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<p>• A coagulase positiva é uma característica de bactérias que podem</p><p>causar a coagulação sanguínea. A enzima coagulase transforma o</p><p>fibrinogênio em fibrina, depositando-a na superfície da célula.</p><p>• As bactérias coagulase positiva podem ser importantes para a saúde</p><p>pública, pois podem produzir enterotoxinas que podem causar</p><p>intoxicações alimentares. Estas bactérias podem ser transmitidas aos</p><p>alimentos através da manipulação ou por animais.</p><p>• A presença de bactérias coagulase positiva em alimentos pode indicar</p><p>falhas de higiene na manipulação, como o uso de leite cru ou não</p><p>pasteurizado, ou o contato com superfícies não sanitizadas</p><p>• A mastite por estafilococos, geralmente causada por específicos de S.</p><p>aureus adaptados à glândula mamária bovina, é uma forma comum</p><p>de mastite bovina de distribuição mundial.</p><p>A mastite pode se apresentar de duas formas: clínica e</p><p>subclínica.</p><p>• A infecção ocorre, principalmente, devido ao contato, durante o processo</p><p>de ordenha, com bactérias presentes nas mãos do ordenhador, unidades</p><p>de ordenha (teteiras) e panos ou toalhas destinados à limpeza do úbere.</p><p>• A doença pode ser subclínica, aguda ou crônica, sendo a maioria subclínica.</p><p>As formas hiperaguda e gangrenosa estão associadas a reações sistêmicas</p><p>severas e podem oferecer risco de morte.</p><p>• Na mastite crônica ou subclínica os estafilococos são eliminados pelos</p><p>quartos afetados de forma intermitente, juntamente com elevadas</p><p>contagens de células somáticas.</p><p>• A maioria das infecções intramamárias por S. aureus torna-se crônica, de</p><p>baixo-grau ou subclínica, resultando em substan-ciais perdas na produção</p><p>de leite.</p><p>Princípio ativo a gentamicina, um antibiótico da classe dos</p><p>aminoglicosídeos, eficaz no tratamento de mastite bovina. O</p><p>mecanismo de ação da gentamicina é baseado na sua capacidade de</p><p>inibir a síntese proteica nas bactérias e, assim, impedir a proliferação</p><p>dos agentes responsáveis pela infecção.</p><p>• O Antibiótico Gentatec® Mastite 250 mg é eficaz contra uma ampla</p><p>variedade de bactérias sensíveis à gentamicina, incluindo:</p><p>1. Staphylococcus aureus ;</p><p>2. Streptococcus agalactiae ;</p><p>3. Escherichia coli;</p><p>4. Enterococcus sp . ;</p><p>5. Pseudomonas sp</p><p>DERMATITE</p><p>As dermatites bacterianas, também conhecidas como</p><p>piodermites ou foliculites bacterianas, são infecções na pele</p><p>causadas por bactérias, principalmente as do gênero</p><p>Staphylococcus.</p><p>Os animais com piodermite podem</p><p>apresentar queda de pelo acentuada</p><p>ou até falhas, coceira, pápulas</p><p>(bolinhas), pústulas (espinhas),</p><p>crostas amareladas e vermelhidão.</p><p>DERMATITE</p><p>• Como tratar Staphylococcus pseudintermedius?</p><p>• Os shampoos ou soluções tópicas contendo ingredientes ativos, como</p><p>peróxido de benzoíla e clorexidina, podem ser eficazes no tratamento.</p><p>Além disso, podem ser utilizados antibióticos orais como os beta-</p><p>lactâmicos.</p><p>• Beta-Lactâmicos é uma ampla classe de antibióticos, que inclui as</p><p>Penicilinas e as Cefalosporinas, sendo a classe mais utilizada nos dias</p><p>de hoje.</p><p>• Os estreptococos são um grupo de bactérias que causam infecções</p><p>patogênicas em muitas espécies animais.</p><p>• Esses cocos gram-positivos, os quais formam cadeias de diferentes</p><p>tamanhos, são considerados fastidiosos, uma vez que seu</p><p>crescimento em meios de cultivo é dependente da adição de sangue</p><p>ou soro.</p><p>• As espécies de Streptococcus são imóveis, anaeróbias facultativas.</p><p>• Espécies de Enterococcus são estreptococos entéricos encontrados no</p><p>intestino de humanos e animais.</p><p>• Os estreptococos são, muitas vezes, comensais em membranas</p><p>mucosas, consequentemente um grande número de infecções</p><p>estreptocócicas são oportunistas.</p><p>• As infecções podem ser primárias, como ocorre na adenite equina</p><p>(garrotilho), ou secundárias, como observado em casos de</p><p>pneumonia estreptocócica após uma infecção viral.</p><p>• Linfonodos, trato genital e glândulas mamárias podem tornar-se</p><p>infectados. A adenite equina, a meningite em suínos e a mastite em</p><p>bovinos são infecções estreptocócicas de grande relevância</p><p>Adenite equina</p><p>• A adenite equina é uma doença altamente contagiosa em equinos,</p><p>• Agente etiológico causada por Strep. equi subsp. equi.</p><p>• É uma doença febril que afeta o trato respiratório superior,</p><p>resultando em um abcesso nos de linfonodos regionais. Surtos da</p><p>doença ocorrem, principalmente, em equinos jovens (com menos de</p><p>um ano de idade).</p><p>Adenite equina</p><p>• Após esse isolamento, a terapia deve ser direcionada para a intensificação da maturação e</p><p>drenagem dos abscessos. Este processo pode ser realizado por meio de aplicação local diária de</p><p>compressas quentes e posterior drenagem, realizadas pelo Médico Veterinário. Após este</p><p>processo, a limpeza local é realizada com iodo-povidona 3 a 5%.</p><p>• Alguns equinos com o curso avançado da doença demandam tratamento com</p><p>antimicrobianos. O antibiótico penicilinas pode ser utilizado nesses casos.</p><p>• E claro, para diminuir a inflamação e a febre que podem surgir, devemos incluir</p><p>o Desflan(Flunexin Meglumine)) e o Finador(Dipirona).</p><p>• Prevenção Vacinação :Animais sadios não vacinados devem receber 3 doses de</p><p>2 mL da vacina por via intramuscular, com intervalos de 2 a 4 semanas. A</p><p>revacinação com uma dose deve ser feita anualmente. A vacina não é</p><p>recomendada para animais em período de incubação, nem para tratamento da</p><p>doença.</p><p>• A maioria das espécies patogênicas são relativamente hospedeiro-</p><p>específicas e causam síndromes características. A espécie do</p><p>hospedeiro e a natureza da doença podem ser suficientes para sugerir</p><p>o agente causal.</p><p>• Muitas corinebactérias são patógenos oportunistas.</p><p>• A Linfadenite Caseosa é uma doença supurativa crônica de ovinos e</p><p>caprinos causada por C. pseudotuberculosis.</p><p>• A linfadenite caseosa é uma doença supurativa crônica de ovinos e</p><p>caprinos causada por C. pseudotuberculosis, sendo os bovinos</p><p>raramente afetados.</p><p>• Os ovinos tornam-se infectados por meio da contaminação direta de</p><p>ferimentos decorrentes da tosquia, por picadas de artrópodes e a</p><p>partir de banhos de irmesão ou equipamentos de tosquia</p><p>contaminados.</p><p>• A infecção resulta em abcessos e aumento de linfonodos superficiais</p><p>e internos. O período de incubação é de aproximadamente 3 meses.</p><p>• A LC caracteriza-se pela formação de abscessos que contêm pus de</p><p>cor amarelo-esverdeada e consistência tipo queijo coalho. Os</p><p>abscessos podem aparecer em linfonodos, pele e órgãos.</p><p>Linfadenite caseosa</p><p>Linfadenite caseosa</p><p>• O tratamento recomendado da linfadenite superficial é a drenagem</p><p>do abscesso, de tal forma que o pus e demais secreções sejam</p><p>coletados (papel-toalha, jornal, gaze).</p><p>• Este material deve ser incinerado para que não haja contaminação</p><p>ambiental com a bactéria. A limpeza da ferida deve ser feita com</p><p>solução de iodo a 10%.</p><p>• Os animais devem retornar ao rebanho somente após estarem</p><p>totalmente sadios e com as feridas totalmente cicatrizadas. A</p><p>aplicação de antibióticos e quimioterápicos é cara e apresenta poucos</p><p>resultados satisfatórios.</p><p>Linfadenite caseosa</p><p>• Prevenção recomenda-se fazer a inspeção periódica do rebanho, isolando-</p><p>se os animais com abscessos para impedir que eles se rompam</p><p>naturalmente e contaminem o ambiente.</p><p>• Deve-se também fazer higienização das instalações, bebedouros e</p><p>comedouros com desinfetantes e fazer uso periódico de "vassoura de fogo"</p><p>(pois a bactéria é sensível quando exposta a temperaturas maiores que</p><p>70ºC).</p><p>• A vacinação também pode ser uma medida de prevenção.</p><p>• Os animais devem ser vacinados a partir de 60 dias de idade com reforço</p><p>após 30 dias. A partir daí, deve-se fazer reforço anualmente. Fêmeas</p><p>prenhes podem ser vacinadas três semanas antes do parto para garantir</p><p>imunidade colostral a suas crias. Neste caso, os cordeiros devem ser</p><p>vacinados a partir de 90 dias de idade.</p><p>Linfadenite caseosa</p><p>• Rhodococcus equi é um microrganismo de distribuição mundial,</p><p>gram-positivo, aeróbio e saprófito do solo.</p><p>• É um patógeno oportunista de potros com até 6 meses de idade.</p><p>• A broncopneumonia</p><p>supurativa de potros é a principal doença causa-</p><p>da por esse microrganismo patogênicos.</p><p>• A infecção é, geralmente, adquirida por inalação de partículas de</p><p>poeira contendo R. equi, especialmente em pastagens com menor</p><p>cobertura em climas mais quentes, ou em ambientes fechados com a</p><p>presença de poeira ou estábulos mal ventilados em regiões de clima</p><p>temperado.</p><p>• Esse microrganismo pode ser encontrado em grande número nas</p><p>fezes de equinos adultos e potros saudáveis, sendo que a alta</p><p>densidade animal pode resultar em um significativo acúmulo de R.</p><p>equi na pastagem.</p><p>• A doença aguda ocorre, muitas vezes, em potros de</p><p>aproximadamente um mês de idade com aparecimento abrupto de</p><p>febre, anorexia e broncopneumonia.</p><p>• Em potros mais velhos a doenças pode aparecer lentamente, na qual,</p><p>muitas vezes, ocorrem lesões avançadas antes mesmo de qualquer</p><p>sinal clínico, como tosse, dispneia, perda de peso e estertores</p><p>característicos na auscultação pulmonar.</p><p>A broncopneumonia supurativa de potros é a</p><p>principal doença causada por esse microrganismo</p><p>patogênicos.</p><p>TRATAMENTO</p><p>• O tratamento da rodococose em animais baseia-se</p><p>no uso de antimicrobianos e na terapia de suporte.</p><p>• Ampicilina® Veterinária Injetável 2 g é indicada para</p><p>equinos no tratamento de infecções respiratórias,</p><p>geniturinárias e gastrintestinais, além de outras</p><p>localizadas ou sistêmicas causadas por Clostridium</p><p>tetani, Pasteurella multocida, Rhodococcus equi,</p><p>Streptococcus equi e Streptococcus zooepidemicus.</p><p>• A ingestão deficiente de colostro pelos potros é uma</p><p>das condições de risco para a infecção por</p><p>Rhodococcus equi</p><p>PREVENÇÃO</p><p>• Os métodos para o</p><p>controle e prevenção do R.</p><p>equi ainda não são bem</p><p>compreendidos. Não</p><p>existem vacinas</p><p>totalmente eficazes</p><p>disponíveis. A única</p><p>estratégia profilática</p><p>comprovadamente eficaz é</p><p>a administração de plasma</p><p>hiperimune”</p><p>“Plasma hiperimune”</p><p>Descrição</p><p>• O plasma é constituído por anticorpos, proteínas, fatores do complemento,</p><p>fatores da cascata de coagulação, fatores de crescimento, aminoácidos,</p><p>minerais e água.</p><p>• Indicação</p><p>É indicado para corrigir uma possível falha na transferência da</p><p>imunidade passiva de potros recém-nascidos que não ingeriram o</p><p>colostro, animais em trânsito com histórico desconhecido ou não</p><p>adequado de vacinação, para animais com choque endotoxêmico</p><p>(principalmente associado a cólica), em animais com diarreia, e</p><p>quando da introdução de animais em propriedades com casos do</p><p>rodococcose, garrotilho, Salmonelose e aborto viral.</p><p>“Plasma hiperimune”</p><p>Modo de Uso</p><p>• Recomenda-se o uso de</p><p>20ml/Kg de peso vivo de</p><p>24 horas a 6 dias após o</p><p>nascimento.</p><p>• Sendo necessário 1 litro</p><p>de plasma hiperimune</p><p>para um potro de 50</p><p>quilos.</p><p>“Plasma hiperimune”</p><p>Observações</p><p>• Deve ser administrado por via intravenosa com</p><p>auxílio de equipo de transfusão de sangue câmara</p><p>dupla com filtro.</p><p>• Deve-se começar a aplicação lentamente, e depois de</p><p>alguns minutos, deve-se aumentar gradativamente o</p><p>volume a ser transfundido, sendo necessário 30</p><p>minutos para a completa aplicação.</p><p>• Em toda a administração, o potro deve ser</p><p>monitorado para sinais de reações adversas.</p><p>• O material é congelado e para o uso o preciso seguir</p><p>um processo de descongelamento, que deve ser feito</p><p>exclusivamente em banho-maria, ou em pia com</p><p>água morna com temperatura entre 37 a 39ºC,</p><p>tomando o cuidado de movimentar a bolsa várias</p><p>vezes durante o descongelamento para evitar a</p><p>formação de pequena quantia de fibrina.</p><p>• O plasma deve ser usado imediatamente após o</p><p>descongelamento.</p><p>• Actinobactérias compõem um grupo filogeneticamente diverso de</p><p>bactérias gram-positivas, as quais tendem a crescer lentamente e</p><p>produzir filamentos ramificados.</p><p>• As bactérias desse grupo são capazes de causar doenças em animais</p><p>domésticos pertencem ao gênero Actinomyces, Trueperella,</p><p>Actinobaculum, Nocardia e Dermatophilus.</p><p>• Actinobaculum suis, Actinomyces bovis, Actinomyces viscosus e</p><p>Actinomyces hordeovulneris. Excetuando-se A. hordeovulneris, os</p><p>membros patogênicos desse gênero colonizam membranas mucosas</p><p>de mamíferos.</p><p>Actinomicose bovina</p><p>• A actinomicose bovina é uma doença crónica e infecto-contagiosa</p><p>que afeta principalmente os ruminantes, mas também pode ser</p><p>transmitida aos humanos.</p><p>• É causada pela bactéria anaeróbica gram-positiva Actinomyces bovis,</p><p>que é um habitante comum da boca dos bovinos.</p><p>• A doença caracteriza-se pela presença de lesões granulomatosas e</p><p>supurativas na maxila ou na mandíbula, que podem causar</p><p>movimentos rígidos de deglutição.</p><p>• Esse microrganismo invade os tecidos após algum tipo de trauma na</p><p>mucosa por alimentos ásperos ou pelo alvéolo dental durante a</p><p>erupção dos dentes.</p><p>• Observa-se uma tumefação óssea indolor no local afetado, a qual</p><p>aumenta de volume em algumas semanas. Essa tumefação torna-se</p><p>dolorosa e ocorre o desenvolvimento de uma fístula com</p><p>extravasamento de exsudato purulento</p><p>Actinomicose bovina</p><p>Actinomicose bovina</p><p>Actinomicose bovina</p><p>Actinomicose bovina</p><p>• Tratamento da Actinomicose em Bovinos</p><p>• Iodeto de sódio administrado por via intravenosa no tratamento de</p><p>ruminantes</p><p>• Antimicrobianos, como penicilina, florfenicol e oxitetraciclina</p><p>• Sais orais de iodo</p><p>• O objetivo do tratamento para actinomicose é matar a bactéria e</p><p>interromper a disseminação da lesão. Deformações ósseas, no entanto,</p><p>não regredirão muito.</p><p>• O tratamento de muitas infecções por actinomicetos envolve</p><p>desbridamento cirúrgico, além de antimicrobianos, porque a inflamação</p><p>granulomatosa protege as bactérias da exposição antimicrobiana em</p><p>muitos casos.</p><p>• Em ruminantes, o tratamento de escolha é o iodeto de sódio (70 mg/kg de</p><p>uma solução de 10%–20%, IV, repetido várias vezes em intervalos de 7 a 10</p><p>dias). Se surgirem sinais clínicos de toxicidade por iodo (incluindo caspa,</p><p>diarreia, anorexia, tosse e lacrimejamento excessivo), a administração deve</p><p>ser descontinuada ou os intervalos de tratamento aumentados</p><p>INDICAÇÕES:</p><p>Tratamento de carência de iodo ou de enfermidades</p><p>relacionadas a deficiência deste mineral ou que</p><p>necessitam dos seus efeitos terapêuticos, como:</p><p>actinomicose</p><p>ESPÉCIES:</p><p>DOSAGEM:</p><p>•Cães e gatos: 0,2 mL a 2 mL / dia.</p><p>•Suínos, caprinos e ovinos: 3 mL a 5 mL / dia.</p><p>•Bovinos: 10 mL a 30 mL / dia.</p><p>•Equinos: 10 mL a 20 mL / dia.</p><p>MODO DE USAR:</p><p>Uso injetável, pelas vias intramuscular e endovenosa.</p><p>• As espécies de Nocardia são actinobactérias gram-positivas, aeróbias</p><p>e saprófitas.</p><p>• Este gênero das actinobactérias é gram-positivo, filamentoso e ramifi-</p><p>cado.</p><p>• As infecções de pele causadas por D. congolensis ocorrem</p><p>mundialmente, sendo essa uma doença mais prevalente em regiões</p><p>tropicais e subtropicais.</p><p>• A bactéria parece persistir em focos cutâneos de animais clinicamente</p><p>normais, particularmente em áreas endêmicas. Apesar da</p><p>sobrevivência dos zoósporos ser limitada no ambiente, os mesmos</p><p>podem sobreviver por longo período em crostas secas de pele</p><p>• Dermatofilose em bovina</p><p>• A dermatofilose é vista em animais de todas as</p><p>idades, mas é mais prevalente em jovens, em</p><p>animais cronicamente expostos à umidade e em</p><p>hospedeiros imunossuprimidos .</p><p>• Em geral, o início do tempo seco acelera a cura.</p><p>Em bovinos, as lesões podem ser observadas em</p><p>três estágios:</p><p>•Estágio 1 - Pelos emaranhados como lesões de pincel</p><p>•Estágio 2 - Formação de crosta ou crosta à medida que</p><p>as lesões iniciais se fundem</p><p>•Estágio 3 - Acúmulos de material queratinizado</p><p>cutâneo formando lesões semelhantes a verrugas de</p><p>0,5–2 cm de diâmetro.</p><p>Tratamento e controle da dermatofilose em animais</p><p>• Antibióticos tópicos e sistêmicos, juntamente com mudanças na</p><p>criação para manter o animal seco.</p><p>• A terapia tópica com xampu antibacteriano é eficaz como terapia</p><p>adjuvante. Base de Peróxido de Benzoíla é um agente</p><p>antibacteriano, queratolítico, antipruriginoso e desengordurante.</p><p>• Os organismos são suscetíveis a uma ampla gama de</p><p>antimicrobianos: eritromicina, espiramicina, penicilina G,</p><p>ampicilina,</p><p>cloranfenicol, estreptomicina, amoxicilina,</p><p>tetraciclinas e novobiocina.</p><p>• A maioria das espécies de Listeria apresenta-se como cocobacilos gram--</p><p>positivos pequenos, medindo até 2 μm de comprimento. O gênero é</p><p>composto por mais de 10 espécies, sendo duas patogênicas.</p><p>• Dessas, Listeria monocytogenes é a espécie mais importante, uma vez que</p><p>cau-sa doenças em diversas espécies de animais e em humanos no mundo</p><p>todo. Listeria ivanovii causa abortos esporádicos em bovinos e ovinos.</p><p>• As espécies de Listeria podem crescer dentro de uma grande margem de</p><p>temperatura, que vai de 4 a 45°C, podem tolerar valores de pH entre 5,5 e</p><p>9,6 e até 10% de cloreto de sódio. Além disso, podem replicar-se no meio</p><p>ambiente e estão amplamente distribuídas em pastagens, fezes de animais</p><p>saudáveis, efluentes de esgoto e corpos d'água.</p><p>• A listeriose em ruminantes pode apresentar-se como encefalite,</p><p>aborto, septicemia ou endoftalmite(infecção no interior do olho).</p><p>Geralmente, apenas uma forma da doença ocorre em determinado</p><p>grupo de animais afetados. Surtos de listeriose afetam animais no</p><p>terço final da gestação, alimentados com silagem contaminada.</p><p>Listeria monocytogenes pode replicar-se em silagem com valores de</p><p>pH acima de 5,5.</p><p>• A Listeriose é uma enfermidade infecciosa causada pelas bactérias Listeria spp.</p><p>que afeta várias espécies de ruminantes, induzindo manifestações clínicas como:</p><p>• Septicemia com abscessos em vísceras como fígado e baço,</p><p>• Lesões localizadas (ceratoconjuntivite),</p><p>• Abortos</p><p>• Doença neurológica (meningoencefalite). s sintomas da listeriose em bovinos</p><p>incluem:</p><p>• Cabeça pendida para um dos lados</p><p>• Ataxia</p><p>• Andar em círculos</p><p>• Depressão</p><p>• Irritabilidade</p><p>• Paralisia facial unilateral</p><p>• Paralisia dos músculos da mandíbula e faringe, o que interfere com a mastigação</p><p>• Tratamento e controle da listeriose em animais</p><p>• Administração de penicilina G procaína parenteral ou</p><p>oxitetraciclina, ceftiofur, oxitetraciclina, eritromicina e</p><p>trimetoprima/sulfonamida.</p><p>• Cuidados de suporte(Fluidoterapia e Antiinflamátorios)</p><p>• A recuperação da listeriose depende de tratamento</p><p>antimicrobiano precoce e agressivo.</p><p>• A penicilina deve ser administrada na dosagem de 22.000</p><p>U/kg de peso a cada 12 horas por 1-2 semanas. O</p><p>tratamento deve ser iniciado com penicilina potássica IV e</p><p>seguido por penicilina G procaína administrada IM.</p><p>• A oxitetraciclina intravenosa (16,5 mg/kg por dia) também é</p><p>eficaz e resulta em altas concentrações plasmáticas de</p><p>oxitetraciclina que facilitam a obtenção de concentrações</p><p>antimicrobianas eficazes no tronco cerebral.</p><p>• Terapia de suporte, incluindo fluidos e eletrólitos, é</p><p>necessária para animais com dificuldade para comer e</p><p>beber.</p><p>OBRIGADO</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11: DERMATITE</p><p>Slide 12: DERMATITE</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16: Adenite equina</p><p>Slide 17: Adenite equina</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20</p><p>Slide 21</p><p>Slide 22</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25</p><p>Slide 26: Linfadenite caseosa</p><p>Slide 27: Linfadenite caseosa</p><p>Slide 28: Linfadenite caseosa</p><p>Slide 29: Linfadenite caseosa</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33: A broncopneumonia supurativa de potros é a principal doença causada por esse microrganismo patogênicos.</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35: TRATAMENTO</p><p>Slide 36: PREVENÇÃO</p><p>Slide 37: “Plasma hiperimune”</p><p>Slide 38: “Plasma hiperimune”</p><p>Slide 39: “Plasma hiperimune”</p><p>Slide 40</p><p>Slide 41</p><p>Slide 42</p><p>Slide 43</p><p>Slide 44: Actinomicose bovina</p><p>Slide 45: Actinomicose bovina</p><p>Slide 46: Actinomicose bovina</p><p>Slide 47: Actinomicose bovina</p><p>Slide 48: Actinomicose bovina</p><p>Slide 49</p><p>Slide 50</p><p>Slide 51</p><p>Slide 52</p><p>Slide 53</p><p>Slide 54</p><p>Slide 55</p><p>Slide 56</p><p>Slide 57</p><p>Slide 58: Tratamento e controle da dermatofilose em animais</p><p>Slide 59</p><p>Slide 60</p><p>Slide 61</p><p>Slide 62</p><p>Slide 63</p><p>Slide 64</p><p>Slide 65</p><p>Slide 66</p><p>Slide 67: OBRIGADO</p>