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<p>Materiais de</p><p>Construção I</p><p>CIÊNCIA DOS MATERIAIS X ENGENHARIA DOS MATERIAIS</p><p>Introdução</p><p>Qual a diferença?</p><p>Preocupa-se em</p><p>conhecer as</p><p>propriedades básicas</p><p>dos materiais</p><p>Embora tenha a intenção de</p><p>aplicá-los nas atividades da</p><p>sociedade, podendo</p><p>transformá-los num novo</p><p>produto</p><p>Introdução</p><p>Ciência dos Materiais</p><p>Introdução</p><p>Engenharia dos Materiais</p><p>Introdução</p><p>OBJETIVO</p><p>“Conhecer as propriedades dos materiais desde sua extração até a sua</p><p>utilização, sabendo aplicá-los no dia a dia”</p><p>“Conhecer o desempenho do material, sendo seu comportamento regido por</p><p>sua microscopia”</p><p>“Quanto mais interferimos nos espaços vazios, mais alteramos o</p><p>comportamento do material”</p><p>Introdução</p><p>FUNÇÃO DO PROFISSIONAL</p><p>“Decidir por dado uso de material, baseado em razões técnicas, estéticas e</p><p>econômicas”</p><p>Introdução</p><p>FUNÇÃO DO PROFISSIONAL</p><p>“Decidir por dado uso de material, baseado em razões técnicas, estéticas e</p><p>econômicas”</p><p>Introdução</p><p>GRUPOS DE MATERIAIS</p><p> METÁLICOS;</p><p>AÇO</p><p>AÇO</p><p>Alumínio</p><p>Introdução</p><p>GRUPOS DE MATERIAIS</p><p> CERÂMICOS;</p><p>TIJOLO</p><p>BACIA SANITÁRIA</p><p>PLACA CERÂMICA</p><p>ISOLANTES</p><p>TELHAS</p><p>Introdução</p><p>GRUPOS DE MATERIAIS</p><p> POLIMÉRICOS (PLÁSTICOS);</p><p>TUBULAÇÕES DE PVC</p><p>CONDUÍTES</p><p>RECIPIENTES</p><p>Introdução</p><p> CIMENTÍCIOS;</p><p>BLOCOS DE CONCRETO</p><p>REJUNTE</p><p>TELHA DE FIBROCIMENTO</p><p>ARGAMASSAS</p><p>CONCRETO GRUPOS DE MATERIAIS</p><p>AGLOMERANTES</p><p>CONCEITO</p><p>“Trata-se de um material ligante que; além de preencher os vazios, promove a</p><p>união de um material inerte (o agregado).”</p><p>Aglomerante Argamassas Concreto</p><p>+ Água</p><p>AGLOMERANTES</p><p>RETRAÇÃO NA SECAGEM</p><p>“DURANTE PROCESSO DE “PEGA”, A ÁGUA TENDE A REAGIR COM O</p><p>AGLOMERANTE ORIGINANDO-SE AS PASTAS E ELIMINANDO A ÁGUA</p><p>CONTIDA NA MISTURA (REAÇÃO OU EVAPORAÇÃO)”</p><p>“NO ENTANTO, EM MATERIAIS JÁ ENDURECIDOS PODE OCORRER O</p><p>FENÔMENO DE RETRAÇÃO NA SECAGEM, PERDENDO VOLUME E</p><p>OCASIONANDO FISSURAS”</p><p>AGLOMERANTES</p><p>RETRAÇÃO NA SECAGEM</p><p>AGLOMERANTES</p><p>“OS AGLOMERANTES TAMBÉM UTILIZAM OS AGREGADOS PARA</p><p>AUMENTAR A RESISTÊNCIA SUPERFICIAL DO MATERIAL”</p><p>AGLOMERANTES</p><p>“QUANTO MAIS FINO O MATERIAL AGLOMERANTE, MAIOR SERÁ ÁREA</p><p>SUPERFICIAL E MELHOR (MAIS RÁPIDA) SERÁ A REAÇÃO”</p><p>AGLOMERANTES</p><p>“ENTRE OS AGLOMERANTES MAIS UTILIZADOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL”</p><p>AGLOMERANTES</p><p>TIPOS DE AGLOMERANTES</p><p>Aglomerantes</p><p>Inativos Ativos</p><p>ATIVOS: sofrem reações químicas</p><p>INATIVOS: endurecem por simples secagem ao ar. Ex: argila, betume</p><p>AGLOMERANTES</p><p>TIPOS DE AGLOMERANTES</p><p>Aglomerantes</p><p>Inativos</p><p>Aéreas Hidráulicos</p><p>Ativos</p><p>AÉREAS: Endurecem por reações químicas com o ar;</p><p>Em geral, apresentam baixa resistência em contato com água</p><p>HIDRÁULICOS: Endurecem em contato com água (hidratação);</p><p>Não há necessidade da presença do ar;</p><p>Em geral, apresentam alta resistência em contato com água.</p><p>CONCEITO</p><p>Cimento Portland</p><p>É um aglomerante hidráulico.</p><p>“Material ligante que em contato com água, forma a pasta de cimento”</p><p>“Aglomerante hidráulico reage com água no estado fresco, liberando o</p><p>calor de hidratação”</p><p>“Aglomerante hidráulico tende a não se dissolver na água após estado</p><p>endurecido”</p><p>CONCEITO</p><p>Cimento Portland</p><p>Clínquer + gesso</p><p>“O cimento Portland atual é obtido pela mistura</p><p>apropriada de materiais calcários e argila; além</p><p>de óxidos como SiO2 / Al2O3 / Fe2O3”</p><p>MATÉRIA-PRIMA Calcário+Argila+Óxidos</p><p>Cimento Portland</p><p>MATÉRIA-PRIMA Calcário+Argila+Óxidos</p><p>Cimento Portland</p><p>MATÉRIA-PRIMA Calcário+Argila+Óxidos</p><p>Por via seca ou</p><p>via úmida.</p><p>Via úmida leva de</p><p>30-40% de água</p><p>na mistura.</p><p>Via seca é</p><p>preferida devido</p><p>menor energia</p><p>para a secagem</p><p>antes da</p><p>clinquerização.</p><p>FARINHA</p><p>CRUA</p><p>Cimento Portland</p><p>MATÉRIA-PRIMA Calcário+Argila+Óxidos</p><p>A farinha crua</p><p>perde toda a água</p><p>livre e adsorvida.</p><p>Cimento Portland</p><p>MATÉRIA-PRIMA Calcário+Argila+Óxidos</p><p>Com o aumento da</p><p>temperatura, o</p><p>calcário é</p><p>decomposto em cal</p><p>virgem e gás</p><p>carbônico que vão</p><p>reagir com os óxidos</p><p>da argila.</p><p>Cimento Portland</p><p>MATÉRIA-PRIMA Calcário+Argila+Óxidos</p><p>Com o aumento da</p><p>temperatura, o</p><p>calcário é</p><p>decomposto em cal</p><p>virgem e gás</p><p>carbônico que vão</p><p>reagir com os óxidos</p><p>da argila.</p><p>CaCO3 + calor CaO + CO2 (ΔT=1450°C)</p><p>CaO + SiO2 + Fe2O3 + Al2O3 Clínquer do cimento</p><p>argila</p><p>Cimento Portland</p><p>MATÉRIA-PRIMA Calcário+Argila+Óxidos</p><p>CaCO3 + calor CaO + CO2 (ΔT=1450°C)</p><p>CaO + SiO2 + Fe2O3 + Al2O3 Clínquer do cimento</p><p>Cimento Portland</p><p>NO FORNO</p><p>CaCO3 + calor CaO + CO2 (ΔT=1450°C)</p><p>CaO + SiO2 + Fe2O3 + Al2O3 Clínquer do cimento</p><p>Cimento Portland</p><p>NO FORNO</p><p>CaCO3 + calor CaO + CO2 (ΔT=1450°C)</p><p>CaO + SiO2 + Fe2O3 + Al2O3 Clínquer do cimento</p><p>O clínquer é</p><p>resfriado</p><p>bruscamente com o</p><p>contato com o ar.</p><p>Cimento Portland</p><p>CLÍNQUER</p><p>CaCO3 + calor CaO + CO2 (ΔT=1450°C)</p><p>CaO + SiO2 + Fe2O3 + Al2O3 Clínquer do cimento</p><p>A cal é a matéria prima que</p><p>verdadeiramente entra na</p><p>mistura de fabricação do</p><p>cimento, eliminando 44% da</p><p>massa inicial sob a forma de</p><p>CO2.</p><p>Cimento Portland</p><p>CLÍNQUER</p><p>CaCO3 + calor CaO + CO2 (ΔT=1450°C)</p><p>CaO + SiO2 + Fe2O3 + Al2O3 Clínquer do cimento</p><p>Cimento Portland</p><p>CLÍNQUER</p><p>CaCO3 + calor CaO + CO2 (ΔT=1450°C)</p><p>CaO + SiO2 + Fe2O3 + Al2O3 Clínquer do cimento</p><p>SiO2</p><p>Al2O3</p><p>CaO</p><p>Fe2O3</p><p>C3A</p><p>C2S</p><p>C4AF</p><p>C3S</p><p>Ferroaluminato tetracálcico</p><p>Aluminato tricálcico</p><p>Silicato dicálcico</p><p>Silicato tricálcico</p><p>Cimento Portland</p><p>CLÍNQUER</p><p>C3A</p><p>C2S</p><p>C4AF</p><p>C3S</p><p>Ferroaluminato tetracálcico</p><p>Aluminato tricálcico</p><p>Silicato dicálcico ou Belita</p><p>Silicato tricálcico ou Alita</p><p>Cimento Portland</p><p>COMPORTAMENTO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES DO CLÍNQUER</p><p>Constituinte Velocidade de</p><p>hidratação</p><p>Calor de</p><p>hidratação</p><p>Desenv. da</p><p>resistência</p><p>Durabilidade</p><p>química</p><p>C3S Grande Grande Longo Fraca</p><p>*Grande – rápido / Pequena - Lento</p><p>Cimento Portland</p><p>COMPORTAMENTO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES DO CLÍNQUER</p><p>Constituinte Velocidade de</p><p>hidratação</p><p>Calor de</p><p>hidratação</p><p>Desenv. da</p><p>resistência</p><p>Durabilidade</p><p>química</p><p>C2S Pequena Pequena Lenta Média</p><p>*Grande – rápido / Pequena - Lento</p><p>Cimento Portland</p><p>COMPORTAMENTO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES DO CLÍNQUER</p><p>*Grande – rápido / Pequena - Lento</p><p>C3S C2S 70% DO CLÍNQUER</p><p>Cimento Portland</p><p>COMPORTAMENTO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES DO CLÍNQUER</p><p>Constituinte Velocidade de</p><p>hidratação</p><p>Calor de</p><p>hidratação</p><p>Desenv. da</p><p>resistência</p><p>Durabilidade</p><p>química</p><p>C4AF Pequena Pequena Pouco</p><p>conhecido</p><p>Grande</p><p>*Grande – rápido / Pequena - Lento</p><p>Cimento Portland</p><p>COMPORTAMENTO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES DO CLÍNQUER</p><p>Constituinte Velocidade de</p><p>hidratação</p><p>Calor de</p><p>hidratação</p><p>Desenv. da</p><p>resistência</p><p>Durabilidade</p><p>química</p><p>C3A Muito grande Muito grande Curta Muito pequena</p><p>*Grande – rápido / Pequena - Lento</p><p>AGLOMERANTES SIMPLES X COMPOSTOS</p><p>Cimento Portland</p><p>Após cozimento, o clínquer pode</p><p>ser misturado às adições</p><p>- Pozolanas</p><p>- Escória de alto forno</p><p>- Filler (compostos</p><p>carbonáticos)</p><p>TIPOS DE CIMENTOS</p><p>Cimento Portland</p><p>TIPOS DE CIMENTOS</p><p>Cimento Portland</p><p>“O CPIII ou cimento siderúrgico é considerado um cimento ambientalmente</p><p>correto devido aos baixos teores de clínquer e compensados com resíduos</p><p>siderúrgicos (as escórias de alto forno)”</p><p>“Se o CPIII e CPIV tem uma quantidade menor de clínquer, tem menor quantidade</p><p>de cal (CaO) liberada, fazendo com que este tipo de cimento seja mais durável a</p><p>ataques químicos”</p><p>“O CPIV ou cimento pozolânico tem adições de compostos hidráulicos, que</p><p>tendem a não reagir com a água no estado endurecido”</p><p>ELEMENTOS MENORES NO CLÍNQUER</p><p>Cimento Portland</p><p>ELEMENTOS MENORES NO CLÍNQUER</p><p>Cimento Portland</p><p>ELEMENTOS MENORES NO CLÍNQUER</p><p>Cimento Portland</p><p>RESERVA</p><p>Calcita e</p><p>Dolomita</p><p>ELEMENTOS MENORES NO CLÍNQUER</p><p>Cimento</p><p>Portland</p><p>ADIÇÃO</p><p>SIENITOS</p><p>ELEMENTOS MENORES NO CLÍNQUER</p><p>Cimento Portland</p><p>ADIÇÃO</p><p>SIENITOS</p><p>“Caso calcário apresente altos teores de enxofre, que prejudica os filtros dos</p><p>fornos como se fosse uma goma, adiciona-se corretivo sienito (Minério com alto</p><p>teor de potássio)”</p><p>CONCEITO</p><p>Cimento Portland</p><p>Clínquer + gesso</p><p>ESTOCAGEM NA OBRA</p><p>Cimento Portland</p><p>ESTOCAGEM NA OBRA</p><p>Cimento Portland</p><p> Pilhas até 10 sacos;</p><p> Sobre Pallets – 30 cm;</p><p>Umidade</p><p> Afastadas da parede – 30 cm;</p><p>Umidade</p><p> Pilhas de 15 sacos</p><p>Se estocagem até 50 dias</p><p> Tempo máximo de 90 dias</p><p>REVISÃO: Ataque de Sulfatos</p><p>DENIFIÇÃO</p><p>Reação entre o íon sulfato (SO4-) e o Aluminato tricálcico (C3A) presente no</p><p>clínquer do cimento na presença de água, formando a etringita tardia expansiva e</p><p>gipsita</p><p>REVISÃO: Ataque de Sulfatos</p><p>• No solo;</p><p>• Nas águas subterrâneas;</p><p>• Nas águas do mar;</p><p>• Nas águas industriais;</p><p>• Nas águas da chuva (podem causar deterioração de concretos acima do</p><p>solo).</p><p>Onde se encontram os sulfatos?</p><p>REVISÃO: Ataque de Sulfatos</p><p>1) Quantidade do sulfato presente</p><p>2) Nível da água</p><p>3) Fluxo da água subterrânea e porosidade do solo</p><p>4) Execução da construção</p><p>5) Qualidade do concreto</p><p>.</p><p>• Espessura do concreto;</p><p>• Relação água/cimento;</p><p>• Compactação e cura;</p><p>• Permeabilidade.</p><p>QUAIS FATORES INFLUENCIAM O ATAQUE POR SULFATOS?</p><p>REVISÃO: Ataque de Sulfatos</p><p>CONSEQUÊNCIAS</p><p>REVISÃO: Ataque de Sulfatos</p><p>REVISÃO: Ataque de Sulfatos</p><p>COMO PREVENIR (ANTES DA CONSTRUÇÃO):</p><p>Cimentos:</p><p>- RS</p><p>- CPIV</p><p>- CPIII</p><p>REVISÃO: Ataque de Sulfatos</p><p>COMO PREVENIR (ANTES DA CONSTRUÇÃO):</p><p>REVISÃO: Ataque de Sulfatos</p><p>COMO MINIMIZAR EFEITOS (DEPOIS DA CONSTRUÇÃO):</p><p>• Impedimento de entrada de umidade com tratamentos</p><p>superficiais: membranas, selantes, impregnantes,</p><p>penetrantes;</p><p>• Demolição e reconstrução total ou parcial.</p><p>Reação Álcalis-Agregado (RAA)</p><p>DENIFIÇÃO</p><p>Ocorre entre o álcalis do cimento (ou de outras fontes) e a</p><p>sílica ativa do agregado. Essa reação forma um gel de álcali-</p><p>silicato que preenche os poros do agregado, diminuindo sua</p><p>aderência com a pasta de cimento e expandindo quando em</p><p>contato com a água.</p><p>Reação Álcalis-Agregado (RAA)</p><p>Reação Álcalis-Agregado (RAA)</p><p>Reação Álcalis-Agregado (RAA)</p><p>Reação Álcalis-Agregado (RAA)</p><p>CONDIÇÕES FAVORÁVEIS A RAA</p><p>Reação Álcalis-Agregado (RAA)</p><p>CONDIÇÕES FAVORÁVEIS A RAA</p><p>Reação Álcalis-Agregado (RAA)</p><p>Reação Álcalis-Agregado (RAA)</p><p>COMO PREVENIR (ANTES DA CONSTRUÇÃO):</p><p>Revisão: Reação Álcalis-Agregado (RAA)</p><p>COMO PREVENIR (ANTES DA CONSTRUÇÃO):</p><p>Revisão: Reação Álcalis-Agregado (RAA)</p><p>Reação Álcalis-Agregado (RAA)</p><p>COMO CORRIGIR (DEPOIS DA CONSTRUÇÃO):</p><p>Reação Álcalis-Agregado (RAA)</p><p>COMO MINIMIZAR EFEITOS (DEPOIS DA CONSTRUÇÃO):</p><p>• Impedimento de entrada de umidade com tratamentos</p><p>superficiais: membranas, selantes, impregnantes,</p><p>penetrantes;</p><p>• Reforços e intervenções estruturais: restrições à</p><p>expansão (protensão, confinamento), liberação das</p><p>deformações (cortes de juntas e de seções);</p><p>• Demolição e reconstrução total ou parcial.</p><p>Reação Álcalis-Agregado (RAA)</p><p>COMO MINIMIZAR EFEITOS (DEPOIS DA CONSTRUÇÃO):</p><p>CONCEITO</p><p>Cal</p><p>É um aglomerante aéreo.</p><p>“Material ligante que em contato com o ar, forma a pasta de cal”</p><p>“Aglomerante aéreo reage com o ar no estado fresco, liberando o calor</p><p>de hidratação”</p><p>“Aglomerante aéreo tende a se dissolver na água após estado</p><p>endurecido”</p><p>CONCEITO</p><p>Cal</p><p>Ca(OH)2</p><p>“A cal hidratada é obtida pela mistura apropriada</p><p>de materiais calcários com baixo teor de argila</p><p>MATÉRIA-PRIMA Calcário+Argila</p><p>CAL</p><p>MATÉRIA-PRIMA Calcário+Argila</p><p>CaCO3 + calor CaO + CO2 (ΔT=1450°C)</p><p>CaO + SiO2 + Fe2O3 + Al2O3 Clínquer do cimento</p><p>argila</p><p>CAL</p><p>TIPOS MATÉRIA-PRIMA</p><p>• 100% Calcário</p><p>• CaCO3 + argila (CaCO3 > 50%)</p><p>calcário margoso</p><p>• CaCO3 + argila (CaCO3 < 50%)</p><p>Marga calcária</p><p>CAL</p><p>TIPOS MATÉRIA-PRIMA</p><p>• CaCO3 + argila (até 5%) Cal virgem, viva ou aérea</p><p>• CaCO3 + argila (8 - 20%) Cal +/- hidráulica</p><p>• CaCO3 + argila (20 - 40%) Cimento natural</p><p>Endurece apenas na presença do ar</p><p>Endurece tanto na presença do ar como da água</p><p>Endurece apenas na presença da água</p><p>CaCO3 + calor CaO + CO2 (ΔT=1450°C)</p><p>900°C</p><p>Cimento Portland</p><p>NO FORNO</p><p>CaCO3 + calor CaO + CO2 (ΔT=1450°C)</p><p>CaO + SiO2 + Fe2O3 + Al2O3 Clínquer do cimento</p><p>CAL</p><p>TIPOS MATÉRIA-PRIMA</p><p>• CaCO3 + argila (até 5%) Cal virgem, viva ou aérea</p><p>• CaCO3 + argila (8 - 20%) Cal +/- hidráulica</p><p>• CaCO3 + argila (20 - 40%) Cimento natural</p><p>Endurece apenas na presença do ar</p><p>Endurece tanto na presença do ar como da água</p><p>Endurece apenas na presença da água</p><p>CaCO3 + calor CaO + CO2 (ΔT=900°C)</p><p>900°C</p><p>1000°C</p><p>1450°C</p><p>CAL</p><p>UTILIDADES</p><p>• A indústrica da construção civil é o</p><p>setor que mais emprega a cal (37%),</p><p>seguida pela indústria (22%).</p><p>CAL</p><p>NA EMBALAGEM</p><p>• Expressões “Cal Hidratada” e “NBR 7175/03” visivelmente expressas;</p><p>• A identificação do tipo de cal (CHI, CHII E CHIII);</p><p>• O nome do fabricante</p><p>CAL</p><p>MATÉRIA-PRIMA Calcário+Argila</p><p>2) CaO + H2O Ca(OH)2 + calor</p><p>3) Ca(OH)2 + CO2 CaCO3 + H2O + calor</p><p>CAL</p><p>NA EMBALAGEM</p><p>• Expressões “Cal Hidratada” e “NBR 7175/03” visivelmente expressas;</p><p>• A identificação do tipo de cal (CHI, CHII E CHIII);</p><p>• O nome do fabricante</p><p>CAL</p><p>ABPC</p><p>www.abpc.org.br</p><p>CAL</p><p>TIPOS DE CAL</p><p>CAL</p><p>EXIGÊNCIAS QUÍMICAS – NBR 7175/2003</p><p>• A liberação de CO2 depende da pureza da minha matéria-prima.</p><p>CAL</p><p>EXIGÊNCIAS FÍSICAS – NBR 7175/2003</p><p>• Quanto maior a finura do material maior sua contribuição para as propriedades</p><p>de plasticidade e retenção de água das argamassas que utiliza.</p><p>CAL</p><p>EXIGÊNCIAS FÍSICAS – NBR 7175/2003</p><p>• A cal precisa reter água (>70%) para não haver fissura na argamassa.</p><p>CAL</p><p>EXIGÊNCIAS FÍSICAS – NBR 7175/2003</p><p>• A argamassa é constituída de areia, cal, cimento e água. Quanto mais areia na</p><p>argamassa (sem prejudicar o desempenho), mais econômica será a cal.</p><p>CAL</p><p>EXIGÊNCIAS FÍSICAS – NBR 7175/2003</p><p>• A estabilidade da cal é identificada pela ausência de protuberâncias e</p><p>cavidades, pois mesmo após o assentamento e seca na parede, a cal pode</p><p>expandir, provocando descolamento da argamassa</p><p>CAL</p><p>EXIGÊNCIAS FÍSICAS – NBR 7175/2003</p><p>• Visando facilitar o trabalho do pedreiro (>110%)</p><p>Lixiviação</p><p>CONCEITO</p><p>“É o processo de extração de uma substância presente em componentes sólidos através da</p><p>sua dissolução num líquido”</p><p>Compostos</p><p>Hidratados da pasta</p><p>do cimento (OH-)</p><p>Lixiviação e Efluorescência</p><p>LIXIVIAÇÃO</p><p>“É o processo de extração de uma substância presente em componentes sólidos através da</p><p>sua dissolução num líquido”</p><p>Compostos</p><p>Hidratados da pasta</p><p>do cimento (OH-)</p><p>EFLUORESCÊNCIA</p><p>“São depósitos normalmente brancos que se formam sobre a superfície do concreto,</p><p>argamassas, tijolos, pedras e outros materiais porosos, que alteram a estética dos</p><p>acabamentos. As eflorescências se formam pela dissolução em águas de infiltrações dos</p><p>sais (hidróxido de cálcio/ principalmente) do cimento e cal. Quando a água evapora,</p><p>deposita estes sais na superfície”</p><p>Efluorescência</p><p>Efluorescência</p><p>• Solubilidade do Ca(OH)2 presente na cal do cimento</p><p>• Precipitação do CaCO3 e evaporação da água na superfície do concreto (mancha</p><p>branca)</p><p>COMO?</p><p>ONDE?</p><p>• MATERIAIS CIMENTÍCIOS COM ALTA PERMEABILIDADE, FISSURAS OU</p><p>SUJEITOS A LIXIVIAÇÃO</p><p>Efluorescência</p><p>• Solubilidade do Ca(OH)2 presente na cal do cimento</p><p>• Precipitação do CaCO3 e evaporação da água na superfície do concreto (mancha</p><p>branca)</p><p>COMO?</p><p>ONDE?</p><p>• MATERIAIS CIMENTÍCIOS COM ALTA PERMEABILIDADE, FISSURAS OU</p><p>SUJEITOS A LIXIVIAÇÃO</p><p>Efluorescência</p><p>COMO PREVENIR (ANTES DA CONSTRUÇÃO):</p><p>Cimentos:</p><p>- RS</p><p>- CPIV</p><p>- CPIII</p><p>• Tipo de cimento</p><p>CP IV (pozolânico) ou cimento tipo RS (resistente a sulfatos). Na dificuldade</p><p>em adquirir os cimentos acima, deve-se utilizar o cimento CPIII, com baixo</p><p>teor de hidróxido de cálcio.</p><p>• Uma eficiente cura do concreto (baixa porosidade superficial) também são</p><p>benéficos, pois proporcionam uma argamassa mais densa, impermeável e</p><p>de menor porosidade capilar</p><p>Efluorescência</p><p>COMO MINIMIZAR EFEITOS (DEPOIS DA CONSTRUÇÃO):</p><p>• Limpeza com ácidos específicos</p><p>Nem todo o ácido é indicado (ex. muriático), pois pode</p><p>causar manchas na placa</p><p>• Fermalimp (Quartzolit)</p><p>Custo? R$ 15,00 p/litro</p><p>CONCEITO</p><p>GESSO</p><p>É um aglomerante aéreo.</p><p>“Material ligante que em contato com o ar, forma a pasta de gesso”</p><p>“Aglomerante aéreo reage com o ar no estado fresco”</p><p>“Aglomerante aéreo tende a se dissolver na água após estado</p><p>endurecido”</p><p>CONCEITO</p><p>GESSO</p><p>CaSO4.1/2H2O</p><p>“O gesso é obtido pela desidratação da Gipsita,</p><p>apesar de conter impurezas que não devem</p><p>ultrapassar 6%”</p><p>MATÉRIA-PRIMA Gipsita</p><p>GESSO</p><p>MATÉRIA-PRIMA Gipsita</p><p>GESSO</p><p>MATÉRIA-PRIMA Gipsita</p><p>1) CaSO4.2H2O + calor CaSO4.1/2H2O + 3/4H2O (ΔT=140°C)</p><p>Diidratado</p><p>ou gipsita</p><p>Hemiidratado β</p><p>Gesso rápido,</p><p>estuque ou Paris</p><p>• Perde 75% da água;</p><p>• Pega rápida;</p><p>• Usado na construção civil</p><p>GESSO</p><p>MATÉRIA-PRIMA Gipsita</p><p>2) CaSO4.2H2O + calor CaSO4 + 2H2O (ΔT=250°C)</p><p>Diidratado</p><p>ou gipsita</p><p>Hemiidrato ou</p><p>anidrida III</p><p>• Perde 100% de água.</p><p>• Ávido por água (reativo)</p><p>GESSO</p><p>1) CaSO4.2H2O + calor CaSO4.1/2H2O + 3/4H2O (ΔT=140°C)</p><p>2) CaSO4.2H2O + calor CaSO4 + 2H2O (ΔT=250°C)</p><p>MATÉRIA-PRIMA Gipsita</p><p>GESSO</p><p>1) CaSO4.2H2O + calor CaSO4.1/2H2O + 3/4H2O (ΔT=140°C)</p><p>2) CaSO4.2H2O + calor CaSO4 + 2H2O (ΔT=250°C)</p><p>MATÉRIA-PRIMA Gipsita</p><p>GESSO</p><p>MATÉRIA-PRIMA Gipsita</p><p>3) CaSO4.2H2O + calor CaSO4 + 2H2O (ΔT=600°C)</p><p>Diidratado</p><p>ou gipsita</p><p>Anidro Insolúvel</p><p>ou Anidrida II</p><p>• Não realiza mais a pega.</p><p>• Material de enchimento</p><p>GESSO</p><p>MATÉRIA-PRIMA Gipsita</p><p>4) CaSO4.2H2O + calor CaO + SO3 + 2H2O (ΔT=900°C)</p><p>Diidratado</p><p>ou gipsita</p><p>Cal virgem</p><p>• Gesso de pega lenta;</p><p>• Gesso de pavimentação ou gesso hidráulico</p><p>Anidrido sulfúrico</p><p>ou Anidrida I</p><p>GESSO</p><p>UTILIDADES</p><p>• O gesso resiste muito bem ao fogo</p><p>GESSO</p><p>UTILIDADES</p><p>• Vedação vertical interno – drywall – gesso acartonado</p><p>GESSO</p><p>UTILIDADES</p><p>• Forro de gesso acartonado ou em placas</p><p>GESSO</p><p>UTILIDADES</p><p>• Emassamento de paredes – massa corrida</p><p>GESSO</p><p>UTILIDADES</p><p>• Emassamento de paredes – massa corrida</p><p>• Aplicação de selador</p><p>Evitar formação de etringita tardia.</p><p>AGREGADOS</p><p>DEFINIÇÃO</p><p>“ Materiais sem forma ou volume definidos, em geral granulosos, relativamente</p><p>inertes, com propriedades aplicáveis na engenharia”</p><p>AGREGADOS</p><p>ORIGEM</p><p>• Rolados dos leitos dos rios e cursos d’água;</p><p>AGREGADOS</p><p>ORIGEM</p><p>• Rolados dos leitos dos rios e cursos d’água;</p><p>• Jazidas de material alterado;</p><p>AGREGADOS</p><p>ORIGEM</p><p>• Rolados dos leitos dos rios e cursos d’água;</p><p>• Jazidas de material alterado;</p><p>• Rochas britadas;</p><p>AGREGADOS</p><p>ORIGEM</p><p>• Rolados dos leitos dos rios e cursos d’água;</p><p>• Jazidas de material alterado;</p><p>• Rochas britadas;</p><p>• Agregados Reciclados;</p><p>AGREGADOS</p><p>DEFINIÇÃO</p><p>“ Materiais sem forma ou volume definidos, em geral granulosos, relativamente</p><p>inertes, com propriedades aplicáveis na engenharia”</p><p>AGREGADOS</p><p>ORIGEM</p><p>• Rolados dos leitos dos rios e cursos d’água;</p><p>AGREGADOS</p><p>ORIGEM</p><p>• Rolados dos leitos dos rios e cursos d’água;</p><p>• Jazidas de material alterado;</p><p>AGREGADOS</p><p>ORIGEM</p><p>• Rolados dos leitos dos rios e cursos d’água;</p><p>• Jazidas de material alterado;</p><p>• Rochas britadas;</p><p>AGREGADOS</p><p>ORIGEM</p><p>AGREGADOS</p><p>CLASSIFICAÇÃO</p><p>• Quanto a origem</p><p> Natural;</p><p> Artificial;</p><p> Reciclado;</p><p>• Quanto ao ρ (Kg/m³)</p><p> Leve;</p><p> Normal;</p><p> Pesado</p><p>• Quanto ao tamanho das partículas</p><p> Graúdos;</p><p> Miúdos;</p><p>• Quanto a forma de produção;</p><p> Sedimentares (miúdos);</p><p> Ígnea (graúdos)</p><p>AGREGADOS</p><p>APLICAÇÃO</p><p>Componente de concretos e argamassas</p><p>AGREGADOS</p><p>APLICAÇÃO DRENOS – ALTA PERMEABILIDADE</p><p>AGREGADOS</p><p>APLICAÇÃO PAVIMENTAÇÃO - SUBLEITO</p><p>AGREGADOS</p><p>APLICAÇÃO PAVIMENTAÇÃO - SUBLEITO</p><p>AGREGADOS</p><p>APLICAÇÃO PAVIMENTAÇÃO - SUBLEITO</p><p>AGREGADOS</p><p>IMPORTÂNCIA</p><p>“Custo inferior ao aglomerante”</p><p>“Volume maior ocupado no concreto e em argamassas”</p><p>“Influencia a trabalhabilidade, retração, proteção mecânica”</p><p>AGREGADOS</p><p>ENSAIOS</p><p>• Granulometria;</p><p> Peneira;</p><p> Sedimentação;</p><p>AGREGADOS</p><p>ENSAIOS</p><p>• Granulometria;</p><p> Peneira;</p><p> Sedimentação;</p><p>“É o processo utilizado para a determinação da percentagem em peso que cada</p><p>faixa especificada de tamanho de partículas representa na massa total ensaiada.”</p><p>Solos grosso Peneiramento</p><p>Solos finos Ambos</p><p>AGREGADOS</p><p>ENSAIOS</p><p>• Granulometria;</p><p> Peneira;</p><p> Sedimentação;</p><p>• Frasco de areia;</p><p>AGREGADOS</p><p>ENSAIOS</p><p>• Granulometria;</p><p> Peneira;</p><p> Sedimentação;</p><p>• Frasco de areia;</p><p>• Umidade;</p><p>AGREGADOS</p><p>ENSAIOS</p><p>• Granulometria;</p><p> Peneira;</p><p> Sedimentação;</p><p>• Frasco de areia;</p><p>• Umidade;</p><p>• Compactação;</p><p>CONCRETO</p><p>CONCEITO</p><p>- PASTA – CIMENTO +ÁGUA (ZONA CONTÍNUA)</p><p>- AGREGADOS – GRAÚDOS + MIÚDOS (ZONA DESCONTÍNUA)</p><p>“ A resistência do concreto é dada</p><p>pela resistência da pasta”</p><p>CONCRETO</p><p>CONCEITO</p><p>“Produto da reação entre aglomerante (cimento) e água, formando a pasta de</p><p>cimento, que envolve os agregados (inertes) graúdos e miúdos.</p><p>CONCRETO</p><p>IMPORTÂNCIA</p><p> Composição de estruturas, sejam elas armadas, protendidas ou mistas;</p><p> 2º material mais consumido</p><p> Produção em 2008 - 5,5 bilhões de toneladas;</p><p> Pouco menos de 01 (uma) tonelada por ser humano vivo;</p><p> Elevadas resistências, resistência à água facilidade de produção, assume</p><p>variadas formas no estado fresco</p><p> 2º maior maior representante nos RCDs</p><p>CONCRETO</p><p>IMPORTÂNCIA</p><p>100 kg</p><p>ENTULHO</p><p>75 -95 kg</p><p>FRAÇÃO</p><p>MINERAL</p><p>16 -20 kg</p><p>RESÍDUO DE</p><p>CONCRETO</p><p>75%</p><p>95%</p><p>21%</p><p>CONCRETO</p><p>CLASSIFICAÇÃO – CONFORME PROCESSO DE PRODUÇÃO</p><p> Dosado in loco</p><p>Concreto virado em obra – feito na própria obra</p><p> Dosado em central</p><p>Concreto usinado</p><p>CLASSIFICAÇÃO – CONFORME COMPONENTES</p><p> Estrutural</p><p>Faz parte das estruturas de concreto</p><p>CONCRETO</p><p>CLASSIFICAÇÃO – CONFORME COMPONENTES</p><p> Estrutural</p><p>Faz parte das estruturas de concreto</p><p> Não estrutural (MAGRO)</p><p>Utilizado para evitar contato do concreto estrutural com o solo DIRETAMENTE</p><p>CONCRETO</p><p>CLASSIFICAÇÃO – CONFORME COMPONENTES</p><p> Estrutural</p><p> Não estrutural</p><p>(MAGRO)</p><p>CONCRETO</p><p>AGREGADOS</p><p> Estrutural</p><p> Não estrutural</p><p>(MAGRO)</p><p>61%</p><p>76,6%</p><p>CONCRETO</p><p>PASTA</p><p>Qualidade do concreto</p><p>Qualidade da pasta</p><p>• Relação A/C</p><p>• Tipo do cimento</p><p>• Cura</p><p>“ A resistência do concreto é dada</p><p>pela resistência da pasta”</p><p>CONCRETO</p><p>PROPRIEDADES DO CONCRETO</p><p>• Fresco</p><p>• Endurecido</p><p>É considerado até o momento que se tem</p><p>início a pega do aglomerante</p><p>É considerado após a pega do aglomerante,</p><p>ou seja, a pasta se solidifica completamente.</p><p>CONCRETO</p><p>PROPRIEDADES DO CONCRETO - fresco</p><p>• Trabalhabilidade;</p><p>• Tempo de trabalhabilidade;</p><p>• Tempo de pega;</p><p>• Coesão;</p><p>CONCRETO</p><p>PROPRIEDADES DO CONCRETO - fresco</p><p>• Trabalhabilidade;</p><p> Adequado Misturar, Transportar, Lançar e Adensar</p><p> Fácil e sem perda de homogeneidade;</p><p> Mínimo de vazios.</p><p>CONCRETO</p><p>PROPRIEDADES DO CONCRETO - fresco</p><p>• Trabalhabilidade;</p><p>• Tempo de trabalhabilidade;</p><p> Variável de obra para obra;</p><p> 2H</p><p>CONCRETO</p><p>PROPRIEDADES DO CONCRETO - fresco</p><p>•</p><p>Trabalhabilidade;</p><p>• Tempo de trabalhabilidade;</p><p>• Tempo de pega;</p><p> Concreto não trabalhável;</p><p> Viscosidade aumenta</p><p>CONCRETO</p><p>PROPRIEDADES DO CONCRETO - fresco</p><p>• Trabalhabilidade;</p><p>• Tempo de trabalhabilidade;</p><p>• Tempo de pega;</p><p>• Coesão;</p><p> Inverso da segregação</p><p>Enfraquecimento da aderência</p><p>PASTA/AGREGADO</p><p>AUMENTO DA PERMEABILIDADE</p><p>Diminuição da resistência mecânica</p><p>CONCRETO</p><p>PROPRIEDADES DO CONCRETO - endurecido</p><p>• Características físicas</p><p>• Resistência mecânica</p><p>• Durabilidade</p><p>• Estabilidade dimensional</p><p>CONCRETO</p><p>CONCRETO</p><p>PROPRIEDADES DO CONCRETO - endurecido</p><p>• Características físicas</p><p> Densidade;</p><p> Vazios;</p><p> Desempenho termo-acústico (NBR 15.575/2013)</p><p>Ar</p><p>incorporado</p><p>Permeabilidade</p><p>PROPRIEDADES DO CONCRETO - endurecido</p><p>• Características físicas</p><p>• Resistência mecânica</p><p> Compressão;</p><p> Tração;</p><p> Flexão;</p><p> Torção</p><p>CONCRETO</p><p>PROPRIEDADES DO CONCRETO - endurecido</p><p>• Características físicas</p><p>• Resistência mecânica</p><p>• Durabilidade</p><p> Permeabilidade;</p><p> Agentes agressivos;</p><p> Armadura;</p><p>CONCRETO</p><p>PROPRIEDADES DO CONCRETO - endurecido</p><p>• Características físicas</p><p>• Resistência mecânica</p><p>• Durabilidade</p><p>• Estabilidade dimensional</p><p> Retração plástica;</p><p> Retração na secagem</p><p>CONCRETO</p><p>SOUZA, U.E (1996)</p><p>CONCRETAGEM</p><p>CONCEITO</p><p>“Serviço que consiste essencialmente no lançamento do concreto sobre a fôrma, na</p><p>vibração para se obter o adensamento, no nivelamento e acabamento superficial, em se</p><p>tratando de lajes”.</p><p>CONCRETO</p><p>TRAÇO DE CONCRETO - LABORATÓRIO</p><p>1 : a : b : a/c</p><p>Cimento Areia Brita Fator água/cimento</p><p>CONCRETO</p><p>TRAÇO DE CONCRETO - LABORATÓRIO</p><p>Pede-se R= 30MPa</p><p>a/c=0,48</p><p>1) Relação água/materiais secos(m)</p><p>2) Teor de argamassa (α)</p><p>3) Consumo de cimento (Cc)</p><p>A(%)=[7%-13%]</p><p>α=[0,40-0,60]</p><p>CONCRETO</p><p>TRAÇO DE CONCRETO – NA OBRA</p><p>“Necessita-se transformar esta massa em volume através da massa</p><p>específica dos materiais”</p><p>γ cimento= 3,10 tf/m³</p><p>γ agregados= 2,65 tf/m³</p><p>γ agua= 1 tf/m³</p><p>CONCRETO</p><p>PROCEDIMENTO - MISTURA</p><p>1) Add a brita;</p><p>2) Add 50% da água;</p><p>3) Add o cimento;</p><p>4) Add a areia;</p><p>5)Add 50% da água restante</p><p>ARGAMASSAS</p><p>CONCEITO</p><p>“Produto da reação entre aglomerante (cimento) e água, formando a pasta de</p><p>cimento, que envolve os agregados (inertes) miúdos, apenas.</p><p>“ A resistência do concreto é dada</p><p>pela resistência da pasta”</p><p>ARGAMASSAS</p><p>CONCEITO</p><p>“Produto da reação entre aglomerante (cimento) e água, formando a pasta de</p><p>cimento, que envolve os agregados (inertes) miúdos, apenas.</p><p>Trabalhabilidade</p><p>ARGAMASSAS</p><p>CLASSIFICAÇÃO – QUANTO A FORMA DE PRODUÇÃO</p><p> Dosada in loco</p><p>Argamassa virada em obra – feito na própria obra</p><p> Pré-dosada</p><p>Argamassa industrializada</p><p>ARGAMASSAS</p><p>CLASSIFICAÇÃO – QUANTO A FORMA DE PRODUÇÃO</p><p> Dosada in loco</p><p>Argamassa virada em obra – feito na própria obra</p><p>ARGAMASSAS</p><p>CLASSIFICAÇÃO – QUANTO A FORMA DE PRODUÇÃO</p><p> Pré-dosada</p><p>Argamassa industrializada</p><p>ARGAMASSAS</p><p>RESPONSABILIDADES</p><p> Do produtor</p><p> Domínio da tecnologia de produção</p><p> Seleção e controle dos materiais</p><p> Uniformidade</p><p> Do executor</p><p> Compra técnica</p><p> Domínio da tecnologia de produção (obra)</p><p> Controle da produção</p><p>ARGAMASSAS</p><p>CLASSIFICAÇÃO – PARA REVESTIMENTO INTERNO E EXTERNO</p><p> Argamassa para revestimento interno</p><p> Argamassa para revestimento externo</p><p> Argamassa de uso geral</p><p> Argamassa para reboco</p><p> Argamassa decorativa em camada fina – ambientes internos</p><p> Argamassa decorativa em monocamada – ambientes externos</p><p>ARGAMASSAS</p><p>CLASSIFICAÇÃO – QUANTO AOS MATERIAIS CONSTITUINTES</p><p> Argamassa de cal</p><p> Argamassa de cimento</p><p> Argamassa mistas</p><p> Argamassa com saibro</p><p> Argamassa aditivadas</p><p>Tradicional: areia e cal</p><p>Areia e cimento (com ou sem aditivos)</p><p>1:3, cimento + cal:areia;</p><p>Argila</p><p>Argamassa colante</p><p>ARGAMASSAS</p><p>DOSAGEM</p><p> Não há método consagrado e difundido no Brasil;</p><p> Em geral, não se busca investir em estudo de dosagem;</p><p>“MENOR” RESPONSABILIDADE APARENTE</p><p> Em geral, não se busca investir em estudo de dosagem;</p><p> Na prática: RECEITAS DE BOLO (TRAÇOS PRÉ-FIXADOS);</p><p>ARGAMASSAS</p><p>DOSAGEM</p><p>ARGAMASSAS</p><p>DOSAGEM</p><p>REVESTIMENTO DE ARGAMASSA</p><p>CONCEITO</p><p>Cobrimento de uma superfície com uma ou mais camadas superpostas de</p><p>argamassa, apto a receber acabamento decorativo ou constituir-se em</p><p>acabamento final.</p><p>NBR 13529 (ABNT, 2013)</p><p>REVESTIMENTO DE ARGAMASSA</p><p>Qual a diferença?</p><p>ARGAMASSAS</p><p>TEMPOS - CURA</p><p>• EMBOÇO: 3 dias após o chapisco;</p><p>• REBOCO E DECORATIVO DE ARGAMASSA: 7 dias após emboço;</p><p>• REVESTIMENTO CERÂMICO: 14 dias após emboço</p><p>REVESTIMENTO DE ARGAMASSA</p><p>ALGUNS CONCEITOS</p><p>Qual a diferença entre emboço, reboco e massa única?</p><p>REVESTIMENTO DE ARGAMASSA</p><p>ALGUNS CONCEITOS</p><p>Qual a diferença entre emboço, reboco e massa única?</p><p>EMBOÇO REBOCO MASSA ÚNICA</p><p>+ GROSSA MÉDIA FINA</p><p>SARRAFO SARRAFO E</p><p>DESEMPENO</p><p>SARRAFO E</p><p>DESEMPENO</p><p>REVESTIMENTO DE ARGAMASSA</p><p>ALGUNS CONCEITOS</p><p>Qual a diferença entre emboço, reboco e massa única?</p><p>EMBOÇO REBOCO MASSA ÚNICA</p><p>+ GROSSA MÉDIA FINA</p>