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MANUAL DO PROFESSOR 2 ANO ANO C iê n c ia E n s in o Ciências Rogério G. Nigro Ensino Fundamental Anos Iniciais PNLD2023_FUND1_CPA_2ºANO_CIE.indd 7PNLD2023_FUND1_CPA_2ºANO_CIE.indd 7 15/08/21 17:0015/08/21 17:00 PNLD2023_FUND1_CPA_2ºANO_CIE.indd 5 15/08/21 17:00 MANUAL DO PROFESSOR 2 ANO Ci•ncias Ensino Fundamental • Anos Iniciais Rogério G. Nigro Doutor em Ensino de Ciências e Matemática pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) Mestre em Biologia pelo Instituto de Biociências da USP Pesquisador em ensino e aprendizagem de Ciências, trabalha com formação de professores de Ciências e com elaboração de materiais didáticos para Educação Básica e Educação Superior Ex-professor do Ensino Fundamental e do Ensino Médio na rede particular de ensino 1 edição, São Paulo, 2021 PNLD2023_FUND1_CPA_2ºANO_CIE.indd 8PNLD2023_FUND1_CPA_2ºANO_CIE.indd 8 15/08/21 17:1915/08/21 17:19 Direção editorial: Lauri Cericato Gestão de projeto editorial: Heloisa Pimentel Coordenação de área: Daniela Teves Nardi Coordenação de obra: Lucas Augusto Jardim Edição: Carolina Brandão, Gabriela A. de Lima, Larissa Prada, Paula Feijó de Medeiros e Jeynne Carrillo Planejamento e controle de produção: Vilma Rossi e Camila Cunha Revisão: Mariana Braga de Milani (ger.), Alexandra Costa da Fonseca, Ana Maria Herrera, Ana Paula C. Malfa, Carlos Eduardo Sigrist, Flavia S. Vênezio, Gabriela M. Andrade, Heloísa Schiavo, Hires Heglan, Luciana B. Azevedo, Luís M. Boa Nova, Luiz Gustavo Bazana, Patricia Cordeiro, Patrícia Travanca, Sandra Fernandez, Sueli Bossi e Vanessa P. Santos Arte: Claudio Faustino (ger.), Erika Tiemi Yamauchi (coord.), Karen Midori Fukunaga de Carvalho (edição de arte), R2 Estúdio (diagramação) Iconografia e tratamento de imagens: Roberto Silva (coord.), Douglas Cometti (pesquisa iconográfica), Emerson de Lima (tratamento de imagens) Licenciamento de conteúdos de terceiros: Fernanda Carvalho (coord.), Erika Ramires e Márcio Henrique (analistas adm.) Ilustrações: Gabriela Emmerich, Giz de Cera, Hagaquezart Estúdio, Kami Queiroz, Léo Fanelli, Mouses Sagiorato e Suzanne Cascardi Cartografia: Mouses Sagiorato Design: Tatiane Porusselli (proj. gráfico), Luis Vassallo (capa e Manual do Professor) Foto de capa: Purino/Shutterstock Todos os direitos reservados por Editora Ática S.A. Avenida Paulista, 901, 4o andar Jardins – São Paulo – SP – CEP 01310-200 Tel.: 4003-3061 www.edocente.com.br atendimento@aticascipione.com.br Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Angélica Ilacqua - CRB-8/7057 2021 Código da obra CL 720028 CAE 775428 (AL) / 775522 (PR) 1a edição 1a impressão De acordo com a BNCC. Envidamos nossos melhores esforços para localizar e indicar adequadamente os créditos dos textos e imagens presentes nesta obra didática. Colocamo-nos à disposição para avaliação de eventuais irregularidades ou omissões de créditos e consequente correção nas próximas edições. As imagens e os textos constantes nesta obra que, eventualmente, reproduzam algum tipo de material de publicidade ou propaganda, ou a ele façam alusão, são aplicados para fins didáticos e não representam recomendação ou incentivo ao consumo. Impressão e acabamento 2 2APISCie_g23At_002_CREDITOS_MP.indd 22APISCie_g23At_002_CREDITOS_MP.indd 2 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 A p re se n ta ç ã o Este Manual do Professor tem como objetivo auxiliá-lo no dia a dia em sala de aula. Afinal, quantas vezes você já pensou em melhorar suas aulas de Ciências e desejou ter acesso a mais recursos, ideias e orientações? Uma dica inicial que pode ser dada é que você comece a prestar atenção e avaliar a forma como interage com os estudantes. Por exemplo: Você costuma fazer perguntas dirigidas a eles que estimulem a imaginação? Quando essas perguntas são feitas, você dá tempo suficiente para que elas sejam respondidas? O bom uso do tempo é algo precioso em nossas aulas! Afinal, precisamos dar tempo para os estudantes refletirem sobre suas ideias e as reformularem. Também é necessário dedicar algum tempo para a realização de atividades que possibilitem o desenvolvimento de certos “hábitos da mente”, como a crítica baseada em evidências, e de atitudes compatíveis com as dos cientistas, como a curiosidade e a honestidade no tratamento das informações. O ideal é que nas aulas de Ciências os estudantes tenham oportunidade de aprender a lidar com diversos fenômenos que acontecem ao nosso redor e conosco, assim como um cientista faria. Essa visão científica possibilita, entre outras coisas, o desenvolvimento da empatia pela natureza e pela tecnologia, a capacidade de reconhecer problemas e analisá-los de maneira não superficial e a segurança para lidar com os desafios de nosso tempo. Por isso é tão importante que, no contexto escolar, sejam criadas situações nas quais os estudantes façam ciência em sala de aula. O pequeno cientista que existe dentro de cada criança deve ser bem cultivado e instigado a sair do estado de dormência para que possa, enfim, germinar. Então, professor, espero que esta Coleção o auxilie nessa tarefa. Neste Manual, você encontrará orientações gerais, uma proposta de evolução sequencial de conteúdos por meio de um cronograma para o ano letivo, orientações em relação à avaliação, roteiros de aula e orientações didáticas que poderão contribuir com a prática em sala de aula. Boa sorte e boas aulas! O autor. 3 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 32APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 3 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Sumário Orientações gerais da Coleção .....................................................................................................05 I. A Coleção e o ensino de Ciências como investigação .........................................................................05 II. A Política Nacional de Alfabetização (PNA) na Coleção e o sentido fundamental da literacia científica .......................................................................06 Leitura e escrita ........................................................................................................................................07 III. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) na Coleção e os conteúdos de aprendizagem ........09 Observar, descrever e comparar ................................................................................................................ 10 Analisar dados .......................................................................................................................................... 11 Levantar hipóteses ................................................................................................................................... 11 Argumentar .............................................................................................................................................. 12 Manipular materiais e instrumentos e construir invenções ......................................................................... 13 Atitudes para com a ciência e atitudes científicas ...................................................................................... 14 IV. Conheça a Coleção ................................................................................................................................15 Livro do Estudante.................................................................................................................................... 15 Seção de referência do Livro do Estudante ............................................................................................... 16 Seção introdutória ao volume .......................................................................................................18 I. Planejamento e cronograma ..................................................................................................................18 Unidade 1.................................................................................................................................................19 Unidade 2................................................................................................................................................. 21 Unidade 3.................................................................................................................................................23 Unidade 4.................................................................................................................................................25 II. A avaliação no volume ...........................................................................................................................27 Avaliação diagnóstica de início de ano .....................................................................................................28 Avaliações iniciais a cada capítulo .............................................................................................................28 Avaliações processuais intermediárias .......................................................................................................29 Avaliação ao final de cada unidade ...........................................................................................................29 Repertório avaliativo .................................................................................................................................30 Avaliações de resultados ao final do ano ...................................................................................................30 Seção de referência do Livro do Estudante ..............................................................................31 Avaliação diagnóstica de início de ano .....................................................................................................38 Introdução da unidade 1 ...........................................................................................................................40 Unidade 1.................................................................................................................................................42 Conclusão da unidade 1 ............................................................................................................................74 Introdução da unidade 2 ...........................................................................................................................76 Unidade 2.................................................................................................................................................78 Conclusão da unidade 2 ......................................................................................................................... 110 Introdução da unidade 3 ........................................................................................................................ 112 Unidade 3............................................................................................................................................... 114 Conclusão da unidade 3 ......................................................................................................................... 142 Introdução da unidade 4 ........................................................................................................................ 144 Unidade 4...............................................................................................................................................146 Conclusão da unidade 4 ......................................................................................................................... 176 Avaliação final do ano letivo ...................................................................................................................178 Referências bibliográficas comentadas ..................................................................................183 4 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 42APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 4 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Antigamente, nas aulas de Ciências, havia uma prática co- mum de o professor ler o “livro dos conhecimentos científicos” com os estudantes, que tinham de decorar tudo antes de realizar uma determinada prova. Essa maneira de ensinar ficou conhecida como “ensino por transmissão-recepção”. Provavelmente, a crítica mais contundente a essa visão de ensino resida no fato de que não somos uma “tábula rasa” antes da leitura de um texto. Durante a leitura, somos nós que colocamos o texto em movimento e atribuímos significado a ele, articulando nossas ideias, nosso conheci- mento e nossa visão de mundo. É por isso que, depois da leitura, nos lembramos mais do significado que atribuímos ao texto do que das frases lidas. Sendo assim, faz pouco sentido querermos que os estudantes apenas repitam ou reproduzam frases exatamente como foram ditas ou lidas. Parece mais sensato direcionar nossos esforços a incentivar as crianças a dar significado àquilo com que tomam con- tato em sala de aula. No entanto, podemos dizer que, para os estudantes, a integração de seu conhecimento prévio com as informa- ções e as vivências novas, de forma que atribuam significa- do a elas e se aproximem das concepções científicas, não é um processo automático (MOREIRA, 2011). Para isso, é necessária uma orientação precisa e eficaz do professor, com o objetivo de incentivá-los a não aceitar passivamen- te as afirmações que lhes são oferecidas (nos livros, em páginas da internet, pela televisão, etc.) nem fazer como no passado: “memorizar o que o livro diz”. Mas como fazer isso? Atualmente, acredita-se que um dos possíveis caminhos seja oferecer aos estudantes oportunidades para que rea- lizem as próprias investigações em sala de aula. Colocando em prática um ensino de Ciências como investigação, con- vidamos os estudantes a vivenciar práticas epistêmicas relacionadas às Ciências (CARVALHO, 2018; SILVA; WARTHA, 2018), deslocando-os para um papel de participação ativa no próprio processo de ensino-aprendizagem. Deve ficar claro que essas investigações em sala de aula não devem ser identificadas como aquelas dos cien- tistas que trabalham nas fronteiras do conhecimento (DAVIS; BELLOCCHI, 2018). A ciência praticada em institui- ções de pesquisa segue protocolos profissionais rígidos para garantir a qualidade de seus resultados. Já as inves- tigações presentes no ensino de Ciências têm uma função formativa e introdutória aos procedimentos e a um modo de pensar científico. Alguns exemplos de atividades rela- cionadas à prática de investigações em sala de aula seriam: analisar demandas; delinear problemas e planejar investi- gações; propor hipóteses; desenvolver e utilizar ferramen- tas para coleta, análise e representação de dados; elaborar explicações e modelos; selecionar e construir argumentos com base em evidências; apresentar dados e resultados de investigações de forma sistemática; participar de de- bates de caráter científico com os colegas; implementar soluções e avaliar sua eficácia para resolver problemas cotidianos (BRASIL, 2018). Tais práticas possibilitam o en- gajamento dos estudantes com a produção, a análise e a socialização de evidências nas aulas de Ciências (DUNCAN; CHINN; BARZILAI, 2018). Um dos argumentos que justificam a implementação do ensino de Ciências como investigação é o fato de que o conhecimento produzido pelo senso comum, diferente- mente do conhecimento científico, é muitas vezes fruto de uma maneira superficial de interpretar o mundo. Portanto, para que as concepções dos estudantes avancem para além do senso comum e se aproximem das científicas e para que essas concepções científicas sejam valorizadas e ajudem os estudantes a emitir julgamentos e tomar decisões em si- tuações cotidianas, é necessário ocorrer uma superação da “metodologia de superficialidade” com que se interpreta o mundo natural (KUHN et. al, 2017; LEE; BROWN, 2018). Sendo assim, o nosso papel fundamental como profes- sores de Ciências, além de apresentar informações novas aosestudantes, é o de propor-lhes problemas e criar Orientações gerais da Coleção A seguir, apresentamos algumas orientações gerais que fundamentam as práticas pedagógicas para a Educação em Ciências na escola adotadas pela Coleção. I. A Coleção e o ensino de Ciências como investigação 5 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 52APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 5 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 A partir da década de 1960 foi marcante um movimen- to na Educação em Ciências que procurava substituir o “ler sobre as ciências” pelo “fazer investigações em ciên- cias”. Apesar de todos os avanços ocorridos, um efeito colateral desse movimento foi deixar em segundo plano ou até mesmo desprezar a leitura e a escrita em Ciências (YORE; PIMM; TUAN, 2007). Atualmente, porém, tem-se reconhecido que fazer ciên- cia não envolve somente executar procedimentos como observação, obtenção e interpretação de dados, elabora- ção de hipóteses, desenhos experimentais e outros tantos relacionados à atividade investigativa. As práticas comuni- cativas também teriam um papel fundamental nas ciências e, por extensão, deveriam ser contempladas no ensino de Ciências dentro da escola com o objetivo de promover a literacia científica dos estudantes em seu sentido funda- mental (NORRIS; PHILLIPS, 2003). O conceito de literacia científica em seu sentido funda- mental engloba não apenas o trabalho com vocabulário específico das ciências, mas refere-se também a conheci- mentos, habilidades e valores generalizáveis à leitura e à escrita. Envolve a capacidade de acessar, compreender e produzir textos relacionados a Ciências. Assume-se que, a fim de se promover a literacia científica fundamental dos cidadãos, é necessária e imprescindível a integração entre leitura, escrita e Ciências (SHANAHAN; SHANAHAN, 2012). Em síntese, ser educado em Ciências, em seu sentido mais fundamental, engloba compreender, interpretar, analisar, criticar e produzir textos que promovam o conhecimento científico (FANG, 2014). Em acordo com essas ideias, nesta Coleção você encon- trará oportunidades para contemplar diversos aspectos da leitura e da escrita apresentados na PNA (BRASIL, 2019) e, assim, iniciar os primeiros passos em direção à promoção da Literacia Disciplinar nas aulas de Ciências (ROMANCE; VITALE, 2017). Ao longo da seção de referência ao Livro do Estudante, diagramada em formato de “U”, indicamos notas específicas sobre PNA e literacia, em diferentes momentos, com o objetivo de subsidiar e facilitar o trabalho em sala de aula com a leitura e a escrita em Ciências. A seguir apresentamos alguns exemplos de trechos do Livro do Estudante que favorecem esse trabalho. II. A Política Nacional de Alfabetização (PNA) na Coleção e o sentido fundamental da literacia científica condições para que adquiram autonomia para resolvê-los executando procedimentos investigativos científicos (DOB- BER; ZWART; TANIS; VAN OERS, 2017). Em síntese, o ensino de Ciências como investigação (também denominado por alguns autores de ensino de Ciências por indagação) pos- sibilita que sejam atingidos vários objetivos antes inalcan- çáveis pela metodologia de “transmissão-recepção”. Alguns desses objetivos são listados no quadro a seguir. • Aprender a organizar, analisar, interpretar, criticar e dar sentido à informação de maneira não superficial. • Desenvolver uma apreciação pelo valor das evidências. • Fomentar empatia pela natureza e pela tecnologia. • Reconhecer os conhecimentos não como verdades absolutas, mas como frutos de um processo dinâmico. • Aprender a conviver com a multiplicidade de interpretações da informação e com a diversidade e a pluralidade de ideias e teorias. • Estimular os estudantes a continuar aprendendo ao sair da escola, favorecendo o “aprender a aprender” e o desen- volvimento da autonomia. Objetivos do ensino de Ciências como investigação 6 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 62APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 6 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Aqui apresentamos exemplos de atividades voltadas a alguns aspectos da compreensão leitora. Neles, podemos destacar: a localização e a retirada de informação explicitada em texto, processo que possibilita a criação de mapas conceituais (A); a elaboração de inferência com base na leitura, necessária para o preenchimento das lacunas existen- tes em fragmentos de textos (B); questionamentos que incentivam o estudante a estabelecer relações entre ideias e informações e que proporcionam a interpretação (C); e a ordenação sequencial lógica de fragmentos de textos, que favorece a análise e a avaliação de conteúdos e elementos textuais, tais como a organização de parágrafos (D). Leitura e escrita 3. Um grupo de estudantes começou a realizar pesquisas para desco- brir de onde os metais são extraídos. Observe nesta página e na seguinte o que eles escreveram sobre isso. Leia o texto em voz alta e, no caderno, escreva um título para cada texto produzido para o mural. 4. Com base na leitura do primeiro texto do mural, complete no caderno os esquemas a seguir. Sugestão de título: De onde vem o alumínio das latinhas de bebida? Na natureza encontramos a bauxita, o principal minério do qual se extrai o alumínio. Esse minério é primeiro lavado e triturado; depois é refinado, para dele se extrair o alumínio. O alumínio é fornecido em lingotes ou chapas para as fábricas de latas, de panelas, de partes automotivas, de portas e janelas, etc . O alumínio de diferentes objetos pode ser reciclado. Latinhas de alumínio descartadas, por exemplo, podem ser usadas para obter o alumínio utilizado na fabricação de novas latinhas . A reciclagem do alumínio é uma forma de obtenção desse metal muito mais barata do que a mineração e o refinamento da bauxita . Escavadeira trabalhando em mina de bauxita em Paragominas, Pará, 2012. J u c a V a re lla /F o lh a p re s s Lingotes de alumínio em uma usina, em Barcarena, Pará, 201 6. Organize a turma de modo que todos os estudantes tenham a oportunidade de ler um trecho do texto. MINÉRIO bauxita BAUXITA alumínio reciclagem ALUMÍNIO DESCARTADO S e rg io R a n a lli /P u ls a r Im a g e n s Não escreva no livro. As imagens não estão representadas em proporção. exemplo é de onde se obtém pode ser encaminhado para 114 3. Leia o texto a seguir. H a g a q u e za rt E s tú d io /A rq u iv o d a e d it o ra a) Leia em voz alta com a turma a dúvida da criança ao lado. Depois, debata com os co- legas e registre qual a possível resposta pa- ra esse questionamento. b) Releia o texto. Depois, no caderno, escreva um parágrafo destacando o que você achou mais interessante. Michael Phelps e sua dieta Nadador já declarou que só come, dorme e nada Se você acordasse hoje, fosse almoçar com Michael Phelps e tentasse acompanhá-lo na mesa (já que na piscina está difícil…), provavelmente terminaria o seu dia em uma maca de hospital com indigestão. […] Ao todo, a alimentação de Phelps leva seis vezes mais calorias do que a de um “reles mortal” como eu e você. O café da manhã […] começa com dois copos de café e três sanduíches de ovo frito recheados com quei- jo, tomates, cebolas fritas, alface e maionese. […] O almoço é macarrão enriquecido e dois sanduíches de presunto e queijo com maionese em pão branco, acompanhados de bebidas energéticas. O energético volta no jantar, quando Phelps fecha o dia com uma pizza (inteira) e meio quilo de macarrão. “Comer, dormir e nadar, é tudo o que eu faço”, disse o ás da natação. E é tudo o que ele deve fazer, segundo o técnico William Morales Manso, que […] trabalha com medicina esportiva na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). […] A natação é um esporte no qual o gasto calórico é imenso. Apenas entrar na piscina, sem dar uma braçada sequer, já acelera o metabolismo – que precisa manter os órgãos aquecidos na temperatura mais baixa. Agora, o que acontece se vocêresolver seguir o mesmo cardápio? “A matemática é implacável. Se você consome mais calorias do que gasta de energia com suas atividades diárias, o exceden- te vira gordura. Não tem jeito”, explica Manso. JUSTE, Marília. Para pessoa comum, dieta de Phelps é recorde garantido de obesidade. G1. Disponível em: https://tedit.net/Usy570. Acesso em: 9 jul. 2021. Não escreva no livro. Ia n M a c N ic o l/ G e tt y I m a g e s Espera-se que o estudante conclua que, a não ser que ele tenha uma rotina de atividades físicas intensas, como a do nadador, ele engordaria. Michael Phelps durante competição nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. O que aconteceria se minha alimentação fosse parecida com a do nadador Michael Phelps? 63 Fernão de Magalhães: Navegador português organiza- dor da expedição que foi a primeira a dar uma volta ao mundo. Partiu da Espanha em 1519 e seguiu pela costa brasileira até o sul da . Foi o primeiro europeu a descobrir uma passagem para o oceano , que levou o seu nome: Estreito de Magalhães. Seguiu em direção às Filipinas, onde morreu em uma batalha, em 1521. A expedição continuou, sob o comando de Juan Sebastián Elcano, pela Indonésia, e depois rumou para a África, contornou o cabo da Boa Esperança e voltou pelo Atlântico até Sevilha. Dos cinco barcos e 237 tripulantes que partiram, somente um barco com 18 tripulantes retornou três anos depois. Vasco da Gama: Em 1497 esse navegador partiu de Portugal e fez uma parada em Cabo Verde. Depois, seguiu rumo ao cabo da Boa Esperança e contornou o . Daí, subiu pela costa desse continente e, em seguida, para as Índias. Antes dele, nenhum navegante europeu havia se aventurado a atravessar o extre- mo sul da África. Além dos perigos do mar agitado, os marinheiros fica- vam doentes, com sangramentos nas gengivas e perdiam os dentes. Era o . Mais tarde, des- cobriu-se que isso era consequência da falta de vitamina C: a dieta dos marinheiros era pobre em vegetais. vH ar ve Ha rve pin o/S hut ters tock /k/k Gl ow p ino/Shu tterstock/k/k G 3. Leia os textos e conheça alguns exploradores da Terra e os locais por onde passaram. Depois, no caderno, utilize os termos do banco de palavras a seguir para completar as lacunas do texto. Reprodução de pintura da embarcação de Vasco da Gama. A lb u m /a k g -i m a g e s /F o to a re n a R e p ro d u • ‹ o /C o le • ‹ o p a rt ic u la r 4. No caderno, faça um desenho da Terra, indicando o possível trajeto das viagens de Vasco da Gama e de Fernão de Magalhães. Resposta pessoal. Representação do planeta Terra visto do espaço, com a Antártida ao centro da imagem. Pintura retratando Fernão de Magalhães a bordo de seu navio. sul da África escorbuto América do Sul Pacífico oceano Antártico escorbuto polo sul Antártida América do Sul Pacífico sul da África Não escreva no livro. As imagens não estão representadas em proporção. Cores fantasia. 28 4. Leia, a seguir, os fragmentos de texto que expõem o problema que as tartarugas marinhas enfrentam, bem como as iniciativas de um projeto para preservá-las. Depois, reproduza no caderno esses fragmentos de texto, ordenando-os em uma sequência lógica de leitura. C, B, A e D. Não escreva no livro. As imagens não estão representadas em proporção. Livro Na praia e no luar, tartaruga quer o mar. Ana Maria Machado. São Paulo: Ática, 2010. História de uma turma de crianças que encontra uma grande tartaruga marinha encalhada na praia. SUGESTÃO Tartaruga marinha em seu habitat. P e te r L e a h y /S h u tt e rs to ck Há poucas décadas, era comum as pessoas capturarem tartaru- gas. A carne e os ovos serviam de alimento. Os cascos eram usados para fazer diversos objetos, como bijuterias. c) Tartaruga marinha presa em rede d e pesca. J o rd i C h ia s /N a tu re P L /F o to a re n a Muitas tartarugas podem ficar presas em redes de pesca e, por não conseguirem subir à superfí- cie para respirar, acabar morrendo afogadas. b) O Projeto Tamar tem criado bases de conservação em áreas-chave onde ocorrem as desovas de tartarugas ma- rinhas. Além disso, são oferecidas al- ternativas de remuneração para os pescadores, por exemplo, contratan- do-os para acompanhar as desovas. Tartaruga marinha adulta desovand o em praia. a) S h e ra le e S to ll/ A la m y /F o to a re n a 32 A C B D 7 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 72APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 7 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Leitura e escrita Existem alguns momentos na Coleção em que trabalhamos a escrita de relatórios. Há uma gradação de comple- xidade da tarefa, que aumenta conforme o ano escolar. Até o início do 2o ano, a estrutura do relatório é menos definida, e ele se restringe a relatos do que ocorreu (A). Já no final do 2o ano, os relatórios apresentam pelo menos dois campos, sendo um deles “O que fizemos” (B). A partir do 3o ano, a estrutura dos relatórios é mais completa, incluindo os campos “Problema”, “O que fizemos” e “O que observamos” (C). A partir do 4o ano, os relatórios apre- sentam pelo menos quatro campos: “Problema”, “O que fizemos”, “O que observamos” e “O que concluímos” (D). 4. OS ESTUDANTES ESTÃO MONTANDO UM MURAL SOBRE A INFLUÊNCIA DA LUZ E DA ÁGUA NA VIDA DAS PLANTAS. COMPLETE OS TEXTOS NESTA PÁGINA E NA PRÓXIMA. Influência da água O cravo da esquerda foi regado de modo adequado, todos os dias. Já o cravo da direita não foi mais regado. Verificamos que a planta que foi regada de maneira adequada continuou com as folhas esverdeadas e firmes . Já a planta que deixou de ser regada foi ficando com as folhas ressecadas e descoloridas, até que morreu . 1O DIA 3 O DIA 14O DIA7O DIA Im a g e n s : P a u l L u n d /A la m y /F o to a re n a INVESTIGANDO FATORES QUE 30 2. Com os colegas e o professor, faça os mesmos testes que as crianças fizeram nesta página e na página seguinte. Depois, termine os relatórios, explicando os sons percebidos em cada situação, e os leia em voz alta para os colegas. Relatório da atividade com o instrumento musical de lápis Problema: Qual tecla do instrumento musical de lápis produz som mais agudo? O que fizemos: Construímos um instrumento musical usando lápis de diferentes tamanhos. Cada lápis era aproximadamente um dedo menor do que o outro . Depois, comparamos o som produzido por um lápis menor com o produzido por um lápis maior . O que observamos: Verificamos que quando batemos nos lápis menores ouvimos sons mais agudos. E quando batemos nos lápis maiores os sons que ouvimos foram mais graves .sons que ouvimos foram mais gravessons que ouvimos foram mais graves D o tt a 2 /A rq u iv o d a e d it o ra Menina toca instrumento musical feito com l‡pis. 120 5. Registrem a seguir o que vocês fizeram, completando os textos e marcando na tabela as temperaturas obtidas em cada uma das situações. O O qquue fize fizeemomoss:: Junto com o professor nós usamos um termômetro a álcool e medimos a temperatura em diferentes locais e com diferentes incidências de luz solar . O O qquue oe obsbseervrvaamomoss:: Verificamos que os valores obtidos foram diferentes . No quadro a seguir, apresentamos os valores de temperatura obtidos. Respostas pessoais. Local Temperatura Copo de água ao sol Copo de água na sombra Superfície branca (área ensolarada) Superfície preta (área ensolarada) Parquinho (área ensolarada) Parquinho (área de sombra) Il u s tr a ç õ e s : H a g a q u e za rt E s tú d io / A rq u iv o d a e d it o ra Relatório 109 4. No caderno, ajude a terminar o relatório que algumas crianças co meçaram a fazer sobre o experimento da página anterior. Depois, também no caderno, faça um desenho para ilustrar o que aconteceu com a minimontanhacoberta com lona plástica. H a g a q u e za rt E s tú d io /A rq u iv o d a e d it o ra Partículas de solo removidas e transportadas montanha abaixo. Partículas de solo removidas e transportadas transportadas montanha abaixo. Minimontanha sem lona pl‡stica. Problema investigado: Usar lona plástica ajuda a conter um desmoronamento de terra? O que fizemos: Simulamos a chuva caindo em montanhas. Primeiro, nós . Depois, nós . O que observamos : Constatamos que, na minimontanha sem lona plástica, a água caía e escorria, fazendo com que as partículas de solo . Na minimontanha coberta com lona, isso não aconteceu . O que concluímos: Depois de termos conversado, concluímos que . Não escreva no livro. cobrir um morro com lona plástica minimiza os deslizamentos de terra que seriam provocados por fortes chuvas fossem removidas e transportadas montanha abaixo fizemos duas minimontanhas com uma mesma mistura de areia e terra e com o mesmo tamanho molhamos as minimontanhas com um regador de água, posicionando-o sempre na mesma altura As imagens não estão representadas em proporção. Cores fantasia. 57 A C B D 8 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 82APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 8 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 A BNCC apresenta como aspecto crucial para a área de Ciências da Natureza a promoção da prática de procedimentos associados à atividade investigativa na escola (SASSERON, 2018). O documento propõe que os professores ofereçam oportunidades aos estudantes para que participem ativamente do processo de aprendizagem e vivenciem momentos investigativos (BRASIL, 2018, p. 331). A proposta de organização dos conteúdos e das atividades sugeridas nesta obra se baseia nesses princípios e na ideia de que o compromisso da Educação em Ciências é promover o desenvolvimento da capacidade de compreensão, inter- pretação e transformação do mundo em seus diferentes contextos (BRASIL, 2018, p. 321). Enfatizamos que esta Coleção contempla as competências gerais e específicas, os processos investigativos, os objetos de aprendizagem e as habilidades indicadas na BNCC de maneira articulada, original e coerente com o que é proposto nesse documento. Por fim, destacamos alguns pontos importantes da obra: • Ao longo deste Manual são identificados conceitos, procedimentos, valores e atitudes abordados, uma vez que ado- tamos a visão de conhecimento expressa na BNCC, que sugere ser preciso ter indicações claras sobre o que os estu- dantes devem “saber” e o que devem “saber fazer” (BRASIL, 2018, p. 13). • A proposição de perguntas aos estudantes ao longo das atividades e, sobretudo, no início dos capítulos é baseada na ideia indicada na BNCC de iniciar situações de aprendizagem com questões desafiadoras mas que, ao mesmo tempo, sejam respeitosas com a diversidade cultural e capazes de estimular o interesse e a curiosidade dos estudan- tes (BRASIL, 2018, p. 322). • Em vários momentos desta obra você encontrará atividades que favorecem o ensino-aprendizagem da leitura e da escrita, visto que as habilidades de Ciências buscam propiciar um contexto para que haja a ampliação do letramento (BRASIL, 2018, p. 331). • No decorrer da seção de referência ao Livro do Estudante, diagramada em formato de “U”, você poderá encontrar notas com padrões de cores específicos que explicitam quais são as competências específicas, os processos investigativos e as habilidades da BNCC contempladas em cada momento. Além disso, há notas específicas que remetem aos Temas Contemporâ- neos Transversais, também desenvolvidos na Coleção. A seguir, apresentamos trechos dos diferentes volumes da obra que evidenciam, particularmente, o trabalho com alguns processos investigativos e com conteúdos atitudinais, ambos indispensáveis para o desenvolvi- mento das competências específicas de Ciências da Natureza da BNCC. III. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) na Coleção e os conteúdos de aprendizagem Em diversos momentos da Coleção, você encontrará sugestões de atividades que favorecem a interação e a cooperação entre os estudantes, sem desconsiderar seu papel de mediador. Além da seção Atividade prática, no início de cada capítulo, outras atividades também são propostas de maneira a desenvolver o trabalho com diferentes processos investigativos. Dotta2/Arquivo da editora 9 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 92APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 9 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Observar, descrever e comparar 11 Capítulo Unidades de conservação e áreas verdes Não escreva no livro. Neste capítulo, vamos estudar o aspecto da vegetação de áreas verdes e aprender sobre unidades de conservação. • Você sabe quantos parques nacionais existem no estado onde você mora? Qual é o mais próximo do seu município? • Troque ideias com os colegas: Na sua opinião, por que existem parques nacionais? • Converse com os colegas: Que ações vocês podem desenvol- ver para preservar as áreas verdes próximas à escola? Para iniciar S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra Converse com os colegas: Que ações vocês podem desenvol- Su za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra As imagens não estão representadas em proporção. F o to : F a b io C o lo m b in i/ A c e rv o d o f o tó g ra fo Il u s tr a ç ã o : H a g a q u e za rt E s tú d io /A rq u iv o d a e d it o ra Biólogos estudando a vegetação de uma área verde. Como é a vegetação de diferentes áreas verdes? 12 Quantas plantas diferentes podem ser encontradas em uma área verde que você conhece? Como fazer 1. Acompanhado de um adulto, escolha uma área verde próxima do local onde mora ou da escola para analisar a vegetação. Atividade prática 2. Faça desenhos da vegetação estudada. 3. Quando possível, crie legendas para os desenhos com o nome das plantas encontradas. 4. Coloque os resultados do seu estudo no mural da turma e compare -os com os resultados obtidos pelos colegas. Estudantes e professora identificam uma área para ser estudada. Desenhos feitos pelas crianças. Crianças complementam os desenhos com legendas. Os desenhos são compartilhados no mural. Im a g e n s : F e rn a n d o F a v o re tt o /A rq u iv o d a e d it o ra Não escreva no livro. • Caderno ou folhas avulsas • Lápis de cor e outros materiais de desenho Material necessário 13 Em diferentes momentos da obra apresentamos propostas de atividades que favorecem a aprendizagem de conteú- dos procedimentais, como a observação e a descrição de objetos e fenômenos. Aqui mostramos um exemplo de atividade em que é proposto um modelo de ação (no caso, como os biólogos fizeram) e é solicitado aos estudantes que façam o mesmo por meio de observações acerca do aspecto da vegetação e de registros em forma de desenhos e de informações a serem preenchidos nos quadros. Além disso, propomos diversas atividades que proporcionam momentos em que os estudantes são solicitados a fazer comparações, utilizando critérios qualitativos (A) e quantitativos (B). 1. Observe as imagens dos cartazes que alguns estudantes fizeram para comparar versões antigas e atuais de algumas invenções. No caderno, escreva como funcionavam ou funcionam cada versão. Depois, leia em voz alta para os colegas o que você escreveu. M ill e n iu s /S h u tt e rs to ck Máquina de costura Antiga Atual Relógio Antigo Atual b a n e .m /A la m y /F o to a re n a A energia do movimento provocado por uma pessoa ao acionar o pedal fazia com que as peças da máquina se movimentassem. Alguns estudantes podem não se sentir à vontade em compartilhar o que escreveram. Procure deixá-los confortáveis para realizar a leitura apenas caso se sintam seguros. As máquinas de costura atuais são elétricas. É a eletricidade que faz mover um motor, que, por sua vez, faz mover as peças da máquina. b a n e .m /Ala m y /F o to a re n a C ls G ra p h ic s /S h u tt e rs to ck N a ta lia K o p y lc o v a /S h u tt e rs to ck Não escreva no livro. As imagens não estão representadas em proporção. B O O N C H U A Y P R O M J IA M /S h u tt e rs to ck a rk a 3 8 /S h u tt e rs to ck F a b io C o lo m b in i/ A c e rv o d o f o tó g ra fo cerca de 10 cm entre 6 cm e 7 cm entre 0,5 cm e 1 cm atŽ 6,5 cm a rk a 3 8 /S h u tt e rs to ck n e ch a e v k o n /S h u tt e rs to ck 5. Preencha o quadro a seguir para comparar quatro animais. Animal Borboleta Escorpião Mosca Gafanhoto Número de pernas 6 8 6 6 Número de asas 4 0 2 4 Número de antenas 2 0 2 2 A B 10 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 102APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 10 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Analisar dados Também apresentamos situações em que os estudantes são convidados a analisar dados apresentados em gráficos, para que sejam relacionados a situações cotidianas (A), em rótulos de embalagens, para que sejam comparados (B), e em tabelas, para que levem a uma reflexão sobre suas implicações (C). 2. Nesta página e na seguinte, explore a edição especial do jornal que trata do tema Atividade física e energia. DIÁRIO DA SAÚDE – Atividade física e energia Na edição de hoje vamos mostrar quanta energia seu corpo consome em diferentes ativi- dades e vamos conhecer a dieta e as necessidades energéticas de um grande atleta. 108 kc al B a n c o d e i m a g e n s /A rq u iv o d a e d it o ra 0 100 200 300 400 500 600 700 Q u il o c a lo ri a s p o r h o ra ( k c a l/ h ) 54 78 660 420 Atividades D o rm ir L e r s e n ta d o J o g a r fu te b o l N a d a r b o rb o le ta 60 A s s is ti r à T V 108 F a z e r li ç ã o d e c a s a 480 A n d a r d e b ic ic le ta 198 C a m in h a r (5 k m /h ) Elaborado com base em: THE COMPENDIUM of Physical Activities Tracking Guide. Prevention Research Center. Disponível em: https://tedit.net/8KpkV4. Acesso em: 9 jul. 2021. Consumo de energia de diferentes atividades 240 kcal H a g a q u e za rt E s tú d io /A rq u iv o d a e d it o ra A quantidade de energia está representada em quilocalorias (kcal) no gráfico. Cada quilocaloria corresponde a 1000 calorias. Não escreva no livro. 240 kcal 420 kcal Quantos ovos, aproximadamente, foram postos? Quantos filhotes devem chegar à idade adulta? Situação 1 Em determinado ano, 100 tartarugas puseram ovos em uma praia. Situação 2 Em determinado ano, muitas tartarugas foram caçadas durante a época da desova e somente 10 tartarugas conseguiram desovar na praia. Situação 3 Em determinado ano, a poluição de uma praia e o número de pessoas que a frequentavam aumentaram muito. Além disso, várias tartarugas ficaram presas em redes de pesca. No final, somente 2 tartarugas conseguiram desovar. sua conclusão: Em qual das três situações 13 000 ovos 1 300 ovos 260 ovos 26 filhotes 2. Analise o que aconteceria nas três situações a seguir. Copie em seu caderno e preencha o quadro com os resultados de suas contas. Con- sidere que, em média, uma tartaruga marinha põe 130 ovos a cada desova. Para fazer suas contas, releia o texto e identifique: Para cada tartaruga adulta existente, quantas foram as tartaruguinhas que saíram dos ovos e não chegaram à idade adulta? Situação 1 Cerca de 499 tartaruguinhas. Suzanne Cascardi/ Arquivo da editora Suzanne Cascardi/ Arquivo da editora Composição média por 100 g do produto Energia 433,7 kcal Proteínas 9,3 g Gorduras 13,6 g Carboidratos 70,9 g Valor médio por 100 mL Energia 42 kcal Carboidratos 10 g Vitamina C 15 mg Composição média por 100 g do produto Energia 280 kcal Proteínas 7 g Gorduras 28 g Carboidratos 1 g 100 g contêm em média Energia 376 kcal Proteínas 1,5 g Gorduras 1,3 g Carboidratos 86 g Vitamina E 10 mg Cálcio 480 mg Ferro 7,5 mg 100 g contêm em média Energia 400 kcal Proteínas 0 g Gorduras 0 g Carboidratos 99,2 g Minerais 0,06 a 0,20 g 3. Observe o cartaz que as crianças começaram a fazer ao analisar as informações nutricionais nas embalagens dos alimentos. Análise nutricional dos alimentos Composição média por 100 g do produto Energia 365 kcal Proteínas 14 g Gorduras 1 g Carboidratos 75 g p E Vitamina C Não escreva no livro. As imagens não estão representadas em proporção. Cores fantasia. Il u s tr a ç õ e s : H a g a q u e za rt E s tú d io / A rq u iv o d a e d it o ra Levantar hipóteses São proporcionadas oportunidades em que os estudantes são convidados a levantar hipóteses, como: “Será que a luz vai atravessar todos os corpos?” (A) e “O que acontecerá com essa minimontanha depois que a ‘chuva’ cair?” (B). Vamos investigar o que acontece quan- do a luz incide em diferentes corpos? Como fazer 1. Forme dupla com um colega. Vocês devem ficar a três passos de distância um do outro. 2. Enquanto um de vocês segura a lanterna, o outro segura diferentes materiais, que serão iluminados. Comecem iluminando a folha de papel vegetal. O que vocês observam? Atividade prática 3. Depois, iluminem a cartolina. O que vocês observam de diferente? 4. Por fim, iluminem o celofane incolor e verifiquem o que acontece. Troquem ideias com os colegas: A luz atravessa igualmente esses três corpos? Im a g e n s : E d u a rd o S a n ta lie s tr a /A rq u iv o d a e d it o ra Crianças iluminam uma folha de papel vegetal. Crianças iluminam uma folha de cartolina. Crianças iluminam uma folha de celofane incolor. Vocabulário incidir: cair, bater, atingir ou refletir-se sobre uma superf’cie. Não olhe diretamente para a luz da lanterna e não a aponte para os olhos dos colegas. Atenção! • Cartolina • Celofane incolor • Lanterna • Papel vegetal Material necessário 105 Atividade prática 3. Troque ideias com os colegas: O que vocês acham que acontecerá com essa minimontanha depois que a “chuva” cair sobre ela? 4. Use um regador para simular uma chuva forte caindo sobre a minimontanha. Vamos simular a chuva caindo sobre morros: O que será que vai acontecer com o solo? Como fazer 1. Misture um pouco de areia com um pouco de terra. 2. Faça uma minimontanha utilizando a mistura de areia com terra. Im a g e n s : A le x R ib e ir o /A rq u iv o d a e d it o ra Crianças fazendo uma minimontanha feita da mistura de areia com terra. Simulação da chuva caindo sobre a minimontanha. • Areia • Regador com água • Terra Material necessário Suzanne Cascardi/ Arquivo da editora Suzanne Cascardi/ Arquivo da editora Suzanne Cascardi/ Arquivo da editora Crianças fazendo uma minimontanha feita da mistura de areia com terra.Suzanne Cascardi/Arquivo da editora Lave sempre as mãos depois de mexer com terra. O que você acha que acontecerá se cobrirmos a minimontanha com um plástico antes de ser atingida? 53 A B C A B 11 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 112APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 11 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Argumentar Estão presentes também momentos em que as atividades propostas requerem aos estudantes, quando confron- tados com determinadas ideias, que expressem se concordam com elas ou não e criem argumentos para defen- dê-las ou contra-argumentos para refutá-las. Apresentamos aqui exemplos dos 2o (A), 3o (B), 4o (C) e 5o (D) anos. T Y L IM /i S to c k p h o to /G e tt y Im ag es Tw in s te rp h o t o /S h u tte rs to ck 1. Com um colega, leia em voz alta os balões de fala a seguir. Troquem ideias: Com quais frases vocês concordam? Depois, proponham correções para as frases incorretas. O vidro é usado para fabricar lentes, entre outros objetos. Mas é um material elaborado, não encontrado na natureza. Muitos objetos podem ser feitos de diferentes materiais. Umcopo pode ser feito de vidro ou de plástico, por exemplo. Hoje em dia, usamos materiais diferentes dos que eram usados no passado para fazer os objetos. K rake n im a g e s . c o m /S h u tte rsto ck Certos objetos são sempre feitos de um mesmo material. Por exemplo: o copo sempre é feito de vidro! Hoje em dia, usamos praticamente os mesmos materiais que eram usados no passado para fazer os objetos. Um mesmo tipo de objeto pode ser feito de diferentes materiais! O vidro é um material encontrado na natureza e é usado para fabricar lentes. A Não escreva no livro. Ilu s tr a ç õ e s : M o u s e s S a g io ra to / A rq u iv o d a e d it o ra As tartarugas marinhas botam muitos ovos; portanto, terão muitos filhotes. Não é preciso se preocupar em preservá-las. A caça de tartarugas marinhas não representa um problema. Os oceanos são muito ricos, e sempre existirão tartarugas marinhas. 1. Você concorda ou não com o que os estudantes estão falando? Explique sua resposta. Respostas pessoais. Cerca de 499 uinha C 1. Troque ideias com os colegas e responda: Você concorda com os comentários das crianças a seguir? Explique. Correto, em determinadas épocas do mês. Incorreto. Incorreto. M o n k e y B u s in e s s I m a g e s /S h u tt e rs to ck O primeiro ser humano a ver a Terra do espaço era estadunidense. As imagens não estão representadas em proporção. Podemos ver a Lua no céu tanto de dia quanto de noite. Só vemos a Lua quando é noite. Crianças conversando. B É esperado que os estudantes indiquem que a atividade física regular melhora as condições físicas em geral e, em particular, a musculatura, e também provoca o aumento da sensação de bem-estar e prazer. Além disso, espera-se que os estudantes 2. No caderno, cite alguns benefícios da prática de atividade física. Depois, explique: Você concorda ou não com a ideia do menino a seguir? F a b io E u g e n io /A rq u iv o d a e d it o ra Praticar esporte significa estar em atividade física intensa. E estar em atividade física intensa significa, necessariamente, praticar esporte. discordem da afirmação no balão de fala, citando a ideia de que podemos estar em atividade física intensa sem necessariamente praticarmos uma modalidade esportiva. D 12 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 122APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 12 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Manipular materiais e instrumentos e construir invenções A manipulação de materiais e instrumentos e a construção de invenções são proporcionadas em momentos es- pecíficos. Aqui apresentamos exemplos desses momentos nos diferentes volumes da obra: no exemplo A, do 4o ano, manipulam-se materiais para fazer uma máquina que funciona com água; no exemplo B, do 5o ano, é cons- truído um instrumento com lentes que simula um microscópio; no exemplo C, do 2o ano, um termômetro é usado para explorar o ambiente; e, no exemplo D, do 5o ano, manipula-se uma bússola. Que tal construir uma máquina que seja capaz de erguer uma carga? E que funcione com água! Como fazer 1. Com a ajuda de um adulto, corte o gargalo de uma garrafa PET. Use o plástico cortado para fazer seis pás para a sua roda-d’água. Im a g e n s : D o tt a 2 /A rq u iv o d a e d it o ra Atividade prática Não manuseie objetos cortantes ou perfurantes. Peça ajuda a um adulto para fazer a atividade. Atenção! 2. Passe um pedaço de arame por dentro de uma rolha. Depois, peça a um adulto que faça pequenos cortes na rolha e fixe neles as pás de sua roda-d’água. 3. Encaixe o arame na outra parte da garrafa cortada. Em uma das extremidades do arame prenda, com fita adesiva, um barbante com a carga a ser erguida (pode ser uma borracha, por exemplo). 4. Despeje a água sobre a rolha. O que acontece com a carga à medida que a roda-d’água gira? • Água • Arame • Barbante • Estilete (para uso de um adulto) • Fita adesiva • Garrafa PET • Rolha • Tesoura com pontas arredondadas Material necessário Garrafa PET sendo recortada. Eixo para fixação das pás sendo preparado. Montagem concluída. P‡ Roda-d’água em funcionamento. 129 4. Com o professor e os colegas, meça a temperatura de diferentes objetos e locais. • O professor vai apresentar a vocês um termômetro a álcool. • Deixem o termômetro por 5 minutos em diversos locais, como nos exemplos a seguir. Em um copo de água que está ao sol e em outro que está na sombra. Sobre uma folha branca e uma preta que estão ao sol. No parquinho da escola: em uma área ensolarada, como a areia; e em uma área de sombra, como o canteiro com plantas. Im a g e n s : D o tt a 2 /A rq u iv o d a e d it o ra Peça ajuda ao professor para manusear o termômetro a álcool. Atenção! 108 1. Primeiro, faça um furo pequeno na extremidade de uma folha de papel cartão. O cabo de uma lupa passará por esse furo. 3. Siga os passos e construa um instrumento que funciona de forma parecida com os microscópios de verdade. 2. Poucos centímetros abaixo desse furo, faça um recorte retangular comprido e com a largura do cabo da lupa. Deixe somente uma aba de aproximadamente 3 centímetros na outra borda sem recortar. Coloque o cabo da outra lupa nesse recorte. F o to s : D o tt a 2 /A rq u iv o d a e d it o ra Etapa 4. Etapa 3. Etapa 2. Etapa 1. 3. Enrole a folha, formando um tubo em torno das lupas. Use fita adesiva para prender. Note que a segunda lupa pode ser movimentada. 4. Segurando os cabos das lupas, coloque o tubo sobre diferentes objetos. Posicione os olhos sobre a lupa fixa. Movimente a lupa móvel até obter a imagem mais ampliada possível. Que detalhes de diferentes objetos você consegue observar? ¥ No caderno e com a ajuda de um familiar, faça dois desenhos comparando o mesmo objeto: visto a olho nu e visto com o auxílio do instrumento que você acabou de construir. Resposta pessoal. Não escreva no livro. 77 3. No caderno, complete os relatórios das atividades que os estu- dantes fizeram para explorar o funcionamento das bússolas. Problema: Quando giramos uma bússola, o que acontece com sua agulha? O que fizemos: Observamos uma bússola sobre a mesa (figura 1). Depois, giramos a bússola aproximadamente (figura 2). Então, giramos novamente a bússola aproximadamente (figura 3). O que observamos: Ao girarmos a primeira vez, observamos que . Ao girarmos a segunda vez, observamos que . O que concluímos: Podemos dizer que a agulha da bússola . Figura 1. Figura 2. Figura 3. um quarto de volta mais um quarto de volta a agulha da bússola se manteve na mesma posição em relação ao entorno novamente a agulha se manteve na mesma posição e o mostrador girou se mantém sempre na mesma posição, independentemente do quanto giramos a bússola: somente o mostrador da bússola gira, não a agulha. Não escreva no livro. Im a g e n s : D o tt a 2 /A rq u iv o d a e d it o ra 32 A C B D 13 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 132APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 13 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Atitudes para com a ciência e atitudes científicas Os estudantes são incentivados e motivados a desenvolver atitudes científicas, como o rigor nas observações (A) e a curiosidade, a persistência e a criatividade para resolver um problema (B). Também apresentamos momentos em que é possível trabalhar as atitudes para com a ciência. Por exemplo, no 1o, 2o e 3o anos é valorizada a visão de que os desenvolvimentos científico e tecnológico trazem muitos benefícios para a humani- dade (A). Já no 4o e 5o anos, é favorecida uma visão dos desenvolvimentos científico e tecnológico como algo multiface- tado: se, por um lado, nos trazem benefícios, por outro lado, podem acarretar uma piora da qualidade de vida (B). VAMOS OBSERVAR NOSSOS DENTES E OS DENTES DE UM COLEGA? COMOFAZER 1. FIQUE DIANTE DE UM ESPELHO E OBSERVE OS SEUS DENTES. ATIVIDADE PRÁTICA 2. CONTE QUANTOS DENTES VOCÊ TEM. 3. OBSERVE OS DENTES DE UM COLEGA E COMPARE-OS COM OS SEUS. E d u a rd o S a n ta lie s tr a /A rq u iv o d a e d it o ra Y ilm a z U s lu /S h u tt e rs to ck F e rn a n d o F a v o re tt o /A rq u iv o d a e d it o ra CRIANÇA OBSERVANDO OS DENTES NO ESPELHO. CRIANÇA CONTANDO OS DENTES. CRIANÇAS EM FRENTE A UM ESPELHO COMPARANDO OS DENTES. CRIANÇA COM UM DENTE DE LEITE FALTANDO. 4. DEPOIS, TROQUEM IDEIAS SOBRE OS DENTES DE CADA UM DE VOCÊS: QUAIS JÁ CAÍRAM? QUAIS APARECERAM RECENTEMENTE? D e y a n G e o rg ie v /S h u tt e rs to ck ¥ ESPELHO MATERIAL NECESSÁRIO AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. 45 • Bacia • Funil • Recipiente com marcação de volume Material necessário Vamos investigar quanta água gastamos para lavar as mãos? Como fazer 1. Coloque uma bacia em uma pia, embaixo da torneira. 2. Lave as mãos de forma que toda a água utilizada fique acumulada na bacia. tividade prática Enquanto um colega lava as mãos, outro pode segurar a bacia. Cuidado ao despejar a água da bacia no recipiente! Im a g e n s : E d u a rd o S a n ta lie s tr a /A rq u iv o d a e d it o ra 3. Utilize um funil para despejar a água da bacia em um recipiente com marcação de volume. 4. Veja o volume marcado: ele indica o total de água que você usa para lavar as mãos! Junto com os colegas, compartilhe no mural da turma os dados obtidos em outras atividades, como escovar os dentes, lavar a louça, etc. S uzanne C ascardi/ A rquivo da editora 111 A B 4. UMA CRIANÇA FOI TOMAR VACINA NO POSTO DE SAÚDE. NUMERE CADA IMAGEM PARA INDICAR A SEQUÊNCIA DE EVENTOS. Il u s tr a ç õ e s : M o u s e s S a g io ra to /A rq u iv o d a e d it o ra 2 1 3 5. TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS: COM QUAL DAS CRIANÇAS A SEGUIR VOCÊ CONCORDA? M o u s e s S a g io ra to /A rq u iv o d a e d it o ra PRONTO! JÁ ATUALIZEI SUA CARTEIRA DE VACINAÇÃO. Espera-se que o estudante reconheça que a vacina contra gripe reduz a chance de contrair a doença. SE TOMARMOS A VACINA CONTRA A GRIPE, NÃO VAMOS TER GRIPE. SE TOMARMOS A VACINA CONTRA A GRIPE, A CHANCE DE TERMOS GRIPE É PEQUENA. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. 66 3. Explore o mural que alguns estudantes fizeram sobre o tema “As cidades de hoje em dia”. Primeiro, analise os gráficos e, no caderno, responda às questões que as crianças fizeram. 10 h 17 h 0 h 7 h 14 h 21 h 4 h3 h 1000 500 750 250 0 1250 1500 1750 Q u a n ti d a d e d e v e íc u lo s Horário Gráfico AOs gráficos mostram dados obtidos em uma rodovia ao longo de dois dias: o primeiro mostra a quantidade de veículos que passou, e o segundo mostra a quantidade de partículas no ar. H a g a q u e za rt E s tú d io / A rq u iv o d a e d it o ra No período da madrugada, sobretudo entre 2 h e 4 h da manhã. Por volta das 11 h-17 h. Por volta das 14 h-18 h. 10 h 17 h 0 h 7 h 14 h 21 h 4 h3 h 40 20 30 10 0 50 60 Q u a n ti d a d e d e p a rt íc u la s Gráfico B Horário No período da madrugada, entre 1 h e 4 h da manhã. Fonte de pesquisa: School Science Review. n. 82, p. 99, set. 2000. B a n c o d e i m a g e n s / A rq u iv o d a e d it o ra B a n c o d e i m a g e n s / A rq u iv o d a e d it o ra Em que período costumam ocorrer picos no tráfego de veículos? E em que período costumam ocorrer picos do nível de partículas no ar, que podemos respirar e que podem fazer mal à nossa saúde? Os menores índices de partículas no ar costumam ocorrer em quais horários? Não escreva no livro. Em que horário praticamente não passam veículos na rodovia? Qualidade do ar e automotores 144 C D 14 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 142APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 14 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 IV. Conheça a Coleção Aqui é apresentada a organização dos cinco volumes que compõem esta Coleção: a abertura das unidades, os capí- tulos, as seções, os destaques e avisos, além dos textos e das atividades. Meu ponto de partida A seção, que aparece no começo de cada volume, apresenta uma oportunidade de avaliação diag- nóstica das aprendizagens do ano escolar anterior, propondo questões abertas e de múltipla escolha. Unidades O volume é dividido em quatro unidades. No início de cada uma há uma imagem sobre o assunto a ser estudado. Todas as unidades didáticas se encerram com as seções Tecendo saberes e O que estudamos. Capítulos Em cada unidade existem dois ou três capítulos, somando, no 1o, 2o e 3o anos, oito capítulos por volume e, no 4o e 5o anos, dez capítulos por volume. Cada capítulo é organizado como um módulo didático completo – e não como aulas ou atividades isoladas –, semelhante a uma história, com início, desenvolvimento e finalização. Mascotes Apresentamos dois personagens por volume que acompanharão todo o percurso didático. Eles aparecem fazendo perguntas sensibilizadoras e dando dicas, explicações ou avisos aos estudantes. Para iniciar Aqui os estudantes têm a oportunidade de conversar com os colegas sobre o que vão estudar, além de mobilizar seus conhecimentos prévios e opinar sobre os temas. Atividade prática Momento para que os estudantes coloquem em prática os seus conhecimentos e façam novas descobertas por meio da atividade proposta, além de propiciar uma ocasião para que se divirtam com os colegas. Com a palavra... Entrevistas com diferentes profissionais para que os estudantes percebam que o conhecimento também pode ser adquirido no diálogo com diferentes pessoas. Bilhete Neste pequeno boxe em forma de bilhete são apresentados recados, avisos, sugestões ou questões complementares às atividades propostas. Mural da turma Presente no 5o, 4o, 3o e 2o ano, essa seção convida os estudantes a compartilhar suas produções com o restante da turma. Vocabulário Para facilitar a compreensão dos textos, o significado de algumas palavras é apresentado na própria página. Livro do Estudante 15 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 152APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 15 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Assim também aprendo A seção traz oportunidades para que os estudantes possam aprender um pouco mais com jogos e atividades divertidas. Vamos ver de novo Nesta seção o estudante retoma o que foi estudado no capítulo por meio de textos, esquemas e atividades. Tecendo saberes Nesta seção o estudante é convidado a perceber como aquilo que aprendeu pode se relacionar com o estudo de outras áreas do conhecimento. O que estudamos Aqui o estudante retoma os temas estudados nos capítulos da unidade. Este é o momento de refletir sobre o que aprendeu e sobre a forma de agir, pensar e sentir no dia a dia. Meu ponto de chegada No final do volume, é apresentada uma avaliação de resultado para verificar a aprendizagem do ano escolar. Para isso, são propostas aos estudantes questões abertas e de múltipla escolha. Glossário Aqui são apresentados definições e exemplos do uso de alguns termos científicos trabalhados ao longo do volume. Referências bibliográficas comentadas Nesta seção são indicadas as obras de referência utilizadas na elaboração do material, acompanhadas de breves comentários explicativos sobre sua relevância. Sugestão Neste boxe o estudante encontra sugestões de sites, livros e materiais complementares para consulta. Avaliação diagnóstica de início de ano São oferecidas orientações específicas para cada questão proposta na seção Meu ponto de partida, contribuindo para a consolidação e remediação das aprendizagens do ano letivo anterior. Introdução da unidade Nesta seção, que aparece no começo de cada unidade, são apresentados um resumo com os principais temas e atividades dos capítulos que a compõem e um quadro-resumo dos objetivos pedagógicosde conhecimento e das atividades e práticas pedagógicas trabalhadas. Conceitos, procedimentos e atitudes contemplados Acompanhando a abertura de cada unidade, esta seção apresenta os principais conceitos e, em forma de tópicos, os procedimentos e atitudes trabalhados ao longo dela. Além disso, é precedida de quadros explicitando as competências e as habilidades da BNCC e os componentes essenciais para a alfabetização que são desenvolvidos. Visão geral do capítulo Breve resumo sobre os principais temas e atividades que serão trabalhados no capítulo, apresentado junto com sua abertura. Se•‹o de refer•ncia do Livro do Estudante 16 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 162APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 16 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Avaliação inicial – Para iniciar Orientações específicas para avaliar os conhecimentos prévios dos estudantes ao início de cada capítulo, assim como sugestões de atividades preparatórias para o desenvolvimento dos temas do capítulo. Esta seção também é precedida de um quadro com orientações gerais sobre a mobilização dos princípios da BNCC naquele momento. Roteiros de aula e orientações didáticas Orientações didáticas e explicações de caráter prático que fornecem um roteiro detalhado para o trabalho em sala de aula. São compostas de sugestões de abordagem, complementos às respostas das atividades, considerações pedagógi- cas a respeito de possíveis dificuldades dos estudantes na resolução das atividades e estratégias de remediação e conso- lidação da aprendizagem. BNCC: Habilidade Indica as habilidades da BNCC desenvolvidas naquele momento. BNCC: Competências específicas de Ciências da Natureza Ao final do capítulo, indica quais foram as competências específicas de Ciências da Natureza mobilizadas ao longo dele. BNCC: Temas Contemporâneos Transversais O boxe apresenta os temas contemporâneos trabalhados ao longo de capítulos e unidades, aparecendo ao final de cada um. PNA e Literacia Este boxe apresenta explicações e sugestões relacionadas aos componentes essenciais para al- fabetização desenvolvidos naquele momento. Texto e atividade complementar Sugestões de textos e atividades complementares que contribuem com a formação continuada do professor e com alternativas didáticas, como jogos, brincadeiras e adaptações de estratégias, a serem aplicadas em sala de aula. Sugestão de… Neste boxe, o professor encontrará sugestões de livros, sites, vídeos e outros recursos comple- mentares e para consulta. Fique atento! Dicas e observações sobre pontos de atenção do conteúdo ou da prática didática sugerida. Avaliando as aprendizagens Ao final dos capítulos e das unidades, esta seção oferece orientações relacionadas a possibilidades de avaliação formativa e remediação das aprendizagens, sugerindo mapas conceituais e alternativas para apoiar estudantes com dificuldades e consolidar conhecimentos. Conclusão da unidade Nesta seção, que aparece ao final de cada unidade, são apresentadas estratégias para avaliação, observação e registro da trajetória de aprendizagem dos estudantes, possibilitando a avaliação formativa e o monitoramento dos objetivos pe- dagógicos de conhecimento alcançados e das atividades e práticas pedagógicas realizadas. Avaliação final do ano letivo São oferecidas orientações específicas para cada questão proposta na seção Meu ponto de chegada, contribuindo para a consolidação e remediação das aprendizagens ao final do ano letivo. 17 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 172APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 17 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Nos quadros a seguir, apresentamos uma sugestão de cronograma para o planejamento do ano letivo. Consideramos que seja prevista a realização de duas aulas semanais de Ciências da Natureza na escola e, tendo em vista o planejamento bimestral, sugerimos que seja trabalhada uma unidade por bimestre. Também são sugeridos planejamentos mensais e trimestrais para o trabalho com o volume, de forma a dar subsídios para a organização dos conteúdos em diferentes contextos escola- res. Além disso, o cronograma indica as páginas do Livro do Estudante como um índice, a fim de fa- cilitar sua experiência e exploração, além de mostrar de forma resumida os conteúdos trabalhados. Informações e esclarecimentos detalhados sobre as destrezas investigativas, as habilidades, as competências, os conteúdos procedimentais, os conteúdos atitudinais e as práticas avaliativas contemplados no volume são apresentados em notas específicas na seção de referência do Livro do Estudante, diagramada em formato de “U”. Ressaltamos que, apesar de o cronograma sugerido aqui e a sequência de atividades no Livro do Estudante forne- cerem um itinerário claro, sequencial e determina- do para a condução das aulas, a estrutura da Coleção é modular. Você pode encarar cada capítulo do volume como uma sequência de ensino-aprendizagem independente. A finalidade disso é minimizar a neces- sidade de pré-requisitos e oferecer um material didático com estrutura mais flexível, viabilizando uma maior autonomia para o professor organizar o próprio cronograma para o ano letivo. Sugerimos, por- tanto, encarar o cronograma e a sequência de aulas aqui indicados como referências, avaliando quan- to eles podem se adequar ao seu contexto e às suas necessidades. Seção introdutória ao volume Nesta seção, apresentamos inicialmente um cronograma no formato de planilha, que representa uma sugestão de evolução sequencial dos conteúdos e das atividades presentes neste volume. Em seguida, explicamos sinteticamente o conceito de avaliação formativa e ressaltamos os momentos da obra que podem contribuir para a avaliação das aprendizagens dos estudantes. I. Planejamento e cronograma Kali Nine LLC/E+/Getty Im ages O planejamento do ano letivo deve contemplar momentos de atividades práticas, lúdicas e coletivas. No Livro do Estudante da Coleção, há momentos destinados exclusivamente a esse tipo de atividade. Já na seção de referência do Livro do Estudante, são sugeridas diversas atividades complementares que podem ser incorporadas ao cronograma. 18 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 182APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 18 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Unidade 1 – Ambiente e seres vivos C a p ít u lo Tópico Página(s) Aula/ Semana/Mês/ Bimestre/ Trimestre Conteúdos conceituais trabalhados Atividades e práticas pedagógicas Meu ponto de partida 8 e 9 1 e 2 / 1 / 1 / 1 / 1 Avaliação diagnóstica do início do ano, usando questões de múltipla escolha no formato Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e questões abertas para verificar as aprendizagens das habilidades da BNCC previstas para o ano escolar anterior. Abertura de unidade 10 e 11 1 / 2 / 1 / 1 / 1 Troca de ideias sobre questões que sensibilizam os estudantes para os grandes temas da unidade, presentes em uma situação do dia a dia retratada em uma imagem: ambientes, plantas e fases do desenvolvimento. C a p ít u lo 1 – D if e re n te s a m b ie n te s Para iniciar 12 2 / 2 / 1 / 1 / 1 Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre diferentes ambientes, como florestas e cidades. Atividade prática 13 1 / 3 / 1 / 1 / 1 Ambiente, seres vivos, elementos não vivos. • Construir uma maquete de um ambiente, representando seres vivos e elementos não vivos. Observando ambientes 14 a 17 2 / 3 / 1 / 1 / 1 1 / 4 / 1 / 1 / 1 Ambientes, seres vivos, construções, cidade, campo agropecuário, floresta. • Completar texto, listando seres vivos e equipamentos agrícolas que podem ser encontrados no campo agropecuário. • Complementar legendas com indicações de elementos presentes em imagens de diferentes ambientes. • Observar imagens de campo agropecuário, de cidade e de floresta. • Listar o que pode ser encontrado no campo agropecuário e na cidade. Mãos à obra 18 a 21 2 / 4 / 1 / 1 / 1 1 / 5 / 1 / 1 / 1 Ambiente, ambientalista, entidade ambientalista, preservaçãoambiental, ação antrópica, poluição, paisagens, desenvolvimento urbano. • Ler uma entrevista com um agrônomo que trabalha em uma organização ambientalista. • Preencher quadros para sintetizar informações da entrevista. • Trocar ideias com os colegas e propor uma sequência para o enredo de uma história em quadrinhos que sugere ações de cuidados com o ambiente. • Observar imagens de paisagem florestal em duas situações: com e sem intervenção humana para instalar moradias e plantações. • Elaborar legendas para imagens que indicam ação humana nos ambientes. • Observar imagens de mesma rua de uma cidade em duas épocas diferentes. • Trocar ideias com os colegas sobre mudanças introduzidas na paisagem devido à ação humana. • Produzir e compartilhar um desenho de como imagina que será sua cidade daqui algumas décadas. A importância das plantas 22 e 23 1 e 2 / 6 / 2 / 1 / 1 Seres vivos, plantas, alimento, abrigo, jardins, áreas verdes, sombras, nutrientes, qualidade do ar. • Ler texto sobre importância das plantas para o entorno. • Analisar cenas de um mural sobre importância das plantas e completar as legendas das imagens desse mural. • Trocar ideias com os colegas sobre como podemos introduzir plantas nos locais que frequentamos. Vamos ver de novo 24 e 25 1 / 7 / 2 / 1 / 1 Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais ilustrados e questões referentes ao capítulo. 19 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 192APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 19 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 C a p ít u lo Tópico Página(s) Aula/ Semana/Mês/ Bimestre/ Trimestre Conteúdos conceituais trabalhados Atividades e práticas pedagógicas C a p ít u lo 2 – S e re s v iv o s se d e se n v o lv e m Para iniciar 26 2 / 7 / 2 / 1 / 1 Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre a reprodução e o desenvolvimento dos seres vivos. Atividade prática 27 1 / 8 / 2 / 1 / 1 Seres vivos, plantas, fases do desenvolvimento, germinação, semeadura. • Semear e observar o desenvolvimento de pés de feijão. Plantas se desenvolvem 28 a 31 2 / 8 / 2 / 1 / 1 1 / 9 / 2 / 1 / 1 Seres vivos, plantas, fases do desenvolvimento, semente, embrião, folhas, flores, frutos, raízes, caule, luz, água. • Ler um texto sobre o desenvolvimento de pés de feijão e as estruturas do corpo das plantas. • Fazer desenhos para representar pés de feijão de diferentes idades. • Complementar textos com relato de investigações sobre fatores que influenciam o desenvolvimento das plantas. • Trocar ideias com os colegas sobre cuidados para promover o desenvolvimento das plantas. Você também se desenvolve 32 a 35 2 / 9 / 2 / 1 / 1 1 / 10 / 2 / 1 / 1 Seres vivos, animais, ser humano, fases do desenvolvimento, adulto, filhote. • Ler texto sobre o desenvolvimento humano na infância. • Transcrever informações numéricas do texto sobre desenvolvimento humano para o formato de uma tabela de dados. • Sequenciar imagens de forma a refletir as fases do desenvolvimento humano. • Escrever legendas para imagens de diferentes seres vivos, identificando a fase do desenvolvimento em que estão. • Preencher fichas de descrição simples de diferentes seres vivos, indicando o nome do ser vivo e onde pode ser encontrado. Vamos ver de novo 36 e 37 2 / 10 / 2 / 1 / 1 Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais ilustrados e questões referentes ao capítulo. Tecendo saberes 38 e 39 1 / 11 / 3 / 1 / 1 Campo agropecuário, fazenda, alimentos, sons, seres vivos, sentimentos, plural. • Ler poema sobre o campo agropecuário. • Selecionar e usar palavras para expressar sentimentos ao ler poema. • Identificar e classificar palavras que cumprem diferentes funções no poema: que se referem a alimentos, a sentimentos, a sons e a seres vivos. • Sintetizar em um quadro a análise que foi feita desses quatro grupos de palavras no texto. • Escrever poemas sobre ambiente estudado, procurando listar o máximo possível de coisas aí existentes. • Indicar o plural de algumas palavras extraídas do texto. O que estudamos 40 e 41 2 / 11 / 3 / 1 / 1 Avaliação ao final da unidade, usando questões escritas, representações visuais das principais proposições da unidade e questões que favorecem a autorreflexão e a autoavaliação das aprendizagens. 20 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 202APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 20 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Unidade 2 – Desenvolvimento e corpo humano C a p ít u lo Tópico Página(s) Aula/ Semana/ Mês/ Bimestre/ Trimestre Conteúdos conceituais trabalhados Atividades e práticas pedagógicas Abertura de unidade 42 e 43 1 / 12 / 3 / 2 / 2 Troca de ideias sobre questões que sensibilizam os estudantes para os grandes temas da unidade, presentes em uma situação do dia a dia retratada em uma imagem: corpo humano e saúde. C a p ít u lo 3 – V o cê e st á f ic a n d o m a is v e lh o Para iniciar 44 2 / 12 / 3 / 2 / 2 Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre hábitos que promovem saúde, como escovar os dentes. Atividade prática 45 1 / 13 / 3 / 2 / 2 Corpo humano, dentes, dentição. • Fazer observações da própria dentição e da dentição de um colega. Seus dentes, sua idade 46 e 47 2 / 13 / 3 / 2 / 2 Corpo humano, dentes, dentição, dentes de leite, dentes permanentes, dentista, escovação, fio dental. • Ler uma entrevista com um dentista. • Preencher cartazes com orientações sobre como cuidar dos dentes e escová-los corretamente. Seus hábitos, sua idade 48 a 51 1 e 2 / 14 / 3 / 2 / 2 Corpo humano, saúde, hábitos, higiene, hábitos saudáveis. • Ler texto sobre cuidados com o corpo. • Representar através de desenhos hábitos de higiene e hábitos que fazem bem à saúde. • Ler tirinhas e analisar hábitos dos personagens: são hábitos recomendados ou não? • Trocar ideias com os colegas e identificar hábitos recomendados e não recomendados. • Confeccionar cartas com diferentes hábitos para o “Jogo dos hábitos opostos”. • Jogar o “Jogo dos hábitos opostos”. Sentir e interagir 52 a 55 1 e 2 / 15 / 4 / 2 / 2 Corpo humano, sentidos, olfato, visão, tato, audição, gustação. • Ler texto sobre sentidos do corpo humano. • Fazer uma cruzadinha nomeando os diferentes sentidos. • Criar definições para explicar o significado de cada sentido do corpo humano. • Selecionar palavras para descrever diferentes sensações. • Terminar uma história em quadrinhos sobre os sentidos do corpo humano. Vamos ver de novo 56 e 57 1 / 16 / 4 / 2 / 2 Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais ilustrados e questões referentes ao capítulo. C a p ít u lo 4 – F e ri m e n to s e c u id a d o s Para iniciar 58 2 / 16 / 4 / 2 / 2 Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre o cuidado com ferimentos e como evitá-los. Atividade prática 59 1 / 17 / 4 / 2 / 2 Corpo humano, saúde, posto de saúde. • Fazer encenação de atendimento em um posto de saúde. 21 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 212APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 21 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 C a p ít u lo Tópico Página(s) Aula/ Semana/ Mês/ Bimestre/ Trimestre Conteúdos conceituais trabalhados Atividades e práticas pedagógicas C a p ít u lo 4 – F e ri m e n to s e c u id a d o s Quando nos machucamos... 60 a 63 2 / 17 / 4 / 2 / 2 1 / 18 / 4 / 2 / 2 Corpo humano, saúde, machucados, ferimentos, fratura óssea, radiografia, primeiros socorros. • Ler um texto sobre a recuperação de machucados superficiais, de fraturas ósseas e cuidados com os ferimentos. • Terminar de escrever texto descrevendo processo de cicatrização de um machucado. • Identificar fraturas ósseas em imagens radiográficas. • Trocar ideia com os colegas sobre a importância de avisar um adulto quando nos machucamos. • Ler histórias em quadrinhos que retratam situações comacidentes e machucados. • Analisar situações em que nos machucamos e diferenciar a gravidade de diferentes ferimentos. • Trocar ideias com os colegas sobre cuidados tomados para tratar de ferimentos. • Criar uma história em quadrinhos para contar o que aconteceu em uma vez que se machucou e como foi o tratamento posterior. Cuide-se! 64 a 67 2 / 18 / 4 / 2 / 2 1 / 19 / 4 / 2 / 2 Corpo humano, saúde, enfermagem, primeiros socorros, cuidados, prevenção de acidentes, vacina, carteira de vacinação. • Ler uma entrevista com uma enfermeira. • Sintetizar informações dadas pela enfermeira sobre cuidados para não nos machucarmos. • Terminar de escrever legendas explicando cuidados que pessoas tomam em diferentes situações para não se machucarem. • Ler e analisar uma história em quadrinhos sobre vacinação em posto de saúde. • Trocar ideias com os colegas sobre qual é a finalidade das vacinas. • Analisar uma carteira de vacinação e conversar com os pais ou responsáveis sobre a própria carteira de vacinação. Vamos ver de novo 68 e 69 2 / 19 / 4 / 2 / 2 Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais ilustrados e questões referentes ao capítulo. Tecendo saberes 70 e 71 1 / 20 / 5 / 2 / 2 Corpo humano, desenvolvimento, fases do desenvolvimento, tempo. • Ler um poema sobre o desenvolvimento humano. • Identificar personagens do texto e o que dizem. • Identificar no texto expressões que sugerem a ideia de tempo. • Contabilizar número de letras de diferentes palavras para expressar ideia de tempo. O que estudamos 72 e 73 2 / 20 / 5 / 2 / 2 Avaliação ao final da unidade, usando questões escritas, representações visuais das principais proposições da unidade e questões que favorecem a autorreflexão e a autoavaliação das aprendizagens. 22 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 222APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 22 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Unidade 3 – Sol, céu e nuvens C a p ít u lo Tópico Página(s) Aula/ Semana/ Mês/ Bimestre/ Trimestre Conteúdos conceituais trabalhados Atividades e práticas pedagógicas Abertura de unidade 74 e 75 1 / 21 / 5 / 3 / 2 Troca de ideias sobre questões que sensibilizam os estudantes para os grandes temas da unidade, presentes em uma situação do dia a dia retratada em uma imagem: corpos visíveis no céu e condições meteorológicas. C a p ít u lo 5 – O b se rv a r o c é u Para iniciar 76 2 / 21 / 5 / 3 / 2 Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre a observação do céu e a análise de sombras. Atividade prática 77 1 / 22 / 5 / 3 / 2 Sol, sombra, relógio de sol. • Fazer simulações da mudança de posição da sombra de um objeto fixo em função de variações da posição da fonte de luz que o ilumina. Relógio de sol 78 a 81 2 / 22 / 5 / 3 / 2 1 / 23 / 5 / 3 / 2 Relógio de sol, Sol, sombra, horas, posição do Sol no céu, amanhecer, meio-dia, entardecer. • Ler um texto sobre relógios de Sol. • Analisar história em quadrinhos e explicar mudança de posição das sombras aí representadas. • Analisar imagens que indicam a posição da sombra de um corpo fixo em diferentes horários do dia. • Completar imagens indicando onde estaria a sombra de um corpo fixo em determinados horários do dia: próximo ao meio-dia, no início da manhã e no final da tarde. • Trocar ideia com os colegas sobre a relação entre a posição do Sol no céu e a sombra de corpos fixos iluminados pela luz solar. • Observar sombras com os familiares e realizar desenhos com indicações de sombras. Nuvens no céu 82 e 83 2 / 23 / 5 / 3 / 2 1 / 24 / 5 / 3 / 2 Céu, nuvens, cúmulo, cirro, estrato. • Ler um texto sobre tipos de nuvens. • Escrever legendas para diferentes imagens, descrevendo as nuvens representadas nos céus retratados. • Ler uma história em quadrinhos com o tema nuvens. • Fazer um desenho representando diferentes tipos de nuvens. Vamos ver de novo 84 e 85 2 / 24 / 5 / 3 / 2 Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais ilustrados e questões referentes ao capítulo. C a p ít u lo 6 – C o m o e st a rá o t e m p o ? Para iniciar 86 1 / 25 / 6 / 3 / 3 Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre condições do tempo e meteorologia. Atividade prática 87 2 / 25 / 6 / 3 / 3 Previsão do tempo, jornal. • Fazer desenhos grandes que mostrem a previsão do tempo para uma região. • Encenar a apresentação de um boletim meteorológico pela TV. 23 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 232APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 23 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 C a p ít u lo Tópico Página(s) Aula/ Semana/ Mês/ Bimestre/ Trimestre Conteúdos conceituais trabalhados Atividades e práticas pedagógicas C a p ít u lo 6 – C o m o e st a rá o t e m p o ? O tempo anunciado 88 a 91 1 e 2 / 26 / 6 / 3 / 3 Condição do tempo, frio, calor, temperatura máxima, temperatura mínima, céu encoberto, chuva. • Ler um texto sobre condições do tempo e boletins meteorológicos. • Ler a analisar uma história em quadrinhos, inferindo as condições meteorológicas representadas ou sugeridas. • Representar, por meio de desenhos, como estavam as condições do tempo em dois momentos diferentes do dia. • Fazer desenhos para representar condições meteorológicas específicas. • Obter e analisar informações de boletins meteorológicos em diferentes momentos do dia. • Representar em um quadro de síntese as condições meteorológicas em diferentes horários de um dia. Meteorologia 92 a 95 1 / 27 / 6 / 3 / 3 Meteorologia, previsão do tempo, boletins meteorológicos, temperatura, umidade, pressão. • Ler uma entrevista com um meteorologista. • Sintetizar as principais ideias da entrevista e contar aos familiares ou colegas sobre o trabalho de um meteorologista. • Ler uma tirinha sobre previsão do tempo e boletins meteorológicos. • Sintetizar o que fazem os meteorologistas. • Em trechos de fala de boletins meteorológicos divulgados pela TV, identificar palavras usadas para designar as condições do tempo. • Redigir um texto para expressar uma previsão meteorológica. Vamos ver de novo 96 e 97 2 / 27 / 6 / 3 / 3 Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais ilustrados e questões referentes ao capítulo. Tecendo saberes 98 e 99 1 / 28 / 6 / 3 / 3 Manhã, tarde, noite, estações do ano, Brasil, Europa, neve, mapa-múndi, figuras geométricas. • Ler quadrinhos que expressam a rotina de alguém que passa o inverno em outro país. • Identificar nos quadrinhos palavras relacionadas ao dia, à noite e ao céu. • Analisar um mapa-múndi e nele localizar os continentes, o Brasil e um país da Europa. • Identificar e pintar formas geométricas nos desenhos dos quadrinhos lidos. O que estudamos 100 e 101 2 / 28 / 6 / 3 / 3 Avaliação ao final da unidade, usando questões escritas, representações visuais das principais proposições da unidade e questões que favorecem a autorreflexão e a autoavaliação das aprendizagens. 24 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 242APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 24 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Unidade 4 – Invenções, termômetros e materiais C a p ít u lo Tópico Página(s) Aula/ Semana/ Mês/ Bimestre/ Trimestre Conteúdos conceituais trabalhados Atividades e práticas pedagógicas Abertura de unidade 102 e 103 1 / 29 / 7 / 4 / 3 Troca de ideias sobre questões que sensibilizam os estudantes para os grandes temas da unidade, presentes em uma situação do dia a dia retratada em uma imagem: materiais, misturas e estados físicos. C a p ít u lo 7 – I n v e n çõ e s: q u e n te e f ri o Para iniciar 104 2 / 29 / 7 / 4 / 3 Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre instrumentos de medida (como o termômetro), misturas e transformações da água. Atividade prática 105 1 / 30 / 7 / 4 / 3 Transformação de estado físico, solidificação, gelo. • Fazerum suco de fruta e promover sua solidificação, levando-o ao congelador. Termômetro: um instrumento de medida 106 a 109 2 / 30 / 7 / 4 / 3 1 / 31 / 7 / 4 / 3 Instrumentos de medida, termômetros, temperatura, termômetro clínico, sol, sombra, cores escuras, cores claras. • Ler um texto sobre instrumentos de medidas que enfatiza os termômetros. • Sintetizar as informações do texto usando um esquema. • Completar um cartaz que começou a ser feito, explicando passo a passo como usar um termômetro clínico. • Com o professor e os colegas, tomar medidas da temperatura de diferentes locais da escola. • Comparar a temperatura observada em locais expostos ao Sol e à sombra e a temperatura observada em corpos de cores claras e de cores escuras. • Relatar por escrito a atividade de medição de temperatura de vários locais da escola, registrando os dados observados em um quadro. Água que não é líquida 110 a 113 2 / 31 / 7 / 4 / 3 1 / 32 / 7 / 4 / 3 Água, transformação de estado físico, gelo, sólido, líquido, gasoso, mistura, componentes. • Ler um texto sobre as mudanças de estado físico da água e a possibilidade de fazermos estátuas de água. • Completar esquemas para sintetizar as informações do texto. • Fazer diferentes misturas, identificando o estado físico de seus componentes. • Relatar por escrito como promover a transformação de estado físico da água, ao fazer gelo. • Trocar ideia com os colegas sobre a natureza do gelo, que é água no estado sólido! Vamos ver de novo 114 e 115 2 / 32 / 7 / 4 / 3 Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais ilustrados e questões referentes ao capítulo. 25 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 252APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 25 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 C a p ít u lo Tópico Página(s) Aula/ Semana/ Mês/ Bimestre/ Trimestre Conteúdos conceituais trabalhados Atividades e práticas pedagógicas C a p ít u lo 8 – I n v e n çõ e s: o b je to s e m a te ri a is Para iniciar 116 1 / 33 / 7 / 4 / 3 Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre materiais criados pelo ser humano para fazer diferentes objetos. Atividade prática 117 2 / 33 / 7 / 4 / 3 Objetos, argila, modelagem, artesanato. • Fazer um objeto usando materiais naturais, como argila. Diferentes objetos, diferentes materiais 118 a 121 1 e 2 / 34 / 8 / 4 / 3 Objetos, materiais, argila, alumínio, cobre, borracha, vidro, plástico, lycra, náilon, algodão. • Ler um texto sobre diferentes materiais, suas características e para que são usados. • Completar esquemas para sintetizar as informações do texto. • Analisar a constituição de diferentes objetos de uso cotidiano. • Identificar que um mesmo tipo de material pode ser usado para se fazer diferentes objetos. • Comparar objetos de épocas diferentes, identificando de que materiais são feitos. • Trocar ideias com os colegas sobre materiais frequentemente usados atualmente e no passado. Materiais elaborados 122 a 125 1 e 2 / 35 / 8 / 4 / 3 Materiais elaborados, vidro, papel, matérias-primas. • Ler um texto sobre dois materiais elaborados pelo ser humano: vidro e papel. • Identificar quais imagens são mais adequadas para ilustrar determinados trechos específicos do texto. • Analisar diferentes objetos do cotidiano: para que são usados e de que materiais são feitos. • Definir “matéria-prima” e “material elaborado”. • Dar exemplos do uso de materiais para fazer diferentes objetos. Vamos ver de novo 126 e 127 1 e 2 / 36 / 8 / 4 / 3 Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais ilustrados e questões referentes ao capítulo. Tecendo saberes 128 e 129 1 / 37 / 8 / 4 / 3 Materiais elaborados, papel, metal, plástico, origâmi. • Ler o poema “Um presente de papel”, de Pedro Bandeira. • Identificar os materiais citados no texto. • Acrescentar versos ao poema, citando materiais elaborados estudados. • Fazer presentes de papel usando técnicas de origâmi. • Conversar com os familiares sobre objetos, materiais e brincadeiras comuns antigamente e hoje em dia. O que estudamos 130 e 131 2 / 37 / 8 / 4 / 3 Avaliação ao final da unidade, usando questões escritas, representações visuais das principais proposições da unidade e questões que favorecem a autorreflexão e a autoavaliação das aprendizagens. Meu ponto de chegada 132 e 133 1 e 2 / 38 / 9 / 4 / 3 Avaliação de resultado ao final do livro, usando questões múltipla escolha no formato Saeb e questões abertas para verificar as aprendizagens das habilidades da BNCC previstas para o ano escolar. 26 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 262APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 26 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Avaliações são essenciais não somente pela sua função diagnóstica (de monitorar o que os estudantes sabem e de- terminar quais objetivos educacionais foram atingidos), mas também pela sua função formativa, de fornecer subsídios para professores e estudantes tomarem ciência do que está ocorrendo e poderem decidir sobre mudanças (BLACK, 2017). A ideia de avaliação formativa amplia a prática de avaliar somente ao final de uma sequência de ensino-aprendiza- gem, por meio de provas escritas e unicamente com a fina- lidade de atribuir notas e classificar os estudantes (DANTAS; MASSONI; SANTOS, 2017). A avaliação do ponto de vista formativo passa a figurar como guia da prática pedagógica, fator de aproximação entre professor e estudante e motor do desenvolvimento da autonomia individual e coletiva. Dessa forma, compreende-se atualmente que as práticas de avaliação formativa são indispensáveis ao processo de ensino-aprendizagem. Afinal, professor e estudante devem continuamente avaliar a coerência das explicações que dão, dos procedimentos que escolhem e das atitudes que ado- tam e, em função dessas avaliações, decidir sobre o proces- so de ensino-aprendizagem (MILLAR, 2013; GRANGEAT; HARRISON; DOLIN, 2021). A avaliação, vista sob a ótica for- mativa, tem, portanto, o papel de impulsionar a intervenção didática (SANMARTÍ, 2007). Encarar as avaliações dessa ma- neira envolve planejá-las e utilizá-las visando à obtenção de informações para retroalimentar o processo de ensino-apren- dizagem à medida que ele ocorre. Há evidências de que a avaliação formativa é mais efeti- va quando se apresenta focada em assuntos específicos e permite aos estudantes elaborar onde e como achar as respostas (SHUTE, 2008). Idealmente, as situações avaliativas devem permear cada etapa didática e todo o ano letivo. A cada momento diferente, elas podem ajudar a responder a questões distintas, como: Quais são as concepções dos estudantes sobre determinado assunto? Ocorreu a apren- dizagem significativa dos conteúdos? Que estratégias devem ser adotadas para promover a aprendizagem significativa dos conteúdos? Que acompanhamento é necessário para cada estudante seguir avançando? (CAMPOS; NIGRO, 2004; BENNETT; HOLMAN; MILLAR; WADDINGTON, 2005). Portanto no início, durante e no término de uma sequên- cia didática é importante avaliarmos a desenvoltura dos estudantes ao realizar as tarefas de avaliação propostas. Devemos estar particularmente atentos aos estudantes que demonstram dificuldade no domínio de certas habilidades. Antes de seguir com o estudo de novos temas, é impor- tante irmos reformatando e personalizando a intervenção didática, de modo a promover a aprendizagem do maior número possível de estudantes. É interessante lembrar que trabalhar com as avaliações formativas não exclui a possibilidade de haver momentos específicos para a realização de atividades que fornecem informações diagnósticas ou de resultados, uma vez que elas contribuem para a avaliação do domínio de certas ha- bilidades pelos estudantes – no começo e no término dos trabalhos do ano letivo, por exemplo. A seguir, apresentamos alguns trechos deste volume que exemplificam momentos nos quais favorecemos a avaliação: no início, durante e no finalde cada capítulo, de cada unidade e de cada volume. Você encontra deta- lhes e subsídios mais específicos sobre as práticas avalia- tivas nas notas Avaliando as aprendizagens, presentes na seção de referência ao Livro do Estudante, diagramada em formato de “U”. II. A avaliação no volume Kali Nine LLC/E+/Getty Im ages Uma avaliação formativa deve incluir, entre outros elementos, o levantamento dos conhecimentos prévios dos estudantes no começo de cada sequência de ensino-aprendizado. Por isso, no início de cada capítulo da Coleção você conta com uma série de perguntas sensibilizadoras que podem ser trabalhadas dialogicamente com toda a turma. 27 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 272APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 27 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Avaliações iniciais a cada capítulo No começo de cada volume, na seção Meu ponto de partida, é proposta uma avaliação diagnóstica que contribui para a avaliação do desempenho dos estudantes em relação aos objetos de conhecimento e às habilidades da BNCC do ano letivo anterior e, no caso do 1o ano, dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da Educação Infantil. Esta avaliação de início do ano letivo tem o potencial de gerar subsídios para conhecer o que os estudantes já conhe- cem e sabem fazer e, com base nisso, tomar decisões relacionadas a como iniciar as atividades do ano com a turma. Afinal, o ato de avaliar de maneira formativa implica não somente diagnosticar ou identificar a aprendizagem, mas também agir diante dos diagnósticos feitos. Algumas das questões propostas estão alinhadas ao formato do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), um teste que vem sendo aplicado pelo governo federal desde 1990. Com o Censo Escolar, o Saeb compõe o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). É relevante que os estudantes já se familiarizem com esse formato de avaliação. Analise o desempenho da turma em cada questão, calculando o percentual de acertos e de erros. Esse é o momen- to de ponderar se as defasagens encon- tradas são pontuais ou sistêmicas, o que lhe dará subsídios para tomar possíveis decisões remediadoras. Por exemplo, você pode considerar que, se aproximadamente 70% dos estudantes dão respostas corretas pa- ra dada questão, o conhecimento da turma em relação ao assunto avaliado pode ser considerado satisfatório. Nes- se caso, os estudantes que apresenta- ram respostas incorretas podem receber atenção individualizada. Aten- te especialmente para o caso daqueles que têm histórico de dificuldades ou que procedem de outras escolas. Na seção Para iniciar, apresenta- da no começo de cada capítulo, você encontra perguntas que po- dem ser usadas para a avaliação inicial dos conhecimentos prévios da turma. Essas avaliações podem ser usadas para favorecer a compa- ração e a identificação da “distân- cia” entre os conhecimentos, as ideias e as noções que os estudan- tes têm no início dos trabalhos de um capítulo e o conhecimento científico que se pretende atingir. Esse tipo de informação é um pri- meiro subsídio para o planejamen- to das intervenções didáticas. Avaliação diagnóstica de início de ano MEU PONTO DE PARTIDA VOCÊ CHEGOU AO 2o ANO E COMEÇARÁ UM PERÍODO MUITO ESPECIAL, COM NOVOS DESAFIOS E APRENDIZADOS. A AVALIAÇÃO A SEGUIR VAI AJUDAR VOCÊ A TOMAR CONSCIÊNCIA DAQUILO QUE JÁ SABE. SE TIVER DIFICULDADE PARA RESPONDER A ALGUMA QUESTÃO, NÃO SE PREOCUPE: PEÇA AJUDA AO PROFESSOR. QUESTÍES 1. EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UM DESENHO DE DUAS CABANAS. CADA UMA DELAS DEVE SER FEITA DE UM MATERIAL DIFERENTE. DEPOIS, EXPLIQUE PARA O PROFESSOR: QUE MATERIAIS VOCÊ ESCOLHEU E POR QUE ESCOLHEU ESSES MATERIAIS? 2. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA. A) X PNEUS DE BORRACHA SÃO MAIS MACIOS DO QUE RODAS DE FERRO. B) MOURÕES DE CIMENTO ESTRAGAM MAIS RÁPIDO DO QUE MOURÕES DE MADEIRA. C) CASAS DE MADEIRA E BARRO DURAM MAIS TEMPO DO QUE CASAS DE ALVENARIA. D) BARCOS SÃO FEITOS SOMENTE DE MADEIRA, PARA FLUTUAR NA ÁGUA. 3. OBSERVE A FOTOGRAFIA DE UM BRINQUEDO FEITO DE VÁRIOS MATERIAIS QUE FORAM DESCARTADOS NO LIXO. IDENTIFIQUE A ALTERNATIVA QUE INDICA OS MATERIAIS USADOS PARA FAZER ESSE OBJETO. A) X PAPELÃO, METAL E PLÁSTICO. B) VIDRO, MADEIRA E PAPEL. C) PAPELÃO, MADEIRA E VIDRO. D) METAL, PLÁSTICO E MADEIRA. Respostas pessoais. S e a n G la d w e ll/ M o m e n t R F /G e tt y I m a g e s 8 1 2 4 3 4. INDIQUE A ALTERNATIVA QUE REPRESENTA AS PARTES DO CORPO HUMANO APONTADAS PELAS SETAS 1 A 4. A) GARGANTA, COSTAS, BRAÇO, COTOVELO. B) PESCOÇO, OMBRO, PUNHO, PÉ. C) X PESCOÇO, ESCÁPULAS, ANTEBRAÇO E TORNOZELO. D) GARGANTA, COSTELA, ANTEBRAÇO, PÉ. 5. NO CADERNO, DESENHE UMA TIRINHA NA QUAL OS QUADRINHOS REPRESENTEM COMO VOCÊ LAVA AS MÃOS, PASSO A PASSO. 6. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA. A) GATOS SÃO MAIS ATIVOS DURANTE O DIA. B) X MARIPOSAS SÃO MAIS ATIVAS À NOITE. C) PICA-PAUS SÃO MAIS ATIVOS À NOITE. D) LAGARTIXAS SÃO MAIS ATIVAS DURANTE O DIA. 7. O TEXTO APRESENTADO A SEGUIR ESTÁ INCOMPLETO. COMPLETE AS LACUNAS USANDO OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS. SEMANAS DIASMÊS SEMANA UMA S E M A N A É UM CONJUNTO DE SETE D I A S . JÁ UM M Ê S É FORMADO POR ALGUMAS S E M A N A S . Resposta pessoal. G e lp i/ S h u tt e rs to ck 9 8 Capítulo Invenções: objetos e materiais Neste capítulo, vamos estudar de que são feitos diferentes objetos e conhecer alguns materiais criados pelo ser humano. • Observe o que está ao seu redor: Você já se perguntou de que todas essas coisas são feitas? • Poderíamos utilizar outros materiais para fazer os objetos da imagem acima? • Você sabe como são obtidos materiais como o vidro e o plástico? Bancada com diversas ferramentas. Neste capítulo, vamos estudar de que são feitos diferentes objetos Neste capítulo, vamos estudar de que são feitos diferentes objetos S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u ivo d a e d ito ra G o rl o v -K V /S h u tt e rs to ck De que são feitas essas ferramentas? E o caderno? E a bancada? Para iniciar 116 4 CAPÍTULO FERIMENTOS E CUIDADOS NESTE CAPÍTULO, VAMOS ESTUDAR COMO PODEMOS NOS CUIDAR MELHOR EVITANDO ACIDENTES E TRATANDO FERIMENTOS CASO ELES OCORRAM. • O QUE VOCÊ ACHA QUE PODE FAZER PARA EVITAR ACIDENTES E DIMINUIR AS CHANCES DE SE MACHUCAR? • QUANDO ALGUÉM SOFRE ARRANHÕES E FERIMENTOS LEVES, O QUE PODEMOS FAZER PARA TRATAR ESSES MACHUCADOS? • VOCÊ JÁ FOI A UM POSTO DE SAÚDE? VOCÊ SABE EM QUE SITUAÇÕES AS PESSOAS VÃO A UM POSTO DE SAÚDE? PARA INICIAR G iz d e C e ra /A rq u iv o d a e d it o ra VOCÊ SABE CUIDAR DO SEU CORPO? S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO CONTRIBUI PARA A PREVENÇÃO DE FERIMENTOS. 5828 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 282APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 28 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Avaliação ao final de cada unidade As avaliações processuais interme- diárias fornecem informações sobre o que os estudantes estão pensando e como estão aprendendo ao longo das atividades de uma sequência de ensi- no-aprendizagem. Elas favorecem a identificação dos conhecimentos e das formas de atuar que estão sendo ativa- dos, ampliados ou remodelados. Além disso, possibilitam a identificação das concepções prévias que os estudantes começam a questionar e sentir neces- sidade de modificar, assim como dos processos investigativos que come- çam a dominar. O monitoramento daquilo que os estudantes estão pensando e apren- dendo pode ser feito por meio de vá- rias questões e propostas de discussões durante o desenvolvimento das atividades. Além disso, o que eles estão aprendendo pode se tornar mais explícito ao final de cada capítulo por meio da seção Vamos ver de novo. Nela, o uso de frases-resumo, mapas conceituais e questões de verificação de aprendizagem instrumentalizam a avaliação formativa. As avaliações ao final de cada unidadefornecem informações sobre como os estudantes se sentem e que valores atri- buem em relação ao que foi estudado. Essas avaliações têm papel formativo: as informações obtidas por meio delas pos- sibilitam uma apreciação do que foi aprendido e uma ativação de comporta- mentos metacognitivos. Ou seja, os estu- dantes são incentivados a refletir sobre o próprio desenvolvimento por meio de perguntas, como: O que eu não sabia e aprendi? Há indícios de que eu não aprendi adequadamente algo? O que eu preciso fazer ou de que ajuda eu preciso para aprender aquilo que não sei? A seção O que estudamos pode servir de instrumento para você fazer uma avaliação ao término de cada unidade. Ela é dividida em três partes: o boxe Avaliando: o que eu aprendi, com propostas de questões para verificação das apren- dizagens; um resumo visual chamado Retomando o que aprendi, que oferece uma visão panorâmica do que foi traba- lhado e que pode ser usado para promover a troca de ideias para que os estudantes se tornem mais conscientes de suas aprendizagens; e o conjunto de questões Para refletir, que oferece a eles a possibilidade de compartilhar reflexões pessoais sobre seus valores e atitudes, o que sentiram e o que aprenderam durante os estudos. Avaliações processuais intermediárias durante o desenvolvimento das atividades. Além disso, o que eles estão aprendendo pode se tornar mais explícito 126 Vamos ver de novo Neste capítulo você aprendeu que: • Diferentes materiais são usados como matéria-prima para a confecção de diferentes objetos. • Barro e madeira são alguns dos materiais encontrados na natureza. • Vidro, papel e plástico são alguns dos materiais elaborados pelo ser humano. G a b ri e la E m m e ri ch / A rq u iv o d a e d it o ra As imagens não estão representadas em proporção. Cores fantasia. 127 T Y L IM /i S to c k p h o to /G e tt y Im ag es Tw in s te rp h o t o /S h u tte rs to ck 1. Com um colega, leia em voz alta os balões de fala a seguir. Troquem ideias: Com quais frases vocês concordam? Depois, proponham correções para as frases incorretas. O vidro é usado para fabricar lentes, entre outros objetos. Mas é um material elaborado, não encontrado na natureza. Muitos objetos podem ser feitos de diferentes materiais. Um copo pode ser feito de vidro ou de plástico, por exemplo. Hoje em dia, usamos materiais diferentes dos que eram usados no passado para fazer os objetos. 2. Explique: O que é um material elaborado pelo ser humano? Um material elaborado é um material que não existe pronto na natureza; ele é uma invenção humana. 3. No caderno, com a ajuda do professor ou de um familiar, escreva um texto sobre cada item da cruzadinha, que já está resolvida. Em seus textos, procure explicar se o item é encontrado na natureza ou se é um material elaborado. 1 B 2 A M R A R 3 V I D R O E I R 4 P A P E L N a p a t/ S h u tt e rs to ck To p n a tt h a p o n /S h u tt e rs to ck E kk ap o n /S h u tt e rs to ck E v e ry th in g /S h u tt e rs to ck 4. O papel é um material elaborado, com o qual podem ser feitos cadernos e revistas. 1. O barro é um material encontrado na natureza; é matéria-prima de panelas e vasos. 2. A madeira é encontrada na natureza; é matéria-prima de móveis e papel. Conforme feito na atividade prática: moldando rolinhos de argila e os utilizando na confecção de um vaso. 3. O vidro é um material elaborado, com o qual podem ser feitos copos e vitrines. K rake n im a g e s . c o m /S h u tte rsto ck As imagens não estão representadas em proporção. Certos objetos são sempre feitos de um mesmo material. Por exemplo: o copo sempre é feito de vidro! Hoje em dia, usamos praticamente os mesmos materiais que eram usados no passado para fazer os objetos. Um mesmo tipo de objeto pode ser feito de diferentes materiais! O vidro é um material encontrado na natureza e é usado para fabricar lentes. Conte para um familiar como podemos moldar a argila para fazer um objeto, como um vaso. Avaliando: o que eu aprendi, com propostas de questões para verificação das apren-Avaliando: o que eu aprendi, com propostas de questões para verificação das apren-, com propostas de questões para verificação das apren-Avaliando: o que eu aprendi O QUE ESTUDAMOS ... OBSERVOU CAMPOS AGROPECUÁRIOS, FLORESTAS E CIDADES. OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E RETOME O QUE ESTUDOU. DEPOIS, CONVERSE COM OS COLEGAS E COM O PROFESSOR: O QUE VOCÊ APRENDEU QUE ANTES NÃO SABIA? Avaliando: o que eu aprendi 1. FAÇA DOIS DESENHOS DE AMBIENTES MODIFICADOS PELO SER HUMANO. INDIQUE COM SETAS ALGUNS ELEMENTOS QUE CADA AMBIENTE DESENHADO TEM. 2. CONTE AO PROFESSOR E AOS SEUS FAMILIARES O QUE VOCÊ APRENDEU COM A ENTREVISTA COM O AMBIENTALISTA: COMO O SER HUMANO INTERFERE NOS AMBIENTES? 3. “OS FEIJOEIROS NÃO PRODUZEM FRUTOS”. VOCÊ CONCORDA COM ESSA FRASE? EXPLIQUE, MOSTRANDO EM UM DESENHO TUDO O QUE VOCÊ SABE DOS PÉS DE FEIJÃO. 4. FAÇA O DESENHO DE DUAS PLANTAS DE CERCA DE 10 DIAS DE IDADE QUE GERMINARAM EM CONDIÇÕES DIFERENTES: UMA DELAS ESTAVA EXPOSTA À LUZ E A OUTRA GERMINOU NO ESCURO. EXPLIQUE CADA DESENHO. Retomando o que eu aprendi Registre suas IDEIAS E DESENHOS no caderno. A n d re D ib /P u ls a r Im a g e n s E rn e s to R e g h ra n /P u ls a r Im a g e n s VOCÊ... Respostas pessoais. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. 40 ... ENTENDEU QUE PLANTAR PODE SER UMA MANEIRA DE CUIDAR DO ENTORNO. ... ESTUDOU O DESENVOLVIMENTO E A REPRODUÇÃO DE ALGUNS ANIMAIS. ... APRENDEU COMO PODE CUIDAR DO AMBIENTE. ... INVESTIGOU COMO ALGUMAS PLANTAS SE DESENVOLVEM COM O PASSAR DO TEMPO. FOLHEIE AS PÁGINAS ANTERIORES E REFLITA SOBRE VALORES, ATITUDES E O QUE VOCÊ SENTIU E APRENDEU NESTA UNIDADE. • QUAIS ANIMAIS E PLANTAS VOCÊ MAIS GOSTOU DE ESTUDAR? • COMO VOCÊ SE SENTE QUANDO ESTÁ EM UM AMBIENTE BEM CUIDADO? E EM UM AMBIENTE MALCUIDADO? • A PARTIR DE AGORA, O QUE VOCÊ VAI FAZER PARA AJUDAR A CUIDAR DO AMBIENTE DE CASA E DO AMBIENTE DA ESCOLA? Para refletir F e rn a n d o A ra ú jo /F u tu ra P re s s F a b io C o lo m b in i/ A c e rv o d o f o tó g ra fo D o tt a 2 /A rq u iv o d a e d it o ra H a g a q u e za rt E s tú d io /A rq u iv o d a e d it o ra AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. 41 29 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 292APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 29 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 Avaliação de resultado ao final do ano Para encerrar o ano letivo, propomos uma avaliação final da aprendizagem dos objetos de conhecimento elenca- dos na BNCC para o ano na seção Meu ponto de chegada, apresentada ao final do volume. Mesmo sendo uma avalia- ção de resultado, é fundamental utilizar as informações obtidas de maneira formativa, ou seja, refletindo sobre as aprendizagens ocorridas e, em função disso, repensando o planejamento para o ano letivo seguinte. Analise as respostas dos estudantes não apenas para inferir as aprendizagens individuais, mas também da turma como um todo. Identifique para quais objetos de conhecimento você verificou resultados aquém do esperado. Em seguida, converse com os colegas e procure repensar o planejamento, colocando-se questões como: O que fiz neste ano e continuarei fazendo no ano que vem, pois observei bons resultados? O que fiz neste ano que não trouxe os resultados que eu esperava e, portanto, indica que devo fazer diferente no ano seguinte? Meu ponto de chegada Chegamos ao final de mais um ano letivo. Fizemos muitas atividades, leituras, experiências e muitos debates. Vamos, agora, checar o que aprendemos? Se você tiver muita dificuldade para responder a alguma das questões a seguir, peça ajuda ao professor. Boa sorte! Quest›es 1. Complete o quadro a seguir, listando objetos que podem ser feitos com os materiais indicados. Material Objeto BarroBarroFiltro de barro, copos, panelas. MadeiraMadeira Móveis, brinquedos, colheres. VidroVidro Copos, janelas, vasos. A) B) C) D) Proibido para crianças menores de 3 anos. Produto venenoso. Risco de choque elétrico. Inflamável. A d a m L a p u n ik / S h u tt e rs to ck S ta n d a rd S tu d io / S h u tt e rs to ck F a s t_ C y c lo n e / S h u tt e rs to ck k o b liz e e k / S h u tt e rs to ck Sugestões de resposta: 3. Em relação às plantas, é incorreto afirmar que: A) vagens são um tipo de fruto. B) as folhas captam a luz de que a planta precisa. C) as raízes captam água e nutrientes para a planta. D) X as flores são estruturas relacionadas à nutrição das plantas. 2. Observe as imagens a seguir e escreva o risco que elas indicam. 132 Flor Fruto Raiz Caule Folha H a v ry liu k - K h a rz h e v s k a / S h u tt e rs to ck Partes da planta. 6. Complete os três desenhos a seguir representando as sombras da árvore. Depois, escreva uma legenda para cada desenho, indicando o período do dia a que ele se refere. Sombra da árvore no período da manhã. Sombra da árvore por volta do do meio-dia. Sombra da árvore no período da tarde. Il u s tr a ç õ e s : A rt S h o tP h o to /S h u tt e rs to ck 4. Escolha um animal que faz parte do seu cotidiano e, em uma folha avulsa, crie uma ficha indicando o nome dele e onde ele pode ser encontrado. Inclua na ficha um desenho que mostre as principais características desse animal. 5. Nomeie as partes da planta representada a seguir. Resposta pessoal. 133 Na seção de referência do Livro do Estudante deste Manual do Professor, você encontra na conclusão de cada unidade páginas intercaladas com uma sugestão complementar de avaliação. Nelas, são apresentadas algumas estra- tégias avaliativas que podem ser usadas nos momentos de transição de uma unidade para outra. Também é apresen- tado um “banco de questões” com op- ções de perguntas relacionadas a cada um dos objetivos pedagógicos de co- nhecimento da unidade. Essas questões poderão ser usadas por você para criar os próprios instrumentos de avaliação e, assim, ampliar as avaliações propostas no Livro do Estudante. Repertório avaliativo Conclusão da unidade 2 No quadro a seguir, apresentamos mais uma possibilidade de avaliação para o monitoramento da aprendizagem dos estudantes. A avaliação é feita por meio de questões que se associam a cada obje- tivo pedagógico de conhecimento. Unidade 2 – Desenvolvimento e corpo humano Objetivos pedagógicos de conhecimento Sugestões de perguntas para avaliação Capítulo 3 – Você está ficando mais velho 1. Identificar os tipos de dente, reconhecendo-os na própria dentição. Quantos dentes permanentes e quantos dentes de leite você tem? Por que os dentes das crianças caem? Quanto tempo dura um dente permanente? Quantos dentes um adulto tem? E uma criança que só tem dentes de leite, quantos dentes ela pode ter no máximo? 2. Conhecer a maneira adequada de escovar os dentes e reconhecer a importância da visita regular ao dentista. Explique passo a passo como é uma boa escovação de dentes. “Se escovamos bem os dentes, não precisamos passar fio dental.” Você concorda ou discorda dessa ideia? Explique. 3. Inferir a importância dos hábitos de higiene e de outros hábitos para a manutenção da saúde de maneira geral. Dê exemplos de hábitos que favorecem a nossa saúde. Dê alguns exemplos de hábitos de higiene. Quais são alguns de seus hábitos que fazem bem à saúde? Quais hábitos que fazem bem à saúde você ainda não tem ou precisa da ajuda de um adulto para ser lembrado? 4. Reconhecer os sentidos do corpo humano e discriminá- los, selecionando palavras para descrever sensações relacionadas aos diferentes sentidos. Explique a que se refere a gustação. Explique a que se refere o tato. Escolha duas imagens quaisquer. Para cada imagem, escreva uma ou duas palavras que ajudem a descrever sensações associadas àquilo que a imagem retrata. 110 Unidade 2 – Desenvolvimento e corpo humano Objetivos pedagógicos de conhecimento Sugestões de perguntas para avaliação Capítulo 4 – Ferimentos e cuidados 1. Reconhecer o papel dos postos de saúde e representar o processo de cicatrização de machucados. Faça uma sequência de desenhos para ilustrar a cicatrização de um machucado. Para que servem os postos de saúde? 2. Avaliar a gravidade de diferentes ferimentos e concluir quais são as maneiras de tratar ferimentos leves. Faça o desenho da radiografia de uma parte do corpo. Em seu desenho, represente um osso quebrado. No caso de ferimentos leves e arranhões, o que podemos fazer para tratar dos machucados? “Não serve para nada colocar gelo em uma parte machucada do corpo que inchou.” Você concorda ou discorda dessa ideia? Explique. 3. Identificar e avaliar a importância de medidas práticas para a prevenção de acidentes, resguardando-se de se machucar. Crie uma história em quadrinhos para representar uma criança sofrendo um acidente. Procure explicar como ele poderia ter sido evitado. Cite pelo menos três cuidados que você pode ter para evitar se machucar. 4. Analisar carteiras de vacinação e inferir a importância de estarem em dia. Qual foi a última vacina que você tomou? Há quanto tempo foi isso? Explique oralmente: O que é carteira de vacinação? “Não há nenhum problema em não estar com a carteira de vacinação em dia.” Você concorda com essa afirmação ou discorda dela? Explique. Com base no quadro, sugerimos as seguintes estratégias para observação e registro da trajetória de aprendizado dos estudantes: 1. Peça aos estudantes que refaçam as questões das seções Para iniciar e incentive-os a comparar as respostas dadas no início dos estudos de determinado capítulo com as respostas que dão neste momento, ao final da unidade. 2. Convide-os também a refazer algumas atividades do Livro do Estudante e verifique as respostas dadas. Com base em algumas das produções anteriores que eles fizeram, desafie-os a criar pergun- tas relacionadas ao que foi estudado. 3. Por fim, use algumas das questões apresentadas no quadro para avaliar quanto cada um dos principais objetivos pedagógicos de conhecimento da unidade faz parte do repertório do estudante. 111 30 2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 302APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 30 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 2 ANO Ciências Ensino Fundamental • Anos Iniciais Rogério G. Nigro Doutor em Ensino de Ciências e Matemática pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) Mestre em Biologia pelo Instituto de Biociências da USP Pesquisador em ensino e aprendizagem de Ciências, trabalha com formação de professores de Ciências e com elaboração de materiais didáticos para Educação Básica e Educação Superior Ex-professor do Ensino Fundamental e do Ensino Médio na rede particular de ensino 1 edição, São Paulo, 2021 31 2APISCie_g23At_032_CREDITOS_MP.indd 312APISCie_g23At_032_CREDITOS_MP.indd 31 15/08/21 17:2515/08/21 17:25 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. Direção editorial: Lauri Cericato Gestão de projeto editorial: Heloisa Pimentel Coordenação de área: Daniela Teves Nardi Coordenação de obra: Lucas Augusto Jardim Edição: Carolina Brandão, Gabriela A. de Lima, Larissa Prada, Paula Feijó de Medeiros e Jeynne Carrillo Planejamento e controle de produção: Vilma Rossi e Camila Cunha Revisão: Mariana Braga de Milani (ger.), Alexandra Costa da Fonseca, Ana Maria Herrera, Ana Paula C. Malfa, Carlos Eduardo Sigrist, Flavia S. Vênezio, Gabriela M. Andrade, Heloísa Schiavo, Hires Heglan, Luciana B. Azevedo, Luís M. Boa Nova, Luiz Gustavo Bazana, Patricia Cordeiro, Patrícia Travanca, Sandra Fernandez, Sueli Bossi e Vanessa P. Santos Arte: Claudio Faustino(ger.), Erika Tiemi Yamauchi (coord.), Karen Midori Fukunaga de Carvalho (edição de arte), R2 Estúdio (diagramação) Iconografia e tratamento de imagens: Roberto Silva (coord.), Douglas Cometti (pesquisa iconográfica), Emerson de Lima (tratamento de imagens) Licenciamento de conteúdos de terceiros: Fernanda Carvalho (coord.), Erika Ramires e Márcio Henrique (analistas adm.) Ilustrações: Gabriela Emmerich, Giz de Cera, Hagaquezart Estúdio, Kami Queiroz, Léo Fanelli, Mouses Sagiorato e Suzanne Cascardi Cartografia: Mouses Sagiorato Design: Tatiane Porusselli (proj. gráfico), Luis Vassallo (capa e Manual do Professor) Foto de capa: Purino/Shutterstock Todos os direitos reservados por Editora Ática S.A. Avenida Paulista, 901, 4o andar Jardins – São Paulo – SP – CEP 01310-200 Tel.: 4003-3061 www.edocente.com.br atendimento@aticascipione.com.br Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Angélica Ilacqua - CRB-8/7057 2021 Código da obra CL 720028 CAE 775428 (AL) / 775522 (PR) 1a edição 1a impressão De acordo com a BNCC. Envidamos nossos melhores esforços para localizar e indicar adequadamente os créditos dos textos e imagens presentes nesta obra didática. Colocamo-nos à disposição para avaliação de eventuais irregularidades ou omissões de créditos e consequente correção nas próximas edições. As imagens e os textos constantes nesta obra que, eventualmente, reproduzam algum tipo de material de publicidade ou propaganda, ou a ele façam alusão, são aplicados para fins didáticos e não representam recomendação ou incentivo ao consumo. Impressão e acabamento 2 32 2APISCie_g23At_032_CREDITOS_MP.indd 322APISCie_g23At_032_CREDITOS_MP.indd 32 10/08/21 20:0010/08/21 20:00 3 APRESENTAÇÃO PROVAR, QUERER, GOSTAR ASSIM É APRENDER A OBSERVAR, A SENTIR, A CRIAR É O QUE VAI ACONTECER NESTE 2O ANO QUE ESTÁ PARA COMEÇAR USE ESTE LIVRO E EXPLORE O MUNDO COM GOSTO CUIDE DOS AMBIENTES E DOS SEUS DENTES SEMPRE EVITE ACIDENTES APRENDA A OLHAR O CÉU PARA DIZER AS HORAS CONTEMPLE AS NUVENS SEM DEMORA PROVAR, QUERER, GOSTAR É ISSO QUE QUER DIZER ESTUDAR! PROVAR, QUERER, GOSTAR AGORA, É SÓ COMEÇAR O AUTOR. Giz de Cer a/ Arquivo da editora 3 33 2APISCie_g23At_033a037_INICIAIS_MP.indd 332APISCie_g23At_033a037_INICIAIS_MP.indd 33 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. UNIDADE AMBIENTE E SERES VIVOS 1 • QUAL AMBIENTE AS CRIANÇAS ESTÃO REPRESENTANDO NO TANQUE DE AREIA? • EM SUA OPINIÃO, O LOCAL ONDE AS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO É UM AMBIENTE BEM CUIDADO? POR QUÊ? • COMO SERIA ESSE LUGAR SE NÃO EXISTISSEM TANTAS PLANTAS? Kami Queiroz/Arquivo da editora 10 11 ANIDADEA ESTE LIVRO É DIVIDIDO EM QUATRO UNIDADES. NO INÍCIO DE CADA UMA, HÁ UMA IMAGEM LIGADA AO ASSUNTO A SER ESTUDADO. MEU PONTO DE PARTIDA VOCÊ CHEGOU AO 2o ANO E COMEÇARÁ UM PERÍODO MUITO ESPECIAL, COM NOVOS DESAFIOS E APRENDIZADOS. A AVALIAÇÃO A SEGUIR VAI AJUDAR VOCÊ A TOMAR CONSCIÊNCIA DAQUILO QUE JÁ SABE. SE TIVER DIFICULDADE PARA RESPONDER A ALGUMA QUESTÃO, NÃO SE PREOCUPE: PEÇA AJUDA AO PROFESSOR. QUESTÍES 1. EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UM DESENHO DE DUAS CABANAS. CADA UMA DELAS DEVE SER FEITA DE UM MATERIAL DIFERENTE. DEPOIS, EXPLIQUE PARA O PROFESSOR: QUE MATERIAIS VOCÊ ESCOLHEU E POR QUE ESCOLHEU ESSES MATERIAIS? 2. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA. A) PNEUS DE BORRACHA SÃO MAIS MACIOS DO QUE RODAS DE FERRO. B) MOURÕES DE CIMENTO ESTRAGAM MAIS RÁPIDO DO QUE MOURÕES DE MADEIRA. C) CASAS DE MADEIRA E BARRO DURAM MAIS TEMPO DO QUE CASAS DE ALVENARIA. D) BARCOS SÃO FEITOS SOMENTE DE MADEIRA, PARA FLUTUAR NA ÁGUA. 3. OBSERVE A FOTOGRAFIA DE UM BRINQUEDO FEITO DE VÁRIOS MATERIAIS QUE FORAM DESCARTADOS NO LIXO. IDENTIFIQUE A ALTERNATIVA QUE INDICA OS MATERIAIS USADOS PARA FAZER ESSE OBJETO. A) PAPELÃO, METAL E PLÁSTICO. B) VIDRO, MADEIRA E PAPEL. C) PAPELÃO, MADEIRA E VIDRO. D) METAL, PLÁSTICO E MADEIRA. Sea n G la d w e ll/ M o m e n t R F /G e tt y I m a g e s 8 1 2 4 3 4. INDIQUE A ALTERNATIVA QUE REPRESENTA AS PARTES DO CORPO HUMANO APONTADAS PELAS SETAS 1 A 4. A) GARGANTA, COSTAS, BRAÇO, COTOVELO. B) PESCOÇO, OMBRO, PUNHO, PÉ. C) PESCOÇO, ESCÁPULAS, ANTEBRAÇO E TORNOZELO. D) GARGANTA, COSTELA, ANTEBRAÇO, PÉ. 5. NO CADERNO, DESENHE UMA TIRINHA NA QUAL OS QUADRINHOS REPRESENTEM COMO VOCÊ LAVA AS MÃOS, PASSO A PASSO. 6. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA. A) GATOS SÃO MAIS ATIVOS DURANTE O DIA. B) MARIPOSAS SÃO MAIS ATIVAS À NOITE. C) PICA-PAUS SÃO MAIS ATIVOS À NOITE. D) LAGARTIXAS SÃO MAIS ATIVAS DURANTE O DIA. 7. O TEXTO APRESENTADO A SEGUIR ESTÁ INCOMPLETO. COMPLETE AS LACUNAS USANDO OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS. SEMANAS DIASMÊS SEMANA UMA É UM CONJUNTO DE SETE . JÁ UM É FORMADO POR ALGUMAS . G e lp i/ S h u tt e rs to ck 9 2 CAPÍTULO SERES VIVOS SE DESENVOLVEM D o b e rm a ra n e r/ S h u tt e rs to ck NESTE CAPÍTULO, VAMOS ESTUDAR ALGUNS SERES VIVOS, SUA REPRODUÇÃO E SEU DESENVOLVIMENTO. • FAÇA DUAS LISTAS NO CADERNO: UMA DO QUE É VIVO E OUTRA DO QUE NÃO É VIVO NO AQUÁRIO MOSTRADO NA IMAGEM ACIMA. • EM SUA OPINIÃO, O QUE DIFERENCIA O QUE É VIVO DO QUE NÃO TEM VIDA? • COMO VOCÊ IMAGINA QUE SEJAM UMA MOSCA, UM PÉ DE FEIJÃO E UMA SERPENTE AO NASCER? SERIAM DIFERENTES DE QUANDO ADULTOS? PARA INICIAR S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u ivo d a e d ito ra O QUE É VIVO NESSE AQUÁRIO? AQUÁRIO COM SERES VIVOS E ELEMENTOS NÃO VIVOS. 26 VAMOS OBSERVAR NOSSOS DENTES E OS DENTES DE UM COLEGA? COMO FAZER 1. FIQUE DIANTE DE UM ESPELHO E OBSERVE OS SEUS DENTES. ATIVIDADE PRÁTICA 2. CONTE QUANTOS DENTES VOCÊ TEM. 3. OBSERVE OS DENTES DE UM COLEGA E COMPARE-OS COM OS SEUS. E d u a rd o S a n ta lie s tr a /A rq u iv o d a e d it o ra Y ilm a z U s lu /S h u tt e rs to ck F e rn a n d o F a v o re tt o /A rq u iv o d a e d it o ra CRIANÇA OBSERVANDO OS DENTES NO ESPELHO. CRIANÇA CONTANDO OS DENTES. CRIANÇAS EM FRENTE A UM ESPELHO COMPARANDO OS DENTES. CRIANÇA COM UM DENTE DE LEITE FALTANDO. 4. DEPOIS, TROQUEM IDEIAS SOBRE OS DENTES DE CADA UM DE VOCÊS: QUAIS JÁ CAÍRAM? QUAIS APARECERAM RECENTEMENTE? D e y a n G e o rg ie v /S h u tt e rs to ck ¥ ESPELHO MATERIAL NECESSÁRIO AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. 45 AAIVIDADE ARÁAICA AQUI VOCÊ PÕE EM PRÁTICA A ATIVIDADE PROPOSTA E SE DIVERTE COM OS COLEGAS. MEA AANAA DE AARAIDA NESTA SEÇÃO VOCÊ TERÁ A OPORTUNIDADE DE REVER E AVALIAR SUAS APRENDIZAGENS DO ANO ESCOLAR ANTERIOR. CAAAAAAAA SÃO 8 CAPÍTULOS NO TOTAL. CADA UM DELES É COMO UMA HISTÓRIA, COM INÍCIO, DESENVOLVIMENTO E FINALIZAÇÃO, NA FORMA DE ATIVIDADES. AARA INICIAR AQUI VOCÊ E OS COLEGAS CONVERSAM SOBRE O QUE VÃO ESTUDAR E PODEM DAR OPINIÕES SOBRE OS TEMAS. QUEREMOS OUVIR O QUE VOCÊS TÊM A DIZER! VOCABULçRIO: PARA FACILITAR A COMPREENSÃO DOS TEXTOS, O SIGNIFICADO DE ALGUMAS PALAVRAS SERÁ APRESENTADO NA MESMA PÁGINA EM QUE ELAS APARECEM. CAAAAAAAASuzanne Casc ardi/ Arqu ivo d a ed itora OI, MEU NOME É JEF! VOU ACOMPANHAR VOCÊ NESSA JORNADA! OI, MEU NOME É FABI! VAMOS JUNTOS NESSA AVENTURA! CONHEÇA SEU LIVRO VEJA A SEGUIR COMO SEU LIVRO DE CIÊNCIAS ESTÁ ORGANIZADO. DEPOIS, COM UM COLEGA, FOLHEIE O LIVRO E DESCUBRA TUDO O QUE ESTÁ APRESENTADO NESTAS PÁGINAS. S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra 4 34 2APISCie_g23At_033a037_INICIAIS_MP.indd 342APISCie_g23At_033a037_INICIAIS_MP.indd 34 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 ESTE BILHETE SEMPRE TRAZ UM RECADO ESPECIAL PARA VOCÊ. Meu ponto de chegada Chegamos ao final de mais um ano letivo. Fizemos muitas atividades, leituras, experiências e muitos debates. Vamos, agora, checar o que aprendemos? Se você tiver muita dificuldade para responder a alguma das questões a seguir,peça ajuda ao professor. Boa sorte! Quest›es 1. Complete o quadro a seguir, listando objetos que podem ser feitos com os materiais indicados. Material Objeto Barro Madeira Vidro A) B) C) D) A d a m L a p u n ik / S h u tt e rs to ck S ta n d a rd S tu d io / S h u tt e rs to ck F a s t_ C y c lo n e / S h u tt e rs to ck k o b liz e e k / S h u tt e rs to ck 3. Em relação às plantas, é incorreto afirmar que: A) vagens são um tipo de fruto. B) as folhas captam a luz de que a planta precisa. C) as raízes captam água e nutrientes para a planta. D) as flores são estruturas relacionadas à nutrição das plantas. 2. Observe as imagens a seguir e escreva o risco que elas indicam. 132 MEU PONTO DE CHEGADA ESTA SEÇÃO CONTRIBUIRÁ PARA QUE VOCÊ REVEJA E AVALIE O QUE APRENDEU DURANTE O ANO ESCOLAR. MURAL DA TURMA QUE TAL COMPARTILHAR SUAS PRODUÇÕES COM OS COLEGAS? ESSE É O OBJETIVO DO MURAL. 6. NOS TRECHOS A SEGUIR, AS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS CONTAM COMO OS MACHUCADOS DAS CRIANÇAS FORAM TRATADOS. 7. AGORA, TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E EXPLIQUE: A) O QUE FOI FEITO PARA TRATAR DO MACHUCADO NA PRIMEIRA HISTÓRIA? B) O QUE FOI FEITO PARA TRATAR DO MACHUCADO NA SEGUNDA HISTÓRIA? 8. MURAL DA TURMA EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS PARA CONTAR ALGUMA VEZ EM QUE VOCÊ SE MACHUCOU. CONTE TAMBÉM COMO FOI O TRATAMENTO. Il u s tr a ç õ e s : G iz d e C e ra /A rq u iv o d a e d it o ra AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. 63 TECENDO SABERES NESTA SEÇÃO, VOCÊ VERÁ COMO TUDO O QUE APRENDEU PODERÁ AJUDAR NO ESTUDO DE OUTRAS ÁREAS DO CONHECIMENTO. SABERESTECENDO 1. ACOMPANHE COM O PROFESSOR A LEITURA DOS TEXTOS A SEGUIR E OBSERVE COM ATENÇÃO A ILUSTRAÇÃO. DEPOIS, LEIA EM VOZ ALTA ALGUM TRECHO E RESPONDA ÀS QUESTÕES DA PRÓXIMA PÁGINA. ANTIGAMENTE EU TINHA UM NOME TÃO BONITO ANTIGAMENTE ELA ERA MINHA MÃE ANTIGAMENTE EU ERA A FILHA MAIS QUERIDA ANTIGAMENTE EU VIVIA DE VERDADE AGORA ESTOU AQUI TÃO SÓ COBERTA PELO PÓ [...] ANTIGAMENTE. SANDRA PERES E PAULO TATIT. EM: CD CANÇÕES CURIOSAS. SÃO PAULO: PALAVRA CANTADA/MCD WORLD MUSIC, 2000. MAS QUE BOBINHA, BONECA DE ESTIMAÇÃO VOCÊ VAI MORAR SEMPRE DENTRO DO MEU CORAÇÃO VOCÊ É PRA MIM BEM MAIS QUE UM BRINQUEDO VOCÊ É QUEM SABE TODOS OS MEUS SEGREDOS MESMO QUE EU NUNCA BRINQUE CONTIGO COMO ALGUNS ANOS ATRÁS ATÉ QUE EU TENTO, MAS JÁ NÃO CONSIGO POIS ME DISTRAIO DEMAIS É QUE EU CRESCI NÃO SEI POR QUÊ NÃO VOU FINGIR VOCÊ TEM QUE ENTENDER [...] TENTE ENTENDER. SANDRA PERES E PAULO TATIT. EM: CD CANÇÕES CURIOSAS. SÃO PAULO: PALAVRA CANTADA/MCD WORLD MUSIC, 2000. H a g a q u e za rt E s tú d io /A rq u iv o d a e d it o ra 70 2. CONVERSE COM OS COLEGAS E RESPONDA: A) QUEM É A PERSONAGEM QUE ESTÁ FALANDO NO PRIMEIRO TEXTO? B) QUEM É A PERSONAGEM QUE ESTÁ FALANDO NO SEGUNDO TEXTO? C) VOCÊ SE LEMBRA DE ALGUM BRINQUEDO DE QUE GOSTAVA MUITO, MAS PARA O QUAL AGORA JÁ NÃO DÁ TANTA IMPORTÂNCIA? 3. NO TEXTO ESTÃO DESTACADAS VÁRIAS PALAVRAS QUE EXPRESSAM A IDEIA DE TEMPO. ENCONTRE-AS NO DIAGRAMA DE LETRAS A SEGUIR. 11 LETRAS A N T I G A M E N T E 4. TRANSCREVA A SEGUIR AS PALAVRAS ENCONTRADAS NO DIAGRAMA DE LETRAS. ESCREVA APENAS UMA LETRA EM CADA QUADRINHO. EM SEGUIDA, INDIQUE QUANTAS LETRAS HÁ EM CADA PALAVRA. A W Q T E R U I O P A S K S D F G H S E M A L K A N T I G A M E N T E J D R Z I S O G N B V C T H M Z A S D T Z N U C I O Z P A X R T P J H G F Y E V A Q T R Y O G J Á G R A K L P U A N U N C A C N M L S P E I U I O 71 VAMOS VER DE NOVO AQUI VOCÊ RETOMA E AVALIA O QUE FOI ESTUDADO NO CAPÍTULO, POR MEIO DE TEXTOS, ESQUEMAS E ATIVIDADES. 68 VAMOS VER DE NOVO NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE: • À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA, FERIDAS, MACHUCADOS E ATÉ MESMO FRATURAS PODEM SER CURADOS. • PODEMOS VER OS OSSOS DO CORPO POR MEIO DE RADIOGRAFIAS. • PREVENIR ACIDENTES E USAR EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO SÃO MANEIRAS DE CUIDAR DO NOSSO CORPO. • HÁBITOS DE HIGIENE, BOA ALIMENTAÇÃO E VACINAÇÃO CONTRIBUEM PARA NOSSA SAÚDE. G a b ri e la E m m e ri ch /A rq u iv o d a e d it o ra AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. O QUE ESTUDAMOS AQUI VOCÊ CONFERE O QUE ESTUDOU, RELEMBRANDO OS TEMAS TRABALHADOS NOS CAPÍTULOS DA UNIDADE. ESTE É O MOMENTO DE AVALIAR O QUE APRENDEU E REFLETIR SOBRE A FORMA DE AGIR, PENSAR E SENTIR NO DIA A DIA. O QUE ESTUDAMOS ... ESTUDOU OS DENTES E COMPREENDEU A IMPORTÂNCIA DE MANTÊ-LOS SEMPRE LIMPOS. OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E RETOME O QUE ESTUDOU. DEPOIS, CONVERSE COM OS COLEGAS E COM O PROFESSOR: O QUE VOCÊ APRENDEU QUE ANTES NÃO SABIA? Avaliando: o que eu aprendi 1. “SE NÃO SENTIMOS DOR DE DENTE, NÃO HÁ MOTIVO PARA IR AO DENTISTA.”. VOCÊ CONCORDA COM ESSA IDEIA? EXPLIQUE. 2. QUAIS SÃO ALGUNS SENTIDOS DO CORPO HUMANO? 3. FAÇA UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS COM DUAS PARTES. NA PRIMEIRA PARTE, REPRESENTE UMA CRIANÇA SOFRENDO UM ACIDENTE E SE MACHUCANDO. NA SEGUNDA PARTE, REPRESENTE COMO OS MACHUCADOS FORAM TRATADOS. 4. CITE PELO MENOS QUATRO ATITUDES QUE VOCÊ PODE TER PARA CUIDAR DE SUA SAÚDE. VOCÊ... Retomando o que eu aprendi Registre suas IDEIAS E DESENHOS no caderno. M a rk J a n u s /S h u tt e rs to ck ... REFLETIU QUE ESTÁ FICANDO MAIS VELHO E, PORTANTO, JÁ É MAIS RESPONSÁVEL POR DESENVOLVER HÁBITOS QUE PROMOVEM SAÚDE. S e rg e y N o v ik o v /S h u tt e rs to ck 72 ... APRENDEU A CUIDAR DOS MACHUCADOS. ... COMPREENDEU DIVERSOS CUIDADOS QUE DEVEMOS TER COM O CORPO. ... EXPLOROU OS SENTIDOS DO CORPO HUMANO. ... ENTENDEU QUE A VACINAÇÃO É UMA MANEIRA DE PREVENIR ALGUMAS DOENÇAS. FOLHEIE AS PÁGINAS ANTERIORES E REFLITA SOBRE VALORES, ATITUDES E O QUE VOCÊ SENTIU E APRENDEU NESTA UNIDADE. • DE AGORA EM DIANTE, COMO VOCÊ VAI CUIDAR DOS SEUS DENTES? • E O QUE VOCÊ PRETENDE FAZER, NO SEU DIA A DIA, PARA EVITAR SE MACHUCAR? • O QUE VOCÊ JÁ PODE FAZER PARA CUIDAR DE SUA SAÚDE SEM QUE SEUS PAIS TENHAM DE FICAR LEMBRANDO VOCÊ A TODO MOMENTO? Para refletir F e rn a n d o F a v o re tt o /A rq u iv o d a e d it o ra G a lin a 2 7 0 3 /S h u tt e rs to ck M o u s e s S a g io ra to /A rq u iv o d a e d it o ra P ix e l- S h o t/ S h u tt e rs to ck AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. 73 ÍCONES Para avaliar Atividade oral BOXE COM ENTREVISTAS COM DIFERENTES PROFISSIONAIS. COM A PALAVRA SE APARECER UMA PALAVRA OU EXPRESSÃO COM FUNDO AZUL, CONSULTE O GLOSSçRIO NO FIM DO LIVRO. GLOSSÁRIO 1. VAMOS JOGAR O JOGO DOS HÁBITOS OPOSTOS? ELE PODE NOS AJUDAR A DESENVOLVER HÁBITOS SAUDÁVEIS. • FAÇA AS CARTAS DO JOGO. SERÃO DOIS BARALHOS: BARALHO DE HÁBITOS: FAÇA ALGUMAS CARTAS COM HÁBITOS RECOMENDADOS (POR EXEMPLO, TOMAR BANHO DIARIAMENTE) E OUTRAS COM HÁBITOS NÃO RECOMENDADOS (POR EXEMPLO, NÃO ESCOVAR OS DENTES). BARALHO DE NÚMEROS: FAÇA ALGUMAS CARTAS COM O NÚMERO 1 E ALGUMAS CARTAS COM O NÚMERO 2. • MISTURE AS CARTAS E DEIXE OS BARALHOS NOS LOCAIS INDICADOS NO TABULEIRO. ASSIM TAMBÉM APRENDO Baralho de hábitos USE GRÃOS DE FEIJÃO COLORIDOS PARA MARCAR AS CASAS NO TABULEIRO. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. 50 ASSIM TAMBÉM APRENDO QUE TAL APRENDER UM POUCO MAIS COM JOGOS E ATIVIDADES DIVERTIDAS? ESSE É O OBJETIVO DESTA SEÇÃO. • SORTEIE UMA CARTA DO BARALHO DE NÚMEROS PARA SABER QUANTAS CASAS ANDAR NA TRILHA. • AO CHEGAR AO LOCAL ADEQUADO, SORTEIE UMA CARTA DO BARALHO DE HÁBITOS. • SE VOCÊ TIRAR UM HÁBITO NÃO RECOMENDADO, VOLTE UMA CASA. SE TIRAR UM HÁBITO RECOMENDADO, AVANCE UMA CASA. • SE VOCÊ PARAR NA ILUSTRAÇÃO DE UM HÁBITO, ESCOLHA OUTRO JOGADOR PARA FAZER UMA MÍMICA QUE REPRESENTE ESSE HÁBITO. • VENCE O JOGO QUEM TERMINAR O PERCURSO PRIMEIRO. 2. COMPLETE AS LEGENDAS, EXPLICANDO CADA HÁBITO ILUSTRADO. G iz d e C e ra /A rq u iv od a e d it o ra Baralho de números AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. 51 5 35 2APISCie_g23At_033a037_INICIAIS_MP.indd 352APISCie_g23At_033a037_INICIAIS_MP.indd 35 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. SUMÁRIO MEU PONTO DE PARTIDA .................................................8 UNIDADE 1 AMBIENTE E SERES VIVOS .........................................10 CAPÍTULO 1 DIFERENTES AMBIENTES .........................................12 PARA INICIAR ...............................................................................12 ATIVIDADE PRÁTICA ............................................................13 OBSERVANDO AMBIENTES...................................................14 MÃOS À OBRA ................................................................................18 A IMPORTÂNCIA DAS PLANTAS ........................................22 VAMOS VER DE NOVO ......................................................24 CAPÍTULO 2 SERES VIVOS SE DESENVOLVEM ..................26 PARA INICIAR ..............................................................................26 ATIVIDADE PRÁTICA ............................................................ 27 PLANTAS SE DESENVOLVEM ..............................................28 VOCÊ TAMBÉM SE DESENVOLVE ....................................32 VAMOS VER DE NOVO ......................................................36 TECENDO SABERES .............................................................38 O QUE ESTUDAMOS ............................................................40 UNIDADE 2 DESENVOLVIMENTO E CORPO HUMANO ..........................42 CAPÍTULO 3 VOCÊ ESTÁ FICANDO MAIS VELHO ...........44 PARA INICIAR ..............................................................................44 ATIVIDADE PRÁTICA ............................................................45 SEUS DENTES, SUA IDADE ...................................................46 SEUS HÁBITOS, SUA IDADE .....................................................48 SENTIR E INTERAGIR .................................................................52 VAMOS VER DE NOVO ......................................................56 CAPÍTULO 4 FERIMENTOS E CUIDADOS ...................................58 PARA INICIAR ..............................................................................58 ATIVIDADE PRÁTICA .................................................................59 QUANDO NOS MACHUCAMOS... .....................................60 CUIDE-SE! ..........................................................................................64 VAMOS VER DE NOVO ......................................................68 TECENDO SABERES .............................................................70 O QUE ESTUDAMOS ............................................................ 72 G a b ri e la E m m e ri ch / A rq u iv o d a e d it o ra 6 G a b ri e la E m m e ri ch / A rq u iv o d a e d it o ra Gabriela Em m erich/Arquivo da editora 6 36 2APISCie_g23At_033a037_INICIAIS_MP.indd 362APISCie_g23At_033a037_INICIAIS_MP.indd 36 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 UNIDADE 3 SOL, CÉU E NUVENS ................74 CAPÍTULO 5 OBSERVAR O CÉU ............................................................76 PARA INICIAR ..............................................................................76 ATIVIDADE PRÁTICA ............................................................ 77 RELÓGIO DE SOL .........................................................................78 NUVENS NO CÉU .........................................................................82 VAMOS VER DE NOVO ......................................................84 CAPÍTULO 6 COMO ESTARÁ O TEMPO? .....................................86 PARA INICIAR ..............................................................................86 ATIVIDADE PRÁTICA ............................................................ 87 O TEMPO ANUNCIADO ...........................................................88 METEOROLOGIA ..........................................................................92 VAMOS VER DE NOVO ......................................................96 TECENDO SABERES .............................................................98 O QUE ESTUDAMOS ..........................................................100 UNIDADE 4 INVENÇÕES, TERMÔMETROS E MATERIAIS ............................................102 CAPÍTULO 7 INVENÇÕES: QUENTE E FRIO ..........................104 PARA INICIAR ............................................................................104 ATIVIDADE PRÁTICA ..........................................................105 TERMÔMETRO: UM INSTRUMENTO DE MEDIDA .....................................................................................106 ÁGUA QUE NÃO É LÍQUIDA ....................................................110 VAMOS VER DE NOVO .....................................................114 CAPÍTULO 8 INVENÇÕES: OBJETOS E MATERIAIS ............................................................................116 PARA INICIAR .............................................................................116 ATIVIDADE PRÁTICA ................................................................117 DIFERENTES OBJETOS, DIFERENTES MATERIAIS ........................................................118 MATERIAIS ELABORADOS ...................................................122 VAMOS VER DE NOVO ....................................................126 TECENDO SABERES ...........................................................128 O QUE ESTUDAMOS ..........................................................130 MEU PONTO DE CHEGADA ........................................132 GLOSSÁRIO ................................................................................134 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS .........................................................................136 O QUE ESTUDAMOS ..........................................................100 DIFERENTES MATERIAIS ........................................................118 MATERIAIS ELABORADOS ...................................................122 VAMOS VER DE NOVO ....................................................126 TECENDO SABERES ...........................................................128 O QUE ESTUDAMOS ..........................................................130 MEU PONTO DE CHEGADA ........................................132 GLOSSÁRIO ................................................................................134 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS COMENTADAS .........................................................................136 Gabriela Emmerich/Arquivo da editora 7 37 2APISCie_g23At_033a037_INICIAIS_MP.indd 372APISCie_g23At_033a037_INICIAIS_MP.indd 37 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. MEU PONTO DE PARTIDA VOCÊ CHEGOU AO 2o ANO E COMEÇARÁ UM PERÍODO MUITO ESPECIAL, COM NOVOS DESAFIOS E APRENDIZADOS. A AVALIAÇÃO A SEGUIR VAI AJUDAR VOCÊ A TOMAR CONSCIÊNCIA DAQUILO QUE JÁ SABE. SE TIVER DIFICULDADE PARA RESPONDER A ALGUMA QUESTÃO, NÃO SE PREOCUPE: PEÇA AJUDA AO PROFESSOR. QUESTÕES 1. EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UM DESENHO DE DUAS CABANAS. CADA UMA DELAS DEVE SER FEITA DE UM MATERIAL DIFERENTE. DEPOIS, EXPLIQUE PARA O PROFESSOR: QUE MATERIAIS VOCÊ ESCOLHEU E POR QUE ESCOLHEU ESSES MATERIAIS? 2. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA. A) X PNEUS DE BORRACHA SÃO MAIS MACIOS DO QUE RODAS DE FERRO. B) MOURÕES DE CIMENTO ESTRAGAM MAIS RÁPIDO DO QUE MOURÕES DE MADEIRA. C) CASAS DE MADEIRA E BARRO DURAM MAIS TEMPO DO QUE CASAS DE ALVENARIA. D) BARCOS SÃO FEITOS SOMENTE DE MADEIRA, PARAFLUTUAR NA ÁGUA. 3. OBSERVE A FOTOGRAFIA DE UM BRINQUEDO FEITO DE VÁRIOS MATERIAIS QUE FORAM DESCARTADOS NO LIXO. IDENTIFIQUE A ALTERNATIVA QUE INDICA OS MATERIAIS USADOS PARA FAZER ESSE OBJETO. A) X PAPELÃO, METAL E PLÁSTICO. B) VIDRO, MADEIRA E PAPEL. C) PAPELÃO, MADEIRA E VIDRO. D) METAL, PLÁSTICO E MADEIRA. Respostas pessoais. S e a n G la d w e ll/ M o m e n t R F /G e tt y I m a g e s 8 Avaliação diagnóstica de início de ano Este é o momento em que propo- mos uma avaliação diagnóstica do que foi aprendido nos anos anterio- res. Essa avaliação diagnóstica do início do ano letivo tem o potencial de gerar subsídios para você conhe- cer o que os estudantes já sabem e, com base nisso, poder tomar deci- sões relacionadas a como iniciar as atividades no 2o ano. Afinal, o ato de avaliar de maneira formativa implica não somente diag- nosticar ou identificar a aprendiza- gem, mas também agir diante dos diagnósticos realizados. Avaliando e remediando as aprendizagens As questões 1 a 3 avaliam habili- dades relacionadas ao objeto de conhecimento “Características dos materiais”, dentro da unidade temá- tica Matéria e energia. As questões 4 e 5 avaliam habili- dades relacionadas ao objeto de conhecimento “Corpo humano” dentro da unidade temática Vida e evolução. As questões 6 e 7 avaliam habili- dades relacionadas aos objetos de conhecimento “Escalas de tempo”, dentro da unidade temática Terra e Universo. 1. Aproveite essa questão para veri- ficar se os estudantes citam diver- sos materiais. Avalie também que propriedades desses materiais eles mencionam. Esteja atento para os casos de estudantes que demons- trem um repertório reduzido. A fim de favorecer que eles se fa- miliarizem com o maior número possível de materiais, com base no desenho das cabanas você po- de desafiá-los a fazer uma lista coletiva, o mais extensa possível, citando o nome de diferentes ma- teriais. De posse da lista, converse com eles sobre onde esses mate- riais podem ser encontrados e al- gumas de suas propriedades. 2. Avalie se os estudantes conhecem propriedades de diferentes materiais, como madeira, barro, borracha, ferro, etc. A fim de ampliar o repertório sobre materiais e suas propriedades, apresente imagens de objetos simi- lares (um copo, por exemplo) feitos de diferentes materiais (barro, vidro, alumínio, etc.). Incentive o debate: “Quais são as vantagens e desvantagens de cada um desses materiais?“. 3. Aproveite essa questão para verificar se os estudantes identificam os materiais usados para fazer o objeto mostrado. Converse com eles sobre o reaproveitamento de materiais que vão parar no lixo. Muitos estudantes têm uma noção limitada do potencial de reutilização dos mais diversos materiais que são descartados. A fim de ampliar as con- cepções dos estudantes sobre a reutilização de materiais, se possível, apresente à turma imagens de diferentes objetos feitos com materiais reutilizados e promova uma con- versa sobre os materiais de que são feitos. 4. Nessa atividade, verifique o conhecimento que a turma tem sobre o nome de partes do corpo humano e da leitura e escrita desses nomes. Alguns estudantes podem desconhecer o 38 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 382APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 38 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 1 2 4 3 4. INDIQUE A ALTERNATIVA QUE REPRESENTA AS PARTES DO CORPO HUMANO APONTADAS PELAS SETAS 1 A 4. A) GARGANTA, COSTAS, BRAÇO, COTOVELO. B) PESCOÇO, OMBRO, PUNHO, PÉ. C) X PESCOÇO, ESCÁPULAS, ANTEBRAÇO E TORNOZELO. D) GARGANTA, COSTELA, ANTEBRAÇO, PÉ. 5. NO CADERNO, DESENHE UMA TIRINHA NA QUAL OS QUADRINHOS REPRESENTEM COMO VOCÊ LAVA AS MÃOS, PASSO A PASSO. 6. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA. A) GATOS SÃO MAIS ATIVOS DURANTE O DIA. B) X MARIPOSAS SÃO MAIS ATIVAS À NOITE. C) PICA-PAUS SÃO MAIS ATIVOS À NOITE. D) LAGARTIXAS SÃO MAIS ATIVAS DURANTE O DIA. 7. O TEXTO APRESENTADO A SEGUIR ESTÁ INCOMPLETO. COMPLETE AS LACUNAS USANDO OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS. SEMANAS DIASMÊS SEMANA UMA S E M A N A É UM CONJUNTO DE SETE D I A S . JÁ UM M Ê S É FORMADO POR ALGUMAS S E M A N A S . Resposta pessoal. G e lp i/ S h u tt e rs to ck 9 nome de algumas partes do corpo, como es- cápulas e antebraço. Outras podem trocar o nome de estruturas e expressões, como coto- velos e tornozelos. Procure formar duplas que incluam um estudante que demonstrou difi- culdade e outro que teve facilidade nessa questão. Apresente a cada dupla uma lista com o nome de diferentes partes do corpo humano e dois desenhos do contorno do corpo huma- no, um de frente e outro de costas. Solicite que a dupla aponte nos desenhos, com setas, as estruturas do corpo humano listadas. 5. A fim de verificar como os estudantes lavam as mãos e promover melhorias nesse proce- dimento, você pode pedir a eles que com- partilhem as produções no mural da turma e demonstrem para os colegas como lavam as mãos. Em seguida, faça uma demonstração do procedimento correto a ser seguido. De- pois, solicite aos estudantes que comparem a forma que costumam lavar as mãos com as orientações que vo- cê deu. Por fim, peça a cada um que reproduza o procedimento correto que você demonstrou e incentive-os a compartilhar esse conhecimento com os familiares. 6. Utilize a questão para verificar o conhecimento dos estudantes so- bre seres vivos com hábitos notur- nos e diurnos. Muitas crianças pare cem assumir que todos os seres têm o mesmo hábito: são mais ativos de dia e dormem à noi- te. A fim de ampliar essa concep- ção, você pode expor no mural da turma dois desenhos grandes de um mesmo local: um representan- do o dia e outro representando a noite (pode ser um jardim, por exemplo). Peça-lhes que façam desenhos de animais para serem colocados nesses cenários. Orien- te-os na representação: “Que seres vivos vamos encontrar facilmente de dia?”; “E de noite?”; “O que esse ser vivo estaria fazendo de dia?”; “E de noite?”. Depois de uma primeira rodada de discussões e eventuais correções, apresente aos estudan- tes uma lista com mais exemplos de seres vivos de hábitos noturnos e diurnos que não foram citados até então. Por fim, peça aos estu- dantes que complementem os desenhos do local de dia e de noi- te, incluindo os seres vivos novos que você listou. 7. Avalie se os estudantes identificam e nomeiam corretamente escalas de tempo. Aqueles que apresen- tam dificuldade podem ser agru- pados com um colega que acertou a questão. Ofereça um calendário anual à dupla. Peça aos estudantes que analisem o calendário e for- mem frases semelhantes às que aparecem na questão. Instrua-os a usar os termos “horas”, “dias”, “me- ses”, “ano”, “bimestre” e “semestre”. Depois, desafie cada dupla a for- mular uma pergunta seguindo o modelo da questão a que acaba- ram de responder. Por fim, compile todas as questões formuladas pe- las duplas e apresente-as à turma para que resolvam coletivamente, como se fosse um novo teste. 39 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 392APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 39 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Introdução da unidade 1 A unidade 1 – Ambiente e seres vivos é composta de dois capítulos. Apresentamos a seguir uma visão geral dos conteúdos e citamos os principais conceitos trabalhados em cada capítulo, além das atividades e práticas pedagógicas relacionadas aos objetivos pedagógicos de conhecimento. Capítulo 1 – Diferentes ambientes Neste capítulo, introduzimos temas ligados à Educação Ambiental. Os estudantes construirão um “ambiente artificial”, observarão imagens de diferentes ambientes, descreverão esses ambientes e utilizarão listas para registrar o que pode ser encontrado nos ambientes estudados. Também vão comparar e indicar mudanças nas paisagens com o decorrer do tempo, co- nhecer o que um ambientalista tem a nos dizer sobreproteção ambiental e trocar ideias sobre o papel das plantas nos ambientes. Capítulo 2 – Seres vivos se desenvolvem Neste capítulo, estudamos o desenvolvimento e favorecemos a concepção de que tudo o que é vivo tem o potencial de se desenvolver e se reproduzir. Os estudantes serão incentivados a cultivar uma planta e acompanhar seu desenvolvimento, inves- tigarão variáveis que influenciam no início da germinação e analisarão mudanças que ocorrem em di- ferentes partes de uma planta durante o desenvolvimento. Também analisarão imagens de seres humanos em diferentes fases do desenvolvimento e trocarão ideias sobre as mudanças que ocorrem nos seres humanos e em outros animais à medida que o tempo passa. Quadro-resumo Os principais objetivos pedagógicos de conhecimento de cada capítulo e as atividades e práticas pedagógicas para trabalhá-los são resumidos no quadro a seguir. Unidade 1 – Ambiente e seres vivos Objetivos pedagógicos de conhecimento Atividades e práticas pedagógicas Capítulo 1 – Diferentes ambientes 1. Identificar o que existe em diferentes ambientes e compará-los, criando maquetes de ambientes. Construir uma maquete de um ambiente, representando seres vivos e elementos não vivos. Completar texto, listando seres vivos e equipamentos agrícolas que podem ser encontrados no campo agropecuário. Complementar legendas com indicações do que setas apontam em imagens de diferentes ambientes. Observar imagens de campo agropecuário, de cidade e de floresta. Listar o que pode ser encontrado nos campos agropecuários e nas cidades. 40 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 402APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 40 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Unidade 1 – Ambiente e seres vivos Objetivos pedagógicos de conhecimento Atividades e práticas pedagógicas Capítulo 1 – Diferentes ambientes 2. Reconhecer e emitir julgamentos sobre a interferência humana nas paisagens. Ler entrevista com agrônomo que trabalha em organização ambientalista. Preencher quadros para sintetizar informações da entrevista. Observar imagens de paisagem florestal em duas situações: com e sem intervenção humana para instalar moradias e plantações. Elaborar legendas para imagens que indicam ação humana nos ambientes. Observar imagens de mesma rua de uma cidade em duas épocas diferentes. Trocar ideias com os colegas sobre mudanças introduzidas na paisagem devido à ação humana. 3. Inferir maneiras de cuidar do ambiente. Trocar ideias com os colegas e propor uma sequência para o enredo de uma história em quadrinhos que sugere ações de cuidados com o ambiente. Produzir e compartilhar um desenho de como imagina que será sua cidade daqui a algumas décadas. 4. Generalizar por que as plantas são importantes. Ler texto sobre importância das plantas para o entorno. Analisar cenas de um mural sobre a importância das plantas e completar as legendas para as imagens desse mural. Trocar ideias com os colegas sobre como podemos introduzir plantas nos locais que frequentamos. Capítulo 2 – Seres vivos se desenvolvem 1. Identificar partes do corpo de uma planta e reconhecer algumas mudanças pelas quais passam durante o desenvolvimento. Semear e observar o desenvolvimento de pés de feijão. Ler texto sobre desenvolvimento de pés de feijão e estruturas do corpo das plantas. Fazer desenhos para representar pés de feijão de diferentes idades. 2. Criar hipóteses sobre fatores que influenciam a germinação e testá-las. Complementar textos de relato de investigações sobre fatores que influenciam o desenvolvimento das plantas. Trocar ideias com os colegas sobre cuidados para promover o desenvolvimento das plantas. 3. Reconhecer as mudanças que ocorrem durante o desenvolvimento de seres humanos. Ler texto sobre o desenvolvimento humano na infância. Transcrever informações numéricas do texto sobre o desenvolvimento humano para o formato de uma tabela de dados. Sequenciar imagens de forma a refletir as fases do desenvolvimento humano. 4. Inferir que seres vivos se desenvolvem com o passar do tempo. Preencher fichas de descrição simples de diferentes seres vivos, indicando o nome de cada ser vivo e onde pode ser encontrado. Escrever legendas para imagens de diferentes seres vivos, identificando a fase do desenvolvimento em que estão. 41 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 412APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 41 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. UNIDADE AMBIENTE E SERES VIVOS 1 Kami Queiroz/Arquivo da editora 10 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. Componentes essenciais da alfabetização Consciência fonológica e fonêmica, conhecimento alfabético, fluência em leitura oral, desenvolvimento de voca- bulário, compreensão de textos e produção escrita. De olho na BNCC Competências gerais da Educação Básica na unidade 1, 2, 3, 4, 6, 8 e 10 Competências específicas de Ciências da Natureza na unidade 1, 2, 3, 6, 7 e 8 Habilidades na unidade EF02CI04 EF02CI05 EF02CI06 Conceitos, procedimentos e atitudes contemplados Conceitos Ambiente, animal, ambiente modi- ficado, floresta, campo agropecuário, cidade, ser vivo, tempo, desenvolvi- mento, reprodução, ser humano, plan- tas, germinação. Procedimentos • Observar e comparar objetos e fenômenos (observar fotografias e ilustrações de ambientes e iden- tificar diferenças entre as fases da vida de um ser vivo). • Identificar variáveis (identificar como a ação do ser humano pode modificar o ambiente). • Conhecer e praticar habilidades relacionadas à comunicação (montar mural, fazer listagens, fazer legendas para imagens). • Descrever objetos e transformações (mudanças em seres vivos com o passar do tempo; desenvolvi- mento de plantas sob diferentes condições). • Reconhecer e analisar os dados observados (no desenvolvimento do pé de feijão). • Formular e verificar hipóteses (sobre o que pode influir na ger- minação de plantas). • Argumentar a favor de opiniões (justificar hipóteses sobre como ficará um ambiente ou um ser vivo no futuro). • Realizar manejo de material (na ati- vidade de estudo de germinação). Atitudes • Interessar-se por objetos e fenômenos do ambiente (interessar-se por conhecer os ambientes, como eles se modificam e como podem ser cuidados). • Colaborar quando solicitado (ao trazer ima- gens de diferentes ambientes). • Valorizar as próprias ideias (ao explicar como podemos cuidar do ambiente). • Procurar conhecer/aceitar a opinião de outras pessoas (ao tomar contato com as produções dos colegas). • Empenhar-se nas atividades em grupo (ao fazer o mural; ao discutir hipóteses sobre mudanças ocorridas ao longo do tempo). • Estimular o respeito pelas coisas da natureza (ao refletir sobre como os ambientes têm sido cuidados). 42 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 422APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 42 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 • QUAL AMBIENTE AS CRIANÇAS ESTÃO REPRESENTANDO NO TANQUE DE AREIA? • EM SUA OPINIÃO, O LOCAL ONDE AS CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO É UM AMBIENTE BEM CUIDADO? POR QUÊ? • COMO SERIA ESSE LUGAR SE NÃO EXISTISSEM TANTAS PLANTAS? 11 Questões para sensibilização • Pergunte aos estudantes: “Que ambiente poderíamos ‘construir’ em um tanque de areia?”; “O que devemos representar nesse ambiente?”. Aprofunde particularmente as discussões em torno dos campos agropecuários, como o que aparece representado pelas crianças no tanque de areia da imagem de abertura: “O que existe no campo que são construções do ser humano?”. • O ambiente parece bem cuidado por não haver lixo espalhado, ser arborizado, etc. Estimule o debate: “Como é o entorno em que vivemos?”; “Como temos cuidado dele?”. • Faça uma roda de conversa questionando: “Quem conhece algum local com poucas plantas? Como é esse lugar?”; “Como seriam diferenteslocais do nosso dia a dia sem plantas?”. A partir da troca de ideias, procure listar comentários levantados pelos estudantes. Por exemplo: “Teria menos sombra (o que tornaria o ambiente mais quente)”; “O ar poderia ficar menos ‘fresco’, mais seco”; etc. Esteja atento se algum estudante indica que também existe o lado estético: plantas podem tornar um ambiente visualmente agradável para muitas pessoas. Roteiros de aula e orientações didáticas O principal objetivo das imagens de abertura de unidade é focar a atenção dos estudantes no tema a ser estudado. Inicialmente cada um pode explorar a imagem individualmente, procurando por todos os detalhes possíveis. Em seguida, você pode organizar os estudantes em trios para que compartilhem as observações feitas. É o momento de trocarem ideias sobre o que mais lhes chamou a atenção, que detalhe passou quase despercebido, etc. Uma possibilidade é solicitar que cada estudante do trio escolha uma das questões dessa página e pense na resposta. Depois o trio pode for- mular, em uma folha avulsa, uma res- posta coletiva para cada questão. As respostas produzidas podem ser compartilhadas no mural. Ao final da unidade, o trio de estudantes poderá se juntar novamente, rever as respostas no mural e se autoavaliar: “O que pensávamos no início da uni- dade? E o que pensamos depois dos estudos que fizemos?”. 43 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 432APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 43 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 1 CAPÍTULO DIFERENTES AMBIENTES NESTE CAPÍTULO, VAMOS EXPLORAR DIFERENTES AMBIENTES, COMO FLORESTAS E CIDADES. • COMO É O LUGAR ONDE VOCÊ VIVE? COLE UMA FOTOGRAFIA OU FAÇA UM DESENHO DELE EM UMA FOLHA AVULSA. • QUAIS SÃO AS DIFERENÇAS ENTRE O LUGAR ONDE VOCÊ VIVE E O LUGAR RETRATADO NA PINTURA? E QUAIS SÃO AS SEMELHANÇAS? • EM OUTRA FOLHA AVULSA, COLE UMA FOTOGRAFIA OU FAÇA UM DESENHO DE UM LUGAR DIFERENTE QUE VOCÊ CONHEÇA. PARA INICIAR R e p ro d u ç ã o /C o le ç ã o R o b e rt o M a ri n h o , R io d e J a n e ir o /T a rs ila d o A m a ra l E m p re e n d im e n to s CITE PLAN TAS E AN IMAIS ENCONTR ADOS NE SSES LUGARES . PAISAGEM COM TOURO, D( TARSI(A D( AMARA(, 1925 ((((( S(BR( T((A, D( 50 C(NTÍM(TR(S × 65,2 C(NTÍM(TR(S). , D( TARSI(A D( AMARA(, 1925 ((((( VOCÊ JÁ DESENHOU UM AMBIENTE PARECIDO COM ESTE? S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra 12 Visão geral do capítulo Neste capítulo, vamos descrever alguns ambientes e enfatizar as dife- renças entre campo agropecuário, floresta e cidade. Também incenti- varemos a discussão sobre cuidados com o ambiente. Durante as ativi- dades, promova o desenvolvimento do respeito pelo ambiente e a tomada de atitudes a partir da rea- lização de campanhas na escola e na comunidade. Incentive a reflexão sobre como o ser humano modifica o ambiente segundo seus interesses e suas necessidades. Avaliação inicial – Para iniciar Na seção Para iniciar, promovemos uma avaliação dos conhecimentos prévios dos estudantes. É importante manter um registro das respostas ini- ciais, a fim de que este possa ser reto- mado e revisto no final do capítulo. Isso facilita a comparação entre o que se sabia e o que se aprendeu, o que ajuda os estudantes a se tornarem conscientes de suas aprendizagens. Inicialmente, sugerimos que incen- tive os estudantes a descrever o ambiente em que vivem, perguntando: “O lugar é parecido com o campo agro- pecuário da imagem ou diferente dele? Por quê?”. Motive-os a fazer uma des- crição detalhada do ambiente. Depois, na última atividade da seção Para iniciar, verifique quais ambientes os estudantes ilustram. Cuide para que seja representada a maior diversidade possível de ambientes e promova o compartilha- mento dos desenhos e das fotogra- fias. Repare que ainda empregamos o termo “lugar” de forma genérica. Ao longo da unidade, procure reforçar o uso do termo “ambiente”. Por fim, incentive os estudantes a refletir sobre a transformação dos ambientes: “O que pode mudar no Procure utilizar a seção Para iniciar para mobilizar e valorizar o que os estudantes já sabem. Essa ativação de conhecimentos anteriores é o que identifica o momento inicial da sequência de atividades que será desenvolvida no capítulo. BNCC Orientações gerais ambiente com o tempo? O que provoca essas mudanças?”; “Como o ser humano pode modifi- car um ambiente?”; “Como cuidar do ambiente?”; “Temos cuidado do ambiente da nossa escola? Como?”. Avalie se eles se sensibilizam ao saber que um ambiente é malcuidado. Eles reconhe- cem o que poderia ser feito para não ocorrerem situações como essa? No dia a dia, que atitudes eles tomam para cuidar dos ambientes em que vivem (como o da escola, por exemplo)? 44 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 442APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 44 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 QUE TAL CONSTRUIRMOS UM PEQUENO AMBIENTE ARTIFICIAL? COMO FAZER 1. CUBRA O FUNDO DO RECIPIENTE COM TERRA. LAVE BEM AS MÃOS APÓS MEXER COM A TERRA. SE POSSÍVEL, USE LUVAS PROTETORAS. SEMPRE PEÇA A AJUDA DE UM ADULTO PARA MANIPULAR OBJETOS CORTANTES. ATENÇÃO! ATIVIDADE PRÁTICA 2. RECORTE UM PEDAÇO DE PLÁSTICO E ACOMODE-O NA TERRA PARA CRIAR UM LAGO. COLOQUE UM POUCO DE ÁGUA. 3. FINQUE ALGUMAS FOLHAS E PEDAÇOS DE PLANTAS NA TERRA, POSICIONANDO-OS COMO ACHAR MELHOR. 4. RECORTE IMAGENS DOS ANIMAIS QUE VÃO “HABITAR” O AMBIENTE E COLOQUE-AS DENTRO DO RECIPIENTE. MATERIAL NECESSÁRIO • ÁGUA • FOLHAS E PEDAÇOS DE PLANTAS • RECIPIENTE PLÁSTICO (BACIA OU BANDEJA) • REVISTAS OU JORNAIS • SACO PLÁSTICO • TERRA • TESOURA COM PONTAS ARREDONDADAS Im a g e n s : E d u a rd o S a n ta lie s tr a /A rq u iv o d a e d it o ra FUNDO DO RECIPIENTE SENDO COBERTO COM TERRA. AMBIENTE ARTIFICIAL FINALIZADO. ACOMODAÇÃO DE UM PEDAÇO DE PLÁSTICO POR CIMA DA TERRA. S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra O QUE VOCÊ PRECISA FAZER PARA CUIDAR DAS PLANTAS DESSE AMBIENTE ARTIFICIAL? Resposta pessoal. 13 Roteiros de aula e orientações didáticas Sugerimos que, inicialmente, você organize os estudantes em trios para a realização dessa atividade. Solicite que os trios façam desenhos para indi- car o que pretendem representar por meio da maquete que farão. Questio- ne-os: “O ambiente repre sentado será parecido com o quê? Uma cidade ou um campo agrope cuário?”; “Haverá água nesse ambiente?”; “Nesse ambiente serão representados muitos ou poucos vegetais?”; “Existirão cons- truções feitas pelo ser humano?”. Depois, na fase de elaboração da maquete em si, auxilie os estudantes oferecendo-lhes diferentes materiais e ajudando-os a manipulá-los. Caso seja possível, solicite a colaboração de alguns pais ou responsáveis, que poderão ajudar as crianças nos deta- lhes finais das maquetes. As maquetes construídas em sala de aula não precisam ser “estáticas”. Elas podem ser usadas para eviden- ciar transformações em um ambiente. Leia o texto complementar a seguir para saber um pouco mais sobre esse assunto. Vale ressaltar que a atividade aqui apresentada favorece que os estudan- tes exercitem procedimentos relacio- nados aos processos investigativos, como: observar o mundo a sua volta e fazer perguntas; planejar e realizar atividades de campo; desenvolver e utilizar ferramentas para coleta, aná- lise e representação de dados; sele- cionar e construir argumentos com base em evidências. Aproveite a atividade prática para incentivar a discussão sobre o que é necessário para manter as plantas da montagem em bom estado e, também, sobre quais seres vivos adentram no “ambiente artificial” para ir “visitar” essas plantas. Valorize a importância de fatores ambientais, como presença de água e exposiçãoà luz solar, para a manutenção dos vegetais. Com isso você criará condições para trabalhar, em parte, as habilidades EF02CI05 e EF02CI06 da BNCC. BNCC Habilidade 500 anos de transformações – uma ferramenta para a educação ambiental [...] Assim como num quebra-cabeça, na maquete, há um movimento de reti- rada de peças [...] e colocação de outras [...]. Sendo assim, o produto não funcio- na de forma estática, o que possibilita ao professor criar com maior dinamismo. Um ponto forte da maquete é que esta não se trata de uma ferramenta didática voltada exclusivamente aos professores de uma única disciplina [...], professores das di- versas disciplinas podem inseri-la em seu programa de aula. [...] 500 ANOS de transformações – uma ferramenta para a educação ambiental. Vale Verde. Disponível em: https://tedit.net/I6jKZ7. Acesso em: 4 maio 2021. Texto complementar 45 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 452APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 45 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. OBSERVANDO AMBIENTES VOCÊ SABE O QUE PODEMOS ENCONTRAR EM DIFERENTES AMBIENTES? ALGUMAS PESSOAS MORAM NO CAMPO AGROPECUÁRIO. NESSE AMBIENTE, PODEMOS ENCONTRAR ANIMAIS COMO: galinha , porco , vaca E ovelha . TAMBÉM HÁ EQUIPAMENTOS E MÁQUINAS AGRÍCOLAS, COMO: Il u s tr a ç õ e s : M o u s e s S a g io ra to /A rq u iv o d a e d it o ra Il u s tr a ç õ e s : M o u s e s S a g io ra to /A rq u iv o d a e d it o ra Ilu s tr a ç õ e s : M o u s e s S a g io ra to /A rq u iv o d a e d it o ra EM CADA LACUNA DO TEXTO, ESCREVA O NOME DO QUE ESTÁ ILUSTRADO. Suzanne Cascardi/ Arquivo da editora VAMOS OBSERVAR ATENTAMENTE CAMPOS AGROPECUÁRIOS, FLORESTAS E CIDADES. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. enxada , rastelo , trator E caminhão . ALGUMAS PESSOAS MORAM NA FLORESTA. NELA PODEMOS ENCONTRAR, POR EXEMPLO, MUITAS árvores , DIFERENTES animais E TAMBÉM HABITAÇÕES HUMANAS. 14 Roteiros de aula e orientações didáticas Auxilie os estudantes na leitura do texto. É possível que, neste momento, eles apresentem dificuldades na leitura de textos longos. Você pode propor a leitura coletiva, em voz alta ou, ainda, escolher um estudante por vez para ler cada trecho do texto. Nesse caso, repita a leitura até que todos tenham lido pelo menos um trecho. Aqui estimulamos o envolvimento do estudante com o texto durante a leitura, solicitando que lacunas sejam preenchi- das. Cabe ao estudante interagir com esse texto, atribuindo a ele significado, a fim de completar as frases da forma que julgar mais adequada. A interação entre leitor e texto é um dos alicerces para a leitura ativa e estratégica. PNA e Literacia Se julgar necessário, faça um banco de palavras no quadro de giz com os nomes dos seres vivos e dos equipamentos que aparecem nessa página. Estimule os estudantes a indi- car oralmente nomes de outros ani- mais e equipamentos que podem ser encontrados no campo agropecuá- rio, bem como nomes de animais e plantas que podem ser encontrados em uma floresta. Sugerimos que estimule os estu- dantes a escrever textos que sinteti- zam as ideias que estão sendo formu- ladas, debatidas e compreendidas. Fazendo isso, você possibilitará o trabalho com a competência espe- cífica 6 de Ciências da Natureza. Fique atento! Esteja atento ao fato de que, ao longo deste livro, nem sempre há proporção entre as ilustrações. Chame também a atenção dos estudantes para o uso de cores fantasia. Muitas vezes a representação de um objeto ou ser vivo não corresponde à reali- dade. Diversas representações em Ciências utilizam cores fantasia para facilitar a visualização e a compreensão do que está sendo apresentado. Impactos ambientais e socioeconômicos no Pantanal Nas últimas três décadas, o Pantanal vem sofrendo agressões pelo homem, pratica- das não somente na planície, mas principalmente nos planaltos adjacentes. Atualmen- te, os impactos ambientais e socioeconômicos no Pantanal são muito evidentes, decor- rentes da inexistência de um planejamento ambiental que garanta a sustentabilidade dos recursos naturais desse importante bioma. [...] A remoção da vegetação nativa nos planaltos para implementação de lavouras e de pastagens, sem considerar a aptidão das terras, e a adoção de práticas de manejo Texto complementar 46 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 462APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 46 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 CASA RIBEIRINHA NA FLORESTA AMAZÔNICA, NA MARGEM DO RIO CASSIPORÉ, EM OIAPOQUE, AMAPÁ, EM 2018. 1. ESCREVA O QUE AS SETAS APONTAM NAS IMAGENS A SEGUIR. PARA ISSO, USE O BANCO DE PALAVRAS. PLANTAÇÃO ESTRADA RIO CANOA CONSTRUÇÃO CRIAÇÃO DE ANIMAIS criação de animais rio canoa PAISAGEM RURAL COM GADO EM ÁREA DE PASTAGEM E ÁREA DE CULTIVO DE SOJA AO FUNDO, EM UNAÍ, MINAS GERAIS, EM 2017. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. E rn e s to R e g h ra n /P u ls a r Im a g e n s plantação estrada A n d re D ib /P u ls a r Im a g e n s construção 15 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 1 Explore as imagens com os estu- dantes. Nelas, vemos dois ambientes diferentes: um campo agropecuário e uma casa na floresta. Ajude os estu- dantes a identificar os sinais da pre- sença humana nos dois ambientes: há construções, plantação, estrada, criação de animais e embarcações. Pode surgir o debate de que em áreas de floresta ocupadas pelo ser humano às vezes há plantação, gado, etc., ou seja, são campos agropecuários no meio da floresta. Da mesma forma, podem existir campos – áreas rurais – próximos das cidades – áreas urbanas. Se julgar conveniente, aproveite a oportunidade para trabalhar o tema “ocupação humana das florestas”. Caso seja possível incorporar em seu planejamento, apresentamos uma sugestão de atividade comple- mentar. Incentive os estudantes a fazer o Mural dos ambientes. Cada estudante pode trazer imagens de diferentes ambientes e apresentá- -las para os colegas. Podem ser representados tanto ambientes “grandes” (uma cidade, uma floresta, um parque) quanto ambientes “pequenos” (um jardim, uma sala de aula, um terrário). Depois de todas as imagens serem fixadas no mural, os estudantes podem criar legendas para elas apontando elementos do ambiente retratado. Além disso, podem também elaborar pequenas frases descritivas para as imagens. Atividade complementar Visitação Jardim Botânico Se possível, agende uma visita ao Jardim Botânico de sua cidade ou região. Alternativamente, pode ser feita uma visita a um parque. Para essa visita, oriente os estudantes a usar protetor solar e bonés ou cha- péus. Durante o estudo em campo, auxilie-os a explorar ao máximo todos os componentes presentes nesse ambiente, orientando-os a fazer registros por meio de desenhos, anotações escritas e fotografias. Sugestão de... e conservação de solo, além da destruição de habitats, são fatores que aceleraram os processos erosivos nas bordas do Pantanal. [...] Todo esse conjunto de problemas atuais e potenciais decorrentes da atividade humana nos planaltos e na planície demonstra que as ações a serem implementadas em uma bacia hidrográfica devem ser alicerçadas em estudos integrados, onde as rela- ções de causa e efeito necessitam estar bem delineadas e aceitas pela sociedade. IMPACTOS ambientais e socioeconômicos no Pantanal. Embrapa Pantanal. Disponível em: https://tedit.net/i2Rllp. Acesso em: 4 maio 2021. 47 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 472APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 47 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 3. CONVERSE COM OS COLEGAS E, JUNTOS, FAÇAM UMA LISTA DO QUE PODE SER ENCONTRADOEM UM CAMPO AGROPECUÁRIO. Animais, como vacas e galinhas; equipamentos e máquinas agrícolas, como enxada e trator; plantação; estrada; postes com fiação elétrica; árvores; casas; pessoas; etc. G iz d e C e ra /A rq u iv o d a e d it o ra 2. OBSERVE COM ATENÇÃO A IMAGEM DO AMBIENTE REPRESENTADO A SEGUIR. Suzanne Cascardi/ Arquivo da editora DESENHE VOCÊ NO CAMPO AGROPECUÁRIO. O QUE VOCÊ ESTARIA FAZENDO? DEPOIS, TERMINE DE PINTAR ESTA PAISAGEM. CITE PLANTAS E ANIMAIS ENCONTRADOS NESTE LOCAL. Resposta pessoal. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. REPRESENTAÇÃO DE UM CAMPO AGROPECUÁRIO. 16 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 2 Sugerimos que, incialmente, você explore a imagem com os estudan- tes. Explique a eles que, nessa ima- gem, é possível observar um campo agropecuário que apresenta sinais da presença humana, como a plan- tação, a criação de animais e o maquinário agrícola. Atividade 3 A fim de favorecer a fluência em leitura oral, você pode pedir a alguns estudantes que leiam em voz alta suas respostas, para que os outros verifiquem se os elementos mencio- nados são os mesmos que estão pre- sentes em suas listas. As imagens dessa página e da página seguinte mostram um típico cenário de campo agropecuário e um de cidade. No entanto, nem sem- pre conseguimos fazer uma distin- ção tão clara das “fronteiras” entre esses ambientes. Exemplos que ilustram a integra- ção entre elementos desses ambien- tes são as hortas urbanas. Leia o texto complementar a seguir para mais informações sobre esse assunto. Converse com os estudantes sobre exemplos de seres vivos que podem ser encontrados em um campo agro- pecuário e de relações que eles esta- belecem com o ambiente. Por exem- plo: a vaca se alimenta do pasto que cresce no solo, as galinhas podem comer minhocas que encontram ao ciscar a terra, as hortaliças dependem da luz do Sol e da água absorvida do solo para se desenvolverem. Semear e colher: conheça algumas experiências de hortas urbanas no Nordeste brasileiro [...] Sabendo da necessidade em se intensificar a produção de alimentos no Brasil de forma sustentável, valorizando a produção familiar e em esquemas cooperativistas, a Rede Solivida, por meio do projeto Semear e Colher, realizou, nos últimos 2 anos, diversas experiências com resultados [...] que têm mudado a vida de muitos cidadãos brasileiros habitantes das zonas urbanas. [...] Texto complementar 48 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 482APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 48 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Prédios; meios de transporte, como ônibus, carros e bicicletas; semáforos; pessoas; ruas pavimentadas; postes com fiação elétrica; etc. Também podem ser encontrados árvores e diferentes plantas; e animais, como cachorros, gatos, ratos e passarinhos. L é o F a n e lli /A rq u iv o d a e d it o ra 4. OBSERVE COM ATENÇÃO A IMAGEM DO AMBIENTE REPRESENTADO A SEGUIR. ¥ COM BASE NA ILUSTRAÇÃO, FAÇA UMA LISTA DO QUE PODE SER ENCONTRADO EM UMA CIDADE. LIVROS CONTOS DE ANIMAIS. LUÍS DA CÂMARA CASCUDO. SÃO PAULO: GLOBAL, 2013. CONTOS BEM-HUMORADOS E CURIOSOS. O RATO DO CAMPO E O RATO DA CIDADE. RUTH ROCHA. SÃO PAULO: SALAMANDRA, 2010. EXPLORA AS DIFERENÇAS ENTRE VIVER NO CAMPO E NA CIDADE. SUGESTÃO É POSSÍVEL ENCONTRAR PLANTAS E ANIMAIS NESSE LOCAL? S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra Resposta pessoal. REPRESENTAÇÃO DE UMA CIDADE. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. 17 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 4 Repita a estratégia utilizada na ativi- dade anterior e escolha alguns es tu- dantes para ler suas respostas. Estimu- le-os a pensar em exemplos de seres vivos que podem ser encontrados nas cidades, como plantas, animais de esti- mação, ratos, baratas, pombas, etc. Explore com os estudantes a relação entre esses seres vivos e o ambiente. Por exemplo: ratos podem viver em tubulações de esgoto, árvores promo- vem locais mais frescos e sombreados, pombas podem fazer ninhos sob o telhado de residências, etc. Nas atividades dessa página e da anterior, você encontra um momento no qual os estudantes são convidados a trabalhar com formas de comunicar informações comumente utilizadas em Ciências. Incentive-os a praticar a escrita de listagens, como uma pri- meira forma de começar a fazer descri- ções. Enfatize a importância de comu- nicar informações de maneira objetiva e precisa. Fazendo isso, você possibili- tará o trabalho com a competência específica 6 de Ciências da Natureza e com a prática de procedimentos rela- cionados à comunicação que são apli- cados em processos investigativos, tais como: relatar informações de forma oral, escrita ou multimodal; apresentar, de forma sistemática, dados e resulta- dos de investigações. Caso seja possível incorporar em seu planejamento, apresentamos uma sugestão de atividade complementar. 1. Você pode pedir aos estudantes que façam também uma lista do que pode ser encontrado em uma flores- ta, por exemplo: animais; habitação humana; meios de transporte (ca- noas); árvores; pessoas; rios; etc. 2. Proponha um debate com os estu- dantes: “O campo agropecuário é um ambiente modificado pelo ser humano?”. Espera-se que a maioria argumente a favor da ideia de que o campo agropecuário é um ambiente modi- ficado pelo ser humano. Os estu- dantes podem indicar que nele encontram-se modificações como construções, criação de seres vivos, etc. Verifique se eles identificam como sinal de interferência humana em um ambiente a ocorrência desse tipo de modificação. Atividade complementar A primeira horta urbana do Ceará possui 7 500 m² e está localizada no município de Juazeiro do Norte [...]. A ideia no início contou com resistência da vizinhança. Aos poucos, a iniciativa foi conquistando os moradores do bairro e mesmo quem antes não apoiava o projeto agora compra alimentos fresquinhos na horta. A horta é gerida por 40 famílias que moram nos bairros adjacentes e que por meio do projeto conseguem complementar a renda familiar. Os produtos da horta são vendi- dos a um preço acessível, democratizando o acesso a produtos orgânicos. [...] SEMEAR e colher: conheça algumas experiências de hortas urbanas no Nordeste brasileiro. Rede Solivida. Disponível em: https://tedit.net/Tc3ceL. Acesso em: 4 maio 2021. 49 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 492APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 49 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. FABRÍZIO VIOLINI É AMBIENTALISTA E TRABALHA NA FUNDAÇÃO SOS MATA ATLÂNTICA. COM A PALAVRA R e p ro d u ç ã o / A rq u iv o p e s s o a l L ig h ts p ri n g /S h u tt e rs to ck MÃOS À OBRA VOCÊ SABIA QUE É POSSÍVEL AJUDAR A CUIDAR DO AMBIENTE? PARA ENTENDER COMO FAZER ISSO, CONHEÇA UM POUCO DO TRABALHO DE UM AMBIENTALISTA. CONHEÇA O QUE ELE TEM A DIZER SOBRE CUIDADOS COM O AMBIENTE. Suzanne Cascardi/ Arquivo da editora VAMOS APRENDER COMO PODEMOS CUIDAR DO AMBIENTE. VOCÊ PODE EXPLICAR O QUE É AMBIENTE? EU DEFINO O AMBIENTE COMO TODO O ENTORNO. O AMBIENTE É FORMADO POR TODOS OS SERES VIVOS E ELEMENTOS NÃO VIVOS (COMO A TERRA, O AR E A ÁGUA) QUE EXISTEM JUNTOS EM VOLTA DE ALGUM LUGAR E PELA RELAÇÃO ENTRE ELES. COMO O SER HUMANO INTERFERE NOS AMBIENTES? POR EXEMPLO, QUANDO CULTIVAMOS UMA PLANTAÇÃO EM UMA ÁREA DE FLORESTA, PROVOCAMOS MODIFICAÇÕES NESSE AMBIENTE. QUANDO LANÇAMOS ESGOTOS SEM TRATAMENTO DIRETAMENTE EM UM RIO, POLUÍMOS AS ÁGUAS E MUDAMOS ESSE AMBIENTE. EXISTEM OUTRAS MANEIRAS DE INTERFERIR NOS AMBIENTES? FELIZMENTE, NÃO É SÓ DE MANEIRA NEGATIVA QUE INTERFERIMOS NOS AMBIENTES. PODEMOS TAMBÉM CONTRIBUIR PARA A PROTEÇÃO E A RECUPERAÇÃO DE ÁREAS NATURAIS. E COMO AS CRIANÇAS PODEM AJUDAR A PROTEGER OS DIVERSOS AMBIENTES? CUIDANDODO AMBIENTE DE CASA E DA ESCOLA E ENVIANDO CARTAS E E-MAILS AOS GOVERNANTES PARA DENUNCIAR AGRESSÕES AO AMBIENTE. ESSAS DENÚNCIAS TAMBÉM PODEM SER ENVIADAS A ENTIDADES COMO A SOS MATA ATLÂNTICA, QUE PROMOVE AÇÕES PARA PROTEGER O AMBIENTE. LEIA O TEXTO EM VOZ ALTA COM UM COLEGA. UM DE VOCÊS FAZ O PAPEL DE ENTREVISTADOR E O OUTRO, DE ENTREVISTADO. DEPOIS, INVERTAM OS PAPÉIS. VOCABULÁRIO ENTORNO: TUDO O QUE EXISTE AO REDOR, EM TORNO DE ALGO. S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra 18 Roteiros de aula e orientações didáticas Inicialmente, você pode conversar com os estudantes sobre a definição de “ambiente” apresentada pelo entre- vistado. Aproveite para aprofundar a definição desse termo, chamando a atenção para o fato de que tanto seres vivos quanto elementos não vivos fazem parte do ambiente. Pergunte também se os estudantes acham que o ser humano pode cuidar melhor do ambiente onde vive e tam- bém de outros ambientes. Relembre- -os do que viram até agora no capítulo e comente que um primeiro passo está em atitudes simples, como jogar o lixo em locais apropriados. Você pode utilizar a entrevista para debater com os estudantes que o conhecimento científico está presente no dia a dia de diferentes profissionais. Esse conhecimento tem um aspecto prático e também dinâmico, na medida em que está em constante interação com o exercício das profissões e a vida social. Enfatize essa natureza “não está- tica” do conhecimento científico. Ao fazer isso, você possibilitará o trabalho com a competência específica 1 de Ciências da Natureza. Além disso, a entrevista favorece o trabalho com o Tema Contemporâ- neo Transversal Trabalho, perten- cente à macroárea Economia. Por meio de entrevistas, apresentamos aos estudantes profissionais de dife- rentes áreas. Esse texto é uma boa oportunidade para trabalhar com os estudantes o gênero textual entrevista, marcado pelo diálogo entre o entrevistador e o entre- vistado. Sugerimos que você use a entrevista para trabalhar a oralidade e avaliar a fluência de leitura dos estudan- tes. Proponha uma leitura em dupla, na qual um estudante será o entrevistador e o outro, o entrevistado. Durante a ati- vidade, trabalhe o respeito à pontuação e à entonação. PNA e Literacia Sites S.O.S. Mata Atlântica. Disponível em: https://tedit.net/6TSM7p. ONG que promove a conservação da diversidade biológica e cultural da Mata Atlântica por meio de projetos de conservação ambiental e monitoramento do bioma, entre outros. Instituto Socioambiental (ISA). Disponível em: https://tedit.net/XGG3FU. Organização que busca propor soluções a questões com foco na defesa de bens e direitos sociais relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural, aos direitos humanos e dos povos. Acesso em: 4 maio 2021. Sugestão de... 50 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 502APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 50 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 1. CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE A ENTREVISTA COM O AMBIENTALISTA. DEPOIS, PREENCHA O QUADRO A SEGUIR COM EXEMPLOS DE: INTERFERÊNCIA HUMANA NO AMBIENTE COMO CUIDAR DO AMBIENTE Alguns exemplos mencionados no texto são: Plantar em áreas de florestas. Lançar esgotos em rios. Proteger e recuperar áreas naturais. Alguns exemplos mencionados no texto são: Contribuir para a proteção e a recuperação de áreas naturais, cuidar do ambiente de casa e da escola, enviar cartas e 1. OS QUADRINHOS DA HISTÓRIA A SEGUIR ESTÃO FORA DE ORDEM. NUMERE-OS NA ORDEM CORRETA, DE 1 A 4. DEPOIS, CONTE A UM COLEGA OU A UM FAMILIAR O QUE OCORREU NA HISTÓRIA EM QUADRINHOS. Il u s tr a ç õ e s : H a g a q u e za rt E s tú d io /A rq u iv o d a e d it o ra 2 4 1 3 PARA RECOLHER O LIXO, DEVEMOS USAR LUVAS PROTETORAS. ATENÇÃO! ASSIM TAMBÉM APRENDO e-mails aos governantes e entidades para denunciar agressões ao ambiente. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. 19 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 1 Na primeira coluna, espera-se que os estudantes respondam que o ser humano interfere nos ambientes de diversas formas, algumas negativas, como ao desmatar uma floresta ou lançar esgoto sem tratamento nos rios, etc., e algumas positivas, como ao pro- teger e recuperar áreas naturais. Na segunda coluna, espera-se que os estudantes respondam algumas atitudes simples, como jogar o lixo em local apropriado e cuidar bem do ambiente de casa e da escola. Além disso, podemos praticar ações como enviar cartas e e-mails aos governan- tes e às instituições que trabalham com a preservação da diversidade e de áreas naturais, dando opiniões, denunciando agressões aos seres vivos e ao ambiente, etc. Atividade 1 Na realização da atividade 1 da seção Assim também aprendo, alguns estudantes podem apresentar dificul- dade. Auxilie-os perguntando: “As crianças chegaram e viram muita sujeira. O que elas fizeram?”. Faça a correção de forma coletiva, aprovei- tando para falar sobre os cuidados que devemos ter com o ambiente. Ques- tione-os: “Será que essa história pode- ria ter outro fim?”; “O que aconteceria se as crianças não tivessem se organi- zado para recolher o lixo?”. Quando terminarem a atividade, peça-lhes que escrevam os possíveis diálogos dos personagens. Essa atividade favorece o desenvolvimento da escrita textual. Aproveite a oportunidade para incen- tivar a prática da oralidade e estimular o exercício da escrita. Você pode pedir aos estudantes que, primeiro, contem como preencheriam os quadrinhos com balões de fala. Depois, incentive-os a escrever os textos de acordo com suas ideias sobre o que acontece na história em quadrinhos representada. Valorize os textos produzidos e estimule que sejam compartilhados. PNA e Literacia Caso seja possível incorporar em seu planejamento, apresentamos uma sugestão de atividade complementar. Estimule os estudantes a pesquisar e conversar sobre notícias relacionadas a impactos no ambiente: poluição das águas, problemas sanitários, etc. Incentive-os a produzir e compartilhar desenhos e relatos relacionados ao cuidado com o ambiente. Você pode elaborar, com os estudantes, uma listagem de atitudes relacionadas aos cuidados com o ambiente e incluí-la no mural da turma. Além disso, pode incentivá-los a desenvolver uma campanha com o tema “Vamos tornar a escola um ambiente ainda mais agradável!”. Atividade complementar 51 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 512APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 51 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 2. OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR. ¥ AGORA, ELABORE UMA LEGENDA PARA CADA UMA DAS IMAGENS. USE OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS. SER HUMANO AMBIENTE E rn e s to R e g h ra n /P u ls a r Im a g e n s D e lfi m M a rt in s /P u ls a r Im a g e n s Resposta pessoal. Resposta pessoal. A B IMAGEM A IMAGEM B AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. QUE MODIFICAÇÕES O SER HUMANO PODE FAZER EM UM AMBIENTE? CONVERSE COM OS COLEGAS. S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra 20 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 2 Sugerimos que, durante a observa- ção das imagens, chame a atenção dos estudantes para a ocupação do ambiente de floresta pelo ser humano, bem como para a transformação desse ambiente, pois, com a ocupa- ção humana, aumenta o número de construções e diminui a quantidade de áreas verdes. Converse com os estudantes a fim de oferecer mais elementos para a composição das legendas. Comente que, ao ocupar uma floresta, as pes- soas promovem modificações no ambiente. Por exemplo, derrubam árvores no local em que construirão moradias, plantações, garimpos, etc. Quando várias pessoas fazem isso em determinada área, podem surgir povoados e pequenas cidades. As atividadesapresentadas nessa página e na próxima possibilitam o trabalho com o Tema Contemporâ- neo Transversal Educação Ambien- tal, pertencente à macroárea Meio Ambiente. Você pode incentivar os estudantes a criar legendas para descrever cada imagem. Aproveite para avaliar a expres- são escrita: “Os textos produzidos des- crevem de maneira objetiva o que é retratado?”; “Há coerência nas frases formadas?”; “O vocabulário empregado é adequado?”; “Há erros ortográficos sistemáticos?”. Estimule os estudantes a compartilhar as legendas produzidas e convide os que se sentirem à vontade a lerem em voz alta para os colegas as legendas que escreveram. PNA e Literacia Para ampliar o tema, sugerimos a atividade complementar a seguir. Promova um debate com os estudantes: “O campo agropecuário é ou não é um ambiente modificado pelo ser humano?”. Ao final do debate, argumente a favor da ideia de que o campo agropecuário é um ambiente modificado pelo ser humano. Verifique se os estudantes identificam como sinais de modificações humanas em um ambiente a ocorrência de construções, de plantações e de criações de animais. Atividade complementar 52 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 522APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 52 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 3. OBSERVE ESTAS IMAGENS E SUAS LEGENDAS: ¥ AGORA, TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E RESPONDA ÀS PERGUNTAS. A) O QUE AS IMAGENS MOSTRAM? As imagens mostram o mesmo local em diferentes épocas. B) O QUE MUDOU DE UMA IMAGEM PARA A OUTRA? A avenida foi pavimentada; diversos prédios foram construídos e árvores derrubadas; postes foram instalados; novas árvores foram plantadas; o espaço foi ocupado por outros meios de transporte, como carros e bicicletas em vez de carruagens. 4. COMO VOCÊ ACHA QUE SERÁ O AMBIENTE ONDE VOCÊ VIVE DAQUI A ALGUNS ANOS, QUANDO VOCÊ SE TORNAR IDOSO? EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UM DESENHO DO QUE IMAGINOU E O EXPONHA NO MURAL DA TURMA. Resposta pessoal. Reprodução/Museu Paulista da USP, São Paulo, SP. PINTURA DE JULES MARTIN MOSTRANDO A AVENIDA PAULISTA, SÃO PAULO, EM 1891 (PINTURA EM AQUARELA, DE 45 CENTÍMETROS 3 66 CENTÍMETROS). FOTOGRAFIA DA AVENIDA PAULISTA, SÃO PAULO, EM 2019. A B VOCABULÁRIO IDOSO: PESSOA QUE TEM MUITOS ANOS DE VIDA. eli medeiros/Shutterstock AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. 21 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 3 Sugerimos que você comente com os estudantes que a pintura de Jules Martin, feita em aquarela sobre papel, retrata a avenida Paulista em São Paulo no dia de sua inauguração, que ocorreu em 8 de dezembro de 1891. Se julgar interessante, acesse o link indicado na Atividade complementar e mostre aos estudantes fotografias de grandes cidades no passado e atualmente. Atividade 4 Procure observar quais elementos os estudantes imaginam que serão mais modificados: mencionam-se áreas verdes, construções, veículos, quantidade de pessoas, poluição, etc. Aproveite a oportunidade para per- guntar que elementos eles julgam que não serão modificados ou que sofrerão poucas modificações. Por fim, comente com a turma os dese- nhos feitos. Sugerimos que explique aos estu- dantes que, segundo a Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, que prevê o Estatuto do Idoso, “idoso” é todo indivíduo com 60 anos ou mais. Caso seja possível incorporar em seu planejamento, apresentamos uma sugestão de atividade complementar. Acesse a matéria 13 grandes cidades pelo mundo em imagens, no clássico “antes e depois”, disponível em: https:// tedit.net/bevEOH (acesso em: 6 ago. 2021), e apresente as fotografias aos estudantes, propondo uma troca de ideias: “O que mostra cada imagem?”; “O que mudou de uma imagem para a outra?”. Durante a atividade, incen- tive o debate: “De modo geral, o que acontece durante o desenvolvimento das grandes cidades?”; “O número de construções aumenta ou diminui? E o número de áreas verdes?”; “O que mais muda com o passar do tempo?”. Atividade complementar 53 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 532APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 53 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. O QUE VOCÊ TEM FEITO PARA CUIDAR DO ENTORNO DA SUA RESIDÊNCIA E DA ESCOLA? UMA BOA IDEIA É PLANTAR. PODE SER UM OU OUTRO VASINHO, UM CANTEIRO DE ERVAS OU ATÉ MESMO UM JARDIM INTEIRO. AS PLANTAS SÃO IMPORTANTES POR MUITOS MOTIVOS. CONHEÇA ALGUNS DELES EXPLORANDO ESTA PÁGINA E A PÁGINA SEGUINTE. DEPOIS, QUE TAL PÔR A MÃO NA MASSA? COM O PROFESSOR E OS COLEGAS, PLANTEM ALGUNS VEGETAIS! AS PLANTAS SERVEM DE alimento PARA VÁRIOS SERES VIVOS. E c u a d o rp o s ta le s /S h u tt e rs to ck CANTEIROS COM FLORES TÊM cores E cheiros QUE TORNAM QUALQUER AMBIENTE MAIS BONITO E AGRADÁVEL. D ie g o G ra n d i/ S h u tt e rs to ck G iz d e C e ra / A rq u iv o d a e d it o ra Respostas pessoais. Suzanne Cascardi/ Arquivo da editora A IMPORT�NCIA DAS PLANTAS CERCA DE 50 CENTÍMETROS VAMOS PLANTAR? AFINAL, AS PLANTAS SÃO MUITO IMPORTANTES. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. G iz d e C e ra / A rq u iv o d a e d it o ra Respostas pessoais. Respostas pessoais. Respostas COMO NOSSA ESCOLA PODERIA FICAR SE TIVESSE MAIS PLANTAS? EM QUE LUGARES DA MINHA CASA EU POSSO PLANTAR? 22 Repare que aqui você encontra oportunidade para fazer um trabalho relacionado à habilidade EF02CI06 da BNCC. Particularmente, aqui é dada ênfase às relações entre as plantas e o entorno. BNCC Habilidade Roteiros de aula e orientações didáticas Sugerimos que, após a leitura do mural, você solicite aos estudantes que deem mais exemplos da impor- tância das plantas no ambiente e para os seres humanos. Você pode, por exemplo, comentar o uso de chás com finalidade terapêutica. Além deles, há muitos remédios industria- lizados que apresentam substâncias medicinais extraídas das plantas. Além das informações apresenta- das no mural dessa página e da seguinte, você também pode conver- sar com os estudantes sobre a impor- tância das plantas para a qualidade da água utilizada no abastecimento humano (veja o texto complementar a seguir). Esclareça também que uma área com plantas que produzem néc- tar e frutos atrai várias aves, insetos e outros animais, que buscam as plan- tas como fonte de alimento. Caso julgue necessário, leia com os estudantes uma segunda vez o texto em voz alta e, a fim de promover a fluência leitora, peça a eles que pro- curem acompanhar a leitura em voz alta também. Vale ressaltar que a reflexão sobre as mudanças ocorridas nas paisagens no decorrer do tempo pode não só sensibilizar os estudantes para as implicações socioambientais, como pode motivá-los a atuar visando pro- mover simultaneamente a preserva- ção ambiental e a qualidade de vida. Com essas reflexões, você poderá estimular o desenvolvimento da com- petência específica 8 de Ciências da Natureza. A importância das matas ciliares A água é uma substância essencial para nossa sobrevivência e a de todos os seres vivos, e sua produção e manutenção está diretamente relacionada à floresta. Por isso precisamos entender melhor o papel das florestas e saber como preservá-las. A mata ciliar, por exemplo, funciona na natureza como os cílios funcionam para os nossos olhos. Tal como nossos cílios, que limpam e lubrificam nossos olhos, além de permitir que se fechem diante de uma luz muito forte, ou de uma ameaça qualquer (cisco de poeira, por exemplo); a mata ciliar [...] protege os rios e córregos, impedindo que sujeiras sólidas, como terra, restos de inseticidas, herbicidas, fungicidas e adubos cheguem aos rios, às lagoas e aos córregos. [...] Texto complementar 54 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 542APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 54 10/08/2120:0110/08/21 20:01 1. ANALISE AS SITUAÇÕES APRESENTADAS NO MURAL QUE OCUPA ESTA PÁGINA E A ANTERIOR. COMPLETE AS LEGENDAS USANDO OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS A SEGUIR. SOMBRAS ABRIGO ALIMENTO CORES QUALIDADE NUTRIENTES CHEIROS FOLHAS E GALHOS QUE CAEM SOBRE O SOLO AJUDAM A ENRIQUECÊ-LO COM nutrientes . ÁRVORES FORMAM sombras . ISSO CONTRIBUI PARA AMENIZAR A TEMPERATURA NOS CENTROS URBANOS. EM LUGARES COM MUITAS PLANTAS, A UMIDADE E A qualidade DO AR SÃO MAIORES. V la d is la v T . J ir o u s e k /S h u tt e rs to ck F e rn a n d o A ra ú jo /F u tu ra P re s s H a g a q u e za rt E s tú d io /A rq u iv o d a e d it o ra PLANTAS TAMBÉM PODEM SERVIR DE W iz d a ta /S h u tt e rs to ck abrigo . POR EXEMPLO, VÁRIAS AVES FAZEM NINHO EM ÁRVORES. CERCA DE 10 CENTÍMETROS CERCA DE 10 CENTÍMETROS AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. TERMINE DE PINTAR A CENA. 23 Roteiros de aula e orientações didáticas Com relação à legenda do canto inferior esquerdo dessa página, escla- recemos que as plantas “perdem” água para o ambiente por um processo cha- mado evapotranspiração. Elas absor- vem água do solo e, através das folhas, a “devolvem” ao ambiente. Por causa disso, a umidade do ar tende a ser maior em áreas com muita vegetação. Explique aos estudantes que a camada de folhas que caem sobre o solo cria um ambiente ideal para mui- tos insetos, aranhas, tatuzinhos e outros animais. Além disso, a atividade aqui apre- sentada possibilita o trabalho com o Tema Contemporâneo Transversal Educação Ambiental, pertencente à macroárea Meio Ambiente. As atividades nessa dupla de pági- nas estimulam o desenvolvimento da escrita de legendas pelos estudantes do início do 2o ano, ao apresentar-lhes uma estrutura pronta de um texto curto e objetivo, que deve ser finali- zado. Ao mesmo tempo que preen- chem as lacunas e terminam de escre- ver as legendas, os estudantes têm a oportunidade de se familiarizar e de se apropriar dessa estrutura textual. Apro- veite a oportunidade para favorecer o desenvolvimento de vocabulário, con- versando com eles sobre o significado dos termos do banco de palavras. PNA e Literacia Caso seja possível incorporar em seu planejamento, apresentamos uma sugestão de atividade complementar. Se possível, leve os estudantes até o jardim da escola ou a uma praça próxima da escola para observar as plantas e sua relação com os demais seres vivos. Observe o que mais chama a atenção dos estudantes em relação às plantas: cores, formas, pos- síveis interações com animais, a pai- sagem que ajudam a compor, etc. Lembre-se de que atividades fora da escola devem ser comunicadas com antecedência aos pais ou responsá- veis, bem como à direção da escola. Oriente os estudantes a usarem pro- tetor solar, boné ou chapéu e à leva- rem água para hidratação. Atividade complementar Além disso, por ter um ciclo de vida longo (mais de 7 anos) e um sistema radicular profundo (até 10 m de profundidade), a floresta captura os nutrientes advindos das chuvas e do ar. Melhor que qualquer outra cultura, as árvores copadas protegem o solo dos impactos da chuva, depositam restos [...] (folhas, galhos, frutos e sementes) em sua superfície, pro- tegendo-o, portanto, dos impactos da chuva. Além disso, reciclam nutrientes e, com isso, recuperam solos degradados. Por possuir boa arquitetura para estruturar o solo, o sistema radicular das florestas evita, ainda, desmoronamentos ou deslizes de terra nas encostas. A IMPORTÂNCIA das matas ciliares. Embrapa Meio Ambiente. Disponível em: https://tedit.net/Nc7DSy. Acesso em: 4 maio 2021. 55 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 552APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 55 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 24 VAMOS VER DE NOVO NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE: • O SER HUMANO PODE MORAR EM DIFERENTES AMBIENTES. • FLORESTAS, CAMPOS AGROPECUÁRIOS E CIDADES SÃO EXEMPLOS DE AMBIENTES. • CUIDAR DE ÁREAS VERDES É UM EXEMPLO DE INTERFERÊNCIA POSITIVA NO AMBIENTE. Gabriela Emmerich/ Arquivo da editora AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. Roteiros de aula e orientações didáticas Nesta seção, apresentamos uma síntese das principais proposições conceituais trabalhadas no capítulo. Além de elencar tais proposições uma a uma, apresentamos um mapa con- ceitual, recurso esquemático que facilita a visualização destas proposi- ções pelos estudantes. Usando as ideias de J. D. Novak e D. B. Gowin (1984), podemos dizer que os mapas conceituais se diferen- ciam de outros tipos de esquema na medida em que: • expõem os conceitos e as propo- sições fundamentais em uma lin- guagem simples e concisa; • mostram as relações entre as ideias principais de modo simples e vis- toso, aproveitando a capacidade humana para a representação visual; • acentuam visualmente tanto as relações hierárquicas entre concei- tos e proposições como as relações cruzadas entre grupos de concei- tos e proposições. Assim, os mapas conceituais cons- tituem um bom recurso visual para sintetizar os principais conceitos e pro- posições trabalhados no capítulo. Avaliando as aprendizagens Você pode usar os mapas concei- tuais para avaliar as aprendizagens. Uma sugestão é organizar os estu- dantes em grupos e solicitar que pro- duzam um mapa conceitual alterna- tivo ao apresentado aqui. Para isso, eles podem manipular os conceitos apresentados mudando a hierarquia entre eles, alterando as ligações com setas, etc. Podem, inclusive, acrescentar con- ceitos que julgam importantes e que gostariam de relacionar com os demais conceitos apresentados no esquema. Você pode apontar concei- tos específicos e pedir aos estudantes que os relacionem; criar uma relação correta e uma relação incorreta entre conceitos e pedir aos estudantes que as comentem; inverter a hierarquia de certos conceitos e conversar com os estudantes sobre argumentos para justificar a modificação feita. Durante a troca de ideias com os estudantes sobre essas modifica- ções, procure fazer apontamentos e explicações em relação aos mapas produzidos, quando julgar que é necessária alguma remediação da aprendizagem. Neste capítulo, durante o trabalho com os conceitos e as proposições conceituais explicitadas no esquema aqui apresentado, foram oferecidas aos estudantes oportunidades para praticar e desenvol- ver algumas competências específicas de Ciências da Natureza. Mais especificamente, demos maior ênfase às competências 1, 6 e 8. O desenvolvimento das competências específicas 2 e 3, por sua vez, é mais frequente e se dá ao longo de todo o capítulo – por exemplo, nos momentos em que são desenvolvidas habilidades relacionadas a processos investigativos. BNCC Competências específicas de Ciências da Natureza 56 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 562APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 56 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 25 1. OBSERVE A MAQUETE DE UMA CIDADE QUE AS CRIANÇAS ESTÃO CONSTRUINDO. COMO ELA PODERIA SER APERFEIÇOADA? O QUE AS CRIANÇAS PODERIAM INCLUIR? COMO FARIAM? CONVERSE COM OS COLEGAS. Resposta pessoal. ¥ VOCÊ CONCORDA COM O QUE DIZ CADA CRIANÇA? ESCREVA SUA RESPOSTA E DEPOIS EXPLIQUE. Espera-se que os estudantes identifiquem que plantações são interferências humanas no ambiente, que as plantas são importantes para o ambiente e que o ambiente pode ser grande ou pequeno. 3. ESCREVA SUA MENSAGEM NO ESPAÇO DESTINADO À PROPAGANDA DO PONTO DE ÔNIBUS AO LADO. J o rd i C /S h u tt e rs to ck M o u s e s S a g io ra to /A rq u iv o d a e d it o ra Resposta pessoal. E d u a rd o S a n ta lie s tr a /A rq u iv o d a e d it o ra 2. OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR. AMBIENTE É SEMPRE ALGO MUITO GRANDE, COMO UMA FLORESTA OU UMACIDADE. AS PLANTAS SÃO IMPORTANTES PARA O AMBIENTE. COM UM CO LEGA, REPRODUZ A AS FALAS DESS AS CRIANÇAS E M VOZ ALTA. CRIANÇAS CONSTRUINDO UMA MAQUETE. PLANTAÇÕES NÃO SÃO UMA INTERFERÊNCIA HUMANA NO AMBIENTE. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. ESPAÇO DESTINADO À PROPAGANDA EM PONTO DE ÔNIBUS. Avaliando as aprendizagens Algumas atividades aqui ajudam a avaliar a aprendizagem dos estudan- tes. Para serem respondidas, as ques- tões propostas demandam diversas habilidades, desenvolvidas no decor- rer deste capítulo. Sugerimos que elas sejam feitas individualmente. Depois, os estudantes podem ser organizados em duplas para comparar as respos- tas, verificar as divergências e chegar a um consenso. Essa é uma poderosa estratégia de avaliação, uma vez que cada estudante deve expor o que aprendeu, possibilitando repensar suas ideias e explicitar suas dúvidas. Atividade 1 Os estudantes podem citar cons- truções, como pontes, viadutos, semá- foros, hospitais, comércio; meios de transporte, como carros, caminhões, motos e bicicletas; além de parques e praças e de rios, córregos e lagos. Atividade 2 Espera-se que os estudantes con- cordem com a fala sobre a importân- cia das plantas para o ambiente e discordem das demais. Comente que as plantas tornam o ambiente mais bonito e agradável, servem de ali- mento e abrigo para muitos seres vivos, contribuem para a fertilidade do solo e a qualidade do ar, etc. Comple- mente informando que o ambiente é o entorno e pode ser grande – como o bairro ou a cidade – ou bem menor – como o quarto, a casa, a escola, um aquário, etc. Além disso, comente com os estudantes que plantações e cons- truções podem ser consideradas inter- ferências humanas no ambiente. De maneira geral, ao introduzir a planta- ção de uma ou pouca variedade vege- tal, o ser humano interfere significati- vamente em áreas naturais. Atividade 3 Você pode sugerir aos estudantes alguns temas a serem abordados na resposta, como: cuidados com o lixo, com as áreas verdes, com os manan- ciais de onde obtemos água para o consumo, etc. Neste capítulo, oferecemos oportunidades para trabalhar com Temas Contemporâneos Transver- sais como Educação Ambiental e Trabalho, pertencentes às macroáreas Meio Ambiente e Eco- nomia, respectivamente. Esteja atento que, ao possibilitar o trabalho com Temas Contemporâneos Transversais, você pode ampliar o potencial de despertar o interesse das crianças e de contextuali- zar o que é estudado, de maneira a estimular a relevância de certos temas que podem contribuir para o desenvolvimento dos estudantes como cidadãos do mundo. BNCC Temas Contemporâneos Transversais 57 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 572APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 57 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 2 CAPÍTULO SERES VIVOS SE DESENVOLVEM D o b e rm a ra n e r/ S h u tt e rs to ck NESTE CAPÍTULO, VAMOS ESTUDAR ALGUNS SERES VIVOS, SUA REPRODUÇÃO E SEU DESENVOLVIMENTO. • FAÇA DUAS LISTAS NO CADERNO: UMA DO QUE É VIVO E OUTRA DO QUE NÃO É VIVO NO AQUÁRIO MOSTRADO NA IMAGEM ACIMA. • EM SUA OPINIÃO, O QUE DIFERENCIA O QUE É VIVO DO QUE NÃO TEM VIDA? • COMO VOCÊ IMAGINA QUE SEJAM UMA MOSCA, UM PÉ DE FEIJÃO E UMA SERPENTE AO NASCER? SERIAM DIFERENTES DE QUANDO ADULTOS? PARA INICIAR S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u ivo d a e d ito ra O QUE É VIVO NESSE AQUÁRIO? AQUÁRIO COM SERES VIVOS E ELEMENTOS NÃO VIVOS. 26 Visão geral do capítulo Neste capítulo, vamos estudar o desenvolvimento de algumas plantas e animais (inclusive do ser humano). Procure favorecer a concepção de que tudo o que é vivo tem o poten- cial de se desenvolver e se reproduzir. Abordaremos também quais são as principais partes da estrutura de uma planta e quais as condições necessá- rias para o bom desenvolvimento das plantas em geral. Avaliação inicial – Para iniciar Sugerimos que, inicialmente, incen- tive os estudantes a refletir sobre a imagem apresentada nesta abertura: “Conseguimos diferenciar o que é vivo do que não é vivo em um ambiente?”. Aproveite a oportunidade para avaliar o que os estudantes já sabem e que argumentos usam para justificar que algo é vivo. Entre as características dos seres vivos, muitos podem citar o movimento. É comum também rela- cionarem a vida com animais, com os quais estão mais familiarizados, mas não com plantas. Para trabalhar os dois primeiros itens da seção Para iniciar, proponha novos questionamentos: “Os seres vivos surgem de onde?”; “O que entendemos por desenvolvimento de um ser vivo?”; “Como você acha que estará o aquário da fotografia após algum tempo?”. Provavelmente, será possível constatar mudanças nos seres vivos presentes no aquário, bem como o aparecimento de novos seres vivos a partir da reprodução dos pree- xistentes. Proponha a eles que façam esse exercício de imaginação e, se possível, peça-lhes que o registrem por meio de um desenho. No terceiro item, avalie o que os estudantes já sabem: “Já observa- Na seção Para Iniciar, você encon- tra uma oportunidade para resgatar o que os estudantes já sabem sobre o que será estudado. Procure valorizar esse conhecimento inicial que as crianças trazem para a sala de aula logo no começo do desenvolvimento das atividades do capítulo. BNCC Orientações gerais ram algum vegetal se desenvolver?”; “O que sabem sobre o desenvolvimento dos ani- mais?”; “Conhecem insetos que, na fase inicial do desenvolvimento, possuem o corpo bem diferente de quando eram adultos (como bor- boletas e moscas)?”. É aconselhável que, de tempos em tempos, você peça aos estudantes que revejam o que debateram neste momento inicial e então refli- tam se, depois de terem realizado determinado trabalho ou sequência de atividades, responde- riam da mesma forma ao que foi perguntado aqui. Isso possibilita a avaliação da própria aprendizagem e a dimensão de sua evolução. 58 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 582APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 58 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 VAMOS PLANTAR GRÃOS DE FEIJÃO E ACOMPANHAR SEU DESENVOLVIMENTO? COMO FAZER 1. COLOQUE TERRA UMEDECIDA EM UM VASO. LAVE BEM AS MÃOS APÓS MEXER COM A TERRA. SE POSSÍVEL, USE LUVAS PROTETORAS. ATENÇÃO! ATIVIDADE PRÁTICA 2. PLANTE OS FEIJÕES NA TERRA, A CERCA DE 1 CENTÍMETRO DE PROFUNDIDADE. 3. COLOQUE O VASO EM LOCAL ILUMINADO. MOLHE A TERRA SEMPRE QUE NOTAR QUE ESTÁ SECANDO. 4. OBSERVE O DESENVOLVIMENTO DO PÉ DE FEIJÃO DURANTE ALGUNS DIAS. FAÇA DESENHOS E ANOTAÇÕES NO ESPAÇO A SEGUIR. Im a g e n s : E d u a rd o S a n ta lie s tr a /A rq u iv o d a e d it o ra TERRA SENDO UMEDECIDA COM ÁGUA. GRÃO DE FEIJÃO SENDO COLOCADO NA TERRA. LIVRO JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO. IRMÃOS GRIMM. SÃO PAULO: SCIPIONE, 2009. (COLEÇÃO CONTO ILUSTRADO). CONTO DE FADAS SOBRE UM MENINO QUE PLANTA UM ENORME PÉ DE FEIJÃO. SUGESTÃO • ÁGUA • GRÃOS DE FEIJÃO • TERRA • VASO OU POTE PLÁSTICO MATERIAL NECESSÁRIO DESENVOLVIMENTO DO PÉ DE FEIJÃO B a n c o d e i m a g e n s /A rq u iv o d a e d it o ra S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra COLE UM PAPEL NO VASO INDICANDO A DATA DA SEMEADURA. Desenho do estudante. 27 Roteiros de aula e orientações didáticas Nessa atividade, levamos os estu- dantes a observar o desenvolvimento do feijoeiro desde a semeadura até o aparecimento de folhas, flores e vagens. Por isso, os feijões devem ser colocados diretamente na terra, e não em outros substratos, como um algo- dão úmido, o que seria adequado para observar somente o desenvolvi- mento inicial do feijoeiro. Você pode organizar a turma em grupos e fornecer aos estudantes gar- rafas PET transparentes para servirem de vaso. Faça furos no fundo das gar- rafas e, depois, recorte-as com o auxí- lio de uma tesoura.Somente adultos devem realizar esse procedimento. Peça aos estudantes que façam suas observações pelo menos no 3o, 7o, 12o, 30o dia e, se possível, no 60o dia. Nos anos iniciais do Ensino Fun- damental, são mais indicadas obser- vações qualitativas e evidentes (se o pé tem ou não tem folha; se está maior ou menor; etc.) –, daí as obser- vações nesses intervalos de tempo. Você pode transformar o acompa- nhamento do desenvolvimento do pé de feijão em uma atividade inves- tigativa. Uma ideia é solicitar aos estu- dantes que testem hipóteses sobre o que influencia o desenvolvimento dessas plantas, por exemplo, a quan- tidade de luz e a de água. Cada um desses fatores pode ser testado isola- damente, em amostras cultivadas em sementeiras. Você pode incentivar os estudantes a plantar e observar o desenvolvimento de diferentes vege- tais. Uma sugestão é o alpiste, que tem crescimento rápido. A atividade dessa página favorece que os estudantes pratiquem e desenvolvam procedimentos que são aplicados em processos investiga- tivos. Mais especificamente, aqui eles podem praticar ações como: observar o mundo a sua volta e fazer pergun- tas; analisar demandas e planejar investigações; planejar e realizar ativi- dades de campo; desenvolver e utili- zar ferramentas para coleta de dados; selecionar e construir argumentos com base em evidências; relatar infor- mações; apresentar, de forma siste- mática, dados e resultados. Você pode usar a atividade de semear e acompanhar o desenvolvimento de uma planta para trabalhar as habilidades EF02CI05 e EF02CI06 da BNCC. Para isso, procure incentivar os estudantes a identificar e a fazer registros do aspecto das diferentes partes do vegetal com o passar do tempo. Incentive também a realização de investigações nas quais se varia a quantidade de água e de luz que as plantas em desenvolvimento recebem. BNCC Habilidade 59 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 592APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 59 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. PLANTAS SE DESENVOLVEM VOCÊ SABIA QUE O GRÃO DE FEIJÃO É UMA SEMENTE? DENTRO DELE EXISTE O EMBRIÃO DE UM NOVO SER VIVO. EM CONDIÇÕES ADEQUADAS, OCORRE A GERMINAÇÃO DO FEIJÃO. DEPOIS DE 10 DIAS JÁ É POSSÍVEL IDENTIFICAR: N ig e l C a tt in / A la m y /F o to a re n a D o tt a 2 / A rq u iv o d a e d it o ra D o tt a 2 /A rq u iv o d a e d it o ra M o n ta g e m fl o r: P o ta p o v A le x a n d e r/ S h u tt e rs to ck FEIJOEIRO 60 DIAS APÓS O PLANTIO. FEIJOEIRO 10 DIAS APÓS O PLANTIO. GRÃO DE FEIJÃO PARTIDO AO MEIO. EMBRIÃO FOLHAS CAULE RAÍZES FLORES VAGEM FOLHAS CAULE RAÍZES • RAÍZES – ELAS FIXAM A PLANTA NO SOLO, DE ONDE PODEM SER CAPTADOS NUTRIENTES E ÁGUA. • CAULE – ELE AINDA NÃO É MUITO RÍGIDO, MAS JÁ SUSTENTA ALGUMAS FOLHAS. • FOLHAS – SÃO ELAS QUE CAPTAM A MAIOR PARTE DOS RAIOS DE LUZ DE QUE A PLANTA PRECISA. QUANDO A PLANTA RECEBE ÁGUA, LUZ E NUTRIENTES DE MANEIRA ADEQUADA, ELA CONTINUA A SE DESENVOLVER. COM CERCA DE 60 DIAS, HÁ MUITAS FOLHAS NO FEIJOEIRO, ALÉM DE: • FLORES – ELAS ESTÃO RELACIONADAS À REPRODUÇÃO DAS PLANTAS. • VAGENS – ELAS SÃO OS FRUTOS DO FEIJOEIRO. DENTRO DELAS SE FORMAM OS GRÃOS DE FEIJÃO QUE USAMOS NA ALIMENTAÇÃO. SE PLANTARMOS UM GRÃO DE FEIJÃO, UMA NOVA PLANTA PODE SE DESENVOLVER. É O COMEÇO DE UMA NOVA VIDA! AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. VAMOS VER COMO ALGUMAS PLANTAS SE DESENVOLVEM COM O PASSAR DO TEMPO. Suzanne Cascardi/ Arquivo da editora 28 Roteiros de aula e orientações didáticas Sugerimos que, antes de iniciar a leitura do texto, incentive a troca de experiências: “Quem já viu um feijão se desenvolver?”; “E quem já viu outra planta se desenvolver, desde quando era uma sementinha?”. Após a leitura do texto, promova o desafio: “Que tal escrevermos um texto como esse para contar como é o desenvolvimento de outra planta?”. Se possível, aproveite as observa- ções que os estudantes estão fazendo na Atividade prática sobre o desenvol- vimento do pé de feijão durante alguns dias e incentive comparações com as imagens apresentadas na página. Um esclarecimento em relação à flor e à vagem mostradas na fotogra- fia: elas variam de acordo com o tipo de feijão plantado. Aqui você encontra uma oportunidade para trabalhar a habilidade EF02CI06 da BNCC. Nesta parte do livro, é dada ênfase a algumas partes de uma planta: o feijoeiro. Apesar de fazer parte do cotidiano de muitos estudantes comer feijões, muitas crianças ainda não conhecem um pé de feijão adulto, com vagens. Seria interessante plantar feijões com as crianças e deixá-los crescer até o ponto em que possam ser observadas flores e vagens. No final, as crianças poderiam até preparar uma refeição usando os grãos de feijão que obtivessem. BNCC Habilidade Você pode fomentar um debate para ajudar os estudantes a explorar ainda mais a leitura e a interação com o texto: “O que aconteceria se o último pará- grafo do texto se tornasse o primeiro? O texto continuaria fazendo sentido?”; “Se vocês fossem reposicionar os pará- grafos, como eles ficariam no texto: qual seria o primeiro, qual seria o segundo, etc.?”. Incentive com isso a discussão sobre a estrutura textual e estimule a escrita entre os estudantes. PNA e Literacia Sites Na internet, há diversos filmes e sequências de imagens (em inglês) que mostram o desen- volvimento de feijões. Runner Bean hypogeal germination time lapse over 24 days. Disponível em: https://tedit.net/xA4YSL. Bean Time-Lapse – 25 days | Soil cross section. Disponível em: https://tedit.net/lMDHSM. Time Lapse Video Germination of Seed. Dis- ponível em: https://tedit.net/oGP4P8. Acesso em: 30 abr. 2021. Sugestão de... 60 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 602APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 60 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 1. O QUE EXISTE DENTRO DAS VAGENS DE UM FEIJOEIRO? CONVERSE COM OS COLEGAS E RESPONDA A SEGUIR. Grãos de feijão. 2. LEIA AS ANOTAÇÕES A SEGUIR E MARQUE COM UM X AS QUE SÃO CORRETAS. X DENTRO DA SEMENTE DO FEIJÃO ENCONTRA-SE O EMBRIÃO. EXISTEM FLORES NO PÉ DE FEIJÃO COM 10 DIAS. OS PÉS DE FEIJÃO COM 60 DIAS AINDA NÃO TÊM VAGENS. X OS GRÃOS DE FEIJÃO SÃO USADOS NA ALIMENTAÇÃO. 3. AGORA, DESENHE UM PÉ DE FEIJÃO COM 60 DIAS. REPRESENTE E INDIQUE COM SETAS AS ESTRUTURAS DESSA PLANTA CITADAS NA PÁGINA ANTERIOR. S e rg io R a n a lli /P u ls a r Im a g e n s Exemplo de desenho do estudante. H a g a q u e za rt E s tú d io /A rq u iv o d a e d it o ra folhas flor vagem caule raiz 29 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 1 Se possível, leve para a sala de aula vagens de diferentes plantas (ervilha, soja, fava, tamarindo, ou mesmo de plantas não comestíveis, como pau-brasil, pata-de-vaca, sibi- piruna, etc.) e apresente-as aos estu- dantes. Essas vagens podem ser abertas para que eles identifiquem as sementes dentro delas. Atividade 2 Peça aos estudantes que observem as imagens exibidas na página 28: no pé de feijão de 10 dias ainda não é possível ver flores, e o pé de feijão de 60 dias já apresenta vagem. Atividade 3 Espera-se que os estudantes dese- nhem um pé de feijão já desenvolvido, com folhas em abundância, algumas flores e vagens. Verifique se posiciona- ram as setas corretamente, de acordo com a ilustração de referência. Áudio Pesquisa Brasil Em um episódio do podcast, a pes- quisadora Rafaela Forzza (Jardim Botâ- nico do Rio de Janeiro) explica as impli- cações da descoberta que aponta o Brasil como o país com a maior diver- sidade de plantas do mundo. Dispo- nível em: https://tedit.net/I5wKX5. Acesso em: 4 maio 2021. Sugestão de... 61 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 612APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 61 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante emtamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 4. OS ESTUDANTES ESTÃO MONTANDO UM MURAL SOBRE A INFLUÊNCIA DA LUZ E DA ÁGUA NA VIDA DAS PLANTAS. COMPLETE OS TEXTOS NESTA PÁGINA E NA PRÓXIMA. Influência da água O cravo da esquerda foi regado de modo adequado, todos os dias. Já o cravo da direita não foi mais regado. Verificamos que a planta que foi regada de maneira adequada continuou com as folhas esverdeadas e firmes . Já a planta que deixou de ser regada foi ficando com as folhas ressecadas e descoloridas, até que morreu . 1O DIA 3 O DIA 14O DIA7O DIA Im a g e n s : P a u l L u n d /A la m y /F o to a re n a INVESTIGANDO FATORES QUE 30 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 4 Repare que aqui os estudantes pra- ticam a escrita, ainda que de acordo com o estágio de alfabetização em que se encontram. Esse procedimento é recorrente em vários outros momen- tos desta coleção e vai ganhando complexidade com o desenvolvi- mento dos anos escolares. Sugerimos que você incentive os estudantes a variar as condições de luminosidade e irrigação no desenvol- vimento dos pés de feijão da Atividade prática. A ideia é que analisem os resul- tados obtidos, discutindo-os com os colegas e comparando-os com os apre- sentados nesta e na próxima página. Os textos aqui apresentados podem ser considerados relatórios. Esse tipo de texto é muito caracte- rístico da atividade científica. Ao propiciar a oportunidade de praticar a escrita de relatórios, você oferecerá aos estudantes a possibilidade de colocar em prática procedimentos relacionados aos processos inves- tigativos, como: relatar informações de forma oral, escrita ou multimodal; apresentar, de forma sistemática, dados e resultados de investigações. Lembre-se de que possibilitar o desenvolvimento de procedimentos que são aplicados em investigações é um aspecto importante da Educa- ção em Ciências. Para aprofundar o assunto, suge- rimos uma atividade complementar caso seja possível incorporá-la no seu planejamento. Você pode organizar a turma em grupos de estudantes para realiza- rem pesquisas sobre o desenvolvi- mento de diferentes plantas. Além disso, eles podem cultivar plantas diferentes do pé de feijão. As ima- gens do desenvolvimento dessas diferentes plantas podem ser com- partilhadas no mural da turma, ofe- recendo uma visão do desenvolvi- mento de diferentes vegetais. Atividade complementar Aqui damos ênfase à habilidade EF02CI05 da BNCC. Você pode ampliar as atividades, sugerindo aos estudantes que façam testes com diferentes vegetais. BNCC Habilidade Renove o trabalho com os pés de feij‹o Para muitos professores, as aulas de Ciências não podem dispensar a atividade de semeadura de feijões, usando como base um pedaço de algodão úmido. Tradicio- nalmente, tem-se por objetivo apenas que as crianças observem o passo a passo da germinação. Mas essa atividade, com alguns pequenos “toques”, pode aproximá-las do que seria, de fato, fazer ciências em sala de aula. Assim, convide os estudantes a se- pararem mais de um grão para germinar. Sim, porque os cientistas costumam trabalhar não com “uma” semente, mas com uma “amostra” de sementes, para terem uma ideia mais exata do processo que observam. Depois de germinados, os pés de feijão devem Texto complementar 62 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 622APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 62 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 5. CONVERSE COM OS COLEGAS: QUE CUIDADOS DEVEMOS TER PARA QUE AS PLANTAS SE DESENVOLVAM BEM? Influência da luz A planta da esquerda recebeu iluminação adequada durante a germinação. Já a planta da direita foi deixada no escuro durante o início do seu desenvolvimento. MUDAS DE AGRIÃO QUE GERMINARAM COM LUZ (À ESQUERDA) E NO ESCURO (À DIREITA). N ig e l C a tt lin /A la m y /F o to a re n a As plantas devem receber água, luz e nutrientes em quantidades adequadas. INFLUENCIAM NA VIDA DAS PLANTAS Constatamos que as mudas que receberam iluminação adequada ficaram com as folhas esverdeadas e com o caule de aspecto rígido e de tamanho mais curto . Também constatamos que as mudas que não receberam luz ficaram com as folhas amareladas e com o caule bem comprido, de aspecto frágil e de coloração pálida . 31 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 5 Neste caso do agrião, trata-se da germinação de sementes com e sem luz. Os estudantes talvez estranhem o fato de as plantas que não recebem luz crescerem mais. Você pode comen- tar que, apesar de mais compridas, essas plantas são mais frágeis. Se a condição de pouca luminosidade persistir, as plantas não vão sobrevi- ver. Pode ser que os estudantes conheçam broto de feijão (moyashi, em japonês) ou broto de alfafa, usa- dos na alimentação; esses produtos são obtidos pela germinação das sementes sob baixa luminosidade. Aqui você encontra mais um mo- mento na coleção no qual os estudan- tes são convidados a trabalhar com formas de comunicar informações comumente utilizadas em Ciências. Incentive os estudantes a praticar a escrita de relatórios e a confecção de esquemas, fichas, tabelas e gráficos. Enfatize a importância de comunicar informações de maneira objetiva e precisa. Fazendo isso, você possibilitará o trabalho com a competência espe- cífica 6 de Ciências da Natureza. Neste momento, os estudantes pra- ticam a escrita de relatórios. Essa é uma boa oportunidade para desenvolverem um pouco mais o vocabulário e exerci- tarem a produção textual. Sugerimos que analise com os estudantes os modelos de relatório apresentados, criando condições para que se apro- priem desse gênero textual. PNA e Literacia ser transferidos para vasos com terra ou jardineiras, para poderem completar o desenvolvimento posterior à germinação. Os estudantes devem ajudar nessa tarefa importante, pois ela demonstra uma ação comum entre os cientistas: eles podem alterar as condições em que fazem uma investigação, na medida em que esta avança, para continuar realizando as observa- ções. Em seguida, convide as crianças a fazer observações periódicas do processo de desenvolvimento do feijão ao longo de vários dias. [...] Por fim, incentive as crianças a fazer desenhos daquilo que observam. Em outras palavras, esses desenhos funcionarão, na verdade, como registros – um típico procedimento científico. [...] Diga, por exemplo: “Imagine alguém de sua casa. Essa pessoa não está aqui vendo o que observamos, nem passou perto dos nossos feijões. Você precisa, então, produzir um bom registro, a ponto de ela conseguir ter uma boa ideia do que você observa”. NIGRO, R. G. Ci•ncias – Soluções para dez desafios do professor. São Paulo: Ática, 2011. 63 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 632APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 63 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. VOCÊ TAMBÉM SE DESENVOLVE COMO VOCÊ ERA DOIS ANOS ATRÁS? MUITO DIFERENTE DE HOJE? OBSERVE COMO MARCELA ERA EM DOIS MOMENTOS DE SUA VIDA. Im a g e n s : M o n k e y B u s in e s s I m a g e s /S h u tt e rs to ck MARCELA AOS 5 ANOS. MARCELA AOS 7 ANOS. AS FOTOGRAFIAS MOSTRAM MARCELA NO DIA DE SEU ANIVERSÁRIO DE 5 E DE 7 ANOS. COM 5 ANOS, ELA TINHA 115 CENTÍMETROS DE ALTURA E CALÇAVA 29. ALÉM DISSO, TINHA 20 QUILOGRAMAS DE MASSA E GOSTAVA MUITO DE BRINCAR DE ESCONDE-ESCONDE. HOJE MARCELA TEM 7 ANOS. ELA TEM 125 CENTÍMETROS DE ALTURA, 27 QUILOGRAMAS E CALÇA 32. ATUALMENTE, ELA GOSTA MUITO DE BRINCAR DE PULAR CORDA. MARCELA ESTÁ MUDANDO À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA. ELA ESTÁ SE DESENVOLVENDO. ISSO ACONTECE COM DIFERENTES SERES VIVOS. 1. PREENCHA O QUADRO A SEGUIR COM AS INFORMAÇÕES DO TEXTO: MARCELA 5 ANOS 7 ANOS ALTURA 115 centímetros 125 centímetros MASSA 20 quilogramas 27 quilogramas NÚMERO DO CALÇADO 29 32 S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e dit o ra VAMOS ESTUDAR O DESENVOLVIMENTO E A REPRODUÇÃO DE ALGUNS SERES VIVOS. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. 32 Roteiros de aula e orientações didáticas Você também pode favorecer o trabalho com numeracia pergun- tando aos estudantes sobre os números apresentados. Verifique se eles conseguem sequenciá-los em ordem crescente e relacionar o “aumento” nos números com a pas- sagem dos anos. O termo “quilo“ é uma redução de “quilograma”, de uso bastante comum. Neste momento, optamos por usar o termo mais familiar para o estudante. As informações sobre altura e peso apresentadas no texto do Livro do Estudante são coerentes com dados médios recomendados pela Organi- zação Mundial da Saúde (OMS), obtidos em https://tedit.net/0i8gnE (acesso em: 4 maio 2021). Atividade 1 Nesta etapa de ensino, não é espe- rado que o estudante saiba a dife- rença entre “peso” e “massa”. No entanto, encorajamos o uso do termo correto (massa) desde os anos iniciais para evitar a construção de concep- ções erradas. Nessa atividade, propomos aos estudantes que construam quadros comparativos. Isso representa uma oportunidade para a execução de procedimentos que podem ser apli- cados em processos investigativos, como: relatar informações; apresentar de forma sistemática, dados e resul- tados; aprimorar seus saberes e incor- porar o conhecimento científico. Você pode utilizar esse texto para propor uma atividade que estimule os estudantes a começarem a desenvolver uma postura ativa durante a leitura. Con- vide-os a fazerem uma leitura rápida do texto e manifestarem suas hipóteses sobre o que o texto trata. Em seguida, faça com eles uma leitura dos dois pri- meiros parágrafos e pergunte: “Até aqui suas hipóteses se confirmam ou não?”. Então, peça aos estudantes que leiam o texto até o final e pergunte: “Afinal, do que trata o texto? Era isso que você espe- rava quando começou a lê-lo?”. PNA e Literacia Estatuto da Criança e do Adolescente [...] No capítulo I do Estatuto, o Direito à Vida e o Direito à Saúde são enfatizados, fica especificado que uma mulher grávida deve receber do Estado atendimento médico e dentário, além de apoio alimentar. Além disso, deverá ter condições adequadas para po- der amamentar. O bebê deverá receber atendimento de médico pediatra, receber socorro médico emergencial, quando necessário, e tratamento com vacinas. O Direito à Liberdade vem disposto no Capítulo II do Estatuto, tanto a criança quanto o adolescente têm o Direito de Ir e Vir. Para fazer viagens sem a presença dos pais devem ter autorização do respectivo Juizado. Quanto à religião, a criança e o Texto complementar 64 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 642APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 64 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 2. OS SERES HUMANOS MUDAM À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA. NUMERE AS FOTOGRAFIAS A SEGUIR EM UMA SEQUÊNCIA QUE INDIQUE A ORDEM DE DESENVOLVIMENTO DO SER HUMANO. P u s h is h I m a g e s /S h u tt e rs to ck T h in k s to ck /G e tt y I m a g e s s u tt is u k m e k /T h in k s to ck /G e tt y I m a g e s To m w a n g 11 2 /T h in k s to ck /G e tt y I m a g e s V ie w S to ck /T h in k s to ck /G e tt y I m a g e s 3. CONVERSE COM SEUS FAMILIARES OU RESPONSÁVEIS E RESPONDA: • QUAL ERA O SEU TAMANHO AO NASCER? • QUANTOS QUILOGRAMAS VOCÊ TINHA AO NASCER? • COM QUE IDADE VOCÊ COMEÇOU A ANDAR? • COM QUE IDADE VOCÊ COMEÇOU A FALAR? Respostas pessoais. 1 4 5 3 2 AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. 33 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 2 Aproveite a atividade para estimu- lar a oralidade e incentivar o compar- tilhamento de ideias e vivências entre os estudantes. Você pode perguntar: “Quem se lembra de algo de quando era bebê?”; “Existe alguma coisa inte- ressante que aconteceu quando você era mais novo, de que seus pais sem- pre se recordam e lhe contam?”. Atividade 3 Sugerimos que esteja atento para os casos de estudantes que sejam adotados ou órfãos, pois eles podem ter dificuldade em obter as informa- ções solicitadas na atividade. Para os casos em que a informação seja des- conhecida, você pode especular uma provável resposta com eles. Procure estimular os estudantes a utilizar as informações apresentadas para expressar suas opiniões e refletir sobre temas como o cuidado com o corpo, a formação de hábitos promo- tores de saúde, o respeito à diversi- dade física e cultural e a importância da adoção de um estilo de vida sau- dável na sociedade moderna. Dessa maneira, você possibilitará o trabalho com a competência específica 7 de Ciências da Natureza. Caso seja possível incorporar em seu planejamento, apresentamos uma sugestão de atividade complementar. Oriente os estudantes a levarem para a sala de aula fotografias de dife- rentes fases da vida deles (recém-nas- cido, bebê, com 1 ano, etc.). Desen- volva com eles uma linha do tempo, colocando as fotografias em ordem cronológica. Pergunte-os sobre as mudanças que ocorreram com eles ao longo do tempo. Para finalizar essa atividade, uma sugestão é tirar uma fotografia da turma e entregá-la como recordação. Atividade complementar Aproveite as atividades de análise do desenvolvimento humano para favore- cer o trabalho com os Temas Contem- porâneos Transversais Educação Alimentar e Nutricional e Saúde, pertencentes à macroárea Saúde. adolescente têm o direito de fazer a escolha. Além disso, têm direito a brincar, fazer esportes e se divertir. Cabe ao adolescente o direito ao voto. Nos outros capítulos do Estatuto da Criança e do Adolescente, destacamos algumas partes que consideramos importantes como: direito à proteção a tratamento desumano e violento, liberdade de expressão, ser criado e educado pela família, receber educação em escola pública perto de casa, ser respeitado nos seus valores culturais e artísticos. Para os deficientes, cabe um artigo onde é destacado que devem receber tratamento médico e educacional especiais, a fim de suprir suas necessidades e suas dificuldades. [...] BARROS, J. Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasil Escola. Disponível em: https://tedit.net/RQAXDt. Acesso em: 4 maio 2021. 65 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 652APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 65 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 4. ESCREVA UMA LEGENDA PARA CADA IMAGEM A SEGUIR DESCREVENDO OS SERES VIVOS QUE APARECEM. USE OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS PARA EXPLICAR EM QUE FASE DA VIDA ESTÃO. FILHOTE ADULTO Respostas pessoais. o ts p h o to /S h u tt e rs to ck F a b io C o lo m b in i/ A c e rv o d o f o tó g ra fo S to ck p h o to s /A rq u iv o d a e d it o ra CERCA DE 65 CENTÍMETROS CERCA DE 3 CENTÍMETROS CERCA DE 3 CENTÍMETROS CERCA DE 25 CENTÍMETROS s e a s o n in g _ 1 7 /S h u tt e rs to ck S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra LEIA EM VOZ ALTA AS SUAS LEGENDAS PARA UM COLEGA. CITE O TAMANHO, A COLORAÇÃO E O FORMATO DO CORPO DO SER VIVO. 34 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 4 Inicialmente, sugerimos que con- verse com os estudantes: “O que escre- veremos na legenda para a foto das lagartas: elas são adultas ou filhotes?”. Avalie quais estudantes conhecem o ciclo de vida de insetos holometábo- los (como borboletas, besouros, mos- cas, abelhas, etc.). Deixe que os estu- dantes expliquem o que sabem: de ovos nascem larvas (as lagartas, no caso das borboletas e mariposas), as quais se desenvolvem, formam pupas, passam por metamorfose e, final- mente, se tornam adultas. Depois, aproveite a oportunidade para explicar aos estudantes que há espécies de seres vivos nas quais os adultos alimentam os filhotes e cui- dam deles. No caso dos mamíferos, o alimento é o leite produzido pela própriamãe. Já em outras espécies de seres vivos não há o cuidado parental. Os filhotes ficam por própria conta e risco desde o nascimento. Nessa atividade, você encontra mais um momento no qual os estu- dantes são convidados a trabalhar com formas de comunicar informa- ções comumente utilizadas em Ciên- cias. Incentive-os a praticar a escrita de legendas descritivas e a produzir fichas de descrição. Enfatize a impor- tância de comunicar informações de maneira objetiva e precisa. Fazendo isso, você possibilitará o trabalho com a competência específica 6 de Ciências da Natureza. Repare que aqui você encontra uma oportunidade para trabalhar a habilidade EF02CI04 da BNCC. Procure dar ênfase à identificação de características que nos ajudam a determinar se um ser vivo é adulto ou filhote, bem como à explicitação do ambiente em que é mais comum encontrarmos determinado ser vivo. BNCC Habilidade Você pode incentivar os estudantes a criarem legendas para descrever cada imagem. Aproveite para avaliar a expressão escrita: “Os textos produzidos descrevem de maneira objetiva o que é retratado?”; “Há coerência nas frases formadas?”; “O vocabulário empregado é adequado?”; “Há erros ortográficos sistemáticos?”. PNA e Literacia Áudio Alô, Ciência? Em um episódio do podcast, a pesquisa- dora Louise Alissa explica e compara o desen- volvimento de diferentes animais. Disponível em: https://tedit.net/7HPPZk. Acesso em: 4 maio 2021. Sugestão de... 66 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 662APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 66 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 5. AS CARTAS A SEGUIR, DO BARALHO ADULTOS E FILHOTES, ESCONDEM ALGUNS SERES VIVOS. A) LIGUE OS PONTOS PARA DESCOBRIR O CONTORNO DESSES SERES VIVOS. B) INDIQUE O NOME DE CADA SER VIVO. C) CONVERSE COM OS COLEGAS E PREENCHA, EM CADA CARTA, O CAMPO “ONDE PODE SER ENCONTRADO”. NOME: mico (ou macaco) ONDE PODE SER ENCONTRADO: florestas .e bosques NOME: peixe ONDE PODE SER ENCONTRADO: rios, lagos . e mares; também é criado em aquários NOME: minhoca ONDE PODE SER ENCONTRADO: terra . NOME: formiga ONDE PODE SER ENCONTRADO: terra, .troncos de árvore Il u s tr a ç õ e s : M o u s e s S a g io ra to /A rq u iv o d a e d it o ra 1 2 34 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 12 4 5 6 7 1 2 1 2 3 4 5 6 7 89 10 11 1213 14 15 16 3 4 5 6 7 8910 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 3233 34 35 36 37 3 AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. TERMINE AS CARTAS COLORINDO OS SERES VIVOS COM CORES DIVERSAS. 35 Roteiros de aula e orientações didáticas Você pode estimular a troca de ideias entre os estudantes: “Por que é importante conhecer como acon- tece o desenvolvimento de diferen- tes seres vivos?”. Enfatize que saber como se dá o desenvolvimento de diferentes plantas e animais é impor- tante para fazer plantações de dife- rentes vegetais e criações de diferen- tes animais. Vale ressaltar que as fichas de des- crição são um tipo de texto muito característico da atividade científica. Ao oferecer a oportunidade de pra- ticar a escrita dessas fichas, você ofe- recerá aos estudantes a possibilidade de colocarem em prática procedi- mentos relacionados à comunicação que são aplicados em processos investigativos, como: relatar infor- mações de forma oral, escrita ou multimodal; apresentar, de forma sistemática, dados e resultados de investigações. Lembre-se de que possibilitar o desenvolvimento de procedimentos aplicados em inves- tigações é um aspecto importante da Educação em Ciências. Fichas de descrição, como as apre- sentadas aqui, podem ser vistas como um passo inicial no desenvolvimento das habilidades dos estudantes para escreverem textos descritivos. Se julgar conveniente, incentive-os a transforma- rem as fichas de descrição que fizeram em textos contínuos. Para isso, eles poderão apresentar cada informação em uma frase separada, estruturada com sujeito, verbo e predicado. PNA e Literacia Para aprofundar o tema, sugerimos uma atividade complementar. Convide os estudantes a faze- rem pesquisas sobre o desenvolvimento de diferentes animais. Eles podem expor os resultados de suas pesquisas em uma roda de conversa e compartilhá-los no mural da turma. Você pode incenti- var os estudantes a fazerem sínteses dessas pesquisas no formato de fichas. Ao final, os estudantes podem ser desafiados a localizar as informações obtidas nas pesquisas para responder a algumas questões (por exemplo: “Como são chamados os filhotes de rãs?”; “Como as serpentes se reproduzem?”; “Onde ficam os filhotes de gambá assim que nascem?”, etc.). Atividade complementar 67 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 672APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 67 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. 36 VAMOS VER DE NOVO NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE: • OS SERES VIVOS SE DESENVOLVEM E PODEM SE REPRODUZIR. • ANIMAIS E PLANTAS SÃO EXEMPLOS DE SERES VIVOS. • SEMENTE, RAIZ, CAULE, FOLHAS, FLORES E FRUTOS SÃO ESTRUTURAS DE PLANTAS. • ÁGUA E LUZ, ENTRE OUTROS FATORES, SÃO IMPORTANTES PARA O DESENVOLVIMENTO DAS PLANTAS. G ab rie la E m m er ich / Ar qu iv o da e di to ra Roteiros de aula e orientações didáticas Nessa seção, após detalharmos as ideias mais inclusivas estudadas no capítulo, apresentamos um resumo visual das proposições conceituais trabalhadas na forma de um mapa conceitual ilustrado. Ajude os estu- dantes na leitura desse esquema, identificando os conceitos mais inclusivos (na parte superior) e os conceitos subordinados. Você pode pedir aos estudantes que aproveitem esse momento para fazer uma breve revisão do que estu- daram. Usando o mapa conceitual como referência, eles podem rever o capítulo, página a página, procurando identificar e assinalar o momento em que cada conceito foi apresentado. As páginas em que cada conceito foi iden- tificado podem ser listadas no caderno, ao lado de uma reprodução do mapa conceitual aqui apresentado. Ao folhearem e reverem o capí- tulo dessa maneira, os estudantes podem conversar em duplas e tentar eleger uma imagem que viram e que pode ser usada para representar visualmente o conceito que está escrito no mapa. Uma opção é fazer, em uma folha avulsa, um mapa con- ceitual ilustrado, reproduzindo com desenhos as imagens que conside- raram significativas. Avaliando as aprendizagens Você pode utilizar mapas concei- tuais para avaliar e remediar apren- dizagens. Uma sugestão é pedir aos estudantes que façam mapas con- ceituais reduzidos, utilizando grupos de alguns conceitos bem definidos. Solicite que os estudantes se organi- zem em trios e comparem os mapas conceituais produzidos. O momento no qual os estudantes justificam as relações entre conceitos que fizeram e as comparam com aquelas feitas por colegas pode estimular a meta- cognição, favorecendo a avaliação e, simultaneamente, a regulação das aprendizagens. Neste capítulo, durante o trabalho com os conceitos e as proposições conceituais explicitadas no esquema aqui apresentado, foram oferecidas aos estudantes oportunidades para praticar e desenvol- ver algumas competências específicas de Ciências da Natureza. Mais especificamente, demos maior ênfase às competências 6 e 7. O desenvolvimento das competências específicas 2 e 3, por sua vez, é mais frequente e se dá ao longo de todo o capítulo – por exemplo, nos momentos em que são desen- volvidas habilidades relacionadas a processos investigativos. BNCC Competências específicas de Ciências da Natureza 68 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 682APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 68 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.CORES FANTASIA. 37 C E R F D A L F A F E I J O E I R O Z R L H F O B P L A N T A S U E Z 1. O QUE É O DESENVOLVIMENTO DE UM SER VIVO? PERGUNTE A SEUS FAMILIARES ACONTECIMENTOS MARCANTES DO SEU DESENVOLVIMENTO. Desenvolvimento pode ser entendido como o conjunto de transformações que ocorrem em um ser vivo à medida que o tempo passa. 2. VOCÊ CONCORDA COM A FALA DO MENINO AO LADO? CONVERSE COM OS COLEGAS E EXPLIQUE SUA RESPOSTA. 3. COMPLETE A CRUZADINHA COM TERMOS QUE APARECEM NO CAPÍTULO. A) COM CERCA DE 60 DIAS, ESSE SER VIVO JÁ PRODUZ PEQUENAS FLORES. B) SÃO SERES VIVOS QUE PODEM SER PLANTADOS PELO SER HUMANO. C) ESTRUTURA QUE MANTÉM A PLANTA PRESA AO SOLO. D) UM ANIMAL, QUANDO ACABA DE NASCER. E) ESTÁ RELACIONADA À REPRODUÇÃO DE ALGUMAS PLANTAS. F) É UM FATOR IMPORTANTE PARA O DESENVOLVIMENTO DAS PLANTAS. Resposta pessoal. L é o F a n e lli / A rq u iv o d a e d it o ra M o u s e s S a g io ra to /A rq u iv o d a e d it o ra N a ta lia A g g ia to /S h u tt e rs to ck G o o d S tu d io / S h u tt e rs to ck QUANDO COMEMOS FEIJÃO, ESTAMOS COMENDO AS SEMENTES DE UM SER VIVO. G o o d S tu d io / S h u tt e rs to ck Avaliando as aprendizagens Aqui são apresentadas questões que contribuem para avaliar a apren- dizagem do conteúdo do capítulo. Ao respondê-las, os estudantes devem explicitar seu entendimento pessoal dos conceitos, comparar e contrastar situações e hipóteses e empregar procedimentos e habilidades cogni- tivas específicos (como observação, análise, síntese, argumentação, etc.). Depois de os estudantes formula- rem respostas individuais a essas questões, é interessante organizá-los em duplas para que compartilhem as respostas dadas e reflitam sobre as diferenças entre elas e sobre a indivi- dualidade de cada um. Afinal, diversas questões aqui apresentadas possibili- tam aos estudantes dar respostas que, embora possam ser consideradas corretas, são muito distintas entre si. Atividade 1 Aproveite a oportunidade para retomar com os estudantes as discus- sões que ocorreram no início deste capítulo, sobre o que diferencia o que é vivo daquilo que não tem vida. Des- tacamos que, ao longo deste capí- tulo, exploramos o desenvolvimento como o principal fator de diferencia- ção. Confira também se os estudantes indicam que o desenvolvimento ocorre nos seres humanos e que é marcado por várias transformações (verifique quais dessas transforma- ções eles citam que já ocorreram com eles e o que pensam sobre elas). Atividade 2 Espera-se que os estudantes con- cordem com a afirmação da criança, já que o pé de feijão é um vegetal (e, portanto, um ser vivo) cujas sementes são os feijões. Neste capítulo, foram oferecidas oportunidades para trabalhar com os Temas Contemporâneos Transversais Educação Alimentar e Nutricional e Saúde, pertencentes à macroárea Saúde. Procure retomar esses temas ao final do capítulo, renovando o interesse nos assuntos estudados e incentivando a explicitação de relações entre o que estudamos e o dia a dia. BNCC Temas Contemporâneos Transversais 69 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 692APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 69 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. SABERESTECENDO H a g a q u e za rt E s tú d io /A rq u iv o d a e d it o ra 1. LEIA O TEXTO EM VOZ ALTA PARA UM FAMILIAR. DEPOIS, OBSERVE COM ATENÇÃO A ILUSTRAÇÃO. 2. ESCREVA ALGUMAS PALAVRAS QUE EXPRESSAM O QUE VOCÊ SENTIU AO LER ESSE TEXTO. Resposta pessoal. 3. CONTORNE NO TEXTO: EM VERMELHO AS PALAVRAS QUE SE REFEREM A ALIMENTOS; EM AZUL AS PALAVRAS QUE SE REFEREM A SENTIMENTOS; EM LARANJA AS PALAVRAS QUE SE REFEREM A SONS; E EM PRETO O NOME DOS SERES VIVOS CITADOS. FAZENDA FAZENDA É UMA PALAVRA VERDE, TEM DOCE COM GOSTO DE FRUTA E, TAMBÉM, TORRESMO, LEITE, RAPADURA E SAUDADE. A PALAVRA FAZENDA TEM CHEIRO DE FLORES, HORTELÃ, EUCALIPTO, CAPIM-GORDURA E CURRAL. TEM BARRO, TEM BERROS, LATIDOS, MUGIDOS, GRITOS, MODAS DE VIOLA E CANTO DE GALO E DE PÁSSAROS. A PALAVRA FAZENDA DEIXA HISTÓRIAS, CALOS NAS MÃOS E CARÍCIAS NA TERRA. ELIAS JOSÉ E ELISABETH TEIXEIRA. PEQUENO DICIONÁRIO POÉTICO-HUMORÍSTICO ILUSTRADO. SÃO PAULO: PAULINAS, 2015. Respostas no quadro da página seguinte. 38 Roteiros de aula e orientações didáticas Na seção Tecendo saberes, a partir de um tema trabalhado na unidade, apresentamos propostas de ativi dades relacionadas a diferentes componen- tes curriculares. Isso está de acordo com a percepção de que é importante integrar diferentes áreas de conheci- mento no tratamento da informação, pois o tratamento integrado fortalece o ensino de vários componentes cur- riculares simultaneamente. Aqui a integração ocorre na medida em que as diferentes áreas de conhecimento colaboram para a tes- situra de uma trama que acolhe o tema em questão. Trata-se de uma tentativa de cruzar a fronteira entre os componentes curriculares, os quais simultaneamente contribuem para que se possa lançar diferentes olhares sobre um tema centralizador. Tal integração pode fomentar a transferência de habilidades entre diferentes situações que se interco- nectam. Pode, ainda, evitar que se estabeleçam barreiras muito rígidas entre os componentes curriculares, prevenindo, assim, que os estudantes falhem ou se sintam incapazes de estabelecer conexões entre os com- ponentes. Enfim, representa uma tentativa de tornar a educação curri- cular mais relevante e significativa para os estudantes. Atividade 1 Você pode sugerir para os estu- dantes que repassem o conteúdo do texto para seus familiares, exerci- tando, assim, a atividade de reconto. Em sala de aula, procure esclarecer as dúvidas de vocabulário. Durante a leitura do texto em conjunto com os estudantes, vocês também podem preencher no quadro duas listagens: uma de seres vivos, outra de coisas não vivas mencionadas no texto. Atividade 3 Alimentos: doce, fruta, torresmo, leite, rapadura, hortelã. Sentimento: saudade. Sons: berros, latidos, mugi- dos, gritos, modas de viola, canto. Seres vivos: hortelã, eucalipto, capim- -gordura, galo, pássaros. Os estudan- tes ainda podem indicar que fruta e flores são partes de seres vivos. Nesta unidade você encontrou oportunidades para trabalhar com Temas Contemporâneos Trans- versais, como apregoa a BNCC. Mais especificamente, os temas Trabalho, Saúde, Educação Ali- mentar e Nutricional e Educação Ambiental, pertencentes às macroáreas Economia, Saúde e Meio Ambiente, respectivamente, foram contemplados. Esteja atento ao fato de que, ao procurar dar mais espaço para o trabalho com Temas Contemporâneos Transversais, você potencializa a aprendizagem não só de conhecimentos tradicionalmente abordados na escola, mas também estimula a criação de relações entre esses conhecimentos e o dia a dia. BNCC Temas Contemporâneos Transversais 70 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 702APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 70 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 4. COM BASE NA LEITURA DO TEXTO DA PÁGINA ANTERIOR, COMPLETE O QUADRO A SEGUIR. PALAVRAS QUE SE REFEREM A PALAVRAS ENCONTRADAS NÚMERO DE PALAVRAS ENCONTRADAS ALIMENTOS doce, fruta, torresmo, leite, rapadura, hortelã 6 SENTIMENTOS saudade 1 SONS berros, latidos, mugidos, gritos, modas de viola, canto 6 SERES VIVOS hortelã, eucalipto, capim-gordura, galo, pássaros 5 5. SE CADA SOM CITADO NESSE POEMA VALESSE DOIS PONTOS, QUANTOS PONTOS ESSE TEXTO SOMARIA? 12 pontos. 6. MURAL DA TURMA EM UMA FOLHA AVULSA, ESCREVA UM POEMA, COMO O QUE VOCÊ LEU, SOBRE ALGUM DOS AMBIENTES QUE ESTUDAMOS, COMO A FLORESTA OU O CAMPO AGROPECUÁRIO. ESCOLHA PALAVRAS DIFERENTES PARA “SOMAR MAIS PONTOS” AO SEU POEMA. NÃO SE ESQUEÇA DE FAZER UM DESENHO PARA ILUSTRÁ-LO. 7. AS PALAVRAS A SEGUIR FORAM CITADAS NO POEMA QUE LEMOS NA PÁGINA ANTERIOR. COMPLETE O QUADROCOM O PLURAL DESSAS PALAVRAS. SINGULAR PLURAL GALO galos FLOR flores CURRAL currais MÃO mãos PÁSSARO pássaros AS PALAVRAS A SEGUIR FORAM CITADAS NO POEMA QUE LEMOS NA PÁGINA LEIA O POEMA QUE VOCÊ ESCREVEU PARA UM FAMILIAR OU PARA O PROFESSOR. S uzanne C ascardi/ A rquivo da editora 39 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 4 Sugerimos que incentive os estu- dantes a fazerem leituras procurando termos no texto. Eles podem come- çar procurando por nomes de seres vivos citados e, depois, por nomes de alimentos. Sugerimos que sondem termos que expressam sons e senti- mentos ao final. Após terem feito a atividade individualmente, os estu- dantes podem compartilhar as res- postas que deram e fazer as correções e complementações necessárias. Atividade 6 Aqui os estudantes são convidados a escrever um poema. Favoreça a comparação dos diferentes gêneros de textos que os estudantes têm pro- duzido e crie condições para que eles conversem sobre características de textos poéticos. Incentive os estudantes a compar- tilhar os poemas produzidos com um familiar, se possível. Encoraje-os tam- bém a escreverem textos conjunta- mente. O objetivo é que sejam citados bastantes nomes de seres vivos, de ambientes, etc., a fim de que o texto obtenha mais pontos. Para ampliar o tema, sugerimos uma atividade complementar. Com base na atividade 7 desta página, convide os estudantes a explorar palavras no texto e reescrever partes dele, representando não somente o plural de certas palavras, mas também alguma modificação dos termos que expresse algo ligeiramente diferente. Por exemplo, “carícias” pode se tornar “carinhoso”; “cheiro” pode se tornar “cheiroso”; etc. Dessa forma, é possível favorecer o desenvolvimento da escrita textual e a ampliação de vocabulário. Atividade complementar Fique atento! As atividades ini- ciais sugerem a interdisciplinari- dade com Língua Portuguesa, abor- dando questões relacionadas à semântica das palavras. A atividade 5 favorece a interdisciplinaridade com Matemática ao sugerir um enigma que envolve cálculos sim- ples, desenvolvendo o trabalho com numeracia. Já a última ques- tão volta a fomentar a interdiscipli- naridade com Língua Portuguesa, explorando o plural das palavras. 71 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 712APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 71 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. O QUE ESTUDAMOS ... OBSERVOU CAMPOS AGROPECUÁRIOS, FLORESTAS E CIDADES. OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E RETOME O QUE ESTUDOU. DEPOIS, CONVERSE COM OS COLEGAS E COM O PROFESSOR: O QUE VOCÊ APRENDEU QUE ANTES NÃO SABIA? Avaliando: o que eu aprendi 1. FAÇA DOIS DESENHOS DE AMBIENTES MODIFICADOS PELO SER HUMANO. INDIQUE COM SETAS ALGUNS ELEMENTOS QUE CADA AMBIENTE DESENHADO TEM. 2. CONTE AO PROFESSOR E AOS SEUS FAMILIARES O QUE VOCÊ APRENDEU COM A ENTREVISTA COM O AMBIENTALISTA: COMO O SER HUMANO INTERFERE NOS AMBIENTES? 3. “OS FEIJOEIROS NÃO PRODUZEM FRUTOS”. VOCÊ CONCORDA COM ESSA FRASE? EXPLIQUE, MOSTRANDO EM UM DESENHO TUDO O QUE VOCÊ SABE DOS PÉS DE FEIJÃO. 4. FAÇA O DESENHO DE DUAS PLANTAS DE CERCA DE 10 DIAS DE IDADE QUE GERMINARAM EM CONDIÇÕES DIFERENTES: UMA DELAS ESTAVA EXPOSTA À LUZ E A OUTRA GERMINOU NO ESCURO. EXPLIQUE CADA DESENHO. Retomando o que eu aprendi Registre suas IDEIAS E DESENHOS no caderno. A n d re D ib /P u ls a r Im a g e n s E rn e s to R e g h ra n /P u ls a r Im a g e n s VOCÊ... Respostas pessoais. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. 40 Avaliando as aprendizagens Esta seção foi criada para possibilitar uma avaliação dos estudantes ao final de cada unidade, favorecendo a refle- xão sobre tudo o que aprenderam. Inicialmente, sugerimos que os estudantes sejam convidados a res- ponder às questões do boxe Ava- liando: o que eu aprendi. Depois, você pode analisar as res- postas usando como referência a pre- sença dos elementos mostrados no quadro (no final da página). Caso deseje quantificar as respostas, uma sugestão é atribuir valor 1 para a pre- sença de somente um desses elemen- tos, valor 2 para a presença de dois deles, valor 3 para a presença de três e valor 4 para a presença de todos eles. Esteja atento aos estudantes que manifestarem dificuldade em respon- der às questões. A fim de remediar as aprendizagens falhas, organize os estudantes em trios e peça aos mem- bros de cada trio que comparem suas respostas e as debatam. Depois, con- vide-os a rever trechos do livro, anota- ções pessoais e outras produções. Por fim, incentive-os a responder nova- mente às questões aqui propostas. Procure comparar e analisar com cada estudante as primeiras respostas que deu e as respostas reformuladas, evidenciando a(s) estabilidade(s) ou a(s) mudança(s) entre elas. Depois, você pode solicitar aos estudantes que, em duplas, revejam e comentem as páginas do livro relacionadas a cada fragmento de texto e imagem apresentados na seção Retomando o que eu aprendi. Eles podem aproveitar essa oportunidade para trocar ideias sobre o que mais lhes chamou a aten- ção quando estavam estudando o assunto, o que mais gostaram de aprender e o que mais tiveram difi- culdade para entender. Respostas esperadas: 1. Verifique se os estudantes repre- sentam nos desenhos ambientes como cidade e campo agrope- cuário, por exemplo, indicando tanto seres vivos como elementos não vivos. 2. Confira se os estudantes apresen- tam informações reveladas na en- trevista com o ambientalista, como a diminuição de áreas ver- des e a ocorrência de construções podem ser exemplos de interferências humanas no ambiente. 3. Espera-se que os estudantes discordem, ex- plicando e representando em seus desenhos que os feijões possuem diferentes estruturas: raízes, caule, folhas, flores e também frutos, que no caso são as vagens. 4. A planta que germinou em condição de au- sência de luz deve ser representada mais alta, com aspecto mais frágil e coloração pálida. A planta que germinou em boas condições de iluminação deve ter folhas novas mais esverdeadas, caule de aspecto mais rígido e tamanho adequado. 72 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 722APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 72 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 ... ENTENDEU QUE PLANTAR PODE SER UMA MANEIRA DE CUIDAR DO ENTORNO. ... ESTUDOU O DESENVOLVIMENTO E A REPRODUÇÃO DE ALGUNS ANIMAIS. ... APRENDEU COMO PODE CUIDAR DO AMBIENTE. ... INVESTIGOU COMO ALGUMAS PLANTAS SE DESENVOLVEM COM O PASSAR DO TEMPO. FOLHEIE AS PÁGINAS ANTERIORES E REFLITA SOBRE VALORES, ATITUDES E O QUE VOCÊ SENTIU E APRENDEU NESTA UNIDADE. • QUAIS ANIMAIS E PLANTAS VOCÊ MAIS GOSTOU DE ESTUDAR? • COMO VOCÊ SE SENTE QUANDO ESTÁ EM UM AMBIENTE BEM CUIDADO? E EM UM AMBIENTE MALCUIDADO? • A PARTIR DE AGORA, O QUE VOCÊ VAI FAZER PARA AJUDAR A CUIDAR DO AMBIENTE DE CASA E DO AMBIENTE DA ESCOLA? Para refletir F e rn a n d o A ra ú jo /F u tu ra P re s s F a b io C o lo m b in i/ A c e rv o d o f o tó g ra fo D o tt a 2 /A rq u iv o d a e d it o ra H a g a q u e za rt E s tú d io /A rq u iv o d a e d it o ra AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. 41 Roteiros de aula e orientações didáticas No final desta seção, oferecemos um momento para os estudantes ava- liarem como se sentiram e refletirem sobre valores e atitudes relacionados ao trabalho no decorrer da unidade. Inicialmente, você pode organizar os estudantes nos mesmos trios for- mados na abertura de unidade para responder às questões desta página. Uma possibilidade é que cada estu- dante escolha uma questão e a res- ponda. Depois, cada um pode apre- sentar sua resposta e compará-la com as dos demais colegas. Em seguida, em uma folha avulsa, os estudantes podem elaborar uma resposta coletiva para cada questão, sintetizando o que debateram. Aqui,particularmente, os estudantes podem compartilhar suas impressões sobre os animais e as plantas estuda- dos, destacando não somente o que aprenderam sobre o desenvolvimento deles, mas também aquilo que mais os tocou ou impressionou. Podem, ainda, voltar a discutir o que poderia ser mais bem cuidado na escola e manifestar o que reconhecem que podem fazer, em casa e na escola, para ajudar a manter o entorno bem cuidado. Elementos presentes nas respostas dos estudantes Questão 1 Desenha um ambiente: por exemplo, cidade. Desenha um ambiente: por exemplo, campo agropecuário. Indica modificações humanas: por exemplo, construções. Indica modificações humanas: por exemplo, plantações. Questão 2 Cita diminuição de áreas verdes. Cita ocorrência de construções. Cita poluição. Cita proteção e recuperação de áreas naturais. Questão 3 Cita e representa no desenho raízes. Cita e representa no desenho caules e folhas. Cita e representa no desenho flores no pé de feijão maduro. Cita e representa vagens no pé de feijão maduro, identificando-as como frutos do feijoeiro. Questão 4 Desenho representa planta que germinou no escuro mais alta. Desenho representa planta que germinou no escuro mais frágil e com coloração pálida. Desenho representa planta que germinou no claro com folhas mais esverdeadas. Desenho representa planta que germinou no claro com caule mais rígido e tamanho menor do que a planta que germinou no escuro. 73 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 732APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 73 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Conclusão da unidade 1 No quadro a seguir, apresentamos mais uma possibilidade de avaliação para o monitoramento da aprendizagem dos estudantes. A avaliação é feita por meio de questões que se associam a cada obje- tivo pedagógico de conhecimento. Unidade 1 – Ambiente e seres vivos Objetivos pedagógicos de conhecimento Sugestões de perguntas para avaliação Capítulo 1 – Diferentes ambientes 1. Identificar o que existe em diferentes ambientes e compará-los, criando maquetes de ambientes. Faça um desenho de uma cidade. Indique com setas o que seu desenho mostra que a cidade tem. Faça um desenho de um campo agropecuário. Indique com setas o que seu desenho mostra que a cidade tem. Faça uma lista do que você pode encontrar em um campo agropecuário. Faça uma lista do que você pode encontrar em uma cidade. Explique oralmente: O que é ambiente? 2. Reconhecer e emitir julgamentos sobre a interferência humana nas paisagens. Como o ser humano interfere nos ambientes? O que mais chamou sua atenção nas imagens de cidades de diferentes épocas que exploramos neste capítulo? 3. Inferir maneiras de cuidar do ambiente. Como as crianças podem ajudar a proteger diversos ambientes? 4. Generalizar por que as plantas são importantes. Cite alguns argumentos que justifiquem por que plantar pode ser uma forma de contribuirmos com o ambiente. Localize uma área de sua casa, ou da escola, que não tem plantas. Se aí houvesse plantas, o que poderia melhorar nessa área? Capítulo 2 – Seres vivos se desenvolvem 1. Identificar partes do corpo de uma planta e reconhecer algumas mudanças pelas quais passam durante o desenvolvimento. Relate, passo a passo, a atividade que você fez de acompanhar o desenvolvimento do pé de feijão. Faça um desenho do seu pé de feijão dez dias depois do plantio. Faça um desenho do seu pé de feijão 40 dias depois do plantio. Faça um desenho de um pé de feijão com cerca de 60 dias. Com setas, indique as partes desse ser vivo. 74 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 742APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 74 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Unidade 1 – Ambiente e seres vivos Objetivos pedagógicos de conhecimento Sugestões de perguntas para avaliação Explique: Qual é a função das flores para uma planta? “Os feijoeiros não produzem frutos.” Você concorda com essa ideia ou discorda dela? Explique. Qual é a função das raízes de uma planta? O que podemos encontrar dentro da semente de uma planta? Capítulo 2 – Seres vivos se desenvolvem 2. Criar hipóteses sobre fatores que influenciam a germinação e testá-las. Faça o desenho de duas plantas de cerca de dez dias de idade que foram colocadas para germinar: uma que recebeu quantidade de água adequada, outra que não recebeu água durante o seu desenvolvimento. Faça o desenho de duas plantas de cerca de dez dias de idade que foram colocadas para germinar: uma que estava exposta à luz e outra que germinou no escuro. 3. Reconhecer as mudanças que ocorrem durante o desenvolvimento de seres humanos. O que mudou no seu corpo, de dois anos atrás até hoje? Faça uma tabela para comparar seu corpo de hoje com o seu corpo de dois anos atrás. Na tabela, indique dados como altura e peso. 4. Inferir que seres vivos se desenvolvem com o passar do tempo. Compare o desenvolvimento de dois seres vivos que você estudou neste capítulo. Explique oralmente: o que é desenvolvimento? Você concorda com a seguinte ideia ou discorda dela?: “Todos os seres vivos se desenvolvem com o passar do tempo.”. Explique sua resposta oralmente. Com base no quadro, sugerimos as seguintes estratégias para observação e registro da trajetória de aprendizado dos estudantes: 1. Peça aos estudantes que refaçam as questões das seções Para iniciar e incentive-os a comparar as respostas dadas no início dos estudos de determinado capítulo com as respostas que dão neste momento, ao final da unidade. 2. Convide-os também a refazer algumas atividades do Livro do Estudante e verifique as respostas dadas. Com base em algumas das produções anteriores que eles fizeram, desafie-os a criar pergun- tas relacionadas ao que foi estudado. 3. Por fim, use algumas das questões apresentadas no quadro para avaliar quanto cada um dos principais objetivos pedagógicos de conhecimento da unidade faz parte do repertório do estudante. 75 2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 752APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 75 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Introdução da unidade 2 A unidade 2 – Desenvolvimento e corpo humano é composta de dois capítulos. Apresentamos a seguir uma visão geral dos conteúdos e os principais conceitos trabalhados em cada capítulo, além das atividades e das práticas pedagó- gicas relacionadas aos objetivos pedagógicos de conhecimento. Capítulo 3 – Você está ficando mais velho Neste capítulo, estudaremos a mudança de dentição que ocorre no desenvolvimento humano, os cuidados de higiene e os sentidos. Os estudantes observarão os próprios dentes e os dentes de colegas, conhecerão o que uma dentista tem a explicar sobre cuidados com a saúde bucal, trocarão ideias sobre como seria uma boa escovação, brincarão com um jogo para compartilhar exemplos de hábitos saudáveis e farão explorações sobre os sentidos do corpo humano. Capítulo 4 – Ferimentos e cuidados Neste capítulo, introduzimos alguns temas ligados à Educação para a Saúde. Os estudantes serão convidados a fazer a encenação de um posto de saúde, analisar fotos de machucados leves e descrevê-los e identificar fraturas em radiografias. Também trocarão ideias sobre o que fazer no caso de sofrer machuca- dos leves, bem como conhecerão o que uma enfermeira tem a nos dizer sobre a prevenção de acidentes. Por fim, anali- sarão carteiras de vacinação. Quadro-resumo Os principais objetivos pedagógicos de conhecimento de cada capítulo e as atividades e práticas pedagógicas para trabalhá-los são resumidos no quadro a seguir. Unidade 2 – Desenvolvimento e corpo humano Objetivos pedagógicos de conhecimento Atividades e práticas pedagógicas Capítulo 3 – Você está ficando mais velho 1. Identificar os tipos de dente, reconhecendo-os na própria dentição. Fazer observações da própria dentição e da dentição de um colega. 2. Conhecer a maneira adequada de escovar os dentes e reconhecera importância da visita regular ao dentista. Ler entrevista com dentista. Identificar a diferença entre dentes de leite e dentes permanentes. Preencher cartazes com orientações sobre como cuidar dos dentes e escová-los corretamente. Fazer desenhos ilustrando algumas etapas de uma boa escovação. 3. Inferir a importância dos hábitos de higiene e de outros hábitos para a manutenção da saúde de maneira geral. Ler texto sobre cuidados com o corpo. Representar hábitos de higiene e hábitos que fazem bem à saúde por meio de desenhos. Ler uma tirinha, analisar hábitos da personagem e avaliar se são hábitos recomendados ou não. Trocar ideias com os colegas e identificar hábitos recomendados e não recomendados. Confeccionar cartas com diferentes hábitos para o “Jogo dos hábitos opostos”. Disputar o “Jogo dos hábitos opostos”. 76 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 762APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 76 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Unidade 2 – Desenvolvimento e corpo humano Objetivos pedagógicos de conhecimento Atividades e práticas pedagógicas Capítulo 3 – Você está ficando mais velho 4. Reconhecer os sentidos do corpo humano e discriminá-los, selecionando palavras para descrever sensações relacionadas aos diferentes sentidos. Ler texto sobre os sentidos do corpo humano. Completar uma cruzadinha nomeando os diferentes sentidos. Criar definições para explicar o significado de cada sentido do corpo humano. Selecionar palavras para descrever diferentes sensações. Terminar uma história em quadrinhos sobre os sentidos do corpo humano. Capítulo 4 – Ferimentos e cuidados 1. Reconhecer o papel dos postos de saúde e representar o processo de cicatrização de machucados. Fazer uma encenação de atendimento em um posto de saúde. Terminar de escrever um texto descrevendo processo de cicatrização de um machucado. 2. Avaliar a gravidade de diferentes ferimentos e concluir quais são as maneiras de tratar ferimentos leves. Ler texto sobre a recuperação de machucados superficiais, fraturas ósseas e cuidados com os ferimentos. Identificar fraturas ósseas em imagens radiográficas. Trocar ideia com os colegas sobre a importância de avisar um adulto quando nos machucamos. Ler histórias em quadrinhos que retratam situações com acidentes e machucados. Analisar situações em que nos machucamos e diferenciar a gravidade de dois tipos de ferimentos. Identificar cuidados tomados para tratar ferimentos. Criar uma história em quadrinhos para contar alguma vez em que se machucou e como foi o tratamento posterior. 3. Identificar e avaliar a importância de medidas práticas para a prevenção de acidentes, resguardando-se de se machucar. Ler entrevista com enfermeira. Sintetizar informações fornecidas pela enfermeira sobre cuidados para não nos machucarmos. Terminar de escrever legendas explicando cuidados que as pessoas tomam em diferentes situações para não se machucarem. 4. Analisar carteiras de vacinação e inferir a importância de estarem em dia. Ler e analisar história em quadrinhos sobre vacinação em posto de saúde. Trocar ideias com os colegas sobre qual é a finalidade das vacinas. Conhecer o Calendário Nacional de Vacinação e analisar a própria carteira de vacinação. 77 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 772APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 77 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. UNIDADE 2 DESENVOLVIMENTO E CORPO HUMANO 42 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. Componentes essenciais da alfabetização Consciência fonológica e fonêmica, conhecimento alfabético, fluência em leitura oral, desenvolvimento de vo- cabulário, compreensão de textos e produção escrita. De olho na BNCC Competências gerais da Educação Básica na unidade 2, 3, 4, 6, 8 e 9 Competências específicas de Ciências da Natureza na unidade 1, 2, 3, 5, 6, 7 e 8 Habilidade na unidade EF02CI03 Conceitos, procedimentos e atitudes contemplados Conceitos Desenvolvimento, ser humano, criança, adulto, dente, dente perma- nente, dente de leite, tato, olfato, gus- tação, visão, audição, curativo, osso, fratura, hábitos de higiene, radiogra- fia, posto de saúde, vacinação. Procedimentos • Observar objetos e fenômenos (observar os dentes dos colegas e a recuperação de machucados e fraturas). • Descrever objetos e fenômenos (descrever como ocorre a recupe- ração de machucados e fraturas). • Praticar habilidades relacionadas à comunicação (conversar sobre mudanças que ocorrem conforme ficamos mais velhos; fazer entre- vista; montar mural sobre hábitos de higiene). • Praticar habilidades relacionadas à leitura (de histórias em quadrinhos). • Desenvolver habilidades relaciona- das à comunicação e à criatividade (na elaboração de uma peça de teatro e de um mural sobre aciden- tes, ferimentos e cuidados). • Observar, analisar e comparar ima- gens (fotos, radiografias e ilustra- ções diversas) e quadros (quadro de vacinação). • Desenvolver habilidades de argu- mentação na troca de ideias com os colegas. • Desenvolver habilidade de representação de ideias por meio de imagens (criação de ilus- trações e histórias em quadrinhos). Atitudes • Desenvolver hábitos relacionados ao cuidado com o corpo. • Empenhar-se nas atividades em grupo (ao observar os dentes dos colegas). • Desenvolver novos hábitos e predispor-se a alterar antigos hábitos relacionados ao cui- dado com o corpo (escovar os dentes corre- tamente, evitar acidentes). • Assumir erros e acertos (ao comparar a ma- neira como escova os dentes com o que diz o cartaz). • Desenvolver e valorizar atitudes científicas (como o rigor nas observações). 78 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 782APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 78 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 K a m i Q u e ir o z/ A rq u iv o d a e d it o ra • QUANTOS ANOS VOCÊ ACHA QUE TEM A MENINA QUE ESTÁ NA CAMA? JUSTIFIQUE SUA RESPOSTA. • TODOS NESSA IMAGEM PARECEM ESTAR BEM DE SAÚDE? EXPLIQUE SUA RESPOSTA. • NA SUA OPINIÃO, O QUE A CRIANÇA ESTÁ SENTINDO? 43 Questões para sensibilização • Incentive os estudantes a procurar evidências na imagem que indiquem a provável idade da menina. Repare que ela tem uma “janelinha” no local do dente da frente, o que indica que tem idade aproximada de 7 anos, quando costumam ocorrer as primeiras trocas de dentes. • A menina da imagem parece “estar de cama”, ou seja, doente. Converse com os estudantes sobre o que pode ter acontecido. Como ela aparece com o braço engessado, é possível que tenha sofrido algum acidente. Aproveite a oportunidade para começar a discutir acidentes que podem fraturar os ossos e como eles podem ser evitados. • Incentive os estudantes a conversar não só sobre o que sentimos quando estamos doentes ou bem de saúde, mas também sobre o que percebemos por meio dos sentidos. Chame a atenção deles para os traços na imagem que sugerem a percepção do olfato associado ao lanche que aparece no canto inferior esquerdo da imagem. Roteiros de aula e orientações didáticas A imagem de abertura apresenta alguns elementos representativos do que será estudado na unidade. Apre- ciá-la, procurando todos os detalhes ilustrados, contribui para chamar a atenção dos estudantes para os te- mas que serão estudados. Na sequên- cia, eles devem começar a focar em outros elementos. Em grupos pequenos, os estudan- tes podem compartilhar e listar to- dos os elementos que identificaram na ilustração. Com essa atividade, eles vão começar a focar a atenção nos assuntos que serão trabalhados nos capítulos da unidade e a evocar o que já sabem deles. As perguntas aqui apresentadas podem ser usadas, neste momento, como elementos facilitadores desse trabalho de sensibilização e levanta- mento de conhecimentos prévios. Os estudantes podem estar organizados em duplas outrios para discutir as respostas que dariam a elas. Ao final da unidade, um novo olhar para essa imagem de abertura possi- bilita aos estudantes evocar sua me- mória e relembrar o que já sabiam antes, no começo dos estudos da unidade, bem como quais eram suas expectativas em relação ao que iriam estudar. Essa possibilidade de revisitar esse momento cognitivo anterior po- de ajudá-los a se tornar mais cons- cientes de suas aprendizagens. 79 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 792APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 79 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 3 CAPÍTULO VOCÊ ESTÁ FICANDO MAIS VELHO NESTE CAPÍTULO, VAMOS ESTUDAR NOSSOS DENTES, ALGUNS HÁBITOS QUE PROMOVEM SAÚDE E TAMBÉM NOSSOS SENTIDOS. • VOCÊ JÁ PERDEU ALGUM DENTE? E DEPOIS DISSO NASCEU UM NOVO DENTE NO LUGAR? • O QUE VOCÊ FAZ PARA CUIDAR DOS SEUS DENTES? E DO SEU CORPO? • FAÇA DUAS LISTAS DE PALAVRAS: UMA PARA DESCREVER O QUE VOCÊ SENTE AO TOCAR ALGO E OUTRA PARA OS CHEIROS QUE VOCÊ SENTE. PARA INICIAR OS DENTES DE LEITE CAEM PARA DAR LUGAR AOS DENTES PERMANENTES. VOCÊ JÁ FICOU COM UMA “JANELINHA” ENTRE OS DENTES? S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra H ill S tr e e t S tu d io s /D ig it a l V is io n /G e tt y I m a g e s S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra A rq u iv o d a e d it o ra S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra 44 Visão geral do capítulo Neste capítulo, vamos explorar o tema do desenvolvimento humano, focando a mudança de dentição que ocorre na infância. Também aborda- remos hábitos e atitudes relacionados à higiene e que são importantes para a saúde, particularmente a higiene bucal, e ainda estudaremos os senti- dos humanos. Avaliação inicial – Para iniciar Nesta seção, é importante manter um registro das respostas iniciais dos estudantes, a fim de que possam ser retomadas e revistas no final do capítu- lo. Isso contribuirá para que se tornem conscientes de suas aprendizagens. Inicialmente você pode explorar a imagem de abertura. Pergunte aos estudantes por que a criança está sem um dos dentes e permita que formulem respostas variadas. Alguns podem afirmar que está ocorrendo a troca de dentes. Depois, incentive os estudantes a conversar sobre outras questões que ajudem a contextualizar o tema de estudo deste capítulo, por exemplo: “O que são hábitos de higiene?”; “Que coisas não éramos capazes de fazer quando mais novos, mas fazemos hoje?”; “Já somos responsáveis por nós mesmos ou temos de ter um adulto por perto nos lembrando do que devemos fazer?”. Avalie se os estudantes já sabem que existem dentes de leite e dentes permanentes. Desperte a curiosidade deles, perguntando: “Uma criança tem o mesmo número de dentes que um adulto?”; “Os adultos trocam de dentes como as crianças?”; “Nossos dentes são todos iguais?”; “Para cuidar dos dentes, basta escová-los?”; “E para cuidar do nosso corpo, o que podemos fazer?”. Esteja atento à possibilidade de algum estudante ainda não ter tro- cado nenhum dente. Nesse caso, Procure utilizar a seção Para iniciar para mobilizar e valorizar o que os es- tudantes já sabem. Essa ativação de conhecimentos anteriores é o que identifica o momento inicial da se- quência de atividades que será desen- volvida no capítulo. BNCC Orientações gerais esclareça que há um período na infância, dos 6 aos 13 anos, em que ocorre a troca de dentes. Com algumas crianças, isso acontece mais cedo; com outras, mais tarde. Estimule-os a refletir sobre as diferenças entre a dentição de um ado- lescente e a de uma criança de 3 anos. Por fim, incentive a troca de ideias sobre o que percebemos por meio dos sentidos. Res- salte a importância de desenvolvermos voca- bulário para expressar nossas sensações: “Que termos usamos para nomear os odores que sentimos?”; “E para nomear o que sentimos ao tocar diferentes coisas?”. Em geral, adultos têm 32 dentes perma- nentes (8 incisivos, 4 caninos, 8 pré-molares e 12 molares); as crianças, 20 dentes de leite (8 incisivos, 4 caninos e 8 molares). O primeiro dente permanente a aparecer, por volta dos 6 anos, é o primeiro molar. 80 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 802APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 80 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 VAMOS OBSERVAR NOSSOS DENTES E OS DENTES DE UM COLEGA? COMO FAZER 1. FIQUE DIANTE DE UM ESPELHO E OBSERVE OS SEUS DENTES. ATIVIDADE PRÁTICA 2. CONTE QUANTOS DENTES VOCÊ TEM. 3. OBSERVE OS DENTES DE UM COLEGA E COMPARE-OS COM OS SEUS. E d u a rd o S a n ta lie s tr a /A rq u iv o d a e d it o ra Y ilm a z U s lu /S h u tt e rs to ck F e rn a n d o F a v o re tt o /A rq u iv o d a e d it o ra CRIANÇA OBSERVANDO OS DENTES NO ESPELHO. CRIANÇA CONTANDO OS DENTES. CRIANÇAS EM FRENTE A UM ESPELHO COMPARANDO OS DENTES. CRIANÇA COM UM DENTE DE LEITE FALTANDO. 4. DEPOIS, TROQUEM IDEIAS SOBRE OS DENTES DE CADA UM DE VOCÊS: QUAIS JÁ CAÍRAM? QUAIS APARECERAM RECENTEMENTE? D e y a n G e o rg ie v /S h u tt e rs to ck ¥ ESPELHO MATERIAL NECESSÁRIO AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. 45 Roteiros de aula e orientações didáticas Você pode organizar uma roda de conversa e incentivar os estudantes a compartilhar suas observações. O im- portante é que percebam as diferenças e as semelhanças que existem entre eles: alguns já trocaram vários dentes, outros não trocaram nenhum. Sugira aos estudantes que façam desenhos para representar os dentes observados e a contagem que fize- ram deles. Converse com eles sobre as cáries e como elas estão associadas a alimentos ricos em carboidratos (açúcar, massas, arroz, etc.). Por fim, uma possibilidade é mostrar imagens de dentes com e sem cáries, de forma que aprendam a identificá-las. Um dos elementos importantes da Educação em Ciências é oferecer aos estudantes oportunidades de praticar procedimentos que são associados a processos investigativos. Dentro dessa ideia, esta atividade possibilita que os estudantes exercitem proce- dimentos como: observar o mundo a sua volta e fazer perguntas; desenvol- ver e utilizar ferramentas para coleta, análise e representação de dados; relatar informações de forma oral, es- crita ou multimodal; apresentar dados de forma sistemática; participar de discussões de caráter científico com os colegas. Vídeo • Técnicas de escovação infantil. FOP- -Unicamp. Duração: 4 min 50 s. Dis- ponível em: https://tedit.net/Gaussr. Acesso em: 7 jun. 2021. Odontologista do Departamento de Odontologia Infantil da Unicamp demonstra técnicas de escovação infantil. Sugestão de... Agnesias dent‡rias A agenesia dentária, também definida como ausência congênita, é caracterizada pela redução numérica de elementos dentários. É uma das anomalias dentárias mais frequentes no ser humano e resulta de distúrbios durante os estágios de iniciação e proliferação na formação dentária. Pode ser classificada como hipodontia, oligodontia ou anodontia. O termo hi- podontia é usado para descrever agenesias de um a seis dentes, excluídos os terceiros molares, oligodontia para a ausência de mais de seis dentes e anodontia para a ausência completa de dentes. [...] LIU, K. N. C. Agenesias dentárias: revisão de literatura. Porto Alegre: UFRGS, 2011. Disponível em: https://tedit.net/4Sitro. Acesso em: 7 jun. 2021. Texto complementar 81 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 812APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 81 10/08/21 20:0110/08/21 20:01 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. SEUS DENTES, SUA IDADE MASTIGAR OS ALIMENTOS ANTES DE ENGOLIR É O PRIMEIRO PASSO DO PROCESSO DE DIGESTÃO. E PARA ISSO PRECISAMOS DOS NOSSOS DENTES. PARA DESCOBRIR MAIS SOBRE OS SEUS DENTES, ACOMPANHECOM O PROFESSOR A LEITURA DA ENTREVISTA COM UMA DENTISTA. R o b e rt o D u a rt e /A rq u iv o p e s s o a l POR QUE OS DENTES DAS CRIANÇAS CAEM? EMBAIXO DO DENTE DE LEITE DA CRIANÇA EXISTE OUTRO DENTE. À MEDIDA QUE ESSE OUTRO DENTE CRESCE, O DENTE DE LEITE VAI “AMOLECENDO” (DESPRENDENDO-SE DA GENGIVA) ATÉ CAIR E DAR LUGAR AO OUTRO. QUANTO TEMPO DURA O DENTE QUE SUBSTITUI O DENTE DE LEITE? ELE FICARÁ CONOSCO PELO RESTO DA VIDA, POR ISSO É CHAMADO DE DENTE PERMANENTE. EM GERAL, UM ADULTO TEM 32 DENTES PERMANENTES, E UMA CRIANÇA QUE AINDA NÃO COMEÇOU A TROCAR OS SEUS DENTES TEM 20 DENTES DE LEITE. O QUE DEVEMOS FAZER PARA CUIDAR DOS NOSSOS DENTES? TEMOS DE ESCOVAR OS DENTES ADEQUADAMENTE. ALÉM DISSO, É IMPORTANTE LIMPAR MUITO BEM O ESPAÇO ENTRE UM DENTE E OUTRO, POIS AÍ PODE SE ACUMULAR MUITA SUJEIRA. PARA ISSO, DEVEMOS USAR O FIO DENTAL. EXISTE ALGUM RECADO IMPORTANTE QUE VOCÊ GOSTARIA DE NOS PASSAR? SIM, O PRIMEIRO É: EVITE COMER BALAS, DOCES E OUTRAS GULOSEIMAS. ELES SÃO GOSTOSOS, MAS CONTRIBUEM PARA QUE OCORRAM VÁRIOS PROBLEMAS NOS DENTES. O SEGUNDO RECADO É: VISITE UM DENTISTA REGULARMENTE. ELE PODE AJUDÁ-LO A MANTER OS DENTES LIMPOS E A PREVENIR PROBLEMAS DENTÁRIOS. A DOUTORA SÔNIA MARIA ALVES RECOMENDA: VISITE O DENTISTA REGULARMENTE. COM A PALAVRA Suzanne Cascardi/ Arquivo da editora VAMOS ESTUDAR NOSSOS DENTES E APRENDER A CUIDAR DELES. Aproveite a oportunidade para trabalhar a habilidade de leitura em voz alta. Organize a turma para que todos os estudantes tenham oportunidade de fazer a leitura de algum trecho da entrevista. 46 Roteiros de aula e orientações didáticas Após a leitura, você pode retomar as ideias principais do texto. Pergunte aos estudantes se os dentes perma- nentes duram para sempre e conver- se sobre o que é preciso fazer para que eles fiquem fortes e saudáveis por bastante tempo. Aproveite a oportunidade e ava- lie, com os pais ou responsáveis e a direção da escola, se pode ser feito um trabalho preventivo com a visita de um dentista à escola para minis- trar uma palestra abordando os há- bitos de higiene bucal. Oriente o profissional a usar linguagem apro- priada para a faixa etária. Utilize a entrevista para conversar com os estudantes sobre como o conhecimento científico está pre- sente no dia a dia de diferentes pro- fissionais. Enfatize essa natureza “não estática” do conhecimento científico. Ao fazer isso, você possibilita o tra- balho com a competência especí- fica 1 de Ciências da Natureza. Nesse momento, é favorecido o trabalho com o Tema Contem- porâneo Transversal Trabalho, pertencente à macroárea Economia. Aproveite essa oportunidade para conversar com os estudantes sobre diferentes profissões. Temos aqui uma oportunidade para trabalhar com os estudantes o gênero textual entrevista, marcado pelo diálo- go entre o entrevistador e o entre- vistado. Primeiro, convide duplas de estudantes para ler o texto em voz alta. Depois, peça que façam a releitura do modo mais interpretativo possível, re- presentando os papéis do entrevistador e do entrevistado. Durante a leitura, esteja atento ao nível de oralidade e de fluência leitora dos estudantes. PNA e Literacia Saœde bucal Import‰ncia dos dentes dec’duos (dentes de leite) • Os dentes de leite são importantes para “guardar” o espaço e preparar o caminho dos dentes permanentes, servindo de guia para que esses dentes se posicionem de forma correta. • Para a criança se alimentar bem e com prazer e ter uma mastigação eficiente dos alimentos sem desconforto, é necessário que seus dentes estejam em bom estado. • A perda dos dentes de leite antes do tempo pode prejudicar, na criança que está aprendendo a falar, a pronúncia de algumas palavras. Além disso, a criança poderá se sentir diferente do restante do grupo de sua faixa etária, podendo causar algum problema emocional/social. [...] Texto complementar 82 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 822APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 82 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 1. O CARTAZ A SEGUIR EXPLICA COMO ESCOVAR OS DENTES CORRETAMENTE. AJUDE A TERMINÁ-LO SEGUINDO ESTES PASSOS: A) USE OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS PARA PREENCHER AS LACUNAS DO TEXTO. GENGIVA ESCOVA DENTES BOCA B) NOS ESPAÇOS EM BRANCO, FAÇA DESENHOS OU COLE IMAGENS PARA ILUSTRAR O CARTAZ. C ré d it o PARA TER DENTES FORTES E SAUDÁVEIS, É IMPORTANTE ESCOVÁ-LOS COM FREQUÊNCIA E VISITAR REGULARMENTE O DENTISTA. CONHEÇA AGORA OS PASSOS PARA UMA BOA ESCOVAÇÃO. REPITA OS MESMOS MOVIMENTOS EM TODAS AS PARTES DOS DENTES. NÃO SE ESQUEÇA DE ESCOVAR CUIDADOSAMENTE TODOS OS DENTES DO FUNDO. COMO ESCOVAR OS DENTES M a rk J a n u s /S h u tt e rs to c k Desenho do estudante. Desenho do estudante. Oriente os estudantes a realizar esse passo a passo em casa com ajuda de um responsável. Depois, peça a eles que contem como foi essa experiência. COLOQUE A ESCOVA NA LINHA DA GENGIVA. ESCOVE COM DELICADEZA PARA NÃO MACHUCAR A gengiva . COM A ESCOVA LIGEIRAMENTE INCLINADA, FAÇA MOVIMENTOS DE CIMA PARA BAIXO NOS DENTES DE CIMA. DEPOIS, ESCOVE TODOS OS dentes DE BAIXO FAZENDO MOVIMENTOS DE BAIXO PARA CIMA. ENXÁGUE BEM A boca . PARA COMPLETAR UMA BOA HIGIENE, ESCOVE COM DELICADEZA A LÍNGUA TAMBÉM. MANTENHA A SUA escova SEMPRE LIMPA. LEMBRE-SE DE PASSAR FIO DENTAL PARA LIMPAR OS ESPAÇOS ENTRE OS dentes . 47 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 1 Inicialmente, durante a correção da atividade, procure estimular o debate propondo questões como: “Você presta atenção em como escova os dentes?”; “Segundo o cartaz, como devemos escovar os dentes?”; “O que você pode melhorar no seu jeito de escovar os dentes?”. O debate pode levar os estudantes à reflexão sobre como escovam os den- tes e como deveriam escová-los, favo- recendo uma possível mudança nos hábitos de escovação. É importante que exponham como e quando esco- vam os dentes e percebam que deve- mos nos esforçar para desenvolver uma boa escovação, uma vez que escovar os dentes é uma forma de limpá-los. Ao completar o cartaz indicando hábitos relacionados à higiene bucal, os estudantes estão tendo a oportuni- dade de desenvolver a competência específica 7 de Ciências da Natureza, que envolve o autoconhecimento e o autocuidado. Os cartazes e os murais podem ser usados pelos estudantes para alertar sobre problemas e divulgar ideias, representando uma forma de atuação diante de questões de relevância para a sociedade. Se possível, convide-os a produzir e divulgar cartazes e mu- rais com a temática da saúde bucal em tamanhos maiores. Esse trabalho representa uma oportunidade para a execução de procedimentos que po- dem ser aplicados em processos investigativos, como: desenvolver ações para melhorar a qualidade de vida socioambiental; implementar soluções; apresentar dados; participar de discussões; associar explicações; avaliar informação; analisar demandas e delinear problemas. As atividades nesta página esti- mulam o desenvolvimento da escrita ao apresentar aos estudantes a estru- tura pronta de um texto curto e bem objetivo, que deve ser finalizado. Ao mesmo tempo que preenchem as lacunas, os estudantes têm a oportu- nidade de se familiarizar e se apropriar dessa estrutura textual. Aproveite a oportunidade para favorecer o desen- volvimento de vocabulário, conver- sando com eles sobre o significado dos termos no banco de palavras. PNA e Literacia Dicas para a limpeza da boca/dentes A partir do nascimento do primeiro dente é indispensável utilizar uma escova de dentes pequena de cerdas macias, com o uso de pequena quantidade (menos de um grão de arroz) de creme dental com flúor. Enquanto a criança possuir apenas dentes de leite, é suficiente escovar os dentes com creme dental duas vezes ao dia, e deve-se cuidar para que ela não engula a espuma que se forma durante a escovação. O creme dental deveser mantido fora do alcance das crianças. [...] BRASIL. Ministério da Saúde. Caderneta de saúde da criança: menina. 11. ed. 2017. p. 26. Disponível em: https://tedit.net/AcKy1c. Acesso em: 7 jun. 2021. 83 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 832APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 83 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. SEUS HÁBITOS, SUA IDADE VOCÊ JÁ SE ESQUECEU DE ESCOVAR OS DENTES? QUANDO SOMOS MAIS NOVOS, PRECISAMOS QUE OS ADULTOS NOS LEMBREM DE CERTOS CUIDADOS: — VÁ ESCOVAR OS DENTES! — DEIXE DE COMER BOBAGENS! MAS, À MEDIDA QUE FICAMOS MAIS VELHOS, PASSAMOS A NOS CUIDAR MAIS: SOZINHOS, NÓS ESCOVAMOS OS DENTES E TOMAMOS BANHO, PENTEAMOS OS CABELOS, CORTAMOS AS UNHAS E LAVAMOS AS MÃOS. TODOS ESSES HÁBITOS SÃO RELACIONADOS À HIGIENE DO CORPO. ALÉM DESSES, EXISTEM OUTROS HÁBITOS IMPORTANTES PARA A NOSSA SAÚDE, COMO: IR AO DENTISTA REGULARMENTE, DORMIR UM NÚMERO ADEQUADO DE HORAS E NOS ALIMENTARMOS DE MANEIRA SAUDÁVEL. QUAIS DESSES HÁBITOS VOCÊ JÁ TEM? E DE QUAIS CUIDADOS OS ADULTOS AINDA PRECISAM LEMBRÁ-LO? LAVAR AS MÃOS AJUDA A EVITAR MUITAS DOENÇAS. QUANDO SOMOS MAIS NOVOS, É IMPORTANTE QUE OS ADULTOS NOS ENSINEM A LAVAR CORRETAMENTE AS MÃOS. Suzanne Cascardi/ Arquivo da editora VAMOS REFLETIR SOBRE O QUE FAZEMOS PARA CUIDAR DO CORPO. w e ra R o d s a w a n g /M o m e n t R F /G e tt y I m a g e s LIVRO NÃO QUERO TOMAR BANHO. ANA OOM. SÃO PAULO: FTD, 2014. CONTA A HISTÓRIA DE MAFALDA, A MENINA QUE FOI PARA A ESCOLA SEM TOMAR BANHO NO DIA DA FOTO DA TURMA. SUGESTÃO 48 Roteiros de aula e orientações didáticas Antes da leitura do texto, os estu- dantes podem elaborar uma lista do que fazem para cuidar do corpo. Durante a leitura, convide-os a com- parar as informações do texto com as da lista. Peça que identifiquem, no texto, hábitos de higiene, sublinhan- do-os com determinada cor. Em se- guida, convide-os a sublinhar com outra cor os hábitos relacionados à promoção do bem-estar. Depois, incentive os estudantes a analisar, compartilhar e comparar suas rotinas. Com quais diferentes ativida- des e tarefas eles se ocupam? Quanto tempo dedicam a cada uma delas? Começar a tomar consciência dos há- bitos é um passo importante na Edu- cação para a Saúde. Com esse trabalho você potencializa o desenvolvimento das competências específicas 7 e 8 de Ciências da Natureza. Organize a turma em duplas para ler o texto. Alternadamente, cada membro da dupla lê um parágrafo em voz alta para o colega. Peça aos estudantes que, assim que terminarem a leitura de um parágrafo, escrevam no caderno uma ou duas frases, resumindo-o. Assim, você promoverá tanto o desenvolvi- mento da fluência da leitura oral como estimulará a escrita e a interação do leitor com o texto. PNA e Literacia Apresentamos a seguir uma su- gestão de atividade complementar. Se possível, incorpore-a em seu planejamento. Após a leitura do texto desta pági- na, promova um debate sobre o tema: “O que faço para cuidar da minha saúde?”. Peça aos estudantes que, in- dividualmente, façam duas listas de hábitos de higiene: a primeira com as coisas que já fazem sozinhos; e a se- gunda com o que ainda precisam ser lembrados de fazer. Aproveite para conversar sobre to- dos os cuidados mencionados no texto. Nessa idade, é comum as crian- ças terem receio de ir ao dentista. Converse sobre a importância da re- gularidade das visitas a esse profissio- nal da saúde, retomando ideias da entrevista da página 46. Atividade complementar A importância de brincar Crianças brincam! Brincam sozinhas, acompanhadas, animam objetos, imitam sons, são heroínas, choram e riem em suas brincadeiras. E porque estão brincando, podem amar e odiar livremente, protegidas pelo círculo mágico do jogo ou do ambiente lúdico. Costumamos ouvir que as crianças brincam na infância, mas seria mais preciso dizer que as crianças têm a infância para brincar. Ofereça à criança um pedaço de pau ou papel e logo haverá um maravilhoso mundo imaginativo pronto para tomar forma. O lú- dico é fator constituinte da vida. É através dele que a criança se constitui como sujeito. Texto complementar 84 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 842APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 84 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 1. COM BASE NA LEITURA DO TEXTO, FAÇA UM DESENHO EM CADA QUADRO, CONFORME A LEGENDA. 2. LEIA A TIRINHA. ELA MOSTRA UMA PERSONAGEM QUE DESENVOLVEU UM HÁBITO NÃO RECOMENDADO. EXEMPLO DE HÁBITO DE HIGIENE. EXEMPLO DE HÁBITO QUE FAZ BEM À SAÚDE EM GERAL. Desenho do estudante. Desenho do estudante. FONTE: BANCO DE IMAGENS MSP. © M a u ri c io d e S o u s a /M a u ri c io d e S o u s a E d it o ra L td a . 3. AGORA, RESPONDA: A) QUAL É O HÁBITO NÃO RECOMENDADO CARACTERÍSTICO DESSA PERSONAGEM? Comer demais, principalmente doces. B) SERÁ QUE, ASSIM COMO ESSA PERSONAGEM, VOCÊ TEM ALGUM HÁBITO QUE PODERIA MUDAR? Resposta pessoal. 49 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 1 No texto são citados os seguintes exemplos de hábitos de higiene que podem ser desenhados pelos estu- dantes no primeiro quadro: escovar os dentes, tomar banho, pentear os cabelos, cortar as unhas e lavar as mãos. No segundo quadro, podem ser desenhados os seguintes hábitos: ir ao dentista regularmente, dormir um número adequado de horas e alimentar-se de maneira saudável. Atividades 2 e 3 A tirinha explora o hábito não re- comendado de comer em excesso (a personagem Magali é famosa por comer desenfreadamente e só pen- sar em comida), em especial doces. Após ler a tirinha, peça aos estudan- tes que analisem os três pedidos feitos pela personagem Magali. Es- pera-se que eles percebam que há excesso de doces. Se o hábito de comer muitos doces for corriqueiro, alguns problemas de saúde podem surgir, como diabetes, obesidade e cáries nos dentes. Ao trabalhar o item B, favoreça uma conversa franca entre os estudantes e faça um convite: “Vamos reparar no que fazemos no dia a dia e identificar atitudes e hábitos não recomendados (como deixar de escovar os dentes, não lavar as mãos antes das refeições, etc.)?”. Peça que anotem suas obser- vações em uma folha avulsa e tragam na próxima aula. Com as respostas em mãos, oriente a turma a discutir ques- tões como: “O que podemos fazer para adquirir hábitos saudáveis?”; “Po- demos fazer essas mudanças por nós mesmos ou precisamos da ajuda de algum adulto?”. Você pode usar os quadrinhos aqui apresentados para favorecer o desen- volvimento da oralidade e da escrita. Primeiro, incentive os estudantes a con- tar essa história em quadrinhos oral- mente. Depois, convide-os a criar um balão de pensamento para cada um dos três últimos quadrinhos. Incentive-os a compartilhar suas produções. PNA e Literacia Nos primórdios de sua existência, o eu, num processo criador de interpretação do mundo, criou um território interno para sua realidade psíquica. Interpretar o mundo é “inventar” e dar-lhe um sentido. O lúdico é o primeiro movimento da criança em direção ao seu potencial criador. A brincadeira é, para ela, um dos principais meios de expressão que possibilita a investigação e a aprendizagem sobre as pessoas e o mundo. Valorizar o brincar significa oferecer locais e brinquedos que favoreçam a brincadeira como atividade que ocupa o maior espaço de tempo na infância. BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde da criança: o que é, cuidados, políticas, vacinação, aleitamento. Disponível em: https://tedit.net/1XzX2j. Acesso em: 7 jun. 2021. 85 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 852APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 85 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 1. VAMOS JOGAR O JOGO DOS HÁBITOS OPOSTOS? ELE PODE NOS AJUDAR A DESENVOLVERHÁBITOS SAUDÁVEIS. • FAÇA AS CARTAS DO JOGO. SERÃO DOIS BARALHOS: BARALHO DE HÁBITOS: FAÇA ALGUMAS CARTAS COM HÁBITOS RECOMENDADOS (POR EXEMPLO, TOMAR BANHO DIARIAMENTE) E OUTRAS COM HÁBITOS NÃO RECOMENDADOS (POR EXEMPLO, NÃO ESCOVAR OS DENTES). BARALHO DE NÚMEROS: FAÇA ALGUMAS CARTAS COM O NÚMERO 1 E ALGUMAS CARTAS COM O NÚMERO 2. • MISTURE AS CARTAS E DEIXE OS BARALHOS NOS LOCAIS INDICADOS NO TABULEIRO. ASSIM TAMBÉM APRENDO Lave as mãos antes das refeições. Tenha uma alimentação saudável. Durma um número de horas adequado. Baralho de hábitos USE GRÃOS DE FEIJÃO COLORIDOS PARA MARCAR AS CASAS NO TABULEIRO. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. 50 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 1 Aproveite o momento lúdico da seção para promover uma síntese dos assuntos estudados até agora na uni- dade. Incentive os estudantes a trocar opiniões e folhear o livro para retomar ideias e informações que possam ser usadas na confecção das cartas do jogo. No momento da confecção, é interessante conversar sobre os hábi- tos de higiene adotados por eles. Enfatize que hábitos de higiene pro- movem o bem-estar, por isso é reco- mendável adotá-los. Ajude os estudantes a fazer o ba- ralho de hábitos com o maior número possível de cartas. Alguns exemplos de hábitos recomendados são: esco- var os dentes após as refeições e antes de dormir; usar protetor solar quando ficar exposto ao Sol; manter atualiza- da a carteira de vacinação; praticar atividade física regularmente; dormir um número de horas adequado por dia; manter o bom humor até em si- tuações consideradas desagradáveis; encarar de forma positiva os aconte- cimentos do dia a dia; evitar comer doces em excesso; etc. Vídeo Apurando o olhar para a vigilância do desenvolvimento infantil. Ministé- rio da Saúde. Duração: 23 min 51 s. Disponível em: https://tedit.net/VY5s3p. Acesso em: 7 jun. 2021. Vídeo que instrui sobre os cuidados para promover o bom desenvolvimen- to nos três primeiros anos de vida. Site Você provavelmente escova seus dentes errado; aprenda de vez o jeito certo. Gabriela Ingrid. UOL VivaBem. Diponível em: https://tedit.net/1XzX2j. Acesso em: 7 jun. 2021. Artigo que esclarece dúvidas e informa o passo a passo para a esco- vação correta. Sugestão de... Jogos: quando, como e por que usar Os alunos conhecem diferentes jogos e aprendem os conteúdos. Você tem em mãos uma ferramenta lúdica e instigante. Saiba como incluí-la na rotina da turma Diante de um jogo, crianças e adolescentes dão o melhor de si: planejam, pen- sam em estratégias, agem, analisam e antecipam o passo do adversário, observam o erro dele, torcem, comemoram — ou lamentam — e propõem uma nova partida. Todo esse interesse faz dele um valioso recurso, que pode ser incluído nas aulas [...]. Para crianças e jovens, o principal atrativo é o caráter lúdico, conceito por vezes mal Texto complementar 86 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 862APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 86 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 • SORTEIE UMA CARTA DO BARALHO DE NÚMEROS PARA SABER QUANTAS CASAS ANDAR NA TRILHA. • AO CHEGAR AO LOCAL ADEQUADO, SORTEIE UMA CARTA DO BARALHO DE HÁBITOS. • SE VOCÊ TIRAR UM HÁBITO NÃO RECOMENDADO, VOLTE UMA CASA. SE TIRAR UM HÁBITO RECOMENDADO, AVANCE UMA CASA. • SE VOCÊ PARAR NA ILUSTRAÇÃO DE UM HÁBITO, ESCOLHA OUTRO JOGADOR PARA FAZER UMA MÍMICA QUE REPRESENTE ESSE HÁBITO. • VENCE O JOGO QUEM TERMINAR O PERCURSO PRIMEIRO. 2. COMPLETE AS LEGENDAS, EXPLICANDO CADA HÁBITO ILUSTRADO. G iz d e C e ra /A rq u iv o d a e d it o ra Pratique atividades físicas. Use protetor solar. Consulte um médico regularmente. Baralho de números AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. 51 Roteiros de aula e orientações didáticas Aproveite as atividades apresenta- das aqui para favorecer o trabalho com os Temas Contemporâneos Transversais Saúde, pertencente à macroárea Saúde, e Diversidade Cultural, pertencente à macroárea Multiculturalismo. Com base no reconhecimento da diversidade de hábitos, você pode incentivar a turma a discutir o assunto e também os cos- tumes relacionados a diferentes cul- turas, enfatizando a construção de hábitos promotores de saúde. Ao final do capítulo, se possível, organize, em pequenos grupos, uma visita ao posto de saúde mais próxi- mo da escola. Mostre que há diferen- tes cartazes para promover a saúde da população. Você também pode pedir aos estudantes que tragam suas carteiras de vacinação para ana- lisá-las. Converse com eles e pergun- te: “Onde vocês tomaram vacinas?”; “Que vacinas já tomaram?”; “Que idade vocês tinham?”; “Falta tomar alguma vacina? Qual?”. Atividade complementar Livro Ciência lúdica: brincando e apren- dendo com jogos sobre Ciências. Rejâne Maria Lira-da-Silva (org.). Salvador: EDUFBA, 2008. Sugestão de... compreendido, mas que indica que a prática é divertida e pressupõe uma relação in- teressante entre os participantes. Porém, não ficam de fora o compromisso, o esforço, o trabalho e até a frustração. O prazer que proporciona é ligado à superação, à satis- fação de ganhar ou de ser melhor que antes. “A motivação é intrínseca. E há sempre a possibilidade de repetir a experiência”, diz Lino de Macedo, docente aposentado do Instituto de Psicologia da USP e especialista no tema. [...] Tendo essa vivência durante a trajetória escolar, crianças e adolescentes estarão preparados para muitas situações de sua vida — e para as próximas partidas. [...] SANTOMAURO, B. Jogos: quando, como e por que usar. Nova Escola. Disponível em: https://tedit.net/TBmL3u. Acesso em: 7 jun. 2021. 87 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 872APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 87 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. SENTIR E INTERAGIR VOCÊ SABE EXPLICAR COMO CONSEGUE SENTIR O QUE ESTÁ AO SEU REDOR? POR MEIO DOS NOSSOS SENTIDOS, INTERAGIMOS COM O MUNDO. AQUILO QUE CHEIRAMOS COM O NARIZ SE REFERE AO SENTIDO DO OLFATO. O QUE VEMOS COM OS OLHOS SE REFERE AO SENTIDO DA VISÃO. JÁ O QUE SENTIMOS AO TOCAR EM ALGO SE REFERE AO TATO. AQUILO QUE AS ORELHAS OUVEM SE REFERE À AUDIÇÃO. E O QUE PROVAMOS COM A LÍNGUA SE REFERE À GUSTAÇÃO. S uz an ne C as ca rd i/ A rq ui vo d a ed ito ra VAMOS EXPLORAR NOSSOS SENTIDOS. CONFORME FICAMOS MAIS VELHOS, VAMOS APRENDENDO A USAR PALAVRAS MAIS ADEQUADAS PARA EXPLICAR E DESCREVER O QUE SENTIMOS. POR EXEMPLO, UMA COISA PODE SER LISA E TER CHEIRO DE MADEIRA, ALGO PODE SER AMARGO E VERDE, ETC. OS SENTIDOS NÃO FUNCIONAM SOZINHOS. POR EXEMPLO, SE VOCÊ ESTIVER DE NARIZ TAPADO E COLOCAR UM ALIMENTO NA BOCA, A SENSAÇÃO DO SABOR DO ALIMENTO FICARÁ ALTERADA. N a tc h a r L a i/ S h u tt e rs to ck N a te e K J in d a k u m /S h u tt e rs to ck O OLFATO SE REFERE ÀQUILO QUE CHEIRAMOS. POR MEIO DA VISÃO, PODEMOS VER DIFERENTES OBJETOS. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. 52 Roteiros de aula e orientações didáticas Você pode aproveitar a oportuni- dade para comentar com os estudan- tes que o que percebemos do mundo à nossa volta está relacionado aos nossos sentidos. Apesar de ser difícil explicar e definir tudo o que sentimos de maneira simplificada, podemos sintetizar nossas sensações em cinco sentidos: tato, olfato, visão, gustação e audição. As atividades aqui apresentadas favorecem o trabalho com a Educa- ção para a Saúde. Procure incentivar os estudantes a expressar suas opi- niões e refletir sobre temas relacio- nados a sensações e autoconsciência, sobre como e o que percebemos em nossa rotina diária e sobre a impor- tância da adoção de um estilo de vida saudável. Dessa maneira, você possibilitará o trabalho com a com- petência específica 7 de Ciências da Natureza. Paraestimular o processamento lei- tor ativo, você pode inicialmente pedir aos estudantes que passem os olhos no texto e identifiquem os termos em des- taque. Depois, convide-os a, no caderno, fazer frases usando esses termos e com- partilhar oralmente com os colegas. Então, peça que iniciem a leitura. Propo- nha que dividam o texto em duas par- tes: a primeira com os três parágrafos iniciais e a segunda com os dois pará- grafos finais. Estimule-os a redigir um pequeno parágrafo de resumo para cada uma dessas partes do texto ao tér- mino da leitura. PNA e Literacia Caso seja possível incorporar em seu planejamento, você pode desenvolver a seguinte atividade prática para instigar a curiosidade dos estudantes sobre o olfato e a gustação. Antes de realizar a ati- vidade, recomendamos verificar se os estudantes têm restrições alimentares. • Prepare gelatinas de diferentes sabores e corte-as em quadradinhos. • Organize a turma em dois grupos: um deles ficará de olhos vendados e nariz destapado ao experimentar as gelatinas e o outro ficará de olhos vendados e nariz tapado. • Organize os estudantes de modo que não ouçam as respostas uns dos outros. • Oriente-os a experimentar as gelatinas e, em voz baixa, dizer a você qual é o sabor de cada uma delas. • Caso considere oportuno, comente que os sentidos do olfato e da gustação atuam em conjunto na identificação dos diferentes sabo- res dos alimentos. • Anote os resultados em uma folha avulsa e, ao final, copie-os no quadro de giz, para debatê-los com os estudantes. Atividade complementar 88 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 882APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 88 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 1. A CRUZADINHA DOS SENTIDOS FOI FEITA COM BASE NO TEXTO DA PÁGINA ANTERIOR. COMPLETE AS FRASES A SEGUIR E, DEPOIS, USE ESSAS PALAVRAS PARA PREENCHER A CRUZADINHA. A) AQUILO QUE “SINTO COM AS MINHAS MÃOS” SE REFERE AO SENTIDO DO . B) O QUE “VEJO COM MEUS OLHOS” SE REFERE AO SENTIDO DA visão . C) O QUE “CHEIRO COM MEU NARIZ” SE REFERE AO SENTIDO DO olfato . D) O QUE “PROVO COM A MINHA LÍNGUA” SE REFERE AO SENTIDO DA gustação . E) O QUE “AS ORELHAS OUVEM” SE REFERE AO SENTIDO DA audição . G A U C O L F A T O S B A T V T A U D I Ç Ã O Ç S Ã Ã O O E D Il u s tr a ç õ e s : M o u s e s S a g io ra to / A rq u iv o d a e d it o ra 2. VAMOS FAZER UM DICIONÁRIO DO CORPO HUMANO? NO CADERNO, ESCREVA UMA DEFINIÇÃO PARA OS TERMOS REFERENTES AOS SENTIDOS DO NOSSO CORPO: VISÃO, AUDIÇÃO, TATO, GUSTAÇÃO E OLFATO. Peça aos estudantes que se sentirem confortáveis em compartilhar a produção escrita para lerem em voz alta as definições escritas no caderno. TATO 53 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 2 Aqui não é esperado que os estu- dantes apresentem definições cien- tíficas dos sentidos. Espera-se apenas que consigam escrever que a visão está relacionada ao ato de ver, ou é o sentido pelo qual podemos ver; a audição está relacionada ao ato de ouvir, ou é o sentido pelo qual po- demos ouvir; o olfato relaciona-se ao ato de sentir cheiros, ou é o sentido pelo qual podemos cheirar; a gusta- ção está relacionada ao ato de per- ceber gostos, ou é o sentido pelo qual podemos sentir gostos; o tato está relacionado ao ato de perceber as características das coisas pelo to- que, ou é o sentido de perceber sen- sações pelo toque. Aqui você encontra mais uma opor- tunidade para trabalhar com os estu- dantes a escrita de definições e ex pli cações. Peça que elaborem um texto inicial no caderno. Depois, solicite que leiam as definições apresentadas em diferentes dicionários e troquem ideias com os colegas. Finalmente, su- gira que reescrevam seus textos usando as próprias palavras. As leituras dos tex- tos de dicionários podem ser feitas em voz alta, a fim de estimular a oralidade e favorecer o desenvolvimento da cons- ciência fonológica e fonêmica e a fluên- cia em leitura oral. PNA e Literacia A fim de sensibilizar os estudantes para as nossas sensações, particularmente por meio do tato, você pode propor uma atividade com uma “caixa misteriosa”. • Consiga uma caixa de papelão grande. Ponha vários objetos dentro dela, mas não coloque objetos perigosos nem pontiagudos, como tesoura ou mesmo lápis com ponta. Depois, feche a caixa. • Na tampa da caixa, faça uma abertura pela qual passe somente a mão dos estudantes. Para dificultar a visão de dentro da caixa, co- loque um pano em volta da abertura. • Chame alguns estudantes para usar o tato e adivinhar que objetos estão na caixa. Durante a atividade, incentive-os a descrever o que estão sentindo. • Em seguida, peça a outros estudantes que repitam a atividade, mas usando uma luva, e questione: Será que eles vão conseguir identi- ficar os objetos mais facilmente ou terão mais dificuldade? Atividade complementar 89 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 892APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 89 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 3. FAÇA UMA LEGENDA PARA CADA IMAGEM DESTA PÁGINA. EM SEU TEXTO, DESCREVA QUE SENSAÇÕES VOCÊ ASSOCIA AO QUE É MOSTRADO. USE OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS. SALGADO LISO ÁSPERA RUGOSO QUEIMADO FLORAL G a lin a 2 7 0 3 /S h u tt e rs to ck S e a n P ri o r/ A la m y /F o to a re n a F e rn a n d o F a v o re tt o /A rq u iv o d a e d it o ra F e rn a n d o F a v o re tt o /A rq u iv o d a e d it o ra 3 4 4 5 1 2 8 4 7 1 /S h u tt e rs to ck Sugestão de resposta: Os lírios têm um cheiro floral. Sugestão de resposta: O vidro é liso. Sugestão de resposta: A lixa de unha é áspera. Sugestão de resposta: O tronco da árvore é rugoso. Sugestão de resposta: O macarrão tem gosto salgado. Sugestão de resposta: As torradas estão cheirando queimado. S U P E R M A O /S h u tt e rs to ck AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. 54 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 3 Inicialmente, repare se os estudan- tes usam termos adequados para des- crever as propriedades dos objetos percebidas pelo tato (por exemplo, o tronco da árvore é rugoso, a lixa é áspera, o vidro é liso). Depois, procure ampliar esses exem- plos. Convide os estudantes a formar duplas, pensar em momentos do dia a dia e formular listas de sensações relacionadas a eles. Isso pode servir de preparação para a atividade da página seguinte. Por fim, incentive-os a compartilhar, discutir e pedir ajuda a diferentes pes- soas, fazendo perguntas como: “Que palavra seria melhor para descrever cada uma das sensações relacionadas a momentos do nosso dia a dia?”. Incentive os estudantes a se expres- sarem oralmente, avaliando o repertó- rio e o conhecimento que apresentam. Essa atividade contribui para o desen- volvimento de vocabulário e a cons- cientização fonológica e fonêmica. PNA e Literacia Caso seja possível incluir em seu planejamento, faça a leitura do poema a seguir para a turma. Em seguida, promova uma discussão: “Que pala- vras usamos para descrever os cheiros que sentimos?”. Cheiros Qual será o motivo, de fato, Por que os poetas não falam do olfato? Eu amo os cheiros – cheiro de mato, De café fresco, de doce e pudim, Cebolas fritas, tostadas assim – Cheiro de boas comidas, enfim... E de um cachimbo a fumaça cheirosa, E do perfume do cravo e da rosa, De uma fogueira a fragrância olorosa; Do cheiro bom de tinta de im- pressão, De maresia na arrebentação, Cheiro gostoso de chuva no chão; Odor de menta, de cânfora e chá, Perfume duma árvore de Natal, São bons! Mas pra mim, eu vou [confessar: Cheiro é de navio: melhor não há! MORLEY, C. Caldeir‹o de poemas. Tradução de Tatiana Belinky. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2003. Atividade complementar Seres humanos têm tanto olfato quanto cães, revela estudo Os seres humanos têm um olfatoque não deixa a desejar em nada a outros mamí- feros, incluindo cães e ratos, cujo faro tem tanto prestígio [...]. Os pesquisadores afirmam que a suposta inferioridade dos humanos para distinguir uma ampla gama de aromas é um mito que se arrasta desde o século XIX. “Há uma antiga crença cultural, segundo a qual, para que uma pessoa seja racional e razoável, suas ações não podem estar dominadas pelo sentido do olfato, percebido como puramente animal”, disse o professor adjunto de Psicologia John McGann, da Universidade de Rutgers [...]. Texto complementar 90 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 902APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 90 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 PELA MANHÃ ACORDO COM O SOM DO despertador . Il u s tr a ç õ e s : M o u s e s S a g io ra to /A rq u iv o d a e d it o ra 4. A HISTÓRIA EM QUADRINHOS A SEGUIR, SOBRE O TEMA SENTIDOS, ESTÁ INCOMPLETA. TERMINE AS FRASES DOS QUADRINHOS 1, 2 E 3. DEPOIS, CRIE DESENHOS E FRASES PARA OS DOIS ÚLTIMOS QUADRINHOS. NO CAFÉ DA MANHÃ, SINTO O CHEIRO DE pão/leite/frutas . SINTO NA BOCA O GOSTO DOCE DA maçã . Resposta pessoal. Resposta pessoal. Desenho do estudante. Desenho do estudante. 1 2 4 3 5 COMPARTILHE SUA HISTÓRIA COM OS COLEGAS. S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra 55 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 4 Verifique se os estudantes termi- nam a história em quadrinhos indi- cando os sentidos da visão e do tato, representando, assim, os cinco senti- dos explorados até o momento. Alguns exemplos que você pode citar, caso os estudantes apresentem dificuldade, são: usar a visão para ler a lição na escola ou para brincar e usar o tato para sentir a temperatura da água no banho. Aproveite esse momento para avaliar se há alguma defasagem de conteúdo entre os estudantes. Cer- tifique-se de que todos acompanha- ram o raciocínio, identificando even - tuais dificuldades na compreensão dos conceitos até aqui apresentados. Se necessário, retome conteúdos relacionados e já trabalhados em momentos anteriores. Muitos estudantes estão acostuma- dos e gostam de ler quadrinhos. Porém, não se imaginam escrevendo os textos desses quadrinhos. Aproveite a oportu- nidade para incentivá-los a ter uma postura ativa, oportunizar a prática da oralidade e estimular o exercício da es- crita. Você pode primeiro pedir que lhe contem como preencheriam os textos dos quadrinhos e, depois, incentivá-los a escrever os textos de acordo com suas ideias sobre o que acontece na história durante o dia da criança. Valorize os tex- tos e os desenhos que produzirem e estimule que sejam compartilhados. PNA e Literacia Vídeo Apolônio e Azulão – Episódio 1: Os cinco sentidos. TV Unesp. Dura- ção: 15 min. Disponível em: https:// tedit.net/vdRc0u. Acesso em: 7 jun. 2021. Teatro de bonecos produzido e apresentado pela TV Unesp com en- sinamentos sobre os sentidos básicos do corpo humano. Sugestão de... “O bulbo olfativo humano, que transmite sinais para outras áreas do cérebro para ajudar na identificação de odores, está tão desenvolvido quanto em outros mamíferos e tem um número similar de neurônios”, explicou. [...] Depois de realizar uma série de estudos, os pesquisadores determinaram que os seres humanos podem distinguir até um bilhão de odores diferentes, muito mais do que os aproximadamente 10 mil mencionados nos Manuais de Psicologia. SERES humanos têm tanto olfato como os cães, revela estudo. G1, 15 maio 2017. Disponível em: https://tedit.net/mvkBmh. Acesso em: 7 jun. 2021. 91 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 912APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 91 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 56 VAMOS VER DE NOVO NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE: • NOSSA DENTIÇÃO MUDA À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA. • DEVEMOS ESCOVAR OS DENTES CORRETAMENTE E VISITAR O DENTISTA REGULARMENTE. • DEVEMOS DESENVOLVER HÁBITOS QUE FAVOREÇAM NOSSA SAÚDE, COMO OS HÁBITOS DE HIGIENE, POR EXEMPLO. • POSSUÍMOS DIFERENTES SENTIDOS: TATO, GUSTAÇÃO, OLFATO, VISÃO E AUDIÇÃO. S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. Roteiros de aula e orientações didáticas Nesta seção, apresentamos uma síntese das principais proposições con- ceituais trabalhadas no capítulo. Além de elencar tais proposições uma a uma, apresentamos um mapa concei- tual, recurso esquemático que facilita a visualização dessas proposições pe- los estudantes. Usando as ideias de J. D. Novak e D. B. Gowin (1984), podemos dizer que os mapas conceituais se diferen- ciam de outros tipos de esquema na medida em que: • expõem os conceitos e as propo- sições fundamentais em uma lin- guagem simples e concisa; • mostram as relações entre as ideias principais de modo simples e visto- so, aproveitando a capacidade hu- mana para a representação visual; • acentuam visualmente tanto as relações hierárquicas entre concei- tos e proposições como as relações cruzadas entre grupos de concei- tos e proposições. Avaliando as aprendizagens Você pode usar os mapas concei- tuais para avaliar as aprendizagens. Uma sugestão é organizar os estudan- tes em grupos e solicitar que produ- zam um mapa conceitual alternativo ao apresentado. Para isso, eles podem manipular os conceitos apresentados mudando a hierarquia entre eles, alte- rando as ligações com setas, etc. Podem, além disso, acrescentar conceitos que julgam importantes e que gostariam de relacionar com os demais conceitos apresentados no esquema. Você pode apontar concei- tos específicos e pedir aos estudantes que os relacionem; criar uma relação correta e uma relação incorreta entre conceitos e pedir aos estudantes que as comentem; inverter a hierarquia de certos conceitos e conversar com os estudantes sobre argumentos para justificar a modificação feita. Durante a troca de ideias sobre essas modificações, procure fazer apontamentos e explicações em re- lação aos mapas produzidos quando julgar que é necessário alguma reme- diação da aprendizagem. Neste capítulo, durante o trabalho com os conceitos e as proposições conceituais explicitadas no esquema aqui apresentado, foram oferecidas aos estudantes oportunidades para praticar e desenvolver algumas competências específicas de Ciências da Natureza. Mais especificamente, demos maior ênfase às competências 1, 7 e 8. O desenvolvimento das competências específicas 2 e 3, por sua vez, é mais frequente e se dá ao longo de todo o capítulo – por exemplo, nos momen- tos em que são desenvolvidas habilidades relacionadas a processos investigativos. BNCC Competências específicas de Ciências da Natureza 92 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 922APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 92 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 57 © M a u ri c io d e S o u s a /M a u ri c io d e S o u s a E d it o ra L td a . DEVE RECEBER DENTE escovação 1. COMPLETE OS ESQUEMAS USANDO OS TERMOS E AS EXPRESSÕES MAIS ADEQUADOS DO BANCO DE PALAVRAS A SEGUIR. DENTE PERMANENTE ESCOVAÇÃO DENTE DE LEITE 2. LEIA ESTA TIRINHA E EM SEGUIDA RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR. PODE SER DENTE dente de leite dente permanente M o u s e s S a g io ra to /A rq u iv o d a e d it o ra A) QUAL HÁBITO NÃO RECOMENDADO É CARACTERÍSTICO DESSE PERSONAGEM? Não tomar banho. B) NO CADERNO, COM AJUDA DO PROFESSOR OU DE UM FAMILIAR, FAÇA UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS PARA MOSTRAR, DE FORMA BEM-HUMORADA, UM HÁBITO QUE VOCÊ SABE QUE DEVE MUDAR OU UM HÁBITO QUE VOCÊ ACHA QUE DEVE ADQUIRIR. 3. ANALISE A IMAGEM A SEGUIR E CONVERSE COM OS COLEGAS: QUE SENTIDOS ESTÃO SENDO USADOS PELAS PESSOAS? FONTE: BANCO DE IMAGENS MSP. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. Resposta pessoal. Avaliando as aprendizagens Apresentamos aquialgumas ati- vidades que ajudam a avaliar a aprendizagem dos estudantes. Ao respondê-las, os estudantes devem explicitar o entendimento dos con- ceitos, além de comparar e contrastar situações e hipóteses e empregar procedimentos e habilidades cogni- tivas específicos (como observação, análise, síntese, argumentação, etc.). Inicialmente, sugerimos que essas atividades sejam feitas individual- mente. Depois de respondidas, os estudantes podem se organizar em duplas para comparar as respostas, verificar as divergências e chegar a um consenso. Essa é uma poderosa estratégia de avaliação, na medida em que ca- da estudante deve expor aos colegas o que aprendeu, possibilitando re- pensar suas ideias e explicitar suas dúvidas. Atividade 1 Inicialmente, você pode corrigir os esquemas que os estudantes preen- cheram. Depois, você pode encora- já-los a construir outros esquemas, a fim de resumir outras partes especí- ficas deste capítulo. Atividade 2 Incentive os estudantes a primeiro conversar com os familiares sobre o que aprenderam neste capítulo. De- pois dessa conversa, eles podem criar as histórias em quadrinhos, como solicita o item B. Estimule-os a com- partilhar suas produções no mural da turma e convide-os a dar possíveis títulos aos quadrinhos compartilha- dos pelos colegas. Atividade 3 Alguns exemplos de respostas que podem ser dadas: audição – buzina do vendedor de sorvete, barulho das ondas; visão – pessoas olhando umas para as outras; gustação e olfato – ho- mem comendo milho; tato – crianças tocando a areia, crianças passando a mão na testa. Neste capítulo, oferecemos oportunidades para se trabalhar com os Temas Contemporâneos Transversais Trabalho, Saúde e Diversidade Cultural, pertencentes às macroáreas Economia, Saúde e Multiculturalismo, respectivamente. Ao possibilitar o trabalho com Temas Contemporâneos Transversais, você contextualiza o que é estudado, despertando o interesse das crianças e contribuindo para o desenvolvimento delas como cidadãs do mundo. BNCC Temas Contemporâneos Transversais 93 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 932APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 93 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 4 CAPÍTULO FERIMENTOS E CUIDADOS NESTE CAPÍTULO, VAMOS ESTUDAR COMO PODEMOS NOS CUIDAR MELHOR EVITANDO ACIDENTES E TRATANDO FERIMENTOS CASO ELES OCORRAM. • O QUE VOCÊ ACHA QUE PODE FAZER PARA EVITAR ACIDENTES E DIMINUIR AS CHANCES DE SE MACHUCAR? • QUANDO ALGUÉM SOFRE ARRANHÕES E FERIMENTOS LEVES, O QUE PODEMOS FAZER PARA TRATAR ESSES MACHUCADOS? • VOCÊ JÁ FOI A UM POSTO DE SAÚDE? VOCÊ SABE EM QUE SITUAÇÕES AS PESSOAS VÃO A UM POSTO DE SAÚDE? PARA INICIAR G iz d e C e ra /A rq u iv o d a e d it o ra VOCÊ SABE CUIDAR DO SEU CORPO? S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO CONTRIBUI PARA A PREVENÇÃO DE FERIMENTOS. 58 Visão geral do capítulo Neste capítulo, vamos estudar al- guns ferimentos que os estudantes podem sofrer, como arranhões e fratu- ras ósseas. Também abordaremos co- mo os acidentes podem ser evitados e conhecer mais hábitos recomendados para promover a saúde. Entre eles, res- saltaremos a vacinação como uma forma de prevenção de doenças. E ainda: “Vocês se lembram de já ter ido a um posto de saúde?”; “Vocês sabem explicar o que é feito nos postos de saúde?”; “De ma- neira geral, o que podemos fazer para cuidar da saúde?”. Ao longo deste capítulo, você encontrará várias oportunidades para tra balhar com os estudantes a habilidade EF02CI03 da BNCC. BNCC Habilidade Na seção Para iniciar, você encon- tra uma oportunidade para ativar o que os estudantes já sabem sobre o que será estudado. Procure valorizar esse conhecimento prévio logo no começo do desenvolvimento das ati- vidades do capítulo. BNCC Orientações gerais Avaliação inicial – Para iniciar Nesta seção, é importante manter um registro das respostas iniciais dos estudantes, a fim de que pos- sam ser retomadas e revistas no final do capítulo. Isso contribuirá para que se tornem conscientes de suas aprendizagens. Inicialmente, você pode explorar a imagem de abertura do capítulo per- guntando à turma: “Vocês já se ma- chucaram praticando esportes ou brincando?”; “Vocês estavam usando equipamento de proteção?”; “Como foi o machucado?”; “Teria sido diferen- te se estivessem usando esse tipo de equipamento?”; “Quem costuma usar equipamentos de proteção co- mo capacete? Em que situações?”. Por fim, incentive os estudantes a discutir questões focadas no tema de estudo do capítulo, como a apre- sentada pelo mascote. Você tam- bém pode perguntar a eles: “Qual foi a última vez que vocês se machu- caram?”; “Como foi o machucado?”; “O que vocês fizeram para cuidar dele?”; “Vocês costumam se machu- car?”; “Qual é o machucado mais frequente que ocorre com vocês?”. 94 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 942APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 94 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 QUE TAL MONTAR A PEÇA POSTO DE SAÚDE COM OS COLEGAS? COMO FAZER 1. DECIDAM QUEM SERÃO OS PERSONAGENS PRINCIPAIS E POR QUE VÃO PROCURAR O POSTO DE SAÚDE. ATIVIDADE PRÁTICA 2. CAPRICHEM NA MONTAGEM DO CENÁRIO DO POSTO DE SAÚDE. 3. ENCENEM O ATENDIMENTO FEITO PELO MÉDICO, ENFERMEIRO OU AGENTE DE SAÚDE. 4. ENCERREM A PEÇA TEATRAL COM UM RECADO SOBRE A IMPORTÂNCIA DOS POSTOS DE SAÚDE. Im a g e n s : F e rn a n d o F a v o re tt o / A rq u iv o d a e d it o ra ESTUDANTES PLANEJAM A ENCENAÇÃO. CARTAZES SÃO USADOS PARA MONTAR O CENÁRIO. ESTUDANTES ENCENAM UM ATENDIMENTO NO POSTO DE SAÚDE. ESTUDANTES FINALIZAM A ENCENAÇÃO. MATERIAL NECESSÁRIO • LÁPIS DE COR OU GIZ DE CERA • CARTOLINA OU PAPEL-CARTÃO • FOLHAS DE PAPEL SULFITE 59 Roteiros de aula e orientações didáticas Antes de realizar a atividade, dê tem- po aos estudantes para que conversem sobre o que deve existir no posto de saúde da peça teatral, os motivos que levam a pessoa a procurá-lo e o que os cartazes devem informar. Ao fazer uma encenação em sala de aula, os estudantes se envolvem em uma atividade que pode se de- senvolver com as características de um role-playing game. Leia o texto complementar a seguir para se apro- fundar no potencial pedagógico des- sa estratégia na escola. A encenação proposta é uma ma- neira de favorecer os estudantes a ter contato com muitas informações em um contexto lúdico. Nesse momento, em que têm acesso a novas informa- ções e, simultaneamente, podem apli- car em determinado contexto tanto as informações novas quanto aquelas que já conhecem, eles estão desen- volvendo procedimentos coerentes com processos investigativos, co- mo: avaliar informação; aprimorar seus saberes e incorporar gradualmente, e de modo significativo, o conhecimen- to científico. Por fim, você pode sugerir aos es- tudantes que contem em casa, para os familiares, como foi a peça do “Pos- to de saúde” que fizeram. Trata-se de uma maneira de estimular a realização de atividades de reconto. Caso seja possível incorporar em seu planejamento, você pode convidar um agente de saúde para que a turma possa entrevistá-lo. Aconselhe-o a uti- lizar linguagem adequada para a faixa etária. Auxilie os estudantes na elabo- ração de questões para o entrevistado, levando em consideração suas curio- sidades e suas dúvidas. É interessante que cada um fique responsável por um questionamento, para que todos par- ticipem. Oriente-os a falar um de cada vez, respeitando a vez dos colegas. Atividade complementar Um modelo de role-playing game (RPG) para o ensino dos processos da digest‹o [...] O Role-Playing Game (RPG) é um jogo de contar histórias [...] no qual os jogadores assumem papéis de personagens e criam narrativas colaborativamente. [...] Aplicado num ambiente escolaré um jogo muito peculiar, de caráter socializador, cooperativo e interdisciplinar, ou seja, não há disputa entre adversários, mas colaboração para a vivência de aventuras em um mundo imaginário. O RPG tem seu uso amplamente incentivado pelo Ministério da Educação (MEC) como método de ensino. É usado para aguçar a cooperação e o raciocínio lógico dos estudantes. [...] OLIVEIRA NETO, A. A.; BENITE-RIBEIRO, S. Um modelo de role-playing game (RPG) para o ensino dos processos da digestão. Revista eletrônica do curso de pedagogia do Campus Jata – UFG, v. 8, n. 2, p. 3, 2012. Disponível em: https://tedit.net/UUPCsc. Acesso em: 8 jun. 2021. Texto complementar 95 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 952APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 95 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. QUANDO NOS MACHUCAMOS... VOCÊ JÁ SE MACHUCOU? OBSERVE A SEGUIR IMAGENS QUE MOSTRAM A RECUPERAÇÃO DE UM PEQUENO CORTE NA PELE. FERIDA RECENTE. FERIDA APÓS UMA SEMANA. FERIDA APÓS UM MÊS. AGORA OBSERVE AS RADIOGRAFIAS DE UM OSSO QUEBRADO QUE SE CUROU. À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA, AS FERIDAS E OS MACHUCADOS CICATRIZAM, E ATÉ UM OSSO QUEBRADO PODE SE RECUPERAR. NO CASO DE FERIMENTOS LEVES, COMO UM CORTE SUPERFICIAL, É IMPORTANTE SEMPRE MANTER A ÁREA LIMPA, PARA EVITAR QUE O MACHUCADO PIORE. JÁ PARA CASOS DE FRATURA ÓSSEA, É PRECISO IR AO MÉDICO E, MUITAS VEZES, IMOBILIZAR A ÁREA ATINGIDA. SE VOCÊ SOFRER UM FERIMENTO, AVISE UM ADULTO PARA ELE AVALIAR SE É NECESSÁRIO PROCURAR UM POSTO DE SAÚDE. TAMBÉM NÃO PASSE NENHUM PRODUTO NO MACHUCADO SEM ANTES CONVERSAR COM UM ADULTO. FRATURA RECENTE. FRATURA APÓS DOIS MESES. Im a g e n s : B a te s , M .D ./ C u s to m M e d ic a l S to ck P h o to /S P L /F o to a re n a VOCABULÁRIO FRATURA: QUEBRA. S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra VAMOS APRENDER A CUIDAR DOS MACHUCADOS. Im a g e n s : E ri ch S ch re m p p /S c ie n c e S o u rc e / E a s y p ix B ra s il AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. 60 Roteiros de aula e orientações didáticas Como atividade de pré-leitura, su- gerimos que peça aos estudantes que analisem as imagens que ilustram o texto. Depois, promova a troca de ideias e a elaboração das primeiras hi- póteses de leitura, propondo questões como: “O que será que o texto aborda- rá?”; “O que será que vamos aprender com a leitura?”. Procure registrar as ideias da turma no quadro de giz. Depois da leitura, peça aos estu- dantes que avaliem se as hipóteses de leitura foram confirmadas, ques- tionando se há algo que o texto in- forma, mas não foi previsto, ou o contrário, se há algo que acharam que o texto comentaria, mas ele não abordou. Procure incentivar os estudantes a utilizar as informações apresentadas para expressar suas opiniões e refletir sobre temas como o cuidado com o corpo, a formação de hábitos promo- tores de saúde, o respeito à diversi- dade física e cultural e a importância da adoção de um estilo de vida sau- dável. Dessa maneira, você possibili- tará o trabalho com a competência específica 7 de Ciências da Natureza. Para estimular a leitura ativa entre os estudantes, você pode organizá-los em duplas. Peça a eles que localizem apro- ximadamente o meio do texto e oriente cada membro da dupla a ler, ini - cialmente, somente uma das metades da exposição. Depois, solicite a cada estudante que conte ao colega de du- pla o que informa a metade lida. Por fim, estimule a leitura conjunta do texto e a escrita de um parágrafo de síntese. PNA e Literacia Incentive os estudantes a levar para a sala de aula diferentes radiografias que possam ter em casa e comparti- lhá-las com os colegas. Na medida do possível, eles devem identificar as par- tes do corpo e os ossos que aparecem nas imagens e, quando for o caso, as fraturas ósseas visíveis. Atividade complementar Raios X O raio X é um tipo de radiação eletromagnética com frequências superiores à ra- diação ultravioleta, ou seja, maiores que 1018 Hz. A descoberta do raio X e a primeira radiografia da história ocorreram em 1895 pelo físico alemão Wilhelm Conrad Rötgen, fato esse que lhe rendeu o prêmio Nobel de Física em 1901. [...] A denominação “raio X” foi usada por Conrad porque ele não conhecia a na- tureza da luz que tinha acabado de descobrir, ou seja, para ele, tratava-se de um raio desconhecido. Texto complementar 96 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 962APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 96 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 1. REVEJA, NA PÁGINA ANTERIOR, AS IMAGENS DO DEDO MACHUCADO. AGORA, COMPLETE O TEXTO A SEGUIR, EXPLICANDO COMO O CORTE CICATRIZOU. RADIOGRAFIA DE MÃO. RADIOGRAFIA DE BRAÇO. RADIOGRAFIA DE PERNA. 3. TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E RESPONDA: QUANDO VOCÊ OU OUTRA CRIANÇA SE MACHUCA, POR QUE É IMPORTANTE AVISAR UM ADULTO? Resposta pessoal. a n to n io m a s /S h u tt e rs to ck X 2. IDENTIFIQUE QUAL DAS RADIOGRAFIAS A SEGUIR APRESENTA UM OSSO QUEBRADO E MARQUE-A COM UM X. A B C X ra y C o m p u te r/ S h u tt e rs to ck Y o k _ o n e p ie c e /S h u tt e rs to ck A menina machucou o dedo. Logo depois de se machucar, a pele do dedo da menina estava . Mas, depois de uma semana, a pele do dedo estava . Depois de um mês, a pele do dedo estava . Resposta pessoal. Resposta pessoal. Resposta pessoal. LEIA O SEU TEXTO EM VOZ ALTA PARA UM COLEGA. DEPOIS, OUÇA O TEXTO DELE. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. 61 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 1 Espera-se que os estudantes des- crevam o aspecto do machucado da seguinte forma: quando recente, são visíveis o corte na pele e o sangue so- bre o machucado; quando o machu- cado está cicatrizando, poucos dias depois de ter ocorrido, é visível uma “casquinha” sobre o corte e não há mais sangue; após um mês, o corte está cicatrizado, mas ainda há uma pequena alteração na cor da pele da área afetada. Os estudantes são convidados a trabalhar com formas de comunicar informações comumente utilizadas em Ciências. Incentive-os a escrever descrições e enfatize a importância de comunicar informações de ma- neira objetiva e precisa. Fazendo isso, você possibilitará o trabalho com a competência específica 6 de Ciências da Natureza. As descrições são um tipo de texto muito característico da atividade cien- tífica. Ao propiciar a oportunidade de praticar a escrita de descrições, você oferece aos estudantes a possibilidade de colocar em prática procedimentos aplicados em processos investiga- tivos, como: relatar informações de forma oral, escrita ou multimodal e apresentar, de forma sistemática, da- dos e resultados de investigações. Atividade 2 Nas imagens A e B, os ossos da mão e do braço, respectivamente, estão intactos. Na imagem C, os dois ossos da perna estão fraturados. Chame a atenção dos estudantes para o fato de que essas imagens são radiografias. Atividade 3 Espera-se que os estudantes con- cluam que é sempre importante avisar um adulto sobre qualquer ferimento para que ele avalie se é necessário pro- curar atendimento médico ou um posto de saúde. Incentive os estudantes a ler suas res- postas em voz alta. Dessa maneira, em conjunto com a compreensão de texto e a produção escrita, eles são incentiva- dos a desenvolver a consciência fonoló- gica e fonêmica e a fluência em leitura. PNA e Literacia [...] Por meio de estudos sobre os raios X, Rötgen verificou que eles têm a propriedade de atravessar materiais de baixa densidade, como os músculos do corpo humano, e são absorvidos por materiais com densidades mais elevadas, como os ossos. [...] Hoje o raio X possui vasto campo de aplicação, pois são utilizados, por exemplo, no tratamento de câncer, na pesquisa sobre a estrutura cristalina dos sólidos, na indústria eem muitos outros campos da ciência e da tecnologia. [...] SILVA, M. A. Raios X. Brasil Escola. Disponível em: https://tedit.net/XKOPH0. Acesso em: 8 jun. 2021. 97 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 972APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 97 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 4. LEIA AS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS. ELAS COMEÇAM NESTA PÁGINA E CONTINUAM NA PÁGINA SEGUINTE. 5. AGORA, RESPONDA: A) EM QUAL DESSAS HISTÓRIAS A CRIANÇA SOFREU FERIMENTOS LEVES? EXPLIQUE COMO FOI ESSE FERIMENTO. Na primeira história. A menina sofreu um arranhão no joelho ao cair da bicicleta. B) EM QUAL DAS HISTÓRIAS A CRIANÇA SOFREU UM FERIMENTO MAIS GRAVE? EXPLIQUE SUA RESPOSTA. Na segunda história. O menino sofreu uma fratura no braço. Resposta pessoal. Resposta pessoal. CRIE UM TÍTULO PARA CADA HISTÓRIA. Su za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra Resposta pessoal. Resposta pessoal. A rq u iv o d a e d it o ra CONTE P ARA UM COLEGA OU FAMILIA R O QUE ACONTE CE NESS AS HISTÓRI AS EM QUADRI NHOS. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. Il u s tr a ç õ e s : G iz d e C e ra /A rq u iv o d a e d it o ra 62 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 4 Antes de iniciar a atividade, suge- rimos incentivar os estudantes a relatar histórias de como já se ma- chucaram aos colegas. Após alguns relatos, promova um debate sobre a questão: “Como esses acidentes poderiam ter sido evitados?”. Atividade 5 No item A, espera-se que os estu- dantes percebam que a menina so- freu apenas arranhões no joelho ao cair da bicicleta. No item B, espera-se que os estu- dantes percebam que o menino, ao cair do skate, sofreu um ferimento mais grave: uma fratura. Converse com os estudantes sobre como esses acidentes poderiam ter si- do evitados. Enfatize a importância do uso de equipamento de segurança ao praticar qualquer esporte. Embora usar equipamento desse tipo não impeça a ocorrência de acidentes, pode ajudar a evitar ferimentos e, caso aconteçam, diminuir sua gravidade. Refletir sobre as consequências dos acidentes pode sensibilizar os estudantes para os cuidados com o corpo e começar a motivá-los a atuar visando promover a qualidade de vida. Com essas reflexões, você pode estimular o desenvolvimento da com- petência específica 8 de Ciências da Natureza. Você pode usar essas histórias em quadrinhos para trabalhar com os estu- dantes a oralidade, a interpretação de texto e a escrita. Uma sugestão é orga- nizá-los em grupos de quatro integran- tes. A tarefa de cada membro será representar um personagem dessas histórias em quadrinhos. Em um primei- ro momento, cada grupo pode fazer ensaios, nos quais os estudantes suge- rem (oralmente) possíveis falas corres- pondentes aos seus personagens. Em um segundo momento, os grupos po- dem recontar e encenar as histórias para os colegas. Finalmente, em um terceiro momento, os estudantes podem escre- ver balões de fala usando suas próprias sugestões de textos. PNA e Literacia Sugestão de... Vídeo A prevenção de acidentes com crianças nas escolas. Jornal Futura. Canal Futura. Duração: 3 min 25 s. Disponível em: https://tedit.net/MIOYu6. Acesso em: 7 jun. 2021. O vídeo apresenta uma matéria sobre a impor- tância e os modos de prevenir acidentes com crianças nas escolas. Livro Manual de prevenção de acidentes e primeiros socorros nas escolas. 2. ed. rev. Secretaria da Saúde, Coordenação de Atenção Básica. São Paulo: SMS, 2017. Disponível em: https://tedit.net/WfDIup. Acesso em: 9 jun. 2021. Manual que aborda a prevenção de acidentes no ambiente escolar e em seu entorno e sobre primeiros socorros em caso de acidente. 98 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 982APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 98 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 6. NOS TRECHOS A SEGUIR, AS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS CONTAM COMO OS MACHUCADOS DAS CRIANÇAS FORAM TRATADOS. 7. AGORA, TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E EXPLIQUE: A) O QUE FOI FEITO PARA TRATAR DO MACHUCADO NA PRIMEIRA HISTÓRIA? B) O QUE FOI FEITO PARA TRATAR DO MACHUCADO NA SEGUNDA HISTÓRIA? 8. MURAL DA TURMA EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS PARA CONTAR ALGUMA VEZ EM QUE VOCÊ SE MACHUCOU. CONTE TAMBÉM COMO FOI O TRATAMENTO. Foi feito um curativo; trata-se de um caso de ferimento leve, provavelmente uma pequena escoriação na pele. Foi necessário que um adulto levasse o menino ao hospital para tirar uma radiografia e engessar o braço. Trata-se de um ferimento mais grave do que o sofrido pela menina da primeira história. Resposta pessoal. Il u s tr a ç õ e s : G iz d e C e ra /A rq u iv o d a e d it o ra AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. 63 O que fazer em caso de emergência na escola? Não devemos esperar um problema para tomar atitudes. Acidentes e emergências médicas vão acontecer e a escola deve estar preparada. Uma providência é pedir às famílias um atestado médico para saber se a criança precisa de uma atenção especial. É importante também deixar à vista de todos o telefone do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e disponibilizar na escola um kit de pronto atendimento. Se possível, recomenda-se que professores e funcionários tenham treinamento em primeiros socorros. Caso a escola não conte com um profissional de saúde, cabe a um dos adultos tomar as primeiras providências. Em situações mais graves, é importante que ele entre em contato com o Samu e peça orientações. Enquanto o socorro não chega, aconselha-se afastar os curiosos da criança acidentada, desapertar sua roupa, desamarrar os sapatos e mantê-la calma. Não se deve removê-la nem medicá-la, e os responsáveis precisam ser avisados. RAMOS, H. O que fazer em caso de emergência na escola? Nova Escola. Disponível em: https://tedit.net/3hd16i. Acesso em: 8 jun. 2021. Texto complementar Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 7 É esperado que os estudantes identifiquem que, na primeira história, por se tratar de um ferimento leve, este só foi lavado e feito um curativo. Caso houvesse inchaço, poderia ter sido colocado gelo também. Já na segunda história, por se tratar de um machucado mais grave, um adulto encaminhou a criança ao médico, que avaliou que o membro fraturado precisava ficar imobilizado. Atividade 8 Essa é uma boa oportunidade para sugerir aos estudantes que desenvol- vam a atividade com os familiares ou os responsáveis e pratiquem a orali- dade e o reconto. Em sua residência, todos podem também levantar ocor- rências nas quais algum membro da família se machucou. Na sala de aula, podem contar uns aos outros esses eventos e, depois, usar o mural da turma para compartilhar as histórias em quadrinhos produzidas. Auxilie os estudantes na organiza- ção de suas produções no mural. Pla- neje momentos em que outras turmas possam apreciar as histórias em qua- drinhos produzidas pela turma. Aqui e nas páginas seguintes do ca- pítulo, ao tratar dos temas “acidentes” e “prevenção de acidentes”, temos um momento na coleção em que é favo- recido o trabalho com os Temas Con- temporâneos Transversais Saúde e Vida Familiar e Social, pertencentes, respectivamente, às macroáreas Saúde e Cidadania e Civismo. 99 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 992APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 99 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. QUANDO NOS MACHUCAMOS, O QUE DEVEMOS FAZER? TEMOS DE PROCURAR UM SERVIÇO MÉDICO. MAS, SE FOR UM FERIMENTO LEVE, COMO PEQUENOS ARRANHÕES, O MAIS RECOMENDADO É LAVAR MUITO BEM O LOCAL COM ÁGUA E SABÃO. SE OCORRER INCHAÇO − QUE É O QUE NÓS CHAMAMOS DE EDEMA −, TEMOS DE USAR COMPRESSA DE GELO. PARA QUE SERVE O GELO NESSES CASOS? O GELOSERVE PARA DIMINUIR O INCHAÇO E TAMBÉM PARA ALIVIAR A DOR. MAS, SE O EDEMA NÃO DIMINUIR MESMO COM A APLICAÇÃO DE GELO, TEMOS DE IR AO MÉDICO. O QUE TEMOS DE FAZER PARA NÃO NOS MACHUCARMOS? TODAS AS CRIANÇAS GOSTAM DE BRINCAR. GERALMENTE, NÃO TÊM NOÇÃO DO PERIGO E ACABAM SE ARRISCANDO. POR ISSO, AS CRIANÇAS TÊM DE OUVIR QUANDO OS ADULTOS AVISAM SOBRE OS RISCOS QUE ESTÃO CORRENDO! NÃO PODEM MEXER COM ELETRICIDADE E COM FACAS NA COZINHA; NÃO PODEM BRINCAR NA PISCINA SEM TER UM ADULTO POR PERTO; NÃO DEVEM ANDAR DESCALÇAS EM LOCAIS NÃO APROPRIADOS; NO CARRO, DEVEM USAR SEMPRE O CINTO DE SEGURANÇA E O ASSENTO ADEQUADO À SUA IDADE. QUE OUTRAS ORIENTAÇÕES VOCÊ GOSTARIA DE DAR PARA AS CRIANÇAS? CRIANÇAS NÃO PODEM FICAR MEXENDO COM O QUE NÃO É APROPRIADO, COMO PRODUTOS PERIGOSOS, FOGO, REMÉDIOS, ETC. EVITAR MACHUCAR-SE É UM JEITO DE CUIDAR DA SAÚDE, ASSIM COMO CUIDAR DA ALIMENTAÇÃO, TER HÁBITOS DE HIGIENE E TOMAR VACINAS PARA EVITAR CERTAS DOENÇAS. MARIA DO SOCORRO LIMA É ENFERMEIRA APOSENTADA. COM A PALAVRA CUIDE-SE! LEIA A ENTREVISTA A SEGUIR PARA CONHECER ALGUMAS DICAS QUE UMA ENFERMEIRA EXPERIENTE TEM A NOS DAR SOBRE CUIDADOS COM A SAÚDE. R e p ro d u ç ã o /A rq u iv o p e s s o a l LEIA O TEXTO E M VOZ ALTA COM UM COLEGA: UM DE VOCÊS FAZ O PAPEL DO ENTREVISTADO R, O OUTRO FAZ O PAPEL D O ENTREVISTADO . DEPOIS, INVERTAM OS P APÉIS. S u za n n e C a s c a rd i/ A rq u iv o d a e d it o ra VAMOS APRENDER MAIS CUIDADOS QUE DEVEMOS TER COM O CORPO. 64 Roteiros de aula e orientações didáticas Após a leitura da entrevista, apro- veite o momento e pergunte aos es- tudantes: “Vocês se lembram da última vacina que tomaram?”. Em seguida, procure iniciar uma conversa sobre vacinação. Se possível, mostre uma carteira de vacinação e explique como ela é preenchida. Apresente também o Calendário Nacional de Vacinação, determinado pelo Minis- tério da Saúde, que indica a idade recomendada para cada tipo de vacina. Incentive-os a conversar com os familiares e analisar a cartei- ra de vacinação. Nos documentos do Ministério da Saúde (disponíveis em: https://tedit.net/4Y30KT e https:// tedit.net/BahLqf. Acesso em: 2 jul. 2021), é possível verificar informações sobre o Calendário Nacional de Vaci- nação da criança e ter acesso a um cartão para registro das vacinas. Aproveite o momento da entrevista com a enfermeira para desenvolver a habilidade EF02CI03 da BNCC. BNCC Habilidade A vacinação é uma forma de prevenção contra determinadas doenças. Isso quer dizer que pes- soas vacinadas têm menos chance de desenvolver a doença para a qual receberam a vacina. Toda criança deve ter uma car- teira de vacinação na qual são anotadas as vacinas que ela tomou desde o nascimento e a data em que recebeu cada uma. “Crianças devem correr riscos”, afirmam especialistas [...] De acordo com um relatório publicado em 2006 pela Future Foundation, o tempo diário que pais passam olhando as crianças aumentou de 25 minutos em 1975 para 99 minutos em 2000, isto é, quadruplicou. O estudo aponta que as causas estão relacio- nadas ao aumento da ansiedade parental e que “gerações anteriores não se preocupa- vam tanto em deixar as crianças brincando sozinhas no quintal ou na rua”. [...] Na tentativa de se proporcionar às crianças experiências de contato com o risco, as brincadeiras ao ar livre e a interação com a natureza podem ser caminhos possíveis e aconselháveis. [...] Texto complementar Por fim, você pode utilizar a entre- vista para discutir com os estudantes que o conhecimento científico está presente no dia a dia de diferentes profissionais. Ao fazer isso, você pos- sibilitará o trabalho com a compe- tência específica 1 de Ciências da Natureza. Repare que aqui também é favo- recido o trabalho com o Tema Contemporâneo Transversal Tra- balho, pertencente à macroárea Eco- nomia. Aproveite essa oportunidade para conversar com os estudantes sobre diferentes profissões. 100 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1002APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 100 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 1. SEGUNDO A ENFERMEIRA, QUE CUIDADOS DEVEMOS TER PARA NÃO NOS MACHUCARMOS? CONTE COM SUAS PALAVRAS O QUE VOCÊ APRENDEU COM A LEITURA DA ENTREVISTA. Não mexer com eletricidade nem com facas na cozinha; não brincar na piscina sem a presença de um adulto; não andar descalço em locais não apropriados; e usar cinto de segurança e assentos adequados no carro. 2. COMPLETE AS LEGENDAS DAS IMAGENS, EXPLICANDO QUE CUIDADOS AS PESSOAS ESTÃO TOMANDO PARA EVITAR SE MACHUCAR. UTILIZE OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS. 3. CONVERSE COM OS COLEGAS: POR QUE TOMAR VACINAS TAMBÉM É UMA MANEIRA DE CUIDAR DE NÓS MESMOS? Porque nos ajuda a evitar certas doenças. SEMPRE ATRAVESSE A RUA COM UM ADULTO E NA faixa de pedestres . AO ANDAR DE BICICLETA, PATINS OU SKATE, USE EQUIPAMENTOS DE proteção . NO CARRO, SENTE-SE NO BANCO DE TRÁS E USE O cinto de segurança . SOLTE PIPA EM LOCAIS ABERTOS E BEM LONGE DOS fios elétricos . Z h o lo b o v V a d im /S h u tt e rs to ck F e rn a n d o F a v o re tt o /C ri a r Im a g e m G re e n la n d /S h u tt e rs to ck A B C D FIOS ELÉTRICOS FAIXA DE PEDESTRES PROTEÇÃO CINTO DE SEGURANÇA P ix e l- S h o t/ S h u tt e rs to ck 65 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 2 Converse com os estudantes so- bre a importância da atenção ao atravessar a rua sempre na faixa de pedestres e, no caso das crianças, acompanhadas de um adulto. Aler- te-os também sobre a necessidade de usar equipamentos de proteção na prática de esportes. Os dispositi- vos de segurança para bebês e crian- ças em carros são regulamentados pelo Código Nacional de Trânsito, que estabelece o uso obrigatório de três tipos de cadeirinha, todos encai- xados no banco traseiro dos veículos. São eles: • Berço portátil porta-bebê: conhe- cido como bebê conforto, é reco- mendado para crianças de até 1 ano; fica de frente para o porta- -malas do veículo. • Cadeirinha auxiliar: indicada para crianças de 1 a 4 anos de idade, é fixada ao banco do veículo com o cinto de segurança. • Assento de elevação: recomenda- do para crianças entre 4 e 10 anos que tenham menos de 1,45 m de altura, o dispositivo posiciona a criança na altura de utilização do cinto de segurança do veículo. Atividade 3 Alguns esclarecimentos sobre va- cinações que podem ser introduzidos durante a discussão para antecipar os próximos tópicos do capítulo são: • Anualmente, o Ministério da Saú- de promove campanhas de vaci- nação contra a influenza. Em geral, as campanhas têm como público- alvo grupos prioritários, como crianças entre 6 meses e 6 anos de idade, gestantes e puérperas, tra- balhadores da área da Saúde, po- vos indígenas e pessoas com 60 anos ou mais de idade, entre outros. • No caso da vacinação contra po- liomielite, até os 6 anos de idade são previstas três doses da vacina poliomielite inativada (VIP) e dois reforços com a vacina poliomielite atenuada (VOPb). Você pode conduzir com os estudantes uma ativi- dade de leitura estratégica. Inicialmente, leia somente as perguntas da entrevista. Depois, organize-os em trios, com a missão de, sem ler o texto, formular uma respos- ta inicial para cada uma das perguntas da entrevista. Após essa preparação, eles podem ler a entrevista e reformular suas respostas. A comparação das respostas antes e depois da leitura contribui para dar mais sentido à informação apresentada pelo entrevistado. PNA e Literacia “No ambiente natural, soltar as amarras libera muita energia acumu- lada. [...] Para as crianças o principal ganho, entre muitos outros, é uma autoestima e independência melhor desenvolvidas”, descreve Martin. [...] HOSHINO, C. “Crianças devem correr riscos”, afirmam especialistas. Lunetas, 15 jan. 2018. Disponível em: https://tedit.net/JKsy2d. Acesso em: 9 jun. 2021.101 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1012APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 101 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 4. UMA CRIANÇA FOI TOMAR VACINA NO POSTO DE SAÚDE. NUMERE CADA IMAGEM PARA INDICAR A SEQUÊNCIA DE EVENTOS. Il u s tr a ç õ e s : M o u s e s S a g io ra to /A rq u iv o d a e d it o ra 2 1 3 5. TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS: COM QUAL DAS CRIANÇAS A SEGUIR VOCÊ CONCORDA? M o u s e s S a g io ra to /A rq u iv o d a e d it o ra PRONTO! JÁ ATUALIZEI SUA CARTEIRA DE VACINAÇÃO. Espera-se que o estudante reconheça que a vacina contra gripe reduz a chance de contrair a doença. SE TOMARMOS A VACINA CONTRA A GRIPE, NÃO VAMOS TER GRIPE. SE TOMARMOS A VACINA CONTRA A GRIPE, A CHANCE DE TERMOS GRIPE É PEQUENA. AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. 66 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 4 Se houver disponibilidade, organize em pequenos grupos uma visita ao posto de saúde mais próximo da es- cola ou convide um profissional do posto de saúde para ser entrevistado pela turma. Peça aos estudantes que tragam suas carteiras de vacinação e analisem o documento. Converse com eles e pergunte: “Onde vocês tomam vacina?”; “Que vacinas vocês já toma- ram?”; “Que idade vocês tinham?”; “Fal- ta tomar alguma vacina? Qual?”. Atividade 5 Peça aos estudantes que folheiem o livro para localizar argumentos a favor de suas opiniões. Durante as conversas, é esperado que indiquem que as vaci- nas são formas de prevenção de de- terminadas doenças e discutam o significado do termo “prevenir”. Pode- mos dizer que as vacinas diminuem as chances de ficarmos doentes; ou seja, o fato de tomarmos uma vacina não garante que não ficaremos doentes, mas contribui para evitar doenças e atenuar os sintomas. Esse é mais um momento da co le ção em que oferecemos uma oportunidade para a prática e o desenvolvimento da competência específica 5 de Ciências da Natu- reza. Estimule a troca de ideias entre os estudantes, aliada ao exercício do respeito à diversidade de opiniões. Incentive cada um a emitir uma opi- nião e justificá-la usando dados e in- formações que estão aprendendo. Reforce a importância de ouvir com atenção o que os outros têm a dizer, identificando as afirmações e as opi- niões que emitem e procurando dis- criminar quais dados apresentam. Vacinas ainda são uma das armas mais eficazes para prevenir doenças A vacinação é uma das medidas mais importantes de prevenção contra doenças. É muito melhor e mais fácil pre- venir uma enfermidade do que tratá-la, e é isso que as va- cinas fazem. [...] Quanto mais pessoas de uma comunidade ficarem protegidas, menor é a chance de que qualquer uma delas – vacinada ou não – seja contaminada. No Brasil, exis- te o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde. Em 40 anos de existência, o PNI se destacou por ser um dos melhores programas de imunização do mundo e vem atuando na ampliação da prevenção, no combate [...] e erradicação de doenças, além de disponibilizar diversas va- cinas à população. São oferecidos, gratuitamente, 42 tipos de imunobiológico utilizados na prevenção e/ou tratamento de doenças, incluindo 25 vacinas. [...] Atualmente, 96% das vacinas oferecidas no Sistema Único de Saúde (SUS) são produzidas no Brasil ou estão em Texto complementar 102 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1022APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 102 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 6. QUANDO FOI A ÚLTIMA VEZ QUE VOCÊ FOI VACINADO? VOCÊ SABE QUAL FOI A VACINA QUE TOMOU NESSE DIA? Respostas pessoais. 7. ANALISE A CARTEIRA DE VACINAÇÃO E RESPONDA ÀS QUESTÕES. VACINA PROTEÇÃO CONTRA IDADE E NÚMERO DE DOSES AO NASCER 2o MÊS 3o MÊS 4o MÊS 5o MÊS 6o MÊS 9o MÊS 12o MÊS 15o MÊS 4 A 6 ANOS 9 A 14 ANOS BCG TUBERCULOSE DOSE ÚNICA HEPATITE B HEPATITE B 1a DOSE DTP/DTPA DIFTERIA, TÉTANO, COQUELUCHE 1a DOSE 2a DOSE 3a DOSE DOSE DE REFORÇO DOSE DE REFORÇO HIB MENINGITE 1a DOSE 2a DOSE 3a DOSE VIP E VOPB POLIOMIELITE (PARALISIA INFANTIL) 1 a DOSE 2a DOSE 3a DOSE DOSE DE REFORÇO DOSE DE REFORÇO ROTAVÍRUS DIARREIA 1a DOSE 2a DOSE PNEUMOCÓCICA CONJUGADA MENINGITE, OTITE, PNEUMONIA 1a DOSE 2a DOSE DOSE DE REFORÇO MENINGOCÓCICA C MENINGITE 1a DOSE 2a DOSE DOSE DE REFORÇO SCRV (TETRAVIRAL) SARAMPO, RUBÉOLA, CAXUMBA, VARICELA DOSE ÚNICA SRC (TRÍPLICE VIRAL) SARAMPO, CAXUMBA, RUBÉOLA 1a DOSE 2a DOSE HEPATITE A HEPATITE A DOSE ÚNICA HPV HPV 2 DOSES FEBRE AMARELA FEBRE AMARELA A PARTIR DOS 9 MESES (DOSE INICIAL) FONTE: CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO. DISPONÍVEL EM: HTTPS://TEDIT.NET/LZEFYZ. ACESSO EM: 12 JUL. 2021. A) COM QUE IDADE É INDICADO TOMAR AS DOSES DA VACINA CONTRA A PARALISIA INFANTIL (POLIOMIELITE)? Nos 2o, 4o e 6o meses de vida, além de uma dose de reforço no 15o mês e outra entre 4 e 6 anos. B) PARA QUAIS DOENÇAS É RECOMENDADA UMA VACINA DE REFORÇO ENTRE 4 E 6 ANOS DE IDADE? Difteria, tétano, coqueluche e poliomielite (paralisia infantil). C) QUAIS SÃO AS VACINAS INDICADAS PARA O BEBÊ NOS SEIS PRIMEIROS MESES DE VIDA? BCG (tuberculose), hepatite B, DTP/DTPa (difteria, tétano, coqueluche), Hib (meningite), VIP (poliomielite), rotavírus (diarreia) e pneumocócica conjugada (meningite, otite, pneumonia). CONVERSE COM SEUS PAIS OU RESPONSÁVEIS SOBRE SUA CARTEIRA DE VACINAÇÃO: HÁ ALGUMA VACINA QUE NÃO ESTÁ EM DIA? 67 Roteiros de aula e orientações didáticas Atividade 7 Você pode apresentar uma carteira de vacinação aos estudantes e pedir que expliquem, com as próprias pala- vras, como ela é preenchida. Retome também o Calendário Nacional de Vacinação, determinado pelo Ministé- rio da Saúde, que indica a idade reco- mendada para cada tipo de vacina. Em ambos os casos, ressalte como as informações são apresentadas em “quadros” com linhas e colunas. Informe aos estudantes que, além das vacinas descritas no quadro, há outras vacinas e doses de reforço que devem ser tomadas após os 9 anos de idade. Vacinação em massa: em queda, média de mortes por COVID em Serrana é menor do que em cidades da região [...] Iniciada em 17 de feve- reiro [de 2021] a imunização em massa foi concluída em 11 de abril, com mais de 27 mil pes- soas vacinadas duas vezes, o equivalente a 60% da população de Serrana. [...] a cidade foi escolhida para o estudo clínico por ter um baixo número populacional, de 45 644 habitantes, além de estar próxima a Ribeirão Preto, que é considerada uma referência na- cional em saúde. Além disso, Serrana apre- sentou dados preocupantes de transmissão do vírus em um in- quérito sorológico realizado pelo Instituto Butantan em 2020, que estimou que a cidade tinha 10,6% dos moradores infectados pelo novo coronavírus. Além da queda nos ca- sos e mortes após a vacinação em massa, entre os indicado- res positivos profissionais da área também registraram que- da de 55% no número de pa- cientes atendidos pela Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e uma proporção sete vezes menor de pessoas que desenvolveram complicações da doença. [...] TIENGO, R. Vacinação em massa: em queda, média de mortes por COVID em Serrana é menor do que em cidades da região. G1, 21 maio. 2021. Disponível em: https://tedit.net/ivkCkc. Acesso em: 22 jun. 2021. Texto complementar processo de transferência. Isso porque o país tem um parque produtor de vacinas e imunobiológicos. [...] É importante destacar que as vacinas não são necessárias apenas na infância. Os idosos precisam se proteger contra gripe, pneumonia e tétano, e as mu- lheres em idade fértil devem tomar vacinas contra rubéola e tétano, que, se ocorrerem enquanto elas estiverem grávidas (rubéola) ou logo após o parto (tétano), podem causar doenças graves ou até a morte de seus bebês. Os profissionais de saúde, as pessoas que viajam muito e outros grupos de pessoas, com característicasespecíficas, também têm recomendações para tomarem certas vacinas. [...] VACINAS ainda são uma das armas mais eficazes para prevenir doenças. Portal Fiocruz, 17 out. 2014. Disponível em: https://tedit.net/DaGh2b. Acesso em: 8 jun. 2021. 103 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1032APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 103 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 68 VAMOS VER DE NOVO NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE: • À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA, FERIDAS, MACHUCADOS E ATÉ MESMO FRATURAS PODEM SER CURADOS. • PODEMOS VER OS OSSOS DO CORPO POR MEIO DE RADIOGRAFIAS. • PREVENIR ACIDENTES E USAR EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO SÃO MANEIRAS DE CUIDAR DO NOSSO CORPO. • HÁBITOS DE HIGIENE, BOA ALIMENTAÇÃO E VACINAÇÃO CONTRIBUEM PARA NOSSA SAÚDE. G a b ri e la E m m e ri ch /A rq u iv o d a e d it o ra AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. Roteiros de aula e orientações didáticas Nesta seção, após detalharmos as ideias mais inclusivas estudadas no capítulo, apresentamos um resumo visual das proposições conceituais tra- balhadas na forma de um mapa con- ceitual. Ajude os estudantes na leitura desses esquemas, identificando os conceitos mais inclusivos na parte su- perior. Diferencie esses conceitos dos de baixo, mais subordinados. Você pode pedir aos estudantes que aproveitem esse momento para fazer uma breve revisão do que estu- daram. Usando o mapa conceitual como referência, eles podem rever o capítulo, página a página, procurando identificar e assinalar o momento em que cada conceito foi apresentado. As páginas em que cada conceito tiver sido identificado podem ser listadas no caderno, ao lado de uma reprodução do mapa conceitual apresentado. Durante essa dinâmica, os estudan- tes podem conversar em duplas e tentar eleger uma imagem para repre- sentar um conceito registrado no ma- pa. Uma opção é fazer, em uma folha avulsa, um mapa conceitual ilustrado, reproduzindo em desenhos as ima- gens que consideraram significativas. Avaliando as aprendizagens Mapas conceituais podem ser usa- dos com finalidade avaliativa. Neles, é possível quantificar os conceitos e os elementos de ligação, bem como as relações cruzadas entre conceitos. Além disso, os mapas conceituais po- dem ser usados pelos estudantes em sua autoavaliação e na remediação das aprendizagens. Nesse sentido, é válido solicitar aos estudantes que produzam seus próprios mapas con- ceituais e conversar com eles sobre os mapas produzidos. Nessas conver- sas, você pode explicar conceitos e relações que julgar que precisam ser mais bem elaborados. Neste capítulo, durante o trabalho com os conceitos e as proposições conceituais explicitadas no esquema aqui apresentado, foram oferecidas aos estudantes oportunidades para praticar e desenvol- ver algumas competências específicas de Ciências da Natureza. Mais especificamente, demos maior ênfase às competências 1, 5, 6, 7 e 8. O desenvolvimento das competências específicas 2 e 3, por sua vez, é mais frequente e se dá ao longo de todo o capítulo – por exemplo, nos momentos em que são desenvolvidas habilidades relacionadas a processos investigativos. BNCC Competências específicas de Ciências da Natureza 104 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1042APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 104 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 69 1. OBSERVE AS IMAGENS E COMPLETE A LEGENDA, EXPLICANDO O QUE ESTÁ SENDO FEITO PARA CUIDAR DO CORPO. Im a g e n s : F e rn a n d o F a v o re tt o /A rq u iv o d a e d it o ra 2. OBSERVE A FOTOGRAFIA A SEGUIR E RESPONDA ÀS QUESTÕES. QUANDO SOFREMOS UM FERIMENTO LEVE, O MELHOR A FAZER É procurar um adulto para avaliar a situação. O ferimento leve deve ser bem lavado com água e sabão. Caso exista inchaço, é adequado fazer compressa de gelo sobre a área machucada e, se o inchaço persistir, procurar um médico. A) QUAIS EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA A CRIANÇA ESTÁ USANDO? Capacete, cotoveleiras, luvas e joelheiras. B) O QUE VOCÊ DIRIA PARA CONVENCER ALGUÉM A USAR ESSES EQUIPAMENTOS? Resposta pessoal. 3. TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E FAMILIARES E RESPONDA: O QUE VOCÊ DIRIA PARA CONVENCER ALGUÉM A SE VACINAR? Resposta pessoal. S e rg e y N o v ik o v /S h u tt e rs to ck CRIANÇA ANDANDO DE PATINS. Avaliando as aprendizagens Aqui são apresentadas questões que contribuem para avaliar a apren- dizagem do conteúdo do capítulo. Ao respondê-las, os estudantes de- vem explicitar seu entendimento dos conceitos, comparar e contrastar situações e hipóteses e empregar procedimentos e habilidades cogni- tivas específicos (como observação, análise, síntese, argumentação, etc.). Depois de os estudantes formula- rem respostas individuais a essas questões, é interessante organizá-los em duplas para que compartilhem as respostas dadas e reflitam sobre as diferenças entre elas e sobre a indivi- dualidade de cada um. Afinal, diversas questões aqui apresentadas possibili- tam aos estudantes dar respostas que, embora possam ser consideradas corretas, são muito distintas entre si. Atividade 1 Se julgar necessário, retome com os estudantes as histórias em qua- drinhos das páginas 62 e 63 e faça perguntas como: “Quais tipos de ferimentos são considerados leves? E quais são considerados graves?”, “O que devemos fazer em cada uma dessas situações?”. Atividade 2 Promova uma roda de conversa com os estudantes, retomando a dis- cussão sugerida no início deste capítu- lo sobre o uso de equipamentos de segurança ao realizar atividades físicas. Pergunte: “Quais são esses equipamen- tos?”; “Para que atividades eles são re- comendados?”; “É realmente necessário usá-los? Por quê?”. Deixe-os à vontade para expor suas experiências. No item B, espera-se que os estu- dantes argumentem que esse equipa- mento pode evitar ferimentos leves, arranhões, contusões e até fraturas. Atividade 3 Verifique se os estudantes indicam que tanto usar equipamentos de pro- teção e segurança quanto nos vaci- narmos são maneiras preventivas de cuidar de nossa saúde, ou seja, de evitar ferimentos e doenças. Neste capítulo, oferecemos oportunidades para trabalhar com os Temas Contemporâneos Trans- versais Trabalho, Saúde e Vida Familiar e Social, pertencentes, respectivamente, às macroáreas Economia, Saúde e Cidadania e Civismo. Ao possibilitar o trabalho com Temas Contemporâneos Transversais, você contextualiza o que é estudado, despertando o interesse das crianças e contribuin- do para o desenvolvimento delas como cidadãs do mundo. BNCC Temas Contemporâneos Transversais 105 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1052APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 105 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. SABERESTECENDO 1. ACOMPANHE COM O PROFESSOR A LEITURA DOS TEXTOS A SEGUIR E OBSERVE COM ATENÇÃO A ILUSTRAÇÃO. DEPOIS, LEIA EM VOZ ALTA ALGUM TRECHO E RESPONDA ÀS QUESTÕES DA PRÓXIMA PÁGINA. ANTIGAMENTE EU TINHA UM NOME TÃO BONITO ANTIGAMENTE ELA ERA MINHA MÃE ANTIGAMENTE EU ERA A FILHA MAIS QUERIDA ANTIGAMENTE EU VIVIA DE VERDADE AGORA ESTOU AQUI TÃO SÓ COBERTA PELO PÓ [...] ANTIGAMENTE. SANDRA PERES E PAULO TATIT. EM: CD CANÇÕES CURIOSAS. SÃO PAULO: PALAVRA CANTADA/MCD WORLD MUSIC, 2000. MAS QUE BOBINHA, BONECA DE ESTIMAÇÃO VOCÊ VAI MORAR SEMPRE DENTRO DO MEU CORAÇÃO VOCÊ É PRA MIM BEM MAIS QUE UM BRINQUEDO VOCÊ É QUEM SABE TODOS OS MEUS SEGREDOS MESMO QUE EU NUNCA BRINQUE CONTIGO COMO ALGUNS ANOS ATRÁS ATÉ QUE EU TENTO, MAS JÁ NÃO CONSIGO POIS ME DISTRAIO DEMAIS É QUE EU CRESCI NÃO SEI POR QUÊ NÃO VOU FINGIR VOCÊ TEM QUE ENTENDER [...] TENTE ENTENDER. SANDRA PERES E PAULO TATIT. EM: CD CANÇÕES CURIOSAS. SÃO PAULO: PALAVRA CANTADA/MCD WORLD MUSIC, 2000. H a g a q u e za rt E s tú d io /A rq u iv o d a e d it o raOrganize a turma de modo que todos os estudantes possam ler em voz alta algum trecho das canções desta seção. 70 Roteiros de aula e orientações didáticas Na seção Tecendo saberes, a partir de um tema trabalhado na unidade, apre- sentamos propostas de atividades re- lacionadas a diferentes componentes curriculares. Isso está de acordo com a percepção de que é impor tante inte- grar diferentes áreas de conhecimento no tratamento da informação, pois o tratamento integrado fortalece o ensi- no de vários componentes curriculares simultaneamente. Aqui a integração ocorre na medida em que as diferentes áreas de conhe- cimento colaboram para a tessitura de uma trama que acolhe o tema em questão. Trata-se de uma tentativa de cruzar a fronteira entre os componen- tes curriculares, os quais simultanea- mente contribuem para que se possa lançar diferentes olhares sobre um tema centralizador. Tal integração pode fomentar a transferência de habilidades entre diferentes situações que se interco- nectam. Pode, ainda, evitar que se estabeleçam barreiras muito rígidas entre os componentes curriculares, prevenindo, assim, que os estudantes falhem ou se sintam incapazes de estabelecer conexões entre os com- ponentes. Enfim, representa uma tentativa de tornar a educação curri- cular mais relevante e significativa para os estudantes. Atividade 1 Convide os estudantes a fazer a leitura de alguns trechos do texto em voz alta. Interaja com eles durante a leitura, visando incrementar a fluên- cia leitora e a oralidade. Incentive os estudantes a explicar quais são as características dos textos poéticos. Ressalte a estrutura em versos e estrofes e as funções sociais da poesia. Valorize a apreciação estética dos poe- mas. Se possível, apresente diferentes poemas, de preferência relacionados aos temas estudados nesta unidade. Incentive a leitura desses textos de ma- neira coletiva, em uma espécie de “sa- rau”. Por fim, promova a troca de ideias, incentivando-os a compartilhar suas impressões sobre os poemas lidos. PNA e Literacia 106 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1062APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 106 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 2. CONVERSE COM OS COLEGAS E RESPONDA: A) QUEM É A PERSONAGEM QUE ESTÁ FALANDO NO PRIMEIRO TEXTO? É a boneca. B) QUEM É A PERSONAGEM QUE ESTÁ FALANDO NO SEGUNDO TEXTO? É a menina que costumava brincar com a boneca. C) VOCÊ SE LEMBRA DE ALGUM BRINQUEDO DE QUE GOSTAVA MUITO, MAS PARA O QUAL AGORA JÁ NÃO DÁ TANTA IMPORTÂNCIA? Resposta pessoal. 3. NO TEXTO ESTÃO DESTACADAS VÁRIAS PALAVRAS QUE EXPRESSAM A IDEIA DE TEMPO. ENCONTRE-AS NO DIAGRAMA DE LETRAS A SEGUIR. 5 letras 11 LETRAS 6 letras 5 letras 5 letras 2 letras A N T I G A M E N T E A G O R A S E M P R E N U N C A A T R Á S J Á 4. TRANSCREVA A SEGUIR AS PALAVRAS ENCONTRADAS NO DIAGRAMA DE LETRAS. ESCREVA APENAS UMA LETRA EM CADA QUADRINHO. EM SEGUIDA, INDIQUE QUANTAS LETRAS HÁ EM CADA PALAVRA. A W Q T E R U I O P A S K S D F G H S E M A L K A N T I G A M E N T E J D R Z I S O G N B V C T H M Z A S D T Z N U C I O Z P A X R T P J H G F Y E V A Q T R Y O G J Á G R A K L P U A N U N C A C N M L S P E I U I O 71 Roteiros de aula e orientações didáticas A atividade 2 sugere a interdis- ciplinaridade com Língua Portu- guesa ao trabalhar questões relacionadas à compreensão lei- tora. Já as atividades 3 e 4 favore- cem a interdisciplinaridade com História, ao tratar de palavras que expressam a ideia de tempo. Atividade 2 Você pode promover uma roda de conversa na qual os estudantes sejam incentivados a falar sobre brinquedos com os quais costumavam brincar bastante, mas já não brincam tanto. Durante a troca de ideias, estimule-os à reflexão: “Será que isso é um sinal de que estamos ficando mais velhos?”. Atividades 3 e 4 Aproveite estas atividades para conversar com os estudantes sobre quais são as palavras citadas no texto da página anterior que podem ser usadas para expressar a sucessão ou o encadeamento de eventos no tem- po, assim como a periodicidade de ocorrência de eventos. Se considerar mais adequado, liste as palavras no quadro de giz confor- me os estudantes as forem indicando e, com base nessa lista, desenvolva a atividade de encontrar palavras no diagrama de letras. Além das palavras utilizadas no tex- to, oriente os estudantes a fazer, no caderno, listas incluindo outras pala- vras que teriam função de tempo, como: jamais, frequentemente, rara- mente, futura mente, etc. Filme Toy Story 3. Direção de Lee Unkrich. Produção: Darla K. Anderson e Nicole Paradis Grindl. Estados Unidos: Pixar Animation Studios, 2010. O filme permite trabalhar as transfor- mações que ocorrem na vida das crian- ças durante o seu desenvolvimento. Sugestão de... Os Temas Contemporâneos Transversais visam favorecer o desenvolvimento da cidadania e a plena participação na vida em sociedade. Ressaltam os contextos em que todos vivemos e nos quais os conhecimentos que estudamos são aplicados na vida cotidiana. Considerando essa necessidade, nesta unidade foram oferecidas oportunidades para que os estudantes trabalhassem com os Temas Contemporâneos Transversais Trabalho, Saúde, Vida Familiar e Social e Diversidade Cultural, pertencentes, respectivamente, às macroáreas Economia, Saúde, Cidadania e Civismo e Multi- culturalismo. Ao final da unidade, estimule-os a retomar e discutir o que estudaram, favorecendo que tomem consciência sobre as relações entre o dia a dia e o que foi estudado. BNCC Temas Contemporâneos Transversais 107 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1072APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 107 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. O QUE ESTUDAMOS ... ESTUDOU OS DENTES E COMPREENDEU A IMPORTÂNCIA DE MANTÊ-LOS SEMPRE LIMPOS. OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E RETOME O QUE ESTUDOU. DEPOIS, CONVERSE COM OS COLEGAS E COM O PROFESSOR: O QUE VOCÊ APRENDEU QUE ANTES NÃO SABIA? Avaliando: o que eu aprendi 1. “SE NÃO SENTIMOS DOR DE DENTE, NÃO HÁ MOTIVO PARA IR AO DENTISTA.”. VOCÊ CONCORDA COM ESSA IDEIA? EXPLIQUE. 2. QUAIS SÃO ALGUNS SENTIDOS DO CORPO HUMANO? 3. FAÇA UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS COM DUAS PARTES. NA PRIMEIRA PARTE, REPRESENTE UMA CRIANÇA SOFRENDO UM ACIDENTE E SE MACHUCANDO. NA SEGUNDA PARTE, REPRESENTE COMO OS MACHUCADOS FORAM TRATADOS. 4. CITE PELO MENOS QUATRO ATITUDES QUE VOCÊ PODE TER PARA CUIDAR DE SUA SAÚDE. VOCÊ... Retomando o que eu aprendi Registre suas IDEIAS E DESENHOS no caderno. M a rk J a n u s /S h u tt e rs to ck ... REFLETIU QUE ESTÁ FICANDO MAIS VELHO E, PORTANTO, JÁ É MAIS RESPONSÁVEL POR DESENVOLVER HÁBITOS QUE PROMOVEM SAÚDE. S e rg e y N o v ik o v /S h u tt e rs to ck Respostas pessoais. 72 Avaliando as aprendizagens Esta seção foi criada para possibilitar uma avaliação dos estudantes ao final de cada unidade, favorecendo a refle- xão sobre tudo o que aprenderam. Inicialmente, sugerimos que os es- tudantes sejam convidados a respon- der às questões do boxe Avaliando: o que eu aprendi. Depois, você pode analisar as res- postas usando como referência a presença dos elementos mostrados no quadro a seguir. Caso deseje quan- tificar as respostas, uma sugestão é atribuir valor 1 para a presença de somente um desses elementos, va- lor 2 para a presença de dois deles, valor 3 para a presença de três e va- lor 4 para a presença de todos eles. Esteja atento aos estudantes que manifestarem dificuldade em respon- der às questões. A fim de remediar as aprendizagens falhas, organize os es- tudantes em trios e peça aos membros de cada trio que comparem suas res- postas e as debatam. Depois, convide- -os a rever trechos do livro, anotações pessoais e outras produções. Por fim, incentive-os a responder novamente às questões aqui propostas. Procure comparar e analisar com cada estudante as primeirasrespostas que deu e as respostas reformuladas, evidenciando a(s) estabilidade(s) ou a(s) mudança(s) entre elas. Depois, você pode solicitar aos estudantes que, em duplas, revejam e comentem as páginas do livro relacionadas a ca- da fragmento de texto e imagem apresentados na seção Retomando o que eu aprendi. Eles podem aproveitar essa oportunidade para trocar ideias sobre o que mais lhes chamou a aten- ção quando estavam estudando o assunto, o que mais gostaram de aprender e o que mais tiveram difi- culdade para entender. Respostas esperadas: 1. Devemos regularmente visitar o den- tista, pois, assim, podemos prevenir vários problemas dentários. 2. Tato, visão, audição, olfato e paladar. 3. Verifique se os cuidados com os ma- chucados representados são propor- cionais ao acidente: se o machucado ilustrado for leve, os cuidados repre- sentados podem ser lavar bem o local ferido e colocar gelo se houver inchaço; se o machuca- do for mais grave, deve ser indicado procurar por assistência médica apropriada. 4. Evitar acidentes, cuidar da alimentação, ter há- bitos de higiene, tomar vacinas etc. 108 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1082APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 108 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 ... APRENDEU A CUIDAR DOS MACHUCADOS. ... COMPREENDEU DIVERSOS CUIDADOS QUE DEVEMOS TER COM O CORPO. ... EXPLOROU OS SENTIDOS DO CORPO HUMANO. ... ENTENDEU QUE A VACINAÇÃO É UMA MANEIRA DE PREVENIR ALGUMAS DOENÇAS. FOLHEIE AS PÁGINAS ANTERIORES E REFLITA SOBRE VALORES, ATITUDES E O QUE VOCÊ SENTIU E APRENDEU NESTA UNIDADE. • DE AGORA EM DIANTE, COMO VOCÊ VAI CUIDAR DOS SEUS DENTES? • E O QUE VOCÊ PRETENDE FAZER, NO SEU DIA A DIA, PARA EVITAR SE MACHUCAR? • O QUE VOCÊ JÁ PODE FAZER PARA CUIDAR DE SUA SAÚDE SEM QUE SEUS PAIS TENHAM DE FICAR LEMBRANDO VOCÊ A TODO MOMENTO? Para refletir F e rn a n d o F a v o re tt o /A rq u iv o d a e d it o ra G a lin a 2 7 0 3 /S h u tt e rs to ck M o u s e s S a g io ra to /A rq u iv o d a e d it o ra P ix e l- S h o t/ S h u tt e rs to ck AS IMAGENS NÃO ESTÃO REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO. CORES FANTASIA. 73 Roteiros de aula e orientações didáticas No final desta seção, oferecemos um momento para os estudantes avaliarem como se sentiram e refle- tirem sobre valores e atitudes rela- cionados ao trabalho no decorrer da unidade. Inicialmente, você pode organi- zar os estudantes nos mesmos trios formados na abertura da unidade para responder às questões desta página. Uma possibilidade é que cada estudante escolha uma ques- tão e a responda. Depois, cada um pode apresentar sua resposta e com- pará-la com as dos demais colegas. Em seguida, em uma folha avulsa, os estudantes podem elaborar uma resposta coletiva para cada questão, sintetizando o que debateram. Aproveite a oportunidade para debater com os estudantes como eles têm cuidado dos dentes, desde o início do capítulo, e se percebem que estão mais atentos e cautelosos a fim de prevenir acidentes. Pergunte ainda se eles se sentem mais respon- sáveis por si mesmos e pelos cuida- dos com o corpo, não precisando que os pais fiquem a todo momento lembrando-os de escovar os dentes, tomar banho, etc. Elementos presentes nas respostas dos estudantes Questão 1 Indica que discorda. Cita que dentista ajuda a cuidar da saúde dos dentes. Cita que devemos visitar o dentista regularmente. Cita que podemos prevenir problemas dentários (com boa escovação e visita regular ao dentista). Questão 2 Cita tato. Cita visão. Cita audição. Cita olfato e gustação. Questão 3 Representa o uso de equipamento de proteção e segurança. Representa lavagem do local machucado. Representa colocação de gelo, caso haja inchaço. Aconselha procurar assistência médica (no caso de ferimentos mais graves). Questão 4 Cita cuidado com alimentação. Cita hábitos de higiene. Cita tomar vacinas. Cita prevenir acidentes (evitar se machucar). 109 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1092APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 109 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Conclusão da unidade 2 No quadro a seguir, apresentamos mais uma possibilidade de avaliação para o monitoramento da aprendizagem dos estudantes. A avaliação é feita por meio de questões que se associam a cada obje- tivo pedagógico de conhecimento. Unidade 2 – Desenvolvimento e corpo humano Objetivos pedagógicos de conhecimento Sugestões de perguntas para avaliação Capítulo 3 – Você está ficando mais velho 1. Identificar os tipos de dente, reconhecendo-os na própria dentição. Quantos dentes permanentes e quantos dentes de leite você tem? Por que os dentes das crianças caem? Quanto tempo dura um dente permanente? Quantos dentes um adulto tem? E uma criança que só tem dentes de leite, quantos dentes ela pode ter no máximo? 2. Conhecer a maneira adequada de escovar os dentes e reconhecer a importância da visita regular ao dentista. Explique passo a passo como é uma boa escovação de dentes. “Se escovamos bem os dentes, não precisamos passar fio dental.” Você concorda ou discorda dessa ideia? Explique. 3. Inferir a importância dos hábitos de higiene e de outros hábitos para a manutenção da saúde de maneira geral. Dê exemplos de hábitos que favorecem a nossa saúde. Dê alguns exemplos de hábitos de higiene. Quais são alguns de seus hábitos que fazem bem à saúde? Quais hábitos que fazem bem à saúde você ainda não tem ou precisa da ajuda de um adulto para ser lembrado? 4. Reconhecer os sentidos do corpo humano e discriminá- los, selecionando palavras para descrever sensações relacionadas aos diferentes sentidos. Explique a que se refere a gustação. Explique a que se refere o tato. Escolha duas imagens quaisquer. Para cada imagem, escreva uma ou duas palavras que ajudem a descrever sensações associadas àquilo que a imagem retrata. 110 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1102APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 110 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Unidade 2 – Desenvolvimento e corpo humano Objetivos pedagógicos de conhecimento Sugestões de perguntas para avaliação Capítulo 4 – Ferimentos e cuidados 1. Reconhecer o papel dos postos de saúde e representar o processo de cicatrização de machucados. Faça uma sequência de desenhos para ilustrar a cicatrização de um machucado. Para que servem os postos de saúde? 2. Avaliar a gravidade de diferentes ferimentos e concluir quais são as maneiras de tratar ferimentos leves. Faça o desenho da radiografia de uma parte do corpo. Em seu desenho, represente um osso quebrado. No caso de ferimentos leves e arranhões, o que podemos fazer para tratar dos machucados? “Não serve para nada colocar gelo em uma parte machucada do corpo que inchou.” Você concorda ou discorda dessa ideia? Explique. 3. Identificar e avaliar a importância de medidas práticas para a prevenção de acidentes, resguardando-se de se machucar. Crie uma história em quadrinhos para representar uma criança sofrendo um acidente. Procure explicar como ele poderia ter sido evitado. Cite pelo menos três cuidados que você pode ter para evitar se machucar. 4. Analisar carteiras de vacinação e inferir a importância de estarem em dia. Qual foi a última vacina que você tomou? Há quanto tempo foi isso? Explique oralmente: O que é carteira de vacinação? “Não há nenhum problema em não estar com a carteira de vacinação em dia.” Você concorda com essa afirmação ou discorda dela? Explique. Com base no quadro, sugerimos as seguintes estratégias para observação e registro da trajetória de aprendizado dos estudantes: 1. Peça aos estudantes que refaçam as questões das seções Para iniciar e incentive-os a comparar as respostas dadas no início dos estudos de determinado capítulo com as respostas que dão neste momento, ao final da unidade. 2. Convide-os também a refazer algumas atividades doLivro do Estudante e verifique as respostas dadas. Com base em algumas das produções anteriores que eles fizeram, desafie-os a criar pergun- tas relacionadas ao que foi estudado. 3. Por fim, use algumas das questões apresentadas no quadro para avaliar quanto cada um dos principais objetivos pedagógicos de conhecimento da unidade faz parte do repertório do estudante. 111 2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1112APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 111 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Introdução da unidade 3 A unidade 3 – Sol, céu e nuvens é composta de dois capítulos. Apresentamos a seguir uma visão geral dos conteúdos e os principais conceitos trabalhados em cada capítulo, além das atividades e práticas pedagógicas relacionadas aos objetivos pedagógicos de conhecimento. Capítulo 5 – Observar o céu Neste capítulo, nosso foco é o céu: estudaremos as nuvens e o efeito que a mudança aparente de posição do Sol no céu tem nas sombras dos corpos. Os estudantes farão simulações relacionadas à projeção de sombras, aprenderão como funcionam os relógios de sol e serão convidados a analisar as sombras em diferentes horários e situações. Também serão chamados a fazer observações das nuvens no céu, a descrevê-las e representar os três tipos básicos de nuvens. Capítulo 6 – Como estará o tempo? Neste capítulo, os estudantes explorarão a meteorologia. Os estudantes simularão programas de previsão do tempo na mídia, tomarão contato com boletins meteorológicos e analisarão as informações neles contidas, saberão o que um meteorologista tem a nos explicar sobre sua profissão e exercitarão o uso de expressões muito comuns entre os meteorolo- gistas para explicar as condições meteorológicas. Quadro-resumo Os principais objetivos pedagógicos de conhecimento de cada capítulo e as atividades e práticas pedagógicas para trabalhá-los são resumidos no quadro a seguir. Unidade 3 – Sol, céu e nuvens Objetivos pedagógicos de conhecimento Atividades e práticas pedagógicas Capítulo 5 – Observar o céu 1. Reconhecer e explicar a posição e o tamanho das sombras de um corpo opaco decorrentes de alterações na posição da fonte de luz que o ilumina. Fazer simulações da mudança de posição da sombra de um objeto fixo, em função de variações da posição da fonte de luz que o ilumina. 2. Comparar as sombras decorrentes da iluminação solar de um corpo fixo em diferentes horários e inferir a posição aparente do Sol nesses horários. Analisar história em quadrinhos e explicar a mudança de posição das sombras representadas. Analisar imagens que indicam a posição da sombra de um corpo fixo em diferentes horários do dia. Completar imagens indicando onde estaria a sombra de um corpo fixo em determinados horários do dia: no início da manhã, próximo ao meio-dia e no final da tarde. 3. Explicar como funcionam os relógios de sol. Ler texto sobre relógios de sol. Discutir com os colegas a relação entre a posição aparente do Sol no céu e a sombra de corpos fixos iluminados pela luz solar. 112 2APISCie_g23At_112a143_U03_MP.indd 1122APISCie_g23At_112a143_U03_MP.indd 112 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Unidade 3 – Sol, céu e nuvens Objetivos pedagógicos de conhecimento Atividades e práticas pedagógicas Capítulo 5 – Observar o céu 4. Distinguir e representar os três tipos básicos de nuvens. Ler texto sobre tipos de nuvens. Ler histórias em quadrinhos que citam o tema “nuvens”. Fazer desenhos representando diferentes tipos de nuvens. Escrever legendas para diferentes imagens, descrevendo as nuvens representadas nos céus retratados. Capítulo 6 – Como estará o tempo? 1. Reconhecer e analisar boletins meteorológicos. Identificar boletins meteorológicos na mídia (jornais, TV) e fazer consultas a esses boletins meteorológicos. 2. Identificar e representar as condições meteorológicas em diferentes momentos do dia, por meio de desenhos, de textos e de tabelas. Ler texto sobre condições do tempo e boletins meteorológicos. Ler e analisar histórias em quadrinhos, inferindo as condições meteorológicas representadas ou sugeridas. Representar, por meio de desenhos, como estavam as condições do tempo em dois momentos diferentes do dia. Fazer desenhos para representar condições meteorológicas específicas. Obter e analisar informações de boletins meteorológicos em diferentes momentos do dia. Representar em um quadro de síntese as condições meteorológicas em diferentes horários de um dia. 3. Conhecer o que fazem os meteorologistas e inferir o valor dos boletins meteorológicos. Ler entrevista com meteorologista. Selecionar trechos de destaque da entrevista. Ler tirinha sobre previsão do tempo e boletins meteorológicos. Sintetizar informações sobre o que fazem os meteorologistas. 4. Criar boletins meteorológicos fictícios. Em trechos de fala de boletins meteorológicos divulgados pela TV, identificar palavras usadas para designar as condições do tempo. Redigir um texto para informar uma previsão meteorológica. Encenar a apresentação de um boletim meteorológico pela TV. 113 2APISCie_g23At_112a143_U03_MP.indd 1132APISCie_g23At_112a143_U03_MP.indd 113 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. 3 Unidade Sol, céu e nuvens K a m i Q u e ir o z/ A rq u iv o d a e d it o ra 74 Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido. Componentes essenciais da alfabetização Consciência fonológica e fonêmica, conhecimento alfabético, fluência em leitura oral, desenvolvimento de vo- cabulário, compreensão de textos e produção escrita. De olho na BNCC Competências gerais da Educação Básica na unidade 1, 2, 4 e 6 Competências específicas de Ciências da Natureza na unidade 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8 Habilidade na unidade EF02CI07 Conceitos, procedimentos e atitudes contemplados Conceitos Céu, Sol, sombra, relógio de sol, nuvem, cúmulo, cirro, estrato, tempo, chuva, temperatura, termômetro, boletim meteorológico, previsão do tempo, meteorologista. Procedimentos • Observar objetos e fenômenos (ao analisar imagens em diferentes períodos do dia). • Realizar manejo de material (ao montar modelo de guarda-sol para analisar a direção da sombra projetada). • Praticar habilidades relacionadas à comunicação (fazer pequenos tex- tos, frases e legendas, ler e analisar entrevistas, fazer quadros sinteti- zando informações de boletins meteorológicos ao longo do dia). • Recolher e analisar dados (da medida de temperatura em dife- rentes horários do dia). • Organizar dados (ao preencher tabela com informações sobre as temperaturas ao longo do dia). • Desenvolver a criatividade e a habi- lidade de comunicação (ao criar e apresentar boletim do tempo). Atitudes • Empenhar-se na realização das tarefas (ao observar desenhos feitos por outras crianças). • Assumir erros e acertos (ao comparar a res- posta que foi dada no início da unidade com a resposta dada depois de estudar o tema). • Procurar conhecer e valorizar a opinião dos outros (ao trocar ideias com os colegas sobre os fenômenos observados). • Empenhar-se nas atividades de grupo (ao compartilhar dados com colegas, ao montar mural, ao fazer pesquisas). • Desenvolver e valorizar atitudes científicas, como organização e rigor nas observações e análises (ao fazer observações das nuvens, ao fazer observação das sombras em diferentes horários do dia e descrevê-las). 114 2APISCie_g23At_112a143_U03_MP.indd 1142APISCie_g23At_112a143_U03_MP.indd 114 10/08/21 20:0210/08/21 20:02 • Nesta imagem, o que é visível no céu? • Que horário você acha que a cena retrata: manhã, tarde ou noite? • Como é o formato e a posição das sombras que aparecem na imagem? 75 Questões para sensibilização • Convide os estudantes a observar detalhes do céu representado na cena, questionando: