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<p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Líquidos Corporais Profa. Dra. Meclycia Shamara</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Fase Analítica</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Análise Física da Urina</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Análises Físicas da Urina</p><p>O exame físico é constituído basicamente pela observação de</p><p>características que são determinadas a olho nu: cor e aspecto</p><p>da urina, bem como por determinações físicas (densidade).</p><p>A reunião dessas informações fornece evidências preliminares</p><p>de distúrbios, tais como: sangramento glomerular, doença</p><p>hepática, erros de metabolismo, infecção do trato urinário e</p><p>alterações na função tubular renal.</p><p>São úteis para complementar as próximas análises.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cor</p><p>A cor da urina varia de quase incolor a preta.</p><p>As variações estão relacionadas com:</p><p>• funções metabólitas;</p><p>• atividade física;</p><p>• substâncias ingeridas;</p><p>• condições patológicas</p><p>A cor normal da urina deve ser determinada por cada</p><p>laboratório.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cor</p><p>A cor da urina é causada principalmente pela presença do</p><p>pigmento urocromo.</p><p>Urocromo é um pigmento amarelo que resulta da quebra</p><p>da hemoglobina. O urocromo é produzido no fígado e é</p><p>eliminado do corpo através da urina.</p><p>Outros pigmentos como a uroeritrina (vermelha) e</p><p>urobilina (amarelo-alaranjado) também são encontrados na</p><p>urina.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cor</p><p>A cor da urina pode varia de acordo com o estado de</p><p>hidratação:</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cor Amarela escura/Âmbar/Laranja</p><p>A urina amarela escura e âmbar pode significar um</p><p>concentrado normal ou anormal da urina.</p><p>Pode ser causada pela presença anormal do pigmento</p><p>bilirrubina (que será detectada na análise química).</p><p>A presença de espuma amarela é suspeita da presença de</p><p>bilirrubina.</p><p>De maneira geral, grande quantidade de espuma branca</p><p>indica aumento da concentração de proteína.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cor Amarela escura/Âmbar/Laranja</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cor Vermelha/Rósea/Marrom</p><p>Vermelho é a cor normal que o sangue produz na urina,</p><p>mas pode variar do rosa ao marrom.</p><p>Hemácias que permanecem em urina ácida durante várias</p><p>horas produzem urina marrom por causa da oxidação da</p><p>hemoglobina em metemoglobina.</p><p>Urina recente com cor marrom, que contenha sangue,</p><p>pode indicar hemorragia glomerular.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cor Vermelha/Rósea/Marrom</p><p>A cor da urina pode varia do rosa ao marrom dependendo da quantidade de sangue, do pH e do período de contato.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cor Vermelha/Rósea/Marrom</p><p>• A hemoglobina e a</p><p>mioglobina produzem urina</p><p>vermelha e fornecem</p><p>resultado positivo para</p><p>sangue.</p><p>• A hemoglobinúria é</p><p>resultante da destruição in</p><p>vivo das hemácias.</p><p>• A mioglobinúria é resultante</p><p>da lesão do músculo</p><p>esquelético.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cor Vermelha/Rósea/Marrom</p><p>• Outras causas:</p><p>• porfirinas;</p><p>• contaminação menstrual;</p><p>• ingestão de alimentos altamente pigmentados;</p><p>• medicamentos (fenolftaleína, fenindiona, fenotiazinas,</p><p>rifampicina).</p><p>• Pessoas geneticamente susceptíveis podem ingerir alimentos</p><p>como beterraba e produzir urina na cor vermelha com pH</p><p>alcalino.</p><p>• A ingestão de amoras pode produzir urina vermelha com pH</p><p>ácido.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cor Castanha/Preta</p><p>• Em pacientes com melanoma maligno o melanogênio</p><p>(pigmento incolor) pode aparecer na urina e, quando</p><p>exposto a luz é convertido em melanina que escurece a</p><p>urina.</p><p>• Pessoas com erro inato do metabolismo podem apresentar</p><p>ácido homogentísico (fenilalanina) na urina.</p><p>• Medicamentos que podem estar relacionados: levodopa,</p><p>metildopa, derivados de fenol e metronidazol.</p><p>• Deve-se testar a presença de sangue na amostra.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cor Castanha/Preta</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cor Castanha/Preta</p><p>Doença de Haff</p><p>Conhecida desde a década de</p><p>1920, a enfermidade está</p><p>relacionada a uma toxina que</p><p>é encontrada em peixes e</p><p>crustáceos.</p><p>É justamente essa substância</p><p>que provoca as lesões nos</p><p>músculos e pode até danificar</p><p>seriamente os rins.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cor Azul/Verde</p><p>• As urinas nessas cores são geralmente produzidas por</p><p>infecções bacterianas no trato urinário por Pseudomonas</p><p>aeruginosa.</p><p>• Também pode ser resultado da ingestão de corantes como o</p><p>azul de metileno ou alimentos e bebidas verdes como</p><p>aspargos.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Aspecto</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Aspecto</p><p>• Refere-se à transparência ou turvação da amostra.</p><p>• A amostra deve estar em um recipiente transparente.</p><p>• Os aspectos mais comuns são, límpido, opalescente,</p><p>ligeiramente turvo, turvo e leitoso.</p><p>• Uma amostra de aspecto normal é clara com aspecto límpido</p><p>ou com ligeira opalescência branca.</p><p>• Talco, cremes vaginais e contrastes radiográficos podem ser</p><p>agentes contaminantes e alterar o aspecto da amostra.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Aspecto Límpido</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Aspecto</p><p>• Turvação não patológica:</p><p>• Células epiteliais escamosas;</p><p>• Muco;</p><p>• Amostras mantidas em repouso ou refrigeradas;</p><p>• Sêmen;</p><p>• Contaminação fecal;</p><p>• Meio de contraste radiográfico;</p><p>• Talco e cremes vaginais.</p><p>• A refrigeração pode provocar precipitação de fosfatos,</p><p>carbonatos e uratos amorfos.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação</p><p>não é permitida.</p><p>Aspecto</p><p>• Turvação Patológica:</p><p>• Hemácias;</p><p>• Glóbulos brancos;</p><p>• Bactérias;</p><p>• Doença orgânica sistêmica;</p><p>• Quantidades anormais de</p><p>células epiteliais não</p><p>escamosas, leveduras, cristais</p><p>anormais, fluido linfático e</p><p>lipídeos.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>DescriçãoAspecto</p><p>Partículas não visíveis, transparentes.Límpido</p><p>Poucas partículas, texto impresso facilmente</p><p>visualizado através da urina.</p><p>Opalescente</p><p>Muitas partículas, texto impresso borrado</p><p>através da urina.</p><p>Ligeiramente turvo</p><p>Texto impresso não pode ser visto através</p><p>da urina.</p><p>Turvo</p><p>Podem precipitar ou ter coágulos.Leitoso</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Odor</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Odor</p><p>• Na rotina geralmente não é relatado. Mas pode ser uma</p><p>observação importante.</p><p>• A urina recentemente expelida tem odor ligeiramente</p><p>aromático, à medida que o tempo passa o cheiro de amônia</p><p>torna-se mais proeminente.</p><p>• Causas incomuns de odores:</p><p>• Infecções bacterianas (desagradável odor);</p><p>• Cetose diabética (cheiro doce e frutado);</p><p>• Doença do xarope de bordo (defeito metabólico)</p><p>• Ingestão de certos alimentos (alho, aspargos)</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Densidade / Gravidade específica</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Densidade</p><p>• É a densidade da amostra em comparação com a densidade</p><p>da água destilada na mesma temperatura.</p><p>• A determinação da densidade reflete o estado de hidratação</p><p>de um indivíduo e a capacidade renal de concentração de</p><p>urina.</p><p>• Além disso, é útil para determinar se a concentração da</p><p>amostra é adequada para garantir a precisão dos testes</p><p>químicos.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Densidade</p><p>• A densidade do filtrado de plasma que entra no glomérulo é</p><p>de 1,010.</p><p>• Geralmente, os valores de densidade em urinas aleatórias</p><p>variam entre 1,015 e 1,030.</p><p>• Quando uma urina apresenta densidade abaixo de 1,010, é</p><p>chamada de hipostenúrica.</p><p>• Amostras acima de 1,010 são hiperestenúricas.</p><p>• O termo isostenúrico é usado para descrever urina com</p><p>densidade de 1,010.</p><p>• Amostras com menos de 1,002 de densidade provavelmente</p><p>não são urina.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Densidade</p><p>• Métodos para medição:</p><p>• Refratômetro: que reflete a concentração de todas as</p><p>partículas dissolvidas na amostra;</p><p>• Tira de reagente químicos: mede a densidade a partir da</p><p>determinação da concentração iônica da urina;</p><p>• Osmolaridade – que mede as propriedades coligativas dos</p><p>solutos dissolvidos no solvente, comparando esse valor com</p><p>aquele obtido no solvente puro.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Densidade</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Densidade</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Análise Química da Urina</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Análise Química da Urina</p><p>• O exame químico qualitativo</p><p>da urina é feito com tiras</p><p>reagentes, que consistem em</p><p>almofadas absorventes presas</p><p>a uma tira, impregnadas com</p><p>produtos químicos que</p><p>sofrem uma reação química</p><p>capaz de alterar a cor das</p><p>almofadas absorventes</p><p>quando entram em contato</p><p>com a urina.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Técnica das Tiras Reagentes</p><p>• Podem ser realizadas mensurações qualitativas (positivo ou</p><p>negativo) ou semiquantitativas (traços a 4+) para pH,</p><p>proteínas, glicose, cetonas, sangue oculto, bilirrubina,</p><p>urobilinogênio, nitrito, esterase leucocitária e densidade.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Técnica das Tiras Reagentes</p><p>• Mergulhar a tira reagente brevemente</p><p>em uma amostra de urina bem</p><p>homogeneizada, não centrifugada e em</p><p>temperatura ambiente;</p><p>• Retirar o excesso de urina, raspando a</p><p>borda da tira no recipiente;</p><p>• Tocar a borda da tira sobre um material</p><p>absorvente descartável;</p><p>• Esperar o tempo especificado para a</p><p>reação ocorrer;</p><p>• Comparar a cordas almofadas da tira de</p><p>reação com a tabela de cores fornecida</p><p>pelo fabricante com boa iluminação.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Leucócitos: doenças sintomáticas do trato urinário e inflamação renal</p><p>Nitrito: infecção bacteriana nos rins ou no trato urinário</p><p>Urobilinogênio: dano crônico ou agudo ao fígado, icterícia e</p><p>problemas no trato intestinal.</p><p>Proteína: pode estar relacionada com doenças renais ou do trato</p><p>urinário.</p><p>Densidade: concentração da urina, suplemento p/ outros parâmetros.</p><p>Cetonas: anomalias metabólicas, indicação de cetoacidose e diabetes</p><p>Bilirrubina: dano no fígado, icterícia obstrutiva e obstruções biliares</p><p>pH: para comparação com outros parâmetros.</p><p>Hemácias: infecções graves nos rins e trato urinário, urolitíase e</p><p>suspeita de neoplasia renal ou de bexiga.</p><p>Glicose: monitoramento da Diabetes mellitus</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Técnica das Tiras Reagentes – Erros de leitura</p><p>• Amostra não homogeneizada: elementos</p><p>como hemácias e leucócitos sedimentam</p><p>na parte inferior da amostra e não são</p><p>detectados.</p><p>• Tempo de permanência da tira por</p><p>período prolongado: pode provocar</p><p>saída de reagentes das almofadas.</p><p>• Excesso de urina: pode levar mistura</p><p>entre produtos químicos das almofadas.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Técnica das Tiras Reagentes – Armazenamento e Controle</p><p>• Devem ser armazenadas de acordo com</p><p>as recomendações do fabricante</p><p>protegidas da luz e sob controle de</p><p>temperatura.</p><p>• O controle das tiras deve ser realizado</p><p>frequentemente (a cada 24h por</p><p>exemplo). Muitos laboratórios fazem a</p><p>verificação no início de cada ciclo e</p><p>quando um novo frasco de tiras é</p><p>aberto.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>pH</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>pH</p><p>• Os rins junto com os pulmões são os</p><p>principais reguladores do conteúdo ácido-</p><p>básico no organismo.</p><p>• O mecanismo de regulação atua pela secreção</p><p>de hidrogênio (H+) sob a forma de íons</p><p>amônio</p><p>(NH4</p><p>+), ligados à amônia (NH3) ou de</p><p>fosfato de hidrogênio (HPO4) e pela</p><p>reabsorção de bicarbonato (HCO3</p><p>-).</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>pH – Mecanismo das tiras reagentes</p><p>• Em geral as marcas de tiras reagentes utilizam dois</p><p>indicadores de pH: vermelho de metila e azul de bromotimol.</p><p>• Medem uma variação de 5,0 a 8,5.</p><p>• À medida que a concentração de H+ livre aumenta, o pH</p><p>diminui ou torna-se mais ácido.</p><p>• À medida que a concentração de H+ diminui, o pH aumento</p><p>ou torna-se mais alcalino.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>pH – Significado clínico</p><p>• o pH serve para auxiliar na determinação da existência de</p><p>doenças sistêmicas e ácido-básico de origem metabólica ou</p><p>respiratória.</p><p>• Cristais e cálculos renais podem ser precipitados na urina</p><p>dependentes do pH.</p><p>• O monitoramento do pH é uma ferramenta importante para</p><p>acompanhamento das infecções do trato urinário.</p><p>• O pH urinário é controlado pela dieta (ingestão de carnes</p><p>tendem a produzir urina ácida, já vegetarianos tendem a</p><p>produzir urina alcalina), mas medicamentos também podem</p><p>provocar alterações.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Proteína</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Proteína</p><p>• Dos exames químicos de rotina, o mais indicativo de</p><p>doença renal é a determinação de proteínas.</p><p>• A presença de proteinúria é frequentemente associada</p><p>com doença renal precoce.</p><p>• A urina normal contém muito pouca proteína: entre</p><p>10mg/dl ou 100 mg por 24h constituída de proteínas de</p><p>baixo peso molecular ou proteínas produzidas no trato</p><p>geniturinário.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Proteína</p><p>A proteinúria pode ocorrer:</p><p>• Escape de proteínas plasmáticas normais, por defeitos da</p><p>membrana glomerular;</p><p>• Menor reabsorção tubular renal;</p><p>• Concentração anormalmente alta de proteínas normais</p><p>do plasma;</p><p>• Presença de proteínas anormais no plasma;</p><p>• Perdas normais de proteínas pelas células tubulares ou</p><p>drenagem anormal de linfa no rim ou trato urinário</p><p>(quilúria).</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Proteína – Significado clínico</p><p>Proteinúria clínica é indicada por > 30 mg/dl.</p><p>As causas podem ser variadas e são agrupadas em três</p><p>grandes categorias: pré-renal, renal e pós-renal, com base</p><p>na origem das proteínas.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Proteína</p><p>Pré-renal:</p><p>• Causada por condições que afetam o plasma antes de atingir</p><p>o rim.</p><p>• Causada por aumentos dos níveis de proteínas plasmáticas</p><p>de baixo peso molecular como hemoglobina, mioglobina e</p><p>proteínas reativas de fase aguda (infeção e inflamação).</p><p>• A maior filtração dessas proteínas excede a capacidade</p><p>reabsortiva normal dos túbulos renais, resultando em</p><p>excesso de proteínas na urina.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Proteína</p><p>Pré-renal: proteína de Bence Jones</p><p>• Pessoas com mieloma múltiplo podem</p><p>excretar a proteína de Bence Jones</p><p>(imunoglobulina monoclonal) resultado da</p><p>proliferação desordenada de plasmócitos</p><p>que produz níveis significativos da</p><p>imunoglobulina.</p><p>• Confirmação de suspeita: eletroforese e</p><p>imunoeletroforese.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Proteína</p><p>Renal:</p><p>• Proteinúria associada à verdadeira doença renal pode ser</p><p>resultado de dano glomerular ou tubular.</p><p>• Proteinúria Glomerular</p><p>• Dano na membrana glomerular pode provar aumento na</p><p>quantidade proteínas séricas e aumento de leucócitos e</p><p>hemácias na urina.</p><p>• Causas: material amiloide, substâncias tóxicas e complexos</p><p>imunes relacionados com lúpus.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Proteína</p><p>Renal:</p><p>• Proteinúria Tubular</p><p>• Distúrbios na reabsorção tubular podem provocar aumento</p><p>da albumina e outras proteínas de baixo peso molecular na</p><p>urina.</p><p>• Causas: exposição à substâncias tóxicas e a metais pesador,</p><p>graves infecções virais e síndrome de Fanconi.</p><p>• Proteinúria benigna: transitória, pode ser causada por</p><p>exercício extenuante, febre alta, desidratação e exposição</p><p>ao frio.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Proteína</p><p>Renal:</p><p>• Proteinúria ortostática (postural)</p><p>• Proteinúria benigna que ocorre após períodos nos quais a</p><p>postura vertical é mantida e desaparece quando a postura</p><p>horizontal é assumida.</p><p>• Causas: aumento da pressão sobre a veia renal quando na</p><p>posição vertical.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Proteína</p><p>Renal:</p><p>• Microalbuminúria</p><p>• Forte indicador de Nefropatia diabética que leva à redução</p><p>de filtração glomerular e eventual insuficiência renal que</p><p>ocorre com frequência em pessoas com diabetes mellitus</p><p>tipos 1 e 2.</p><p>• Importância clínica: a detecção de microalbuminúria pode</p><p>auxiliar no controle dos níveis de glicemia e da</p><p>hipertensão.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Proteína</p><p>Pós-renal:</p><p>• Podem estar relacionadas com infecções bacteriana e</p><p>fúngicas e inflamações no trato urinário inferior (ureteres,</p><p>bexiga, uretra, próstata e vagina).</p><p>• A presença de sangue como resultado de ferimentos ou</p><p>contaminação menstrual, como também a presença de</p><p>fluido prostático e grande presença de espermatozoides</p><p>contribuem para a proteinúria.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Proteína – Tiras reagentes</p><p>A sensibilidade das tiras reagentes é maior para albumina e</p><p>menor para as globulinas.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Glicose</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Glicose</p><p>• Glicosúria é o termo para indicar a presença de</p><p>quantidades significativas de glicose na urina.</p><p>• A quantidade de glicose na urina depende:</p><p>• da concentração de glicose no sangue;</p><p>• da taxa de filtração glomerular;</p><p>• do grau de reabsorção tubular.</p><p>• A presença de glicose na urina, em geral, é notada quando</p><p>o nível sanguíneo excede de 160 a 180 mg/dL.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Glicose – Significado clínico</p><p>• Em casos de hiperglicemia o transporte tubular de glicose</p><p>(reabsorção) cessa e aparece glicose na urina.</p><p>• Níveis de glicemia flutuam, uma pessoa normal pode ter</p><p>glicosúria após uma refeição com teor elevado de glicose.</p><p>• Os resultados mais informativos são os obtidos a partir de</p><p>amostras coletadas em condições controladas.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Glicose – Significado clínico</p><p>• É recomendado o jejum antes da coleta da amostra.</p><p>• Atenção: nem sempre a primeira amostra da manhã</p><p>apresenta uma amostra de jejum porque a glicose da</p><p>refeição da noite pode permanecer na bexiga durante a</p><p>noite.</p><p>• O recomendável é realizar a coleta da amostra através da</p><p>segunda amostra da manhã em jejum ou através da</p><p>amostra duas horas pós-prandial.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Glicose – Significado clínico</p><p>• Glicosúria presente em:</p><p>• Diabetes mellitus;</p><p>• Diabetes gestacional (resistência temporária à insulina);</p><p>• Hiperglicemia não diabética: pancreatite, câncer</p><p>pancreático, acromegalia (hormônio do crescimento);</p><p>hipertireoidismo.</p><p>• Hormônios produzidos na hiperglicemia não diabética</p><p>atuam em oposição à insulina (glicogênio >></p><p>glicogenólise).</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Glicose – Tiras reagentes</p><p>• A reação química responsável pela detecção da glicose está</p><p>relacionada com o procedimento da glicose oxidase -</p><p>peroxidase e é específico para glicose.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cetonas</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cetonas</p><p>• Cetonúria: presença de cetonas ou corpos cetônicos na</p><p>urina.</p><p>• Formadas durante o catabolismo de ácidos graxos quando</p><p>há um comprometimento da utilização de carboidrato</p><p>disponível como principal fonte de energia.</p><p>• Os corpos cetônicos são: ácido acetoacético, ácido beta-</p><p>hidroxibutírico e acetona.</p><p>• Em condições normais, cetonas não aparecem na urina.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cetonas – Significado clínico</p><p>• Razões clínicas:</p><p>• incapacidade de metabolizar carboidratos (diabetes</p><p>mellitus);</p><p>• perda de carboidratos pelo vômito;</p><p>• ingestão inadequada de carboidrato associadas com jejum</p><p>e má absorção.</p><p>• Obs: o aumento de cetonas no sangue leva a desequilíbrio</p><p>eletrolítico, desidratação, acidose, eventual coma diabético.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Cetonas – Tira reagente</p><p>• Reação do nitroprussiato de sódio com o ácido acético.</p><p>• Resultados positivos em pacientes diabéticos são de suma</p><p>importância, uma vez que sua presença revela quadro de</p><p>acidose metabólica que, se não tratada pode levar o</p><p>paciente à morte.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Sangue</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Sangue</p><p>• Em situações patológicas, o sangue pode ser identificado</p><p>na urina tanto como hemácias íntegras (hematúria) quanto</p><p>como hemoglobina livre, proveniente de hemólise no trato</p><p>urinário (hemoglobinúria).</p><p>• Sangue macroscópico: hematúria produz turvação</p><p>vermelha na urina e hemoglobinúria produz urina vermelha</p><p>límpida.</p><p>• Sangue microscópico: sangue oculto; presença de</p><p>hemoglobina livre, hemácias intactas.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Sangue – Significado clínico</p><p>• Em pessoas saudáveis a urina não contém hemoglobina</p><p>(hemoglobinúria), hemácias (hematúria) ou mioglobina</p><p>(mioglobinúria).</p><p>• Achados laboratoriais: comparação com exame</p><p>microscópico para detecção de hemácias (quantidade),</p><p>cilindros hemáticos ou de hemoglobina, células fantasmas</p><p>(membranas ocas de hemácias), células epiteliais</p><p>escamosas (contaminação menstrual).</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Sangue – Significado clínico</p><p>• Hematúria, hemoglobinúria e mioglobinúria podem ocorrer</p><p>individualmente ou associadas.</p><p>• Hematúria</p><p>• Presença de hemácias intactas na urina.</p><p>• Em casos de hemólise a hemoglobina pode ser liberada.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Sangue – Significado clínico</p><p>• Hemoglobinúria</p><p>• Presença de hemoglobina livre na urina como resultado de</p><p>hemólise intravascular.</p><p>• Pode aparecer em casos de hemólise no trato urinário ou</p><p>após micção em virtude de uma baixa densidade ou pH</p><p>altamente alcalino.</p><p>• Hemoglobinúria verdadeira: maior importância clínica</p><p>resultante de hemoglobinemia.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Sangue – Tira reagente</p><p>• O teste se baseia na atividade da peroxidase da porção heme da</p><p>hemoglobina, que decompõe o peróxido de hidrogênio.</p><p>• O oxigênio liberado oxida a ortoluidina (dimetilbenzidina) presente</p><p>na tira, produzindo a cor azul-esverdeada, proporcional à</p><p>quantidade de hemoglobina ou mioglobina presente na amostra.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Bilirrubina</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Bilirrubina</p><p>• Bilirrubina na urina pode fornecer indicação precoce de problemas</p><p>no fígado, baço, nos rins ou na vesícula biliar que pode ser</p><p>detectada antes do desenvolvimento de icterícia.</p><p>• Bilirrubina é um pigmento amarelo produto da degradação da</p><p>hemoglobina.</p><p>• É absorvido por células do fígado e conjugado de modo a formar</p><p>um pigmento solúvel em água excretada na bílis. Cerca de 70% a</p><p>80% da bilirrubina são provenientes da destruição das hemácias</p><p>velhas, 15% de fontes hepáticas e o restante é proveniente da</p><p>destruição de hemácias defeituosas na medula óssea e nos</p><p>citocromos.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Bilirrubina - Produção</p><p>• As hemácias vão perdendo elasticidade</p><p>e deixam de conseguir passar por vasos</p><p>de menor calibre no baço, onde acabam</p><p>por serem fagocitadas por macrófagos.</p><p>• No interior dos macrófagos, a</p><p>hemoglobina é catabolizada, liberando</p><p>o ferro do grupamento heme e a</p><p>globina, formando-se a bilirrubina, que</p><p>após ser liberada pelo macrófago passa</p><p>a circular no plasma.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Bilirrubina - Tipos</p><p>• No sangue são encontrados dois tipos principais de</p><p>bilirrubina:</p><p>Não conjugada</p><p>É insolúvel em água,</p><p>transportada no sangue ligada</p><p>à albumina, não sendo,</p><p>portanto, filtrada através dos</p><p>glomérulos.</p><p>Conjugada</p><p>É ligada ao ácido glicurônico</p><p>nos hepatócitos do fígado,</p><p>solúvel em água e que, após</p><p>algumas reações,</p><p>se</p><p>transforma em estercobilina.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Bilirrubina - Metabolismo</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Bilirrubina - Metabolismo</p><p>• 1 - O heme é convertido em biliverdina (pigmento verde) pela</p><p>enzima heme oxigenase. Isso ocorre no baço, durante o processo</p><p>de hemocaterese.</p><p>• Na segunda etapa, a biliverdina é convertida em bilirrubina pela</p><p>enzima biliverdina redutase.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Bilirrubina - Metabolismo</p><p>• 1 - A bilirrubina recém-formada é então transportada pela</p><p>albumina para o fígado. Nesse momento, temos a bilirrubina não</p><p>conjugada (indireta) que é pouco solúvel em água.</p><p>• Uma vez no fígado, ocorre a conjugação da bilirrubina com o</p><p>ácido glicurônico pela enzima UDP-glucuronosiltransferase. Nesse</p><p>momento, temos a bilirrubina conjugada (direta) que é mais</p><p>solúvel em água.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Bilirrubina - Metabolismo</p><p>• 2 - Excreção da bilirrubina conjugada para o intestino através da</p><p>bile. As bactérias intestinais a convertem em urobilinogênio (sem</p><p>coloração).</p><p>• Parte do urobilinogênio é absorvida pelas células intestinais e</p><p>filtrada pelos rins. Ele é oxidado, dando origem à</p><p>urobilina/urocromo, pigmento responsável pela coloração</p><p>amarelada da urina.</p><p>• A parte do urobilinogênio que continua no intestino é convertida</p><p>em estercobilinogênio e, então, oxidado em estercobilina,</p><p>pigmento responsável pela coloração marrom das fezes.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Bilirrubina – Significado clínico</p><p>• Normalmente quantidade detectáveis de bilirrubina não estão</p><p>presentes na urina.</p><p>• Causas de bilirrubinúria:</p><p>• Obstrução do ducto biliar por cálculos biliares, câncer, etc.</p><p>• Dano na integridade do fígado que permite o refluxo de bilirrubina</p><p>conjugada para a circulação (hepatite, cirrose).</p><p>• Icterícia: concentração de bilirrubina total maior que 2,5 mg/dL, os</p><p>tecidos corporais adquirem a cor amarela.</p><p>• Icterícia por bilirrubina não conjugada não haverá excreção da</p><p>bilirrubina na urina.</p><p>• Icterícia por bilirrubina conjugada há excreção da bilirrubina na urina.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Bilirrubina – Tiras reagentes</p><p>• Grande parte das tiras reagentes utiliza um sal diazônico</p><p>para reagir com a bilirrubina.</p><p>• Cada fabricante utilizam sais diferentes e apresentam cores</p><p>diferentes.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Urobilinogênio</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Urobilinogênio</p><p>• É formado no intestino pela ação redutora de bactérias sobre a</p><p>bilirrubina.</p><p>• É reabsorvido na circulação porta e novamente excretado pelo</p><p>fígado, sendo possível encontrar pequenos traços na urina.</p><p>• Níveis elevados de urobilinogênio na urina estão relacionados com o</p><p>aumento de produção de bilirrubina.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Urobilinogênio – Significado clínico</p><p>• Pequena quantidade de urobilinogênio é normalmente encontrada</p><p>na urina.</p><p>• Aumento do urobilinogênio urinário (acima de 1 mg/dL): doença</p><p>hepática e transtornos hemolíticos.</p><p>• A diminuição da função hepática reduz a capacidade do fígado de</p><p>processar o urobilinogênio recirculado do intestino.</p><p>• O excesso de urobilinogênio no sangue é filtrado pelos rins e</p><p>aparece na urina.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Urobilinogênio – Tira reagente</p><p>• Tem como base sua reação com o sal diazônio dimetoxibenzeno, em</p><p>meio ácido, com formação de pigmento de cor variando entre rosa e</p><p>vermelho, a depender da quantidade do analito presente na</p><p>amostra.</p><p>• Além disso, pode ser realizada via reagente de Ehrlich (p-</p><p>dimetilaminobenzaldeído), na qual o urobilinogênio reage com o</p><p>reagente para formar uma coloração variando de rosa-claro a rosa-</p><p>escuro.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Nitrito</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Nitrito</p><p>• É um método rápido e indireto para a detecção precoce de</p><p>bactérias redutoras de nitrato urinário a nitrito.</p><p>• É um importante sinalizador de infecções do trato urinário.</p><p>• Principais microrganismos: Escherichia coli, Enterobacter,</p><p>Citrobacter, Klebsiella e Proteus.</p><p>• Também pode ser usado para:</p><p>• Avaliar a resposta à antibioticoterapia.</p><p>• Triagem periódica de pessoas com infecções recorrentes:</p><p>pacientes portadores de diabetes e gestantes.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Nitrito – Metabolismo</p><p>• Bactérias que reduzem nitrato a nitrito produzem a enzima</p><p>redutase (gram-negativas).</p><p>• Para reduzir o nitrato em nitrito a bactéria deve permanecer</p><p>em contato com o nitrato urinário durante tempo suficiente.</p><p>• É recomendável realizar o teste de nitrito com a primeira</p><p>amostra da manhã ou com amostras após pelo menos 4</p><p>horas desde a última micção.</p><p>• A presença de antibióticos podem gerar falsos negativos</p><p>porque podem interferir na medida exata de nitrito.</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Nitrito – Tira reagente</p><p>• Reação na qual o nitrito, em meio ácido, reage com uma</p><p>amina aromática (ácido p-arsalínico ou sulfalinamida) para</p><p>formar um composto de diazônio que, em sequência, reage</p><p>com compostos de tetrahidrobenzoquilinona, culminando</p><p>com a mudança de coloração da reação.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Leucócitos</p><p>10/09/2024</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Leucócitos – Esterase leucocitária</p><p>• A presença de leucócitos na urina é um importante</p><p>marcador de infecção do trato urinário.</p><p>• Sua investigação é feita a partir da pesquisa de esterase</p><p>leucocitária, enzima presente na granulação dos</p><p>granulócitos.</p><p>• O leucócito mais observado na urina é o neutrófilo.</p><p>Números aumentados indicam infecção do trato urinário.</p><p>• É uma análise qualitativa para a presença de leucócitos que</p><p>deve ser confirmada com microscopia.</p><p>Este material é de propriedade intelectual de Meclycia Shamara Alves.</p><p>Sua distribuição, cópia e edição sem prévia autorização e citação não é permitida.</p><p>Leucócitos – Tira reagente</p><p>• As tiras podem detectar as esterases ao reagirem com éster</p><p>de ácido carbônico presente na fita.</p>