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MANUAL DO 
PROFESSOR
2 ANO
ANO
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Ciências
Rogério G. Nigro
Ensino Fundamental
Anos Iniciais
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MANUAL DO 
PROFESSOR
2 ANO
Ci•ncias
Ensino Fundamental • Anos Iniciais
Rogério G. Nigro
Doutor em Ensino de Ciências e Matemática pela Faculdade 
de Educação da Universidade de São Paulo (USP)
Mestre em Biologia pelo Instituto de Biociências da USP
Pesquisador em ensino e aprendizagem de Ciências, 
trabalha com formação de professores de Ciências e com elaboração 
de materiais didáticos para Educação Básica e Educação Superior 
Ex-professor do Ensino Fundamental e do 
Ensino Médio na rede particular de ensino
1 edição, São Paulo, 2021
PNLD2023_FUND1_CPA_2ºANO_CIE.indd 8PNLD2023_FUND1_CPA_2ºANO_CIE.indd 8 15/08/21 17:1915/08/21 17:19
Direção editorial: Lauri Cericato
Gestão de projeto editorial: Heloisa Pimentel
Coordenação de área: Daniela Teves Nardi
Coordenação de obra: Lucas Augusto Jardim
Edição: Carolina Brandão, Gabriela A. de Lima, Larissa Prada, 
Paula Feijó de Medeiros e Jeynne Carrillo
Planejamento e controle de produção: Vilma Rossi e Camila Cunha
Revisão: Mariana Braga de Milani (ger.), Alexandra Costa da Fonseca, 
Ana Maria Herrera, Ana Paula C. Malfa, Carlos Eduardo Sigrist, 
Flavia S. Vênezio, Gabriela M. Andrade, Heloísa Schiavo, Hires Heglan, 
Luciana B. Azevedo, Luís M. Boa Nova, Luiz Gustavo Bazana, 
Patricia Cordeiro, Patrícia Travanca, Sandra Fernandez, 
Sueli Bossi e Vanessa P. Santos
Arte: Claudio Faustino (ger.), Erika Tiemi Yamauchi (coord.), 
Karen Midori Fukunaga de Carvalho (edição de arte), R2 Estúdio (diagramação)
Iconografia e tratamento de imagens: Roberto Silva (coord.), 
 Douglas Cometti (pesquisa iconográfica), Emerson de Lima (tratamento de imagens)
Licenciamento de conteúdos de terceiros: Fernanda Carvalho (coord.), 
Erika Ramires e Márcio Henrique (analistas adm.)
Ilustrações: Gabriela Emmerich, Giz de Cera, Hagaquezart Estúdio, 
Kami Queiroz, Léo Fanelli, Mouses Sagiorato e Suzanne Cascardi
Cartografia: Mouses Sagiorato
Design: Tatiane Porusselli (proj. gráfico), Luis Vassallo (capa e Manual do Professor)
Foto de capa: Purino/Shutterstock 
Todos os direitos reservados por Editora Ática S.A.
Avenida Paulista, 901, 4o andar
Jardins – São Paulo – SP – CEP 01310-200
Tel.: 4003-3061
www.edocente.com.br
atendimento@aticascipione.com.br
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) 
Angélica Ilacqua - CRB-8/7057
2021
Código da obra CL 720028
CAE 775428 (AL) / 775522 (PR)
1a edição
1a impressão
De acordo com a BNCC.
Envidamos nossos melhores esforços para localizar e indicar adequadamente os créditos dos textos e imagens 
presentes nesta obra didática. Colocamo-nos à disposição para avaliação de eventuais irregularidades ou omissões 
de créditos e consequente correção nas próximas edições. As imagens e os textos constantes nesta obra que, 
eventualmente, reproduzam algum tipo de material de publicidade ou propaganda, ou a ele façam alusão, 
são aplicados para fins didáticos e não representam recomendação ou incentivo ao consumo.
Impressão e acabamento
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o Este Manual do Professor tem como objetivo auxiliá-lo no dia a dia em sala 
de aula. Afinal, quantas vezes você já pensou em melhorar suas aulas de Ciências 
e desejou ter acesso a mais recursos, ideias e orientações? 
Uma dica inicial que pode ser dada é que você comece a prestar atenção e 
avaliar a forma como interage com os estudantes. Por exemplo: Você costuma 
fazer perguntas dirigidas a eles que estimulem a imaginação? Quando essas 
perguntas são feitas, você dá tempo suficiente para que elas sejam respondidas?
O bom uso do tempo é algo precioso em nossas aulas! Afinal, precisamos dar 
tempo para os estudantes refletirem sobre suas ideias e as reformularem. Também 
é necessário dedicar algum tempo para a realização de atividades que possibilitem 
o desenvolvimento de certos “hábitos da mente”, como a crítica baseada em 
evidências, e de atitudes compatíveis com as dos cientistas, como a curiosidade 
e a honestidade no tratamento das informações.
O ideal é que nas aulas de Ciências os estudantes tenham oportunidade de 
aprender a lidar com diversos fenômenos que acontecem ao nosso redor e 
conosco, assim como um cientista faria. Essa visão científica possibilita, entre 
outras coisas, o desenvolvimento da empatia pela natureza e pela tecnologia, a 
capacidade de reconhecer problemas e analisá-los de maneira não superficial e 
a segurança para lidar com os desafios de nosso tempo.
Por isso é tão importante que, no contexto escolar, sejam criadas situações 
nas quais os estudantes façam ciência em sala de aula. O pequeno cientista que 
existe dentro de cada criança deve ser bem cultivado e instigado a sair do estado 
de dormência para que possa, enfim, germinar.
Então, professor, espero que esta Coleção o auxilie nessa tarefa. 
Neste Manual, você encontrará orientações gerais, uma proposta de evolução 
sequencial de conteúdos por meio de um cronograma para o ano letivo, 
orientações em relação à avaliação, roteiros de aula e orientações didáticas que 
poderão contribuir com a prática em sala de aula.
Boa sorte e boas aulas!
O autor.
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Sumário
Orientações gerais da Coleção .....................................................................................................05
I. A Coleção e o ensino de Ciências como investigação .........................................................................05
II. A Política Nacional de Alfabetização (PNA) na 
Coleção e o sentido fundamental da literacia científica .......................................................................06
Leitura e escrita ........................................................................................................................................07
III. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) na Coleção e os conteúdos de aprendizagem ........09
Observar, descrever e comparar ................................................................................................................ 10
Analisar dados .......................................................................................................................................... 11
Levantar hipóteses ................................................................................................................................... 11
Argumentar .............................................................................................................................................. 12
Manipular materiais e instrumentos e construir invenções ......................................................................... 13
Atitudes para com a ciência e atitudes científicas ...................................................................................... 14
IV. Conheça a Coleção ................................................................................................................................15
Livro do Estudante.................................................................................................................................... 15
Seção de referência do Livro do Estudante ............................................................................................... 16
Seção introdutória ao volume .......................................................................................................18
I. Planejamento e cronograma ..................................................................................................................18
Unidade 1.................................................................................................................................................19
Unidade 2................................................................................................................................................. 21
Unidade 3.................................................................................................................................................23
Unidade 4.................................................................................................................................................25
II. A avaliação no volume ...........................................................................................................................27
Avaliação diagnóstica de início de ano .....................................................................................................28
Avaliações iniciais a cada capítulo .............................................................................................................28
Avaliações processuais intermediárias .......................................................................................................29
Avaliação ao final de cada unidade ...........................................................................................................29
Repertório avaliativo .................................................................................................................................30
Avaliações de resultados ao final do ano ...................................................................................................30
Seção de referência do Livro do Estudante ..............................................................................31
Avaliação diagnóstica de início de ano .....................................................................................................38
Introdução da unidade 1 ...........................................................................................................................40
Unidade 1.................................................................................................................................................42
Conclusão da unidade 1 ............................................................................................................................74
Introdução da unidade 2 ...........................................................................................................................76
Unidade 2.................................................................................................................................................78
Conclusão da unidade 2 ......................................................................................................................... 110
Introdução da unidade 3 ........................................................................................................................ 112
Unidade 3............................................................................................................................................... 114
Conclusão da unidade 3 ......................................................................................................................... 142
Introdução da unidade 4 ........................................................................................................................ 144
Unidade 4...............................................................................................................................................146
Conclusão da unidade 4 ......................................................................................................................... 176
Avaliação final do ano letivo ...................................................................................................................178
Referências bibliográficas comentadas ..................................................................................183
4
2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 42APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 4 10/08/21 20:0010/08/21 20:00
Antigamente, nas aulas de Ciências, havia uma prática co-
mum de o professor ler o “livro dos conhecimentos científicos” 
com os estudantes, que tinham de decorar tudo antes de 
realizar uma determinada prova. Essa maneira de ensinar ficou 
conhecida como “ensino por transmissão-recepção”.
Provavelmente, a crítica mais contundente a essa visão 
de ensino resida no fato de que não somos uma “tábula 
rasa” antes da leitura de um texto. Durante a leitura, somos 
nós que colocamos o texto em movimento e atribuímos 
significado a ele, articulando nossas ideias, nosso conheci-
mento e nossa visão de mundo. É por isso que, depois da 
leitura, nos lembramos mais do significado que atribuímos 
ao texto do que das frases lidas. Sendo assim, faz pouco 
sentido querermos que os estudantes apenas repitam ou 
reproduzam frases exatamente como foram ditas ou lidas. 
Parece mais sensato direcionar nossos esforços a incentivar 
as crianças a dar significado àquilo com que tomam con-
tato em sala de aula.
No entanto, podemos dizer que, para os estudantes, a 
integração de seu conhecimento prévio com as informa-
ções e as vivências novas, de forma que atribuam significa-
do a elas e se aproximem das concepções científicas, não 
é um processo automático (MOREIRA, 2011). Para isso, é 
necessária uma orientação precisa e eficaz do professor, 
com o objetivo de incentivá-los a não aceitar passivamen-
te as afirmações que lhes são oferecidas (nos livros, em 
páginas da internet, pela televisão, etc.) nem fazer como no 
passado: “memorizar o que o livro diz”.
Mas como fazer isso? 
Atualmente, acredita-se que um dos possíveis caminhos 
seja oferecer aos estudantes oportunidades para que rea-
lizem as próprias investigações em sala de aula. Colocando 
em prática um ensino de Ciências como investigação, con-
vidamos os estudantes a vivenciar práticas epistêmicas 
relacionadas às Ciências (CARVALHO, 2018; SILVA; WARTHA, 
2018), deslocando-os para um papel de participação ativa 
no próprio processo de ensino-aprendizagem.
Deve ficar claro que essas investigações em sala de 
aula não devem ser identificadas como aquelas dos cien-
tistas que trabalham nas fronteiras do conhecimento 
(DAVIS; BELLOCCHI, 2018). A ciência praticada em institui-
ções de pesquisa segue protocolos profissionais rígidos 
para garantir a qualidade de seus resultados. Já as inves-
tigações presentes no ensino de Ciências têm uma função 
formativa e introdutória aos procedimentos e a um modo 
de pensar científico. Alguns exemplos de atividades rela-
cionadas à prática de investigações em sala de aula seriam: 
analisar demandas; delinear problemas e planejar investi-
gações; propor hipóteses; desenvolver e utilizar ferramen-
tas para coleta, análise e representação de dados; elaborar 
explicações e modelos; selecionar e construir argumentos 
com base em evidências; apresentar dados e resultados 
de investigações de forma sistemática; participar de de-
bates de caráter científico com os colegas; implementar 
soluções e avaliar sua eficácia para resolver problemas 
cotidianos (BRASIL, 2018). Tais práticas possibilitam o en-
gajamento dos estudantes com a produção, a análise e a 
socialização de evidências nas aulas de Ciências (DUNCAN; 
CHINN; BARZILAI, 2018).
Um dos argumentos que justificam a implementação do 
ensino de Ciências como investigação é o fato de que o 
conhecimento produzido pelo senso comum, diferente-
mente do conhecimento científico, é muitas vezes fruto de 
uma maneira superficial de interpretar o mundo. Portanto, 
para que as concepções dos estudantes avancem para além 
do senso comum e se aproximem das científicas e para que 
essas concepções científicas sejam valorizadas e ajudem os 
estudantes a emitir julgamentos e tomar decisões em si-
tuações cotidianas, é necessário ocorrer uma superação da 
“metodologia de superficialidade” com que se interpreta o 
mundo natural (KUHN et. al, 2017; LEE; BROWN, 2018).
Sendo assim, o nosso papel fundamental como profes-
sores de Ciências, além de apresentar informações novas 
aosestudantes, é o de propor-lhes problemas e criar 
Orientações gerais da Coleção
A seguir, apresentamos algumas orientações gerais que fundamentam as práticas pedagógicas para a Educação 
em Ciências na escola adotadas pela Coleção.
I. A Coleção e o ensino de Ciências como 
investigação
5
2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 52APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 5 10/08/21 20:0010/08/21 20:00
A partir da década de 1960 foi marcante um movimen-
to na Educação em Ciências que procurava substituir o 
“ler sobre as ciências” pelo “fazer investigações em ciên-
cias”. Apesar de todos os avanços ocorridos, um efeito 
colateral desse movimento foi deixar em segundo plano 
ou até mesmo desprezar a leitura e a escrita em Ciências 
(YORE; PIMM; TUAN, 2007).
Atualmente, porém, tem-se reconhecido que fazer ciên-
cia não envolve somente executar procedimentos como 
observação, obtenção e interpretação de dados, elabora-
ção de hipóteses, desenhos experimentais e outros tantos 
relacionados à atividade investigativa. As práticas comuni-
cativas também teriam um papel fundamental nas ciências 
e, por extensão, deveriam ser contempladas no ensino de 
Ciências dentro da escola com o objetivo de promover a 
literacia científica dos estudantes em seu sentido funda-
mental (NORRIS; PHILLIPS, 2003).
O conceito de literacia científica em seu sentido funda-
mental engloba não apenas o trabalho com vocabulário 
específico das ciências, mas refere-se também a conheci-
mentos, habilidades e valores generalizáveis à leitura e à 
escrita. Envolve a capacidade de acessar, compreender e 
produzir textos relacionados a Ciências. Assume-se que, 
a fim de se promover a literacia científica fundamental dos 
cidadãos, é necessária e imprescindível a integração entre 
leitura, escrita e Ciências (SHANAHAN; SHANAHAN, 2012). 
Em síntese, ser educado em Ciências, em seu sentido mais 
fundamental, engloba compreender, interpretar, analisar, 
criticar e produzir textos que promovam o conhecimento 
científico (FANG, 2014).
Em acordo com essas ideias, nesta Coleção você encon-
trará oportunidades para contemplar diversos aspectos da 
leitura e da escrita apresentados na PNA (BRASIL, 2019) e, 
assim, iniciar os primeiros passos em direção à promoção 
da Literacia Disciplinar nas aulas de Ciências (ROMANCE; 
VITALE, 2017). Ao longo da seção de referência ao Livro do 
Estudante, diagramada em formato de “U”, indicamos notas 
específicas sobre PNA e literacia, em diferentes momentos, 
com o objetivo de subsidiar e facilitar o trabalho em sala 
de aula com a leitura e a escrita em Ciências.
A seguir apresentamos alguns exemplos de trechos do 
Livro do Estudante que favorecem esse trabalho.
II. A Política Nacional de Alfabetização (PNA) 
na Coleção e o sentido fundamental da 
literacia científica
condições para que adquiram autonomia para resolvê-los 
executando procedimentos investigativos científicos (DOB-
BER; ZWART; TANIS; VAN OERS, 2017). Em síntese, o ensino 
de Ciências como investigação (também denominado por 
alguns autores de ensino de Ciências por indagação) pos-
sibilita que sejam atingidos vários objetivos antes inalcan-
çáveis pela metodologia de “transmissão-recepção”. Alguns 
desses objetivos são listados no quadro a seguir.
• Aprender a organizar, analisar, interpretar, criticar e dar sentido à informação de maneira não superficial.
• Desenvolver uma apreciação pelo valor das evidências.
• Fomentar empatia pela natureza e pela tecnologia.
• Reconhecer os conhecimentos não como verdades absolutas, mas como frutos de um processo dinâmico.
• Aprender a conviver com a multiplicidade de interpretações da informação e com a diversidade e a pluralidade de 
ideias e teorias.
• Estimular os estudantes a continuar aprendendo ao sair da escola, favorecendo o “aprender a aprender” e o desen-
volvimento da autonomia.
Objetivos do ensino de Ciências como investigação
6
2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 62APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 6 10/08/21 20:0010/08/21 20:00
Aqui apresentamos exemplos de atividades voltadas a alguns aspectos da compreensão leitora. Neles, podemos 
destacar: a localização e a retirada de informação explicitada em texto, processo que possibilita a criação de mapas 
conceituais (A); a elaboração de inferência com base na leitura, necessária para o preenchimento das lacunas existen-
tes em fragmentos de textos (B); questionamentos que incentivam o estudante a estabelecer relações entre ideias e 
informações e que proporcionam a interpretação (C); e a ordenação sequencial lógica de fragmentos de textos, que 
favorece a análise e a avaliação de conteúdos e elementos textuais, tais como a organização de parágrafos (D).
Leitura e escrita
3. Um grupo de estudantes começou a realizar pesquisas para desco-
brir de onde os metais são extraídos. Observe nesta página e na 
seguinte o que eles escreveram sobre isso. Leia o texto em voz alta 
e, no caderno, escreva um título para cada texto produzido para o mural.
4. Com base na leitura do primeiro texto do mural, complete no caderno os esquemas 
a seguir.
Sugestão de título: De onde vem o alumínio das latinhas de bebida?
Na natureza encontramos a bauxita, o
principal minério do qual se extrai o
alumínio. Esse minério é primeiro
lavado e triturado; depois é refinado, 
para dele se extrair o alumínio.
O alumínio é fornecido em lingotes ou
chapas para as fábricas de latas, 
de panelas, de partes automotivas, de 
portas e janelas, etc .
O alumínio de diferentes objetos pode 
ser reciclado. Latinhas de alumínio
descartadas, por exemplo, podem ser 
usadas para obter o alumínio
utilizado na fabricação de novas 
latinhas .
A reciclagem do alumínio é uma 
forma de obtenção desse metal muito
mais barata do que a mineração e o
refinamento da bauxita .
Escavadeira trabalhando em mina de 
bauxita em Paragominas, Pará, 2012.
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Lingotes de alumínio
 em uma usina, em 
Barcarena, Pará, 201
6.
Organize a turma de modo que todos os estudantes tenham a oportunidade de ler um trecho do texto. 
MINÉRIO
bauxita
BAUXITA
alumínio reciclagem
ALUMÍNIO
DESCARTADO
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Não escreva 
no livro.
As imagens não 
estão representadas 
em proporção.
exemplo é de onde se obtém pode ser encaminhado para
114
3. Leia o texto a seguir.
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a) Leia em voz alta com a turma a dúvida da 
criança ao lado. Depois, debata com os co-
legas e registre qual a possível resposta pa-
ra esse questionamento.
b) Releia o texto. Depois, no caderno, escreva 
um parágrafo destacando o que você achou 
mais interessante.
Michael Phelps e sua dieta
Nadador já declarou que só come, 
dorme e nada
Se você acordasse hoje, fosse almoçar com Michael 
Phelps e tentasse acompanhá-lo na mesa (já que na 
piscina está difícil…), provavelmente terminaria o seu 
dia em uma maca de hospital com indigestão. […]
Ao todo, a alimentação de Phelps leva seis vezes mais 
calorias do que a de um “reles mortal” como eu e você.
O café da manhã […] começa com dois copos de 
café e três sanduíches de ovo frito recheados com quei-
jo, tomates, cebolas fritas, alface e maionese. […] O 
almoço é macarrão enriquecido e dois sanduíches de presunto e queijo com maionese em pão 
branco, acompanhados de bebidas energéticas. O energético volta no jantar, quando Phelps fecha 
o dia com uma pizza (inteira) e meio quilo de macarrão.
“Comer, dormir e nadar, é tudo o que eu faço”, disse o ás da natação. E é tudo o que ele deve 
fazer, segundo o técnico William Morales Manso, que […] trabalha com medicina esportiva na 
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). […]
A natação é um esporte no qual o gasto calórico é imenso. Apenas entrar na piscina, sem 
dar uma braçada sequer, já acelera o metabolismo – que precisa manter os órgãos aquecidos na 
temperatura mais baixa.
Agora, o que acontece se vocêresolver seguir o mesmo cardápio? “A matemática é implacável. 
Se você consome mais calorias do que gasta de energia com suas atividades diárias, o exceden-
te vira gordura. Não tem jeito”, explica Manso.
JUSTE, Marília. Para pessoa comum, dieta de Phelps é recorde garantido de obesidade. G1. 
Disponível em: https://tedit.net/Usy570. Acesso em: 9 jul. 2021. 
Não escreva 
no livro.
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Espera-se que o estudante conclua que, a não ser que ele tenha uma rotina 
de atividades físicas intensas, como a do nadador, ele engordaria.
Michael Phelps durante competição nas 
Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.
O que aconteceria 
se minha alimentação fosse 
parecida com a do nadador 
Michael Phelps?
63
Fernão de Magalhães: Navegador português organiza-
dor da expedição que foi a primeira a dar uma volta ao mundo. 
Partiu da Espanha em 1519 e seguiu pela costa brasileira até o sul da 
. Foi o primeiro europeu a descobrir uma 
 passagem para o oceano , que levou o 
seu nome: Estreito de Magalhães. Seguiu em direção às Filipinas, 
onde morreu em uma batalha, em 1521. A expedição continuou, sob o 
comando de Juan Sebastián Elcano, pela Indonésia, e depois rumou 
para a África, contornou o cabo da Boa Esperança e voltou pelo 
Atlântico até Sevilha. Dos cinco barcos e 237 tripulantes que partiram, 
somente um barco com 18 tripulantes retornou três anos depois.
Vasco da Gama: Em 1497 esse navegador 
partiu de Portugal e fez uma parada em 
Cabo Verde. Depois, seguiu rumo ao 
cabo da Boa Esperança e contornou 
o . Daí, subiu 
pela costa desse continente e, em 
seguida, para as Índias. Antes dele, 
nenhum navegante europeu havia 
se aventurado a atravessar o extre-
mo sul da África. Além dos perigos 
do mar agitado, os marinheiros fica-
vam doentes, com sangramentos nas 
gengivas e perdiam os dentes. Era o 
. Mais tarde, des-
cobriu-se que isso era consequência da 
falta de vitamina C: a dieta dos marinheiros 
era pobre em vegetais.
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ar
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Ha
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pin
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hut
ters
tock
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3. Leia os textos e conheça alguns exploradores da Terra e os locais 
por onde passaram. Depois, no caderno, utilize os termos do 
banco de palavras a seguir para completar as lacunas do texto.
Reprodução de pintura 
da embarcação de Vasco 
da Gama.
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4. No caderno, faça um desenho da Terra, indicando o possível trajeto das viagens de 
Vasco da Gama e de Fernão de Magalhães. Resposta pessoal.
Representação do planeta 
Terra visto do espaço, com a 
Antártida ao centro da imagem.
Pintura retratando Fernão de 
Magalhães a bordo de 
seu navio.
sul da África
escorbuto
América do Sul
Pacífico
oceano Antártico escorbuto polo sul Antártida
América do Sul Pacífico sul da África
Não escreva 
no livro.
As imagens não 
estão representadas 
em proporção. 
Cores fantasia.
28
4. Leia, a seguir, os fragmentos de texto que expõem o 
problema que as tartarugas marinhas enfrentam, bem 
como as iniciativas de um projeto para preservá-las. 
Depois, reproduza no caderno esses fragmentos de 
texto, ordenando-os em uma sequência lógica de 
leitura. C, B, A e D.
Não escreva 
no livro.
As imagens não 
estão representadas 
em proporção.
Livro
Na praia e no luar, tartaruga 
quer o mar. Ana Maria 
Machado. São Paulo: Ática, 
2010. História de uma turma 
de crianças que encontra uma 
grande tartaruga marinha 
encalhada na praia.
SUGESTÃO
Tartaruga marinha em seu habitat.
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 Há poucas décadas, era comum 
as pessoas capturarem tartaru-
gas. A carne e os ovos serviam de 
alimento. Os cascos eram usados 
para fazer diversos objetos, como 
bijuterias.
c)
Tartaruga marinha presa em rede d
e pesca.
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Muitas tartarugas podem ficar 
presas em redes de pesca e, por 
não conseguirem subir à superfí-
cie para respirar, acabar morrendo 
afogadas.
b)
 O Projeto Tamar tem criado bases de 
conservação em áreas-chave onde 
ocorrem as desovas de tartarugas ma-
rinhas. Além disso, são oferecidas al-
ternativas de remuneração para os 
pescadores, por exemplo, contratan-
do-os para acompanhar as desovas.
Tartaruga marinha adulta desovand
o em praia.
a)
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Leitura e escrita
Existem alguns momentos na Coleção em que trabalhamos a escrita de relatórios. Há uma gradação de comple-
xidade da tarefa, que aumenta conforme o ano escolar. Até o início do 2o ano, a estrutura do relatório é menos 
definida, e ele se restringe a relatos do que ocorreu (A). Já no final do 2o ano, os relatórios apresentam pelo menos 
dois campos, sendo um deles “O que fizemos” (B). A partir do 3o ano, a estrutura dos relatórios é mais completa, 
incluindo os campos “Problema”, “O que fizemos” e “O que observamos” (C). A partir do 4o ano, os relatórios apre-
sentam pelo menos quatro campos: “Problema”, “O que fizemos”, “O que observamos” e “O que concluímos” (D).
4. OS ESTUDANTES ESTÃO MONTANDO UM MURAL SOBRE A INFLUÊNCIA 
DA LUZ E DA ÁGUA NA VIDA DAS PLANTAS. COMPLETE OS TEXTOS 
NESTA PÁGINA E NA PRÓXIMA. 
Influência da água
O cravo da esquerda foi regado de modo adequado, todos
os dias. Já o cravo da direita não foi mais regado.
Verificamos que a planta que foi regada de maneira adequada 
continuou com as folhas esverdeadas e firmes .
Já a planta que deixou de ser regada foi ficando com as folhas
ressecadas e descoloridas, até que morreu .
1O DIA 3
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14O DIA7O DIA
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INVESTIGANDO FATORES QUE
30
2. Com os colegas e o professor, faça os mesmos testes que as crianças fizeram nesta 
página e na página seguinte. Depois, termine os relatórios, explicando os sons 
percebidos em cada situação, e os leia em voz alta para os colegas.
Relatório da atividade
com o instrumento musical de lápis
Problema: Qual tecla do instrumento musical de lápis produz 
som mais agudo?
O que fizemos: Construímos um instrumento musical usando lápis
de diferentes tamanhos. Cada lápis era aproximadamente um dedo menor do
que o outro .
Depois, comparamos o som produzido por um lápis menor com o 
produzido por um lápis maior .
O que observamos: Verificamos que quando batemos nos lápis
menores ouvimos sons mais agudos. E quando batemos nos lápis maiores os
sons que ouvimos foram mais graves .sons que ouvimos foram mais gravessons que ouvimos foram mais graves
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Menina toca 
instrumento musical 
feito com l‡pis.
120
5. Registrem a seguir o que vocês fizeram, completando os textos e 
marcando na tabela as temperaturas obtidas em cada uma das situações.
O O qquue fize fizeemomoss:: Junto com o professor nós usamos um termômetro
a álcool e medimos a temperatura em diferentes locais e com diferentes incidências 
de luz solar .
O O qquue oe obsbseervrvaamomoss:: Verificamos que os valores obtidos foram diferentes
 .
No quadro a seguir, apresentamos os valores de temperatura 
obtidos. Respostas pessoais.
Local Temperatura
Copo de água ao sol
Copo de água na sombra
Superfície branca (área ensolarada)
Superfície preta (área ensolarada)
Parquinho (área ensolarada)
Parquinho (área de sombra)
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Relatório
109
4. No caderno, ajude a terminar o relatório que algumas crianças co­
meçaram a fazer sobre o experimento da página anterior. Depois, 
também no caderno, faça um desenho para ilustrar o que aconteceu 
com a minimontanhacoberta com lona plástica.
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Partículas de solo 
removidas e 
transportadas 
montanha abaixo.
Partículas de solo 
removidas e 
transportadas transportadas 
montanha abaixo.
Minimontanha 
sem lona pl‡stica.
Problema investigado: Usar lona plástica ajuda a conter 
um desmoronamento de terra?
O que fizemos: Simulamos a chuva caindo em montanhas. 
Primeiro, nós .
Depois, nós .
O que observamos : Constatamos que, na minimontanha 
sem lona plástica, 
a água caía e escorria, fazendo com que as partículas de solo 
.
Na minimontanha coberta com lona, 
 isso não aconteceu
.
O que concluímos: Depois de termos conversado, concluímos
que .
Não escreva 
no livro.
cobrir um morro com lona plástica minimiza os deslizamentos de terra que seriam 
provocados por fortes chuvas
fossem removidas e transportadas montanha abaixo 
fizemos duas minimontanhas com uma mesma mistura de areia e terra e com o mesmo tamanho
molhamos as minimontanhas com um regador de água, posicionando-o sempre na mesma altura
As imagens não 
estão representadas 
em proporção.
Cores fantasia.
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A
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2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 82APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 8 10/08/21 20:0010/08/21 20:00
A BNCC apresenta como aspecto crucial para a área de Ciências da Natureza a promoção da prática de procedimentos 
associados à atividade investigativa na escola (SASSERON, 2018). O documento propõe que os professores ofereçam 
oportunidades aos estudantes para que participem ativamente do processo de aprendizagem e vivenciem momentos 
investigativos (BRASIL, 2018, p. 331).
A proposta de organização dos conteúdos e das atividades sugeridas nesta obra se baseia nesses princípios e na ideia 
de que o compromisso da Educação em Ciências é promover o desenvolvimento da capacidade de compreensão, inter-
pretação e transformação do mundo em seus diferentes contextos (BRASIL, 2018, p. 321).
Enfatizamos que esta Coleção contempla as competências gerais e específicas, os processos investigativos, os objetos 
de aprendizagem e as habilidades indicadas na BNCC de maneira articulada, original e coerente com o que é proposto 
nesse documento.
Por fim, destacamos alguns pontos importantes da obra:
• Ao longo deste Manual são identificados conceitos, procedimentos, valores e atitudes abordados, uma vez que ado-
tamos a visão de conhecimento expressa na BNCC, que sugere ser preciso ter indicações claras sobre o que os estu-
dantes devem “saber” e o que devem “saber fazer” (BRASIL, 2018, p. 13).
• A proposição de perguntas aos estudantes ao longo das atividades e, sobretudo, no início dos capítulos é baseada 
na ideia indicada na BNCC de iniciar situações de aprendizagem com questões desafiadoras mas que, ao mesmo 
tempo, sejam respeitosas com a diversidade cultural e capazes de estimular o interesse e a curiosidade dos estudan-
tes (BRASIL, 2018, p. 322).
• Em vários momentos desta obra você encontrará atividades que favorecem o ensino-aprendizagem da leitura e da 
escrita, visto que as habilidades de Ciências buscam propiciar um contexto para que haja a ampliação do letramento 
(BRASIL, 2018, p. 331).
• No decorrer da seção de referência ao Livro do Estudante, diagramada 
em formato de “U”, você poderá encontrar notas com padrões de 
cores específicos que explicitam quais são as competências 
específicas, os processos investigativos e as habilidades 
da BNCC contempladas em cada momento. Além disso, há 
notas específicas que remetem aos Temas Contemporâ-
neos Transversais, também desenvolvidos na Coleção. 
A seguir, apresentamos trechos dos diferentes volumes 
da obra que evidenciam, particularmente, o trabalho 
com alguns processos investigativos e com conteúdos 
atitudinais, ambos indispensáveis para o desenvolvi-
mento das competências específicas de Ciências da 
Natureza da BNCC.
III. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) 
na Coleção e os conteúdos de 
aprendizagem
Em diversos momentos da Coleção, você encontrará 
sugestões de atividades que favorecem a interação e a 
cooperação entre os estudantes, sem desconsiderar seu papel 
de mediador. Além da seção Atividade prática, no início de cada 
capítulo, outras atividades também são propostas de maneira a 
desenvolver o trabalho com diferentes processos investigativos.
Dotta2/Arquivo da editora
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Observar, descrever e comparar
11
Capítulo
Unidades de conservação 
e áreas verdes
Não escreva 
no livro.
Neste capítulo, vamos estudar o aspecto da vegetação de 
áreas verdes e aprender sobre unidades de conservação.
• Você sabe quantos parques nacionais existem no estado 
onde você mora? Qual é o mais próximo do seu município?
• Troque ideias com os colegas: Na sua opinião, por que 
existem parques nacionais?
• Converse com os colegas: Que ações vocês podem desenvol-
ver para preservar as áreas verdes próximas à escola?
Para iniciar
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estão representadas 
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Biólogos estudando 
a vegetação de 
uma área verde.
Como é a 
vegetação de 
diferentes áreas 
verdes?
12
Quantas plantas diferentes podem ser encontradas 
em uma área verde que você conhece?
Como fazer
1. Acompanhado de um adulto, 
escolha uma área verde próxima 
do local onde mora ou da escola 
para analisar a vegetação.
Atividade prática
2. Faça desenhos da vegetação estudada. 
3. Quando possível, crie legendas 
para os desenhos com o nome 
das plantas encontradas. 
4. Coloque os resultados do seu estudo 
no mural da turma e compare -os com os 
resultados obtidos pelos colegas.
Estudantes e professora identificam uma 
área para ser estudada.
Desenhos feitos pelas crianças.
Crianças complementam os desenhos com 
legendas.
Os desenhos são compartilhados no mural.
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Não escreva 
no livro.
• Caderno ou folhas 
avulsas
• Lápis de cor e outros 
materiais de desenho
Material 
necessário
13
Em diferentes momentos da obra apresentamos propostas de atividades que favorecem a aprendizagem de conteú-
dos procedimentais, como a observação e a descrição de objetos e fenômenos. Aqui mostramos um exemplo de 
atividade em que é proposto um modelo de ação (no caso, como os biólogos fizeram) e é solicitado aos estudantes 
que façam o mesmo por meio de observações acerca do aspecto da vegetação e de registros em forma de desenhos 
e de informações a serem preenchidos nos quadros.
Além disso, propomos diversas atividades que proporcionam momentos em que os estudantes são solicitados a 
fazer comparações, utilizando critérios qualitativos (A) e quantitativos (B).
1. Observe as imagens dos cartazes que alguns estudantes fizeram 
para comparar versões antigas e atuais de algumas invenções. No 
caderno, escreva como funcionavam ou funcionam cada versão. Depois, leia em voz alta 
para os colegas o que você escreveu.
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Máquina de costura
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A energia do movimento provocado por uma pessoa ao acionar o pedal 
fazia com que as peças da máquina se movimentassem.
Alguns estudantes podem não se sentir à vontade em compartilhar o que escreveram. 
Procure deixá-los confortáveis para realizar a leitura apenas caso se sintam seguros. 
As máquinas de costura atuais são elétricas. É a eletricidade que faz 
mover um motor, que, por sua vez, faz mover as peças da máquina.
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Não escreva 
no livro.
As imagens não 
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5. Preencha o quadro a seguir para comparar quatro animais.
Animal
Borboleta Escorpião Mosca Gafanhoto
Número de 
pernas 6 8 6 6
Número de asas
4 0 2 4
Número de 
antenas 2 0 2 2
A B 
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Analisar dados
Também apresentamos situações em que os estudantes são convidados a analisar dados apresentados em gráficos, 
para que sejam relacionados a situações cotidianas (A), em rótulos de embalagens, para que sejam comparados (B), 
e em tabelas, para que levem a uma reflexão sobre suas implicações (C).
2. Nesta página e na seguinte, explore a edição especial do jornal 
que trata do tema Atividade física e energia.
DIÁRIO DA SAÚDE – Atividade física e energia
Na edição de hoje vamos mostrar quanta energia seu corpo consome em diferentes ativi-
dades e vamos conhecer a dieta e as necessidades energéticas de um grande atleta.
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Elaborado com base em: THE COMPENDIUM of Physical Activities Tracking Guide. Prevention Research Center. 
Disponível em: https://tedit.net/8KpkV4. Acesso em: 9 jul. 2021.
Consumo de energia de diferentes atividades
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A quantidade de energia 
está representada em 
quilocalorias (kcal) no 
gráfico. Cada quilocaloria 
corresponde a 
1000 calorias.
Não escreva 
no livro.
240 kcal 420 kcal
Quantos ovos, 
aproximadamente, 
foram postos?
Quantos filhotes 
devem chegar à 
idade adulta?
Situação 1
Em determinado ano, 
100 tartarugas puseram 
ovos em uma praia.
Situação 2
Em determinado ano, 
muitas tartarugas foram 
caçadas durante a época 
da desova e somente 
10 tartarugas conseguiram 
desovar na praia.
Situação 3
Em determinado ano, a 
poluição de uma praia e o 
número de pessoas que a 
frequentavam aumentaram 
muito. Além disso, várias 
tartarugas ficaram presas 
em redes de pesca. No 
final, somente 2 tartarugas 
conseguiram desovar.
sua conclusão: Em qual das três situações
13 000 ovos
1 300 ovos 260 ovos
26 filhotes
2. Analise o que aconteceria nas três situações a 
seguir. Copie em seu caderno e preencha o 
quadro com os resultados de suas contas. Con-
sidere que, em média, uma tartaruga marinha 
põe 130 ovos a cada desova.
Para fazer 
suas contas, releia 
o texto e identifique: 
Para cada tartaruga adulta 
existente, quantas foram as 
tartaruguinhas que saíram 
dos ovos e não chegaram 
à idade adulta?
Situação 1
Cerca de 
499 tartaruguinhas.
Suzanne Cascardi/
Arquivo da editora
Suzanne Cascardi/
Arquivo da editora
Composição média
por 100 g do produto
Energia 433,7 kcal
Proteínas 9,3 g
Gorduras 13,6 g
Carboidratos 70,9 g
Valor médio
por 100 mL
Energia 42 kcal
Carboidratos 10 g
Vitamina C 15 mg
Composição média
por 100 g do produto
Energia 280 kcal
Proteínas 7 g
Gorduras 28 g
Carboidratos 1 g
100 g contêm 
em média
Energia 376 kcal
Proteínas 1,5 g
Gorduras 1,3 g
Carboidratos 86 g
Vitamina E 10 mg
Cálcio 480 mg
Ferro 7,5 mg
100 g contêm 
em média
Energia 400 kcal
Proteínas 0 g
Gorduras 0 g
Carboidratos 99,2 g
Minerais 0,06 a 0,20 g
3. Observe o cartaz que as crianças começaram a fazer ao analisar 
as informações nutricionais nas embalagens dos alimentos.
Análise nutricional dos alimentos
Composição média
por 100 g do produto
Energia 365 kcal
Proteínas 14 g
Gorduras 1 g
Carboidratos 75 g
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Vitamina C
Não escreva 
no livro.
As imagens não 
estão representadas 
em proporção.
Cores fantasia.
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Levantar hipóteses
São proporcionadas oportunidades em que os estudantes são convidados a levantar hipóteses, como: “Será que a 
luz vai atravessar todos os corpos?” (A) e “O que acontecerá com essa minimontanha depois que a ‘chuva’ cair?” (B).
Vamos investigar o que acontece quan-
do a luz incide em diferentes corpos?
Como fazer
1. Forme dupla com um colega. Vocês 
devem ficar a três passos de distância 
um do outro.
2. Enquanto um de vocês segura a 
lanterna, o outro segura diferentes 
materiais, que serão iluminados. 
Comecem iluminando a folha de papel 
vegetal. O que vocês observam?
Atividade prática
3. Depois, iluminem a cartolina. O que 
vocês observam de diferente?
4. Por fim, iluminem o celofane incolor e 
verifiquem o que acontece. Troquem 
ideias com os colegas: A luz atravessa 
igualmente esses três corpos?
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Crianças iluminam uma folha de papel vegetal. Crianças iluminam uma folha de cartolina.
Crianças iluminam 
uma folha de 
celofane incolor.
Vocabulário
incidir: cair, 
bater, atingir ou 
refletir-se sobre 
uma superf’cie.
Não olhe diretamente 
para a luz da lanterna 
e não a aponte para 
os olhos dos colegas. 
Atenção!
• Cartolina
• Celofane incolor
• Lanterna
• Papel vegetal
Material 
necessário
105
Atividade prática
3. Troque ideias com os colegas: O que vocês acham que acontecerá com essa 
minimontanha depois que a “chuva” cair sobre ela?
4. Use um regador para simular uma chuva forte caindo sobre a minimontanha.
Vamos simular a chuva caindo sobre morros: O que será 
que vai acontecer com o solo?
Como fazer
1. Misture um pouco de areia com um pouco de terra.
2. Faça uma minimontanha utilizando a mistura de areia com terra.
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Crianças fazendo uma minimontanha feita da mistura de areia com terra.
Simulação da chuva caindo sobre a minimontanha.
• Areia
• Regador com água
• Terra
Material 
necessário
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Arquivo da editora
Suzanne Cascardi/
Arquivo da editora
Suzanne Cascardi/
Arquivo da editora
Crianças fazendo uma minimontanha feita da mistura de areia com terra.Suzanne Cascardi/Arquivo da editora
Lave sempre 
as mãos depois 
de mexer com 
terra.
O que 
você acha que 
acontecerá se cobrirmos 
a minimontanha com um 
plástico antes de ser 
atingida?
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Argumentar
Estão presentes também momentos em que as atividades propostas requerem aos estudantes, quando confron-
tados com determinadas ideias, que expressem se concordam com elas ou não e criem argumentos para defen-
dê-las ou contra-argumentos para refutá-las. Apresentamos aqui exemplos dos 2o (A), 3o (B), 4o (C) e 5o (D) anos.
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1. Com um colega, leia em voz alta os balões de fala a seguir. Troquem 
ideias: Com quais frases vocês concordam? Depois, proponham 
correções para as frases incorretas.
O vidro é usado para fabricar lentes, entre outros objetos. 
Mas é um material elaborado, não encontrado na natureza.
Muitos objetos podem ser feitos de 
diferentes materiais. Umcopo pode ser 
feito de vidro ou de plástico, por exemplo.
Hoje em dia, usamos materiais diferentes dos que 
eram usados no passado para fazer os objetos.
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Certos objetos 
são sempre feitos de 
um mesmo material. Por 
exemplo: o copo sempre 
é feito de vidro!
Hoje em dia, 
usamos praticamente os 
mesmos materiais que eram 
usados no passado para 
fazer os objetos.
Um mesmo tipo de 
objeto pode ser feito de 
diferentes materiais!
O vidro é um 
material encontrado na 
natureza e é usado para 
fabricar lentes.
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Não escreva 
no livro.
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As tartarugas 
marinhas botam 
muitos ovos; portanto, 
terão muitos filhotes. 
Não é preciso se 
preocupar em 
preservá-las.
A caça 
de tartarugas 
marinhas não 
representa um 
problema. Os oceanos 
são muito ricos, e 
sempre existirão 
tartarugas 
marinhas.
1. Você concorda ou não com o que os estudantes estão falando? 
Explique sua resposta. Respostas pessoais.
Cerca de 
499 uinha
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1. Troque ideias com os colegas e responda: Você concorda com 
os comentários das crianças a seguir? Explique.
Correto, em 
determinadas 
épocas do mês.
Incorreto.
Incorreto.
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O primeiro ser 
humano a ver a Terra 
do espaço era 
estadunidense.
As imagens não 
estão representadas 
em proporção.
Podemos 
ver a Lua no céu 
tanto de dia quanto 
de noite.
Só vemos 
a Lua quando 
é noite.
Crianças conversando.
B
É esperado que 
os estudantes 
indiquem que a 
atividade física 
regular melhora 
as condições 
físicas em geral 
e, em particular, 
a musculatura, e 
também provoca 
o aumento da 
sensação de 
bem-estar e 
prazer. Além disso, 
espera-se que 
os estudantes 
2. No caderno, cite alguns benefícios da prática de atividade física. Depois, explique: 
Você concorda ou não com a ideia do menino a seguir?
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Praticar esporte significa 
estar em atividade física intensa. 
E estar em atividade física intensa 
significa, necessariamente, 
praticar esporte.
discordem da 
afirmação no 
balão de fala, 
citando a ideia 
de que podemos 
estar em atividade 
física intensa sem 
necessariamente 
praticarmos uma 
modalidade 
esportiva.
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2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 122APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 12 10/08/21 20:0010/08/21 20:00
Manipular materiais e instrumentos e construir invenções
A manipulação de materiais e instrumentos e a construção de invenções são proporcionadas em momentos es-
pecíficos. Aqui apresentamos exemplos desses momentos nos diferentes volumes da obra: no exemplo A, do 4o
ano, manipulam-se materiais para fazer uma máquina que funciona com água; no exemplo B, do 5o ano, é cons-
truído um instrumento com lentes que simula um microscópio; no exemplo C, do 2o ano, um termômetro é usado 
para explorar o ambiente; e, no exemplo D, do 5o ano, manipula-se uma bússola.
Que tal construir uma máquina que seja capaz 
de erguer uma carga? E que funcione com água!
Como fazer
1. Com a ajuda de um adulto, corte 
o gargalo de uma garrafa PET. Use 
o plástico cortado para fazer seis 
pás para a sua roda-d’água.
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Atividade prática
Não manuseie objetos cortantes ou perfurantes. 
Peça ajuda a um adulto para fazer a atividade.
Atenção!
2. Passe um pedaço de arame por dentro 
de uma rolha. Depois, peça a um adulto 
que faça pequenos cortes na rolha e fixe 
neles as pás de sua roda-d’água. 
3. Encaixe o arame na outra parte 
da garrafa cortada. Em uma das 
extremidades do arame prenda, 
com fita adesiva, um barbante 
com a carga a ser erguida (pode 
ser uma borracha, por exemplo).
4. Despeje a água sobre a rolha. O que 
acontece com a carga à medida que a 
roda-d’água gira?
• Água
• Arame
• Barbante
• Estilete (para uso 
de um adulto)
• Fita adesiva
• Garrafa PET
• Rolha 
• Tesoura com 
pontas 
arredondadas
Material 
necessário
Garrafa PET sendo recortada.
Eixo para fixação das pás sendo preparado.
Montagem concluída.
P‡
Roda-d’água em funcionamento.
129
4. Com o professor e os colegas, meça a temperatura de diferentes 
objetos e locais.
• O professor vai apresentar a vocês um termômetro a álcool.
• Deixem o termômetro por 5 minutos em diversos 
locais, como nos exemplos a seguir.
Em um copo de água que está ao sol e em outro que está na sombra.
Sobre uma folha 
branca e uma preta 
que estão ao sol.
No parquinho da escola: em uma área ensolarada, como a areia; e em uma área de sombra, 
como o canteiro com plantas.
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Peça ajuda ao professor 
para manusear o 
termômetro a álcool.
Atenção!
108
1. Primeiro, faça um furo pequeno na 
extremidade de uma folha de papel 
cartão. O cabo de uma lupa passará 
por esse furo.
3. Siga os passos e construa um instrumento que funciona de forma 
parecida com os microscópios de verdade.
2. Poucos centímetros abaixo desse 
furo, faça um recorte retangular 
comprido e com a largura do cabo 
da lupa. Deixe somente uma aba de 
aproximadamente 3 centímetros na 
outra borda sem recortar. Coloque 
o cabo da outra lupa nesse recorte.
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Etapa 4.
Etapa 3.
Etapa 2.
Etapa 1.
3. Enrole a folha, formando um tubo 
em torno das lupas. Use fita adesiva 
para prender. Note que a segunda 
lupa pode ser movimentada.
4. Segurando os cabos das lupas, 
coloque o tubo sobre diferentes 
objetos. Posicione os olhos sobre a 
lupa fixa. Movimente a lupa móvel 
até obter a imagem mais ampliada 
possível. Que detalhes de diferentes 
objetos você consegue observar?
¥ No caderno e com a ajuda de um familiar, faça dois desenhos comparando o 
mesmo objeto: visto a olho nu e visto com o auxílio do instrumento que você 
acabou de construir. Resposta pessoal.
Não escreva 
no livro.
77
3. No caderno, complete os relatórios das atividades que os estu-
dantes fizeram para explorar o funcionamento das bússolas.
Problema: Quando giramos
uma bússola, o que acontece
com sua agulha?
O que fizemos: Observamos uma 
bússola sobre a mesa (figura 1). 
Depois, giramos a bússola 
aproximadamente 
(figura 2). 
Então, giramos novamente a bússola 
aproximadamente 
(figura 3).
O que observamos: Ao girarmos
a primeira vez, observamos que 
.
Ao girarmos a segunda vez, 
observamos que .
O que concluímos: Podemos dizer 
que a agulha da bússola 
.
Figura 1.
Figura 2.
Figura 3.
um quarto de volta
 mais um quarto de volta
a agulha da bússola se 
manteve na mesma posição 
em relação ao entorno
novamente a agulha se manteve na mesma posição e 
o mostrador girou
se mantém sempre na mesma posição, 
independentemente do quanto giramos a bússola: 
somente o mostrador da bússola gira, não a agulha.
Não escreva 
no livro.
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Atitudes para com a ciência e atitudes científicas
Os estudantes são incentivados e motivados a desenvolver atitudes científicas, como o rigor nas observações (A)
e a curiosidade, a persistência e a criatividade para resolver um problema (B).
Também apresentamos momentos em que é possível trabalhar as atitudes para com a ciência. Por exemplo, no 1o, 2o e 3o
anos é valorizada a visão de que os desenvolvimentos científico e tecnológico trazem muitos benefícios para a humani-
dade (A). Já no 4o e 5o anos, é favorecida uma visão dos desenvolvimentos científico e tecnológico como algo multiface-
tado: se, por um lado, nos trazem benefícios, por outro lado, podem acarretar uma piora da qualidade de vida (B).
VAMOS OBSERVAR NOSSOS DENTES 
E OS DENTES DE UM COLEGA?
COMOFAZER
1. FIQUE DIANTE DE 
UM ESPELHO E 
OBSERVE OS SEUS 
DENTES. 
ATIVIDADE PRÁTICA
2. CONTE QUANTOS 
DENTES VOCÊ TEM. 3. OBSERVE OS DENTES DE UM 
COLEGA E COMPARE-OS COM 
OS SEUS.
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CRIANÇA OBSERVANDO OS DENTES NO ESPELHO.
CRIANÇA CONTANDO OS DENTES.
CRIANÇAS EM FRENTE A UM ESPELHO 
COMPARANDO OS DENTES.
CRIANÇA COM UM DENTE DE LEITE FALTANDO.
4. DEPOIS, TROQUEM IDEIAS 
SOBRE OS DENTES DE CADA 
UM DE VOCÊS: QUAIS JÁ 
CAÍRAM? QUAIS APARECERAM 
RECENTEMENTE?
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¥ ESPELHO
MATERIAL 
NECESSÁRIO
AS IMAGENS NÃO ESTÃO 
REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.
45
• Bacia
• Funil
• Recipiente com 
marcação de volume
Material 
necessário
Vamos investigar quanta água gastamos para lavar as mãos?
Como fazer
1. Coloque uma bacia em uma pia, embaixo da torneira.
2. Lave as mãos de forma que toda a água utilizada fique 
acumulada na bacia.
tividade prática
Enquanto um colega lava as mãos, outro pode segurar a bacia.
Cuidado ao despejar a água da bacia no recipiente!
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3. Utilize um funil para 
despejar a água da bacia 
em um recipiente com 
marcação de volume.
4. Veja o volume marcado: 
ele indica o total de 
água que você usa para 
lavar as mãos!
Junto com os colegas, 
compartilhe no mural da 
turma os dados obtidos em 
outras atividades, como 
escovar os dentes, lavar 
a louça, etc.
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4. UMA CRIANÇA FOI TOMAR VACINA NO POSTO DE SAÚDE. NUMERE 
CADA IMAGEM PARA INDICAR A SEQUÊNCIA DE EVENTOS.
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5. TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS: COM QUAL DAS CRIANÇAS A 
SEGUIR VOCÊ CONCORDA?
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PRONTO! 
JÁ ATUALIZEI SUA 
CARTEIRA DE
VACINAÇÃO.
Espera-se que o estudante reconheça que a vacina contra 
gripe reduz a chance de 
contrair a doença.
SE TOMARMOS
A VACINA CONTRA A 
GRIPE, NÃO VAMOS
TER GRIPE.
SE TOMARMOS 
A VACINA CONTRA 
A GRIPE, A CHANCE 
DE TERMOS GRIPE É 
PEQUENA.
AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
66
3. Explore o mural que alguns estudantes fizeram sobre o tema “As cidades de hoje 
em dia”. Primeiro, analise os gráficos e, no caderno, responda às questões que as 
crianças fizeram.
10 h 17 h 0 h 7 h 14 h 21 h 4 h3 h
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Horário
Gráfico AOs gráficos mostram 
dados obtidos em 
uma rodovia ao
longo de dois dias: 
o primeiro mostra a 
quantidade de 
veículos que passou, e 
o segundo mostra a 
quantidade de 
partículas no ar.
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No período da 
madrugada, 
sobretudo entre 
2 h e 4 h da manhã.
Por volta das 11 h-17 h.
Por volta das 14 h-18 h.
10 h 17 h 0 h 7 h 14 h 21 h 4 h3 h
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Gráfico B
Horário
No período da madrugada, 
entre 1 h e 4 h da manhã. 
Fonte de pesquisa: School Science Review. n. 82, p. 99, set. 2000.
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Em que período 
costumam ocorrer 
picos no tráfego de 
veículos?
E em que período costumam 
ocorrer picos do nível de partículas no 
ar, que podemos respirar e que podem 
fazer mal à nossa saúde?
Os menores 
índices de partículas no 
ar costumam ocorrer 
em quais horários?
Não escreva 
no livro.
Em que horário 
praticamente não 
passam veículos 
na rodovia?
Qualidade do ar e automotores
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IV. Conheça a Coleção
Aqui é apresentada a organização dos cinco volumes que compõem esta Coleção: a abertura das unidades, os capí-
tulos, as seções, os destaques e avisos, além dos textos e das atividades.
Meu ponto de partida
A seção, que aparece no começo de cada volume, apresenta uma oportunidade de avaliação diag-
nóstica das aprendizagens do ano escolar anterior, propondo questões abertas e de múltipla escolha.
Unidades
O volume é dividido em quatro unidades. No início de cada uma há uma imagem sobre o assunto a 
ser estudado. Todas as unidades didáticas se encerram com as seções Tecendo saberes e O que estudamos.
Capítulos
Em cada unidade existem dois ou três capítulos, somando, no 1o, 2o e 3o anos, oito capítulos por 
volume e, no 4o e 5o anos, dez capítulos por volume. Cada capítulo é organizado como um módulo 
didático completo – e não como aulas ou atividades isoladas –, semelhante a uma história, com início, 
desenvolvimento e finalização.
Mascotes
Apresentamos dois personagens por volume que acompanharão todo o percurso didático. Eles 
aparecem fazendo perguntas sensibilizadoras e dando dicas, explicações ou avisos aos estudantes.
Para iniciar
Aqui os estudantes têm a oportunidade de conversar com os colegas sobre o que vão estudar, 
além de mobilizar seus conhecimentos prévios e opinar sobre os temas.
Atividade prática
Momento para que os estudantes coloquem em prática os seus conhecimentos e façam novas 
descobertas por meio da atividade proposta, além de propiciar uma ocasião para que se divirtam 
com os colegas.
Com a palavra...
Entrevistas com diferentes profissionais para que os estudantes percebam que o conhecimento também 
pode ser adquirido no diálogo com diferentes pessoas.
Bilhete
Neste pequeno boxe em forma de bilhete são apresentados recados, avisos, sugestões ou questões 
complementares às atividades propostas.
Mural da turma
Presente no 5o, 4o, 3o e 2o ano, essa seção convida os estudantes a compartilhar suas produções com o restante da turma.
Vocabulário
Para facilitar a compreensão dos textos, o significado de algumas palavras é apresentado na própria página.
Livro do Estudante
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Assim também aprendo
A seção traz oportunidades para que os estudantes possam aprender um pouco mais com jogos e atividades divertidas.
Vamos ver de novo
Nesta seção o estudante retoma o que foi estudado no capítulo por meio de textos, esquemas e atividades.
Tecendo saberes
Nesta seção o estudante é convidado a perceber como aquilo que aprendeu pode se relacionar 
com o estudo de outras áreas do conhecimento.
O que estudamos
Aqui o estudante retoma os temas estudados nos capítulos da unidade. Este é o momento de 
refletir sobre o que aprendeu e sobre a forma de agir, pensar e sentir no dia a dia.
Meu ponto de chegada
No final do volume, é apresentada uma avaliação de resultado para verificar a aprendizagem do ano escolar. Para isso, 
são propostas aos estudantes questões abertas e de múltipla escolha.
Glossário
Aqui são apresentados definições e exemplos do uso de alguns termos científicos trabalhados ao longo 
do volume.
Referências bibliográficas comentadas
Nesta seção são indicadas as obras de referência utilizadas na elaboração do material, acompanhadas de 
breves comentários explicativos sobre sua relevância.
Sugestão
Neste boxe o estudante encontra sugestões de sites, livros e materiais complementares para consulta.
Avaliação diagnóstica de início de ano
São oferecidas orientações específicas para cada questão proposta na seção Meu ponto de partida, contribuindo 
para a consolidação e remediação das aprendizagens do ano letivo anterior.
Introdução da unidade
Nesta seção, que aparece no começo de cada unidade, são apresentados um resumo com os principais 
temas e atividades dos capítulos que a compõem e um quadro-resumo dos objetivos pedagógicosde 
conhecimento e das atividades e práticas pedagógicas trabalhadas.
Conceitos, procedimentos e atitudes contemplados
Acompanhando a abertura de cada unidade, esta seção apresenta os principais conceitos e, em forma de tópicos, os 
procedimentos e atitudes trabalhados ao longo dela. Além disso, é precedida de quadros explicitando as competências e 
as habilidades da BNCC e os componentes essenciais para a alfabetização que são desenvolvidos.
Visão geral do capítulo
Breve resumo sobre os principais temas e atividades que serão trabalhados no capítulo, apresentado junto com sua abertura.
Se•‹o de refer•ncia do Livro do Estudante
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2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 162APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 16 10/08/21 20:0010/08/21 20:00
Avaliação inicial – Para iniciar
Orientações específicas para avaliar os conhecimentos prévios dos estudantes ao início de cada 
capítulo, assim como sugestões de atividades preparatórias para o desenvolvimento dos temas do 
capítulo. Esta seção também é precedida de um quadro com orientações gerais sobre a mobilização 
dos princípios da BNCC naquele momento.
Roteiros de aula e orientações didáticas
Orientações didáticas e explicações de caráter prático que fornecem um roteiro detalhado para o trabalho em sala de 
aula. São compostas de sugestões de abordagem, complementos às respostas das atividades, considerações pedagógi-
cas a respeito de possíveis dificuldades dos estudantes na resolução das atividades e estratégias de remediação e conso-
lidação da aprendizagem.
BNCC: Habilidade
Indica as habilidades da BNCC desenvolvidas naquele momento.
BNCC: Competências específicas de Ciências da Natureza
Ao final do capítulo, indica quais foram as competências específicas de Ciências da Natureza mobilizadas ao longo dele.
BNCC: Temas Contemporâneos Transversais
O boxe apresenta os temas contemporâneos trabalhados ao longo de capítulos e unidades, aparecendo ao final de cada um.
PNA e Literacia
Este boxe apresenta explicações e sugestões relacionadas aos componentes essenciais para al-
fabetização desenvolvidos naquele momento.
Texto e atividade complementar
Sugestões de textos e atividades complementares que contribuem com a formação continuada 
do professor e com alternativas didáticas, como jogos, brincadeiras e adaptações de estratégias, a 
serem aplicadas em sala de aula.
Sugestão de…
Neste boxe, o professor encontrará sugestões de livros, sites, vídeos e outros recursos comple-
mentares e para consulta.
Fique atento!
Dicas e observações sobre pontos de atenção do conteúdo ou da prática didática sugerida.
Avaliando as aprendizagens
Ao final dos capítulos e das unidades, esta seção oferece orientações relacionadas a possibilidades 
de avaliação formativa e remediação das aprendizagens, sugerindo mapas conceituais e alternativas 
para apoiar estudantes com dificuldades e consolidar conhecimentos.
Conclusão da unidade
Nesta seção, que aparece ao final de cada unidade, são apresentadas estratégias para avaliação, observação e registro 
da trajetória de aprendizagem dos estudantes, possibilitando a avaliação formativa e o monitoramento dos objetivos pe-
dagógicos de conhecimento alcançados e das atividades e práticas pedagógicas realizadas.
Avaliação final do ano letivo
São oferecidas orientações específicas para cada questão proposta na seção Meu ponto de chegada, contribuindo para 
a consolidação e remediação das aprendizagens ao final do ano letivo.
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2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 172APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 17 10/08/21 20:0010/08/21 20:00
Nos quadros a seguir, apresentamos uma sugestão de cronograma para o planejamento do ano 
letivo. Consideramos que seja prevista a realização de duas aulas semanais de Ciências da Natureza 
na escola e, tendo em vista o planejamento bimestral, sugerimos que seja trabalhada uma unidade 
por bimestre. Também são sugeridos planejamentos mensais e trimestrais para o trabalho com o 
volume, de forma a dar subsídios para a organização dos conteúdos em diferentes contextos escola-
res. Além disso, o cronograma indica as páginas do Livro do Estudante como um índice, a fim de fa-
cilitar sua experiência e exploração, além de mostrar de forma resumida os conteúdos trabalhados.
Informações e esclarecimentos detalhados sobre as destrezas investigativas, as habilidades, 
as competências, os conteúdos procedimentais, os conteúdos atitudinais e as práticas avaliativas 
contemplados no volume são apresentados em notas específicas na seção de referência do Livro do 
Estudante, diagramada em formato de “U”.
Ressaltamos que, apesar de o cronograma sugerido aqui e 
a sequência de atividades no Livro do Estudante forne-
cerem um itinerário claro, sequencial e determina-
do para a condução das aulas, a estrutura da 
Coleção é modular. Você pode encarar cada 
capítulo do volume como uma sequência 
de ensino-aprendizagem independente. 
A finalidade disso é minimizar a neces-
sidade de pré-requisitos e oferecer 
um material didático com estrutura 
mais flexível, viabilizando uma 
maior autonomia para o professor 
organizar o próprio cronograma 
para o ano letivo. Sugerimos, por-
tanto, encarar o cronograma e a 
sequência de aulas aqui indicados 
como referências, avaliando quan-
to eles podem se adequar ao seu 
contexto e às suas necessidades.
Seção introdutória ao volume
Nesta seção, apresentamos inicialmente um cronograma no formato de planilha, que representa 
uma sugestão de evolução sequencial dos conteúdos e das atividades presentes neste volume. Em 
seguida, explicamos sinteticamente o conceito de avaliação formativa e ressaltamos os momentos 
da obra que podem contribuir para a avaliação das aprendizagens dos estudantes.
I. Planejamento e cronograma
Kali Nine LLC/E+/Getty Im
ages
O planejamento do ano letivo deve contemplar 
momentos de atividades práticas, lúdicas e 
coletivas. No Livro do Estudante da Coleção, há 
momentos destinados exclusivamente a esse tipo de 
atividade. Já na seção de referência do Livro do 
Estudante, são sugeridas diversas atividades 
complementares que podem ser incorporadas ao cronograma. 
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Unidade 1 – Ambiente e seres vivos
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Tópico Página(s)
Aula/
Semana/Mês/
Bimestre/
Trimestre
Conteúdos 
conceituais 
trabalhados
Atividades e práticas pedagógicas
Meu ponto de partida 8 e 9
1 e 2 / 1 / 1 / 
1 / 1
Avaliação diagnóstica do início do ano, usando questões de múltipla escolha 
no formato Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e questões abertas 
para verificar as aprendizagens das habilidades da BNCC previstas para o ano 
escolar anterior.
Abertura de unidade 10 e 11 1 / 2 / 1 / 1 / 1
Troca de ideias sobre questões que sensibilizam os estudantes para os grandes 
temas da unidade, presentes em uma situação do dia a dia retratada em uma 
imagem: ambientes, plantas e fases do desenvolvimento.
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Para iniciar 12 2 / 2 / 1 / 1 / 1
Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre diferentes ambientes, 
como florestas e cidades.
Atividade 
prática
13 1 / 3 / 1 / 1 / 1
Ambiente, seres vivos, 
elementos não vivos.
• Construir uma maquete de um ambiente, 
representando seres vivos e elementos não vivos.
Observando 
ambientes
14 a 17
2 / 3 / 1 / 1 / 1
1 / 4 / 1 / 1 / 1
Ambientes, seres vivos, 
construções, cidade, 
campo agropecuário, 
floresta.
• Completar texto, listando seres vivos e 
equipamentos agrícolas que podem ser 
encontrados no campo agropecuário.
• Complementar legendas com indicações de 
elementos presentes em imagens de diferentes 
ambientes.
• Observar imagens de campo agropecuário, 
de cidade e de floresta.
• Listar o que pode ser encontrado no campo 
agropecuário e na cidade.
Mãos à obra 18 a 21
2 / 4 / 1 / 1 / 1
1 / 5 / 1 / 1 / 1
Ambiente, 
ambientalista, 
entidade 
ambientalista, 
preservaçãoambiental, ação 
antrópica, poluição, 
paisagens, 
desenvolvimento 
urbano.
• Ler uma entrevista com um agrônomo que 
trabalha em uma organização ambientalista.
• Preencher quadros para sintetizar informações da 
entrevista.
• Trocar ideias com os colegas e propor uma 
sequência para o enredo de uma história em 
quadrinhos que sugere ações de cuidados com o 
ambiente.
• Observar imagens de paisagem florestal em duas 
situações: com e sem intervenção humana para 
instalar moradias e plantações.
• Elaborar legendas para imagens que indicam 
ação humana nos ambientes.
• Observar imagens de mesma rua de uma cidade 
em duas épocas diferentes.
• Trocar ideias com os colegas sobre mudanças 
introduzidas na paisagem devido à ação humana.
• Produzir e compartilhar um desenho de como 
imagina que será sua cidade daqui algumas 
décadas.
A 
importância 
das plantas
22 e 23
1 e 2 / 6 / 2 / 
1 / 1
Seres vivos, plantas, 
alimento, abrigo, 
jardins, áreas verdes, 
sombras, nutrientes, 
qualidade do ar.
• Ler texto sobre importância das plantas para o 
entorno.
• Analisar cenas de um mural sobre importância 
das plantas e completar as legendas das imagens 
desse mural.
• Trocar ideias com os colegas sobre como podemos 
introduzir plantas nos locais que frequentamos.
Vamos ver 
de novo
24 e 25 1 / 7 / 2 / 1 / 1
Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais ilustrados 
e questões referentes ao capítulo.
19
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Aula/
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Trimestre
Conteúdos 
conceituais 
trabalhados
Atividades e práticas pedagógicas
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Para iniciar 26 2 / 7 / 2 / 1 / 1
Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre a reprodução e o 
desenvolvimento dos seres vivos.
Atividade 
prática
27 1 / 8 / 2 / 1 / 1
Seres vivos, 
plantas, fases do 
desenvolvimento, 
germinação, semeadura.
• Semear e observar o desenvolvimento de pés de 
feijão.
Plantas se 
desenvolvem
28 a 31
2 / 8 / 2 / 1 / 1
1 / 9 / 2 / 1 / 1
Seres vivos, 
plantas, fases do 
desenvolvimento, 
semente, embrião, 
folhas, flores, frutos, 
raízes, caule, luz, água.
• Ler um texto sobre o desenvolvimento de pés de 
feijão e as estruturas do corpo das plantas.
• Fazer desenhos para representar pés de feijão de 
diferentes idades.
• Complementar textos com relato de investigações 
sobre fatores que influenciam o desenvolvimento 
das plantas.
• Trocar ideias com os colegas sobre cuidados para 
promover o desenvolvimento das plantas.
Você também 
se desenvolve
32 a 35
2 / 9 / 2 / 1 / 1
1 / 10 / 2 / 1 / 1
Seres vivos, animais, 
ser humano, fases do 
desenvolvimento, 
adulto, filhote.
• Ler texto sobre o desenvolvimento humano na 
infância.
• Transcrever informações numéricas do texto sobre 
desenvolvimento humano para o formato de uma 
tabela de dados.
• Sequenciar imagens de forma a refletir as fases do 
desenvolvimento humano.
• Escrever legendas para imagens de diferentes seres 
vivos, identificando a fase do desenvolvimento em 
que estão.
• Preencher fichas de descrição simples de diferentes 
seres vivos, indicando o nome do ser vivo e onde 
pode ser encontrado.
Vamos ver de 
novo
36 e 37 2 / 10 / 2 / 1 / 1
Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais ilustrados e 
questões referentes ao capítulo.
Tecendo saberes 38 e 39 1 / 11 / 3 / 1 / 1
Campo agropecuário, 
fazenda, alimentos, 
sons, seres vivos, 
sentimentos, plural.
• Ler poema sobre o campo agropecuário.
• Selecionar e usar palavras para expressar 
sentimentos ao ler poema.
• Identificar e classificar palavras que cumprem 
diferentes funções no poema: que se referem a 
alimentos, a sentimentos, a sons e a seres vivos.
• Sintetizar em um quadro a análise que foi feita 
desses quatro grupos de palavras no texto.
• Escrever poemas sobre ambiente estudado, 
procurando listar o máximo possível de coisas aí 
existentes.
• Indicar o plural de algumas palavras extraídas do 
texto.
O que estudamos 40 e 41 2 / 11 / 3 / 1 / 1
Avaliação ao final da unidade, usando questões escritas, representações 
visuais das principais proposições da unidade e questões que favorecem a 
autorreflexão e a autoavaliação das aprendizagens.
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Unidade 2 – Desenvolvimento e corpo humano
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Aula/
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Mês/
Bimestre/
Trimestre
Conteúdos 
conceituais 
trabalhados
Atividades e práticas pedagógicas
Abertura de unidade 42 e 43 1 / 12 / 3 / 2 / 2
Troca de ideias sobre questões que sensibilizam os estudantes para os 
grandes temas da unidade, presentes em uma situação do dia a dia 
retratada em uma imagem: corpo humano e saúde.
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Para iniciar 44 2 / 12 / 3 / 2 / 2
Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre hábitos que 
promovem saúde, como escovar os dentes.
Atividade 
prática
45 1 / 13 / 3 / 2 / 2
Corpo humano, dentes, 
dentição.
• Fazer observações da própria dentição e da 
dentição de um colega.
Seus dentes, sua 
idade
46 e 47 2 / 13 / 3 / 2 / 2
Corpo humano, 
dentes, dentição, 
dentes de leite, dentes 
permanentes, dentista, 
escovação, fio dental.
• Ler uma entrevista com um dentista.
• Preencher cartazes com orientações sobre 
como cuidar dos dentes e escová-los 
corretamente.
Seus hábitos, 
sua idade
48 a 51
1 e 2 / 14 / 3 / 
2 / 2
Corpo humano, saúde, 
hábitos, higiene, hábitos 
saudáveis.
• Ler texto sobre cuidados com o corpo.
• Representar através de desenhos hábitos de 
higiene e hábitos que fazem bem à saúde.
• Ler tirinhas e analisar hábitos dos personagens: 
são hábitos recomendados ou não?
• Trocar ideias com os colegas e identificar 
hábitos recomendados e não recomendados.
• Confeccionar cartas com diferentes hábitos 
para o “Jogo dos hábitos opostos”.
• Jogar o “Jogo dos hábitos opostos”.
Sentir e interagir 52 a 55
1 e 2 / 15 / 4 / 
2 / 2
Corpo humano, 
sentidos, olfato, visão, 
tato, audição, gustação.
• Ler texto sobre sentidos do corpo humano.
• Fazer uma cruzadinha nomeando os diferentes 
sentidos.
• Criar definições para explicar o significado de 
cada sentido do corpo humano.
• Selecionar palavras para descrever diferentes 
sensações.
• Terminar uma história em quadrinhos sobre os 
sentidos do corpo humano.
Vamos ver de 
novo
56 e 57 1 / 16 / 4 / 2 / 2
Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais 
ilustrados e questões referentes ao capítulo.
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Para iniciar 58 2 / 16 / 4 / 2 / 2
Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre o cuidado com 
ferimentos e como evitá-los.
Atividade 
prática
59 1 / 17 / 4 / 2 / 2
Corpo humano, saúde, 
posto de saúde.
• Fazer encenação de atendimento em um 
posto de saúde.
21
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Conteúdos 
conceituais 
trabalhados
Atividades e práticas pedagógicas
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Quando nos 
machucamos...
60 a 63
2 / 17 / 4 / 2 / 2
1 / 18 / 4 / 2 / 2
Corpo humano, 
saúde, machucados, 
ferimentos, fratura 
óssea, radiografia, 
primeiros socorros.
• Ler um texto sobre a recuperação de 
machucados superficiais, de fraturas ósseas e 
cuidados com os ferimentos.
• Terminar de escrever texto descrevendo 
processo de cicatrização de um machucado.
• Identificar fraturas ósseas em imagens 
radiográficas.
• Trocar ideia com os colegas sobre a 
importância de avisar um adulto quando nos 
machucamos.
• Ler histórias em quadrinhos que retratam 
situações comacidentes e machucados.
• Analisar situações em que nos machucamos 
e diferenciar a gravidade de diferentes 
ferimentos.
• Trocar ideias com os colegas sobre cuidados 
tomados para tratar de ferimentos.
• Criar uma história em quadrinhos para 
contar o que aconteceu em uma vez que se 
machucou e como foi o tratamento posterior.
Cuide-se! 64 a 67
2 / 18 / 4 / 2 / 2
1 / 19 / 4 / 2 / 2
Corpo humano, 
saúde, enfermagem, 
primeiros socorros, 
cuidados, prevenção 
de acidentes, vacina, 
carteira de vacinação.
• Ler uma entrevista com uma enfermeira.
• Sintetizar informações dadas pela enfermeira 
sobre cuidados para não nos machucarmos.
• Terminar de escrever legendas explicando 
cuidados que pessoas tomam em diferentes 
situações para não se machucarem.
• Ler e analisar uma história em quadrinhos 
sobre vacinação em posto de saúde.
• Trocar ideias com os colegas sobre qual é a 
finalidade das vacinas.
• Analisar uma carteira de vacinação e 
conversar com os pais ou responsáveis sobre 
a própria carteira de vacinação.
Vamos ver de 
novo
68 e 69 2 / 19 / 4 / 2 / 2
Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais 
ilustrados e questões referentes ao capítulo.
Tecendo saberes 70 e 71 1 / 20 / 5 / 2 / 2
Corpo humano, 
desenvolvimento, 
fases do 
desenvolvimento, 
tempo.
• Ler um poema sobre o desenvolvimento 
humano.
• Identificar personagens do texto e o que dizem.
• Identificar no texto expressões que sugerem 
a ideia de tempo.
• Contabilizar número de letras de diferentes 
palavras para expressar ideia de tempo.
O que estudamos 72 e 73 2 / 20 / 5 / 2 / 2
Avaliação ao final da unidade, usando questões escritas, representações 
visuais das principais proposições da unidade e questões que favorecem a 
autorreflexão e a autoavaliação das aprendizagens.
22
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Unidade 3 – Sol, céu e nuvens
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Aula/
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Bimestre/
Trimestre
Conteúdos 
conceituais 
trabalhados
Atividades e práticas pedagógicas
Abertura de unidade 74 e 75
1 / 21 / 5 / 
3 / 2
Troca de ideias sobre questões que sensibilizam os estudantes para os 
grandes temas da unidade, presentes em uma situação do dia a dia retratada 
em uma imagem: corpos visíveis no céu e condições meteorológicas.
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Para iniciar 76
2 / 21 / 5 / 
3 / 2
Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre a observação do céu e 
a análise de sombras.
Atividade 
prática
77
1 / 22 / 5 / 
3 / 2
Sol, sombra, relógio 
de sol.
• Fazer simulações da mudança de posição 
da sombra de um objeto fixo em função de 
variações da posição da fonte de luz que o 
ilumina.
Relógio de sol 78 a 81
2 / 22 / 5 / 
3 / 2
1 / 23 / 5 / 
3 / 2
Relógio de sol, Sol, 
sombra, horas, 
posição do Sol no céu, 
amanhecer, meio-dia, 
entardecer.
• Ler um texto sobre relógios de Sol.
• Analisar história em quadrinhos e explicar 
mudança de posição das sombras aí 
representadas.
• Analisar imagens que indicam a posição da 
sombra de um corpo fixo em diferentes horários 
do dia.
• Completar imagens indicando onde estaria a 
sombra de um corpo fixo em determinados 
horários do dia: próximo ao meio-dia, no início 
da manhã e no final da tarde.
• Trocar ideia com os colegas sobre a relação 
entre a posição do Sol no céu e a sombra de 
corpos fixos iluminados pela luz solar.
• Observar sombras com os familiares e realizar 
desenhos com indicações de sombras.
Nuvens no céu 82 e 83
2 / 23 / 5 / 
3 / 2
1 / 24 / 5 / 
3 / 2
Céu, nuvens, cúmulo, 
cirro, estrato.
• Ler um texto sobre tipos de nuvens.
• Escrever legendas para diferentes imagens, 
descrevendo as nuvens representadas nos céus 
retratados.
• Ler uma história em quadrinhos com o tema 
nuvens.
• Fazer um desenho representando diferentes 
tipos de nuvens.
Vamos ver de 
novo
84 e 85
2 / 24 / 5 / 
3 / 2
Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais ilustrados 
e questões referentes ao capítulo.
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1 / 25 / 6 / 
3 / 3
Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre condições do tempo 
e meteorologia.
Atividade 
prática
87
2 / 25 / 6 / 
3 / 3
Previsão do tempo, 
jornal.
• Fazer desenhos grandes que mostrem a 
previsão do tempo para uma região.
• Encenar a apresentação de um boletim 
meteorológico pela TV.
23
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Conteúdos 
conceituais 
trabalhados
Atividades e práticas pedagógicas
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O tempo 
anunciado
88 a 91
1 e 2 / 26 / 6 / 
3 / 3
Condição do tempo, 
frio, calor, temperatura 
máxima, temperatura 
mínima, céu 
encoberto, chuva.
• Ler um texto sobre condições do tempo e 
boletins meteorológicos.
• Ler a analisar uma história em quadrinhos, 
inferindo as condições meteorológicas 
representadas ou sugeridas.
• Representar, por meio de desenhos, como 
estavam as condições do tempo em dois 
momentos diferentes do dia.
• Fazer desenhos para representar condições 
meteorológicas específicas.
• Obter e analisar informações de boletins 
meteorológicos em diferentes momentos 
do dia.
• Representar em um quadro de síntese as 
condições meteorológicas em diferentes 
horários de um dia.
Meteorologia 92 a 95
1 / 27 / 6 / 
3 / 3
Meteorologia, previsão 
do tempo, boletins 
meteorológicos, 
temperatura, umidade, 
pressão.
• Ler uma entrevista com um meteorologista.
• Sintetizar as principais ideias da entrevista 
e contar aos familiares ou colegas sobre o 
trabalho de um meteorologista.
• Ler uma tirinha sobre previsão do tempo e 
boletins meteorológicos.
• Sintetizar o que fazem os meteorologistas.
• Em trechos de fala de boletins meteorológicos 
divulgados pela TV, identificar palavras usadas 
para designar as condições do tempo.
• Redigir um texto para expressar uma previsão 
meteorológica.
Vamos ver de 
novo
96 e 97
2 / 27 / 6 / 
3 / 3
Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais ilustrados 
e questões referentes ao capítulo.
Tecendo saberes 98 e 99
1 / 28 / 6 / 
3 / 3
Manhã, tarde, noite, 
estações do ano, 
Brasil, Europa, neve, 
mapa-múndi, figuras 
geométricas.
• Ler quadrinhos que expressam a rotina de 
alguém que passa o inverno em outro país.
• Identificar nos quadrinhos palavras relacionadas 
ao dia, à noite e ao céu.
• Analisar um mapa-múndi e nele localizar os 
continentes, o Brasil e um país da Europa.
• Identificar e pintar formas geométricas nos 
desenhos dos quadrinhos lidos.
O que estudamos 100 e 101
2 / 28 / 6 / 
3 / 3
Avaliação ao final da unidade, usando questões escritas, representações 
visuais das principais proposições da unidade e questões que favorecem a 
autorreflexão e a autoavaliação das aprendizagens.
24
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Unidade 4 – Invenções, termômetros e materiais
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Aula/
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Trimestre
Conteúdos 
conceituais 
trabalhados
Atividades e práticas pedagógicas
Abertura de unidade 102 e 103 1 / 29 / 7 / 4 / 3
Troca de ideias sobre questões que sensibilizam os estudantes para os 
grandes temas da unidade, presentes em uma situação do dia a dia retratada 
em uma imagem: materiais, misturas e estados físicos.
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Para iniciar 104 2 / 29 / 7 / 4 / 3
Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre instrumentos de 
medida (como o termômetro), misturas e transformações da água.
Atividade 
prática
105 1 / 30 / 7 / 4 / 3
Transformação 
de estado físico, 
solidificação, gelo.
• Fazerum suco de fruta e promover sua 
solidificação, levando-o ao congelador.
Termômetro: 
um 
instrumento 
de medida
106 a 109
2 / 30 / 7 / 4 / 3
1 / 31 / 7 / 4 / 3
Instrumentos de 
medida, termômetros, 
temperatura, 
termômetro clínico, sol, 
sombra, cores escuras, 
cores claras.
• Ler um texto sobre instrumentos de medidas 
que enfatiza os termômetros.
• Sintetizar as informações do texto usando 
um esquema.
• Completar um cartaz que começou a ser 
feito, explicando passo a passo como usar um 
termômetro clínico.
• Com o professor e os colegas, tomar medidas 
da temperatura de diferentes locais da escola.
• Comparar a temperatura observada em locais 
expostos ao Sol e à sombra e a temperatura 
observada em corpos de cores claras e de cores 
escuras.
• Relatar por escrito a atividade de medição 
de temperatura de vários locais da escola, 
registrando os dados observados em 
um quadro.
Água que 
não é líquida
110 a 113
2 / 31 / 7 / 4 / 3
1 / 32 / 7 / 4 / 3
Água, transformação 
de estado físico, gelo, 
sólido, líquido, gasoso, 
mistura, componentes.
• Ler um texto sobre as mudanças de estado 
físico da água e a possibilidade de fazermos 
estátuas de água.
• Completar esquemas para sintetizar as 
informações do texto.
• Fazer diferentes misturas, identificando o estado 
físico de seus componentes.
• Relatar por escrito como promover a 
transformação de estado físico da água, 
ao fazer gelo.
• Trocar ideia com os colegas sobre a natureza do 
gelo, que é água no estado sólido!
Vamos ver 
de novo
114 e 115 2 / 32 / 7 / 4 / 3
Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais ilustrados 
e questões referentes ao capítulo.
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Conteúdos 
conceituais 
trabalhados
Atividades e práticas pedagógicas
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Para iniciar 116 1 / 33 / 7 / 4 / 3
Avaliação inicial das concepções dos estudantes sobre materiais criados pelo 
ser humano para fazer diferentes objetos.
Atividade 
prática
117 2 / 33 / 7 / 4 / 3
Objetos, argila, 
modelagem, artesanato.
• Fazer um objeto usando materiais naturais, 
como argila.
Diferentes 
objetos, 
diferentes 
materiais
118 a 121
1 e 2 / 34 / 8 / 
4 / 3
Objetos, materiais, 
argila, alumínio, 
cobre, borracha, vidro, 
plástico, lycra, náilon, 
algodão.
• Ler um texto sobre diferentes materiais, suas 
características e para que são usados.
• Completar esquemas para sintetizar as 
informações do texto.
• Analisar a constituição de diferentes objetos de 
uso cotidiano.
• Identificar que um mesmo tipo de material 
pode ser usado para se fazer diferentes objetos.
• Comparar objetos de épocas diferentes, 
identificando de que materiais são feitos.
• Trocar ideias com os colegas sobre materiais 
frequentemente usados atualmente e no 
passado.
Materiais 
elaborados
122 a 125
1 e 2 / 35 / 8 / 
4 / 3
Materiais elaborados, 
vidro, papel, 
matérias-primas.
• Ler um texto sobre dois materiais elaborados 
pelo ser humano: vidro e papel.
• Identificar quais imagens são mais adequadas 
para ilustrar determinados trechos específicos 
do texto.
• Analisar diferentes objetos do cotidiano: para 
que são usados e de que materiais são feitos.
• Definir “matéria-prima” e “material elaborado”.
• Dar exemplos do uso de materiais para fazer 
diferentes objetos.
Vamos ver 
de novo
126 e 127
1 e 2 / 36 / 8 / 
4 / 3
Avaliação processual das aprendizagens usando mapas conceituais ilustrados 
e questões referentes ao capítulo.
Tecendo saberes 128 e 129 1 / 37 / 8 / 4 / 3
Materiais elaborados, 
papel, metal, plástico, 
origâmi.
• Ler o poema “Um presente de papel”, de Pedro 
Bandeira.
• Identificar os materiais citados no texto.
• Acrescentar versos ao poema, citando materiais 
elaborados estudados.
• Fazer presentes de papel usando técnicas de 
origâmi.
• Conversar com os familiares sobre objetos, 
materiais e brincadeiras comuns antigamente e 
hoje em dia.
O que estudamos 130 e 131 2 / 37 / 8 / 4 / 3
Avaliação ao final da unidade, usando questões escritas, representações 
visuais das principais proposições da unidade e questões que favorecem a 
autorreflexão e a autoavaliação das aprendizagens.
Meu ponto de 
chegada
132 e 133
1 e 2 / 38 / 9 / 
4 / 3
Avaliação de resultado ao final do livro, usando questões múltipla escolha 
no formato Saeb e questões abertas para verificar as aprendizagens das 
habilidades da BNCC previstas para o ano escolar.
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2APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 262APISCie_g23At_003a030_MPG.indd 26 10/08/21 20:0010/08/21 20:00
Avaliações são essenciais não somente pela sua função 
diagnóstica (de monitorar o que os estudantes sabem e de-
terminar quais objetivos educacionais foram atingidos), mas 
também pela sua função formativa, de fornecer subsídios 
para professores e estudantes tomarem ciência do que está 
ocorrendo e poderem decidir sobre mudanças (BLACK, 2017). 
A ideia de avaliação formativa amplia a prática de avaliar 
somente ao final de uma sequência de ensino-aprendiza-
gem, por meio de provas escritas e unicamente com a fina-
lidade de atribuir notas e classificar os estudantes (DANTAS; 
MASSONI; SANTOS, 2017). A avaliação do ponto de vista 
formativo passa a figurar como guia da prática pedagógica, 
fator de aproximação entre professor e estudante e motor 
do desenvolvimento da autonomia individual e coletiva. 
Dessa forma, compreende-se atualmente que as práticas 
de avaliação formativa são indispensáveis ao processo de 
ensino-aprendizagem. Afinal, professor e estudante devem 
continuamente avaliar a coerência das explicações que dão, 
dos procedimentos que escolhem e das atitudes que ado-
tam e, em função dessas avaliações, decidir sobre o proces-
so de ensino-aprendizagem (MILLAR, 2013; GRANGEAT; 
HARRISON; DOLIN, 2021). A avaliação, vista sob a ótica for-
mativa, tem, portanto, o papel de impulsionar a intervenção 
didática (SANMARTÍ, 2007). Encarar as avaliações dessa ma-
neira envolve planejá-las e utilizá-las visando à obtenção de 
informações para retroalimentar o processo de ensino-apren-
dizagem à medida que ele ocorre.
Há evidências de que a avaliação formativa é mais efeti-
va quando se apresenta focada em assuntos específicos e 
permite aos estudantes elaborar onde e como achar as 
respostas (SHUTE, 2008). Idealmente, as situações avaliativas 
devem permear cada etapa didática e todo o ano letivo. A 
cada momento diferente, elas podem ajudar a responder 
a questões distintas, como: Quais são as concepções dos 
estudantes sobre determinado assunto? Ocorreu a apren-
dizagem significativa dos conteúdos? Que estratégias devem 
ser adotadas para promover a aprendizagem significativa dos 
conteúdos? Que acompanhamento é necessário para cada 
estudante seguir avançando? (CAMPOS; NIGRO, 2004; 
BENNETT; HOLMAN; MILLAR; WADDINGTON, 2005).
Portanto no início, durante e no término de uma sequên-
cia didática é importante avaliarmos a desenvoltura dos 
estudantes ao realizar as tarefas de avaliação propostas. 
Devemos estar particularmente atentos aos estudantes que 
demonstram dificuldade no domínio de certas habilidades. 
Antes de seguir com o estudo de novos temas, é impor-
tante irmos reformatando e personalizando a intervenção 
didática, de modo a promover a aprendizagem do maior 
número possível de estudantes. 
É interessante lembrar que trabalhar com as avaliações 
formativas não exclui a possibilidade de haver momentos 
específicos para a realização de atividades que fornecem 
informações diagnósticas ou de resultados, uma vez que 
elas contribuem para a avaliação do domínio de certas ha-
bilidades pelos estudantes – no começo e no término dos 
trabalhos do ano letivo, por exemplo.
A seguir, apresentamos alguns trechos deste volume 
que exemplificam momentos nos quais favorecemos a 
avaliação: no início, durante e no finalde cada capítulo, 
de cada unidade e de cada volume. Você encontra deta-
lhes e subsídios mais específicos sobre as práticas avalia-
tivas nas notas Avaliando as aprendizagens, presentes 
na seção de referência ao Livro do Estudante, diagramada 
em formato de “U”.
II. A avaliação no volume
Kali Nine LLC/E+/Getty Im
ages
Uma avaliação formativa deve incluir, entre outros 
elementos, o levantamento dos conhecimentos 
prévios dos estudantes no começo de cada sequência 
de ensino-aprendizado. Por isso, no início de cada 
capítulo da Coleção você conta com uma série de 
perguntas sensibilizadoras que podem ser trabalhadas 
dialogicamente com toda a turma.
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Avaliações iniciais a cada capítulo
No começo de cada volume, na seção Meu ponto de partida, é proposta uma avaliação diagnóstica que contribui 
para a avaliação do desempenho dos estudantes em relação aos objetos de conhecimento e às habilidades da BNCC 
do ano letivo anterior e, no caso do 1o ano, dos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da Educação Infantil. 
Esta avaliação de início do ano letivo tem o potencial de gerar subsídios para conhecer o que os estudantes já conhe-
cem e sabem fazer e, com base nisso, tomar decisões relacionadas a como iniciar as atividades do ano com a turma. 
Afinal, o ato de avaliar de maneira formativa implica não somente diagnosticar ou identificar a aprendizagem, mas 
também agir diante dos diagnósticos feitos.
Algumas das questões propostas estão alinhadas ao formato do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), 
um teste que vem sendo aplicado pelo governo federal desde 1990. Com o Censo Escolar, o Saeb compõe o Índice 
de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). É relevante que os estudantes já se familiarizem com esse formato 
de avaliação.
Analise o desempenho da turma em 
cada questão, calculando o percentual 
de acertos e de erros. Esse é o momen-
to de ponderar se as defasagens encon-
tradas são pontuais ou sistêmicas, o que 
lhe dará subsídios para tomar possíveis 
decisões remediadoras.
Por exemplo, você pode considerar 
que, se aproximadamente 70% dos 
estudantes dão respostas corretas pa-
ra dada questão, o conhecimento da 
turma em relação ao assunto avaliado 
pode ser considerado satisfatório. Nes-
se caso, os estudantes que apresenta-
ram respostas incorretas podem 
receber atenção individualizada. Aten-
te especialmente para o caso daqueles 
que têm histórico de dificuldades ou 
que procedem de outras escolas.
Na seção Para iniciar, apresenta-
da no começo de cada capítulo, 
você encontra perguntas que po-
dem ser usadas para a avaliação 
inicial dos conhecimentos prévios 
da turma. Essas avaliações podem 
ser usadas para favorecer a compa-
ração e a identificação da “distân-
cia” entre os conhecimentos, as 
ideias e as noções que os estudan-
tes têm no início dos trabalhos de 
um capítulo e o conhecimento 
científico que se pretende atingir. 
Esse tipo de informação é um pri-
meiro subsídio para o planejamen-
to das intervenções didáticas.
Avaliação diagnóstica de início de ano
MEU PONTO 
DE PARTIDA
VOCÊ CHEGOU AO 2o ANO E COMEÇARÁ UM PERÍODO MUITO 
ESPECIAL, COM NOVOS DESAFIOS E APRENDIZADOS.
A AVALIAÇÃO A SEGUIR VAI AJUDAR VOCÊ A TOMAR CONSCIÊNCIA 
DAQUILO QUE JÁ SABE. SE TIVER DIFICULDADE PARA RESPONDER A 
ALGUMA QUESTÃO, NÃO SE PREOCUPE: PEÇA AJUDA AO PROFESSOR.
QUESTÍES
1. EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UM DESENHO DE DUAS CABANAS. 
CADA UMA DELAS DEVE SER FEITA DE UM MATERIAL DIFERENTE.
DEPOIS, EXPLIQUE PARA O PROFESSOR: QUE MATERIAIS VOCÊ 
ESCOLHEU E POR QUE ESCOLHEU ESSES MATERIAIS?
2. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA.
A) X 
 PNEUS DE BORRACHA SÃO MAIS MACIOS DO QUE RODAS 
DE FERRO.
B) 
 MOURÕES DE CIMENTO ESTRAGAM MAIS RÁPIDO DO QUE 
MOURÕES DE MADEIRA.
C) 
 CASAS DE MADEIRA E BARRO DURAM MAIS TEMPO DO QUE 
CASAS DE ALVENARIA.
D) 
 BARCOS SÃO FEITOS SOMENTE DE MADEIRA, PARA FLUTUAR 
NA ÁGUA.
3. OBSERVE A FOTOGRAFIA DE UM BRINQUEDO FEITO DE VÁRIOS MATERIAIS 
QUE FORAM DESCARTADOS NO LIXO. IDENTIFIQUE A ALTERNATIVA QUE 
INDICA OS MATERIAIS USADOS PARA FAZER ESSE OBJETO.
A) X PAPELÃO, METAL E PLÁSTICO. 
B) VIDRO, MADEIRA E PAPEL.
C) PAPELÃO, MADEIRA E VIDRO.
D) METAL, PLÁSTICO E MADEIRA.
Respostas pessoais.
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4. INDIQUE A ALTERNATIVA QUE REPRESENTA AS 
PARTES DO CORPO HUMANO APONTADAS PELAS 
SETAS 1 A 4.
A) 
 GARGANTA, COSTAS, BRAÇO, 
COTOVELO.
B) PESCOÇO, OMBRO, PUNHO, PÉ.
C) X 
 PESCOÇO, ESCÁPULAS, ANTEBRAÇO E 
TORNOZELO.
D) GARGANTA, COSTELA, ANTEBRAÇO, PÉ.
5. NO CADERNO, DESENHE UMA TIRINHA NA QUAL OS QUADRINHOS 
REPRESENTEM COMO VOCÊ LAVA AS MÃOS, PASSO A PASSO.
6. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA.
A) GATOS SÃO MAIS ATIVOS DURANTE O DIA.
B) X MARIPOSAS SÃO MAIS ATIVAS À NOITE.
C) PICA-PAUS SÃO MAIS ATIVOS À NOITE.
D) LAGARTIXAS SÃO MAIS ATIVAS DURANTE O DIA.
7. O TEXTO APRESENTADO A SEGUIR ESTÁ INCOMPLETO. COMPLETE AS 
LACUNAS USANDO OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS.
SEMANAS DIASMÊS SEMANA
UMA S E M A N A É UM CONJUNTO 
DE SETE D I A S  .
JÁ UM M Ê S É FORMADO POR 
ALGUMAS S E M A N A S  .
Resposta pessoal.
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8
Capítulo
Invenções: 
objetos e materiais
Neste capítulo, vamos estudar de que são feitos diferentes objetos 
e conhecer alguns materiais criados pelo ser humano.
• Observe o que está ao seu redor: Você já se perguntou de que 
todas essas coisas são feitas?
• Poderíamos utilizar outros materiais para fazer os objetos da imagem acima?
• Você sabe como são obtidos materiais como o vidro e o plástico?
Bancada com diversas ferramentas.
Neste capítulo, vamos estudar de que são feitos diferentes objetos Neste capítulo, vamos estudar de que são feitos diferentes objetos 
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De que são feitas 
essas ferramentas? 
E o caderno? 
E a bancada?
Para iniciar
116
4
CAPÍTULO
FERIMENTOS E 
CUIDADOS
NESTE CAPÍTULO, VAMOS ESTUDAR COMO 
PODEMOS NOS CUIDAR MELHOR EVITANDO ACIDENTES 
E TRATANDO FERIMENTOS CASO ELES OCORRAM.
• O QUE VOCÊ ACHA QUE PODE FAZER PARA 
EVITAR ACIDENTES E DIMINUIR AS CHANCES 
DE SE MACHUCAR?
• QUANDO ALGUÉM SOFRE ARRANHÕES E FERIMENTOS LEVES, O QUE 
PODEMOS FAZER PARA TRATAR ESSES MACHUCADOS?
• VOCÊ JÁ FOI A UM POSTO DE SAÚDE? VOCÊ SABE EM QUE SITUAÇÕES 
AS PESSOAS VÃO A UM POSTO DE SAÚDE?
PARA INICIAR
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VOCÊ SABE 
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O USO DE EQUIPAMENTOS DE 
PROTEÇÃO CONTRIBUI PARA A 
PREVENÇÃO DE FERIMENTOS.
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Avaliação ao final de cada unidade
As avaliações processuais interme-
diárias fornecem informações sobre o 
que os estudantes estão pensando e 
como estão aprendendo ao longo das 
atividades de uma sequência de ensi-
no-aprendizagem. Elas favorecem a 
identificação dos conhecimentos e das 
formas de atuar que estão sendo ativa-
dos, ampliados ou remodelados. Além 
disso, possibilitam a identificação das 
concepções prévias que os estudantes 
começam a questionar e sentir neces-
sidade de modificar, assim como dos 
processos investigativos que come-
çam a dominar.
O monitoramento daquilo que os 
estudantes estão pensando e apren-
dendo pode ser feito por meio de vá-
rias questões e propostas de discussões 
durante o desenvolvimento das atividades. Além disso, o que eles estão aprendendo pode se tornar mais explícito 
ao final de cada capítulo por meio da seção Vamos ver de novo. Nela, o uso de frases-resumo, mapas conceituais e 
questões de verificação de aprendizagem instrumentalizam a avaliação formativa.
As avaliações ao final de cada unidadefornecem informações sobre como os 
estudantes se sentem e que valores atri-
buem em relação ao que foi estudado. 
Essas avaliações têm papel formativo: as 
informações obtidas por meio delas pos-
sibilitam uma apreciação do que foi 
aprendido e uma ativação de comporta-
mentos metacognitivos. Ou seja, os estu-
dantes são incentivados a refletir sobre o 
próprio desenvolvimento por meio de 
perguntas, como: O que eu não sabia e 
aprendi? Há indícios de que eu não 
aprendi adequadamente algo? O que eu 
preciso fazer ou de que ajuda eu preciso 
para aprender aquilo que não sei?
A seção O que estudamos pode servir 
de instrumento para você fazer uma 
avaliação ao término de cada unidade. 
Ela é dividida em três partes: o boxe Avaliando: o que eu aprendi, com propostas de questões para verificação das apren-
dizagens; um resumo visual chamado Retomando o que aprendi, que oferece uma visão panorâmica do que foi traba-
lhado e que pode ser usado para promover a troca de ideias para que os estudantes se tornem mais conscientes de 
suas aprendizagens; e o conjunto de questões Para refletir, que oferece a eles a possibilidade de compartilhar reflexões 
pessoais sobre seus valores e atitudes, o que sentiram e o que aprenderam durante os estudos.
Avaliações processuais intermediárias
durante o desenvolvimento das atividades. Além disso, o que eles estão aprendendo pode se tornar mais explícito 
126
Vamos ver de novo
Neste capítulo você aprendeu que:
• Diferentes materiais são usados como matéria-prima para a confecção 
de diferentes objetos.
• Barro e madeira são alguns dos materiais encontrados na natureza. 
• Vidro, papel e plástico são alguns dos materiais elaborados pelo ser 
humano.
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estão representadas 
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1. Com um colega, leia em voz alta os balões de fala a seguir. Troquem 
ideias: Com quais frases vocês concordam? Depois, proponham 
correções para as frases incorretas.
O vidro é usado para fabricar lentes, entre outros objetos. 
Mas é um material elaborado, não encontrado na natureza.
Muitos objetos podem ser feitos de 
diferentes materiais. Um copo pode ser 
feito de vidro ou de plástico, por exemplo.
Hoje em dia, usamos materiais diferentes dos que 
eram usados no passado para fazer os objetos.
2. Explique: O que é um material elaborado pelo ser humano?
Um material elaborado é um material que não existe pronto na natureza; ele é uma 
invenção humana.
3. No caderno, com a ajuda do professor ou de um familiar, 
escreva um texto sobre cada item da cruzadinha, que já está 
resolvida. Em seus textos, procure explicar se o item é 
encontrado na natureza ou se é um material elaborado. 
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4. O papel é um 
material elaborado, com 
o qual podem ser feitos 
cadernos e revistas.
1. O barro é um material encontrado na 
natureza; é matéria-prima de panelas e vasos.
2. A madeira é encontrada na 
natureza; é matéria-prima de 
móveis e papel.
Conforme feito na atividade 
prática: moldando rolinhos 
de argila e os utilizando na 
confecção de um vaso.
3. O vidro é 
um material 
elaborado, com 
o qual podem 
ser feitos copos 
e vitrines. 
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As imagens não 
estão representadas 
em proporção.
Certos objetos 
são sempre feitos de 
um mesmo material. Por 
exemplo: o copo sempre 
é feito de vidro!
Hoje em dia, 
usamos praticamente os 
mesmos materiais que eram 
usados no passado para 
fazer os objetos.
Um mesmo tipo de 
objeto pode ser feito de 
diferentes materiais!
O vidro é um 
material encontrado na 
natureza e é usado para 
fabricar lentes.
Conte para um 
familiar como 
podemos moldar 
a argila para fazer 
um objeto, como 
um vaso.
Avaliando: o que eu aprendi, com propostas de questões para verificação das apren-Avaliando: o que eu aprendi, com propostas de questões para verificação das apren-, com propostas de questões para verificação das apren-Avaliando: o que eu aprendi
O QUE ESTUDAMOS
 ... OBSERVOU CAMPOS AGROPECUÁRIOS, 
FLORESTAS E CIDADES.
OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E RETOME O QUE ESTUDOU. 
DEPOIS, CONVERSE COM OS COLEGAS E COM O PROFESSOR: O QUE 
VOCÊ APRENDEU QUE ANTES NÃO SABIA?
Avaliando: o que eu aprendi
1. FAÇA DOIS DESENHOS DE AMBIENTES MODIFICADOS PELO SER 
HUMANO. INDIQUE COM SETAS ALGUNS ELEMENTOS QUE CADA 
AMBIENTE DESENHADO TEM.
2. CONTE AO PROFESSOR E AOS SEUS FAMILIARES O QUE VOCÊ 
APRENDEU COM A ENTREVISTA COM O AMBIENTALISTA: COMO O SER 
HUMANO INTERFERE NOS AMBIENTES?
3. “OS FEIJOEIROS NÃO PRODUZEM FRUTOS”. VOCÊ CONCORDA COM 
ESSA FRASE? EXPLIQUE, MOSTRANDO EM UM DESENHO TUDO O QUE 
VOCÊ SABE DOS PÉS DE FEIJÃO.
4. FAÇA O DESENHO DE DUAS PLANTAS DE CERCA DE 10 DIAS DE IDADE QUE 
GERMINARAM EM CONDIÇÕES DIFERENTES: UMA DELAS ESTAVA EXPOSTA 
À LUZ E A OUTRA GERMINOU NO ESCURO. EXPLIQUE CADA DESENHO.
Retomando o que eu aprendi Registre suas IDEIAS E DESENHOS no caderno.
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VOCÊ...
Respostas pessoais.
AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
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... ENTENDEU QUE PLANTAR 
PODE SER UMA MANEIRA DE 
CUIDAR DO ENTORNO.
... ESTUDOU O 
DESENVOLVIMENTO 
E A REPRODUÇÃO 
DE ALGUNS ANIMAIS.
... APRENDEU COMO PODE 
CUIDAR DO AMBIENTE.
... INVESTIGOU COMO 
ALGUMAS PLANTAS SE 
DESENVOLVEM COM 
O PASSAR DO TEMPO.
FOLHEIE AS PÁGINAS ANTERIORES E REFLITA SOBRE VALORES, ATITUDES E O 
QUE VOCÊ SENTIU E APRENDEU NESTA UNIDADE.
• QUAIS ANIMAIS E PLANTAS VOCÊ MAIS GOSTOU DE ESTUDAR?
• COMO VOCÊ SE SENTE QUANDO ESTÁ EM UM AMBIENTE BEM 
CUIDADO? E EM UM AMBIENTE MALCUIDADO? 
• A PARTIR DE AGORA, O QUE VOCÊ VAI FAZER PARA AJUDAR A CUIDAR 
DO AMBIENTE DE CASA E DO AMBIENTE DA ESCOLA?
Para refletir
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Avaliação de resultado ao final do ano
Para encerrar o ano letivo, propomos uma avaliação final da aprendizagem dos objetos de conhecimento elenca-
dos na BNCC para o ano na seção Meu ponto de chegada, apresentada ao final do volume. Mesmo sendo uma avalia-
ção de resultado, é fundamental utilizar as informações obtidas de maneira formativa, ou seja, refletindo sobre as 
aprendizagens ocorridas e, em função disso, repensando o planejamento para o ano letivo seguinte.
Analise as respostas dos estudantes não apenas para inferir as aprendizagens individuais, mas também da turma 
como um todo. Identifique para quais objetos de conhecimento você verificou resultados aquém do esperado. Em 
seguida, converse com os colegas e procure repensar o planejamento, colocando-se questões como: O que fiz neste 
ano e continuarei fazendo no ano que vem, pois observei bons resultados? O que fiz neste ano que não trouxe os 
resultados que eu esperava e, portanto, indica que devo fazer diferente no ano seguinte?
Meu ponto 
de chegada
Chegamos ao final de mais um ano letivo. Fizemos muitas atividades, leituras, 
experiências e muitos debates. Vamos, agora, checar o que aprendemos?
Se você tiver muita dificuldade para responder a alguma das questões a 
seguir, peça ajuda ao professor.
Boa sorte!
Quest›es
1. Complete o quadro a seguir, listando objetos que podem ser feitos 
com os materiais indicados.
Material Objeto
BarroBarroFiltro de barro, copos, panelas.
MadeiraMadeira Móveis, brinquedos, colheres.
VidroVidro Copos, janelas, vasos.
A) B) C) D)
Proibido para crianças
menores de 3 anos.
Produto venenoso.
 
Risco de choque 
elétrico. 
Inflamável.
 
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Sugestões de resposta:
3. Em relação às plantas, é incorreto afirmar que: 
A) vagens são um tipo de fruto.
B) as folhas captam a luz de que a planta precisa.
C) as raízes captam água e nutrientes para a planta.
D) X as flores são estruturas relacionadas à nutrição das plantas.
2. Observe as imagens a seguir e escreva o risco que elas indicam.
132
Flor
Fruto
Raiz
Caule
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Partes da planta.
6. Complete os três desenhos a seguir representando as sombras da árvore.
Depois, escreva uma legenda para cada desenho, indicando o período 
do dia a que ele se refere. 
Sombra da árvore no período 
da manhã.
Sombra da árvore por volta do 
do meio-dia.
Sombra da árvore no período 
da tarde.
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4. Escolha um animal que faz parte do seu cotidiano e, em uma folha 
avulsa, crie uma ficha indicando o nome dele e onde ele pode ser 
encontrado. Inclua na ficha um desenho que mostre as principais 
características desse animal.
5. Nomeie as partes da planta representada a seguir.
Resposta pessoal.
133
Na seção de referência do Livro do 
Estudante deste Manual do Professor, 
você encontra na conclusão de cada 
unidade páginas intercaladas com uma 
sugestão complementar de avaliação. 
Nelas, são apresentadas algumas estra-
tégias avaliativas que podem ser usadas 
nos momentos de transição de uma 
unidade para outra. Também é apresen-
tado um “banco de questões” com op-
ções de perguntas relacionadas a cada 
um dos objetivos pedagógicos de co-
nhecimento da unidade. Essas questões 
poderão ser usadas por você para criar 
os próprios instrumentos de avaliação e, 
assim, ampliar as avaliações propostas 
no Livro do Estudante.
Repertório avaliativo
Conclusão da unidade 2
No quadro a seguir, apresentamos mais uma possibilidade de avaliação para o monitoramento da 
aprendizagem dos estudantes. A avaliação é feita por meio de questões que se associam a cada obje-
tivo pedagógico de conhecimento.
Unidade 2 – 
Desenvolvimento 
e corpo humano
Objetivos pedagógicos 
de conhecimento
Sugestões de perguntas 
para avaliação
Capítulo 3 – Você está 
ficando mais velho
1. Identificar os tipos de dente, 
reconhecendo-os na própria 
dentição.
Quantos dentes permanentes e 
quantos dentes de leite você tem?
Por que os dentes das crianças caem?
Quanto tempo dura um dente 
permanente?
Quantos dentes um adulto tem? E 
uma criança que só tem dentes de 
leite, quantos dentes ela pode ter no 
máximo?
2. Conhecer a maneira adequada de 
escovar os dentes e reconhecer 
a importância da visita regular ao 
dentista.
Explique passo a passo como é uma 
boa escovação de dentes.
“Se escovamos bem os dentes, não 
precisamos passar fio dental.” Você 
concorda ou discorda dessa ideia? 
Explique.
3. Inferir a importância dos hábitos 
de higiene e de outros hábitos 
para a manutenção da saúde de 
maneira geral.
Dê exemplos de hábitos que 
favorecem a nossa saúde.
Dê alguns exemplos de hábitos de 
higiene.
Quais são alguns de seus hábitos que 
fazem bem à saúde?
Quais hábitos que fazem bem à 
saúde você ainda não tem ou precisa 
da ajuda de um adulto para ser 
lembrado?
4. Reconhecer os sentidos do 
corpo humano e discriminá-
los, selecionando palavras para 
descrever sensações relacionadas 
aos diferentes sentidos.
Explique a que se refere a gustação.
Explique a que se refere o tato.
Escolha duas imagens quaisquer. Para 
cada imagem, escreva uma ou duas 
palavras que ajudem a descrever 
sensações associadas àquilo que a 
imagem retrata.
110
Unidade 2 – 
Desenvolvimento 
e corpo humano
Objetivos pedagógicos 
de conhecimento
Sugestões de perguntas 
para avaliação
Capítulo 4 – 
Ferimentos e cuidados
1. Reconhecer o papel dos 
postos de saúde e representar 
o processo de cicatrização de 
machucados.
Faça uma sequência de desenhos 
para ilustrar a cicatrização de um 
machucado.
Para que servem os postos de saúde?
2. Avaliar a gravidade de diferentes 
ferimentos e concluir quais são 
as maneiras de tratar ferimentos 
leves.
Faça o desenho da radiografia de 
uma parte do corpo. Em seu desenho, 
represente um osso quebrado.
No caso de ferimentos leves e 
arranhões, o que podemos fazer para 
tratar dos machucados?
“Não serve para nada colocar gelo 
em uma parte machucada do corpo 
que inchou.” Você concorda ou 
discorda dessa ideia? Explique.
3. Identificar e avaliar a importância 
de medidas práticas para 
a prevenção de acidentes, 
resguardando-se de 
se machucar.
Crie uma história em quadrinhos para 
representar uma criança sofrendo um 
acidente. Procure explicar como ele 
poderia ter sido evitado.
Cite pelo menos três cuidados 
que você pode ter para evitar se 
machucar.
4. Analisar carteiras de vacinação e 
inferir a importância de estarem 
em dia.
Qual foi a última vacina que você 
tomou? Há quanto tempo foi isso?
Explique oralmente: O que é carteira 
de vacinação?
“Não há nenhum problema em não 
estar com a carteira de vacinação 
em dia.” Você concorda com essa 
afirmação ou discorda dela? Explique.
Com base no quadro, sugerimos as seguintes estratégias para observação e registro da trajetória de 
aprendizado dos estudantes:
1. Peça aos estudantes que refaçam as questões das seções Para iniciar e incentive-os a comparar as 
respostas dadas no início dos estudos de determinado capítulo com as respostas que dão neste 
momento, ao final da unidade.
2. Convide-os também a refazer algumas atividades do Livro do Estudante e verifique as respostas 
dadas. Com base em algumas das produções anteriores que eles fizeram, desafie-os a criar pergun-
tas relacionadas ao que foi estudado.
3. Por fim, use algumas das questões apresentadas no quadro para avaliar quanto cada um dos 
principais objetivos pedagógicos de conhecimento da unidade faz parte do repertório do estudante.
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2 ANO
Ciências
Ensino Fundamental • Anos Iniciais
Rogério G. Nigro
Doutor em Ensino de Ciências e Matemática pela Faculdade 
de Educação da Universidade de São Paulo (USP)
Mestre em Biologia pelo Instituto de Biociências da USP
Pesquisador em ensino e aprendizagem de Ciências, 
trabalha com formação de professores de Ciências e com elaboração 
de materiais didáticos para Educação Básica e Educação Superior 
Ex-professor do Ensino Fundamental e do 
Ensino Médio na rede particular de ensino
1 edição, São Paulo, 2021
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2APISCie_g23At_032_CREDITOS_MP.indd 312APISCie_g23At_032_CREDITOS_MP.indd 31 15/08/21 17:2515/08/21 17:25
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
Direção editorial: Lauri Cericato
Gestão de projeto editorial: Heloisa Pimentel
Coordenação de área: Daniela Teves Nardi
Coordenação de obra: Lucas Augusto Jardim
Edição: Carolina Brandão, Gabriela A. de Lima, Larissa Prada, 
Paula Feijó de Medeiros e Jeynne Carrillo
Planejamento e controle de produção: Vilma Rossi e Camila Cunha
Revisão: Mariana Braga de Milani (ger.), Alexandra Costa da Fonseca, 
Ana Maria Herrera, Ana Paula C. Malfa, Carlos Eduardo Sigrist, 
Flavia S. Vênezio, Gabriela M. Andrade, Heloísa Schiavo, Hires Heglan, 
Luciana B. Azevedo, Luís M. Boa Nova, Luiz Gustavo Bazana, 
Patricia Cordeiro, Patrícia Travanca, Sandra Fernandez, 
Sueli Bossi e Vanessa P. Santos
Arte: Claudio Faustino(ger.), Erika Tiemi Yamauchi (coord.), 
Karen Midori Fukunaga de Carvalho (edição de arte), R2 Estúdio (diagramação)
Iconografia e tratamento de imagens: Roberto Silva (coord.), 
 Douglas Cometti (pesquisa iconográfica), Emerson de Lima (tratamento de imagens)
Licenciamento de conteúdos de terceiros: Fernanda Carvalho (coord.), 
Erika Ramires e Márcio Henrique (analistas adm.)
Ilustrações: Gabriela Emmerich, Giz de Cera, Hagaquezart Estúdio, 
Kami Queiroz, Léo Fanelli, Mouses Sagiorato e Suzanne Cascardi
Cartografia: Mouses Sagiorato
Design: Tatiane Porusselli (proj. gráfico), Luis Vassallo (capa e Manual do Professor)
Foto de capa: Purino/Shutterstock 
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Avenida Paulista, 901, 4o andar
Jardins – São Paulo – SP – CEP 01310-200
Tel.: 4003-3061
www.edocente.com.br
atendimento@aticascipione.com.br
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) 
Angélica Ilacqua - CRB-8/7057
2021
Código da obra CL 720028
CAE 775428 (AL) / 775522 (PR)
1a edição
1a impressão
De acordo com a BNCC.
Envidamos nossos melhores esforços para localizar e indicar adequadamente os créditos dos textos e imagens 
presentes nesta obra didática. Colocamo-nos à disposição para avaliação de eventuais irregularidades ou omissões 
de créditos e consequente correção nas próximas edições. As imagens e os textos constantes nesta obra que, 
eventualmente, reproduzam algum tipo de material de publicidade ou propaganda, ou a ele façam alusão, 
são aplicados para fins didáticos e não representam recomendação ou incentivo ao consumo.
Impressão e acabamento
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3
APRESENTAÇÃO
PROVAR, QUERER, GOSTAR
ASSIM É APRENDER A OBSERVAR,
A SENTIR, A CRIAR
É O QUE VAI ACONTECER NESTE 2O ANO
QUE ESTÁ PARA COMEÇAR
USE ESTE LIVRO E EXPLORE O MUNDO COM GOSTO
CUIDE DOS AMBIENTES E DOS SEUS DENTES
SEMPRE EVITE ACIDENTES
APRENDA A OLHAR O CÉU PARA DIZER AS HORAS
CONTEMPLE AS NUVENS SEM DEMORA
PROVAR, QUERER, GOSTAR
É ISSO QUE QUER DIZER ESTUDAR!
PROVAR, QUERER, GOSTAR
AGORA, É SÓ COMEÇAR
O AUTOR.
Giz de Cer
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Arquivo da
 editora 3
33
2APISCie_g23At_033a037_INICIAIS_MP.indd 332APISCie_g23At_033a037_INICIAIS_MP.indd 33 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE
AMBIENTE E 
SERES VIVOS
1
• QUAL AMBIENTE AS CRIANÇAS ESTÃO 
REPRESENTANDO NO TANQUE DE AREIA?
• EM SUA OPINIÃO, O LOCAL ONDE AS 
CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO É UM 
AMBIENTE BEM CUIDADO? POR QUÊ?
• COMO SERIA ESSE LUGAR SE NÃO 
EXISTISSEM TANTAS PLANTAS?
Kami Queiroz/Arquivo da editora
10 11
ANIDADEA
ESTE LIVRO É 
DIVIDIDO 
EM QUATRO 
UNIDADES. 
NO INÍCIO DE CADA 
UMA, HÁ UMA 
IMAGEM LIGADA 
AO ASSUNTO A 
SER ESTUDADO.
MEU PONTO 
DE PARTIDA
VOCÊ CHEGOU AO 2o ANO E COMEÇARÁ UM PERÍODO MUITO 
ESPECIAL, COM NOVOS DESAFIOS E APRENDIZADOS.
A AVALIAÇÃO A SEGUIR VAI AJUDAR VOCÊ A TOMAR CONSCIÊNCIA 
DAQUILO QUE JÁ SABE. SE TIVER DIFICULDADE PARA RESPONDER A 
ALGUMA QUESTÃO, NÃO SE PREOCUPE: PEÇA AJUDA AO PROFESSOR.
QUESTÍES
1. EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UM DESENHO DE DUAS CABANAS. 
CADA UMA DELAS DEVE SER FEITA DE UM MATERIAL DIFERENTE.
DEPOIS, EXPLIQUE PARA O PROFESSOR: QUE MATERIAIS VOCÊ 
ESCOLHEU E POR QUE ESCOLHEU ESSES MATERIAIS?
2. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA.
A) 
 PNEUS DE BORRACHA SÃO MAIS MACIOS DO QUE RODAS 
DE FERRO.
B) 
 MOURÕES DE CIMENTO ESTRAGAM MAIS RÁPIDO DO QUE 
MOURÕES DE MADEIRA.
C) 
 CASAS DE MADEIRA E BARRO DURAM MAIS TEMPO DO QUE 
CASAS DE ALVENARIA.
D) 
 BARCOS SÃO FEITOS SOMENTE DE MADEIRA, PARA FLUTUAR 
NA ÁGUA.
3. OBSERVE A FOTOGRAFIA DE UM BRINQUEDO FEITO DE VÁRIOS MATERIAIS 
QUE FORAM DESCARTADOS NO LIXO. IDENTIFIQUE A ALTERNATIVA QUE 
INDICA OS MATERIAIS USADOS PARA FAZER ESSE OBJETO.
A) PAPELÃO, METAL E PLÁSTICO. 
B) VIDRO, MADEIRA E PAPEL.
C) PAPELÃO, MADEIRA E VIDRO.
D) METAL, PLÁSTICO E MADEIRA. Sea
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4. INDIQUE A ALTERNATIVA QUE REPRESENTA AS 
PARTES DO CORPO HUMANO APONTADAS PELAS 
SETAS 1 A 4.
A) 
 GARGANTA, COSTAS, BRAÇO, 
COTOVELO.
B) PESCOÇO, OMBRO, PUNHO, PÉ.
C) 
 PESCOÇO, ESCÁPULAS, ANTEBRAÇO E 
TORNOZELO.
D) GARGANTA, COSTELA, ANTEBRAÇO, PÉ.
5. NO CADERNO, DESENHE UMA TIRINHA NA QUAL OS QUADRINHOS 
REPRESENTEM COMO VOCÊ LAVA AS MÃOS, PASSO A PASSO.
6. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA.
A) GATOS SÃO MAIS ATIVOS DURANTE O DIA.
B) MARIPOSAS SÃO MAIS ATIVAS À NOITE.
C) PICA-PAUS SÃO MAIS ATIVOS À NOITE.
D) LAGARTIXAS SÃO MAIS ATIVAS DURANTE O DIA.
7. O TEXTO APRESENTADO A SEGUIR ESTÁ INCOMPLETO. COMPLETE AS 
LACUNAS USANDO OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS.
SEMANAS DIASMÊS SEMANA
UMA É UM CONJUNTO 
DE SETE  .
JÁ UM É FORMADO POR 
ALGUMAS  .
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2
CAPÍTULO
SERES VIVOS SE
DESENVOLVEM
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NESTE CAPÍTULO, VAMOS ESTUDAR ALGUNS SERES 
VIVOS, SUA REPRODUÇÃO E SEU DESENVOLVIMENTO.
• FAÇA DUAS LISTAS NO CADERNO: UMA DO QUE É 
VIVO E OUTRA DO QUE NÃO É VIVO NO AQUÁRIO 
MOSTRADO NA IMAGEM ACIMA.
• EM SUA OPINIÃO, O QUE DIFERENCIA O QUE É VIVO 
DO QUE NÃO TEM VIDA?
• COMO VOCÊ IMAGINA QUE SEJAM UMA MOSCA, UM PÉ DE FEIJÃO 
E UMA SERPENTE AO NASCER? SERIAM DIFERENTES DE QUANDO 
ADULTOS?
PARA INICIAR
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O QUE É 
VIVO NESSE 
AQUÁRIO?
AQUÁRIO COM SERES VIVOS E ELEMENTOS NÃO VIVOS.
26
VAMOS OBSERVAR NOSSOS DENTES 
E OS DENTES DE UM COLEGA?
COMO FAZER
1. FIQUE DIANTE DE 
UM ESPELHO E 
OBSERVE OS SEUS 
DENTES. 
ATIVIDADE PRÁTICA
2. CONTE QUANTOS 
DENTES VOCÊ TEM. 3. OBSERVE OS DENTES DE UM 
COLEGA E COMPARE-OS COM 
OS SEUS.
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CRIANÇA OBSERVANDO OS DENTES NO ESPELHO.
CRIANÇA CONTANDO OS DENTES.
CRIANÇAS EM FRENTE A UM ESPELHO 
COMPARANDO OS DENTES.
CRIANÇA COM UM DENTE DE LEITE FALTANDO.
4. DEPOIS, TROQUEM IDEIAS 
SOBRE OS DENTES DE CADA 
UM DE VOCÊS: QUAIS JÁ 
CAÍRAM? QUAIS APARECERAM 
RECENTEMENTE?
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¥ ESPELHO
MATERIAL 
NECESSÁRIO
AS IMAGENS NÃO ESTÃO 
REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.
45
AAIVIDADE 
ARÁAICA
AQUI VOCÊ PÕE 
EM PRÁTICA 
A ATIVIDADE 
PROPOSTA E SE 
DIVERTE COM 
OS COLEGAS.
MEA AANAA DE 
AARAIDA
NESTA SEÇÃO VOCÊ 
TERÁ A OPORTUNIDADE 
DE REVER E AVALIAR 
SUAS APRENDIZAGENS 
DO ANO ESCOLAR 
ANTERIOR.
CAAAAAAAA
SÃO 8 CAPÍTULOS NO 
TOTAL. CADA UM DELES É 
COMO UMA HISTÓRIA, COM 
INÍCIO, DESENVOLVIMENTO E 
FINALIZAÇÃO, NA FORMA DE 
ATIVIDADES.
AARA INICIAR
AQUI VOCÊ E OS COLEGAS 
CONVERSAM SOBRE O QUE 
VÃO ESTUDAR E PODEM DAR 
OPINIÕES SOBRE OS TEMAS. 
QUEREMOS OUVIR O QUE 
VOCÊS TÊM A DIZER!
VOCABULçRIO: PARA FACILITAR A 
COMPREENSÃO DOS TEXTOS, O SIGNIFICADO 
DE ALGUMAS PALAVRAS SERÁ APRESENTADO 
NA MESMA PÁGINA EM QUE ELAS APARECEM.
CAAAAAAAASuzanne 
Casc
ardi/
Arqu
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OI, MEU NOME 
É JEF! VOU 
ACOMPANHAR VOCÊ 
NESSA JORNADA!
OI, MEU NOME 
É FABI! VAMOS 
JUNTOS NESSA 
AVENTURA!
CONHEÇA SEU LIVRO
VEJA A SEGUIR COMO SEU LIVRO DE CIÊNCIAS 
ESTÁ ORGANIZADO. DEPOIS, COM UM COLEGA, 
FOLHEIE O LIVRO E DESCUBRA TUDO O QUE ESTÁ 
APRESENTADO NESTAS PÁGINAS.
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ESTE BILHETE SEMPRE 
TRAZ UM RECADO 
ESPECIAL PARA VOCÊ.
Meu ponto 
de chegada
Chegamos ao final de mais um ano letivo. Fizemos muitas atividades, leituras, 
experiências e muitos debates. Vamos, agora, checar o que aprendemos?
Se você tiver muita dificuldade para responder a alguma das questões a 
seguir,peça ajuda ao professor.
Boa sorte!
Quest›es
1. Complete o quadro a seguir, listando objetos que podem ser feitos 
com os materiais indicados.
Material Objeto
Barro
Madeira
Vidro
A) B) C) D)
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3. Em relação às plantas, é incorreto afirmar que: 
A) vagens são um tipo de fruto.
B) as folhas captam a luz de que a planta precisa.
C) as raízes captam água e nutrientes para a planta.
D) as flores são estruturas relacionadas à nutrição das plantas.
2. Observe as imagens a seguir e escreva o risco que elas indicam.
132
MEU PONTO 
DE CHEGADA
ESTA SEÇÃO 
CONTRIBUIRÁ 
PARA QUE 
VOCÊ REVEJA E 
AVALIE O QUE 
APRENDEU 
DURANTE O ANO 
ESCOLAR.
MURAL DA TURMA
QUE TAL 
COMPARTILHAR SUAS 
PRODUÇÕES COM OS 
COLEGAS? ESSE É O 
OBJETIVO DO MURAL.
6. NOS TRECHOS A SEGUIR, AS HISTÓRIAS EM 
QUADRINHOS CONTAM COMO OS MACHUCADOS 
DAS CRIANÇAS FORAM TRATADOS.
7. AGORA, TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E EXPLIQUE:
A) O QUE FOI FEITO PARA TRATAR DO MACHUCADO NA PRIMEIRA
HISTÓRIA?
B) O QUE FOI FEITO PARA TRATAR DO MACHUCADO NA SEGUNDA 
HISTÓRIA?
8. MURAL DA TURMA EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UMA HISTÓRIA EM 
QUADRINHOS PARA CONTAR ALGUMA VEZ EM QUE VOCÊ SE MACHUCOU. 
CONTE TAMBÉM COMO FOI O TRATAMENTO.
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AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
63
TECENDO SABERES
NESTA SEÇÃO, VOCÊ VERÁ COMO TUDO O 
QUE APRENDEU PODERÁ AJUDAR NO ESTUDO 
DE OUTRAS ÁREAS DO CONHECIMENTO.
SABERESTECENDO
1. ACOMPANHE COM O PROFESSOR A LEITURA DOS TEXTOS A SEGUIR 
E OBSERVE COM ATENÇÃO A ILUSTRAÇÃO. DEPOIS, LEIA EM VOZ ALTA 
ALGUM TRECHO E RESPONDA ÀS QUESTÕES DA PRÓXIMA PÁGINA.
ANTIGAMENTE EU TINHA UM NOME TÃO BONITO
ANTIGAMENTE ELA ERA MINHA MÃE
ANTIGAMENTE EU ERA A FILHA MAIS QUERIDA
ANTIGAMENTE EU VIVIA DE VERDADE
AGORA ESTOU AQUI TÃO SÓ
COBERTA PELO PÓ
[...]
ANTIGAMENTE. SANDRA PERES E PAULO TATIT. EM: 
CD CANÇÕES CURIOSAS. SÃO PAULO: PALAVRA 
CANTADA/MCD WORLD MUSIC, 2000.
MAS QUE BOBINHA, BONECA DE ESTIMAÇÃO
VOCÊ VAI MORAR SEMPRE DENTRO DO MEU CORAÇÃO
VOCÊ É PRA MIM BEM MAIS QUE UM BRINQUEDO
VOCÊ É QUEM SABE TODOS OS MEUS SEGREDOS
MESMO QUE EU NUNCA BRINQUE CONTIGO
COMO ALGUNS ANOS ATRÁS
ATÉ QUE EU TENTO, MAS JÁ NÃO CONSIGO
POIS ME DISTRAIO DEMAIS
É QUE EU CRESCI
NÃO SEI POR QUÊ
NÃO VOU FINGIR
VOCÊ TEM QUE ENTENDER
[...]
TENTE ENTENDER. SANDRA PERES E 
PAULO TATIT. EM: CD CANÇÕES CURIOSAS. 
SÃO PAULO: PALAVRA CANTADA/MCD 
WORLD MUSIC, 2000.
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70
2. CONVERSE COM OS COLEGAS E RESPONDA:
A) QUEM É A PERSONAGEM QUE ESTÁ FALANDO NO PRIMEIRO TEXTO? 
B) QUEM É A PERSONAGEM QUE ESTÁ FALANDO NO SEGUNDO TEXTO? 
C) VOCÊ SE LEMBRA DE ALGUM BRINQUEDO DE QUE GOSTAVA MUITO, 
MAS PARA O QUAL AGORA JÁ NÃO DÁ TANTA IMPORTÂNCIA?
3. NO TEXTO ESTÃO DESTACADAS VÁRIAS PALAVRAS QUE EXPRESSAM A 
IDEIA DE TEMPO. ENCONTRE-AS NO DIAGRAMA DE LETRAS A SEGUIR.
11 LETRAS
A N T I G A M E N T E
4. TRANSCREVA A SEGUIR AS PALAVRAS ENCONTRADAS NO DIAGRAMA 
DE LETRAS. ESCREVA APENAS UMA LETRA EM CADA QUADRINHO. EM 
SEGUIDA, INDIQUE QUANTAS LETRAS HÁ EM CADA PALAVRA. 
A W Q T E R U I O P A S K S D F G H
S E M A L K A N T I G A M E N T E J
D R Z I S O G N B V C T H M Z A S D
T Z N U C I O Z P A X R T P J H G F
Y E V A Q T R Y O G J Á G R A K L P
U A N U N C A C N M L S P E I U I O
71
VAMOS VER DE NOVO
AQUI VOCÊ RETOMA 
E AVALIA O QUE 
FOI ESTUDADO NO 
CAPÍTULO, POR 
MEIO DE TEXTOS, 
ESQUEMAS E 
ATIVIDADES.
68
VAMOS VER DE NOVO
NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE:
• À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA, FERIDAS, MACHUCADOS E ATÉ 
MESMO FRATURAS PODEM SER CURADOS.
• PODEMOS VER OS OSSOS DO CORPO POR MEIO DE RADIOGRAFIAS.
• PREVENIR ACIDENTES E USAR EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO SÃO 
MANEIRAS DE CUIDAR DO NOSSO CORPO.
• HÁBITOS DE HIGIENE, BOA ALIMENTAÇÃO E VACINAÇÃO CONTRIBUEM 
PARA NOSSA SAÚDE.
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AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
O QUE ESTUDAMOS
AQUI VOCÊ CONFERE O QUE ESTUDOU, 
RELEMBRANDO OS TEMAS TRABALHADOS NOS 
CAPÍTULOS DA UNIDADE. ESTE É O MOMENTO 
DE AVALIAR O QUE APRENDEU E REFLETIR 
SOBRE A FORMA DE AGIR, PENSAR E SENTIR 
NO DIA A DIA.
O QUE ESTUDAMOS
... ESTUDOU OS DENTES 
E COMPREENDEU A 
IMPORTÂNCIA DE MANTÊ-LOS 
SEMPRE LIMPOS.
OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E RETOME O QUE ESTUDOU. DEPOIS, 
CONVERSE COM OS COLEGAS E COM O PROFESSOR: O QUE VOCÊ 
APRENDEU QUE ANTES NÃO SABIA?
Avaliando: o que eu aprendi
1. “SE NÃO SENTIMOS DOR DE DENTE, NÃO HÁ MOTIVO PARA IR AO 
DENTISTA.”. VOCÊ CONCORDA COM ESSA IDEIA? EXPLIQUE.
2. QUAIS SÃO ALGUNS SENTIDOS DO CORPO HUMANO?
3. FAÇA UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS COM DUAS PARTES. NA 
PRIMEIRA PARTE, REPRESENTE UMA CRIANÇA SOFRENDO UM 
ACIDENTE E SE MACHUCANDO. NA SEGUNDA PARTE, REPRESENTE 
COMO OS MACHUCADOS FORAM TRATADOS.
4. CITE PELO MENOS QUATRO ATITUDES QUE VOCÊ PODE TER PARA 
CUIDAR DE SUA SAÚDE.
VOCÊ...
Retomando o que eu aprendi Registre suas IDEIAS E DESENHOS no caderno.
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... REFLETIU QUE ESTÁ FICANDO MAIS 
VELHO E, PORTANTO, JÁ É MAIS 
RESPONSÁVEL POR DESENVOLVER HÁBITOS 
QUE PROMOVEM SAÚDE. 
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72
... APRENDEU A CUIDAR 
DOS MACHUCADOS.
... COMPREENDEU 
DIVERSOS CUIDADOS 
QUE DEVEMOS TER COM 
O CORPO.
... EXPLOROU OS 
SENTIDOS DO 
CORPO HUMANO.
... ENTENDEU 
QUE A 
VACINAÇÃO É 
UMA MANEIRA 
DE PREVENIR 
ALGUMAS 
DOENÇAS.
FOLHEIE AS PÁGINAS ANTERIORES E REFLITA SOBRE VALORES, ATITUDES E O 
QUE VOCÊ SENTIU E APRENDEU NESTA UNIDADE.
• DE AGORA EM DIANTE, COMO VOCÊ VAI CUIDAR DOS SEUS DENTES?
• E O QUE VOCÊ PRETENDE FAZER, NO SEU DIA A DIA, PARA EVITAR SE 
MACHUCAR?
• O QUE VOCÊ JÁ PODE FAZER PARA CUIDAR DE SUA SAÚDE SEM QUE 
SEUS PAIS TENHAM DE FICAR LEMBRANDO VOCÊ A TODO MOMENTO?
Para refletir
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AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
73
ÍCONES
Para avaliar
Atividade oral
BOXE COM ENTREVISTAS COM 
DIFERENTES PROFISSIONAIS.
COM A PALAVRA
SE APARECER UMA PALAVRA OU EXPRESSÃO 
COM FUNDO AZUL, CONSULTE O GLOSSçRIO
NO FIM DO LIVRO.
GLOSSÁRIO
1. VAMOS JOGAR O JOGO DOS HÁBITOS OPOSTOS? ELE PODE NOS 
AJUDAR A DESENVOLVER HÁBITOS SAUDÁVEIS. 
• FAÇA AS CARTAS DO JOGO. SERÃO DOIS BARALHOS: 
BARALHO DE HÁBITOS: FAÇA ALGUMAS CARTAS COM HÁBITOS 
RECOMENDADOS (POR EXEMPLO, TOMAR BANHO DIARIAMENTE) 
E OUTRAS COM HÁBITOS NÃO RECOMENDADOS (POR EXEMPLO, 
NÃO ESCOVAR OS DENTES).
BARALHO DE NÚMEROS: FAÇA ALGUMAS CARTAS COM 
O NÚMERO 1 E ALGUMAS CARTAS COM O NÚMERO 2.
• MISTURE AS CARTAS E DEIXE OS BARALHOS NOS 
LOCAIS INDICADOS NO TABULEIRO.
ASSIM TAMBÉM APRENDO
Baralho
de
hábitos
USE GRÃOS DE 
FEIJÃO COLORIDOS 
PARA MARCAR AS 
CASAS NO 
TABULEIRO.
AS IMAGENS NÃO ESTÃO 
REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
50
ASSIM TAMBÉM APRENDO
QUE TAL APRENDER UM POUCO MAIS COM 
JOGOS E ATIVIDADES DIVERTIDAS? ESSE É O 
OBJETIVO DESTA SEÇÃO.
• SORTEIE UMA CARTA DO BARALHO DE NÚMEROS PARA SABER 
QUANTAS CASAS ANDAR NA TRILHA.
• AO CHEGAR AO LOCAL ADEQUADO, SORTEIE UMA CARTA DO BARALHO 
DE HÁBITOS.
• SE VOCÊ TIRAR UM HÁBITO NÃO RECOMENDADO, VOLTE UMA CASA.
SE TIRAR UM HÁBITO RECOMENDADO, AVANCE UMA CASA.
• SE VOCÊ PARAR NA ILUSTRAÇÃO DE UM HÁBITO, ESCOLHA OUTRO 
JOGADOR PARA FAZER UMA MÍMICA QUE REPRESENTE ESSE HÁBITO.
• VENCE O JOGO QUEM TERMINAR O PERCURSO PRIMEIRO.
2. COMPLETE AS LEGENDAS, EXPLICANDO CADA HÁBITO ILUSTRADO. 
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Baralho
de
números
AS IMAGENS NÃO ESTÃO 
REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
SUMÁRIO
MEU PONTO DE PARTIDA .................................................8
UNIDADE 1 AMBIENTE E 
SERES VIVOS .........................................10
CAPÍTULO 1
DIFERENTES AMBIENTES .........................................12
PARA INICIAR ...............................................................................12
ATIVIDADE PRÁTICA ............................................................13
OBSERVANDO AMBIENTES...................................................14
MÃOS À OBRA ................................................................................18
A IMPORTÂNCIA DAS PLANTAS ........................................22
VAMOS VER DE NOVO ......................................................24
CAPÍTULO 2
SERES VIVOS SE DESENVOLVEM ..................26
PARA INICIAR ..............................................................................26
ATIVIDADE PRÁTICA ............................................................ 27
PLANTAS SE DESENVOLVEM ..............................................28
VOCÊ TAMBÉM SE DESENVOLVE ....................................32
VAMOS VER DE NOVO ......................................................36
TECENDO SABERES .............................................................38
O QUE ESTUDAMOS ............................................................40
UNIDADE 2 DESENVOLVIMENTO E 
CORPO HUMANO ..........................42
CAPÍTULO 3
VOCÊ ESTÁ FICANDO MAIS VELHO ...........44
PARA INICIAR ..............................................................................44
ATIVIDADE PRÁTICA ............................................................45
SEUS DENTES, SUA IDADE ...................................................46
SEUS HÁBITOS, SUA IDADE .....................................................48
SENTIR E INTERAGIR .................................................................52
VAMOS VER DE NOVO ......................................................56
CAPÍTULO 4
FERIMENTOS E CUIDADOS ...................................58
PARA INICIAR ..............................................................................58
ATIVIDADE PRÁTICA .................................................................59
QUANDO NOS MACHUCAMOS... .....................................60
CUIDE-SE! ..........................................................................................64
VAMOS VER DE NOVO ......................................................68
TECENDO SABERES .............................................................70
O QUE ESTUDAMOS ............................................................ 72
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Gabriela Em
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da
editora
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UNIDADE 3 SOL, CÉU E NUVENS ................74
CAPÍTULO 5
OBSERVAR O CÉU ............................................................76
PARA INICIAR ..............................................................................76
ATIVIDADE PRÁTICA ............................................................ 77
RELÓGIO DE SOL .........................................................................78
NUVENS NO CÉU .........................................................................82
VAMOS VER DE NOVO ......................................................84
CAPÍTULO 6
COMO ESTARÁ O TEMPO? .....................................86
PARA INICIAR ..............................................................................86
ATIVIDADE PRÁTICA ............................................................ 87
O TEMPO ANUNCIADO ...........................................................88
METEOROLOGIA ..........................................................................92
VAMOS VER DE NOVO ......................................................96
TECENDO SABERES .............................................................98
O QUE ESTUDAMOS ..........................................................100
UNIDADE 4 INVENÇÕES, 
TERMÔMETROS E 
MATERIAIS ............................................102
CAPÍTULO 7
INVENÇÕES: QUENTE E FRIO ..........................104
PARA INICIAR ............................................................................104
ATIVIDADE PRÁTICA ..........................................................105
TERMÔMETRO: UM INSTRUMENTO 
DE MEDIDA .....................................................................................106
ÁGUA QUE NÃO É LÍQUIDA ....................................................110
VAMOS VER DE NOVO .....................................................114
CAPÍTULO 8
INVENÇÕES: OBJETOS 
E MATERIAIS ............................................................................116
PARA INICIAR .............................................................................116
ATIVIDADE PRÁTICA ................................................................117
DIFERENTES OBJETOS, 
DIFERENTES MATERIAIS ........................................................118
MATERIAIS ELABORADOS ...................................................122
VAMOS VER DE NOVO ....................................................126
TECENDO SABERES ...........................................................128
O QUE ESTUDAMOS ..........................................................130
MEU PONTO DE CHEGADA ........................................132
GLOSSÁRIO ................................................................................134
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
COMENTADAS .........................................................................136
O QUE ESTUDAMOS ..........................................................100
DIFERENTES MATERIAIS ........................................................118
MATERIAIS ELABORADOS ...................................................122
VAMOS VER DE NOVO ....................................................126
TECENDO SABERES ...........................................................128
O QUE ESTUDAMOS ..........................................................130
MEU PONTO DE CHEGADA ........................................132
GLOSSÁRIO ................................................................................134
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
COMENTADAS .........................................................................136
Gabriela Emmerich/Arquivo da editora
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
MEU PONTO 
DE PARTIDA
VOCÊ CHEGOU AO 2o ANO E COMEÇARÁ UM PERÍODO MUITO 
ESPECIAL, COM NOVOS DESAFIOS E APRENDIZADOS.
A AVALIAÇÃO A SEGUIR VAI AJUDAR VOCÊ A TOMAR CONSCIÊNCIA 
DAQUILO QUE JÁ SABE. SE TIVER DIFICULDADE PARA RESPONDER A 
ALGUMA QUESTÃO, NÃO SE PREOCUPE: PEÇA AJUDA AO PROFESSOR.
QUESTÕES
1. EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UM DESENHO DE DUAS CABANAS. 
CADA UMA DELAS DEVE SER FEITA DE UM MATERIAL DIFERENTE.
DEPOIS, EXPLIQUE PARA O PROFESSOR: QUE MATERIAIS VOCÊ 
ESCOLHEU E POR QUE ESCOLHEU ESSES MATERIAIS?
2. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA.
A) X 
 PNEUS DE BORRACHA SÃO MAIS MACIOS DO QUE RODAS 
DE FERRO.
B) 
 MOURÕES DE CIMENTO ESTRAGAM MAIS RÁPIDO DO QUE 
MOURÕES DE MADEIRA.
C) 
 CASAS DE MADEIRA E BARRO DURAM MAIS TEMPO DO QUE 
CASAS DE ALVENARIA.
D) 
 BARCOS SÃO FEITOS SOMENTE DE MADEIRA, PARAFLUTUAR 
NA ÁGUA.
3. OBSERVE A FOTOGRAFIA DE UM BRINQUEDO FEITO DE VÁRIOS MATERIAIS 
QUE FORAM DESCARTADOS NO LIXO. IDENTIFIQUE A ALTERNATIVA QUE 
INDICA OS MATERIAIS USADOS PARA FAZER ESSE OBJETO.
A) X PAPELÃO, METAL E PLÁSTICO. 
B) VIDRO, MADEIRA E PAPEL.
C) PAPELÃO, MADEIRA E VIDRO.
D) METAL, PLÁSTICO E MADEIRA.
Respostas pessoais.
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Avaliação diagnóstica 
de início de ano
Este é o momento em que propo-
mos uma avaliação diagnóstica do 
que foi aprendido nos anos anterio-
res. Essa avaliação diagnóstica do 
início do ano letivo tem o potencial 
de gerar subsídios para você conhe-
cer o que os estudantes já sabem e, 
com base nisso, poder tomar deci-
sões relacionadas a como iniciar as 
atividades no 2o ano.
Afinal, o ato de avaliar de maneira 
formativa implica não somente diag-
nosticar ou identificar a aprendiza-
gem, mas também agir diante dos 
diagnósticos realizados.
Avaliando e remediando 
as aprendizagens 
As questões 1 a 3 avaliam habili-
dades relacionadas ao objeto de 
conhecimento “Características dos 
materiais”, dentro da unidade temá-
tica Matéria e energia.
As questões 4 e 5 avaliam habili-
dades relacionadas ao objeto de 
conhecimento “Corpo humano” 
dentro da unidade temática Vida e 
evolução.
As questões 6 e 7 avaliam habili-
dades relacionadas aos objetos de 
conhecimento “Escalas de tempo”, 
dentro da unidade temática Terra e 
Universo.
1. Aproveite essa questão para veri-
ficar se os estudantes citam diver-
sos materiais. Avalie também que 
propriedades desses materiais eles 
mencionam. Esteja atento para os 
casos de estudantes que demons-
trem um repertório reduzido. 
A fim de favorecer que eles se fa-
miliarizem com o maior número 
possível de materiais, com base 
no desenho das cabanas você po-
de desafiá-los a fazer uma lista 
coletiva, o mais extensa possível, 
citando o nome de diferentes ma-
teriais. De posse da lista, converse 
com eles sobre onde esses mate-
riais podem ser encontrados e al-
gumas de suas propriedades. 
2. Avalie se os estudantes conhecem 
propriedades de diferentes materiais, 
como madeira, barro, borracha, ferro, 
etc. A fim de ampliar o repertório 
sobre materiais e suas propriedades, 
apresente imagens de objetos simi-
lares (um copo, por exemplo) feitos 
de diferentes materiais (barro, vidro, 
alumínio, etc.). Incentive o debate: “Quais são as 
vantagens e desvantagens de cada um desses 
materiais?“.
3. Aproveite essa questão para verificar se os 
estudantes identificam os materiais usados 
para fazer o objeto mostrado. Converse com 
eles sobre o reaproveitamento de materiais 
que vão parar no lixo. Muitos estudantes 
têm uma noção limitada do potencial de 
reutilização dos mais diversos materiais que 
são descartados. A fim de ampliar as con-
cepções dos estudantes sobre a reutilização 
de materiais, se possível, apresente à turma 
imagens de diferentes objetos feitos com 
materiais reutilizados e promova uma con-
versa sobre os materiais de que são feitos. 
4. Nessa atividade, verifique o conhecimento que 
a turma tem sobre o nome de partes do corpo 
humano e da leitura e escrita desses nomes. 
Alguns estudantes podem desconhecer o 
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2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 382APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 38 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
1
2
4
3
4. INDIQUE A ALTERNATIVA QUE REPRESENTA AS 
PARTES DO CORPO HUMANO APONTADAS PELAS 
SETAS 1 A 4.
A) 
 GARGANTA, COSTAS, BRAÇO, 
COTOVELO.
B) PESCOÇO, OMBRO, PUNHO, PÉ.
C) X 
 PESCOÇO, ESCÁPULAS, ANTEBRAÇO E 
TORNOZELO.
D) GARGANTA, COSTELA, ANTEBRAÇO, PÉ.
5. NO CADERNO, DESENHE UMA TIRINHA NA QUAL OS QUADRINHOS 
REPRESENTEM COMO VOCÊ LAVA AS MÃOS, PASSO A PASSO.
6. ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA.
A) GATOS SÃO MAIS ATIVOS DURANTE O DIA.
B) X MARIPOSAS SÃO MAIS ATIVAS À NOITE.
C) PICA-PAUS SÃO MAIS ATIVOS À NOITE.
D) LAGARTIXAS SÃO MAIS ATIVAS DURANTE O DIA.
7. O TEXTO APRESENTADO A SEGUIR ESTÁ INCOMPLETO. COMPLETE AS 
LACUNAS USANDO OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS.
SEMANAS DIASMÊS SEMANA
UMA S E M A N A É UM CONJUNTO 
DE SETE D I A S  .
JÁ UM M Ê S É FORMADO POR 
ALGUMAS S E M A N A S  .
Resposta pessoal.
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9
nome de algumas partes do corpo, como es-
cápulas e antebraço. Outras podem trocar o 
nome de estruturas e expressões, como coto-
velos e tornozelos. Procure formar duplas que 
incluam um estudante que demonstrou difi-
culdade e outro que teve facilidade nessa 
questão. Apresente a cada dupla uma lista com 
o nome de diferentes partes do corpo humano 
e dois desenhos do contorno do corpo huma-
no, um de frente e outro de costas. Solicite que 
a dupla aponte nos desenhos, com setas, as 
estruturas do corpo humano listadas.
5. A fim de verificar como os estudantes lavam 
as mãos e promover melhorias nesse proce-
dimento, você pode pedir a eles que com-
partilhem as produções no mural da turma 
e demonstrem para os colegas como lavam 
as mãos. Em seguida, faça uma demonstração 
do procedimento correto a ser seguido. De-
pois, solicite aos estudantes que comparem 
a forma que costumam lavar as 
mãos com as orientações que vo-
cê deu. Por fim, peça a cada um 
que reproduza o procedimento 
correto que você demonstrou e 
incentive-os a compartilhar esse 
conhecimento com os familiares.
6. Utilize a questão para verificar o 
conhecimento dos estudantes so-
bre seres vivos com hábitos notur-
nos e diurnos. Muitas crianças 
pare cem assumir que todos os 
seres têm o mesmo hábito: são 
mais ativos de dia e dormem à noi-
te. A fim de ampliar essa concep-
ção, você pode expor no mural da 
turma dois desenhos grandes de 
um mesmo local: um representan-
do o dia e outro representando a 
noite (pode ser um jardim, por 
exemplo). Peça-lhes que façam 
desenhos de animais para serem 
colocados nesses cenários. Orien-
te-os na representação: “Que seres 
vivos vamos encontrar facilmente 
de dia?”; “E de noite?”; “O que esse 
ser vivo estaria fazendo de dia?”; “E 
de noite?”. Depois de uma primeira 
rodada de discussões e eventuais 
correções, apresente aos estudan-
tes uma lista com mais exemplos 
de seres vivos de hábitos noturnos 
e diurnos que não foram citados 
até então. Por fim, peça aos estu-
dantes que complementem os 
desenhos do local de dia e de noi-
te, incluindo os seres vivos novos 
que você listou.
7. Avalie se os estudantes identificam 
e nomeiam corretamente escalas 
de tempo. Aqueles que apresen-
tam dificuldade podem ser agru-
pados com um colega que acertou 
a questão. Ofereça um calendário 
anual à dupla. Peça aos estudantes 
que analisem o calendário e for-
mem frases semelhantes às que 
aparecem na questão. Instrua-os a 
usar os termos “horas”, “dias”, “me-
ses”, “ano”, “bimestre” e “semestre”. 
Depois, desafie cada dupla a for-
mular uma pergunta seguindo o 
modelo da questão a que acaba-
ram de responder. Por fim, compile 
todas as questões formuladas pe-
las duplas e apresente-as à turma 
para que resolvam coletivamente, 
como se fosse um novo teste.
39
2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 392APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 39 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
Introdução da unidade 1
A unidade 1 – Ambiente e seres vivos é composta de dois capítulos. Apresentamos a seguir uma 
visão geral dos conteúdos e citamos os principais conceitos trabalhados em cada capítulo, além das 
atividades e práticas pedagógicas relacionadas aos objetivos pedagógicos de conhecimento.
Capítulo 1 – Diferentes ambientes
Neste capítulo, introduzimos temas ligados à Educação Ambiental.
Os estudantes construirão um “ambiente artificial”, observarão imagens de diferentes ambientes, 
descreverão esses ambientes e utilizarão listas para registrar o que pode ser encontrado nos ambientes 
estudados. Também vão comparar e indicar mudanças nas paisagens com o decorrer do tempo, co-
nhecer o que um ambientalista tem a nos dizer sobreproteção ambiental e trocar ideias sobre o papel 
das plantas nos ambientes.
Capítulo 2 – Seres vivos se desenvolvem
Neste capítulo, estudamos o desenvolvimento e favorecemos a concepção de que tudo o que é 
vivo tem o potencial de se desenvolver e se reproduzir.
Os estudantes serão incentivados a cultivar uma planta e acompanhar seu desenvolvimento, inves-
tigarão variáveis que influenciam no início da germinação e analisarão mudanças que ocorrem em di-
ferentes partes de uma planta durante o desenvolvimento. Também analisarão imagens de seres 
humanos em diferentes fases do desenvolvimento e trocarão ideias sobre as mudanças que ocorrem 
nos seres humanos e em outros animais à medida que o tempo passa. 
Quadro-resumo
Os principais objetivos pedagógicos de conhecimento de cada capítulo e as atividades e práticas 
pedagógicas para trabalhá-los são resumidos no quadro a seguir.
Unidade 1 – 
Ambiente e 
seres vivos
Objetivos pedagógicos 
de conhecimento
Atividades e práticas pedagógicas
Capítulo 1 – 
Diferentes ambientes
1. Identificar o que existe em 
diferentes ambientes e 
compará-los, criando maquetes 
de ambientes.
Construir uma maquete de um ambiente, representando 
seres vivos e elementos não vivos. 
Completar texto, listando seres vivos e equipamentos 
agrícolas que podem ser encontrados no campo 
agropecuário.
Complementar legendas com indicações do que setas 
apontam em imagens de diferentes ambientes.
Observar imagens de campo agropecuário, de cidade 
e de floresta.
Listar o que pode ser encontrado nos campos 
agropecuários e nas cidades.
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Unidade 1 – 
Ambiente e 
seres vivos
Objetivos pedagógicos 
de conhecimento
Atividades e práticas pedagógicas
Capítulo 1 – 
Diferentes ambientes
2. Reconhecer e emitir 
julgamentos sobre a 
interferência humana nas 
paisagens.
Ler entrevista com agrônomo que trabalha em organização 
ambientalista.
Preencher quadros para sintetizar informações da entrevista.
Observar imagens de paisagem florestal em duas situações: 
com e sem intervenção humana para instalar moradias e 
plantações.
Elaborar legendas para imagens que indicam ação humana 
nos ambientes.
Observar imagens de mesma rua de uma cidade em duas 
épocas diferentes.
Trocar ideias com os colegas sobre mudanças introduzidas 
na paisagem devido à ação humana.
3. Inferir maneiras de cuidar do 
ambiente.
Trocar ideias com os colegas e propor uma sequência para 
o enredo de uma história em quadrinhos que sugere ações 
de cuidados com o ambiente.
Produzir e compartilhar um desenho de como imagina que 
será sua cidade daqui a algumas décadas.
4. Generalizar por que as plantas 
são importantes.
Ler texto sobre importância das plantas para o entorno.
Analisar cenas de um mural sobre a importância das plantas 
e completar as legendas para as imagens desse mural.
Trocar ideias com os colegas sobre como podemos 
introduzir plantas nos locais que frequentamos.
Capítulo 2 – 
Seres vivos se 
desenvolvem
1. Identificar partes do corpo 
de uma planta e reconhecer 
algumas mudanças pelas 
quais passam durante o 
desenvolvimento.
Semear e observar o desenvolvimento de pés de feijão.
Ler texto sobre desenvolvimento de pés de feijão e 
estruturas do corpo das plantas.
Fazer desenhos para representar pés de feijão de diferentes 
idades.
2. Criar hipóteses sobre fatores 
que influenciam a germinação e 
testá-las.
Complementar textos de relato de investigações sobre 
fatores que influenciam o desenvolvimento das plantas.
Trocar ideias com os colegas sobre cuidados para promover 
o desenvolvimento das plantas.
3. Reconhecer as mudanças 
que ocorrem durante o 
desenvolvimento de seres 
humanos.
Ler texto sobre o desenvolvimento humano na infância.
Transcrever informações numéricas do texto sobre o 
desenvolvimento humano para o formato de uma tabela 
de dados.
Sequenciar imagens de forma a refletir as fases do 
desenvolvimento humano.
4. Inferir que seres vivos se 
desenvolvem com o passar 
do tempo.
Preencher fichas de descrição simples de diferentes seres 
vivos, indicando o nome de cada ser vivo e onde pode ser 
encontrado.
Escrever legendas para imagens de diferentes seres vivos, 
identificando a fase do desenvolvimento em que estão.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE
AMBIENTE E 
SERES VIVOS
1
Kami Queiroz/Arquivo da editora
10
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
Componentes essenciais 
da alfabetização
Consciência fonológica e fonêmica, 
conhecimento alfabético, fluência em 
leitura oral, desenvolvimento de voca-
bulário, compreensão de textos e 
produção escrita.
De olho na BNCC
Competências gerais da 
Educação Básica na unidade
1, 2, 3, 4, 6, 8 e 10
Competências específicas 
de Ciências da Natureza 
na unidade
1, 2, 3, 6, 7 e 8
Habilidades na unidade
EF02CI04 EF02CI05 EF02CI06
Conceitos, 
procedimentos e 
atitudes contemplados
Conceitos
Ambiente, animal, ambiente modi-
ficado, floresta, campo agropecuário, 
cidade, ser vivo, tempo, desenvolvi-
mento, reprodução, ser humano, plan-
tas, germinação.
Procedimentos
• Observar e comparar objetos e 
fenômenos (observar fotografias 
e ilustrações de ambientes e iden-
tificar diferenças entre as fases da 
vida de um ser vivo).
• Identificar variáveis (identificar 
como a ação do ser humano pode 
modificar o ambiente).
• Conhecer e praticar habilidades 
relacionadas à comunicação 
(montar mural, fazer listagens, 
fazer legendas para imagens).
• Descrever objetos e transformações 
(mudanças em seres vivos com o 
passar do tempo; desenvolvi-
mento de plantas sob diferentes 
condições).
• Reconhecer e analisar os dados 
observados (no desenvolvimento 
do pé de feijão).
• Formular e verificar hipóteses 
(sobre o que pode influir na ger-
minação de plantas).
• Argumentar a favor de opiniões 
(justificar hipóteses sobre como 
ficará um ambiente ou um ser vivo 
no futuro).
• Realizar manejo de material (na ati-
vidade de estudo de germinação).
Atitudes
• Interessar-se por objetos e fenômenos do 
ambiente (interessar-se por conhecer os 
ambientes, como eles se modificam e como 
podem ser cuidados).
• Colaborar quando solicitado (ao trazer ima-
gens de diferentes ambientes).
• Valorizar as próprias ideias (ao explicar como 
podemos cuidar do ambiente).
• Procurar conhecer/aceitar a opinião de outras 
pessoas (ao tomar contato com as produções 
dos colegas).
• Empenhar-se nas atividades em grupo (ao 
fazer o mural; ao discutir hipóteses sobre 
mudanças ocorridas ao longo do tempo).
• Estimular o respeito pelas coisas da natureza 
(ao refletir sobre como os ambientes têm sido 
cuidados).
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2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 422APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 42 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
• QUAL AMBIENTE AS CRIANÇAS ESTÃO 
REPRESENTANDO NO TANQUE DE AREIA?
• EM SUA OPINIÃO, O LOCAL ONDE AS 
CRIANÇAS ESTÃO BRINCANDO É UM 
AMBIENTE BEM CUIDADO? POR QUÊ?
• COMO SERIA ESSE LUGAR SE NÃO 
EXISTISSEM TANTAS PLANTAS?
11
Questões para sensibilização
• Pergunte aos estudantes: “Que ambiente poderíamos ‘construir’ em um tanque de areia?”; “O que devemos representar nesse ambiente?”. 
Aprofunde particularmente as discussões em torno dos campos agropecuários, como o que aparece representado pelas crianças no tanque 
de areia da imagem de abertura: “O que existe no campo que são construções do ser humano?”.
• O ambiente parece bem cuidado por não haver lixo espalhado, ser arborizado, etc. Estimule o debate: “Como é o entorno em que vivemos?”; 
“Como temos cuidado dele?”.
• Faça uma roda de conversa questionando: “Quem conhece algum local com poucas plantas? Como é esse lugar?”; “Como seriam diferenteslocais do nosso dia a dia sem plantas?”. A partir da troca de ideias, procure listar comentários levantados pelos estudantes. Por exemplo: 
“Teria menos sombra (o que tornaria o ambiente mais quente)”; “O ar poderia ficar menos ‘fresco’, mais seco”; etc. Esteja atento se algum 
estudante indica que também existe o lado estético: plantas podem tornar um ambiente visualmente agradável para muitas pessoas.
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
O principal objetivo das imagens 
de abertura de unidade é focar a 
atenção dos estudantes no tema a ser 
estudado. Inicialmente cada um pode 
explorar a imagem individualmente, 
procurando por todos os detalhes 
possíveis. Em seguida, você pode 
organizar os estudantes em trios para 
que compartilhem as observações 
feitas. É o momento de trocarem 
ideias sobre o que mais lhes chamou 
a atenção, que detalhe passou quase 
despercebido, etc.
Uma possibilidade é solicitar que 
cada estudante do trio escolha uma 
das questões dessa página e pense 
na resposta. Depois o trio pode for-
mular, em uma folha avulsa, uma res-
posta coletiva para cada questão.
As respostas produzidas podem 
ser compartilhadas no mural. Ao final 
da unidade, o trio de estudantes 
poderá se juntar novamente, rever as 
respostas no mural e se autoavaliar: 
“O que pensávamos no início da uni-
dade? E o que pensamos depois dos 
estudos que fizemos?”. 
43
2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 432APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 43 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
1
CAPÍTULO
DIFERENTES AMBIENTES
NESTE CAPÍTULO, VAMOS EXPLORAR DIFERENTES 
AMBIENTES, COMO FLORESTAS E CIDADES.
• COMO É O LUGAR ONDE VOCÊ VIVE? COLE UMA FOTOGRAFIA OU 
FAÇA UM DESENHO DELE EM UMA FOLHA AVULSA.
• QUAIS SÃO AS DIFERENÇAS ENTRE O LUGAR 
ONDE VOCÊ VIVE E O LUGAR RETRATADO NA 
PINTURA? E QUAIS SÃO AS SEMELHANÇAS?
• EM OUTRA FOLHA AVULSA, COLE UMA 
FOTOGRAFIA OU FAÇA UM DESENHO DE UM LUGAR DIFERENTE 
QUE VOCÊ CONHEÇA.
PARA INICIAR
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PAISAGEM COM TOURO, D( TARSI(A D( AMARA(, 1925 ((((( 
S(BR( T((A, D( 50 C(NTÍM(TR(S × 65,2 C(NTÍM(TR(S).
, D( TARSI(A D( AMARA(, 1925 ((((( 
VOCÊ JÁ 
DESENHOU UM 
AMBIENTE PARECIDO 
COM ESTE?
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12
Visão geral do 
capítulo
Neste capítulo, vamos descrever 
alguns ambientes e enfatizar as dife-
renças entre campo agropecuário, 
floresta e cidade. Também incenti-
varemos a discussão sobre cuidados 
com o ambiente. Durante as ativi-
dades, promova o desenvolvimento 
do respeito pelo ambiente e a 
tomada de atitudes a partir da rea-
lização de campanhas na escola e 
na comunidade. Incentive a reflexão 
sobre como o ser humano modifica 
o ambiente segundo seus interesses 
e suas necessidades.
Avaliação inicial – 
Para iniciar
Na seção Para iniciar, promovemos 
uma avaliação dos conhecimentos 
prévios dos estudantes. É importante 
manter um registro das respostas ini-
ciais, a fim de que este possa ser reto-
mado e revisto no final do capítulo. 
Isso facilita a comparação entre o que 
se sabia e o que se aprendeu, o que 
ajuda os estudantes a se tornarem 
conscientes de suas aprendizagens.
Inicialmente, sugerimos que incen-
tive os estudantes a descrever o 
ambiente em que vivem, perguntando: 
“O lugar é parecido com o campo agro-
pecuário da imagem ou diferente dele? 
Por quê?”. Motive-os a fazer uma des-
crição detalhada do ambiente. 
Depois, na última atividade da 
seção Para iniciar, verifique quais 
ambientes os estudantes ilustram. 
Cuide para que seja representada a 
maior diversidade possível de 
ambientes e promova o compartilha-
mento dos desenhos e das fotogra-
fias. Repare que ainda empregamos 
o termo “lugar” de forma genérica. Ao 
longo da unidade, procure reforçar o 
uso do termo “ambiente”.
Por fim, incentive os estudantes a 
refletir sobre a transformação dos 
ambientes: “O que pode mudar no 
Procure utilizar a seção Para iniciar
para mobilizar e valorizar o que os 
estudantes já sabem. Essa ativação de 
conhecimentos anteriores é o que 
identifica o momento inicial da 
sequência de atividades que será 
desenvolvida no capítulo. 
BNCC Orientações gerais
ambiente com o tempo? O que provoca essas 
mudanças?”; “Como o ser humano pode modifi-
car um ambiente?”; “Como cuidar do ambiente?”; 
“Temos cuidado do ambiente da nossa escola? 
Como?”. Avalie se eles se sensibilizam ao saber 
que um ambiente é malcuidado. Eles reconhe-
cem o que poderia ser feito para não ocorrerem 
situações como essa? No dia a dia, que atitudes 
eles tomam para cuidar dos ambientes em que 
vivem (como o da escola, por exemplo)?
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QUE TAL CONSTRUIRMOS UM 
PEQUENO AMBIENTE ARTIFICIAL?
COMO FAZER
1. CUBRA O FUNDO DO RECIPIENTE 
COM TERRA.
LAVE BEM AS MÃOS APÓS MEXER COM A 
TERRA. SE POSSÍVEL, USE LUVAS PROTETORAS. 
SEMPRE PEÇA A AJUDA DE UM ADULTO PARA 
MANIPULAR OBJETOS CORTANTES.
ATENÇÃO!
ATIVIDADE PRÁTICA
2. RECORTE UM PEDAÇO DE 
PLÁSTICO E ACOMODE-O NA 
TERRA PARA CRIAR UM LAGO. 
COLOQUE UM POUCO DE ÁGUA.
3. FINQUE ALGUMAS FOLHAS 
E PEDAÇOS DE PLANTAS NA 
TERRA, POSICIONANDO-OS 
COMO ACHAR MELHOR.
4. RECORTE IMAGENS DOS 
ANIMAIS QUE VÃO “HABITAR” 
O AMBIENTE E COLOQUE-AS 
DENTRO DO RECIPIENTE.
MATERIAL 
NECESSÁRIO
• ÁGUA
• FOLHAS E PEDAÇOS DE PLANTAS 
• RECIPIENTE PLÁSTICO 
(BACIA OU BANDEJA)
• REVISTAS OU JORNAIS 
• SACO PLÁSTICO
• TERRA
• TESOURA COM PONTAS 
ARREDONDADAS
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FUNDO DO RECIPIENTE SENDO 
COBERTO COM TERRA. 
AMBIENTE ARTIFICIAL FINALIZADO.
ACOMODAÇÃO DE UM PEDAÇO DE 
PLÁSTICO POR CIMA DA TERRA. 
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O QUE VOCÊ 
PRECISA FAZER PARA 
CUIDAR DAS PLANTAS 
DESSE AMBIENTE 
ARTIFICIAL?
Resposta pessoal.
13
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Sugerimos que, inicialmente, você 
organize os estudantes em trios para 
a realização dessa atividade. Solicite 
que os trios façam desenhos para indi-
car o que pretendem representar por 
meio da maquete que farão. Questio-
ne-os: “O ambiente repre sentado será 
parecido com o quê? Uma cidade ou 
um campo agrope cuário?”; “Haverá 
água nesse ambiente?”; “Nesse 
ambiente serão representados muitos 
ou poucos vegetais?”; “Existirão cons-
truções feitas pelo ser humano?”.
Depois, na fase de elaboração da 
maquete em si, auxilie os estudantes 
oferecendo-lhes diferentes materiais 
e ajudando-os a manipulá-los. Caso 
seja possível, solicite a colaboração 
de alguns pais ou responsáveis, que 
poderão ajudar as crianças nos deta-
lhes finais das maquetes.
As maquetes construídas em sala 
de aula não precisam ser “estáticas”. 
Elas podem ser usadas para eviden-
ciar transformações em um ambiente. 
Leia o texto complementar a seguir 
para saber um pouco mais sobre esse 
assunto.
Vale ressaltar que a atividade aqui 
apresentada favorece que os estudan-
tes exercitem procedimentos relacio-
nados aos processos investigativos, 
como: observar o mundo a sua volta 
e fazer perguntas; planejar e realizar 
atividades de campo; desenvolver e 
utilizar ferramentas para coleta, aná-
lise e representação de dados; sele-
cionar e construir argumentos com 
base em evidências.
Aproveite a atividade prática para 
incentivar a discussão sobre o que é 
necessário para manter as plantas da 
montagem em bom estado e, 
também, sobre quais seres vivos 
adentram no “ambiente artificial” para 
ir “visitar” essas plantas. Valorize a 
importância de fatores ambientais, 
como presença de água e exposiçãoà 
luz solar, para a manutenção dos 
vegetais. Com isso você criará 
condições para trabalhar, em parte, as 
habilidades EF02CI05 e EF02CI06
da BNCC.
BNCC Habilidade
500 anos de transformações – 
uma ferramenta para a 
educação ambiental
[...]
Assim como num quebra-cabeça, 
na maquete, há um movimento de reti-
rada de peças [...] e colocação de outras 
[...]. Sendo assim, o produto não funcio-
na de forma estática, o que possibilita ao 
professor criar com maior dinamismo. Um 
ponto forte da maquete é que esta não se 
trata de uma ferramenta didática voltada 
exclusivamente aos professores de uma 
única disciplina [...], professores das di-
versas disciplinas podem inseri-la em seu 
programa de aula. [...]
500 ANOS de transformações – uma ferramenta para 
a educação ambiental. Vale Verde. Disponível em: 
https://tedit.net/I6jKZ7. Acesso em: 4 maio 2021.
Texto complementar
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2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 452APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 45 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
OBSERVANDO AMBIENTES
VOCÊ SABE O QUE PODEMOS 
ENCONTRAR EM DIFERENTES
AMBIENTES?
ALGUMAS PESSOAS MORAM 
NO CAMPO AGROPECUÁRIO. 
NESSE AMBIENTE, PODEMOS 
ENCONTRAR ANIMAIS COMO:
galinha ,    porco ,    vaca E   ovelha .
TAMBÉM HÁ EQUIPAMENTOS E MÁQUINAS AGRÍCOLAS, COMO:
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EM CADA LACUNA DO TEXTO, ESCREVA O NOME DO QUE 
ESTÁ ILUSTRADO.
Suzanne Cascardi/
Arquivo da editora
VAMOS OBSERVAR 
ATENTAMENTE CAMPOS 
AGROPECUÁRIOS, 
FLORESTAS E 
CIDADES. 
AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
enxada ,    rastelo ,    trator E   caminhão .
ALGUMAS PESSOAS MORAM NA FLORESTA. NELA PODEMOS ENCONTRAR, 
POR EXEMPLO, MUITAS árvores , DIFERENTES animais E 
TAMBÉM HABITAÇÕES HUMANAS.
14
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Auxilie os estudantes na leitura do 
texto. É possível que, neste momento, 
eles apresentem dificuldades na leitura 
de textos longos. Você pode propor a 
leitura coletiva, em voz alta ou, ainda, 
escolher um estudante por vez para ler 
cada trecho do texto. Nesse caso, repita 
a leitura até que todos tenham lido pelo 
menos um trecho.
Aqui estimulamos o envolvimento do 
estudante com o texto durante a leitura, 
solicitando que lacunas sejam preenchi-
das. Cabe ao estudante interagir com 
esse texto, atribuindo a ele significado, a 
fim de completar as frases da forma que 
julgar mais adequada. A interação entre 
leitor e texto é um dos alicerces para a 
leitura ativa e estratégica.
PNA e Literacia
Se julgar necessário, faça um 
banco de palavras no quadro de giz 
com os nomes dos seres vivos e dos 
equipamentos que aparecem nessa 
página. Estimule os estudantes a indi-
car oralmente nomes de outros ani-
mais e equipamentos que podem ser 
encontrados no campo agropecuá-
rio, bem como nomes de animais e 
plantas que podem ser encontrados 
em uma floresta.
Sugerimos que estimule os estu-
dantes a escrever textos que sinteti-
zam as ideias que estão sendo formu-
ladas, debatidas e compreendidas. 
Fazendo isso, você possibilitará o 
trabalho com a competência espe-
cífica 6 de Ciências da Natureza.
Fique atento! Esteja atento ao 
fato de que, ao longo deste livro, 
nem sempre há proporção entre 
as ilustrações. Chame também a 
atenção dos estudantes para o uso 
de cores fantasia. Muitas vezes a 
representação de um objeto ou 
ser vivo não corresponde à reali-
dade. Diversas representações em 
Ciências utilizam cores fantasia 
para facilitar a visualização e a 
compreensão do que está sendo 
apresentado.
Impactos ambientais e socioeconômicos no Pantanal
Nas últimas três décadas, o Pantanal vem sofrendo agressões pelo homem, pratica-
das não somente na planície, mas principalmente nos planaltos adjacentes. Atualmen-
te, os impactos ambientais e socioeconômicos no Pantanal são muito evidentes, decor-
rentes da inexistência de um planejamento ambiental que garanta a sustentabilidade 
dos recursos naturais desse importante bioma.
[...] A remoção da vegetação nativa nos planaltos para implementação de lavouras 
e de pastagens, sem considerar a aptidão das terras, e a adoção de práticas de manejo 
Texto complementar
46
2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 462APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 46 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
CASA RIBEIRINHA 
NA FLORESTA 
AMAZÔNICA, NA 
MARGEM DO RIO 
CASSIPORÉ, EM 
OIAPOQUE, 
AMAPÁ, EM 2018.
1. ESCREVA O QUE AS SETAS APONTAM NAS IMAGENS A SEGUIR. 
PARA ISSO, USE O BANCO DE PALAVRAS. 
PLANTAÇÃO ESTRADA RIO CANOA
CONSTRUÇÃO CRIAÇÃO DE ANIMAIS
criação de animais
rio canoa
PAISAGEM RURAL 
COM GADO EM 
ÁREA DE 
PASTAGEM E 
ÁREA DE CULTIVO 
DE SOJA AO 
FUNDO, EM UNAÍ, 
MINAS GERAIS, 
EM 2017.
AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
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construção
15
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 1
Explore as imagens com os estu-
dantes. Nelas, vemos dois ambientes 
diferentes: um campo agropecuário 
e uma casa na floresta. Ajude os estu-
dantes a identificar os sinais da pre-
sença humana nos dois ambientes: 
há construções, plantação, estrada, 
criação de animais e embarcações.
Pode surgir o debate de que em 
áreas de floresta ocupadas pelo ser 
humano às vezes há plantação, gado, 
etc., ou seja, são campos agropecuários 
no meio da floresta. Da mesma forma, 
podem existir campos – áreas rurais – 
próximos das cidades – áreas urbanas. 
Se julgar conveniente, aproveite a 
oportunidade para trabalhar o tema 
“ocupação humana das florestas”.
Caso seja possível incorporar em 
seu planejamento, apresentamos 
uma sugestão de atividade comple-
mentar. Incentive os estudantes a 
fazer o Mural dos ambientes. Cada 
estudante pode trazer imagens de 
diferentes ambientes e apresentá-
-las para os colegas. Podem ser 
representados tanto ambientes 
“grandes” (uma cidade, uma floresta, 
um parque) quanto ambientes 
“pequenos” (um jardim, uma sala de 
aula, um terrário). Depois de todas 
as imagens serem fixadas no mural, 
os estudantes podem criar legendas 
para elas apontando elementos do 
ambiente retratado. Além disso, 
podem também elaborar pequenas 
frases descritivas para as imagens.
Atividade complementar
Visitação
Jardim Botânico
Se possível, agende uma visita ao 
Jardim Botânico de sua cidade ou 
região. Alternativamente, pode ser 
feita uma visita a um parque. Para 
essa visita, oriente os estudantes a 
usar protetor solar e bonés ou cha-
péus. Durante o estudo em campo, 
auxilie-os a explorar ao máximo 
todos os componentes presentes 
nesse ambiente, orientando-os a 
fazer registros por meio de desenhos, 
anotações escritas e fotografias.
Sugestão de...
e conservação de solo, além da destruição de habitats, são fatores que aceleraram os 
processos erosivos nas bordas do Pantanal.
[...] Todo esse conjunto de problemas atuais e potenciais decorrentes da atividade 
humana nos planaltos e na planície demonstra que as ações a serem implementadas 
em uma bacia hidrográfica devem ser alicerçadas em estudos integrados, onde as rela-
ções de causa e efeito necessitam estar bem delineadas e aceitas pela sociedade.
IMPACTOS ambientais e socioeconômicos no Pantanal. Embrapa Pantanal. 
Disponível em: https://tedit.net/i2Rllp. Acesso em: 4 maio 2021.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
3. CONVERSE COM OS COLEGAS E, JUNTOS, FAÇAM UMA LISTA DO QUE 
PODE SER ENCONTRADOEM UM CAMPO AGROPECUÁRIO. 
Animais, como vacas e galinhas; equipamentos e máquinas 
agrícolas, como enxada e trator; plantação; estrada; postes com 
fiação elétrica; árvores; casas; pessoas; etc.
 
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2. OBSERVE COM ATENÇÃO A IMAGEM DO 
AMBIENTE REPRESENTADO A SEGUIR.
Suzanne Cascardi/
Arquivo da editora
DESENHE VOCÊ NO 
CAMPO AGROPECUÁRIO. O 
QUE VOCÊ ESTARIA FAZENDO? 
DEPOIS, TERMINE DE PINTAR 
ESTA PAISAGEM.
CITE PLANTAS 
E ANIMAIS 
ENCONTRADOS 
NESTE LOCAL.
Resposta pessoal.
AS IMAGENS NÃO ESTÃO 
REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
REPRESENTAÇÃO DE UM CAMPO AGROPECUÁRIO.
16
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 2
Sugerimos que, incialmente, você 
explore a imagem com os estudan-
tes. Explique a eles que, nessa ima-
gem, é possível observar um campo 
agropecuário que apresenta sinais 
da presença humana, como a plan-
tação, a criação de animais e o 
maquinário agrícola.
Atividade 3
A fim de favorecer a fluência em 
leitura oral, você pode pedir a alguns 
estudantes que leiam em voz alta 
suas respostas, para que os outros 
verifiquem se os elementos mencio-
nados são os mesmos que estão pre-
sentes em suas listas.
As imagens dessa página e da 
página seguinte mostram um típico 
cenário de campo agropecuário e 
um de cidade. No entanto, nem sem-
pre conseguimos fazer uma distin-
ção tão clara das “fronteiras” entre 
esses ambientes.
Exemplos que ilustram a integra-
ção entre elementos desses ambien-
tes são as hortas urbanas. Leia o texto 
complementar a seguir para mais 
informações sobre esse assunto.
Converse com os estudantes sobre 
exemplos de seres vivos que podem 
ser encontrados em um campo agro-
pecuário e de relações que eles esta-
belecem com o ambiente. Por exem-
plo: a vaca se alimenta do pasto que 
cresce no solo, as galinhas podem 
comer minhocas que encontram ao 
ciscar a terra, as hortaliças dependem 
da luz do Sol e da água absorvida do 
solo para se desenvolverem.
Semear e colher: conheça algumas experiências de hortas urbanas 
no Nordeste brasileiro
[...] Sabendo da necessidade em se intensificar a produção de alimentos no Brasil 
de forma sustentável, valorizando a produção familiar e em esquemas cooperativistas, 
a Rede Solivida, por meio do projeto Semear e Colher, realizou, nos últimos 2 anos, 
diversas experiências com resultados [...] que têm mudado a vida de muitos cidadãos 
brasileiros habitantes das zonas urbanas. [...]
Texto complementar
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Prédios; meios de transporte, como ônibus, carros e bicicletas; 
semáforos; pessoas; ruas pavimentadas; postes com fiação elétrica; etc. 
Também podem ser encontrados árvores e diferentes plantas; e animais, 
como cachorros, gatos, ratos e passarinhos.
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4. OBSERVE COM ATENÇÃO A IMAGEM DO AMBIENTE 
REPRESENTADO A SEGUIR.
¥ COM BASE NA ILUSTRAÇÃO, FAÇA UMA LISTA DO QUE PODE SER 
ENCONTRADO EM UMA CIDADE.
LIVROS
CONTOS DE ANIMAIS. LUÍS DA CÂMARA CASCUDO. SÃO PAULO: 
GLOBAL, 2013. CONTOS BEM-HUMORADOS E CURIOSOS.
O RATO DO CAMPO E O RATO DA CIDADE. RUTH ROCHA. 
SÃO PAULO: SALAMANDRA, 2010. EXPLORA AS DIFERENÇAS 
ENTRE VIVER NO CAMPO E NA CIDADE.
SUGESTÃO
É POSSÍVEL 
ENCONTRAR 
PLANTAS E ANIMAIS 
NESSE LOCAL?
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Resposta pessoal.
REPRESENTAÇÃO DE UMA CIDADE.
AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
17
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 4
Repita a estratégia utilizada na ativi-
dade anterior e escolha alguns es tu-
dantes para ler suas respostas. Estimu-
le-os a pensar em exemplos de seres 
vivos que podem ser encontrados nas 
cidades, como plantas, animais de esti-
mação, ratos, baratas, pombas, etc. 
Explore com os estudantes a relação 
entre esses seres vivos e o ambiente. 
Por exemplo: ratos podem viver em 
tubulações de esgoto, árvores promo-
vem locais mais frescos e sombreados, 
pombas podem fazer ninhos sob o 
telhado de residências, etc.
Nas atividades dessa página e da 
anterior, você encontra um momento 
no qual os estudantes são convidados 
a trabalhar com formas de comunicar 
informações comumente utilizadas em 
Ciências. Incentive-os a praticar a 
escrita de listagens, como uma pri-
meira forma de começar a fazer descri-
ções. Enfatize a importância de comu-
nicar informações de maneira objetiva 
e precisa. Fazendo isso, você possibili-
tará o trabalho com a competência 
específica 6 de Ciências da Natureza
e com a prática de procedimentos rela-
cionados à comunicação que são apli-
cados em processos investigativos, 
tais como: relatar informações de forma 
oral, escrita ou multimodal; apresentar, 
de forma sistemática, dados e resulta-
dos de investigações.
Caso seja possível incorporar em 
seu planejamento, apresentamos uma 
sugestão de atividade complementar. 
1. Você pode pedir aos estudantes que 
façam também uma lista do que 
pode ser encontrado em uma flores-
ta, por exemplo: animais; habitação 
humana; meios de transporte (ca-
noas); árvores; pessoas; rios; etc.
2. Proponha um debate com os estu-
dantes: “O campo agropecuário é 
um ambiente modificado pelo ser 
humano?”.
Espera-se que a maioria argumente 
a favor da ideia de que o campo 
agropecuário é um ambiente modi-
ficado pelo ser humano. Os estu-
dantes podem indicar que nele 
encontram-se modificações como 
construções, criação de seres vivos, 
etc. Verifique se eles identificam 
como sinal de interferência humana 
em um ambiente a ocorrência 
desse tipo de modificação.
Atividade complementar
A primeira horta urbana do Ceará possui 7 500 m² e está localizada no município 
de Juazeiro do Norte [...]. A ideia no início contou com resistência da vizinhança. Aos 
poucos, a iniciativa foi conquistando os moradores do bairro e mesmo quem antes não 
apoiava o projeto agora compra alimentos fresquinhos na horta.
A horta é gerida por 40 famílias que moram nos bairros adjacentes e que por meio 
do projeto conseguem complementar a renda familiar. Os produtos da horta são vendi-
dos a um preço acessível, democratizando o acesso a produtos orgânicos. [...]
SEMEAR e colher: conheça algumas experiências de hortas urbanas no Nordeste brasileiro. Rede Solivida.
Disponível em: https://tedit.net/Tc3ceL. Acesso em: 4 maio 2021.
49
2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 492APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 49 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
FABRÍZIO VIOLINI É 
AMBIENTALISTA E 
TRABALHA NA FUNDAÇÃO 
SOS MATA ATLÂNTICA.
COM A PALAVRA
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MÃOS À OBRA
VOCÊ SABIA QUE É POSSÍVEL AJUDAR 
A CUIDAR DO AMBIENTE? PARA ENTENDER 
COMO FAZER ISSO, CONHEÇA UM POUCO DO 
TRABALHO DE UM AMBIENTALISTA.
CONHEÇA O QUE ELE TEM A DIZER SOBRE CUIDADOS 
COM O AMBIENTE.
Suzanne Cascardi/
Arquivo da editora
VAMOS 
APRENDER COMO 
PODEMOS CUIDAR 
DO AMBIENTE.
VOCÊ PODE EXPLICAR O QUE É AMBIENTE?
EU DEFINO O AMBIENTE COMO TODO O 
ENTORNO. O AMBIENTE É FORMADO 
POR TODOS OS SERES VIVOS E 
ELEMENTOS NÃO VIVOS (COMO A 
TERRA, O AR E A ÁGUA) QUE EXISTEM 
JUNTOS EM VOLTA DE ALGUM LUGAR 
E PELA RELAÇÃO ENTRE ELES. 
COMO O SER HUMANO INTERFERE NOS AMBIENTES?
POR EXEMPLO, QUANDO CULTIVAMOS UMA PLANTAÇÃO EM UMA ÁREA 
DE FLORESTA, PROVOCAMOS MODIFICAÇÕES NESSE AMBIENTE. QUANDO 
LANÇAMOS ESGOTOS SEM TRATAMENTO DIRETAMENTE EM UM RIO, 
POLUÍMOS AS ÁGUAS E MUDAMOS ESSE AMBIENTE.
EXISTEM OUTRAS MANEIRAS DE INTERFERIR 
NOS AMBIENTES?
FELIZMENTE, NÃO É SÓ DE MANEIRA 
NEGATIVA QUE INTERFERIMOS NOS AMBIENTES. 
PODEMOS TAMBÉM CONTRIBUIR PARA A 
PROTEÇÃO E A RECUPERAÇÃO DE ÁREAS NATURAIS.
E COMO AS CRIANÇAS PODEM AJUDAR A PROTEGER OS 
DIVERSOS AMBIENTES?
CUIDANDODO AMBIENTE DE CASA E DA ESCOLA E 
ENVIANDO CARTAS E E-MAILS AOS GOVERNANTES PARA 
DENUNCIAR AGRESSÕES AO AMBIENTE. ESSAS DENÚNCIAS 
TAMBÉM PODEM SER ENVIADAS A ENTIDADES COMO A SOS 
MATA ATLÂNTICA, QUE PROMOVE AÇÕES PARA PROTEGER O 
AMBIENTE.
LEIA O TEXTO EM 
VOZ ALTA COM UM COLEGA. 
UM DE VOCÊS FAZ O PAPEL DE 
ENTREVISTADOR E O OUTRO, 
DE ENTREVISTADO. DEPOIS, 
INVERTAM OS PAPÉIS.
VOCABULÁRIO
ENTORNO: TUDO 
O QUE EXISTE 
AO REDOR, EM 
TORNO DE ALGO.
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18
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Inicialmente, você pode conversar 
com os estudantes sobre a definição 
de “ambiente” apresentada pelo entre-
vistado. Aproveite para aprofundar a 
definição desse termo, chamando a 
atenção para o fato de que tanto seres 
vivos quanto elementos não vivos 
fazem parte do ambiente.
Pergunte também se os estudantes 
acham que o ser humano pode cuidar 
melhor do ambiente onde vive e tam-
bém de outros ambientes. Relembre-
-os do que viram até agora no capítulo 
e comente que um primeiro passo 
está em atitudes simples, como jogar 
o lixo em locais apropriados.
Você pode utilizar a entrevista para 
debater com os estudantes que o 
conhecimento científico está presente 
no dia a dia de diferentes profissionais. 
Esse conhecimento tem um aspecto 
prático e também dinâmico, na medida 
em que está em constante interação 
com o exercício das profissões e a vida 
social. Enfatize essa natureza “não está-
tica” do conhecimento científico. Ao 
fazer isso, você possibilitará o trabalho 
com a competência específica 1 de 
Ciências da Natureza.
Além disso, a entrevista favorece o 
trabalho com o Tema Contemporâ-
neo Transversal Trabalho, perten-
cente à macroárea Economia. Por 
meio de entrevistas, apresentamos 
aos estudantes profissionais de dife-
rentes áreas.
Esse texto é uma boa oportunidade 
para trabalhar com os estudantes o 
gênero textual entrevista, marcado pelo 
diálogo entre o entrevistador e o entre-
vistado. Sugerimos que você use a 
entrevista para trabalhar a oralidade e 
avaliar a fluência de leitura dos estudan-
tes. Proponha uma leitura em dupla, na 
qual um estudante será o entrevistador 
e o outro, o entrevistado. Durante a ati-
vidade, trabalhe o respeito à pontuação 
e à entonação.
PNA e Literacia
Sites
S.O.S. Mata Atlântica. Disponível em: https://tedit.net/6TSM7p.
ONG que promove a conservação da diversidade biológica e cultural da Mata Atlântica por meio 
de projetos de conservação ambiental e monitoramento do bioma, entre outros.
Instituto Socioambiental (ISA). Disponível em: https://tedit.net/XGG3FU.
Organização que busca propor soluções a questões com foco na defesa de bens e direitos sociais 
relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural, aos direitos humanos e dos povos.
Acesso em: 4 maio 2021.
Sugestão de...
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2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 502APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 50 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
1. CONVERSE COM OS COLEGAS SOBRE A ENTREVISTA COM O AMBIENTALISTA. 
DEPOIS, PREENCHA O QUADRO A SEGUIR COM EXEMPLOS DE:
INTERFERÊNCIA HUMANA 
NO AMBIENTE
COMO CUIDAR DO 
AMBIENTE
Alguns exemplos mencionados no texto são:
Plantar em áreas de florestas.
Lançar esgotos em rios.
Proteger e recuperar áreas naturais.
Alguns exemplos mencionados no 
texto são: Contribuir para a proteção e a
recuperação de áreas naturais, cuidar do 
ambiente de casa e da escola, enviar cartas e
1. OS QUADRINHOS DA HISTÓRIA A SEGUIR ESTÃO FORA DE 
ORDEM. NUMERE-OS NA ORDEM CORRETA, DE 1 A 4. 
DEPOIS, CONTE A UM COLEGA OU A UM FAMILIAR O QUE 
OCORREU NA HISTÓRIA EM QUADRINHOS.
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PARA RECOLHER 
O LIXO, DEVEMOS 
USAR LUVAS 
PROTETORAS.
ATENÇÃO!
ASSIM TAMBÉM APRENDO
e-mails aos governantes e entidades para 
denunciar agressões ao ambiente.
AS IMAGENS NÃO ESTÃO 
REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
19
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 1
Na primeira coluna, espera-se que 
os estudantes respondam que o ser 
humano interfere nos ambientes de 
diversas formas, algumas negativas, 
como ao desmatar uma floresta ou 
lançar esgoto sem tratamento nos rios, 
etc., e algumas positivas, como ao pro-
teger e recuperar áreas naturais.
Na segunda coluna, espera-se que 
os estudantes respondam algumas 
atitudes simples, como jogar o lixo 
em local apropriado e cuidar bem do 
ambiente de casa e da escola. Além 
disso, podemos praticar ações como 
enviar cartas e e-mails aos governan-
tes e às instituições que trabalham 
com a preservação da diversidade e 
de áreas naturais, dando opiniões, 
denunciando agressões aos seres 
vivos e ao ambiente, etc.
Atividade 1
Na realização da atividade 1 da 
seção Assim também aprendo, alguns 
estudantes podem apresentar dificul-
dade. Auxilie-os perguntando: “As 
crianças chegaram e viram muita 
sujeira. O que elas fizeram?”. Faça a 
correção de forma coletiva, aprovei-
tando para falar sobre os cuidados que 
devemos ter com o ambiente. Ques-
tione-os: “Será que essa história pode-
ria ter outro fim?”; “O que aconteceria 
se as crianças não tivessem se organi-
zado para recolher o lixo?”. Quando 
terminarem a atividade, peça-lhes que 
escrevam os possíveis diálogos dos 
personagens. Essa atividade favorece 
o desenvolvimento da escrita textual.
Aproveite a oportunidade para incen-
tivar a prática da oralidade e estimular o 
exercício da escrita. Você pode pedir aos 
estudantes que, primeiro, contem como 
preencheriam os quadrinhos com 
balões de fala. Depois, incentive-os a 
escrever os textos de acordo com suas 
ideias sobre o que acontece na história 
em quadrinhos representada. Valorize os 
textos produzidos e estimule que sejam 
compartilhados.
PNA e Literacia
Caso seja possível incorporar em seu planejamento, apresentamos uma sugestão de atividade 
complementar.
Estimule os estudantes a pesquisar e conversar sobre notícias relacionadas a impactos no ambiente: 
poluição das águas, problemas sanitários, etc. Incentive-os a produzir e compartilhar desenhos e 
relatos relacionados ao cuidado com o ambiente. Você pode elaborar, com os estudantes, uma listagem 
de atitudes relacionadas aos cuidados com o ambiente e incluí-la no mural da turma. Além disso, pode 
incentivá-los a desenvolver uma campanha com o tema “Vamos tornar a escola um ambiente ainda 
mais agradável!”.
Atividade complementar
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
2. OBSERVE AS 
IMAGENS A SEGUIR.
¥ AGORA, ELABORE UMA LEGENDA PARA CADA UMA DAS IMAGENS. 
USE OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS.
SER HUMANO AMBIENTE
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Resposta pessoal. Resposta pessoal.
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AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
QUE MODIFICAÇÕES 
O SER HUMANO PODE FAZER 
EM UM AMBIENTE? CONVERSE 
COM OS COLEGAS.
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Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 2
Sugerimos que, durante a observa-
ção das imagens, chame a atenção 
dos estudantes para a ocupação do 
ambiente de floresta pelo ser humano, 
bem como para a transformação 
desse ambiente, pois, com a ocupa-
ção humana, aumenta o número de 
construções e diminui a quantidade 
de áreas verdes.
Converse com os estudantes a fim 
de oferecer mais elementos para a 
composição das legendas. Comente 
que, ao ocupar uma floresta, as pes-
soas promovem modificações no 
ambiente. Por exemplo, derrubam 
árvores no local em que construirão 
moradias, plantações, garimpos, etc. 
Quando várias pessoas fazem isso 
em determinada área, podem surgir 
povoados e pequenas cidades.
As atividadesapresentadas nessa 
página e na próxima possibilitam o 
trabalho com o Tema Contemporâ-
neo Transversal Educação Ambien-
tal, pertencente à macroárea Meio 
Ambiente.
Você pode incentivar os estudantes 
a criar legendas para descrever cada 
imagem. Aproveite para avaliar a expres-
são escrita: “Os textos produzidos des-
crevem de maneira objetiva o que é 
retratado?”; “Há coerência nas frases 
formadas?”; “O vocabulário empregado 
é adequado?”; “Há erros ortográficos 
sistemáticos?”. Estimule os estudantes a 
compartilhar as legendas produzidas e 
convide os que se sentirem à vontade a 
lerem em voz alta para os colegas as 
legendas que escreveram.
PNA e Literacia
Para ampliar o tema, sugerimos a atividade complementar a seguir. Promova um debate com os 
estudantes: “O campo agropecuário é ou não é um ambiente modificado pelo ser humano?”. Ao 
final do debate, argumente a favor da ideia de que o campo agropecuário é um ambiente modificado 
pelo ser humano. Verifique se os estudantes identificam como sinais de modificações humanas em 
um ambiente a ocorrência de construções, de plantações e de criações de animais.
Atividade complementar
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3. OBSERVE ESTAS IMAGENS E SUAS LEGENDAS:
¥ AGORA, TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E RESPONDA ÀS PERGUNTAS.
A) O QUE AS IMAGENS MOSTRAM?
As imagens mostram o mesmo local em diferentes épocas.
B) O QUE MUDOU DE UMA IMAGEM PARA A OUTRA?
A avenida foi pavimentada; diversos prédios foram construídos e árvores derrubadas; 
postes foram instalados; novas árvores foram plantadas; o espaço foi ocupado por outros 
meios de transporte, como carros e bicicletas em vez de carruagens.
4. COMO VOCÊ ACHA QUE SERÁ O AMBIENTE ONDE VOCÊ 
VIVE DAQUI A ALGUNS ANOS, QUANDO VOCÊ SE TORNAR 
IDOSO? EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UM DESENHO DO 
QUE IMAGINOU E O EXPONHA NO MURAL DA TURMA.
Resposta pessoal.
Reprodução/Museu Paulista da USP, São Paulo, SP.
PINTURA DE JULES MARTIN MOSTRANDO A 
AVENIDA PAULISTA, SÃO PAULO, EM 1891 
(PINTURA EM AQUARELA, 
DE 45 CENTÍMETROS 3 66 CENTÍMETROS).
FOTOGRAFIA DA AVENIDA PAULISTA, 
SÃO PAULO, EM 2019.
A B
VOCABULÁRIO
IDOSO: PESSOA 
QUE TEM MUITOS 
ANOS DE VIDA.
eli medeiros/Shutterstock 
AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
21
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 3
Sugerimos que você comente com 
os estudantes que a pintura de Jules 
Martin, feita em aquarela sobre papel, 
retrata a avenida Paulista em São 
Paulo no dia de sua inauguração, que 
ocorreu em 8 de dezembro de 1891.
Se julgar interessante, acesse o link 
indicado na Atividade complementar 
e mostre aos estudantes fotografias 
de grandes cidades no passado e 
atualmente.
Atividade 4
Procure observar quais elementos 
os estudantes imaginam que serão 
mais modificados: mencionam-se 
áreas verdes, construções, veículos, 
quantidade de pessoas, poluição, etc. 
Aproveite a oportunidade para per-
guntar que elementos eles julgam 
que não serão modificados ou que 
sofrerão poucas modificações. Por 
fim, comente com a turma os dese-
nhos feitos.
Sugerimos que explique aos estu-
dantes que, segundo a Lei no 10.741, 
de 1o de outubro de 2003, que prevê 
o Estatuto do Idoso, “idoso” é todo 
indivíduo com 60 anos ou mais.
Caso seja possível incorporar em 
seu planejamento, apresentamos uma 
sugestão de atividade complementar. 
Acesse a matéria 13 grandes cidades 
pelo mundo em imagens, no clássico 
“antes e depois”, disponível em: https://
tedit.net/bevEOH (acesso em: 6 ago. 
2021), e apresente as fotografias aos 
estudantes, propondo uma troca de 
ideias: “O que mostra cada imagem?”; 
“O que mudou de uma imagem para 
a outra?”. Durante a atividade, incen-
tive o debate: “De modo geral, o que 
acontece durante o desenvolvimento 
das grandes cidades?”; “O número de 
construções aumenta ou diminui? E o 
número de áreas verdes?”; “O que mais 
muda com o passar do tempo?”.
Atividade complementar
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
O QUE VOCÊ TEM 
FEITO PARA CUIDAR 
DO ENTORNO DA SUA 
RESIDÊNCIA E DA 
ESCOLA?
UMA BOA IDEIA É 
PLANTAR. PODE SER 
UM OU OUTRO VASINHO, 
UM CANTEIRO DE ERVAS 
OU ATÉ MESMO UM 
JARDIM INTEIRO.
AS PLANTAS SÃO 
IMPORTANTES POR 
MUITOS MOTIVOS. 
CONHEÇA ALGUNS 
DELES EXPLORANDO 
ESTA PÁGINA E A 
PÁGINA SEGUINTE.
DEPOIS, QUE TAL 
PÔR A MÃO NA MASSA? 
COM O PROFESSOR E 
OS COLEGAS, PLANTEM 
ALGUNS VEGETAIS!
AS PLANTAS SERVEM DE 
alimento
PARA VÁRIOS SERES VIVOS.
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CANTEIROS COM FLORES TÊM cores
E cheiros QUE TORNAM 
QUALQUER AMBIENTE MAIS BONITO E AGRADÁVEL.
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Respostas 
pessoais.
Suzanne Cascardi/
Arquivo da editora
A IMPORT�NCIA DAS 
PLANTAS
CERCA DE 
50 CENTÍMETROS
VAMOS PLANTAR? 
AFINAL, AS PLANTAS 
SÃO MUITO 
IMPORTANTES.
AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO. 
CORES FANTASIA.
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Respostas 
pessoais.
Respostas 
pessoais.
Respostas 
COMO NOSSA 
ESCOLA PODERIA 
FICAR SE TIVESSE 
MAIS PLANTAS?
EM QUE 
LUGARES DA MINHA 
CASA EU POSSO 
PLANTAR?
22
Repare que aqui você encontra 
oportunidade para fazer um trabalho 
relacionado à habilidade EF02CI06
da BNCC. Particularmente, aqui é dada 
ênfase às relações entre as plantas e o 
entorno.
BNCC Habilidade
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Sugerimos que, após a leitura do 
mural, você solicite aos estudantes 
que deem mais exemplos da impor-
tância das plantas no ambiente e para 
os seres humanos. Você pode, por 
exemplo, comentar o uso de chás 
com finalidade terapêutica. Além 
deles, há muitos remédios industria-
lizados que apresentam substâncias 
medicinais extraídas das plantas.
Além das informações apresenta-
das no mural dessa página e da 
seguinte, você também pode conver-
sar com os estudantes sobre a impor-
tância das plantas para a qualidade 
da água utilizada no abastecimento 
humano (veja o texto complementar 
a seguir). Esclareça também que uma 
área com plantas que produzem néc-
tar e frutos atrai várias aves, insetos e 
outros animais, que buscam as plan-
tas como fonte de alimento.
Caso julgue necessário, leia com os 
estudantes uma segunda vez o texto 
em voz alta e, a fim de promover a 
fluência leitora, peça a eles que pro-
curem acompanhar a leitura em voz 
alta também. 
Vale ressaltar que a reflexão sobre 
as mudanças ocorridas nas paisagens 
no decorrer do tempo pode não só 
sensibilizar os estudantes para as 
implicações socioambientais, como 
pode motivá-los a atuar visando pro-
mover simultaneamente a preserva-
ção ambiental e a qualidade de vida. 
Com essas reflexões, você poderá 
estimular o desenvolvimento da com-
petência específica 8 de Ciências 
da Natureza.
A importância das matas ciliares
A água é uma substância essencial para nossa sobrevivência e a de todos os seres vivos, e sua produção e manutenção 
está diretamente relacionada à floresta. Por isso precisamos entender melhor o papel das florestas e saber como preservá-las.
A mata ciliar, por exemplo, funciona na natureza como os cílios funcionam para os nossos olhos. 
Tal como nossos cílios, que limpam e lubrificam nossos olhos, além de permitir que se fechem diante de uma luz muito 
forte, ou de uma ameaça qualquer (cisco de poeira, por exemplo); a mata ciliar [...] protege os rios e córregos, impedindo 
que sujeiras sólidas, como terra, restos de inseticidas, herbicidas, fungicidas e adubos cheguem aos rios, às lagoas e aos 
córregos.
[...]
Texto complementar
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2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 542APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 54 10/08/2120:0110/08/21 20:01
1. ANALISE AS SITUAÇÕES APRESENTADAS NO MURAL QUE OCUPA ESTA 
PÁGINA E A ANTERIOR. COMPLETE AS LEGENDAS USANDO OS TERMOS 
DO BANCO DE PALAVRAS A SEGUIR.
SOMBRAS ABRIGO ALIMENTO CORES QUALIDADE NUTRIENTES CHEIROS
FOLHAS E GALHOS QUE CAEM SOBRE O SOLO
AJUDAM A ENRIQUECÊ-LO COM nutrientes
. 
ÁRVORES FORMAM sombras .
ISSO CONTRIBUI PARA AMENIZAR A 
TEMPERATURA NOS CENTROS URBANOS.
EM LUGARES COM MUITAS PLANTAS, 
A UMIDADE E A qualidade
DO AR SÃO MAIORES.
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PLANTAS TAMBÉM PODEM SERVIR DE 
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abrigo . POR EXEMPLO, VÁRIAS 
AVES FAZEM NINHO EM ÁRVORES.
CERCA DE 
10 CENTÍMETROS
CERCA DE 
10 CENTÍMETROS
AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO. 
CORES FANTASIA.
TERMINE DE 
PINTAR A 
CENA.
23
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Com relação à legenda do canto 
inferior esquerdo dessa página, escla-
recemos que as plantas “perdem” água 
para o ambiente por um processo cha-
mado evapotranspiração. Elas absor-
vem água do solo e, através das folhas, 
a “devolvem” ao ambiente. Por causa 
disso, a umidade do ar tende a ser maior 
em áreas com muita vegetação. 
Explique aos estudantes que a 
camada de folhas que caem sobre o 
solo cria um ambiente ideal para mui-
tos insetos, aranhas, tatuzinhos e 
outros animais.
Além disso, a atividade aqui apre-
sentada possibilita o trabalho com o 
Tema Contemporâneo Transversal
Educação Ambiental, pertencente 
à macroárea Meio Ambiente.
As atividades nessa dupla de pági-
nas estimulam o desenvolvimento da 
escrita de legendas pelos estudantes 
do início do 2o ano, ao apresentar-lhes 
uma estrutura pronta de um texto 
curto e objetivo, que deve ser finali-
zado. Ao mesmo tempo que preen-
chem as lacunas e terminam de escre-
ver as legendas, os estudantes têm a 
oportunidade de se familiarizar e de se 
apropriar dessa estrutura textual. Apro-
veite a oportunidade para favorecer o 
desenvolvimento de vocabulário, con-
versando com eles sobre o significado 
dos termos do banco de palavras.
PNA e Literacia
Caso seja possível incorporar em 
seu planejamento, apresentamos uma 
sugestão de atividade complementar.
Se possível, leve os estudantes até 
o jardim da escola ou a uma praça 
próxima da escola para observar as 
plantas e sua relação com os demais 
seres vivos. Observe o que mais 
chama a atenção dos estudantes em 
relação às plantas: cores, formas, pos-
síveis interações com animais, a pai-
sagem que ajudam a compor, etc. 
Lembre-se de que atividades fora da 
escola devem ser comunicadas com 
antecedência aos pais ou responsá-
veis, bem como à direção da escola. 
Oriente os estudantes a usarem pro-
tetor solar, boné ou chapéu e à leva-
rem água para hidratação.
Atividade complementar
Além disso, por ter um ciclo de vida longo (mais de 7 anos) e um sistema radicular 
profundo (até 10 m de profundidade), a floresta captura os nutrientes advindos das 
chuvas e do ar.
Melhor que qualquer outra cultura, as árvores copadas protegem o solo dos impactos 
da chuva, depositam restos [...] (folhas, galhos, frutos e sementes) em sua superfície, pro-
tegendo-o, portanto, dos impactos da chuva. Além disso, reciclam nutrientes e, com isso, 
recuperam solos degradados. Por possuir boa arquitetura para estruturar o solo, o sistema 
radicular das florestas evita, ainda, desmoronamentos ou deslizes de terra nas encostas.
A IMPORTÂNCIA das matas ciliares. Embrapa Meio Ambiente. Disponível em: https://tedit.net/Nc7DSy. 
Acesso em: 4 maio 2021.
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2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 552APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 55 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
24
VAMOS VER DE NOVO
NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE:
• O SER HUMANO PODE MORAR EM DIFERENTES AMBIENTES.
• FLORESTAS, CAMPOS AGROPECUÁRIOS E CIDADES SÃO EXEMPLOS 
DE AMBIENTES.
• CUIDAR DE ÁREAS VERDES É UM EXEMPLO DE INTERFERÊNCIA 
POSITIVA NO AMBIENTE.
Gabriela Emmerich/
Arquivo da editora
AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Nesta seção, apresentamos uma 
síntese das principais proposições 
conceituais trabalhadas no capítulo. 
Além de elencar tais proposições uma 
a uma, apresentamos um mapa con-
ceitual, recurso esquemático que 
facilita a visualização destas proposi-
ções pelos estudantes.
Usando as ideias de J. D. Novak e 
D. B. Gowin (1984), podemos dizer 
que os mapas conceituais se diferen-
ciam de outros tipos de esquema na 
medida em que:
• expõem os conceitos e as propo-
sições fundamentais em uma lin-
guagem simples e concisa;
• mostram as relações entre as ideias 
principais de modo simples e vis-
toso, aproveitando a capacidade 
humana para a representação visual;
• acentuam visualmente tanto as 
relações hierárquicas entre concei-
tos e proposições como as relações 
cruzadas entre grupos de concei-
tos e proposições.
Assim, os mapas conceituais cons-
tituem um bom recurso visual para 
sintetizar os principais conceitos e pro-
posições trabalhados no capítulo.
Avaliando as 
aprendizagens 
Você pode usar os mapas concei-
tuais para avaliar as aprendizagens. 
Uma sugestão é organizar os estu-
dantes em grupos e solicitar que pro-
duzam um mapa conceitual alterna-
tivo ao apresentado aqui. Para isso, 
eles podem manipular os conceitos 
apresentados mudando a hierarquia 
entre eles, alterando as ligações com 
setas, etc. 
Podem, inclusive, acrescentar con-
ceitos que julgam importantes e que 
gostariam de relacionar com os 
demais conceitos apresentados no 
esquema. Você pode apontar concei-
tos específicos e pedir aos estudantes 
que os relacionem; criar uma relação 
correta e uma relação incorreta entre 
conceitos e pedir aos estudantes que 
as comentem; inverter a hierarquia de 
certos conceitos e conversar com os 
estudantes sobre argumentos para 
justificar a modificação feita. 
Durante a troca de ideias com os 
estudantes sobre essas modifica-
ções, procure fazer apontamentos e 
explicações em relação aos mapas 
produzidos, quando julgar que é 
necessária alguma remediação da 
aprendizagem.
Neste capítulo, durante o trabalho com os conceitos e as proposições conceituais explicitadas no 
esquema aqui apresentado, foram oferecidas aos estudantes oportunidades para praticar e desenvol-
ver algumas competências específicas de Ciências da Natureza. Mais especificamente, demos maior 
ênfase às competências 1, 6 e 8. O desenvolvimento das competências específicas 2 e 3, por sua vez, 
é mais frequente e se dá ao longo de todo o capítulo – por exemplo, nos momentos em que são 
desenvolvidas habilidades relacionadas a processos investigativos.
BNCC Competências específicas de Ciências da Natureza
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2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 562APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 56 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
25
1. OBSERVE A MAQUETE DE 
UMA CIDADE QUE AS 
CRIANÇAS ESTÃO 
CONSTRUINDO. COMO 
ELA PODERIA SER 
APERFEIÇOADA? O QUE 
AS CRIANÇAS PODERIAM 
INCLUIR? COMO FARIAM? 
CONVERSE COM OS 
COLEGAS. Resposta pessoal.
¥ VOCÊ CONCORDA COM O QUE DIZ CADA CRIANÇA? ESCREVA SUA 
RESPOSTA E DEPOIS EXPLIQUE.
Espera-se que os estudantes identifiquem que plantações são interferências humanas no 
ambiente, que as plantas são importantes para o ambiente e que o ambiente pode ser grande 
ou pequeno.
3. ESCREVA SUA MENSAGEM 
NO ESPAÇO DESTINADO À 
PROPAGANDA DO PONTO 
DE ÔNIBUS AO LADO.
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Resposta pessoal.
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2. OBSERVE A IMAGEM A SEGUIR. AMBIENTE É 
SEMPRE ALGO MUITO 
GRANDE, COMO UMA 
FLORESTA OU UMACIDADE.
AS PLANTAS 
SÃO IMPORTANTES 
PARA O AMBIENTE.
COM UM CO
LEGA, 
REPRODUZ
A AS 
FALAS DESS
AS 
CRIANÇAS E
M 
VOZ ALTA.
CRIANÇAS CONSTRUINDO UMA MAQUETE.
PLANTAÇÕES 
NÃO SÃO UMA 
INTERFERÊNCIA 
HUMANA NO 
AMBIENTE.
AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
ESPAÇO DESTINADO À 
PROPAGANDA EM PONTO 
DE ÔNIBUS.
Avaliando as 
aprendizagens
Algumas atividades aqui ajudam a 
avaliar a aprendizagem dos estudan-
tes. Para serem respondidas, as ques-
tões propostas demandam diversas 
habilidades, desenvolvidas no decor-
rer deste capítulo. Sugerimos que elas 
sejam feitas individualmente. Depois, 
os estudantes podem ser organizados 
em duplas para comparar as respos-
tas, verificar as divergências e chegar 
a um consenso. Essa é uma poderosa 
estratégia de avaliação, uma vez que 
cada estudante deve expor o que 
aprendeu, possibilitando repensar 
suas ideias e explicitar suas dúvidas.
Atividade 1
Os estudantes podem citar cons-
truções, como pontes, viadutos, semá-
foros, hospitais, comércio; meios de 
transporte, como carros, caminhões, 
motos e bicicletas; além de parques e 
praças e de rios, córregos e lagos.
Atividade 2
Espera-se que os estudantes con-
cordem com a fala sobre a importân-
cia das plantas para o ambiente e 
discordem das demais. Comente que 
as plantas tornam o ambiente mais 
bonito e agradável, servem de ali-
mento e abrigo para muitos seres 
vivos, contribuem para a fertilidade do 
solo e a qualidade do ar, etc. Comple-
mente informando que o ambiente é 
o entorno e pode ser grande – como 
o bairro ou a cidade – ou bem menor 
– como o quarto, a casa, a escola, um 
aquário, etc. Além disso, comente com 
os estudantes que plantações e cons-
truções podem ser consideradas inter-
ferências humanas no ambiente. De 
maneira geral, ao introduzir a planta-
ção de uma ou pouca variedade vege-
tal, o ser humano interfere significati-
vamente em áreas naturais.
Atividade 3
Você pode sugerir aos estudantes 
alguns temas a serem abordados na 
resposta, como: cuidados com o lixo, 
com as áreas verdes, com os manan-
ciais de onde obtemos água para o 
consumo, etc.
Neste capítulo, oferecemos oportunidades para trabalhar com Temas Contemporâneos Transver-
sais como Educação Ambiental e Trabalho, pertencentes às macroáreas Meio Ambiente e Eco-
nomia, respectivamente. Esteja atento que, ao possibilitar o trabalho com Temas Contemporâneos 
Transversais, você pode ampliar o potencial de despertar o interesse das crianças e de contextuali-
zar o que é estudado, de maneira a estimular a relevância de certos temas que podem contribuir 
para o desenvolvimento dos estudantes como cidadãos do mundo.
BNCC Temas Contemporâneos Transversais
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
2
CAPÍTULO
SERES VIVOS SE
DESENVOLVEM
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NESTE CAPÍTULO, VAMOS ESTUDAR ALGUNS SERES 
VIVOS, SUA REPRODUÇÃO E SEU DESENVOLVIMENTO.
• FAÇA DUAS LISTAS NO CADERNO: UMA DO QUE É 
VIVO E OUTRA DO QUE NÃO É VIVO NO AQUÁRIO 
MOSTRADO NA IMAGEM ACIMA.
• EM SUA OPINIÃO, O QUE DIFERENCIA O QUE É VIVO 
DO QUE NÃO TEM VIDA?
• COMO VOCÊ IMAGINA QUE SEJAM UMA MOSCA, UM PÉ DE FEIJÃO 
E UMA SERPENTE AO NASCER? SERIAM DIFERENTES DE QUANDO 
ADULTOS?
PARA INICIAR
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O QUE É 
VIVO NESSE 
AQUÁRIO?
AQUÁRIO COM SERES VIVOS E ELEMENTOS NÃO VIVOS.
26
Visão geral do 
capítulo
Neste capítulo, vamos estudar o 
desenvolvimento de algumas plantas 
e animais (inclusive do ser humano). 
Procure favorecer a concepção de 
que tudo o que é vivo tem o poten-
cial de se desenvolver e se reproduzir. 
Abordaremos também quais são as 
principais partes da estrutura de uma 
planta e quais as condições necessá-
rias para o bom desenvolvimento das 
plantas em geral.
Avaliação inicial – 
Para iniciar
Sugerimos que, inicialmente, incen-
tive os estudantes a refletir sobre a 
imagem apresentada nesta abertura: 
“Conseguimos diferenciar o que é vivo 
do que não é vivo em um ambiente?”. 
Aproveite a oportunidade para avaliar 
o que os estudantes já sabem e que 
argumentos usam para justificar que 
algo é vivo. Entre as características dos 
seres vivos, muitos podem citar o 
movimento. É comum também rela-
cionarem a vida com animais, com os 
quais estão mais familiarizados, mas 
não com plantas.
Para trabalhar os dois primeiros 
itens da seção Para iniciar, proponha 
novos questionamentos: “Os seres 
vivos surgem de onde?”; “O que 
entendemos por desenvolvimento 
de um ser vivo?”; “Como você acha 
que estará o aquário da fotografia 
após algum tempo?”. Provavelmente, 
será possível constatar mudanças nos 
seres vivos presentes no aquário, bem 
como o aparecimento de novos seres 
vivos a partir da reprodução dos pree-
xistentes. Proponha a eles que façam 
esse exercício de imaginação e, se 
possível, peça-lhes que o registrem 
por meio de um desenho.
No terceiro item, avalie o que os 
estudantes já sabem: “Já observa-
Na seção Para Iniciar, você encon-
tra uma oportunidade para resgatar 
o que os estudantes já sabem sobre o 
que será estudado. Procure valorizar 
esse conhecimento inicial que as 
crianças trazem para a sala de aula 
logo no começo do desenvolvimento 
das atividades do capítulo.
BNCC Orientações gerais
ram algum vegetal se desenvolver?”; “O que 
sabem sobre o desenvolvimento dos ani-
mais?”; “Conhecem insetos que, na fase inicial 
do desenvolvimento, possuem o corpo bem 
diferente de quando eram adultos (como bor-
boletas e moscas)?”.
É aconselhável que, de tempos em tempos, 
você peça aos estudantes que revejam o que 
debateram neste momento inicial e então refli-
tam se, depois de terem realizado determinado 
trabalho ou sequência de atividades, responde-
riam da mesma forma ao que foi perguntado 
aqui. Isso possibilita a avaliação da própria 
aprendizagem e a dimensão de sua evolução.
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VAMOS PLANTAR GRÃOS DE FEIJÃO E 
ACOMPANHAR SEU DESENVOLVIMENTO?
COMO FAZER
1. COLOQUE TERRA UMEDECIDA 
EM UM VASO. 
LAVE BEM AS MÃOS APÓS MEXER 
COM A TERRA. SE POSSÍVEL, USE 
LUVAS PROTETORAS.
ATENÇÃO!
ATIVIDADE PRÁTICA
2. PLANTE OS FEIJÕES NA TERRA, 
A CERCA DE 1 CENTÍMETRO DE 
PROFUNDIDADE. 
3. COLOQUE O VASO EM LOCAL 
ILUMINADO. MOLHE A TERRA 
SEMPRE QUE NOTAR QUE ESTÁ 
SECANDO. 
4. OBSERVE O DESENVOLVIMENTO 
DO PÉ DE FEIJÃO DURANTE 
ALGUNS DIAS. FAÇA DESENHOS 
E ANOTAÇÕES NO ESPAÇO 
A SEGUIR.
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TERRA SENDO UMEDECIDA 
COM ÁGUA.
GRÃO DE FEIJÃO SENDO 
COLOCADO NA TERRA. 
LIVRO
JOÃO E O PÉ DE 
FEIJÃO. IRMÃOS GRIMM. 
SÃO PAULO: SCIPIONE, 
2009. (COLEÇÃO 
CONTO ILUSTRADO). 
CONTO DE FADAS 
SOBRE UM MENINO 
QUE PLANTA UM 
ENORME PÉ DE FEIJÃO.
SUGESTÃO
• ÁGUA
• GRÃOS DE FEIJÃO
• TERRA
• VASO OU POTE PLÁSTICO
MATERIAL 
NECESSÁRIO
DESENVOLVIMENTO 
DO PÉ DE FEIJÃO
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COLE UM 
PAPEL NO VASO 
INDICANDO A DATA 
DA SEMEADURA.
Desenho do estudante.
27
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Nessa atividade, levamos os estu-
dantes a observar o desenvolvimento 
do feijoeiro desde a semeadura até o 
aparecimento de folhas, flores e 
vagens. Por isso, os feijões devem ser 
colocados diretamente na terra, e não 
em outros substratos, como um algo-
dão úmido, o que seria adequado 
para observar somente o desenvolvi-
mento inicial do feijoeiro.
Você pode organizar a turma em 
grupos e fornecer aos estudantes gar-
rafas PET transparentes para servirem 
de vaso. Faça furos no fundo das gar-
rafas e, depois, recorte-as com o auxí-
lio de uma tesoura.Somente adultos 
devem realizar esse procedimento.
Peça aos estudantes que façam 
suas observações pelo menos no 3o, 
7o, 12o, 30o dia e, se possível, no 60o
dia. Nos anos iniciais do Ensino Fun-
damental, são mais indicadas obser-
vações qualitativas e evidentes (se o 
pé tem ou não tem folha; se está 
maior ou menor; etc.) –, daí as obser-
vações nesses intervalos de tempo.
Você pode transformar o acompa-
nhamento do desenvolvimento do 
pé de feijão em uma atividade inves-
tigativa. Uma ideia é solicitar aos estu-
dantes que testem hipóteses sobre o 
que influencia o desenvolvimento 
dessas plantas, por exemplo, a quan-
tidade de luz e a de água. Cada um 
desses fatores pode ser testado isola-
damente, em amostras cultivadas em 
sementeiras. Você pode incentivar os 
estudantes a plantar e observar o 
desenvolvimento de diferentes vege-
tais. Uma sugestão é o alpiste, que 
tem crescimento rápido.
A atividade dessa página favorece 
que os estudantes pratiquem e 
desenvolvam procedimentos que são 
aplicados em processos investiga-
tivos. Mais especificamente, aqui eles 
podem praticar ações como: observar 
o mundo a sua volta e fazer pergun-
tas; analisar demandas e planejar 
investigações; planejar e realizar ativi-
dades de campo; desenvolver e utili-
zar ferramentas para coleta de dados; 
selecionar e construir argumentos 
com base em evidências; relatar infor-
mações; apresentar, de forma siste-
mática, dados e resultados.
Você pode usar a atividade de semear e acompanhar o desenvolvimento de uma planta para 
trabalhar as habilidades EF02CI05 e EF02CI06 da BNCC. Para isso, procure incentivar os 
estudantes a identificar e a fazer registros do aspecto das diferentes partes do vegetal com o passar 
do tempo. Incentive também a realização de investigações nas quais se varia a quantidade de água 
e de luz que as plantas em desenvolvimento recebem.
BNCC Habilidade
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
PLANTAS SE DESENVOLVEM
VOCÊ SABIA QUE O GRÃO DE FEIJÃO 
É UMA SEMENTE? DENTRO DELE EXISTE 
O EMBRIÃO DE UM NOVO SER VIVO.
EM CONDIÇÕES ADEQUADAS, OCORRE 
A GERMINAÇÃO DO FEIJÃO. DEPOIS DE 
10 DIAS JÁ É POSSÍVEL IDENTIFICAR:
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FEIJOEIRO 60 
DIAS APÓS O 
PLANTIO.
FEIJOEIRO 10 DIAS 
APÓS O PLANTIO.
GRÃO DE FEIJÃO 
PARTIDO AO MEIO.
EMBRIÃO
FOLHAS
CAULE
RAÍZES
FLORES
VAGEM
FOLHAS
CAULE
RAÍZES
• RAÍZES – ELAS FIXAM A PLANTA NO SOLO, DE ONDE PODEM 
SER CAPTADOS NUTRIENTES E ÁGUA.
• CAULE – ELE AINDA NÃO É MUITO RÍGIDO, MAS JÁ 
SUSTENTA ALGUMAS FOLHAS.
• FOLHAS – SÃO ELAS QUE CAPTAM A MAIOR PARTE DOS RAIOS DE LUZ 
DE QUE A PLANTA PRECISA. 
QUANDO A PLANTA RECEBE ÁGUA, LUZ E NUTRIENTES DE MANEIRA 
ADEQUADA, ELA CONTINUA A SE DESENVOLVER. COM CERCA DE 60 DIAS, 
HÁ MUITAS FOLHAS NO FEIJOEIRO, ALÉM DE:
• FLORES – ELAS ESTÃO RELACIONADAS À 
REPRODUÇÃO DAS PLANTAS.
• VAGENS – ELAS SÃO OS FRUTOS DO FEIJOEIRO. 
DENTRO DELAS SE FORMAM OS GRÃOS DE 
FEIJÃO QUE USAMOS NA ALIMENTAÇÃO. 
SE PLANTARMOS UM GRÃO DE FEIJÃO, 
UMA NOVA PLANTA PODE SE DESENVOLVER. 
É O COMEÇO DE UMA NOVA VIDA!
AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
VAMOS VER 
COMO ALGUMAS 
PLANTAS SE 
DESENVOLVEM COM 
O PASSAR DO 
TEMPO.
Suzanne Cascardi/
Arquivo da editora
28
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Sugerimos que, antes de iniciar a 
leitura do texto, incentive a troca de 
experiências: “Quem já viu um feijão 
se desenvolver?”; “E quem já viu outra 
planta se desenvolver, desde quando 
era uma sementinha?”.
Após a leitura do texto, promova o 
desafio: “Que tal escrevermos um 
texto como esse para contar como é 
o desenvolvimento de outra planta?”. 
Se possível, aproveite as observa-
ções que os estudantes estão fazendo 
na Atividade prática sobre o desenvol-
vimento do pé de feijão durante alguns 
dias e incentive comparações com as 
imagens apresentadas na página.
Um esclarecimento em relação à 
flor e à vagem mostradas na fotogra-
fia: elas variam de acordo com o tipo 
de feijão plantado.
Aqui você encontra uma oportunidade 
para trabalhar a habilidade EF02CI06
da BNCC. Nesta parte do livro, é dada 
ênfase a algumas partes de uma 
planta: o feijoeiro. Apesar de fazer 
parte do cotidiano de muitos 
estudantes comer feijões, muitas 
crianças ainda não conhecem um pé 
de feijão adulto, com vagens. Seria 
interessante plantar feijões com as 
crianças e deixá-los crescer até o 
ponto em que possam ser observadas 
flores e vagens. No final, as crianças 
poderiam até preparar uma refeição 
usando os grãos de feijão que 
obtivessem.
BNCC Habilidade
Você pode fomentar um debate para 
ajudar os estudantes a explorar ainda 
mais a leitura e a interação com o texto: 
“O que aconteceria se o último pará-
grafo do texto se tornasse o primeiro? 
O texto continuaria fazendo sentido?”; 
“Se vocês fossem reposicionar os pará-
grafos, como eles ficariam no texto: qual 
seria o primeiro, qual seria o segundo, 
etc.?”. Incentive com isso a discussão 
sobre a estrutura textual e estimule a 
escrita entre os estudantes.
PNA e Literacia
Sites
Na internet, há diversos filmes e sequências 
de imagens (em inglês) que mostram o desen-
volvimento de feijões. 
Runner Bean hypogeal germination time lapse 
over 24 days. Disponível em: https://tedit.net/xA4YSL.
Bean Time-Lapse – 25 days | Soil cross section. 
Disponível em: https://tedit.net/lMDHSM.
Time Lapse Video Germination of Seed. Dis-
ponível em: https://tedit.net/oGP4P8.
Acesso em: 30 abr. 2021.
Sugestão de...
60
2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 602APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 60 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
1. O QUE EXISTE DENTRO DAS VAGENS DE UM FEIJOEIRO? CONVERSE 
COM OS COLEGAS E RESPONDA A SEGUIR.
Grãos de feijão.
2. LEIA AS ANOTAÇÕES A SEGUIR E MARQUE COM UM X AS QUE SÃO 
CORRETAS.
X
DENTRO DA SEMENTE DO FEIJÃO ENCONTRA-SE O EMBRIÃO. 
EXISTEM FLORES NO PÉ DE FEIJÃO COM 10 DIAS.
OS PÉS DE FEIJÃO COM 60 DIAS AINDA NÃO TÊM VAGENS. 
X
OS GRÃOS DE FEIJÃO SÃO USADOS NA ALIMENTAÇÃO. 
3. AGORA, DESENHE UM PÉ DE FEIJÃO COM 60 DIAS. REPRESENTE E 
INDIQUE COM SETAS AS ESTRUTURAS DESSA PLANTA CITADAS NA 
PÁGINA ANTERIOR.
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Exemplo de desenho do estudante.
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folhas
flor
vagem
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29
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 1
Se possível, leve para a sala de 
aula vagens de diferentes plantas 
(ervilha, soja, fava, tamarindo, ou 
mesmo de plantas não comestíveis, 
como pau-brasil, pata-de-vaca, sibi-
piruna, etc.) e apresente-as aos estu-
dantes. Essas vagens podem ser 
abertas para que eles identifiquem 
as sementes dentro delas.
Atividade 2
Peça aos estudantes que observem 
as imagens exibidas na página 28: no 
pé de feijão de 10 dias ainda não é 
possível ver flores, e o pé de feijão de 
60 dias já apresenta vagem.
Atividade 3
Espera-se que os estudantes dese-
nhem um pé de feijão já desenvolvido, 
com folhas em abundância, algumas 
flores e vagens. Verifique se posiciona-
ram as setas corretamente, de acordo 
com a ilustração de referência.
Áudio
Pesquisa Brasil
Em um episódio do podcast, a pes-
quisadora Rafaela Forzza (Jardim Botâ-
nico do Rio de Janeiro) explica as impli-
cações da descoberta que aponta o 
Brasil como o país com a maior diver-
sidade de plantas do mundo. Dispo-
nível em: https://tedit.net/I5wKX5. 
Acesso em: 4 maio 2021.
Sugestão de...
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Reprodução do Livro do Estudante emtamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
4. OS ESTUDANTES ESTÃO MONTANDO UM MURAL SOBRE A INFLUÊNCIA 
DA LUZ E DA ÁGUA NA VIDA DAS PLANTAS. COMPLETE OS TEXTOS 
NESTA PÁGINA E NA PRÓXIMA. 
Influência da água
O cravo da esquerda foi regado de modo adequado, todos
os dias. Já o cravo da direita não foi mais regado.
Verificamos que a planta que foi regada de maneira adequada 
continuou com as folhas esverdeadas e firmes .
Já a planta que deixou de ser regada foi ficando com as folhas
ressecadas e descoloridas, até que morreu .
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O DIA
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INVESTIGANDO FATORES QUE
30
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 4
Repare que aqui os estudantes pra-
ticam a escrita, ainda que de acordo 
com o estágio de alfabetização em 
que se encontram. Esse procedimento 
é recorrente em vários outros momen-
tos desta coleção e vai ganhando 
complexidade com o desenvolvi-
mento dos anos escolares.
Sugerimos que você incentive os 
estudantes a variar as condições de 
luminosidade e irrigação no desenvol-
vimento dos pés de feijão da Atividade 
prática. A ideia é que analisem os resul-
tados obtidos, discutindo-os com os 
colegas e comparando-os com os apre-
sentados nesta e na próxima página.
Os textos aqui apresentados 
podem ser considerados relatórios. 
Esse tipo de texto é muito caracte-
rístico da atividade científica. Ao 
propiciar a oportunidade de praticar 
a escrita de relatórios, você oferecerá 
aos estudantes a possibilidade de 
colocar em prática procedimentos 
relacionados aos processos inves-
tigativos, como: relatar informações 
de forma oral, escrita ou multimodal; 
apresentar, de forma sistemática, 
dados e resultados de investigações. 
Lembre-se de que possibilitar o 
desenvolvimento de procedimentos 
que são aplicados em investigações 
é um aspecto importante da Educa-
ção em Ciências.
Para aprofundar o assunto, suge-
rimos uma atividade complementar 
caso seja possível incorporá-la no seu 
planejamento.
Você pode organizar a turma em 
grupos de estudantes para realiza-
rem pesquisas sobre o desenvolvi-
mento de diferentes plantas. Além 
disso, eles podem cultivar plantas 
diferentes do pé de feijão. As ima-
gens do desenvolvimento dessas 
diferentes plantas podem ser com-
partilhadas no mural da turma, ofe-
recendo uma visão do desenvolvi-
mento de diferentes vegetais.
Atividade complementar
Aqui damos ênfase à habilidade 
EF02CI05 da BNCC. Você pode 
ampliar as atividades, sugerindo aos 
estudantes que façam testes com 
diferentes vegetais.
BNCC Habilidade
Renove o trabalho com os pés de feij‹o
Para muitos professores, as aulas de Ciências não podem dispensar a atividade 
de semeadura de feijões, usando como base um pedaço de algodão úmido. Tradicio-
nalmente, tem-se por objetivo apenas que as crianças observem o passo a passo da 
germinação. Mas essa atividade, com alguns pequenos “toques”, pode aproximá-las do 
que seria, de fato, fazer ciências em sala de aula. Assim, convide os estudantes a se-
pararem mais de um grão para germinar. Sim, porque os cientistas costumam trabalhar 
não com “uma” semente, mas com uma “amostra” de sementes, para terem uma ideia 
mais exata do processo que observam. Depois de germinados, os pés de feijão devem 
Texto complementar
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5. CONVERSE COM OS COLEGAS: QUE CUIDADOS DEVEMOS TER PARA 
QUE AS PLANTAS SE DESENVOLVAM BEM?
Influência da luz
A planta da esquerda recebeu iluminação adequada durante 
a germinação. Já a planta da direita foi deixada no escuro
durante o início do seu desenvolvimento.
MUDAS DE AGRIÃO 
QUE GERMINARAM 
COM LUZ 
(À ESQUERDA) E 
NO ESCURO 
(À DIREITA).
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As plantas devem receber água, luz e nutrientes em quantidades adequadas.
INFLUENCIAM NA VIDA DAS PLANTAS 
Constatamos que as mudas que receberam iluminação adequada 
ficaram com as folhas esverdeadas e com o caule de aspecto rígido e de tamanho mais curto
.
Também constatamos que as mudas que não receberam luz 
ficaram com as folhas amareladas e com o caule bem comprido, de aspecto frágil e 
de coloração pálida .
31
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 5
Neste caso do agrião, trata-se da 
germinação de sementes com e sem 
luz. Os estudantes talvez estranhem o 
fato de as plantas que não recebem 
luz crescerem mais. Você pode comen-
tar que, apesar de mais compridas, 
essas plantas são mais frágeis. Se a 
condição de pouca luminosidade 
persistir, as plantas não vão sobrevi-
ver. Pode ser que os estudantes 
conheçam broto de feijão (moyashi, 
em japonês) ou broto de alfafa, usa-
dos na alimentação; esses produtos 
são obtidos pela germinação das 
sementes sob baixa luminosidade.
Aqui você encontra mais um mo-
mento na coleção no qual os estudan-
tes são convidados a trabalhar com 
formas de comunicar informações 
comumente utilizadas em Ciências. 
Incentive os estudantes a praticar a 
escrita de relatórios e a confecção de 
esquemas, fichas, tabelas e gráficos. 
Enfatize a importância de comunicar 
informações de maneira objetiva e 
precisa. Fazendo isso, você possibilitará 
o trabalho com a competência espe-
cífica 6 de Ciências da Natureza.
Neste momento, os estudantes pra-
ticam a escrita de relatórios. Essa é uma 
boa oportunidade para desenvolverem 
um pouco mais o vocabulário e exerci-
tarem a produção textual. Sugerimos 
que analise com os estudantes os 
modelos de relatório apresentados, 
criando condições para que se apro-
priem desse gênero textual. 
PNA e Literacia
ser transferidos para vasos com terra ou jardineiras, para poderem completar o desenvolvimento posterior à germinação. 
Os estudantes devem ajudar nessa tarefa importante, pois ela demonstra uma ação comum entre os cientistas: eles podem 
alterar as condições em que fazem uma investigação, na medida em que esta avança, para continuar realizando as observa-
ções. Em seguida, convide as crianças a fazer observações periódicas do processo de desenvolvimento do feijão ao longo de 
vários dias. [...] Por fim, incentive as crianças a fazer desenhos daquilo que observam. Em outras palavras, esses desenhos 
funcionarão, na verdade, como registros – um típico procedimento científico. [...] Diga, por exemplo: “Imagine alguém de 
sua casa. Essa pessoa não está aqui vendo o que observamos, nem passou perto dos nossos feijões. Você precisa, então, 
produzir um bom registro, a ponto de ela conseguir ter uma boa ideia do que você observa”.
NIGRO, R. G. Ci•ncias – Soluções para dez desafios do professor. São Paulo: Ática, 2011.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
VOCÊ TAMBÉM SE DESENVOLVE
COMO VOCÊ ERA DOIS ANOS ATRÁS? MUITO 
DIFERENTE DE HOJE? OBSERVE COMO MARCELA 
ERA EM DOIS MOMENTOS DE SUA VIDA.
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MARCELA AOS 5 ANOS. MARCELA AOS 7 ANOS.
AS FOTOGRAFIAS MOSTRAM MARCELA NO DIA 
DE SEU ANIVERSÁRIO DE 5 E DE 7 ANOS.
COM 5 ANOS, ELA TINHA 115 CENTÍMETROS DE ALTURA E CALÇAVA 29.
ALÉM DISSO, TINHA 20 QUILOGRAMAS DE MASSA E GOSTAVA MUITO DE 
BRINCAR DE ESCONDE-ESCONDE.
HOJE MARCELA TEM 7 ANOS. ELA TEM 125 CENTÍMETROS DE ALTURA, 
27 QUILOGRAMAS E CALÇA 32. ATUALMENTE, ELA GOSTA MUITO DE 
BRINCAR DE PULAR CORDA.
MARCELA ESTÁ MUDANDO À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA. ELA ESTÁ 
SE DESENVOLVENDO. ISSO ACONTECE COM DIFERENTES SERES VIVOS.
1. PREENCHA O QUADRO A SEGUIR COM AS INFORMAÇÕES DO TEXTO:
MARCELA 5 ANOS 7 ANOS
ALTURA 115 centímetros 125 centímetros
MASSA 20 quilogramas 27 quilogramas
NÚMERO DO CALÇADO 29 32
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VAMOS 
ESTUDAR O 
DESENVOLVIMENTO 
E A REPRODUÇÃO 
DE ALGUNS SERES 
VIVOS.
AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
32
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Você também pode favorecer o 
trabalho com numeracia pergun-
tando aos estudantes sobre os 
números apresentados. Verifique se 
eles conseguem sequenciá-los em 
ordem crescente e relacionar o 
“aumento” nos números com a pas-
sagem dos anos. 
O termo “quilo“ é uma redução de 
“quilograma”, de uso bastante comum. 
Neste momento, optamos por usar o 
termo mais familiar para o estudante.
As informações sobre altura e peso 
apresentadas no texto do Livro do 
Estudante são coerentes com dados 
médios recomendados pela Organi-
zação Mundial da Saúde (OMS), 
obtidos em https://tedit.net/0i8gnE 
(acesso em: 4 maio 2021).
Atividade 1
Nesta etapa de ensino, não é espe-
rado que o estudante saiba a dife-
rença entre “peso” e “massa”. No 
entanto, encorajamos o uso do termo 
correto (massa) desde os anos iniciais 
para evitar a construção de concep-
ções erradas.
Nessa atividade, propomos aos 
estudantes que construam quadros 
comparativos. Isso representa uma 
oportunidade para a execução de 
procedimentos que podem ser apli-
cados em processos investigativos, 
como: relatar informações; apresentar 
de forma sistemática, dados e resul-
tados; aprimorar seus saberes e incor-
porar o conhecimento científico.
Você pode utilizar esse texto para 
propor uma atividade que estimule os 
estudantes a começarem a desenvolver 
uma postura ativa durante a leitura. Con-
vide-os a fazerem uma leitura rápida do 
texto e manifestarem suas hipóteses 
sobre o que o texto trata. Em seguida, 
faça com eles uma leitura dos dois pri-
meiros parágrafos e pergunte: “Até aqui 
suas hipóteses se confirmam ou não?”. 
Então, peça aos estudantes que leiam o 
texto até o final e pergunte: “Afinal, do 
que trata o texto? Era isso que você espe-
rava quando começou a lê-lo?”.
PNA e Literacia
Estatuto da Criança e do Adolescente
[...] No capítulo I do Estatuto, o Direito à Vida e o Direito à Saúde são enfatizados, 
fica especificado que uma mulher grávida deve receber do Estado atendimento médico e 
dentário, além de apoio alimentar. Além disso, deverá ter condições adequadas para po-
der amamentar. O bebê deverá receber atendimento de médico pediatra, receber socorro 
médico emergencial, quando necessário, e tratamento com vacinas.
O Direito à Liberdade vem disposto no Capítulo II do Estatuto, tanto a criança 
quanto o adolescente têm o Direito de Ir e Vir. Para fazer viagens sem a presença dos 
pais devem ter autorização do respectivo Juizado. Quanto à religião, a criança e o 
Texto complementar
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2. OS SERES HUMANOS MUDAM À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA. 
NUMERE AS FOTOGRAFIAS A SEGUIR EM UMA SEQUÊNCIA QUE 
INDIQUE A ORDEM DE DESENVOLVIMENTO DO SER HUMANO.
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3. CONVERSE COM SEUS FAMILIARES OU RESPONSÁVEIS E RESPONDA: 
• QUAL ERA O SEU TAMANHO AO NASCER? 
• QUANTOS QUILOGRAMAS VOCÊ TINHA AO NASCER? 
• COM QUE IDADE VOCÊ COMEÇOU A ANDAR? 
• COM QUE IDADE VOCÊ COMEÇOU A FALAR? 
Respostas pessoais.
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AS IMAGENS NÃO ESTÃO 
REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.
33
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 2
Aproveite a atividade para estimu-
lar a oralidade e incentivar o compar-
tilhamento de ideias e vivências entre 
os estudantes. Você pode perguntar: 
“Quem se lembra de algo de quando 
era bebê?”; “Existe alguma coisa inte-
ressante que aconteceu quando você 
era mais novo, de que seus pais sem-
pre se recordam e lhe contam?”.
Atividade 3
Sugerimos que esteja atento para 
os casos de estudantes que sejam 
adotados ou órfãos, pois eles podem 
ter dificuldade em obter as informa-
ções solicitadas na atividade. Para os 
casos em que a informação seja des-
conhecida, você pode especular uma 
provável resposta com eles.
Procure estimular os estudantes a 
utilizar as informações apresentadas 
para expressar suas opiniões e refletir 
sobre temas como o cuidado com o 
corpo, a formação de hábitos promo-
tores de saúde, o respeito à diversi-
dade física e cultural e a importância 
da adoção de um estilo de vida sau-
dável na sociedade moderna. Dessa 
maneira, você possibilitará o trabalho 
com a competência específica 7 de 
Ciências da Natureza.
Caso seja possível incorporar em 
seu planejamento, apresentamos uma 
sugestão de atividade complementar.
Oriente os estudantes a levarem 
para a sala de aula fotografias de dife-
rentes fases da vida deles (recém-nas-
cido, bebê, com 1 ano, etc.). Desen-
volva com eles uma linha do tempo, 
colocando as fotografias em ordem 
cronológica. Pergunte-os sobre as 
mudanças que ocorreram com eles 
ao longo do tempo. Para finalizar essa 
atividade, uma sugestão é tirar uma 
fotografia da turma e entregá-la 
como recordação.
Atividade complementar
Aproveite as atividades de análise do 
desenvolvimento humano para favore-
cer o trabalho com os Temas Contem-
porâneos Transversais Educação 
Alimentar e Nutricional e Saúde, 
pertencentes à macroárea Saúde.
adolescente têm o direito de fazer a escolha. Além disso, têm direito a brincar, fazer 
esportes e se divertir. Cabe ao adolescente o direito ao voto.
Nos outros capítulos do Estatuto da Criança e do Adolescente, destacamos algumas 
partes que consideramos importantes como: direito à proteção a tratamento desumano 
e violento, liberdade de expressão, ser criado e educado pela família, receber educação 
em escola pública perto de casa, ser respeitado nos seus valores culturais e artísticos.
Para os deficientes, cabe um artigo onde é destacado que devem receber tratamento 
médico e educacional especiais, a fim de suprir suas necessidades e suas dificuldades.
[...]
BARROS, J. Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasil Escola. 
Disponível em: https://tedit.net/RQAXDt. Acesso em: 4 maio 2021.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
4. ESCREVA UMA LEGENDA PARA CADA IMAGEM A SEGUIR DESCREVENDO 
OS SERES VIVOS QUE APARECEM. USE OS TERMOS DO BANCO DE 
PALAVRAS PARA EXPLICAR EM QUE FASE DA VIDA ESTÃO.
FILHOTE ADULTO
Respostas pessoais.
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CERCA DE 65 
CENTÍMETROS
CERCA DE 
3 CENTÍMETROS
CERCA DE 
3 CENTÍMETROS
CERCA DE 
25 CENTÍMETROS
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LEIA EM 
VOZ ALTA AS SUAS 
LEGENDAS PARA 
UM COLEGA.
CITE O TAMANHO, 
A COLORAÇÃO E O 
FORMATO DO CORPO 
DO SER VIVO.
34
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 4
Inicialmente, sugerimos que con-
verse com os estudantes: “O que escre-
veremos na legenda para a foto das 
lagartas: elas são adultas ou filhotes?”. 
Avalie quais estudantes conhecem o 
ciclo de vida de insetos holometábo-
los (como borboletas, besouros, mos-
cas, abelhas, etc.). Deixe que os estu-
dantes expliquem o que sabem: de 
ovos nascem larvas (as lagartas, no 
caso das borboletas e mariposas), as 
quais se desenvolvem, formam pupas, 
passam por metamorfose e, final-
mente, se tornam adultas.
Depois, aproveite a oportunidade 
para explicar aos estudantes que há 
espécies de seres vivos nas quais os 
adultos alimentam os filhotes e cui-
dam deles. No caso dos mamíferos, o 
alimento é o leite produzido pela 
própriamãe. Já em outras espécies 
de seres vivos não há o cuidado 
parental. Os filhotes ficam por própria 
conta e risco desde o nascimento.
Nessa atividade, você encontra 
mais um momento no qual os estu-
dantes são convidados a trabalhar 
com formas de comunicar informa-
ções comumente utilizadas em Ciên-
cias. Incentive-os a praticar a escrita 
de legendas descritivas e a produzir 
fichas de descrição. Enfatize a impor-
tância de comunicar informações de 
maneira objetiva e precisa. Fazendo 
isso, você possibilitará o trabalho 
com a competência específica 6 de 
Ciências da Natureza.
Repare que aqui você encontra uma 
oportunidade para trabalhar a 
habilidade EF02CI04 da BNCC. 
Procure dar ênfase à identificação de 
características que nos ajudam a 
determinar se um ser vivo é adulto ou 
filhote, bem como à explicitação do 
ambiente em que é mais comum 
encontrarmos determinado ser vivo.
BNCC Habilidade
Você pode incentivar os estudantes 
a criarem legendas para descrever cada 
imagem. Aproveite para avaliar a 
expressão escrita: “Os textos produzidos 
descrevem de maneira objetiva o que 
é retratado?”; “Há coerência nas frases 
formadas?”; “O vocabulário empregado 
é adequado?”; “Há erros ortográficos 
sistemáticos?”.
PNA e Literacia
Áudio
Alô, Ciência?
Em um episódio do podcast, a pesquisa-
dora Louise Alissa explica e compara o desen-
volvimento de diferentes animais. Disponível 
em: https://tedit.net/7HPPZk. Acesso em: 
4 maio 2021.
Sugestão de...
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5. AS CARTAS A SEGUIR, DO BARALHO ADULTOS E FILHOTES, 
ESCONDEM ALGUNS SERES VIVOS. 
A) LIGUE OS PONTOS PARA DESCOBRIR O CONTORNO 
DESSES SERES VIVOS.
B) INDIQUE O NOME DE CADA SER VIVO.
C) CONVERSE COM OS COLEGAS E PREENCHA, EM CADA 
CARTA, O CAMPO “ONDE PODE SER ENCONTRADO”.
NOME: 
mico (ou macaco)
ONDE PODE SER ENCONTRADO: florestas 
.e bosques
NOME: peixe
ONDE PODE SER ENCONTRADO: 
rios, lagos
. e mares; também é criado em aquários
NOME: 
minhoca
ONDE PODE SER ENCONTRADO: terra
.
NOME: formiga
ONDE PODE SER ENCONTRADO:
terra, 
.troncos de árvore
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AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
TERMINE AS 
CARTAS 
COLORINDO OS 
SERES VIVOS COM 
CORES DIVERSAS.
35
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Você pode estimular a troca de 
ideias entre os estudantes: “Por que 
é importante conhecer como acon-
tece o desenvolvimento de diferen-
tes seres vivos?”. Enfatize que saber 
como se dá o desenvolvimento de 
diferentes plantas e animais é impor-
tante para fazer plantações de dife-
rentes vegetais e criações de diferen-
tes animais.
Vale ressaltar que as fichas de des-
crição são um tipo de texto muito 
característico da atividade científica. 
Ao oferecer a oportunidade de pra-
ticar a escrita dessas fichas, você ofe-
recerá aos estudantes a possibilidade 
de colocarem em prática procedi-
mentos relacionados à comunicação 
que são aplicados em processos 
investigativos, como: relatar infor-
mações de forma oral, escrita ou 
multimodal; apresentar, de forma 
sistemática, dados e resultados de 
investigações. Lembre-se de que 
possibilitar o desenvolvimento de 
procedimentos aplicados em inves-
tigações é um aspecto importante 
da Educação em Ciências.
Fichas de descrição, como as apre-
sentadas aqui, podem ser vistas como 
um passo inicial no desenvolvimento 
das habilidades dos estudantes para 
escreverem textos descritivos. Se julgar 
conveniente, incentive-os a transforma-
rem as fichas de descrição que fizeram 
em textos contínuos. Para isso, eles 
poderão apresentar cada informação 
em uma frase separada, estruturada 
com sujeito, verbo e predicado.
PNA e Literacia
Para aprofundar o tema, sugerimos uma atividade complementar. Convide os estudantes a faze-
rem pesquisas sobre o desenvolvimento de diferentes animais. Eles podem expor os resultados de 
suas pesquisas em uma roda de conversa e compartilhá-los no mural da turma. Você pode incenti-
var os estudantes a fazerem sínteses dessas pesquisas no formato de fichas. 
Ao final, os estudantes podem ser desafiados a localizar as informações obtidas nas pesquisas para 
responder a algumas questões (por exemplo: “Como são chamados os filhotes de rãs?”; “Como as 
serpentes se reproduzem?”; “Onde ficam os filhotes de gambá assim que nascem?”, etc.).
Atividade complementar
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
36
VAMOS VER DE NOVO
NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE:
• OS SERES VIVOS SE DESENVOLVEM E PODEM SE REPRODUZIR.
• ANIMAIS E PLANTAS SÃO EXEMPLOS DE SERES VIVOS.
• SEMENTE, RAIZ, CAULE, FOLHAS, FLORES E FRUTOS SÃO ESTRUTURAS 
DE PLANTAS.
• ÁGUA E LUZ, ENTRE OUTROS FATORES, SÃO IMPORTANTES PARA O 
DESENVOLVIMENTO DAS PLANTAS.
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Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Nessa seção, após detalharmos as 
ideias mais inclusivas estudadas no 
capítulo, apresentamos um resumo 
visual das proposições conceituais 
trabalhadas na forma de um mapa 
conceitual ilustrado. Ajude os estu-
dantes na leitura desse esquema, 
identificando os conceitos mais 
inclusivos (na parte superior) e os 
conceitos subordinados.
Você pode pedir aos estudantes 
que aproveitem esse momento para 
fazer uma breve revisão do que estu-
daram. Usando o mapa conceitual 
como referência, eles podem rever o 
capítulo, página a página, procurando 
identificar e assinalar o momento em 
que cada conceito foi apresentado. As 
páginas em que cada conceito foi iden-
tificado podem ser listadas no caderno, 
ao lado de uma reprodução do mapa 
conceitual aqui apresentado.
Ao folhearem e reverem o capí-
tulo dessa maneira, os estudantes 
podem conversar em duplas e tentar 
eleger uma imagem que viram e que 
pode ser usada para representar 
visualmente o conceito que está 
escrito no mapa. Uma opção é fazer, 
em uma folha avulsa, um mapa con-
ceitual ilustrado, reproduzindo com 
desenhos as imagens que conside-
raram significativas.
Avaliando as 
aprendizagens 
Você pode utilizar mapas concei-
tuais para avaliar e remediar apren-
dizagens. Uma sugestão é pedir aos 
estudantes que façam mapas con-
ceituais reduzidos, utilizando grupos 
de alguns conceitos bem definidos. 
Solicite que os estudantes se organi-
zem em trios e comparem os mapas 
conceituais produzidos. O momento 
no qual os estudantes justificam as 
relações entre conceitos que fizeram 
e as comparam com aquelas feitas 
por colegas pode estimular a meta-
cognição, favorecendo a avaliação e, 
simultaneamente, a regulação das 
aprendizagens.
Neste capítulo, durante o trabalho com os conceitos e as proposições conceituais explicitadas no 
esquema aqui apresentado, foram oferecidas aos estudantes oportunidades para praticar e desenvol-
ver algumas competências específicas de Ciências da Natureza. Mais especificamente, demos maior 
ênfase às competências 6 e 7. O desenvolvimento das competências específicas 2 e 3, por sua vez, é 
mais frequente e se dá ao longo de todo o capítulo – por exemplo, nos momentos em que são desen-
volvidas habilidades relacionadas a processos investigativos.
BNCC Competências específicas de Ciências da Natureza
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AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.CORES FANTASIA.
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1. O QUE É O DESENVOLVIMENTO DE UM SER VIVO? PERGUNTE A SEUS 
FAMILIARES ACONTECIMENTOS MARCANTES DO SEU DESENVOLVIMENTO.
Desenvolvimento pode ser entendido como o conjunto de transformações que 
ocorrem em um ser vivo à medida que o tempo passa. 
2. VOCÊ CONCORDA COM A FALA 
DO MENINO AO LADO? 
CONVERSE COM OS COLEGAS 
E EXPLIQUE SUA RESPOSTA.
3. COMPLETE A CRUZADINHA COM 
TERMOS QUE APARECEM NO CAPÍTULO.
A) COM CERCA DE 60 DIAS, ESSE SER VIVO JÁ PRODUZ PEQUENAS 
FLORES.
B) SÃO SERES VIVOS QUE PODEM SER PLANTADOS PELO SER HUMANO. 
C) ESTRUTURA QUE MANTÉM A PLANTA PRESA AO SOLO.
D) UM ANIMAL, QUANDO ACABA DE NASCER.
E) ESTÁ RELACIONADA À REPRODUÇÃO DE ALGUMAS PLANTAS.
F) É UM FATOR IMPORTANTE PARA O DESENVOLVIMENTO DAS PLANTAS.
Resposta pessoal.
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QUANDO 
COMEMOS FEIJÃO, 
ESTAMOS COMENDO 
AS SEMENTES DE UM 
SER VIVO.
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Avaliando as 
aprendizagens
Aqui são apresentadas questões 
que contribuem para avaliar a apren-
dizagem do conteúdo do capítulo. Ao 
respondê-las, os estudantes devem 
explicitar seu entendimento pessoal 
dos conceitos, comparar e contrastar 
situações e hipóteses e empregar 
procedimentos e habilidades cogni-
tivas específicos (como observação, 
análise, síntese, argumentação, etc.).
Depois de os estudantes formula-
rem respostas individuais a essas 
questões, é interessante organizá-los 
em duplas para que compartilhem as 
respostas dadas e reflitam sobre as 
diferenças entre elas e sobre a indivi-
dualidade de cada um. Afinal, diversas 
questões aqui apresentadas possibili-
tam aos estudantes dar respostas que, 
embora possam ser consideradas 
corretas, são muito distintas entre si.
Atividade 1
Aproveite a oportunidade para 
retomar com os estudantes as discus-
sões que ocorreram no início deste 
capítulo, sobre o que diferencia o que 
é vivo daquilo que não tem vida. Des-
tacamos que, ao longo deste capí-
tulo, exploramos o desenvolvimento 
como o principal fator de diferencia-
ção. Confira também se os estudantes 
indicam que o desenvolvimento 
ocorre nos seres humanos e que é 
marcado por várias transformações 
(verifique quais dessas transforma-
ções eles citam que já ocorreram com 
eles e o que pensam sobre elas).
Atividade 2
Espera-se que os estudantes con-
cordem com a afirmação da criança, 
já que o pé de feijão é um vegetal (e, 
portanto, um ser vivo) cujas sementes 
são os feijões.
Neste capítulo, foram oferecidas oportunidades para trabalhar com os Temas Contemporâneos 
Transversais Educação Alimentar e Nutricional e Saúde, pertencentes à macroárea Saúde. Procure 
retomar esses temas ao final do capítulo, renovando o interesse nos assuntos estudados e incentivando 
a explicitação de relações entre o que estudamos e o dia a dia.
BNCC Temas Contemporâneos Transversais
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
SABERESTECENDO
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1. LEIA O TEXTO EM VOZ ALTA PARA UM FAMILIAR. DEPOIS, OBSERVE 
COM ATENÇÃO A ILUSTRAÇÃO.
2. ESCREVA ALGUMAS PALAVRAS QUE EXPRESSAM O QUE VOCÊ SENTIU 
AO LER ESSE TEXTO.
Resposta pessoal.
3. CONTORNE NO TEXTO: EM VERMELHO AS PALAVRAS QUE SE 
REFEREM A ALIMENTOS; EM AZUL AS PALAVRAS QUE SE REFEREM A 
SENTIMENTOS; EM LARANJA AS PALAVRAS QUE SE REFEREM A SONS; 
E EM PRETO O NOME DOS SERES VIVOS CITADOS.
FAZENDA
FAZENDA É UMA PALAVRA VERDE,
TEM DOCE COM GOSTO DE FRUTA
E, TAMBÉM, TORRESMO, 
LEITE, RAPADURA E SAUDADE.
A PALAVRA FAZENDA TEM CHEIRO
DE FLORES, HORTELÃ, EUCALIPTO,
CAPIM-GORDURA E CURRAL.
TEM BARRO, TEM BERROS, LATIDOS,
MUGIDOS, GRITOS, MODAS DE VIOLA
E CANTO DE GALO E DE PÁSSAROS.
A PALAVRA FAZENDA DEIXA HISTÓRIAS,
CALOS NAS MÃOS E CARÍCIAS NA TERRA.
ELIAS JOSÉ E ELISABETH TEIXEIRA. PEQUENO 
DICIONÁRIO POÉTICO-HUMORÍSTICO 
ILUSTRADO. SÃO PAULO: PAULINAS, 2015.
Respostas no quadro da página seguinte.
38
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Na seção Tecendo saberes, a partir 
de um tema trabalhado na unidade, 
apresentamos propostas de ativi dades 
relacionadas a diferentes componen-
tes curriculares. Isso está de acordo 
com a percepção de que é importante 
integrar diferentes áreas de conheci-
mento no tratamento da informação, 
pois o tratamento integrado fortalece 
o ensino de vários componentes cur-
riculares simultaneamente.
Aqui a integração ocorre na 
medida em que as diferentes áreas de 
 conhecimento colaboram para a tes-
situra de uma trama que acolhe o 
tema em questão. Trata-se de uma 
tentativa de cruzar a fronteira entre 
os componentes curriculares, os quais 
simultaneamente contribuem para 
que se possa lançar diferentes olhares 
sobre um tema centralizador.
Tal integração pode fomentar a 
transferência de habilidades entre 
diferentes situações que se interco-
nectam. Pode, ainda, evitar que se 
estabeleçam barreiras muito rígidas 
entre os componentes curriculares, 
prevenindo, assim, que os estudantes 
falhem ou se sintam incapazes de 
estabelecer conexões entre os com-
ponentes. Enfim, representa uma 
tentativa de tornar a educação curri-
cular mais relevante e significativa 
para os estudantes.
Atividade 1
Você pode sugerir para os estu-
dantes que repassem o conteúdo do 
texto para seus familiares, exerci-
tando, assim, a atividade de reconto. 
Em sala de aula, procure esclarecer as 
dúvidas de vocabulário. Durante a 
leitura do texto em conjunto com os 
estudantes, vocês também podem 
preencher no quadro duas listagens: 
uma de seres vivos, outra de coisas 
não vivas mencionadas no texto.
Atividade 3
Alimentos: doce, fruta, torresmo, 
leite, rapadura, hortelã. Sentimento: 
saudade. Sons: berros, latidos, mugi-
dos, gritos, modas de viola, canto. 
Seres vivos: hortelã, eucalipto, capim-
-gordura, galo, pássaros. Os estudan-
tes ainda podem indicar que fruta e 
flores são partes de seres vivos.
Nesta unidade você encontrou oportunidades para trabalhar com Temas Contemporâneos Trans-
versais, como apregoa a BNCC. Mais especificamente, os temas Trabalho, Saúde, Educação Ali-
mentar e Nutricional e Educação Ambiental, pertencentes às macroáreas Economia, Saúde e 
Meio Ambiente, respectivamente, foram contemplados. Esteja atento ao fato de que, ao procurar 
dar mais espaço para o trabalho com Temas Contemporâneos Transversais, você potencializa a 
aprendizagem não só de conhecimentos tradicionalmente abordados na escola, mas também 
estimula a criação de relações entre esses conhecimentos e o dia a dia.
BNCC Temas Contemporâneos Transversais
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4. COM BASE NA LEITURA DO TEXTO DA PÁGINA ANTERIOR, COMPLETE 
O QUADRO A SEGUIR.
PALAVRAS 
QUE SE 
REFEREM A
PALAVRAS ENCONTRADAS
NÚMERO DE 
PALAVRAS 
ENCONTRADAS
ALIMENTOS doce, fruta, torresmo, leite, rapadura, hortelã 6
SENTIMENTOS saudade 1
SONS berros, latidos, mugidos, gritos, modas de viola, canto 6
SERES VIVOS hortelã, eucalipto, capim-gordura, galo, pássaros 5
5. SE CADA SOM CITADO NESSE POEMA VALESSE DOIS PONTOS, 
QUANTOS PONTOS ESSE TEXTO SOMARIA?
12 pontos.
6. MURAL DA TURMA EM UMA FOLHA AVULSA, 
ESCREVA UM POEMA, COMO O QUE VOCÊ 
LEU, SOBRE ALGUM DOS AMBIENTES QUE 
ESTUDAMOS, COMO A FLORESTA OU O 
CAMPO AGROPECUÁRIO. ESCOLHA PALAVRAS 
DIFERENTES PARA “SOMAR MAIS PONTOS” AO SEU POEMA. NÃO 
SE ESQUEÇA DE FAZER UM DESENHO PARA ILUSTRÁ-LO.
7. AS PALAVRAS A SEGUIR FORAM CITADAS NO POEMA QUE LEMOS NA PÁGINA 
ANTERIOR. COMPLETE O QUADROCOM O PLURAL DESSAS PALAVRAS.
SINGULAR PLURAL
GALO galos
FLOR flores
CURRAL currais
MÃO mãos
PÁSSARO pássaros
AS PALAVRAS A SEGUIR FORAM CITADAS NO POEMA QUE LEMOS NA PÁGINA 
LEIA O POEMA 
QUE VOCÊ ESCREVEU 
PARA UM FAMILIAR 
OU PARA O 
PROFESSOR.
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39
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 4
Sugerimos que incentive os estu-
dantes a fazerem leituras procurando 
termos no texto. Eles podem come-
çar procurando por nomes de seres 
vivos citados e, depois, por nomes de 
alimentos. Sugerimos que sondem 
termos que expressam sons e senti-
mentos ao final. Após terem feito a 
atividade individualmente, os estu-
dantes podem compartilhar as res-
postas que deram e fazer as correções 
e complementações necessárias.
Atividade 6
Aqui os estudantes são convidados 
a escrever um poema. Favoreça a 
comparação dos diferentes gêneros 
de textos que os estudantes têm pro-
duzido e crie condições para que eles 
conversem sobre características de 
textos poéticos. 
Incentive os estudantes a compar-
tilhar os poemas produzidos com um 
familiar, se possível. Encoraje-os tam-
bém a escreverem textos conjunta-
mente. O objetivo é que sejam citados 
bastantes nomes de seres vivos, de 
ambientes, etc., a fim de que o texto 
obtenha mais pontos.
Para ampliar o tema, sugerimos uma atividade complementar. Com base na atividade 7 desta 
página, convide os estudantes a explorar palavras no texto e reescrever partes dele, representando 
não somente o plural de certas palavras, mas também alguma modificação dos termos que expresse 
algo ligeiramente diferente. Por exemplo, “carícias” pode se tornar “carinhoso”; “cheiro” pode se 
tornar “cheiroso”; etc. Dessa forma, é possível favorecer o desenvolvimento da escrita textual e a 
ampliação de vocabulário.
Atividade complementar
Fique atento! As atividades ini-
ciais sugerem a interdisciplinari-
dade com Língua Portuguesa, abor-
dando questões relacionadas à 
semântica das palavras. A atividade 
5 favorece a interdisciplinaridade 
com Matemática ao sugerir um 
enigma que envolve cálculos sim-
ples, desenvolvendo o trabalho 
com numeracia. Já a última ques-
tão volta a fomentar a interdiscipli-
naridade com Língua Portuguesa, 
explorando o plural das palavras.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
O QUE ESTUDAMOS
 ... OBSERVOU CAMPOS AGROPECUÁRIOS, 
FLORESTAS E CIDADES.
OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E RETOME O QUE ESTUDOU. 
DEPOIS, CONVERSE COM OS COLEGAS E COM O PROFESSOR: O QUE 
VOCÊ APRENDEU QUE ANTES NÃO SABIA?
Avaliando: o que eu aprendi
1. FAÇA DOIS DESENHOS DE AMBIENTES MODIFICADOS PELO SER 
HUMANO. INDIQUE COM SETAS ALGUNS ELEMENTOS QUE CADA 
AMBIENTE DESENHADO TEM.
2. CONTE AO PROFESSOR E AOS SEUS FAMILIARES O QUE VOCÊ 
APRENDEU COM A ENTREVISTA COM O AMBIENTALISTA: COMO O SER 
HUMANO INTERFERE NOS AMBIENTES?
3. “OS FEIJOEIROS NÃO PRODUZEM FRUTOS”. VOCÊ CONCORDA COM 
ESSA FRASE? EXPLIQUE, MOSTRANDO EM UM DESENHO TUDO O QUE 
VOCÊ SABE DOS PÉS DE FEIJÃO.
4. FAÇA O DESENHO DE DUAS PLANTAS DE CERCA DE 10 DIAS DE IDADE QUE 
GERMINARAM EM CONDIÇÕES DIFERENTES: UMA DELAS ESTAVA EXPOSTA 
À LUZ E A OUTRA GERMINOU NO ESCURO. EXPLIQUE CADA DESENHO.
Retomando o que eu aprendi Registre suas IDEIAS E DESENHOS no caderno.
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Respostas pessoais.
AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
40
Avaliando as 
aprendizagens
Esta seção foi criada para possibilitar 
uma avaliação dos estudantes ao final 
de cada unidade, favorecendo a refle-
xão sobre tudo o que aprenderam.
Inicialmente, sugerimos que os 
estudantes sejam convidados a res-
ponder às questões do boxe Ava-
liando: o que eu aprendi.
Depois, você pode analisar as res-
postas usando como referência a pre-
sença dos elementos mostrados no 
quadro (no final da página). Caso 
deseje quantificar as respostas, uma 
sugestão é atribuir valor 1 para a pre-
sença de somente um desses elemen-
tos, valor 2 para a presença de dois 
deles, valor 3 para a presença de três e 
valor 4 para a presença de todos eles.
Esteja atento aos estudantes que 
manifestarem dificuldade em respon-
der às questões. A fim de remediar as 
aprendizagens falhas, organize os 
estudantes em trios e peça aos mem-
bros de cada trio que comparem suas 
respostas e as debatam. Depois, con-
vide-os a rever trechos do livro, anota-
ções pessoais e outras produções. Por 
fim, incentive-os a responder nova-
mente às questões aqui propostas.
Procure comparar e analisar com 
cada estudante as primeiras respostas 
que deu e as respostas reformuladas, 
evidenciando a(s) estabilidade(s) ou 
a(s) mudança(s) entre elas. Depois, 
você pode solicitar aos estudantes 
que, em duplas, revejam e comentem 
as páginas do livro relacionadas a 
cada fragmento de texto e imagem 
apresentados na seção Retomando o 
que eu aprendi. Eles podem aproveitar 
essa oportunidade para trocar ideias 
sobre o que mais lhes chamou a aten-
ção quando estavam estudando o 
assunto, o que mais gostaram de 
aprender e o que mais tiveram difi-
culdade para entender.
Respostas esperadas:
1. Verifique se os estudantes repre-
sentam nos desenhos ambientes 
como cidade e campo agrope-
cuário, por exemplo, indicando 
tanto seres vivos como elementos 
não vivos. 
2. Confira se os estudantes apresen-
tam informações reveladas na en-
trevista com o ambientalista, 
como a diminuição de áreas ver-
des e a ocorrência de construções podem 
ser exemplos de interferências humanas no 
ambiente.
3. Espera-se que os estudantes discordem, ex-
plicando e representando em seus desenhos 
que os feijões possuem diferentes estruturas: 
raízes, caule, folhas, flores e também frutos, 
que no caso são as vagens.
4. A planta que germinou em condição de au-
sência de luz deve ser representada mais alta, 
com aspecto mais frágil e coloração pálida. 
A planta que germinou em boas condições 
de iluminação deve ter folhas novas mais 
esverdeadas, caule de aspecto mais rígido e 
tamanho adequado.
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2APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 722APISCie_g23At_038a075_U01_MP.indd 72 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
... ENTENDEU QUE PLANTAR 
PODE SER UMA MANEIRA DE 
CUIDAR DO ENTORNO.
... ESTUDOU O 
DESENVOLVIMENTO 
E A REPRODUÇÃO 
DE ALGUNS ANIMAIS.
... APRENDEU COMO PODE 
CUIDAR DO AMBIENTE.
... INVESTIGOU COMO 
ALGUMAS PLANTAS SE 
DESENVOLVEM COM 
O PASSAR DO TEMPO.
FOLHEIE AS PÁGINAS ANTERIORES E REFLITA SOBRE VALORES, ATITUDES E O 
QUE VOCÊ SENTIU E APRENDEU NESTA UNIDADE.
• QUAIS ANIMAIS E PLANTAS VOCÊ MAIS GOSTOU DE ESTUDAR?
• COMO VOCÊ SE SENTE QUANDO ESTÁ EM UM AMBIENTE BEM 
CUIDADO? E EM UM AMBIENTE MALCUIDADO? 
• A PARTIR DE AGORA, O QUE VOCÊ VAI FAZER PARA AJUDAR A CUIDAR 
DO AMBIENTE DE CASA E DO AMBIENTE DA ESCOLA?
Para refletir
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AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
41
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
No final desta seção, oferecemos 
um momento para os estudantes ava-
liarem como se sentiram e refletirem 
sobre valores e atitudes relacionados 
ao trabalho no decorrer da unidade.
Inicialmente, você pode organizar 
os estudantes nos mesmos trios for-
mados na abertura de unidade para 
responder às questões desta página. 
Uma possibilidade é que cada estu-
dante escolha uma questão e a res-
ponda. Depois, cada um pode apre-
sentar sua resposta e compará-la com 
as dos demais colegas.
Em seguida, em uma folha avulsa, 
os estudantes podem elaborar uma 
resposta coletiva para cada questão, 
sintetizando o que debateram.
Aqui,particularmente, os estudantes 
podem compartilhar suas impressões 
sobre os animais e as plantas estuda-
dos, destacando não somente o que 
aprenderam sobre o desenvolvimento 
deles, mas também aquilo que mais os 
tocou ou impressionou. Podem, ainda, 
voltar a discutir o que poderia ser mais 
bem cuidado na escola e manifestar o 
que reconhecem que podem fazer, em 
casa e na escola, para ajudar a manter 
o entorno bem cuidado.
Elementos presentes nas respostas dos estudantes
Questão 1
Desenha um ambiente: 
por exemplo, cidade.
Desenha um ambiente: por 
exemplo, campo agropecuário.
Indica modificações humanas: 
por exemplo, construções.
Indica modificações humanas: por 
exemplo, plantações.
Questão 2
Cita diminuição de 
áreas verdes.
Cita ocorrência de construções. Cita poluição.
Cita proteção e recuperação de 
áreas naturais.
Questão 3
Cita e representa no 
desenho raízes.
Cita e representa no desenho 
caules e folhas.
Cita e representa no desenho 
flores no pé de feijão maduro.
Cita e representa vagens no pé de 
feijão maduro, identificando-as como 
frutos do feijoeiro.
Questão 4
Desenho representa 
planta que germinou 
no escuro mais alta.
Desenho representa planta que 
germinou no escuro mais frágil 
e com coloração pálida.
Desenho representa planta que 
germinou no claro com folhas 
mais esverdeadas.
Desenho representa planta que 
germinou no claro com caule mais 
rígido e tamanho menor do que a 
planta que germinou no escuro.
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Conclusão da unidade 1
No quadro a seguir, apresentamos mais uma possibilidade de avaliação para o monitoramento da 
aprendizagem dos estudantes. A avaliação é feita por meio de questões que se associam a cada obje-
tivo pedagógico de conhecimento.
Unidade 1 – 
Ambiente e 
seres vivos
Objetivos 
pedagógicos de 
conhecimento
Sugestões de perguntas para 
avaliação
Capítulo 1 – 
Diferentes 
ambientes
1. Identificar o que existe 
em diferentes ambientes 
e compará-los, criando 
maquetes de ambientes.
Faça um desenho de uma cidade. Indique com 
setas o que seu desenho mostra que a 
cidade tem.
Faça um desenho de um campo agropecuário. 
Indique com setas o que seu desenho mostra que 
a cidade tem.
Faça uma lista do que você pode encontrar em 
um campo agropecuário.
Faça uma lista do que você pode encontrar em 
uma cidade.
Explique oralmente: O que é ambiente?
2. Reconhecer e emitir 
julgamentos sobre a 
interferência humana nas 
paisagens.
Como o ser humano interfere nos ambientes?
O que mais chamou sua atenção nas imagens 
de cidades de diferentes épocas que exploramos 
neste capítulo?
3. Inferir maneiras de cuidar 
do ambiente.
Como as crianças podem ajudar a proteger 
diversos ambientes?
4. Generalizar por que as 
plantas são importantes.
Cite alguns argumentos que justifiquem por que 
plantar pode ser uma forma de contribuirmos 
com o ambiente.
Localize uma área de sua casa, ou da escola, que 
não tem plantas. Se aí houvesse plantas, o que 
poderia melhorar nessa área?
Capítulo 2 – 
Seres vivos se 
desenvolvem
1. Identificar partes do 
corpo de uma planta 
e reconhecer algumas 
mudanças pelas quais 
passam durante o 
desenvolvimento.
Relate, passo a passo, a atividade que você fez de 
acompanhar o desenvolvimento do pé de feijão.
Faça um desenho do seu pé de feijão dez dias 
depois do plantio.
Faça um desenho do seu pé de feijão 40 dias 
depois do plantio.
Faça um desenho de um pé de feijão com cerca 
de 60 dias. Com setas, indique as partes desse 
ser vivo.
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Unidade 1 – 
Ambiente e 
seres vivos
Objetivos 
pedagógicos de 
conhecimento
Sugestões de perguntas para 
avaliação
Explique: Qual é a função das flores para uma planta?
“Os feijoeiros não produzem frutos.” Você 
concorda com essa ideia ou discorda dela? 
Explique.
Qual é a função das raízes de uma planta?
O que podemos encontrar dentro da semente de 
uma planta?
Capítulo 2 – 
Seres vivos se 
desenvolvem
2. Criar hipóteses sobre 
fatores que influenciam a 
germinação e testá-las.
Faça o desenho de duas plantas de cerca de dez 
dias de idade que foram colocadas para germinar: 
uma que recebeu quantidade de água adequada, 
outra que não recebeu água durante o seu 
desenvolvimento.
Faça o desenho de duas plantas de cerca de dez 
dias de idade que foram colocadas para germinar: 
uma que estava exposta à luz e outra que 
germinou no escuro.
3. Reconhecer as mudanças 
que ocorrem durante o 
desenvolvimento de seres 
humanos.
O que mudou no seu corpo, de dois anos atrás 
até hoje?
Faça uma tabela para comparar seu corpo de hoje 
com o seu corpo de dois anos atrás. Na tabela, 
indique dados como altura e peso.
4. Inferir que seres vivos 
se desenvolvem com o 
passar do tempo.
Compare o desenvolvimento de dois seres vivos 
que você estudou neste capítulo.
Explique oralmente: o que é desenvolvimento?
Você concorda com a seguinte ideia ou discorda 
dela?: “Todos os seres vivos se desenvolvem 
com o passar do tempo.”. Explique sua resposta 
oralmente.
Com base no quadro, sugerimos as seguintes estratégias para observação e registro da trajetória de 
aprendizado dos estudantes:
1. Peça aos estudantes que refaçam as questões das seções Para iniciar e incentive-os a comparar as 
respostas dadas no início dos estudos de determinado capítulo com as respostas que dão neste 
momento, ao final da unidade.
2. Convide-os também a refazer algumas atividades do Livro do Estudante e verifique as respostas 
dadas. Com base em algumas das produções anteriores que eles fizeram, desafie-os a criar pergun-
tas relacionadas ao que foi estudado.
3. Por fim, use algumas das questões apresentadas no quadro para avaliar quanto cada um dos 
principais objetivos pedagógicos de conhecimento da unidade faz parte do repertório do estudante.
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Introdução da unidade 2
A unidade 2 – Desenvolvimento e corpo humano é composta de dois capítulos. Apresentamos a seguir uma visão 
geral dos conteúdos e os principais conceitos trabalhados em cada capítulo, além das atividades e das práticas pedagó-
gicas relacionadas aos objetivos pedagógicos de conhecimento.
Capítulo 3 – Você está ficando mais velho
Neste capítulo, estudaremos a mudança de dentição que ocorre no desenvolvimento humano, os cuidados de higiene 
e os sentidos.
Os estudantes observarão os próprios dentes e os dentes de colegas, conhecerão o que uma dentista tem a explicar 
sobre cuidados com a saúde bucal, trocarão ideias sobre como seria uma boa escovação, brincarão com um jogo para 
compartilhar exemplos de hábitos saudáveis e farão explorações sobre os sentidos do corpo humano.
Capítulo 4 – Ferimentos e cuidados
Neste capítulo, introduzimos alguns temas ligados à Educação para a Saúde.
Os estudantes serão convidados a fazer a encenação de um posto de saúde, analisar fotos de machucados leves e 
descrevê-los e identificar fraturas em radiografias. Também trocarão ideias sobre o que fazer no caso de sofrer machuca-
dos leves, bem como conhecerão o que uma enfermeira tem a nos dizer sobre a prevenção de acidentes. Por fim, anali-
sarão carteiras de vacinação.
Quadro-resumo
Os principais objetivos pedagógicos de conhecimento de cada capítulo e as atividades e práticas pedagógicas para 
trabalhá-los são resumidos no quadro a seguir.
Unidade 2 – 
Desenvolvimento e 
corpo humano
Objetivos pedagógicos de 
conhecimento
Atividades e práticas pedagógicas
Capítulo 3 – Você está 
ficando mais velho
1. Identificar os tipos de dente, 
reconhecendo-os na própria dentição.
Fazer observações da própria dentição e da 
dentição de um colega.
2. Conhecer a maneira adequada de 
escovar os dentes e reconhecera importância da visita regular ao 
dentista.
Ler entrevista com dentista.
Identificar a diferença entre dentes de leite e 
dentes permanentes.
Preencher cartazes com orientações sobre como 
cuidar dos dentes e escová-los corretamente.
Fazer desenhos ilustrando algumas etapas de uma 
boa escovação.
3. Inferir a importância dos hábitos de 
higiene e de outros hábitos para a 
manutenção da saúde de maneira 
geral. 
Ler texto sobre cuidados com o corpo.
Representar hábitos de higiene e hábitos que 
fazem bem à saúde por meio de desenhos. 
Ler uma tirinha, analisar hábitos da personagem e 
avaliar se são hábitos recomendados ou não.
Trocar ideias com os colegas e identificar hábitos 
recomendados e não recomendados.
Confeccionar cartas com diferentes hábitos para o 
“Jogo dos hábitos opostos”.
Disputar o “Jogo dos hábitos opostos”.
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Unidade 2 – 
Desenvolvimento e 
corpo humano
Objetivos pedagógicos de 
conhecimento
Atividades e práticas pedagógicas
Capítulo 3 – Você está 
ficando mais velho
4. Reconhecer os sentidos do 
corpo humano e discriminá-los, 
selecionando palavras para descrever 
sensações relacionadas aos diferentes 
sentidos.
Ler texto sobre os sentidos do corpo humano.
Completar uma cruzadinha nomeando os 
diferentes sentidos.
Criar definições para explicar o significado de cada 
sentido do corpo humano.
Selecionar palavras para descrever diferentes 
sensações.
Terminar uma história em quadrinhos sobre os 
sentidos do corpo humano.
Capítulo 4 – Ferimentos 
e cuidados
1. Reconhecer o papel dos postos de 
saúde e representar o processo de 
cicatrização de machucados.
Fazer uma encenação de atendimento em um 
posto de saúde. 
Terminar de escrever um texto descrevendo 
processo de cicatrização de um machucado.
2. Avaliar a gravidade de diferentes 
ferimentos e concluir quais são as 
maneiras de tratar ferimentos leves.
Ler texto sobre a recuperação de machucados 
superficiais, fraturas ósseas e cuidados com os 
ferimentos.
Identificar fraturas ósseas em imagens 
radiográficas.
Trocar ideia com os colegas sobre a importância 
de avisar um adulto quando nos machucamos.
Ler histórias em quadrinhos que retratam situações 
com acidentes e machucados.
Analisar situações em que nos machucamos e 
diferenciar a gravidade de dois tipos de ferimentos.
Identificar cuidados tomados para tratar 
ferimentos.
Criar uma história em quadrinhos para contar 
alguma vez em que se machucou e como foi o 
tratamento posterior.
3. Identificar e avaliar a importância de 
medidas práticas para a prevenção 
de acidentes, resguardando-se de 
se machucar.
Ler entrevista com enfermeira.
Sintetizar informações fornecidas pela enfermeira 
sobre cuidados para não nos machucarmos.
Terminar de escrever legendas explicando 
cuidados que as pessoas tomam em diferentes 
situações para não se machucarem.
4. Analisar carteiras de vacinação e inferir 
a importância de estarem em dia.
Ler e analisar história em quadrinhos sobre 
vacinação em posto de saúde.
Trocar ideias com os colegas sobre qual é a 
finalidade das vacinas.
Conhecer o Calendário Nacional de Vacinação e 
analisar a própria carteira de vacinação.
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2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 772APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 77 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
UNIDADE
2 DESENVOLVIMENTO 
E CORPO HUMANO
42
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
Componentes essenciais 
da alfabetização
Consciência fonológica e fonêmica, 
conhecimento alfabético, fluência em 
leitura oral, desenvolvimento de vo-
cabulário, compreensão de textos e 
produção escrita.
De olho na BNCC
Competências gerais da 
Educação Básica na unidade
2, 3, 4, 6, 8 e 9
Competências específicas 
de Ciências da Natureza 
na unidade
1, 2, 3, 5, 6, 7 e 8
Habilidade na unidade
EF02CI03
Conceitos, 
procedimentos e 
atitudes contemplados
Conceitos
Desenvolvimento, ser humano, 
criança, adulto, dente, dente perma-
nente, dente de leite, tato, olfato, gus-
tação, visão, audição, curativo, osso, 
fratura, hábitos de higiene, radiogra-
fia, posto de saúde, vacinação.
Procedimentos
• Observar objetos e fenômenos 
(observar os dentes dos colegas e 
a recuperação de machucados e 
fraturas).
• Descrever objetos e fenômenos 
(descrever como ocorre a recupe-
ração de machucados e fraturas).
• Praticar habilidades relacionadas 
à comunicação (conversar sobre 
mudanças que ocorrem conforme 
ficamos mais velhos; fazer entre-
vista; montar mural sobre hábitos 
de higiene).
• Praticar habilidades relacionadas à 
leitura (de histórias em quadrinhos).
• Desenvolver habilidades relaciona-
das à comunicação e à criatividade 
(na elaboração de uma peça de 
teatro e de um mural sobre aciden-
tes, ferimentos e cuidados).
• Observar, analisar e comparar ima-
gens (fotos, radiografias e ilustra-
ções diversas) e quadros (quadro 
de vacinação).
• Desenvolver habilidades de argu-
mentação na troca de ideias com 
os colegas.
• Desenvolver habilidade de representação de 
ideias por meio de imagens (criação de ilus-
trações e histórias em quadrinhos).
Atitudes
• Desenvolver hábitos relacionados ao cuidado 
com o corpo.
• Empenhar-se nas atividades em grupo (ao 
observar os dentes dos colegas).
• Desenvolver novos hábitos e predispor-se a 
alterar antigos hábitos relacionados ao cui-
dado com o corpo (escovar os dentes corre-
tamente, evitar acidentes).
• Assumir erros e acertos (ao comparar a ma-
neira como escova os dentes com o que diz 
o cartaz).
• Desenvolver e valorizar atitudes científicas 
(como o rigor nas observações).
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• QUANTOS ANOS VOCÊ ACHA QUE 
TEM A MENINA QUE ESTÁ NA 
CAMA? JUSTIFIQUE SUA RESPOSTA. 
• TODOS NESSA IMAGEM PARECEM 
ESTAR BEM DE SAÚDE? EXPLIQUE 
SUA RESPOSTA.
• NA SUA OPINIÃO, O QUE A 
CRIANÇA ESTÁ SENTINDO?
43
Questões para sensibilização
• Incentive os estudantes a procurar evidências na imagem que indiquem a provável idade da menina. Repare que ela tem uma “janelinha” 
no local do dente da frente, o que indica que tem idade aproximada de 7 anos, quando costumam ocorrer as primeiras trocas de dentes.
• A menina da imagem parece “estar de cama”, ou seja, doente. Converse com os estudantes sobre o que pode ter acontecido. Como ela 
aparece com o braço engessado, é possível que tenha sofrido algum acidente. Aproveite a oportunidade para começar a discutir acidentes 
que podem fraturar os ossos e como eles podem ser evitados.
• Incentive os estudantes a conversar não só sobre o que sentimos quando estamos doentes ou bem de saúde, mas também sobre o que 
percebemos por meio dos sentidos. Chame a atenção deles para os traços na imagem que sugerem a percepção do olfato associado 
ao lanche que aparece no canto inferior esquerdo da imagem.
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
A imagem de abertura apresenta 
alguns elementos representativos do 
que será estudado na unidade. Apre-
ciá-la, procurando todos os detalhes 
ilustrados, contribui para chamar a 
atenção dos estudantes para os te-
mas que serão estudados. Na sequên-
cia, eles devem começar a focar em 
outros elementos.
Em grupos pequenos, os estudan-
tes podem compartilhar e listar to-
dos os elementos que identificaram 
na ilustração. Com essa atividade, 
eles vão começar a focar a atenção 
nos assuntos que serão trabalhados 
nos capítulos da unidade e a evocar 
o que já sabem deles.
As perguntas aqui apresentadas 
podem ser usadas, neste momento, 
como elementos facilitadores desse 
trabalho de sensibilização e levanta-
mento de conhecimentos prévios. Os 
estudantes podem estar organizados 
em duplas outrios para discutir as 
respostas que dariam a elas.
Ao final da unidade, um novo olhar 
para essa imagem de abertura possi-
bilita aos estudantes evocar sua me-
mória e relembrar o que já sabiam 
antes, no começo dos estudos da 
unidade, bem como quais eram suas 
expectativas em relação ao que iriam 
estudar. Essa possibilidade de revisitar 
esse momento cognitivo anterior po-
de ajudá-los a se tornar mais cons-
cientes de suas aprendizagens.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
3
CAPÍTULO
VOCÊ ESTÁ FICANDO 
MAIS VELHO
NESTE CAPÍTULO, VAMOS ESTUDAR NOSSOS DENTES, ALGUNS 
HÁBITOS QUE PROMOVEM SAÚDE E TAMBÉM NOSSOS SENTIDOS.
• VOCÊ JÁ PERDEU ALGUM DENTE? E DEPOIS DISSO NASCEU UM 
NOVO DENTE NO LUGAR?
• O QUE VOCÊ FAZ PARA CUIDAR DOS SEUS DENTES? E DO SEU 
CORPO?
• FAÇA DUAS LISTAS DE PALAVRAS: UMA PARA DESCREVER O QUE VOCÊ 
SENTE AO TOCAR ALGO E OUTRA PARA OS CHEIROS QUE VOCÊ SENTE.
PARA INICIAR
OS DENTES DE LEITE CAEM PARA DAR 
LUGAR AOS DENTES PERMANENTES.
VOCÊ JÁ FICOU 
COM UMA “JANELINHA” 
ENTRE OS DENTES?
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44
Visão geral do 
capítulo
Neste capítulo, vamos explorar o 
tema do desenvolvimento humano, 
focando a mudança de dentição que 
ocorre na infância. Também aborda-
remos hábitos e atitudes relacionados 
à higiene e que são importantes para 
a saúde, particularmente a higiene 
bucal, e ainda estudaremos os senti-
dos humanos.
Avaliação inicial – 
Para iniciar
Nesta seção, é importante manter 
um registro das respostas iniciais dos 
estudantes, a fim de que possam ser 
retomadas e revistas no final do capítu-
lo. Isso contribuirá para que se tornem 
conscientes de suas aprendizagens.
Inicialmente você pode explorar a 
imagem de abertura. Pergunte aos 
estudantes por que a criança está 
sem um dos dentes e permita que 
formulem respostas variadas. Alguns 
podem afirmar que está ocorrendo a 
troca de dentes. 
Depois, incentive os estudantes a 
conversar sobre outras questões que 
ajudem a contextualizar o tema de 
estudo deste capítulo, por exemplo: 
“O que são hábitos de higiene?”; “Que 
coisas não éramos capazes de fazer 
quando mais novos, mas fazemos 
hoje?”; “Já somos responsáveis por 
nós mesmos ou temos de ter um 
adulto por perto nos lembrando do 
que devemos fazer?”.
Avalie se os estudantes já sabem 
que existem dentes de leite e dentes 
permanentes. Desperte a curiosidade 
deles, perguntando: “Uma criança tem 
o mesmo número de dentes que um 
adulto?”; “Os adultos trocam de dentes 
como as crianças?”; “Nossos dentes são 
todos iguais?”; “Para cuidar dos dentes, 
basta escová-los?”; “E para cuidar do 
nosso corpo, o que podemos fazer?”.
Esteja atento à possibilidade de 
algum estudante ainda não ter tro-
cado nenhum dente. Nesse caso, 
Procure utilizar a seção Para iniciar
para mobilizar e valorizar o que os es-
tudantes já sabem. Essa ativação de 
conhecimentos anteriores é o que 
identifica o momento inicial da se-
quência de atividades que será desen-
volvida no capítulo. 
BNCC Orientações gerais
esclareça que há um período na infância, dos 6 
aos 13 anos, em que ocorre a troca de dentes. 
Com algumas crianças, isso acontece mais cedo; 
com outras, mais tarde. Estimule-os a refletir 
sobre as diferenças entre a dentição de um ado-
lescente e a de uma criança de 3 anos.
Por fim, incentive a troca de ideias sobre o 
que percebemos por meio dos sentidos. Res-
salte a importância de desenvolvermos voca-
bulário para expressar nossas sensações: “Que 
termos usamos para nomear os odores que 
sentimos?”; “E para nomear o que sentimos ao 
tocar diferentes coisas?”.
Em geral, adultos têm 32 dentes perma-
nentes (8 incisivos, 4 caninos, 8 pré-molares 
e 12 molares); as crianças, 20 dentes de leite 
(8 incisivos, 4 caninos e 8 molares). O primeiro 
dente permanente a aparecer, por volta dos 
6 anos, é o primeiro molar.
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2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 802APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 80 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
VAMOS OBSERVAR NOSSOS DENTES 
E OS DENTES DE UM COLEGA?
COMO FAZER
1. FIQUE DIANTE DE 
UM ESPELHO E 
OBSERVE OS SEUS 
DENTES. 
ATIVIDADE PRÁTICA
2. CONTE QUANTOS 
DENTES VOCÊ TEM. 3. OBSERVE OS DENTES DE UM 
COLEGA E COMPARE-OS COM 
OS SEUS.
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CRIANÇA OBSERVANDO OS DENTES NO ESPELHO.
CRIANÇA CONTANDO OS DENTES.
CRIANÇAS EM FRENTE A UM ESPELHO 
COMPARANDO OS DENTES.
CRIANÇA COM UM DENTE DE LEITE FALTANDO.
4. DEPOIS, TROQUEM IDEIAS 
SOBRE OS DENTES DE CADA 
UM DE VOCÊS: QUAIS JÁ 
CAÍRAM? QUAIS APARECERAM 
RECENTEMENTE?
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MATERIAL 
NECESSÁRIO
AS IMAGENS NÃO ESTÃO 
REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.
45
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Você pode organizar uma roda de 
conversa e incentivar os estudantes a 
compartilhar suas observações. O im-
portante é que percebam as diferenças 
e as semelhanças que existem entre 
eles: alguns já trocaram vários dentes, 
outros não trocaram nenhum.
Sugira aos estudantes que façam 
desenhos para representar os dentes 
observados e a contagem que fize-
ram deles. Converse com eles sobre 
as cáries e como elas estão associadas 
a alimentos ricos em carboidratos 
(açúcar, massas, arroz, etc.). Por fim, 
uma possibilidade é mostrar imagens 
de dentes com e sem cáries, de forma 
que aprendam a identificá-las.
Um dos elementos importantes da 
Educação em Ciências é oferecer aos 
estudantes oportunidades de praticar 
procedimentos que são associados a 
processos investigativos. Dentro 
dessa ideia, esta atividade possibilita 
que os estudantes exercitem proce-
dimentos como: observar o mundo a 
sua volta e fazer perguntas; desenvol-
ver e utilizar ferramentas para coleta, 
análise e representação de dados; 
relatar informações de forma oral, es-
crita ou multimodal; apresentar dados 
de forma sistemática; participar de 
discussões de caráter científico com 
os colegas.
Vídeo
• Técnicas de escovação infantil. FOP-
-Unicamp. Duração: 4 min 50 s. Dis-
ponível em: https://tedit.net/Gaussr. 
Acesso em: 7 jun. 2021.
Odontologista do Departamento 
de Odontologia Infantil da Unicamp 
demonstra técnicas de escovação 
infantil.
Sugestão de...
Agnesias dent‡rias
A agenesia dentária, também definida como ausência congênita, é caracterizada pela redução numérica de elementos 
dentários. É uma das anomalias dentárias mais frequentes no ser humano e resulta de distúrbios durante os estágios de 
iniciação e proliferação na formação dentária. Pode ser classificada como hipodontia, oligodontia ou anodontia. O termo hi-
podontia é usado para descrever agenesias de um a seis dentes, excluídos os terceiros molares, oligodontia para a ausência 
de mais de seis dentes e anodontia para a ausência completa de dentes. [...]
LIU, K. N. C. Agenesias dentárias: revisão de literatura. Porto Alegre: UFRGS, 2011. Disponível em: https://tedit.net/4Sitro. Acesso em: 7 jun. 2021.
Texto complementar
81
2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 812APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 81 10/08/21 20:0110/08/21 20:01
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
SEUS DENTES, SUA IDADE
MASTIGAR OS ALIMENTOS ANTES DE 
ENGOLIR É O PRIMEIRO PASSO DO PROCESSO 
DE DIGESTÃO. E PARA ISSO PRECISAMOS DOS 
NOSSOS DENTES.
PARA DESCOBRIR MAIS SOBRE OS SEUS DENTES, 
ACOMPANHECOM O PROFESSOR A LEITURA DA ENTREVISTA 
COM UMA DENTISTA.
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POR QUE OS DENTES DAS CRIANÇAS CAEM?
EMBAIXO DO DENTE DE LEITE DA CRIANÇA 
EXISTE OUTRO DENTE. À MEDIDA QUE ESSE 
OUTRO DENTE CRESCE, O DENTE DE LEITE VAI 
“AMOLECENDO” (DESPRENDENDO-SE DA 
GENGIVA) ATÉ CAIR E DAR LUGAR AO OUTRO. 
QUANTO TEMPO DURA O DENTE QUE 
SUBSTITUI O DENTE DE LEITE?
ELE FICARÁ CONOSCO PELO RESTO DA 
VIDA, POR ISSO É CHAMADO DE DENTE 
PERMANENTE. EM GERAL, UM ADULTO 
TEM 32 DENTES PERMANENTES, E UMA 
CRIANÇA QUE AINDA NÃO COMEÇOU A TROCAR OS SEUS DENTES TEM 
20 DENTES DE LEITE.
O QUE DEVEMOS FAZER PARA CUIDAR DOS NOSSOS DENTES?
TEMOS DE ESCOVAR OS DENTES ADEQUADAMENTE. ALÉM DISSO, É 
IMPORTANTE LIMPAR MUITO BEM O ESPAÇO ENTRE UM DENTE E OUTRO, 
POIS AÍ PODE SE ACUMULAR MUITA SUJEIRA. PARA ISSO, DEVEMOS USAR 
O FIO DENTAL.
EXISTE ALGUM RECADO IMPORTANTE QUE VOCÊ GOSTARIA DE NOS PASSAR?
SIM, O PRIMEIRO É: EVITE COMER BALAS, DOCES E OUTRAS GULOSEIMAS. 
ELES SÃO GOSTOSOS, MAS CONTRIBUEM PARA QUE OCORRAM VÁRIOS 
PROBLEMAS NOS DENTES. O SEGUNDO RECADO É: VISITE UM DENTISTA 
REGULARMENTE. ELE PODE AJUDÁ-LO A MANTER OS DENTES LIMPOS E A 
PREVENIR PROBLEMAS DENTÁRIOS. 
A DOUTORA SÔNIA MARIA 
ALVES RECOMENDA: VISITE O 
DENTISTA REGULARMENTE.
COM A PALAVRA
Suzanne Cascardi/
Arquivo da editora
VAMOS 
ESTUDAR NOSSOS 
DENTES E APRENDER 
A CUIDAR DELES.
Aproveite a oportunidade para trabalhar a habilidade de leitura 
em voz alta. Organize a turma para que todos os estudantes 
tenham oportunidade de fazer a leitura de 
algum trecho da entrevista. 
46
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Após a leitura, você pode retomar 
as ideias principais do texto. Pergunte 
aos estudantes se os dentes perma-
nentes duram para sempre e conver-
se sobre o que é preciso fazer para 
que eles fiquem fortes e saudáveis 
por bastante tempo.
Aproveite a oportunidade e ava-
lie, com os pais ou responsáveis e a 
direção da escola, se pode ser feito 
um trabalho preventivo com a visita 
de um dentista à escola para minis-
trar uma palestra abordando os há-
bitos de higiene bucal. Oriente o 
profissional a usar linguagem apro-
priada para a faixa etária.
Utilize a entrevista para conversar 
com os estudantes sobre como o 
conhecimento científico está pre-
sente no dia a dia de diferentes pro-
fissionais. Enfatize essa natureza “não 
estática” do conhecimento científico. 
Ao fazer isso, você possibilita o tra-
balho com a competência especí-
fica 1 de Ciências da Natureza.
Nesse momento, é favorecido 
o trabalho com o Tema Contem-
porâneo Transversal Trabalho, 
pertencente à macroárea Economia. 
Aproveite essa oportunidade para 
conversar com os estudantes sobre 
diferentes profissões.
Temos aqui uma oportunidade para 
trabalhar com os estudantes o gênero 
textual entrevista, marcado pelo diálo-
go entre o entrevistador e o entre-
vistado. Primeiro, convide duplas de 
estudantes para ler o texto em voz alta. 
Depois, peça que façam a releitura do 
modo mais interpretativo possível, re-
presentando os papéis do entrevistador 
e do entrevistado. Durante a leitura, 
esteja atento ao nível de oralidade e de 
fluência leitora dos estudantes.
PNA e Literacia
Saœde bucal
Import‰ncia dos dentes dec’duos (dentes de leite)
• Os dentes de leite são importantes para “guardar” o espaço e preparar o caminho dos dentes permanentes, servindo de 
guia para que esses dentes se posicionem de forma correta.
• Para a criança se alimentar bem e com prazer e ter uma mastigação eficiente dos alimentos sem desconforto, é necessário 
que seus dentes estejam em bom estado.
• A perda dos dentes de leite antes do tempo pode prejudicar, na criança que está aprendendo a falar, a pronúncia de algumas 
palavras. Além disso, a criança poderá se sentir diferente do restante do grupo de sua faixa etária, podendo causar algum 
problema emocional/social. [...]
Texto complementar
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2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 822APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 82 10/08/21 20:0210/08/21 20:02
1. O CARTAZ A SEGUIR EXPLICA COMO ESCOVAR OS DENTES 
CORRETAMENTE. AJUDE A TERMINÁ-LO SEGUINDO ESTES PASSOS:
A) USE OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS PARA PREENCHER AS 
LACUNAS DO TEXTO.
GENGIVA ESCOVA DENTES BOCA
B) NOS ESPAÇOS EM BRANCO, FAÇA DESENHOS OU COLE IMAGENS 
PARA ILUSTRAR O CARTAZ.
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PARA TER DENTES FORTES E SAUDÁVEIS, É IMPORTANTE 
ESCOVÁ-LOS COM FREQUÊNCIA E VISITAR REGULARMENTE 
O DENTISTA. CONHEÇA AGORA OS PASSOS PARA UMA 
BOA ESCOVAÇÃO.
REPITA OS MESMOS 
MOVIMENTOS EM
TODAS AS PARTES 
DOS DENTES.
NÃO SE ESQUEÇA
DE ESCOVAR
CUIDADOSAMENTE 
TODOS OS DENTES
DO FUNDO.
COMO ESCOVAR OS DENTES
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Desenho do estudante.
Desenho do estudante.
Oriente os estudantes a realizar esse passo a passo em casa com ajuda de um 
responsável. Depois, peça a eles que contem como foi essa experiência.
COLOQUE A ESCOVA 
NA LINHA DA GENGIVA. 
ESCOVE COM
DELICADEZA PARA 
NÃO MACHUCAR A
gengiva .
COM A ESCOVA
LIGEIRAMENTE
INCLINADA, FAÇA
MOVIMENTOS DE CIMA 
PARA BAIXO NOS DENTES 
DE CIMA. DEPOIS, 
ESCOVE TODOS OS 
dentes
DE BAIXO FAZENDO 
MOVIMENTOS DE BAIXO 
PARA CIMA.
ENXÁGUE BEM A 
boca .
PARA COMPLETAR UMA 
BOA HIGIENE, ESCOVE 
COM DELICADEZA A 
LÍNGUA TAMBÉM.
MANTENHA A SUA 
escova
SEMPRE LIMPA.
LEMBRE-SE DE PASSAR FIO DENTAL 
PARA LIMPAR OS ESPAÇOS ENTRE OS dentes .
47
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 1
Inicialmente, durante a correção da 
atividade, procure estimular o debate 
propondo questões como: “Você 
presta atenção em como escova os 
dentes?”; “Segundo o cartaz, como 
devemos escovar os dentes?”; “O que 
você pode melhorar no seu jeito de 
escovar os dentes?”.
O debate pode levar os estudantes 
à reflexão sobre como escovam os den-
tes e como deveriam escová-los, favo-
recendo uma possível mudança nos 
hábitos de escovação. É importante 
que exponham como e quando esco-
vam os dentes e percebam que deve-
mos nos esforçar para desenvolver uma 
boa escovação, uma vez que escovar 
os dentes é uma forma de limpá-los.
Ao completar o cartaz indicando 
hábitos relacionados à higiene bucal, 
os estudantes estão tendo a oportuni-
dade de desenvolver a competência
específica 7 de Ciências da Natureza, 
que envolve o autoconhecimento e 
o autocuidado.
Os cartazes e os murais podem ser 
usados pelos estudantes para alertar 
sobre problemas e divulgar ideias, 
representando uma forma de atuação 
diante de questões de relevância para 
a sociedade. Se possível, convide-os 
a produzir e divulgar cartazes e mu-
rais com a temática da saúde bucal 
em tamanhos maiores. Esse trabalho 
representa uma oportunidade para a 
execução de procedimentos que po-
dem ser aplicados em processos 
 investigativos, como: desenvolver 
ações para melhorar a qualidade de 
vida socioambiental; implementar 
soluções; apresentar dados; participar 
de discussões; associar explicações; 
avaliar informação; analisar demandas 
e delinear problemas.
As atividades nesta página esti-
mulam o desenvolvimento da escrita 
ao apresentar aos estudantes a estru-
tura pronta de um texto curto e bem 
objetivo, que deve ser finalizado. Ao 
mesmo tempo que preenchem as 
lacunas, os estudantes têm a oportu-
nidade de se familiarizar e se apropriar 
dessa estrutura textual. Aproveite a 
oportunidade para favorecer o desen-
volvimento de vocabulário, conver-
sando com eles sobre o significado 
dos termos no banco de palavras.
PNA e Literacia
Dicas para a limpeza da boca/dentes
A partir do nascimento do primeiro dente é indispensável utilizar uma escova de 
dentes pequena de cerdas macias, com o uso de pequena quantidade (menos de um 
grão de arroz) de creme dental com flúor. Enquanto a criança possuir apenas dentes 
de leite, é suficiente escovar os dentes com creme dental duas vezes ao dia, e deve-se 
cuidar para que ela não engula a espuma que se forma durante a escovação. O creme 
dental deveser mantido fora do alcance das crianças. [...]
BRASIL. Ministério da Saúde. Caderneta de saúde da criança: menina. 11. ed. 2017. p. 26. 
Disponível em: https://tedit.net/AcKy1c. Acesso em: 7 jun. 2021.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
SEUS HÁBITOS, SUA IDADE
VOCÊ JÁ SE ESQUECEU DE 
ESCOVAR OS DENTES?
QUANDO SOMOS MAIS NOVOS, 
PRECISAMOS QUE OS ADULTOS NOS 
LEMBREM DE CERTOS CUIDADOS:
— VÁ ESCOVAR OS DENTES!
— DEIXE DE COMER BOBAGENS!
MAS, À MEDIDA QUE FICAMOS MAIS VELHOS, PASSAMOS A NOS CUIDAR 
MAIS: SOZINHOS, NÓS ESCOVAMOS OS DENTES E TOMAMOS BANHO, 
PENTEAMOS OS CABELOS, CORTAMOS AS UNHAS E LAVAMOS AS MÃOS. 
TODOS ESSES HÁBITOS SÃO RELACIONADOS À HIGIENE DO CORPO.
ALÉM DESSES, EXISTEM OUTROS HÁBITOS 
IMPORTANTES PARA A NOSSA SAÚDE, COMO: 
IR AO DENTISTA REGULARMENTE, DORMIR 
UM NÚMERO ADEQUADO DE HORAS E NOS 
ALIMENTARMOS DE MANEIRA SAUDÁVEL.
QUAIS DESSES HÁBITOS VOCÊ JÁ TEM? E DE 
QUAIS CUIDADOS OS ADULTOS AINDA PRECISAM 
LEMBRÁ-LO?
LAVAR AS MÃOS 
AJUDA A EVITAR 
MUITAS DOENÇAS. 
QUANDO SOMOS 
MAIS NOVOS, É 
IMPORTANTE QUE 
OS ADULTOS NOS 
ENSINEM A LAVAR 
CORRETAMENTE 
AS MÃOS.
Suzanne Cascardi/
Arquivo da editora
VAMOS 
REFLETIR SOBRE 
O QUE FAZEMOS 
PARA CUIDAR DO 
CORPO.
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LIVRO
NÃO QUERO 
TOMAR BANHO. 
ANA OOM. SÃO PAULO: 
FTD, 2014. CONTA A 
HISTÓRIA DE MAFALDA, 
A MENINA QUE FOI 
PARA A ESCOLA SEM 
TOMAR BANHO NO DIA 
DA FOTO DA TURMA.
SUGESTÃO
48
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Antes da leitura do texto, os estu-
dantes podem elaborar uma lista do 
que fazem para cuidar do corpo. 
Durante a leitura, convide-os a com-
parar as informações do texto com 
as da lista. Peça que identifiquem, no 
texto, hábitos de higiene, sublinhan-
do-os com determinada cor. Em se-
guida, convide-os a sublinhar com 
outra cor os hábitos relacionados à 
promoção do bem-estar.
Depois, incentive os estudantes a 
analisar, compartilhar e comparar suas 
rotinas. Com quais diferentes ativida-
des e tarefas eles se ocupam? Quanto 
tempo dedicam a cada uma delas? 
Começar a tomar consciência dos há-
bitos é um passo importante na Edu-
cação para a Saúde. Com esse trabalho 
você potencializa o desenvolvimento 
das competências específicas 7 e 8 
de Ciências da Natureza.
Organize a turma em duplas para ler 
o texto. Alternadamente, cada membro 
da dupla lê um parágrafo em voz alta 
para o colega. Peça aos estudantes que, 
assim que terminarem a leitura de um 
parágrafo, escrevam no caderno uma 
ou duas frases, resumindo-o. Assim, 
você promoverá tanto o desenvolvi-
mento da fluência da leitura oral como 
estimulará a escrita e a interação do 
leitor com o texto.
PNA e Literacia
Apresentamos a seguir uma su-
gestão de atividade complementar. 
Se possível, incorpore-a em seu 
 planejamento.
Após a leitura do texto desta pági-
na, promova um debate sobre o tema: 
“O que faço para cuidar da minha 
saúde?”. Peça aos estudantes que, in-
dividualmente, façam duas listas de 
hábitos de higiene: a primeira com as 
coisas que já fazem sozinhos; e a se-
gunda com o que ainda precisam ser 
lembrados de fazer.
Aproveite para conversar sobre to-
dos os cuidados mencionados no 
texto. Nessa idade, é comum as crian-
ças terem receio de ir ao dentista. 
Converse sobre a importância da re-
gularidade das visitas a esse profissio-
nal da saúde, retomando ideias da 
entrevista da página 46.
Atividade complementar
A importância de brincar
Crianças brincam! Brincam sozinhas, acompanhadas, animam objetos, imitam sons, 
são heroínas, choram e riem em suas brincadeiras. E porque estão brincando, podem 
amar e odiar livremente, protegidas pelo círculo mágico do jogo ou do ambiente lúdico. 
Costumamos ouvir que as crianças brincam na infância, mas seria mais preciso dizer 
que as crianças têm a infância para brincar. Ofereça à criança um pedaço de pau ou 
papel e logo haverá um maravilhoso mundo imaginativo pronto para tomar forma. O lú-
dico é fator constituinte da vida. É através dele que a criança se constitui como sujeito.
Texto complementar
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1. COM BASE NA LEITURA DO TEXTO, FAÇA UM DESENHO EM CADA 
QUADRO, CONFORME A LEGENDA.
2. LEIA A TIRINHA. ELA MOSTRA UMA PERSONAGEM QUE DESENVOLVEU 
UM HÁBITO NÃO RECOMENDADO.
EXEMPLO DE HÁBITO DE HIGIENE. EXEMPLO DE HÁBITO QUE FAZ BEM 
À SAÚDE EM GERAL.
Desenho do estudante. Desenho do estudante.
FONTE: BANCO DE IMAGENS MSP.
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3. AGORA, RESPONDA:
A) QUAL É O HÁBITO NÃO RECOMENDADO CARACTERÍSTICO DESSA 
PERSONAGEM?
Comer demais, principalmente doces.
B) SERÁ QUE, ASSIM COMO ESSA PERSONAGEM, VOCÊ TEM ALGUM 
HÁBITO QUE PODERIA MUDAR?
Resposta pessoal. 
49
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 1
No texto são citados os seguintes 
exemplos de hábitos de higiene que 
podem ser desenhados pelos estu-
dantes no primeiro quadro: escovar 
os dentes, tomar banho, pentear os 
cabelos, cortar as unhas e lavar as 
mãos. No segundo quadro, podem 
ser desenhados os seguintes hábitos: 
ir ao dentista regularmente, dormir 
um número adequado de horas e 
alimentar-se de maneira saudável.
Atividades 2 e 3
A tirinha explora o hábito não re-
comendado de comer em excesso 
(a personagem Magali é famosa por 
comer desenfreadamente e só pen-
sar em comida), em especial doces. 
Após ler a tirinha, peça aos estudan-
tes que analisem os três pedidos 
feitos pela personagem Magali. Es-
pera-se que eles percebam que há 
excesso de doces. Se o hábito de 
comer muitos doces for corriqueiro, 
alguns problemas de saúde podem 
surgir, como diabetes, obesidade e 
cáries nos dentes.
Ao trabalhar o item B, favoreça uma 
conversa franca entre os estudantes e 
faça um convite: “Vamos reparar no 
que fazemos no dia a dia e identificar 
atitudes e hábitos não recomendados 
(como deixar de escovar os dentes, 
não lavar as mãos antes das refeições, 
etc.)?”. Peça que anotem suas obser-
vações em uma folha avulsa e tragam 
na próxima aula. Com as respostas em 
mãos, oriente a turma a discutir ques-
tões como: “O que podemos fazer 
para adquirir hábitos saudáveis?”; “Po-
demos fazer essas mudanças por nós 
mesmos ou precisamos da ajuda de 
algum adulto?”.
Você pode usar os quadrinhos aqui 
apresentados para favorecer o desen-
volvimento da oralidade e da escrita. 
Primeiro, incentive os estudantes a con-
tar essa história em quadrinhos oral-
mente. Depois, convide-os a criar um 
balão de pensamento para cada um dos 
três últimos quadrinhos. Incentive-os a 
compartilhar suas produções.
PNA e Literacia
Nos primórdios de sua existência, o eu, num processo criador de interpretação 
do mundo, criou um território interno para sua realidade psíquica. Interpretar o mundo 
é “inventar” e dar-lhe um sentido. O lúdico é o primeiro movimento da criança em 
direção ao seu potencial criador. A brincadeira é, para ela, um dos principais meios de 
expressão que possibilita a investigação e a aprendizagem sobre as pessoas e o mundo. 
Valorizar o brincar significa oferecer locais e brinquedos que favoreçam a brincadeira 
como atividade que ocupa o maior espaço de tempo na infância.
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde da criança: o que é, cuidados, políticas, vacinação, aleitamento. 
Disponível em: https://tedit.net/1XzX2j. Acesso em: 7 jun. 2021.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
1. VAMOS JOGAR O JOGO DOS HÁBITOS OPOSTOS? ELE PODE NOS 
AJUDAR A DESENVOLVERHÁBITOS SAUDÁVEIS. 
• FAÇA AS CARTAS DO JOGO. SERÃO DOIS BARALHOS: 
BARALHO DE HÁBITOS: FAÇA ALGUMAS CARTAS COM HÁBITOS 
RECOMENDADOS (POR EXEMPLO, TOMAR BANHO DIARIAMENTE) 
E OUTRAS COM HÁBITOS NÃO RECOMENDADOS (POR EXEMPLO, 
NÃO ESCOVAR OS DENTES).
BARALHO DE NÚMEROS: FAÇA ALGUMAS CARTAS COM 
O NÚMERO 1 E ALGUMAS CARTAS COM O NÚMERO 2.
• MISTURE AS CARTAS E DEIXE OS BARALHOS NOS 
LOCAIS INDICADOS NO TABULEIRO.
ASSIM TAMBÉM APRENDO
Lave as mãos antes das 
refeições.
Tenha uma alimentação
saudável.
Durma um número de 
horas adequado.
Baralho
de
hábitos
USE GRÃOS DE 
FEIJÃO COLORIDOS 
PARA MARCAR AS 
CASAS NO 
TABULEIRO.
AS IMAGENS NÃO ESTÃO 
REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
50
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 1
Aproveite o momento lúdico da 
seção para promover uma síntese dos 
assuntos estudados até agora na uni-
dade. Incentive os estudantes a trocar 
opiniões e folhear o livro para retomar 
ideias e informações que possam ser 
usadas na confecção das cartas do 
jogo. No momento da confecção, é 
interessante conversar sobre os hábi-
tos de higiene adotados por eles. 
Enfatize que hábitos de higiene pro-
movem o bem-estar, por isso é reco-
mendável adotá-los. 
Ajude os estudantes a fazer o ba-
ralho de hábitos com o maior número 
possível de cartas. Alguns exemplos 
de hábitos recomendados são: esco-
var os dentes após as refeições e antes 
de dormir; usar protetor solar quando 
ficar exposto ao Sol; manter atualiza-
da a carteira de vacinação; praticar 
atividade física regularmente; dormir 
um número de horas adequado por 
dia; manter o bom humor até em si-
tuações consideradas desagradáveis; 
encarar de forma positiva os aconte-
cimentos do dia a dia; evitar comer 
doces em excesso; etc.
Vídeo
Apurando o olhar para a vigilância 
do desenvolvimento infantil. Ministé-
rio da Saúde. Duração: 23 min 51 s. 
Disponível em: https://tedit.net/VY5s3p.
Acesso em: 7 jun. 2021.
Vídeo que instrui sobre os cuidados 
para promover o bom desenvolvimen-
to nos três primeiros anos de vida.
Site
Você provavelmente escova seus 
dentes errado; aprenda de vez o jeito 
certo. Gabriela Ingrid. UOL VivaBem. 
Diponível em: https://tedit.net/1XzX2j. 
Acesso em: 7 jun. 2021.
Artigo que esclarece dúvidas e 
informa o passo a passo para a esco-
vação correta.
Sugestão de...
Jogos: quando, como e por que usar
Os alunos conhecem diferentes jogos e aprendem os conteúdos. Você tem 
em mãos uma ferramenta lúdica e instigante. Saiba como incluí-la na rotina 
da turma
Diante de um jogo, crianças e adolescentes dão o melhor de si: planejam, pen-
sam em estratégias, agem, analisam e antecipam o passo do adversário, observam 
o erro dele, torcem, comemoram — ou lamentam — e propõem uma nova partida. 
Todo esse interesse faz dele um valioso recurso, que pode ser incluído nas aulas [...]. 
Para crianças e jovens, o principal atrativo é o caráter lúdico, conceito por vezes mal 
Texto complementar
86
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• SORTEIE UMA CARTA DO BARALHO DE NÚMEROS PARA SABER 
QUANTAS CASAS ANDAR NA TRILHA.
• AO CHEGAR AO LOCAL ADEQUADO, SORTEIE UMA CARTA DO BARALHO 
DE HÁBITOS.
• SE VOCÊ TIRAR UM HÁBITO NÃO RECOMENDADO, VOLTE UMA CASA.
SE TIRAR UM HÁBITO RECOMENDADO, AVANCE UMA CASA.
• SE VOCÊ PARAR NA ILUSTRAÇÃO DE UM HÁBITO, ESCOLHA OUTRO 
JOGADOR PARA FAZER UMA MÍMICA QUE REPRESENTE ESSE HÁBITO.
• VENCE O JOGO QUEM TERMINAR O PERCURSO PRIMEIRO.
2. COMPLETE AS LEGENDAS, EXPLICANDO CADA HÁBITO ILUSTRADO. 
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Pratique atividades físicas.
 
Use protetor solar.
 
Consulte um médico 
regularmente.
Baralho
de
números
AS IMAGENS NÃO ESTÃO 
REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
51
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Aproveite as atividades apresenta-
das aqui para favorecer o trabalho 
com os Temas Contemporâneos 
Transversais Saúde, pertencente à 
macroárea Saúde, e Diversidade 
Cultural, pertencente à macroárea 
Multiculturalismo. Com base no 
reconhecimento da diversidade de 
hábitos, você pode incentivar a turma 
a discutir o assunto e também os cos-
tumes relacionados a diferentes cul-
turas, enfatizando a construção de 
hábitos promotores de saúde.
Ao final do capítulo, se possível, 
organize, em pequenos grupos, uma 
visita ao posto de saúde mais próxi-
mo da escola. Mostre que há diferen-
tes cartazes para promover a saúde 
da população. Você também pode 
pedir aos estudantes que tragam 
suas carteiras de vacinação para ana-
lisá-las. Converse com eles e pergun-
te: “Onde vocês tomaram vacinas?”; 
“Que vacinas já tomaram?”; “Que 
idade vocês tinham?”; “Falta tomar 
alguma vacina? Qual?”.
Atividade complementar
Livro
Ciência lúdica: brincando e apren-
dendo com jogos sobre Ciências. 
Rejâne Maria Lira-da-Silva (org.). 
Salvador: EDUFBA, 2008.
Sugestão de...
compreendido, mas que indica que a prática é divertida e pressupõe uma relação in-
teressante entre os participantes. Porém, não ficam de fora o compromisso, o esforço, 
o trabalho e até a frustração. O prazer que proporciona é ligado à superação, à satis-
fação de ganhar ou de ser melhor que antes. “A motivação é intrínseca. E há sempre 
a possibilidade de repetir a experiência”, diz Lino de Macedo, docente aposentado 
do Instituto de Psicologia da USP e especialista no tema. [...] Tendo essa vivência 
durante a trajetória escolar, crianças e adolescentes estarão preparados para muitas 
situações de sua vida — e para as próximas partidas. [...] 
SANTOMAURO, B. Jogos: quando, como e por que usar. Nova Escola.
Disponível em: https://tedit.net/TBmL3u. Acesso em: 7 jun. 2021.
87
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
SENTIR E INTERAGIR
VOCÊ SABE EXPLICAR COMO CONSEGUE 
SENTIR O QUE ESTÁ AO SEU REDOR?
POR MEIO DOS NOSSOS SENTIDOS, 
INTERAGIMOS COM O MUNDO. AQUILO QUE CHEIRAMOS 
COM O NARIZ SE REFERE AO SENTIDO DO OLFATO. O 
QUE VEMOS COM OS OLHOS SE REFERE AO SENTIDO 
DA VISÃO. JÁ O QUE SENTIMOS AO TOCAR EM ALGO 
SE REFERE AO TATO. AQUILO QUE AS ORELHAS OUVEM 
SE REFERE À AUDIÇÃO. E O QUE PROVAMOS COM A 
LÍNGUA SE REFERE À GUSTAÇÃO.
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VAMOS 
EXPLORAR NOSSOS 
SENTIDOS.
CONFORME FICAMOS 
MAIS VELHOS, VAMOS 
APRENDENDO A USAR 
PALAVRAS MAIS ADEQUADAS 
PARA EXPLICAR E DESCREVER 
O QUE SENTIMOS. POR 
EXEMPLO, UMA COISA PODE 
SER LISA E TER CHEIRO DE 
MADEIRA, ALGO PODE SER 
AMARGO E VERDE, ETC. 
OS SENTIDOS NÃO 
FUNCIONAM SOZINHOS. 
POR EXEMPLO, SE VOCÊ 
ESTIVER DE NARIZ TAPADO 
E COLOCAR UM ALIMENTO 
NA BOCA, A SENSAÇÃO 
DO SABOR DO ALIMENTO 
FICARÁ ALTERADA.
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O OLFATO SE REFERE ÀQUILO QUE CHEIRAMOS.
POR MEIO DA VISÃO, PODEMOS VER DIFERENTES 
OBJETOS.
AS IMAGENS NÃO ESTÃO 
REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.
52
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Você pode aproveitar a oportuni-
dade para comentar com os estudan-
tes que o que percebemos do mundo 
à nossa volta está relacionado aos 
nossos sentidos. Apesar de ser difícil 
explicar e definir tudo o que sentimos 
de maneira simplificada, podemos 
sintetizar nossas sensações em cinco 
sentidos: tato, olfato, visão, gustação 
e audição.
As atividades aqui apresentadas 
favorecem o trabalho com a Educa-
ção para a Saúde. Procure incentivar 
os estudantes a expressar suas opi-
niões e refletir sobre temas relacio-
nados a sensações e autoconsciência, 
sobre como e o que percebemos em 
nossa rotina diária e sobre a impor-
tância da adoção de um estilo de 
vida saudável. Dessa maneira, você 
possibilitará o trabalho com a com-
petência específica 7 de Ciências 
da Natureza.
Paraestimular o processamento lei-
tor ativo, você pode inicialmente pedir 
aos estudantes que passem os olhos no 
texto e identifiquem os termos em des-
taque. Depois, convide-os a, no caderno, 
fazer frases usando esses termos e com-
partilhar oralmente com os colegas. 
Então, peça que iniciem a leitura. Propo-
nha que dividam o texto em duas par-
tes: a primeira com os três parágrafos 
iniciais e a segunda com os dois pará-
grafos finais. Estimule-os a redigir um 
pequeno parágrafo de resumo para 
cada uma dessas partes do texto ao tér-
mino da leitura.
PNA e Literacia
Caso seja possível incorporar em seu planejamento, você pode 
desenvolver a seguinte atividade prática para instigar a curiosidade 
dos estudantes sobre o olfato e a gustação. Antes de realizar a ati-
vidade, recomendamos verificar se os estudantes têm restrições 
alimentares.
• Prepare gelatinas de diferentes sabores e corte-as em quadradinhos.
• Organize a turma em dois grupos: um deles ficará de olhos vendados 
e nariz destapado ao experimentar as gelatinas e o outro ficará de 
olhos vendados e nariz tapado.
• Organize os estudantes de modo que não ouçam as respostas uns 
dos outros.
• Oriente-os a experimentar as gelatinas e, em voz baixa, dizer a você 
qual é o sabor de cada uma delas.
• Caso considere oportuno, comente que os sentidos do olfato e da 
gustação atuam em conjunto na identificação dos diferentes sabo-
res dos alimentos.
• Anote os resultados em uma folha avulsa e, ao final, copie-os no 
quadro de giz, para debatê-los com os estudantes.
Atividade complementar
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1. A CRUZADINHA DOS SENTIDOS FOI FEITA COM BASE NO TEXTO DA 
PÁGINA ANTERIOR. COMPLETE AS FRASES A SEGUIR E, DEPOIS, USE 
ESSAS PALAVRAS PARA PREENCHER A CRUZADINHA.
A) AQUILO QUE “SINTO COM AS MINHAS MÃOS” SE REFERE AO 
SENTIDO DO  .
B) O QUE “VEJO COM MEUS OLHOS” SE REFERE AO SENTIDO DA 
visão .
C) O QUE “CHEIRO COM MEU NARIZ” SE REFERE AO SENTIDO DO 
olfato .
D) O QUE “PROVO COM A MINHA LÍNGUA” SE REFERE AO SENTIDO DA 
gustação .
E) O QUE “AS ORELHAS OUVEM” SE REFERE AO SENTIDO DA audição  .
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2. VAMOS FAZER UM DICIONÁRIO DO CORPO HUMANO? NO CADERNO, 
ESCREVA UMA DEFINIÇÃO PARA OS TERMOS REFERENTES AOS SENTIDOS 
DO NOSSO CORPO: VISÃO, AUDIÇÃO, TATO, GUSTAÇÃO E OLFATO.
Peça aos estudantes que se sentirem confortáveis em compartilhar a produção escrita para lerem 
em voz alta as definições escritas no caderno.
TATO
53
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 2
Aqui não é esperado que os estu-
dantes apresentem definições cien-
tíficas dos sentidos. Espera-se apenas 
que consigam escrever que a visão 
está relacionada ao ato de ver, ou é 
o sentido pelo qual podemos ver; a 
audição está relacionada ao ato de 
ouvir, ou é o sentido pelo qual po-
demos ouvir; o olfato relaciona-se ao 
ato de sentir cheiros, ou é o sentido 
pelo qual podemos cheirar; a gusta-
ção está relacionada ao ato de per-
ceber gostos, ou é o sentido pelo 
qual podemos sentir gostos; o tato 
está relacionado ao ato de perceber 
as características das coisas pelo to-
que, ou é o sentido de perceber sen-
sações pelo toque.
Aqui você encontra mais uma opor-
tunidade para trabalhar com os estu-
dantes a escrita de definições e 
ex pli cações. Peça que elaborem um 
texto inicial no caderno. Depois, solicite 
que leiam as definições apresentadas 
em diferentes dicionários e troquem 
ideias com os colegas. Finalmente, su-
gira que reescrevam seus textos usando 
as próprias palavras. As leituras dos tex-
tos de dicionários podem ser feitas em 
voz alta, a fim de estimular a oralidade 
e favorecer o desenvolvimento da cons-
ciência fonológica e fonêmica e a fluên-
cia em leitura oral.
PNA e Literacia
A fim de sensibilizar os estudantes para as nossas sensações, particularmente por meio do tato, você pode propor uma atividade com uma 
“caixa misteriosa”.
• Consiga uma caixa de papelão grande. Ponha vários objetos dentro 
dela, mas não coloque objetos perigosos nem pontiagudos, como 
tesoura ou mesmo lápis com ponta. Depois, feche a caixa.
• Na tampa da caixa, faça uma abertura pela qual passe somente a 
mão dos estudantes. Para dificultar a visão de dentro da caixa, co-
loque um pano em volta da abertura.
• Chame alguns estudantes para usar o tato e adivinhar que objetos 
estão na caixa. Durante a atividade, incentive-os a descrever o que 
estão sentindo.
• Em seguida, peça a outros estudantes que repitam a atividade, mas 
usando uma luva, e questione: Será que eles vão conseguir identi-
ficar os objetos mais facilmente ou terão mais dificuldade?
Atividade complementar
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
3. FAÇA UMA LEGENDA PARA CADA IMAGEM DESTA PÁGINA. EM SEU TEXTO, 
DESCREVA QUE SENSAÇÕES VOCÊ ASSOCIA AO QUE É MOSTRADO. USE OS 
TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS.
SALGADO   LISO   ÁSPERA   RUGOSO   QUEIMADO   FLORAL
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Sugestão de resposta: Os lírios 
têm um cheiro floral.
Sugestão de resposta: 
O vidro é liso. 
Sugestão de resposta: A lixa de 
unha é áspera. 
Sugestão de resposta: O tronco da 
árvore é rugoso. 
Sugestão de resposta: 
O macarrão tem gosto salgado. 
Sugestão de resposta: As torradas 
estão cheirando queimado.
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AS IMAGENS NÃO ESTÃO 
REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.
54
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 3
Inicialmente, repare se os estudan-
tes usam termos adequados para des-
crever as propriedades dos objetos 
percebidas pelo tato (por exemplo, o 
tronco da árvore é rugoso, a lixa é 
áspera, o vidro é liso).
Depois, procure ampliar esses exem-
plos. Convide os estudantes a formar 
duplas, pensar em momentos do dia 
a dia e formular listas de sensações 
relacionadas a eles. Isso pode servir 
de preparação para a atividade da 
página seguinte. 
Por fim, incentive-os a compartilhar, 
discutir e pedir ajuda a diferentes pes-
soas, fazendo perguntas como: “Que 
palavra seria melhor para descrever 
cada uma das sensações relacionadas 
a momentos do nosso dia a dia?”.
Incentive os estudantes a se expres-
sarem oralmente, avaliando o repertó-
rio e o conhecimento que apresentam. 
Essa atividade contribui para o desen-
volvimento de vocabulário e a cons-
cientização fonológica e fonêmica. 
PNA e Literacia
Caso seja possível incluir em seu 
planejamento, faça a leitura do poema 
a seguir para a turma. Em seguida, 
promova uma discussão: “Que pala-
vras usamos para descrever os cheiros 
que sentimos?”.
Cheiros
Qual será o motivo, de fato,
Por que os poetas não falam do 
olfato?
Eu amo os cheiros – cheiro de mato,
De café fresco, de doce e pudim,
Cebolas fritas, tostadas assim –
Cheiro de boas comidas, enfim...
E de um cachimbo a fumaça cheirosa,
E do perfume do cravo e da rosa,
De uma fogueira a fragrância olorosa;
Do cheiro bom de tinta de im-
pressão,
De maresia na arrebentação,
Cheiro gostoso de chuva no chão;
Odor de menta, de cânfora e chá,
Perfume duma árvore de Natal,
São bons! Mas pra mim, eu vou 
[confessar:
Cheiro é de navio: melhor não há!
MORLEY, C. Caldeir‹o de poemas. Tradução de 
Tatiana Belinky. São Paulo: Companhia das 
Letrinhas, 2003.
Atividade complementar
Seres humanos têm tanto olfato quanto cães, revela estudo
Os seres humanos têm um olfatoque não deixa a desejar em nada a outros mamí-
feros, incluindo cães e ratos, cujo faro tem tanto prestígio [...].
Os pesquisadores afirmam que a suposta inferioridade dos humanos para distinguir 
uma ampla gama de aromas é um mito que se arrasta desde o século XIX.
“Há uma antiga crença cultural, segundo a qual, para que uma pessoa seja racional 
e razoável, suas ações não podem estar dominadas pelo sentido do olfato, percebido 
como puramente animal”, disse o professor adjunto de Psicologia John McGann, da 
Universidade de Rutgers [...].
Texto complementar
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PELA MANHÃ ACORDO COM O SOM DO 
despertador .
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4. A HISTÓRIA EM QUADRINHOS A SEGUIR, SOBRE O TEMA SENTIDOS, 
ESTÁ INCOMPLETA. TERMINE AS FRASES DOS QUADRINHOS 1, 2 E 3. 
DEPOIS, CRIE DESENHOS E FRASES PARA OS DOIS ÚLTIMOS 
QUADRINHOS.
NO CAFÉ DA MANHÃ, SINTO O CHEIRO 
DE pão/leite/frutas .
SINTO NA BOCA O GOSTO DOCE DA
maçã .
 Resposta pessoal. Resposta pessoal.
Desenho do estudante. Desenho do estudante.
1
2
4
3
5
COMPARTILHE 
SUA HISTÓRIA COM 
OS COLEGAS.
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55
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 4
Verifique se os estudantes termi-
nam a história em quadrinhos indi-
cando os sentidos da visão e do tato, 
representando, assim, os cinco senti-
dos explorados até o momento.
Alguns exemplos que você pode 
citar, caso os estudantes apresentem 
dificuldade, são: usar a visão para ler 
a lição na escola ou para brincar e usar 
o tato para sentir a temperatura da 
água no banho.
Aproveite esse momento para 
avaliar se há alguma defasagem de 
conteúdo entre os estudantes. Cer-
tifique-se de que todos acompanha-
ram o raciocínio, identificando even -
tuais dificuldades na compreensão 
dos conceitos até aqui apresentados. 
Se necessário, retome conteúdos 
relacionados e já trabalhados em 
momentos anteriores. 
Muitos estudantes estão acostuma-
dos e gostam de ler quadrinhos. Porém, 
não se imaginam escrevendo os textos 
desses quadrinhos. Aproveite a oportu-
nidade para incentivá-los a ter uma 
postura ativa, oportunizar a prática da 
oralidade e estimular o exercício da es-
crita. Você pode primeiro pedir que lhe 
contem como preencheriam os textos 
dos quadrinhos e, depois, incentivá-los 
a escrever os textos de acordo com suas 
ideias sobre o que acontece na história 
durante o dia da criança. Valorize os tex-
tos e os desenhos que produzirem e 
estimule que sejam compartilhados.
PNA e Literacia
Vídeo
Apolônio e Azulão – Episódio 1: 
Os cinco sentidos. TV Unesp. Dura-
ção: 15 min. Disponível em: https://
tedit.net/vdRc0u. Acesso em: 7 jun. 
2021.
Teatro de bonecos produzido e 
apresentado pela TV Unesp com en-
sinamentos sobre os sentidos básicos 
do corpo humano.
Sugestão de...
“O bulbo olfativo humano, que transmite sinais para outras áreas do cérebro para 
ajudar na identificação de odores, está tão desenvolvido quanto em outros mamíferos 
e tem um número similar de neurônios”, explicou.
[...]
Depois de realizar uma série de estudos, os pesquisadores determinaram que os 
seres humanos podem distinguir até um bilhão de odores diferentes, muito mais do que 
os aproximadamente 10 mil mencionados nos Manuais de Psicologia.
SERES humanos têm tanto olfato como os cães, revela estudo. G1, 15 maio 2017. 
Disponível em: https://tedit.net/mvkBmh. Acesso em: 7 jun. 2021.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
56
VAMOS VER DE NOVO
NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE:
• NOSSA DENTIÇÃO MUDA À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA.
• DEVEMOS ESCOVAR OS DENTES CORRETAMENTE E VISITAR O 
DENTISTA REGULARMENTE.
• DEVEMOS DESENVOLVER HÁBITOS QUE FAVOREÇAM NOSSA SAÚDE, 
COMO OS HÁBITOS DE HIGIENE, POR EXEMPLO.
• POSSUÍMOS DIFERENTES SENTIDOS: TATO, GUSTAÇÃO, OLFATO, VISÃO 
E AUDIÇÃO.
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AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Nesta seção, apresentamos uma 
síntese das principais proposições con-
ceituais trabalhadas no capítulo. Além 
de elencar tais proposições uma a 
uma, apresentamos um mapa concei-
tual, recurso esquemático que facilita 
a visualização dessas proposições pe-
los estudantes.
Usando as ideias de J. D. Novak e 
D. B. Gowin (1984), podemos dizer 
que os mapas conceituais se diferen-
ciam de outros tipos de esquema na 
medida em que:
• expõem os conceitos e as propo-
sições fundamentais em uma lin-
guagem simples e concisa;
• mostram as relações entre as ideias 
principais de modo simples e visto-
so, aproveitando a capacidade hu-
mana para a representação visual;
• acentuam visualmente tanto as 
relações hierárquicas entre concei-
tos e proposições como as relações 
cruzadas entre grupos de concei-
tos e proposições.
Avaliando as 
aprendizagens
Você pode usar os mapas concei-
tuais para avaliar as aprendizagens. 
Uma sugestão é organizar os estudan-
tes em grupos e solicitar que produ-
zam um mapa conceitual alternativo 
ao apresentado. Para isso, eles podem 
manipular os conceitos apresentados 
mudando a hierarquia entre eles, alte-
rando as ligações com setas, etc.
Podem, além disso, acrescentar 
conceitos que julgam importantes e 
que gostariam de relacionar com os 
demais conceitos apresentados no 
esquema. Você pode apontar concei-
tos específicos e pedir aos estudantes 
que os relacionem; criar uma relação 
correta e uma relação incorreta entre 
conceitos e pedir aos estudantes que 
as comentem; inverter a hierarquia de 
certos conceitos e conversar com os 
estudantes sobre argumentos para 
justificar a modificação feita.
Durante a troca de ideias sobre 
essas modificações, procure fazer 
apontamentos e explicações em re-
lação aos mapas produzidos quando 
julgar que é necessário alguma reme-
diação da aprendizagem.
Neste capítulo, durante o trabalho com os conceitos e as proposições conceituais explicitadas 
no esquema aqui apresentado, foram oferecidas aos estudantes oportunidades para praticar e 
desenvolver algumas competências específicas de Ciências da Natureza. Mais especificamente, 
demos maior ênfase às competências 1, 7 e 8. O desenvolvimento das competências específicas 2
e 3, por sua vez, é mais frequente e se dá ao longo de todo o capítulo – por exemplo, nos momen-
tos em que são desenvolvidas habilidades relacionadas a processos investigativos.
BNCC Competências específicas de Ciências da Natureza
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DEVE RECEBER
DENTE
escovação
1. COMPLETE OS ESQUEMAS USANDO OS TERMOS E AS EXPRESSÕES 
MAIS ADEQUADOS DO BANCO DE PALAVRAS A SEGUIR.
DENTE PERMANENTE ESCOVAÇÃO DENTE DE LEITE
2. LEIA ESTA TIRINHA E EM SEGUIDA RESPONDA ÀS QUESTÕES A SEGUIR.
PODE SER
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dente de leite dente permanente
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A) QUAL HÁBITO NÃO RECOMENDADO É CARACTERÍSTICO DESSE 
PERSONAGEM?
Não tomar banho.
B) NO CADERNO, COM AJUDA DO PROFESSOR OU DE UM FAMILIAR, FAÇA UMA 
HISTÓRIA EM QUADRINHOS PARA MOSTRAR, DE FORMA BEM-HUMORADA, 
UM HÁBITO QUE VOCÊ SABE QUE DEVE MUDAR OU UM HÁBITO QUE 
VOCÊ ACHA QUE DEVE ADQUIRIR.
3. ANALISE A IMAGEM A SEGUIR E CONVERSE COM OS COLEGAS: QUE 
SENTIDOS ESTÃO SENDO USADOS PELAS PESSOAS?
FONTE: BANCO DE IMAGENS MSP.
AS IMAGENS NÃO ESTÃO 
REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
Resposta 
pessoal.
Avaliando as 
aprendizagens
Apresentamos aquialgumas ati-
vidades que ajudam a avaliar a 
aprendizagem dos estudantes. Ao 
respondê-las, os estudantes devem 
explicitar o entendimento dos con-
ceitos, além de comparar e contrastar 
situações e hipóteses e empregar 
procedimentos e habilidades cogni-
tivas específicos (como observação, 
análise, síntese, argumentação, etc.).
Inicialmente, sugerimos que essas 
atividades sejam feitas individual-
mente. Depois de respondidas, os 
estudantes podem se organizar em 
duplas para comparar as respostas, 
verificar as divergências e chegar a 
um consenso.
Essa é uma poderosa estratégia 
de avaliação, na medida em que ca-
da estudante deve expor aos colegas 
o que aprendeu, possibilitando re-
pensar suas ideias e explicitar suas 
dúvidas.
Atividade 1
Inicialmente, você pode corrigir os 
esquemas que os estudantes preen-
cheram. Depois, você pode encora-
já-los a construir outros esquemas, a 
fim de resumir outras partes especí-
ficas deste capítulo.
Atividade 2
Incentive os estudantes a primeiro 
conversar com os familiares sobre o 
que aprenderam neste capítulo. De-
pois dessa conversa, eles podem criar 
as histórias em quadrinhos, como 
solicita o item B. Estimule-os a com-
partilhar suas produções no mural da 
turma e convide-os a dar possíveis 
títulos aos quadrinhos compartilha-
dos pelos colegas.
Atividade 3
Alguns exemplos de respostas que 
podem ser dadas: audição – buzina 
do vendedor de sorvete, barulho das 
ondas; visão – pessoas olhando umas 
para as outras; gustação e olfato – ho-
mem comendo milho; tato – crianças 
tocando a areia, crianças passando a 
mão na testa.
Neste capítulo, oferecemos oportunidades para se trabalhar com os Temas Contemporâneos 
Transversais Trabalho, Saúde e Diversidade Cultural, pertencentes às macroáreas Economia, 
Saúde e Multiculturalismo, respectivamente.
Ao possibilitar o trabalho com Temas Contemporâneos Transversais, você contextualiza o que 
é estudado, despertando o interesse das crianças e contribuindo para o desenvolvimento delas 
como cidadãs do mundo.
BNCC Temas Contemporâneos Transversais
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
4
CAPÍTULO
FERIMENTOS E 
CUIDADOS
NESTE CAPÍTULO, VAMOS ESTUDAR COMO 
PODEMOS NOS CUIDAR MELHOR EVITANDO ACIDENTES 
E TRATANDO FERIMENTOS CASO ELES OCORRAM.
• O QUE VOCÊ ACHA QUE PODE FAZER PARA 
EVITAR ACIDENTES E DIMINUIR AS CHANCES 
DE SE MACHUCAR?
• QUANDO ALGUÉM SOFRE ARRANHÕES E FERIMENTOS LEVES, O QUE 
PODEMOS FAZER PARA TRATAR ESSES MACHUCADOS?
• VOCÊ JÁ FOI A UM POSTO DE SAÚDE? VOCÊ SABE EM QUE SITUAÇÕES 
AS PESSOAS VÃO A UM POSTO DE SAÚDE?
PARA INICIAR
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VOCÊ SABE 
CUIDAR DO SEU 
CORPO?
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O USO DE EQUIPAMENTOS DE 
PROTEÇÃO CONTRIBUI PARA A 
PREVENÇÃO DE FERIMENTOS.
58
Visão geral do 
capítulo
Neste capítulo, vamos estudar al-
guns ferimentos que os estudantes 
podem sofrer, como arranhões e fratu-
ras ósseas. Também abordaremos co-
mo os acidentes podem ser evitados e 
conhecer mais hábitos recomendados 
para promover a saúde. Entre eles, res-
saltaremos a vacinação como uma 
forma de prevenção de doenças.
E ainda: “Vocês se lembram de já ter ido a um 
posto de saúde?”; “Vocês sabem explicar o 
que é feito nos postos de saúde?”; “De ma-
neira geral, o que podemos fazer para cuidar 
da saúde?”.
Ao longo deste capítulo, você 
encontrará várias oportunidades para 
tra balhar com os estudantes a 
habilidade EF02CI03 da BNCC.
BNCC Habilidade
Na seção Para iniciar, você encon-
tra uma oportunidade para ativar o 
que os estudantes já sabem sobre 
o que será estudado. Procure valorizar 
esse conhecimento prévio logo no 
começo do desenvolvimento das ati-
vidades do capítulo.
BNCC Orientações gerais
Avaliação inicial – 
Para iniciar
Nesta seção, é importante manter 
um registro das respostas iniciais 
dos estudantes, a fim de que pos-
sam ser retomadas e revistas no final 
do capítulo. Isso contribuirá para 
que se tornem conscientes de suas 
aprendizagens.
Inicialmente, você pode explorar a 
imagem de abertura do capítulo per-
guntando à turma: “Vocês já se ma-
chucaram praticando esportes ou 
brincando?”; “Vocês estavam usando 
equipamento de proteção?”; “Como 
foi o machucado?”; “Teria sido diferen-
te se estivessem usando esse tipo 
de equipamento?”; “Quem costuma 
usar equipamentos de proteção co-
mo capacete? Em que situações?”.
Por fim, incentive os estudantes a 
discutir questões focadas no tema 
de estudo do capítulo, como a apre-
sentada pelo mascote. Você tam-
bém pode perguntar a eles: “Qual 
foi a última vez que vocês se machu-
caram?”; “Como foi o machucado?”; 
“O que vocês fizeram para cuidar 
dele?”; “Vocês costumam se machu-
car?”; “Qual é o machucado mais 
frequente que ocorre com vocês?”. 
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QUE TAL MONTAR A PEÇA POSTO 
DE SAÚDE COM OS COLEGAS?
COMO FAZER
1. DECIDAM QUEM SERÃO OS 
PERSONAGENS PRINCIPAIS E POR QUE 
VÃO PROCURAR O POSTO DE SAÚDE.
ATIVIDADE PRÁTICA
2. CAPRICHEM NA MONTAGEM 
DO CENÁRIO DO POSTO 
DE SAÚDE.
3. ENCENEM O ATENDIMENTO FEITO 
PELO MÉDICO, ENFERMEIRO OU 
AGENTE DE SAÚDE. 
4. ENCERREM A PEÇA 
TEATRAL COM UM RECADO 
SOBRE A IMPORTÂNCIA 
DOS POSTOS DE SAÚDE.
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ESTUDANTES PLANEJAM 
A ENCENAÇÃO.
CARTAZES SÃO USADOS 
PARA MONTAR O CENÁRIO.
ESTUDANTES ENCENAM 
UM ATENDIMENTO NO 
POSTO DE SAÚDE.
ESTUDANTES FINALIZAM 
A ENCENAÇÃO.
MATERIAL 
NECESSÁRIO
• LÁPIS DE COR OU GIZ DE CERA
• CARTOLINA OU PAPEL-CARTÃO
• FOLHAS DE PAPEL SULFITE
59
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Antes de realizar a atividade, dê tem-
po aos estudantes para que conversem 
sobre o que deve existir no posto de 
saúde da peça teatral, os motivos que 
levam a pessoa a procurá-lo e o que os 
cartazes devem informar.
Ao fazer uma encenação em sala 
de aula, os estudantes se envolvem 
em uma atividade que pode se de-
senvolver com as características de 
um role-playing game. Leia o texto 
complementar a seguir para se apro-
fundar no potencial pedagógico des-
sa estratégia na escola.
A encenação proposta é uma ma-
neira de favorecer os estudantes a ter 
contato com muitas informações em 
um contexto lúdico. Nesse momento, 
em que têm acesso a novas informa-
ções e, simultaneamente, podem apli-
car em determinado contexto tanto 
as informações novas quanto aquelas 
que já conhecem, eles estão desen-
volvendo procedimentos coerentes 
com processos investigativos, co-
mo: avaliar informação; aprimorar seus 
saberes e incorporar gradualmente, e 
de modo significativo, o conhecimen-
to científico.
Por fim, você pode sugerir aos es-
tudantes que contem em casa, para 
os familiares, como foi a peça do “Pos-
to de saúde” que fizeram. Trata-se de 
uma maneira de estimular a realização 
de atividades de reconto.
Caso seja possível incorporar em 
seu planejamento, você pode convidar 
um agente de saúde para que a turma 
possa entrevistá-lo. Aconselhe-o a uti-
lizar linguagem adequada para a faixa 
etária. Auxilie os estudantes na elabo-
ração de questões para o entrevistado, 
levando em consideração suas curio-
sidades e suas dúvidas. É interessante 
que cada um fique responsável por um 
questionamento, para que todos par-
ticipem. Oriente-os a falar um de cada 
vez, respeitando a vez dos colegas.
Atividade complementar
Um modelo de role-playing game (RPG) para o ensino dos processos da digest‹o
[...]
O Role-Playing Game (RPG) é um jogo de contar histórias [...] no qual os jogadores assumem papéis de personagens e 
criam narrativas colaborativamente. [...] Aplicado num ambiente escolaré um jogo muito peculiar, de caráter socializador, 
cooperativo e interdisciplinar, ou seja, não há disputa entre adversários, mas colaboração para a vivência de aventuras em 
um mundo imaginário. O RPG tem seu uso amplamente incentivado pelo Ministério da Educação (MEC) como método de 
ensino. É usado para aguçar a cooperação e o raciocínio lógico dos estudantes. [...]
OLIVEIRA NETO, A. A.; BENITE-RIBEIRO, S. Um modelo de role-playing game (RPG) para o ensino dos processos da digestão. Revista eletrônica do 
curso de pedagogia do Campus Jata – UFG, v. 8, n. 2, p. 3, 2012. Disponível em: https://tedit.net/UUPCsc. Acesso em: 8 jun. 2021.
Texto complementar
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
QUANDO NOS MACHUCAMOS...
VOCÊ JÁ SE MACHUCOU? OBSERVE 
A SEGUIR IMAGENS QUE MOSTRAM 
A RECUPERAÇÃO DE UM PEQUENO 
CORTE NA PELE.
FERIDA RECENTE. FERIDA APÓS UMA SEMANA. FERIDA APÓS UM MÊS.
AGORA OBSERVE AS RADIOGRAFIAS 
DE UM OSSO QUEBRADO QUE SE CUROU.
À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA, 
AS FERIDAS E OS MACHUCADOS 
CICATRIZAM, E ATÉ UM OSSO 
QUEBRADO PODE SE RECUPERAR.
NO CASO DE FERIMENTOS LEVES, 
COMO UM CORTE SUPERFICIAL, É 
IMPORTANTE SEMPRE MANTER A 
ÁREA LIMPA, PARA EVITAR QUE O 
MACHUCADO PIORE.
JÁ PARA CASOS DE FRATURA ÓSSEA, 
É PRECISO IR AO MÉDICO E, MUITAS 
VEZES, IMOBILIZAR A ÁREA ATINGIDA. 
SE VOCÊ SOFRER UM FERIMENTO, 
AVISE UM ADULTO PARA ELE AVALIAR 
SE É NECESSÁRIO PROCURAR UM 
POSTO DE SAÚDE. TAMBÉM NÃO PASSE 
NENHUM PRODUTO NO MACHUCADO 
SEM ANTES CONVERSAR COM UM ADULTO.
FRATURA 
RECENTE.
FRATURA APÓS 
DOIS MESES.
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VOCABULÁRIO
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MACHUCADOS.
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AS IMAGENS NÃO ESTÃO 
REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.
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Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Como atividade de pré-leitura, su-
gerimos que peça aos estudantes que 
analisem as imagens que ilustram o 
texto. Depois, promova a troca de 
ideias e a elaboração das primeiras hi-
póteses de leitura, propondo questões 
como: “O que será que o texto aborda-
rá?”; “O que será que vamos aprender 
com a leitura?”. Procure registrar as 
ideias da turma no quadro de giz.
Depois da leitura, peça aos estu-
dantes que avaliem se as hipóteses 
de leitura foram confirmadas, ques-
tionando se há algo que o texto in-
forma, mas não foi previsto, ou o 
contrário, se há algo que acharam 
que o texto comentaria, mas ele não 
abordou.
Procure incentivar os estudantes a 
utilizar as informações apresentadas 
para expressar suas opiniões e refletir 
sobre temas como o cuidado com o 
corpo, a formação de hábitos promo-
tores de saúde, o respeito à diversi-
dade física e cultural e a importância 
da adoção de um estilo de vida sau-
dável. Dessa maneira, você possibili-
tará o trabalho com a competência 
específica 7 de Ciências da Natureza.
Para estimular a leitura ativa entre os 
estudantes, você pode organizá-los em 
duplas. Peça a eles que localizem apro-
ximadamente o meio do texto e oriente 
cada membro da dupla a ler, ini -
cialmente, somente uma das metades 
da exposição. Depois, solicite a cada 
estudante que conte ao colega de du-
pla o que informa a metade lida. Por fim, 
estimule a leitura conjunta do texto e a 
escrita de um parágrafo de síntese.
PNA e Literacia
Incentive os estudantes a levar para 
a sala de aula diferentes radiografias 
que possam ter em casa e comparti-
lhá-las com os colegas. Na medida do 
possível, eles devem identificar as par-
tes do corpo e os ossos que aparecem 
nas imagens e, quando for o caso, as 
fraturas ósseas visíveis.
Atividade complementar
Raios X
O raio X é um tipo de radiação eletromagnética com frequências superiores à ra-
diação ultravioleta, ou seja, maiores que 1018 Hz. A descoberta do raio X e a primeira 
radiografia da história ocorreram em 1895 pelo físico alemão Wilhelm Conrad Rötgen, 
fato esse que lhe rendeu o prêmio Nobel de Física em 1901.
[...] A denominação “raio X” foi usada por Conrad porque ele não conhecia a na-
tureza da luz que tinha acabado de descobrir, ou seja, para ele, tratava-se de um raio 
desconhecido.
Texto complementar
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1. REVEJA, NA PÁGINA ANTERIOR, AS IMAGENS DO DEDO 
MACHUCADO. AGORA, COMPLETE O TEXTO A SEGUIR, 
EXPLICANDO COMO O CORTE CICATRIZOU.
RADIOGRAFIA DE MÃO. RADIOGRAFIA DE 
BRAÇO.
RADIOGRAFIA DE 
PERNA.
3. TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E RESPONDA: QUANDO VOCÊ OU 
OUTRA CRIANÇA SE MACHUCA, POR QUE É IMPORTANTE AVISAR UM 
ADULTO? Resposta pessoal.
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2. IDENTIFIQUE QUAL DAS RADIOGRAFIAS A SEGUIR APRESENTA UM 
OSSO QUEBRADO E MARQUE-A COM UM X.
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 A menina machucou o dedo.
 Logo depois de se machucar, a pele do dedo da menina estava
.
 Mas, depois de uma semana, a pele do dedo estava 
.
 Depois de um mês, a pele do dedo estava
.
Resposta pessoal.
Resposta pessoal.
Resposta pessoal.
LEIA O SEU TEXTO EM VOZ ALTA PARA UM 
COLEGA. DEPOIS, 
OUÇA O TEXTO DELE.
AS IMAGENS NÃO ESTÃO 
REPRESENTADAS EM PROPORÇÃO.
61
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 1
Espera-se que os estudantes des-
crevam o aspecto do machucado da 
seguinte forma: quando recente, são 
visíveis o corte na pele e o sangue so-
bre o machucado; quando o machu-
cado está cicatrizando, poucos dias 
depois de ter ocorrido, é visível uma 
“casquinha” sobre o corte e não há 
mais sangue; após um mês, o corte 
está cicatrizado, mas ainda há uma 
pequena alteração na cor da pele da 
área afetada.
Os estudantes são convidados a 
trabalhar com formas de comunicar 
informações comumente utilizadas 
em Ciências. Incentive-os a escrever 
descrições e enfatize a importância 
de comunicar informações de ma-
neira objetiva e precisa. Fazendo 
isso, você possibilitará o trabalho 
com a competência específica 6 de 
Ciências da Natureza.
As descrições são um tipo de texto 
muito característico da atividade cien-
tífica. Ao propiciar a oportunidade de 
praticar a escrita de descrições, você 
oferece aos estudantes a possibilidade 
de colocar em prática procedimentos 
aplicados em processos investiga-
tivos, como: relatar informações de 
forma oral, escrita ou multimodal e 
apresentar, de forma sistemática, da-
dos e resultados de investigações.
Atividade 2
Nas imagens A e B, os ossos da mão 
e do braço, respectivamente, estão 
intactos. Na imagem C, os dois ossos 
da perna estão fraturados. Chame a 
atenção dos estudantes para o fato de 
que essas imagens são radiografias.
Atividade 3
Espera-se que os estudantes con-
cluam que é sempre importante avisar 
um adulto sobre qualquer ferimento 
para que ele avalie se é necessário pro-
curar atendimento médico ou um 
posto de saúde.
Incentive os estudantes a ler suas res-
postas em voz alta. Dessa maneira, em 
conjunto com a compreensão de texto 
e a produção escrita, eles são incentiva-
dos a desenvolver a consciência fonoló-
gica e fonêmica e a fluência em leitura.
PNA e Literacia
[...]
Por meio de estudos sobre os raios X, Rötgen verificou que eles têm a propriedade 
de atravessar materiais de baixa densidade, como os músculos do corpo humano, e são 
absorvidos por materiais com densidades mais elevadas, como os ossos. [...] Hoje o raio 
X possui vasto campo de aplicação, pois são utilizados, por exemplo, no tratamento de 
câncer, na pesquisa sobre a estrutura cristalina dos sólidos, na indústria eem muitos 
outros campos da ciência e da tecnologia.
[...]
SILVA, M. A. Raios X. Brasil Escola. Disponível em: https://tedit.net/XKOPH0. 
Acesso em: 8 jun. 2021.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
4. LEIA AS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS. 
ELAS COMEÇAM NESTA PÁGINA E 
CONTINUAM NA PÁGINA SEGUINTE.
5. AGORA, RESPONDA:
A) EM QUAL DESSAS HISTÓRIAS A CRIANÇA SOFREU FERIMENTOS 
LEVES? EXPLIQUE COMO FOI ESSE FERIMENTO.
Na primeira história. A menina sofreu um arranhão no joelho ao cair da bicicleta.
B) EM QUAL DAS HISTÓRIAS A CRIANÇA SOFREU UM FERIMENTO MAIS 
GRAVE? EXPLIQUE SUA RESPOSTA.
Na segunda história. O menino sofreu uma fratura no braço.
Resposta pessoal.
Resposta pessoal.
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TÍTULO PARA CADA 
HISTÓRIA. Su
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Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 4
Antes de iniciar a atividade, suge-
rimos incentivar os estudantes a 
relatar histórias de como já se ma-
chucaram aos colegas. Após alguns 
relatos, promova um debate sobre 
a questão: “Como esses acidentes 
poderiam ter sido evitados?”.
Atividade 5
No item A, espera-se que os estu-
dantes percebam que a menina so-
freu apenas arranhões no joelho ao 
cair da bicicleta.
No item B, espera-se que os estu-
dantes percebam que o menino, ao 
cair do skate, sofreu um ferimento 
mais grave: uma fratura.
Converse com os estudantes sobre 
como esses acidentes poderiam ter si-
do evitados. Enfatize a importância do 
uso de equipamento de segurança ao 
praticar qualquer esporte. Embora usar 
equipamento desse tipo não impeça a 
ocorrência de acidentes, pode ajudar a 
evitar ferimentos e, caso aconteçam, 
diminuir sua gravidade.
Refletir sobre as consequências 
dos acidentes pode sensibilizar os 
estudantes para os cuidados com o 
corpo e começar a motivá-los a atuar 
visando promover a qualidade de 
vida. Com essas reflexões, você pode 
estimular o desenvolvimento da com-
petência específica 8 de Ciências 
da Natureza.
Você pode usar essas histórias em 
quadrinhos para trabalhar com os estu-
dantes a oralidade, a interpretação de 
texto e a escrita. Uma sugestão é orga-
nizá-los em grupos de quatro integran-
tes. A tarefa de cada membro será 
representar um personagem dessas 
histórias em quadrinhos. Em um primei-
ro momento, cada grupo pode fazer 
ensaios, nos quais os estudantes suge-
rem (oralmente) possíveis falas corres-
pondentes aos seus personagens. Em 
um segundo momento, os grupos po-
dem recontar e encenar as histórias para 
os colegas. Finalmente, em um terceiro 
momento, os estudantes podem escre-
ver balões de fala usando suas próprias 
sugestões de textos.
PNA e Literacia
Sugestão de...
Vídeo
A prevenção de acidentes com crianças nas 
escolas. Jornal Futura. Canal Futura. Duração: 3 min 
25 s. Disponível em: https://tedit.net/MIOYu6. 
Acesso em: 7 jun. 2021.
O vídeo apresenta uma matéria sobre a impor-
tância e os modos de prevenir acidentes com 
crianças nas escolas.
Livro
Manual de prevenção de acidentes e primeiros 
socorros nas escolas. 2. ed. rev. Secretaria da Saúde, 
Coordenação de Atenção Básica. São Paulo: SMS, 
2017. Disponível em: https://tedit.net/WfDIup. 
Acesso em: 9 jun. 2021.
Manual que aborda a prevenção de acidentes 
no ambiente escolar e em seu entorno e sobre 
primeiros socorros em caso de acidente.
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2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 982APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 98 10/08/21 20:0210/08/21 20:02
6. NOS TRECHOS A SEGUIR, AS HISTÓRIAS EM 
QUADRINHOS CONTAM COMO OS MACHUCADOS 
DAS CRIANÇAS FORAM TRATADOS.
7. AGORA, TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E EXPLIQUE:
A) O QUE FOI FEITO PARA TRATAR DO MACHUCADO NA PRIMEIRA
HISTÓRIA?
B) O QUE FOI FEITO PARA TRATAR DO MACHUCADO NA SEGUNDA 
HISTÓRIA?
8. MURAL DA TURMA EM UMA FOLHA AVULSA, FAÇA UMA HISTÓRIA EM 
QUADRINHOS PARA CONTAR ALGUMA VEZ EM QUE VOCÊ SE MACHUCOU. 
CONTE TAMBÉM COMO FOI O TRATAMENTO.
Foi feito um curativo; trata-se de um caso de ferimento leve, provavelmente 
uma pequena escoriação na pele.
Foi necessário que um adulto levasse o menino ao hospital para tirar uma radiografia e 
engessar o braço. Trata-se de um ferimento mais grave do que o sofrido pela menina da primeira história.
Resposta pessoal.
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AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
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O que fazer em caso de emergência na escola?
Não devemos esperar um problema para tomar atitudes. Acidentes e emergências médicas vão acontecer e a escola deve 
estar preparada. Uma providência é pedir às famílias um atestado médico para saber se a criança precisa de uma atenção 
especial. É importante também deixar à vista de todos o telefone do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e 
disponibilizar na escola um kit de pronto atendimento. Se possível, recomenda-se que professores e funcionários tenham 
treinamento em primeiros socorros. Caso a escola não conte com um profissional de saúde, cabe a um dos adultos tomar as 
primeiras providências. Em situações mais graves, é importante que ele entre em contato com o Samu e peça orientações. 
Enquanto o socorro não chega, aconselha-se afastar os curiosos da criança acidentada, desapertar sua roupa, desamarrar os 
sapatos e mantê-la calma. Não se deve removê-la nem medicá-la, e os responsáveis precisam ser avisados.
RAMOS, H. O que fazer em caso de emergência na escola? Nova Escola. Disponível em: https://tedit.net/3hd16i. Acesso em: 8 jun. 2021.
Texto complementar
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 7
É esperado que os estudantes 
identifiquem que, na primeira história, 
por se tratar de um ferimento leve, 
este só foi lavado e feito um curativo. 
Caso houvesse inchaço, poderia ter 
sido colocado gelo também. Já na 
segunda história, por se tratar de um 
machucado mais grave, um adulto 
encaminhou a criança ao médico, 
que avaliou que o membro fraturado 
precisava ficar imobilizado.
Atividade 8
Essa é uma boa oportunidade para 
sugerir aos estudantes que desenvol-
vam a atividade com os familiares ou 
os responsáveis e pratiquem a orali-
dade e o reconto. Em sua residência, 
todos podem também levantar ocor-
rências nas quais algum membro da 
família se machucou. Na sala de aula, 
podem contar uns aos outros esses 
eventos e, depois, usar o mural da 
turma para compartilhar as histórias 
em quadrinhos produzidas.
Auxilie os estudantes na organiza-
ção de suas produções no mural. Pla-
neje momentos em que outras turmas 
possam apreciar as histórias em qua-
drinhos produzidas pela turma.
Aqui e nas páginas seguintes do ca-
pítulo, ao tratar dos temas “acidentes” 
e “prevenção de acidentes”, temos um 
momento na coleção em que é favo-
recido o trabalho com os Temas Con-
temporâneos Transversais Saúde e 
Vida Familiar e Social, pertencentes, 
respectivamente, às macroáreas Saúde
e Cidadania e Civismo.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
QUANDO NOS MACHUCAMOS, O QUE 
DEVEMOS FAZER?
TEMOS DE PROCURAR UM SERVIÇO MÉDICO.
MAS, SE FOR UM FERIMENTO LEVE, COMO 
PEQUENOS ARRANHÕES, O MAIS RECOMENDADO 
É LAVAR MUITO BEM O LOCAL COM ÁGUA E 
SABÃO. SE OCORRER INCHAÇO − QUE É O QUE 
NÓS CHAMAMOS DE EDEMA −, TEMOS DE USAR 
COMPRESSA DE GELO.
PARA QUE SERVE O GELO NESSES CASOS?
O GELOSERVE PARA DIMINUIR O INCHAÇO E 
TAMBÉM PARA ALIVIAR A DOR. MAS, SE O EDEMA 
NÃO DIMINUIR MESMO COM A APLICAÇÃO DE GELO, 
TEMOS DE IR AO MÉDICO.
O QUE TEMOS DE FAZER PARA NÃO NOS MACHUCARMOS?
TODAS AS CRIANÇAS GOSTAM DE BRINCAR. GERALMENTE, NÃO TÊM 
NOÇÃO DO PERIGO E ACABAM SE ARRISCANDO. POR ISSO, AS CRIANÇAS 
TÊM DE OUVIR QUANDO OS ADULTOS AVISAM SOBRE OS RISCOS QUE 
ESTÃO CORRENDO! NÃO PODEM MEXER COM ELETRICIDADE E COM FACAS 
NA COZINHA; NÃO PODEM BRINCAR NA PISCINA SEM TER UM ADULTO POR 
PERTO; NÃO DEVEM ANDAR DESCALÇAS EM LOCAIS NÃO APROPRIADOS; 
NO CARRO, DEVEM USAR SEMPRE O CINTO DE SEGURANÇA E O ASSENTO 
ADEQUADO À SUA IDADE.
QUE OUTRAS ORIENTAÇÕES VOCÊ GOSTARIA DE DAR PARA AS CRIANÇAS?
CRIANÇAS NÃO PODEM FICAR MEXENDO COM O QUE NÃO É APROPRIADO, 
COMO PRODUTOS PERIGOSOS, FOGO, REMÉDIOS, ETC. EVITAR MACHUCAR-SE 
É UM JEITO DE CUIDAR DA SAÚDE, ASSIM COMO CUIDAR DA ALIMENTAÇÃO, 
TER HÁBITOS DE HIGIENE E TOMAR VACINAS PARA EVITAR CERTAS DOENÇAS.
MARIA DO SOCORRO LIMA É 
ENFERMEIRA APOSENTADA.
COM A PALAVRA
CUIDE-SE!
LEIA A ENTREVISTA A SEGUIR 
PARA CONHECER ALGUMAS DICAS 
QUE UMA ENFERMEIRA EXPERIENTE 
TEM A NOS DAR SOBRE CUIDADOS 
COM A SAÚDE. 
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VAMOS 
APRENDER MAIS 
CUIDADOS QUE 
DEVEMOS TER COM 
O CORPO.
64
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Após a leitura da entrevista, apro-
veite o momento e pergunte aos es-
tudantes: “Vocês se lembram da última 
vacina que tomaram?”. Em seguida, 
procure iniciar uma conversa sobre 
vacinação. Se possível, mostre uma 
carteira de vacinação e explique 
como ela é preenchida. Apresente 
também o Calendário Nacional de 
Vacinação, determinado pelo Minis-
tério da Saúde, que indica a idade 
recomendada para cada tipo de 
vacina. Incentive-os a conversar 
com os familiares e analisar a cartei-
ra de vacinação.
Nos documentos do Ministério 
da Saúde (disponíveis em: 
https://tedit.net/4Y30KT e https://
tedit.net/BahLqf. Acesso em: 2 jul. 
2021), é possível verificar informações 
sobre o Calendário Nacional de Vaci-
nação da criança e ter acesso a um 
cartão para registro das vacinas.
Aproveite o momento da entrevista 
com a enfermeira para desenvolver a 
habilidade EF02CI03 da BNCC.
BNCC Habilidade
A vacinação é uma forma de 
prevenção contra determinadas 
doenças. Isso quer dizer que pes-
soas vacinadas têm menos chance 
de desenvolver a doença para a 
qual receberam a vacina.
Toda criança deve ter uma car-
teira de vacinação na qual são 
anotadas as vacinas que ela tomou 
desde o nascimento e a data em 
que recebeu cada uma.
“Crianças devem correr riscos”, afirmam especialistas 
[...] De acordo com um relatório publicado em 2006 pela Future Foundation, o tempo 
diário que pais passam olhando as crianças aumentou de 25 minutos em 1975 para 
99 minutos em 2000, isto é, quadruplicou. O estudo aponta que as causas estão relacio-
nadas ao aumento da ansiedade parental e que “gerações anteriores não se preocupa-
vam tanto em deixar as crianças brincando sozinhas no quintal ou na rua”. [...]
Na tentativa de se proporcionar às crianças experiências de contato com o risco, as 
brincadeiras ao ar livre e a interação com a natureza podem ser caminhos possíveis e 
aconselháveis. [...]
Texto complementar
Por fim, você pode utilizar a entre-
vista para discutir com os estudantes 
que o conhecimento científico está 
presente no dia a dia de diferentes 
profissionais. Ao fazer isso, você pos-
sibilitará o trabalho com a compe-
tência específica 1 de Ciências da 
Natureza. 
Repare que aqui também é favo-
recido o trabalho com o Tema
Contemporâneo Transversal Tra-
balho, pertencente à macroárea Eco-
nomia. Aproveite essa oportunidade 
para conversar com os estudantes 
sobre diferentes profissões. 
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1. SEGUNDO A ENFERMEIRA, QUE CUIDADOS DEVEMOS TER PARA NÃO 
NOS MACHUCARMOS? CONTE COM SUAS PALAVRAS O QUE VOCÊ 
APRENDEU COM A LEITURA DA ENTREVISTA.
Não mexer com eletricidade nem com facas na cozinha; não brincar na piscina sem 
a presença de um adulto; não andar descalço em locais não apropriados; e usar cinto 
de segurança e assentos adequados no carro.
2. COMPLETE AS LEGENDAS DAS IMAGENS, EXPLICANDO QUE CUIDADOS 
AS PESSOAS ESTÃO TOMANDO PARA EVITAR SE MACHUCAR. UTILIZE 
OS TERMOS DO BANCO DE PALAVRAS.
3. CONVERSE COM OS COLEGAS: POR QUE TOMAR VACINAS TAMBÉM É 
UMA MANEIRA DE CUIDAR DE NÓS MESMOS?
Porque nos ajuda a evitar certas doenças.
SEMPRE ATRAVESSE A RUA COM UM ADULTO 
E NA faixa de pedestres .
AO ANDAR DE BICICLETA, PATINS OU SKATE,
USE EQUIPAMENTOS DE proteção .
NO CARRO, SENTE-SE NO BANCO DE TRÁS E 
USE O cinto de segurança .
SOLTE PIPA EM LOCAIS ABERTOS E BEM 
LONGE DOS fios elétricos .
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FIOS ELÉTRICOS FAIXA DE PEDESTRES PROTEÇÃO CINTO DE SEGURANÇA
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Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 2
Converse com os estudantes so-
bre a importância da atenção ao 
atravessar a rua sempre na faixa de 
pedestres e, no caso das crianças, 
acompanhadas de um adulto. Aler-
te-os também sobre a necessidade 
de usar equipamentos de proteção 
na prática de esportes. Os dispositi-
vos de segurança para bebês e crian-
ças em carros são regulamentados 
pelo Código Nacional de Trânsito, 
que estabelece o uso obrigatório de 
três tipos de cadeirinha, todos encai-
xados no banco traseiro dos veículos. 
São eles:
• Berço portátil porta-bebê: conhe-
cido como bebê conforto, é reco-
mendado para crianças de até 
1 ano; fica de frente para o porta-
-malas do veículo.
• Cadeirinha auxiliar: indicada para 
crianças de 1 a 4 anos de idade, é 
fixada ao banco do veículo com o 
cinto de segurança.
• Assento de elevação: recomenda-
do para crianças entre 4 e 10 anos 
que tenham menos de 1,45 m de 
altura, o dispositivo posiciona a 
criança na altura de utilização do 
cinto de segurança do veículo.
Atividade 3
Alguns esclarecimentos sobre va-
cinações que podem ser introduzidos 
durante a discussão para antecipar os 
próximos tópicos do capítulo são: 
• Anualmente, o Ministério da Saú-
de promove campanhas de vaci-
nação contra a influenza. Em geral, 
as campanhas têm como público-
alvo grupos prioritários, como 
crianças entre 6 meses e 6 anos de 
idade, gestantes e puérperas, tra-
balhadores da área da Saúde, po-
vos indígenas e pessoas com 
60 anos ou mais de idade, entre 
outros.
• No caso da vacinação contra po-
liomielite, até os 6 anos de idade 
são previstas três doses da vacina 
poliomielite inativada (VIP) e dois 
reforços com a vacina poliomielite 
atenuada (VOPb).
Você pode conduzir com os estudantes uma ativi-
dade de leitura estratégica. Inicialmente, leia somente 
as perguntas da entrevista. Depois, organize-os em trios, 
com a missão de, sem ler o texto, formular uma respos-
ta inicial para cada uma das perguntas da entrevista. 
Após essa preparação, eles podem ler a entrevista e 
reformular suas respostas. A comparação das respostas 
antes e depois da leitura contribui para dar mais sentido 
à informação apresentada pelo entrevistado.
PNA e Literacia
“No ambiente natural, soltar as 
amarras libera muita energia acumu-
lada. [...] Para as crianças o principal 
ganho, entre muitos outros, é uma 
autoestima e independência melhor 
desenvolvidas”, descreve Martin. [...]
HOSHINO, C. “Crianças devem 
correr riscos”, afirmam especialistas. 
Lunetas, 15 jan. 2018. Disponível em: 
https://tedit.net/JKsy2d. 
Acesso em: 9 jun. 2021.101
2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1012APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 101 10/08/21 20:0210/08/21 20:02
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
4. UMA CRIANÇA FOI TOMAR VACINA NO POSTO DE SAÚDE. NUMERE 
CADA IMAGEM PARA INDICAR A SEQUÊNCIA DE EVENTOS.
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5. TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS: COM QUAL DAS CRIANÇAS A 
SEGUIR VOCÊ CONCORDA?
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PRONTO! 
JÁ ATUALIZEI SUA 
CARTEIRA DE
VACINAÇÃO.
Espera-se que o estudante reconheça que a vacina contra 
gripe reduz a chance de 
contrair a doença.
SE TOMARMOS
A VACINA CONTRA A 
GRIPE, NÃO VAMOS
TER GRIPE.
SE TOMARMOS 
A VACINA CONTRA 
A GRIPE, A CHANCE 
DE TERMOS GRIPE É 
PEQUENA.
AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
66
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 4
Se houver disponibilidade, organize 
em pequenos grupos uma visita ao 
posto de saúde mais próximo da es-
cola ou convide um profissional do 
posto de saúde para ser entrevistado 
pela turma. Peça aos estudantes que 
tragam suas carteiras de vacinação e 
analisem o documento. Converse com 
eles e pergunte: “Onde vocês tomam 
vacina?”; “Que vacinas vocês já toma-
ram?”; “Que idade vocês tinham?”; “Fal-
ta tomar alguma vacina? Qual?”.
Atividade 5
Peça aos estudantes que folheiem o 
livro para localizar argumentos a favor 
de suas opiniões. Durante as conversas, 
é esperado que indiquem que as vaci-
nas são formas de prevenção de de-
terminadas doenças e discutam o 
significado do termo “prevenir”. Pode-
mos dizer que as vacinas diminuem as 
chances de ficarmos doentes; ou seja, 
o fato de tomarmos uma vacina não 
garante que não ficaremos doentes, 
mas contribui para evitar doenças e 
atenuar os sintomas.
Esse é mais um momento da 
 co le ção em que oferecemos uma 
 oportunidade para a prática e o 
desenvolvimento da competência 
específica 5 de Ciências da Natu-
reza. Estimule a troca de ideias entre 
os estudantes, aliada ao exercício do 
respeito à diversidade de opiniões. 
Incentive cada um a emitir uma opi-
nião e justificá-la usando dados e in-
formações que estão aprendendo. 
Reforce a importância de ouvir com 
atenção o que os outros têm a dizer, 
identificando as afirmações e as opi-
niões que emitem e procurando dis-
criminar quais dados apresentam.
Vacinas ainda são uma das armas mais 
eficazes para prevenir doenças 
A vacinação é uma das medidas mais importantes de 
prevenção contra doenças. É muito melhor e mais fácil pre-
venir uma enfermidade do que tratá-la, e é isso que as va-
cinas fazem. [...] Quanto mais pessoas de uma comunidade 
ficarem protegidas, menor é a chance de que qualquer uma 
delas – vacinada ou não – seja contaminada. No Brasil, exis-
te o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério 
da Saúde. Em 40 anos de existência, o PNI se destacou por 
ser um dos melhores programas de imunização do mundo e 
vem atuando na ampliação da prevenção, no combate [...] e 
erradicação de doenças, além de disponibilizar diversas va-
cinas à população. São oferecidos, gratuitamente, 42 tipos de 
imunobiológico utilizados na prevenção e/ou tratamento de 
doenças, incluindo 25 vacinas. [...]
Atualmente, 96% das vacinas oferecidas no Sistema 
Único de Saúde (SUS) são produzidas no Brasil ou estão em 
Texto complementar
102
2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1022APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 102 10/08/21 20:0210/08/21 20:02
6. QUANDO FOI A ÚLTIMA VEZ QUE VOCÊ FOI VACINADO? VOCÊ SABE 
QUAL FOI A VACINA QUE TOMOU NESSE DIA?
Respostas pessoais.
7. ANALISE A CARTEIRA DE VACINAÇÃO E RESPONDA ÀS QUESTÕES.
VACINA
PROTEÇÃO 
CONTRA
IDADE E NÚMERO DE DOSES
AO NASCER 2o MÊS 3o MÊS 4o MÊS 5o MÊS 6o MÊS 9o MÊS 12o MÊS 15o MÊS
4 A 
6 ANOS
9 A 
14 ANOS
BCG TUBERCULOSE DOSE ÚNICA
HEPATITE B HEPATITE B 1a DOSE
DTP/DTPA
DIFTERIA, TÉTANO, 
COQUELUCHE
1a DOSE 2a DOSE 3a DOSE
DOSE DE
REFORÇO
DOSE DE
REFORÇO
HIB MENINGITE 1a DOSE 2a DOSE 3a DOSE
VIP E VOPB
POLIOMIELITE
(PARALISIA INFANTIL) 1
a DOSE 2a DOSE 3a DOSE
DOSE DE
REFORÇO
DOSE DE
REFORÇO
ROTAVÍRUS DIARREIA 1a DOSE 2a DOSE
PNEUMOCÓCICA
CONJUGADA
MENINGITE, OTITE,
PNEUMONIA
1a DOSE 2a DOSE
DOSE DE
 REFORÇO
MENINGOCÓCICA C MENINGITE 1a DOSE 2a DOSE
DOSE DE
REFORÇO
SCRV
(TETRAVIRAL)
SARAMPO, RUBÉOLA, 
CAXUMBA, VARICELA
DOSE 
ÚNICA
SRC 
(TRÍPLICE VIRAL)
SARAMPO, 
CAXUMBA, RUBÉOLA
1a DOSE 2a DOSE
HEPATITE A HEPATITE A DOSE ÚNICA
HPV HPV 2 DOSES
FEBRE AMARELA FEBRE AMARELA A PARTIR DOS 9 MESES (DOSE INICIAL)
FONTE: CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAÇÃO. DISPONÍVEL EM: HTTPS://TEDIT.NET/LZEFYZ. 
ACESSO EM: 12 JUL. 2021.
A) COM QUE IDADE É INDICADO TOMAR AS DOSES DA 
VACINA CONTRA A PARALISIA INFANTIL (POLIOMIELITE)?
Nos 2o, 4o e 6o meses de vida, além de uma dose de reforço no 15o mês 
e outra entre 4 e 6 anos.
B) PARA QUAIS DOENÇAS É RECOMENDADA UMA VACINA DE REFORÇO 
ENTRE 4 E 6 ANOS DE IDADE?
Difteria, tétano, coqueluche e poliomielite (paralisia infantil). 
C) QUAIS SÃO AS VACINAS INDICADAS PARA O BEBÊ NOS SEIS PRIMEIROS 
MESES DE VIDA?
BCG (tuberculose), hepatite B, DTP/DTPa (difteria, tétano, coqueluche), Hib (meningite), VIP
 (poliomielite), rotavírus (diarreia) e pneumocócica conjugada (meningite, otite, pneumonia). 
CONVERSE COM SEUS 
PAIS OU RESPONSÁVEIS 
SOBRE SUA CARTEIRA 
DE VACINAÇÃO: HÁ 
ALGUMA VACINA QUE 
NÃO ESTÁ EM DIA?
67
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Atividade 7
Você pode apresentar uma carteira 
de vacinação aos estudantes e pedir 
que expliquem, com as próprias pala-
vras, como ela é preenchida. Retome 
também o Calendário Nacional de 
Vacinação, determinado pelo Ministé-
rio da Saúde, que indica a idade reco-
mendada para cada tipo de vacina. 
Em ambos os casos, ressalte como as 
informações são apresentadas em 
“quadros” com linhas e colunas.
Informe aos estudantes que, além 
das vacinas descritas no quadro, há 
outras vacinas e doses de reforço que 
devem ser tomadas após os 9 anos 
de idade.
Vacinação em massa: 
em queda, média de 
mortes por COVID em 
Serrana é menor do que 
em cidades da região
[...] Iniciada em 17 de feve-
reiro [de 2021] a imunização em 
massa foi concluída em 11 de 
abril, com mais de 27 mil pes-
soas vacinadas duas vezes, o 
equivalente a 60% da população 
de Serrana.
[...] a cidade foi escolhida 
para o estudo clínico por ter um 
baixo número populacional, de 
45 644 habitantes, além de estar 
próxima a Ribeirão Preto, que é 
considerada uma referência na-
cional em saúde.
Além disso, Serrana apre-
sentou dados preocupantes de 
transmissão do vírus em um in-
quérito sorológico realizado pelo 
Instituto Butantan em 2020, 
que estimou que a cidade tinha 
10,6% dos moradores infectados 
pelo novo coronavírus.
Além da queda nos ca-
sos e mortes após a vacinação 
em massa, entre os indicado-
res positivos profissionais da 
área também registraram que-
da de 55% no número de pa-
cientes atendidos pela Unidade 
de Pronto Atendimento (UPA) e 
uma proporção sete vezes menor 
de pessoas que desenvolveram 
complicações da doença. [...]
TIENGO, R. Vacinação em massa: 
em queda, média de mortes por 
COVID em Serrana é menor do que em 
cidades da região. G1, 21 maio. 2021. 
Disponível em: https://tedit.net/ivkCkc. 
Acesso em: 22 jun. 2021.
Texto complementar
processo de transferência. Isso porque o país tem um parque produtor de vacinas e 
imunobiológicos. [...] É importante destacar que as vacinas não são necessárias apenas 
na infância. Os idosos precisam se proteger contra gripe, pneumonia e tétano, e as mu-
lheres em idade fértil devem tomar vacinas contra rubéola e tétano, que, se ocorrerem 
enquanto elas estiverem grávidas (rubéola) ou logo após o parto (tétano), podem causar 
doenças graves ou até a morte de seus bebês. Os profissionais de saúde, as pessoas 
que viajam muito e outros grupos de pessoas, com característicasespecíficas, também 
têm recomendações para tomarem certas vacinas. [...]
VACINAS ainda são uma das armas mais eficazes para prevenir doenças. Portal Fiocruz, 17 out. 2014. 
Disponível em: https://tedit.net/DaGh2b. Acesso em: 8 jun. 2021.
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
68
VAMOS VER DE NOVO
NESTE CAPÍTULO VOCÊ APRENDEU QUE:
• À MEDIDA QUE O TEMPO PASSA, FERIDAS, MACHUCADOS E ATÉ 
MESMO FRATURAS PODEM SER CURADOS.
• PODEMOS VER OS OSSOS DO CORPO POR MEIO DE RADIOGRAFIAS.
• PREVENIR ACIDENTES E USAR EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO SÃO 
MANEIRAS DE CUIDAR DO NOSSO CORPO.
• HÁBITOS DE HIGIENE, BOA ALIMENTAÇÃO E VACINAÇÃO CONTRIBUEM 
PARA NOSSA SAÚDE.
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AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Nesta seção, após detalharmos as 
ideias mais inclusivas estudadas no 
capítulo, apresentamos um resumo 
visual das proposições conceituais tra-
balhadas na forma de um mapa con-
ceitual. Ajude os estudantes na leitura 
desses esquemas, identificando os 
conceitos mais inclusivos na parte su-
perior. Diferencie esses conceitos dos 
de baixo, mais subordinados.
Você pode pedir aos estudantes 
que aproveitem esse momento para 
fazer uma breve revisão do que estu-
daram. Usando o mapa conceitual 
como referência, eles podem rever o 
capítulo, página a página, procurando 
identificar e assinalar o momento em 
que cada conceito foi apresentado. As 
páginas em que cada conceito tiver 
sido identificado podem ser listadas no 
caderno, ao lado de uma reprodução 
do mapa conceitual apresentado.
Durante essa dinâmica, os estudan-
tes podem conversar em duplas e 
tentar eleger uma imagem para repre-
sentar um conceito registrado no ma-
pa. Uma opção é fazer, em uma folha 
avulsa, um mapa conceitual ilustrado, 
reproduzindo em desenhos as ima-
gens que consideraram significativas.
Avaliando as 
aprendizagens
Mapas conceituais podem ser usa-
dos com finalidade avaliativa. Neles, 
é possível quantificar os conceitos e 
os elementos de ligação, bem como 
as relações cruzadas entre conceitos. 
Além disso, os mapas conceituais po-
dem ser usados pelos estudantes em 
sua autoavaliação e na remediação 
das aprendizagens. Nesse sentido, é 
válido solicitar aos estudantes que 
produzam seus próprios mapas con-
ceituais e conversar com eles sobre 
os mapas produzidos. Nessas conver-
sas, você pode explicar conceitos e 
relações que julgar que precisam ser 
mais bem elaborados.
Neste capítulo, durante o trabalho com os conceitos e as proposições conceituais explicitadas no 
esquema aqui apresentado, foram oferecidas aos estudantes oportunidades para praticar e desenvol-
ver algumas competências específicas de Ciências da Natureza. Mais especificamente, demos maior 
ênfase às competências 1, 5, 6, 7 e 8. O desenvolvimento das competências específicas 2 e 3, por sua 
vez, é mais frequente e se dá ao longo de todo o capítulo – por exemplo, nos momentos em que são 
desenvolvidas habilidades relacionadas a processos investigativos.
BNCC Competências específicas de Ciências da Natureza
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2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1042APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 104 10/08/21 20:0210/08/21 20:02
69
1. OBSERVE AS IMAGENS E COMPLETE A LEGENDA, EXPLICANDO O QUE 
ESTÁ SENDO FEITO PARA CUIDAR DO CORPO.
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2. OBSERVE A FOTOGRAFIA A SEGUIR E RESPONDA ÀS QUESTÕES.
QUANDO SOFREMOS UM FERIMENTO LEVE, O MELHOR A FAZER É 
procurar um adulto para avaliar a situação. O ferimento leve deve ser bem lavado com água e 
sabão. Caso exista inchaço, é adequado fazer compressa de gelo sobre a área machucada e, 
se o inchaço persistir, procurar um médico. 
A) QUAIS EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA A CRIANÇA ESTÁ USANDO?
Capacete, cotoveleiras, luvas e joelheiras.
B) O QUE VOCÊ DIRIA PARA CONVENCER ALGUÉM A USAR ESSES 
EQUIPAMENTOS?
Resposta pessoal.
 
3. TROQUE IDEIAS COM OS COLEGAS E FAMILIARES E RESPONDA: O QUE 
VOCÊ DIRIA PARA CONVENCER ALGUÉM A SE VACINAR?
Resposta pessoal.
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CRIANÇA ANDANDO 
DE PATINS.
Avaliando as 
aprendizagens
Aqui são apresentadas questões 
que contribuem para avaliar a apren-
dizagem do conteúdo do capítulo. 
Ao respondê-las, os estudantes de-
vem explicitar seu entendimento 
dos conceitos, comparar e contrastar 
situações e hipóteses e empregar 
procedimentos e habilidades cogni-
tivas específicos (como observação, 
análise, síntese, argumentação, etc.).
Depois de os estudantes formula-
rem respostas individuais a essas 
questões, é interessante organizá-los 
em duplas para que compartilhem as 
respostas dadas e reflitam sobre as 
diferenças entre elas e sobre a indivi-
dualidade de cada um. Afinal, diversas 
questões aqui apresentadas possibili-
tam aos estudantes dar respostas que, 
embora possam ser consideradas 
corretas, são muito distintas entre si.
Atividade 1
Se julgar necessário, retome com 
os estudantes as histórias em qua-
drinhos das páginas 62 e 63 e faça 
perguntas como: “Quais tipos de 
ferimentos são considerados leves? 
E quais são considerados graves?”, 
“O que devemos fazer em cada uma 
dessas situações?”.
Atividade 2
Promova uma roda de conversa 
com os estudantes, retomando a dis-
cussão sugerida no início deste capítu-
lo sobre o uso de equipamentos de 
segurança ao realizar atividades físicas. 
Pergunte: “Quais são esses equipamen-
tos?”; “Para que atividades eles são re-
comendados?”; “É realmente necessário 
usá-los? Por quê?”. Deixe-os à vontade 
para expor suas experiências.
No item B, espera-se que os estu-
dantes argumentem que esse equipa-
mento pode evitar ferimentos leves, 
arranhões, contusões e até fraturas. 
Atividade 3
Verifique se os estudantes indicam 
que tanto usar equipamentos de pro-
teção e segurança quanto nos vaci-
narmos são maneiras preventivas de 
cuidar de nossa saúde, ou seja, de 
evitar ferimentos e doenças.
Neste capítulo, oferecemos oportunidades para trabalhar com os Temas Contemporâneos Trans-
versais Trabalho, Saúde e Vida Familiar e Social, pertencentes, respectivamente, às macroáreas 
Economia, Saúde e Cidadania e Civismo. Ao possibilitar o trabalho com Temas Contemporâneos 
Transversais, você contextualiza o que é estudado, despertando o interesse das crianças e contribuin-
do para o desenvolvimento delas como cidadãs do mundo.
BNCC Temas Contemporâneos Transversais
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
SABERESTECENDO
1. ACOMPANHE COM O PROFESSOR A LEITURA DOS TEXTOS A SEGUIR 
E OBSERVE COM ATENÇÃO A ILUSTRAÇÃO. DEPOIS, LEIA EM VOZ ALTA 
ALGUM TRECHO E RESPONDA ÀS QUESTÕES DA PRÓXIMA PÁGINA.
ANTIGAMENTE EU TINHA UM NOME TÃO BONITO
ANTIGAMENTE ELA ERA MINHA MÃE
ANTIGAMENTE EU ERA A FILHA MAIS QUERIDA
ANTIGAMENTE EU VIVIA DE VERDADE
AGORA ESTOU AQUI TÃO SÓ
COBERTA PELO PÓ
[...]
ANTIGAMENTE. SANDRA PERES E PAULO TATIT. EM: 
CD CANÇÕES CURIOSAS. SÃO PAULO: PALAVRA 
CANTADA/MCD WORLD MUSIC, 2000.
MAS QUE BOBINHA, BONECA DE ESTIMAÇÃO
VOCÊ VAI MORAR SEMPRE DENTRO DO MEU CORAÇÃO
VOCÊ É PRA MIM BEM MAIS QUE UM BRINQUEDO
VOCÊ É QUEM SABE TODOS OS MEUS SEGREDOS
MESMO QUE EU NUNCA BRINQUE CONTIGO
COMO ALGUNS ANOS ATRÁS
ATÉ QUE EU TENTO, MAS JÁ NÃO CONSIGO
POIS ME DISTRAIO DEMAIS
É QUE EU CRESCI
NÃO SEI POR QUÊ
NÃO VOU FINGIR
VOCÊ TEM QUE ENTENDER
[...]
TENTE ENTENDER. SANDRA PERES E 
PAULO TATIT. EM: CD CANÇÕES CURIOSAS. 
SÃO PAULO: PALAVRA CANTADA/MCD 
WORLD MUSIC, 2000.
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raOrganize a turma de modo que todos os estudantes possam ler em voz alta algum trecho das canções 
desta seção.
70
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
Na seção Tecendo saberes, a partir de 
um tema trabalhado na unidade, apre-
sentamos propostas de atividades re-
lacionadas a diferentes componentes 
curriculares. Isso está de acordo com a 
percepção de que é impor tante inte-
grar diferentes áreas de conhecimento 
no tratamento da informação, pois o 
tratamento integrado fortalece o ensi-
no de vários componentes curriculares 
simultaneamente.
Aqui a integração ocorre na medida 
em que as diferentes áreas de conhe-
cimento colaboram para a tessitura de 
uma trama que acolhe o tema em 
questão. Trata-se de uma tentativa de 
cruzar a fronteira entre os componen-
tes curriculares, os quais simultanea-
mente contribuem para que se possa 
lançar diferentes olhares sobre um 
tema centralizador.
Tal integração pode fomentar a 
transferência de habilidades entre 
diferentes situações que se interco-
nectam. Pode, ainda, evitar que se 
estabeleçam barreiras muito rígidas 
entre os componentes curriculares, 
prevenindo, assim, que os estudantes 
falhem ou se sintam incapazes de 
estabelecer conexões entre os com-
ponentes. Enfim, representa uma 
tentativa de tornar a educação curri-
cular mais relevante e significativa 
para os estudantes.
Atividade 1
Convide os estudantes a fazer a 
leitura de alguns trechos do texto em 
voz alta. Interaja com eles durante a 
leitura, visando incrementar a fluên-
cia leitora e a oralidade.
Incentive os estudantes a explicar 
quais são as características dos textos 
poéticos. Ressalte a estrutura em versos 
e estrofes e as funções sociais da poesia. 
Valorize a apreciação estética dos poe-
mas. Se possível, apresente diferentes 
poemas, de preferência relacionados 
aos temas estudados nesta unidade. 
Incentive a leitura desses textos de ma-
neira coletiva, em uma espécie de “sa-
rau”. Por fim, promova a troca de ideias, 
incentivando-os a compartilhar suas 
impressões sobre os poemas lidos. 
PNA e Literacia
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2. CONVERSE COM OS COLEGAS E RESPONDA:
A) QUEM É A PERSONAGEM QUE ESTÁ FALANDO NO PRIMEIRO TEXTO? 
É a boneca.
B) QUEM É A PERSONAGEM QUE ESTÁ FALANDO NO SEGUNDO TEXTO? 
É a menina que costumava brincar com a boneca.
C) VOCÊ SE LEMBRA DE ALGUM BRINQUEDO DE QUE GOSTAVA MUITO, 
MAS PARA O QUAL AGORA JÁ NÃO DÁ TANTA IMPORTÂNCIA?
Resposta pessoal.
3. NO TEXTO ESTÃO DESTACADAS VÁRIAS PALAVRAS QUE EXPRESSAM A 
IDEIA DE TEMPO. ENCONTRE-AS NO DIAGRAMA DE LETRAS A SEGUIR.
5 letras
11 LETRAS
6 letras
5 letras
5 letras
2 letras
A N T I G A M E N T E
A G O R A
S E M P R E
N U N C A
A T R Á S
J Á
4. TRANSCREVA A SEGUIR AS PALAVRAS ENCONTRADAS NO DIAGRAMA 
DE LETRAS. ESCREVA APENAS UMA LETRA EM CADA QUADRINHO. EM 
SEGUIDA, INDIQUE QUANTAS LETRAS HÁ EM CADA PALAVRA. 
A W Q T E R U I O P A S K S D F G H
S E M A L K A N T I G A M E N T E J
D R Z I S O G N B V C T H M Z A S D
T Z N U C I O Z P A X R T P J H G F
Y E V A Q T R Y O G J Á G R A K L P
U A N U N C A C N M L S P E I U I O
71
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
A atividade 2 sugere a interdis-
ciplinaridade com Língua Portu-
guesa ao trabalhar questões 
relacionadas à compreensão lei-
tora. Já as atividades 3 e 4 favore-
cem a interdisciplinaridade com 
História, ao tratar de palavras que 
expressam a ideia de tempo.
Atividade 2
Você pode promover uma roda de 
conversa na qual os estudantes sejam 
incentivados a falar sobre brinquedos 
com os quais costumavam brincar 
bastante, mas já não brincam tanto. 
Durante a troca de ideias, estimule-os 
à reflexão: “Será que isso é um sinal de 
que estamos ficando mais velhos?”.
Atividades 3 e 4
Aproveite estas atividades para 
conversar com os estudantes sobre 
quais são as palavras citadas no texto 
da página anterior que podem ser 
usadas para expressar a sucessão ou 
o encadeamento de eventos no tem-
po, assim como a periodicidade de 
ocorrência de eventos.
Se considerar mais adequado, liste 
as palavras no quadro de giz confor-
me os estudantes as forem indicando 
e, com base nessa lista, desenvolva a 
atividade de encontrar palavras no 
diagrama de letras.
Além das palavras utilizadas no tex-
to, oriente os estudantes a fazer, no 
caderno, listas incluindo outras pala-
vras que teriam função de tempo, 
como: jamais, frequentemente, rara-
mente, futura mente, etc.
Filme
Toy Story 3. Direção de Lee Unkrich. 
Produção: Darla K. Anderson e Nicole 
Paradis Grindl. Estados Unidos: Pixar 
Animation Studios, 2010.
O filme permite trabalhar as transfor-
mações que ocorrem na vida das crian-
ças durante o seu desenvolvimento.
Sugestão de...
Os Temas Contemporâneos Transversais visam favorecer o desenvolvimento da cidadania e a 
plena participação na vida em sociedade. Ressaltam os contextos em que todos vivemos e nos quais 
os conhecimentos que estudamos são aplicados na vida cotidiana. Considerando essa necessidade, 
nesta unidade foram oferecidas oportunidades para que os estudantes trabalhassem com os Temas 
Contemporâneos Transversais Trabalho, Saúde, Vida Familiar e Social e Diversidade Cultural, 
pertencentes, respectivamente, às macroáreas Economia, Saúde, Cidadania e Civismo e Multi-
culturalismo. Ao final da unidade, estimule-os a retomar e discutir o que estudaram, favorecendo 
que tomem consciência sobre as relações entre o dia a dia e o que foi estudado.
BNCC Temas Contemporâneos Transversais
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2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1072APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 107 10/08/21 20:0210/08/21 20:02
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
O QUE ESTUDAMOS
... ESTUDOU OS DENTES 
E COMPREENDEU A 
IMPORTÂNCIA DE MANTÊ-LOS 
SEMPRE LIMPOS.
OBSERVE AS IMAGENS A SEGUIR E RETOME O QUE ESTUDOU. DEPOIS, 
CONVERSE COM OS COLEGAS E COM O PROFESSOR: O QUE VOCÊ 
APRENDEU QUE ANTES NÃO SABIA?
Avaliando: o que eu aprendi
1. “SE NÃO SENTIMOS DOR DE DENTE, NÃO HÁ MOTIVO PARA IR AO 
DENTISTA.”. VOCÊ CONCORDA COM ESSA IDEIA? EXPLIQUE.
2. QUAIS SÃO ALGUNS SENTIDOS DO CORPO HUMANO?
3. FAÇA UMA HISTÓRIA EM QUADRINHOS COM DUAS PARTES. NA 
PRIMEIRA PARTE, REPRESENTE UMA CRIANÇA SOFRENDO UM 
ACIDENTE E SE MACHUCANDO. NA SEGUNDA PARTE, REPRESENTE 
COMO OS MACHUCADOS FORAM TRATADOS.
4. CITE PELO MENOS QUATRO ATITUDES QUE VOCÊ PODE TER PARA 
CUIDAR DE SUA SAÚDE.
VOCÊ...
Retomando o que eu aprendi Registre suas IDEIAS E DESENHOS no caderno.
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... REFLETIU QUE ESTÁ FICANDO MAIS 
VELHO E, PORTANTO, JÁ É MAIS 
RESPONSÁVEL POR DESENVOLVER HÁBITOS 
QUE PROMOVEM SAÚDE. 
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Respostas pessoais.
72
Avaliando as 
aprendizagens
Esta seção foi criada para possibilitar 
uma avaliação dos estudantes ao final 
de cada unidade, favorecendo a refle-
xão sobre tudo o que aprenderam.
Inicialmente, sugerimos que os es-
tudantes sejam convidados a respon-
der às questões do boxe Avaliando: o 
que eu aprendi.
Depois, você pode analisar as res-
postas usando como referência a 
presença dos elementos mostrados 
no quadro a seguir. Caso deseje quan-
tificar as respostas, uma sugestão é 
atribuir valor 1 para a presença de 
somente um desses elementos, va-
lor 2 para a presença de dois deles, 
valor 3 para a presença de três e va-
lor 4 para a presença de todos eles.
Esteja atento aos estudantes que 
manifestarem dificuldade em respon-
der às questões. A fim de remediar as 
aprendizagens falhas, organize os es-
tudantes em trios e peça aos membros 
de cada trio que comparem suas res-
postas e as debatam. Depois, convide-
-os a rever trechos do livro, anotações 
pessoais e outras produções. Por fim, 
incentive-os a responder novamente 
às questões aqui propostas.
Procure comparar e analisar com 
cada estudante as primeirasrespostas 
que deu e as respostas reformuladas, 
evidenciando a(s) estabilidade(s) ou 
a(s) mudança(s) entre elas. Depois, 
você pode solicitar aos estudantes 
que, em duplas, revejam e comentem 
as páginas do livro relacionadas a ca-
da fragmento de texto e imagem 
apresentados na seção Retomando o 
que eu aprendi. Eles podem aproveitar 
essa oportunidade para trocar ideias 
sobre o que mais lhes chamou a aten-
ção quando estavam estudando o 
assunto, o que mais gostaram de 
aprender e o que mais tiveram difi-
culdade para entender.
Respostas esperadas:
1. Devemos regularmente visitar o den-
tista, pois, assim, podemos prevenir 
vários problemas dentários.
2. Tato, visão, audição, olfato e paladar.
3. Verifique se os cuidados com os ma-
chucados representados são propor-
cionais ao acidente: se o machucado 
ilustrado for leve, os cuidados repre-
sentados podem ser lavar bem o local ferido e 
colocar gelo se houver inchaço; se o machuca-
do for mais grave, deve ser indicado procurar 
por assistência médica apropriada.
4. Evitar acidentes, cuidar da alimentação, ter há-
bitos de higiene, tomar vacinas etc.
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2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1082APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 108 10/08/21 20:0210/08/21 20:02
... APRENDEU A CUIDAR 
DOS MACHUCADOS.
... COMPREENDEU 
DIVERSOS CUIDADOS 
QUE DEVEMOS TER COM 
O CORPO.
... EXPLOROU OS 
SENTIDOS DO 
CORPO HUMANO.
... ENTENDEU 
QUE A 
VACINAÇÃO É 
UMA MANEIRA 
DE PREVENIR 
ALGUMAS 
DOENÇAS.
FOLHEIE AS PÁGINAS ANTERIORES E REFLITA SOBRE VALORES, ATITUDES E O 
QUE VOCÊ SENTIU E APRENDEU NESTA UNIDADE.
• DE AGORA EM DIANTE, COMO VOCÊ VAI CUIDAR DOS SEUS DENTES?
• E O QUE VOCÊ PRETENDE FAZER, NO SEU DIA A DIA, PARA EVITAR SE 
MACHUCAR?
• O QUE VOCÊ JÁ PODE FAZER PARA CUIDAR DE SUA SAÚDE SEM QUE 
SEUS PAIS TENHAM DE FICAR LEMBRANDO VOCÊ A TODO MOMENTO?
Para refletir
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AS IMAGENS NÃO 
ESTÃO REPRESENTADAS 
EM PROPORÇÃO.
CORES FANTASIA.
73
Roteiros de aula e 
orientações didáticas
No final desta seção, oferecemos 
um momento para os estudantes 
avaliarem como se sentiram e refle-
tirem sobre valores e atitudes rela-
cionados ao trabalho no decorrer 
da unidade.
Inicialmente, você pode organi-
zar os estudantes nos mesmos trios 
formados na abertura da unidade 
para responder às questões desta 
página. Uma possibilidade é que 
cada estudante escolha uma ques-
tão e a responda. Depois, cada um 
pode apresentar sua resposta e com-
pará-la com as dos demais colegas.
Em seguida, em uma folha avulsa, 
os estudantes podem elaborar uma 
resposta coletiva para cada questão, 
sintetizando o que debateram.
Aproveite a oportunidade para 
debater com os estudantes como 
eles têm cuidado dos dentes, desde 
o início do capítulo, e se percebem 
que estão mais atentos e cautelosos 
a fim de prevenir acidentes. Pergunte 
ainda se eles se sentem mais respon-
sáveis por si mesmos e pelos cuida-
dos com o corpo, não precisando 
que os pais fiquem a todo momento 
lembrando-os de escovar os dentes, 
tomar banho, etc.
Elementos presentes nas respostas dos estudantes
Questão 1 Indica que discorda.
Cita que dentista 
ajuda a cuidar da 
saúde dos dentes.
Cita que devemos visitar 
o dentista regularmente.
Cita que podemos prevenir problemas 
dentários (com boa escovação e visita 
regular ao dentista).
Questão 2 Cita tato. Cita visão. Cita audição. Cita olfato e gustação.
Questão 3
Representa o uso de equipamento 
de proteção e segurança.
Representa lavagem 
do local machucado.
Representa colocação de 
gelo, caso haja inchaço.
Aconselha procurar assistência médica 
(no caso de ferimentos mais graves).
Questão 4 Cita cuidado com alimentação.
Cita hábitos de 
higiene.
Cita tomar vacinas.
Cita prevenir acidentes (evitar se 
machucar).
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2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1092APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 109 10/08/21 20:0210/08/21 20:02
Conclusão da unidade 2
No quadro a seguir, apresentamos mais uma possibilidade de avaliação para o monitoramento da 
aprendizagem dos estudantes. A avaliação é feita por meio de questões que se associam a cada obje-
tivo pedagógico de conhecimento.
Unidade 2 – 
Desenvolvimento 
e corpo humano
Objetivos pedagógicos 
de conhecimento
Sugestões de perguntas 
para avaliação
Capítulo 3 – Você está 
ficando mais velho
1. Identificar os tipos de dente, 
reconhecendo-os na própria 
dentição.
Quantos dentes permanentes e 
quantos dentes de leite você tem?
Por que os dentes das crianças caem?
Quanto tempo dura um dente 
permanente?
Quantos dentes um adulto tem? E 
uma criança que só tem dentes de 
leite, quantos dentes ela pode ter no 
máximo?
2. Conhecer a maneira adequada de 
escovar os dentes e reconhecer 
a importância da visita regular ao 
dentista.
Explique passo a passo como é uma 
boa escovação de dentes.
“Se escovamos bem os dentes, não 
precisamos passar fio dental.” Você 
concorda ou discorda dessa ideia? 
Explique.
3. Inferir a importância dos hábitos 
de higiene e de outros hábitos 
para a manutenção da saúde de 
maneira geral.
Dê exemplos de hábitos que 
favorecem a nossa saúde.
Dê alguns exemplos de hábitos de 
higiene.
Quais são alguns de seus hábitos que 
fazem bem à saúde?
Quais hábitos que fazem bem à 
saúde você ainda não tem ou precisa 
da ajuda de um adulto para ser 
lembrado?
4. Reconhecer os sentidos do 
corpo humano e discriminá-
los, selecionando palavras para 
descrever sensações relacionadas 
aos diferentes sentidos.
Explique a que se refere a gustação.
Explique a que se refere o tato.
Escolha duas imagens quaisquer. Para 
cada imagem, escreva uma ou duas 
palavras que ajudem a descrever 
sensações associadas àquilo que a 
imagem retrata.
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2APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 1102APISCie_g23At_076a111_U02_MP.indd 110 10/08/21 20:0210/08/21 20:02
Unidade 2 – 
Desenvolvimento 
e corpo humano
Objetivos pedagógicos 
de conhecimento
Sugestões de perguntas 
para avaliação
Capítulo 4 – 
Ferimentos e cuidados
1. Reconhecer o papel dos 
postos de saúde e representar 
o processo de cicatrização de 
machucados.
Faça uma sequência de desenhos 
para ilustrar a cicatrização de um 
machucado.
Para que servem os postos de saúde?
2. Avaliar a gravidade de diferentes 
ferimentos e concluir quais são 
as maneiras de tratar ferimentos 
leves.
Faça o desenho da radiografia de 
uma parte do corpo. Em seu desenho, 
represente um osso quebrado.
No caso de ferimentos leves e 
arranhões, o que podemos fazer para 
tratar dos machucados?
“Não serve para nada colocar gelo 
em uma parte machucada do corpo 
que inchou.” Você concorda ou 
discorda dessa ideia? Explique.
3. Identificar e avaliar a importância 
de medidas práticas para 
a prevenção de acidentes, 
resguardando-se de 
se machucar.
Crie uma história em quadrinhos para 
representar uma criança sofrendo um 
acidente. Procure explicar como ele 
poderia ter sido evitado.
Cite pelo menos três cuidados 
que você pode ter para evitar se 
machucar.
4. Analisar carteiras de vacinação e 
inferir a importância de estarem 
em dia.
Qual foi a última vacina que você 
tomou? Há quanto tempo foi isso?
Explique oralmente: O que é carteira 
de vacinação?
“Não há nenhum problema em não 
estar com a carteira de vacinação 
em dia.” Você concorda com essa 
afirmação ou discorda dela? Explique.
Com base no quadro, sugerimos as seguintes estratégias para observação e registro da trajetória de 
aprendizado dos estudantes:
1. Peça aos estudantes que refaçam as questões das seções Para iniciar e incentive-os a comparar as 
respostas dadas no início dos estudos de determinado capítulo com as respostas que dão neste 
momento, ao final da unidade.
2. Convide-os também a refazer algumas atividades doLivro do Estudante e verifique as respostas 
dadas. Com base em algumas das produções anteriores que eles fizeram, desafie-os a criar pergun-
tas relacionadas ao que foi estudado.
3. Por fim, use algumas das questões apresentadas no quadro para avaliar quanto cada um dos 
principais objetivos pedagógicos de conhecimento da unidade faz parte do repertório do estudante.
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Introdução da unidade 3
A unidade 3 – Sol, céu e nuvens é composta de dois capítulos. Apresentamos a seguir uma visão 
geral dos conteúdos e os principais conceitos trabalhados em cada capítulo, além das atividades e 
práticas pedagógicas relacionadas aos objetivos pedagógicos de conhecimento.
Capítulo 5 – Observar o céu
Neste capítulo, nosso foco é o céu: estudaremos as nuvens e o efeito que a mudança aparente de 
posição do Sol no céu tem nas sombras dos corpos.
Os estudantes farão simulações relacionadas à projeção de sombras, aprenderão como funcionam os 
relógios de sol e serão convidados a analisar as sombras em diferentes horários e situações. Também serão 
chamados a fazer observações das nuvens no céu, a descrevê-las e representar os três tipos básicos de nuvens.
Capítulo 6 – Como estará o tempo?
Neste capítulo, os estudantes explorarão a meteorologia. 
Os estudantes simularão programas de previsão do tempo na mídia, tomarão contato com boletins 
meteorológicos e analisarão as informações neles contidas, saberão o que um meteorologista tem a 
nos explicar sobre sua profissão e exercitarão o uso de expressões muito comuns entre os meteorolo-
gistas para explicar as condições meteorológicas. 
Quadro-resumo
Os principais objetivos pedagógicos de conhecimento de cada capítulo e as atividades e práticas 
pedagógicas para trabalhá-los são resumidos no quadro a seguir.
Unidade 3 – Sol, 
céu e nuvens
Objetivos pedagógicos 
de conhecimento
Atividades e práticas 
pedagógicas
Capítulo 5 – 
Observar o céu
1. Reconhecer e explicar a posição 
e o tamanho das sombras de 
um corpo opaco decorrentes de 
alterações na posição da fonte de 
luz que o ilumina.
Fazer simulações da mudança de 
posição da sombra de um objeto fixo, 
em função de variações da posição da 
fonte de luz que o ilumina.
2. Comparar as sombras decorrentes 
da iluminação solar de um corpo 
fixo em diferentes horários e 
inferir a posição aparente do Sol 
nesses horários.
Analisar história em quadrinhos e 
explicar a mudança de posição das 
sombras representadas.
Analisar imagens que indicam a posição 
da sombra de um corpo fixo em 
diferentes horários do dia.
Completar imagens indicando onde 
estaria a sombra de um corpo fixo em 
determinados horários do dia: no início 
da manhã, próximo ao meio-dia e no 
final da tarde.
3. Explicar como funcionam os 
relógios de sol.
Ler texto sobre relógios de sol.
Discutir com os colegas a relação entre 
a posição aparente do Sol no céu e a 
sombra de corpos fixos iluminados pela 
luz solar.
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2APISCie_g23At_112a143_U03_MP.indd 1122APISCie_g23At_112a143_U03_MP.indd 112 10/08/21 20:0210/08/21 20:02
Unidade 3 – Sol, 
céu e nuvens
Objetivos pedagógicos 
de conhecimento
Atividades e práticas 
pedagógicas
Capítulo 5 – 
Observar o céu
4. Distinguir e representar os três 
tipos básicos de nuvens.
Ler texto sobre tipos de nuvens.
Ler histórias em quadrinhos que citam o 
tema “nuvens”.
Fazer desenhos representando 
diferentes tipos de nuvens.
Escrever legendas para diferentes 
imagens, descrevendo as nuvens 
representadas nos céus retratados.
Capítulo 6 – Como 
estará o tempo?
1. Reconhecer e analisar boletins 
meteorológicos.
Identificar boletins meteorológicos na 
mídia (jornais, TV) e fazer consultas a 
esses boletins meteorológicos.
2. Identificar e representar as 
condições meteorológicas em 
diferentes momentos do dia, por 
meio de desenhos, de textos e de 
tabelas.
Ler texto sobre condições do tempo e 
boletins meteorológicos.
Ler e analisar histórias em quadrinhos, 
inferindo as condições meteorológicas 
representadas ou sugeridas.
Representar, por meio de desenhos, 
como estavam as condições do tempo 
em dois momentos diferentes do dia.
Fazer desenhos para representar 
condições meteorológicas específicas.
Obter e analisar informações de 
boletins meteorológicos em diferentes 
momentos do dia.
Representar em um quadro de síntese 
as condições meteorológicas em 
diferentes horários de um dia.
3. Conhecer o que fazem os 
meteorologistas e inferir o valor 
dos boletins meteorológicos.
Ler entrevista com meteorologista.
Selecionar trechos de destaque da 
entrevista.
Ler tirinha sobre previsão do tempo e 
boletins meteorológicos.
Sintetizar informações sobre o que 
fazem os meteorologistas.
4. Criar boletins meteorológicos 
fictícios.
Em trechos de fala de boletins 
meteorológicos divulgados pela TV, 
identificar palavras usadas para designar 
as condições do tempo.
Redigir um texto para informar uma 
previsão meteorológica.
Encenar a apresentação de um boletim 
meteorológico pela TV.
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2APISCie_g23At_112a143_U03_MP.indd 1132APISCie_g23At_112a143_U03_MP.indd 113 10/08/21 20:0210/08/21 20:02
Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
3
Unidade
Sol, céu
e nuvens
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Reprodução do Livro do Estudante em tamanho reduzido.
Componentes essenciais 
da alfabetização
Consciência fonológica e fonêmica, 
conhecimento alfabético, fluência em 
leitura oral, desenvolvimento de vo-
cabulário, compreensão de textos e 
produção escrita.
De olho na BNCC
Competências gerais da 
Educação Básica na unidade
1, 2, 4 e 6
Competências específicas 
de Ciências da Natureza 
na unidade
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8
Habilidade na unidade
EF02CI07
Conceitos, 
procedimentos e 
atitudes contemplados
Conceitos
Céu, Sol, sombra, relógio de sol, 
nuvem, cúmulo, cirro, estrato, tempo, 
chuva, temperatura, termômetro, 
boletim meteorológico, previsão do 
tempo, meteorologista.
Procedimentos
• Observar objetos e fenômenos (ao 
analisar imagens em diferentes 
períodos do dia).
• Realizar manejo de material (ao 
montar modelo de guarda-sol 
para analisar a direção da sombra 
projetada).
• Praticar habilidades relacionadas à 
comunicação (fazer pequenos tex-
tos, frases e legendas, ler e analisar 
entrevistas, fazer quadros sinteti-
zando informações de boletins 
meteorológicos ao longo do dia).
• Recolher e analisar dados (da 
medida de temperatura em dife-
rentes horários do dia).
• Organizar dados (ao preencher 
tabela com informações sobre as 
temperaturas ao longo do dia).
• Desenvolver a criatividade e a habi-
lidade de comunicação (ao criar e 
apresentar boletim do tempo).
Atitudes
• Empenhar-se na realização das tarefas (ao 
observar desenhos feitos por outras crianças).
• Assumir erros e acertos (ao comparar a res-
posta que foi dada no início da unidade com 
a resposta dada depois de estudar o tema).
• Procurar conhecer e valorizar a opinião dos 
outros (ao trocar ideias com os colegas sobre 
os fenômenos observados).
• Empenhar-se nas atividades de grupo (ao 
compartilhar dados com colegas, ao montar 
mural, ao fazer pesquisas).
• Desenvolver e valorizar atitudes científicas, 
como organização e rigor nas observações e 
análises (ao fazer observações das nuvens, ao 
fazer observação das sombras em diferentes 
horários do dia e descrevê-las).
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2APISCie_g23At_112a143_U03_MP.indd 1142APISCie_g23At_112a143_U03_MP.indd 114 10/08/21 20:0210/08/21 20:02
• Nesta imagem, o que é visível no céu?
• Que horário você acha que a cena 
retrata: manhã, tarde ou noite? 
• Como é o formato e a posição das 
sombras que aparecem na imagem?
75
Questões para sensibilização
• Convide os estudantes a observar detalhes do céu representado na cena, questionando:

Mais conteúdos dessa disciplina