Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

<p>GRUPO EDUCACIONAL FAVENI</p><p>SÔNIA NASCIMENTO BRAUN</p><p>A ALFABETIZAÇAO E O LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL</p><p>BELO HORIZONTE</p><p>2024</p><p>GRUPO EDUCACIONAL FAVENI</p><p>SÔNIA NASCIMENTO BRAUN</p><p>A ALFABETIZAÇÃO E O LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL</p><p>Trabalho de conclusão de curso apresentado como requisito parcial à obtenção do título especialista em Educação Infantil e Alfabetização.</p><p>BELO HORIZONTE</p><p>2024</p><p>A ALFABETIZAÇÃO E O LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL</p><p>Sônia Nascimento Braun[footnoteRef:1]. [1: soniabraun100@gmail.com]</p><p>Declaro que sou autor(a)¹ deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro também que o mesmo foi por mim elaborado e integralmente redigido, não tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações empíricas por mim realizadas para fins de produção deste trabalho.</p><p>Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de plágio ou violação aos direitos autorais. (Consulte a 3ª Cláusula, § 4º, do Contrato de Prestação de Serviços).</p><p>RESUMO- O presente trabalho tem como tema central a alfabetização e o letramento na Educação Infantil. O trabalho aborda e investiga a forma que o professor atua com as crianças da Educação Infantil e como pode oferecer um espaço de leitura e escrita dentro de sala de aula, focando na alfabetização e no letramento dessas crianças. Os principais objetivos dessa pesquisa foram conhecer como acontece a alfabetização e o letramento de crianças menores de seis anos e como isso pode repercutir no desenvolvimento deles. Esse trabalho faz analise bibliográfica que assegura uma fundamentação teórica no que discorre sobre a alfabetização e o letramento na Educação Infantil e como se processa o seu desenvolvimento, tendo como corpo de análise pensadores importantes na Educação como Emilia Ferreiro, Magda Soares e outros.</p><p>PALAVRAS-CHAVE: Alfabetização. Letramento. Educação Infantil. Crianças.</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>O tema da presente pesquisa é a Alfabetização e o Letramento na Educação Infantil, sendo desenvolvido e abordando pontos importantes para essa discussão, como o que é a alfabetização e o letramento, quando deve-se iniciar a alfabetização e o letramento, a importância de iniciar na Educação Infantil e as formas que o professor tem para isso.</p><p>Muito se é falado sobre não se alfabetizar na Educação Infantil já que essa deve ser focada no brincar e no lúdico, porém, com as experiências vividas, com pesquisas e com o que é possível notar no Brasil atualmente, desde a Educação Infantil é possível, e dever, oferecer um espaço de acesso à leitura e a escrita, para que possam, desde pequenos, aprender que o mundo é escrito e letrado.</p><p>O letramento está presente atualmente em vários momentos, desde muito novas as crianças estão vivendo em um mundo cheiro de estímulos visuais, sendo imersas, desde muito jovens, em um mudo letrado. Então é natural que essas crianças se interessem em descobrir mais sobre o que quer dizer as letras e as figuras que estão presentes no seu dia e dia, o professor deve aproveitar essa curiosidade, estimulando esse interesse já conduzindo o aluno para o conhecimento e para a aprendizagem significativa.</p><p>O principal objetivo desse trabalho é mostrar que é possível oferecer um ambiente com acesso à leitura e a escrita antes do Ensino Fundamental de uma forma proveitosa e de forma lúdica, como deve ser para as crianças pequenas. Estão presentes nessa pesquisa citações com embasamento teórico que explicam que a alfabetização e o letramento já acontecem de maneira natural com as crianças da Educação Infantil, sendo possível aproveitar isso para que as crianças já comecem a se desenvolver desde pequenas, sem privar o conhecimento e a aprendizagem.</p><p>Com isso, leva-se a crer que o trabalho acrescentará contribuições fundamentais para essa discussão tão importante e para o desenvolvimento de métodos de ensino, focados na alfabetização e no letramento, para a Educação Infantil, onde os professores poderão se basear e formar suas próprias opiniões sobre esse tema. Com o conhecimento adquirido com base nessa pesquisa é possível acreditar que a Educação Infantil deve procurar dar um foco maior na alfabetização e no letramento, já conduzindo o aluno, desde muito pequeno, a aprendizagem desse assunto tão importante sem retirar as possibilidades e sem conter seu conhecimento.</p><p>DESENVOLVIMENTO</p><p>A Educação Infantil, crianças de 0 a 6 anos, desde a Constituição Federal de 1988, passou a ser dever do Estado. A proteção integral das crianças deve ser assegurada, com prioridade, pela família, sociedade e pelo poder público, então, é afirmado por Lei o dever do Estado com a educação das crianças. Por conta da sua importância no processo de constituir a pessoa as creches e pré-escolas adquiriram um local extremamente importante na etapa inicial da Educação Básica e no desenvolvimento global do indivíduo, são vários os motivos que destacam a importância dessa fase, como o estímulo do desenvolvimento cognitivo, desenvolvimento emocional e social, a aquisição de habilidades motoras finas e grossas, aquisição de destreza manual, promoção da criatividade e expressão de forma criativa, estabelece hábitos saudáveis e prepara para a educação forma, fornecendo uma base solida que é necessária para o sucesso acadêmico, sendo extremamente importantes para que as crianças possam ser alfabetizadas.</p><p>Para Magda Soares (2003), uma das principais pensadoras da Educação, a alfabetização é o processo de aquisição do código escrito, compreendendo as competências e as habilidades da leitura e da escrita, então, é a adquirir a linguagem escrita. Mas quando alguém é alfabetizado, é desenvolvido a compreensão de vários outros significados, sendo isso o que a Magda chama de letramento, reconhecer o uso da cultura escrita. Então, o letramento é o domínio das competências da leitura e da escrita além da capacidade prática do conhecimento básico, sendo o uso competente da leitura e da escrita.</p><p>Magda Soares (2009) compreende que as habilidades da alfabetização e do letramento abarquem também as crianças pequenas, na Educação Infantil, onde deveriam estar presentes elementos de introdução da criança no sistema alfabético e suas convenções, como a práticas de uso da leitura e da escrita, o letramento. Sua intenção não é alfabetizar já na Educação Infantil, mas, sim de direcionar as crianças para o mundo letrado, já que tornaria mais fácil a alfabetização posteriormente. A Alfabetização começa a acontecer muito antes do início da educação formal, ela se inicia quando a criança começa a ter contato com o ambiente que tem linguagem, estando diretamente ligado ao letramento, sendo fundamentais para o desenvolvimento da criança.</p><p>Brandão e Leal (2011) consideram extremamente importantes práticas de leitura e escrita na Educação Infantil, dependendo e respeitando as necessidades e interesses das crianças nessa etapa. Girão e Brandão (2011) acreditam que os professores podem trabalhar a produção textual na Educação Infantil, construindo o conhecimento em relação a língua escrita antes mesmo de conseguir escrever sozinha. Para Soares (2009) acredita que as atividades comuns da Educação Infantil, rabiscos, desenhos, os jogos e as brincadeiras não são atividades alfabetizadoras, mas já fazem parte desse processo. Segundo Vygostky (Soares, 2009, p1) quando as crianças fazem rabiscos e dizem o que representam elas estão assimilando conceitos que, mais tarde, usarão para codificar a escrita, são operações cognitivas precursoras e preparatórias do processo de conceitualização da escrita como um sistema que representa algo. Sendo assim, quando a criança que está na Educação</p><p>infantil atribui aos rabiscos, desenhos representativos ou objetos, ela já está descobrindo e explorando o sistema de representação, facilitando a compreensão da língua escrita.</p><p>Segundo pesquisas feitas pelas estudiosas Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, ainda na visão de Magda Soares (2009), as crianças, alunas da Educação Infantil, quando bem orientadas e incentivadas por meio de atividade e práticas lúdicas adequadas elas evoluem cada vez mais rápido na direção do nível alfabético.</p><p>Escrita espontânea, observação da escrita do adulto, familiarização com as letras do alfabeto, contato visual frequente com a escrita de palavras conhecidas, sempre em um ambiente no qual estejam rodeadas de escrita com diferentes funções: calendário, lista de chamada, rotina do dia, rótulos de caixas de material didático, etc. (Soares, 2009, p.1)</p><p>Um outro aspecto que pode ser trabalhado com as crianças e que é fundamental para a compreensão do princípio alfabético é a consciência fonológica. Consciência fonológica é a consciência de que as palavras são formadas por diversos sons e grupos de sons, sendo desenvolvida espontaneamente ou com a dependência do domínio do código escrito (Capellini e Ciasca, 1999; Zorzi, 2000; Moojen e Santos, 2001). Ela pode ser trabalhada através de atividades como parlendas, músicas, poesias, poemas, cantigas e cantos, assim as crianças podem perceber que os sons delimitam a fala, que as palavras podem começar com os mesmos sons e as mesmas letras, que as palavras com o mesmo som no final rimam, entre outros. Morais e Silva (2011) no seu estudo explica que o professor pode favorecer o desenvolvimento da consciência fonológica de forma lúdica na Educação Infantil, sem desconsiderar as práticas de leitura e escrita. Soares (2009) aponta que:</p><p>(...) jogos voltados para o desenvolvimento da consciência fonológica se realizados sistematicamente na educação infantil, criam condições propícias e, inclusive, necessárias para a apropriação do sistema alfabético (p.1).</p><p>Sem sombra de dúvidas, a leitura de histórias para as crianças é a principal atividade de letramento na Educação Infantil. Soares (2009) acredita que essa atividade é indispensável na vida das crianças, são através das histórias que os alunos são transportados e conduzidos para os conhecimentos e habilidade sendo inseridos no mundo escrito. Erica Paz, Aurora Mariotti e Maira Knetsch (2006) pesquisaram sobre o uso dos livros para a inclusão das crianças ao uso da leitura e da escrita, segundo seu estudo, é visível que quando uma criança folheia um livro ela imite sons e faça gestos como se estivesse de fato lendo, mostrando a importância do manuseio do livro pelas crianças, assim a criança imita o que o adulto faz quando está lendo para eles. É nesse momento do manuseio que as crianças começam a distinguir o que está escrito do que está ilustrado, passando a existir uma curiosidade sobre o que está escrito ali.</p><p>[...] leva a criança a se familiarizar com a materialidade do texto escrito: conhecer o objeto livro ou revista, descobrir que as marcas na página -sequências de letras- escondem significados, que textos é que são "para ler", não as ilustrações, que as páginas são folheadas da direita para a esquerda, que os textos são lidos da esquerda para a direita e de cima para baixo, que os livros têm autor, ilustrador, editor, têm capa, lombada [...] (Soares, 2009, p.1)</p><p>Através das histórias o aluno se familiariza com a escrita, enrique seu vocabulário e ajuda a desenvolver habilidade de compreensão dos textos. É através da interpretação oral que o professor faz da história que induz ao aluno, mais trade, conseguir interpretar seus textos sozinho. É necessário que a história seja analisada junto com as crianças e desenvolvida estratégias de leitura (Soares, 2009). Ela destaca alguns meios para isso, como a leitura com perguntas, leitura com ilustrações, pausas para conversas e outros, tornando esse momento de leitura uma ferramenta de aquisição do letramento, um momento de aprendizagem.</p><p>A leitura, então, é um instrumento valioso para a apropriação de conhecimentos relativa ao mundo escolar e fora dele. Segundo Cagliari (2001, p.51), “a grande maioria dos problemas que os alunos encontram ao longo dos anos de estudo, chegando até a pós-graduação é decorrente de leitura”. Muitas pessoas só praticam a leitura durante a fase escolar, não voltando mais a ler depois que finaliza a escolarização, vendo a leitura como um dever, uma obrigação, não como algo prazeroso. Por isso é tão importante a iniciação da leitura ainda na fase da Educação Infantil, é responsabilidade do professor proporcionar aos alunos um espaço de incentivo à leitura, transformando esses momentos em momentos prazerosos e de aprendizagem, iniciando o processo de formação de um novo leitor.</p><p>Deve ser trabalhado outros aspectos relevantes, a criança, ainda na Educação Infantil, pode e deve ser introduzida a diversos gêneros textuais. Doris Bolzan (2005), em seu artigo, destaca o que acredita que a criança pensa a respeito de ler e escrever, “As atividades de leitura e escrita devem promover todo tipo de discussão, tomando-se todo os elementos do ambiente como referência para a construção e reconstrução de hipóteses e concepções. ” (p.2). Doris acredita que outros meios devem ser explorados de forma lúdica, tornando-os parte essencial do momento de aprendizagem das crianças, os professores podem utilizar o nome das crianças, escrita de cartazes, bilhetes, mensagens, letras de músicas, nome de objetos e outras atividades. Soares (2009) também traz esses exemplos, enfatizando que sempre surge oportunidades de registrar algo como apoio, escrever cartinhas ou registrar as atividades desenvolvidas. Essas são atividades de letramento que devem estar presentes nas práticas da Educação infantil.</p><p>É muito importante, também que as salas sejam ricas em elementos alfabetizadores, de forma oral e escrita, para que a alfabetização dos alunos seja prioridade (Bolzan, 2005). O professor pode expor, na sala, relatos de passeios, leituras de obras, material confeccionados pelos alunos e outros. Quando as crianças estão imersas em um ambiente alfabetizador mais cedo percebem que estão inseridas em um mundo escrito que precisarão compreender. Um ambiente alfabetizador é um ambiente que possibilita circunstâncias reais para o uso da leitura e escrita, fazendo com que os alunos participem ativamente.</p><p>Como um todo indissociável de objetos, odores, formas, cores, sons e pessoas que habitam e se relacionam dentro de uma estrutura física determinada que contém tudo e que, ao mesmo tempo, é contida por todos esses elementos que pulsam dentro dele como se tivessem vida. [...] o ambiente “fala”, transmite sensações, evoca 43 recordações, passa-nos segurança ou inquietação, mas nunca nos deixa indiferentes. (FORNEIRO, 1998, p.233).</p><p>O ambiente alfabetizador é fundamental para a aprendizagem dos alunos, é preciso organizar a sala de aula com matérias lúdicos, com imagens e palavras que prendam a atenção dos alunos e despertem o interesse neles, é necessário que exista um significado para as crianças, que não seja uma simples decoração. É necessário que o aluno, ao interagir e manusear esse ambiente, entenda que existe um momento de leitura e escrita ali.</p><p>Para Soares (2009), apesar de distintas, a alfabetização e o letramento devem ser desenvolvidos de forma integrada, juntamente com os processos metodológicos e didáticos e as operações cognitivas. Magda acredita que se forem desenvolvidas de forma separadas as crianças terão uma visão parcial e distorcida do mundo da escrita. Assim, na Educação infantil, a base da leitura e da escrita deve ser o letramento, ler e escrever são fundamentais no meio de interação e comunicação social, a alfabetização vai ser entendida como uma ferramenta que será usada para envolver-se nas práticas socais de leitura e escrita. Então, para Magda (2009), se o professor contar uma história ele pode trazer outras formas de escrita, provocar questionamentos, curiosidade, a busca</p><p>de informações, fazer com que a criança se interesse em saber mais sobre a história e ajuda a criança a fazer relações entre os sons que as palavras produzem.</p><p>Então, se trabalhada de forma lúdica, a leitura e a escrita pode sim ter um espaço muito importante na Educação Infantil, partido da vivencia dos alunos e dos seus interesses. Para que as crianças possam dar continuidade aos processos de alfabetização e letramento que já vivenciam em casa é essencial que as salas de Educação Infantil tenham um contexto letrado, que atividades sejam aproveitadas de forma planejada e sistemática, focando no aprendizado das crianças. É necessário que o professor possibilite aos alunos que esses recursos sejam explorados e que estejam ao seu alcance, as crianças por si só já são curiosas, mas o professor deve explorar essa curiosidade, procurando promover momentos para que o aluno tenha autonomia para ver a imensidão que tem ali na sua frente. Compreender isso envolve diferentes olhares e saberes pelo professor, ele deve entender que vai ser o mediador, que ele que vai conduzir a criança a dar seu primeiro passo na direção da alfabetização.</p><p>Os professores devem explorar a ludicidade para trabalhar a linguagem e a escrita na Educação Infantil, sendo uma das principais ferramentas diárias de trabalho. Silva e Nogueira (2018) afirmam que “na Educação Infantil essa experiência é vivida cotidianamente, a oferta ao mundo lúdico possibilita que seu contato com a escrita aconteça de maneira lúdica, as crianças aprendam sem saber e acabem demonstrando através de suas atitudes e comportamentos”. Então os professores podem e devem aproveitar isso, explorar o lúdico para desenvolver o momento de aprendizagem das crianças de uma forma que não seja maçante, construindo conhecimentos e relacionamentos de maneira profunda, vivenciando a diversidade.</p><p>CONCLUSÃO</p><p>Nessa pesquisa vimos que através de um ambiente acolhedor, lúdico e de aprendizagem as crianças da Educação Infantil podem ser alfabetizadas a aprender com entusiasmo. Elas podem e devem encontrar, dentro da sala de aula, um espaço propicio para a aquisição da leitura e da escrita. O professor pode oferecer práticas de alfabetização e letramento desde a Educação Infantil e o aluno conseguirá acompanhar, sem ficar algo maçante para ele.</p><p>O papel fundamental do professor e oferecer um planejamento de qualidade para a sua turma, pensado na aprendizagem dos alunos sem esquecer os aspectos de cada um. O desenvolvido da linguagem se dá através da qualidade de interação com o mediador presente ali, esse adulto, sendo o professor nesse caso, pode instigar e oferecer um estimulo para que essa criança se interessa ainda mais pelo saber e pelo conhecimento.</p><p>Trabalhar com atividade sobre alfabetização e letramento desde os anos inicias só trazem benefícios para os alunos, se as atividades forem bem desenvolvidas e propostas de forma que se evidencie o lúdico e foque na criança. O lúdico deve ser o ponto de partida para a aprendizagem. Foram apresentados durante a pesquisa diversas formas que evidenciam o lúdico, como a leitura de histórias, as músicas, as parlendas, os contos e outros.</p><p>Ainda foi falado sobre como as práticas de letramento devem acontecer juntamente com as práticas da alfabetização, já que esses conceitos se complementam, principalmente na Educação infantil, podendo, assim, oferecer um espaço de acesso à leitura e escrita completo. Pois, se trabalhadas de forma separada pode ser prejudicial.</p><p>Assim, dá para notar que a oferta de um local onde os alunos podem aprender a leitura e a escrita desde antes do Ensino Fundamental é possível e ainda vimos que esse espaço é de extrema importância nos dias atuais. Vimos que privar as crianças da Educação Infantil da alfabetização e do letramento é algo impossível e compreendemos que deve ser feito de forma consciente e pensado nas crianças.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>BOLZAN, Doris Pires Vargas. Alfabetização: Refletindo sobre o que a criança pensa a respeito de ler e escrever. Revista do Professor/84. Out a Dez, 2005. Ano XXI. Disponível em: http://www.revistadoprofessor.com.br/system/biblioteca/materias/alfab.pdf Acesso em: 10 jan. 2024.</p><p>BRANDÃO, Ana Carolina Perrusi; LEAL, Telma Ferraz. Alfabetizar e letrar na Educação Infantil: o que isso significa? In.; ROSA, Ester Calland de Sousa. Ler e Escrever na Educação Infantil- Discutindo práticas pedagógicas. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011, p. 13-32.</p><p>CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e linguística: pensamentos e ação no magistério. 10 ed. São Paulo: Scipione, 2001.</p><p>CAPELLINI, S. A. & CIASCA, S. M. Aplicação da Prova de Consciência Fonológica (PCF) em escolares com dificuldade na leitura. Jornal Brasileiro de Fonoaudiologia. 1 (1), 1999.</p><p>FORNEIRO, Lina Iglesias. A organização dos espaços na educação infantil. In: ZABALDA, Miguel A. Qualidade em Educação Infantil. Trad. Beatriz Affonso Neves. Porto Alegre: Artmed, 1998.</p><p>GIRÃO, Fernanda Michelle Pereira; BRANDÃO, Ana Carolina Perrusi. Ditando e escrevendo: a produção de textos na Educação Infantil. In.; Ler e Escrever na Educação Infantil- Discutindo práticas pedagógicas. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011, p. 117-138.</p><p>MOOJEN, S. & SANTOS, R. M. Avaliação metafonológica: resultados de uma pesquisa. Letras de hoje, Porto Alegre, v.36, n.03, p.61-79, 2001</p><p>MORAIS, Artur Gomes de; SILVA, Alexandro. Consciência Fonológica na Educação Infantil: desenvolvimento de habilidades metalinguísticas e aprendizado da escrita alfabética. In. Ler e Escrever na Educação Infantil- Discutindo práticas pedagógicas. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2011, p. 73-92.</p><p>PAZ, Erica Rodrigues; MARIOTTI, Aurora Joly Penna; KNETSCH, Maira Ortiz. Leitura na Educação Infantil. 23, out. 2006. Disponível em: http://www.unimep.br/phpg/mostraacademica/anais/4mostra/pdfs/533.pdf Acesso em: 10 jan. 2024.</p><p>SILVA, Márcia Gonçalves da; NOGUEIRA, Jane. Alfabetização e letramento na Educação Infantil: o acesso ao mundo da leitura e escrita na Educação Infantil. Revista de Pós-Graduação Multidisciplinar, São Paulo, v. 1, nº 5, p. 161-168, dez. 2018.</p><p>SOARES, Magda, Letramento e alfabetização: as muitas facetas*, 2003.Universidade Federal de Minas Gerais, Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita.</p><p>SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.</p><p>SOARES, Magda. Oralidade, alfabetização e letramento. Revista Pátio Educação Infantil -Ano VII-N°20. Jul./Out. 2009. Disponível em: http://falandodospequenos.blogspot.com/2010/04/alfabetizacao-e-letramentona-educacao.html Acesso em: 10 jan. 2024.</p><p>ZORZI, J. L. Consciência fonológica, fases de construção da escrita e sequência de apropriação da ortografia do Português. Cap. 08, p.91-104. In: MARCHESAN, I. Q., ZORZI. J. L. Anuário Cefac de Fonoaudiologia. São Paulo: Revinter, 1999/2000.</p>

Mais conteúdos dessa disciplina