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Atividade Contextualizada Matemática Aplicada e Bioestatística RELATÓRIO 01 DATA: / / Atividade Contextualizada Avaliando a Precisão de Glicosímetros: Quando a Estatística Garante a Segurança do Paciente Em ambientes hospitalares, decisões clínicas rápidas e seguras muitas vezes dependem da confiabilidade de equipamentos utilizados diariamente. Foi exatamente com essa preocupação que o Dr. Ricardo e a Dra. Sofia avaliaram um novo lote de glicosímetros portáteis. Para garantir a qualidade dos resultados, Dr. Ricardo realizou 30 medições usando uma solução padrão de glicose a 100 mg/dL. Ao observar os resultados, percebemos que a média foi de 100,4 mg/dL e a mediana foi de 101 mg/dL. Essa proximidade indica que a distribuição dos dados é simétrica, ou seja, os valores estão bem distribuídos em torno da média, sem grandes distorções ou extremos. Isso já é um bom sinal de que o aparelho está funcionando de forma consistente. O desvio padrão encontrado foi de aproximadamente 2,51 mg/dL. Esse número pode parecer pequeno, mas é muito significativo. Ele mostra que os valores medidos não variam muito entre si — e isso é fundamental para garantir a precisão do aparelho. Afinal, em um contexto hospitalar, cada resultado influencia diretamente na conduta clínica, especialmente no controle da glicemia de pacientes internados. Já a amplitude, que foi de 10 mg/dL, nos mostra a diferença entre o maior e o menor valor medido (de 96 a 106 mg/dL). Mesmo que pareça uma variação razoável, ela está dentro de uma faixa aceitável para este tipo de equipamento, especialmente quando consideramos o bom comportamento geral dos dados. Com base nessa análise, é possível dizer que o glicosímetro apresenta desempenho adequado, com resultados precisos e bem distribuídos. Esse tipo de análise estatística reforça o quanto a bioestatística é importante no dia a dia da saúde: ela nos ajuda a tomar decisões mais seguras e baseadas em evidências. Referências Bibliográficas BERLITZ, F. A. et al. Controle da qualidade no laboratório clínico: alinhando melhoria de processos, confiabilidade e segurança do paciente. Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial, v. 46, n. 6, p. 467‑475, 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/jbpml/a/4WDGyv4yhv8fWnKXLVGnZRD/?lang=pt. Acesso em: 02 dez. 2023. CHAVES, C. D. et al. Controle de qualidade no laboratório de análises clínicas. Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial, 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/jbpml/a/kCG4xpDYCvvqQTByBcLJhbF/. Acesso em: 02 dez. 2023. CASTEJON, M. J.; GRANATO, C. F. H.; OLIVEIRA, E. L.; FAZIOLI, R. A. Panorama do controle de qualidade em laboratórios clínicos e a experiência do Instituto Adolfo Lutz. Boletim Epidemiológico Paulista, v. 21, 2024, e40228. Disponível em: https://periodicos.saude.sp.gov.br/BEPA182/article/view/40228/37930. Acesso em: 02 dez. 2023. SILVA, Tamires Lopes; ALMEIDA, Cátia Candida de. Matemática aplicada a bioestatística. Organização: Iury Sousa e Silva. Recife: Grupo Ser Educacional; CENGAGE, 2023. 203 p. Disponível no portal do aluno da UNINASSAU.. image1.png image2.jpeg