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<p>GESTÃO DE ACERVOS</p><p>HISTÓRICOS</p><p>UNIDADE IV</p><p>ARQUIVOS HISTÓRICOS –</p><p>ENSINO E PESQUISA</p><p>Elaboração</p><p>Luana Silva de Oliveira</p><p>Produção</p><p>Equipe Técnica de Avaliação, Revisão Linguística e Editoração</p><p>SUMÁRIO</p><p>UNIDADE IV</p><p>ARQUIVOS HISTÓRICOS – ENSINO E PESQUISA .........................................................................5</p><p>CAPÍTULO 1</p><p>HISTÓRIA E SOCIEDADE ...................................................................................................... 5</p><p>CAPÍTULO 2</p><p>ARQUIVOS: BASE DE CONHECIMENTO PARA A EDUCAÇÃO E A HISTÓRIA ........................... 7</p><p>CAPÍTULO 3</p><p>ARQUIVOS HISTÓRICOS NO BRASIL ................................................................................. 10</p><p>REFERÊNCIAS ........................................................................................................................21</p><p>5</p><p>UNIDADE IVARQUIVOS HISTÓRICOS</p><p>– ENSINO E PESQUISA</p><p>CAPÍTULO 1</p><p>HISTÓRIA E SOCIEDADE</p><p>1.1. A relação da história, sociedade e formação dos</p><p>arquivos</p><p>Arquivos, história e sociedade. Impossível um termo não estar relacionado com o outro.</p><p>A sociedade, segundo Nogueira (2020), vem do latim societas, ou seja, socius (sócio) +</p><p>tas (sufixo-dade, funcionando como agente de qualidade). Na tradução literal, trata-se</p><p>de uma “associação amistosa com outros”. As primeiras sociedades apareceram em</p><p>formação de “famílias”, assim podemos dizer, compostas por tribos. Mais para frente,</p><p>a sociedade se consolidou com a formação das cidades, de modo que as pessoas</p><p>passaram a viver no mesmo espaço, necessitando-se, assim, de regras e ordenamento</p><p>para gerenciá-las e promover o bem-estar social.</p><p>As primeiras cidades surgiram na Mesopotâmia (considerada berço da civilização), há</p><p>milhares de anos. Hoje boa parte da população mundial reside nas cidades. Com o</p><p>decorrer do tempo, as civilizações se organizaram e passaram a materializar sua maneira</p><p>de viver em documentos de variados suportes. Esses documentos registram a história</p><p>da sociedade, mas não podemos descartar a história oral, que também conta como a</p><p>sociedade se formou.</p><p>Segundo o “Dicionário Oxford Languages”, podemos entender história como:</p><p>1. conjunto de conhecimentos relativos ao passado da humanidade e</p><p>sua evolução, segundo o lugar, a época, o ponto de vista escolhido.</p><p>2. ciência que estuda eventos passados com referência a um povo, país,</p><p>período ou indivíduo específico.</p><p>Dessa forma, a história é organizada em:</p><p>6</p><p>UNIDADE IV | ARQUIVOS HISTÓRICOS – ENSINO E PESQUISA</p><p>Tabela 10. Cronologia da história.</p><p>Pré-história (antes da escrita) História</p><p>Paleolítico (4,2 milhões de anos até 10 mil a.C.): idade</p><p>da pedra lascada; as pessoas viviam em cavernas</p><p>como nômades e em grupos; viviam da caça, da pesca</p><p>e da colheita de alimentos; forma de registro: arte</p><p>rupestre.</p><p>Antiga ( +/ a.C até 476 d.C.): desenvolvimento da</p><p>primeira forma de escrita (Suméria por volta de</p><p>3.500 a. C); escrita cuneioforme; Código de Hamurabi</p><p>(babilônicos); fase dedicada ao estudo das civilizações</p><p>orientais (egípcios, mesopotâmicos, hebreus, fenícios</p><p>e persas) e civilizações clássicas (gregos e romanos).</p><p>Neolítico (10 mil a.C. até 6 mil a.C.) Idade da</p><p>pedra polida: Revolução Agrícola e formação de</p><p>centros urbanos; as pessoas viviam da agricultura,</p><p>domesticação de animais, primeiras vilas, início do</p><p>conceito de trabalho, potes de argila, tecido, lã, pedra</p><p>polida.</p><p>Medieval (476 d.C até 1453 d.C.): “desagregação</p><p>do Império Romano”; feudalismo (sistema baseado</p><p>na produção agrícola e na exploração servil dos</p><p>camponeses fortalecimento da igreja Católica).</p><p>Idade dos metais (6 mil a. C. até 4000 a.C.); maior</p><p>controle do fogo, fundição de cobre e estanho,</p><p>domínio do bronze, artesão, armas de metais e</p><p>invenção da roda.</p><p>Moderna (1453 d.C até 1789 d.C.): novos costumes</p><p>adotados pela população europeia; Cruzadas;</p><p>Renascimento; Reforma Protestante; absolutismo;</p><p>Iluminismo e Revolução Francesa.</p><p>Contemporânea (1789 d.C. até hoje): transformações</p><p>sociais, culturais, políticas e econômicas;</p><p>independência das colônias da América Espanhola e</p><p>Portuguesa; Expansão dos EUA; Revolução Industrial;</p><p>1o Guerra Mundial; Guerra Fria; desenvolvimento</p><p>e consolidação do capitalismo; outras guerras;</p><p>aquecimento global, globalização, advento das TIC´s,</p><p>entre outros.</p><p>Fonte: elaborada pela autora.</p><p>Por meio do retrato histórico, podemos observar que a sociedade mudou com o tempo.</p><p>Ela se desenvolveu, ampliou sua visão de futuro, fez novas ligações e passou a se</p><p>relacionar de maneira global. Tudo isso exigiu a adoção de novas formas de ver a vida,</p><p>como também ampliar a forma de se comunicar.</p><p>7</p><p>CAPÍTULO 2</p><p>ARQUIVOS: BASE DE CONHECIMENTO</p><p>PARA A EDUCAÇÃO E A HISTÓRIA</p><p>2.1. Sem arquivos não há memória</p><p>Você já parou pra pensar se do nada o mundo acabasse, os arquivos e as bibliotecas fossem</p><p>destruídos, e a internet e os bancos de dados deixassem de existir? Com certeza, junto com</p><p>isso a humanidade também deixaria de existir, ou pelo menos, a história da humanidade</p><p>seria esquecida, pois é pelos arquivos que podemos conhecer como a sociedade evoluiu.</p><p>A existência dos arquivos não é um fato isolado. Ela se dá porque a sociedade tem</p><p>necessidade de registrar suas ações, transações, direitos e deveres, tendo em vista</p><p>que os documentos denotam a confiabilidade que muitas vezes a palavra por si só</p><p>não garante. O aspecto histórico dos arquivos consegue fornecer ao pesquisador as</p><p>informações necessárias para contar o passado e contextualizá-lo com o presente e</p><p>o futuro. Guardar os testemunhos garante aos cidadãos a preservação da identidade</p><p>cultural e do patrimônio histórico de sua cidade, estado ou país.</p><p>Um outro ponto importante a destacar é o papel do arquivo como mediador cultural</p><p>na formação de estudantes, pois possibilita não só aprender história, como também</p><p>disseminar a memória institucional e coletiva existente. Um exemplo a considerar é o uso</p><p>dos arquivos escolares como fonte para a história da educação. O precioso conteúdo</p><p>existente nesse tipo de arquivo pode ajudar o historiador que analisa essa temática a</p><p>encontrar informações sobre a transformação da educação ao longo do tempo em seu</p><p>contexto administrativo e pedagógico.</p><p>Uma outra área que recebe grande contribuição da pesquisa em arquivos como fonte</p><p>de informação é a do direito. É possível, por meio dos documentos, compreender sua</p><p>evolução pelos dados coletados em quantitativo de processos que possui informações</p><p>sobre o resultado de julgamentos, jurisprudências, entre outros aspectos. O nível de</p><p>completude e veracidade que os arquivos trazem a pesquisadores é, com certeza,</p><p>garantido pelo caráter fidedigno que se apresenta.</p><p>Mais do que isso, é preciso que tenhamos um olhar diferenciado para os arquivos sobre</p><p>a sua funcionalidade, pois como afirma Vidal (2000, p. 41):</p><p>guardar peças que permitam perceber facetas do cotidiano (e não</p><p>simplesmente reponham a partir lógica organizacional e legal das</p><p>instituições) e referenciar as informações contidas nos documentos</p><p>(desenvolvendo índices, guias de fontes, dicionários e thesaurus).</p><p>8</p><p>UNIDADE IV | ARQUIVOS HISTÓRICOS – ENSINO E PESQUISA</p><p>Essa visão nos indica claramente que os arquivos vão além do seu aspecto administrativo</p><p>e evoluem para o aspecto cultural-informativo da existência das civilizações.</p><p>Ademais, como bem afirma Bellotto (2014, p. 134):</p><p>Se bem considerarmos todas essas implicações dos arquivos –</p><p>ferramentas governamentais peças do patrimônio cultural/fontes para a</p><p>revisitação do passado feita pelos historiadores ou registros dos direitos</p><p>dos deveres e da memória dos cidadãos – perceberemos o quanto</p><p>os documentos arquivísticos estão profundamente inseridos naquilo</p><p>que chamamos sociedade. Se nos é dado definir sociedade como um</p><p>conjunto de indivíduos compartilhando um território e submetendo-se a</p><p>uma ordem comum debaixo de um governo observador e regularizador</p><p>de seus comportamentos então evidentemente os arquivos estão</p><p>vivamente presentes seja do ponto de vista administrativo</p><p>agente</p><p>auxiliar manteve-se em todos os regimentos da Primeira República, o que nos leva a crer</p><p>que a atividade de crescimento do acervo pelo recebimento de documentos históricos</p><p>em outros estados da federação permaneceu sendo uma prática corrente em todas as</p><p>administrações do período.</p><p>12</p><p>UNIDADE IV | ARQUIVOS HISTÓRICOS – ENSINO E PESQUISA</p><p>A estrutura administrativa definida em 1911 predominou por mais de dez anos até a</p><p>criação do Decreto n. 15.596, de 2 de agosto de 1922, que cria o Museu Histórico Nacional,</p><p>determinando a transferência dos objetos integrantes do Museu Histórico do Arquivo</p><p>Nacional para o novo órgão. No ano subsequente, o arquivo foi reformado pelo Decreto</p><p>n. 16.036 e passou a contar com a seguinte estrutura: seções Administrativa, Histórica,</p><p>Legislativa e Judiciária, além da Secretaria, à qual estavam subordinadas a Biblioteca, a</p><p>Mapoteca e as oficinas Gráfica e de Encadernação. O decreto preconizou, ainda, a criação</p><p>de um curso técnico, em parceria com a Biblioteca Nacional e o Museu Histórico Nacional,</p><p>com o propósito de formar funcionários aptos a trabalhar nessas instituições. O órgão</p><p>conservou essa configuração administrativa até o final da Primeira República.</p><p>No período de 1958 a 1963, na Gestão de José Honório Rodrigues, é feito um diagnóstico</p><p>sobre as necessidades de se atualizar as práticas em vigor no AN1. Em 1958, por força</p><p>do Decreto n. 44.862, de 21 de novembro, é aprovado o novo regimento interno do</p><p>Arquivo Nacional, Ministério da Justiça e Negócios Interiores. É criado, também, o serviço</p><p>de documentação escrita, abarcando as seções dos poderes Legislativo, Judiciário,</p><p>da Presidência da República, dos Ministérios, da Administração Descentralizada e da</p><p>documentação histórica.</p><p>Em 1960, é criado o primeiro curso de arquivologia no Brasil, chamado de Curso</p><p>Permanente de Arquivos, sendo transferido para a atual UNIRIO em 1977. Ainda em</p><p>1960, é publicado o “Manual de Arranjo e Descrição de Arquivos” (tradução do conhecido</p><p>Manual do Arquivistas Holandeses). Esse manual é considerado um marco inaugural</p><p>da disciplina arquivística como um campo autônomo do conhecimento e referência da</p><p>formação de arquivista no país.</p><p>No período de 1969 a 1980, o AN filia-se ao Conselho Internacional de Arquivos (CIA) e</p><p>à Associação Latino-Americana de Arquivos (ALA). Em 1971, é criada a Associação dos</p><p>Arquivistas Brasileiros, que teve como principal objetivo contribuir para o desenvolvimento</p><p>e aperfeiçoamento dos profissionais de arquivo e da arquivologia no Brasil. Essa associação</p><p>foi extinta em 2015, e seu acervo foi doado para o Arquivo Nacional.</p><p>Em 1975, o AN é reestruturado, e o novo regimento recebe a seguinte configuração:</p><p>» Divisão de pré-arquivo.</p><p>» Divisão de documentação escrita.</p><p>» Divisão de documentação audiovisual.</p><p>» Divisão de pesquisas e atividades técnicas.</p><p>1 AN: Arquivo Nacional.</p><p>13</p><p>ARQUIVOS HISTÓRICOS – ENSINO E PESQUISA | UNIDADE IV</p><p>» Divisão de publicações.</p><p>» Divisão de administração.</p><p>» Coordenadoria de cursos de arquivologia.</p><p>Por meio da Portaria de n. 600-B/Ministério da Justiça (1975), é criada a Coordenação</p><p>Regional no Distrito Federal (Coreg), que passa a ocupar as dependências da Biblioteca</p><p>Central da Universidade de Brasília. Em 1978, é criado por meio do Decreto N. 82.308, de</p><p>25 de setembro, o Sistema Nacional de Arquivos (Sinar) e a Comissão Nacional de Arquivos.</p><p>Figura 48. Sede do Arquivo Nacional de 1907 a 1984, Praça da República, Rio de Janeiro.</p><p>Fonte: http://mapa.an.gov.br/index.php/dicionario-primeira-republica/539-arquivo-</p><p>nacional#:~:text=O%20Arquivo%20Nacional%20foi%20criado,independente%20e%20estruturar%20</p><p>suas%20institui%C3%A7%C3%B5es.</p><p>No período de 1980 a 1990, o AN é dirigido por uma mulher (Celina Vargas do Amaral</p><p>Peixoto) e é implantado o Projeto de Modernização Institucional Administrativa do Arquivo</p><p>Nacional. Em 1981, é criado o Programa de Pesquisa e Memória da Administração Pública</p><p>Brasileira – MAPA. Em 1983, o AN se transforma e um órgão autônomo da Administração</p><p>Direta do Ministério da Justiça, por meio do Decreto n. 88.771, de 27 de setembro.</p><p>Em 1985, o AN é transferido para a Casa da Moeda. Em 1986, é editado o primeiro</p><p>número da “Revista Acervo”, periódico do AN dedicado às área de História, Arquivologia</p><p>e Ciências Sociais. Em 1987, é fundada a Associação Cultural do Arquivo Nacional</p><p>(ACAN), com o objetivo de apoiar o AN na captação de recursos, no desenvolvimento</p><p>de projetos culturais e atividades técnicas.</p><p>Em 1991, é promulgada a Lei n. 8.159, que dispõe sobre a Política Nacional de Arquivos</p><p>Públicos e Privados. Nesse mesmo ano, é criado o Prêmio Arquivo Nacional de Pesquisa,</p><p>um concurso de monografias promovido bienalmente, que premiava trabalhos que</p><p>tinham como base fontes arquivísticas sob a guarda do Arquivo Nacional.</p><p>14</p><p>UNIDADE IV | ARQUIVOS HISTÓRICOS – ENSINO E PESQUISA</p><p>Em 1994, é criado o Conselho Nacional de Arquivos (Conarq). Na sequência, no ano</p><p>2000, o AN fica vinculado à Casa Civil da Presidência da República. Em 2002, é criado</p><p>o Festival Internacional de Cinema do Arquivo Nacional – RECine. Em 2003, é criado o</p><p>Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo (SIGA).</p><p>Em 2004, ocorreram os seguintes acontecimentos:</p><p>» O AN muda de sede e vai para um prédio restaurado (Praça da República n. 173).</p><p>» É criado o Sistema de Informações do Arquivo Nacional (SIAN).</p><p>» É criada a Carta para Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Brasileiro.</p><p>» É lançado no portal o Arquivo Nacional e a História Luso-Brasileira.</p><p>Figura 49. Arquivo Nacional hoje.</p><p>Fonte: https://dibrarq.arquivonacional.gov.br/index.php/arquivo-nacional-brasil.</p><p>Em 2005, é feito o recolhimento do acervo referente à ditadura militar e é publicado o</p><p>“Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística” (Dibrate). Em 2006, foram realizadas</p><p>as seguintes conquistas:</p><p>» Aprovação da Resolução n. 28 do CONARQ – Norma Brasileira de Descrição</p><p>Arquivística (Nobrade).</p><p>» Aprovação do E-Arq Brasil.</p><p>» Arquivo Nacional é premiado pelo IPHAN.</p><p>Em 2007, inicia-se o Memória do Mundo Brasil, como também a adesão do AN ao</p><p>Projeto InterPARES. Em 2009, há a criação do Memórias Reveladas. Em 2011, há os</p><p>seguintes feitos:</p><p>15</p><p>ARQUIVOS HISTÓRICOS – ENSINO E PESQUISA | UNIDADE IV</p><p>» O AN volta a ser subordinado ao MJ por força do Decreto n. 7.430.</p><p>» Nesse mesmo ano, o AN ganha um novo regimento (Portaria MJ n. 2.433 de 24/2010).</p><p>» Acontece a 1ª Conferência Nacional de Arquivos.</p><p>» É publicada a Lei n. 12.527, de 18/11/2011 – Lei de Acesso à Informação.</p><p>» Lançamento do prêmio Thomas Skidmore.</p><p>Em 2012, é instalada a Comissão Nacional da Verdade (CNV). Em 2015, é criado no</p><p>Arquivo Nacional o “Arquivo em Cartaz”. Em 2017, há as seguintes realizações:</p><p>» Acontece, pela primeira vez, a Semana Nacional de Arquivos.</p><p>» O AN amplia a divulgação do seu acervo por meio das redes sociais.</p><p>» O AN lança o Prêmio Nacional de Arquivologia “Maria Odila Fonseca”.</p><p>» Reestruturação interna do AN.</p><p>Em 2018, é lançado no site o portal Estudos do Brasil Republicano. Por meio desses</p><p>dados históricos, podemos observar a evolução do Arquivo Nacional como o órgão</p><p>central do Sistema de Gestão de Documentos e Arquivos (Siga), tendo a finalidade de:</p><p>implementar e acompanhar a política nacional de arquivos, definida</p><p>pelo Conselho Nacional de Arquivos – Conarq, por meio da gestão, do</p><p>recolhimento, do tratamento técnico, da preservação e da divulgação do</p><p>patrimônio documental do País, garantindo pleno acesso à informação,</p><p>visando apoiar as decisões governamentais de caráter político-</p><p>administrativo, o cidadão na defesa de seus direitos e de incentivar a</p><p>produção de conhecimento científico e cultura (Brasil, 2016, online).</p><p>3.1.1.1. Acervos</p><p>Em relação aos seus acervos, o AN possui:</p><p>Tabela 11. Acervos Arquivo Nacional.</p><p>Acervo Descrição Composição</p><p>Acervos do</p><p>Executivo e</p><p>Legislativo</p><p>74 fundos/</p><p>coleções</p><p>Correspondências e a legislação geradas em todo o império</p><p>ultramarino português, arquivos</p><p>vindos com D. João VI em 1801,</p><p>documentos produzidos pelos ministérios; documentação sobre</p><p>a entrada de imigrantes, as patentes de inventos, os projetos de</p><p>urbanização e as obras de saneamento originários das primeiras</p><p>décadas do século XX; os arquivos dos governos militares e os</p><p>documentos da Comissão Nacional da Verdade; Autos da Devassa</p><p>– Inconfidência em Minas, Levante de Tiradentes, Lei Áurea e</p><p>Relações de Vapores.</p><p>16</p><p>UNIDADE IV | ARQUIVOS HISTÓRICOS – ENSINO E PESQUISA</p><p>Acervo Descrição Composição</p><p>Acervos Judiciais</p><p>e Extrajudiciais</p><p>170 fundos/</p><p>coleções</p><p>Documentos judiciais e extrajudiciais de diversas proveniências,</p><p>como processos de habilitação para casamento, registros de</p><p>nascimento, casamento e óbito; processos cíveis e comerciais</p><p>pertencentes às varas cíveis, varas comerciais, pretorias do Rio de</p><p>Janeiro e tribunais superiores; e processos das antigas coleções,</p><p>com temas relativos a, por exemplo, escravos, terras, inventários</p><p>e titulares. O acervo dispõe, ainda, de alguns livros de ofícios de</p><p>notas, entre eles do 1° Ofício de Tabelião Público do Judicial e Notas</p><p>do Rio de Janeiro, instituição criada por Mem de Sá em 1565.</p><p>Acervos privados Não consta</p><p>Documentos provenientes de empresas privadas, famílias,</p><p>produtoras cinematográficas e personalidades da política, da ciência</p><p>e da cultura brasileira, recebidos por meio de doação. Dentre os</p><p>que já foram recebidos, estão fotografias, cartas, recortes de jornais,</p><p>bilhetes, cadernos de anotações, condecorações, prêmios, relatos</p><p>de pesquisa, discursos e pronunciamentos, além de coleções de</p><p>livros, discos e filmes. Entre tais acervos, destacam-se os de Eusébio</p><p>de Queirós, Duque de Caxias, Luiz Carlos Prestes, Salgado Filho,</p><p>San Tiago Dantas, Apolônio de Carvalho, Mário Lago, Família</p><p>Ferrez, Maria Beatriz Nascimento, do jornal Correio da Manhã,</p><p>da TV Tupi, da Rádio Mayrink Veiga, da Federação Brasileira pelo</p><p>Progresso Feminino, da Associação dos Arquivistas Brasileiros e dos</p><p>presidentes da República Floriano Peixoto, Prudente de Moraes,</p><p>Afonso Pena e João Goulart.</p><p>Acervos</p><p>interditados Não consta</p><p>Fundo Casa dos Contos, Fundo da 6ª Vara Criminal do Rio de</p><p>Janeiro (CT), Fundo Fazenda Nacional Santa Cruz (EM); Coleção</p><p>Negócios de Portugal, Fundo Serviço de Censura de Diversões</p><p>Públicas (TN); Série Interior – Nacionalidades – IJJ6, Biblioteca Maria</p><p>Beatriz Nascimento, Fundo 1ª Vara Criminal do Rio de Janeiro (L4),</p><p>Fundo Comba Marques Porto (TJ), Fundo Irmãs Lenk (IRL), Divisão</p><p>de Polícia Marítima, Aérea e de Fronteiras (OL): Série Relações de</p><p>passageiros em vapores (RPV): Subsérie Santos – SP (PST).</p><p>Fonte: Coordenação de Documentos Escritos - Codes / Coordenação de Consultas ao Acervo – Cocac –</p><p>disponível em: https://www.gov.br/arquivonacional/pt-br/servicos/acervos.</p><p>Os documentos podem ser consultados via base de dados do Sistema de Informações do</p><p>Arquivo Nacional (Sian), outras bases de pesquisas existentes e instrumentos de pesquisa.</p><p>Figura 50. SIAN – Arquivo Nacional.</p><p>Fonte: https://sian.an.gov.br/sianex/consulta/login.asp.</p><p>17</p><p>ARQUIVOS HISTÓRICOS – ENSINO E PESQUISA | UNIDADE IV</p><p>Figura 51. Base de dados entrada de estrangeiros no Brasil.</p><p>Fonte: https://bases.an.gov.br/rv/menu_externo/menu_externo.php.</p><p>Figura 52. Base de dados Família Ferrez NA.</p><p>Fonte: https://bases.an.gov.br/ferrez//ficha_tec_pesq2.php.</p><p>3.1.1.2. Serviços</p><p>O Arquivo Nacional presta os seguintes serviços:</p><p>» Atendimento online.</p><p>» Atendimento presencial.</p><p>» Emissão de certidões.</p><p>18</p><p>UNIDADE IV | ARQUIVOS HISTÓRICOS – ENSINO E PESQUISA</p><p>» Reprodução e transcrição de documentos.</p><p>» Orientação técnica e capacitação (gestão de documentos).</p><p>» Exposições virtuais.</p><p>» Seminários.</p><p>» Visitas culturais, técnicas, educativas e interativas.</p><p>3.2. Arquivo histórico da Câmara dos Deputados</p><p>O arquivo histórico da Câmara dos Deputados é um acervo de suma importância, pois</p><p>possui fontes primárias sobre a vida política do Brasil. O acervo é composto pelos</p><p>seguintes fundos:</p><p>» Câmara dos Deputados (documentos datados desde 1826).</p><p>» Assembleia Geral Legislativa e Constituinte de 1823.</p><p>» Congresso Nacional Constituinte de 1890/1991.</p><p>» Assembleia Nacional Constituinte de 1933/1934.</p><p>» Assembleia Constituinte de 1946.</p><p>» Assembleia Nacional Constituinte de 1987/1988.</p><p>» Coleção Bertha Lutz.</p><p>Figura 53. Arquivo histórico da Câmara dos Deputados.</p><p>Fonte: https://arquivohistorico.camara.leg.br/.</p><p>19</p><p>ARQUIVOS HISTÓRICOS – ENSINO E PESQUISA | UNIDADE IV</p><p>Figura 54. Parte dos Anais da 2ª Sessão do Congresso Nacional Constituinte, em 19 de</p><p>novembro de 1890.</p><p>Fonte: https://arquivohistorico.camara.leg.br/index.php/br-dfcd-ac1891-rgpb-ans-63-1000.</p><p>3.3. Arquivo Histórico da Casa Oswaldo Cruz</p><p>A Casa Oswaldo Cruz é uma unidade técnico-científica da Fundação Oswaldo Cruz,</p><p>dedicada a assuntos voltados à valorização da memória da Fiocruz e às atividades de</p><p>pesquisa, documentação, ensino e disseminação da história da saúde pública e das</p><p>ciências biomédicas no Brasil. Seu arquivo é gerenciado pelo Centro de Documentação</p><p>e História da Saúde (CDHS) e funciona desde o ano de 1986.</p><p>O acervo, composto por filmes, fotografias, documentos textuais, peças de museu e</p><p>depoimentos orais, conta sobre os processos políticos, culturais e sociais da área da</p><p>saúde desde o fim do século 19.</p><p>São algumas atividades da Casa Oswaldo Cruz:</p><p>» Constituir, organizar, preservar, guardar e disseminar os acervos documentais e</p><p>de museu.</p><p>» Atender às demandas de pesquisa histórica.</p><p>20</p><p>UNIDADE IV | ARQUIVOS HISTÓRICOS – ENSINO E PESQUISA</p><p>» Preservar o patrimônio documental por meio de técnicas de conservação e</p><p>restauração de documentos.</p><p>» Prestar consultoria sobre temas voltados à memória e à história das ciências e da</p><p>saúde no país.</p><p>» Formar e capacitar pessoas na sua área finalística.</p><p>» Promover eventos e exposições na área.</p><p>Figura 55. Arquivo histórico da Fundação Oswaldo Cruz.</p><p>Fonte: https://www.coc.fiocruz.br/index.php/pt/patrimonio-cultural/acervo-arquivistico.</p><p>21</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>ALBERCH i FUGERAS, R. et al; BOIX, Lurdes; NAVARRO, Natália; VELA, Susanna. Archivos y cultura: manual</p><p>de dinamización. Gijón: Ediciones Trea, 2001.</p><p>ALDABALDE, T. V.; RODRIGUES, G. M. Mediação cultural no Arquivo Público do Estado do Espírito Santo.</p><p>TransInformação, Campinas, v. 27, n. 3, pp. 255-264, set./dez. 2015. Disponível em: http: / / www.scielo.</p><p>br / pdf / tinf / v27n3 / 0103-3786-tinf-27-03-00255.pdf. Acesso em: 7 jan. 2023.</p><p>ARQUIVO NACIONAL. Regimento Interno do Arquivo Nacional. Disponível em: https://www.brapci.inf.br/</p><p>index.php/article/download/16883. Acesso em: 2 out. 2023.</p><p>Arquivo Nacional (Brasil). Dicionário brasileiro de terminologia arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo</p><p>Nacional, 2005. Disponível em: https://www.gov.br/conarq/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/</p><p>dicionrio_de_terminologia_arquivistica.pdf. Acesso em: 2 out. 2023.</p><p>ARQUIVO NACIONAL. Histórico. 2016. Disponível em: https://www.gov.br/arquivonacional/pt-br/acesso-</p><p>a-informacao/institucional/historico. Acesso em: 9 jan. 2023.</p><p>ARQUIVO NACIONAL. Manual de Arranjo e descrição de arquivos. Preparado pela Associação dos Arquivistas</p><p>holandeses. Trad. de Manoel Adolpho Wanderley. 2. ed. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1973. 167 p.</p><p>BARBOSA, A. C. O.; SILVA, H. R. K. Difusão em arquivos: definição, políticas e implementação de projetos</p><p>no Arquivo Público do Estado de São Paulo. Acervo, Rio de Janeiro, v. 25, n. 1, pp. 45-66, jan. / jun. 2012.</p><p>BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivo: estudos e reflexões. Editora UFMG. Belo Horizonte, 2014.</p><p>BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos Permanentes – Tratamento Documental. 2. ed. 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Arquivo Histórico da Câmara Municipal. Catálogo – Série: Alforria, 2011. Disponível em: https://</p><p>lph.ichs.ufop.br/sites/default/files/lph/files/ahcmm_-_catlogo.pdf?m=1525724420. Acesso em: 4 jan. 2023.</p><p>MINAS GERAIS. Arquivo Público Mineiro – APM. Sistema Integrado de Acesso ao APM. Fundos e coleções.</p><p>Disponível em: http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/fundos_colecoes/listagem.php. Acesso</p><p>em: 4 jan. 2023.</p><p>______. Fundo Aristides de Araújo Maia. Disponível em: http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/</p><p>fundos_colecoes/brtacervo.php?cid=38. Acesso em: 4 jan. 2023.</p><p>UNIVERSIDADE FEDERAL DE PASSO FUNDO. Arquivo Histórico Regional. Disponível em: https://www.</p><p>upf.br/ahr/. Acesso em: 9 jan. 2023.</p><p>PORTUGAL. Biblioteca Nacional. Arquivo Histórico da BNP. Disponível em: https://www.bnportugal.gov.</p><p>pt/index.php?option=com_content&view=article&id=203&Itemid=161&lang=pt#:~:text=Arquivo%20</p><p>27</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>constitu%C3%ADdo%20em%201951%2C%20que,hist%C3%B3ria%20cultural%20portuguesa%20dos%20</p><p>s%C3%A9cs. Acesso em: 9 jan. 2023.</p><p>RIO DE JANEIRO. Secretaria de Estado Casa Civil. Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro. Serviços</p><p>do arquivo. Disponível em: https://www.aperj.rj.gov.br/servicos_aperj.php. Acesso em: 9 jan. 2023.</p><p>SHUTTERSTOCK. Businessman filing business report in envelope, business man and brown envelope,</p><p>analysis report on desk in office with laptop computer. Business executives considering paperwork ideas.</p><p>Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/businessman-filing-business-report-</p><p>envelope-man-2105986004. Acesso em: 5 jan. 2023.</p><p>______. Configuração de biblioteca com livros e material de leitura (Observe que muitos livros com títulos</p><p>legíveis são títulos de preenchimento que indicam apenas o “tipo” de materiais contidos em e a data).</p><p>Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/library-setting-books-reading-material-</p><p>please-108584921. Acesso em: 10 jan. 2023.</p><p>______. Detalhes da sala de armazenamento da pasta em prateleiras de metal caixas marrons de madeira</p><p>com provas policiais. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/folder-storage-room-</p><p>details-metal-shelves-410200387. Acesso em: 12 jan. 2023.</p><p>______. Dinosaurs cartoon composition with view of exhibition hall with dinosaur skeleton bones and</p><p>characters of visitors vector illustration. 3d illustration. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/</p><p>image-vector/dinosaurs-cartoon-composition-view-exhibition-hall-1729129738. Acesso em: 10 jan. 2023.</p><p>______. Filing cabinets storage room. Office document data and information archives, business</p><p>administration concept. Metal drawers corridor. 3d illustration. Disponível em: https://www.shutterstock.</p><p>com/pt/image-illustration/filing-cabinets-storage-room-office-document-1921796249. Acesso em: 10</p><p>jan. 2023.</p><p>______. Pasta com documentos, ilustração vetorial. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-</p><p>vector/folder-documents-vector-illustration-1550747837. Acesso em: 12 jan. 2023.</p><p>______. Rio de Janeiro, RJ, Brazil. 09-19-2011. The former yields to the national archive in Rio de Janeiro.</p><p>Written in portuguese on the wall: “national archive”. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/</p><p>image-photo/rio-de-janeiro-rj-brazil-09192011-1953401302. Acesso em: 12 jan. 2023.</p><p>______. Trabalhador de escritório pegando um arquivo de uma gaveta de armário de arquivamento,</p><p>conceito de negócios e administração. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/</p><p>office-worker-taking-file-filing-cabinet-744158257. Acesso em: 12 jan. 2023.</p><p>UNIDADE IV</p><p>Arquivos Históricos – Ensino e Pesquisa</p><p>Capítulo 1</p><p>História e sociedade</p><p>Capítulo 2</p><p>Arquivos: base de conhecimento para a educação e a história</p><p>Capítulo 3</p><p>Arquivos históricos no Brasil</p><p>Referências</p>Acesso em: 12 jan. 2023. JOINVILLE Prefeitura Municipal. Arquivo Histórico de Joinville. Disponível em: https://www.joinville.sc.gov. br/institucional/secult/upm/ahi/. Acesso em: 5 jan. 2023JUIZ DE FORA. Prefeitura Municipal. Arquivo Histórico, Inventários. Disponível em: Fonte: https://www.pjf.mg.gov.br/secretarias/sarh/arquivo_historico/ inventarios.php. Acesso em: 4 jan. 2023. MARIANA. Arquivo Histórico da Câmara Municipal. Catálogo – Série: Alforria, 2011. Disponível em: https:// lph.ichs.ufop.br/sites/default/files/lph/files/ahcmm_-_catlogo.pdf?m=1525724420. Acesso em: 4 jan. 2023. MINAS GERAIS. Arquivo Público Mineiro – APM. Sistema Integrado de Acesso ao APM. Fundos e coleções. Disponível em: http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/fundos_colecoes/listagem.php. Acesso em: 4 jan. 2023. ______. Fundo Aristides de Araújo Maia. Disponível em: http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/ fundos_colecoes/brtacervo.php?cid=38. Acesso em: 4 jan. 2023. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PASSO FUNDO. Arquivo Histórico Regional. Disponível em: https://www. upf.br/ahr/. Acesso em: 9 jan. 2023. PORTUGAL. Biblioteca Nacional. Arquivo Histórico da BNP. Disponível em: https://www.bnportugal.gov. pt/index.php?option=com_content&view=article&id=203&Itemid=161&lang=pt#:~:text=Arquivo%20 27 REFERÊNCIAS constitu%C3%ADdo%20em%201951%2C%20que,hist%C3%B3ria%20cultural%20portuguesa%20dos%20 s%C3%A9cs. Acesso em: 9 jan. 2023. RIO DE JANEIRO. Secretaria de Estado Casa Civil. Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro. Serviços do arquivo. 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Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/folder-storage-room- details-metal-shelves-410200387. Acesso em: 12 jan. 2023. ______. Dinosaurs cartoon composition with view of exhibition hall with dinosaur skeleton bones and characters of visitors vector illustration. 3d illustration. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/ image-vector/dinosaurs-cartoon-composition-view-exhibition-hall-1729129738. Acesso em: 10 jan. 2023. ______. Filing cabinets storage room. Office document data and information archives, business administration concept. Metal drawers corridor. 3d illustration. Disponível em: https://www.shutterstock. com/pt/image-illustration/filing-cabinets-storage-room-office-document-1921796249. Acesso em: 10 jan. 2023. ______. Pasta com documentos, ilustração vetorial. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image- vector/folder-documents-vector-illustration-1550747837. Acesso em: 12 jan. 2023. ______. Rio de Janeiro, RJ, Brazil. 09-19-2011. The former yields to the national archive in Rio de Janeiro. Written in portuguese on the wall: “national archive”. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/ image-photo/rio-de-janeiro-rj-brazil-09192011-1953401302. Acesso em: 12 jan. 2023. ______. Trabalhador de escritório pegando um arquivo de uma gaveta de armário de arquivamento, conceito de negócios e administração. Disponível em: https://www.shutterstock.com/pt/image-photo/ office-worker-taking-file-filing-cabinet-744158257. Acesso em: 12 jan. 2023. UNIDADE IV Arquivos Históricos – Ensino e Pesquisa Capítulo 1 História e sociedade Capítulo 2 Arquivos: base de conhecimento para a educação e a história Capítulo 3 Arquivos históricos no Brasil Referências