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<p>1</p><p>Disciplina: Biossegurança, bioética e legislação em Nutrição.</p><p>Professor: Vinícius Tadeu Martins Guerra Campos</p><p>Alunos:</p><p>Ana Gabriely Avila Martins - Matrícula: 1240105544</p><p>Ana Julia Barsen Guimarães - Matrícula: 1240110880</p><p>Angela Sá de Lima - Matrícula: 1240100127</p><p>Filipe Pinheiro Gomes - Matrícula:1240103186</p><p>Juliana Tebaldi Passos Sartore - Matrícula: 1240104350</p><p>Myrelle Cristina Lemos - Matrícula: 1240105499</p><p>Thiago Henrique Chaves Griese - Matrícula: 1240100084</p><p>2</p><p>Sumário</p><p>Introdução .......................................................................................................................... 3</p><p>Níveis de Biossegurança .................................................................................................. 4</p><p>Classificação das áreas ...................................................................................................... 6</p><p>Diamante de Hommel ........................................................................................................ 10</p><p>Mapas de Risco ................................................................................................................. 12</p><p>Referências: ...................................................................................................................... 14</p><p>3</p><p>Introdução</p><p>O laboratório escolhido pelo grupo foi o de Bromatologia. É um laboratório exclusivo do</p><p>curso de Nutrição, onde é analisada as informações nutricionais dos alimentos, assim como</p><p>a verificação da qualidade e fraudes. É um local para treinamento de equipes operacionais,</p><p>desenvolvimento e aplicação de metodologias para análises químicas, físicas,</p><p>microbiológicas e sensoriais de matérias primas e de produtos acabados de origem animal,</p><p>vegetal, mineral e produtos derivados. Entre outras atividades, é também onde se</p><p>desenvolvem linhas de pesquisa sobre o valor nutricional de frutas e/ou vegetais.</p><p>https://uva.br/laboratorios-da-uva/</p><p>4</p><p>Níveis de Biossegurança</p><p>Biossegurança é o conjunto de medidas e procedimentos criados com o objetivo de</p><p>prevenir, controlar e reduzir os riscos à saúde humana, animal e ambiental que possam</p><p>surgir de atividades envolvendo agentes biológicos, como microrganismos e toxinas.</p><p>Com isso, a Norma Regulamentadora - da Segurança e da Medicina do Trabalho - NR 32</p><p>estabelece os Níveis de Biossegurança entre 1, 2, 3 e 4 (NB-1, NB-2, NB-3 e NB-4), de</p><p>acordo com os microrganismos manipulados e seus riscos biológicos.</p><p>E, um dos locais onde essas medidas são implementadas são os laboratórios de pesquisa.</p><p>Com isso, o nível de biossegurança 1 (NB-1) é o mais adequado a ser adotado pelo</p><p>laboratório de bromatologia, escolhido pelo grupo, pois é um local onde são manipulados</p><p>microrganismos pertencentes a classe de risco 1, ou seja, microrganismos bem</p><p>conhecidos que possuem baixa probabilidade de provocar doenças em seres humanos</p><p>saudáveis, em animais ou ao meio ambiente.</p><p>Para segurança, saúde, qualidade e eficácia das atividades realizadas em laboratórios, é</p><p>fundamental aplicar as Boas Práticas Laboratoriais e usar Equipamentos de Proteção</p><p>Individual, conhecidos como EPIs.</p><p>No laboratório de bromatologia, os EPIs são:</p><p>● Jaleco (manga comprida e de botão) - vestir um jaleco para proteger a roupa</p><p>contra respingos ou derramamentos de materiais biológicos e, se necessário,</p><p>proteção extra de avental;</p><p>● Luva - usar luvas descartáveis de nitrilo ou látex para manipular materiais biológicos</p><p>com o objetivo de proteger as mãos contra contaminação;</p><p>● Óculos de Proteção ou protetor facial - utilizar óculos de proteção para os olhos</p><p>contra respingos, corrosão, e pequenas partículas de materiais biológicos;</p><p>● Máscara Facial - usar máscara de proteção, em alguns casos, pode ser necessário</p><p>para proteger contra aerossóis ou partículas em suspensão;</p><p>● Sapatos Fechados - usar sapatos fechados para proteger os pés contra</p><p>derramamentos e respingos de materiais biológicos.</p><p>● Observação - além dos equipamentos de segurança, os profissionais devem</p><p>receber treinamento específico para os procedimentos realizados, trabalhando sob</p><p>supervisão.</p><p>5</p><p>As Boas Práticas para o laboratório de bromatologia são:</p><p>● Higiene pessoal - lavar as mãos regularmente antes e após o manuseio de</p><p>materiais biológicos, o local de trabalho deve ter uma pia dedicada para lavagem</p><p>das mãos;</p><p>● Manipulação adequada - seguir protocolos de manipulação de materiais biológicos</p><p>para evitar contaminação cruzada, os profissionais devem receber treinamento</p><p>específico para os procedimentos realizados;</p><p>● Descarte seguro - descartar materiais biológicos em recipientes apropriados e</p><p>seguindo as regulamentações de descarte de resíduos biológicos;</p><p>● Limpeza e desinfecção - manter o ambiente de trabalho limpo e desinfetado</p><p>regularmente;</p><p>● Uso de equipamentos - utilizar equipamentos de laboratório de acordo com as</p><p>instruções e garantir que estejam limpos e em boas condições de funcionamento.</p><p>● Acesso limitado - o laboratório de bromatologia não é separado das outras</p><p>dependências do edifício, porém, o acesso deve ser limitado ou restrito para a</p><p>equipe conforme determinado pelo responsável, não sendo permitido a entrada de</p><p>animais ou crianças;</p><p>● Observação - O laboratório conta com bancadas abertas, não sendo necessário o</p><p>uso de equipamentos especiais de contenção.</p><p>6</p><p>Classificação das áreas</p><p>Áreas e normas para os setores de limpeza e esterilização</p><p>Áreas de serviços em saúde de acordo com o risco de transmissão de infecções</p><p>Área crítica - Áreas com maior risco de transmissão e disseminação de patógenos. São</p><p>áreas onde são manipulados os patógenos, atende-se pacientes infectados ou encontram-</p><p>se pacientes imunocomprometidos. Esses pacientes requerem isolamento.</p><p>● Capela - Crítico (risco químico ou biológico) devido aos materiais químicos que são</p><p>manipulados dentro dela.</p><p>Recomendações de Segurança: Precauções, Higienização e uso de EPI.</p><p>● Estufa - Crítico (risco químico ou biológico) devido aos materiais que são</p><p>manipulados dentro dela.</p><p>Recomendações de Segurança: Precauções, Higienização e uso de EPI.</p><p>Semicrítica - Áreas onde se encontram pacientes com doenças de baixa transmissibilidade</p><p>ou não infecciosos. Esses pacientes não requerem isolamento.</p><p>● Armário - Semicrítico (risco químico) devido aos materiais químicos que podem ser</p><p>armazenados dentro deles.</p><p>Recomendações de segurança: Precauções, Sinalizações e uso de EPI.</p><p>Não crítica - Áreas sem pacientes infectados, como áreas administrativas.</p><p>● Lava Olhos - Não crítica, devido o seu uso ser necessariamente para limpeza de</p><p>produtos químicos ou biológicos em caso de emergência.</p><p>● Bancada - Não crítica (risco físico) devido aos instrumentos que podem ser</p><p>manipulados em cima delas.</p><p>Recomendações de segurança: Precauções e uso de EPI.</p><p>Limpeza</p><p>A limpeza do laboratório de bromatologia é uma parte fundamental das práticas de</p><p>laboratório para garantir a precisão e a confiabilidade dos resultados das análises de</p><p>alimentos. Para garantir a segurança dos trabalhadores, a integridade das amostras e a</p><p>precisão dos resultados das análises, faz-se necessário a implementação de um</p><p>7</p><p>planejamento, utilizando critérios de classificação das áreas para o adequado procedimento</p><p>de limpeza.</p><p>Áreas críticas exigem que a limpeza seja diariamente e desinfetadas após cada uso com</p><p>desinfetantes químicos apropriados, como álcool isopropílico a 70% ou soluções de</p><p>hipoclorito de sódio.</p><p>Áreas semicríticas o recomendado é que a limpeza seja executada semanalmente, deve</p><p>ser limpo regularmente para prevenir a contaminação cruzada. É indicado o uso de</p><p>desinfetantes ou detergentes apropriados para</p><p>remover resíduos e sujidades.</p><p>Áreas não críticas são aquelas onde não ocorre manipulação direta de amostras ou</p><p>reagentes, como áreas de armazenamento de materiais. Nessas áreas a limpeza profunda</p><p>pode ser feita mensalmente ou conforme necessário. É indicado o uso de detergentes</p><p>comuns e desinfetantes quando necessário para limpeza de rotina.</p><p>Essa classificação é fundamental para direcionar os esforços de limpeza e manutenção,</p><p>concentrando-se mais intensamente nas áreas críticas, seguidas pelas semicríticas e por</p><p>último nas não críticas. Isso ajuda a otimizar os recursos e garantir que os padrões de</p><p>qualidade sejam mantidos em todo o laboratório de bromatologia.</p><p>De acordo com o Manual de Higienização e Limpeza disponibilizado pelo Conselho</p><p>Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), ao realizar a limpeza do laboratório, é crucial</p><p>utilizar os materiais adequados para garantir a eficácia na remoção de contaminantes e a</p><p>desinfecção das superfícies. Detergentes neutros ou específicos para laboratório são</p><p>frequentemente usados para a remoção de sujeira e resíduos das bancadas, equipamentos</p><p>e utensílios de trabalho. Esses detergentes devem ser escolhidos com cuidado para evitar</p><p>contaminação das amostras e não deixar resíduos prejudiciais.</p><p>Além dos detergentes, desinfetantes químicos são essenciais para desinfetar as superfícies</p><p>do laboratório após a limpeza geral. Álcool isopropílico a 70% é frequentemente utilizado</p><p>para desinfecção de superfícies e equipamentos sensíveis (como por exemplo,</p><p>micropipetas, balanças analítica), enquanto soluções de hipoclorito de sódio (como a água</p><p>sanitária) são eficazes na desinfecção de áreas mais críticas.</p><p>Para a limpeza em si, é recomendável o uso de panos de limpeza descartáveis ou laváveis,</p><p>dependendo das políticas e procedimentos do laboratório. Os panos descartáveis são</p><p>preferíveis para evitar a contaminação cruzada entre as áreas de trabalho, enquanto os</p><p>panos laváveis podem ser utilizados se forem adequadamente higienizados após o uso.</p><p>É importante ressaltar que a limpeza do laboratório de bromatologia não se limita apenas às</p><p>superfícies visíveis, mas também inclui a limpeza dos equipamentos, utensílios e outras</p><p>áreas de difícil acesso. Além disso, a frequência da limpeza deve ser determinada com</p><p>base no volume de trabalho, nas políticas do laboratório e nas regulamentações, garantindo</p><p>8</p><p>assim um ambiente de trabalho limpo, seguro e propício para a realização de análises</p><p>precisas e confiáveis de alimentos.</p><p>1</p><p>10</p><p>Diamante de Hommel</p><p>Em ambientes onde substâncias químicas são manipuladas, uma medida preventiva de</p><p>acidentes comumente adotada é o uso do Diamante de Hommel.</p><p>O Diamante de Hommel é um símbolo, estabelecido pela NFPA74, composto por quatro</p><p>losangos conectados, formando um losango maior:</p><p>O losango azul exibe números de 0 a 4, indicando o nível de perigo do químico (4 - Letal;</p><p>3 – Severamente perigoso; 2 – Moderadamente perigoso; 1 – Levemente perigoso; 0 – Não</p><p>perigoso ou risco mínimo);</p><p>O losango vermelho mostra números de 0 a 4, representando a inflamabilidade do</p><p>químico (4 – Gases inflamáveis, líquidos muito voláteis; 3 – Ignição à temperatura</p><p>ambiente; 2 – Ignição sob moderado calor, abaixo de 93 ºC; 1 – Ignição se aquecido acima</p><p>de 93 ºC; 0 – Não inflamável);</p><p>O losango amarelo contém números de 0 a 4, indicando a reatividade do químico (4 –</p><p>Explosivo; 3 – Explosivo sob choque mecânico ou calor; 2 – Reação química violenta; 1 –</p><p>Instável se aquecido; 0 – Estável);</p><p>O losango branco apresenta códigos que indicam riscos específicos (exemplos incluem</p><p>OX – Oxidante forte; POI – Veneno; BIO – Risco biológico; RAD – Radioativo; NOC –</p><p>Nocivo; TOX – Tóxico, etc.).</p><p>Segue abaixo o modelo de Diamente de Hommel do laboratório de Bromatologia, escolhido</p><p>pelo grupo:</p><p>11</p><p>12</p><p>Mapas de Risco</p><p>A identificação de riscos no ambiente de trabalho é essencial para prevenir acidentes.</p><p>Os mapas de risco, elaborados pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA),</p><p>são essenciais nesse processo, seguindo as normas NR5.</p><p>A elaboração dos mapas de risco envolve uma avaliação qualitativa dos perigos</p><p>presentes nos locais de trabalho, representados graficamente por círculos de diferentes</p><p>cores e tamanhos, indicando tipos e gravidade dos riscos. Os mapas são expostos em</p><p>locais visíveis para informar funcionários e visitantes sobre os perigos presentes e as</p><p>medidas preventivas adotadas pela empresa em situações de emergência.</p><p>As etapas para a elaboração de um mapa de risco incluem: compreender o processo de</p><p>trabalho, identificar os riscos, avaliar a eficácia das medidas preventivas, analisar</p><p>indicadores de saúde e histórico de acidentes. Após isso, utilizando uma planta do</p><p>ambiente, os riscos são representados por círculos, sendo pequenos para riscos</p><p>controlados, médios para riscos gerenciáveis e grandes para riscos graves e letais.</p><p>E, por último, cada círculo recebe a cor de acordo com o tipo de risco presente no ambiente:</p><p>vermelho para agentes químicos, verde para agentes físicos, marrom para agentes</p><p>biológicos, amarelo para agentes ergonômicos e azul para agentes mecânicos.</p><p>1</p><p>14</p><p>Referências:</p><p>https://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/lab_virtual/niveis_de_bioseguranca.html</p><p>https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/construindo_politica_nacional_biossegu</p><p>ranca_bioprotecao.pdf</p><p>https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_gerenciamento_residuos.pdf</p><p>https://www.conass.org.br/</p><p>Disciplina: Biossegurança, bioética e legislação em Nutrição</p><p>Trabalho: AVA 2 - Prática 5 e 6</p><p>Professor: Vinícius Tadeu Martins Guerra Campos</p><p>Alunos:</p><p>Ana Gabriely Avila Martins - Matrícula: 1240105544</p><p>Ana Julia Barsen Guimarães - Matrícula: 1240110880</p><p>Angela Sá de Lima - Matrícula: 1240100127</p><p>Filipe Pinheiro Gomes - Matrícula:1240103186</p><p>Juliana Tebaldi Passos Sartore - Matrícula: 1240104350</p><p>Myrelle Cristina Lemos - Matrícula: 1240105499</p><p>Thiago Henrique Chaves Griese - Matrícula: 1240100084</p><p>1</p><p>Sumário</p><p>Introdução.................................................................................................................3</p><p>Áreas de atuação do profissional de nutrição.......................................................4</p><p>Escolha de 2 áreas....................................................................................................4</p><p>Tema Sorteado...........................................................................................................6</p><p>Referências.................................................................................................................8</p><p>2</p><p>Introdução</p><p>Segundo o Conselho Federal de Nutrição, há várias áreas em que o nutricionista pode</p><p>atuar. Neste trabalho, vamos nos concentrar em duas delas: Nutrição Clínica e Nutrição em</p><p>Esportes e Exercício Físico.</p><p>Vamos explorar como se tornar um profissional nessas áreas, quais são os caminhos a</p><p>seguir e quais oportunidades existem em uma determinada região, considerando as</p><p>diretrizes do Conselho Regional de Nutrição. Vamos destacar a importância de seguir as</p><p>regras específicas de cada campo e a ética profissional.</p><p>Além disso, vamos discutir o tema da quebra de sigilo profissional, com embasamento legal,</p><p>e as orientações sobre como proceder caso essa situação ocorra.</p><p>3</p><p>Áreas de atuação do profissional de nutrição</p><p>Segundo o Conselho Federal de Nutrição, as áreas de atuação do nutricionista são:</p><p>● Área de Nutrição em Alimentação Coletiva: envolve planejamento, organização,</p><p>direção, supervisão e avaliação de serviços de alimentação e nutrição em empresas,</p><p>escolas, hospitais, restaurantes comerciais, entre outros;</p><p>● Área de Nutrição Clínica: atuação em hospitais, clínicas, consultórios e</p><p>ambulatórios, realizando avaliação nutricional, prescrição dietética e</p><p>acompanhamento de pacientes com diversas condições de saúde, como</p><p>obesidade,</p><p>diabetes, doenças cardiovasculares, entre outras;</p><p>● Área de Nutrição em Esportes e Exercício Físico: atuação voltada para a</p><p>orientação nutricional de atletas e praticantes de atividade física, com o intuito de</p><p>melhorar o desempenho esportivo, a recuperação após o exercício e a prevenção de</p><p>lesões;</p><p>● Área de Nutrição em Saúde Coletiva: trabalho em políticas públicas de saúde,</p><p>programas de educação alimentar e nutricional, vigilância sanitária, promoção da</p><p>alimentação saudável, entre outras atividades voltadas para a saúde da população</p><p>em geral;</p><p>● Área de Nutrição no Ensino, na Pesquisa e na Extensão: atividades de</p><p>coordenação, ensino, pesquisa e extensão nos cursos de graduação e</p><p>pós-graduação em nutrição, cursos de aperfeiçoamento profissional e formando</p><p>novos profissionais da área;</p><p>● Nutrição na Cadeia de Produção, na Indústria e no Comércio de Alimentos:</p><p>controle de qualidade, desde a matéria-prima até o produto final; desenvolvimento</p><p>de produtos; rotulagem nutricional, de acordo com a legislação vigente; marketing</p><p>nutricional; consultoria para empresas do setor alimentício, oferecendo suporte</p><p>técnico em questões relacionadas à formulação de produtos, legislação alimentar,</p><p>rotulagem, entre outros.</p><p>Escolha de 2 áreas:</p><p>Área de Nutrição Clínica;</p><p>Área de Nutrição em Esportes e Exercício Físico.</p><p>1) Nutrição Clínica: atuação em hospitais, clínicas, consultórios e ambulatórios.</p><p>● Forma de inclusão dessa habilitação:</p><p>○ Para se habilitar na área de Nutrição Clínica e atuar nessa área, é necessário</p><p>seguir estes passos:</p><p>4</p><p>■ Obter diploma em Nutrição;</p><p>■ Realizar estágios/residência em Nutrição Clínica;</p><p>■ Fazer especializações na área;</p><p>■ Registrar-se no CRN da região;</p><p>■ Manter-se atualizado com cursos e eventos.</p><p>Essas são as etapas para se tornar um nutricionista clínico.</p><p>● Campos de trabalho dessa área na cidade - (CRN)</p><p>○ Na área de Nutrição clínica, você pode trabalhar com:</p><p>■ Os campos de trabalho dessa área de atuação podem ser em</p><p>hospitais, clínicas, consultórios e ambulatórios, realizando avaliação</p><p>nutricional, prescrição dietética e acompanhamento de pacientes com</p><p>diversas condições de saúde, como obesidade, diabetes, doenças</p><p>cardiovasculares, entre outras.</p><p>■ Dependendo da cidade, os campos de trabalho da Nutrição Clínica</p><p>podem variar de acordo com a demanda e a disponibilidade de</p><p>profissionais.</p><p>■ Recomenda-se consultar o CRN da região específica para obter</p><p>informações atualizadas sobre as oportunidades de trabalho na área</p><p>de Nutrição Clínica.</p><p>É aconselhável estar sempre atualizado com as regras do CRN do local.</p><p>2) Nutrição em Esportes e Exercício Físico: atuação voltada para a orientação nutricional</p><p>de atletas e praticantes de atividade física.</p><p>● Forma de inclusão dessa habilitação:</p><p>○ Para se habilitar na área de Nutrição em Esportes e Exercício Físico e atuar</p><p>nessa área, é necessário seguir estes passos:</p><p>■ Obter diploma em Nutrição;</p><p>■ Realizar estágios na área com atletas e praticantes de exercícios</p><p>físicos, para adquirir experiência e conhecimento prático na aplicação</p><p>da nutrição esportiva;</p><p>■ Fazer especializações na área;</p><p>■ Registrar-se no CRN da região;</p><p>■ Manter-se atualizado com cursos e eventos.</p><p>Essas são as etapas para se tornar um nutricionista esportivo.</p><p>5</p><p>● Campos de trabalho dessa área na cidade - (CRN)</p><p>○ Na área de Nutrição em Esportes e Exercício Físico, você pode trabalhar</p><p>com:</p><p>■ Pessoas que fazem exercícios por hobby;</p><p>■ Em academias, ajudando os alunos;</p><p>■ Avaliando e planejando dietas para atletas;</p><p>■ Com times esportivos;</p><p>■ Na pesquisa ou ensino;</p><p>■ Desenvolvendo suplementos.</p><p>É aconselhável estar sempre atualizado com as regras do CRN do local.</p><p>Tema Sorteado:</p><p>Tema 1 - Quebra de Sigilo Profissional</p><p>Matéria de referência - Época: “O caso Marisa Letícia é só a ponta do iceberg”</p><p>Por que a conduta dos médicos está errada?</p><p>6</p><p>● A conduta é contra a lei do sigilo médico, pois o vazamento de dados e informações</p><p>do prontuário dos pacientes é proibido de acordo com o código de ética do CFM e</p><p>diversos artigos da Lei da Proteção de Dados e Código Penal Brasileiro. Dentre os</p><p>principais artigos, pode-se destacar:</p><p>○ Artigo 11: o médico deve manter sigilo quanto às informações confidenciais</p><p>de que tiver conhecimento no desempenho de suas funções. O mesmo se</p><p>aplica ao trabalho em empresas, exceto nos casos em que seu silêncio</p><p>prejudique ou ponha em risco a saúde do trabalhador ou da comunidade;</p><p>○ Artigo 74: revelar sigilo profissional relacionado a paciente menor de idade,</p><p>inclusive, a seus pais ou representantes legais, desde que o menor tenha</p><p>capacidade de discernimento, salvo quando a não revelação possa acarretar</p><p>dano ao paciente;</p><p>○ Artigo 75: fazer referência a casos clínicos identificáveis, exibir pacientes ou</p><p>seus retratos em anúncios profissionais ou na divulgação de assuntos</p><p>médicos, em meios de comunicação em geral, mesmo com autorização do</p><p>paciente;</p><p>○ Artigo 76: revelar informações confidenciais obtidas quando do exame</p><p>médico de trabalhadores, inclusive, por exigência dos dirigentes de empresas</p><p>ou de instituições, salvo se o silêncio puser em risco a saúde dos</p><p>empregados ou da comunidade.</p><p>● Não é apenas o CFM que regula o direito à privacidade, o Código Penal Brasileiro</p><p>também possui artigos importantes, como:</p><p>○ Artigo 153: divulgar alguém, sem justa causa, conteúdo de documento</p><p>particular ou de correspondência confidencial, de que é destinatário ou</p><p>detentor, e cuja divulgação possa produzir dano a outrem;</p><p>○ Artigo 154: revelar alguém, sem justa causa, segredo, de que tem ciência em</p><p>razão de função, ministério, ofício ou profissão, e cuja revelação possa</p><p>produzir dano a outrem;</p><p>○ Artigo 269: deixar o médico de denunciar à autoridade pública doença cuja</p><p>notificação é compulsória;</p><p>○ Artigo 325: revelar fato de que tem ciência em razão do cargo e que deva</p><p>permanecer em segredo, ou facilitar-lhe a revelação.</p><p>● O Código de Ética Médica aborda várias normas sobre o sigilo médico, mas a</p><p>resolução nº 1.605/2000 também deve ser um ponto de atenção, porque trata</p><p>diretamente do sigilo profissional. Nessa resolução existem alguns artigos</p><p>considerados principais, como, por exemplo:</p><p>○ Artigo 1: o médico não pode, sem o consentimento do paciente, revelar o</p><p>conteúdo do prontuário ou ficha médica;</p><p>○ Artigo 2: nos casos do artigo 269 do Código Penal, no qual a comunicação</p><p>de doença é compulsória, o dever do médico restringe-se exclusivamente a</p><p>comunicar tal fato à autoridade competente, sendo proibida a remessa do</p><p>prontuário médico do paciente;</p><p>○ Artigo 3: na investigação da hipótese de cometimento de crime, o médico</p><p>está impedido de revelar segredo que possa expor o paciente a processo</p><p>criminal;</p><p>7</p><p>○ Artigo 4: se, na instrução de processo criminal, for requisitada, por autoridade</p><p>judiciária competente, a apresentação do conteúdo do prontuário ou da ficha</p><p>médica, o médico disponibilizará os documentos ao perito nomeado pelo juiz,</p><p>para que neles seja realizada perícia restrita aos fatos em questionamento;</p><p>○ Artigo 5: se houver autorização expressa do paciente, tanto na solicitação</p><p>como em documento diverso, o médico poderá encaminhar a ficha ou</p><p>prontuário médico diretamente à autoridade requisitante.</p><p>● Dessa forma, está terminantemente vedada a utilização indiscriminada de dados</p><p>pessoais e, se acaso a determinação não for cumprida pelas empresas, estarão</p><p>sujeitas às punições previstas.</p><p>Como denunciar uma situação como essa?</p><p>Para denunciar um médico por má conduta e/ou por violação do Código de Ética Médica, o</p><p>paciente ou familiar poderá denunciá-lo perante o Conselho Regional de Medicina ou o</p><p>Conselho Federal de Medicina.</p><p>Qualquer pessoa pode fazer a denúncia contra um médico, um hospital ou uma instituição</p><p>prestadora de serviços médicos. Será necessário relatar os fatos da ocorrência, data, local,</p><p>nome do</p><p>médico e da instituição. Segundo o Código de Ética Médica, somente serão aceitas as</p><p>denúncias identificadas, com documentos.</p><p>Quando o médico é denunciado, o CRM é obrigado a instaurar sindicância para apurar os</p><p>fatos relatados na denúncia.</p><p>Determinada a abertura, é nomeado um conselheiro sindicante</p><p>para fazer a averiguação sumária da denúncia, buscando colher elementos de</p><p>convencimento em torno da materialidade e autoria.</p><p>Referências:</p><p>https://www.cfn.org.br/index.php/areas-de-atuacao/</p><p>https://www.cfn.org.br/index.php/sistema-cfn-crn/</p><p>https://epoca.globo.com/saude/noticia/2017/02/o-caso-marisa-leticia-e-so-ponta-do-iceberg.</p><p>html</p><p>https://www.portalinsights.com.br/perguntas-frequentes/quando-o-medico-pode-quebrar-o-si</p><p>gilo#:~:text=Para%20denunciar%20um%20m%C3%A9dico%20por,o%20Conselho%20Fede</p><p>ral%20de%20Me</p><p>https://blog.iclinic.com.br/sigilomedico/#:~:text=4.,%C3%A0s%20pessoas%2C%20n%C3%A</p><p>3o%20%C3%A0s%20institui%C3%A7%C3%B5es</p><p>8</p><p>https://www.cfn.org.br/index.php/areas-de-atuacao/</p><p>https://www.cfn.org.br/index.php/sistema-cfn-crn/</p><p>https://epoca.globo.com/saude/noticia/2017/02/o-caso-marisa-leticia-e-so-ponta-do-iceberg.html</p><p>https://epoca.globo.com/saude/noticia/2017/02/o-caso-marisa-leticia-e-so-ponta-do-iceberg.html</p><p>https://www.portalinsights.com.br/perguntas-frequentes/quando-o-medico-pode-quebrar-o-sigilo#:~:text=Para%20denunciar%20um%20m%C3%A9dico%20por,o%20Conselho%20Federal%20de%20Me</p><p>https://www.portalinsights.com.br/perguntas-frequentes/quando-o-medico-pode-quebrar-o-sigilo#:~:text=Para%20denunciar%20um%20m%C3%A9dico%20por,o%20Conselho%20Federal%20de%20Me</p><p>https://www.portalinsights.com.br/perguntas-frequentes/quando-o-medico-pode-quebrar-o-sigilo#:~:text=Para%20denunciar%20um%20m%C3%A9dico%20por,o%20Conselho%20Federal%20de%20Me</p><p>https://blog.iclinic.com.br/sigilomedico/#:~:text=4.,%C3%A0s%20pessoas%2C%20n%C3%A3o%20%C3%A0s%20institui%C3%A7%C3%B5es</p><p>https://blog.iclinic.com.br/sigilomedico/#:~:text=4.,%C3%A0s%20pessoas%2C%20n%C3%A3o%20%C3%A0s%20institui%C3%A7%C3%B5es</p><p>GRUPO:</p><p>ANA GABRIELY AVILA</p><p>ANA JULIA BARSEN</p><p>ANGELA SÁ</p><p>JULIANA TEBALDI</p><p>MYRELLE LEMOS</p><p>THIAGO GRIESE</p><p>LABORATORIO DE</p><p>BROMATOLOGIA</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>NB-1 NB-2 NB-3 NB-4</p><p>NÍVEIS DE</p><p>BIOSSEGURANÇA</p><p>O laboratorio de bromatologia se encaixa na</p><p>classificação NB-1</p><p>EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL</p><p>No laboratório de bromatologia, os EPIs são:</p><p>Óculos de Proteção</p><p>Luva</p><p>Máscara Facial</p><p>Jaleco</p><p>Sapatos Fechados</p><p>Higiene pessoal</p><p>Manipulação adequada</p><p>Descarte seguro</p><p>Limpeza e desinfecção</p><p>Uso de equipamentos</p><p>Acesso limitado</p><p>BOAS PRÁTICAS</p><p>CLASSIFICAÇÃO DAS ÁREAS</p><p>Lava Olhos</p><p>Não Crítico</p><p>Bancada</p><p>Não Crítico</p><p>Armários</p><p>Capela</p><p>Estufa</p><p>Semicrítico</p><p>Crítico</p><p>Crítico</p><p>EXTINTOR</p><p>Último teste: 2022</p><p>Próximo teste: 2027</p><p>Data da carga: Janeiro de 2023</p><p>Próxima carga: Janeiro de 2024</p><p>Áreas críticas</p><p>LIMPEZA</p><p>Áreas semicríticas Áreas não críticas</p><p>Limpeza diária e</p><p>desinfetadas após cada uso</p><p>Limpeza semanalmente Limpeza profunda mensalmente ou</p><p>conforme necessário</p><p>Material:</p><p>desinfetantes ou detergentes</p><p>apropriados</p><p>Material:</p><p>álcool 70% ou cloro</p><p>Material:</p><p>desinfetantes comuns</p><p>DIAMANTE DE HOMMEL - LAB DE BROMATOLOGIA</p>