Prévia do material em texto
<p>• TELEAULA I E II</p><p>Considerando a importância das formações imaginárias na construção do</p><p>percurso argumentativo do discurso jurídico, assinale a alternativa correta:</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>a.</p><p>Há um leitor virtual inserido no texto, é constitutivo no próprio</p><p>ato da escrita ou da fala. Tanto pode ser um “cúmplice” quanto</p><p>um “adversário” do sujeito enunciador.</p><p>• Pergunta 2</p><p>0 em 0 pontos</p><p>Quanto às teses primárias e secundárias e o modo como o sujeito enunciador</p><p>deve trabalhar a conquista de adesão à sua tese primária ou central, podemos</p><p>dizer que:</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>a.</p><p>A consolidação ou a reafirmação de uma tese primária se</p><p>confirma com a ajuda de teses secundárias, escolhidas</p><p>estrategicamente para reforçar a tese primária da qual o sujeito</p><p>enunciador jamais poderá se afastar. As teses secundárias</p><p>devem ser refutadas pelo sujeito enunciador em seu próprio</p><p>espaço discursivo.</p><p>• Pergunta 3</p><p>0 em 0 pontos</p><p>Como podemos entender o processo de convencer, persuadir e dissuadir em</p><p>relação à audiência particular e universal?</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>b.</p><p>O ato de persuadir, no tocante aos interlocutores, permite-nos</p><p>compreender que toda audiência é específica, porque certos</p><p>interlocutores têm um perfil que os distinguem do demais, em</p><p>função de suas diferentes particularidades que, por sua vez,</p><p>assumem perante o sujeito, das propostas a eles submetidas e</p><p>das condições de produção constitutivas do discurso do</p><p>sujeito.</p><p>• Pergunta 4</p><p>0 em 0 pontos</p><p>Considere as assertivas e assinale a alternativa que contenha apenas as</p><p>assertivas corretas.</p><p>I. Somos nós que temos de nos adaptar às condições intelectuais e sociais</p><p>daqueles que nos ouvem, e não o contrário.</p><p>II. São aqueles que nos ouvem que têm de se adaptar às nossas condições</p><p>intelectuais.</p><p>III. Ao proferir um discurso, devemos nos atentar ao repertório do público que</p><p>nos ouve.</p><p>Resposta Selecionada: b.</p><p>I e III.</p><p>TELEAULA II</p><p>•</p><p>•</p><p>Com relação à dificuldade na hierarquia dos valores, assinale a alternativa</p><p>correta:</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>b.</p><p>Uma das dificuldades encontradas para o estabelecimento</p><p>da hierarquia de valores consiste na questão da sua</p><p>objetividade ou subjetividade.</p><p>• Pergunta 2</p><p>0 em 0 pontos</p><p>Assinale a alternativa correta quanto ao uso da heterogeneidade discursiva no</p><p>gênero discursivo jurídico, enunciado no Tribunal do Júri:</p><p>I. A retórica pode ser trabalhada pela heterogeneidade discursiva, possibilitando</p><p>maiores mecanismos para a estrutura argumentativa do gênero discursivo</p><p>jurídico, na medida em que convida outras vozes que se completam ou se</p><p>contradizem em um mesmo espaço discursivo;</p><p>II. É pelo recurso da heterogeneidade discursiva que o sujeito concretiza a sua</p><p>ilusão de origem, ao inscrever o outro em seu fio discursivo, reafirmando-se</p><p>enquanto senhor do discurso. Demarcando ou não a voz do outro, o sujeito</p><p>reafirma a ilusão que o faz crer que o não demarcado é seu;</p><p>III. A heterogeneidade discursiva mostrada – forma marcada – ou constitutiva –</p><p>forma não marcada – pode ser entendida como o resultado de uma espécie de</p><p>acordo imaginário que se estabelece entre o sujeito e seu leitor virtual, a partir</p><p>das formações imaginárias;</p><p>IV. Ao apresentar-se ao seu interlocutor virtual, no domínio das normas que o</p><p>regulam, o sujeito reafirma não só a sua ilusão de origem, como, também, a sua</p><p>onipotência. O sujeito demonstra ser conhecedor das normas éticas, de modo a</p><p>não se apropriar do dizer do outro, como exige o princípio de autoria. Esse</p><p>movimento lhe permite proceder a apagamentos que acabam por fazê-lo crer</p><p>que, de fato, é a origem do seu discurso;</p><p>V. O sujeito se entende no direito de confirmar ou refutar o dizer do outro.</p><p>Acredita que se submete ao princípio de autoria, porque defende que o outro</p><p>possa ter dito o que ele não repete, mas, também, diz.</p><p>Resposta Selecionada: e.</p><p>Todas são corretas.</p><p>• Pergunta 3</p><p>0 em 0 pontos</p><p>No tocante às estratégias argumentativas, assinale a alternativa correta:</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>d.</p><p>Argumento de exemplificação ou ilustração: a</p><p>exemplificação é um fato (real ou fictício) que é muito eficaz</p><p>para teses que o sujeito/enunciador promotor ou defensor</p><p>apresenta, sobretudo quando as teses são muito teóricas.</p><p>Recorre-se a digressões necessárias: o sujeito sai do foco para</p><p>prover um melhor entendimento. Deve orientar o interlocutor</p><p>antes de iniciar e, ao final, deve concluir para os interlocutores.</p><p>Digressões desnecessárias não são indicadas, porque geram</p><p>sérios problemas de compreensão.</p><p>• Pergunta 4</p><p>0 em 0 pontos</p><p>Assinale a alternativa que corresponde à lógica jurídica:</p><p>Resposta</p><p>Selecionada:</p><p>e.</p><p>O conceito característico da dialética é o diálogo, ou seja, a</p><p>oposição de ideias e razões entre as posições, inicialmente,</p><p>antagônicas ou não. Já Siches, defende, apenas, o emprego</p><p>da lógica formal – razão impregnada de pontos de vista</p><p>estimativos, de critério de valorização, de pautas axiológicas,</p><p>e, além de tudo, traz consigo os ensinamentos colhidos da</p><p>experiência própria e, também, do próximo, ao longo da</p><p>história.</p>