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<p>1</p><p>INSTITUTO ITAPETININGANO DE ENSINO SUPERIOR – IIES</p><p>ENGENHARIA CIVIL</p><p>JHONATAN CAMARGO SILVA – RA 83010005126</p><p>JULIANA DA SILVA MORAES – RA 83010005476</p><p>PONTE OCTÁVIO FRIAS DE OLIVEIRA</p><p>ITAPETININGA – SP</p><p>2024</p><p>2</p><p>INSTITUTO ITAPETININGANO DE ENSINO SUPERIOR – IIES</p><p>ENGENHARIA CIVIL</p><p>JHONATAN CAMARGO SILVA – RA 83010005126</p><p>JULIANA DA SILVA MORAES – RA 83010005476</p><p>Trabalho apresentado ao Instituto Itapetiningano de</p><p>Ensino Superior – IIES, como requisito básico para</p><p>a obtenção de nota da disciplina Pontes e Grandes</p><p>Estruturas do curso de Engenharia Civil.</p><p>Orientador: Prof.ª Walter R. Serrano</p><p>ITAPETININGA – SP</p><p>2024</p><p>3</p><p>INSTITUTO ITAPETININGANO DE ENSINO SUPERIOR – IIES</p><p>ENGENHARIA CIVIL</p><p>JHONATAN CAMARGO SILVA – RA 83010005126</p><p>JULIANA DA SILVA MORAES – RA 83010005476</p><p>Trabalho apresentado ao Instituto Itapetiningano</p><p>de Ensino Superior – IIES, como requisito básico</p><p>para a obtenção de nota da disciplina Pontes e</p><p>Grandes Estruturas do curso de Engenharia Civil.</p><p>Orientador: Prof.ª Walter R. Serrano</p><p>Aprovado em 13 de junho de 2024.</p><p>Prof. Walter R. Serrano - (Orientador)</p><p>ITAPETININGA – SP</p><p>2024</p><p>4</p><p>SUMÁRIO</p><p>1. INTRODUÇÃO....................................................................................................... 5</p><p>1.1. Objetivo geral................................................................................................... 6</p><p>1.2. Objetivo específico.......................................................................................... 6</p><p>2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA................................................................................. 7</p><p>2.1. Surgimento das pontes................................................................................... 7</p><p>2.1.1. Ponte estaiada..................................................................................... 10</p><p>2.2. Ponte Octávio Frias de Oliveira...................................................................... 12</p><p>2.2.1. Dados técnicos..................................................................................... 12</p><p>2.2.2. Histórico de construção........................................................................ 13</p><p>2.2.3. Desenvolvimento do projeto................................................................. 14</p><p>2.2.4. Tecnologias envolvidas......................................................................... 18</p><p>3. CONCLUSÃO ..................................................................................................... 19</p><p>4. BIBLIOGRAFIAS ................................................................................................ 20</p><p>Anexo A</p><p>Anexo B</p><p>Anexo C</p><p>5</p><p>1. INTRODUÇÃO</p><p>A Ponte estaiada Octávio Frias de Oliveira, conhecida como um dos símbolos</p><p>de São Paulo, está localizada no bairro do Brooklin, próximo à região da Avenida</p><p>Engenheiro Luís Carlos Berrini, na zona Sul da cidade. A ponte que atravessa o Rio</p><p>Pinheiros, conectando as regiões Sul e Oeste da cidade, é uma parte icônica da</p><p>paisagem urbana.</p><p>Ponte estaiada Octávio Frias de Oliveira ao fundo do jornal “Bom dia São Paulo”</p><p>Sendo uma importante via expressa que acompanha o curso do rio, a Ponte</p><p>estaiada é considerada mais do que uma simples estrutura de concreto e aço, ela é</p><p>uma obra-prima da engenharia que foi criada para facilitar o tráfico urbano principal</p><p>daquela região em 2008.</p><p>Com seus 138 metros de altura e vão central de 290 metros, projetada pelo</p><p>arquiteto João Valente Filho, a notável engenharia dessa ponte desempenha papel</p><p>crucial na vida metropolitana, a considerando um símbolo de progresso e de</p><p>modernidade do Brasil.</p><p>Neste trabalho iremos entender um pouco mais sobre a evolução na</p><p>construção das pontes, dando ênfase a ponte estaiada Octávio Frias de Oliveira.</p><p>6</p><p>1.1. Objetivo geral</p><p>Conhecer mais sobre a Obra de arte conhecida como Ponte Octávio Frias de</p><p>Oliveira, verificando seu histórico de criação e desenvolvimento na construção.</p><p>Analisando a partir de revisões bibliográficas quais desafios foram apresentados para</p><p>a elaboração dessa ponte.</p><p>1.2. Objetivo específico</p><p>- Apresentar dados da Ponte Octávio Frias de Oliveira;</p><p>- Verificar como foi a criação de seu projeto e a execução do mesmo;</p><p>- Levantar quais foram as dificuldades encontradas nessa construção e quais foram</p><p>as soluções utilizadas.</p><p>7</p><p>2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA</p><p>2.1. Surgimento das pontes</p><p>As primeiras pontes que surgiram foram na Antiguidade, chamadas de</p><p>“Pontes Antigas”, elas eram construídas com os materiais puros que se</p><p>encontravam, como pedras, madeiras e cordas.</p><p>Ponte de Arkadiko na Grécia (século XIII a.C.)</p><p>Também nesse período de Idade Média, surgiram as “Pontes Romanas”,</p><p>feitas utilizando arcos de pedra, já que os romanos eram mestres em construção de</p><p>pontes, eles faziam estruturas duráveis com as pedras.</p><p>A Ponte de Alcântara na Espanha (século II)</p><p>8</p><p>Pont du Gard na França (século I)</p><p>Durante o Renascimento e a Era Moderna, as pontes evoluíram ainda</p><p>utilizando de matérias como pedras, mas com construções mais elaboradas.</p><p>A Ponte Rialto em Veneza (1591)</p><p>Ponte Carlos em Praga (1402)</p><p>9</p><p>Até que então surgiram no século XIX os avanços na fabricação de ferro e</p><p>aço, levando ao desenvolvimento de pontes mais robustas e duráveis.</p><p>Ponte Britannia no País de Gales (1850)</p><p>Ponte Brooklyn em Nova York (1883)</p><p>A partir do Século XX, os grandes destaques que surgiram foram as Pontes</p><p>Pênsil e Pontes Estaiadas.</p><p>Ponte Golden Gate em São Francisco - Pênsil (1937)</p><p>10</p><p>2.1.1. Ponte estaiada</p><p>As pontes estaiadas, são estruturas da engenharia que utilizam cabos de aço</p><p>ou cabos de suspensão ancorados em torres altas colocadas em cada margem do</p><p>vão, dando sustentação ao tabuleiro da ponte. A distribuição do peso da estrutura</p><p>pelos cabos são a maior característica da ponte estaiada, que ganham popularidade</p><p>sendo consideradas soluções eficientes para grandes vãos.</p><p>Esquema Ponte Estaiada</p><p>Dentre as pontes estaiadas, temos a divisão entre cabos em forma de leque,</p><p>que são viadutos mais eficientes e econômicos, como seus cabos são mais</p><p>inclinados, são permitidos maiores vãos, de forma que haja menos mastros, já os</p><p>viadutos com cabos em formato de harpa possuem um visual melhor e função mais</p><p>ornamental invés de prática.</p><p>Modelo harpa Modelo leque</p><p>11</p><p>Essas pontes são indicadas para locais com grandes vãos, como rios e baias,</p><p>já que possuem grande resistência estrutural e construção eficiente, sendo mais</p><p>econômicas e mais rápidas de construir comparando-a com outros tipos de pontes,</p><p>tornando-as mais populares.</p><p>A partir do século XIX, algumas pontes como a do Brooklyn, em Nova York, de</p><p>1883, embora tenha sido relacionada a ponte suspensa, ela já era uma possível</p><p>ponte estaiada pois possuía elementos estaiados em sua estrutura, porém</p><p>em</p><p>menor escala.</p><p>No século XX, as pontes de grandes vãos ganharam mais destaque. O seu</p><p>desenvolvimento veio após a Segunda Guerra Mundial, com o rastro de destruição</p><p>deixado pela Europa, muitas cidades, estradas e pontes precisavam ser</p><p>reconstruídas rapidamente, métodos de construção que possibilitavam ritmo mais</p><p>acelerado se sobressaíram.</p><p>A primeira ponte estaiada foi a Ponte Severinsbrücke, na Alemanha, finalizada</p><p>em 1959, que estabeleceu novos padrões de design e construção, sendo</p><p>considerada modelo para as futuras pontes desse tipo, como a Ponte Øresund entre</p><p>a Dinamarca e a Suécia, e, a Ponte Octavio Frias de Oliveira em São Paulo, Brasil.</p><p>Ponte Severinsbrücke (1959)</p><p>12</p><p>2.2. Ponte Octávio Frias de Oliveira</p><p>Primeira ponte estaiada do Brasil, a Ponte Octávio Frias de Oliveira é um dos</p><p>grandes símbolos da cidade de São Paulo -SP. Localizada no bairro do Brooklin, na</p><p>zona Sul da cidade de São Paulo, ligando a zona Sul e zona Oeste, Avenida</p><p>Jornalista Roberto Marinho às marginais pelo rio Pinheiros.</p><p>Ponte Octávio Frias de Oliveira</p><p>2.2.1. Dados técnicos</p><p>- Altura da torre: 138 metros;</p><p>- Comprimento vão central: 290 metros;</p><p>- Extensão total: 1600 metros;</p><p>- Largura do tabuleiro: 35 metros;</p><p>- Torres: em formato de X invertido (suporta os cabos estaiados);</p><p>- Ponte: estrutura estaiada (sustentação é por meio de cabos de aço tensionados);</p><p>- Cabos estaiados: cabos de aço estaiados (conectam o tabuleiro da ponta as</p><p>torres, distribuindo o peso da estrutura);</p><p>- Fluxo: 2.000 veículos por hora por faixa (4.000 veículos por hora para cada</p><p>sentido).</p><p>13</p><p>2.2.2. Histórico de construção</p><p>A ponte foi criada de forma que a travessia neste trecho da marginal</p><p>Pinheiros fosse mais eficiente e prático, já que antes dela, era preciso atravessar a</p><p>ponte do Morumbi e da ponte Engenheiro Ari Torres, trajetos mais longos e não</p><p>eficientes.</p><p>De inicio, o projeto básico incluia duas pontes estaiadas, localizadas uma ao</p><p>lado da outra, porém após alguns estudos perceberam que isso não era tão viável,</p><p>optando assim por construir a ponte com dois tabuleiros e um mastro (em curva).</p><p>O projeto da ponte foi desenvolvido em cojunto pelos engenheiros Catão</p><p>Francisco Ribeiro, Heitor Afonso Nogueira Neto e Antranig Muradian das</p><p>empresas Enescil Engenharia e Projetos, ANTW Engenharia e Projetos e Antranig</p><p>Muradian.</p><p>A sua construção foi iniciada em 2005 pela construtra OAS, e demorou 3</p><p>anos para ser finalizada, sendo inalgurada em 10 de maio de 2008, com um custo</p><p>final de aproximadamente 224 milhoes de reais (incluindo construção da estrutura,</p><p>a pavimentação, drenagem e sinalizações viárias).</p><p>Construção em andamento</p><p>14</p><p>2.2.3. Desenvolvimento do projeto</p><p>Projeto básico:</p><p>O projeto básico previa duas pontes estaiadas independentes, cada tabuleiro</p><p>seria sustentado por um mastro. As duas pontes teriam um cruzamento próximo a</p><p>Avenida Jornalista Roberto marinho.</p><p>Projeto básico</p><p>O tabuleiro</p><p> 2 faixas de 3,50m; 1 acostamento de 2,00m.</p><p> 2 faixas de segurança de 0,60m.</p><p> 2 passeios de emergência de 1,00m.</p><p>Estaiamento</p><p> 2 vãos simétricos de 143,0m de comprimento.</p><p> 2×22 estais em cada vão.</p><p> Estais espaçados longitudinalmente a cada 6,0m.</p><p>Apoios extremos</p><p> Travessa circular.</p><p> Ligação monolítica com o tabuleiro.</p><p>15</p><p>Corte projeto básico</p><p>Projeto executivo:</p><p>O Projeto executivo diferente do projeto básico, transformou 2 tabuleiros</p><p>sustentados por apenas 1 mastro “X”, deixando o cruzamento entre as pontes no</p><p>mastro, a margem do rio Pinheiros.</p><p>Projeto executivo</p><p>Para que houvesse sustentação, cada tabuleiro necessitava de um mastro</p><p>inclinado para ser equilibrado, e como o cruzamento entre os tabuleiros ocorriam</p><p>entre o mastro, as torres inclinadas se interceptavam em X. Portanto o mastro nesse</p><p>formato foi necessidade estrutural e não arquitetônica.</p><p>16</p><p>Com o tabuleiro em curva, os cálculos foram mais específicos diante de cada</p><p>cabo, estais e interferências locais, sendo a primeira do mundo nesse formato,</p><p>transformando a ponte Octávio Frias de Oliveira em uma obra de arte tão especial.</p><p>O mastro</p><p> Duas torres inclinadas com seção variável;</p><p> As extremidades das torres convergem para um mesmo ponto;</p><p> Ligação entre as torres feita através de uma seção celular de 9,0m de altura.</p><p> Inclinação necessária para minimizar efeitos de torção devido cargas</p><p>permanentes e assegurar gabarito de 6,0m.</p><p>Elaboração do mastro</p><p>Os estais</p><p> São 144 estais, 18 pares de cabos por vão (4 vãos totais) - 9 a 25 cordoalhas;</p><p> Arranjo espacial único devido curvatura do tabuleiro e inclinação das torres.</p><p> Cruzamento de estais sobre o rio Pinheiros, e sobre a avenida Nações.</p><p>Estais rio e estais avenida</p><p>17</p><p>Vão sobre a Avenida Vão sobre o rio</p><p>Tabuleiro</p><p> 16,0m de largura:</p><p> Passeio de emergência: 2 x 0,85m</p><p> Vigas: 2 x 1,50m</p><p> Defensas: 2 x 0,40m</p><p> Leito carroçável: 10,50m</p><p>Elaboração do tabuleiro</p><p>18</p><p>2.2.4. Tecnologias envolvidas</p><p>Nos últimos tempos, as pontes com cabos de sustentação têm se mostrado</p><p>como a opção estrutural escolhida em diversas situações, por sua eficácia em</p><p>vencer grandes vãos, sem a necessidade de pilares intermediários; pelos benefícios</p><p>econômicos que proporcionam; pela capacidade de otimizar o uso do aço e por sua</p><p>estética agradável.</p><p>Para atender às condições específicas da ponte Octávio Frias de Oliveira,</p><p>inicialmente previa-se a construção de duas pontes com cabos de sustentação. No</p><p>entanto, diante das interferências visuais e técnicas geradas por essa solução,</p><p>decidiu-se no projeto final pela construção de uma única ponte com dois tabuleiros</p><p>(Mazarim, 2011).</p><p>Levando em consideração a demanda estrutural para um único mastro na</p><p>ponte, e a restrição geométrica necessária para interligar as duas vias no local, a</p><p>alternativa técnica viável foi a utilização de dois tabuleiros curvos, em diferentes</p><p>níveis de altura, sustentados por um único mastro central em forma de “X”.</p><p>A construção do tabuleiro da ponte foi realizada por meio do método de</p><p>balanços progressivos, iniciando nos mastros e avançando até encontrar os viadutos</p><p>de acesso, e foram empregadas células de carga nos pontos de ancoragem dos</p><p>cabos de sustentação, permitindo a verificação das tensões durante a montagem.</p><p>Isso evitou sobrecargas em determinados cabos, garantindo uma estabilidade</p><p>melhor do tabuleiro ao longo da construção da ponte (Mazarim, 2011).</p><p>19</p><p>3. CONCLUSÃO</p><p>A Ponte Octávio Frias de Oliveira foi considerada pioneira em pontes</p><p>estaiadas, com tabuleiros ligados apenas a um mastro permitindo a construção de</p><p>uma estrutura estável, sendo uma das maiores pontes estaiadas</p><p>do mundo, ela</p><p>possui uma tecnologia de construção moderna, incluindo muitos cálculos específicos</p><p>em fundação, além de utilizar a técnica de estruturas pré-fabricadas, e um sistema</p><p>de segurança durante a construção. Seu design estaiado, que utiliza de cabos de</p><p>sustentação ligados as torres, permite que a estrutura seja leve e atenda a vãos</p><p>longos (comparado a outras pontes).</p><p>Essa obra de arte possui uma ótima iluminação noturna, já que é equipada</p><p>com Led criando assim alguns efeitos visuais, contribuindo para a estética da ponte</p><p>e aumentando a segurança de quem a utiliza. Por se tratar de uma ponte inovadora,</p><p>ela foi equipada com sistemas que permite o monitoramento estrutural, entre as</p><p>tensões de seus cabos, vibrações e condições do tempo, de forma que tenhamos</p><p>um controle evitando possíveis tragédias estruturais.</p><p>O projeto inicial da ponte previa a construção de duas pontes estaiadas, uma</p><p>ao lado da outra, porém por diversos fatores, incluindo o fator visual, o projeto foi</p><p>modificado para uma ponte, com dois tabuleiros em curva cruzando em “X” no</p><p>centro de um único mastro. A construção de seus tabuleiros fora feita pelo processo</p><p>de balanços sucessivos, utilizando a instalação de segmentos pré-fabricados, que</p><p>permite a construção gradual da estrutura, segmento por segmento, sem a</p><p>necessidade de apoios temporários no meio do vão, partindo do mastro até o</p><p>encontro nas alças de acesso.</p><p>Inaugurada em 10 de maio de 2008 após 3 anos de construção, a ponte</p><p>Octávio Frias de Oliveira foi nomeada em homenagem ao empresário brasileiro</p><p>fundador do Grupo Folha e proprietário do jornal Folha de S.Paulo, Octávio Frias de</p><p>Oliveira, em forma de agradecimento a contribuição para o jornalismo do Brasil.</p><p>Em seu aniversário de 10 anos, a Ponte Octávio Frias de Oliveira ganhou</p><p>uma matéria da g1 Globo, onde foram expostas algumas curiosidades sobre ela, fato</p><p>que só fez com que a Ponte ganhasse ainda mais destaque, sendo considerada um</p><p>dos grandes Símbolos de São Paulo.</p><p>20</p><p>4. BIBLIOGRAFIAS</p><p>https://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g303631-d2350329-</p><p>Reviews-Ponte_Estaiada_Octavio_Frias_de_Oliveira-</p><p>Sao_Paulo_State_of_Sao_Paulo.html</p><p>https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/01/ponte-estaiada-disputa-titulo-</p><p>de-simbolo-de-sao-paulo.html</p><p>https://revistas.unifacs.br/index.php/rde/article/view/8768/5124</p><p>https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3144/tde-04112011-</p><p>144914/en.php</p><p>https://www.pacoteshyatt.com.br/blog/ponte-estaiada-cartao-postal-de-sao-</p><p>paulo/</p><p>https://www.exto.com.br/blog-leitura/curiosidades-da-ponte-estaiada</p><p>https://www2.ufjf.br/noticias/2016/11/04/superando-obstaculos-palestra-</p><p>resgata-elementos-historicos-das-</p><p>pontes/#:~:text=As%20primeiras%20pontes%20eram%20constru%C3%ADdas,mais</p><p>%20antigas%20pontes%20em%20arco</p><p>https://www.researchgate.net/figure/Figura-310-Representacao-dos-</p><p>componentes-dos-estais_fig2_343644443</p><p>https://fadoengenharia.com.br/6-tipos-de-pontes-mais-</p><p>utilizadas/#:~:text=Pontes%20Estaiadas&text=J%C3%A1%20na%20estaiada%2C</p><p>%20os%20cabos,diretamente%20a%20base%20para%20tr%C3%A1fego.&text=E</p><p>xistem%20dois%20tipos%20de%20ponte,harpa%20e%20as%20em%20leque</p><p>https://metalica.com.br/ponte-estaiada-octavio-frias-de-oliveira-em-sp-2/</p><p>https://www.institutodeengenharia.org.br/site/2009/11/24/ponte-estaiada-</p><p>octavio-frias-de-oliveira/</p><p>https://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g303631-d2350329-Reviews-Ponte_Estaiada_Octavio_Frias_de_Oliveira-Sao_Paulo_State_of_Sao_Paulo.html</p><p>https://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g303631-d2350329-Reviews-Ponte_Estaiada_Octavio_Frias_de_Oliveira-Sao_Paulo_State_of_Sao_Paulo.html</p><p>https://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g303631-d2350329-Reviews-Ponte_Estaiada_Octavio_Frias_de_Oliveira-Sao_Paulo_State_of_Sao_Paulo.html</p><p>https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/01/ponte-estaiada-disputa-titulo-de-simbolo-de-sao-paulo.html</p><p>https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/01/ponte-estaiada-disputa-titulo-de-simbolo-de-sao-paulo.html</p><p>https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3144/tde-04112011-144914/en.php</p><p>https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3144/tde-04112011-144914/en.php</p><p>https://www.pacoteshyatt.com.br/blog/ponte-estaiada-cartao-postal-de-sao-paulo/</p><p>https://www.pacoteshyatt.com.br/blog/ponte-estaiada-cartao-postal-de-sao-paulo/</p><p>https://www.exto.com.br/blog-leitura/curiosidades-da-ponte-estaiada</p><p>https://www2.ufjf.br/noticias/2016/11/04/superando-obstaculos-palestra-resgata-elementos-historicos-das-pontes/#:~:text=As%20primeiras%20pontes%20eram%20constru%C3%ADdas,mais%20antigas%20pontes%20em%20arco</p><p>https://www2.ufjf.br/noticias/2016/11/04/superando-obstaculos-palestra-resgata-elementos-historicos-das-pontes/#:~:text=As%20primeiras%20pontes%20eram%20constru%C3%ADdas,mais%20antigas%20pontes%20em%20arco</p><p>https://www2.ufjf.br/noticias/2016/11/04/superando-obstaculos-palestra-resgata-elementos-historicos-das-pontes/#:~:text=As%20primeiras%20pontes%20eram%20constru%C3%ADdas,mais%20antigas%20pontes%20em%20arco</p><p>https://www2.ufjf.br/noticias/2016/11/04/superando-obstaculos-palestra-resgata-elementos-historicos-das-pontes/#:~:text=As%20primeiras%20pontes%20eram%20constru%C3%ADdas,mais%20antigas%20pontes%20em%20arco</p><p>https://www.researchgate.net/figure/Figura-310-Representacao-dos-componentes-dos-estais_fig2_343644443</p><p>https://www.researchgate.net/figure/Figura-310-Representacao-dos-componentes-dos-estais_fig2_343644443</p><p>https://fadoengenharia.com.br/6-tipos-de-pontes-mais-utilizadas/#:~:text=Pontes%20Estaiadas&text=J%C3%A1%20na%20estaiada%2C%20os%20cabos,diretamente%20a%20base%20para%20tr%C3%A1fego.&text=Existem%20dois%20tipos%20de%20ponte,harpa%20e%20as%20em%20leque</p><p>https://fadoengenharia.com.br/6-tipos-de-pontes-mais-utilizadas/#:~:text=Pontes%20Estaiadas&text=J%C3%A1%20na%20estaiada%2C%20os%20cabos,diretamente%20a%20base%20para%20tr%C3%A1fego.&text=Existem%20dois%20tipos%20de%20ponte,harpa%20e%20as%20em%20leque</p><p>https://fadoengenharia.com.br/6-tipos-de-pontes-mais-utilizadas/#:~:text=Pontes%20Estaiadas&text=J%C3%A1%20na%20estaiada%2C%20os%20cabos,diretamente%20a%20base%20para%20tr%C3%A1fego.&text=Existem%20dois%20tipos%20de%20ponte,harpa%20e%20as%20em%20leque</p><p>https://fadoengenharia.com.br/6-tipos-de-pontes-mais-utilizadas/#:~:text=Pontes%20Estaiadas&text=J%C3%A1%20na%20estaiada%2C%20os%20cabos,diretamente%20a%20base%20para%20tr%C3%A1fego.&text=Existem%20dois%20tipos%20de%20ponte,harpa%20e%20as%20em%20leque</p><p>https://metalica.com.br/ponte-estaiada-octavio-frias-de-oliveira-em-sp-2/</p><p>https://www.institutodeengenharia.org.br/site/2009/11/24/ponte-estaiada-octavio-frias-de-oliveira/</p><p>https://www.institutodeengenharia.org.br/site/2009/11/24/ponte-estaiada-octavio-frias-de-oliveira/</p><p>21</p><p>Anexo A (desenho da ponte Octávio Frias de Oliveira)</p><p>Anexo B (imagem da ponte Octávio Frias de Oliveira durante o dia)</p><p>Anexo c (imagem da ponte Octávio Frias de Oliveira durante a noite)</p><p>Projeto básico:</p><p>O tabuleiro</p><p>Estaiamento</p><p>Apoios extremos</p><p>Projeto executivo:</p><p>O Projeto executivo diferente do projeto básico, transformou 2 tabuleiros sustentados por apenas 1 mastro “X”, deixando o cruzamento entre as pontes no mastro, a margem do rio Pinheiros.</p><p>Elaboração do tabuleiro</p>