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<p>RELATÓRIO DE CAMPO: Levantamento da biodiversidade de mamíferos em</p><p>quatro trilhas da Estação Ecológica Serra das Araras por meio da utilização de</p><p>métodos passivo e ativo.</p><p>Docente: Angélica Vilas Boas Da Frota</p><p>Discentes: Danylo Renato Machado;</p><p>Jéssica Sanches dos Santos;</p><p>João Guilherme Alvares Gil;</p><p>Luiza Fraga Lescano;</p><p>Thaís Emmanuely Oliveira Crispim;</p><p>Vitor Emanuel Soares Massavi;</p><p>Victor Gabryel Pereira Alonso;</p><p>Weslen Aguiar Ferreira</p><p>Cáceres – MT</p><p>Novembro/2023</p><p>ESTADO DE MATO GROSSO</p><p>SECRETARIA DO ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA</p><p>UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO</p><p>CAMPUS UNIVERSITÁRIO JANE VANINI- CÁCERES</p><p>FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E BIOLÓGICAS</p><p>ORIGEM DOS VERTEBRADOS, MORFOLOGIA E SISTEMÁTICA DE</p><p>VERTEBRADOS ANAMNIOTAS</p><p>LICENCIATURA PLENA E BACHARELADO EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS</p><p>ECOLOGIA DE RIOS, LAGOS E RESERVATÓRIOS</p><p>1. INTRODUÇÃO</p><p>Os mamíferos são organismos dotados de um sistema nervoso altamente</p><p>desenvolvido e de inúmeras adaptações que colaboram para sua dispersão nos mais</p><p>variados habitats (Benito, 2017). Embora constituam um grupo pequeno -</p><p>aproximadamente 5.700 espécies já registradas, a classe Mammalia representa um dos</p><p>grupos biologicamente mais diferenciados do planeta (Cleveland, et al., 2022). O Brasil</p><p>abriga o maior número desse grupo, com cerca 668 espécies do total existentes no planeta</p><p>terra, das quais, pelo menos 70 espécies (cerca de 11%) estão incluídas no “Livro</p><p>vermelho da fauna brasileira em extinção” (Barbosa; Viana; Rangel, 2014).</p><p>A diversidade biológica com base em Botkin e Keller (2018), se refere à variedade</p><p>de formas de vida, expressas comumente como o número de espécies, ou o número de</p><p>tipos genéticos em uma dada área. No território brasileiro, poucos locais foram</p><p>adequadamente amostrados no que se refere à dados de levantamento da mastofauna e</p><p>muitas das listas de espécies para a maioria desses locais são incompletas (Voss &</p><p>Emmons, 1996). Ao contrário dessa realidade, o conjunto de informações sobre a riqueza</p><p>de mamíferos para a Esec da Serra das Araras é satisfatório, Dalpontee Baptiston (1990),</p><p>mostrou a área da unidade de conservação na década de 80 durante expedições para</p><p>confecção do relatório do programa Polonoroeste; Dalponte (1997) voltou à área para</p><p>estudos preliminares de Speothos venaticus “cachorro-do-mato-vinagre”, e como produto</p><p>complementar, produziu uma lista composta de mamíferos que tinham a espécie como</p><p>item de sua cadeia alimentar (predador), e aqueles que integravam a base alimentar desse</p><p>organismo.</p><p>O entendimento da quantidade e quais espécies de mamíferos estão presentes</p><p>em determinado ambiente pode indicar pré-requisitos que auxiliem na sua conservação</p><p>(Bernardo; Mello, 2013). Uma vez que as alterações dos ecossistemas resultantes das</p><p>atividades humanas, levam a devastação, a perda da biodiversidade e a introdução de</p><p>espécies exóticas, interferindo na dinâmica do equilíbrio ecossistêmico (Barbosa;</p><p>Viana; Rangel, 2014). Desse modo, levantamentos faunísticos são um importante</p><p>mecanismo para a sistematização de dados robustos que subsidiem novos estudos de</p><p>aspectos biológicos e ecológico em comunidades biológicas (Quintela et al., 2012).</p><p>2. OBJETIVO</p><p>2.1 Objetivo Geral</p><p>-Observar a biodiversidade de mamíferos na ESEC (Estação Ecológica Serra das</p><p>Araras), no intuito de ampliar o discernimento dos discentes dos habitats, e as</p><p>relações ecológicas em que esses organismos estão envolvidos.</p><p>2.2 Objetivo Específico</p><p>-Registrar a mastofauna local por meio registros de vídeos de câmera trap;</p><p>-Buscar vestígios como fezes, pelos, pegadas, vocalizações e tocas;</p><p>3. MATERIAIS E MÉTODOS</p><p>3.1 Área de estudo</p><p>Este estudo foi realizado na Estação Ecológica Serra das Araras (ESEC), uma</p><p>unidade de conservação federal situada na região sudoeste do estado de Mato Grosso,</p><p>entre os municípios de Porto Estrela e Cáceres (57°11 "50” W-15°39’ 8” S) (Figura 1). A</p><p>estação ecológica ocupa uma área territorial de 28.700 ha do bioma Cerrado, com grande</p><p>influência dos biomas Amazônia e Pantanal. Atua como divisor das bacias do Rio Cuiabá</p><p>e Paraguai, os quais são tributários de bacias que compõem a Bacia amazônica. A Esec</p><p>está localizada no Alto Paraguai, sendo a micro-bacia com maior influência na região a</p><p>do Saloba (SILVA et al., 1988).</p><p>Como citado anteriormente, esta unidade de conservação mesmo possuindo</p><p>aspectos abióticos e características vegetais típicas do Cerrado, ela acaba se estabelecendo</p><p>como um “mosaico de paisagens” onde segundo Casarin (et al. ,2009), em muitos pontos</p><p>ao longo do território da estação observamos a alternância de fitofisionomias,</p><p>compreendendo uma diversa cobertura vegetal, a saber, Matas de galeria, Matas ciliares,</p><p>Mata seca semidecidual, Cerrado stricto sensu, Cerradão e Campos inundáveis, típicas</p><p>não somente deste bioma, mas também do Pantanal e Amazônia, sendo umas das únicas</p><p>unidades de conservação federal localizada em uma região entre três biomas (Casarin et</p><p>al., 2009).</p><p>As amostragens foram realizadas em quatro pontos na Esec, cada qual</p><p>apresentando uma fitofisionomia. A vegetação encontrada no primeiro trecho amostrado</p><p>é caracterizada como mata seca semidecídua, apresentando uma fitofisionomia</p><p>caducifólia e não associada a corpos d'água. Na Esec, essa vegetação ocorre em encostas</p><p>de áreas rochosas, com uma altura variando de 15m a 30m. Essa área é influenciada por</p><p>dois períodos distintos: durante a estação chuvosa, as copas das árvores se tocam,</p><p>proporcionando uma cobertura arbórea de 90%, que diminui para 50% durante a estação</p><p>seca (SILVA et al., 1988).</p><p>O segundo ponto amostrado foi realizado em uma área de Cerrado stricto sensu,</p><p>onde não há formação contínua do dossel pois a vegetação está distribuída aleatoriamente</p><p>pela área, se caracterizando pela presença de estratos arbóreos e arbustivo-herbáceo bem</p><p>definidos (SILVA et al., 1988)</p><p>Terceiro ponto se localiza em uma área de transição de mata seca semidecidual</p><p>com o Cerrado stricto sensu.</p><p>A quarta área amostrada está situada em uma região de Mata de galeria.</p><p>Identificada pela presença de galerias ao longo do curso d'água, essa vegetação é</p><p>perenifólia, com um estrato arbustivo que varia de 20 a 30 metros. Isso resulta em uma</p><p>cobertura arbórea que varia de 70% a 95%, com níveis relativamente elevados de umidade</p><p>em seu interior (Embrapa, 2021).</p><p>Figura 1. Área de estudo para o levantamento da biodiversidade de mamíferos.</p><p>3.2 Metodologia</p><p>A amostragem da mastofauna, ocorreu no período de seca entre os dias 14 e 15 de</p><p>outubro de 2023, totalizando 2 dias de amostragem. Na área de estudo foram</p><p>determinados pontos de amostragem para um grupo de mamíferos: mamíferos de médio</p><p>e grande porte.</p><p>Mamíferos de médio e grande porte (acima de 1kg)</p><p>A obtenção de dados de mamíferos de médio e grande porte constitui na utilização</p><p>de método ativo (censo) e passivo de registros (armadilhas fotográficas) em quatro</p><p>pontos. O esforço amostral foi totalizado em 12 horas para ambos os métodos.</p><p>Os métodos ativos (censo), consistem em relatar os animais por meio de</p><p>visualizações e observações indiretas (fezes, pelos, pegadas, vocalizações e tocas). O</p><p>censo foi realizado em quatro áreas amostrais (Quadro 1), percorrendo cerca de 1km de</p><p>trilha para registrar os vestígios (Figura 2). Como não é possível afirmar com precisão</p><p>quando as fezes ou pegadas foram, por exemplo, inseridas no ambiente, nem por quantos</p><p>indivíduos, em cada ponto amostral foi contabilizado um único registro, independente da</p><p>natureza do animal em ser solitário ou gregário. Essa ação minimiza os registros, mas</p><p>contribui para que não sejam realizadas múltiplas contagens do mesmo indivíduo.</p><p>Fonte: (SILVA et al., 1988).</p><p>Figura 2. A) Trilhas utilizadas para o censo de mamíferos de médio e grande porte e B)</p><p>Trilha utilizada para a instalação de armadilha fotográfica</p><p>Fonte: Os autores, 2023.</p><p>Fonte: Os autores, 2023.</p><p>B</p><p>Quadro 1. Localização e descrição das áreas de amostragem em campo de mamíferos de</p><p>médio e grande porte utilizando o método ativo de detecção (censo) na Esec Serra das</p><p>Araras, entre os municípios de Porto Estrela e Cáceres, Mato Grosso.</p><p>A identificação de vestígios se deu através do auxílio de Guia de campo (Prist;</p><p>Silva; Papi, 2020). Também foram avistados animais próximos ao alojamento da estação</p><p>ecológica durante o deslocamento da equipe de mastofauna em direção aos pontos</p><p>amostrais.</p><p>Métodos passivos de detecção (Armadilha fotográfica): para esse método, foi</p><p>instalado ao longo da trilha (nome da trilha) em trecho utilizado para a circulação (Figura</p><p>2). A câmera trap ficou amostrada em apenas um ponto, totalizando 12 horas (Quadro 2).</p><p>Quadro 2. Localização e descrição da área de amostragem em campo de mamíferos de</p><p>médio e grande porte utilizando o método passivo de detecção (Armadilha Fotográfica)</p><p>na Esec Serra das Araras, entre os municípios de Porto Estrela e Cáceres, Mato Grosso.</p><p>Porto Estrela, Mato Grosso.</p><p>4. RESULTADOS</p><p>Nos dois dias de campo foram registradas 6 espécies de mamíferos, integrantes de</p><p>6 famílias e distribuídos em 4 ordens. O maior número de espécies foi caracterizado pela</p><p>ordem Carnívora com 3 espécies, representados por 1 espécie cada (Figura 3). A área</p><p>amostral P3 (Mata Seca Semidecidual com transição de Cerrado Stricto Sensu)</p><p>apresentou maior número de indivíduos com 3 espécies integrando uma família cada,</p><p>seguido de P4 (Mata de Galeria) com 2 espécies pertencentes a uma família. O menor</p><p>número de representantes foi encontrado em P1 (Mata Seca Semidecidual) com 1 espécie,</p><p>e P2 (Cerrado Stricto Sensu) com nenhum registro (Tabela 1).</p><p>Tabela 1. Na Esec Serra das Araras, Porto Estrela, Mato Grosso. Hábito: terrestre (Te),</p><p>arborícola (Ar), aquático (Aq), semi-aquático (Sa), escassorial (Sc), fossorial (Fs), voador</p><p>(Vo). Dieta: carnívoro (CA), frugívoro (Fr), folívoro (Fo), herbívoro (Hb), insetívoro</p><p>(IN), hematófago (He), myrmecófago (Myr), onívoro (On), predador de sementes (Se).</p><p>Categoria de Ameaças: dados deficientes (DD), pouco preocupante (LC), quase ameaçada</p><p>(NT), vulnerável (VU) e em perigo (EM).</p><p>Tayassu pecari (Link, 1795)</p><p>No Brasil a queixada ocupava um amplo espaço territorial. Essa espécie necessita</p><p>de vastos territórios e uma variedade de habitats para forragear. A principal ameaça é a</p><p>pressão antrópica ocasionada pela caça, a fragmentação desse grupo e o desmatamento</p><p>de habitats. Está listada com status de vulnerável pela IUCN (KEUROGHLIAN et al.,</p><p>2013).</p><p>5. CONCLUSÃO e DISCUSSÃO</p><p>O discernimento atual a cerca da biologia de espécies de mamíferos, tem</p><p>destacado com evidência a sua importância na participação em uma série de papeis</p><p>ecológicos nos ecossistemas florestais, pois, o grupo dos mamíferos realizam funções</p><p>muito importantes na manutenção de diversidade de árvores nas florestas, por meio da</p><p>dispersão e predação de sementes e plântulas, ao passo que os mamíferos carnívoros</p><p>atuam na redução de outros mamíferos que, quando se proliferam de modo descontrolado,</p><p>ocasionam problemas agrícolas ou de saúde pública (Bernard et al., 2016).</p><p>Data Ponto ORDEM, Família,</p><p>Espécie</p><p>Nome-</p><p>popular</p><p>Hábito Dieta Aspecto de</p><p>conservação</p><p>Endemismo</p><p>CETARTIODACTYLA</p><p>Tayassuidae</p><p>14/10/2023 P1 Tayassu pecari Porco-do-</p><p>mato</p><p>TE ON VU Não</p><p>CARNIVORA</p><p>Canidae</p><p>15/10/2023 P3 Cerdocyon thous Cachorro-</p><p>Do-Mato</p><p>TE ON LC, LC Não</p><p>Felidae</p><p>15/10/2023 P3 Leopardus pardalis Jaguatirica TE CA LC. LC Não</p><p>Procyonidae</p><p>15/10/2023 P3 Procyon cancrivorus Mão-</p><p>pelada</p><p>CA/IN/FR LC, LC Não</p><p>CINGULATA</p><p>Dasypodidae</p><p>15/10/2023 P4 Dasypus novemcinctus Tatu-</p><p>galinha</p><p>TE ON LC, LC Não</p><p>PRIMATE</p><p>Cebidae</p><p>15/10/2023 P4 Sapajus ssp. Macaco-</p><p>prego</p><p>AR - - Não</p><p>A ação de levantamento faunístico se faz necessária para o conhecimento da</p><p>riqueza da mastofauna, de forma que introduza mais informações que preencham lacunas</p><p>(Bernard et al., 2011). O total de 6 espécies encontradas no presente levantamento é</p><p>inferior ao número de espécies de mamíferos catalogada para o estado de Mato Grosso,</p><p>no entanto, esse número é bastante satisfatório considerando o curto espaço de tempo</p><p>amostra onde, o estado apresenta três tipos de biomas (Cerrado, Floresta Amazônica e</p><p>Pantanal) e que cada um possui sua particularidade (OLIVEIRA et al., 2017).</p><p>Com base nas informações fornecidas no relatório de campo sobre a ocorrência</p><p>da mastofauna na Estação Ecológica Serra das Araras, podemos concluir que esta região</p><p>é um importante habitat para a diversidade de mamíferos, com grandes influências dos</p><p>biomas Cerrado, Amazônia e Pantanal que contribuem significativamente para a presença</p><p>de uma variedade de espécies de mamíferos na área.</p><p>A pesquisa realizada teve como objetivo ampliar o conhecimento sobre a</p><p>biodiversidade de mamíferos na região, onde foram encontrados vestígios e avistamentos</p><p>de animais durante as atividades de campo. Os resultados obtidos podem subsidiar novos</p><p>estudos sobre aspectos biológicos e ecológicos em comunidades biológicas, uma vez que</p><p>o conhecimento sobre as espécies presentes em determinado ambiente pode indicar pré-</p><p>requisitos que auxiliem na sua conservação.</p><p>Concluímos nosso estudo revelando a riqueza e diversidade da fauna de</p><p>mamíferos neste ecossistema único, evidenciando a conservação e manejo sustentável.</p><p>Ao compreendermos melhor a interação desses mamíferos com o ambiente, contribuímos</p><p>para a preservação da biodiversidade e a manutenção do equilíbrio ecológico, a fim de</p><p>que este trabalho inspire esforços contínuos para proteger e preservar a fascinante vida</p><p>selvagem que habita a Serra das Araras.</p><p>6. APÊNDICES</p><p>APÊNDICE A – Orientações metodológica.</p><p>Fonte: Os autores, 2023.</p><p>APÊNDICE B – Método ativo de detecção indireta de vestígios em P1.</p><p>Fonte: Os autores, 2023.</p><p>APÊNDICE C – Método ativo de detecção indireta de vestígios em P3.</p><p>Fonte: Os autores, 2023.</p><p>APÊNDICE D – Método ativo de detecção indireta de vestígios em P3.</p><p>Fonte: Os autores, 2023.</p><p>APÊNDICE E – Método ativo de detecção indireta de vestígios em P3.</p><p>Fonte: Os autores, 2023.</p><p>APÊNDICE F – Método ativo de detecção indireta de vestígios em P3.</p><p>Fonte: Os autores, 2023.</p><p>APÊNDICE F – Método passivo de detecção (Armadilha fotográfica) em P2.</p><p>Fonte: Os Autores, 2023.</p><p>7. Referências Bibliográficas</p><p>BENITO, E. Classe Mammalia. In: BENITO, E. (org.). Biologia e ecologia dos</p><p>vertebrados. 1. ed. Rio de Janeiro: Roca, 2017. p. 214 -224.</p><p>BOTKIN, D. B; KELLER, A. Diversidade biológica. In: BOTKIN, D. B; KELLER.</p><p>(org.). Ciência ambiental: terra, um planeta vivo. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2018. p.</p><p>119 -140.</p><p>CLEVELAND, P. H. et al. Mamíferos. In: CLEVELAND, P. H. et al. (org.). Princípios</p><p>integrados de zoologia. 18. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. p. 583 - 599.</p><p>SILVA</p><p>et al. Plano de Manejo: Serra das araras. Brasília – DF: ICMBIO, 2016, p. 1-100.</p><p>PRIST, P. R; SILVA, X; PAPI, B. Guia de rastros de mamíferos neotropicais de médio e</p><p>grande porte. PRIST, R. P. (org.). 1. ed. São Paulo: Fólio Digital, 2020, p. 249.</p><p>BOUBLI, Jean et al. On a new species of titi monkey (Primates: Plecturocebus Byrne et</p><p>al., 2016), from Alta Floresta, southern Amazon, Brazil. Molecular Phylogenetics and</p><p>Evolution, v. 132, p. 117-137, 2019.</p><p>OLIVEIRA, Ubirajara et al. Biodiversity conservation gaps in the Brazilian protected</p><p>areas. Scientific Reports, v. 7, n. 9141, p. 1-9, 2017.</p><p>IUCN. The IUCN Red List of Threatened Species. Version 2021-1. Acesso em</p><p>03/11/2023.</p>

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