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<p>Curso:</p><p>Período: 1</p><p>! Matéria: 1</p><p>N° de Fls.:</p><p>ÍProf : rfU* 1</p><p>IData: /?</p><p>r j</p><p>Manual de</p><p>Chaves de</p><p>Partida</p><p>Of*-</p><p>MANUAL</p><p>DE CHAVES</p><p>DE PARTIDA</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Este manual visa transmitir de forma</p><p>prática e objetiva, informações básicas</p><p>que auxiliem na escolha, construção,</p><p>instalação e manutenção de chaves de</p><p>partida.</p><p>A escolha do tipo da chave e seus</p><p>componentes merece muita atenção, pois</p><p>dela dependem a durabilidade da</p><p>chave e o funcionamento correto dos</p><p>circuitos de motores elétricos.</p><p>Ao final deste manual encontram-se folhas</p><p>destacáveis para:</p><p>- sugestões sobre aspectos</p><p>relevantes, que na opinião do leitor</p><p>deveriam ser incluídos nas próximas</p><p>edições.</p><p>- obtenção de informações adicionais.</p><p>- correção de textos e/ou tabelas.</p><p>- apontamentos pessoais do leitor.</p><p>WEG ACIONAMENTOS LTDA.</p><p>1 - NOÇÕES FUNDAMENTAIS</p><p>1.1. CHAVE DE PARTIDA AUTOMÁTICA. ~</p><p>1.1.1. DEFINIÇÃO:</p><p>Equipamentos de manobra e proteção, capazes de</p><p>estabelecer, conduzir e interromper correntes de motores</p><p>em condições normais e inclusive em sobrecargas e</p><p>curto-circuitos.</p><p>1.2. IMPORTÂNCIA DE UTILIZAÇÃO</p><p>Proteção</p><p>• Do operador contra acidentes</p><p>• Do motóVcontra</p><p>-falta de fase</p><p>-sobrecarga</p><p>-curto-circuito</p><p>-sobretensões e subtensões (queda de</p><p>tensão)</p><p>-ambientes quentes</p><p>-danos na ventilação</p><p>-queda no fornecimento de energia</p><p>• Das instalações contra avarias causadas por picos</p><p>na ligação e comutação.</p><p>• De outros equipamentos e consumidores instalados</p><p>próximos do motor.</p><p>Versatilidade</p><p>• ligação rápida e segura do motor</p><p>• comando manual ou automático a distância com</p><p>dispositivos como:</p><p>temporizadores, sensores de nível, pressostatos,</p><p>termostatos, fins-de-curso, etc.</p><p>• simplificação do sistema de operação e supervisão</p><p>da instalação.</p><p>Formulário</p><p>LEI DE OHM,</p><p>U = R x l</p><p>U = tensão em volt (V)</p><p>R = resistência em ohm ( í2 )</p><p>I = corrente em ampere (A)</p><p>Ligações elétrlcas Trifásicas</p><p>Figura 1.1.</p><p>IF = CORRENTE DE FASE</p><p>IL = CORRENTE DE LINHA</p><p>UF = TENSÃO DE FASE</p><p>UL = TENSÃO DE LINHA</p><p>Queda de tensão A U (Para Circuito Trifásico)</p><p>_V3Tl.L.cos.0</p><p>A.X</p><p>onde:</p><p>I = corrente em circulação (ampere)</p><p>L = comprimento da rede de alimentação</p><p>(metro)</p><p>cos.0 =fator de potência do sistema</p><p>A = área do condutor (mm2)</p><p>X = condutividade elétrica do condutor</p><p>( í l .mmVm)</p><p>Energia</p><p>E = P . t</p><p>t = tempo</p><p>P = potência</p><p>Capacitâncla Equivalente - CEQ</p><p>1/Ceq = 1/C1 + 1/C2 + 1/C3 + ... + 1/Cn gSSSSÍéíto</p><p>Ceq = C1 + C2 + C3 + ...+Cn</p><p>Resistência Equivalente - REQ</p><p>Para capacitores</p><p>ligados em</p><p>paralelo.</p><p>_ . _ Para resistências</p><p>REQ = R1 + R2 + R3 + ... +Rn ligadas em serie.</p><p>1/REQ = 1/R1 + 1/R2 + 1/R3 + ... +1/Rn ^ m ^ " d a s</p><p>paralelo.</p><p>Normas</p><p>Apresentamos a seguir as siglas de normas utilizadas</p><p>neste manual, com seus respectivos significados e</p><p>origens.</p><p>Sigla Significado e Origem</p><p>ABNT Associação Brasileira de</p><p>Normas Técnicas. (Brasil)</p><p>IEC International Electrotechnical</p><p>Comission. (internacional)</p><p>DIN Deutsche Industrie Normen.</p><p>(Alemanha)</p><p>NEMA National Eletrical Manufactures. (U.S.A.)</p><p>VDE Verband Deustscher</p><p>Elektrotechniker.(Alemanha)</p><p>1</p><p>Discriminação Monofásico Continua Trifásico</p><p>Corrente</p><p>(ampere)</p><p>, P.(watt)</p><p>U.cos .01</p><p>, Pfwatt)</p><p>^ /3 .U .cos .0n</p><p>Tensão</p><p>(volt)</p><p>u P(watt)</p><p>l .cos .01\</p><p>U = R.I P(watt)</p><p>Vã.l.cos. 0 *1</p><p>Potência ativa</p><p>(W)</p><p>P = U.I.COS0T1 p = u . i = - y /= i 2 .R</p><p>R</p><p>P = V3~.U.I.cos.0 *1</p><p>Potência reativa</p><p>(VAr)</p><p>Q = U. l .sen0Ti Q = -^U. l .sen .0 T|</p><p>Potência aparente</p><p>(VA) S = U.l = V P 2 + Q 2</p><p>S ^ . U . l d \ / p 2 + o></p><p>Cos 0</p><p>(Fator de Potência)</p><p>P(watt) P(watt)</p><p>C O S 0 - U . I . T I ~P (VA)</p><p>c 0 . n P(watt) P(watt)</p><p>C O S 0 ? 3 . U . l . i 1 . ~ P ( V A )</p><p>Rendimento</p><p>(%)</p><p>P (watt)</p><p>' " U.l.cos. 0</p><p>P(watt)</p><p>W3.U.I.COS.0</p><p>intervalos de tempo. O acionamento por impulsos, na</p><p>operação de motores, leva a elevada solicitação do</p><p>dispositivo de comando. O motor não alcança a sua</p><p>rotação nominal, de forma tal que o dispositivo de</p><p>comando tem que ligar e desligar continuamente a</p><p>corrente de partida do motor e, com isso, várias vezes</p><p>o valor da sua corrente nominal. O acionamento por</p><p>impulsos está incluído na categoria de utilização AC 4</p><p>(ver definição na página 14).</p><p>Botão de comando de Fim de Curso:</p><p>Botão acionado mecanicamente, para sinalização,</p><p>comando e limitação de curso. O miolo da botoeiraé que</p><p>contém os contatos e os terminais do dispositivo de fim</p><p>de curso.</p><p>Botão Sinalizador:</p><p>Botoeira com botão transparente de forma tal que se</p><p>obtenha, assim como no sinalizador luminoso, indicação</p><p>ótica dada por uma lâmpada nele embutida.</p><p>Capacidade de Interrupção:</p><p>Máxima corrente que um dispositivo de manobra</p><p>(contator, disjuntor, chave seccionadora, etc) pode</p><p>interromper sob condições definidas (VDE 0660, parte</p><p>1/3.68).</p><p>Capacidade de Ligação:</p><p>A capacidade de ligação indica a grandeza da corrente</p><p>de ligação com a qual o dispositivo de manobra (contator,</p><p>disjuntor, chave seccionadora, etc) ainda pode operar</p><p>com segurança. Caso a corrente de ligação ultrapasse a</p><p>capacidade de ligação, os contatos do dispositivo de</p><p>manobra podem fundir-se.</p><p>Chave Principal:</p><p>Dispositivo destinado a comandar o circuito principal de</p><p>alimentação, ligado diretamente ao consumidor,</p><p>passando através desse a corrente de operação.</p><p>Chave Seccionadora:</p><p>Chave que, na posição aberta, satisfaz as exigências de</p><p>Tabela 1.1.</p><p>1.3. DEFINIÇÕES DE TERMOS TÉCNICOS</p><p>USUAIS</p><p>As definições a seguir estão baseadas nas normas VDE</p><p>e ABNT.</p><p>Nota: TB (Terminologia Brasileira), Terminologia</p><p>da ABNT</p><p>Acionamento Manual:</p><p>Componente mecânico de acionamento de um</p><p>equipamento. Exemplos: botão de comando, punho,</p><p>alavanca.</p><p>Acionamento por botão (ou tecla):</p><p>Comando de um circuito através de um dispositivo de</p><p>comando por botão (ou tecla). Com esse tipo de</p><p>acionamento são dados apenas impulsos de comando</p><p>de curta duração.</p><p>Acionamento por Corrente Alternanda (CA):</p><p>Circuito de comando alimentado por corrente alternada.</p><p>Acionamento por Corrente Contínua(CC):</p><p>Os equipamentos de comando à distância podem,</p><p>independentemente da natureza da corrente do circuito</p><p>principal em que operam, ser acionados por corrente</p><p>alternada ou corrente contínua; no caso de acionamento</p><p>por corrente contínua(CC), o circuito de comando através</p><p>do qual o equipamento é ligado e desligado, possui uma</p><p>fonte de al imentação em corrente cont ínua.</p><p>Evidentemente, a bobina magnética de um contator</p><p>deve ser, então, apropriada para corrente contínua ou</p><p>ser um sistema magnético em corrente alternada (ligação</p><p>por resistência) próprio para acionamento em corrente</p><p>contínua.</p><p>Acionamento por impulso:</p><p>Ligação e desligamento instantâneos através de um</p><p>dispositivo de comando, com repetição dentro de curtos</p><p>2</p><p>distância de isolação especificadas para um seccionador</p><p>(TB 19-15/20-205).</p><p>Chave Seccionadora Sob Carga:</p><p>Dispositivo de manobra que preenche os requisitos de</p><p>uma chave sob carga e de uma chave principal.</p><p>Circuito Auxil iar ou de Comando:</p><p>Circuito através do qual são acionados os dispositivos</p><p>de manobra. Além disso, ele é usado para fins de</p><p>medição, comando, travamento e sinalização.</p><p>(TB 19-15/10.060). Esse circuito engloba a fonte de</p><p>alimentação (tensão de comando), os contatos dos</p><p>dispositivos de comando, os acionamentos elétrícos</p><p>(bobina) dos dispositivos de manobra, assim como os</p><p>elementos auxiliares de manobra.</p><p>Circuito Principal:</p><p>Circuito formado das partes mais importantes, dos</p><p>contatos principais e dos terminais. Tais partes são</p><p>destinadas a conduzir a corrente de operação.</p><p>Contato:</p><p>Parte de um dispositivo de manobra, através da qual um</p><p>circuito é ligado ou interrompido. Há os contatos fixos e</p><p>móveis e, de acordo com a utilização, contatos principais</p><p>e contatos auxiliares. (TB 26/2.2.2).</p><p>Contato NF (normalmente fechado):</p><p>Contato que abre, quando do estabelecimento e, que</p><p>fecha, quando da interrupção de um dispositivo de</p><p>manobra. (TB 19-15/10-045).</p><p>Contato Auxil iar:</p><p>• Contato de chave auxiliar.</p><p>• Contato</p><p>AO RELÊ (m) 150 300 400 500 1000</p><p>SEÇÃO DO FIO (rrim2) 0,50 0,75 1,00 1,50 2,50</p><p>Podem ser ligados vários PTC em série, de modo que a</p><p>soma de suas resistências a frio não ultrapasse550ohms</p><p>(as normas europeias especificam, no entanto, um máximo</p><p>de 6 PTCS em série).</p><p>Caso seja desejável um comando de alarme antes que</p><p>o motor atinja a temperatura-limite, deve-se utilizar dois</p><p>protetores por fase. O primeiro deles dimensionado</p><p>para a temperatura de alarme, que deve ser abaixo da</p><p>classe de isolação do motor. O segundo deverá ser</p><p>dimensionado para atuar quando a temperatura alcançar</p><p>o valor máximo permitido pela classe de isolamento do</p><p>motor.</p><p>Exemplo: O motor tem isolamento F e a sobrelevação</p><p>de temperatura da classe B.</p><p>Neste caso deveremos ter um termistor para</p><p>classe B (alarme) e um para classe F</p><p>(desligamento) para cada fase do motor.</p><p>OS TIPOS DE TERMISTORES MAIS USADOS EM</p><p>MOTORES SÃO APRESENTADOS NA TABELA A</p><p>SEGUIR</p><p>TABELA 3.15. TERMISTORES PARA O</p><p>DESLIGAMENTO</p><p>' CLASSE TÉRMICA ' TEMPERATURA DE</p><p>OPERAÇÃO ("C)</p><p>B 130±5°C</p><p>140±5°C</p><p>F 160±5°C</p><p>3.8.3. TERMORESISTÊNCIA:</p><p>São elementos que têm sua operação baseada na</p><p>característica de variação de resistência com a</p><p>temperatura, intrínseca a alguns materiais. Os elementos</p><p>mais utilizados nesta área são a platina e o níquel, que</p><p>possuem uma resistência de i 00Q a 0 °C e o cobre</p><p>com 10Q aO°C.</p><p>Esses elementos possuem resistência calibrada, que</p><p>varia linearmente com a temperatura, possibilitando um</p><p>acompanhamento contínuo do processo de aquecimento</p><p>do motor, pelo "display" do controlador. Esse sistema de</p><p>proteção permite ainda a sinalização de advertência</p><p>com sinais luminosos ou sonoros, antes da temperatura</p><p>alcançar limites proibitivos. É, por isso, o sistema de</p><p>custo mais elevado.</p><p>CAIXA DE</p><p>LIGAÇÃO</p><p>CONTATOR</p><p>RELE</p><p>FIGURA 3.27. ESQUEMAGENÉRICODEUGAÇÃODE</p><p>TERMORESISTÉNCIAS EM MOTORES</p><p>TRIFÁSICOS</p><p>TABELA 3.16. VALORES DA RESISTÊNCIA ELÉTRICA EM</p><p>CLASSE,</p><p>TÉRMICA</p><p>TEMPERATURA DE</p><p>OPERAÇÃO (°C)</p><p>VARIAÇÃO DA</p><p>RESISTÊNCIA</p><p>ELÉTRICA (Í2)</p><p>A 105* 5 °C 138,50 a 142,28 .</p><p>B 130±5°C 147,91 a 151,65</p><p>F 150±5 4 C 155,38 a 159,10</p><p>3.8.4. PROTETORES BIMETÁLICOS DE DISCO:</p><p>• Usualmente aplicados em motores monofásicos;</p><p>• Normalmente se utiliza protetores bimetálicos de</p><p>disco com dois contatos "NF", ligados em série</p><p>com a alimentação do motor.</p><p>" 3 T</p><p>• Instalados na tampa do motor, do lado oposto da</p><p>ventilação,</p><p>• A corrente solicitada pelo motor circula pelo disco</p><p>bimetálico aquecendo-o e quando a temperatura</p><p>limite é atingida os contatos se abrem desligando o</p><p>motor. Após resfriado o bimetal, os contatos se</p><p>fecham automaticamente ou ainda manualmente,</p><p>dependendo do sistema de rearme escolhido.</p><p>• Especificado em função da classe de isolamento e</p><p>da corrente nominal onde estiver inserido.</p><p>3.9. RELÉS DE TEMPO.</p><p>São temporizadores para controle de tempos de curta</p><p>duração. Utilizados na automação de máquinas e</p><p>processos industr iais, especialmente em</p><p>sequenciamento, interrurpções de comandos e em chave</p><p>de partida.</p><p>Possuem monitorização através de LED.</p><p>3.9 .1 . RELÉS DE TEMPO COM RETARDO NA</p><p>ENERGIZAÇAO (RTW...E):</p><p>Aplicados em sequenciamento de comandos e</p><p>interrupções, painéis de comando, chaves</p><p>compensadoras (item 4.3.).</p><p>• Funcionamento</p><p>O relê comuta seus contatos de saída, após</p><p>transcorrido o tempo selecionado na escala, sendo</p><p>o início de temporização dado quando da</p><p>energização dos terminais de alimentação A1-A2.</p><p>ALIMENTAÇÃO .</p><p>SAÍDA (CONTATOS),</p><p>FIGURA 3.28. DIAGRAMA DE FUNCIONAMENTO</p><p>a - instante da comutação</p><p>b - retomo ao repouso</p><p>T - temporização selecionada</p><p>Faixa de ajuste</p><p>0,1 a 05 seg.</p><p>0,3 a 15 seg.</p><p>0,4 a 30 seg.</p><p>0,9 a 60 seg.</p><p>Especificação</p><p>AJUSTES</p><p>Escala de Tempo</p><p>05 seg.</p><p>15 seg.</p><p>30 seg.</p><p>60 seg.</p><p>Tensão de comando</p><p>24Vcc</p><p>110Vca</p><p>220Vca</p><p>Contatos</p><p>• 1 contato do tipo reversor;</p><p>• 2 contatos do tipo reversor.</p><p>EXEMPLO 3.11. ESPECIFICAÇÃO DO RELÊ DE</p><p>TEMPO PARA UMA CHAVE</p><p>COMPENSADORA. TENSÃO DE</p><p>COMANDO 220Vca.</p><p>RTW. 30. 220.</p><p>X</p><p>1E</p><p>: Número' décohtatos reversores</p><p>- Tensão de comando</p><p>- Escala de tempo</p><p>3.9.2. R E L E DE TEMPO COM R E T A R D O NA</p><p>DESENERGIZAÇAO (RTW ...D):</p><p>Diferencia-se do tipo "E" (retardo na energização) pela</p><p>existência dos terminais de acesso ao comando de</p><p>pulso (1-2), comando este executado por contatos</p><p>externos ao relê (contatos auxiliares de contatores,</p><p>botões pulsadores, e t c ) , que cumprem apenas afunção</p><p>de "jumper" (ponte) entre dois pontos do circuito</p><p>eletrônico. É importante salientar que, por se tratarem</p><p>de bornes de acesso ao circuito eletrônico, os terminais</p><p>1 e 2 jamais poderão receber qualquer sinal externo de</p><p>tensão, sob risco de serem danificados. Os terminais</p><p>A1-A2 devem permanecer energizados durante todo o</p><p>ciclo de funcionamento do relé.</p><p>• Aplicados em sequenciamento de comando e</p><p>interrupções; painéis de comando.</p><p>Funcionamento</p><p>Quando fechado o contato que executa a "conexão entre</p><p>os bornes 1 -2 os contatos de saída comutam e somente</p><p>após a abertura do contato é que inicia a temporização</p><p>selecionada, sendo que após decorrida a mesma, os</p><p>contatos de saída retomam a posição de repouso.</p><p>FIGURA 3.29. DIAGRAMA DE LIGAÇÃO SAÍDA FIGURA 3.29. DIAGRAMA DE LIGAÇÃO</p><p>(CONTATOS)</p><p>A1 - A2 -alimentação a T b</p><p>15 - contato comum</p><p>16</p><p>18</p><p>- contato NF</p><p>- contato NA</p><p>ALIMENTAÇÃO</p><p>FECHADO</p><p>COMANDO ABERTO</p><p>FIGURA 3.30. DIAGRAMA DE FUNCIONAMENTO</p><p>32</p><p>a - instante da comutação</p><p>b - retorno ao repouso</p><p>c - temporização selecionada</p><p>FIGURA 3.31 DIAGRAMA DE LIGAÇÃO</p><p>A1 -A2-alimentação</p><p>1 - 2 -comando</p><p>15 -contato comum</p><p>16 -contato NF</p><p>18 -contato NA</p><p>Especificação</p><p>AJUSTES</p><p>Escala de tempo</p><p>05 seg.</p><p>15 seg.</p><p>30 seg.</p><p>60 seg.</p><p>Tensão de Comando</p><p>• 24Vcc</p><p>• 110Vca</p><p>• 220Vca</p><p>Contatos</p><p>• 1 contato do tipo reversor;</p><p>• 2 contatos do tipo reversor.</p><p>Faixa de ajuste</p><p>0,2 a 05 seg.</p><p>0,3 a 15 seg.</p><p>0,5 a 30 seg.</p><p>0,9 a 60 seg.</p><p>Exemplo 3.12.</p><p>RTW 15. 1 0. 2E</p><p>Número de contatos</p><p>Tensão de comando</p><p>Escala de tempo</p><p>Funcionamento</p><p>Após aplicada tensão nominal aos terminais A1-A2, o</p><p>contato da saída da etapa de temporização estrela</p><p>comuta (15-18). Após decorrida a temporização</p><p>selecionada (0 a 30 seg) o contato de saída da etapa</p><p>estrela retoma ao repouso (15-16), principiando então a</p><p>contagem do tempo fixo (100ms), ao fim do qual é</p><p>atuado o contato de saída da etapa triângulo (25-28).</p><p>ALIMENTAÇÃO</p><p>TEMPO Y</p><p>TEMPO A</p><p>CONTATOR Y</p><p>CONTATOR A</p><p>FIGURA 3.32. DIAGRAMA DE FUNCIONAMENTO.</p><p>a - instante da comutação</p><p>b - retorno ao repouso</p><p>T1 - tempo ajustável para conexão estrela</p><p>T2 - tempo fixo para conexão triângulo (1 OOms)</p><p>FIGURA 3.33. DIAGRAMA DE LIGAÇÃO.</p><p>A1 - A2 - alimentação</p><p>15- 25 - contatos comuns</p><p>16- 26 - contatos NF</p><p>18 -28 -contatos NA</p><p>3.9.3. R E L E DE TEMPO E S T R E L A TRIANGULO</p><p>(RTW....YA):</p><p>Especialmente fabricado para utilização em chaves de</p><p>partida estrela triângulo (item 4.2.).</p><p>Este relê possui dois circuitos de temporização em</p><p>separado, sendo um de tempo variável para controle do</p><p>contator que executa a conexão estreia, e outro, com</p><p>tempo pré-estabelecido (100ms) para controle do</p><p>contator que executa a conexão triângulo.</p><p>33</p><p>1 1 1 2 6 L Í 2 8 .1</p><p>K \\^ KA</p><p>SH1/</p><p>KA</p><p>R S T</p><p>FT1</p><p>FIGURA 3.34. DIAGRAMA DE UGAÇAO</p><p>Especificação</p><p>AJUSTES</p><p>ESCALA DETEMPO:30s.</p><p>TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO</p><p>• 24Vcc</p><p>• 110Vca</p><p>• 220 Vca</p><p>Contatos</p><p>• 2 contatos reversores.</p><p>EXEMPLO 3.13. ESPECIFICAÇÃO DE RELÊ DE</p><p>TEMPO PARA CHAVE ESTRELA-</p><p>TRIÂNGULO. TENSÃO DE</p><p>COMANDO 220Vca. FIGURA 3.35. DIAGRAMA DE LIGAÇÃO</p><p>RTW 30. 220. YA</p><p>Tensão de Comando</p><p>Escala de Tempo</p><p>3.10. RELÊ DE SEQUÊNCIA DA F A S E (RSW).</p><p>Devido a seu baixo custo e simplicidade de aplicação é</p><p>o elemento ideal para monitorização e controle de</p><p>sequência de fase em sistemas trifásicos, com uso na</p><p>proteção de motores trifásicos, painéis de comando,</p><p>acionamento CA, detectando qualquer inversão na</p><p>sequência das fases R, S, T.</p><p>Funcionamento</p><p>No caso de inversão de fases, o contato de saída não</p><p>comuta (LED apagado),</p><p>bloqueando desta forma o</p><p>comando do sistema no qual se encontra inserido.</p><p>RST -alimentação/monitoração</p><p>15 -contato comum</p><p>16 -contato NF</p><p>18 -contato NA</p><p>34</p><p>FIGURA 3.36 DIAGRAMA DE APLICAÇÃO</p><p>Especificação</p><p>• Tensão de comando</p><p>220V/60Hz</p><p>380V/60HZ</p><p>440V/60HZ</p><p>Exemplo 3.14.</p><p>RSW220</p><p>Tensão da rede</p><p>ALIMENTAÇÃO p</p><p>SAÍDA</p><p>(CONTATOS)</p><p>TEMPERATURA</p><p>FIGURA 3.37. DIAGRAMA DE FUNCIONAMENTO</p><p>3.11. RELÊ DE PROTEÇÃO PTC (RPW-PTC).</p><p>Este relê é utilizado para proteção térmica de motores</p><p>que usam PTC como sensor, (ver item 3.8.2.), podendo</p><p>ser usado também com outros sensores que tenham</p><p>variação de resistência maior que 350012 (relê abre) e</p><p>menor que 2300Q, (relê comuta).</p><p>A seleção da temperatura adequada dá-se através da</p><p>escolha do sensor.</p><p>Funcionamento</p><p>É um relê cuja função é comparar um sinal de referência</p><p>com o sinal enviado pelo PTC. Quando a temperatura</p><p>do local onde se encontra o sensor aumenta além do</p><p>normal, a resistência deste ultrapassa o valor de 3K5fí,</p><p>levando o contato de saída a abrir, e só ocorre o retorno</p><p>a operação quando o valor resistivo do PTC diminuir</p><p>para cerca de 2K3£1</p><p>FIGURA 3.38. DIAGRAMA DE LIGAÇÃO</p><p>A1 - A2-alimentação</p><p>S1 - S2 -sensores</p><p>15 -contato comum</p><p>16 -contato NF</p><p>18-contato NA</p><p>35</p><p>-€=3-</p><p>F21 {95</p><p>R S T</p><p>444</p><p>T I I B ~</p><p>SH1</p><p>SH1</p><p>K1</p><p>\</p><p>KT1</p><p>K3</p><p>18</p><p>RPW</p><p>15</p><p>\</p><p>K3</p><p>K2</p><p>K1 T K 3 /</p><p>FT1 c c c</p><p>SH1</p><p>S1 S2</p><p>FIGURA 3.39. DIAGRAMA DE APLICAÇÃO</p><p>Especificação</p><p>• Tensão de Comando</p><p>110Vca</p><p>220Vca</p><p>24 Vcc</p><p>Exemplo 3.15.</p><p>RPW - 110 - PTC</p><p>Tensão de comando</p><p>3.12. R E L E S F A L T A D E F A S E .</p><p>3.12.1. COM NEUTRO NA INSTALAÇÃO:</p><p>O controle de proteção contra falta de fase com neutro</p><p>supervisiona redes trifásicas nas quais as fases R, S e</p><p>T estão defasadas entre si de 120° elétricos. Detecta a</p><p>falta de uma ou mais fases do neutro e opera o</p><p>desligamento da carga quando a falta ocorre. O neutro</p><p>deve ser ligado ao aparelho. Normalmente é fornecido</p><p>com retardo para desligamento de até 5s para que não</p><p>opere desnecessariamente durante a partida do motor</p><p>que, muitas vezes, pode provocar na rede quedas de</p><p>tensão maiores que a programada do aparelho para</p><p>atuação. É dotado de um contato reversor.</p><p>R S T N</p><p>«[MH]</p><p>• E 3</p><p>F21</p><p>" 1</p><p>F22</p><p>Relá</p><p>\ l fcHAVE</p><p>UGA-DESLIGA</p><p>FIGURA 3.41. DIAGRAMA DE LIGAÇÃO</p><p>3.12.2. SEM NEUTRO NA INSTALAÇÃQ:</p><p>Este supervisiona redes trifásicas com defasagens</p><p>elétricas também de 120° e tem as demais características</p><p>do anterior, porém não sendo necessária à ligação do</p><p>neutro ao aparelho.</p><p>alimentação</p><p>RST</p><p>saída</p><p>falta de fase</p><p>RS</p><p>FIGURA 3.40. DIAGRAMA DE FUNCIONAMENTO</p><p>alimentação</p><p>saída</p><p>falta de fase</p><p>RST</p><p>RS</p><p>FIGURA 3.42. DIAGRAMA DE FUNCIONAMENTO</p><p>36</p><p>R S T</p><p>444</p><p>- € 3</p><p>F21</p><p>¥22</p><p>CHAVE</p><p>LIGA-DESLIGA</p><p>FIGURA 3.43. DIAGRAMA DE LIGAÇÃO</p><p>3.13. RELE DE MÍNIMA E MÁXIMA TENSÃO.</p><p>São utilizados na supervisão de redes de alimentação</p><p>monofásicas e trifásicas. Permitem o acionamento de</p><p>alarme ou o desligamento de circuitos de modo a</p><p>proteger equipamentos contra variação da tensão da</p><p>rede além dos limites pré-fixados.</p><p>Ajuste</p><p>Ajusta-se os valores máximos e mínimos de tensão</p><p>admissíveis para o equipamento a ser protegido, através</p><p>de dois potenciómetros independentes.</p><p>Funcionamento</p><p>O relê de saída estará energizado para tensões de</p><p>alimentação dentro da faixa ajustada e desenergizado</p><p>acima ou abaixo desta. Estes relés também atuam por</p><p>falta de fase sem neutro e também, podem ser dotados</p><p>de retardos no desligamento de até 5s para evitar que</p><p>ocorram desligamentos dos sistemas durante o tempo</p><p>de partida no caso de instalação de motores de grandes</p><p>potências.</p><p>relê</p><p>energizado</p><p>relê</p><p>desenergizado</p><p>Volts</p><p>V. min. V.máx.</p><p>FIGURA 3.44. DIAGRAMA DE FUNCIONAMENTO</p><p>3.14. CONTROLADORES DE NÍVEL.</p><p>Controlam o nível em reservatórios de líquidos, poços</p><p>artesianos, etc.</p><p>3.14.1. CONTROLADORES DE NÍVEL MECÂNICOS</p><p>("CHAVE BÓIA"):</p><p>O controle de nível é feito através da atuação mecânica</p><p>de uma bóia sobre contatos de comando. Os contatos</p><p>acionam a bobina do contator ou podem acionar</p><p>diretamente motores de pequenas potências.</p><p>3.14.2. C O N T R O L A D O R E S DE NÍVEL</p><p>ELETRÔNICOS:</p><p>Trabalham acoplados normalmente a três eletrodos</p><p>(tipo haste ou pêndulo), sendo que dois determinam o</p><p>nível máximo e mínimo e o outro é usado como referência.</p><p>O eletrodo de referência deve ser colocado abaixo do</p><p>eletrodo de nível inferior.</p><p>Os controladores detectam a diferença de condutibilidade</p><p>entre eletrodos quando submersos ou não no líquido.</p><p>Para atender a diversas aplicações, são construídos</p><p>dois tipos de controles de nível eletrônicos.</p><p>a) 1 9 Tipo</p><p>O relê de saída será energizado quando o líquido</p><p>chegar ao nível mínimo e desenergizado quando o</p><p>mesmo atingir o nível máximo, assim permane -</p><p>cendo até chegar novamente no nível mínimo.</p><p>Quando o nível atinge o eletrodo inferior E1, entra</p><p>em funcionamento o sistema de abastecimento até</p><p>que o líquido chegue no nível superior (VIDE</p><p>FIGURA 3.45).</p><p>FIGURA 3.45. ESQUEMA DE APLICAÇÃO</p><p>b) 2 S Tipo</p><p>O relê de saída é energizado quando o líquido</p><p>atingir o nível máximo e desenergizado quando o</p><p>mesmo chegar no nível mínimo, assim permane</p><p>cendo até atingir o nível máximo.</p><p>Quando o nível de água no poço baixar até o</p><p>eletrodo E 1 , o relê desligará a bomba, evitando que</p><p>esta trabalhe a seco.</p><p>A água deverá então subir até o nível do eletrodo</p><p>superior para que a bomba entre novamente em</p><p>funcionamento.</p><p>37</p><p>3.15. CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES</p><p>SOBRE RELES ELETRÔNICOS.</p><p>Quando a corrente da bobina do contator principal</p><p>ultrapassar a capacidade dos contatos (normalmente</p><p>5A, 250V) de relés eletrônicos e de termostatos ( em</p><p>motores ou em auto-transformadores), deve-se adotar</p><p>a solução da figura a seguir.</p><p>K1 -CONTATOR PRINCIPAL (EX.:CW 330)</p><p>KA1 - RELÊ OU TERMOSTATO DE PROTEÇÃO</p><p>KA2 - CONTATOR AUXILIAR (EX.: CAW 04-22)</p><p>FIGURA 3.47</p><p>CONTATOS DE SAÍDA DOS RELÉS INDUSTRIAIS</p><p>WEG:</p><p>CAPACIDADE DOS CONTATOS: 5A, 250Vca.</p><p>Dependendo da potência que os contatos de saída</p><p>tenham de comutar, existe uma limitação do número de</p><p>operações a sererrí realizadas, conforme demonstrado</p><p>nas figuras 3.48. e 3.49.</p><p>Vida Útil dos Contatos (carga resistiva).</p><p>(carga com CA cos 0 =1. max. 100C op n)</p><p>I0S</p><p>8</p><p>6</p><p>5</p><p>4</p><p>3</p><p>2</p><p>10'</p><p>0.2 0.4 0,6 0,8 1.0</p><p>Potência de Comutação kVA</p><p>1.2</p><p>O gráfico da figura 3.48. é válido somente para cargas</p><p>resistivas, onde não ocorrem variações sensíveis na</p><p>corrente. Já para cargas indutivas é necessária a</p><p>multiplicação do número de operações por um fator de</p><p>redução dependente do cos. 0 da carga, como visto na</p><p>figura 3.49.</p><p>í 0,9 í 0,9</p><p>I 0,8</p><p>u_ 0,7</p><p>S 0.6</p><p>0,5</p><p>"g 0,4</p><p>•8 0,2</p><p>S 0.1</p><p>u_ 0,7</p><p>S 0.6</p><p>0,5</p><p>"g 0,4</p><p>•8 0,2</p><p>S 0.1</p><p>u_ 0,7</p><p>S 0.6</p><p>0,5</p><p>"g 0,4</p><p>•8 0,2</p><p>S 0.1</p><p>u_ 0,7</p><p>S 0.6</p><p>0,5</p><p>"g 0,4</p><p>•8 0,2</p><p>S 0.1</p><p>u_ 0,7</p><p>S 0.6</p><p>0,5</p><p>"g 0,4</p><p>•8 0,2</p><p>S 0.1</p><p>u_ 0,7</p><p>S 0.6</p><p>0,5</p><p>"g 0,4</p><p>•8 0,2</p><p>S 0.1</p><p>u_ 0,7</p><p>S 0.6</p><p>0,5</p><p>"g 0,4</p><p>•8 0,2</p><p>S 0.1</p><p>u_ 0,7</p><p>S 0.6</p><p>0,5</p><p>"g 0,4</p><p>•8 0,2</p><p>S 0.1</p><p>& o 1 0,9 0,8 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 0</p><p>FIGURA 3.49. FATOR DE REDUÇÃO PARA CARGA INDUTIVA</p><p>FIGURA 3.48.</p><p>38</p><p>3.16.TRANSF0RMAD0RES DE CORRENTE</p><p>(TC).</p><p>Os TC's são transformadores destinados a reproduzir</p><p>em seus secundários a corrente de seus circuitos</p><p>primários em uma proporção definida, conhecida e</p><p>adequada para uso em instrumentos de medição, controle</p><p>e proteçãá A finalidade dosTCs é isolar os instrumentos</p><p>de medição, controle ou proteção e reduzir as altas</p><p>correntes dos circuitos de força, tornando mais</p><p>económica a construção dos sistemas.</p><p>São componentes de circuito-série, isto é, o primário é</p><p>ligado em série com o circuito (a carga) e no seu</p><p>secundário todos os elementos são também ligados em</p><p>série.</p><p>Os transformadores de corrente, em sua grande maioria,</p><p>são encontrados somente com o enrolamento</p><p>secundário, sendo o primário o próprio condutor do</p><p>circuito ofide será conectado.</p><p>As tensões nos terminais do secundário são praticamente</p><p>desprezíveis, porém, caso os terminais</p><p>se encontrem</p><p>em aberto estando o primário com corrente, a tensão</p><p>assume valores bastante altos, já que o TC tende a</p><p>fornecer corrente constante. Analisando conclui-se que</p><p>a impedância do circuito equivale a uma carga de valor</p><p>infinito (observe a equação a seguir):</p><p>U = I.Z.</p><p>Os TCs para uso em medição possuem baixos valores</p><p>de corrente de saturação, ao contrário dos destinados à</p><p>proteção onde a mesma atinge valores elevados (entre</p><p>10e20xln, normalmente). Desta forma, o TC não sofre</p><p>saturação no instante da partida de motores elétricos,</p><p>quando a corrente atinge valores entre 6 e 9 x In.</p><p>3.17. CAIXAS (ARMÁRIOS) METÁLICAS.</p><p>DIMENSÕES (PADRÃO WEG)</p><p>R E F . '.' .' . v - v A : c R E F . '.' .'</p><p>(mm) (mm) (mm)</p><p>AW06-42 600 400 200</p><p>AWOS-53 600 500 300</p><p>AW08-63 BOO 600 300</p><p>AW10-64 1000 600 400</p><p>AW12-64 1200 600 400</p><p>AW15-64 1500 600 ' 400</p><p>4. ESCOLHA DO TIPO DA CHAVE DE</p><p>PARTIDA</p><p>4.1. PARTIDA DIRETA.</p><p>Neste caso o motor parte com valores de conjugado</p><p>(torque) e corrente de partida plenos, pois suas bobinas</p><p>recebem tensão nominal conforme f iguras.</p><p>FIGURA 4.1 . Ligação e tensão</p><p>triângulo (U )̂</p><p>FIGURA 4.2. Ligação e tensão</p><p>estrela (Uy)</p><p>FIGURA 4.3. Diagrama de força</p><p>39</p><p>Após a partida o motor deve ser ligado em triângulo,</p><p>assim as bobinas passam a receber tensão nominal.</p><p>FIGURA 4.4. DIAGRAMA DE COMANDO</p><p>Sempre que a instalação permitir, o tipo de partida deve</p><p>ser direta, já que o motorfoi projetado para estas condições</p><p>(corrente e tensões nominais).</p><p>A corrente elevada de partida do motor ocasiona as</p><p>seguintes consequências prejudiciais:</p><p>Acentuada queda de tensão no sistema de</p><p>alimentação da rede, o que ocasiona</p><p>interferências em equipamentos instalados</p><p>no sistema.</p><p>O sistema (cabos, contatores) deverá ser</p><p>superdimensionado, elevando os custos.</p><p>A imposição das concessionárias de energia</p><p>elétrica, que limitam a queda de tensão da rede.</p><p>Para se evitar estes problemas, pode-se utilizar</p><p>um sistema de partida com redução de tensão e</p><p>consequente redução da corrente.</p><p>4.2. PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO.</p><p>Consiste na alimentação do motor com redução de</p><p>tensão nas bobinas, durante a partida.</p><p>Na partida executa-se ligação estrela no motor (apto a</p><p>receber tensão de estrela - U y), porém alimenta-se com</p><p>tensão de triângulo ( U â ) , ou seja, tensão da rede.</p><p>Assim, as bobinas do motor recebem 58% (1 / Vã) da</p><p>tensão que deveriam receber.</p><p>FIGURA 4 . 6 . LIGAÇÃO TRIÂNGULO COM TENSÃO</p><p>TRIÂNGULO</p><p>Este tipo de chave proporciona redução da corrente de</p><p>partida para aproximadamente 33% de seu valor para</p><p>partida direta.</p><p>Apropriada para máquinas com conjugado resistente de</p><p>partida até 1/3 do conjugado de partida do motor.</p><p>A chave estrela-triângulo é aplicada quase que</p><p>exclusivamente para partidas de máquinas em vazio,</p><p>isto é, sem carga. Somente depois de se ter atingido a</p><p>rotação nominal a carga poderá ser aplicada.</p><p>O conjugado resistente da carga não deve ultrapassar</p><p>o conjugado de partida do motor, nem a corrente no</p><p>instante da comutação deve atingir valores inaceitáveis</p><p>(muito elevados).</p><p>Ocorrem situações em que este tipo de partida não pode</p><p>ser empregado, como é mostrado na figura 4.7.</p><p>CMO</p><p>0. l l ? , . . . . ^ ? . , . . , 1 ? ! 0 , . , . , ^ , 5 | 0 Í1Õ 7JO 8JO 9J0 10|0%ipn></p><p>FIGURA 4 . 5 . LIGAÇÃO ESTRELA COM TENSÃO DE</p><p>TRIÂNGULO (U )</p><p>FIGURA 4 . 7 . - COMPORTAMENTO DA CORRENTE</p><p>NA PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO</p><p>40</p><p>O alto conjugado resistente (Cr) faz com que na partida</p><p>em estrela o motor acelere no máximo até 85% da</p><p>rotação nominal e aí ocorre a comutação.</p><p>Neste ponto a corrente que era aproximadamente igual</p><p>à nominal, vai para 320% o que não traz vantagem pois</p><p>na partida a corrente era de 190%.</p><p>Na figura 4.8., observa-se um motor com as mesmas</p><p>características, mas o conjugado resistente (Cr) é bem</p><p>menor.</p><p>Na ligação estrela o motor acelera até 95% da rotação</p><p>nominal e neste ponto a corrente é cerca de 50% e aí</p><p>ocorre a comutação, subindo a corrente para 170%, ou</p><p>seja, praticamente igual à corrente de partida em estrela.</p><p>O, ll0„„„2|Q 3 | 0 _ „ 4 | 0 M .5|0 t,.,,6j0,, ij|O i. ia|g,.,9|O i,1o|07. tpm</p><p>FIGURA 4,8. COMPORTAMENTO DA CORRENTE</p><p>NA PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO</p><p>É fundamental para a chave de partida estrela-triângulo</p><p>que o motor tenha possibilidade de ligação em dupla</p><p>tensão, (220/380V, 380/660V, 440/760V) e que a menor</p><p>tensão coincida com a tensão da rede. Os motores</p><p>deverão ter no mínimo seis bornes de ligação.</p><p>R S T N</p><p>1</p><p>j- COMANDO</p><p>FIGURA 4.9. DIAGRAMA DE FORÇA.</p><p>R</p><p>F 2 1</p><p>9 8</p><p>S H 1</p><p>9 5</p><p>FT1</p><p>9 6</p><p>SH1r4 K l \\</p><p>1 1 | 261 128 1</p><p>K2</p><p>161</p><p>K T I :</p><p>K 1 \, ^</p><p>K 3 f</p><p>K T 1 B P K 3 Ç J 3 K l Ç p ; K 2 Ç p</p><p>S H 1 (</p><p>FIGURA 4.10. CIRCUITO DE COMANDO (COM RELÊ DE</p><p>TEMPO YA. VIDE ITEM 3.9.3.).</p><p>41</p><p>4.2.1. SEQUENCIA OPERACIONAL (COM RELE</p><p>DE TEMPO ESTRELA-TRIANGULO):</p><p>O botão pulsador S1 aciona o relê de tempo KT1, que</p><p>através do seu contato 15-18 energiza o contator estrela</p><p>K3. Este, por seu contato 13-14 alimenta a bobina do</p><p>contator de rede K1.</p><p>O motor inicia a rotação em Estrela:</p><p>O contator K1 retém-se por seu contato 43-44 e o</p><p>contato 13-14 deste mantém a energização do reló de</p><p>tempo KT1 e do contator estrela K3. Após decorrida a</p><p>temporização selecionada em KT1, o mesmo abre seu</p><p>contato 15-18, desenergizando o contator K3. Após</p><p>decorrido o tempo pró-estabelecido de 100 ms (fixo) o</p><p>contato 25-28 do reló de tempo fecha-se, energizando</p><p>o contator triângulo K2.</p><p>O motor passa para a ligação Triângulo</p><p>O religamento, mesmo que acidental, de K3 é evitado</p><p>pela existência do contato 21-22 de K2 no circuito de</p><p>alimentação da bobina de K3.</p><p>4.3. PARTIDA COMPENSADORA</p><p>Esta chave de partida alimenta o motor com tensão</p><p>reduzida em suas bobinas, na partida.</p><p>A redução de tensão nas bobinas (apenas durante a</p><p>part ida) é fei ta através da l igação de um</p><p>autotransformador em série com as mesmas. Após o</p><p>motor ter acelerado as bobinas voltam a receber tensão</p><p>nominal.</p><p>A redução da corrente de partida depende do Tap em</p><p>que estiver ligado o autotransformador.</p><p>• TAP 65% - REDUÇÃO PARA 42% DO SEU</p><p>VALOR DE PARTIDA DIRETA.</p><p>• TAP 80% - REDUÇÃO PARA 64% DO SEU</p><p>VALOR DE PARTIDA DIRETA.</p><p>A chave de partida compensadora pode ser usada para</p><p>motores que partem sob carga. O conjugado resistente</p><p>de partida da carga deve ser inferior à metade do</p><p>conjugado de partida do motor.</p><p>1</p><p>E s</p><p>8</p><p>8</p><p>E «</p><p>f 200</p><p>I</p><p>I</p><p>8</p><p>•0 3.</p><p>8 IOO</p><p>h '•> S"..Vnl</p><p>- -d 1 1</p><p>^ 1</p><p>)</p><p>\</p><p>\</p><p>S"..Vi>l</p><p>\</p><p>V</p><p>10 20 30 40 50 60 70 80 90 100%</p><p>RotaçSo em porcentagem da rotação síncrona.</p><p>FIGURA 4.1 í. CARACTERÍSTICAS DE PARTIDA DE</p><p>MOTOR COM CHAVE COMPENSADORA</p><p>Os motores podem ser de tensão única e possuírem</p><p>apenas três cabos.</p><p>R S T</p><p>| COMANDO</p><p>K1</p><p>1</p><p>K2</p><p>FT1</p><p>100% 100% 100%</p><p>c c c</p><p>FIGURA 4.12. DIAGRAMA DE FORÇA</p><p>SHi lo- ,</p><p>SH1</p><p>15</p><p>18</p><p>Y#KT1 \</p><p>|\-116K3*</p><p>U 31</p><p>13</p><p>K1 /</p><p>3</p><p>A1</p><p>(32</p><p>K3</p><p>14</p><p>K2</p><p>K1</p><p>"\14 KA</p><p>21 . 4 3</p><p>22 44</p><p>K3</p><p>113</p><p>14</p><p>f</p><p>22</p><p>A1 A1 A1 IA1</p><p>53 K 2 p K T i r ] K 1 C Í D</p><p>A2 |Ã2 ^ Ã 2 JÃ2</p><p>FIGURA 4.13. DIAGRAMA DE COMANDO</p><p>4 2</p><p>Sequência operacional</p><p>Pressiònando-se o botão pulsador S1 é acionado o</p><p>contator K3 que curto-circuita o secundário do auto</p><p>transformador. Este, através do seu contato 13-14,</p><p>energiza a bobina do contator K2 que conecta o auto-</p><p>transiormador à rede.</p><p>O motor parte sob tensão reduzida:</p><p>O contator K2 retém-se por seu contato 13-14, e o</p><p>contator K3 por este mesmo contato e por seu contato</p><p>13-14.</p><p>Simultaneamente a energização de K2 ocorre a</p><p>energização do relê de tempo KT1, que principia a</p><p>temporização.</p><p>Após o decurso desta o contato 15-16 de KT1 que atua</p><p>sobre o circuito da bobina de K3, comuta.</p><p>O contatoí K3 é desenergizado e fecha seu contato 21 -</p><p>22, situado no circuito da bobina do contator de rede K1,</p><p>e este em conjunto com o contato 13-14 de K2, ener-</p><p>giza-a.</p><p>O contator K1 mantém-se por seu contato 13-14, e</p><p>através de 21-22 e 31-32 desenergiza K3 e K2</p><p>respectivamente.</p><p>O motor passa a funcionar sob tensão nominal:</p><p>O contato</p><p>31-32 de K1 impossibilita o acionamento,</p><p>mesmo que acidental, do contator K3. Sob"condições</p><p>normais só é possível uma nova partida caso tenha sido</p><p>acionado o pulsador SO, ou pela abertura do contato 95-</p><p>96 de FT1, em caso de sobrecarga.</p><p>4.4. PARTIDA SÉRIE P A R A L E L O .</p><p>O motor parte com tensão reduzida em suas bobinas. A</p><p>chave série-paralelo proporciona uma redução de</p><p>corrente para 25% do seu valor para partida direta.</p><p>Apropriada para cargas com partida necessariamente</p><p>em vazio, pois o conjugado de partida fica reduzido a</p><p>1/4 de seu valor para tensão nominal (partida direta).</p><p>Este tipo de chave é utilizada para motores de 4 tensões</p><p>e no mínimo 9 cabos. Dividem-se em :</p><p>a) Triângulo Série Paralelo ( A - A A )</p><p>Chave de partida própria pára motor com a execução</p><p>dos enrolamentos em 220/380/440/660 ou 220/440V.</p><p>A tensão da rede deve ser necessariamente 220V.</p><p>Na partida executa-se a ligação triângulo série (A)</p><p>(apto a receber 440V) e aplica-se tensão de triângulo</p><p>paralelo (220V).</p><p>R</p><p>FIGURA 4.14. LIGAÇÃO TRIÂNGULO SÉRIE (A)</p><p>COM TENSÃO Z20V</p><p>Após a partida o motor deve ser ligado em triângulo</p><p>paralelo (AA) assim as bobinas passam a receber</p><p>tensão nominal (220V).</p><p>F</p><p>1</p><p>y /76</p><p>/ ( / 5 R — . . - ^ 2</p><p>8 S</p><p>2 2 0 V</p><p>FIGURA 4.15. LIGAÇÃO TRIÂNGULO PARALELO</p><p>(A A) COM TENSÃO 220V</p><p>b) Estrela Série-Paralelo (Y-YY)</p><p>Chave própria para motor com execução dos</p><p>enrolamentos em 220/380/440/760 ou 380/760V, A</p><p>tensão da rede deve ser necessariamente 380V.</p><p>Na partida executa-se a ligação estrela série (apto a</p><p>receber 760V) e aplica-se tensão de estrela-paralelo</p><p>(380V).</p><p>FIGURA 4.16. LIGAÇÃO ESTRELA SÉRIE (Y)</p><p>COM TENSÃO 380V.</p><p>Após a partida o motor deve ser ligado em estrela</p><p>paralelo (YY), assim as bobinas passam a receber</p><p>tensão nominal.</p><p>. 3 8 0 V ^ |</p><p>R r ' 1</p><p>/ A / S</p><p>n8</p><p>9</p><p>I \</p><p>T</p><p>FIGURA 4.17. LIGAÇÃO ESTRELA PARALELO</p><p>COM TENSÃO 380V.</p><p>43</p><p>N R S T</p><p>[MM]</p><p>K1 — l ~ 4 K 2 L > ^ - ^ - ^</p><p>F3</p><p>| C O M A N D O</p><p>3 d id</p><p>1FT1 2FT1 C C</p><p>8 J 7 6_</p><p>5_</p><p>4</p><p>FIGURA 4.18. DIAGRAMA DE FORÇA</p><p>F21</p><p>R - E 3 -</p><p>98 f</p><p>98</p><p>H^1FT1</p><p>96</p><p>95</p><p>2FT1</p><p>96</p><p>S H 1 f o - i 1</p><p>SH1</p><p>• A</p><p>18</p><p>15</p><p>te</p><p>KT1</p><p>16</p><p>K2J</p><p>K4 í</p><p>3 J</p><p>K 1 \</p><p>K4</p><p>K 2 / K 3 l</p><p>K 1 0 KT1 I O K21</p><p>K2 \</p><p>K4</p><p>K3 O SH1</p><p>FIGURA 4.19. DIAGRAMA DE COMANDO</p><p>Sequência Operacional</p><p>O botão pulsador S1 aciona o contator K4, que conecta</p><p>em série os dois conjuntos de bobinas do motor e este</p><p>por seu contato 13-14 energiza o contator de conexão à</p><p>redeKL</p><p>O motor inicia rotação em conexão estrela-série:</p><p>O contator K1, mantém-se por seu contato 13-14 e o</p><p>contator K4 por este mesmo contato e por seu contato</p><p>13-14.</p><p>Os contatores K2 e K3 são impossibilitados, desde o</p><p>início do ciclo, de energizarem-se, visto a existência do</p><p>contato 21-22 do contator K4.</p><p>No momento da energização do contator de conexão à</p><p>rede K1, ocorre simultaneamente a energização do relê</p><p>de tempo KT1, e inicia-se a temporização.</p><p>Após o decurso desta, o contato 15-16 de KT1, comuta,</p><p>assumindo a condição 15-18. O contator K4 ó</p><p>desenergizado a fecha seu contato 21 -22, por intermédio</p><p>deste e do contato de KT1, agora na posição 15-18 dá-</p><p>se a energização de K3.</p><p>Este por sua vez fecha seu contato 13-14 energizando</p><p>K2.</p><p>O motor passa à conexão estrela paralelo (dupla-</p><p>estrela):</p><p>Os contatores de rede K2 e estrela K3 mantém-se pelo</p><p>contato 13-14 de K2.</p><p>O contato 21-22 do contator de rede K2 impossibilita a</p><p>ligação, mesmo que acidental, do contator de conexão</p><p>série K4. Uma nova partida, em condições normais, não</p><p>é possível senão após o desligamento, por intermédio</p><p>do botão pulsador SO, ou no caso de sobrecarga pela</p><p>abertura dos contatos 95-96 dos relés de sobrecarga</p><p>1FT1 e/ou 2FT1.</p><p>Nota: o contato 13-14 de K3, inserido no circuito da</p><p>bobina de K2 gera a dependência de um conjunto de</p><p>bobinas em relação ao outro, de forma a jamais permitir</p><p>que sob condições normais, um destes opere</p><p>isoladamente.</p><p>4.5. COMPARATIVO ESTRELA-TRIÂNGULO</p><p>X C O M P E N S A D O R A</p><p>ESTRELA-TRIÃNGULO COMPENSADORA</p><p>C U S T O MENOR Custo malar</p><p>M E N O R E S DIMENSÕES Tipo de chave com maiores dimensões</p><p>D E V E PARTIR PRATICAMENTE A VAZIO</p><p>Admite partidas com carga (pode variar o</p><p>tap conforme exigência da carga) Ex.:</p><p>Partidas longas</p><p>C O R R E N T E D E PARTIDA REDUZIDA</p><p>PARA 33%</p><p>Corrente de partida reduzida:</p><p>-Tap BO% para 64%</p><p>-Tap 65% para 42%</p><p>TABELA 4.1.</p><p>MOTOR > TIPO D E C H A V E D E PARTIDA</p><p>EXECUÇÃO DOS</p><p>ENROLAMENTOS</p><p>NUM CAB. TENSÃO R E D E DIRETA ' ;. ESTR.TRIÃNG.</p><p>: COMPEN-</p><p>• SADORA V</p><p>TRlANCL SÉRIE</p><p>PARALELO</p><p>E S T R E I A S E R C</p><p>PARALB.O</p><p>220 3 220 X X</p><p>380 3 380 - X X</p><p>440 3 440 X X</p><p>220/380 6</p><p>220 X X X</p><p>220/380 6</p><p>380 X X</p><p>220/440 6</p><p>220 X X X</p><p>220/440 6</p><p>440 X X</p><p>380/660 6 380 X X X</p><p>380/760 6 380 X X X</p><p>440/780 6 440 X X X</p><p>220/380/440/600 8/12</p><p>220 . X X X X</p><p>220/380/440/600 8/12 380 X X X 220/380/440/600 8/12</p><p>440 . X X</p><p>220/380/440/760 9/12</p><p>220 X X X</p><p>220/380/440/760 9/12 380 X X X 220/380/440/760 9/12</p><p>440 X X X</p><p>TABELA 4.2. AS CHAVES ASSINALADAS PODEM SER UTILIZADAS</p><p>PARA A RESPECTTVAEXECUÇÃO DE ENROLAMENTO,</p><p>NUMERO DE CABOS E TENSÃO DE REDE.</p><p>45</p><p>4.6. ESCOLHA DA CHAVE EM FUNÇÃO DO</p><p>MOTOR E DA REDE.</p><p>Possibilidade de utilização de uma chave de partida em</p><p>função da tensão da rede e de sua combinação de</p><p>tensões (Execução dos Enrolamentos). Ver tabela 4.2.</p><p>4.7. ESCOLHA DA CHAVE EM FUNÇÃO DA CARGA</p><p>T I P O D A C H A V E •</p><p>C O R R E N T E D E P A R T I D A</p><p>( A P R O X I M A D A )</p><p>C O N J U O A D O ( T O R Q U E ) ^ : -</p><p>D E P A R T I D A</p><p>( A P R O X I M A D A )</p><p>C O N D I Ç Õ E S D E P A R T I D A</p><p>i A D M I S S Í V E I S * »</p><p>DIRETA IP Cp A PLENA C A R G A</p><p>E S T R E L A TRIANGULO Ipx0 ,33 Cp X 0.33</p><p>PRATICAMENTE A VAZIO</p><p>EM., práticos oriantaDvos: (1)</p><p>-bombas cAagistro fechado;</p><p>-ventiladores c/registra fechado;</p><p>-correias transportadoras;</p><p>sem material sobre a s mesmas;</p><p>-tomos mecânicos que nas Melam</p><p>desbastamento (toam para outras</p><p>máquinas, ferramentas);</p><p>-britadores sem pedras;</p><p>-compressores com válvula fechada;</p><p>-pteaoor de madeira;</p><p>-ele...</p><p>O campo de apseacao deste Hpo de partida</p><p>e murro diversificado. Assim, em uma</p><p>análise inicial p/sabermos s e pode ou n i o</p><p>ser aplicado este tipo de partida, bosta</p><p>pensarmos o seguinte: s e o motor tem</p><p>garantida S E M P R E A S U A P A R T I D A S E M</p><p>CARGA, eu posso fazer uso deste ripo de</p><p>chave, caso conMrto sarei obrigado a usar</p><p>uma partida direta ou compensadora.</p><p>COMPENSADORA</p><p>Ip X 0.64</p><p>(TAP 80%)</p><p>Ip X 0,42</p><p>(TAP 65%)</p><p>Cp x 0,64</p><p>(TAP 80%)</p><p>Cp X 0,42</p><p>(TAP 85%)</p><p>C O M C A R G A</p><p>S E R I E P A R A L E L O Ip x 0,2S Cp X 0.25 Idem para estrela-triânguto.</p><p>TABELA 4.3.</p><p>Notas:</p><p>1. São exemplos de cargas que normalmente</p><p>partem como motores comandados por estrela</p><p>triângulo ou série-paralelo.</p><p>Existem exceções para os exemplos</p><p>apresentados.</p><p>Para se ter certeza se-o torque de partida</p><p>oferecido pelo motor com estes sistemas de</p><p>partida é suficiente para partir a carga é</p><p>necessária sobrepor as curvas "TORQUE X</p><p>ROTAÇÃO" do motor e da carga, vide figuras</p><p>4.7., 4.8., 4.11.</p><p>2. Em casos que é necessário torque (conjugado) de</p><p>partida alto e corrente de partida baixa, recomenda-</p><p>se o uso de motores com rotor bobinado (motores de</p><p>anéis), vide item 2.2.2.</p><p>46</p><p>5. DIMENSIONAMENTO DOS</p><p>COMPONENTES BÁSICOS DA CHAVE.</p><p>Os critérios práticos de dimensionamento apresentados</p><p>neste capítulo baseiam-se:</p><p>nas características dos componentes da</p><p>chave (capítulo 3)</p><p>nas seguintes condições de serviço:</p><p>• Regime de serviço contínuo. Outros re</p><p>gimes, consultar a Weg Acionamentos.</p><p>• Fator de serviço (FS) considerado um (1).</p><p>Caso seja necessário utilizar um FS maior</p><p>que um (1), este deverá ser considerado</p><p>também no dimensionamento dos</p><p>componentes de força e dos cabos de</p><p>alimentação do motor.</p><p>Aotes de considerar o FS diferente de um (1),</p><p>é necessário consultar o item 2.3.3.</p><p>9 Fator de segurança: deve ser considerado um</p><p>fator de segurança no dimensionamento dos</p><p>componentes básicos da chave para assegurar</p><p>seu bom desempenho e vida útil, que podem</p><p>ser prejudicados por:</p><p>a) oscilações na rede (queda de tensão)</p><p>b) altas correntes de partida (acima de 6 x In)</p><p>c) Tempos de partida muito longos .</p><p>Fator de segurança considerado até 1,15.</p><p>• Tempo de partida (aceleração)</p><p>partida direta - 5s</p><p>partida estrela-triângulò - 10s</p><p>partida compensadora -15s</p><p>partida estrela série-paralelo -10s</p><p>Estes tempos foram considerados em função</p><p>de dados práticos e também respeitando-se o</p><p>tempo máximo de rotor bloqueado dos motores.</p><p>É importante dizer que o tempo de partida varia</p><p>conforme a carga (vide item 8.9.).</p><p>Quando o tempo de aceleração for superior aos</p><p>mencionados acima, o motor deverá ser</p><p>protegido através de sondas térmicas (item</p><p>3.8.).</p><p>• Categoria de emprego, considerado AC3</p><p>(Tabela 3.1.).</p><p>Nomenclaturas utilizadas neste capítulo</p><p>In- CORRENTE NOMINAL DO MOTOR</p><p>le- CAPACIDADE DO CONTATOR, CONFORME</p><p>CATEGORIA DE EMPREGO</p><p>Ip- CORRENTE DE PARTIDA DO MOTOR</p><p>Ip/ln- FATOR PARA OBTER "IP"</p><p>IF- CORRENTE NOMINAL DO FUSÍVEL</p><p>IF - CORRENTE MÁXIMA DO FUSÍVEL PARA</p><p>CONTATORES (TABELA 6) E RELÉS</p><p>(TABELA 7)</p><p>TP- TEMPO DE PARTIDA</p><p>IC- CORRENTE DE LINHA</p><p>I- CORRENTE DE FASE EM TRIÂNGULO</p><p>Z- IMPEDÂNCIA DO MOTOR</p><p>UN- TENSÃO NOMINAL DA REDE</p><p>IY- CORRENTE DE FASE EM ESTRELA</p><p>1K1- CORRENTE NO CONTATOR K1</p><p>1K2- CORRENTE NO CONTATOR K2</p><p>1K3- CORRENTE NO CONTATOR K3</p><p>1K4- CORRENTE NO CONTATOR K4</p><p>K- FATOR DE REDUÇÃO DE TENSÃO</p><p>IS- CORRENTE NO SECUNDÁRIO DO</p><p>AUTOTRANSFORMADOR</p><p>IPR- CORRENTE NO PRIMÁRIO</p><p>ZEQ- IMPEDÂNCIA EQUIVALENTE</p><p>IR- CORRENTE REDUZIDA PARA LIGAÇÃO</p><p>SÉRIE</p><p>5.1. CHAVE DE PARTIDA DIRETA</p><p>5.1.1. CORRENTE NO TRECHO</p><p>3-</p><p>FIGURA 5.1. DIAGFtAMA UNIFILAR</p><p>5.1.2. ROTEIRO DE CÁLCULO</p><p>• CONTATOR</p><p>K1=* le> In . 1,15</p><p>• RELÊ DE SOBRECARGA</p><p>FT1=* In</p><p>• FUSÍVEIS DE FORÇA</p><p>F1.2.3</p><p>/?*•) n * 13</p><p>1) Com Ip e TP entra-se na figura ZA1 e 3.12, obtendo-</p><p>selF.</p><p>2) l F > 1 , 2 x l n</p><p>3) IF £ I F ^ K1 (tabela 3.8.) fi>3 1 3</p><p>IF l e £ l n x 1 , 1 5</p><p>K1 >lelec>50,6A</p><p>t i</p><p>K1 = CW 57 (63A em AC3), tabela 3.2.</p><p>- NÚMERO DE CONTATOS AUXILIARES</p><p>(ITEM 3.1.). PAe]</p><p>NUMA CHAVE DIRETA, NORMALMENTE</p><p>NECESSITA-SE, APENAS DE UM CONTATO</p><p>AUXILIAR "NA" (figura 4.4.).</p><p>- TENSÃO DE COMANDO (ITEM 3.1.) * * e / £</p><p>K1=CW 57.22 220V / d</p><p>- RELÊ DE SOBRECARGA</p><p>FT1 > In</p><p>FT1 = RW 67 (30-46A), TABELA 3.7. fOjt-Q</p><p>- FUSÍVEIS F1.F2.F3</p><p>1) Ip = Ip/ln x In</p><p>Ip = 8 X 44 = 352A</p><p>TP = 5s</p><p>Em função de Ip e TP. obtém-se na figura 3.12. um</p><p>fusível de 100 A (IF=100A)</p><p>FIGURA 5.2. ESBOÇO DA FIGURA 3.12.</p><p>2) I F > 1 , 2 x l n</p><p>IF > 53A</p><p>3) I F \ z L</p><p>IFS100A J '</p><p>CONCLUSÃO:</p><p>F1,F2,F3 = NH 100A</p><p>48</p><p>dados do motor página 12</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>FS. = 1,15 Trb = 6s</p><p>prof_</p><p>Line</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>. FS</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>. FS =50,6A</p><p>prof_</p><p>Line</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>(42 a 62A)</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>/60Hz</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>Icc 53A ok</p><p>prof_</p><p>Line</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>125A</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>, retardado.</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>RW 67 (42 a 62A)</p><p>5.1.3. DIAGRAMA PADRÃO WEG:</p><p>SV! .</p><p>P3</p><p>"2 4</p><p>f-r</p><p>F24,25,26</p><p>H? -L,2 . J ?</p><p>1 MJ ! 4J</p><p>11 lt (1</p><p>' • • L _ |</p><p>F 1 [ ] F 2 ( ] F 3 ( ]</p><p>2</p><p>3 Pi</p><p>S1</p><p>S2</p><p>* f</p><p>I • 1P1</p><p>S2</p><p>71</p><p>N</p><p>I</p><p>I</p><p>I</p><p>I</p><p>I</p><p>3 N Hz</p><p>SA</p><p>SH1 - CHAVE LIGA-DESL + SINAL.(0400.1842)</p><p>CAIXA-AW.</p><p>9-S- - •</p><p>• ' ?zs* -ô4</p><p>--410 ' Í A )</p><p>I</p><p>K1</p><p>FT1</p><p>L/V i F 2 2 -</p><p>1 '—"2</p><p>F23</p><p>•* C - 3 -</p><p>1 2</p><p>H-K;-XI 1</p><p>H2-= , 'X2</p><p>,1 , 3</p><p>FIGURA 5.3. PARTIDA DIRETA.</p><p>5.1.4. TABELA PRATICA DE ESCOLHA DE</p><p>COMPONENTES - PADRÃO WEG:</p><p>TABELA 5.1.</p><p>MOTORES TRIFÁSICOS ,</p><p>CONTATOR</p><p>•T1POCW</p><p>:,: R&É BIUETÀUCO</p><p>POTENCIAS MAXWAA8 ÀOMÍSSfV&S</p><p>',FM apmtm NcmMM KDHV</p><p>CONTATOR</p><p>•T1POCW ,TÍPORW.</p><p>i S\', FUSÍVEL RETARDADO CONJUNTO COMPLETO (A) .V.v.' CHAVE</p><p>.iLKIA 1</p><p>TRAPO DE</p><p>COMANDO</p><p>-'- S E C : •</p><p>' CARA</p><p>TCRMOPL</p><p>CARA</p><p>UETAUCA_</p><p>rVFOLOS</p><p>,TÍPORW.</p><p>FAIXA OE</p><p>AJUSTE (A) TIPO D *</p><p>l</p><p>' NH i '</p><p>DESUSA</p><p>' 'n'</p><p>17.11</p><p>7.5 10 14J)</p><p>17.11</p><p>11-17 35A</p><p>5 1S.0</p><p>27.11</p><p>6 i In = 44A</p><p>=> Ip/ln = 8,0 . I j</p><p>tp=(Qj ( J . I )</p><p>Relê de sobrecarga FT1</p><p>IFT1 = IK1</p><p>K1 = K 2 le & (0,58 x In) x 1,15</p><p>le^29,3A</p><p>1FT1 = 0,58 x In</p><p>K1 = K2 = CW 37 (32A EM AC3) TABELA 3.2. '</p><p>K3 ' => le > (0,33 x ln) x 1,15 ' - ^</p><p>=>le>16,5A</p><p>Então: IKTs 1K2 = 0 ,58x ln</p><p>IK3 = 0,33 x l n</p><p>IFT1 = 0,58 x In</p><p>Corrente de partida (Ip)</p><p>A corrente na partida é reduzida para 33% da corrente</p><p>de partida sob ligação nominal (partida direta).</p><p>Esta relação é verdadeira pelas mesmas razões do</p><p>dimensionamento do contator K3.</p><p>K3 = CW 17 (16A EM AC3) TABELA 3.2.</p><p>Contatos auxiliares, (item 3.1.), vide figura 5.10. ou 5.11.</p><p>Tensão de comando, (item 3.1.)</p><p>K1 = CW 37.22 220V</p><p>K2 = CW 37.11 220V</p><p>K3 = CW 17.11 220V</p><p>Então l p = ^ x l n yo , 33</p><p>RELÊ DE SOBRECARGA</p><p>FT1 => 0,58 X In = 25.5A</p><p>FT1 = RW 27.2 (22-32A), tabela 3.7. ̂ 2 cf j riSfk S,</p><p>FUSÍVEIS F1.F2.F3</p><p>r</p><p>5.2.2. ROTEIRO DE CALCULO:</p><p>Contatores</p><p>K1 =K2=> l e £ (0,58 x l n ) . 1,15</p><p>K3 =» le 2: (0,33 x In) . 1,15</p><p>Relê de sobrecarga</p><p>FT1 => 0,58 x l n</p><p>Fusíveis</p><p>F1.2.3 =></p><p>1) Com Ip eTp entra-se na figura 3.11. ou 3.12.</p><p>2) IF > 1,2 x In</p><p>S J I F S I F ^ K I . ^</p><p>4) I F í l F ^ F T I</p><p>Nota: Não é necessário verificar esta condição para</p><p>K3.</p><p>• Relê de tempo</p><p>KT => RTW - 30.220 - YA (Vide 3.9) jf*y 'L</p><p>EXEMPLO 5.2. DIMENSIONAMENTO DOS</p><p>COMPONENTES DE FORÇA DE</p><p>UMA PARTIDA ESTRELA-</p><p>TRIÂNGULO PARA ACIONAR UM</p><p>MOTOR TRIFÁSICO DE 30CV.IV</p><p>PÓLOS, EM REDE DE 380V/60HZ</p><p>(trifásica com neutro)</p><p>1) Ip = — x</p><p>l n</p><p>In</p><p>1) lp = 0,33xfJE- x l n j = i i 6 A</p><p>t = 10seg. * '</p><p>Com I p e TP, obtém-se na figura 3.12. um fusível de 35A</p><p>(IF = 35A).</p><p>FIGURA 5.9. ESBOÇO DA FIGURA 3.11.</p><p>2)</p><p>3)</p><p>I F > 1 , 2 x l n</p><p>IF>52,8A</p><p>I F S l F ^ K I . r a</p><p>IFS63A</p><p>IF S I F ^ F T I</p><p>7 ^ f*ó</p><p>IS</p><p>IFS63A</p><p>5 T</p><p>CW 27.11.220V/60Hz</p><p>/60Hz</p><p>/60HZ</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>x F.S.</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>x F.S.</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>x F.S.</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>x FS</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>= 29,3A</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>/ pag 17</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>FS=1,15</p><p>Nota: Quando esta condição não é satisfeita, adota-se</p><p>soluções como a figura 5.11.</p><p>PARA ATENDER AS CONDIÇÕES ACIMA TEMOS</p><p>Q U E :</p><p>F 1 , F 2 , F 3 = D50A</p><p>KT1 >= RTW 30.220 - Y A</p><p>5.2.3. DIAGRAMA PADRÃO WEG</p><p>A B C</p><p>SV</p><p>P3</p><p>+ «--v -</p><p>r " 2 — f - 1</p><p>• 1 7 5 ;</p><p>* T 1</p><p>f - l - l - Í S ' 1 .</p><p>! H K T F F Í</p><p>í ;</p><p>! ^ L t ? i</p><p>F24.25.26JJj</p><p>1 Ti j i</p><p>4,</p><p>m m</p><p>T i</p><p>T2</p><p>JP1</p><p>SI</p><p>.S2.1</p><p>I</p><p>I</p><p>K1 -</p><p>1 3 5</p><p>T3</p><p>jP1</p><p>ST</p><p>.ÍST</p><p>S2</p><p>F1.2.3</p><p>SA</p><p>I 9</p><p>j [</p><p>J +</p><p>— ó i o I : A'.P2</p><p>T</p><p>I ,</p><p>V -</p><p>j</p><p>" Y</p><p>FT1</p><p>a s a v a s</p><p>T 3 I i r a i g ^ v - r — - j N A</p><p>r-XI J 96 [ KFF \c</p><p>F 2 2 H 2 l C X 2 i 1</p><p>J L "</p><p>K2 K3</p><p>c c c</p><p>* f 'NA</p><p>SH1JO-;</p><p>SH1</p><p>'2 J 1 3 ,Tl3 13! 26l.!28</p><p>KT1</p><p>K3\</p><p>14</p><p>K1 K T 1 ^</p><p>14 | 25</p><p>. T</p><p>7113</p><p>K2\</p><p>114</p><p>IA1 |A1 A1 „L1, A1</p><p>{Ã2 ^ Â 2 ^ Ã 2 ]z ^ Ã 2</p><p>ISH1</p><p>FIGURA 5.10. PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO</p><p>52</p><p>K3</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>31</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>32</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>pag. 36</p><p>SH1 - CHAVE LIGA-DESL. + SINAL(0400.1842)</p><p>KT1 - RTW - 30 - 220 YA(1500.5483)</p><p>KFF - RELÊ DE FALTA DE FASE</p><p>KMM - RELÊ DE MIN. E MAX. TENSÃO</p><p>PI - HORÍMETRO</p><p>CAIXA AW</p><p>FIGURA 5.11. ESTE DIAGRAMA E UTILIZADO, QUANDO NO</p><p>DIAGRAMA DA FIGURA 5.10. NÃO É POSSÍVEL</p><p>DIMENSIONAR OS FUSÍVEIS SATISFAZENDO A</p><p>3* CONDIÇÃO.</p><p>53"</p><p>5.2.4. TABELA PRÁTICA DE ESCOLHA DE</p><p>COMPONENTES • PADRÃO WEG:</p><p>T A B E L A 5 . 2 . - C H A V E D E P A R T I D A Y - A</p><p>MOTORES TRFA5JC08 ••• RELÊ MMETAUCO*- '*</p><p>SV FLBKfB: «TAROADOV'</p><p>CONJUNTO COMPLETO (A)' POTÊHCIAS</p><p>- .-riiAjduAS •</p><p>ACMtSSrVEMEM</p><p>BEHVIÇO NORMAL</p><p>ACáeatírvpúLoa</p><p>m OONTATOffES TFO.CW</p><p>\</p><p>~ l l</p><p>RW</p><p>&\, A j u m</p><p>'(A)</p><p>'\</p><p>SV FLBKfB: «TAROADOV'</p><p>CONJUNTO COMPLETO (A)' POTÊHCIAS</p><p>- .-riiAjduAS •</p><p>ACMtSSrVEMEM</p><p>BEHVIÇO NORMAL</p><p>ACáeatírvpúLoa</p><p>« 1</p><p>15 21 1722 17.22 11-17</p><p>15 20 25 18A 16A 11-17</p><p>CONEXÃO</p><p>DIRETA 10 28 ZT32 27.22</p><p>23A</p><p>7.11</p><p>12A</p><p>ZT2</p><p>CONEXÃO</p><p>DIRETA »</p><p>20 25 31 23A 27.22</p><p>23A</p><p>7.11</p><p>12A 15-23</p><p>CONEXÃO</p><p>DIRETA</p><p>12J 25 38</p><p>27.22</p><p>23A</p><p>7.11</p><p>12A</p><p>30 37.5</p><p>17.11</p><p>16</p><p>10</p><p>15 30 43 37.22 37.22 17.11</p><p>16 22-32</p><p>40 48 32A 32A</p><p>17.11</p><p>16 22-32</p><p>2A</p><p>20 50</p><p>27.11</p><p>23A 40 5CJ 27.11</p><p>23A SA</p><p>25 50 50 89 47 47</p><p>27.11</p><p>23A</p><p>30-48 4A</p><p>00 TZS 4SA 40A</p><p>87 GA 80</p><p>30 75 37.11</p><p>87 6T.1</p><p>80 75 90 57 57 32A</p><p>42-82</p><p>100</p><p>40 98 S3A 63A 42-82</p><p>125</p><p>73 104 77 77 47 QA 207,1</p><p>125</p><p>50 100 125</p><p>107 107</p><p>48A 56-80</p><p>90 100 125 152</p><p>107 107</p><p>57</p><p>63A</p><p>GA 207.2 -</p><p>125 150 180 110A 110A 57</p><p>63A 60-120 180</p><p>200</p><p>250 75 180</p><p>57</p><p>63A</p><p>207</p><p>180</p><p>200</p><p>250</p><p>130 175 210</p><p>177</p><p>1B0A</p><p>177</p><p>1B0A</p><p>77</p><p>QA</p><p>207,3 17S 200 242 177</p><p>1B0A</p><p>177</p><p>1B0A 120-</p><p>QA</p><p>207,3</p><p>100 200 277 107 180</p><p>QA</p><p>207,3</p><p>(224)</p><p>250 305 110A 4A</p><p>125 305</p><p>180-</p><p>240</p><p>(250)</p><p>250 352 247 247</p><p>180-</p><p>240 GA 6A</p><p>(250)</p><p>150 300 382 2S0A 250A</p><p>180-</p><p>240</p><p>207,4 6A</p><p>178 420</p><p>204-</p><p>300 300 350 430</p><p>297</p><p>300</p><p>177</p><p>180A</p><p>204-</p><p>300 (315)</p><p>200 480 297</p><p>300</p><p>297</p><p>300</p><p>177</p><p>180A</p><p>204-</p><p>300</p><p>10A 350 400 498</p><p>297</p><p>300</p><p>407 240-</p><p>10A</p><p>(355)</p><p>450 525 300 10A</p><p>(355)</p><p>400 606 330 330 BARRAS DE</p><p>COBRE</p><p>(400)</p><p>450 806 40OA 4ÚOA 306-</p><p>BARRAS DE</p><p>COBRE</p><p>(425)</p><p>250 500 610 247 450 16A</p><p>(425)</p><p>300 725 250A</p><p>500 704 334 334 380-</p><p>540</p><p>18A (500)</p><p>Sr** D E ,</p><p>FEMPG</p><p>R T W</p><p>£_</p><p>C V « M Á £</p><p>f f</p><p>Kri</p><p>SEC.</p><p>Í220V</p><p>T31(VA)</p><p>FORÇA</p><p>C A B O ! '</p><p>PLACA OS</p><p>MONTAâOI METAL</p><p>T</p><p>VA ' X</p><p>PUNHO</p><p>• A C A</p><p>njstva</p><p>'CANALETA</p><p>ttPLAJmCAÍ</p><p>' TAMANHO -</p><p>3</p><p>Sa</p><p>"3</p><p>CF1</p><p>50</p><p>X</p><p>30</p><p>CF2</p><p>50</p><p>X</p><p>55</p><p>750</p><p>1600</p><p>BARRAS</p><p>DE</p><p>COBRE</p><p>CF1</p><p>' '60</p><p>X</p><p>30</p><p>(3)</p><p>(2X)</p><p>12-64</p><p>( 1 ) C O R R E N T E N O M I N A L D E S E R V I Ç O ( V A L O R M Á X I M O</p><p>A D M I S S Í V E L ) P A R A U T I L I Z A Ç Ã O D A C O M B I N A Ç Ã O I N D I C A D A .</p><p>( 2 ) Q U A N D O A A L I M E N T A Ç Ã O D O C O M A N D O F O R 2 2 0 V F A S E -</p><p>F A S E , C O N S I D E R A R F 2 2 I G U A L A F 2 1</p><p>( 3 ) Q U A N D O A C H A V E D E P A R T I D A F O R M O N T A D A E M C A I X A S</p><p>A W 1 2 - 6 4 E A M E S M A N Ã O U T I L I Z A R T R A N S F O R M A D O R D E</p><p>C O M A N D O , D E V E - S E E L I M I N A R U M A P L A C A C O M D I M E N S Ã O</p><p>Y = 2 0 0 m m .</p><p>( 4 ) O S F U S Í V E I S F 2 4 , F 2 5 , F 2 6 T I P O D 2 A</p><p>( 5 ) O S E Q U I P A M E N T O S E S T Ã O I D E N T I F I C A D O S C O N F O R M E</p><p>E S Q U E M A E L É T R I C O E L A Y - O U T</p><p>(6 ) P A R A C H A V E S D E P A R T I D A C O M P O T Ê N C I A S A P A R T I R D E</p><p>1 0 O C V - 2 2 0 V , 2 0 0 C V - 3 8 0 V E 2 5 0 C V - 4 4 0 V , U T I L I Z A R F 1 A F 6 , P A R A</p><p>P O T Ê N C I A S M E N O R E S U T I L I Z A R F 1 A F 3</p><p>54</p><p>5.2.5. LAY-OUT PADRÃO WEG</p><p>F1 F2 F3 F21 -</p><p>F22jF23jF24|</p><p>! i — r</p><p>JF25|F26JKT1</p><p>l __L_</p><p>K1</p><p>FT1</p><p>K2 K3 KMM</p><p>• | 1</p><p>I KFF i</p><p>r "</p><p>X 1</p><p>i</p><p>T31 l</p><p>I J</p><p>F1 F2 F3 F21 F22ÍF23I F24</p><p>. L _1 1</p><p>5.3.1. CORRENTES NOS TRECHOS:</p><p>CONTATOR K1</p><p>IK1 = In</p><p>CONTATOR K2</p><p>Considerando-se "Z" constante tem-se que :</p><p>Em condições normais com tensão nominal (UN):</p><p>UN Z = In</p><p>Com tensão reduzida (UN.K)</p><p>Z' = KUN</p><p>IS</p><p>CONTATOR K3</p><p>IK3 = IS - IPR</p><p>Referindo a expressão à "In"</p><p>IPR = IK2 = K 2.ln</p><p>IS= K.ln</p><p>IK3 = K.ln - KMn IK3 = ln . (K - K2)</p><p>A tabela a seguir está em acordo com as expressões</p><p>desenvolvidas anteriormente:</p><p>• AuramAfocòu;.</p><p>" T A P S EM.% DE VN</p><p>FATOR DE REDUÇÃO „ j - ~ CORRENTES - J • AuramAfocòu;.</p><p>" T A P S EM.% DE VN</p><p>FATOR DE REDUÇÃO</p><p>85 '•' 0.85 . 0.72xln , . 0.13 x ln</p><p>80 0.64 x In 0.16 x In</p><p>65 • 0.85 -•. 0 ,42xlr i : • 0^3 x ln</p><p>50 OJ» - : 0.25 x In 0.25 x ln</p><p>Nota : Como os Tap's mais usados são 65% e 80%,</p><p>define-se os componentes da chave para estes, valendo-</p><p>se do pior caso (maior corrente no ramal).</p><p>K1</p><p>K2</p><p>K3</p><p>FT1</p><p>= ln</p><p>= 0,64 X In</p><p>= 0,23 X In</p><p>= ln</p><p>CORRENTE DE PARTIDA (Ip)</p><p>A redução da corrente de partida é proporcional ao</p><p>quadrado do fator de redução (K).</p><p>Esta relação é verdadeira pelos mesmos motivos do</p><p>dimensionamento do contator</p><p>TAP 80% (80% da UN)</p><p>K = 0,8</p><p>, p = ( J L x l n ) . K .</p><p>I p = ( £ x l n ) . ( 0 , 8 ) *</p><p>lp = ( J í l x In) . 0,64</p><p>TAP 65% (65% da UN)</p><p>K = 0,65</p><p>l p = (JB.X In). (0,65)2</p><p>| p= (iB-x In). 0,42</p><p>Como Z = Z' temos :</p><p>UN K.UN</p><p>In ~ IS</p><p>IS = K.ln</p><p>Como a potência a ser dissipada no autotrafo é a mesma</p><p>tanto no primário (PPR) como no secundário (PS), tem-</p><p>se que :</p><p>PS = US.IS</p><p>PPR = UPR.IPR</p><p>UPR = UN</p><p>US = K.UN</p><p>IPR = IK2</p><p>IS = K.ln</p><p>IK2 = K 2 ln</p><p>Utiliza-se o pior caso (maior corrente) para tornar a</p><p>chave apta para ambas situações então:</p><p>Ip = ( Í5 . x In) . 0,64</p><p>5.3.2. ROTEIRO DE CÁLCULO:</p><p>Contatores</p><p>PS = PPR => US.IS = UPR.IPR=*(K.UN).(K.ln) = UN.IK2 K1 ></p><p>K2 ></p><p>KC</p><p>I e > l n x 1 , 1 5</p><p>le > (0,64 x In) x 1,15</p><p>le £ (0,23 x In) x 1,15</p><p>58</p><p>x F.S.</p><p>x FS.</p><p>xFS</p><p>x FS</p><p>prof_</p><p>Line</p><p>prof_</p><p>Line</p><p>prof_</p><p>Line</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>x FS</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>x FS</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>x FS.</p><p>Relê de sobrecarga</p><p>FT1 => In</p><p>Fusíveis</p><p>F1.2.3 =» ,</p><p>1) Com Ip e TP entra-se na figura á ^ T o u 3.12.</p><p>2) IF 2:1,2 x l n</p><p>3) I F ^ I F ^ K I</p><p>I F - é l F ^ F T I</p><p>Nota: Não é necessário verificar esta condição para</p><p>K2 e K3.</p><p>Auto transformador de partida T1 (Vide 3.7.) i 1</p><p>Relede tempo (KT1)</p><p>KT =>RTW - 30.220 -1E (Vide 3.9.)</p><p>EXEMPLO 5.3. DIMENSIONAMENTO DOS</p><p>COMPONENTES BÁSICOS DE</p><p>UMA PARTIDA COMPENSADORA</p><p>PARA ACIONAR UM MOTOR</p><p>TRIFÁSICO DE30 CV, 380/660V, IV</p><p>PÓLOS, EM REDE DE 380V/60H2</p><p>(trifásica com neutro).</p><p>DA TABELA 2.2.</p><p>MOTOR 30CV ,</p><p>SOLUÇÃO</p><p>CONTATORES</p><p>K1 16 2 : ^ x 1 , 1 5</p><p>le > 50,6A</p><p>>ln = 44A</p><p>>lp/ln = 8,0</p><p>I B £. O U , O A / • .</p><p>K1 = CW 57 (63A EM AC3) TABELA 3 . 2 . / * f ></p><p>K2 le > (0,64 x In) x 1,15 '</p><p>le > 32.3A</p><p>K2 CW 37 (32A EM AC3), TABELA 3.2.</p><p>K3 le > (0,23 x In) x 1,15</p><p>leà11,6A</p><p>K3 CW 7 (12A EM AC3), TABELA 3.2.</p><p>CONTATOS AUXILIARES, (ITEM 3.1.),</p><p>VIDE FIGURA 5.19</p><p>TENSÃO DE COMANDO (ITEM 3.1.) 3 ?</p><p>FUSÍVEIS</p><p>F1.2.3 >1) lp = 0,64(JB. x l n )</p><p>Ip = 225A</p><p>TP=15s</p><p>COM Ip E TP, OBTÉM-SE NA FIGURA</p><p>FUSÍVEL DE 80A</p><p>*£4 M</p><p>FIGURA 5.18.</p><p>2)</p><p>3)</p><p>I F > 1 , 2 x l n</p><p>IF5 53A</p><p>IF s IFmax K1</p><p>IF</p><p>7.5A20M-TP.</p><p>C / a S / ,</p><p>MEDIÇÃO</p><p>FIGURA 5.21. PARTIDA COMPENSADA 7,5 a 20CV</p><p>COM E SEM MEDIÇÃO CAIXA FAIXA DE APUCAÇAO APUCAÇAO</p><p>AW10-S4 . PCW . 1SA2S/2 ' AUMENTAÇÃO "</p><p>POTÊNCIA</p><p>PCW 25A50O-FN TTVFN TENSÃO</p><p>POTÊNCIA</p><p>a» SI</p><p>MEDIÇÃO DES. N*'</p><p>PCW 02 PCW 2SAS0/3-TP.</p><p>a» SI</p><p>MEDIÇÃO</p><p>• PCW 2SA5Ó/4-TP,</p><p>FIGURA 5.22. PARTIDA COMPENSADA 15 a 50CV</p><p>• COM E SEM MEDIÇÃO</p><p>62</p><p>F1 F 2 F3</p><p>- | — I 1 r 1</p><p>F2I|F22JF23|F24|F25!F26|</p><p>- - L —I L _ l 1</p><p>l r - - , 1</p><p>| T2 ; T3 ! T4 j ! T31 I</p><p>I</p><p>K3</p><p>FT1</p><p>T1</p><p>CAIXA: FAIXA DE APUCAÇAO . APUCAÇAO</p><p>AW15-64 PCW M A 702' AUMENTAÇÃO</p><p>POTENCIA •</p><p>P C W . 60A1S0/3-FN • -THVFN TENSÃO</p><p>POTENCIA</p><p>ais/ •</p><p>DES. N*</p><p>PCW 03.</p><p>PCW 60A150/3-TP. • ' .;;.r'- ' ' i í ' MEDIÇÃO</p><p>PCW 80A175/4-TR</p><p>FIGURA 5.23. PARTIDA COMPENSADA 30 a 175CV</p><p>COM E SEM MEDIÇÃO</p><p>63</p><p>F1 F2 F3</p><p>T2 í I T3 I Í"T41</p><p>. — J L _ _ j</p><p>K1 K2</p><p>FT1</p><p>F21</p><p>" | 1 f - r-</p><p>F22"F23!F24ÍF25Í=26KT1KFF| K M M</p><p>— J l L . .L I</p><p>K3</p><p>T31</p><p>I 1</p><p>T1</p><p>CAIXA (2x)</p><p>AW12-64</p><p>FAIXA DE APLICAÇÃO APLICAÇÃO CAIXA (2x)</p><p>AW12-64 PCW 100 A 175/2 ALIMENTAÇÃO</p><p>POTÊNCIA</p><p>C/eSV</p><p>MEDIÇÃO</p><p>DES. N"</p><p>PCW 04</p><p>PCW 175 A 300/3-FN TR/FN TENSÃO POTÊNCIA</p><p>C/eSV</p><p>MEDIÇÃO</p><p>DES. N"</p><p>PCW 04 PCW 175 A30073-TR</p><p>C/eSV</p><p>MEDIÇÃO</p><p>DES. N"</p><p>PCW 04</p><p>PCW 200 A 350/4-TR</p><p>C/eSV</p><p>MEDIÇÃO</p><p>FIGURA 5.24. PARTIDA COMPENSADA 100 a 350CV</p><p>COM E SEM MEDIÇÃO</p><p>64</p><p>5.4. -CHAVE DE PARTIDA ESTRELA-SÉRIE-</p><p>PARALELA.</p><p>5.4.1. CORRENTES NOS TRECHOS:</p><p>IK1</p><p>3 - UN 60 Hz</p><p>bj .n</p><p>IK2</p><p>FT2</p><p>FT1</p><p>T</p><p>K 3 \3 K 4 \4</p><p>M</p><p>FIGURA 5.25. *••</p><p>Contatores K1.K2.K3</p><p>Inicialmente analisa-se as bobinas do motor em paralelo.</p><p>FIGURA 5.26. LIGAÇÃO EM PARALELO</p><p>I N - -UR _ UN _ 2 . (UN)</p><p>Z E Q ~ Z Z</p><p>ZEQ= Z ^ = Z - Z = Z</p><p>Z + Z 2. Z 2</p><p>Como as impedâncias são iguais, a corrente se sub</p><p>divide, ou seja: tem o mesmo valor nos dois ramais:</p><p>IK1 = IK2 = IK3 = ln/2 = 0,5 x In</p><p>CONTATOR K4</p><p>PARA DEFINIÇÃO DESTE CONTATOR ANALISA-SE</p><p>A LIGAÇÃO SÉRIE.</p><p>IK1</p><p>IF1. 1 4</p><p>2 5</p><p>• 0 -</p><p>K1</p><p>FIGURA 5.27. LIGAÇÃO EM SÉRIE</p><p>IR = |K1 = IK4 = UN</p><p>Z . Q = Z + Z = 2Z logo IR = UN.</p><p>2Z</p><p>Sabendo-se que In = 2 ^ ^ ) , então</p><p>Z(ln) = 2UN=> U N = ^ -</p><p>IR — - = 0,25 x In</p><p>IK1 = 1K4 = 0,25 x In</p><p>IK1 = IK4 = 0,25 x In</p><p>NOTA: O CONTATOR K1 ESTÁ INSERIDO NAS DUAS</p><p>LIGAÇÕES. DIMENSIONA-SE ESTE PARA O</p><p>PIOR CASO (0,5 x In).</p><p>Relê de sobrecarga</p><p>1FT1 = IK1 = 0,5 x In</p><p>IFT2 =IK2 = 0 ,5x ln</p><p>FT1 => 0,5 In</p><p>FT2 => 0,5 In</p><p>Então: K1 = K2 = K3 = 0,5 x In</p><p>K4 =0,25 x l n</p><p>FT1 =FT2 = 0 ,5x ln</p><p>A corrente na partida é reduzida para aproximadamente</p><p>25% da corrente de partida sob ligação nominal.</p><p>Esta relação é verdadeira pelos mesmos motivos do</p><p>dimensionamento do contator K4.</p><p>Ip = x In). 0,25</p><p>65</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>1º</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>2º</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>Y 760V</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>YY 380V</p><p>prof_</p><p>Highlight</p><p>prof_</p><p>Highlight</p><p>5.4.2. ROTEIRO DE CÁLCULO:</p><p>CONTATORES</p><p>K 1 = K 2 = K3 le ^ (0 ,5 In ) . 1.15</p><p>K4 = leS>(0,25xln).1,15</p><p>RELÊ DE SOBRECARGA</p><p>FT1 = FT2 => 0,5 x In</p><p>FUSÍVEIS</p><p>F1.2.3</p><p>1) COM Ip e TP ENTRA-SE NA FIGURA 3.11 OU 3.12.</p><p>2) IF> 1,2 In</p><p>3) IF á I F , ^ K1.K2, K3</p><p>IF 1,2 x In</p><p>IF = 53A</p><p>3) I F á l F ^ K I , K2, K3</p><p>IF l e > ( 0 , 5 x l n ) . 1,15</p><p>le^25,3A</p><p>K1 = K2 = K3 = CW 37 (32A em AC3), tabela 3.2.</p><p>K4=> l e > (0,25 x l n ) . 1,15</p><p>le>12,6A</p><p>K4 = CW 7 (12A em AC3) tabela 3.2.</p><p>Contatos auxiliares (item 3.1.)</p><p>Tensão de comando (item 3.1.), vide figura 5.29</p><p>K1 = CW 37.22</p><p>K2 = K 3 = C W 37.11</p><p>K4 = CW 7.11</p><p>Relés de sobrecarga</p><p>FT1 = FT2 > 0,5 In = 22A</p><p>FT1 = FT2 = RW 27.2 (15 - 23A)</p><p>66</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>x FS</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>XXXX x FS</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>x FS</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>TP = 10s.</p><p>FS = 1,15</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>XXXX</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>== CW 17</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>XXXXXX CW 17.11.220/60 Hz</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>.220/60Hz</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>. 220/60 Hz</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>XXXXXXXXX 0,5 x In x FS = 25,3A</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>XXXXXXX (22 - 32A)</p><p>prof_</p><p>Line</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>PÁGINA 15</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>PÁGINA 24</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>IF >= 1,2 x IN x 0,25 x FS</p><p>IF >= 15,18A</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>passo 2:</p><p>prof_</p><p>Rectangle</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>novo passo 2</p><p>pois o fusível não</p><p>passou no 1º</p><p>momento</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>página 23</p><p>página 24</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>63A</p><p>prof_</p><p>Line</p><p>prof_</p><p>Line</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>D 35A retardado.</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>F4, F5 e F6</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>ou RTW-15.220-1E</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>pág 32</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>Fusível tipo D</p><p>página 22</p><p>prof_</p><p>Rectangle</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>Exercício:</p><p>Refaça este exemplo considerando agora</p><p>um motor de 50CV.</p><p>Utilize os dados do exemplo para tempo de</p><p>partida e tensão do moto.</p><p>prof_</p><p>Rectangle</p><p>prof_</p><p>Line</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>220/380/440/760V</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>- página 12</p><p>5.4.3. DIAGRAMA PADRÃO WEG:</p><p>F24,25,26,</p><p>Tl</p><p>P3 N + >-•..</p><p>F"\V, UT</p><p>X " .1</p><p>S V ! 1 , X 5 !</p><p>f - i - r -> |</p><p>• h r Í S KFF</p><p>1 I -AN •</p><p>I I i,</p><p>1 I 1—I</p><p>• f - j — - ? s ÍKMM 4J2 12</p><p>1 ' i | ! , i</p><p>4 4 4</p><p>pi</p><p>SI</p><p>I</p><p>T2</p><p>i</p><p>i 'õ i—- vio I</p><p>1 . S i j |</p><p>3...- ...H2...V</p><p>SA</p><p>i 1</p><p>?2 &~</p><p>SH1 - CHAVE UGA-DESL + SINAL(0400.1842)</p><p>KT1 - RTW - 30 - 220V - 1E (1500.5025)</p><p>KFF • RELÊ DE FALTA DE FASE</p><p>KMM - RELÊ DE MÍN. e MAX. TENSÃO</p><p>PI - HORÍMETRO</p><p>CAIXA-AW...</p><p>FIGURA 5.29. PARTIDA ESTRELA SÉRIE/PARALELO</p><p>67</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>k2</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>k1 = 20</p><p>k2 = 12</p><p>k3 = 10</p><p>k4 = 11</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>KT1 = 1E</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>série = k1 e k4</p><p>paralelo = k1, k2 e k3</p><p>prof_</p><p>Rectangle</p><p>prof_</p><p>Typewriter</p><p>K1= 2NA</p><p>K2= 1NA+2NF</p><p>K3= 1NA</p><p>K4= 1NA+1NF</p><p>KT1= 1REV</p><p>prof_</p><p>Rectangle</p><p>prof_</p><p>Rectangle</p><p>A</p><p>B</p><p>C</p><p>N -,</p><p>3...-...HZ...V</p><p>T1</p><p>T2</p><p>P T</p><p>i</p><p>I f P1</p><p>T3</p><p>SV</p><p>PT ' ? 1 0</p><p>P2. A ,</p><p>' S2 1</p><p>; - A</p><p>SH1 - CHAVE UGA-DESL + SINAL(0400.1842)</p><p>KT1 - RTW - 30 - 220V - 1 E (1500.5025)</p><p>KFF - RELÊ DE FALTA DE FASE</p><p>KMM - RELÊ DE MÍNIMA E MAX. TENSÃO</p><p>P I - HORÍMETRO</p><p>CAIXA-AW....</p><p>FIGURA 5.30.</p><p>ESTE DIAGRAMA É UTILIZADO QUANDO NO</p><p>DIAGRAMA DA FIGURA 5.29. NÃO É POSSÍVEL</p><p>DIMENSIONAR OS FUSÍVEIS SATISFAZENDO A 3 a</p><p>CONDIÇÃO.</p><p>5.4.4. TABELA PRÁTICA DE ESCOLHA</p><p>DE COMPONENTES PADRÃO</p><p>WEG:</p><p>TABELA 5.4.</p><p>MOTORES</p><p>TRIFÁSICOS</p><p>POTENCIAS .</p><p>St f RELÊ BIMETAUCO, '</p><p>" FUSÍVEL RETARDADO</p><p>CONJUNTO COMPLETO (A).</p><p>R E L E D E</p><p>TEMPO</p><p>RTW</p><p>CHAVE</p><p>U S A</p><p>D E S L .</p><p>TRANSF: CADCA j METÁLICA</p><p>;;iViV^vTIp0'.:-l';.-:."':-:'</p><p>PLACA OE</p><p>MONTAGEM</p><p>DIMENSÕES</p><p>MÁXIMAS</p><p>A0M18SfVE1S EM</p><p>SERVIÇO</p><p>NORMAL AC3</p><p>6OH2IV PÓLOS</p><p>Ml</p><p>O)-</p><p>CONTATORES</p><p>TIPOCW T IPO* CONEXÃO</p><p>" FUSÍVEL RETARDADO</p><p>CONJUNTO COMPLETO (A).</p><p>R E L E D E</p><p>TEMPO</p><p>RTW</p><p>CHAVE</p><p>U S A</p><p>D E S L .</p><p>•V:oe.-V</p><p>COMANDO</p><p>S E C . .'•</p><p>• 220V</p><p>CADCA j METÁLICA</p><p>;;iViV^vTIp0'.:-l';.-:."':-:'</p><p>PLACA OE</p><p>MONTAGEM</p><p>DIMENSÕES</p><p>LAY-OUT</p><p>DES.</p><p>MÁXIMAS</p><p>A0M18SfVE1S EM</p><p>SERVIÇO</p><p>NORMAL AC3</p><p>6OH2IV PÓLOS</p><p>ÁHW.7 FAIXA UEj</p><p>AJUSTE</p><p>. ;.(A)</p><p>50A</p><p>2A +</p><p>UJ o</p><p>150 -18</p><p>30 43.0 3722 37.11</p><p>12A</p><p>22-32</p><p>50A</p><p>2A 5</p><p>UJ ta</p><p>X</p><p>s</p><p>></p><p>o</p><p>ES</p><p>40 56.5 32A 32A 17.11</p><p>16A</p><p>22-32</p><p>SOA</p><p>5</p><p>UJ ta</p><p>X</p><p>s</p><p>></p><p>o</p><p>50 69.0 47 47 27.11</p><p>23A 30-46</p><p>SOA</p><p>5</p><p>UJ ta</p><p>X</p><p>s</p><p>></p><p>o</p><p>03</p><p>60 84.0 57 57 37.11 67</p><p>42-62</p><p>3 A 67.1 100A Si</p><p>5! .</p><p>350</p><p>03</p><p>75 104.0 63A 63A 32A 42-62</p><p>4A 125A 30-220</p><p>z</p><p>53</p><p>-s</p><p>100 144.0 "107 107</p><p>47</p><p>48A 5640 Q A 200A</p><p>S</p><p>U</p><p>Q</p><p>A</p><p>C</p><p>O</p><p>l</p><p>500</p><p>125 176.0</p><p>110A 110A</p><p>57 80-120</p><p>2072 225A</p><p>S</p><p>U</p><p>Q</p><p>A</p><p>C</p><p>O</p><p>l</p><p>500</p><p>1064 04</p><p>150 208.0 63A 207</p><p>80-120</p><p>4A 250A</p><p>IU</p><p>a</p><p>• í</p><p>175 242.0 177</p><p>180A</p><p>177</p><p>180A</p><p>77</p><p>75A 120-160</p><p>G A</p><p>207.3 6A (160A) o</p><p>3 750</p><p>200 ' 277.0 107</p><p>120-160</p><p>(200A)</p><p>:H</p><p>AV</p><p>I</p><p>1564 1664 50</p><p>88</p><p>' 250 352.0 247 247</p><p>110A</p><p>160-240 G A</p><p>6A 10A</p><p>(225A) U '</p><p>- ' 300 416.0 250A 250A</p><p>177 407</p><p>160-240</p><p>207.4 6A 10A</p><p>(250A)</p><p>1000</p><p>1664 2 X 1264</p><p>o 3</p><p>O. C</p><p>I S 350 496 297</p><p>3O0A</p><p>297</p><p>300A</p><p>1B0A 204-300 BARRA</p><p>COBRE 10A 16A (300A) 2000</p><p>o 3</p><p>O. C</p><p>I S</p><p>(1) . CORRENTE NOMINAL DO MOTOR</p><p>(2) OS FUSÍVEIS F24. F2S, F26 TIPO D 2A</p><p>(3) . ' QUANDO OS FUSÍVEIS MARCADOS ESTIVEREM ENTREPARÈNTESES, CONSIDERAR 6 FUSÍVEIS DE F1ÀTEF6</p><p>69</p><p>5.4.5. LAY-OUT PADRÃO WEG:</p><p>r~" KT1 KFF KMM T31</p><p>F24 j F25 J F26 ] F22 j F23 F21 K4</p><p>F1 F2 F3</p><p>K1</p><p>IFT1</p><p>K2</p><p>2FT1</p><p>K3</p><p>CAIXA</p><p>AW06-42</p><p>FAIXA DE APUCAÇAO APUCAÇAO CAIXA</p><p>AW06-42</p><p>PSW 10-30/3-FN</p><p>PSW 10J0/3-TP.</p><p>AUMENTAÇÃO</p><p>POTENCIA SEM</p><p>OPCIONAIS</p><p>SEM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>DES. te</p><p>PSWOI</p><p>PSW 10-30/3-FN</p><p>PSW 10J0/3-TP.</p><p>FF/FN TENSÃO</p><p>POTENCIA SEM</p><p>OPCIONAIS</p><p>SEM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>DES. te</p><p>PSWOI</p><p>PSW 10-30/3-FN</p><p>PSW 10J0/3-TP.</p><p>SEM</p><p>OPCIONAIS</p><p>SEM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>CAIXA</p><p>AW06-S3</p><p>FAIXA DE APUCAÇAO APUCAÇAO CAIXA</p><p>AW06-S3</p><p>PSW 10-3CVJ-FN</p><p>PSW 10-30/3-TR</p><p>AUMENTAÇÃO</p><p>POTENCIA COM</p><p>OPCIONAIS</p><p>COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>DES. N*</p><p>PSW 02</p><p>PSW 10-3CVJ-FN</p><p>PSW 10-30/3-TR</p><p>FF/FN TENSÃO</p><p>POTENCIA COM</p><p>OPCIONAIS</p><p>COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>DES. N*</p><p>PSW 02</p><p>PSW 10-3CVJ-FN</p><p>PSW 10-30/3-TR</p><p>COM</p><p>OPCIONAIS</p><p>COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>FIGURA 5.32. PARTIDA ESTRELA SÉRIE-PARALELO 10 a 30CV</p><p>SEM OPCIONAIS E SEM MEDIÇÃO.</p><p>FIGURA 5.33. PARTIDA ESTRELA SÉRIE-PARALELO 10 a 30CV</p><p>COM OPCIONAIS E COM MEDIÇÃO.</p><p>70</p><p>T— LL</p><p>KMM LL</p><p>1 1</p><p>I I</p><p>T31 |</p><p>l l</p><p>i 1</p><p>(0 w xj- Si CO</p><p>CM CM CM Si CM CM</p><p>LL LL l i . LL LL LL</p><p>K4</p><p>T2</p><p>T1</p><p>CM</p><p>T3</p><p>CO</p><p>LL</p><p>K1</p><p>IFT1</p><p>K2</p><p>2FT1</p><p>K3</p><p>F1 F2 F3</p><p>T— UL</p><p>u_ KMM</p><p>T2</p><p>F2</p><p>1</p><p>F2</p><p>2 F</p><p>23</p><p>F2</p><p>4 F</p><p>25</p><p>F2</p><p>6</p><p>T1 T3</p><p>T31</p><p>I I</p><p>K4</p><p>K1</p><p>1FT1</p><p>K2</p><p>2FT1</p><p>K3</p><p>CAIXA</p><p>AW 08-63</p><p>FAIXA DE APUCAÇAO APUCAÇAO' CAIXA</p><p>AW 08-63</p><p>PSW40-7573-FN</p><p>PSW 40-75/3-TH</p><p>AUMENTAÇÃO</p><p>COM</p><p>OPCIONAIS</p><p>COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>DES. N"</p><p>PSW 03</p><p>PSW40-7573-FN</p><p>PSW 40-75/3-TH</p><p>FF/FN TENSÃO</p><p>POTÊNCIA COM</p><p>OPCIONAIS</p><p>COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>DES. N"</p><p>PSW 03</p><p>PSW40-7573-FN</p><p>PSW 40-75/3-TH</p><p>COM</p><p>OPCIONAIS</p><p>COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>CAIXA</p><p>AW10^4</p><p>FAIXA DE APUCAÇAO APUCAÇAO CAIXA</p><p>AW10^4</p><p>PSW 100-150/3-FN</p><p>PSW 100-15CV3-TH</p><p>AUMENTAÇÃO</p><p>COM</p><p>OPCIONAIS</p><p>COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>DES. N*</p><p>PSW 04</p><p>PSW 100-150/3-FN</p><p>PSW 100-15CV3-TH</p><p>FF/FN TENSÃO</p><p>POTENCIA COM</p><p>OPCIONAIS</p><p>COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>DES. N*</p><p>PSW 04</p><p>PSW 100-150/3-FN</p><p>PSW 100-15CV3-TH</p><p>COM</p><p>OPCIONAIS</p><p>COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>FIGURA 5.34. PARTIDA ESTRELA SÉRIE-PARALELO</p><p>40 A 75CV COM OPCIONAIS E COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>FIGURA 5.35. PARTIDA ESTRELA SÉRIE-PARALELO</p><p>100 A150CV COM OPCIONAIS E COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>71</p><p>r "</p><p>L</p><p>T31 I CM</p><p>CO</p><p>CM CM</p><p>u_ LL LL</p><p>F1 F2 F3 F4 F5 F6</p><p>T31</p><p>L . i</p><p>K4</p><p>F2</p><p>6 F</p><p>25</p><p>F2</p><p>4 F</p><p>23</p><p>F2</p><p>2</p><p>*~</p><p>CM</p><p>LL</p><p>KT</p><p>1 K</p><p>FF</p><p>K4 K4</p><p>F1 F2 F3 F4 F5 F6</p><p>T1 T2 T3</p><p>T1 T2 T3</p><p>K1 K2 K3</p><p>1FT1 2FT1</p><p>CAIXA</p><p>AW 15-64</p><p>FAIXA DE APLICAÇÃO APUCAÇAO CAIXA</p><p>AW 15-64</p><p>PSW 175-200/3-FN</p><p>PSW175-2O0/3-TP.</p><p>AUMENTAÇÃO</p><p>POTENCIA SEM</p><p>OPCIONAIS</p><p>COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>DES. N"</p><p>PSW 05</p><p>PSW 175-200/3-FN</p><p>PSW175-2O0/3-TP.</p><p>FF/FN TENSÃO</p><p>POTENCIA SEM</p><p>OPCIONAIS</p><p>COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>DES. N"</p><p>PSW 05</p><p>PSW 175-200/3-FN</p><p>PSW175-2O0/3-TP.</p><p>SEM</p><p>OPCIONAIS</p><p>COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>FIGURA 5.36. PARTIDA ESTRELA SÉRIE-PARALELO</p><p>175 A 200CV SEM OPCIONAIS E COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>PAINEL</p><p>PW 16-64</p><p>FAIXA DE APUCAÇAO APUCAÇAO PAINEL</p><p>PW 16-64</p><p>PSW 175-2O0O-FN</p><p>PSW 175-200/3-TP,</p><p>AUMENTAÇÃO</p><p>COM</p><p>OPCIONAIS</p><p>COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>P E S . N *</p><p>PSW 06</p><p>PSW 175-2O0O-FN</p><p>PSW 175-200/3-TP,</p><p>FF/FN TENSÃO</p><p>POTENCIA COM</p><p>OPCIONAIS</p><p>COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>P E S . N *</p><p>PSW 06</p><p>PSW 175-2O0O-FN</p><p>PSW 175-200/3-TP,</p><p>COM</p><p>OPCIONAIS</p><p>COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>FIGURA 5.37. PARTIDA ESTRELA SÉRIE-PARALELO</p><p>175 A 200CV COM OPCIONAIS E COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>72</p><p>T1 T2</p><p>F1</p><p>n</p><p>T3</p><p>F2 F3 F4 F5 F6</p><p>• t f LO</p><p>L L L L</p><p>K1 K3</p><p>1FT1</p><p>KMM •</p><p>í— 1</p><p>! T31 '</p><p>! J</p><p>• CD CO</p><p>CM CM CvJ CM</p><p>L L L L L L U_</p><p>L L CM</p><p>L L H CM CM</p><p>L L U -</p><p>K2 K4</p><p>2FT1</p><p>CAIXA FAIXA DE APUCAÇAO APUCAÇAO</p><p>AW 2x12-64 AUMENTAÇÃO</p><p>POTÊNCIA COM</p><p>OPCIONAIS PSW 250-3SO/3-FN FF/FN TENSÃO</p><p>POTÊNCIA COM</p><p>OPCIONAIS</p><p>DES. N*</p><p>PSW 08</p><p>PSW 250-350/3-TR COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>250 A 350CV COM OPCIONAIS E COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>1FT1</p><p>[</p><p>PAINEL</p><p>PW1084</p><p>FAIXA DE APUCAÇAO APUCAÇAO</p><p>PAINEL</p><p>PW1084 ALIMENTAÇÃO</p><p>POTENCIA SEM</p><p>PSW250-35CV3-FN</p><p>FF/FN TENSÃO</p><p>POTENCIA</p><p>OPCIONAIS</p><p>DES. N"</p><p>PSW 07</p><p>PSW250-35CV3-FN COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>FIGURA 5.38. PARTIDA ESTRELA SÉRIE-PARALELO</p><p>250 A 350CV SEM OPCIONAIS E COM</p><p>MEDIÇÃO</p><p>5 . 5 . EQUIPAMENTOS OPCIONAIS:</p><p>TABELA 5.5.</p><p>OPCIONAIS PARA CHAVES ES^TRELA-TRIANGULO E CXMIPENSADORA E S E R I E PARALELO</p><p>POTENCIA (CV)</p><p>AMPERÍMETRO</p><p>EXATI .5%</p><p>ESCALA (1)</p><p>T1.T2.T3 VOLTÍMETRO</p><p>EXAT.RET</p><p>ESCALA (1)</p><p>CONJUNTO</p><p>FUS.RET.</p><p>TIPO D (A)</p><p>KFF KMM</p><p>220V 380V 440V</p><p>AMPERÍMETRO</p><p>EXATI .5%</p><p>ESCALA (1) RELAÇÃO</p><p>(A)</p><p>C L A S . E X</p><p>POTÊNCIA TIPO</p><p>VOLTÍMETRO</p><p>EXAT.RET</p><p>ESCALA (1)</p><p>CONJUNTO</p><p>FUS.RET.</p><p>TIPO D (A) FF TR FN FF. F F F F F F P1 S2 S3</p><p>P2(A) P3(V) PUS</p><p>242526 220V 380V 360V «uov 220V 380V 440V</p><p>7.5 7.5</p><p>PUS</p><p>242526</p><p>7.5 7.5</p><p>0-15/30 15-5</p><p>5 4 10 10-12.5 0-20/40 20-5</p><p>7.5 12.5 15 0-25/50 25-5 12C2.5 SOE</p><p>67P</p><p>15 20 000/60 30-5</p><p>10-125 20-25 25 0-40/80 40-5</p><p>. 15 30 30 0-50/100 50-5</p><p>O</p><p>St</p><p>0)</p><p>UJ</p><p>2</p><p>20 40 0-60/120 60-5 3.0C2.5 BDE</p><p>67E</p><p>UJ</p><p>z</p><p>s</p><p>LJ</p><p>Ui</p><p>z</p><p>2</p><p>8</p><p>n</p><p>cc</p><p>»</p><p>UJ</p><p>X</p><p>8</p><p>• >"</p><p>£</p><p>s</p><p>s</p><p>1</p><p>N</p><p>X</p><p>CO</p><p>CL</p><p>Z</p><p>»</p><p>UJ</p><p>></p><p>s</p><p>ò</p><p>2A</p><p>>" O</p><p>SI</p><p>UJ</p><p>1 ></p><p>o</p><p>Vi</p><p>>*</p><p>o</p><p>• *</p><p>§</p><p>O</p><p>»</p><p>o to</p><p>tu</p><p>a</p><p>-UJ</p><p>_i</p><p>UI</p><p>MOTOR DE DUAS ROTAÇÕES COM 6.8. ESTRELA TRIÂNGULO COM REVERSÃO.</p><p>DOIS ENROLAMENTOS SEPARADOS.</p><p>K1</p><p>[] [) [] «*»(] [] (]</p><p>FT1 C C C c c c</p><p>M</p><p>3 -</p><p>R-</p><p>S -</p><p>T -</p><p>F1.2.3 [] [) []</p><p>K1 4" J . j~T3</p><p>FT1</p><p>M</p><p>6.7. MOTOR DAHLANDER.</p><p>R-</p><p>S -</p><p>T -</p><p>F4 . 5 ,6 [ ] [ ] [ ] F , . 2 . 3 ( ] [ ] ( ]</p><p>d ,d .d</p><p>K1 A</p><p>FT1 C</p><p>M</p><p>7 8</p><p>7.2. LIMITES DE TEMPERATURA.</p><p>A norma VDE 0670 estabelece que chaves de partida</p><p>e CCM's devem trabalhar com limites de temperaturas</p><p>ambiente entre -5 e 40 «C. Para temperaturas acima de</p><p>40 °C, deve-se adotar soluções específicas como a</p><p>utilização de ventiladores e aumento das dimensões</p><p>físicas da chave.</p><p>7.3. LIMITES DE ALTITUDE.</p><p>Com o aumento da altitude, há uma diminuição da</p><p>densidade do ar, influindo na tensão desruptiva e</p><p>consequentemente, na tensão e corrente de serviço,</p><p>assim como na capacidade de dissipação do calor.</p><p>A norma IEC 158, determina que a altitude no local de</p><p>instalação não deve exceder a 2000m. Já a NBR 6808,</p><p>relativa a Conjuntos de Manobra e Controle de Baixa</p><p>Tensão, em razão da gama de equipamentos envolvidos</p><p>nestas instalações, limita a altitude inicialmente em</p><p>1000m e em seguida apresenta a tabela abaixo, com</p><p>fatores de correção para uso em locais com altitudes</p><p>acima de 1000m. Valores intermediários podem ser</p><p>obtidos por interpolação linear.</p><p>TABELA 7.3. FATORES DE CORREÇÃO</p><p>PARA ALTITUDE (NBR 680B)</p><p>TABELA 7.4. GRAUS DE PROTEÇÃO DOS</p><p>EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS</p><p>FATORES DC CORREÇÃO</p><p>ALTITUDE..</p><p>MÁXIMA " TEMPERATURA</p><p>1000 1.0 1.0 1.0</p><p>1500 0.95 0.99 0.98</p><p>3000 0 . » 0.96 0.92</p><p>7.4. POSIÇÃO DE MONTAGEM.</p><p>Os painéis devem ser instalados na vertical sendo que</p><p>os componentes normalmente admitem inclinações</p><p>limites com a vertical. Inclinações diferentes das</p><p>especificadas pelo componente causam redução da</p><p>vida útil deste, principalmente em contatores.</p><p>7.5. VIBRAÇÕES.</p><p>Sob vibração ou impactos violentos, os componentes da</p><p>chave (contatores e relés de sobrecarga, relés</p><p>eletrônicos, etc), podem apresentar modificações em</p><p>seus estados de operação, devendo ser instalados</p><p>sobre superfície rígida.</p><p>Para a fixação de painéis (chaves) em paredes de</p><p>alvenaria ou diretamente no piso, recomenda-se que</p><p>estes sejam rigidamente chumbados.</p><p>7.6. GRAUS DE PROTEÇÃO.</p><p>As normas IEC 34-5 e ABNT-N8R 6146 definem os</p><p>graus de proteção dos equipamentos elétricos por meio</p><p>das letras características IP seguidas por dois algarismos.</p><p>1 B algarismo - Grau de proteção contra penetração de</p><p>corpos sólidos estranhos e contato</p><p>acidental;</p><p>2 9 algarismo - G rau de proteção contra penetração de</p><p>líquidos.</p><p>' Graus da</p><p>Proteção</p><p>Proteção contra contatos s corpo« estranhos (1*</p><p>aigaritmo) - ..</p><p>Proteção contra líqiicta» :. - (2a</p><p>aHiahsrno)</p><p>IP 00 ateiem niotem</p><p>IP02 náotam</p><p>Proteção contra gotas de água ali</p><p>uma Incanaçao de 15' oom a</p><p>vertical.</p><p>IP 11</p><p>Proteção contra loque adoenta) com a mia</p><p>Proteção contra corpos estranhos •ôfctos de</p><p>ifmensÕM acima de SOmra</p><p>Proteção contra gotas de água na</p><p>vertical.</p><p>IP 12</p><p>Prtx©ç4o contra toque adoentai oom a mio.</p><p>Proteção contra corpos estranho* «óldoe da</p><p>dínwnsoas acima da SGrnrn</p><p>Proteção contra gotas de água alé</p><p>ume Incftneç&o da 15* com a</p><p>vertical.</p><p>IP 13</p><p>Proteção contra toque acidental com a mio.</p><p>Proteção contra corpos estranhos soSdos da</p><p>fJmensaas adma da SOmm.</p><p>Proteção corara água de chuva alé</p><p>uma Incanaçao de 6C* com a</p><p>vertical.</p><p>IP 21</p><p>Proteção contra loque dos dedos. Proteção contra</p><p>corpos estranhos, sólidos da dmsnades acima de</p><p>12mm.</p><p>Proteção contra gotas de água na</p><p>vertical.</p><p>IP 22</p><p>Proteção contra toque dos dedos. Proteção contra</p><p>corpos estranhos, soWos da dbnensoos adma d*</p><p>12mm.</p><p>Proteção contra gotas de água atá</p><p>uma Incanaçao da 15' com a</p><p>vertical</p><p>IP 23</p><p>Proteção contra loque dos dedos. Proteção contra</p><p>corpos estranhos, sòMw d* cfmanaoea adma de</p><p>12mm.</p><p>Proteção contra agua de chuva atá</p><p>uma trcNnaçto de 00* com a</p><p>vertical.</p><p>IP44 Proteção contra ferramentas: Proteção contra corpos</p><p>sóflòbc adma da Imm.</p><p>Proteção contra respingo» da todas</p><p>as oVocoes.</p><p>IP 54 Proteção campista contra toquAProtaçao corara</p><p>acúrnulo de poeiras nocivas.</p><p>Proteção contra respingos da todas</p><p>as ôfreções.</p><p>IPS5 Proteção completa contra toquS-Protecflo contra</p><p>acúrnulo da poeiras nadvsa.</p><p>Proteção contra latos de água de</p><p>todas aa dreçoes.</p><p>Nota: É importante lembrar que o grau de proteção</p><p>não define a forma de instalação (ao tempo</p><p>ou abrigado). Para um painel com grau de</p><p>proteção por exemplo IP.54, sua forma</p><p>construtiva será diferente para aplicação ao</p><p>tempo ou abrigado.</p><p>7.7. DISTÂNCIAS MÍNIMAS ENTRE</p><p>COMPONENTES.</p><p>TABELA 7.5. DISTÂNCIAS DE ISOLAÇÃO ENTRE</p><p>DISPOSITIVOS DE CONTROLE. COMANDO E</p><p>PROTEÇÃO MONTADOS DENTRO DE UM</p><p>PAINEL.</p><p>'•' TENSÃO NOMINAL > ;</p><p>(VOLTS)</p><p>ENTRE PARTES VIVAS DE</p><p>POLARIDADES DIFERENTES</p><p>OU ENTRE PARTES VIVAS É</p><p>TERRA (mm)</p><p>ENTRE PARTES VIVAS E</p><p>PARTES MÓVEIS METÁLICAS</p><p>EXTERNAS (mm)</p><p>até 125 4 12</p><p>126 a 250 7 12</p><p>251 a 600 10 12</p><p>TABELA 7.6. DISTÂNCIAS DE ISOLAÇÃO DOS</p><p>BARRAMENTOS</p><p>TENSÃO NOMINAL :. •</p><p>(VOLTS) '</p><p>ENTRE PARTES VIVAS DE</p><p>POLARIDADES DIFERENTES</p><p>"•'./, • (mm) . 'V:'</p><p>ENTRE PARTES VIVAS E</p><p>• K .-..TERRA</p><p>; ' ' (mm) ' :</p><p>a l i 125</p><p>126 a 250</p><p>2*1 6 800</p><p>12</p><p>19</p><p>25</p><p>12</p><p>12</p><p>21</p><p>81</p><p>8. INSTALAÇÃO E</p><p>MANUTENÇÃO DE CHAVES.</p><p>8.1. TRANSPORTE.</p><p>Os painéis devem ser erguidos pelos olhais de</p><p>suspensão. Porém, no caso de pequenos painéis, os</p><p>olhais já não são necessários.</p><p>Portanto, em ambos os casos é importante que se</p><p>obedeça sempre as indicações fora da embalagem</p><p>para cofocá- los na posição correta(setas). O</p><p>levantamento ou depósito deve ser suave, sem choques,</p><p>sob pena de danificar os componentes internos. Após</p><p>o transporte é necessário reapertar todas as conexões.</p><p>8.2. ARMAZENAGEM E LONGAS PARADAS</p><p>DE CHAVESÍEXEMPLO: IRRIGAÇÃO).</p><p>Quando os painéis não forem imediatamente instalados,</p><p>devem ser armazenados em locai seco, isento de poeira</p><p>e gases corrosivos.</p><p>O painel(chave) deve ser armazenado em posição</p><p>vertical.</p><p>Os painéis podem sofrer redução da resistência de</p><p>isolamento quando armazenados em ambientes</p><p>úmidos(principalmente em transformadores de comando</p><p>e auto-transformadõres).</p><p>Para prevenção destes problemas pode-se instalar no</p><p>inter ior dos painéis calefatores(resistências</p><p>desumidificadoras) com ou sem termostato, evitando-</p><p>se assim que ocorra a condensação e consequente</p><p>aparecimento de umidade.</p><p>Após a armazenagem ou longas paradas deve-se tomar</p><p>as seguintes providências:</p><p>limpar os componentes de eventuais</p><p>poeiras e resíduos.</p><p>secar o painel. O processo de secagem</p><p>deve continuar até que sucessivas</p><p>medições da resistência de isolamento</p><p>indiquem que esta atingiu um valor</p><p>constante acima do valor indicado,</p><p>é extremamente importante impor uma</p><p>boa ventilação no interior do painel</p><p>durante a operação de secagem para</p><p>assegurar que a umidade seja efetivamente</p><p>removida.</p><p>o calor para desumidificação pode ser</p><p>obtido de fontes extemas(por exemplo:</p><p>estufa).</p><p>medir a resistência de isolamento. O valor</p><p>mínimo em baixa tensão(S500V) é 0,5 M n .</p><p>reapertar todas as conexões,</p><p>energizar o painel sem carga e verificar o</p><p>seu funcionamento.</p><p>8.3. RECOMENDAÇÕES PARA PRIMEIRA</p><p>PARTIDA DE MOTORES:</p><p>verificar se o mesmo poderá rodar livremente,</p><p>removendo-se todos os dipositivos de bloqueio e</p><p>calços usados durante o transporte;</p><p>verificar se o motor está corretamente fixado</p><p>e se os elementos de acoplamento estão</p><p>corretamente montados e alinhados;</p><p>certificar-se de que a tensão e a frequência</p><p>estão de acordo com o indicado na placa de</p><p>identificação;</p><p>observar se as ligações estão de acordo</p><p>com o esquema de ligação impresso na placa</p><p>de identificação e verificar se todos os parafusos</p><p>e porcas dos terminais estão devidamente</p><p>apertados;</p><p>verificar se o motor está devidamente</p><p>aterrado. Desde que não haja especificações</p><p>exigindo montagem isolada do motor, será</p><p>necessário aterrá-lo, obedecendo as normas</p><p>vigentes para ligação</p><p>inserido em um circuito auxiliar e operado</p><p>mecanicamente pelo contatorfTB 26/2.2.9).</p><p>Contato de Seio:</p><p>Contato fechador auxiliar, encontrado particularmente</p><p>nos contatores, e que é comandado simultaneamente</p><p>com os contatos principais fechados e através do qual</p><p>é selada a alimentação da bobina do contator. Este</p><p>contato é ligado em paralelo com o botão de ligação do</p><p>contator.</p><p>Contato NA (normalmente aberto):</p><p>Contato que fecha quando do estabelecimento e que</p><p>abre quando da interrupção de um dispositivo de</p><p>manobra. Em literatura antiga, designado por</p><p>normalmente aberto. (TB 19-15/10-040).</p><p>Contato Principal:</p><p>• Contato no circuito principal de um dispositivo de</p><p>manobra.</p><p>• Contato inserido no circuito principal de um contator,</p><p>previsto para conduzir, na posição fechada, a</p><p>corrente desse circuito. (TB 26/2.2.6).</p><p>Corrente de Curto-Circuito:</p><p>Designação genérica para a corrente passível de ocorrer</p><p>no local de instalação de um dispositivo de manobra,</p><p>quando os terminais estão curto-circuitados.</p><p>Corrente de Interrupção:</p><p>• Corrente que pode ser interrompida por um dis</p><p>positivo de manobra (contator, disjuntor, chave</p><p>seccionadora, etc.) em condições normais de ope</p><p>ração. Da amplitude dessa corrente depende,</p><p>principalmente, a vida útil dos contatos.</p><p>Corrente de Partida:</p><p>Corrente que um motor consome, quando ligado porém</p><p>ainda em repouso (na partida ou na frenagem). Seu</p><p>valor médio é cerca de seis a nove vezes a corrente</p><p>nominal nos motores de gaiola.</p><p>Corrente de Pico:</p><p>Máximo valor instantâneo de corrente, por exemplo no</p><p>ato da ligação.</p><p>É a corrente que a bobina de contator consome, por</p><p>exemplo, em curto espaço de tempo, durante a fase de</p><p>ligação do contator.</p><p>Corrente Nominal (In):</p><p>Corrente que é função das condições de operação de</p><p>um circuito, determinado pelas condições de emprego,</p><p>em função da qual são escolhidos os diversos</p><p>dispositivos. Um dispositivo de manobra pode possuir</p><p>várias correntes nominais, dependendo do regime de</p><p>operação. Não se deve confundir corrente nominal com</p><p>corrente de regime permanente.</p><p>Curto-Circuito:</p><p>Ligação, praticamente sem resistência, de condutores</p><p>sob tensão. Nestas condições, através de uma</p><p>resistência transitória desprezível, a corrente assume</p><p>um valor muitas vezes maior do que a corrente de</p><p>operação; assim sendo, o equipamento e parte da</p><p>instalação poderão sofrer esforços térmicos e</p><p>eletrodinâmicos excessivos. Três são os tipos de curto-</p><p>circuitos: o trifásico, entre três condutores de fase; o</p><p>monofásico, entre dois condutores de fase; e o para-a-</p><p>terra, entre um condutor de fase e a terra ou um condutor</p><p>aterrado (falta para a terra).</p><p>Curva característica Tempo Corrente:</p><p>É a curva que indica em quanto tempo, a uma determinada</p><p>corrente, um relê ou um fusível opera.</p><p>Extinção de Arco:</p><p>Interrupção da corrente após a abertura das peças de</p><p>contato. Há diversas formas de extinção:</p><p>- o arco de corrente alternada pode auto extinguir-</p><p>se pela passagem da corrente pelo ponto zero;</p><p>deve ser evitado um restabelecimento do arco,</p><p>devido à presença da tensão (uso da câmara</p><p>de aletas extintoras).</p><p>- o arco de corrente contínua pode ser extinto pro-</p><p>longando-o e resfriando-o intensivamente (uso da</p><p>câmara em cunha e da bobina de sopro).</p><p>Fator de Potência ( C o s . 0 ) :</p><p>Relação entre a potência ativa e a potência aparente em</p><p>equipamentos e redes de corrente alternada.</p><p>Em circuitos com cargas ôhmicas puras, a tensão e a</p><p>corrente alcançam, simultaneamente, os seus valores</p><p>correspondentes mais elevados, pois o cos.0 = 1</p><p>(potência ativa pura). Quando o consumidor é indutivo,</p><p>a tensão alcança seu valor máximo antes do que a</p><p>corrente (desvio indutivo de cos.0</p><p>de máquinas elétricas à</p><p>terra. Para isso deverá ser usado o parafuso</p><p>identificado pelo símbolo geralmente existente</p><p>na cabo de ligação ou no pé da carcaça;</p><p>acionaro motordesacoplado para verificar se está</p><p>girando livremente e no sentido desejado.</p><p>Para inverter a rotação de motor trifásico,</p><p>basta inverter as ligações à rede de dois</p><p>terminais quaisquer;</p><p>medir a resistência de isolamento, e secar o</p><p>motor se necessário(vide item 8.2.).</p><p>8.4. ATERRAMENTO.</p><p>Toda instalação deve ser aterrada. É providencial que</p><p>se aterre as seguintes partes da instalação:</p><p>neutro do transformador de potência;</p><p>carcaça metálica de motores, autotransformadores,</p><p>transformadores de comando e medição,</p><p>capacitores, etc.</p><p>as estruturas da chave(painel);</p><p>para—raios.</p><p>O aterramento das partes acima é necessário,</p><p>principalmente, porque:</p><p>protegem as pessoas contra contatos em partes</p><p>metálicas eventualmente energizadas;</p><p>protegem as instalações contra descargas</p><p>atmosféricas;</p><p>garante o correto funcionamento dos</p><p>equipamentos;</p><p>permite uma utilização confiável e correta</p><p>das instalações.</p><p>8.5. CONEXÕES ELÉTRICAS.</p><p>As conexões devem proporcionar um bom contato para</p><p>que sejam evitados aquecimentos, perdas de energia e</p><p>instabilidade no circuito de comando. É fato que as</p><p>conexões afrouxam no transporte da chave. Por esse</p><p>motivo recomenda-se que sejam reapertados, antes do</p><p>funcionamento, todos os parafusos e porcas.</p><p>Sempre que houver parada para manutenção é</p><p>providencial o reaperto de todos os pontos de conexão.</p><p>8.6. MANUTENÇÃO EM CHAVES DE PARTIDA.</p><p>8.6.1. TIPOS DE MANUTENÇÃO:</p><p>a) PREVENTIVA</p><p>Toda instalação deve ser periodicamente</p><p>verificada por pessoas qualificadas,</p><p>devendo o intervalo entre as verificações</p><p>ser compatível com a importânciaefa</p><p>instalação.</p><p>Deve ser dada especial atenção aos</p><p>seguintes pontos:</p><p>• A conservação das medidas que</p><p>coloquem partes vivas fora de alcance;</p><p>• O estado dos condutores e suas</p><p>ligações, principalmente os de proteção;</p><p>Verificar se os eletrodutos estão</p><p>corretamente conectados ao</p><p>painel.protegendo mecanicamente os</p><p>cabos;</p><p>O estado dos cabos flexíveis que alimen</p><p>tem aparelhos móveis, assim como seus</p><p>dispositivos de proteção;</p><p>O estado dos dispositivos de proteção e</p><p>manobra, principalmente quanto ao</p><p>desgaste provocado por arcos e</p><p>82</p><p>afrouxamento de contatos</p><p>Nunca limar ou lixar contatos;</p><p>Verificar se as entradas e saídas de cabos</p><p>estão vedadas, evitando a entrada de</p><p>pequenos animais;</p><p>O ajuste dos dispositivos de proteção e a</p><p>correta utilização dos fusíveis;</p><p>O valor da resistência de isolamento em</p><p>relação à terra;</p><p>O valor da resistência dos eletrodos de</p><p>aterramento;</p><p>Toda ínstalação(ou parte) que pareça</p><p>perigosa deve ser imediatamente</p><p>desenergizada e só recolocada em serviço</p><p>- após reparação satisfatória;</p><p>Verificar o estado geral dos pára-raios.</p><p>b) CORBETIVA</p><p>Toda falha ou anomalia constatada no equi</p><p>pamento elétrico ou em seu funcionamento, deve</p><p>ser comunicada a elemento qualificado para fins</p><p>de reparação. Isto deve ser feito principal</p><p>mente quando os dispositivos de proteção contra</p><p>as sobrecorrentes ou contra os choques elétricos</p><p>atuarem sem causa conhecida.</p><p>8.7. SUBSTITUIÇÃO DE FUSÍVEIS DE FORÇA.</p><p>Em caso de atuação (queima) de um dos fusíveis de</p><p>uma das três fases, devido a correntes de curto-circuito,</p><p>recomenda-se a substituição dos outros dois, pois sem</p><p>dúvida, estes outros dois sofreram um processo de</p><p>envelhecimento precoce e terão.necessariamente,</p><p>alteradas as suas características funcionais, o que pode</p><p>viracomprometerseriamente a segurança da instalação.</p><p>Para a substituição dos fusíveis de comando valem as</p><p>mesmas considerações.</p><p>8.8. SUBSTITUIÇÃO DE CONTATOS DE</p><p>CONTATORES.</p><p>Esta prática é comum apenas para contatos de força, já</p><p>que o desgaste dos contatos auxiliares é considerado</p><p>desprezível.</p><p>Os contatos de força devem ser substituídos quando o</p><p>seu desgaste for superior a 2/3 da espessura inicial.</p><p>Deve-se substituir os três contatos simultaneamente.</p><p>Sempre que ocorrer a troca dos contatos é de suma</p><p>importância verificar o estado da câmara de extinção.</p><p>8.9. A J U S T E EM RELÉS DE S O B R E C A R G A E</p><p>DE T E M P O .</p><p>a) RELÊ DE SOBRECARGA</p><p>Para que o relê ofereça, também, uma proteção</p><p>eficaz contra falta de fase, é necessário que seja</p><p>ajustado pára a corrente de trabalho(medida no</p><p>funcionamento) e não para a corrente</p><p>nominal(valor de placa do motor),</p><p>b) RELÊ DE TEMPO</p><p>O relê de tempo deve ser ajustado para o tempo</p><p>de partida, que é otempo necessário para o motor</p><p>atingir no mínimo 90% da rotação síncrona.</p><p>Determinação do Tempo de Partida</p><p>Na teoria, é calculado em função do conjugado e inércia</p><p>da carga e do motor.</p><p>Ta = 0,105 x RPM x , J J M + ; £ )</p><p>(Cmed - CRmed)</p><p>sendo:</p><p>-Ta = tempo de aceleração (segundos)</p><p>-JM = momento de inércia do motor</p><p>teim2)</p><p>-JC = momento de inércia da carga</p><p>referido ao eixo do motor (kgm2)</p><p>- RPM = rotação nominal</p><p>-Cmed =.conjugado médio de aceleração</p><p>domotor(Nm)</p><p>-CRmed = conjugado médio de aceleração</p><p>da carga(Nm)</p><p>Na prática, é cronometrado. Através de um tacómetro</p><p>verifica-se quando o motor atinge 90%da rotação</p><p>síncrona (instante ideal para comutação). Se não</p><p>dispuser de tacómetro, a partida pode ser observada</p><p>com um alicate amperímetro. O motor estará apto a</p><p>comutar quando a corrente atingir valores em tomo da</p><p>nominal.</p><p>Na figura 8.1. observa-se que um relê regulado abaixo</p><p>do tempo de partida do motor (60% da velocidade</p><p>síncrona), provoca um pico na comutação. Como as</p><p>chaves de partida estrela-triângulo e compensadora</p><p>são utilizadas com o objetivo de reduzir o pico de partida,</p><p>conclui-se que esta comutação é inadequada, pois está</p><p>próxima do próprio pico de partida do motor.</p><p>rpm</p><p>FIGURA 8.1.</p><p>83</p><p>8.10. PRINCIPAIS DEFEITOS E SUAS CAUSAS.</p><p>8.10.1. EM CHAVES DE PARTIDA:</p><p>Contator não liga</p><p>fusível de comando queimado;</p><p>relê térmico desarmado;</p><p>comando interrompido;</p><p>bobina queimada -porsobretensão;</p><p>-ligada em tensão errada;</p><p>-queda de tensão</p><p>(principalmente CC);</p><p>-corpo estranho no</p><p>entreferro.</p><p>Contator não desliga</p><p>• Unhas de comando longas(efeito de "colamento"</p><p>capacitivo);</p><p>• Contato soldados -correntes de ligação</p><p>elevadas (por exemplo,</p><p>comutação de transforma</p><p>dores a vazio);</p><p>-comando oscilante;</p><p>-ligação em curto circuito;</p><p>-comutação Y A defeituosa.</p><p>Contator desliga involuntariamente</p><p>• Quedas de tensão fortes por</p><p>oscilações da rede ou devido a</p><p>operação de religadores.</p><p>Falseamento excessivo</p><p>-Instabilidade da tensão de</p><p>comando;</p><p>. regulação pobre da fonte;</p><p>• linhas extensas e de pequena</p><p>seção;</p><p>• correntes de partida muito altas;</p><p>• subdimensionamento do</p><p>transformador de comando com</p><p>diversos contatores operando</p><p>simultaneamente.</p><p>Fornecimento irregular de comando</p><p>Botoeiras com defeito;</p><p>Fins-de-curso com defeito.</p><p>Contator zumbe (ruído)</p><p>• Corpo estranho no entreferro;</p><p>• Anel de curto circuito quebrado;</p><p>• Bobina com tensão ou frequência errada;</p><p>• Superfície dos núcleos, móvel e fixo, sujas</p><p>ou oxidadas, especialmente após longas</p><p>paradas;</p><p>• Oscilação de tensão ou frequência no</p><p>circuito de comando;.</p><p>• Quedas de tensão durante a partida de</p><p>motores.</p><p>Relê atuou</p><p>• Relê inadequado ou mal regulado;</p><p>• Tempo de partida muito longo;</p><p>• Frequência de ligações muito alta;</p><p>• Sobrecarga no eixo;</p><p>• Falta de fase;</p><p>• Rotor bloqueado/travado.</p><p>Bimetais azulados, recozidos ou resistência de</p><p>aquecimento queimada</p><p>• Sobrecarga muito elevada;</p><p>• Fusíveis superdimensionados;</p><p>• Queda de uma fase(motor zumbe);</p><p>• Elevado torque resistente (motor</p><p>bloqueia);</p><p>• Curto circuito.</p><p>8.10.2. EM MOTORES ELÉTRICOS</p><p>TABELA 8.1.</p><p>MOTOR NÀO CONSEGUE</p><p>PARTIR</p><p>ALTO NÍVEL DE RUÍDO</p><p>CAUSAS PROVÁVEIS</p><p>Som tansèo de aJlmerrtaçao</p><p>FaKsderase</p><p>Baixa Tensão</p><p>Ugaçoas de cornando errados</p><p>Conexão trouxa em algum borne.</p><p>Carga excessiva</p><p>AQUECIMENTOS DOS</p><p>ROLAMENTOS</p><p>MANCAIS APRESENTAM</p><p>RELAÇÕES INTENSAS</p><p>REAQUECIMENTO MOTOR</p><p>DesbalajKsarnerrto.</p><p>Entratorro nao uniforma.</p><p>Sujeira no entreferro.</p><p>Oojetos</p><p>presos entra o</p><p>e as tampa* laterais do</p><p>Fundações do motor trouxas.</p><p>fiotamenfos gastos.</p><p>Excessiva esforço axW ou radial</p><p>da correia.</p><p>Bxo torto.</p><p>Rugosidade na superfície do</p><p>rolamento.</p><p>Tampas laterais do motor frouxas</p><p>ou mal cotcotdas.</p><p>Falta de graxa.</p><p>Graxa endurecida.</p><p>Rotor desbaJanoaado.</p><p>Rolamento sujo ou desgastado.</p><p>Anéis do rolamento mufto</p><p>apertados no eixo a ou na caixa.</p><p>Presença de partfoutas sottdaa no</p><p>Obstrução do sistema de</p><p>venlftaçSo.</p><p>Sobrecarga,</p><p>Tensões a frequências irteorretas.</p><p>Frequentes reversões.</p><p>Rotor arrastando no estator.</p><p>Carga elétrica desequffi brada</p><p>{fusfvel queimado, comando</p><p>errado).</p><p>PREVIDÊNCIAS</p><p>Verificar as tgaçôes da</p><p>oomanóo t deste para o rnotor.</p><p>Vertftca/aewaoaaaimÉOTtacaOi</p><p>datermewqueataneao</p><p>permaneça entra 10% da tensão</p><p>nominal do rnotor.</p><p>Conferir as ftrjacoM com o</p><p>esquema d» RgãçOo que está na</p><p>placa da Identificação do rnotor.</p><p>Apertar teoaa as cenexoes.</p><p>Yenflcar se o motor perle Quando</p><p>desconectado da carga. Caso</p><p>afirmativo o motor poda ter</p><p>aobracarga ou mecanismo de</p><p>actonamerto btoejueado. Reduzir i</p><p>carga para nominal do rnotor.</p><p>Vibrações podem ser</p><p>eArranadasoorn rebaJancea-</p><p>mento do motor. Se a carga acta</p><p>dlrstarnerns acoplada ao eixo do</p><p>motor, a carga poda estar</p><p>O atxo pode estar empenado,</p><p>verificar o balanceamento do rotor</p><p>a a excentricidade.</p><p>VertncHr o sAnhernento do motor</p><p>com a maquina ectonada.</p><p>ou o desgasta doa rolamentos.</p><p>Desmontar o motor * retirar a</p><p>sujeira ou pá com um Jato de ar</p><p>saca</p><p>Desmontas o rnotor e Impá-lo.</p><p>Remover todo o txo ou detrito*</p><p>que houver perto do motor.</p><p>Apertar oa parafusos de</p><p>asaentamento.se for necessário,</p><p>aJtnhar de novo o motor.</p><p>VerHleara lubrificação- Substituíra</p><p>rolamento se o ruído for</p><p>Retira/ o bufão da escapamento de</p><p>çnmnó»twom*OítuniÍBn$núo</p><p>ata que ao verifique a salda do</p><p>excesso de graxa.</p><p>Dlrnlnufr o estorço da correia.</p><p>Mandar afanar o abo e verificar o</p><p>balanceamento do rotor.</p><p>Substituir os mancais antes destas</p><p>danificarem o ebto.</p><p>Verificar se as tampas laterais do</p><p>motor se adaptam am toda a</p><p>circunferência a se estão</p><p>suficientemente apertadas.</p><p>Adicionar graxa no rolamento.</p><p>Substituir os rolamentos.</p><p>dtnamlcamente.</p><p>Sa os anéis do rolamento</p><p>estiverem em perfeitas condtçoea,</p><p>basta (tmpá-k> a engraxá-to</p><p>novamente.</p><p>Antes de modMcar aa dimensões</p><p>do eixo ou qa caixa, é conveniente</p><p>verificar se as4lmensoa* do</p><p>rolamento correspondem ás</p><p>especi teedas peto fabricante.</p><p>O rota mento deve ser desmontado</p><p>e impa So poderá ter montado se</p><p>suas superfícies ratardes a da</p><p>apoio nio tiverem sofrido danos.</p><p>Os motoras devem estar limpos e</p><p>socos.</p><p>Inspedonar oertodeamente as</p><p>passagens de ar e os</p><p>enrolamentos.</p><p>Verificar a apieaçao, medindo a</p><p>tensão a corrente em condições</p><p>normais de funcionamenlo.</p><p>Conferir os valores marcados na</p><p>placa do motor, com os da</p><p>fomedmenta de energia. Verificar</p><p>também a tensão nos terminais do</p><p>motor a plena carga.</p><p>Verificar o desgaste dos</p><p>rolamentos a a curvatura do</p><p>eixo.Subsffluir o motor por outro</p><p>adequado para esta aplicação.</p><p>Verificar se há desequilíbrio das</p><p>lensòea ou funcionamenlo com</p><p>Farta de fase</p><p>84</p><p>9. DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES</p><p>As principais considerações técnicas para o</p><p>dimensionamento de condutores são:</p><p>-tensão do circuito</p><p>-temperatura ambiente</p><p>-tipo de instalação do condutor(eletroduto, calha, etc)</p><p>-regime de operação da carga</p><p>-número de condutores no eietroduto</p><p>-capacidade de condução de corrente nominal</p><p>-queda de tensão, limite admissível</p><p>-capacidade de condução de corrente de curto-circuito</p><p>por tempo pré-determinado</p><p>Aseguirapresentamos informações práticas baseadas,</p><p>na NBR 5410.</p><p>9.1. FORMAS DE INSTALAÇÃO DE</p><p>CONDUTORES.</p><p>TABELA 9.1.</p><p>MANEIRA DE INSTALAR</p><p>1. C A B O S ISOLADOS D E N T R O D E</p><p>E L E T R O D U T O EM MONTAGEM A P A R E N T E</p><p>2. C A B O S ISOLADOS D E N T R O D E</p><p>E L E T R O D U T O S EMBUTIDOS EM G E S S O .</p><p>ALVENARIA OU P A R E D E D E CIMENTO</p><p>3. C A B O S ISOLADOS D E N T R O DO</p><p>E L E T R O D U T O EM CANALETA (ABERTA</p><p>OU VENTILADA)</p><p>4. C A B O S U N I O U M U L T I P O I A R E S E M</p><p>CONDUTOS FORMADOS NA E S T R U T U R A</p><p>DO PRÉDIO</p><p>5. C A B O S ISOLADOS EM CALHAS (ABERTAS</p><p>OU FECHADAS)</p><p>6. C A B O S ISOLADOS E M MOLDURAS</p><p>OU RODAPÉS -</p><p>7. C A B O S UNI OU MULTIPOLARES EM</p><p>ESPAÇOS D E CONSTRUÇÃO OU POÇOS</p><p>ESQUEMA</p><p>i • D Q D D a a r</p><p>181 |pf</p><p>i r</p><p>8. C A B O S UNI OU MULTIPOLARES FIXADOS</p><p>A S P A R E D E S</p><p>9. C A B O S UNI O U MULTIPOLARES COM</p><p>CANALETA (ABERTA OU VENTILADA)</p><p>10. C A B O S UNI OU MULTIPOLARES EM</p><p>BANDEJAS OU P R A T E L E I R A S .</p><p>m m s</p><p>11. C A B O S UNI OU MULTIPOLARES S U S P E N S O S</p><p>EM C A B O MENSAGEIRO</p><p>12. C A B O S ISOLADOS INSTALADOS</p><p>S O B R E - I S O L A D O R E S</p><p>13. C A B O S ISOLADOS EM LINHAS AÉREAS</p><p>#</p><p>25 101 69 1.50 1 J 0 1.50</p><p>35 125 111 1.10 0.96 1.12</p><p>50 . 151 134 0.85 0.74 0.66</p><p>70 192 171 0.62 0.54 0.64</p><p>95 232 207 0.49 0.40 0.50</p><p>120 269 239 0.41 0.35 0.42</p><p>150 309 272 0.36 0.31 0.37</p><p>165 353 310 0.31 027 0.32</p><p>240 415 364 027 023 029</p><p>300 473 419 024 021 027</p><p>400 566 502 021 0.19 024</p><p>500 651 578 0.20 0.17 023</p><p>TABELA 9.5. Capacidade de condução de correntes</p><p>queda de tensão unitária para cabos</p><p>isolados com EPR-XLPE/90"C,tensão</p><p>de isolação 1000V, a temperatura</p><p>ambiente de 30°C, em instalação ex</p><p>posta (ao longo de paredes, em cana</p><p>letas, em bandejas e em prateleiras).</p><p>Sacão '</p><p>nominal</p><p>(mof)</p><p>Capacidade de condução de</p><p>corrente (A) Queda de tensão pl Cos.0=O,a(V/A.kin) Sacão '</p><p>nominal</p><p>(mof) 2 condutores</p><p>carregados</p><p>3 condutoras</p><p>carregados Cfrcuitb monofásico Circuito trifásico</p><p>1 5 19.5 17.5 23.00 20.00</p><p>2.5 26 24 14.00 12.00</p><p>4 35 32 9.00 J 7.60</p><p>6 46 41 5.87 5.10</p><p>10 63 57 3.54 3.10</p><p>16 65 76 227 2.00</p><p>25 112 101 1.50 1.30</p><p>35 138 125 1.10 0.96</p><p>50 168 151 0.65 0.74</p><p>70 213 192 0.62 0.54</p><p>95 256 232 0.49 0.40</p><p>120 299 269 0.41 0.35</p><p>150 344 309 0.36 0.31</p><p>185 392 353 0.31 027</p><p>240 461 415 0.27 023</p><p>300 526 473 024 021</p><p>400 631 566 021 0.19</p><p>500 725 S51 020 0.17</p><p>Nota: Para eletrodutos com mais de três condutores</p><p>carregados , consultar a tabela 56 da norma</p><p>NBR 5410</p><p>86</p><p>9.3. FATOR DE CORREÇÃO DE TEMPERATURA.</p><p>IC = In x fator _</p><p>TABELA 9.6. FATOR DE CORREÇÃO</p><p>TEMPERATURA</p><p>AMBIENTE- 'C</p><p>FTC TEMPERATURA</p><p>AMBIENTE- 'C P V C - 7 0 ' C XLPtVEPR</p><p>10 122 1.15</p><p>15 1.17 1.12</p><p>20 1.12 1.08</p><p>25 1.07 1.04</p><p>30 1.00 1.00</p><p>35 0.93 0.98</p><p>40 0.87 0.96</p><p>45 0.79 0.94</p><p>50 0.71 0.92</p><p>55 0.61 0.87</p><p>60 0.50 0.64</p><p>9.4. SEÇÕES MÍNIMAS.</p><p>Tabela 9.7. SEÇÕES MÍNIMAS DOS CONDUTORES FASE</p><p>TIPO DE INSTALAÇÃO UTILIZAÇÃO DO</p><p>CIRCUITO</p><p>' SEÇÃO UiNIMA DO</p><p>CONDUTOR (mm»)</p><p>INSTALAÇÕES FIXAS</p><p>EM GERAL</p><p>CABOS ISOLADOS</p><p>CONDUTORES NUS</p><p>Circuitos de forca e</p><p>iluminação 1.5</p><p>INSTALAÇÕES FIXAS</p><p>EM GERAL</p><p>CABOS ISOLADOS</p><p>CONDUTORES NUS</p><p>Circuitas de sinalização</p><p>e circuitos de controle 0.5 INSTALAÇÕES FIXAS</p><p>EM GERAL</p><p>CABOS ISOLADOS</p><p>CONDUTORES NUS Circuitos de força 10</p><p>LIGAÇÕES FLEXÍVEIS FEITAS COM CABOS</p><p>ISOLADOS</p><p>Circuitos da sinalização</p><p>a de controle 04</p><p>LIGAÇÕES FLEXÍVEIS FEITAS COM CABOS</p><p>ISOLADOS</p><p>Para um aparetho</p><p>especifico</p><p>Como especificado na</p><p>norma do aparelho</p><p>LIGAÇÕES FLEXÍVEIS FEITAS COM CABOS</p><p>ISOLADOS Para qualquer outra</p><p>aplicação 0.75</p><p>LIGAÇÕES FLEXÍVEIS FEITAS COM CABOS</p><p>ISOLADOS</p><p>Circuitos a atctrabalxa</p><p>tensão p/apllcaçoes</p><p>asoeclals</p><p>0.75</p><p>TABELA 9.8. SEÇÃO MÍNIMA DO CONDUTOR</p><p>NEUTRO (mm2-)</p><p>CONDUTOR FASE CONDUTOR NEUTRO .</p><p>S 3 5 0,5S</p><p>NOTA: Condutor de proteção é o elemento que liga</p><p>entre sl as diversas massas da instalação e as</p><p>outras partes condutoras não pertencentes à</p><p>instalação, cujo terminal é ligado ao eletrodo</p><p>terra.</p><p>9.5. EQUIVALÊNCIA PRÁTICA AWG/MCM X</p><p>S E R I E MÉTRICA.</p><p>TABELA 9.10. A W G X m m 2</p><p>p v c so 'c PVC 70 "C</p><p>AWG/UCU (mm» aptos.) AMPERES SERIE MÉTRICA AMPERES</p><p>14 (2.1) 15 1.5 15.5</p><p>12 (3.3) 20 2.5 21</p><p>10 (5.3) 30 4 26</p><p>6 (8.4) 40 1,25 x In corrente</p><p>nominal (In) do motor.</p><p>Obs.: 1) Para temperaturas ambientes diferentes</p><p>de 30°C consultar item 9.3.</p><p>2) Para instalações com mais de três condu</p><p>tores carregados num mesmo eletroduto,</p><p>consultar a tabela 56 da norma NBR 5410.</p><p>b) Queda de Tensão (AU)</p><p>A queda de tensão do circuito (AU) deve ser</p><p>igual ou inferior a 2%, valor adotado na prática.</p><p>AU DO CIRCUITO</p><p>motor;</p><p>FIGURA 9.1.</p><p>87</p><p>a) CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE</p><p>lc 2:1,25 x l n</p><p>lc S 1,25 x 22</p><p>lc â 27.5A</p><p>Da tabela 9.3., coluna 3 condutores carregados.</p><p>27,5 A => 4mm* (capacidade de condução 32A).</p><p>b) QUEDA DE TENSÃO AU</p><p>AU do circuito (%) 7,41 V/A.km</p><p>AU DO CIRCUITO = 7,41 V/A.km.lc.L(comprimento)</p><p>AU DO CIRCUITO = 7,41 V/A.km.27,5A.0,05 Km</p><p>AU DO CIRCUITO = 10,18 V</p><p>AU DO CIRCUITO (%)_ AU DO CIRCUITO x 100</p><p>" TENSÃO DO CIRCUITO</p><p>AU DO CIRCUITO (%) = 10.18V x 100 = 4,6%</p><p>220 V</p><p>Para obter-se uma queda de tensão inferior a 2% deve-</p><p>se aumentar a seção do cabo. Nesta situação o cabo</p><p>que satisfaz tal condição é o de 10mm avide cálculo a</p><p>seguir:</p><p>Da tabela 9.3. coluna circuito trifásico.</p><p>10mm 2 >3,32V/A.Km</p><p>AU DO CIRCUITO 3.32V. Ic.L</p><p>— A.Km</p><p>AU DO CIRCUITO 3,32 V. 27,5 A . 0,05 Km</p><p>A . Km</p><p>AU DO CIRCUITO = 4,5 V</p><p>AU DO CIRCUITO %_ AU DO CIRCUITO x 100</p><p>"""" TENSÃO DO CIRCUITO</p><p>AU DO CIRCUITO %_ 4,5x100</p><p>220</p><p>AU DO CIRCUITO = 2%</p><p>Desta forma satisfaz-se a condição:</p><p>AU DO CIRCUITO % 1,25 x In do maior motor + In motor 1 +</p><p>In motor 2 + ... + In motor. (n)</p><p>Obs.: 1) Para temperaturas ambientes diferentes</p><p>de 30°C consultar item 9.3.</p><p>2) Para eletrodutos com mais de três</p><p>condutores carregados consultar a tabela</p><p>56 da norma NBR 5410.</p><p>b) Queda de tensão (AU)</p><p>A queda de tensão deve ser igual ou inferior aos</p><p>limites determinados no item 7.1.</p><p>EXEMPLO 9.2. DIMENSIONAMENTO DOS CABOS</p><p>PARA ALIMENTAÇÃO DE VÁRIOS</p><p>MOTORES, CONFORME DESENHO.</p><p>CONSIDERA-SE CABOS EPR-XLPE</p><p>90° C, 1 Kv, INSTALADOS EM CANO</p><p>GALVANIZADO.</p><p>TEMPERATURA AMBIENTE 3 1,25 x In do maior (M2) + In (M1) + In (M3)</p><p>IC > 1,25 x 23A + 12,7A + 16.2A</p><p>IC > 57.6A</p><p>Da tabela 9.4., coluna 3 condutores carregados.</p><p>57,6 A => 10 mm 2</p><p>b) Queda de tensão (AU)</p><p>Conforme o item 9.1., temos que AU á 3%</p><p>(prática).</p><p>Da tabela 9.4. coluna conduto magnético.</p><p>10mm z => 3.54V</p><p>A . Km</p><p>AU DO CIRCUITO _ 3.54V. l c . L (comprimento)</p><p>A . K m</p><p>AU DO CIRCUITO, 3.54V . 57,65 A . 0,01 Km</p><p>A . K m</p><p>AU DO CIRCUITO = 2,04V</p><p>AU DO CIRCUITO (%)_ AU DO CIRCUITO x 100</p><p>_ TENSÃO DO CIRCUITO</p><p>AU DO CIRCUITO (%)_ 2,04x100 = 0,54% . * .</p><p>380</p><p>AU DO CIRCUITO (%)</p><p>6.9 1700 2700 3600 1500 2500 3380</p><p>100x10 9785 6.70 2050 3300 4360 iaso 3060 3980 •</p><p>88</p><p>• Para duas ou três barras em paralelo. A distância</p><p>entre as barras deve serigual ou superiora própria</p><p>espessura da barra.</p><p>A capacidade de corrente (lc) do barramento deve ser</p><p>igual ou 25% superior à corrente nominal do maior motor,</p><p>acrescido a somatória das correntes dos demais motores.</p><p>lc £ 1,25 x In do maior motor + In motor 1 + In motor 2</p><p>+ ...+ In motor. (n).</p><p>EXEMPLO: Dimensionamento do barramento para</p><p>alimentação de vários motores. Ver</p><p>figura 9.2. Temperatura ambiente 40°C.</p><p>Ic£ 1 ,25x23+ 12,7+ 16,7</p><p>lc Sr 57,6 A</p><p>9.8. DIMENSIONAMENTO DE CABOS PARA</p><p>ALIMENTAÇÃO DE CAPACITORES.</p><p>9.8.1. CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE</p><p>CORRENTE (lc):</p><p>A capacidade do condutor (lc) deve ser igual ou superior</p><p>a 35% da corrente nominal (In) do capacitor ou banco de</p><p>capacitores.</p><p>Ic> 1,35 x l n</p><p>9.8.2. QUEDA DE TENSÃO:</p><p>A queda de tensão deve ser igual ou inferior aos</p><p>limites determinados do item 7.1.</p><p>Da tabela 9.11.</p><p>57,6 A =* Barramento bitola 1 2 x 2 mm</p><p>FATOR DE CORREÇÃO DE TEMPERATURA</p><p>lc = In x Fator</p><p>TABELA 9.12. FATOR DE CORREÇÃO</p><p>TEMPERATURA</p><p>AMBIENTE 30*C 35"C 4 C C 45'C W C</p><p>FATOR 1.12 1.07 1.0 0.92 0.85</p><p>9.9 TABELA PRÁTICA DE CABOS E</p><p>BARRAMENTOS PARA CHAVES</p><p>ESTRELA-TRIÂNGULO.</p><p>TABELA 9.13.</p><p>MOTORES TRIFÁSICOS</p><p>. POTÊNCIA (CV) ' •'•</p><p>BrTOLA DOS CABOS E BARRAMENTOS DE INTERLIGAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS EM (mm),</p><p>CIRCUITO DE FORÇA (RAMAIS) DIAGRAMA</p><p>UNIFILAR</p><p>220V 3B0V 440V R1.R2.R10 R3.R4 R5 R8 R7.R8 R9 R11</p><p>DIAGRAMA</p><p>UNIFILAR</p><p>S-10 7.5-20 7.5-25 2 5 2 5</p><p>CONEXÃO</p><p>DIRETA 123-15 25 30 4 2.5 2.5 4</p><p>CONEXÃO</p><p>DIRETA</p><p>20 30 40 6 6</p><p>DIRETA</p><p>25 40-50 50-60</p><p>10</p><p>4 4</p><p>30</p><p>10</p><p>5 6</p><p>GA 67-1</p><p>60 75</p><p>10</p><p>GA 67-1</p><p>40 16</p><p>10</p><p>10</p><p>75</p><p>25</p><p>10</p><p>GA 207-1 FIGURA 9.3.</p><p>50 100</p><p>25</p><p>60 10Q 125 35 16 ' 1 2 X 2 GA 207-2</p><p>125 150</p><p>50 25</p><p>75</p><p>50</p><p>2 5</p><p>25</p><p>150 175</p><p>70</p><p>2 5</p><p>35</p><p>175 200</p><p>70 35</p><p>GA 207-3</p><p>100 200</p><p>' 2 0 X 3 5 50</p><p>250</p><p>' 2 0 X 3 5 50</p><p>' 2 0 X 3 5</p><p>125</p><p>70</p><p>' 2 0 X 3 5</p><p>' 2 5 X 5</p><p>150 250 300</p><p>70</p><p>175 300 350</p><p>«5 ' 2 5 X 5 • 4 0 X 5</p><p>200 400 ' 2 5 X 5</p><p>«5 ' 2 5 X 5 • 4 0 X 5</p><p>FIGURA 9.4.</p><p>350 450</p><p>120 - 2 X ( 2 5 X 5 )</p><p>400</p><p>120</p><p>• 2 5 X 5</p><p>- 2 X ( 2 5 X 5 )</p><p>250 450 500</p><p>a 2 X ( 2 S X 5 ) 2X(70)</p><p>• 2 5 X 5</p><p>2 X (25 X 5) • 2 X ( 4 0 X 5 )</p><p>300 500</p><p>a 2 X ( 2 S X 5 ) 2X(70) 2 X (25 X 5) • 2 X ( 4 0 X 5 )</p><p>* BARRAMENTO DE COBRE ELETROLITICO NU OU ESTANHADO (DIMENSÕES EM mm)</p><p>[]F24,25,26 Fl ,2,3.[ ]</p><p>K1cJ>- \</p><p>( B 4 ) F21,22,23</p><p>FT1</p><p>K 2 L > \</p><p>7</p><p>K 3 C > \</p><p>R5)</p><p>M</p><p>RAMAIS</p><p>R1 - LIGAÇÃO</p><p>R2 - LIGAÇÃO</p><p>R3 - LIGAÇÃO</p><p>R4 - LIGAÇÃO</p><p>R5 - LIGAÇÃO</p><p>R6 - LIGAÇÃO</p><p>R7 - LIGAÇÃO</p><p>R8 - LIGAÇÃO</p><p>R9 - LIGAÇÃO</p><p>F1.2.3 F4</p><p>F24.25.26</p><p>U ©</p><p>© ^</p><p>K 1 L > \\</p><p>FT1L</p><p>- E 3 -</p><p>( g ) F21,22,23 r p</p><p>K 3 [ M</p><p>RAMAIS</p><p>R1 - LIGAÇÃO ENTRE F1,2,3 e K1</p><p>R2 - LIGAÇÃO ENTRE F4.5.6 e K2</p><p>R3 - LIGAÇÃO ENTRE K1 e F24.25.26</p><p>R4 - LIGAÇÃO ENTRE K2 e F21 ou F22.23</p><p>R5 - LIGAÇÃO ENTRE K2 E K3</p><p>R6 - LIGAÇÃO ENTRE TERMINAIS DO K3</p><p>R9 - LIGAÇÃO ENTRE K1 e FT1</p><p>R10 - LIGAÇÃO ENTRE F1 e F4, F2 e F5, F3 e F6</p><p>R11 - BARRAMENTO PRINCIPAL DE ENTRADA</p><p>LIGADO NO F1.2.3.</p><p>FIGURA 9.3. FIGURA 9.4.</p><p>NOTAS:</p><p>1) Fiação de comando bitola 1,0 mm2</p><p>2) Barra de Terra 20 x 3,5mm, fio terra 2,5mm2</p><p>3) Os cabos e barramentos de interligação entre os</p><p>componentes estão dimensionados p/serem ligados conforme</p><p>Indicado nos ramais.</p><p>4) GA - Garras de acoplamento entre contator e relê WEG</p><p>90</p><p>9.10. TABELA PRÁTICA DE CABOS E</p><p>BARRAMENTOS PARA CHAVES</p><p>COMPENSADORAS.</p><p>TABELA 9.14.</p><p>, MOTORES TRIFÁSICOS POTÊNCIA (CV) BITOLA OOS CABOS OE INTERLIGAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS EM (mm).</p><p>CIRCUITO DE FORÇA (RAMAIS)</p><p>200V 380V 440V RI R2.R7 R3.R4 R5 R6 R8 R9</p><p>7.5-10 75-125 2 5 2.5 2.5</p><p>7 5 12.5 15</p><p>2.5</p><p>15</p><p>4</p><p>2.5</p><p>4 4</p><p>10 20 6</p><p>20 6</p><p>25</p><p>4</p><p>12.5 25</p><p>4 6</p><p>2.5 2.5 •12x2 30 10 2.5 2.5 •12x2</p><p>15 30 6</p><p>40 10</p><p>20 16</p><p>10 •20x3.5</p><p>«*•. 40</p><p>10</p><p>25 50</p><p>25</p><p>16</p><p>50</p><p>25</p><p>60</p><p>16</p><p>30</p><p>16</p><p>2 5</p><p>25 4 4</p><p>60 75</p><p>2 5</p><p>•20x3.5 40 75</p><p>•20x35</p><p>25 35</p><p>6 8</p><p>•20x3.5</p><p>50</p><p>•20x35</p><p>35 50</p><p>6 8</p><p>100</p><p>35 50</p><p>60 100 10</p><p>125 50 70</p><p>125</p><p>75 150</p><p>70 95 •12x2</p><p>16</p><p>150 175</p><p>70 95 •12x2</p><p>100 •25x5</p><p>95 120</p><p>•25x5</p><p>175 200</p><p>95 120</p><p>25 200</p><p>120</p><p>150</p><p>25</p><p>125 250</p><p>120</p><p>165</p><p>150 250 300 150 2 X 7 0 35</p><p>300 •40X5 165</p><p>2 X 9 5</p><p>•20x35</p><p>50</p><p>•40x5</p><p>175 350 2x70</p><p>2 X 9 5 50</p><p>* BARRAMENTO DE COBRE ELETROLÍTICO NU OU</p><p>ESTANHADO (DIMENSÕES EM mm).</p><p>F24,25,26[]</p><p>K2Cj></p><p>K3Cj>A</p><p>F1,2,3[]</p><p>fà) F21,22,23</p><p>W C Z )</p><p>K1</p><p>FT1L</p><p>RAMAIS</p><p>R1 - LIGAÇÃO ENTRE F1,2,3 e K1</p><p>R2 - LIGAÇÃO ENTRE K1 e K2</p><p>R3 - LIGAÇÃO ENTRE K2 e F24.25.26</p><p>R4 - LIGAÇÃO ENTRE K1 e F21 ou F22.23</p><p>R5 - LIGAÇÃO ENTRE K1 e T1</p><p>R6 - LIGAÇÃO ENTRE TERMINAIS DE K3</p><p>R7 - LIGAÇÃO ENTRE K2 e T1</p><p>R8 - LIGAÇÃO ENTRE K3 e T1</p><p>R9 - LIGAÇÃO ENTRE K1 e FT1</p><p>FIGURA 9.5.</p><p>91</p><p>9.11. TABELA PRATICA DE CABOS E</p><p>BARRAMENTOS PARA CHAVES</p><p>ESTRELA-SÉRIE PARALELA.</p><p>POTÊNCIA (CV)</p><p>MOTORES</p><p>TRIFÁSICOS</p><p>BITOLA DOS CABOS E BARRAMENTOS DE INTERLIGAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS EM (mm).</p><p>CIRCUITO DE FORÇA (RAMAIS)</p><p>DIAGRAMA</p><p>UNIFILAR</p><p>3S0V R1.R2 RS.R9 R3.R4 RS.RS R7 RIO R11</p><p>10</p><p>15</p><p>2.6 2.5</p><p>20</p><p>2.6</p><p>CONEXÃO</p><p>2.5</p><p>25 DIRETA 2 5</p><p>30 4.0 4.0</p><p>40 6.0 6.0</p><p>U F - 1</p><p>50</p><p>10.0 GA</p><p>67.1</p><p>U F - 1</p><p>60</p><p>10.0 GA</p><p>67.1</p><p>4.0 • 1 2 X 2</p><p>75 16.0</p><p>GA</p><p>67.1</p><p>2.5 6.0</p><p>100 25.0 GA 10.0</p><p>125 35.0 207-2</p><p>16.0</p><p>150 50.0</p><p>16.0</p><p>• 2 0 X 3 . 5</p><p>175</p><p>70.0</p><p>GA</p><p>207-3 25.0 • 2 5 X 5</p><p>200</p><p>70.0</p><p>GA</p><p>207-3 25.0 • 2 5 X 5</p><p>250 GA 35.0</p><p>• 4 0 X 5</p><p>• 2 5 X 5 U F - 2</p><p>300 • 2 5 X 5 207-4 50.0 • 2 5 X 5</p><p>• 4 0 X 5</p><p>350 BARRA COBRE 70.0 • 2 X 2 5 X 5</p><p>* BARRAMENTO DE COBRE ELETROLITICO NU OU</p><p>ESTANHADO (DIMENSÕES EM mm).</p><p>RAMAIS</p><p>R1 - LIGAÇÃO E N T R E F1.2.3 e K1</p><p>RZ - LIGAÇÃO E N T R E F1,2,3 e K2</p><p>R3 - LIGAÇÃO E N T R E K l e F24.25.26</p><p>R4 - LIGAÇÃO E N T R E K2 e F21. ou F22.23</p><p>R 5 - LIGAÇÃO E N T R E K2 e 2FT1</p><p>R6 - LIGAÇÃO E N T R E 2FT1 e K4</p><p>R7 - LIGAÇÃO E N T H E TERMINAIS K3</p><p>RB - LIGAÇÃO E N T R E K4 e K3</p><p>R9 - LIGAÇÃO E N T R E K1 e 1FT1</p><p>F 1.2.3 []</p><p>K l C j > -</p><p>R2</p><p>K2 O-</p><p>F24.25.26</p><p>. F21.22.23</p><p>E 3 —</p><p>{Mj l ( R 5 )</p><p>I F T i r 2 F T 1 ( R 6 )</p><p>M</p><p>T</p><p>RAMAIS</p><p>R1 - UGAÇÃO E N T R E F1.2.3 e K1</p><p>R2 - LIGAÇÃO E N T R E F4.5.6 e K2</p><p>R3 - LIGAÇÃO E N T R E K1 e F24,25,26</p><p>R4 - UGAÇÃO E N T R E K2 e F21 ou F22.23</p><p>H5 - LIGAÇÃO E N T R E K2 e 2FT1</p><p>R6 - LIGAÇÃO E N T R E 2FT1 e K4</p><p>R7 • LIGAÇÃO E N T R E TERMINAIS K3</p><p>RB -LIGAÇÃO E N T R E K4 e K3</p><p>R9 - LIGAÇÃO E N T R E K1 e 1FT1</p><p>R10</p><p>R11</p><p>• B A R R A M E N T O PRINCIPAL D E E N T R A D A</p><p>LIGADO NO F 1.2.3</p><p>• LIGAÇÃO E N T R E F1 e F4. F 2 e F 5 . F 3 e F6</p><p>FIGURA 9.6.</p><p>NOTAS:</p><p>1) Fiação de comando bitola 1,0 mm'</p><p>2) Barra de Terra 20 x 3,5mm, fio terra 2,5mm!!</p><p>3) Os cabos e barramentos de interligação entre os</p><p>componentes estão dimensionados p/serem ligados conforme</p><p>indicado nos ramais.</p><p>4) GA - Garras de acoplamento entre contator e relê WEG</p><p>FIGURA 9.7.</p><p>92</p><p>10. CORREÇÃO 0 0</p><p>FATOR DE POTENCIA (COSO)</p><p>10.1. INTRODUÇÃO.</p><p>As instalações elétricas industriais, em quase sua</p><p>totalidade, são projetadas para acionar motores de</p><p>indução trifásicos, através de baixa tensão fornecida por</p><p>um transformador.</p><p>Tanto os motores como os transformadores não</p><p>absorvem somente potência ativa (que no caso de</p><p>motores se converte em trabalho mecânico), mas</p><p>também potência reativa necessária para a magnetização</p><p>e que não produz trabalho, mas é a que vai dar condições</p><p>de funcionamento aos motores ou transformadores.</p><p>10.2. POTÊNCIAS ATIVA, REATIVA E APARENTE.</p><p>As correntes ativa e reativa indutiva correspondem às</p><p>potências atjya P e reativa indutiva Q. A soma destas</p><p>duas potências se faz de forma geométrica ou vetorial,</p><p>em virtude delas se relacionarem através de um ângulo</p><p>dedefasamento existente entre tensão e corrente, para</p><p>os circuitos indutivos.</p><p>4Q</p><p>S = P + Q</p><p>S = V P 2 + Q 2</p><p>S=Potência aparente (kVA)</p><p>P=Potência ativa (kW)</p><p>Q=Potência reativa (kVAr)</p><p>FIGURA 10.1.</p><p>10.3. F A T O R DE POTÊNCIA.</p><p>A relação entre potência aparente e potência ativa é</p><p>dada pelo cosseno</p><p>do ângulo 0 e denomina-se fator</p><p>da potência (f.p.).</p><p>. . „ P Potência ativa</p><p>Fator de potência=cos.0 = -5—==r—z—:</p><p>r S Potência aparente</p><p>Quanto maior for a energia reativa consumida para um</p><p>mesmo consumo de energia ativa, menor será o (f.p.)</p><p>A corrente magnetizante circula pelos enrolamentos, ou</p><p>indutâncias, dos motores ou transformadores e recebe</p><p>também os nomes de corrente indutiva e reativa indutiva.</p><p>Ela não é absorvida mas sim armazenada em forma de</p><p>energia reativa nos enrolamentos durante a fase do</p><p>crescimento da onda senoidal.</p><p>A partir do momento em que é invertida a polaridade da</p><p>fonte, esta energia reativa é devolvida ao gerador.</p><p>10.4. PERDAS DEVIDO À CORRENTE REATIVA.</p><p>São basicamente três as condições desfavoráveis</p><p>apresentadas pelas correntes reativas, no circuito e/ou</p><p>sistema em que circulam:</p><p>1. A corrente reativa indutiva sobrecarrega</p><p>os geradores, cabos de transmissão e os</p><p>transformadores. Como estes equipamentos</p><p>são especificados em termos de potência</p><p>aparente, em lugar de potência ativa, nota-</p><p>se que, quanto mais alta for a componente</p><p>reativa, maior será o custo total de instalação.</p><p>Portanto o investimento para suprir uma</p><p>dada quantidade útil de potência ativa é</p><p>inversamente proporcional ao fator potência.</p><p>2. Um fator de potência baixo significa também</p><p>mais corrente e maiores perdas no cobre dos</p><p>equipamentos de geração e transmissão.</p><p>3. Aumenta a queda de tensão e as perdas de</p><p>potência ao longo do circuito.</p><p>10.5. COMPENSAÇÃO.</p><p>Para eliminar os efeitos da corrente reativa indutiva, são</p><p>instalados capacitores em paralelo com as cargas.</p><p>Quando os capacitores estão em operação num sistema</p><p>eles produzem kVAr fornecendo corrente magnetizante</p><p>para os motores, transf oimadores, etc., reduzindo assim</p><p>a corrente da fonte. Menos corrente significa menos</p><p>kVA ou carga nos transformadores alimentadores ou</p><p>circuitos de distribuição.</p><p>Isto quer dizer que capacitores são utilizados para</p><p>reduzir a sobrecarga existente na instalação, ou, caso</p><p>não houver sobrecarga, permitir a ligação de cargas</p><p>adicionais.</p><p>Os principais benefícios resultantes do emprego de</p><p>capacitores nos sistemas de fornecimento de energia</p><p>elétrica, na geração, na transmissão ou na distruibuição,</p><p>são:</p><p>— Redução das perdas, associada com o</p><p>fornecimento de energia reativa no ponto de</p><p>utilização.</p><p>— Redução do investimento necessário em</p><p>equipamentos para a entrega de energia nos</p><p>locais de utilização, através de:</p><p>1 .Redução na corrente, para a mesma</p><p>carga kW;</p><p>2. Redução na capacidade em kVA dos</p><p>equipamentos necessários, para os mesmos</p><p>kW;</p><p>3. Redução na queda de tensão, para a</p><p>mesma carga kW;</p><p>4. Controle das tensões de chegada, se for</p><p>possível variar a potência em capacitores</p><p>ligados.</p><p>10.6. CAPACITORES INSTALADOS EM INDÚSTRIAS.</p><p>— Corrigem o fator de potência, com substanciais</p><p>vantagens económicas, em vista das pesadas</p><p>sobretaxas impostas pela tarifa das</p><p>companhias concessionárias, por força da lei;</p><p>— Liberam capacidade nas fontes supridoras,</p><p>seja transformador ou gerador próprio,</p><p>permitindo ligação de novas cargas sem</p><p>acréscimo de kVA, nos circuitos alimentadores</p><p>e distribuidores;</p><p>— Diminuem as perdas na instalação;</p><p>— Aliviam o equipamento de manobra e proteção,</p><p>quando ligados diretamente à carga a corrigir,</p><p>como é o caso dos capacitores ligados junto</p><p>a motores.</p><p>Os benéficos efeitos dos capacitores-derivação se fazem</p><p>sentir em todo o equipamento elétrico e circuitos, situados</p><p>do lado da fonte supridora, a partir do ponto onde forem</p><p>instalados.</p><p>A potência reativa não é medida quando no sistema são</p><p>utilizados apenas medidores de potência ativa. Então,</p><p>93</p><p>para o caso da potência reativa ter um valor alto e em</p><p>consequência um cos.0 baixo, as concessionárias de</p><p>energia elétrica estão autorizadas por decreto federal a</p><p>cobrar sobretaxas quando este cos.0 for menor que</p><p>0,85.</p><p>O custo total do fornecimento será calculado por:</p><p>Fornecimento _ 0.85 cos.0 abaixo de 0,85</p><p>10.7. DETERMINAÇÃO DO C O S 0 .</p><p>Muitas vezes se desconhece o fator de potência de uma</p><p>instalação ou quadro de força e não se tem instrumentos</p><p>necessários para sua determinação.</p><p>Assim, paracalcular-se, de forma aproximada, pode ser</p><p>utilizado o seguinte recurso:</p><p>COS.0 Somatória do f.p.</p><p>~ n 8 de motores</p><p>Exemplo:</p><p>Calcular o f.p. de um quadro com os seguintes motores</p><p>de indução:</p><p>3 de 10CV ; 1 de 15CV ; e 1 de 30CV</p><p>NUU.HOT. X CV X 1-p. f.p. TOTAL</p><p>3 X 10 X 0.82 3x0.82</p><p>1 X 15 X 0.83 1x0.83</p><p>1 X 30 X 0.86 1 X 0.86</p><p>5 (ri* do motoros) 4,15 (Somatória Ip.)</p><p>f.p. aproximado será = 4,15 / 5 = 0,83</p><p>O fator de potência calculado e específico para este</p><p>quadro e para que a correção possa ser efetuada de</p><p>forma s imul tânea, esses motores terão que</p><p>obrigatoriamente entrar e sair de operação mais ou</p><p>menos no mesmo instante, caso contrário, a correção</p><p>teria que ser específica para cada motor, ou através de</p><p>um banco automático de capacitores.</p><p>Convém lembrar que o ideal seria que o capacitor</p><p>estivesse junto a cada equipamento, porém isso muitas</p><p>vezes é antieconômico e difícil de realizar. Assim sendo,</p><p>o local ideal só pode ser determinado após verificar</p><p>algumas alternativas com seus respectivos custos.</p><p>10.8. DIMENSIONAMENTO DO CAPACITOR</p><p>PARA CORREÇÃODO COSO.</p><p>A tabela abaixo apresenta os coeficientes pelos quais</p><p>devem ser multiplicados os kW da instalação, para se</p><p>determinar a potência capacitiva necessária para a</p><p>correção.</p><p>I.p. EXISTENTE</p><p>c o s . 0 '</p><p>FATOR DE POTENCIA DESEJADA Co±B'</p><p>0.70 0.75 050 055 0.90 0.95 1.00 ,</p><p>020 1358 4.02 4.15 428 4.42 4.57 4.90</p><p>OX 2.16 220 2.43 256 2.70 2.85 3.16</p><p>0.40 127 1.41 154 1.67 1.B1 1.96 229</p><p>0.45 0.96 1.10 123 1.38 1.50 1.66 1.88</p><p>050 0.71 055 0.98 1.11 125 • 1.40 1.73</p><p>0.55 0.50 0.64 0.77 0.90 1.03 1.19 152</p><p>0.60 0.31 0.45 0.58 0.71 0.85 1.00 153</p><p>0.65 0.15 029 0.42 055 0.69 0.84 1.17</p><p>0.70 - 0.14 027 0.40 0.54 0.69 1.02</p><p>0.72 0.06 021 0.34 0.49 0.64 0.96</p><p>0.74 0.03 0.16 029 0.43 0.58 0.91</p><p>0.76 - 0.11 024 057 053 0.66</p><p>0.78 - 0.05 0.18 0.32 0.47 0.80</p><p>0.80 - 0.13 027 0.42 0.75</p><p>0.82 - 0.08 021 0.37 0.70</p><p>0.84 - - 0.03 0.16 0.32 0.65</p><p>0.66 - - 0.11 026 0.59</p><p>0.88 - - - 0.06 021 0.54</p><p>0.90 - - 0.16 0.48</p><p>0.92 - - 0.10 0.43</p><p>0.94 - 0.04 0.36</p><p>TABELA 10.1.</p><p>EXEMPLO</p><p>Fator de potência existente, cos0,</p><p>Fator de potência desejada, cos0 2</p><p>Coeficiente da tabela</p><p>Potência real da carga em kW</p><p>Potência capacitiva</p><p>necessária em kVAr</p><p>=> = 0,76</p><p>= 0,90</p><p>=> = 0,37</p><p>=*= 140</p><p>=* = 140x0,37</p><p>=>=51,8</p><p>Instalam-se, p.ex., 3 unidades de 20 kVAr, num total de</p><p>60 kVAr.</p><p>LEMBRETE</p><p>1CV = 0,736 kW</p><p>1HP = 0,746 kW</p><p>10.9. PROTEÇÃO DOS C A P A C I T O R E S</p><p>(PRESCRIÇÃO DO NEC) .</p><p>Todo condutor não ligado à terra do alimentador do</p><p>capacitor, deverá ser protegido por fusível ou disjuntor,</p><p>de modo que a capacidade do fusível ou regfllagem do</p><p>disjuntor, em condições médias, fique entre 165 e 200%</p><p>da corrente do capacitor, ou seja</p><p>I (proteção do capacitor) = (1,65 a 2,0).In</p><p>10.9.1. Chave separadora (disjuntor ou chave</p><p>seccionadora ou contator):</p><p>A capacidade de condução das chaves separadoras</p><p>deve ser no mínimo 135% a corrente nominal do capaci</p><p>tor ou banco, não sendo obrigatória a interrupção</p><p>simultânea de todos os condutores:</p><p>94</p><p>I (chave separadora) > 1,35 . In</p><p>Quando o capacitor for conjugado a um motor, o</p><p>dispositivo de desligamento do motor deve desligar o</p><p>capacitor, dispensando-se a chave separadora.</p><p>10.9.2. Dispositivos de descarga:</p><p>Os capacitores devem ser providos de meios de descarga</p><p>elétrica, que devem ser aplicados tão logo o capacitor</p><p>seja desligado da fonte de alimentação. Há meios de</p><p>descarga que ficam, permanentemente ligados ao ca</p><p>pacitor.</p><p>10.9.3. Ligação à terra:</p><p>Os capacitores devem ter obrigatoriamente suas</p><p>carcaças ligadas à terra, por segurança. .</p><p>10.10. LIMITAÇÃO NO E M P R E G O D E</p><p>C A P A C I T O R E S .</p><p>Quando o capacitor estiver instalado junto ao motor,</p><p>algumas limitações são impostas em virtude do</p><p>surgimento de sobretensões e de efeitos transitórios.</p><p>A tabela a seguir fornece as capacidades máximas a</p><p>serem utilizadas na instalação de capacitores.</p><p>NORMA ABNT/NB-3</p><p>Esta tabela indica a potência capacitiva máxima a</p><p>empregar quando o conjunto motor-capacitor é</p><p>manobrado como uma única unidade (dados típicos</p><p>para motores de indução trifásicos com rotor em curto-</p><p>circuito, 60 Hz, de corrente e momento de partida</p><p>normais, de tipo aberto ou semi-fechado).</p><p>TABELA 10.2.</p><p>b) motores para 50 Hz, operando em redes de</p><p>50Hz:</p><p>POTENCIA</p><p>DO MOTOR</p><p>VELOCIDADE SÍNCRONA DO MOTOR EM ROTAÇÕES P/MINuTO</p><p>(CV) 3.600 kVAr 1500 KVAr UOOkVAr 900 kVAr 720kVAr 600 WAr</p><p>5 2 2 2 3 4 4 5</p><p>7 5 2.5 2 5 3 4 5.5 8</p><p>10 3 3 3.5 5 6 5 7 5</p><p>. 15 4 4 5 6.5 6 9 5</p><p>20 5 5 6.5 7.5 9 12</p><p>29 6 6 7 5 9 11 14</p><p>30 '7 7 9 10 12 16</p><p>40 9 9 11 12 15 20</p><p>50 12 11 13 15 19 24</p><p>60 14 14 15 16 22 27</p><p>75 17 16 16 21 26 325</p><p>100 22 21 25 27 325 40</p><p>125 27 26 30 32.5 40 47.5</p><p>150 32.5 30 35 37.5 47.5 52.5</p><p>200 40 37.5 42.5 47.5 60 65</p><p>250 50 45 52.5 57.5 70 77.5</p><p>300 57.5 52.5 60 65 80 B75</p><p>400 70 65 75 85 95 105</p><p>500 77.5 72.5 82.5 97.5 1075 115</p><p>kVAr = kVAr da tabela x 1,10</p><p>10.11. E S Q U E M A DE LIGAÇÕES D E</p><p>C A P A C I T O R E S COM M O T O R E S D E</p><p>INDUÇÃO FORMANDO UMA UNIDADE</p><p>LINHA</p><p>CHAVE l«A CHAVE I</p><p>FUSÍVEL ( ] FUSÍVEL [ ]</p><p>I CONTATOR J " 1 -</p><p>CONTATOR L^3--\> A CAPACITOR</p><p>FIGURA 10.2.</p><p>10.12. INSTALAÇÕES D E C A P A C I T O R E S .</p><p>Normalmente a instalação de capacitores ocorre sob a</p><p>forma de "bancos", pois isto traz uma série de benefícios</p><p>tanto do lado económico, como lay-out e facilidade</p><p>mecânica na instalação. Em instalações trifásicas estes</p><p>bancos podem estar ligados em estrela ou triângulo e</p><p>em série ou paralelo.</p><p>J</p><p>ESTRELA \</p><p>EM SÉRIE ^</p><p>TRIÂNGULO</p><p>EM SÉRIE</p><p>ESTRELA \</p><p>EM PARALELO</p><p>TRIÂNGULO</p><p>EM PARALELO</p><p>FIGURA 10.3. ESQUEMA DE LIGAÇÃO</p><p>LEMBRETE:</p><p>kVAr= Potência capacitiva máxima a empregar</p><p>em quilovolt-ampère reativos, para obter</p><p>um fator de potência, em plena carga</p><p>compreendido entre 95 e 98%.</p><p>1. Para motores de indução com enrolamento no rotor,</p><p>tipo aberto, 60 Hz, corrente e momento de partida</p><p>normais:</p><p>kVAr = kVArda tabela x 1,10</p><p>- Nas ligações em paralelo as capacitâncias se</p><p>somam:</p><p>C = C1 + C2 + C3 +....</p><p>- Nas ligações série temos:</p><p>1 . 1 . 1 +</p><p>C ~ C 1 C2</p><p>1</p><p>C3</p><p>10.13. V A L O R MÁXIMO DO f.p. (COSO) .</p><p>2. Para operação em redes de 50 Hz, pode-se tomar:</p><p>a) motores para 60 Hz, operando com redes de 50</p><p>Hz:</p><p>kVAr = kVAr da tabela x 1,30</p><p>95</p><p>Finalmente, há que se formular uma pergunta que é</p><p>difícil de ser respondida:</p><p>QUAL O VALOR MÁXIMO A SER ATINGIDO PELA</p><p>CORREÇÃO DO f.p. ?</p><p>O valor mínimo do cos0 sem multa é 0,85. Assim,</p><p>qualquer correção que se pretenda fazer acima desse</p><p>valor, dependerá da disponibilidade de carga que se</p><p>pretenda obter, da necessidade de investimento futuro</p><p>em expansão. E porque não dizer, da disponibilidade de</p><p>caixa no momento da instalação. Assim, somente um</p><p>estudo envolvendo todas estas variáveis é que</p><p>determinará o valor ideal a ser adotado.</p><p>10.14. COMENTÁRIOS.</p><p>Neste manual tentou-se abordar o problema do fator de</p><p>potência como um assunto que merece ser considerado</p><p>com seriedade em toda a instalação industrial. Contudo,</p><p>o assunto não é esgotado aqui e sim são dadas noções</p><p>básicas e algumas indicações/orientações a respeito do</p><p>dimensionamento de bancos capacitivos para sua</p><p>correção.</p><p>Recomenda-se que cada caso seja analisado</p><p>separadamente e aqueles que exigirem maior atenção</p><p>sejam consultados especialistas e/ou bibliografia</p><p>adequada e específica sobre o assunto.</p><p>1 - NOÇÕES FUNDAMENTAIS 1</p><p>1.1. CHAVE DE PARTIDA AUTOMÁTICA 1</p><p>1.1.1. Definição 1</p><p>1.2. IMPORTÂNCIA DA UTILIZAÇÃO 1</p><p>1.3. DEFINIÇÕES DE TERMOS TÉCNICOS</p><p>USUAIS 2</p><p>1.4. SIMBOLOGIA 5</p><p>2. MOTORES ELÉTRICOS 9</p><p>2 .1 . DEFINIÇÃO 9</p><p>2.2. PRINCIPAIS TIPOS 9</p><p>2.2.1. Motores de Corrente Contínua... 9</p><p>2.2.2. Motores de Corrente Alternada .. 9</p><p>2.3. CARACTERÍSTICAS TÍPICAS DO</p><p>MOTOR DE ROTOR GAIOLA 9</p><p>2.3.1. Conjugado 9</p><p>2.3.'fi. Categoria de Conjugado 10</p><p>2.3.3. Tempo de Rotor Bloqueado 10</p><p>2.3.4. Classe de Isolamento 10</p><p>2.3.5. Rotação Nominal 10</p><p>2.3.6. Rotação Síncrona 10</p><p>2.3.7. Regime de Serviço 10</p><p>2.3.8. Fator de Serviço - F.S 10</p><p>2.3.9. Tensão Nominal Múltipla. 10</p><p>2.3.1 OTabelas de Características</p><p>Típicas 12</p><p>2.3.11 .Placas de Identificação:</p><p>Contém as características nominais</p><p>dos motores 13</p><p>3. CARACTERÍSTICAS DOS COMPONENTES</p><p>DA CHAVE DE PARTIDA 14</p><p>3.1. CONTATORES DE FORÇA</p><p>(PRINCIPAIS) 14</p><p>3.1.1. Dimensionamento 14</p><p>3.2. CONTATORES AUXILIARES 18</p><p>3.2.1. Dimensionamento 18</p><p>3.3. RELÉS DE SOBRECARGA 20</p><p>3.3.1 .Dimensionamento 20</p><p>3.3.2. Considerações Importantes 20</p><p>3.3.3. Curvas Características de</p><p>Desarme dos Relés Térmicos de</p><p>Sobrecarga Weg 20</p><p>3.4. FUSÍVEIS DE FORÇA 21</p><p>3.4.1. Classificação 21</p><p>3.4.2. Curvas Características de</p><p>Fusíveis 23</p><p>3.4.3. Dimensionamento 23</p><p>3.5. FUSÍVEIS DE COMANDO 24</p><p>3.5.1 .Dimensionamento 24</p><p>3.6. TRANSFORMADOR DE COMANDO 26</p><p>3.6.1. Formas de Instalação 27</p><p>3.6.2. Dimensionamento 27</p><p>3.7. AUTO TRANSFORMADORES</p><p>DE PARTIDA 29</p><p>3.7.1. Dimensionamento 29</p><p>3.8. PROTETORES TÉRMICOS (SONDAS</p><p>TÉRMICAS) PARA MOTORES</p><p>ELÉTRICOS 30</p><p>3.8.1. Termostatos 30</p><p>3.8.2. Termistores - PTC 30</p><p>3.8.3. Termoresistência 31</p><p>3.8.4. Protetores Bimetálicos de Disco .... 31</p><p>3.9. RELÉS DE TEMPO 32</p><p>3.9.1 .Relés de Tempo com Retardo na</p><p>Energização (RTW...E) 32</p><p>3.9.2. Relés de Tempo com Retardo na</p><p>Desenergização (RTW...D) 32</p><p>3.9.3. Reló de Tempo Estrela-Triângulo</p><p>(RTW...Y) 33</p><p>3.10. RELÉ DE SEQUÊNCIA DA FASE(RSW)... 34</p><p>3.11 .RELÊ DE PROTEÇÃO PTC (RPW-PTC) .. 35</p><p>3.12. RELÉS FALTA DE FASE 36</p><p>3.12.1 .Com Neutro na Instalação 36</p><p>3.12.2. Sem Neutro na Instalação 36</p><p>3.13. RELÉ DE MÍNIMA E MÁXIMA TENSÃO ... 37</p><p>3.14. CONTROLADORES DE NÍVEL 37</p><p>3.14.1 .Controladores de Nível</p><p>Mecânicos ("Chave Bóia") 37</p><p>3.14.2.Controladores de Nível Eletrônicos37</p><p>3.15.CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES</p><p>SOBRE RELÉS ELETRÔNICOS 38</p><p>3.16. TRANSFORMADORES DE CORRENTE</p><p>(TC) ......39</p><p>4. ESCOLHA DO TIPO DE CHAVE</p><p>DE PARTIDA 39</p><p>4.1. PARTIDA DIRETA 39</p><p>4.2. PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO 40</p><p>4.2.1 .Sequência Operacional (Com</p><p>Relê de Tempo Estrela-Triângulo).. 42</p><p>4.3. PARTIDA COMPENSADORA 42</p><p>4.4. PARTIDA SÉRIE PARALELO 43</p><p>4.5COMPARATIVO ESTRELA-TRIÂNGULO</p><p>- X COMPENSADORA 45</p><p>4.6. ESCOLHA DA CHAVE EM FUNÇÃO</p><p>DO MOTOR E DA REDE 46</p><p>4.7. ESCOLHA DA CHAVE EM FUNÇÃO DA</p><p>CARGA 46</p><p>5 - DIMENSIONAMENTO DOS COMPONENTES</p><p>BÁSICOS DA CHAVE 47</p><p>5.1 .CHAVE DE PARTIDA DIRETA 47</p><p>5.1.1 .Corrente no Trecho 47</p><p>5.1.2. Roteiro de Cálculo 47</p><p>5.1.3. Diagrama Padrão Weg 49</p><p>5.1.4. Tabela Prática de Escolha de</p><p>Componentes - Padrão Weg 49</p><p>5.2.CHAVE DE PARTIDA</p><p>ESTRELA-TRIÂNGULO 50</p><p>5.2.1. Correntes nos Trechos 50</p><p>5.2.2. Roteiro de Cálculo 51</p><p>5.2.3. Diagrama Padrão Weg 52</p><p>5.2.4. Tabela Prática de Escolha de</p><p>Componentes Padrão Weg 54</p><p>5.2.5. CHAVE DE PARTIDA</p><p>COMPENSADORA 58</p><p>5.3.1. Correntes nos Trechos 58</p><p>5.3.2. Roteiro de Cálculo 58</p><p>5.3.3. Diagrama Padrão Weg 60</p><p>5.3.4. Tabela Prática de Escolha de</p><p>Componentes Padrão Weg 61</p><p>5.3.5. Leiautes Padrão Weg 62</p><p>"9T</p><p>5.4. CHAVE DE PARTIDA ESTRELA</p><p>SÉRIE PARALELA 65</p><p>5.4.1. Corrente nos Trechos 65</p><p>5.4.2. Roteiro de Cálculo 66</p><p>5.4.3. Diagrama Padrão Weg 67</p><p>5.4.4. Tabela Prática de Escolha de</p><p>Componentes Padrão Weg 69</p><p>5.4.5. Leiautes Padrão Weg 70</p><p>5.5. EQUIPAMENTOS OPCIONAIS 74</p><p>6 - DIAGRAMA DE CHAVES ESPECIAIS 75</p><p>6.1. REVERSÃO DIRETA 75</p><p>6.2. PARTIDA DIRETA COM FRENAGEM 76</p><p>6.3. COMANDO POR BOTÃO FIM DE CURSO 76</p><p>6.4. COMANDO POR PRESSOSTATO 77</p><p>6.5. PROTEÇÃO TÉRMICA POR TERMISTOR 77</p><p>6.6. MOTOR DE DUAS ROTAÇÕES COM</p><p>DOIS ENROLAMENTOS SEPARADOS 78</p><p>6.7. MOTOR DAHLANDER 78</p><p>6.8. ESTRELA-TRIÂNGULO COM REVERSÃO 78</p><p>6.9. PARTIDA COMPENSADORA COM</p><p>APENAS UM AUTO TRANSFORMADOR ..79</p><p>7. CONDIÇÕES DE SERVIÇOS DE CHAVES 80</p><p>7.1. QUEDA DE TENSÃO 80</p><p>7.1.1. Circuitos alimentadores de</p><p>motores elétrícos 80</p><p>7.1.2. Motores de Indução 80</p><p>7.1.3. Circuitos de Comando 80</p><p>7.1.4. Componentes de Comando 80</p><p>7.1.5. Principais causadores de</p><p>queda de</p><p>tensão 80</p><p>7.2. LIMITES DE TEMPERATURA 81</p><p>7.3. LIMITES DE ALTITUDE 81</p><p>7.4. POSIÇÃO DE MONTAGEM 81</p><p>7.5. VIBRAÇÕES 81</p><p>7.6. GRAUS DE PROTEÇÃO 81</p><p>7.7. DISTÂNCIAS MÍNIMAS ENTRE</p><p>COMPONENTES 81</p><p>8. INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO</p><p>DE CHAVES 82</p><p>8.1. TRANSPORTE 82</p><p>8.2. ARMAZENAGEM E LONGAS PARADAS</p><p>DE CHAVES (EXEMPLO: IRRIGAÇÃO) 82</p><p>8.3. RECOMENDAÇÕES PARA PRIMEIRA</p><p>PARTIDA DE MOTORES 82</p><p>8.4. ATERRAMENTO 82</p><p>8.5. CONEXÕES ELÉTRICAS 82</p><p>8.6. MANUTENÇÃO EM CHAVES</p><p>DE PARTIDA 82</p><p>8.6.1. Tipos de Manutenção 82</p><p>8.7. SUBSTITUIÇÃO DE FUSÍVEIS 83</p><p>8.8. SUBSTITUIÇÃO DE CONTATOS DE</p><p>CONTATORES 83</p><p>8.9. AJUSTES EM RELÉS DE SOBRECARGA</p><p>E DE TEMPO 83</p><p>8.10. PRINCÍPAIS DEFEITOS E</p><p>SUAS CAUSAS 84</p><p>8.10.1 .Em Chaves de Partida 84</p><p>8.10.2.Em Motoreê Eléíricos 84</p><p>9. DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES 85</p><p>9.1. FORMAS DE INSTALAÇÃO</p><p>9.2. CAPACIDADES DE CONDUÇÃO</p><p>DE CORRENTE E QUEDA DE TENSÃO</p><p>UNITÁRIAS 85</p><p>9.3. FATOR DE CORREÇÃO DE</p><p>TEMPERATURA 86</p><p>9.4SEÇÕES MÍNIMAS 87</p><p>9.5. EQUIVALÊNCIA PRÁTICA AWG/MCM</p><p>x SÉRIE MÉTRICA 87</p><p>9.6. DIMENSIONAMENTO DE CABOS PARA</p><p>ALIMENTAÇÃO DE MOTORES 87</p><p>9.6.1 .Alimentação de um motor 87</p><p>9.6.2.Alimentação de vários motores 88</p><p>9.7. DIMENSIONAMENTO DE</p><p>BARRAMENTOS 88</p><p>9.8. DIMENSIONAMENTO DE CABOS PARA</p><p>ALIMENTAÇÃO DE CAPACITORES 89</p><p>9.8.1 .Capacidade de Condução</p><p>de Corrente (lc) 89</p><p>9.8.2.Queda de tensão 89</p><p>9.9. TABELA PRÁTICA DE CABOS E</p><p>BARRAMENTOS PARA CHAVES</p><p>ESTRELA-TRIÂNGULO 89</p><p>9.10. TABELA PRÁTICA DE CABOS PARA</p><p>CHAVES COMPENSADORAS 91</p><p>9.11 .TABELA PRÁTICA DE CABOS PARA</p><p>CHAVES ESTRELA-TRIÂNGULO</p><p>SÉRIE PARALELA 92</p><p>10. CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA</p><p>( C O S 0 ) 93</p><p>10.1 .INTRODUÇÃO 93</p><p>10.2. POTÊNCIAS ATIVA,REATIVA E</p><p>APARENTE 93</p><p>10.3. FATOR DE POTÊNCIA 93</p><p>10.4. PERDAS DEVIDO À CORRENTE</p><p>REATIVA 93</p><p>10.5. COMPENSAÇÃO .....93</p><p>10.6. CAPACITORES INSTALADOS EM</p><p>INDÚSTRIAS 93</p><p>10.7. DETERMINAÇÃO DO COS 0 94</p><p>10.8. DIMENSIONAMENTO DO CAPACITOR</p><p>PARA CORREÇÃO DO COS 0 94</p><p>10.9. PROTEÇÃO DOS CAPACITORES</p><p>(PRESCRIÇÃO DO NEC) 94</p><p>10.9.1 .Chave Separada (Disjuntor ou</p><p>ou Chave de Partida ou Contator). 94</p><p>10.9.2. Dispositivos de descarga 95</p><p>10.9.3. Ligação à Terra 95</p><p>10.10. LIMITAÇÃO NO EMPREGO DE</p><p>CAPACITORES 95</p><p>10.11. ESQUEMA DE LIGAÇÕES DE</p><p>CAPACITORES COM MOTORES DE</p><p>INDUÇÃO FORMANDO UMA UNIDADE . 95</p><p>10.12.INSTALAÇÕES DE CAPACITORES 95</p><p>10.13. VALOR MÁXIMO DO F.P.(COS0) 96</p><p>10.14. COMENTÁRIÕS 96</p><p>98</p><p>Consumida.</p><p>É a potência requerida pelas bobinas de conjuntos</p><p>4</p><p>magnéticos e por motores acionadores. Essa potência</p><p>é indicada em watt (potência ativa) ou em voitampere</p><p>(potência aparente). Em bobinas para acionamento por</p><p>corrente alternada é indicada a potência aparente e o</p><p>cos.0 e, para acionamento por corrente contínua, a</p><p>potência ativa.</p><p>Potência de Retenção:</p><p>Potência permanente de alimentação da bobina de um</p><p>sistema eletromagnético (p.ex., um contator), destinado</p><p>a fornecer o fluxo magnético necessário para manter o</p><p>núcleo móvel atraído pelo fixo. Distinguem-se as</p><p>potências de retenção no fechamento e potência de</p><p>retenção em serviço nominal.</p><p>Proteção de Motor:</p><p>Proteção contra os efeitos de sobrecarga e curto-</p><p>circuito sobre o motor, isto é, proteção da isolação do</p><p>enrolamento contra aquecimentos e esforços</p><p>eletrodinâmicos inadmissíveis, através de :</p><p>. Relés térmicos de sobrecarga;</p><p>. Sondas térmicas;</p><p>.Fusíveis;</p><p>. Disjuntores.</p><p>1.4. SIMBOLOGIA</p><p>A simbologia apresentada a seguir está em conformidade</p><p>com a norma IEC.</p><p>Tensão Nominal:</p><p>Valor eficaz da tensão pelo qual um equipamento é</p><p>designado e ao qual são referidos outros valores nominais</p><p>(TB 19.15/05-020).</p><p>Tensão Nominal de comando:</p><p>É a tensão de valor padrão (geralmente) segundo a qual</p><p>se especificam os equipamentos auxiliares de comando,</p><p>proteção e sinalização.</p><p>1.4. S IMBOLOGIA</p><p>A simbologia apresentada a seguir está em conformi</p><p>dade com a norma IEC.</p><p>cc C O R R E N T E CONTÍNUA</p><p>COMANDO O P E R A D O MANUALMENTE;</p><p>C A S O G E R A L</p><p>CA C O R R E N T E ALTERNADA j — COMANDO ROTATIVO</p><p>3N~60Hz380V</p><p>C O R R E N T E ALTERNADA. 3 F A S E S COM</p><p>NEUTRO. 60Hz, MOV.</p><p>(220V E N T R E CADA F A S E E 0 NEUTRO) 0 — CHAVE DE EMERGÊNCIA</p><p>R E T O R N O AUTOMÁTICO.</p><p>NOTA: O TRIANGULO APONTA A</p><p>DIREÇÃO DO R E T O R N O I r—r — Y COMANDO HIDRÁULICO OU PNEUMÁTICO;</p><p>AÇÁO S IMPLES</p><p>INTERTRAVAMENTO MECÂNICO E N T R E DOIS</p><p>EQUIPAMENTOS</p><p>c > ~ K</p><p>ELEMENTO DE</p><p>COMANDO ELETROMAGNÉTICO</p><p>oiaposmvo oe ENGATE, TRAVADO (PRESO) FT</p><p>COMANDO POR E L E M E N T O TÉRMICO.</p><p>EXEMPLO:RELÉ TÉRMICO, PROTEÇÃO</p><p>TÉRMICA POR S O B R E C O R R E N T E</p><p>DISPOSITIVO D E E N G A T E NA POSIÇÃO L I V R E ;</p><p>I T E R R A . SlMBOLO G E R A L</p><p>5</p><p>1 2</p><p>O •</p><p>1 2</p><p>Q</p><p>Q</p><p>0 ~</p><p>CONDUTOR, G R U P O DE C O N D U T O R E S ,</p><p>LINHA. C A B O . CIRCUITO.NOTA.-QUANOO UMA</p><p>S I M P L E S UNHA R E P R E S E N T A UM G R U P O DE</p><p>C O N D U T O R E S , O NÚMERO DE C O N D U T O R E S</p><p>D E V E S E R INDICADO P O R P E Q U E N O S</p><p>TRAÇOS</p><p>DERIVAÇÃO</p><p>TERMINAL,</p><p>BORNE</p><p>exigências compensam</p><p>o custo mais alto da instalação.</p><p>2.2.2. MOTORES DE CORRENTE ALTERNADA:</p><p>São os mais utilizados, porque toda a distribuição de</p><p>energia elétrica é feita em corrente alternada.</p><p>Os principais tipos são:</p><p>a) Motor Síncrono: funciona com velocidade</p><p>fixa; utilizado somente para grandes potências</p><p>(devido a seu alto custo em tamanhos menores)</p><p>ou quando se necessita de velocidade invariável.</p><p>b) Motor de lndução:Funciona normalmente</p><p>com uma velocidade constante, que varia</p><p>ligeiramente com a carga mecânica aplicada ao</p><p>eixo. Devido a sua grande simplicidade, robustez</p><p>e baixo custo, é o motor mais utilizado de to -</p><p>dos, sendo adequado para quase todos tipos</p><p>de máquinas encontradas na prática. Divide-se</p><p>basicamente em dois tipos, motor de rotor bo</p><p>binado e motor de rotor gaiola, sendo este</p><p>último muito mais empregado.</p><p>2.3. CARACTERÍSTICAS TÍPICAS DO MOTOR</p><p>DE ROTOR GAIOLA.</p><p>Para vencer a inércia e iniciar o movimento acelerando</p><p>até a velocidade nominal, o motor de indução solicita</p><p>uma corrente de seis a nove vezes a nominal.</p><p>À medida em que o motor vai acelerando a corrente vai</p><p>diminuindo e estabiliza no valor nominal (In), quando o</p><p>conjugado motor se igualar ao conjugado da carga,</p><p>conforme figura 2.1.</p><p>n (ROTAÇÃO)</p><p>100% (ROTAÇÃO SÍNCRONA)</p><p>FIGURA 2.1.</p><p>Curva de conjugado X rotação.</p><p>Curvada corrente X rotação.</p><p>Curva do conjugado da carga X rotação.</p><p>Ip - Corrente de partida</p><p>In - Corrente nominal</p><p>Cn - Conjugado nominal</p><p>Ca - Conjugado mínimo</p><p>Cp - Conjugado de partida</p><p>Cm - Conjugado máximo</p><p>I - Corrente</p><p>Para diferentes cargas (venti ladores, bombas,</p><p>trituradores, etc) a forma das curvas características do</p><p>motor permanecem constantes, isto é, a carga não</p><p>influencia no comportamento do motor, exceto pelo</p><p>aumento do tempo de aceleração.</p><p>2.3.1. CONJUGADO:</p><p>O Conjugado (também chamado torque, momento ou</p><p>binário) é a medida do esforço necessário para girar um</p><p>eixo. E sabido, pela experiência prática, que para</p><p>levantar um peso por um processo semelhante ao</p><p>usado em poços de água - verfigura 2.2. - a força F que</p><p>é preciso aplicar à manivela depende do comprimento</p><p>da manivela Quanto maior for a manivela, menor será a</p><p>força necessária.</p><p>Se dobrarmos o tamanho da manivela, a força F</p><p>necessária será diminuída a metade. No exemplo da</p><p>figura 2.2., se o balde pesa 20 kgf e o diâmetro do tambor</p><p>é 20 cm, a corda transmitirá uma força de 20 kgf na</p><p>superfície do tambor, isto é, a 10 cm do centro do eixo.</p><p>Para contrabalançar esta força, precisamos de 10 kgf na</p><p>manivela, se o comprimento a for 20 cm. Se a for o</p><p>dobro, isto é, 40 cm, a força F será a metade, ou seja,</p><p>5kgf.</p><p>9</p><p>Como se vê, para medir o "esforço" necessário para</p><p>fazer girar o eixo não basta definir a força empregada:</p><p>é preciso também dizer a que distância do eixo a força</p><p>é aplicada. O "esforço" é medido pelo conjugado, que é</p><p>o produto F x a, da " força" pela "distância".</p><p>No exemplo citado, o conjugado vale:</p><p>C = 20 kgf x 10 cm = 10 kgf x 20 cm = 5 kgf x 40 cm •</p><p>= 200 cm kgf</p><p>Se medirmos as distâncias em metros, teremos o</p><p>conjugado em mkgf (metro-quilograma-força), que é a</p><p>unidade de medida mais usual.</p><p>C =-20 kgf x 0,1m = 10kgf x 0,2 m= 5kgf x 0,4 m= 2m kgf</p><p>,1</p><p>20 k«(</p><p>FIGURA 2.2.</p><p>2.3.2. CATEGORIA DE CONJUGADO:</p><p>Classificação conforme as características de conjugado</p><p>em relação à velocidade e à corrente de partida. Em</p><p>motores normais usa-se a categoria N (conjugado de</p><p>partida normal, corrente de partida normal, baixo</p><p>escorregamento), para cargas com inércia alta, consultar</p><p>o fabricante.</p><p>2.3.3. TEMPO COM ROTOR BLOQUEADO(S):</p><p>Define-se como o tempo máximo admissível pelo motor</p><p>sob corrente de rotor bloqueado (corrente de partida).</p><p>Na prática, adota-se esse tempo como o tempo de</p><p>partida máximo do motor.</p><p>2.3.4. CLASSE DE ISOLAMENTO:</p><p>Define o limite máximo de temperatura que o enrolamento</p><p>do motor pode suportar continuamente, sem que haja</p><p>redução na sua vida útil.</p><p>As primeiras classes de isolamento e suas respectivas</p><p>temperaturas-limites (conf. ABNT) são:</p><p>A (105 °C);</p><p>E (120°C) ;</p><p>B (130°C) ;</p><p>F (155°C) ;</p><p>H ( 1 8 0 °C).</p><p>2.3.5. ROTAÇÃO NOMINAL:</p><p>Rotação do eixo do motor, quando sob carga nomi</p><p>nal.</p><p>2.3.6. ROTAÇÃO SÍNCRONA (n):</p><p>Rotação do campo girante do motor</p><p>120 x frequência da rede</p><p>número de pólos do motor</p><p>Número de Pólos</p><p>ROTAÇÃO SÍNCRONA (RPM) ,</p><p>Número de Pólos</p><p>60 Hz 50 Hz</p><p>II 3600 3000</p><p>IV 1800 1300</p><p>VI 1200 1000</p><p>VIII 900 750</p><p>TABELA 2.1.</p><p>2.3.7. REGIME DE SERVIÇO:</p><p>Grau de regularidade da carga a que o motor ó submetido.</p><p>- Os motores normais são projetados para regime contínuo</p><p>(S1); para outros regimes consultar o fabricante.</p><p>2.3.8. FATOR DE SERVIÇO - (F.S.):</p><p>• Chama-se fator de serviço (FS) o fator que, aplicado à</p><p>potência nominal, indica a sobrecarga permissível que</p><p>pode ser aplicada continuamente ao motor, sob</p><p>condições especificadas.</p><p>Ex: F.S.= 1,15 - neste caso o motor suporta</p><p>continuamente 15% de sobrecarga acima de sua potência</p><p>nominal.</p><p>Note que se trata de uma capacidade de sobrecarga</p><p>contínua, ou seja, uma reserva de potência que dá ao</p><p>motor uma capacidade de suportar melhor o</p><p>funcionamento em condições desfavoráveis.</p><p>O fator de serviço não deve ser confundido com a</p><p>capacidade de sobrecarga momentânea, durante alguns</p><p>minutos.</p><p>Os motores WEG podem suportar sobrecargas até 60%</p><p>da carga nominal, durante 15 segundos.</p><p>O fator de serviço F.S. = 1,0 significa que o motor não</p><p>foi projetado para funcionar continuamente acima de</p><p>sua potência nominal. Isto, entretanto, não muda a</p><p>capacidade para sobrecargas momentâneas.</p><p>2.3.9. TENSÃO NOMINAL MÚLTIPLA:</p><p>A grande maioria dos motores é fornecida com terminais</p><p>do enrolamento religáveis, de modo a poderem funcionar</p><p>em redes de pelo menos duas tensões diferentes</p><p>(ex.:220V/380V).</p><p>Os principais tipos de religação de terminais de motores.</p><p>10</p><p>para funcionamento em mais de uma tensão são:</p><p>a) Ligação Série- paralelo:</p><p>0 enrolamento de cada fase é dividido em duas</p><p>partes (lembrar que o número de pólos é sempre</p><p>par, de modo que este tipo de ligação é sempre*</p><p>possível). Ligando as duas metades em série,</p><p>cada metade ficará com a metade da tensão de</p><p>fase nominal do motor. Ligando as duas metades</p><p>em paralelo, o motor poderá ser alimentado com</p><p>uma tensão igual à metade da tensão anterior, sem</p><p>que se altere a tensão aplicada a cada bobina.</p><p>Veja os exemplos numérios da figura 2.3.</p><p>Este tipo de ligação exige nove terminais no motor</p><p>e a tensão nominal (dupla) mais comum ó 220V/</p><p>440V,.QU seja, o motor é religado na ligação</p><p>paralelo quando alimentado com 220V e na ligação</p><p>série quando alimentado em 440V.</p><p>A figura mostra a numeração normal dos terminais e</p><p>o esquema da ligação para estes tipos de motores,</p><p>tanto para motores ligados em estrela como em</p><p>triângulo. O mesmo esquema serve para outras duas</p><p>tensões quaisquer, desde que seja o dobro da outra,</p><p>por exemplo 230/460V..</p><p>T</p><p>a</p><p>L, 44QY. ^</p><p>b</p><p>FIGURA 2.3.</p><p>b) Ligação Estrela-Triângulo:</p><p>O enrolamento de cada fase tem as duas</p><p>pontas trazidas para fora do motor. Se ligarmos as</p><p>três fases em triângulo cada fase receberá a</p><p>tensão total da linha, por exemplo (figura 2.4.),</p><p>220 volts. Se ligarmos as três fases em estrela, o</p><p>motor pode ser ligado a uma linha com tensão igual</p><p>a 220 xj3 = 380 volts sem alterar a tensão no</p><p>enrolamento que contínua igual a 220 volts por</p><p>fase.Este tipo de ligação exige seis terminais no</p><p>motor e serve para quaisquer tensões nominais</p><p>duplas, desde que a segunda seja igual à primeira</p><p>multiplicada por -{3.</p><p>Exemplos: 220/380V</p><p>380/660V</p><p>440/760V</p><p>Note-se que uma tensão acima de 600 volts não é</p><p>usual; nos exemplos 380/660 e 440/760, a tensão</p><p>maior declarada serve apenas para indicar que o</p><p>motor pode ser ligado em estrela triângulo, pois</p><p>não existem linhas dessas tensões.</p><p>FIGURA 2.4.</p><p>c) Tripla Tensão Nominal (motor de quatro ten</p><p>sões):</p><p>Podemos combinar os dois casos anteriores:</p><p>o enrolamento de cada fase é dividido em duas</p><p>metades para ligação</p><p>série- paralela. Além disso,</p><p>todos os terminais são acessíveis, para podermos</p><p>ligar as três fases em estrela ou triângulo. Deste</p><p>modo temos quatro combinações possíveis; a</p><p>primeira tensão nominal corresponde à ligação</p><p>triângulo paralela; a segunda, à estrela-paraieta,</p><p>sendo igual a V3vezes a primeira; a terceira</p><p>corresponde à ligação triângulo série, valendo o</p><p>dobro da primeira; a quarta sériecorrespondente</p><p>à ligação estrela série valendo V 3 vezes a terceira,</p><p>mas como esta tensão seria maior que 600 volts,</p><p>é indicada apenas como referência de ligação</p><p>estrela-triângulo.</p><p>Exemplo: 220/380/440/760V</p><p>Este tipo de ligação exige doze terminais e a figu</p><p>ra 2.5. mostra a numeração normal dos terminais</p><p>e o esquema de ligação para as três tensões no</p><p>minais.</p><p>2 / i i « ' ' ^X</p><p>> / r!"!i \</p><p>.3.1 4J0V</p><p>2</p><p>.3.1 4J0V</p><p>MOV 23IV •HOV</p><p>FIGURA 2.5.</p><p>11</p><p>2.3.10. T A B E L A S DE CARACTERÍSTICAS</p><p>TÍPICAS:</p><p>POTÊNCIA CORRENTE NOMINAL(A) Ip/ln</p><p>1*</p><p>FATOR DE SERVIÇO</p><p>\.</p><p>TEMPO COM ROTOR BLOQUEADO (()</p><p>= A QUENTE</p><p>CV kW 220 380 440</p><p>Ip/ln</p><p>1*</p><p>FATOR DE SERVIÇO</p><p>\.</p><p>TEMPO COM ROTOR BLOQUEADO (()</p><p>= A QUENTE</p><p>0.18 0.12 0.90 0.52 0.45 4.8 1.35 11</p><p>0.25 0.18 1.30 0.75 0.65 4.5 0.35 11</p><p>0.33 0.25 1.60 0.92 0.80 52. 0.35 8.0</p><p>0.5 0.37 2.10 121 1.05 4.6 0.25 12</p><p>0.75 0.55 3.00 1.73 1.50 6.0 0.25 6.0</p><p>1 0.75 3.80 2.20 1.90 6.4 1.15 6.0</p><p>1.5 1.10 5.00 2.90 2.50 5.1 1.15 6.0</p><p>2 1.50 6.50 3.75 3.25 6.3 1.15 6.0</p><p>3 2.20 9.00 5.20 4.50 6.8 1.15 6.0</p><p>4 3.00 12.0 6.95 6.00 7.4 1.15 6.0</p><p>5 3.70 15.0 8.65 7.50 7.1 1.15 6.0</p><p>6 4.40 17.0 9.80 8.50 7.9 1.15 6.0</p><p>7.5 5.50 22.0 12.7 11.0 7.7 1.15 6.0</p><p>10 7.50 28.0 16.2 14.0 8.0 1.15 5.0</p><p>12.5 9.20 34.0 19.6 17.0 8.8 1.15 5.0</p><p>15 11.0 40.0 23.0 20.0 8.2 1.15 5.0</p><p>20 15.0 52.0 30.0 26.0 8.3 1.15 6.0</p><p>25 185 62.0 36.0 31.0 8.6 1.15 6.0</p><p>30 22.0 76.0 44.0 38.0 8.0 1.15 6.0</p><p>40 30.0 98.0 56.5 49.0 8.7 1.15 8.0</p><p>50 37.0 120 69.0 60.0 8.7 1.15 8.0</p><p>60 45.0 148 86.0 74.0 7.3 1.00 8.0</p><p>75 55.0 180 104 90.0 7.4 1.00 8.0</p><p>100 75.0 250 144 - 125 8.5 1.00 6.0</p><p>125 90.0 310 179 155 7.3 1.00 12</p><p>150 110 380 220 190 8.0 1.00 11</p><p>175 130 440 254 220 8.0 1.00 11</p><p>200 150 500 269 250 7.2 1.00 15</p><p>250 185 610 352 305 8.0 1.00 13</p><p>300 220 740 427 370 7.0 1.00 20</p><p>350 260 860 496 430 7.0 1.00 18</p><p>400 300 980 566 490 7.0 1.00 21</p><p>450 330 1050 606 525 7.0 1.00 20</p><p>500 370 1220 704 610 7.2 1.00 20</p><p>1* Ip/ln - FATOR MULTIPLICADOR PARA OBTER A CORRENTE</p><p>DE PARTIDA OU CORRENTE COM ROTOR BLOQUEADO.</p><p>T A B E L A 2.2. C A R A C T E R Í S T I C A S D E M O T O R E S</p><p>T R I F Á S I C O S ( V A L O R E S M É D I O S D E</p><p>M O T O R E S W E G , I V P Ó L O S ) .</p><p>12</p><p>"MOTOR BLINDADO"- CARCAÇA ABNT</p><p>POTÊNCIA CORRENTE NOMINAL (A)</p><p>Ip/ln</p><p>FATOR DE</p><p>SERVIÇO</p><p>F.S.</p><p>TEMPO COM ROTOR</p><p>BLOQUEADO(s)</p><p>A QUENTE</p><p>CW kW 110V 220V 440V</p><p>Ip/ln</p><p>FATOR DE</p><p>SERVIÇO</p><p>F.S.</p><p>TEMPO COM ROTOR</p><p>BLOQUEADO(s)</p><p>A QUENTE</p><p>1.0 0.75 11.6 5.8 2.9 8.2 1.15 6</p><p>1.5 1.1 15 7.5 3.75 8.7 1.15 6</p><p>2.0 1.5 19 9.5 4.75 8.7 1.15 6</p><p>3.0 2.2 30 15 7.5 7.2 1.15 6</p><p>4.0 3.0 38 19 9.5 7.1 1.15 6</p><p>5.0 3.7 50 25 12.5 7.5 1.15 6</p><p>7.5 5.5 68 34 17 7.4 1.15 6</p><p>10 7.5 92 46 23 7.6 1.15 6</p><p>12.5 9.2 112 56 28 7.0 1.00 6</p><p>"MOTOR ABERTO"- CARCAÇA NEMA</p><p>1/8 0.09 3.8 1.9 - 5.5 1.4 6</p><p>1/6 0.12 4.0 2.0 - 4.8 1.35 6</p><p>1/4 0.18 5.4 2.7 - 5.0 1.35 6</p><p>1/3 0.25 6.6 3.3 - 5.5 1.35 6</p><p>1/2 0.37 8.8 4.4 - 5.7 1.25 6</p><p>3/4 0.55 12 6.0 - 5.9 1.25 6</p><p>1.0 0.75 16 8.0 - 7.0 1.15 6</p><p>1.5 1.10 20 10 - 6.6 1.15 6</p><p>2.0 1.50 22 11 - 8.0 1.0 6</p><p>Dados da Placa de Identificação:</p><p>MOD: NÚMERO DO MODELO</p><p>EX.: 90S 11.89</p><p>I i— Mês.ano de fabricação</p><p>' Carcaça</p><p>• Hz, CV.RPM: Valores nominais de</p><p>frequência, potênciae rotação.</p><p>• V,A: Valores nominais de tensão e</p><p>corrente.</p><p>• F.S.: Fator de Serviço (item 2.3.8.).</p><p>• ISOL: Classe de isolamento (item 2.3.4.).</p><p>• Ip/ln: Fator multiplicador para obter a</p><p>corrente de partida ou de rotor bloqueado.</p><p>• REG.S.: Regime de serviço (item 2.3.7.).</p><p>• CAT.: Categoria de conjugado (item 2.3.1.)</p><p>• IP.: Grau de proteção (item 7.6.).</p><p>• Y A : Ligações (item 2.3.9.).</p><p>Notas: 1) OS VALORES NOMINAIS SÃO OBTI</p><p>DOS QUANDO O MOTOR ESTÁ SOB</p><p>CARGA NOMINAL.</p><p>2) PARA MAIORES INFORMAÇÕES,</p><p>CONSULTAR O MANUAL DE MOTORES</p><p>WEG</p><p>TABELA 2.3. - CARACTERÍSTICAS DE MOTORES</p><p>MONOFÁSICOS (VALORES MÉDIOS DE</p><p>MOTORES WEG).</p><p>2.3.11. Placa de identificação: contém</p><p>as características nominais</p><p>dos motores</p><p>WEG MOTORES SA.</p><p>CP-D20 - B9 2i>0 - JURflCiUA DO SUL - SC • CGCMF • 7Df)57 B3O/OOO103 IN0U5THIA BRASllEinA</p><p>MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO</p><p>MOD. ' -1 ' ' Hz</p><p>cvl rpm</p><p>* r v * / ' A</p><p>FS ||S0L I IP/In</p><p>REC.S. CAT |IP</p><p>T T T</p><p>• r f f</p><p>R S T</p><p>T 5 t f •</p><p>R S T</p><p>13</p><p>3 - CARACTERÍSTICAS DOS COMPONEN</p><p>T E S DA CHAVE DE PARTIDA</p><p>ESTE CAPÍTULO APRESENTA AS PRINCIPAIS</p><p>CARACTERÍSTICAS NECESSÁRIAS PARA O</p><p>"DIMENSIONAMENTO DOS COMPONENTES DA</p><p>CHAVE- CAPÍTULO 5".</p><p>3.1. CONTATORES DE FORÇA (PRINCIPAIS).</p><p>São equipamentos de operação eletromagnética, que</p><p>têm uma única posição de repouso e são capazes de</p><p>estabelecer, conduzir e interromper correntes em</p><p>condições normais e de sobrecargas no funcionamento</p><p>(ex.: correntes de rotor bloqueado). Basicamente os</p><p>contatores são usados para comandar motores.</p><p>3.1.1. DIMENSIONAMENTO:</p><p>Os contatores devem ser dimensionados para a corrente</p><p>(I) que circula no trecho do circuito onde estiverem</p><p>inseridos, respeitando-se a categoria de emprego e</p><p>outros aspectos básicos importantes a seguir:</p><p>a) Categoria de emprego: determina as condições</p><p>para a ligação e interrupção da corrente e da tensão</p><p>nominal de serviço correspondente, para a utilização</p><p>normal do contator, nos mais diversos tipos de aplicação</p><p>para CA e CC.</p><p>EXEMPLOS DE</p><p>APLICAÇÕES CATEGORIA APLICAÇÕES</p><p>SERVIÇO NORMAL SERVIÇO OCASIONAL</p><p>EXEMPLOS DE</p><p>APLICAÇÕES CATEGORIA APLICAÇÕES</p><p>LIGAR DESLIGAR LIGAR DESLIGAR</p><p>-Aquecedores</p><p>-Lâmpadas</p><p>incandescentes</p><p>-Lâmpadas</p><p>fluorescentes</p><p>compensadas</p><p>AC1</p><p>manobras leves;</p><p>carga ôhmica ou</p><p>jouco indutiva</p><p>1 x l n 1 x l n 1,5 x In 1,5 x fn</p><p>-Guinchos</p><p>-Bombas</p><p>-Compressores</p><p>AC2</p><p>comando de motores</p><p>com rotor bobinado.</p><p>Desligamento em</p><p>regime</p><p>2,5 x In 1 x l n 4 x In 4 x In</p><p>-Bombas</p><p>-Ventiladores</p><p>-Compressores</p><p>AC3</p><p>serviço normal de</p><p>manoboras de</p><p>motores c/rotor de</p><p>gaiola. Desligamento</p><p>em regime</p><p>6 x In 1 x l n 10 x l n 8 x l n</p><p>-Pontes rolantes</p><p>-Tornos</p><p>AC4</p><p>manobras pesadas;</p><p>acionar motores com</p><p>carga plena;</p><p>comando intermitente</p><p>pulsatório); reversão a</p><p>Dlena marcha e</p><p>saradas por contra</p><p>corrente</p><p>6 x In 6 x In 1 2 x l n • „ 10 x In</p><p>TABELA 3.1. - CATEGORIAS DE EMPREGO. DE CONTATORES</p><p>WEG CONFORME VDE/1EC</p><p>14</p><p>CATEGORIA DE EMPREGO AC3 (DESLIGAMENTO EM REGIME DE MOTORES C/ROTOR GAIOLA)</p><p>CORRENTE NOMINAL DE SERVIÇO</p><p>(le) - atá 440V (CW 07 até380 V) [A]</p><p>CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CORRENTE NOMINAL DE SERVIÇO</p><p>(le) - atá 440V (CW 07 até380 V) [A]</p><p>07 4 7 17 27 37 47 57 77 107 177 247 297 330 334</p><p>FREQUÊNCIA DE MANOBRAS PARA</p><p>SERVIÇO NOMINAL [MAN/H]</p><p>5,5 9 12 16 25 32 45 63 75 112 180 250 300 400 490 FREQUÊNCIA DE MANOBRAS PARA</p><p>SERVIÇO NOMINAL [MAN/H]</p><p>300 1000 1000 750 750 750 500 500 500 500 500 500 500 500 500</p><p>FREQUÊNCIA DE MANOBRAS PARA</p><p>CONTATOR INSTALADO COM RELE [MAN/H] 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15 15</p><p>CATEGORIA DE EMPREGO ACM (SERVIÇO INTERMITENTE; Rf</p><p>, cl ROTOR DE GAIOLA</p><p>•VERSÃO A PLENA MARCHA DE MOTOR</p><p>></p><p>CORRENTE NOMINAL DE SERVIÇO (le)</p><p>CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW</p><p>CORRENTE NOMINAL DE SERVIÇO (le)</p><p>07 4 7 17 27 37 47 57 77 107 177 247 297 330 334</p><p>Para 220 V [A] - 3.5 4.8 6.4 9.2 16 21 29 39 62 74 130 155 180 180</p><p>Para 380V • [A] - 3.5 5.3 7.3 9.3 16 23 32 37 63 73 110 145 175 210</p><p>Para 440 V [A] - 3.5 5.3 7.3 9.3 16 23 32 37 63 73 110 145 175 210</p><p>FREQUÊNCIA DE MANOBRAS PARA</p><p>SERVIÇO NOMINAL [MAN/H] - 250 250 250 250 250 250 250 250 250 250 250 250 250. 250</p><p>CATEGORIA DE EMPREGO ACI (CARGAS RESISTIVAS OU POUCO INDUTIVAS)</p><p>CORRENTE NOMINAL</p><p>DE SERVIÇO (le)</p><p>PARA FREQÊNCIA DE MANOBRAS</p><p>MÁXIMA DE 50 MAN/H</p><p>('.= U (D</p><p>CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CW CORRENTE NOMINAL</p><p>DE SERVIÇO (le)</p><p>PARA FREQÊNCIA DE MANOBRAS</p><p>MÁXIMA DE 50 MAN/H</p><p>('.= U (D</p><p>07 4 7 17 27 37 47 57 77 107 177 247 297 330 334</p><p>CORRENTE NOMINAL</p><p>DE SERVIÇO (le)</p><p>PARA FREQÊNCIA DE MANOBRAS</p><p>MÁXIMA DE 50 MAN/H</p><p>('.= U (D [A] 16 20 25 32 40 50 90 100 110 180 225 350 410 630 630</p><p>(1) = Corrente nominal térmica convencional é a</p><p>máxima corrente, indicada pelo fabricante, que o contator</p><p>pode conduzir numa operação de 8h sem que as sobre-</p><p>temperaturas de seus componentes ultrapassem os</p><p>valores limites determinados pelo fabricante.</p><p>b) Vida Elétrica:</p><p>É a durabilidade dos contatos de forças e depende</p><p>essencialmente da corrente de desligamento. No</p><p>gráfico a seguir, verifica-se o desempenho de cada</p><p>contator em função da corrente de desligamento.</p><p>TABELA 3.2. - CARACTERÍSTICAS TÍPICAS DE</p><p>CONTATORES WEG (PARA MAIORES DADOS, VER</p><p>MANUAL DE CONTATORES E RELÉS DE</p><p>SOBRECARGA WEG)</p><p>No dimensionamento de contatores para motores,</p><p>normalmente, considera-se a vida elétrica somente</p><p>em AC4.</p><p>Exemplo 3.1.</p><p>Escolha de um contator para comandar motor WEG de</p><p>15 CV, 380 V/60Hz, IV pólos, regime contínuo e</p><p>desligamento com corrente nominal (In)</p><p>Solução</p><p>In = 23A (Tabela 2.2.)</p><p>CATEGORIA DE EMPREGO: AC3 (Tabela 3.1.)</p><p>le > l = In 23A</p><p>le > 23A</p><p>Na tabela 3.2. (AC3) CW 27</p><p>Nota: Exemplos mais completos vide capítulo.5.</p><p>15</p><p>prof_</p><p>Underline</p><p>0.04</p><p>0.03</p><p>C O R R E N T E O E D E S L I G A M E N T O (Q I A I -</p><p>; 5 - s ; n 8 s s s s s e s 8 8 S</p><p>POTÊNCIA DO MOTOR » * N I = In</p><p>le > 23A tabela 3.2. (AC4) CW 47</p><p>TRABALHO TRABALHO</p><p>L</p><p>m</p><p>y y \O r (v</p><p>30</p><p>TEMPO (s)</p><p>FIGURA 3.2. - CURVA DE CARGA DO MOTOR</p><p>2) Vida elétrica do Contator do item anterior:</p><p>EM AC4 a corrente de desligamento ID = IP = In.lp/ln</p><p>ID = 23 X 8,2 « 190A (tabela 2.2.)</p><p>Para ID ~ 190A, o CW 47 tem uma vida útil elétrica de</p><p>aproximadamente 100.000 manobras (vide figura 3.1.).</p><p>3) Dimensionamento do Contator para 1.000.000</p><p>manobras</p><p>Com ID=190A, nas mesmas condições da carga, figura</p><p>3.1., obtém-se o contator CW 177.</p><p>IMPORTANTE: EM AC3 a ID = In, sendo</p><p>assim.observa- se na figura 3.1. que</p><p>em AC3 a vida elétrica é superior a</p><p>1.000.000 de manobras, ou seja, para</p><p>um motor que opera trinta vezes por</p><p>dia, o contator dura mais de cem anos.</p><p>c) Contatos auxiliares.</p><p>A quantidade e o tipo de contatos auxiliares</p><p>necessários numa instalação depende da necessidade</p><p>de comando, intertravamento e sinalização.</p><p>Nota: Para maiores informações sobre Blocos</p><p>Auxiliares consultar o catálogo de Contatores e Relés</p><p>de Sobrecarga WEG.</p><p>Exemplo 3.3.</p><p>CW 07.10</p><p>CW 07.01</p><p>CW 17.11</p><p>CW 17.22</p><p>1 NA + 0 NF</p><p>0 NA + 1 NF</p><p>1 NA + 1 NF</p><p>2 N A + 2 N F</p><p>- N s de contatos auxiliares Normalmente</p><p>Fechado (NF)</p><p>• N Bde contatos auxiliares Normalmente</p><p>Aberto (NA)</p><p>• Tipo</p><p>- Contator de Força WEG.</p><p>d) Tensão de Comando.</p><p>Definida em função da disponibilidade de tensão e</p><p>das necessidades dos componentes a serem</p><p>acionados.</p><p>220V é a tensão de comando mais utilizada, pois</p><p>apresenta establidade de contatação e</p><p>proporcionalmente menor queda de tensão. Não é</p><p>recomendado o uso de tensões de comando acima</p><p>de 220 V, porque podem comprometer a isolação</p><p>dos componentes de comando.</p><p>Caso não se tenha a tensão de comando desejada,</p><p>pode-se obtê-la através de transformador de</p><p>comando, por exemplo: rede 440V e se necessário</p><p>no comando tensão de 220 V. O dimensionamento</p><p>do transformador de comando é apresentado no</p><p>item 3.6.</p><p>Em corrente alternada as tensões de comando</p><p>padronizadas para contatores WEG são:</p><p>- CW 07 -12,24,110,127.220.380V</p><p>- CW 4 ao CW 37 -12,24,110,127,220,254,380,440V</p><p>- CW 47 ao CW 247 -110,127,220,254,380,440V</p><p>- CW 297 ao CW 334 -110,220,380,440V</p><p>- CAW 04 - 12,24,110,'127,220,380V</p><p>- CAW 4, CAW 8 -12,24,110,127,220,254,380,440V</p><p>Outras tensões são disponíveis mediante consulta.</p><p>16</p><p>1L1 3L2 SL3 13 (BL4) 1L1 3L2 5L3 21</p><p>2T1 4T2 6T3 14 BT4</p><p>CW 07.10</p><p>CW4.10</p><p>CW7.10</p><p>CW 17.10</p><p>PODEM SEP. T E T R A P O L A R E S</p><p>1L1 3 L 2 S L 3</p><p>2T1 4T2 6T3 22</p><p>CW 07.01</p><p>CW4.01</p><p>CW7.01</p><p>CW 17.01</p><p>2T1 4T2 BT3</p><p>CW 27.00</p><p>CW 37.00</p><p>ADMITEM BLOCOS DE CONTATOS</p><p>AUXILIARES FRONTAIS. PERMITINDO</p><p>MÚLTIPLAS COMBINAÇÕES.</p><p>(EXCETO CW 07)</p><p>111 3L2 5L3 13 21</p><p>CW4.11</p><p>CW7.11</p><p>CW 17.11</p><p>2T1 4T2 6T3 14 22</p><p>CW 27.11</p><p>CW 37.11</p><p>1L1 3L2 5 U 13 21 31 43</p><p>2T1 4T2 6T3 14 22 32 44</p><p>CW 4.22</p><p>CW 7.22</p><p>CW 17.22</p><p>CW 27.22</p><p>CW 37.22</p><p>21 13 1L1 3L2 5L3 31 43</p><p>22 14 2T14T2 6T3 32 44</p><p>CW 47.22</p><p>CW 57.22</p><p>CW 77.22</p><p>CW 107.22</p><p>CW 177.22</p><p>CW 247.22</p><p>CW 297.22</p><p>CW 330.22</p><p>CW 334-22</p><p>ADMITE BLOCOS DE</p><p>CONTATOS AUXILIARES</p><p>LATERAIS, TRANSFORMAN-</p><p>DO-SE EM CW 47.44 à</p><p>CW 334.44</p><p>FIGURA 3.3. - DIAGRAMAS DE CONTATOS PARA</p><p>CONTATORES DE FORÇA</p><p>Em corrente contínua as tensões de comando</p><p>padronizadas para contatores WEG são:</p><p>- CW 07 ao CW 37 - 12,24,48,110,125,220V</p><p>- CW 47 ao CW 77 - 48,110.125.220V</p><p>- CW 107 ao CW 177 -110.125.220V</p><p>- CAW 04 ao CAW 08 -12,24,48,110,125.220V</p><p>Outras tensões são disponíveis mediante consulta.</p><p>Exemplo 3.4.</p><p>Especificação completa do Contator de Força</p><p>CW 2 7 . 0 0 2 2 0 V / 6 0 H Z</p><p>Tensão de Comando</p><p>0 N A + 0 N F</p><p>Tipo 27</p><p>Contator de Força</p><p>TIPO</p><p>CONTATOR AO LIGAR (PICO) CONTATOR UG (EM REGIME)</p><p>TIPO FATOR</p><p>POTÊNCIA</p><p>(COS 0 )</p><p>, POTÊNCIA</p><p>ATIVA (W)</p><p>POTÊNCIA</p><p>APARENTE (VA)</p><p>POTÊNCIA</p><p>APARENTE (VA)</p><p>FATOR POTÊNCIA</p><p>(COS 0)</p><p>POTÊNCIA v</p><p>ATIVA (W)</p><p>POTÊNCIA</p><p>REATIVA(VAr)</p><p>POTÊNCIA</p><p>APARENTE</p><p>(VA)</p><p>CW07 0.85 16.57 10.27 19.5 0.45 2.47 4.91 5.5</p><p>CW 7 0.66 56.10 34:77 66 0.27 3.10 11.07 11.5</p><p>CW17 0.66 56.10 34.77 66 0.27 3.10 11.07 11.5</p><p>CW27 0.66 53.46 60.85 81 0.27 3.24 11.55 12</p><p>CW37 0.66 53.46 60.85 81 0.27 3.24 11.55 12</p><p>CW47 0.48 148.80 271.95 310 0.27 7.36 31.15 32</p><p>CW57 0.48 148.80 271.95 310 0.23 7.36 31.15 32</p><p>CW77 0.48 148.80 271.95 310 0.23 7.36 31.15 32</p><p>CW107 0.48 240.00 438.63 500 0.23 9.89 42.85 43</p><p>CW177 0.37 314.40 789.68 850 0.26 15.60 57.94 60</p><p>CW247 0.24 264.00 1067.85 1100 0.38 31.92 77.70 84</p><p>CW297 0.32 704.00 2084.32 2200 0.40 48.00 110.00 120</p><p>CW330 0.22 990.00 4389.75 4500 0.46 82.80 159.82 180</p><p>CW334 022 1122.00 4975.05 5100 0.46 92.00 177.58 200</p><p>TABELA3.3.- CONSUMO DE CONTATORES DE FORÇA</p><p>WEG (COMANDO EM CA.)</p><p>17</p><p>3.2. CONTATORES AUXIUARES.</p><p>Usado para fins de comando, intertravamento e</p><p>sinalização.</p><p>3.2.1. DIMENSIONAMENTO:</p><p>Os contatores auxiliares são dimensionados em função</p><p>da necessidade de contatos e da corrente de comando,</p><p>respeitando-se a categoria de emprego.</p><p>a) Categoria de Emprego</p><p>CATEGORIA;</p><p>m %SERVIÇO OCASIONAL</p><p>CATEGORIA;</p><p>AC 11 Circuitos de comando em</p><p>corrente alternada 10 x l n 1 x In 11 x In 11 x l n</p><p>DC 11 Circuitos de comando em</p><p>corrente contínua</p><p>1 x l n 1 x In 1,1 x l n 1,1 x l n</p><p>TABELA 3.4. -CATEGORIAS DE EMPREGO.</p><p>CONFORME VDE/IEC</p><p>CATEGORIA DE EMPREGO AC11</p><p>• C O R R E N T E</p><p>NOMINAL DE ,</p><p>SERVIÇO(le)</p><p>CAW CAW '</p><p>4</p><p>l l ç A W B</p><p>PARA</p><p>22Ó V (A) 6 10</p><p>PARA</p><p>380 V (A) A 6 6</p><p>PARA</p><p>440 V (A) - 4 4</p><p>CATEGORÍ/ VDE EMPREGO DC 11 .</p><p>CORRENTE</p><p>NOMINAL DE ,»</p><p>SERVIÇO (le)</p><p>PARA 3 CONTATOS</p><p>EM SÉRIE</p><p>CAW</p><p>04</p><p>Í | Ç A W | I CAW</p><p>8</p><p>PARA</p><p>24 V (A) 2.5 16 16</p><p>PARA</p><p>110 V (A) 0.7 1.5 1.5</p><p>PARA</p><p>220 V (A) 0.36 0.5 0.5</p><p>TABELA 3.5. - CARACTERÍSTICAS TÍPICAS</p><p>18</p><p>b) Combinação de Contatos</p><p>CAW 04</p><p>13 23 33 43</p><p>14 24 34 44</p><p>4 NA (.40)</p><p>13 21 31 41</p><p>•«fr+f</p><p>AA 22 32 42</p><p>1NA + 3NF (.13)</p><p>13 21 31 43</p><p>14 22 32 44</p><p>2NA + 2NF (.22)</p><p>13 21 33 43</p><p>A2</p><p>14 22 34 44</p><p>3NA + 1NF (.31)</p><p>CAW 4</p><p>13 23 33 43</p><p>14 24 34 44</p><p>4NA (.40)</p><p>13 21 31 43</p><p>14 22 32 44</p><p>2NA + 2NF (.22)</p><p>13 21 33 43</p><p>14 22 34 44</p><p>3NA + 1NF (.31)</p><p>. Admite blocos de</p><p>contatos auxiliares</p><p>aditivos permitindo</p><p>múltiplas</p><p>combinações.</p><p>Máx. 3 blocos</p><p>CAW 8</p><p>13 23 33 43 51 61</p><p>14 24 34 44 52 62</p><p>4NA + 2NF (.42)</p><p>13 23 33 43 53 61 71 81</p><p>14 24</p><p>34 44 54 62 72 82</p><p>5NA + 3NF Í.531C)</p><p>13 23 33 43 53 61 73 83</p><p>14 24 34 44 54 62 74 84</p><p>7NA + 1NF (.71)</p><p>13 23 33 43 51 61 71 81</p><p>14 24 34 44 52 62 72 82</p><p>4NA + 4NF (.44) (*)</p><p>13 23 33 43 53 61 71 83</p><p>«mttft</p><p>14 24 34 44 54 62 72 84</p><p>6NA + 2NF (.62) (•)</p><p>13 23 33 43 53 63 73 83</p><p>14 24 34 44 54 64 74 84</p><p>8NA (.80)</p><p>(*) Disponível com bobina C.C.</p><p>Um contato NF é originalmente utilizado no circuito da bobina</p><p>FIGURA 3.4. - DIAGRAMA DE CONTATOS PARA CONTATORES</p><p>AUXILIARES</p><p>EXEMPLO 3.5. - ESPECIFICAÇÃO COMPLETA DO</p><p>CONTATOR AUXILIAR</p><p>CAW 04. 40 220V/60HZ</p><p>I Tensão de Comando</p><p>4 NA + 0 NF</p><p>Tipo 04</p><p>Contator auxiliar WEG</p><p>TABELA 3.6. - CONSUMO DE CONTATORES AUXILIARES WEG</p><p>(COMANDO EM C.AJ</p><p>TIPO</p><p>CONTATOR NO LIGAR (PICO) CONTATOR LIGADO (EM REGIME)</p><p>TIPO FATOR</p><p>POTÊNCIA</p><p>(COS 0 )</p><p>POTÊNCIA</p><p>ATIVA</p><p>(W)</p><p>POTENCIA</p><p>REATIVA</p><p>(VAr)</p><p>POTENCIAI</p><p>APARENTE</p><p>(VA)</p><p>FATOR</p><p>POTÊNCIA</p><p>(COS 0 )</p><p>POTÊNCIA</p><p>ATIVA</p><p>(W)</p><p>POTÊNCIA</p><p>REATIVA</p><p>(VAr)</p><p>POTÊNCIA</p><p>APARENTE</p><p>(VA)</p><p>CAW 04 0.85 16.57 10.27 19.5 0.45 2.47 4.91 5.5</p><p>CAW 4 0^66 56.10 34.77 66 0.27 3.10 11.07 11.5</p><p>CAW 8 0.66 56.10 34.77 66 0.27 3.10 11.07 11.5</p><p>3.3. RELÉS DE SOBRECARGA.</p><p>Protegem o motor contra sobrecargas, inclusive falta de</p><p>fase e rotor bloqueado.</p><p>3.3.1. DIMENSIONAMENTO:</p><p>Os relés devem ser dimensionados de forma que</p><p>contenham em sua faixa de ajuste a corrente (I) que</p><p>circula no trecho onde estão ligados.</p><p>TIPO RW27.1 RW 27.2 RW67 RW 207 RW407</p><p>0.28-0.4 1.2-1.8 22-32 42-62 160-240</p><p>0.4-0.6 1.8-2.8 30-46 56-80 204-300</p><p>FAIXA</p><p>DE</p><p>AJUSTE</p><p>(A)</p><p>0.56-0.8 8.8-4 42-62 80-120 240-360</p><p>FAIXA</p><p>DE</p><p>AJUSTE</p><p>(A)</p><p>0.8-1.2 4-6 - 120-180 306-450 FAIXA</p><p>DE</p><p>AJUSTE</p><p>(A)</p><p>1.2-1.8 5.6-8 - 360-540</p><p>FAIXA</p><p>DE</p><p>AJUSTE</p><p>(A) 1.8-2.8 8-12 - - 476-700</p><p>FAIXA</p><p>DE</p><p>AJUSTE</p><p>(A)</p><p>2.8-4 11-17 - - 560-840</p><p>4-6 15-23 - -</p><p>- 22-32 - - -</p><p>TABELA 3.7. - CARACTERÍSTICAS TÍPICAS DE RELÉS DE</p><p>SOBRECARGA WEG</p><p>EXEMPLO 3.6. - ESCOLHA DE RELE DE SOBRE</p><p>CARGA PARA PROTEGER MO</p><p>TOR DE 15 CV 380V/60HZ IV</p><p>PÓLOS, REGIME CONTÍNUO.</p><p>In = 23A (tabela 2.2.)</p><p>I = l n</p><p>I = 23A—TABELA 3.7.—RW 27.2 (22-32A)</p><p>NOTA : EXEMPLOS MAIS COMPLETOS</p><p>VIDE CAPÍTULO 5</p><p>3.3.3. CURVAS CARACTERÍSTICAS DE DESAR</p><p>ME DOS RELÉS TÉRMICOS DE S O B R E C A R G A</p><p>WEG:</p><p>td</p><p>mm.</p><p>' IB0</p><p>120</p><p>90</p><p>« 0</p><p>4 0</p><p>20</p><p>IO</p><p>6</p><p>4</p><p>2</p><p>60</p><p>40</p><p>20</p><p>10</p><p>6</p><p>5 4</p><p>Z</p><p>I</p><p>1</p><p>\ \ , \ y \</p><p>CA</p><p>^ T R</p><p>1AC</p><p>POL</p><p>'EF IS" IC A</p><p>M i l</p><p>BIPOLAR</p><p>1</p><p>S</p><p>0,6 0,8 I |,5 4 5 6 a 10</p><p>FIGURA 3.5. - RW 27</p><p>3.3.2. - CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES:</p><p>Sempre que possível, o relê não deve ser dimensionado</p><p>com a corrente nominal do circuito situada no extremo</p><p>superior de sua faixa de ajuste, pois se houver</p><p>necessidade do motor ser usado, com fator de serviço</p><p>acima de 1, o relê não permitirá tal corrente, mesmo que</p><p>o motor suporte esta situação.</p><p>Análise semelhante é valida para o extremo inferior,</p><p>onde o relê teria dificuldades para detectarfalta de fase,</p><p>quando o motor estivesse trabalhando abaixo de 60%</p><p>da corrente nominal.</p><p>Em casos especiais, onde o tempo de partida é longo ou</p><p>o volume de manobras é elevado (acima de 15 manobras/</p><p>hora), deve-se utilizar sondas térmicas (item 3.8.).</p><p>Para obter-se a eficácia na proteção contra falta de</p><p>fase, é necessário regular o relê para a corrente de</p><p>trabalho (corrente medida) no motor.</p><p>Em caso de dúvidas ou em situações específicas, pode-</p><p>se verificar a proteção do relê, comparando-se a curva</p><p>de capacidade térmica (corrente x tempo) do motor com</p><p>a curva do, relé.</p><p>td</p><p>o</p><p>E</p><p>I-</p><p>tio</p><p>1 2 0</p><p>9 0</p><p>eo</p><p>4 0</p><p>2 0</p><p>1 0</p><p>«</p><p>4</p><p>Cur va 1</p><p>acter "Car</p><p>va 1</p><p>acter fitica Tripol ar</p><p>rva í</p><p>CAF</p><p>BIP</p><p>1ACTE</p><p>DLAR</p><p>RÍST IC/</p><p>rva í</p><p>CAF</p><p>BIP</p><p>1ACTE</p><p>DLAR</p><p>RÍST IC/</p><p>0.1 03 1 1.5 2</p><p>iln</p><p>3 « » 10</p><p>FIGURA 3.6. - RW 67</p><p>20</p><p>0,6 0,8 I 1,5 2 3 4 5 6 8 10</p><p>Xlfl -</p><p>F1G.3.7.-RW207</p><p>Valores de desligamento a partir da temperatura ambiente (sem</p><p>aquecimento prévio). Para relá operando em temperatura normal de</p><p>trabalho e com corrente nominal (pré-aquecido), considerar os tempos</p><p>em tomo de 25 a 30% dos valores das curvas.</p><p>3.4. FUSÍVEIS DE FORÇA.</p><p>Os fusíveis são dispositivos de proteção, contra</p><p>sobrecorrente que quando usados em circuitos</p><p>alimentadores de motores, protegem os mesmos,</p><p>principalmente contra correntes de curto-circuito e</p><p>seletivamente (em combinação com relés de sobrecarga)</p><p>contra sobrecargas de longa duração.</p><p>3.4.1. CLASSIFICAÇÃO:</p><p>Os fusíveis podem ser classificados de acordo com</p><p>diversos critérios. Destes critérios os mais usados são:</p><p>a) tensão de alimentação:alta tensão ou baixa-tensão;</p><p>b) características de interrupção: ultra-rápido ou</p><p>retardado.</p><p>Os fusíveis usados na proteção de circuitos de motores</p><p>são da classe funcional (antigo GL), indicando que são</p><p>fusíveis com função de "proteção geral". A característica</p><p>de interrupção destes fusíveiséde efeito retardado, pois</p><p>os motores (cargas indutivas) no instante de partida,</p><p>solicitam uma corrente diversas vezes superior à nomi</p><p>nal (ver tabelas 2.2. e 2.3., referentes a correntes de</p><p>partida Ip/ln).</p><p>Caso fossem utilizados fusíveis com características de</p><p>interrupção "ultra-rápida"se verificaria que estes fundiriam</p><p>(queimariam) frequentemente, em função da corrente</p><p>de partida do motor, o que não estaria de acordo com a</p><p>função do fusível, pois a corrente de partida não</p><p>representa nenhuma condição anormal.</p><p>Há que se salientar, porém, que sob condições de curtc-</p><p>- L . , I 1 1 1 1 1 1 1 I I I I I</p><p>Cv« OS 1 1.9 l 3 4 5 6 8 10</p><p>x in</p><p>FIGURA 3.8. - RW 407</p><p>OBS.: O RW 407 não protege</p><p>contra falta de fase</p><p>circuito, a corrente de interrupção instantânea do fusível</p><p>retardado é bem semelhante a dos fusíveis ultra-ráptdos,</p><p>porque neste caso a intensidade térmica é tal que o</p><p>fusível funde-se instantaneamente.</p><p>c) Forma construtiva:</p><p>Quanto a sua forma construtiva classificam-se</p><p>basicamente em fusíveis do tipo "D" e do tipo "NH".</p><p>Os fusíveis do tipo "D" (DIAMETRAL, ver figura</p><p>3.9.), são recomendados para uso tanto residencial</p><p>quanto industrial, pois possuem proteção contra</p><p>contatos (toques) acidentais e podem ser ma</p><p>nuseados por pessoal não qualificado. São</p><p>construídos em correntes normalizadas de 2 a</p><p>100A, capacidade de ruptura de 70 kA, tensão</p><p>máxima 500V.</p><p>Os fusíveis do tipo "NH" (alta capacidade - baixa</p><p>tensão, ver figura 3.10), são recomendados para</p><p>uso industrial e devem ser manuseados apenas</p><p>por pessoal qualificado. São fabricados em</p><p>correntes de 6 a 1000A, capacidade de ruptura de</p><p>100 kA e tensão máxima 500V.</p><p>Na prática e por razões económicas costuma-se</p><p>utilizar fusíveis do tipo "D" até 63A e acima deste</p><p>valor fusíveis do tipo "NH".</p><p>I</p><p>FIGURA 3.9. FUSÍVEL DO TIPO 'D'</p><p>FIGURA 3.10. FUSÍVEL DO TIPO "NH"</p><p>CimVA CARACTERÍSTICA "D" Tenipo x Corrente</p><p>o i*</p><p>CONTATOR;</p><p>• í vS</p><p>CW07 CW4 CW7 CW17 CW27 CW37 CW47 CW57 CW77 CW107 CW177 CW247 CW297 CW330 CW334</p><p>FUS.RET.</p><p>16 25 25 35 50 63 125 125 160 224 250 315 400 500 630</p><p>TABELA 3.8. FUSÍVEIS MÁXIMOS ADMISSfVElS PARA CONTA</p><p>TORES TRIPOLARES WEG</p><p>23</p><p>TABELA 3.9. FUSÍVEIS MÁXIMOS ADMISSÍVEIS</p><p>PARA RELÉS DE SOBRECARGA</p><p>WEG</p><p>RELÊ F A I X A DE</p><p>A J U S T E</p><p>F U S Í V E L</p><p>D E '</p><p>R E T A R D O</p><p>( I F : « ) 1</p><p>27.1</p><p>0.28-0.4 2A*</p><p>27.1</p><p>0.4-0.8 2A</p><p>27.1</p><p>0.56 - 0.8 2A</p><p>27.1 0.8-1.2 4A 27.1 1.2-1.8 6A 27.1</p><p>1.8-2.8 6A</p><p>27.1</p><p>2.8 - 4.0 10A</p><p>27.1</p><p>4 -6 16A</p><p>27.2</p><p>0.28 - 0.4 2A*</p><p>27.2</p><p>0.4 - 0.6 2A</p><p>27.2</p><p>0.56 - 0.8 2A</p><p>27.2</p><p>0.8-1.2 4A</p><p>27.2</p><p>1.2-1.8 6A</p><p>27.2</p><p>1.8-2.8 6A</p><p>27.2 2.8 - 4.0 10A 27.2</p><p>4 -6 16A</p><p>27.2</p><p>5.6-8 20A</p><p>27.2</p><p>8-12 25A</p><p>27.2</p><p>11-17 35A -</p><p>27.2</p><p>15-23 50A"</p><p>27.2</p><p>22-32 63A</p><p>67</p><p>22-32 63A</p><p>67 30-46 100A 67</p><p>42-62 125A</p><p>207</p><p>42-62 125A</p><p>207 56-80 160A 207 80-120 200A</p><p>207</p><p>120-180 300A</p><p>407</p><p>160-240 355A</p><p>407</p><p>204 - 300 500A</p><p>407</p><p>240 - 360 500A</p><p>407 306 - 450 800A 407</p><p>360 - 540 800A</p><p>407</p><p>476 - 700 1200A</p><p>407</p><p>560 - 840 1200A</p><p>(*) = ultra-rápido.</p><p>EXEMPLO 3.7. DIMENSIONAMENTO DE FUSÍVEIS</p><p>PARA PROTEGER MOTOR WEG</p><p>DE 15CV, 380V/60Hz,IV PÓLOS,</p><p>SUPONDO TEMPO DE PARTIDA</p><p>(TP) 10s.</p><p>a) 1 9 Critério</p><p>DA TABELA 2.2.</p><p>In = 23A</p><p>Ip/ln = 8,2</p><p>Ip = In. Ip/ln</p><p>Ip = 23 . 8,2</p><p>l p= 188A</p><p>TP = 10s.</p><p>Em função de TP e Ip, obtém-se na figura 3.11 um</p><p>fusível de 63A (IF = 63A) Ver figura 3.13</p><p>b) 2 B Critério</p><p>FIGURA 3.13.</p><p>IF > 1,2xln</p><p>63A >27,6A</p><p>c) 3 9 Critério</p><p>IF IR</p><p>sendo: IR = SR/Uc</p><p>onde:</p><p>SR, somatória das potências aparentes</p><p>dos contatores ligados (em regime) no</p><p>instante em referência. (Tabelas 3.3. e 3.4.).</p><p>Uc, tensão de comando do circuito.</p><p>a.2 - O fusível escolhido para a condição anterior deve</p><p>suportar as correntes de pico (Ip) do circuito de comando</p><p>24</p><p>durante o tempo de ligação (T) dos contatores. Para se</p><p>verificar esta condição entra-se no gráfico de fusíveis</p><p>(gráfico 3.11.) com a corrente (Ip) e com o tempo (T.).</p><p>CORRENTE DE PICO (Ip)</p><p>Ip = Sp/Uc</p><p>onde: Sp, somatória das potências aparentes de</p><p>pico em regime dos contatores no instante em</p><p>referência (Tabelas 3.3. e 3.6.).</p><p>Exemplo 3.8. - CÁLCULO DOS FUSÍVEIS PARA O</p><p>CIRCUITO DE COMANDO (FIG.3.14.)</p><p>CONSIDERANDO-SE UMA CHAVE</p><p>Y A DE 300CV, FN C/COMANDO</p><p>220V.</p><p>a.1 - Deve-se analisar o instante de maior potência</p><p>em regime. Neste caso o instante T4.</p><p>I R = SR</p><p>Uc</p><p>[]</p><p>F</p><p>F21</p><p>95</p><p>98</p><p>SHI</p><p>SH1</p><p>FT1</p><p>96</p><p>KT1 y\</p><p>18</p><p>15</p><p>J 2 6 l J 2 8</p><p>K3\1 ^ -</p><p>25</p><p>K2\</p><p>K3 t</p><p>K2</p><p>SH1,</p><p>FIGURA 3.14</p><p>TABELA 3.10 CONSUMO DOS CONTATORES DO EXEMPLO</p><p>(VIDE TABELAS 3.3. e 3.4.)</p><p>INSTANTE</p><p>í é Í A I ^ Í S P í</p><p>s, CQNTATORES;^; ;</p><p>ciRçurrò:;#</p><p>CÒMANDO.;ij</p><p>eotíDEÇICO íiíâ</p><p>COMANDO' " •'</p><p>INSTANTE</p><p>LIGAR";.' ' LIGADO \</p><p>ciRçurrò:;#</p><p>CÒMANDO.;ij</p><p>eotíDEÇICO íiíâ</p><p>COMANDO' " •'</p><p>Tl KÍ(CW 334)</p><p>K3(CW 247) •-•</p><p>SP = 5100+1100</p><p>SP = 6200 VA</p><p>T2 K1(CW334)</p><p>K3(CW247)</p><p>SR = 200 + 84</p><p>SR = 284VA</p><p>T3 K2(CW 334) K1(CW334) SP = 5100 + 200</p><p>SP = 5300 VA</p><p>T4 K1(CW334)</p><p>K2(CW 334)</p><p>SR = 200+200</p><p>SR = 400VA</p><p>TEMPO MÍNIMO DEATUAÇÃO DO FUSÍVEL (T)</p><p>Em termos práticos e já considerando a redução</p><p>no tempo de atuação dos fusíveis quando pré-</p><p>aquecidos (temperaturas de trabalho), foram</p><p>generalizados os seguintes tempos:</p><p>0,1 s-até o CW 77</p><p>0,2s-atéoCW334</p><p>R " 2 2 0</p><p>IR=1,82A</p><p>If > IR</p><p>If >1,82A</p><p>If =2A</p><p>O fusível de 2A permite a maior corrente</p><p>em regime (instante T4).</p><p>a.2 - Instante T1 , maior potência de pico.</p><p>• corrente de pico</p><p>Ip = Sp/Uc</p><p>Ip = 6200/220</p><p>Ip = 28.2A</p><p>• Tempo mínimo de atuação do fusível</p><p>T = 0,2s</p><p>(S)</p><p>to y I }</p><p>•y \ V T )</p><p>0,2</p><p>28,2 A</p><p>FIGURA 3.15.</p><p>Em função de TP e "T", obtém-se na figura 3.11. o</p><p>fusível em 6A. Ver figura 3.15</p><p>CONCLUSÃO : O fusível de 6A atende as duas</p><p>condições:</p><p>b) Circuito de comando com transformador de</p><p>comando</p><p>Existem duas situações:</p><p>• Fusíveis no primário:</p><p>É necessário que se verifique as duas coridições:</p><p>b.1. a corrente (IF) do fusível deve ser superior</p><p>à corrente em regime (IR) do circuito.</p><p>IR= -</p><p>St</p><p>Uprimário</p><p>onde: ST = Potência nominal do transformador</p><p>IF > IR</p><p>b.2. o fusível deve suportar a corrente de pico (Ip)</p><p>máxima admissível pelo transformador,</p><p>durante o tempo de ligação dos contatores.</p><p>• Fusível no secundário:</p><p>Devem ser considerados os mesmos critérios</p><p>de dimensionamento sem transformador.</p><p>A potência máxima admissível pelo transformador</p><p>(Smax) é obtida na figura 3.20 em função do fator</p><p>de potência do circuito (na condição de pico) e da</p><p>potência nominal do transformador.</p><p>_ Smax</p><p>^ ~ Uprimário</p><p>EXEMPLO 3.9.</p><p>a)</p><p>b)</p><p>CÁLCULO DOS FUSÍVEIS</p><p>PARA O PRIMÁRIO DE U M</p><p>TRANSFORMADOR DE -</p><p>1500VA (EXEMPLO 3.10.).</p><p>IR = St</p><p>Uprimário</p><p>I R = -</p><p>1500</p><p>380</p><p>IR= 3.95A</p><p>Escolhe-se o fusível de capacidade de</p><p>corrente nominal (IF) imediatamente supe</p><p>rior.</p><p>IF > IR</p><p>IF = 4A</p><p>O fusível de 4A permite a maior corrente de</p><p>regime.</p><p>corrente de pico</p><p>sendo : fp = 2 5 %</p><p>Em função de fp e S T , obtém-se na figura</p><p>3.20.</p><p>q _</p><p>MAX</p><p>l P = •</p><p>9000VA, Ver figura 3.16.</p><p>Smax</p><p>Uprimário</p><p>lp =</p><p>9000</p><p>380</p><p>Tempo mínimo de atuação do fusível (T)</p><p>T = 0,2s</p><p>EM FUNÇÃO DE Ip e T* OBTÉM-SE NA FIGURA 3.11., O</p><p>FUSÍVEL DE 6A (Ver figura 3.17)</p><p>=9CO0VA j K ^ - K</p><p>N J ^ V 1 5 0 0 V A</p><p>'^* .1200VA</p><p>25 FP(%)</p><p>FIGURA 3.16.</p><p>FIGURA 3.17. CONCLUSÃO: O FUSÍVEL</p><p>DE 6A ATENDE ÀS DUAS CONDIÇÕES.</p><p>3.6. - T R A N S F O R M A D O R D E COMANDO.</p><p>O transformador de comando tem como objetivo</p><p>principal compatibilizar a tensão da rede com a</p><p>tensão de comando. A norma, assim como a</p><p>experiência de campo, recomendam 220V.</p><p>O uso deste componente possibilita que o circuito</p><p>de comando seja ligado entre fase e ier ra , evitando</p><p>o desequilíbrio do ponto neutro da ligação estrela</p><p>da rede. Este desequilíbrio causa a variação de</p><p>tensão de comando.</p><p>O transformador isola (separa) eletricamente o</p><p>circuito de comando do principal. Com esta prática</p><p>o circuito de comando estará isento de qualquer</p><p>anomalia (curto-circuito, sobrecargas) do circuito</p><p>força.</p><p>IP 23.7 A</p><p>26</p><p>3.6.1 .FORMAS DE INSTALAÇÃO:</p><p>R £§3</p><p>F22</p><p>F21</p><p>X</p><p>CIRCUITO</p><p>DE</p><p>COMANDO</p><p>FIGURA 3.18. EM REDES TRIFÁSICAS SEM NEUTRO</p><p>b)</p><p>A potência nominal do transformador (ST),</p><p>deverá ser superiora potência de regime do circuito</p><p>(SR) no instante em que a lógica de comando tiver</p><p>o maior consumo em regime (contatores ligados)</p><p>ST > SR.</p><p>Onde: SR = somatória das potências aparentes</p><p>dos contatores ligados (tabelas 3.3. e 3.6.), no</p><p>instante em referência.</p><p>A potência instantânea máxima do transformador</p><p>deverá ser superior à potência de pico máxima que</p><p>possa ser solicitada pelo circuito. A escolha do</p><p>transformador para esta condição é obtida na</p><p>figura 3.20., sempre em função da potência de</p><p>pico (SP) e do fator de potência (FP), do circuito.</p><p>R</p><p>N</p><p>CIRCUITO</p><p>DE</p><p>COMANDO</p><p>FIGURA 3.19. EM REDES TRIFÁSICAS COM NEUTRO</p><p>3.6.2. DIMENSIONAMENTO:</p><p>A potência de pico do circuito de comando no instante de</p><p>ligar, assume diversas vezes o valor da potência em</p><p>regime do circuito ligado. Por esse motivo, como</p><p>também paraevitar</p><p>sobreaquecimento do transformador</p><p>e queda de tensão excessiva no instante de picos,</p><p>devem ser atendidas as seguintes condições:</p><p>• Potência de pico (SP)</p><p>É a somatória das potências aparentes de pico</p><p>e em regime (tabelas 3.3. e 3.6.) dos contatores</p><p>no instante em referência.</p><p>• Fator de potência (FP)</p><p>Fator de potência (FP) deve ser calculado</p><p>apenas para o instante onde se tem a maior</p><p>potência de pico.</p><p>FP = Pp/SPx100,</p><p>onde Pp, é a somatória das potências ativas, de pico</p><p>e em regime (tabelas 3.3. e 3.6.) de todos os</p><p>contatores no instante de maior pico.</p><p>IMPORTANTE: EM CIRCUITOS DE COMANDO DE</p><p>CHAVES DE PARTIDA</p><p>INDIVIDUAIS.DESPREZA-SE A</p><p>POTÊNCIA CONSUMIDAPOR RELÉS</p><p>ELETRÔNICOS E SINALIZAÇÕES.</p><p>27</p><p>10 20 30 40 50 60 /O BO 90 100</p><p>FATOR DE POTÊNCIA - FP Cd</p><p>FIGURA 3.20. EXEMPLO DE CURVA CARACTERÍSTICA DE</p><p>TRANSFORMADORES DE COMANDO COM</p><p>QUEDA DE TENSÃO MÁXIMA DE 5% E NO</p><p>MÁXIMO 300 MANOBRAS/HORA</p><p>EXEMPLO 3.10. CÁLCULO DO TRANSFORMADOR PARA O</p><p>CIRCUITO DE COMANDO A SEGUIR,</p><p>CONSIDERANDO-SE UMA CHAVE Yâ, 300 CV,</p><p>380V, a TRANSFORMADOR DE COMANDO.</p><p>R-</p><p>SH1</p><p>KT1g~)</p><p>K1 '</p><p>KT1M</p><p>18</p><p>15</p><p>26I 28</p><p>K3' 'tf</p><p>KT1 3 K2\</p><p>K1</p><p>25</p><p>K3 7</p><p>K i r n K 2 ( ~ D SH1I</p><p>28</p><p>SOLUÇÃO:</p><p>INSTANTE</p><p>' | l^ ; fÀTUA^ÒlS©'</p><p>;||igCOr|TATO^ PÓT.EMV;-.';'Í</p><p>RÉQÍM&#-Ã:</p><p>CIRCUITO'':*.</p><p>COMANDO*</p><p>POtÒEPICO°-</p><p>CIRCUITO '</p><p>COMANDO r; -</p><p>INSTANTE</p><p>LIGAR UGADÒ |</p><p>PÓT.EMV;-.';'Í</p><p>RÉQÍM&#-Ã:</p><p>CIRCUITO'':*.</p><p>COMANDO*</p><p>POtÒEPICO°-</p><p>CIRCUITO '</p><p>COMANDO r; -</p><p>T1 K1(CW334)</p><p>K3(CW 247)</p><p>SP = 5100 + 1100</p><p>SP = 6200 VA</p><p>T2 - K1(CW334)</p><p>K3(CW247)</p><p>SR-200+ 84</p><p>SR = 284VA</p><p>T3 K2(CW 334) K1(CW334) SP = 5100 + 200</p><p>SP " 5300 VA</p><p>T4 - K1(CW334)</p><p>K2(CW334)</p><p>SR • 200+200</p><p>SR = 400VA</p><p>TABELA 3.11.CONSUMO DOS CONTATORES DO EXEMPLO</p><p>Deve-se verificar as duas condições citadas:</p><p>a) St > SR (instante de maior potência em regime).</p><p>St > 400VA</p><p>Apanha-se o transformador com potência nominal</p><p>igual ou imediata superior. Conforme relação de</p><p>potências na figura 3.20. resulta, St = 400VA.</p><p>b) * POTÊNCIA DE PICO (instante de maior potência</p><p>de pico).</p><p>Sp = 6200 VA</p><p>* FATOR DE POTÊNCIA (instante de maior</p><p>potência de pico). Ver tabela 3.3.</p><p>Pp = 264+ 1122</p><p>Pp = 1386W</p><p>Fp = - g - x 1 o o</p><p>F d - 1 3 8 6 X 100</p><p>H " 6200</p><p>Fp = 22,4%</p><p>Em função de Sp e Fp, obtém-se na figura 3.20.</p><p>um transformador (St) de 1500VA.</p><p>25 Fp {%)</p><p>CONCLUSÃO: PARA ATENDER AS DUAS</p><p>CONDIÇÕES É ESCOLHIDO UM</p><p>TRANSFORMADOR DE 1500VA.</p><p>ESPECIFICA-SE TAMBÉM:</p><p>- Tensão primária: 380V (tensão da</p><p>rede)</p><p>- Tensão secundária: 220V (tensão de</p><p>comando).</p><p>3.7. AUTO TRANSFORMADORES DE PARTIDA.</p><p>Os autotransformadores dist inguem-se dos</p><p>transformadores pelo fato de possuírem apenas um</p><p>enrolamento, que é ao mesmo tempo primário e</p><p>secundário.</p><p>São aplicados em chaves de partida compensadora</p><p>(itens 4.3. e 5.3.) para permitir a redução da tensão de</p><p>alimentação na partida de motores.</p><p>3.7.1. DIMENSIONAMENTO:</p><p>Os autotransformadores possuem, opcionalmente,</p><p>instalado na bobina central, um termostato (item 3.8.1.).</p><p>O termostato tem a função de proteção do equipamento</p><p>contra aquecimento excessivo ocasionado por</p><p>sobrecarga ou número de partidas acima do especificado.</p><p>O termostato é especificado em função da classe de</p><p>isolamento do autotransformador.</p><p>Para se definir a potência do autotransformador deve-se</p><p>considerar:</p><p>- potência do motor</p><p>- frequência de partida (número de partidas por hora)</p><p>Existem limitações quanto ao número de partidas, sob</p><p>pena de danificação dos enrolamentos. Assim sendo,</p><p>fica estabelecido:</p><p>• 5 P/H pc</p>