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<p>PROJETO PEDAGÓGICO DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM MEDICINA INTENSIVA</p><p>MARINGÁ, PR</p><p>08 de Junho de 2021</p><p>Sumário</p><p>1.IDENTIFICAÇÃO DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM MEDICINA INTENSIVA 	1</p><p>1.1. Instituição Formadora:	1</p><p>1.2. Instituição Executora:	1</p><p>1.3. Órgãos Acadêmicos e Serviços envolvidos	1</p><p>1.4. Coordenador do Programa:	2</p><p>2.DOCENTES, PRECEPTORES E SUPERVISORES DO PROGRAMA	3</p><p>2.1. Atividades Práticas	3</p><p>2.1.1. Área Profissional	3</p><p>3. CARACTERIZAÇÃO DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MEDICA EM MEDICINA INTENSIVA 	4</p><p>4. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO	6</p><p>4.1. Introdução – Histórico Institucional	6</p><p>4.2. Justificativa	9</p><p>4.3. Objetivo Geral	9</p><p>4.4.Objetivos Específicos	10</p><p>4.5. Parcerias	10</p><p>4.6. Diretrizes pedagógicas	11</p><p>4.7. Processo seletivo	12</p><p>4.8. Avaliação discente	12</p><p>4.9. Auto-avaliação do programa	12</p><p>4.10. Infra-estrutura	13</p><p>5. INSTALAÇÕES GERAIS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO INGÁ – UNINGÁ	13</p><p>5.1. Salas de aulas e anfiteatros	13</p><p>5.2 Locais para repouso dos residentes	14</p><p>5.3 Laboratórios de Ensino	14</p><p>5.4. Locais para estudo dos residentes	14</p><p>5.5. Equipamentos de informática	14</p><p>5.6. Biblioteca e periódicos	15</p><p>6. CENÁRIOS DE PRÁTICA	15</p><p>7. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE	15</p><p>8. PERFIL GERAL DO EGRESSO	15</p><p>9. MATRIZ CURRICULAR – EIXO TRANSVERSAL	16</p><p>9.1. Distribuição das Atividades	23</p><p>9.2. SEMANA PADRÃO* – R1	25</p><p>9.3. SEMANA PADRÃO* – R2	26</p><p>9.4. SEMANA PADRÃO* – R3	27</p><p>9.5. Atividades Teóricas	28</p><p>10. ESTRUTURA CURRICULAR - Ementas e Programas	29</p><p>1</p><p>1. IDENTIFICAÇÃO DO PROGRAMA:</p><p>PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MÉDICA EM MEDICINA INTENSIVA</p><p>1.1. Instituição Formadora:</p><p>Nome: Unidade de ensino Superior ingá (UNINGA)</p><p>CNES: 6231284</p><p>CNPJ: 01.207.056/0001-84</p><p>Endereço: parque industrial 20 – pr 317-número: 6114</p><p>CEP: 87035-510</p><p>Telefone: (44) 3031-5009</p><p>Natureza jurídica: entidades empresariais</p><p>Tipo de Unidade: Unidade de Ensino</p><p>Gestão Municipal</p><p>Regional de Saude: 15º regional</p><p>Página na Internet: http://www.uninga.br/www.uninga.br</p><p>1.2. Instituição Executora:</p><p>Nome: Hospital Memorial UNINGA</p><p>CNES: 2586142</p><p>CNPJ: 79.119.269/0001-41</p><p>Endereço: avenida paraná, n. 367 – CEP-87010-070</p><p>Telefone: (44) 3224-6464</p><p>Natureza Jurídica: Entidades empresariais</p><p>Tipo de estabelecimento: hospital geral</p><p>Tipo de unidade: unidade auxiliar de ensino</p><p>Gestão dupla</p><p>Regional de saude: 15º regional</p><p>E-mail: hospitalmemorial.coreme@uninga.edu.br</p><p>Página na Internet: http://www.uninga.br/www.uninga.br</p><p>1.3. ÓRGÃOS ACADÊMICOS E SERVIÇOS ENVOLVIDOS</p><p>1.	UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ (UNINGÁ)</p><p>CORPO DIRIGENTE DA UNINGÁ</p><p>Nome: Maria Albertina Ferreira Do Nascimento</p><p>Cargo: Pró-Reitora Acadêmica e Pesquisadora Institucional</p><p>Nome: Gisele Colombari Gomes</p><p>Cargo: Diretora de Assuntos Acadêmicos</p><p>Nome: Maria Dalva de Barros Carvalho</p><p>Cargo: Diretora de Supervisão Pedagógica</p><p>Nome: Sandra Marisa Pelloso</p><p>Cargo: Diretora de Pós Graduação, Pesquisa e Extensão</p><p>2.	HOSPITAL MEMORIAL UNINGÁ</p><p>Nome: Raquel Marina Gobbi de Oliveira Jacometto</p><p>Cargo: Presidente da COREME</p><p>Superintendente Geral do Hospital Memorial Uningá</p><p>Nome: Daniel Borges Jacometto</p><p>Cargo: Diretor Técnico</p><p>Nome: Bruno Durso Scramin</p><p>Cargo: Diretor Clínico</p><p>Nome: Cristopher Valomin</p><p>Cargo: Coordenador Médico da Unidade de Terapia Intensiva</p><p>INSTITUIÇÕES PARCEIRAS</p><p>Secretaria Municipal de Saúde de Maringá</p><p>Secretaria Municipal de Saúde de Sarandi</p><p>Associação Norte Paranaense de Combate ao Câncer</p><p>Hospital do Câncer de Maringá</p><p>Hospital Municipal de Maringá</p><p>Hospital Metropolitano de Sarandi</p><p>Instituto do Rim de Maringá</p><p>INSTITUIÇÃO FORMADORA:</p><p>UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ</p><p>INSTITUIÇÃO EXECUTORA</p><p>HOSPITAL MEMORIAL UNINGÁ</p><p>COREME – Comissão de Residência Médica</p><p>PRESIDENTE DA COMISSÃO DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO HOSPITAL MEMORIAL UNINGÁ</p><p>Nome: Raquel Marina Gobbi de Oliveira Jacometto</p><p>E-mail institucional: hospital.prescoreme@uninga.edu.br</p><p>Telefone: (44) 99119-4121</p><p>Formação: Graduação em Medicina Especialização em Anestesiologia</p><p>Registro Profissional: CRM/PR 31.130</p><p>Lattes: http://lattes.cnpq.br/5523020505065107</p><p>1.4. Nome do Programa</p><p>Programa de Residência Médica em MEDICINA INTENSIVA ( INGRESSO DIRETO 03 ANOS)</p><p>1.5. Coordenador do Programa:</p><p>Nome: Cristopher Valomin</p><p>E- mail: cristophervalomin@yahoo.com.br</p><p>Telefone: (44) 99931-1058</p><p>Formação: Médico Intensivista</p><p>Titulação: Especialista</p><p>Registro Profissional: CRM PR – 26561</p><p>http://lattes.cnpq.br/8641209680696467</p><p>2.DOCENTES, PRECEPTORES E SUPERVISORES DO PROGRAMA</p><p>2.1. Atividades Práticas</p><p>2.1.1. Área Profissional</p><p>Nome</p><p>CPF</p><p>Especialidade</p><p>Supervisor</p><p>Preceptor</p><p>Carga Horária Semanal</p><p>1</p><p>Cristopher Valomin</p><p>04028093945</p><p>Especialista</p><p>X</p><p>X</p><p>40H</p><p>2</p><p>Heloisa Bressiani</p><p>Especialista</p><p>X</p><p>5H</p><p>3</p><p>Angelo Franzoni</p><p>Especialista</p><p>X</p><p>5H</p><p>4</p><p>Bruno Durso</p><p>07576126957</p><p>Especialista</p><p>X</p><p>5H</p><p>5</p><p>Adriane Petruco</p><p>74434896920</p><p>Especialista</p><p>X</p><p>5H</p><p>6</p><p>Jose Ricardo Colletti</p><p>01878571990</p><p>Especialista</p><p>X</p><p>5H</p><p>7</p><p>Douglas Bergamasco</p><p>88512797991</p><p>Especialista</p><p>X</p><p>5H</p><p>8</p><p>Marta A.P.L.F Neves</p><p>11260721760</p><p>Especialista</p><p>X</p><p>5H</p><p>9</p><p>Jerdal Morsoletto</p><p>01066500924</p><p>Especialista</p><p>X</p><p>5H</p><p>10</p><p>Marco Aurelio Beloto</p><p>13232368808</p><p>Especialista</p><p>X</p><p>5H</p><p>11</p><p>Mariana Rosa</p><p>04471212940</p><p>Especialista</p><p>X</p><p>5H</p><p>12</p><p>Orlando Gomes Colhado</p><p>39393720053</p><p>Doutor</p><p>X</p><p>5H</p><p>3. CARACTERIZAÇÃO DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA MEDICA EM MEDICINA INTENSIVA</p><p>A Medicina Intensiva é uma especialidade surgida nos anos 50, quando se iniciaram os conceitos de suporte respiratório e de ressuscitação cardiopulmonar e cerebral. É uma especialidade na qual, aos conhecimentos da Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Medicina de Emergência, Anestesiologia e Pediatria, somam-se os mais recentes conhecimentos médicos para a assistência ao paciente gravemente enfermo, próprios da adição de avanços na monitorização, suporte avançado de falências orgânicas, engenharia biomédica, informatização, farmacologia, ética e humanização. Em 1980, foi criada a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), tendo sido a Medicina Intensiva reconhecida como especialidade pela Associação Médica Brasileira (AMB), em 1981 e pela Comissão Mista de Especialidades (AMB, Comissão Nacional de Residência Médica – CNRM, Conselho Federal de Medicina - CFM), em 2002. A partir desta época, iniciou-se um grande desenvolvimento da Medicina Intensiva no Brasil, sendo hoje mais de 3000 Unidades de Terapia Intensiva – UTI’s – com necessidade crescente de médicos especializados para atender à demanda. A portaria governamental 3432/98 e a Resolução da Anvisa (RDC Nº 7) de 24 fevereiro de 2010 reconheceram sua importância, passando a exigir a presença do especialista titulado em Medicina Intensiva na coordenação técnica e nas atividades diárias das UTI’s brasileiras.</p><p>No Brasil, a formação do médico intensivista vem sendo realizada por meio de serviços de Residência Médica credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) e de Especialização pela Comissão de Formação do Intensivista (CoFI) da AMIB. Reconhecendo a Residência Médica (CNRM) e o Programa de Especialização em Medicina Intensiva (PEMI) como as únicas formas de excelência para a formação do especialista, a AMIB não tem poupado esforços para desenvolvê-los o mais completa e amplamente possível. Os programas de Residência Médica são credenciados e fiscalizados pela Comissão Nacional de Residência Médica – Ministério da Educação (CNRM/MEC). Os Programas de Especialização em Medicina Intensiva (PEMI) são chancelados pela AMIB e estão autorizados em Centros Formadores de Intensivistas (CeFI) credenciados e fiscalizados pela AMIB. Os egressos de ambos os programas são considerados habilitados para prestar a prova de Título de Especialista em Medicina Intensiva (TEMI) da AMIB/AMB, sendo importante ressaltar que ao concluir um programa de Residência Médica (CNRM/MEC) o egresso pode registrar-se como especialista em medicina intensiva junto ao Conselho Regional de Medicina do seu estado (CRM), ao passo que o especializando egresso de um PEMI/AMIB necessita ser aprovado na prova de título da especialidade para que esse registro</p><p>Guanabara Koogan, 2013.</p><p>OTTO, P. G. Genética Humana e Clínica. São Paulo: Rocca, 1998.</p><p>ZAHA, A. et al. Biologia Molecular Básica. 3. ed. Porto Alegre: Mercado Aberto, 2003</p><p>ROBBINS, S. P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva 2005.</p><p>MARQUIS, B. L.; HUSTON, C. J. Administração e liderança em enfermagem: teoria e prática. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.</p><p>MAXIMIANO, N. C. A. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2005.</p><p>GANDIN, D. A prática do planejamento participativo. 17. ed. Petrópolis: Vozes, 2010.</p><p>TANCREDI, F. B.; BARRIOS, S. R. L.; FERREIRA, J. H. G. Planejamento em Saúde. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 1998. v. 2. [Série Saúde & Cidadania]. (E-BOOK)</p><p>http://www.anvisa.gov.br</p><p>http://www.portalmedico.org.br</p><p>http://www.saude.gov.br</p><p>http://www.scielo.br</p><p>4</p><p>possa ocorrer junto ao CRM. Vale ressaltar que programas de especialização lato sensu não são considerados como via de formação do intensivista e sim programa de atualização médica e, portanto, não habilitam o egresso desses programas a prestar a prova de título de especialista ou registrar-se como especialista junto ao CRM.</p><p>3.1. Período de Realização: março de 2022 a março de 2025</p><p>3.2. Carga Horária Total: 8.640 horas</p><p>3.2.1. Carga Horária Teórica/Teórica-prática: 3.041 horas</p><p>3.2.2. Carga Horária Prática: 5.598 horas</p><p>3.3. Modalidade do Curso:</p><p>Modalidade de ensino de pós graduação destinada a médicos, credenciada pela Portaria Interministerial N 776/2016, mantido pela Uningá- Unidade de Ensino superior Ingá Ltda, de acordo com a lei nº 6.932 de 07 de Julho de 1981.</p><p>3.4. Denominação do Programa: Programa de Residência Médica em Medicina Intensiva</p><p>3.5. Denominação do Curso:</p><p>CURSO DE Pós graduação Lato sensu em Medicina Intensiva com ingresso em 03 anos, período integral e dedicação exclusiva.</p><p>3.6. Titulação conferida: Especialista em Medicina Intensiva</p><p>3.7. Área de Concentração:Medicina Intensiva</p><p>3.8. Área de profissão participante: Medicina</p><p>3.9. Número de Vagas Anuais: 01 vagas</p><p>4. PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO</p><p>4.1. Introdução – Histórico Institucional</p><p>Cidade e Região</p><p>O município de Maringá está localizado no noroeste paranaense. A área territorial do município corresponde a 487,930 Km², com destaque para a conservação de 03 bosques de mata nativa em área central da cidade, conferindo lugar para Maringá entre as cidades mais arborizadas do Brasil. Sua densidade populacional é de 753 hab/km2, uma das maiores do interior do Estado do Paraná. De acordo com a PMM (2017), o município possuía na época do levantamento, uma população de cerca de 404.000 mil habitantes (IBGE, 2016). A taxa de urbanização (% de residentes na área urbana) da população é de 98,2%; no Estado do Paraná, esta taxa é de 85,33% e no Brasil 84,36% (IBGE 2013). A economia predominante na região é o comércio varejista e a prestação de serviços, sendo que o município de Maringá, por situar-se numa localização de entroncamento viário, vem crescendo nos últimos anos com a instalação de empresas e indústrias de grande porte. Em função disto, atrai pessoas de várias regiões brasileiras à procura de novas oportunidades de trabalho. No tocante ao IDH, (0,841), Maringá ocupa a 2º posição em relação aos demais municípios paranaenses e 23ª posição no cenário nacional, com uma renda per capita média de R$ 1.159,97 (IBGE 2010). Quanto ao saneamento básico, 99% dos domicílios de Maringá estão ligados à rede de água tratada e coleta de lixo, enquanto que a rede de esgoto tem cobertura de 95%. A cobertura de energia elétrica nos 107.673 domicílios é de 99,9% (Maringá, 2016); em média, existem 3 habitantes por residência. A pavimentação chega a 97,8% das vias urbanas do município, com calçadas as margens de cerca de 94% dessas vias, porém com apenas 15,4% com rampas que favorecem a acessibilidade urbana.</p><p>Sob o ponto de vista geopolítico, destaca-se que, através da Lei Complementar Estadual 83 de 1998, houve a constituição da Região Metropolitana de Maringá, alterada no final de fevereiro de 2010, após sanção do então governador Roberto Requião, totalizando 25 cidades compreendidas, totalizando cerca de 700 000 habitantes.</p><p>No Campo educacional, o município de Maringá e região possuem uma importante estrutura de ensino superior instalada, destacando-se no cenário nacional por ter se tornado uma cidade polo na educação superior. A região conta com duas Universidades sendo uma Estadual, um Centro Universitário e sete Faculdades, disponibilizando um total de 18.417 vagas, nas três grandes áreas do conhecimento. Dentre as IES do município de Maringá, destaca-se que três delas possuem índice Geral de Cursos (IGC) igual a 4 – incluindo-se neste rol o Centro Universitário Ingá - Uningá.</p><p>O município de Maringá adotou a Estratégia de Saúde da Família (ESF) no ano 2000, chegando a uma cobertura de aproximadamente 85% da população em 2017. Apesar deste contexto regional, no Estado do Paraná a cobertura de PSF ainda é considerada boa, embora cubra apenas 57,6% dos paranaenses beneficiados pelo programa.</p><p>Instituição</p><p>Nesta pujante região, o Centro Universitário Ingá foi fundado em 1999 na cidade de Maringá. Seu credenciamento ocorreu com a autorização de seu primeiro curso de graduação, Odontologia, pela Portaria Ministerial n.º 1.908, de 30 de dezembro de 1999, do Ministério da Educação. O Centro Universitário Ingá tem como missão o comprometimento com a educação e com o desenvolvimento técnico-científico, articulados com a razão e ação do homem social, visando desta maneira ser reconhecida como referencial de excelência no ensino, pesquisa e extensão pela comunidade científica e pela sociedade em geral. Atualmente, o Centro Universitário Ingá (IGC=4,situando-se no seleto grupo composto por apenas 4% das IES do Brasil com nota 4) possui 22 cursos de graduação presenciais: Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fonoaudiologia, Medicina Veterinária, Medicina, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Agronomia, Arquitetura e Urbanismo, Ciência da Computação, Engenharia Civil, Engenharia da Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecatrônica (controle e automação), Engenharia Mecânica, Administração, Ciências Contábeis.</p><p>O Centro Universitário Ingá tem desenvolvido projetos junto à comunidade de Maringá e do Estado do Paraná, destacando-se o projeto institucional denominado Programa Integração Escola-Serviço-Comunidade (PIESC), que integra graduação, pós-graduação e comunidade, com importante foco nas atividades de extensão, ao mesmo tempo em que a comunidade assistida passa a ser geradora de dados úteis para estudos acadêmicos que tenham como objetivos a solução das demandas/ necessidades locais e regionais, sustentando assim a tríplice missão: ensino, pesquisa e extensão.</p><p>Pós-Graduação e Pesquisa</p><p>No campo da pós-graduação a oferta de cursos lato sensu presencial fora iniciada no ano de 2002 e atualmente conta com 68 cursos em andamento, totalizando-se cerca de 4500 alunos matriculados. A intensa e bem-sucedida atividade no campo lato sensu motivou a IES para a intensificação dos investimentos no campo da pesquisa acadêmica, com a implantação, em 2007, do Programa de Mestrado Profissional em Odontologia do Centro Universitário Ingá – Uningá, que possui duas subáreas: Ortodontia e Prótese Dentária. O Programa acompanhou a evolução e o incremento da produção científica nacional com desempenho ligeiramente superior à média daquela área, tendo obtido conceito 3 na avaliação trienal (2010-2012). Ainda no campo da pesquisa, desde 2008 a IES desenvolve regularmente, por meio de editais anuais, seu Programa de Iniciação Científica, PIC-UNINGA, concedendo bolsas de estudos para discentes, de orientação para os docentes e recursos para aquisição de materiais permanentes e/ou de consumo para os projetos aprovados; cerca de 600 projetos já foram desenvolvidos desde então, com uma relevante contribuição para o aumento da produtividade de textos científicos, notadamente artigos científicos e capítulos de livros, mas também de métodos/ protocolos e solicitações de patentes. Ainda no âmbito da iniciação Científica, mais recentemente, o Centro Universitário Ingá – Uningá foi credenciado junto ao PIBIC-CNPq. Assim, desde 2010 a IES conta com fluxo regular de fomento do CNPq para o financiamento das bolsas de pesquisa dos discentes envolvidos; como contrapartida, a exemplo do que é realizado no PIC, a IES financia a bolsa docente e os recursos para aquisição de material permanente e/ou de consumo para projetos do PIBIC-CNPq-UNINGA, além de manter seu programa institucional.</p><p>No Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq a Faculdade possui cadastrados 26 Doutores que atuam em 8 grupos de pesquisa. Além do apoio para o desenvolvimento dos projetos de pesquisa no âmbito da Iniciação Cientifica ou do Programa de Mestrado em Odontologia, a IES</p><p>possui política implantada e ativa de premiação pela produtividade científica desde 2010. Há ainda o patrocínio institucional para a participação docente em eventos científicos de relevância nacional e internacional. Objetivando a visibilidade dos projetos desenvolvidos no Centro Universitário Ingá – Uningá, ou de outras IES da região, o Centro Universitário Ingá – Uningá organiza anualmente a sua Jornada Acadêmica e Científica, com a a apresentação de artigos científicos no formato de painéis, apresentação de palestras e mesas redondas. A produtividade científica da IES e o seu comprometimento com a qualidade, regularidade e execução de políticas consistentes no âmbito da pesquisa também pode ser verificada com a manutenção de 2 periódicos científicos, a Revista Uningá (ISSN impresso: 1807-5053; ISSN online: 2318-0579) e a Revista Uningá Review (ISSN 2178-2571), ambas indexadas nas bases de dados Latindex, Google Acadêmico, Bibliomed, EBSCO host, DRJI e Periódicos CAPES e com a estratificação B4 no sistema Qualis CAPES.</p><p>4.2. Justificativa</p><p>Com estas iniciativas, o Centro Universitário Ingá – Uningá não quer se destacar por apenas fazer parte da quantidade, mas, pela qualidade de ensino que oferece, pois caminha na direção da promoção da educação no sentido pleno, para o maior e melhor desenvolvimento da região e do país. Para atingir esta meta o Centro Universitário Ingá – Uningá, trabalha seguindo as diretrizes do Plano Nacional de Educação (PNE). Tanto as metas quanto as estratégias premiam iniciativas para todos os níveis, modalidades e etapas educacionais. A Universalização e ampliação do acesso e atendimento em todos os níveis educacionais são metas mencionadas ao longo do projeto, bem como o incentivo à formação inicial e continuada de professores e profissionais da educação em geral.</p><p>Neste contexto o Curso de Programa de Residência Médica em Medicina Intensiva foi proposto considerando as demandas locorregionais e a capacidade operacional do Centro Universitário Ingá - Uningá.</p><p>A implantação de programas de residência médica em determinada localidade tende a fixar o médico naquela região, o que é profundamente desejável em se tratando de uma região onde a assistência médica não atende a demanda populacional. Além disso, forma-se um médico especialista que já conhece a realidade local e tende a estar mais comprometido socialmente.</p><p>Sendo assim, o profissional recém especializado encontrará na região amplo campo de atuação e o Centro Universitário Ingá – Uningá poderá atuar diretamente na formação de profissionais para atender às necessidades local e regional de ampliação da atenção à saúde e a capacidade de absorção dos egressos na área de influência da IES.</p><p>O programa de Residência medica em Medicina Intensiva permitirá, ainda, a inserção dos/as profissionais médicos em formação na rede de atenção em saúde, com o reconhecimento das diferentes “portas de entrada” acessadas pelos usuários e a elaboração de estratégias para a construção de sistemas de referência e contrarreferência entre os serviços, visando a garantir a continuidade e a integralidade da atenção à saúde nos diversos âmbitos em que se dão os cuidados.</p><p>Portanto, esta formação tem abrangência suficiente para capacitar os residentes a integrar o sistema de saúde como um todo, qualificando o atendimento ao usuário através da continuidade da atenção, isto ocorrerá em virtude das parcerias realizadas para implantação do Programa que prevê como cenários de prática, as diversas “portas de entrada” da Rede SUS.</p><p>4.3. Objetivo Geral</p><p>Conforme a Matriz de Competências PRM de Medicina Intensiva Ingresso Direto 03 ano, é formar e capacitar médicos a prevenir, diagnosticar, monitorar, estabilizar e tratar os agravos de saúde do paciente crítico com instabilidade vital ou com risco de desenvolver instabilidade vital na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e em Unidades de Cuidados Intermediários (UCI) ou Unidades Semi-intensivas, coordenando as ações médicas de equipe interprofissional e multiprofissional dentro e fora de UTIs ou UCIs na condução do paciente crítico. Além de valorizar, deve coordenar a gestão dos processos administrativos dessas unidades e sua relação com à instituição na qual se insere garantindo a qualidade e segurança da assistência, planejando e coordenando ações de acordo com a estratificação de risco e prognóstico dos pacientes, delineando plano diagnóstico e terapêutico, conduzindo inclusive tratamento paliativo e de fim de vida, garantindo prática clínica ética e profissional ao paciente crítico e suporte aos familiares.</p><p>4.4.Objetivos Específicos</p><p>a) Desenvolver competências para exercer ações específicas de acordo com o núcleo do saber e prática das área médica, em todos os programas e níveis de atenção à saúde do SUS, agregando gestão, assistência e pesquisa, conforme orientação ético-legal;</p><p>b) Habilitar o profissional médico, por meio da formação em serviço para atuar em equipe de forma interdisciplinar e resolutiva;</p><p>c) Planejar e implementar intervenções de saúde, considerando a realidade sócio-epidemiológica do indivíduo, família, comunidade e trabalhador de saúde, contemplando a demanda loco regional e as necessidades dos usuários do SUS;</p><p>d) Desenvolver projetos de pesquisa, com ênfase na importância da produção científica, suscitando conhecimentos e tecnologias inovadoras em saúde, contribuindo para a qualificação profissional e revertendo em benefício dos usuários do SUS;</p><p>e) Conhecer e atuar nos serviços de apoio institucional articulados com o SUS para promover ações organizadas em rede para a melhoria da qualidade de vida e saúde da população;</p><p>f) Cultivar e manter a reflexão sistemática sobre os aspectos éticos e da humanização do processo de trabalho em saúde;</p><p>g) Promover o desenvolvimento de ações educativas direcionadas aos usuários e trabalhadores do SUS.</p><p>h) Aquisição progressiva de responsabilidade pelos atos profissionais, desenvolvimento da capacidade de iniciativa, julgamento e avaliação, internalização de preceitos e normas éticas, desenvolvimento do espírito crítico e capacidade de atenção e de cuidado à saúde.</p><p>i) Desenvolver habilidades docentes e a capacidade de auto aprendizagem.</p><p>4.5 Articulação com Políticas de Saúde Locorregionais</p><p>O Programa de Residência em Medicina Intensiva foi proposto considerando as demandas loco regionais e a capacidade operacional do Centro Universitário Ingá.</p><p>Esta proposta está em consonância com as políticas estadual e nacional de saúde, com base nas novas diretrizes definidas pelo Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011 e pela Lei 141, de 13 de janeiro de 2012, buscando vivenciar um novo momento de inovações, as quais deverão promover transformações na gestão, no planejamento da saúde e nos resultados sanitários.</p><p>A proposta deste programa prevê uma articulação com os demais programas e projetos de ensino, pesquisa e extensão que tenham interface com as atividades dos residentes do programa proposto.</p><p>4.6 Pactuação com Gestor Local de Saúde</p><p>O Projeto será enviado para avaliação pelos Conselhos Municipais de Saúde dos Municípios envolvidos, após será solicitado avaliação pelas Secretarias Municipais de Saúde, assim como pela Comissão Permanente de Integração Ensino-Serviço (CIES) e pela Comissão Intergestora Bipartite (CIB), consolidando as pactuações com as instituições de saúde de referência dos municípios envolvidos nos projetos.</p><p>4.7 Parcerias</p><p>Secretaria Municipal de Saúde de Maringá</p><p>Secretaria Municipal de Saúde de Marialva</p><p>Secretaria municipal de Saúde de Sarandi</p><p>Associação Norte Paranaense de Combate ao Câncer</p><p>Hospital do Câncer de Maringá</p><p>Hospital Municipal de Maringá</p><p>Hospital Metropolitano de Sarandi</p><p>Instituto do Rim de Maringá</p><p>4.8. Diretrizes pedagógicas</p><p>O Programa de Residência Médica da Faculdade INGA busca a formação de um médico especialista, através do treinamento em serviço sob a supervisão de um preceptor ou docente em todas as suas atividades.</p><p>O médico residente tem carga horária de atividades eminentemente práticas, que</p><p>perfazem um total de 54h semanais, correspondendo a 90% da carga horária total da especialização. Dentro dessas atividades práticas, o residente passa por cenários ambulatoriais e hospitalares, prestando assistência ao paciente nos níveis primário, secundário e terciário de atenção à saúde.</p><p>A carga horária dos estágios em cada um dos cenários de prática obedece ao que está disposto na Resolução CNRM nº 02 /2006, de 17 de maio de 2006. As atividades teóricas abrangem conteúdos gerais em ética, bioética, bioestatística e epidemiologia e conteúdos específicos para cada programa, definidos pela CNRM (Resolução CNRM nº 02 /2006).</p><p>Os diversos temas são ministrados sobre a forma de aulas expositivas dialogadas, sessões anátomo-clínicas, discussão de artigos científicos, seminários, discussões de casos clínicos, sessões de treinamento em temas da prática da especialidade, reuniões de revisão bibliográfica e cursos. Os programas terão também atividades teórico-práticas desenvolvidas no Laboratório de Habilidades e no Laboratório Morfofuncional do Curso de Medicina da Faculdade INGA, cenários nos quais o médico residente poderá treinar e exercitar suas habilidades psicomotoras com relação a procedimentos essenciais à prática da sua especialidade.</p><p>A forma de abordagem do conteúdo teórico através de metodologias ativas, como o desenvolvimento de seminários e sessões clínicas, propicia o estímulo da autonomia do médico, do fomento da sua capacidade clínica e a produção científica, atributos essenciais para a boa prática médica. Ao fazer parte da Residência em Terapia Intensiva da Faculdade INGA o médico residente tem a oportunidade de integrar-se com a rede local de saúde e com os cursos de graduação nas áreas da saúde, em seus diferentes cenários de prática, o que contribui para ampliar sua prática profissional, na medida em que passa a ter um olhar interdisciplinar do processo-saúde doença. 	Conhecendo melhor a realidade local da saúde ele pode ser um profissional comprometido com as necessidades da comunidade e com capacidade resolutiva do cuidado à saúde dentro da sua área de atuação. Assim sendo, as Diretrizes pedagógicas da Residência Médica da Faculdade INGA propiciam o estímulo da formação de um médico especialista, com elevada capacidade técnica, pautada em princípios éticos, utilizando metodologias que trabalhem a busca ativa e a construção do conhecimento.</p><p>4.9. Processo seletivo</p><p>Conforme acordado com a COREME do Hospital Memorial Uningá o Exame do processo seletivo será realizado pela AMP/UCAMP como prova teórica seletiva de seu concursos de residência médica, a seleção dos candidatos será feita em duas fases, sendo a primeira fase de responsabilidade da AMP/UCAMP , já a segunda fase , de análise e defesa de currículo, e ou prova prática, sob a responsabilidade exclusiva dos Programas de Residência Médica/COREME Hospital Memorial Uningá e de acordo com as normativas da Comissão Nacional de Residência Médica , com o estabelecimento de critérios que retirem toda e qualquer subjetividade na respectiva aferição.</p><p>4.10. Avaliação discente</p><p>A avaliação das atividades teóricas/teórico-práticas será realizada pelos professores responsáveis pelas disciplinas, em conjunto com os professores participantes, tendo autonomia quanto ao sistema de avaliação, utilizando os métodos que julgar mais adequados às especificidades e características do processo ensino-aprendizagem. A proposta/instrumento de avaliação deverá ser apresentada na programação/ementa de cada disciplina.</p><p>A avaliação das atividades práticas será realizada pelos docentes, preceptores e tutores, utilizando um instrumento de caráter quali-quantitativo - Ficha de Avaliação do Residente em Saúde direcionado ao desempenho e ao desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes, conforme o perfil do egresso para o programa, complementada pela auto-avaliação do residente. Isso se efetivará durante e na conclusão das atividades em cada cenário de prática, respeitando o processo contínuo e gradativo de aprendizagem e crescimento profissional, bem como as peculiaridades de cada campo, estimulando a reflexão sobre a formação progressiva e integral do residente.</p><p>A obtenção do certificado está condicionada à apresentação e aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), a ser finalizado e entregue antes do encerramento da residência, em data pré-determinada pela Coordenação de TCC e do Programa.</p><p>Além disso, para ser aprovado o residente deverá ter freqüência mínima de 75% nas atividades teóricas/teórico-práticas e 100% de assiduidade nas atividades práticas. As atividades realizadas em dias de falta justificada deverão ser repostas, preferencialmente, em dias subseqüentes, sob orientação do tutor e preceptor. A média mínima para obter aprovação é de 7,0 (sete vírgula zero) pontos, tanto nas atividades teóricas/teórico-práticas como nas atividades práticas.</p><p>O residente que não alcançar a nota mínima nas atividades teóricas/teórico-práticas poderá se submeter ao processo de recuperação ao final de cada módulo, cujo teor focalizará as dificuldades e déficits apresentados. A possibilidade de recuperação será analisada e viabilizada pelo responsável (docente, preceptor, tutor, coordenador), submetendo a proposta ao colegiado da residência.</p><p>4.11. Auto-avaliação do programa</p><p>O programa será avaliado anualmente, ao final de cada ano de atividades, com o propósito de analisar o processo de desenvolvimento e as estratégias de implantação; identificar as facilidades e dificuldades durante a operacionalização; levantar os aspectos deficientes, os satisfatórios e os que precisam ser acrescidos. Essa dinâmica tem por intuito propor adequações e investir em modificações, buscando aprimorar o desempenho, melhorar os resultados e garantir a qualidade do Programa de Residência.</p><p>Para essa avaliação será empregado um instrumento - Formulário de Avaliação do Programa de Residência Médica, a ser preenchido por todos os participantes, sendo que a atuação de preceptores, tutores, docentes e coordenadores também será analisada, ocorrendo simultaneamente.</p><p>4.12. Infra-estrutura</p><p>4.12.1 – HOSPITAL MEMORIAL UNINGÁ</p><p>CNES: 2586142</p><p>CNPJ: 79.119.269/0001-41</p><p>Endereço: avenida paraná, n. 367 – CEP-87010-070</p><p>Telefone: (44) 3224-6464</p><p>Natureza Jurídica: Entidades empresariais</p><p>Tipo de estabelecimento: hospital geral</p><p>Tipo de unidade: unidade auxiliar de ensino</p><p>Gestão dupla</p><p>Regional de saude: 15º regional</p><p>E-mail: hospitalmemorial@uninga.br</p><p>Página na Internet: http://www.uninga.br/www.uninga.br</p><p>A nivel ambulatorial possui:</p><p>Consultorios</p><p>Leitos</p><p>CLINICAS ESPECIALIZADAS</p><p>14</p><p>0</p><p>OUTROS CONSULTORIOS NAO MEDICOS</p><p>2</p><p>0</p><p>SALA DE CIRURGIA AMBULATORIAL</p><p>1</p><p>0</p><p>SALA DE CURATIVO</p><p>1</p><p>0</p><p>A nivel hospitalar possui:</p><p>SALA DE REPOUSO/OBSERVACAO - INDIFERENCIADO</p><p>1</p><p>1</p><p>SALA DE CIRURGIA</p><p>4</p><p>0</p><p>SALA DE CIRURGIA AMBULATORIAL</p><p>1</p><p>0</p><p>SALA DE RECUPERACAO</p><p>1</p><p>6</p><p>Urgencia e Emergencia</p><p>O Hospital Memorial UNINGA possui dentro das suas instalacões a COREME, órgão presidido pela Dra Raquel Marina Gobbi de Oliveira Jacometto, composto também pelos demais membros conforme regimento próprio e secretariado pela Sra Solange Jaloto. A estrutura conta com salas confortáveis de estudos climatizadas, biblioteca com amplo acervo e auditório com equipamento de multimídia e lugar para 15 pessoas</p><p>O Hospital também conta com confortáveis quartos de repouso para os residentes, todos com banheiro próprio e climatizados.</p><p>Contamos também com refeitório próprio e todo conforto necessário ao excelente desenvolvimento dos residentes.</p><p>4.12.2</p><p>● Secretaria de Saúde de Maringá – A rede básica do município de Maringá é composta por 33 UBS, com 66 Equipes da Estratégia Saúde da Família. Conta também com sete equipes de NASF, 22 Equipes de Saúde Bucal (ESB) e quatro Clínicas Odontológicas do Bebê, Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Centro Integrado de Saúde Mental (CISAM), Centro de Apoio Psicossocial para Álcool e outras Drogas (CapsAd), Hospital Municipal de Maringá (HMM) e</p><p>Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU);</p><p>4.12.2.1</p><p>Hospital Municipal de Maringa</p><p>Inaugurado em 2002, O Hospital Municipal de Maringá Dra Thelma Villanova Kasprowicz, entidade pública, atua na prestação de serviços de saúde a toda população de Maringá, sendo referência para as 2 Unidade de Pronto Atendimento, Sul e Norte, e como porta aberta as emergências psiquiátricas.</p><p>Com 119 leitos habilitados em clínica médica, cirúrgica, pediatria, Unidade de Terapia Intensiva e psiquiatria, também dispõe de uma estrutura ambulatorial para atendimento de consultas eletivas especializadas e exames de diagnóstico por imagem.</p><p>Missão</p><p>Prestar atendimento qualificado, de forma humanizada, em âmbito municipal, aos usuários do Sistema Unico de Saúde.</p><p>Estrutura e capacidade instalada;</p><p>- Atendimento mensal ambulatorial e hospitalar - 7 mil usuários</p><p>- Recursos Humanos: 450 profissionais;</p><p>- Ambulatório</p><p>- 8 consultórios</p><p>- Setores assistenciais: Clínica médica, cirúrgica, pediatria, Unidade de Terapia Intensiva, psiquiatria; Centro Cirúrgico, Central de Material de Esterilização; Manutenção, Nutrição, Higienização, Recepção, Faturamento, RH, Laboratório, Fisioterapia, Psicologia, Capelania, Transporte , Farmácia, Diagnóstico por Imagem e Lavanderia com Hotelaria.</p><p>Comissões Atuantes</p><p>Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante – CIHDOTT</p><p>Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)</p><p>Comissão de Prontuário Médico</p><p>Comissão de óbito</p><p>Comissão de Ética Médica</p><p>Comissão de Ética de Enfermagem</p><p>Comissão de Farmácia e Terapia</p><p>Segurança do Paciente</p><p>CIPA</p><p>HOSPITAL MUNICIPAL DE MARINGA THELMA VILLANOVA KASPROWICZ</p><p>CNES: 2743477</p><p>CNPJ: -</p><p>Nome Empresarial: PREFEITURA DO MUNICIPIO DE MARINGA</p><p>Endereço: AV ARQUITETO NILDO RIBEIRO DA ROCHA NETO, n. 865 – esquina Gerson Soares – Bairro: Jardim Ipanema - Maringa PR CEP-87053-330</p><p>Telefone: (44)3221-4800</p><p>Natureza Jurídica: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA</p><p>Tipo de estabelecimento: Hospital geral</p><p>Gestão Municipal</p><p>Regional de saude: 15º regional</p><p>Diretor Clinico: RITA DE CASSIA PIRES DE ARAUJO</p><p>Página na Internet: http://www2.maringa.pr.gov.br/saude/?cod=servicos-saude/50</p><p>● Secretaria de Saúde de Sarandi - A cidade de Sarandi conta com oito Unidades Básicas de Saúde (UBS), uma Clínica Odontológica e uma Unidade Pronto Atendimento.</p><p>● Hospital Regional João de Freitas</p><p>A unidade de Pronto Socorro da Instituição é uma das maiores da região. Atende pacientes em estado de urgência/emergência encaminhados pelo Corpo de Bombeiros, SAMU - Serviço Móvel de Urgência, Viapar e pelo Pronto Atendimento Municipal, além da procura espontânea.</p><p>Em casos de urgências e emergências o atendimento é imediato. Uma equipe, formada por médico plantonista, enfermeiros e auxiliares de enfermagem estarão pronto para o atendimento 24horas por dia, todos os dias.</p><p>Além da procura espontânea, os pacientes internados na Associação Norte Paranaense de Combate ao Câncer são provenientes de Arapongas e de mais de 150 municípios do Paraná, encaminhados através da Central de Regulação. O Hospital também recebe pacientes de outros estados da federação, através da Central Nacional de Alta Complexidade.</p><p>O centro cirúrgico conta com 11 salas cirúrgicas equipadas, onde são realizadas cirurgias de pequeno (34,67%), médio porte (28,03%) e grande porte (37,30%).</p><p>Além de realizar cirurgias eletivas também são realizadas cirurgias de urgência a qualquer hora do dia.</p><p>HONPAR Hospital Norte Paranaense</p><p>Nome Fantasia: Associacao norte parananense de combate ao cancer</p><p>CNES: 2576341</p><p>CNPJ: 04.169.712/0001-90</p><p>Endereço: rodovia pr 218 s/n arapongas pr – cep-86702-670</p><p>Telefone: (43) 3275-0200</p><p>Natureza jurídica: entidades sem fins lucrativos</p><p>Tipo de estabelecimento: hospital geral</p><p>Tipo de unidade: unidade auxiliar de ensino</p><p>Gestão dupla</p><p>Regional de saude: 16º regional</p><p>Diretor clinico: rogerio toshio teuya</p><p>Página na internet: https://honpar.com.br/</p><p>● Instituto do Rim de Maringá</p><p>Clínica de Hemodiálise parceira do Hospital Memorial Uningá que atende pacientes com doença renal crônica e insuficiência renal aguda em caráter ambulatorial e hospitalar. Atende em torno de 150 pacientes, predominantemente do SUS, contando com equipe multiprofissional capacitada.</p><p>INSTITUTO DO RIM DE MARINGA</p><p>Nome Empresarial: INSTITUTO DO RIM DE MARINGA EIRELI</p><p>CNES: 2586568</p><p>CNPJ: 78.189.347/0001-11</p><p>Endereço: AV PARIGOT DE SOUZA n 464 centro maringa PR CEP 87013-300</p><p>Telefone: (44)3224-6311</p><p>Natureza jurídica: ENTIDADES EMPRESARIAIS</p><p>Tipo de estabelecimento: UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ISOLADO)</p><p>Gestão MUNICIPAL</p><p>Regional de saude: 15º regional</p><p>Diretor clinico: Almerio Votto Pereira</p><p>Horario de Funcionamento: Segunda a sexta feira das 8:00 as 22:00 horas</p><p>● Hospital do Câncer de Maringá</p><p>Hospital do Câncer de Maringá é uma instituição privada sem fins lucrativos atuando na área de medicina geral sobretudo na prevenção e no tratamento do câncer. Atendemos pacientes particulares e do Sistema Único de Saúde (SUS).</p><p>4.12.1 – HOSPITAL DO CANCER DE MARINGA</p><p>Nome Empresarial: INSTITUTO DE ONCOLOGIA E HEMATOLOGIA MARINGA LTDA</p><p>CNES: 2586169</p><p>CNPJ: 78.189.537/0001-39</p><p>Endereço: AV DR LUIZ TEIXEIRA MENDES n 1763 Zona 40 Maringa CEP: 87015-000</p><p>Telefone: (44)3224-8802</p><p>Natureza Jurídica: Entidades empresariais</p><p>Tipo de estabelecimento: hospital geral</p><p>Gestão Municipal</p><p>Regional de saude: 15º regional</p><p>Hospital Metropolitano de Sarandi</p><p>O Hospital Metropolitano de Sarandi e um dos principais parceiros do Hospital Memorial UNINGA. Conta com estrutura ampla e servicos especializados ao atendimento de urgencia e emergencia sendo fundamental para o desenvolvimento dos residentes nas areas de trauma e neurocriticos.</p><p>4.12.1 – METROPOLITANA DE SARANDI</p><p>Nome Empresarial: REDE DE ASSISTENCIA A SAUDE METROPOLITANA</p><p>CNES: 2825589</p><p>CNPJ: 05.550.451/0001-16</p><p>Endereço: Avenida Dom Pedro, n. 65 jardim Edmar Sarandi PR – CEP-87113-280</p><p>Telefone: (44)3264-8800</p><p>Natureza Jurídica: ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS</p><p>Tipo de estabelecimento: hospital geral</p><p>Gestão: Estadual</p><p>Regional de saude: 15º regional</p><p>Diretor clinico: ANTONIO NOGUEIRA NETO</p><p>E-mail:</p><p>Página na Internet: https://www.redemetropolitana.org.br/</p><p>5. INSTALAÇÕES GERAIS DO CENTRO UNIVERSITÁRIO INGÁ – UNINGÁ</p><p>5.1. Salas de aulas e anfiteatros -</p><p>A Faculdade INGA conta com salas de aulas climatizadas, equipadas com mobiliário completo, quadro branco, marcador e multimídia. Contam também com auditórios e anfiteatros distribuídos pelo campus sede, salas para reunião, orientação, videoconferência, e laboratórios de ensino prático.</p><p>Possui também 01 Laboratórios de Habilidades que se destina ao ensino de técnicas básicas e procedimentos, treinamento e aquisição de habilidade, como também proporcionar ambiente adequado para o manuseio de materiais e equipamentos modernos que simulam situações reais e reproduzem o ambiente de assistência à saúde. Tais laboratórios estão equipados com mobiliário, materiais, dispositivos e artefatos permanentes e/ou descartáveis, equipamentos e simuladores modernos que contribuem para o processo ensino-aprendizagem.</p><p>5.2 Locais para repouso dos residentes -</p><p>O Hospital Memorial possui quartos/salas para descanso e/ou repouso dos residentes e demais profissionais de saúde, assim como copa/refeitório para lanches e refeições. Serão fornecidos, ainda, jaleco e crachá com identificação.</p><p>5.3 Laboratórios de Ensino</p><p>O Centro Universitário Ingá – Uningá, compromissado com o ensino de qualidade, oferece aos alunos acesso a vários laboratórios para atividades complementares, trabalhos, aulas práticas e pesquisa.</p><p>Os laboratórios de informática são equipados com computadores e impressoras com processadores adequados e acesso à internet e são atualizados com software ou com novos equipamentos conforme a necessidade.</p><p>Estão disponíveis laboratórios específicos e multidisciplinares equipados para abordagem dos diferentes aspectos macro e microscópicos das ciências da vida que incluem anatomia, histologia, fisiologia,</p><p>bioquímica, farmacologia e técnica operatória.</p><p>Possui também um Laboratório de Habilidades que se destina ao ensino de técnicas básicas e procedimentos, treinamento e aquisição de habilidade, como também proporcionar ambiente adequado para o manuseio de materiais e equipamentos modernos que simulam situações reais e reproduzem o ambiente de assistência à saúde. Tais laboratórios estão equipados com mobiliário, materiais, dispositivos e artefatos permanentes e/ou descartáveis, equipamentos e simuladores modernos que contribuem para o processo ensino-aprendizagem.</p><p>5.4. Locais para estudo dos residentes</p><p>A estrutura do Hospital Memorial possui salas tanto para aulas, reuniões/discussões coletivas, como para estudo individualizado. Além destes espaços, os residentes podem frequentar a biblioteca central do Centro Universitário Ingá – Uningá e a biblioteca setorial do Hospital Memorial, onde há sala disponível para estudo individual, com livre acesso ao acervo literário e às bases de dados on-line.</p><p>5.5. Equipamentos de informática</p><p>O Centro Universitário Ingá – Uningá dispõe de laboratórios de informática equipados com microcomputadores interligados em rede e com acesso de alta velocidade à internet, utilizados para fins pedagógicos como instrumento de apoio para dinamizar as aulas por meio dos múltiplos recursos do computador e como ambiente de pesquisa, comunicação e interação.</p><p>5.6. Biblioteca e periódicos</p><p>O Centro Universitário Ingá – Uningá dispõe de uma Biblioteca, no campus universitário, dotada de um sistema de recursos para pesquisa (catálogo on-line; biblioteca digital; periódicos CAPES; bases on-line; tutorial bases on-line) e de um número expressivo de exemplares impressos e de periódicos científicos sobre temas da área da saúde e/ou áreas afins. Além dessa, a Biblioteca setorial do Hospital Memorial conta com acervo bibliográfico especializado na área da saúde e acesso aos sistemas de pesquisa on-line. Ambas tem salas de estudo e salas de informática para facilitar o acesso dos usuários, e contribuem para a formação acadêmica e o aprimoramento profissional, dando suporte para o ensino e a pesquisa.</p><p>6. CENÁRIOS DE PRÁTICA</p><p>CENÁRIOS DE PRÁTICA CONFORME ATIVIDADES:</p><p>1. PRÁTICAS;</p><p>2. TEÓRICO - PRÁTICA</p><p>3. TEÓRICAS</p><p>7. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE</p><p>O corpo docente está constituído por professores pertencentes ao corpo clinico do Hospital Memorial UNINGA e por profissionais vinculados aos serviços que compõem os cenários de prática, ambos com experiência e titulação acadêmica (especialização, mestrado, doutorado), integrando academia e serviço no que se refere ao conteúdo teórico e prático e à concepção do Programa de Residência proposto.</p><p>O rol de professores e profissionais participantes está apresentado no item 2, no quadro de docentes, e preceptores do programa.</p><p>8. PERFIL GERAL DO EGRESSO</p><p>O perfil do egresso contempla médicos com formação especializada, permitindo o desenvolvimento da competência teórica e técnica, em conformidade com as normas e resoluções da CNRM; competência técnica e científica, tendo em vista o estágio atual do desenvolvimento científico e tecnológico; experiência profissional, tendo em vista que se trata de modalidade de pós-graduação caracterizada pelo treinamento em serviço; formação humanista do médico, dando especial atenção à visão ética, bioética e deontológica do exercício profissional; capacidade de relação com o outro, tendo em vista os referenciais da ética e da bioética; capacidade de atenção e de cuidado à saúde, com atitude ética humanista, conhecimento técnico-científico e habilidade técnica exigida na sua área.</p><p>9. MATRIZ CURRICULAR – EIXO TRANSVERSAL	Comment by Superintendente 01: Colocar na ordem correta</p><p>9. MATRIZ CURRICULAR – EIXO TRANSVERSAL</p><p>9 MATRIZ CURRICULAR – EIXO TRANSVERSAL</p><p>9.1 ISTRIBUIÇÃO DAS ATIVIDADES POR ANO</p><p>EM ATIVIDADE TEÓRICO PRÁTICA E TÉORICA</p><p>9.2 SEMANA PADRÃO</p><p>- PRIMEIRO ANO</p><p>- SEGUNDO ANO</p><p>- TERCEIRO ANO</p><p>9.3 ESCALA ANUAL</p><p>10. MATRIZ DE COMPETÊNCIA – ESTRUTURA CURRICULAR</p><p>11. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS</p><p>1o Ano</p><p>1. Atividade Teórico Prática Específica I</p><p>1152 HORAS</p><p>1.1. UTI GERAL</p><p>120 HORAS</p><p>1.2. Enfermaria de Especialidades (ESTAGIO EM CLINICA MEDICA)</p><p>120 HORAS</p><p>1.3. Atividade em Ambulatório (AMBULATORIO POS ALTA UTI)</p><p>120 HORAS</p><p>1.4. Urgência e Emergência</p><p>120 HORAS</p><p>1.5. Centro Cirúrgico- (ESTAGIO EM ANESTESIOLOGIA)</p><p>288 HORAS</p><p>1.6 UTI CIRURGICA PRE E POS OPERATORIO DE CIRURGIA DE GRANDE PORTE</p><p>288 HORAS</p><p>1.7 UTI POLITRAUMATIZADOS E/OU GRANDE QUEIMADO</p><p>288 HORAS</p><p>1.8 EXPERIENCIA ASSISTENCIAL ENVOLVENDO PACIENTES ESPECIAIS (GESTANTES // PUERPERAS // IMUNODEPRIMIDOS)</p><p>2.328 HORAS</p><p>TOTAL PRATICA (80% CARGA HORARIA)</p><p>2. Atividade Teórica Específica I – 20 % DA CARGA HORARIA</p><p>12h</p><p>2.1. Metodologia da Pesquisa Científica</p><p>30h</p><p>2.2. Políticas Públicas em Saúde</p><p>12h</p><p>2.3. Gestão em Serviços de Saúde</p><p>498 HORAS</p><p>2.4.TOPICOS EM MEDICINA INTENSIVA</p><p>552 HORAS</p><p>Carga Horária TEORICA TOTAL (20% DA CARGA HORARIA)</p><p>2880HORAS</p><p>Carga horária total</p><p>2 o Ano</p><p>1. Atividade Prática Específica II</p><p>1872H</p><p>1.1. UTI GERAL</p><p>240H</p><p>1.2 UTI CIRURGICA PRE E POS OPERATORIO DE CIRURGIA DE GRANDE PORTE</p><p>240H</p><p>1.3. UTI POLITRAUMATIZADOS E/OU GRANDE QUEIMADO</p><p>240H</p><p>1.4. EXPERIENCIA ASSISTENCIAL ENVOLVENDO PACIENTES ESPECIAIS (GESTANTES // PUERPERAS// IMUNODEPRIMIDOS)</p><p>2592h</p><p>Carga Horária (90% CARGA HORARIA)</p><p>2. Atividade Teórica Específica II (10% DA CARGA HORARIA</p><p>288h</p><p>2.1 TOPICOS EM TERAPIA INTENSIVA</p><p>3 o Ano</p><p>1. Atividade Prática Específica III</p><p>2.112H</p><p>1.1. UTI GERAL</p><p>240H</p><p>1.2 UTI CIRURGICA PRE E POS OPERATORIO DE CIRURGIA DE GRANDE PORTE</p><p>240H</p><p>1.3. UTI POLITRAUMATIZADOS E/OU GRANDE QUEIMADO</p><p>2592h</p><p>Carga Horária (90% CARGA HORARIA)</p><p>2. Atividade Teórica Específica II</p><p>288h</p><p>2.1 TOPICOS EM TERAPIA INTENSIVA</p><p>2880h</p><p>Carga horária total</p><p>9.1. DISTRIBUIÇÃO DAS ATIVIDADES POR ANO EM ATIVIDADE TEÓRICO PRÁTICA E TEÓRICA.</p><p>DISTRIBUIÇÃO DAS ATIVIDADES</p><p>Carga Horária Anual</p><p>Carga Horária Total</p><p>1º ano</p><p>2º ano</p><p>3º ano</p><p>Atividade Teórica</p><p>552 h</p><p>288 h</p><p>288 h</p><p>1.128 h</p><p>Atividade Prática</p><p>2.328 h</p><p>2.592 h</p><p>2.592 h</p><p>7.512 h</p><p>Carga Horária</p><p>2.880 h</p><p>2.880 h</p><p>2.880 h</p><p>8.640 h</p><p>9.2. SEMANA PADRÃO* –</p><p>60 HORAS POR 7 DIAS DA SEMANA = 8H E 57 MINUTOS</p><p>HORÁRIO DA SEMANA PADRÃO: 7H - 12H E DAS 13H - 17H</p><p>1 PLÇANTÃO DE 12 HORAS OU DOIS (2) DE 6 HORAS POR SEMANA</p><p>PRIMEIRO ANO (R1)</p><p>Segunda</p><p>Terça</p><p>Quarta</p><p>Quinta</p><p>Sexta</p><p>Sábado</p><p>Domingo</p><p>Atividade Prática Específica I</p><p>7:00 às 12:00 hrs</p><p>Atividade Prática Específica I</p><p>7:00 às 12:00 hrs</p><p>Atividade Prática Específica I</p><p>7:00 às 12:00 hrs</p><p>Atividade Prática Específica I</p><p>7:00 às 12:00 hrs</p><p>Atividade Prática Específica I</p><p>7:00 às 12:00 hrs</p><p>Plantao</p><p>7:00 as 19:00 horas</p><p>Visita hospitalar (7:00 as 13:00 horas)</p><p>Atividade Prática Específica I</p><p>13:00 AS 17:00 às</p><p>Atividade Teorica Específica I</p><p>13::00 às 17:00 horas</p><p>Atividade Prática Específica I</p><p>13:00 AS 17:00 às</p><p>Atividade Prática Específica I</p><p>13:00 AS 17:00 às</p><p>Atividade Prática Específica I</p><p>13:00 AS 17:00 às</p><p>Dia</p><p>Manhã</p><p>Tarde</p><p>Noite</p><p>2ª feira</p><p>7 às 12h</p><p>Atividade prática específica I</p><p>13 às 17 h</p><p>Atividade prática específica I</p><p>Plantão de 12h</p><p>(alternado</p><p>c/ plantões de</p><p>finais de semana)</p><p>3ª feira</p><p>7 às 12h</p><p>Atividade prática específica I</p><p>13 às 17h</p><p>Atividade Teorica específica I</p><p>4ª feira</p><p>7 às 12h</p><p>Atividade prática específica I</p><p>13 às 17h</p><p>Atividade prática específica I</p><p>5ª feira</p><p>7 às 12h</p><p>Atividade prática específica I</p><p>13 às 17h</p><p>Atividade prática específica I</p><p>6ª feira</p><p>7 às 12h</p><p>Atividade prática específica I</p><p>13 às 17h</p><p>Atividade teórica I</p><p>Sábado</p><p>Plantão de 12h</p><p>(alternado c/ domingo)</p><p>Domingo</p><p>Visita hospitalar de 6h</p><p>(alternado c/ sábado)</p><p>9.3. SEMANA PADRÃO* –</p><p>SEGUNDO ANO (R2)</p><p>Segunda</p><p>Terça</p><p>Quarta</p><p>Quinta</p><p>Sexta</p><p>Sábado</p><p>Domingo</p><p>Atividade Prática Específica II</p><p>7:00 às 12:00 hrs</p><p>Atividade Prática Específica II</p><p>7:00 às 12:00 hrs</p><p>Atividade Prática Específica II</p><p>7:00 às 12:00 hrs</p><p>Atividade Prática Específica II</p><p>7:00 às 12:00 hrs</p><p>Atividade Prática Específica II</p><p>7:00 às 12:00 hrs</p><p>Visita hospitalar (7:00 as 13:00 horas)</p><p>Plantao</p><p>7:00 as 19:00 horas</p><p>Atividade Prática Específica II</p><p>13:00 AS 17:00 às</p><p>Atividade Teorica Específica II</p><p>13:00 às 17:00 horas</p><p>Atividade Prática Específica II</p><p>13:00 AS 17:00 às</p><p>Atividade Prática Específica II</p><p>13:00 AS 17:00 às</p><p>Atividade Prática Específica II</p><p>13:00 AS 17:00 às</p><p>Plantao 19:00 as 7:00 horas</p><p>Reuniao magna teorica 18:00 as 20:00 horas</p><p>9.3. SEMANA PADRÃO* –</p><p>TERCEIRO ANO (R3)</p><p>Segunda</p><p>Terça</p><p>Quarta</p><p>Quinta</p><p>Sexta</p><p>Sábado</p><p>Domingo</p><p>Atividade Prática Específica III</p><p>7:00 às 12:00 hrs</p><p>Atividade Prática Específica III</p><p>7:00 às 12:00 hrs</p><p>Atividade Prática EspecíficaIII</p><p>7:00 às 12:00 hrs</p><p>Atividade Prática Específica III</p><p>7:00 às 12:00 hrs</p><p>Atividade Prática Específica III</p><p>7:00 às 12:00 hrs</p><p>Palntao 7:00 as 19:00 horas</p><p>Visita hospitalar 7:00 as 13:00 horas</p><p>Atividade Prática Específica III</p><p>13:00 AS 17:00 às</p><p>Atividade Teorica EspecíficaIII</p><p>13:00 às 17:00 horas</p><p>Atividade Prática Específica III</p><p>13:00 AS 17:00 às</p><p>Atividade Prática Específica III</p><p>13:00 AS 17:00 às</p><p>Atividade Prática Específica III</p><p>13:00 AS 17:00 às</p><p>Plantao das 19:00 as 7:00 horas</p><p>Reuniao magna teorica 18:00 as 20:00 horas</p><p>9.5. Atividades Teóricas</p><p>PERÍODO</p><p>Semestre/</p><p>ano</p><p>NOME DA DISCIPLINA</p><p>PROFESSOR RESPONSÁVEL/TITULAÇÃO</p><p>H/A*</p><p>1°/2022</p><p>Metodologia da Pesquisa Científica I</p><p>12h</p><p>1°/2022</p><p>Políticas Públicas em Saúde</p><p>30h</p><p>1°/2022</p><p>Gestão em Serviços de Saúde</p><p>12h</p><p>1°/2022</p><p>Bases para o Atendimento de Urgência e Emergência</p><p>24h</p><p>1°/2022</p><p>Tópicos em Medicina Intensiva I</p><p>Dr. Cristopher Valomin</p><p>498h</p><p>1°/2023</p><p>Tópicos em medicina intensiva II</p><p>Dr. Cristopher Valomin</p><p>288h</p><p>1°/2024</p><p>Tópicos em medicina intensiva III</p><p>Dr. Cristopher Valomin</p><p>288h</p><p>10 ESCALA ANUAL</p><p>FEV</p><p>MAR</p><p>ABR</p><p>MAI</p><p>JUN</p><p>JUL</p><p>AGO</p><p>SET</p><p>OUT</p><p>NOV</p><p>DEZ</p><p>JAN</p><p>R1</p><p>UTI G</p><p>UTI G</p><p>UTI G</p><p>CLINICA MEDICA</p><p>UTI G</p><p>ANESTESIOLOGIA</p><p>URGENCIA E EMERGENCIA</p><p>CX GERAL</p><p>FERIAS</p><p>UTI CX</p><p>UTI ONCOLOGICA</p><p>UTI G</p><p>R2</p><p>UTI CX</p><p>UTI G</p><p>UTI ONCOLOGIC</p><p>UTI CX + POLIT.</p><p>UTI CX + POLITRAUMA</p><p>UTI G</p><p>OPTATIVO</p><p>FERIAS</p><p>UTI G</p><p>UTI CX</p><p>UTI G</p><p>UTI G</p><p>R3</p><p>UTI G</p><p>UTI G</p><p>UTI G</p><p>UTI CX</p><p>UTI CX + POLITRAUMA</p><p>UTI G</p><p>FERIAS</p><p>OPTATIVO</p><p>UTI G</p><p>UTI CX</p><p>UTI ONCOLOGICA</p><p>UTI G</p><p>11. MATRIZ DE COMPETÊNCIA</p><p>12. COMPETÊNCIAS POR ANO DE TREINAMENTO</p><p>AO TÉRMINO DO PRIMEIRO ANO- R1</p><p>1) Dominar a anamnese, o exame clínico geral específico, registrando em prontuário.</p><p>2) Dominar o atendimento do paciente clínico e/ou em pós-operatório com as doenças médicas mais prevalentes (cardíacas, respiratórias, neurológicas, gastroenterológicas, nefrológicas, hematológicas, e metabólicas e outras).</p><p>3) Dominar o atendimento dos pacientes sob efeito anestésico (controle das vias aéreas, sedação, monitorização respiratória, hemodinâmica, neurológica e outras).</p><p>4) Dominar intubação traqueal e manejo de via aérea difícil, acesso venoso periférico e central, acesso arterial, passagem de sondas gastrointestinais, cateterização urinária, punção lombar, paracentese, toracocentese de alívio, cricostomia, traqueostomia, drenagem de tórax, desfibrilação e cardioversão, instalação de marca-passo cardíaco (transvenoso ou transtorácico), pericardiocentese, aferição de débito cardíaco e variáveis hemodinâmicas e outros procedimentos frequentes na Medicina Intensiva.</p><p>5) Aplicar o uso de bronscoscopia com fibroscópio para obtenção de via aérea difícil e aspiração endotraqueal com remoção de rolhas de forma emergencial e restauração de ventilação apropriada.</p><p>6) Dominar a ventilação assistida como administração de oxigênio (com uso de diferentes dispositivos de administração).</p><p>7) Aplicar o uso do ultrassom para diagnóstico e intervenções emergenciais como: localização vascular e punção vascular guiada, ustrassonografia do intensivista – USI (ultrassom hemodinâmico com avaliação cardíaca, da veia cava e pulmonar) a beira leito; ultrassonografia FAST, ultrassonografia da bexiga para avaliação de enchimento vesical</p><p>8) Dominar a estabilização vital das situações de emergência mais prevalentes e importantes como: parada cardiorespiratória, choque, emergências hipertensivas, atendimento ao politraumatizado, ao paciente neurocrítico, ao paciente com sepse, à gestante e outros.</p><p>9) Compreender a administração de analgesia por cateter epidural.</p><p>10) Analisar a monitorização multimodal do paciente neurológico crítico</p><p>11) Compreender a instalação de tubo gastroesofágico (de Sengstaken-Blakemore ou equivalente).</p><p>12) Compreender a indicação para a realização segura de gastroscopia.</p><p>13) Valorizar o Sistema Único de Saúde.</p><p>OBSERVAÇÃO: Estas habilidades deverão ser desenvolvidas em serviços de clínica médica (clínica médica, cardiologia, pneumologia, nefrologia, neurologia e infectologia), em emergências (clínica, cirúrgica, cardiológica, obstétrica), anestesiologia e cirurgia</p><p>AO TÉRMINO DO SEGUNDO ANO R2</p><p>1. Dominar o registro e documentação precisos e legíveis, mantendo bom relacionamento com pacientese familiares, respeitando as decisões sobre o cuidado e tratamento, demonstrando respeito pela cultura e crença religiosa, além de atenção ao seu impacto na tomada de decisão.Respeitar a privacidade, dignidade, confidencialidade e restrições legais para o uso de dados do paciente.</p><p>2. Valorizar o relacionamento profissional com a equipe de saúde.</p><p>3. Dominar os procedimentos de ressuscitação e controle inicial do paciente agudamente enfermo, adotando abordagem estruturada e oportuna para reconhecimento, avaliação e estabilização do paciente com sua fisiologia agudamente desorganizada, dominando a ressuscitação cardiopulmonar, controlando o paciente após a ressuscitação, selecionando e priorizando os pacientes, julgando a admissão em tempo adequado na UTI, avaliando e proporcionando o controle inicial do paciente de trauma, dos pacientes queimados e outros. 4. Ordenar o controle de catástrofe em massa.</p><p>5. Dominar a avaliação, investigação, monitoramento e interpretação de dados dos pacientes obtendo história e realizando exame clínico, realizando investigações.</p><p>6. Dominar a monitorização e interpretação das variáveis fisiológicas.</p><p>7. Analisar exames complementares como: ecocardiografia (transtorácica/transesofágica), radiografia convencional (Raio X de tórax, abdomen, ossos e outros) ultrassonografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética, eletroencefalografia, exames de hemodinâmica e outros.</p><p>8. Dominar o uso do ultrassom para o diagnóstico e realização de intervenções emergenciais como para localização vascular e punção vascular guiada, ultrassonografia do intensivista – USI (ultrassom hemodinâmico com avaliação cardíaca, da veia cava e pulmonar) a beira leito; ultrassonografia FAST, ultrassonografia da bexiga para avaliação de enchimento vesical</p><p>9. Analisar os exames complementares laboratoriais.</p><p>10. Dominar a coleta de amostras microbiológicas, para gasometria sanguínea e outras.</p><p>11. Compor equipe com radiologistas, hemodinamicistas e outros profissionais que realizam exames complementares em pacientes gravemente enfermos para organizar e interpretar os exames clínicos.</p><p>12. Dominar o controle das principais doenças críticas do paciente gravemente enfermo com condições clínicas agudas, identificando as implicações de doença crônica e de doenças concomitantes, em especial os riscos de insuficiência circulatória, insuficiência renal, insuficiência hepática, comprometimento neurológico, insuficiência gastrointestinal aguda, síndrome do desconforto respiratória aguda (SARA), sepse, intoxicação com drogas ou toxinas ambientais, obstétricas e outras.</p><p>13. Dominar o cuidados perioperatórios do paciente de alto risco, em especial os pacientes após cirurgia cardíaca, craniotomia, transplante de órgão sólido, trauma, gestante e outros 14. Identificar e tentar minimizar as consequências físicas e psicossociais da doença crítica para o paciente e a família.</p><p>15. Dominar a avaliação, prevenção</p><p>e tratamento da dor e delirium.</p><p>16. Dominar a sedação e o bloqueio neuromuscular.</p><p>17. selecionar os sistemas de pontuação comumente utilizados para avaliação de gravidade de doenças mais prevalentes em unidades de terapia intensiva.</p><p>18. Coordenar e informar as necessidades de cuidados na alta da UTI aos profissionais da saúde, pacientes e familiares.</p><p>19. Valorizar e assegurar a comunicação eficaz com o paciente e familiares</p><p>20. Organizar a alta segura dos pacientes da unidade de terapia intensiva.</p><p>21. Dominar o transporte do paciente gravemente enfermo mecanicamente ventilado e/ou com suporte hemodinâmico.</p><p>22. Valorizar e assegurar a comunicação eficaz com membros da equipe de saúde</p><p>23. Valorizar e assegurar a continuidade do cuidado por meio da passagem adequada, detalhada, responsávele efetiva das informações clínicas aos profissionais de todas as áreas. 24. Valorizar e assegurar a supervisão das atividades nas unidades de terapia intensiva e unidades de cuidados intermediários ou semi-intensivas e delegar a outros a administração do cuidado ao paciente, quando pertinente.</p><p>25. Respeitar os preceitos éticos, bioéticos e legais, bem como o relacionamento com profissionais da saúde, pacientes e familiares.</p><p>26. Buscar e valorizar as oportunidades de aprender e integrar o novo conhecimento à prática clínica.</p><p>AO TÉRMINO DO TERCEIRO ANO –R3</p><p>1. Dominar a prescrição de drogas e de terapias específicas em pacientes gravemente enfermo, incluindo antimicrobianos, sangue e hemocomponentes, líquidos e drogas vasoativas ou inotrópicas, dispositivos mecânicos de assistência à circulação, suporte ventilatório invasivo e não invasivo, terapia de substituição renal, controle de distúrbios eletrolíticos, da glicose e acidobásicos e outros</p><p>2. Coordenar e proporcionar a avaliação e suporte nutricional.</p><p>3. Dominar o diagnóstico de morte encefálica e cuidados do potencial doador. 4. Ajuizar o processo de pausar ou suspender o tratamento, junto com a equipe multidisciplinar, discutindo os cuidados de fim da vida com o paciente e seus familiares/substitutos.</p><p>5. Aplicar os cuidados paliativos do paciente gravemente enfermo.</p><p>6. Coordenar equipe multidisciplinar em unidade de terapia intensiva e em unidades de cuidados intermediários ou semi-intensivas.</p><p>7. Valorizar medidas locais de controle da infecção.</p><p>8. Avaliar riscos ambientais e promover a segurança do paciente e da equipe, identificando e minimizando riscos de incidentes críticos e eventos adversos, incluindo as complicações da doença crítica.</p><p>9. Coordenar e organizar reuniões científicas.</p><p>10. Avaliar e e aplicar diretrizes, protocolos e conjuntos de cuidados.</p><p>11. Formular responsabilidades gerenciais e administrativas relacionadas a unidade terapia intensiva.</p><p>12. Produzir um trabalho científico, utilizando o método de investigação adequado e apresentá-lo em congresso médico ou publicar em revista científica ou apresentar publicamente em forma de monografia.</p><p>ATIVIDADES TEÓRICAS - R1</p><p>Metodologia de Pesquisa Científica I</p><p>Carga Horária:</p><p>12 horas</p><p>Ementa: Introdução ao estudo das bases teóricas do conhecimento científico. Elementos da metodologia científica. Levantamento bibliográfico online.</p><p>Objetivos:</p><p>Possibilitar ao aluno compreender e aplicar os diversos métodos e técnicas de investigação científica.</p><p>Desenvolver a capacidade de observação e análise.</p><p>Sistematizar e comunicar dados da pesquisa de acordo com critérios lógicos e rigor científico.</p><p>Políticas Públicas de Saúde</p><p>Carga Horária: 30 horas</p><p>Ementa: Discussão das políticas de saúde, a evolução histórica e a organização dos serviços de saúde no Brasil, considerando o contexto social e político brasileiro,</p><p>Objetivos: Adquirir noções básicas de três eixos disciplinares da saúde coletiva: políticas de saúde, ciências sociais aplicadas à saúde. Identificar as relações entre o saber produzido cientificamente no setor saúde, sua proposta de intervenção e as proposições políticas e práticas geradas a partir da própria estrutura social onde se inserem. Compreender as dinâmicas das políticas de saúde contemporânea e sua aplicação prática na Saúde Coletiva.</p><p>Compreender o significado do processo saúde doença dentro do âmbito biológico, psicológico e social dentro dos seus aspectos históricos;</p><p>Capacitar para atuação na área da saúde pública, seguindo os princípios do SUS, através de ações coletivas e individuais; Interpretar, refletir e analisar criticamente a história das políticas públicas de saúde no Brasil;</p><p>Proporcionar aos acadêmicos a compreensão da Reforma sanitária, construção do SUS, seus princípios, diretrizes e legislação; Analisar criticamente a relação entre o estado de saúde das populações humanas, o desenvolvimento socioeconômico e o ambiente, identificando os seus condicionantes;</p><p>Conhecer as formas de organização, modelos e financiamento dos sistemas de saúde no Brasil. Compreender a importância de se trabalhar em uma equipe multiprofissional de Saúde da Família, contextualizando o indivíduo no seu âmbito familiar e social;</p><p>Compreender os conceitos de promoção e prevenção da saúde: tecnologias de intervenção, de educação e comunicação em saúde. Compreender conceitos e técnicas apropriadas para planejar e realizar ações de educação em saúde na comunidade;</p><p>GESTÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE</p><p>Carga Horária: 12 horas</p><p>Ementa: Introdução à Teoria Geral da Administração. Linhas teóricas e princípios da Administração de Serviços de Saúde. Gestão pelo SUS, subsidiada pelas Políticas Assistenciais e normatização em saúde.</p><p>Objetivos: Preparar o acadêmico para a administração e gerenciamento de serviços de saúde – públicos e privados, por meio do embasamento científico, técnico e político.</p><p>Refletir sobre os princípios básicos da Administração de Serviços de Saúde;</p><p>Discutir sobre os recursos diversos necessários à Administração e ao Gerenciamento de Serviços de Saúde;</p><p>Capacitar o aluno para atender demandas mercadológicas, com base na integralidade e princípios éticos e legais vigentes.</p><p>Bases para o Atendimento de Urgência e Emergência</p><p>Carga Horária: 24 horas</p><p>Ementa: Reconhecimento de pacientes em situação de risco e noções sobre os procedimentos para o atendimento pré-hospitalar.</p><p>Objetivos:</p><p>Proporcionar ao aluno aquisição de conhecimentos teóricos na atenção a PCR. Visando a formação do generalista: valorizar a prevenção e detecção precoce das situações de risco;</p><p>Capacitar o aluno a fazer a reconhecer situações de risco</p><p>Atividade Pratica Específica I, II, e III</p><p>Carga Horária:</p><p>7.512 horas</p><p>Objetivos: Correlacionar os conhecimentos pertinentes aos eixos temáticos estudados nas disciplinas relacionados aos conhecimentos de Medicina Intensiva, fornecendo subsídios para aplicação à prática profissional, através de discussão e resolução de casos clínicos e/ou situações problema.</p><p>Incentivar a compreensão e análise dos problemas abordados, com visão biopsicossocial;</p><p>Possibilitar que os conhecimentos adquiridos auxiliem na compreensão de disciplinas afins;</p><p>Estimular o pensamento crítico e reflexivo, no intuito de desenvolver responsabilidade profissional e espírito de observação e aplicabilidade científica;</p><p>Desenvolver habilidades requeridas na vida real;</p><p>Estimular à capacidade do residente de aprender a aprender;</p><p>Estimular à capacidade do residente de coletar dados por diversos meios;</p><p>Estimular o trabalho em grupo de maneira organizada respeitando a participação coletiva;</p><p>Reconhecer, refletir e desenvolver sobre os aspectos éticos da profissão.</p><p>Livros Texto:</p><p>ROUQUAYROL, M. Z. Epidemiologia e saúde. 7.ed. Rio de Janeiro: Med book, 2013.</p><p>SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São Paulo: Cortez, 2007.</p><p>VECINA NETO, G.; MALIK, A. M. Gestão em saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.</p><p>GOLDMAN, L. AUSIELLO,D. Cecil Medicina. 23.ed. São Paulo: Elsevier, 2009.</p><p>PEREIRA, G.M. Epidemiologia: Teoria e Prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. reimpressão 2007.</p><p>SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007.</p><p>ALBERTS, B.</p><p>et al. Biologia Molecular da Célula. 5. ed. Porto Alegre: Atmed, 2010.</p><p>THOMPSON, M. W. Genética Médica. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.</p><p>VECINA NETO, G.; MALIK, A. M. Gestão em saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.</p><p>Bibliografia Especifica</p><p>Livro Texto:</p><p>PARRILLO, J E DELLINGER MD MS, R PHILLIP Critical Care Medicine: Principles of Diagnosis and Management in the Adult,</p><p>DANTE E SENRA, Medicina Intensiva: Fundamentos e Práticas - 2 Volumes + CD-Rom, Especialidades Médicas, editora atheneu</p><p>IRWIN & RIPPE, Richard S. Irwin, James M. Rippe Terapia Intensiva - sexta edicao; Editora Guanabara Koogan</p><p>ARTIGOS SELECIONADOS A CRITERIO DA PRECEPTORIA NAS REVISTAS DE INTERESSE DA ESPECIALIDA;</p><p>https://www.nejm.org/</p><p>https://journals.lww.com/co-criticalcare/pages/default.aspx</p><p>https://journals.lww.com/ccmjournal/pages/default.aspx</p><p>Bibliografia Básica:</p><p>CZERESNIA, D. F.; FREITAS, C. M. de. (org.). Promoção da saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro: FioCruz, 2009.</p><p>DUNCAN, B. B. et al. Medicina ambulatorial: condutas de atenção primária baseadas em evidências. 4. ed. Porto Alegre: Atmed, 2013.</p><p>FIGUEIREDO, N. M. A. Práticas de enfermagem: Ensinando a cuidar da saúde pública. São Caetano do Sul: Difusão Enfermagem, 2003.</p><p>ROUQUAYROL, M. Z. Epidemiologia e saúde. 7.ed. Rio de Janeiro: Med book, 2013.</p><p>GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.</p><p>MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisa, amostragem e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2012.</p><p>RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 40.ed. Petrópolis: Vozes, 2012.</p><p>SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São Paulo: Cortez, 2007</p><p>CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. Edição compacta. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000.</p><p>MALAGÓN-LONDOÑO, G.; MOREIRA, R. G.; LAVERDE, G. P. Administração hospitalar. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.</p><p>VECINA NETO, G.; MALIK, A. M. Gestão em saúde. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.</p><p>BRAUMWALD, E. et al . Medicina Interna de Harrison. 18.ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill Interamericana, 2013.V. I e II.</p><p>GOLDMAN,L. AUSIELLO,D. Cecil Medicina . 23.ed. São Paulo: Elsevier, 2009.</p><p>KUMAR, V. et al. Robbins e Cotran Patologia: Bases Patológicas das Doenças. 8.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.</p><p>GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.</p><p>MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisa, amostragem e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2012.</p><p>RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 40.ed. Petrópolis: Vozes, 2012.</p><p>SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. 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São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 1998. v. 2. [Série Saúde & Cidadania]. (E-BOOK)</p><p>http://www.anvisa.gov.br</p><p>http://www.portalmedico.org.br</p><p>http://www.saude.gov.br</p><p>http://www.scielo.br</p><p>MARTINS, M. A. Clínica Médica. Barueri: Manole, 2009.</p><p>KNOBEL, E. Condutas no paciente grave. São Paulo: Atheneu, 2010.</p><p>YOSHINARI, N. H.; BONFÁ, E. S. D. O. Reumatologia para o clínico. São Paulo: Roca, 2000.</p><p>PISCO, J. M. Radiologia e análise das imagens. São Paulo: Rideel, 2003.</p><p>ROWLAND, L.; PEDLEY, T. Merritt: Tratado de neurologia. 12.ed. Rio de Janeiro; Guanabara Koogan, 2012.</p><p>MARTINS, M. A. Clínica Médica USP. Barueri: São Paulo, 2009.</p><p>GIRÃO, M. J. B. C. Ginecologia. Barueri: Manole, 2009.</p><p>CUNNINGHAM, F. A. Obstetrícia do Williams. Porto Alegre: AMGM, 2012.</p><p>LOPEZ, F. A. Tratado de Pediatria. Barueri: Manole, 2010.</p><p>DUNCAN, B. B. Medicina Ambulatorial. 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