Toxinas).</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>ABRIGOS IMPROVISADOS</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>OPERAÇÕES DE PATRULHA</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>‐ Uma missão de Pa é composta de quatro etapas distintas.</p><p>1. Recebimento da Missão.</p><p>2. Planejamento e preparação.</p><p>3. Execução.</p><p>4. Confecção do relatório.</p><p>1. RECEBIMENTO DA MISSÃO</p><p>Fazer anotações e retirar dúvidas sobre</p><p>Forças Inimigas</p><p>(DiCoVAP)</p><p> Dispositivo e localização (Itn e Obj).</p><p> Composição.</p><p> Valor.</p><p> Atividades importantes, recentes e atuais.</p><p> Peculiaridades e deficiências (identificação, Armt ,</p><p>equipamento , Unif, moral , grau de instrução</p><p>possibilidades e limitações, movimentos,</p><p>capacidade de reforço, etc).</p><p>Forças Amigas</p><p> Localização dos postos amigos.</p><p> Limites da zona de ação.</p><p> Outras tropas na área.</p><p> Reforços.</p><p> Apoio de fogo.</p><p> Elm infiltrados, simpatizantes e guias.</p><p> Prescrições quanto a presos e mortos.</p><p>Terreno</p><p>(OCOAO)</p><p> Observação dos campos de tiro.</p><p> Cobertas e abrigos.</p><p> Obstáculos.</p><p> Acidentes capitais.</p><p> Outros aspectos (Itn, Fx Infiltração, VA, etc).</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>Condições</p><p>Metereo ‐</p><p>lógicas</p><p>‐ ICMN e FCVN.</p><p>‐ Lua, ventos, chuva e temperatura.</p><p>‐ Gradiente</p><p>Meios</p><p>disponíveis</p><p>‐ Cartas, croquis, fotografias, relatórios e outros.</p><p>‐ Meios para o deslocamento.</p><p>‐ Guias, mateiros, práticos e especialistas.</p><p>‐ Material, armamento e equipamento especial.</p><p>População</p><p>‐ Atitude perante a tropa.</p><p>‐ Localização.</p><p>‐ Atividades predominantes.</p><p>‐ Existência na região do objetivo.</p><p>‐ Procedimentos e condutas a serem adotadas</p><p>Elm a</p><p>contactar</p><p>resgatar e/</p><p>ou capturar</p><p>‐ Identificação, características e fotos.</p><p>‐ Senha, contra‐senha e sinal de reconhecimento.</p><p>‐ Sinais de ponto limpo e ativado.</p><p>‐ Estória‐cobertura.</p><p>Regras de</p><p>engajamento</p><p>‐ Condutas de engajamento com o Ini ou F Adv.</p><p>Comando e</p><p>Comunicaçõe</p><p>s</p><p>‐ Instr p/ exploração das Com e eletrônica (IECom)</p><p>‐ Horários de ligação.</p><p>‐ Localização dos PC.</p><p>‐ Senha, contra‐senha e sinal de reconhecimento.</p><p>‐ Acerto de relógio.</p><p>Coordenação</p><p>e Controle</p><p>‐ Horários impostos</p><p>‐ Ultrapassagem das linhas amigas.</p><p>‐ Unidades de apoio.</p><p>‐ Briefings.</p><p>‐ Outras patrulhas e ligações com tropas amigas.</p><p>‐ Linhas e pontos de controle.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>2. PLANEJAMENTO E PREPARAÇÃO</p><p>NORMAS DE COMANDO</p><p>I. ESTUDO SUMÁRIO DA MISSÃO</p><p>‐ O quê?</p><p>Poderá ser retirada da O Op do Esc Supe, no seu</p><p>parágrafos 2º ‐ Missão ‐ ou de ordem verbal onde serão</p><p>identificadas as ações impostas e visualizadas as ações</p><p>complementares.</p><p>‐ Quando?</p><p>Horários do início do deslocamento, da ação no</p><p>objetivo, do retraimento, etc.</p><p>‐ Onde?</p><p>Local do Obj, Itn, distâncias, meios de Trnp, tempo</p><p>de deslocamento, etc.</p><p>‐ Como?</p><p>Visualização inicial do esquema de manobra.</p><p>As conclusões obtidas através do estudo preliminar</p><p>da missão poderão sofrer modificações após as</p><p>informações adquiridas do reconhecimento e estudo de</p><p>situação (planejamento detalhado).</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>II. PLANEJAMENTO DA UTILIZAÇÃO DO TEMPO</p><p>Tempo</p><p>(min)</p><p>Horário</p><p>Atividades</p><p>De Às</p><p>20 0740 0800 Confecção e entrega do relatório</p><p>180 0440 0740 Regresso</p><p>20 0420 0440 Retraimento até o PRPO e reorganização</p><p>20 0400</p><p>0420 Ação no objetivo</p><p>120 0200 0400 Tomada do dispositivo</p><p>120 0000 0200 Reconhecimento aproximado</p><p>270 1930 0000 Deslocamento até o PRPO</p><p>‐ 1930 Partida</p><p>15 1915 1930 Ajustes</p><p>20 1855 1915 Inspeção final</p><p>85 1730 1855 Ensaio noturno</p><p>30 1700 1730 Jantar</p><p>120 1500 1700 Ensaio diurno</p><p>30 1430 1500 Inspeção inicial</p><p>120 1230 1430 Ordem à Patrulha</p><p>30 1200 1230 Almoço</p><p>120 1000 1200 Estudo de situação (Plnj Detalhado)</p><p>60 0900 1000 Ordem Preparatória</p><p>90 0730 0900 Planejamento preliminar</p><p>‐ 0730 Recebimento da missão</p><p>Observações:</p><p>‐ SFC, prever horários p/ as refeições, briefings, contatos,</p><p>pernoites, etc;</p><p>‐ As atividades serão relacionadas na ordem inversa e</p><p>transmitido a Pa na ordem cronológica , isto é, do</p><p>último horário imposto ao recebimento da missão;</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>‐ Após a emissão da O Pa, deverá ser realizada a</p><p>inspeção inicial e os primeiros ensaios, não podendo</p><p>haver atividades dispersivas entre estas;</p><p>‐ Após uma atividade dispersiva (refeições, pernoites,</p><p>inspeções e longos deslocamentos embarcados ou a pé),</p><p>deverá ser destinado um tempo para novamente</p><p>ensaiar a missão; e</p><p>‐ Sempre que possível, na distribuição do tempo deverá</p><p>se destinar a maior carga horária ao estudo de situação</p><p>e aos ensaios, bem como ao Rec Aprox e tomada do</p><p>dispositivo (sigilo).</p><p>III. PLANEJAMENTO PRELIMINAR</p><p>1) ESTUDO DE SITUAÇÃO PRELIMINAR (MITeMeTPop)</p><p>‐ Estudo sucinto direcionado à organização do</p><p>pessoal e material da Pa.</p><p>a. Missão (quem fará o quê?)</p><p>‐ O quê? (ações que devo realizar)</p><p>‐ Quando? (horários Desloc ida, Aç no Obj e Desloc volta)</p><p>‐ Onde e por onde? ( Obj, Itn, Dist, Trnp, Desloc, etc)</p><p>‐ Como? (visualização inicial do esquema de manobra)</p><p>‐ Quem faz o quê? (Esc, Gp, homen, etc)</p><p>‐ Para quê? (finalidade da missão)</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>b. Inimigo (DICoVAP)</p><p>‐ Dispositivo (onde e como está desdobrado);</p><p>‐ Composição (quem é, Armt e organização);</p><p>‐ Valor (eficiência e efetivo);</p><p>‐ Atividades importantes, recentes e atuais; e</p><p>‐ Peculiaridades e deficiências.</p><p>c. Terreno e Condições metereológicas (OCOAO)</p><p>‐ Observação e campos de tiro;</p><p>‐ Cobertas e abrigos;</p><p>‐ Obstáculos;</p><p>‐ Acidentes capitais; e</p><p>‐ Outros aspectos (VA, crepúsculos, luar, vento, etc).</p><p>d. Meios</p><p>‐ Disponibilidade de pessoal e material.</p><p>e. Tempo</p><p>‐ Disponível para o planejamento, reconhecimento,</p><p>cumprimento da missão e horário imposto p/ a partida.</p><p>f. População</p><p>‐ Atitude e reação da população civil da área ( se é</p><p>hostil ou não) e seu valor como fonte de informes.</p><p>2) ORGANIZAÇÃO DA PATRULHA</p><p>‐ O Gp de Cmdo será composto pelo Cmt da Pa e o</p><p>Radiop e/ou mensageiro. Pode ser composto ainda por</p><p>guias, motoristas, pilotos e atendentes. O SCmt poderá</p><p>compor este grupo ou comandar um dos escalões (mais</p><p>comum).</p><p>a. Patrulha de Combate</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>Comandante</p><p>Gp Cmdo</p><p>Gp Seg Gp Ap FGp T EspGp Ass</p><p>Esc AssaltoEsc Segurança</p><p>Gp</p><p>Acolh</p><p>Gp</p><p>Ap F</p><p>Gp</p><p>T</p><p>Esp</p><p>Gp</p><p>Ass</p><p>Gp</p><p>Acolh</p><p>b. Patrulha de Emboscada</p><p>Comandante</p><p>Gp Cmdo</p><p>Esc AssaltoEsc Segurança</p><p>Gp</p><p>Prot</p><p>Gp</p><p>Vig</p><p>Gp</p><p>Bloq</p><p>c. Patrulha Fluvial</p><p>Comandante</p><p>Gp Cmdo</p><p>Gp</p><p>Ass</p><p>Esc AssaltoEsc Segurança</p><p>Gp Rec</p><p>Sin</p><p>Gp</p><p>Ap F</p><p>Gp</p><p>Seg</p><p>Gp Bloq</p><p>Fluv</p><p>Gp T</p><p>Esp</p><p>d. Patrulha de Reconhecimento de Ponto</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>Comandante</p><p>Gp Cmdo</p><p>Esc AssaltoEsc Segurança</p><p>Gp Acolh Gp de Rec</p><p>e. Patrulha de Rec de Área e Itinerário</p><p>Comandante</p><p>Gp Cmdo</p><p>Esc de Rec e Seg</p><p>Gp de Rec e Seg</p><p>‐ O nº de Gp Seg será, em princípio, o nº de VA mais</p><p>um (+1), que será o Gp de acolhimento e permanecerá</p><p>no PRPO.</p><p>‐ O Gp de Tarefas Especiais também poderá ser</p><p>chamado de Gp de Tarefas Complementares, conforme</p><p>a missão recebida.</p><p>Gp Seg</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>3) PLANEJAMENTO DA UTILIZAÇÃO E</p><p>DISTRIBUIÇÃO DO MATERIAL</p><p>‐ Para o planejamento da utilização do material e</p><p>sua distribuição pela Pa, deve‐se levar em conta a</p><p>dotação do Pel Fuz, ou fração de outra natureza.</p><p>‐ O Cmt deverá preocupar‐se com a distribuição do</p><p>material coletivo e material pesado (Cx Bat, Mun AC,</p><p>Mun FAP, Mun MAG, explosivos, etc).</p><p>‐ O Cmt Pa definirá os materiais que os grupo irão</p><p>conduzir, deixando sob responsabilidade dos Cmt Gp a</p><p>preparação, verificação, distribuição e rodízio do</p><p>material dentro de suas frações.</p><p>‐ O SCmt é o responsável pelo rodízio do material</p><p>pesado entre os Gp diferentes.</p><p>‐ O material deve ser distribuído de tal forma que</p><p>sua perda (em uma eventual emboscada Ini) não</p><p>comprometa a ação no Obj.</p><p>‐ Deverá haver a previsão de material, armamento e</p><p>munição para os reconhecimentos (quando for o caso) e</p><p>ensaios.</p><p>Material para Ensaio Material para Rec</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>Quadro de Organização de Pessoal e Material ‐ QOPM</p><p>Legenda do QOPM:</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>4) PLANEJAMENTO DO RECONHECIMENTO</p><p>‐ É uma missão secundária dentro da missão</p><p>principal.</p><p>‐ Precisa da autorização do Esc superior pois pode</p><p>comprometer a missão principal .</p><p>‐ Embora o reconhecimento seja realizado após a</p><p>emissão da O Prep, o seu planejamento deve ser feito</p><p>antes da Pa receber a ordem, devendo‐se abordar todas</p><p>as fases de uma missão de Pa.</p><p>‐ O que reconhecer? (Itn, P Reu, P Ctc, Obj, Atv Ini, etc).</p><p>‐ Quem? O quê? Quando? Como? (EC, duração, Seg,</p><p>coordenação, Prep Indv, etc).</p><p>‐ Pedido de material e ligações rádio.</p><p>SITUAÇÕES DE CONTINGÊNCIA (Q3OM)</p><p>Quem vai com o Cmt da Pa?</p><p>Quanto tempo o Cmt pretende ficar fora?</p><p>Quebra do sigilo. Conduta da Pa (briefing SCmt)</p><p>Onde os Elm do Rec vão? E por onde?</p><p>Material a ser conduzido?</p><p>QUEM? O QUÊ? COMO? MATERIAL Obs.</p><p>Cmt Esc Ass</p><p>Loc Gp Aç</p><p>no Obj</p><p>Sequência,</p><p>por onde</p><p>Binóculo, OVN e</p><p>Maq Fotográfica</p><p>Roupa de Ctt</p><p>Cmt Esc Seg</p><p>Itn, VA, Loc Gp,</p><p>PRPO</p><p>Sequência,</p><p>por onde</p><p>Carta e binóculo</p><p>Leva a</p><p>mochila com</p><p>Mat Nec</p><p>H Carta</p><p>Itn até PRPO,</p><p>Pt Reu Itn, Pt</p><p>Ctc e Itn</p><p>Regresso</p><p>Pos na</p><p>coluna Dsloc</p><p>Carta, bússola,</p><p>GPS, OVN,</p><p>passímetro</p><p>Roupa de Ctt</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>IV. EMISSÃO DA ORDEM PREPARATÓRIA</p><p>1. SITUAÇÃO (situar a Pa no terreno, Cx de areia, croquis, etc)</p><p>a. Forças inimigas (até dois escalões acima)</p><p>b. Forças amigas (até dois escalões acima)</p><p>2. MISSÃO (transmitir à Pa a missão recebida do Esc Sup)</p><p>3. QUADRO‐HORÁRIO (horários de interesse para a Pa e os</p><p>locais de reunião)</p><p>4. ORGANIZAÇÃO (Ver QO da Pa)</p><p>5. UNIFORME E EQUIPAMENTO INDIVIDUAL</p><p>6. ARMAMENTO E MUNIÇÃO</p><p>7. MATERIAL DE COMUNICAÇÕES</p><p>8. MATERIAL DE DESTRUIÇÕES</p><p>9. MATERIAL ESPECIAL</p><p>10. RAÇÃO E ÁGUA</p><p>11. RECONHECIMENTO</p><p>12. ENSAIO</p><p>13. COMUNICAÇÕES</p><p>a. Senha, contra‐senha e horários p/ mudança.</p><p>b. Sinal de Rec, senha e contra‐senha p/ contatos.</p><p>c. Sinal de Rec, Freq Pcp, Altn e horários p/ mudança.</p><p>d. Indicativos rádio, autenticações.</p><p>e. Horários de ligação.</p><p>f. Prescrições rádio.</p><p>g. Sinais convencionados.</p><p>h. Outros dados das IE Com Elt.</p><p>i. Processos de codificação.</p><p>Info</p><p>quem</p><p>leva o</p><p>quê</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>14. DIVERSOS</p><p>a. Instruções particulares (atribuir responsabilidades)</p><p>‐ Auxílio ao Cmt no planejamento detalhado.</p><p>‐ Auxílio ao gerente na apanha e distribuição do</p><p>material.</p><p>‐ Definir o local e o processo para distribuição do</p><p>material (todos, por</p><p>escalão, por grupo etc)</p><p>‐ Auxílio à equipe de navegação na preparação do</p><p>caixão de areia.</p><p>‐ Auxílio ao subcomandante na preparação dos meios</p><p>visuais (quadros).</p><p>‐ Testes e preparação dos diversos materiais.</p><p>‐ Determinar, após todo o aprestamento, que sejam</p><p>ensaiados os procedimentos que já fazem parte das</p><p>NGA do pelotão/patrulha.</p><p>b. Outras prescrições</p><p>‐ Estabelecer a cadeia de comando, principalmente</p><p>quando a patrulha receber outros elementos de</p><p>manobra em reforço, determina que os comandantes</p><p>de escalão e grupo (e outros graduados) permaneçam</p><p>de pé e inicia a transmissão da cadeia de comando.</p><p>‐ Info o local em que estará fazendo o planejamento</p><p>detalhado.</p><p>‐ Informar o local e a hora da próxima reunião.</p><p>‐ Retirada de dúvidas.</p><p>‐ Acerto dos relógios.</p><p>Caderneta</p><p>Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>V. RECONHECIMENTO</p><p>Deverá ser realizado sempre que possível, quando</p><p>autorizado pelo escalão superior, conforme o planejado.</p><p>VI. PLANEJAMENTO DETALHADO</p><p>‐ Após o Rec (SFC), o Cmt Pa planeja como cumprir a</p><p>missão, confirmando, refutando ou atualizando (CRA)</p><p>seu planejamento inicial (MITeMeTPop).</p><p>‐ O Cmt Pa deve visualizar todo o desenrolar da missão,</p><p>da partida ao regresso, prevendo os mínimos detalhes</p><p>de execução, coordenação, administrativos e</p><p>comunicações e eletrônica.</p><p>1. COORDENAÇÃO COM OS APOIOS</p><p>a. Unidades em apoio ou reforço (fogo, naval, aéreo, etc).</p><p>b. Contato com especialistas</p><p>c. Briefing</p><p>1) Levar memento pronto.</p><p>2) Levar o integrante da Pa empenhado no contato.</p><p>3) Acertar a presença na emissão da O Pa.</p><p>4) Acertar o ensaio conjunto.</p><p>2. PLANEJAMENTO DA SEQÜÊNCIA DAS AÇÕES</p><p>a. Ação no Obj (elaborar o esquema de manobra).</p><p>1) Plano de Reconhecimento Aproximado.</p><p>2) Tomada do Dispositivo.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>3) Ação no Objetivo propriamente dita.</p><p>4) Retraimento ao PRPO.</p><p>5) Reorganização.</p><p>b. Deslocamento até o PRPO</p><p>1) Plano de carregamento e embarque.</p><p>2) Itn principal e secundário (com linhas e Pt de controle).</p><p>3) Pontos de reunião no itinerário.</p><p>4) Coordenação com o homem‐carta.</p><p>5) Levantar azimutes, distâncias e azimute de fuga.</p><p>6) Conduta da Patrulha.</p><p>‐ Alto‐guardado, alto em segurança.</p><p>‐ Formações, O Mov, rodízio de material etc.</p><p>‐ Partida e regresso das linhas amigas.</p><p>‐ Verificar Pt de reunião e prazos</p><p>correspondentes.</p><p>‐ Atuação nos contatos.</p><p>‐ Ação nas zonas perigosas e pontos críticos.</p><p>c. Ocupação do PRPO</p><p>d. Regresso às linhas amigas</p><p>1) Abordar os mesmos itens do Dslc até o PRPO, no</p><p>que for aplicável.</p><p>e. Outros</p><p>1) Conduta com Ini feridos e prisioneiros.</p><p>2) Conduta com feridos e mortos amigos.</p><p>3) Sinais e gestos a praticar.</p><p>4) Comunicações com o escalão superior.</p><p>5) Senha, contra‐senha e sinais de Rec.</p><p>6) Posição do Cmt e SCmt (nos Dslc e na Aç Obj).</p><p>7) Hora do dispositivo pronto.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>8) Hora da partida.</p><p>9) Reorganização após dispersão.</p><p>10) Revezamento do material pesado.</p><p>11) Conduta como PG</p><p>12) Quebra prematura de sigilo (nas diversas fases).</p><p>13) Aborto da missão (Sit que o caracteriza e conduta).</p><p>14) Conduta para pernoite (B Pa, Área de Reu, ARC ‐ SFC).</p><p>15) Mdd Esp de Seg (contra‐rastreamento).</p><p>16) Ctt com Elm amigos infiltrados (quem, como,</p><p>senha etc).</p><p>17) Ligação com outras patrulhas.</p><p>18) Linhas de controle.</p><p>19) As TAI (defensivas e ofensivas).</p><p>20) Apoio de fogo (como solicitar, até onde pode apoiar).</p><p>21) Documentos levados pela patrulha.</p><p>22) Elementos Essenciais de Inteligência (EEI).</p><p>3. PREPARAÇÃO PARA A EMISSÃO DA O Pa</p><p>‐ Para o início da ordem, a Pa deverá estar ECD partir</p><p>(aprestamento ‐ Armt, Mun, Mat, Eqp, Com,</p><p>camuflagem, gestos ensaiados etc) e disposta dentro</p><p>dos grupos.</p><p>‐ Providenciar os meios visuais necessários e verificar</p><p>os itens a serem abordados.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>VII. EMISSÃO DA ORDEM À PATRULHA</p><p>1. SITUAÇÃO</p><p>‐ (Situar a patrulha no terreno, caixão de areia,</p><p>croquis e/ou cartas; informar à patrulha o que deu</p><p>origem à missão; informações da situação geral</p><p>essenciais para conhecimento e compreensão da</p><p>situação existente).</p><p>a. Forças Inimigas (até dois escalões acima)</p><p>‐ Info à tropa as forças inimigas presentes na área</p><p>de operações que possam influenciar a Aç da Pa.</p><p>‐ Transmitir à tropa dados relevantes, tais como:</p><p>localização, efetivo, valor, dispositivo,</p><p>armamento, equipamento, uniforme, Idt,</p><p>atividades recentes e atuais, movimentos,</p><p>atividades da Força Aérea, procedimentos</p><p>rotineiros, moral, tempo de reforço, apoios, nível</p><p>de adestramento, etc.</p><p>b. Forças Amigas (até dois escalões acima)</p><p>‐ Info a localização, limites de zona de ação, Ctt,</p><p>apoios (de fogo, aéreo, etc), outras Pa e</p><p>atividades da Força Aérea.</p><p>c. Meios recebidos e retirados</p><p>‐ Quais, a partir de quando e até quando.</p><p>d. Área de Operações e Condições Meteorológicas</p><p>‐ Apresentar as conclusões a respeito das</p><p>conseqüências para a Pa sobre o ICMN/FCVN, as</p><p>fases da lua (influência sobre a visibilidade), a</p><p>neblina, os ventos, as chuvas, a temperatura e o</p><p>gradiente para emprego de fumígenos.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>‐ Apresentar as conclusões, ainda, sobre os</p><p>aspectos fisiográficos do terreno: sistema</p><p>hidroviário, relevo, vegetação, considerando</p><p>informações do escalão superior, informações de</p><p>especialistas de área, reconhecimentos, estudos</p><p>da carta etc.</p><p>2. MISSÃO</p><p>‐ O comandante da patrulha deverá transmitir a</p><p>missão conforme a tenha recebido do escalão</p><p>superior. Para uma perfeita compreensão dos</p><p>patrulheiros, poderá ser feita uma breve explicação</p><p>das ações a serem realizadas.</p><p>3. EXECUÇÃO</p><p>a. Conceito da Operação</p><p>‐ O Cmt Pa faz uma descrição SUCINTA de como</p><p>pretende cumprir a missão na seqüência</p><p>cronológica das ações.</p><p>‐ Transmitir uma noção de conjunto das ações a</p><p>serem realizadas pela Pa, procurando‐se facilitar</p><p>o entendimento posterior das ordens particulares.</p><p>‐ Não é fornecido qualquer detalhe de</p><p>coordenação ou execução.</p><p>‐ São abordados os seguintes aspectos: processo</p><p>de Desloc e Itn de ida, ocupação do PRPO, Rec</p><p>aproximado, tomada do dispositivo, Aç no Obj,</p><p>retraimento para PRPO, reorganização e regresso</p><p>às linhas amigas.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>b. Ordens aos Elementos Subordinados</p><p>‐ Deverão ser estabelecidas as responsabilidades</p><p>pelas ações a serem realizadas. Este</p><p>procedimento deverá seguir uma seqüência</p><p>cronológica a fim de caracterizar as ações,</p><p>deixando as medidas de coordenação e controle</p><p>para serem definidas no item “prescrições</p><p>diversas”. É importante que a enunciação destas</p><p>ordens ocorra de forma a abordar as ações a</p><p>serem realizadas por um determinado escalão,</p><p>grupo ou homem nas principais fases da missão.</p><p>‐ Existem dois processos usualmente utilizados para a</p><p>explanação deste item, a saber:</p><p>1º PROCESSO</p><p>‐ Transmitir as missões separadamente por Esc e Gp,</p><p>seguindo a seqüência das ações a realizar, a partir do</p><p>deslocamento de ida até o retorno às linhas amigas. Em</p><p>ações complexas, que exijam a ação isolada dos Esc ou Gp,</p><p>este processo poderá ser o mais conveniente.</p><p>2º PROCESSO</p><p>‐ Apresentar as missões aos Esc e Gp à medida que as ações</p><p>forem abordadas, ou seja, o comandante da patrulha</p><p>escalona as ações numa seqüência cronológica do</p><p>deslocamento de ida ao regresso às linhas amigas,</p><p>atribuindo responsabilidades em cada ação separadamente.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>c. Prescrições diversas</p><p>‐ Neste item são abordados os seguintes tópicos:</p><p>1) Hora do dispositivo pronto para início do Dsloc</p><p>2) Deslocamento até o PRPO</p><p>a) Hora de Partida.</p><p>b) Itinerário de ida (conforme QAN).</p><p>c) Meios, processos de deslocamento e medidas</p><p>de coordenação e controle nos diversos trechos.</p><p>d) Formação inicial e ordem de movimento.</p><p>e) Planos de embarque e carregamento (SFC).</p><p>f) Prováveis pontos de reunião.</p><p>g) Segurança nos deslocamentos e altos.</p><p>h) Passagem pelos postos avançados amigos.</p><p>i) Ocupação do PRPO.</p><p>3) Ação no objetivo</p><p>a) Reconhecimento aproximado do objetivo</p><p>(o que Rec, seqüência, quem, onde, por onde, medidas de</p><p>coordenação e controle, missões específicas, horários, etc).</p><p>b) Tomada do dispositivo</p><p>(seqüência e liberação dos Gp, quem, onde, por onde,</p><p>medidas de coordenação e controle, missões específicas,</p><p>horários, etc).</p><p>c) Aç no Obj</p><p>(caracterização do início da ação, detalhar</p><p>cronologicamente quem faz o quê, como e para quê).</p><p>d) Retraimento para o PRPO</p><p>(seqüência, quem, onde, por onde, medidas de</p><p>coordenação e controle, horários etc).</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>e) Reorganização no PRPO</p><p>(cheque de baixas, equipamento, munição/</p><p>Armt ‐ BEM).</p><p>4) Regresso</p><p>a) Hora de regresso.</p><p>b) Itinerário de regresso.</p><p>c) Meios, processos de deslocamento e medidas</p><p>de coordenação e</p><p>controle nos diversos trechos.</p><p>d) Formação inicial e ordem de movimento.</p><p>e) Planos de embarque e carregamento (SFC).</p><p>f) Prováveis pontos de reunião.</p><p>g) Segurança nos deslocamentos e altos.</p><p>h) Passagem pelos postos avançados amigos.</p><p>5) Outras Prescrições</p><p>a) Situações de contingência (nas diversas fases</p><p>da operação).</p><p>b) Ações em áreas perigosas e pontos críticos</p><p>(POCO ‐ Pare, Olhe, Cheire e Ouça).</p><p>c) Ações em contato com o inimigo (TAI).</p><p>d) Reorganização após dispersão.</p><p>e) Tratamentos com prisioneiro de guerra,</p><p>mortos e feridos inimigos.</p><p>f) Conduta com mortos e feridos amigos.</p><p>g) Conduta ao cair prisioneiro de guerra.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>h) Conduta para pernoites (base de patrulha,</p><p>área de reunião e área de reunião clandestina).</p><p>i) Medidas especiais de segurança.</p><p>j) Destino do material especial.</p><p>l) Rodízio de material pesado.</p><p>m) Contato com elemento amigo.</p><p>n) Ligação com outras patrulhas.</p><p>o) Prioridades nos trabalhos de OT.</p><p>p) Linhas de controle.</p><p>q) Ap de F (onde, até quando e como solicitar).</p><p>r) Doc a serem conduzidos (procedimentos para</p><p>destruição).</p><p>s) Procedimentos para ensaios e inspeções.</p><p>t) Elementos essenciais de inteligência (EEI).</p><p>u) Estória‐cobertura coletiva.</p><p>v) Conduta com civis.</p><p>x) Azimutes de fuga (SFC).</p><p>4. LOGÍSTICA</p><p>‐ Ração e água.</p><p>‐ Armamento e munição.</p><p>‐ Prescrições para consumo e ressuprimento.</p><p>‐ Uniforme e equipamento especial.</p><p>‐ Localização do homem‐saúde.</p><p>‐ Local do posto de socorro (PS), posto de refúgio e</p><p>posto de coleta de PG.</p><p>‐ Processo de evacuação (pessoal e material).</p><p>‐ Medidas de saúde e higiene.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>5. COMANDO E COMUNICAÇÕES</p><p>‐ Processo de codificação da IE Com Elt.</p><p>‐ Senhas e contra‐senhas (horários para mudança).</p><p>‐ Sinais de reconhecimento.</p><p>‐ Sinais de ponto limpo e de ponto ativado.</p><p>‐ Freqüências principais e alternativas (sinais para</p><p>mudança).</p><p>‐ Indicativos.</p><p>‐ Autenticações.</p><p>‐ Horários para contato.</p><p>‐ Sinais convencionados.</p><p>‐ Localização do comandante e do subcomandante</p><p>(durante o ensaio e todas as fases da ação).</p><p>‐ Cadeia de comando.</p><p>‐ Dúvidas?</p><p>‐ Cheque do acerto dos relógios.</p><p>OBSERVAÇÃO</p><p>‐ É importante que os itens referentes ao parágrafo</p><p>5º sejam memorizados por todos. A IE Com Elt deve</p><p>ser conduzida codificada.</p><p>‐ Todos os integrantes da patrulha deverão saber</p><p>quem está conduzindo a IE Com Elt e onde ela está</p><p>guardada. Ao término da emissão da ordem, deverá</p><p>ser feito um cheque rigoroso de cada detalhe da</p><p>missão a ser cumprida.</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>VIII. INSPEÇÃO INICIAL</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>IX. ENSAIOS</p><p>X. INSPEÇÃO FINAL</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>XI. ATIVIDADES COMPLEMENTARES</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>RELATÓRIO DA PATRULHA _______________________</p><p>_______________________</p><p>Local e data</p><p>De ____________________</p><p>Comandante da Patrulha</p><p>Ao ____________________</p><p>Quem enviou a Patrulha</p><p>Anexo(s): (cartas, fotos,</p><p>croquis, calcos, Eqp, Doc,</p><p>Armt capturados etc).</p><p>1. Efetivo e composição da patrulha.</p><p>2. Missão.</p><p>3. Hora de partida e de regresso.</p><p>4. Itinerário de ida.</p><p>a. Atuação do inimigo</p><p>b. Observações</p><p>5. Itinerário de regresso.</p><p>a. Atuação do inimigo</p><p>b. Observações</p><p>6. Terreno: características em toda a área de atuação</p><p>(pontes, trilhas), habitações, tipo de terreno (seco, sujo,</p><p>pantanoso, rochoso, permeável) capacidade de suportar</p><p>Bld, ZL, Loc Ater, ZPH etc.</p><p>7. Inimigo.</p><p>a. Efetivo e valor</p><p>b. Dispositivo</p><p>c. Medidas de segurança adotadas</p><p>d. Localização</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>e. Rotinas</p><p>f. Equipamento, armamento, atitude e moral</p><p>8. População da área – Conduta em relação à patrulha,</p><p>ligações com o inimigo, características etc.</p><p>9. Correções e atualizações na carta.</p><p>10. Ação no objetivo.</p><p>11. Resultado do encontro com o inimigo.</p><p>a. Prisioneiros</p><p>b. Baixas</p><p>c. Documentos capturados</p><p>12. Condições atuais da patrulha (moral, armamento,</p><p>munição, equipamento).</p><p>a. Moral</p><p>b. Armamento</p><p>c. Munição</p><p>d. Equipamento</p><p>13. Elementos essenciais de inteligência.</p><p>14. Informações diversas.</p><p>15. Conclusões e sugestões.</p><p>________________________________</p><p>Assinatura do comandante da patrulha</p><p>GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (GLO)</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>GARANTIA DA LEI E DA ORDEM (GLO)</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>COMPOSIÇÃO DOS KITS (Sugestão)</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>1. KIT ANOTAÇÃO</p><p>‐ bloco de anotações (caderno pequeno e impermeável);</p><p>‐ caderneta operacional (mementos diversos);</p><p>‐ caneta esferográfica e de retroprojetor( várias cores);</p><p>‐ álcool e pano para limpeza;</p><p>‐ lápis, lápis dermatográfico, lápis de cor ou giz de cera;</p><p>‐ estilete, borracha, escalímetro, calculadora; e</p><p>‐ transferidor, régua , esquadros.</p><p>2. KIT HIGIENE</p><p>‐ aparelho de barbear, creme de barbear, espelho;</p><p>‐ sabonete, desodorante;</p><p>‐ escova de dentes, pasta de dentes, fio dental; e</p><p>‐ papel higiênico.</p><p>3. KIT MANUTENÇÃO DO ARMAMENTO</p><p>‐ cordel para cano, cordel para cilindro de gases;</p><p>‐ chave de fenda, óleo de armamento;</p><p>‐ flanela ou pano, pincel, escova pequena;</p><p>‐ lona plástica para peças (lenço tático); e</p><p>‐ pedra de amolar (facão), lixa/palha de aço.</p><p>4. KIT MANUTENÇÃO DO COTURNO</p><p>‐ graxa, escova , escova para lavar o coturno; e</p><p>‐ sabão neutro, pano ou flanela.</p><p>5. KIT COSTURA</p><p>‐ par de bombachas, linha VO, bege , agulhas e botões;</p><p>‐ linha de nylon, agulhas para tecido e couro; e</p><p>‐ alfinetes.</p><p>COMPOSIÇÃO DOS KITS (Sugestão)</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>6. KIT SOBREVIVÊNCIA</p><p>‐ vela, isqueiro;</p><p>‐ canivete multiuso (no porta‐bússola);</p><p>‐ linha de pesca, anzóis e chumbadas;</p><p>‐ espelho de sinalização;</p><p>‐ fita isolante;</p><p>‐ 02 pilhas pequenas; e</p><p>‐ palha de aço.</p><p>7. KIT PRIMEIROS SOCORROS</p><p>‐ 04 comprimidos de Paracetamol</p><p>‐ 02 (duas) seringas descartáveis de 5 ml com agulha</p><p>‐ 01 (uma) ampola de água destilada de 5 ml</p><p>‐ 01 (uma) ampola de Dipirona</p><p>‐ 01 (uma) ampola de Fenergam</p><p>‐ 01 (uma) ampola de anti‐inflamatório</p><p>‐ 01 (uma) ampola de Buscopan composto injetável</p><p>‐ 01 (uma) ampola de glicose</p><p>‐ 02 (duas) unidades de scalp nr 19</p><p>‐ 02 (duas) uni soro fisiológico 0,9% para administração</p><p>parenteral (500 ml)</p><p>‐ 02 (duas) unidades de equipo</p><p>‐ 01 (um) rolo de esparadrapo pequeno</p><p>‐ 01 (um) colírio Dexafenicol</p><p>‐ 01 (um) cicatrizante em spray (andolba)</p><p>‐ 01 (uma) pinça</p><p>‐ 01 (um) rolo pequeno de gaze</p><p>COMUNICAÇÕES</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>1. COMUNICAÇÃO RÁDIO</p><p>COMUNICAÇÕES</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>2. COMUNICAÇÃO FIO</p><p>COMUNICAÇÕES</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>3. ANTENAS IMPROVISADAS</p><p>a. Fórmulas e Legenda</p><p>H = altura da antena</p><p>λ = comprimento de onda (fio)</p><p>f = freqüência</p><p>R = resistor</p><p>I = isolador</p><p>b. Resistores improvisados</p><p>c. Ligações com a rádio</p><p>Antena Vertical Dipolo Vertical</p><p>Plano de Terra ( Pé de Galinha) Antena “Bagulhão”</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>d. Tipos de antenas</p><p>F</p><p>i</p><p>o</p><p>L</p><p>o</p><p>n</p><p>g</p><p>o</p><p>Di</p><p>p</p><p>ol</p><p>o</p><p>H</p><p>o</p><p>ri</p><p>z</p><p>o</p><p>nt</p><p>al</p><p>S</p><p>e</p><p>m</p><p>i‐</p><p>r</p><p>ô</p><p>m</p><p>b</p><p>ic</p><p>a</p><p>R</p><p>ô</p><p>m</p><p>bi</p><p>c</p><p>a</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>Freqüência de</p><p>Operação</p><p>Freqüência de</p><p>Operação</p><p>MHz Metros Metros MHz Metros Metros</p><p>1 142,64 71,32 39 3,65 1,82</p><p>2 71,32 35,66 40 3,54 1,77</p><p>3 47,54 23,77 41 3,47 1,74</p><p>4 35,66 17,83 42 3,35 1,68</p><p>5 28,52 14,26 43 3,29 1,65</p><p>6 23,77 11,88 44 3,23 1,62</p><p>7 20,56 10,28 45 3,17 1,58</p><p>8 17,83 8,91 46 3,11 1,55</p><p>9 15,85 7,92 47 3,04 1,52</p><p>10 14,26 7,13 48 2,93 1,46</p><p>11 12,95 6,47 49 2,89 1,43</p><p>12 11,88 5,94 50 2,86 1,43</p><p>13 10,97 5,49 51 2,80 1,40</p><p>14 10,18 5,09 52 2,74 1,37</p><p>15 9,51 4,75 53 2,68 1,34</p><p>16 8,90 4,45 54 2,65 1,31</p><p>17 8,88 4,19 55 2,59 1,28</p><p>18 7,92 3,96 56 2,56 1,28</p><p>19 7,50 3,75 57 2,49 1,25</p><p>20 7,13 3,57 58 2,46 1,22</p><p>21 6,79 3,40 59 2,40 1,19</p><p>22 6,49 3,25 60 2,37 1,18</p><p>23 6,18 3,09 61 2,35 1,16</p><p>24 5,94 2,97 62 2,29 1,13</p><p>25 5,70 2,85 63 2,26 1,13</p><p>26 5,48 2,74 64 2,22 1,10</p><p>27 5,27 2,64 65 2,19 1,10</p><p>28 5,09 2,54 66 2,16 1,07</p><p>29 4,90 2,45 67 2,10 1,04</p><p>30 4,75 2,37 68</p><p>2,07 1,04</p><p>31 4,57 2,28 69 2,04 1,01</p><p>32 4,46 2,23 70 2,01 1,01</p><p>33 4,32 2,16 71 1,98 0,97</p><p>34 4,20 2,10 72 1,98 0,97</p><p>35 4,08 2,04 73 1,95 0,97</p><p>36 3,84 1,98 74 1,92 0,94</p><p>37 3,71 1,92 75 1,89 0,94</p><p>38 3,69 1,86 76 1,86 0,91</p><p>4. COMPRIMENTO DE ANTENAS (FIO)</p><p>1. Nós na extremidade de um cabo</p><p>Simples Alemão (oito) Frade</p><p>2. Nós de junção ou emenda</p><p>Direito Escota simples Escota duplo</p><p>De fita Pescador simples Pescador duplo</p><p>3. Nós alceados</p><p>Aselha simples Aselha dupla Aselha em oito</p><p>Lais de Guia Balso pelo seio</p><p>NÓS E AMARRAÇÕES</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>4. Nós de arremate</p><p>‐ Utilizam‐se os nós pescador simples ou duplo .</p><p>5. Nós de amarração</p><p>Porco com o seio da corda Porco com chicote (induzido)</p><p>Mola Boca de lobo (induzido)</p><p>6. Nó autobloqueante 7. Nó de segurança</p><p>Prússico com o seio da</p><p>corda</p><p>UIAA (Meio porco)</p><p>MANOBRA DE FORÇA</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>EXPLOSIVOS</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>c. Coeficiente de enchimento</p><p>Carga no centro</p><p>da massa</p><p>Carga elevada</p><p>s/enchimento</p><p>Junto ao solo s/</p><p>enchimento</p><p>Com enchimento</p><p>aterro</p><p>Junto ao solo c/</p><p>enchimento</p><p>Água profunda</p><p>h > R</p><p>Água rasa</p><p>R > h > R/2</p><p>Água rasa</p><p>h < R/2</p><p>TÉCNICA MOTORIZADA</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>TÉCNICA AEROMÓVEL</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>Aeronave Características</p><p>HM ‐ 1 (Pantera)</p><p>‐ EB ‐</p><p>‐ Capacidade: 07 H</p><p>‐ Tripulação: 03 H</p><p>‐ Peso Máx decolagem: 4.100 kg</p><p>‐ Carga Máx no gancho: 1.600 kg</p><p>‐ Carga Máx no guincho: 272 kg</p><p>‐ Vel p/ planejamento: 230 km/h</p><p>‐ Autonomia: 03h 30 min (03h)</p><p>‐ Alcance: 700 km</p><p>‐ Comp total rotor:</p><p>HM ‐ 2 (Black Hawk)</p><p>‐ EB e FAB ‐</p><p>‐ Capacidade: 12 H</p><p>‐ Tripulação: 04 H</p><p>‐ Peso Máx decolagem: 10.000 kg</p><p>‐ Carga Máx no gancho: 4.090 kg</p><p>‐ Carga Máx no guincho: 272 kg</p><p>‐ Vel p/ planejamento: 260 km/h</p><p>‐ Autonomia: 02h 20 min (03h)</p><p>‐ Alcance: 520 km</p><p>‐ Comp total rotor: 19,70 m</p><p>TÉCNICA AEROMÓVEL</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>1. CARACTERÍSTICAS DAS AERONAVES</p><p>TÉCNICA AEROMÓVEL</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>Aeronave Características</p><p>HM ‐ 1 (Pantera)</p><p>‐ EB ‐</p><p>‐ Capacidade: 07 H</p><p>‐ Tripulação: 03 H</p><p>‐ Peso Máx decolagem: 4.100 kg</p><p>‐ Carga Máx no gancho: 1.600 kg</p><p>‐ Carga Máx no guincho: 272 kg</p><p>‐ Vel p/ planejamento: 230 km/h</p><p>‐ Autonomia: 03h 30 min (03h)</p><p>‐ Alcance: 700 km</p><p>‐ Comp total rotor:</p><p>HM ‐ 2 (Black Hawk)</p><p>‐ EB e FAB ‐</p><p>‐ Capacidade: 12 H</p><p>‐ Tripulação: 04 H</p><p>‐ Peso Máx decolagem: 10.000 kg</p><p>‐ Carga Máx no gancho: 4.090 kg</p><p>‐ Carga Máx no guincho: 272 kg</p><p>‐ Vel p/ planejamento: 260 km/h</p><p>‐ Autonomia: 02h 20 min (03h)</p><p>‐ Alcance: 520 km</p><p>‐ Comp total rotor: 19,70 m</p><p>HM ‐ 3 (Cougar)</p><p>‐ MB, EB e FAB ‐</p><p>‐ Capacidade: 12 H</p><p>‐ Tripulação: 04 H</p><p>‐ Peso Máx decolagem: 10.000 kg</p><p>‐ Carga Máx no gancho: 4.090 kg</p><p>‐ Carga Máx no guincho: 272 kg</p><p>‐ Vel p/ planejamento: 260 km/h</p><p>‐ Autonomia: 02h 20 min (03h)</p><p>‐ Alcance: 520 km</p><p>‐ Comp total rotor: 19,70 m</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>2. ESCOLHA DO Loc Ater</p><p>3. DIREÇÃO DE POUSO DA Anv</p><p>CÁLCULO DA VELOCIDADE DO VENTO</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>5. ESCALA DE BEAUFORT</p><p>Nº da</p><p>escala</p><p>Designação Vel</p><p>nós</p><p>(kt)</p><p>Vel m.</p><p>p.s</p><p>Avaliar</p><p>Vel (em</p><p>terra)</p><p>Avaliar</p><p>Vel (mar</p><p>aberto)</p><p>Em</p><p>terra</p><p>No ar</p><p>00 Calmo Calmaria</p><p>01</p><p>Quase</p><p>calmo</p><p>Baiagem</p><p>02</p><p>Brisa</p><p>leve</p><p>Aragem</p><p>03</p><p>Vento</p><p>fresco</p><p>Fraco</p><p>04</p><p>Vento</p><p>modo</p><p>Moderad</p><p>o</p><p>05</p><p>Vento</p><p>regular</p><p>Fresco</p><p>06</p><p>Vento</p><p>meio</p><p>forte</p><p>Muito</p><p>fresco</p><p>07</p><p>Vento</p><p>forte</p><p>Forte</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>6. BALIZAMENTO DE AERONAVES</p><p>a. “T “ (Tango) ‐ para uma ou mais Anv ‐</p><p>1) Diurno</p><p>2) Noturno</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>b. “Y “ (Yankee) ‐ para apenas uma Anv ‐</p><p>1) Diurno 2) Noturno</p><p>c. Emergência ou Quadrado ‐ para apenas uma Anv ‐</p><p>1) Diurno 2) Noturno</p><p>TÉCNICA FLUVIAL</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>ORIENTAÇÃO E NAVEGAÇÃO</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>1. PROCESSOS DE VASCULHAMENTO</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>2. DESVIO</p><p>a. Quadrado Crescente b. Leque</p><p>c. Retangular d. Azimutes paralelos</p><p>e. Pente Fino f. Trevo</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>3. DESIGNAÇÃO DE PONTOS</p><p>a. Coordenadas Geográficas</p><p>b. Coordenadas Retangulares c. Coordenadas Polares</p><p>P (80550 – 72200)</p><p>x = 550 e y = 200</p><p>Caderneta Operacional do Combatente de Caatinga ‐ CIOpC</p><p>d. Linha – código</p><p>e. Tela – código</p><p>- Dimensões e pontos de referência previstos na IEComElt</p>