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Questões resolvidas

Segundo Charon e Vigilant (Saraiva, 2012, p. 74), aprendemos o que é um amigo, e somos influenciados por esse aprendizado quando decidimos interagir com alguém nessa posição. Também podemos aprender sobre a posição da esposa ou marido, filho, professor, encanador, presidente, secretária, homem, mulher, padre, escriturário, ouvinte, meio de campo, criminoso condenado, chefe ou produtor de cinema. Sempre que designamos uma pessoa por um termo que implica relacionamento com outras, esse termo indica uma posição de:

Identidade social, pois refere-se ao processo de socialização e as relações dessa identidade em uma sociedade.
Casta, pois essas relações são necessariamente imutáveis devido questões religiosas.
Classe social, pois implicam necessariamente uma definição a partir da posição nas relações de produção.
Estratificação social, pois implica possibilidades de ascensão social.
Status, pois implica uma noção de hierarquia necessária e a partir de critérios que não são econômicos.

O excerto permite afirmar que

a opção britânica pela concentração de esforços na produção industrial surgiu em um contexto no qual a Grã-Bretanha abria mão de espaços coloniais na América e tecia críticas contundentes ao trabalho escravo.
o impulso inicial para a revolução tecnológica industrial britânica esteve associado ao desestímulo britânico ao investimento em qualquer atividade econômica relacionada à exploração do trabalho escravo.
o incremento da produção industrial britânica teve como entrave central o desvio de capitais produtivos para o tráfico negreiro, impedindo um avanço mais rápido das invenções técnicas e tecnológicas.
o forte desenvolvimento industrial britânico foi baseado na atividade têxtil e teve condições favoráveis em função da exploração colonial, principalmente com o emprego do trabalho compulsório.
a expansão industrial têxtil britânica dependeu da alta produtividade da agricultura do país, baseada nas pequenas e médias propriedades e com o apoio de recursos públicos e privados.

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Segundo Charon e Vigilant (Saraiva, 2012, p. 74), aprendemos o que é um amigo, e somos influenciados por esse aprendizado quando decidimos interagir com alguém nessa posição. Também podemos aprender sobre a posição da esposa ou marido, filho, professor, encanador, presidente, secretária, homem, mulher, padre, escriturário, ouvinte, meio de campo, criminoso condenado, chefe ou produtor de cinema. Sempre que designamos uma pessoa por um termo que implica relacionamento com outras, esse termo indica uma posição de:

Identidade social, pois refere-se ao processo de socialização e as relações dessa identidade em uma sociedade.
Casta, pois essas relações são necessariamente imutáveis devido questões religiosas.
Classe social, pois implicam necessariamente uma definição a partir da posição nas relações de produção.
Estratificação social, pois implica possibilidades de ascensão social.
Status, pois implica uma noção de hierarquia necessária e a partir de critérios que não são econômicos.

O excerto permite afirmar que

a opção britânica pela concentração de esforços na produção industrial surgiu em um contexto no qual a Grã-Bretanha abria mão de espaços coloniais na América e tecia críticas contundentes ao trabalho escravo.
o impulso inicial para a revolução tecnológica industrial britânica esteve associado ao desestímulo britânico ao investimento em qualquer atividade econômica relacionada à exploração do trabalho escravo.
o incremento da produção industrial britânica teve como entrave central o desvio de capitais produtivos para o tráfico negreiro, impedindo um avanço mais rápido das invenções técnicas e tecnológicas.
o forte desenvolvimento industrial britânico foi baseado na atividade têxtil e teve condições favoráveis em função da exploração colonial, principalmente com o emprego do trabalho compulsório.
a expansão industrial têxtil britânica dependeu da alta produtividade da agricultura do país, baseada nas pequenas e médias propriedades e com o apoio de recursos públicos e privados.

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<p>Pincel Atômico - 23/09/2024 13:42:19 1/4</p><p>MARCOS PAULO</p><p>MUNIZ FREITAS</p><p>Avaliação Online (SALA EAD)</p><p>Atividade finalizada em 19/09/2024 10:16:58 (1372962 / 2)</p><p>LEGENDA</p><p>Resposta correta na questão</p><p># Resposta correta - Questão Anulada</p><p>X Resposta selecionada pelo Aluno</p><p>Disciplina:</p><p>PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE CIÊNCIAS SOCIAIS [968281] - Avaliação com</p><p>10 questões, com o peso total de 30,00 pontos [capítulos - Todos]</p><p>Turma:</p><p>Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Ciências Sociais - Grupo: FPD-NOVEMBRO/2023 - SGegu0A071123</p><p>[105515]</p><p>Aluno(a):</p><p>91529184 - MARCOS PAULO MUNIZ FREITAS - Respondeu 8 questões corretas, obtendo um total de 24,00 pontos como nota</p><p>[359957_67642]</p><p>Questão</p><p>001</p><p>“No século XVIII, as noções de liberdade e igualdade avançaram com a original concepção política firmada na</p><p>vontade geral (do povo), elaborada pelo “cidadão de Genebra” (Suíça) Jean-Jacques Rousseau (1712-1778).</p><p>Aspectos avançados do seu pensamento decorrem do entendimento de que cada cidadão pode transferir sua</p><p>liberdade e seus bens apenas para a comunidade (interpretada como corpo único) da qual ele faz parte”</p><p>(ARANHA; MARTINS, 2016, p. 249).</p><p>A partir do trecho e de seus conhecimentos sobre a filosofia política de Rousseau, é correto afirmar que o contrato</p><p>social:</p><p>origina-se da discórdia entre os indivíduos, por isso uma das principais frases do pensador é a seguinte: “o</p><p>homem é lobo do próprio homem”.</p><p>expõe que obedecer à vontade geral consiste em algo ilusório e metafísico.</p><p>X</p><p>para ser legítimo tem a sua origem no consentimento unânime entre os indivíduos. No caso, cada sujeito se aliena</p><p>de forma total ao abdicar sem reservas de todos os seus direitos em favor da comunidade. No entanto, tendo em</p><p>vista que cada um é parte integrante da comunidade, ao abdicar de sua liberdade pelo pacto, ou seja, em prol da</p><p>obediência da lei, acaba por obedecer a si mesmo e, assim, é livre.</p><p>antecede ao estado de natureza, já que consiste em um termo pré-civil.</p><p>baseia-se em uma interpretação metafísica do ser humano, o que revela a grande influência do pensamento</p><p>aristotélico em Rousseau.</p><p>[359958_66127]</p><p>Questão</p><p>002</p><p>Segundo Charon e Vigilant (Saraiva, 2012, p. 74), aprendemos o que é um amigo, e somos influenciados por esse</p><p>aprendizado quando decidimos interagir com alguém nessa posição. Também podemos aprender sobre a posição</p><p>da esposa ou marido, filho, professor, encanador, presidente, secretária, homem, mulher, padre, escriturário,</p><p>ouvinte, meio de campo, criminoso condenado, chefe ou produtor de cinema. Sempre que designamos uma</p><p>pessoa por um termo que implica relacionamento com outras, esse termo indica uma posição de:</p><p>X Identidade social, pois refere-se ao processo de socialização e as relações dessa identidade em uma sociedade.</p><p>Casta, pois essas relações são necessariamente imutáveis devido questões religiosas.</p><p>Classe social, pois implicam necessariamente uma definição a partir da posição nas relações de produção.</p><p>Estratificação social, pois implica possibilidades de ascensão social.</p><p>Status, pois implica uma noção de hierarquia necessária e a partir de critérios que não são econômicos.</p><p>[359957_66251]</p><p>Questão</p><p>003</p><p>“Em um mundo inteiramente globalizado, no qual as identidades tendem a perder suas referências locais,</p><p>devemos nos perguntar a respeito do lugar onde toma forma a criatividade cultural. Trata-se, em suma, de pensar</p><p>conjuntamente as três relações duais e problemáticas entre identidade e lugar, cultura e lugar, identidade e</p><p>cultura”. AGIER, Michel. Distúrbios identitários em tempos de globalização. Mana, v. 7, n. 2, p. 7-33, 2001. Ao</p><p>estudar as identidades culturais em um mundo globalizado, o(a) Sociólogo(a) precisa considerar que</p><p>a globalização gerou um forte movimento de reforço das identidades, de modo que a pretensão a uma cultura</p><p>global não surtiu efeitos na maioria dos lugares.</p><p>existem conexões que caracterizam um processo global de transformação das sociedades locais no interior de um</p><p>sistema que elimina a identidade cultural.</p><p>existem peculiaridades que não dialogam com o processo de globalização, exigindo dos observadores uma</p><p>desconstrução metodológica do comportamento nativo.</p><p>X</p><p>existem múltiplas escalas a serem compreendidas pela diversidade dos contextos e situações que caracterizam a</p><p>relação entre o local e o global.</p><p>existem poluições que precisam ser tratadas para que as identidades locais possam ser estudadas a partir das</p><p>suas ancestralidades.</p><p>[359957_67628]</p><p>Questão</p><p>004</p><p>A obra “Da Divisão do Trabalho Social” (1893), de Émile Durkheim, apresenta como tese central as relações entre</p><p>indivíduos e a coletividade. Nessa obra, o autor procura responder aos seguintes questionamentos: como pode</p><p>uma coleção de indivíduos constituir uma sociedade? Como se chega a essa condição da existência social que é</p><p>o consenso? A essas perguntas, Durkheim responde, distinguindo duas formas de Solidariedade: a Solidariedade</p><p>dita mecânica e a Orgânica.</p><p>Nesse sentido, a definição de ambas é:</p><p>Pincel Atômico - 23/09/2024 13:42:19 2/4</p><p>Nenhuma das definições acima é correta.</p><p>A Solidariedade Mecânica é aquela que estabelece a noção de hierarquia social, do status social, impedindo a</p><p>mobilização social. A Solidariedade Orgânica é marcada pela semelhança entre os indivíduos, estabelecendo o</p><p>equilíbrio, já que todos os indivíduos são iguais.</p><p>A Solidariedade Mecânica é uma solidariedade manifesta pelas diferenças e marcada pela crescente diferença</p><p>entre indivíduos por suas crenças e tradições. Já a Solidariedade Orgânica é marcada pela semelhança, pela</p><p>proximidade, interagindo partes em prol do todo.</p><p>A Solidariedade Mecânica é uma solidariedade por simpatia: sujeitos diferentes são ligados por valores agregados</p><p>que constituem o campo da moral e da ética. A Solidariedade orgânica é aquela que estabelece a noção da</p><p>democracia, pela qual cada indivíduo é livre para fazer suas escolhas, uma vez que a vontade individual é</p><p>superior à vontade coletiva.</p><p>X</p><p>A Solidariedade Mecânica é uma solidariedade por semelhança. Quando essa forma de solidariedade domina</p><p>uma sociedade, os indivíduos diferem pouco uns dos outros. A Solidariedade Orgânica é aquela em que o</p><p>consenso, isto é, a unidade coerente da coletividade resulta de uma diferenciação, ou se exprime por seu</p><p>intermédio.</p><p>[359957_67695]</p><p>Questão</p><p>005</p><p>“[...] para todo e qualquer indivíduo da chamada ‘periferia colonizada’ do mundo, a redefinição da cidadania passa</p><p>necessariamente pelo remanejamento do espaço territorial em todo o alcance dessa expressão”.</p><p>(SODRÉ, Muniz. O terreiro e a cidade: a forma social negro-brasileira. Rio de Janeiro: Imago Ed.; Salvador, BA:</p><p>Fundação Cultural do Estado da Bahia, 2002; p. 19).</p><p>Sobre as comunidades-terreiros é correto afirmar:</p><p>X</p><p>São territórios negros, nos quais os valores de um grupo são reforçados e reconstruídos a partir das linguagens e</p><p>subjetividades em jogo.</p><p>São lugares de manifestação de um conjunto de crenças que se referem mais a costumes enraizados do que, de</p><p>fato, a uma religião.</p><p>São espaços de celebração de crenças tradicionais de origem africana. Essas crenças se modificaram pouco com</p><p>o passar dos anos.</p><p>Não podem ser considerados como um espaço de resistência da cultura negra nas cidades.</p><p>São espaços que resistem às inúmeras tentativas de desconstrução que, no entanto, não podem ser interpretadas</p><p>como racistas.</p><p>[359958_66205]</p><p>Questão</p><p>006</p><p>“A ‘função’ de reprodução da escola é uma invariante das sociedades modernas, que precisam encontrar nos</p><p>veredictos escolares, ratificando as competências e o mérito das pessoas, a justificativa das hierarquias sociais</p><p>produzidas pelas desigualdades escolares. Consequentemente, a reprodução passaria, primeiro, pela</p><p>transformação das desigualdades sociais em desigualdades escolares de mesma extensão e, depois, das</p><p>desigualdades escolares em desigualdades sociais em um circuito idêntico de repetição.” DUBET, François;</p><p>DURU-BELLAT, Marie; VÉRÉTOUT, Antoine. As desigualdades escolares antes e depois da escola: organização</p><p>escolar e influência dos diplomas. In: Sociologias, Porto Alegre, ano 14, nº 29, jan./abr. 2012. p. 22-70.</p><p>Considerando o excerto acima, assinale a afirmação verdadeira.</p><p>X</p><p>A escola integra os indivíduos à sociedade valorizando suas diferentes trajetórias e os distintos lugares sociais</p><p>que ocupam, promovendo, deste modo, a superação das diferenças de cada aluno.</p><p>É pela escola que o indivíduo adquire capital cultural e simbólico diferenciado da hierarquização dos valores que</p><p>organizam a ordem simbólica da sociedade e de seus diferentes lugares.</p><p>A escola possibilita aos indivíduos crescimento intelectual e autonomia como meio de resolução das</p><p>desigualdades escolares e, com isto, superar as diferenças sociais.</p><p>A escola reproduz as hierarquias sociais pela valorização dos méritos e competências socialmente dominantes,</p><p>cabendo-lhe, por meio da certificação do conhecimento, legitimar a reprodução das desigualdades sociais.</p><p>O modelo fortemente competitivo presente nas escolas resulta, por meio da meritocracia, num nivelamento social</p><p>das diferenças sociais e numa diferenciação somente por méritos individuais.</p><p>Pincel Atômico - 23/09/2024 13:42:19 3/4</p><p>[359958_66235]</p><p>Questão</p><p>007</p><p>“A cultura é tão abrangente e mística que para uns pode ser representada como uma teia sem fim. Num</p><p>significado mais global, a cultura amplia os horizontes e une os povos, à medida que os identifica num processo</p><p>contínuo e crescente em meio a globalização. Nos termos do antropólogo Clifford Geertz, a cultura é uma teia de</p><p>significados tecida pelo homem. Essa teia orienta a existência humana. Trata-se de um sistema de símbolos que</p><p>interage com os sistemas de símbolos de cada indivíduo numa interação recíproca. Geertz define símbolo como</p><p>qualquer ato, objeto, acontecimento ou relação que representa um significado. Compreender o homem e a cultura</p><p>é interpretar essa teia de significados. Arte faz parte dessa teia…”</p><p>(Disponível em:</p><p>https://identidadesculturas.files.wordpress.com/2011/05/geertz_clifford-_a_interpretac3a7c3a3o_das_culturas.pdf.)</p><p>Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista os diversos sentidos e significados de “cultura”.</p><p>I. No decorrer da história, os instintos originais do homem foram de certa forma secundarizados pela cultura.</p><p>II. A cultura permitiu que o homem se adaptasse ao meio, como também se adaptasse ao próprio homem e às</p><p>suas necessidades.</p><p>III. A cultura tem a função básica de condicionar o comportamento humano e justificar todas as suas ações em</p><p>sociedade.</p><p>IV. Nas sociedades ditas contemporâneas e globalizadas, o sentido de cultura torna-se homogêneo, assim como</p><p>a própria cultura.</p><p>Estão corretas as afirmativas</p><p>II e IV.</p><p>I, II, III e IV.</p><p>III e IV.</p><p>X I e II.</p><p>II e III.</p><p>[359958_66185]</p><p>Questão</p><p>008</p><p>A indústria algodoeira foi assim lançada, como um planador, pelo empuxo do comércio colonial ao qual estava</p><p>ligada; um comércio que prometia uma expansão não apenas grande, mais rápida e sobretudo imprevisível, que</p><p>encorajou o empresário a adotar as técnicas revolucionárias necessárias para lhe fazer face. Entre 1750 e 1769, a</p><p>exportação britânica de tecidos aumentou dez vezes.</p><p>[...]</p><p>Mas a indústria do algodão tinha outras vantagens. Toda a sua matéria-prima vinha do exterior, e seu suprimento</p><p>podia, portanto, ser expandido pelos drásticos métodos que se ofereciam aos brancos nas colônias – a</p><p>escravidão e a abertura de novas áreas de cultivo – em vez dos métodos mais lentos da agricultura europeia; nem</p><p>era tampouco atrapalhada pelos interesses agrários estabelecidos da Europa.</p><p>(Eric Hobsbawm, A era das revoluções – 1789-1848)</p><p>O excerto permite afirmar que</p><p>a opção britânica pela concentração de esforços na produção industrial surgiu em um contexto no qual a Grã-</p><p>Bretanha abria mão de espaços coloniais na América e tecia críticas contundentes ao trabalho escravo.</p><p>o impulso inicial para a revolução tecnológica industrial britânica esteve associado ao desestímulo britânico ao</p><p>investimento em qualquer atividade econômica relacionada à exploração do trabalho escravo.</p><p>o incremento da produção industrial britânica teve como entrave central o desvio de capitais produtivos para o</p><p>tráfico negreiro, impedindo um avanço mais rápido das invenções técnicas e tecnológicas.</p><p>X</p><p>o forte desenvolvimento industrial britânico foi baseado na atividade têxtil e teve condições favoráveis em função</p><p>da exploração colonial, principalmente com o emprego do trabalho compulsório.</p><p>a expansão industrial têxtil britânica dependeu da alta produtividade da agricultura do país, baseada nas</p><p>pequenas e médias propriedades e com o apoio de recursos públicos e privados.</p><p>[359959_66230]</p><p>Questão</p><p>009</p><p>“O outro” é uma questão recorrente na história ocidental, desde os gregos essa figura sempre foi pensada.</p><p>Costumeiramente essa reflexão sobre o outro baseia em uma perspectiva denominada etnocêntrica. Assinale a</p><p>alternativa que contenha uma forma historicamente existente de etnocentrismo:</p><p>A perspectiva romântica do “outro” aparenta ser elogiosa, ao colocar o não-europeu como uma figura moralmente</p><p>boa. No entanto, o processo de concepção dessa perspectiva parte de colocar esse outro como maduro</p><p>intelectualmente.</p><p>O termo infiel começou a ser utilizado na Idade Média, mas sua maior potência foi no período do Renascimento,</p><p>sobretudo quando se tratava da colonização.</p><p>A exotização do “outro” é uma constante no pensamento europeu, como podemos perceber que desde o fim do</p><p>Império Romano foram percebidas como exótico as populações indígenas.</p><p>Os gregos antigos possuíam uma visão negativa de outros povos, os denominando de selvagens, ou seja, sem a</p><p>organização política da Grécia.</p><p>X</p><p>O avanço das ciências biológicas trouxe, no século XIX e início do XX, uma legitimação do racismo utilizando uma</p><p>base científica, que foi denominada de racismo científico que teve expressões famosas como no caso do nazismo</p><p>alemão.</p><p>[359959_66128]</p><p>Questão</p><p>010</p><p>Assinale a alternativa correta sobre a relação entre indivíduo e sociedade:</p><p>Pincel Atômico - 23/09/2024 13:42:19 4/4</p><p>A perspectiva jusnaturalistas considera que a a sociedade e o indivíduo não existem um sem o outro.</p><p>A perspectiva historicista dá igual peso à sociedade e indivíduo.</p><p>X A perspectiva historicista dá um peso elevado ao indivíduo na constituição da sociedade.</p><p>As perspectivas contemporâneas costumam concordar com dependência entre indivíduo e sociedade.</p><p>A perspectiva jusnaturalista dá elevada importância à sociedade para a constituição do indivíduo.</p>

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