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<p>CPM</p><p>CPPM</p><p>UD I</p><p>REGULAMENTOS BÁSICOS</p><p>ASSUNTO</p><p>3. CÓDIGO PENAL MILITAR (CPM)</p><p>4. CÓDIGO PROCESSUAL PENAL (CPPM)</p><p>(04 sessões)</p><p>OBJETIVOS ESPECÍFICOS</p><p>a.Identificar a aplicação da Lei Penal Militar e as penas previstas.</p><p>b.Identificar os crimes militares em tempo de paz.</p><p>c.Identificar os crimes militares em tempo de guerra.</p><p>d.Descrever a captura em domicílio, considerando a sua inviolabilidade</p><p>Descrever os casos de Prisão em Flagrante Delito.</p><p>Distinguir Inquérito Policial Militar</p><p>CRIME ?</p><p>“É toda a ação ou omissão humana contrária ao ordenamento jurídico penal vigente que tem como conseqüência uma sanção penal”</p><p>CRIME DOLOSO</p><p>QUANDO O AGENTE QUIS O RESULTADO OU ASSUMIU O RISCO DE PRODUZI-LO.</p><p>CRIME CULPOSO</p><p>QUANDO O AGENTE DEU CAUSA AO RESULTADO POR IMPRUDÊNCIA, NEGLIGÊNCIA OU IMPERÍCIA.</p><p>LEGISLAÇÃO</p><p>Sistema disciplinar criado pelos regulamentos disciplinares.</p><p>Legislação Penal Militar, encabeçada pelo Código Penal Militar (Decreto-lei n°1.001, de 21 de outubro de 1966) e pelo Código de Processo Penal Militar (Decreto-lei n° 1.002, de 21 de outubro de 1969).</p><p>Código Penal Militar</p><p>Parte Geral (artigos 1° a 135)</p><p>Parte Especial (artigos 136 a 410)</p><p>* Livro I – Dos Crimes Militares em Tempo de Paz (artigos 136 a 354)</p><p>* Livro II – Dos Crimes Militares em Tempo de Guerra (artigos 355 a 410)</p><p>Lei n° 9.299/96</p><p>Retirou da competência da Justiça Militar a apuração dos crimes dolosos contra a vida praticados por militar contra civil.</p><p>Crime Propriamente Militar</p><p>A despeito da inexistência de lei definidora, a doutrina há muito vem cristalizando tal tipo de crime como aquele que somente pode ter como sujeito ativo o militar da ativa.</p><p>Crime Impropriamente Militar</p><p>Podem ser praticados por militares, mas também por civis.</p><p>Militares submetidos a julgamento em juízo diferente daquele que os civis que praticam a mesma infração penal.</p><p>Possibilidade de civis, em alguns casos, serem julgados perante a Justiça Militar.</p><p>Art. 9° do CPM</p><p>CONSIDERAM-SE CRIMES MILITARES, EM TEMPO DE PAZ:</p><p>Art. 9° do CPM</p><p>I - Os crimes de que trata este Código, quando definidos de modo diverso na lei penal comum, ou nela não previstos, qualquer que seja o agente, salvo disposição especial;</p><p>Previsão exclusiva no CPM.</p><p>Crime de Deserção. Art. 187 do CPM. “Ausentar-se o militar, sem licença, da unidade em que serve, ou do lugar em que deve permanecer, por mais de oito dias.”</p><p>Art. 9° do CPM</p><p>I - Os crimes de que trata este Código, quando definidos de modo diverso na lei penal comum, ou nela não previstos, qualquer que seja o agente, salvo disposição especial.</p><p>Crimes previstos na lei penal militar e em alguma lei penal comum, contudo, com tipos penais diversos.</p><p>Art. 330 do CP. Desobedecer a ordem de funcionário público.</p><p>Art. 301 do CPM. Desobedecer a ordem legal de autoridade militar.</p><p>Art. 9° do CPM</p><p>II – Os crime previstos neste Código, embora também o sejam com igual definição na lei penal comum, quando praticados:</p><p>Este inciso trata dos crimes militares que estão previstos no CPM e em alguma lei penal comum, com a mesma configuração típica.</p><p>Art. 121 do CP – Matar alguém.</p><p>Art. 205 do CPM – Matar alguém.</p><p>Art 10 do CPM</p><p>Consideram-se crimes militares, em tempo de guerra:</p><p>I - os especialmente previstos neste Código para o tempo de guerra;</p><p>II - os crimes militares previstos para o tempo de paz;</p><p>III - os crimes previstos neste Código, embora também o sejam com igual definição na lei penal comum ou especial, quando praticados, qualquer que seja o agente:</p><p>a) em território nacional, ou estrangeiro, militarmente ocupado;</p><p>Art 10 do CPM</p><p>b) em qualquer lugar, se comprometam ou podem comprometer a preparação, a eficiência ou as operações militares ou, de qualquer outra forma, atentam contra a segurança externa do País ou podem expô-la a perigo;</p><p>IV- os crimes definidos na lei penal comum ou especial, embora não previstos neste Código, quando praticados em zona de efetivas operações militares ou em território estrangeiro, militarmente ocupado.</p><p>Uso de força e de algemas:Nos termos do art. 234 do Código de Processo Penal Militar, o emprego de força só é permitido quando indispensável, no caso de desobediência, resistência ou tentativa de fuga. Caso haja resistência da parte de terceiros, poderão ser usados os meios necessários para vencê-la ou para defesa do executor e auxiliares seus, inclusive a prisão do ofensor, de tudo lavrando-se auto subscrito pelo executor e por duas testemunhas.O emprego de algemas deve ser evitado, desde que não haja perigo de fuga ou de agressão da parte do preso, e de modo algum será permitido, nos presos a que se refere o art. 242. O recurso ao uso de armas só se justifica quando absolutamente necessário para vencer a resistência ou proteger a incolumidade do executor da prisão ou a de auxiliar seu.</p><p>Busca e Captura em domicilio;</p><p>Busca Art. 170 - A busca poderá ser domiciliar ou pessoal.</p><p>Art. 171 - A busca domiciliar consistirá na procura material portas adentro da casa.</p><p>Art. 172 - Proceder-se-á à busca domiciliar, quando fundadas razões a autorizarem, para:</p><p>a) prender criminosos;</p><p>b) apreender coisas obtidas por meios criminosos ou guardadas ilicitamente;</p><p>c) apreender instrumentos de falsificação ou contrafação; d) apreender armas e munições e instrumentos utilizados na prática de crime ou destinados a fim delituoso;</p><p>e) descobrir objetos necessários à prova da infração ou à defesa do acusado;</p><p>f) apreender pessoas vítimas de crime;</p><p>g) colher elemento de convicção.</p><p>Art. 173 - O termo casa compreende:</p><p>a) qualquer compartimento habitado;</p><p>b) aposento ocupado de habitação coletiva;</p><p>c) compartimento não aberto ao público, onde alguém exerce profissão ou atividade.</p><p>Art. 174 - Não se compreende no termo casa:</p><p>a) hotel, hospedaria ou qualquer outra habitação coletiva, enquanto abertas, salvo a restrição da alínea b do artigo anterior;</p><p>b) taverna, boate, casa de jogo e outras do mesmo gênero; c) a habitação usada como local para a prática de infrações penais.</p><p>Art. 175 - A busca domiciliar será executada de dia, salvo para acudir vítimas de crime ou desastre. Parágrafo único. Se houver consentimento expresso do morador, poderá ser realizada à noite</p><p>Art. 175 - A busca domiciliar será executada de dia, salvo para acudir vítimas de crime ou desastre.</p><p>Parágrafo único. Se houver consentimento expresso do morador, poderá ser realizada à noite.</p><p>Art. 178 - O mandado de busca deverá:</p><p>a) indicar, o mais precisamente possível, a casa em que será realizada a diligência e o nome do seu morador ou proprietário; ou, no caso de busca pessoal, o nome da pessoa que a sofrerá ou os sinais que a identifiquem;</p><p>b) mencionar o motivo e os fins da diligência;</p><p>c) ser subscrito pelo escrivão e assinado pela autoridade que o fizer expedir. Parágrafo único. Se houver ordem de prisão, constará do próprio texto do mandado.</p><p>Art. 179 - O executor da busca domiciliar procederá da seguinte maneira: I - se o morador estiver presente:</p><p>a) ler-lhe-á o mandado, ou, se for o próprio autor da ordem, identificar-se-á e dirá o que pretende;</p><p>b) convidá-lo-á a franquear a entrada, sob pena de a forçar se não for atendido;</p><p>c) uma vez dentro da casa, se estiver à procura de pessoa ou coisa, convidará o morador a apresentá-la ou exibi-la; d) se não for atendido ou se se tratar de pessoa ou coisa incerta, procederá à busca;</p><p>e) se o morador ou qualquer outra pessoa recalcitrar ou criar obstáculo usará da força necessária para vencer a resistência ou remover o empecilho e arrombará, se necessário, quaisquer móveis ou compartimentos em que, presumivelmente, possam estar as coisas ou pessoas procuradas;</p><p>I - Da Prisão Provisória</p><p>Art. 221 - Ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita de autoridade competente.</p><p>Art. 223 - A prisão de militar</p><p>deverá ser feita por outro militar de posto ou graduação superior; ou, se igual, mais antigo.</p><p>Art. 230 - A captura se rara:</p><p>a) em caso de flagrante, pela simples voz de prisão;</p><p>b) em caso de mandado, pela entrega ao capturando de uma das vias e conseqüente voz de prisão dada pelo executor, que se identificará</p><p>Prisão em Flagrante Art. 243</p><p>- Qualquer pessoa poderá e os militares deverão prender quem for insubmisso ou desertor, ou seja encontrado em flagrante delito.</p><p>Art. 244 - Considera-se em flagrante delito aquele que:</p><p>está cometendo o crime;</p><p>acaba de cometê-lo;</p><p>é perseguido logo após o fato delituoso em situação que faça acreditar ser ele o seu autor;</p><p>é encontrado, logo depois, com instrumentos, objetos, material ou papéis que façam presumir a sua participação no fato delituoso</p><p>Sindicância Militar</p><p>O que é a sindicância militar? “sindicância é o procedimento formal, apresentado por escrito, que tem por objetivo a apuração de fatos de interesse da administração militar, quando julgado necessário pela autoridade competente, ou de situações que envolvam direitos” (art. 2º, caput).</p><p>(IPM) Inquérito Policial Militar</p><p>O IPM é um procedimento administrativo que se destina à apuração de fatos que possam constituir crimes</p><p>militares, delitos da competência da Justiça Militar, previstos</p><p>no art. 9° do Código Penal Militar (CPM), bem como as suas</p><p>autorias. Transcreve-se, abaixo o art. 9º do CPM</p>

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