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<p>Habilidades:</p><p>Ensino Fundamental – 8º Ano – História.</p><p>(EF08HI02) Identificar as particularidades político-sociais da Inglaterra do século XVII e analisar os desdobramentos posteriores à Revolução Gloriosa.</p><p>(GO-EF08HI02-A) Compreender a importância das revoluções inglesas e seus reflexos nas estruturas políticas, sociais e econômicas na sociedade europeia.</p><p>REVOLUÇÕES INGLESAS E DAÍ?</p><p>Revoluções Inglesas e daí?</p><p>Leia as definições ao lado sobre o significado de revolução e em seguida pense: você consegue recordar ou identificar algum momento na história do Brasil que pode ser entendido como revolução? Comente com os colegas!</p><p>AÇÃO REFLEXIVA!</p><p>Imagem 1</p><p>Revoluções Inglesas e daí?</p><p>Movimento político, militar e religioso que destruiu o absolutismo na Inglaterra, instaurando naquele país a primeira monarquia parlamentar da história. Ocorrido no século XVII tendo como antecedentes os atritos em os reis da dinastia dos Stuart e o parlamento.</p><p>Revoluções Inglesas e daí?</p><p>Imagem 2</p><p>Um documento de 1215 que limitou o poder dos monarcas da Inglaterra, especialmente o do rei João, que o assinou, impedindo assim o exercício do poder absoluto. Resultou de desentendimentos entre João, o Papa e os barões ingleses acerca das prerrogativas do soberano. Segundo os termos da Magna Carta, João deveria renunciar a certos direitos e respeitar determinados procedimentos legais, bem como reconhecer que a vontade do rei estaria sujeita à lei.</p><p>João sem terra assina a Magna Carta em 1215</p><p>Revoluções Inglesas e daí?</p><p>O governo absolutista inglês, no século XVII, com os reis Stuarts, foi alvo de seguidos confrontos com o Parlamento. Este era formado pela Câmara dos Lordes – composto pela alta nobreza e eclesiásticos mais importantes – e pela Câmara dos Comuns, ou Câmara Baixa – formada pelos representantes das cidades, burgueses, a baixa nobreza e o baixo clero.</p><p>Revoluções Inglesas e daí?</p><p>* Professor neste momento será interessante explicar passa a passo os envolvidos nesse conflito político-social-econômico e religioso.</p><p>Revoluções Inglesas e daí?</p><p>Com o progresso econômico resultante da expansão comercial e marítima, bem como as diferenças religiosas entre grupos anglicanos, puritanos e católicos, os choques de interesses na sociedade se acentuaram, agravados pelas atuações absolutistas dos monarcas ingleses. Tributações, perseguições religiosas, lutas por direitos e pela limitação do poder real levaram à Guerra Civil a partir de 1642 e à decapitação do rei Carlos I em 1649. Como resultado, foi instituída uma República Puritana, liderada por Oliver Cromwell.</p><p>Revoluções Inglesas e daí?</p><p>A República de Cromwell 1649 – 1660:</p><p>Se estabelece uma ditadura pró-burguesia puritana (calvinista)</p><p>Repressão a opositores externos (Escócia e Irlanda) e internos (Levellers – niveladores e Diggers – escavadores)</p><p>Imagem 3</p><p>Revoluções Inglesas e daí?</p><p>Revoluções Inglesas e daí?</p><p>Guerra contra a Holanda (1652 – 1654).</p><p>Vitória da Inglaterra (supremacia naval).</p><p>Desenvolvimento da marinha e do capitalismo inglês.</p><p>Revoluções Inglesas e daí?</p><p>A Revolução Gloriosa (1688):</p><p>Revolução burguesa.</p><p>1689: Guilherme de Orange acata ao Bill of Rights (Declaração dos Direitos).</p><p>O Parlamento decidiria sobre impostos, garantia a propriedade privada, as liberdades individuais e divide o poder.</p><p>Fim do absolutismo na Inglaterra.</p><p>Burguesia assume o poder por meio do parlamento (Monarquia Parlamentar).</p><p>Rei reina, mas não governa.</p><p>Implantação do liberalismo.</p><p>Revoluções Inglesas e daí?</p><p>Proposta de atividade</p><p>Portal Conexão Escola</p><p>Clique aqui e descubra as atividades</p><p>Revoluções Inglesas e daí?</p><p>REVOLUÇÕES INGLESAS E DAÍ?</p><p>Referencial teórico</p><p>ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista: tradução João Roberto Filho. São Paulo. Brasiliense,2004.</p><p>HOBSBAWM, Eric J. A Era das revoluções: Europa 1789-1848, tradução de Maria Tereza Lopes Teixeira e Marcos Penchel.</p><p>Rio de Janeiro, Paz e Temi, 1977.</p><p>MICELI, Paulo. História moderna. - 1° Ed., 2ª Reimpressão. - São Paulo: Contexto, 2018.</p><p>MORAES, Luís Edmundo. História Contemporânea: da Revolução Francesa à Primeira Guerra Mundial. - São Paulo: Contexto, 2017.</p><p>ROUSSEAU, J. J. Do Contrato Social ou Princípios do Direito Político. São Paulo. Hemus-livraria Editora Ltda, 1981</p><p>Banco de Imagens</p><p>Imagem 1:O rei João Sem Terra assinando a Carta Magna.Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Magna_Carta#/media/Ficheiro:Joao_sem_terra_assina_carta_Magna.jpg> acesso em 18, fev. 22.</p><p>Imagem 2: Revolução. Disponível em:<https://www.dicio.com.br/revolucao/>. Acesso em: 18, fev.2022</p><p>Imagem 3:Oliver Cromwell. Disponível em: <https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Oliver_Cromwell_Statue_top.jpg>. Acesso em: 18, fev. 2022.</p><p>REVOLUÇÕES INGLESAS E DAÍ?</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p><p>image6.png</p><p>image9.png</p><p>image10.png</p><p>image5.png</p><p>image11.png</p><p>image12.png</p><p>image1.png</p>

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