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<p>CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA</p><p>DIEGO ALVES RIBEIRO</p><p>ATIVIDADE PRÁTICA</p><p>PROTEÇÃO RADIOLÓGICA</p><p>TAIOBEIRAS</p><p>2023</p><p>DIEGO ALVES RIBEIRO</p><p>ATIVIDADE PRÁTICA</p><p>PROTEÇÃO RADIOLÓGICA</p><p>Trabalho apresentado à Universidade UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média semestral na disciplina Proteção Radiológica.</p><p>TAIOBEIRAS</p><p>2023</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO	4</p><p>2 DESENVOLVIMENTO	5</p><p>2.1 ATIVIDADE PROPOSTA 1	5</p><p>3 CONCLUSÃO	10</p><p>REFERÊNCIAS..........................................................................................................11</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>A atividade Prática discorre sobre os seguintes objetivos conhecer os princípios e importância da Radioproteção e Conhecer os EPI’s utilizados na Radioproteção individual. Neste contexto, a proposta se desenvolverá conforme os objetivos pré-estabelecidos no que tange à disciplina Proteção Radiológica do Curso Superior de Tecnologia em Radiologia.</p><p>Sendo assim, procurara-se realizar o estudo no que concerne a disciplina que compõe o curso, embasadas em leituras dos materiais externos relativos à disciplina como também as contribuições dos autores e pesquisas em livros diversos e sites da internet com o intuito de alcançar os objetivos propostos.</p><p>2 DESENVOLVIMENTO</p><p>2.1 Atividade proposta 1: Conhecer os princípios e importância da proteção radiológica, além de saber identificar todos os tipos de equipamentos que fazem parte do setor de radiodiagnóstico</p><p>Responda às seguintes perguntas:</p><p>a) O que é o programa de proteção radiológica?</p><p>b) Quais são os princípios gerais da proteção radiológica?</p><p>c) Quais as medidas de prevenção em proteção radiológica?</p><p>A radioproteção, ou proteção radiológica, é o conjunto de medidas que têm como objetivo proteger tanto as pessoas quanto o meio ambiente dos efeitos adversos provocados pela exposição à radiação. Para isso, é importante compreender as fontes e os tipos de radiação envolvidos, bem como seus meios de interação com materiais vivos e inertes, aplicando as ferramentas de medição adequadas, para assim inferir e evitar seus potenciais efeitos. Baseado em princípios fundamentais que abordaremos mais adiante, o objetivo é utilizar a radiação da maneira mais segura e eficiente possível, limitando a exposição de pacientes e profissionais a uma dose máxima estabelecida anualmente. Vale ter em mente que a radioproteção é usada em uma variedade de aplicações, não apenas na medicina, como também na operação de indústrias nucleares, agricultura e diversas aplicações que usam fontes de radiação. A proteção radiológica ainda está ativa na gestão de rejeitos, controle de materiais, transporte e no gerenciamento e descontaminação de materiais radioativos, evitando a contaminação do ambiente, de outros seres vivos e, por consequência, dos próprios humanos.</p><p>3 princípios fundamentais da radioproteção</p><p>Justificação</p><p>Indica que toda ação que envolva exposição a material radioativo ou radiação precisa de justificação com base nas outras opções. Assim como também, o uso de fontes radioativas deve resultar em algum benefício para a sociedade.</p><p>Otimização</p><p>Também conhecido como o princípio de ALARA (As Low As Reasonably Achievable ou Tão Baixo Quanto Razoavelmente Exequível). É a ideia de empregar todos os materiais e meios necessários para diminuir a dose de radiação, trabalhando com as seguintes variáveis:</p><p>Barreira física ou blindagem;</p><p>Diminuição do tempo de exposição;</p><p>Maximização da distância em relação à fonte de radiação;</p><p>Limitação</p><p>Doses limite de radiação por ano para cada indivíduo – controlada através dos dosímetros. Os limites de dosagem anuais para pessoas e profissionais são definidos pela CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear).</p><p>Os principais EPIs são os aventais de chumbo, protetores de tireoide e óculos com equivalência em chumbo, e fornecem uma proteção de 90% com relação à radiação espalhada. Outra forma de proteção é a utilização de dosimetros termoluminescentes (TLD), para a verificação da dose do trabalhador. Este dosimetro deverá ser utilizado acima do avental de proteção. Em tomografia de múltiplos cortes, recomenda-se que a enfermagem utilize a proteção de tireoide durante a administração do contraste.</p><p>Todos os procedimentos realizados em serviços de radiologia diagnóstica ou</p><p>intervencionista devem observar os princípios gerais da proteção radiológica. Descreva os princípios no qual a proteção radiológica se baseia.</p><p>Para melhorar as condições de proteção radiológica, existem alguns princípios, entre eles está: tempo, distância e blindagem.</p><p>• Tempo: Menor tempo possível de exposição a fonte de radiação.</p><p>• Distância: Maior distância possível da fonte de radiação.</p><p>• Blindagem: Blindagens adequadas para a exposição da fonte de radiação.</p><p>Quando exposto à radiação, o corpo humano pode desenvolver uma variedade de efeitos negativos a partir dessa interação. Esses efeitos variam e dependem de fatores como a dose de radiação e o tempo que uma pessoa fica exposta a ela.</p><p>a) Descreva dose efetiva e dose equivalente.</p><p>b) Descreva os limites de doses anuais.</p><p>c) Descreva o que é “Cálculo de blindagens”</p><p>Dose Equivalente: é usada para estimar o potencial de dano biológico decorrente da dose absorvida. Diferentes tipos de radiação (por exemplo: alfa, beta, gama) possuem efeitos danosos diferentes.</p><p>Dose efetiva: é usada para avaliar o potencial de efeitos a longo prazo sobre o corpo humano.</p><p>[a] Para fins de controle administrativo efetuado pela CNEN, o termo dose anual deve ser considerado como dose no ano calendário, isto é, no período decorrente de janeiro a dezembro de cada ano.</p><p>[b] Média ponderada em 5 anos consecutivos, desde que não exceda 50 mSv em qualquer ano.</p><p>[c] Em circunstâncias especiais, a CNEN poderá autorizar um valor de dose efetiva de até 5 mSv em um ano, desde que a dose efetiva média em um período de 5 anos consecutivos, não exceda a 1 mSv por ano.</p><p>[d] Valor médio em 1 cm2 de área, na região mais irradiada.</p><p>O Projeto e Cálculo de Blindagens e Barreiras é o processo de calcular a quantidade de material, (concreto, chumbo, barita, etc.) que será colocada nas paredes da instalação para que se obtenha baixos níveis de radiação nas vizinhanças, respeitando-se os limites estabelecidos pelas normas vigentes.</p><p>A RADVIX possui profissionais altamente capacitados para o desenvolvimento de tais serviços, onde aplicamos normas e padrões internacionais de proteção radiológica nos cálculos, proporcionando um resultado que garante a segurança dos pacientes e funcionários expostos ao ambiente radioativo.</p><p>O cálculo também é utilizado para especificar e construir blindagens específicas como em locais onde são manipulados materiais radioativos, salas, bancadas, transportadores de seringas, caixas de rejeito radioativo (lixo radioativo) entre outros materiais. Nestes casos e utilizado o chumbo, e não barita ou concreto.</p><p>Estes cálculos de aplicam a Medicina Nuclear, Tomografia Computadorizada (CT), Densitometria, Mamografia, Raios-X (Médico e Odontológico) para parte estrutural (salas de exames, biombos de proteção etc..) de um Serviço de radiodiagnóstico.</p><p>Responda:</p><p>a) Quais os mecanismos de ação da radiação ionizante?</p><p>b) Quanto à natureza, os efeitos podem ser classificados de duas formas.</p><p>Diferencie-os.</p><p>Mecanismos de ação</p><p>Eles podem ser de dois tipos:</p><p>� mecanismo direto, quando a radiação interage diretamente com as moléculas importantes como as de DNA, podendo causar desde mutação genética até morte celular;</p><p>� mecanismo indireto, quando a radiação quebra a molécula da água, formando assim radicais livres que podem atacar outras moléculas importantes. Esse mecanismo é importante, uma vez que nosso corpo é composto por mais de 70% de água.</p><p>Quanto à natureza, os efeitos podem ser classificados em reações teciduais e efeitos estocásticos:</p><p>� Reações teciduais: resultam de dose alta e somente surgem acima de certa dose, chamada dose limiar cujo valor depende do tipo de radiação e do tecido irradiado. Um dos principais efeitos é a morte celular:</p><p>se poucas células morrerem, o efeito pode nem ser sentido, mas se um número muito grande de células de um órgão morrer, seu funcionamento pode ser prejudicado. Nessas reações, quanto maior a dose, mais grave é o efeito. Um exemplo é a queimadura que pode ser desde um leve avermelhamento até a formação de bolhas enormes. Até recentemente acreditava-se que as reações teciduais eram efeitos que surgiam pouco tempo após a exposição. Os estudos epidemiológicos dos sobreviventes das bombas atômicas lançadas pelos americanos no Japão começaram a mostrar evidências de que há efeitos bastante tardios que resultam de danos nos tecidos e são doenças vasculares cardíacas e cerebrais além da opacificação do cristalino, a catarata. Esses efeitos estão sendo recentemente comprovados com a coleta de dados de pessoas submetidas a radioterapia e no caso da catarata em médicos intervencionistas.</p><p>� Efeitos estocásticos: são alterações que surgem em células normais, sendo os principais o câncer e o efeito hereditário. As recomendações de proteção radiológica consideram que esse tipo de efeito pode ser induzido por qualquer dose, inclusive dose devido a radiação natural; são sempre tardios e a gravidade do efeito não depende da dose, mas a probabilidade de sua ocorrência aumenta com a dose. Os efeitos hereditários ocorrem nas células sexuais e podem ser repassadas aos descendentes.</p><p>A)	O protetor de tireóide é uma placa feita de chumbo, colocada ao redor do pescoço dos pacientes durante a realização de exames de radiologia. Em decorrência da sua densidade e do material com o qual é feito, este protetor é de extrema importância para proteger pacientes da radiação durante raios-x</p><p>B)	Aventais de proteção: protegem o tronco contra respingos de produtos químicos, abrasões, cortes e outros riscos;</p><p>C)	Óculos de proteção: protegem os olhos contra partículas, respingos de produtos químicos, poeira e outros riscos que possam causar lesões ou irritações nos olhos;</p><p>D)	O biombo plumbífero é um acessório radiológico essencial para tornar qualquer ambiente de trabalho mais seguro e completo. Protegendo da radiação ionizante tanto o técnico como o paciente, são itens utilizados nos segmentos medicinais, como por exemplo o odontológico.</p><p>E)	O protetor de gônadas serve, principalmente, para proteger o paciente e evitar sua infertilidade pelo excesso de exposição à radiação, entre outras enfermidades</p><p>F)	O Dosímetro é um acessório indispensável na vida de um tecnólogo/técnico em radiologia, é com ele que mensuramos a exposição à radiação e investigamos possíveis problemas no setor de diagnóstico por imagem.</p><p>CONCLUSÃO</p><p>O principal objetivo da Proteção Radiológica é fornecer ao homem um padrão adequado de proteção contra os efeitos nocivos das radiações, sem inibir as atividades humanas benéficas à sociedade ou ao indivíduo do uso das radiações, baseados nesse conceito, realizou-se o estudo da disciplina já mencionada e consequentemente a atividade prática apresentada.</p><p>Sendo assim, mediante a realização das tarefas, procurou-se alcançar os objetivos estabelecidos compreendendo os princípios e importância da proteção radiológica, além de saber identificar todos os tipos de equipamentos que fazem parte do setor de radiodiagnóstico. Portanto, a atividade prática foi de grande relevância para o acadêmico pois assim foi possível absorver mais conhecimento acerca do curso de radiologia.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>Ministério da Saúde (BR), Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria SVS/MS n. 453, de 1 de junho de 1998. Aprova o Regulamento Técnico que estabelece as diretrizes básicas de proteção radiológica em radiodiagnóstico médico e odontológico, dispõe sobre o uso dos raios-x diagnósticos em todo território nacional e dá outras providências. Brasília: Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância Sanitária; 1998 [cited 2018 Sep 23]. 67 p. Avaliable from: http://www.saude.mg.gov.br/images/documentos/Portaria_453.pdf</p><p>» http://www.saude.mg.gov.br/images/documentos/Portaria_453.pdf</p><p>de Souza KR, Mendonça AL. Saúde do trabalhador e educação: reflexões a partir do modelo operário de conhecimento. Trab Necessário [Internet]. 2013 [cited 2017 Ago 03];17:1-32. Avaliable from: http://www.uff.br/trabalhonecessario/images/TN1711Ensaio Katia.pdf</p><p>» http://www.uff.br/trabalhonecessario/images/TN1711Ensaio Katia.pdf</p><p>Ministério da Saúde (BR), Gabinete do Ministro. Portaria Interministerial n. 285, de 24 de março de 2015. Redefine o Programa de Certificação de Hospitais de Ensino (HE) [Internet]. Diário Oficial da União: República Federativa do Brasil; 2015 [cited 2018 Sep 23]. Jan 27. Seção 1: p. 26. Available from: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2015/prt0285_24_03_2015.html</p><p>» http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2015/prt0285_24_03_2015.html</p><p>PBSP: Programa Brasileiro de Segurança do Paciente [Internet]. São Paulo: PBSP; 2018 [cited 2018 Sep 23]. Available from: https://segurancadopaciente.com/site/principal/index</p><p>» https://segurancadopaciente.com/site/principal/index</p><p>Previdência Social. Manual de gestão da inovaçao institucional (MGII): módulo VII - gerenciar riscos[Internet]. Brasília: Previdência Social; 2015 [cited 2018 Sep 23]. 135 p. Available from: http://sa.previdencia.gov.br/site/2012/11/MGII-M%C3%B3dulo-VII-Gerenciar-Riscos_vF.pdf</p><p>» http://sa.previdencia.gov.br/site/2012/11/MGII-M%C3%B3dulo-VII-Gerenciar-Riscos_vF.pdf</p><p>image1.emf</p><p>image2.jpeg</p><p>image3.png</p>