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<p>EXAMES LABORATORIAIS</p><p>INTERPRETAÇÃO</p><p>@reidosresumos_</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Olá, tudo bem?</p><p>Gostaríamos de te agradecer por adquirir um material do @reidosresumos_. O nosso</p><p>material é feito com amor para te ajudar a alcançar o seus objetivos nos estudos.</p><p>Esperamos que você goste e que se sinta bem ao estudar.</p><p>Este conteúdo destina-se exclusivamente a exibição privada. É proibida toda forma de reprodução,</p><p>distribuição ou comercialização do conteúdo.</p><p>Qualquer meio de compartilhamento, seja por google drive, torrent, mega, whatsapp, redes sociais ou</p><p>quaisquer outros meios se classificam como ato de pirataria, conforme o art. 184 do Código Penal.</p><p>Caso haja pirataria do material, o cliente registrado no produto estará sujeito a responder</p><p>criminalmente, conforme o artigo 184 do Código Penal com pena de 3 meses a 4 anos de reclusão ou</p><p>multa de até 10x o valor do produto adquirido (segundo o artigo 102 da Lei nº 9.610)</p><p>Entretanto, acreditamos que você é uma pessoa de bem que está buscando se capacitar</p><p>através dos estudos e que jamais faria uma coisa dessa não é? A equipe Rei dos Resumos</p><p>agradece a compreensão e deseja a você um ótimo estudo.</p><p>Bons Estudos!</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>BIOMARCADORES RENAIS ......................................................................................................................................................................................................................................................05</p><p>FISIOLOGIA RENAL ............................................................................................................................................................................................................................................................06</p><p>SUMÁRIO DE URINA ..........................................................................................................................................................................................................................................................08</p><p>DOSAGEM DE UREIA .........................................................................................................................................................................................................................................................18</p><p>DOSAGEM DE CREATININA ........................................................................................................................................................................................................................................... 20</p><p>CLEARANCE DE CREATININA ........................................................................................................................................................................................................................................21</p><p>TAXA DE FILTRAÇÃO GLOMERULAR ..........................................................................................................................................................................................................................22</p><p>1.</p><p>2.</p><p>3.</p><p>4.</p><p>5.</p><p>6.</p><p>BIOMARCADORES HEPÁTICOS ..........................................................................................................................................................................................................................................23</p><p>FISIOLOGIA HEPÁTICA .................................................................................................................................................................................................................................................24</p><p>BILIRRUBINA DIRETA E INDIRETA ...........................................................................................................................................................................................................................25</p><p>ALBUMINA ......................................................................................................................................................................................................................................................................26</p><p>TRANSAMINASES ........................................................................................................................................................................................................................................................ 28</p><p>GGT E FA........................................................................................................................................................................................................................................................................29</p><p>1.</p><p>2.</p><p>3.</p><p>4.</p><p>5.</p><p>ANÁLISE DO PERFIL GLICÊMICO ........................................................................................................................................................................................................................................30</p><p>GLICOSE E HORMÔNIOS ..............................................................................................................................................................................................................................................31</p><p>METABOLISMO DA GLICOSE ......................................................................................................................................................................................................................................32</p><p>TIPOS DE DIABETES ......................................................................................................................................................................................................................................................34</p><p>GLICEMIA EM JEJUM .................................................................................................................................................................................................................................................. 35</p><p>TOTG .................................................................................................................................................................................................................................................................................36</p><p>HEMOGLOBINA GLICADA ...........................................................................................................................................................................................................................................37</p><p>OUTROS TIPOS DE EXAME .............................................................................................................................................................................................................................................38</p><p>1.</p><p>2.</p><p>3.</p><p>4.</p><p>5.</p><p>6.</p><p>7.</p><p>MARCADORES CARDÍACOS ......................................................................................................................................................................................................................................................39</p><p>FISIOLOGIA CARDÍACA .................................................................................................................................................................................................................................................... 40</p><p>TROPONINA .........................................................................................................................................................................................................................................................................41</p><p>MIOGLOBINA .......................................................................................................................................................................................................................................................................42</p><p>anfícrino, ou seja, que</p><p>produz secreções endócrinas (hormônios) e</p><p>exócrinas (suco pancreático).</p><p>Se localiza abaixo do fígado e atrás do estômago,</p><p>dividido em cabeça, corpo e cauda.</p><p>Produz e secreta bicarbonato de sódio para</p><p>neutralizar a acidez do quimo;</p><p>As células acinares produzem enzimas</p><p>digestivas com o intuito de auxiliar na</p><p>digestão do alimento.</p><p>Tripsina e quimiotripsina = atuam na digestão</p><p>das proteínas.</p><p>ENZIMAS PRODUZIDAS</p><p>Lipase pancreática = atua na digestão das</p><p>gorduras (triglicerídeos).</p><p>Amilase pancreática = atua na digestão do</p><p>amido (carboidrato).</p><p>Nucleases = atuam na digestão dos ácidos</p><p>nucleicos (DNA e RNA).</p><p>Só são acionados quando</p><p>estão no intestino.</p><p>Sua porção endócrina é formado por conjuntos de</p><p>células denominadas Ilhotas Pancreáticas</p><p>(Langerhans).</p><p>CÉLULAS ALFA</p><p>Secretam o glucagon em resposta a diminuição da</p><p>glicemia. Esse hormônio estimula o fígado a</p><p>realizar glicogenólise e lipólise, com o intuito de</p><p>manter a homeostasia do corpo.</p><p>CÉLULAS BETA</p><p>Responsáveis por secretar a insulina em casos de</p><p>aumento de glicemia. Esse hormônio promove a</p><p>entrada da glicose nas células, além de permitir o</p><p>armazenamento da glicose em glicogênio e</p><p>gordura.</p><p>CÉLULAS DELTA</p><p>São responsáveis por liberar somatostatina, que</p><p>tem como função inibir a porção endócrina do</p><p>pâncreas.</p><p>Células Epsilon produzem a grelina, que estimula o</p><p>apetite. Já as células Polipeptídeos Pancreáticas</p><p>inibem a função exócrina.</p><p>49</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Se normaliza no terceiro ao quarto dia.</p><p>A amilase é uma enzima produzida pelo pâncreas</p><p>e glândulas salivares, tendo como função</p><p>catalisar o desdobramento do amido e do</p><p>glicogênio vindos da dieta.</p><p>Catalisa a hidrólise das ligações α-1,4 da amilose,</p><p>amilopectina e glicogênio, liberando maltose e</p><p>isomaltose.</p><p>A pancreatite aguda é um distúrbio inflamatório</p><p>agudo do pâncreas associado a edema,</p><p>intumescências, necrose, etc.</p><p>Os níveis de amilase aumentam 2 a 12 horas após</p><p>o início das dores abdominais, sendo 4 a 6 vezes</p><p>maiores que o valor de referência. 20% dos</p><p>pacientes podem apresentar índices normais de</p><p>amilase mesmo com a patologia.</p><p>No soro = 60 a 160 U/dL;</p><p>Na urina = 1500 a 1800 U/d;</p><p>Líquido duodenal = 50.000 a 80.000 U/dL;</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA</p><p>Pancreatite aguda ou crônica;</p><p>Obstrução do canal pancreático;</p><p>Caxumba;</p><p>Insuficiência renal;</p><p>Obstrução do duodeno;</p><p>Gravidez ectópica;</p><p>Perfusão do intestino, etc</p><p>VALOR AUMENTADO</p><p>Lesões permanentes nas células pancreáticas</p><p>causadas geralmente por pancreatite crônica</p><p>VALOR DIMINUIDO</p><p>Realizar diagnóstico de pancreatite e outras</p><p>doenças do órgão;</p><p>Investigar eventos inflamatórios abdominais.</p><p>50</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>VALOR DIMINUIDO</p><p>A lipase é uma enzima específica que tem como</p><p>função catalisar a hidrólise dos ésteres de glicerol</p><p>de ácidos graxos - triglicerídeos - na presença de</p><p>sais biliares e colipase.</p><p>São formadas pelas células do pâncreas, mas</p><p>também podem ser encontradas na mucosa</p><p>intestinal, leucócitos, adipócitos, língua, etc.</p><p>Na pancreatite aguda, a lipase aumenta de 4 a 8</p><p>horas após o início do quadro, atinge seu pico em</p><p>até 24 horas e volta a normalidade em 8 a 14 dias.</p><p>Sua concentração é muito maior no</p><p>pâncreas do que nos outros tecidos.</p><p>Sua concentração aumenta junto com a amilase,</p><p>porém, 20% dos pacientes podem apresentar os</p><p>índices de lipase normais mesmo com pancreatite</p><p>aguda.</p><p>Esse valor pode variar de acordo com o método</p><p>utilizado em cada laboratório.</p><p>Normal = até 160 UI/L</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA</p><p>Pancreatite aguda ou crônica;</p><p>Colecistite aguda;</p><p>Obstrução do ducto pancreático;</p><p>Insuficiência renal.</p><p>VALOR AUMENTADO</p><p>Distúrbios no pâncreas;</p><p>Enfermidade renal;</p><p>Perionite;</p><p>Cisto pancreático;</p><p>Intestino estrangulado.</p><p>51</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Série de exames laboratoriais com o intuito de analisar a quantidade de</p><p>ferro, seu armazenamento e transporte.</p><p>52</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>, Fe Fe</p><p>A atividade da ferroportina é controlada pela</p><p>hepcidina - sintetizada no fígado.</p><p>ENTRA O2</p><p>Fe2+ Fe2+</p><p>SAI O2</p><p>HEMOGLOBINA</p><p>FUNCIONALHEMOGLOBINA</p><p>IRREGULAR</p><p>Fe3+</p><p>ENTRA DE O2</p><p>IMPOSSIBILITADA</p><p>METAHEMMOGLOBINA</p><p>COLORAÇÃO MARROM SANGUE</p><p>O ferro é um mineral vital para o organismo,</p><p>tendo como função no corpo:</p><p>Auxiliar no transporte de oxigênio;</p><p>Atuar na proliferação e reparo celular;</p><p>Atuar na formação dos citocromos;</p><p>Favorecer a formação de ATP;</p><p>Auxiliar na função da catalase;</p><p>Auxiliar na síntese do colágeno, etc.</p><p>Após a ingestão do Fe2+ e Fe3+ pelos alimentos, o</p><p>mineral vai para o estômago e o duodeno, onde há</p><p>a presença do citocromo b duodenal - redutase</p><p>férrica.</p><p>O ferro pode ser obtido através da dieta ou da</p><p>própria reabsorção do mesmo que o organismo</p><p>faz, através da degradação das hemácias. Esse</p><p>mineral pode ser obtido de duas formas:</p><p>Fe Fe3+ 2+</p><p>Ferro não heme (inorgânico) Ferro heme (orgânico)</p><p>Abundante nas</p><p>proteínas animais.</p><p>Abundante nas</p><p>proteínas vegetais.</p><p>Sua função é transformar o ferro inorgânico em</p><p>orgânico para ser melhor absorvido no intestino.</p><p>No intestino há a presença dos enterócitos, que</p><p>possuem em sua superfície o DMT-1, estrutura na</p><p>qual irá permitir a entrada do Fe2+ na célula.</p><p>O ferro pode se armazenar no enterócito na forma</p><p>de ferritina ou pode ser transportado para o</p><p>plasma pela ferroportina (FPT).</p><p>No sangue, o ferro deve ser transportado por meio</p><p>da trasferrina, porém este não possui tanta</p><p>afinidade com o Fe2+. Dessa forma, a hefaestina</p><p>oxida o ferro, transformando-o em Fe3+.</p><p>Dentro do eritrócito, é possível a formação de Deoxihemoglobina ou</p><p>Oxihemoglobina a partir da presença de Fe2+, permitindo o</p><p>transporte de oxigênio - funcional.</p><p>Caso haja a presença de Fe3+ na hemácia, há a formação da</p><p>metahemoglobina, sendo impossibilitada de transportar oxigênio</p><p>(vitamina c consegue converter Fe 3+ em 2+).</p><p>A molécula 2,3 Disfosfoglicerato quebra a ligação do ferro com o oxigênio</p><p>para que este seja liberado para as células.</p><p>DMT-1</p><p>Ferro férrico Ferro ferroso</p><p>53</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>, Fe Fe</p><p>Seus níveis podem apresentar variações</p><p>circadianas, sendo mais alto pela manhã e menor</p><p>próximo às 21:00.Geralmente é utilizado o método</p><p>colorimétrico por cromógeno ou cromazurol B.</p><p>O exame de ferro sérico tem como intuito analisar</p><p>os níveis dessa substância ligada a transferrina</p><p>(Fe3+).</p><p>Pode ser utilizado no diagnóstico diferencial e</p><p>monitoramento do tratamento de anemias</p><p>(ferropriva, aplásica, etc) e diagnóstico de</p><p>hemocromatose, hemossiderose e toxicidade</p><p>aguda por ferro.</p><p>É coletado o soro do paciente em tubo seco</p><p>(vermelho) ou em gel separador (amarelo). É</p><p>recomendado jejum de no mínimo 8 horas.</p><p>Para a dosagem, o ferro deve ser dissociado da</p><p>transferrina através da adição de um ácido que</p><p>vai precipitar essa proteína.</p><p>Sua determinação deve ser analisada junto com</p><p>outros exames, como a saturação da transferrina</p><p>e ferritina sérica.</p><p>Homens = 75 a 175 µg/dL;</p><p>Mulheres = 65 a 165 µg/dL;</p><p>Hemocromatose;</p><p>Alimentação rica em ferro;</p><p>Anemia hemolítica;</p><p>Doença hepática crônica;</p><p>Transfusão sanguínea, etc.</p><p>VALOR AUMENTADO</p><p>Fluxo menstrual intenso;</p><p>Parasitoses;</p><p>Neoplasias;</p><p>Hemorragia aguda;</p><p>Gestação;</p><p>Deficiência alimentar;</p><p>Gestação.</p><p>VALOR DIMINUÍDO</p><p>Fe3+</p><p>Transferrina</p><p>Fe3+</p><p>Fe3+</p><p>Fe3+</p><p>Fe3+</p><p>54</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>, Fe Fe</p><p>A ferritina é uma proteína globular, composta por</p><p>aminoácidos hidrofóbicos e hidrofílicos e 24</p><p>subunidades, divididas em:</p><p>Cadeias leves = reserva de ferro;</p><p>Cadeias pesadas = enzima ferroxidase (Fe+2</p><p>em Fe +3).</p><p>Cada complexo de ferritina pode armazenar cerca</p><p>de 4.500 íons de Fe+3.</p><p>Apoferritina = cadeias leves e pesadas sem</p><p>ferro.</p><p>O ferro ferroso não pode circular livremente no</p><p>organismo, por formar radicais livres e espécies</p><p>reativas de oxigênio.</p><p>Dessa forma, a ferritina</p><p>realiza oxidação do Fe2+</p><p>em Fe3+, armazenando em seu interior para</p><p>liberar quando for necessário.</p><p>Em casos de processos infecciosos ou inflamatórios</p><p>agudos, a ferritina aumenta seus níveis séricos</p><p>para sequestrar o ferro ferroso e impedir que as</p><p>substâncias estranhas use para seu metabolismo.</p><p>Em condições basais, os níveis de ferritina sérica é</p><p>proporcional ao estoque de ferro corporal,</p><p>variando com o sexo e idade do paciente.</p><p>Podem ser utilizados em casos de deficiência de</p><p>ferro, monitorar o tratamento com a substância,</p><p>diferenciar anemias e detectar sobrecarga.</p><p>Utilizando a metodologia de</p><p>quimioluminescência, os valores são:</p><p>Homens = 22 a 280 ng/mL;</p><p>Mulheres = 10 a 254 ng/mL.</p><p>Hemocromatose;</p><p>Hemossiderose;</p><p>Alcoolismo;</p><p>Processo inflamatório;</p><p>Sobrecarga transfusional;</p><p>Doenças hepáticas.</p><p>VALOR AUMENTADO</p><p>Deficiência de ferro;</p><p>Anemias;</p><p>Hipotireoidismo;</p><p>Deficiência de vitamina c;</p><p>Doença celíaca.</p><p>VALOR DIMINUÍDO</p><p>Fe3+ Fe3+</p><p>Fe3+</p><p>Fe3+</p><p>Fe3+</p><p>Fe 3+</p><p>55</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>, Fe Fe</p><p>Sua obtenção é feita pela soma da</p><p>transferrina não saturada com o ferro</p><p>sérico.</p><p>A transferrina é uma beta globulina produzida</p><p>pelo fígado, que tem como intuito transportar o</p><p>ferro que saiu dos enterócitos para as células do</p><p>corpo, na forma de Fe3+.</p><p>Possui meia vida de 8 a 10 dias e normalmente</p><p>deve ser realizado em jejum. É utilizado para</p><p>avaliar deficiência de ferro, triagem na</p><p>sobrecarga do ferro e final da gestação.</p><p>Fe3+</p><p>Transferrina</p><p>Homens = 215 a 365 mg/dL;</p><p>Mulheres - 250 a 380 mg/dL.</p><p>VALOR NORMAL</p><p>Deficiência crônica do ferro;</p><p>Uso de contraceptivos orais.</p><p>Necrose hepática;</p><p>Hemorragia aguda, etc.</p><p>VALOR AUMENTADO</p><p>Infecções;</p><p>Neoplasias;</p><p>Uremias;</p><p>Nefrose;</p><p>Anemia da doença crônica.</p><p>VALOR DIMINUÍDO</p><p>A capacidade total de ligação do ferro é uma</p><p>medida indireta da transferrina circulante, sendo</p><p>necessário jejum de pelo menos 8 horas para</p><p>realização do exame.</p><p>Pode ser medido no tubo seco (vermelho) ou com</p><p>gel separados (amarelo), sendo utilizado para</p><p>avaliar deficiência e sobrecarga de ferro e no</p><p>final da gestação.</p><p>Normal = 250 a 425 µg/dL.</p><p>VALOR NORMAL</p><p>Doenças inflamatórias crônicas;</p><p>Neoplasias;</p><p>Uremia;</p><p>Nefrose.</p><p>VALOR DIMINUÍDOS</p><p>Deficiência crônica de ferro;</p><p>Utilização de contraceptivos orais;</p><p>Necrose hepática;</p><p>Hemorragia aguda;</p><p>Gravidez.</p><p>VALOR DIMINUÍDOS</p><p>56</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Série de exames laboratoriais com o intuito de analisar desequilíbrio dos</p><p>eletrólitos no organismo.</p><p>Na</p><p>Mg</p><p>K</p><p>Ca</p><p>57</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>CÁTIONS</p><p>ÂNIONS</p><p>Sódio (Na+)</p><p>Potássio (K+)</p><p>Cálcio (Ca )</p><p>Magnésio (Mg )+2</p><p>+2</p><p>Cloreto (Cl-)</p><p>Bicarbonato (HCO3-)</p><p>Fosfato (HPO4-)</p><p>Sulfato (SO4 )-2</p><p>Mantém a pressão osmótica do plasma;</p><p>Regula a distribuição de água no organismo;</p><p>Regula o pH fisiológica;</p><p>Manutenção da função cardíaca e muscular;</p><p>Participa das reações de óxido-redução;</p><p>Participam como cofatores enzimáticos.</p><p>Apesar dos conjuntos de cátion e ânion terem a</p><p>mesma concentração, possuem quantidades</p><p>individuais diferentes.</p><p>Principal cátion extracelular = sódio;</p><p>Principal cátion intracelular = potássio;</p><p>Principal ânion extracelular = cloreto;</p><p>Principal ânion intracelular = fosfatos.</p><p>A lei da eletroneutralidade indica que a soma das</p><p>cargas positivas dos cátions deve ser igual a soma</p><p>das cargas negativas dos ânions.</p><p>Átomo positivo, com mais</p><p>prótons do que elétrons.</p><p>Átomo negativo, com mais</p><p>elétrons do que prótons.</p><p>O bicarbonato promove equilíbrio ácido-base e o</p><p>equilíbrio eletrolítico, por fazer parte de ambos os</p><p>processos.</p><p>Carregador de nutrientes e metabólitos;</p><p>Formação da estrutura de macromoléculas;</p><p>Participação ativa em reações químicas;</p><p>Solventes para minerais, vitaminas, etc;</p><p>Lubrificante;</p><p>Absorção de choques mecânicos;</p><p>Regulação da temperatura corporal.</p><p>No estado de equilíbrio, a ingestão de água é</p><p>proporcional a sua perda, sendo distribuída de</p><p>forma irregular por todo o organismo.</p><p>58</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>O sódio é o principal íon extracelular e</p><p>determinante da osmolaridade do plasma,</p><p>representando 90% dos cátion inorgânicos.</p><p>O rim é o principal órgão para regular o sódio</p><p>extracelular e a água corporal. Sua dosagem é</p><p>feita para analisar o equilíbrio hidroeletrolítico e</p><p>desidratação.</p><p>HIPONATREMIA</p><p>Ocorre quando há uma diminuição da</p><p>concentração de Na+ no plasma (150 mmol/L), causada</p><p>normalmente pela desidratação, no qual os</p><p>componentes sanguíneos se tornam mais</p><p>concentrados.</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA</p><p>Normal = entre 136 a 145 mEq/L.</p><p>VALOR AUMENTADO</p><p>Desidratação;</p><p>Diabetes insípido;</p><p>Comas hiperosmolares;</p><p>VALOR DIMINUIDO</p><p>Nefropatia;</p><p>Insuficiência cardíaca;</p><p>Síndrome nefrótica;</p><p>Maior secreção de ADH (diurético).</p><p>É o cátion mais prevalente no meio intracelular,</p><p>auxiliando nos processos metabólicos do</p><p>organismo, na preservação do DNA e RNA e</p><p>atuando como cofator enzimático e na coagulação</p><p>do sangue.</p><p>Está presente nos ossos, músculos, plasma e fluido</p><p>intersticial. Pode ser utilizado para diagnóstico de</p><p>hipo e hipermagnesemia, insuficiência renal,</p><p>distúrbios gastrintestinais, etc.</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA</p><p>Normal = 1,9 a 2,5 mg/dL.</p><p>VALOR AUMENTADO</p><p>Insuficiência renal;</p><p>Desidratação grave.</p><p>VALOR DIMINUIDO</p><p>Pancreatite aguda;</p><p>Hepatite crônica;</p><p>Alcoolismo.</p><p>Diabetes Mellitus, etc.</p><p>HIPOMAGNESEMINA</p><p>Diminuição da concentração de</p><p>magnésio.</p><p>HIPERMAGNESEMINA</p><p>Aumento da concentração de</p><p>magnésio.</p><p>Método = espectrometria de</p><p>emissão anatômica</p><p>59</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>O potássio é o principal cátion intracelular,</p><p>devido a sua participação na bomba sódio-</p><p>potássio, que auxilia na sua prevalência nessa</p><p>região.</p><p>Através desse processo, é possível realizar a</p><p>manutenção do potencial elétrico da membrana</p><p>celular, auxiliando na transmissão dos impulsos</p><p>nervoso, por exemplo.</p><p>HIPOPOTASSEMIA</p><p>É a diminuição das concentrações plasmáticas de</p><p>potássio (5mEq/L), podendo ocorrer em casos de</p><p>hiponatremia, hipocalemia e acidose metabólica -</p><p>pH baixo provoca a saída do potássio do meio</p><p>intracelular.</p><p>HIPERPOTASSEMIA</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA</p><p>Normal = entre 3,5 a 5,0 mEq/L.</p><p>VALOR AUMENTADO</p><p>Síndrome de Cushing;</p><p>Doença no túbulo renal;</p><p>Aldosteronismo.</p><p>VALOR DIMINUIDO</p><p>Doença de Addison;</p><p>Doença renal;</p><p>Sintomático ou assintomático.</p><p>O cálcio é um cátion presente principalmente no</p><p>tecido ósseo, atuando na mineralização dos ossos</p><p>e dentes, contração muscular, ritmo cardíaco,</p><p>coagulação sanguínea, etc.</p><p>No plasma, se encontra na forma ionizada, ligada</p><p>a ânions ou albumina, estando presente em</p><p>apenas 1% do sangue.</p><p>HIPOCALCEMIA</p><p>Ocorre quando os níveis de cálcio no sangue se</p><p>encontram baixos, podendo ser ocasionando por</p><p>perda do cátion na urina ou quantidade</p><p>insuficiente dos ossos para o sangue.</p><p>Aumento da quantidade de cálcio no plasma,</p><p>sendo a desordem metabólica mais associada ao</p><p>câncer</p><p>HIPERCALCEMIA</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA</p><p>Normal = entre 8,8 a 10,4 mg/dL.</p><p>VALOR AUMENTADO</p><p>Hipercalcemia maligna;</p><p>Hiperparatireoidismo.</p><p>VALOR DIMINUIDO</p><p>Baixa vitamina D;</p><p>Doença renal;</p><p>Hipoparatireoidismo, etc.</p><p>60</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Normal = entre 98 a 106 mEq/L.</p><p>Desidratação hipertônica;</p><p>Acidose tubular renal;</p><p>Hiperparatiroidismo primário, etc.</p><p>O cloreto é o ânion mais abundante do líquido</p><p>extracelular, atuando no equilíbrio osmótico do</p><p>sangue com o sódio e na produção de ácido</p><p>clorídrico.</p><p>Em situações normais, seus índices irão seguir as</p><p>do sódio. Sua alteração sem a mudança dos outros</p><p>eletrólitos está associada ao distúrbio ácido-base.</p><p>HIPOCLOREMIA</p><p>Ocorre quando a concentração plasmática de</p><p>cloreto é diminuída, como nos casos de retenção</p><p>de água e alcalose metabólica.</p><p>Processo em que a quantidade de cloreto aumenta</p><p>no plasma, causada pela desidratação ou</p><p>problemas renais.</p><p>HIPERCLOREMIA</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA</p><p>VALOR AUMENTADO</p><p>VALOR DIMINUIDO</p><p>Insuficiência adrenal cardíaca;</p><p>Doença de Addison;</p><p>Queimaduras e vômitos;</p><p>Cetoacidose diabética, etc.</p><p>O fósforo é um mineral que está associado a</p><p>formação da estrutura óssea, ao sistema-tampão</p><p>fosfato, componente da membrana celular, ao</p><p>metabolismo de substâncias e é um componente</p><p>dos ácidos nucleicos.</p><p>Pode ser utilizado para monitorar os distúrbios</p><p>renais e endócrinos, diagnosticar doenças</p><p>hemolíticas, fraqueza muscular e insuficiência</p><p>respiratória.</p><p>HIPOFOSFATEMIA</p><p>Processo caracterizado pela baixa concentração</p><p>plasmática de fosfato (4,5 mg/dL).</p><p>HIPERFOSFATEMIA</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA</p><p>Normal = entre 2,5 a 4,5 mg/dL.</p><p>VALOR AUMENTADO</p><p>Insuficiência renal;</p><p>Hipoparatireoidismo;</p><p>Doenças hemolíticas, etc.</p><p>VALOR DIMINUIDO</p><p>Hiperparatireoidismo;</p><p>Diabetes;</p><p>Hipofosfatemia oncogênica.61</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Série de exames que tem como intuito avaliar os gases presentes no sangue</p><p>e sua distribuição.</p><p>62</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Alterações nesses mecanismos de</p><p>equilíbrio podem ocasionar quadros de</p><p>alcalose ou acidose.</p><p>A gasometria é um exame que tem como objetivo</p><p>avaliar a capacidade de retenção e distribuição do</p><p>oxigênio pela hemácia, além de avaliar o</p><p>equilíbrio ácido-básico.</p><p>Rins = através do seu mecanismo de excreção</p><p>e reabsorção do bicarbonato consegue</p><p>controlar o pH sanguíneo - metabólica.</p><p>Pulmões = através da profundidade da</p><p>respiração consegue aumentar ou diminuir a</p><p>quantidade de CO2 no sangue, alterando o seu</p><p>pH - respiratório.</p><p>Sistema tampão = regula a produção de</p><p>bicarbonato (base) e o ácido carbônico (ácido)</p><p>para controlar esses índices no organismos de</p><p>forma compensatória.</p><p>pH = é o potencial hidrogeniônico,</p><p>representado por escala numérica, que</p><p>determina a acidez de uma solução através da</p><p>concentração de hidrônio.</p><p>pH = potencial de hidrogênio;</p><p>pO2 = pressão parcial de hidrogênio;</p><p>pCO2 = pressão parcial de dióxido de carbono;</p><p>HCO3 = íons de bicarbonato;</p><p>BE = excesso de base;</p><p>sO2 = saturação de oxigênio.</p><p>A coleta deve ser realizada com o paciente em</p><p>repouso, geralmente na artéria radial, utilizando</p><p>um tubo de heparina seca ou líquida, tendo o</p><p>cuidado para retirar as bolhas de ar na seringa.</p><p>Acidose = aumento da acidez sanguínea ou</p><p>diminuição da base, abaixando pH.</p><p>Alcalose = diminuição da acidez sanguínea ou</p><p>acúmulo da base, ocasionando um aumento do pH.</p><p>Bicarbonato = componente básico do sangue.</p><p>CO2 = componente ácido do sangue.</p><p>A amostra deve ser armazenada em</p><p>refrigeração de 0-4°C e sua análise não deve</p><p>ultrapassar 30 minutos após a coleta.</p><p>63</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>O potencial hidrogêniônico (pH) é um parâmetro</p><p>que tem como intuito indicar a quantidade de íons</p><p>H+ no sangue, dando o resultado em uma escala</p><p>numérica;</p><p>ÁCIDO 7.45</p><p>NORMAL = 7.35 - 7.45</p><p>Sua regulação é feita através da ação dos rins</p><p>(reabsorve bicarbonato) e do pulmão (envolvido</p><p>com CO2), que atuam de forma equilibrada e</p><p>compensatória em estado normal.</p><p>ACIDOSE RESPIRATÓRIA</p><p>Ocorre quando há excesso de CO2 por uma</p><p>incapacidade dos pulmões de eliminá-lo. Geralmente</p><p>está atrelado a doença pulmonar obstrutiva</p><p>crônica, distúrbios neuromusculares, etc.</p><p>Compensação = aumento do bicarbonato</p><p>plasmático pela retenção nos rins.</p><p>Os índices laboratoriais irão apresentar elevação</p><p>do pCO2 e diminuição do pH.</p><p>ACIDOSE METABÓLICA</p><p>Ocorre quando há perda de bicarbonato a nível renal, havendo</p><p>retenção de H+ no organismo. Aparece em casos de insuficiência</p><p>renal, cetoacidose diabética, aumento de ácido lático, etc.</p><p>Compensação = hiperventilação ou aumento da produção</p><p>de amônia nos rins.</p><p>Os índices laboratoriais irão apresentar redução do</p><p>bicarbonato , do pCO2 (compensação) e do pH.</p><p>ALCALOSE RESPIRATÓRIA</p><p>Ocorre quando há eliminação excessiva de CO2 pelos</p><p>pulmões, prevalecendo os níveis de bicarbonato.</p><p>Pode acontecer em casos de pneumonia, asma, ICC,</p><p>hipotensão, anemia severa, etc.</p><p>Compensação = diminuição da quantidade de</p><p>bicarbonato plasmático pelos rins.</p><p>Os índices laboratoriais irão apresentar redução</p><p>do pCO2, elevação do pH.</p><p>ALCALOSE METABÓLICA</p><p>Ocorre quando há aumento das concentrações de</p><p>bicarbonato. Pode acontecer em casos de perda de</p><p>secreção gástrica, ingestão de altas doses de</p><p>antiácido, fibrose cística, etc.</p><p>Compensação = hiperventilação nos pulmões.</p><p>Os índices laboratoriais irão apresentar elevação</p><p>do pH, bicarbonato e pCO2 (compensação).</p><p>pCO2</p><p>HCO3</p><p>Alcalose</p><p>Acidose</p><p>Alcalose</p><p>Acidose</p><p>pCO2</p><p>pCO2</p><p>HCO3</p><p>HCO3</p><p>64</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>A pressão parcial de oxigênio (pO2) é um</p><p>parâmetro que tem como objetivo avaliar a</p><p>eficácia de oxigenação do sangue pelos pulmões, a</p><p>partir da pressão exercida pelo oxigênio.</p><p>Seu aumento pode estar relacionado a altas doses</p><p>de O2, já a diminuição está atrelada a</p><p>hipoventilação, anemia, etc.</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA = 80 a 100 mmHg</p><p>A pressão parcial de dióxido de carbono (pCO2)</p><p>tem como intuito avaliar a eficácia da ventilação</p><p>alveolar pelo controle da quantidade de CO2 no</p><p>sangue.</p><p>O CO2 é derivado do metabolismo celular, sendo</p><p>dissolvido no sangue de acordo com a velocidade e</p><p>profundidade da respiração. Quando reage com a</p><p>água, produz ácido carbônico.</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA = 35 a 45 mmHg</p><p>O bicarbonato real (HCO3) tem como intuito</p><p>avaliar a concentração de bicarbonato no plasma</p><p>da amostra.</p><p>Grandes quantidades de H+ no plasma fazem com</p><p>que o HCO3 se ligue ao mesmo, formando ácido</p><p>carbônico, que dará origem ao CO2 + H2O.</p><p>É calculada a partir das medidas do pH e pCO2.</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA = 22 a 26 mmHg</p><p>O excesso de base (BE) tem como objetivo avaliar a</p><p>quantidade de bases tampão presentes no sangue,</p><p>definindo se a alteração é de origem metabólica</p><p>ou respiratória.</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA = -2 a +2 mEq/L</p><p>A saturação de oxigênio (SO2) tem como intuito</p><p>indicar a porcentagem da hemoglobina oxigenada</p><p>em relação a sua capacidade total de transportar</p><p>oxigênio.</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA = 95 a 99%</p><p>Seus baixos índices podem indicar enfisema</p><p>pulmonar, DPOC, entre outros.</p><p>pH</p><p>pCO2</p><p>pO2</p><p>HCO3</p><p>BE</p><p>7.35 7.45</p><p>35 45</p><p>80 100</p><p>22 26</p><p>-2 +2</p><p>ACIDOSE ALCALOSE</p><p>HIPOCAPNIA HIPERCAPNIA</p><p>HIPOXEMIA HIPEROXEMIA</p><p>ACIDOSE</p><p>METABÓLICA</p><p>ALCALOSE</p><p>METABÓLICA</p><p>PERDA DE GASES GANHO DE GASES</p><p>65</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Identificar se o sangue é arterial ou venoso a</p><p>partir da coloração da amostra e da análise do</p><p>pO2 e sO2, que se apresentam altas no arterial e</p><p>baixas no venoso.</p><p>Interpretar o processo metabólica a partir da</p><p>análise do HCO3 (bicarbonato).</p><p>HCO3 aumentado = alcalose metabólica;</p><p>HCO3 diminuído = acidose metabólica.</p><p>Interpretar o processo respiratório a partir da</p><p>análise de pCO2 (dióxido de carbono).</p><p>pCO2 aumentado = acidose respiratória;</p><p>pCO2 diminuído = alcalose respiratória.</p><p>Interpretação dos valores de pH em relação ao</p><p>HCO3 e pCO2 para descobrir se há mecanismos</p><p>compensatórios.</p><p>BE +5 mEq/ L = alcalose leve;</p><p>BE > +10 mEq/L = excesso de bicarbonato.</p><p>pO2 > 65 e sO2 > 90% = oxigenação satisfatória</p><p>sO2 7,45</p><p>ACIDOSE ALCALOSE</p><p>pCO2 > 45 HCO3 26</p><p>RESPIRATÓRIA METABÓLICA RESPIRATÓRIA METABÓLICA</p><p>66</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>MÁXIMO, A. S.; DOMINGUETE, C. P; SILVA, R. S. Atlas de Urinálise - USFJ. Divinópolis, 2020. Disponível em: https://ufsj.edu.br/portal2-</p><p>repositorio/File/laact/Atlas-%20urinalise%204(1).pdf</p><p>WILLIAMSON, A. M; SNYDER, L. M. Interpretação de Exames Laboratoriais - 10 ed. Guanabara Koogan LTDA. Rio de Janeiro, 2018.</p><p>67</p><p>MOTTA, V. T. Bioquímica Clínica para o Laboratório - Princípios e Aplicações. 4.ed. Edusc, Caxias do Sul, 2003.</p><p>BURTIS, C. A; ASHWOOD, E. R. TIETZ-Fundamentos de química clínica. 4.ed. Guanabara Koogan, São Paulo, 1998.</p><p>Kaplan-Pesce. Química-Clínica. Técnicas Laboratoriais. Fisiopatologia, métodos e análises. Ed. Panamericana. 1996.</p><p>ANDERSON, S. C; Cockayne, S. Clinicak chemestry: concepts and applications. Sander Corp. Philadelphia, 1993.</p><p>CUNHA, A. M. G. ; GOMES. F. A. Coleção Manuais de Farmácia: Análises Clínicas. Salvador: Editora Sanar, 2019.</p><p>SBD - Sociedade Brasileira de Diabetes. Diretriz Oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes. 2022. Disponível em: https://diretriz.diabetes.org.br/?</p><p>utm_source=googleads&utm_medium=search&gclid=Cj0KCQjwof6WBhD4ARIsAOi65ajLjG4lxyblF4RnrLaDhgLRnA94OQ7Zi54ByP4UgycngG2M8eI</p><p>wrZsaAgxbEALw_wcB.</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>CK-MB ....................................................................................................................................................................................................................................................................................43</p><p>1.</p><p>2.</p><p>3.</p><p>4.</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>MARCADORES PANCREÁTICOS ............................................................................................................................................................................................................................................48</p><p>FISIOLOGIA DO ÓRGÃO.................................................................................................................................................................................................................................................49</p><p>AMILASE ...........................................................................................................................................................................................................................................................................50</p><p>LIPASE ...............................................................................................................................................................................................................................................................................51</p><p>1.</p><p>2.</p><p>3.</p><p>ANÁLISE DO FERRO ............................................................................................................................................................................................................................................................52</p><p>ANÁLISE DO PERFIL LIPÍDICO ...........................................................................................................................................................................................................................................44</p><p>LIPÍDIOS ............................................................................................................................................................................................................................................................................... 45</p><p>EXAMES LIPÍDICOS ............................................................................................................................................................................................................................................................47</p><p>1.</p><p>2.</p><p>FERRO ................................................................................................................................................................................................................................................................................53</p><p>FERRO SÉRICO .................................................................................................................................................................................................................................................................54</p><p>FERRITINA SÉRICA .........................................................................................................................................................................................................................................................55</p><p>TRANSFERRINA E LIGAÇÃO DO FERRO ...................................................................................................................................................................................................................56</p><p>1.</p><p>2.</p><p>3.</p><p>4.</p><p>EQUILÍBRIO HIDROELETOLÍTICO ........................................................................................................................................................................................................................................57</p><p>ELETRÓLITOS ...................................................................................................................................................................................................................................................................58</p><p>SÓDIO E MAGNÉSIO .......................................................................................................................................................................................................................................................59</p><p>POTÁSSIO E CÁLCIO .......................................................................................................................................................................................................................................................60</p><p>CLORETO E FÓSFORO .....................................................................................................................................................................................................................................................61</p><p>1.</p><p>2.</p><p>3.</p><p>4.</p><p>GASOMETRIA ARTERIAL .....................................................................................................................................................................................................................................................62</p><p>GASOMETRIA ...................................................................................................................................................................................................................................................................63</p><p>PRINCIPAIS PARÂMETROS .............................................................................................................................................................................................................................................64</p><p>INTERPRETAÇÃO ............................................................................................................................................................................................................................................................66</p><p>1.</p><p>2.</p><p>3.</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Série de exames laboratoriais com o intuito de avaliar a função renal e</p><p>promover um diagnóstico preciso de possíveis patologias existentes.</p><p>05</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>CÁPSULA DE BOWMAN</p><p>GLOMÉRULO</p><p>TÚBULO CONTORCIDO</p><p>PROXIMAL</p><p>ARTÉRIA</p><p>VEIA</p><p>ALÇA DE HENLE</p><p>DUCTO COLETOR</p><p>TÚBULO</p><p>CONTORCIDO DISTAL</p><p>Artéria Renal</p><p>Cálice</p><p>Cápsula Fibrosa</p><p>Veia Renal</p><p>Ureter</p><p>Cápsula</p><p>Córtex</p><p>Pirâmides Renais</p><p>Coluna Renal</p><p>Cálice Menor</p><p>Néfrons</p><p>ARTERÍOLA</p><p>AFERENTE</p><p>ARTERÍOLA</p><p>EFERENTE</p><p>GLOMÉRULO</p><p>RENAL</p><p>CÁPSULA DE</p><p>BOWMAN</p><p>TUBO</p><p>URINÍFERO</p><p>FILTRAÇÃO</p><p>REABSORÇÃO</p><p>EXCREÇÃO</p><p>SECREÇÃO</p><p>Filtram o sangue</p><p>Eliminam substâncias tóxicas pela urina</p><p>Auxiliam na homeostase do organismo</p><p>Produzem hormônios</p><p>Ativam a vitamina D</p><p>Auxilia na manutenção da saúde óssea</p><p>Mantém o equilíbrio da pressão arterial</p><p>Estimulam a produção de hemácias</p><p>ERITROPOETINA</p><p>A urina é sintetizada através do processo de</p><p>filtração do sangue dentro dos glomérulos</p><p>renais, localizados no néfron.</p><p>Os glomérulos são emaranhados de</p><p>capilares sanguíneos.</p><p>Unidades funcionais dos rins, responsáveis pela</p><p>filtração do sangue e formação da urina. São</p><p>formados pelo corpúsculo renal (glomérulo e</p><p>cápsula de Bowman) e túbulos renais.</p><p>Após chegarem nos néfrons através das</p><p>arteríolas aferentes, o sangue passa dos</p><p>capilares glomerulares para a cápsula de</p><p>Bowman, sendo essa ação denominada como</p><p>filtração glomerular.</p><p>É o líquido que sai dos capilares e entram na cápsula</p><p>glomerular. Contém água e todos os pequenos solutos do</p><p>sangue, estando livre de proteínas e células sanguíneas.</p><p>Células endoteliais com poros;</p><p>Membrana basal com glicoproteínas;</p><p>Células podócitas com pedicelos.</p><p>BARREIRA DE FILTRAÇÃO</p><p>É formado através das diferenças de pressão entre o</p><p>glomérulo e a cápsula, sendo eles: pressão hidrostática</p><p>sanguínea, pressão coloidosmótica</p><p>do plasma e a pressão</p><p>hidrostática da cápsula.06</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Consiste no volume de filtrado produzido por</p><p>minuto pelos rins, sem sofrer reabsorção ou</p><p>secreção tubular - auxilia na verificação do</p><p>funcionamento renal.</p><p>Mulheres = 115 mL/min</p><p>Homens = 125 mL/min</p><p>É regulada por mecanismos intrínsecos e</p><p>extrínsecos, atuando na vasoconstrição ou</p><p>vasodilatação das arteríolas aferentes,</p><p>regulando o fluxo sanguíneo nos glomérulos.</p><p>Ação que ocorre dos túbulos renais (maior</p><p>parte nos túbulos proximais), onde parte da</p><p>água e dos solutos retornam para a</p><p>circulação sanguínea.</p><p>Consiste no transporte de substâncias dos</p><p>capilares para os túbulos renais, com o intuito</p><p>de serem eliminadas posteriormente na urina.</p><p>Cada substância é reabsorvida de forma</p><p>diferente, em locais distintos do néfron, com o</p><p>auxílio das células epiteliais. O transporte</p><p>pode ocorrer de forma transcelular ou</p><p>paracelular.</p><p>Após o processo de reabsorção dos túbulos</p><p>renais, a urina está formada e pronta para</p><p>ser eliminada através do ducto coletor.</p><p>Do ducto coletor, irá para os cálices menores,</p><p>pelve renal, ureter, bexiga e uretra.</p><p>Evitam com que substâncias</p><p>importantes sejam eliminadas</p><p>pelos rins.</p><p>Quantidade</p><p>Filtrada</p><p>Quantidade</p><p>Reabsorvida</p><p>Quantidade</p><p>Secretada</p><p>Quantidade Excretada</p><p>- +</p><p>=</p><p>Auxilia na remoção de resíduos que não</p><p>foram filtrados pelos glomérulos, eliminando</p><p>fármacos e atuando no equilíbrio ácido-base.</p><p>07</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>PRETO</p><p>Cloroquina, bilirrubina,</p><p>ácido homogentísico,</p><p>pseudomonas , proporfol</p><p>AMARELO PALHA</p><p>Normal</p><p>AMARELO ÂMBAR</p><p>Urina muito concentrada</p><p>- pouca hidratação.</p><p>MARROM</p><p>Bilirrubina em grande</p><p>quantidade, oxidação de</p><p>hemoglobina, etc</p><p>LARANJA</p><p>Alta excreção de urobilina,</p><p>fenazoprimidina, corante</p><p>de alimentos</p><p>ROSA/VERMELHO</p><p>Presença de sangue,</p><p>uratos, porfirinas</p><p>PÚRPURA</p><p>Infecções, sulfato de</p><p>indoxil, beterraba, amoras</p><p>AZUL/VERDE</p><p>Azul de metileno,</p><p>biliverdina, indometacina,</p><p>etc</p><p>O Sumário de Urina (ou EAS) é um exame que</p><p>avalia os aspecto físicos, químicos e</p><p>microscópicos da urina, com o intuito de</p><p>avaliar possíveis alterações nesse sistema.</p><p>Tem como intuito avaliar as características</p><p>organolépticas da amostra: volume, aspecto e</p><p>coloração.</p><p>COLORAÇÃO DA URINA</p><p>A coloração normal da urina é amarelo claro,</p><p>tendo essa tonalidade em decorrência da</p><p>presença de urocromo - pigmento derivado da</p><p>urobilina.</p><p>Sua análise e alterações vão envolver</p><p>questões de concentração, hidratação,</p><p>oxidação de metabólitos , infecções, sangue,</p><p>doenças renais e uso de medicamentos.</p><p>ASPECTO</p><p>Avaliação do quão turvo ou límpido a urina se</p><p>encontra, sendo possível observar presença</p><p>ou ausência de elementos anormais.</p><p>VOLUME</p><p>Através do volume podem ser obtidos:</p><p>Límpido = não apresenta estruturas em</p><p>suspensão após homogeneização.</p><p>Ligeiramente Turvo = pequena quantidade de</p><p>estruturas em suspensão após homogeneização.</p><p>Turvo = apresenta moderada quantidade de</p><p>elementos em suspensão após homogeneização.</p><p>Muito Turvo = apresenta grande quantidade de</p><p>elementos em suspensão após homogeneização.</p><p>Essas informações são mais significativas em</p><p>amostras de 24 horas.</p><p>Diurese</p><p>Hidratação</p><p>Presença de alguma patologia</p><p>08</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>pH</p><p>A</p><p>LC</p><p>AL</p><p>IN</p><p>O Alcalose metabólica e respiratória</p><p>Dieta vegetariana</p><p>Dieta baseada na ingestão de leite</p><p>Alguns medicamentos</p><p>ITU por bactéria produtora de urease</p><p>pH</p><p>Á</p><p>CI</p><p>DO Acidose metabólica ou respiratória</p><p>Alguns medicamentos</p><p>Ingestão de grande quantidade de carne</p><p>Refratômero urinômetro</p><p>Glicose</p><p>Contraste radiográfico</p><p>Antibióticos</p><p>Utilização de diuréticos</p><p>Diabetes insípidus</p><p>Insuficiência adrenal</p><p>Aldosteronismo</p><p>Insuficiência da função renal</p><p>DE</p><p>N</p><p>SI</p><p>D</p><p>AD</p><p>E</p><p>DE</p><p>N</p><p>SI</p><p>DA</p><p>DE</p><p>Análise feita a partir de uma tira</p><p>reagente, contendo áreas</p><p>impregnadas com substâncias</p><p>químicas, que apresentam</p><p>diferentes colorações quando</p><p>entram em contato com a urina.</p><p>Identificam:</p><p>Bilirrubina</p><p>Urobilinogênio</p><p>Corpos Cetônicos</p><p>Glicose</p><p>Proteína</p><p>Sangue</p><p>Nitrito</p><p>Leucócitos</p><p>Densidade</p><p>pH</p><p>pH</p><p>Apresenta importante papel na regulação do</p><p>equilíbrio ácido-base (VR = 4,5 - 8,0).</p><p>DENSIDADE</p><p>Avalia a capacidade renal de reabsorção e</p><p>concentração (VR = 1015 - 1025).</p><p>GLICOSE</p><p>Avaliação de diabetes e distúrbios de</p><p>reabsorção tubular renal (VR = negativo).</p><p>Sua presença além do limiar é denominada</p><p>Glicosúria, podendo ser representada por</p><p>meio de cruzes (+) ou por mg/dL.</p><p>PROTEÍNA</p><p>Sua presença pode indicar danos nos</p><p>glomérulos ou túbulos renais, exercícios</p><p>físicos intensos, desidratação, mieloma</p><p>múltiplo, etc.</p><p>Suas concentrações normais são</p><p>jato urinário. Também</p><p>podem ter origens patológicas.</p><p>11</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Podem estar</p><p>presentes devido a</p><p>contaminação da</p><p>amostra.</p><p>HEMÁCIAS</p><p>Apresentam formato discoide, com halo</p><p>central e são células anucleadas. Geralmente</p><p>são observadas por meio da refratância, que</p><p>aparece e desaparece.</p><p>São células pequenas, menores que os</p><p>leucócitos, estando presentes em casos como:</p><p>doenças renais, infecção urinária, anemia</p><p>falciforme, atividade física em excesso ou</p><p>alguns medicamentos.</p><p>Sua presença pode influenciar no aspecto,</p><p>coloração e positividade na fita reagente</p><p>eritrocitária.</p><p>LEUCÓCITOS</p><p>São predominantemente granulócitos e sua</p><p>presença geralmente é indicativa de infecção</p><p>no trato geniturinário.</p><p>É identificado por seu citoplasma de</p><p>granulações finas, não sendo possível a</p><p>identificação da sua morfologia pela</p><p>deterioração na amostra.</p><p>BACTÉRIAS</p><p>São de fácil visualização devido a movimentação,</p><p>estando na forma de cocos ou bacilos. Estão</p><p>envolvidas nas infecções e seus principais tipos</p><p>são Enterobactérias e Staphylococcus.</p><p>FUNGOS / LEVEDURAS</p><p>Estruturas pequenas e ovais, geralmente</p><p>relacionados a casos de diabetes ou</p><p>candidíase. O fungo mais encontrado é a</p><p>Cândida sp.</p><p>12</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Formados a partir</p><p>da desidratação dos</p><p>hialinos.</p><p>MUCO</p><p>É originado da descamação das paredes internas</p><p>da bexiga e da uretra, mais evidenciado em</p><p>mulheres. Não possuem relevância clínica e são</p><p>encontrados como filamentos finos.</p><p>CORPOS OVAIS</p><p>Gotículas de gordura observadas por pequenos</p><p>círculos que contêm pontos em seu interior. Pode</p><p>ser indicativo de diabetes, lesão glomerular ou</p><p>necrose tubular.</p><p>CILINDROS URINÁRIOS</p><p>São estruturas renais, presentes nos túbulos</p><p>contorcidos a partir da solidificação das</p><p>proteínas. Sua presença pode ser indicativo de</p><p>problemas renais ou por outros casos não</p><p>patológicos.</p><p>CILINDRO HIALINO</p><p>Cilindro transparente, em formato de canudo,</p><p>tendo como base a proteína Tamm Horefall. Pode</p><p>ser encontrado em glomerulonefrite, pielonefrite,</p><p>doença renal crônica, exercícios intensos, etc.</p><p>CILINDRO CÉREO</p><p>São curtos, largos, amarelo, acinzentado ou</p><p>incolor e com as bordas serrilhadas (rachaduras).</p><p>A presença desse cilindro pode indicar estase</p><p>urinária extrema, doença renal, diabetes,</p><p>amiloidose renal, etc.</p><p>CILINDRO LEUCOCITÁRIO</p><p>Compostos geralmente por neutrófilos e</p><p>encontrados em casos de inflamação ou infecção,</p><p>pielonefrite, nefrite, etc.</p><p>13</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>CILINDROS URINÁRIOS</p><p>CILINDRO HEMÁTICO</p><p>São caracterizados por hemácias aglomeradas na</p><p>proteína Tamm-Horsfall.</p><p>Cilindro Hemático = hemácias intactas.</p><p>Cilindro de hemoglobina = cilindro degenerado.</p><p>Possuem cor castanha, laranja-avermelhado ou</p><p>incolor e são sempre patológicos. Indicam casos</p><p>como glomerulonefrite aguda, trauma renal,</p><p>endocardite bacteriana, etc.</p><p>CILINDRO EPITELIAL</p><p>São formados a partir da estease e descamação de</p><p>células epiteliais tubulares, podendo se organizar</p><p>em linhas paralelas aos cilindros ou ao acaso.</p><p>São raramente vistos na urina e indicam</p><p>exposição a agentes nefrotóxicos ou vírus, que</p><p>causam danos tubulares.</p><p>CILINDRO GRAXO</p><p>Possuem gotículas de gordura livre ou corpos</p><p>ovais gordurosos. Sua presença ocorre quando há</p><p>degeneração adiposa do epitélio tubular,</p><p>síndrome nefrótica, lúpus, etc.</p><p>CILINDRO GRANULOSO</p><p>Apresentam pequenos grânulos em sua superfície.</p><p>Quando não patológicos são derivados de</p><p>lisossomos, já os patológicos vem da</p><p>desintegração de cilindros e células tubulares.</p><p>Presentes em glomerulonefrite e na pielonefrite.</p><p>CILINDRO MISTO</p><p>São a junção de dois tipos celulares no mesmo</p><p>cilindro, estando presente em casos de doença</p><p>túbulo-intersticial.</p><p>14</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Di-</p><p>hidratado</p><p>Pode não apresentar significado clínico na</p><p>maioria dos casos, porém possuem relevância em</p><p>eventos de gota, aumento do metabolismo de</p><p>purina e Síndrome de Lesch-Nyhan.</p><p>CRISTAIS URINÁRIOS ÁCIDOS</p><p>NORMAIS</p><p>CRISTAL DE ÁCIDO ÚRICO</p><p>São normais de urina ácida, possuindo formas de</p><p>losango, prisma, oval e roseta. Geralmente</p><p>possuem coloração amarela ou castanho-</p><p>avermelhada, dependendo da espessura.</p><p>CRISTAL DE OXALATO DE CÁLCIO</p><p>Possuem formato semelhante a um envelope e</p><p>coloração incolor. Não tem significado clínico, mas</p><p>podem estar presentes em diabetes e doença renal.</p><p>Mono-</p><p>hidratado</p><p>CRISTAL DE URATOS AMORFOS</p><p>Comuns em pH ácido e se apresentam como</p><p>grânulos castano-amarelados, em forma de</p><p>"poeira".</p><p>Geralmente são visualizados em amostras</p><p>refrigeradas, formando um sedimento rosa</p><p>característico. Não apresentam importância</p><p>clínica.</p><p>CRISTAL DE URATO DE SÓDIO</p><p>São apresentados na forma cristalina ou amorfa,</p><p>possuindo formato de agulha, prisma, feixe ou</p><p>agrupamentos. Não apresentam significado</p><p>clínico.</p><p>CRISTAL DE ÁCIDO HIPÚRICO</p><p>São representados na forma de placa ou prisma</p><p>alongado, incolores ou castanho-amarelados. Não</p><p>possuem significado clínico e são raramente</p><p>encontrados nas amostras.</p><p>15</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>CRISTAIS URINÁRIOS ALCALINOS</p><p>NORMAIS</p><p>CRISTAL DE BIURATO DE AMÔNIO</p><p>Normais de urina alcalina, apresentando formas</p><p>esféricas com espículas irregulares e coloração</p><p>castanho-amarelado.</p><p>Não apresentam significado clínico, mas podem</p><p>ser relacionadas com a presença de bactérias que</p><p>realizaram o metabolismo da ureia.</p><p>CRISTAL DE CARBONATO DE CÁLCIO</p><p>São pequenos, incolores e com formato esférico ou</p><p>de halter. Não apresentam manifestações clínicas.</p><p>CRISTAL DE FOSFATO AMORFO</p><p>São formados por grânulos, assim como os uratos</p><p>amorfos. São incolores ou escuros e sua</p><p>refrigeração pode causar a formação de</p><p>precipitado branco. Não apresentam significado</p><p>clínico.</p><p>CRISTAL DE FOSFATO DE CÁLCIO</p><p>Possui formato de prisma longo, são incolores e</p><p>podem ter bordas delgadas. Podem se agrupar em</p><p>agulha, estrela, placa irregular ou roseta.</p><p>Não possuem significado clínico, porém esses</p><p>cristais constituem os cálculos renais.</p><p>CRISTAL DE FOSFATO TRIPLO</p><p>Se apresentam em forma retangular, com linhas</p><p>horizontais e diagonais, semelhante a uma</p><p>"tampa de caixão". Pode estar presente na urina</p><p>com presença de bactéria que metaboliza ureia ou</p><p>em pacientes com cistite crônica.</p><p>16</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>CRISTAIS URINÁRIOS ANORMAIS</p><p>DE ORIGEM MEABÓLICA</p><p>CRISTAL DE BILIRRUBINA</p><p>São identificados como agulhas agregadas ou</p><p>grânulos de coloração amarela ou castanho-</p><p>avermelhado. Indicam doença hepática.</p><p>CRISTAL DE CISTINA</p><p>Cristais patológicos que se apresentam incolores,</p><p>hexagonais, com chapas finas ou grossas. São</p><p>encontrados em casos de distúrbio metabólico e</p><p>tem a tendência a desenvolver cálculos renais.</p><p>CRISTAL DE COLESTEROL</p><p>Sua visualização é facilitada após refrigeração da</p><p>amostra, no qual os lipídeos preservam seu</p><p>formato. São placas retangulares, grandes,</p><p>achatadas e incolor.</p><p>Sua presença indica intensa ruptura tissular,</p><p>nefrite, condições nefríticas, quilúria e síndrome</p><p>nefrótica.</p><p>CRISTAL DE LEUCINA</p><p>São esféricos, com estrias e círculos concêntricos</p><p>de coloração amarela ou castanha. Sua presença</p><p>indica doença urinária e hepática.</p><p>CRISTAL DE TIROSINA</p><p>Se apresentam como finas agulhas delgadas e</p><p>agrupadas com coloração negra ou amarela. Podem</p><p>ser observados junto com cristais de leucina e</p><p>bilirrubina. Presentes em doenças hepáticas e</p><p>distúrbios do metabolismo de aminoácidos.</p><p>17</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>CH4N2O</p><p>COOC NH3</p><p>R</p><p>H</p><p>+-</p><p>GRUPO AMINACARBOXILA</p><p>RADICAL</p><p>HIDROGÊNIO</p><p>COOC O</p><p>R</p><p>-</p><p>CH2</p><p>NH3</p><p>OOC- CH2 C COO-</p><p>H</p><p>P C NH2</p><p>O</p><p>NH4+ HCO3-+</p><p>(amônio) (bicarbonato)</p><p>(carbomoil fosfato)</p><p>OOC- CH CH2 CH2 CH2 NH C</p><p>NH2</p><p>NH2 H2O</p><p>O</p><p>C</p><p>NH2NH2</p><p>A ureia é uma substância nitrogenada sintetizada</p><p>no fígado durante o ciclo da</p><p>ureia. É filtrada pelos</p><p>rins, sendo um produto da decomposição das</p><p>proteínas e sua retenção no corpo é tóxica.</p><p>Sua eliminação ocorre na</p><p>urina e no suor.</p><p>Pode ser encontrada no sangue, urina e linfa,</p><p>tendo como objetivo avaliar a função renal junto a</p><p>creatinina.</p><p>Os aminoácidos (componentes da proteína)</p><p>possuem a seguinte composição:</p><p>Ocorre no</p><p>fígado!</p><p>Inicialmente, o aminoácido perde o grupo amina e o</p><p>hidrogênio, transferindo-os para o α-cetoglutarato, que</p><p>está presente nas células hepáticas.</p><p>Em contrapartida, o α-cetoglutarato transfere 1</p><p>oxigênio para o aminoácido, dando origem ao α-</p><p>cetoácido:</p><p>Após a transformação do α-cetoglutarato em glutamato, a</p><p>substância é capaz de entrar na matriz da mitocôndria dos</p><p>hepatócitos, ocorrendo:</p><p>GLUTAMATO</p><p>Transaminação = o glutamato transfere amina e</p><p>oxigênio para o oxalacetato, e o último transfere</p><p>oxigênio para o primeiro - gera o aspartato.</p><p>Desaminação Oxidativa = o NAD+, NADP+ e a água</p><p>interagem com a glutamina, fazendo com que o</p><p>mesmo perca o grupo amina e o hidrogênio e ganhe</p><p>oxigênio da água - gera amônio.</p><p>NH3 + H</p><p>NH4</p><p>=</p><p>(amônio)</p><p>Ambos produzem</p><p>α-cetoglutarato</p><p>O íon amônio irá se unir ao íon bicarbonato,</p><p>utilizando 2 ATPs, formando o carbimoil fosfato.</p><p>Citrulina liga-se ao aspartato por meio de 1 ATP,</p><p>formando a argininosuccinato. Uma parte da sua</p><p>composição é perdida (fumarato), dando origem a</p><p>arginina. Arginina + H2O quebra e gera a ureia.</p><p>Carbomoil fosfato se liga a ornitina (perdendo o</p><p>fósforo) e forma a citrulína, que é a substância</p><p>que sai da mitocôndria indo para o citosol.</p><p>+</p><p>(ureia)</p><p>18</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>CH4N2O</p><p>Após a sua formação, a ureia vai para a corrente</p><p>sanguínea e é levada para os rins para ser</p><p>excretada na urina.</p><p>Sua análise é feita a partir de uma amostra de</p><p>sangue, e seus valores séricos aumentados</p><p>indicam que essa substância não está sendo</p><p>eliminada como deveria, apontando uma doença</p><p>renal ou pré-renal.</p><p>Valor de Referência = 15 - 45 mg/dL</p><p>Mais de 90% da ureia é excretada pelos rins.</p><p>Doença Pré-Renal = diminuição da filtração</p><p>renal mantendo as funções do órgao.</p><p>Doença Renal = glomerulonefrite, necrose</p><p>tubular aguda, nefrite intersticial aguda,</p><p>doença vascular aguda.</p><p>Doença Pós-Renal = obstrução uretral ou na</p><p>saída da bexiga por cálculos, carcinomas ou</p><p>pólipos.</p><p>Outras causas = alto catabolismo, idade</p><p>superior a 40 anos, dieta com altos índices de</p><p>proteínas.</p><p>Gravidez;</p><p>Desnutrição;</p><p>Dieta Hipoproteica.</p><p>19</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Seu índice é proporcional a massa</p><p>muscular do indivíduo.</p><p>A creatina é uma substância produzida nos</p><p>músculos a partir do metabolismo da creatina e</p><p>da creatina fosfato - promovem energia para</p><p>contração.</p><p>Praticamente toda sua concentração é excretada</p><p>pela urina, havendo livre filtração glomerular e</p><p>secreção tubular.</p><p>A creatina é uma substância produzida pelo</p><p>fígado, rins e pâncreas, sendo transportado</p><p>posteriormente para os músculos esqueléticos.</p><p>Nos músculos, essa substância é convertida em</p><p>creatinofosfato, composto que promove energia</p><p>para realizar a contração muscular. Essa</p><p>substância sofre ação da enzima creatina-</p><p>quinase, transformando-a em creatinina.</p><p>A creatinina é liberada de forma constante na</p><p>corrente sanguínea para ser filtrada pelos</p><p>glomérulos renais, sem sofrer reabsorção.</p><p>Pode ser utilizada para avaliar a função renal e</p><p>suas disfunções, esclerose lateral amiotrófica,</p><p>traumatismos, dermatomiosite, etc. Seu valor de</p><p>referência é:</p><p>Para avaliação dos rins, é necessário avaliar a</p><p>creatinina em conjunto com a ureia, pelo primeiro</p><p>ser menos sensível a doenças mais precoces.</p><p>Homens: 0,7 - 1,3 mg/dL</p><p>Mulheres: 0,6 - 1,1 mg/dL</p><p>ALTOS ÍNDICES BAIXOS ÍNDICES</p><p>Insuficiência renal;</p><p>Obstrução do trato urinário;</p><p>Desidratação;</p><p>Choque;</p><p>Alto consumo de carne.</p><p>Desnutrição;</p><p>Doença renal grave;</p><p>Distrofias musculares.</p><p>C4H7N3O</p><p>20</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Clearance é o processo de filtração no qual</p><p>determinada substância será filtrada e excretada</p><p>pelos rins sem sofrer reabsorção e secreção - nesse</p><p>caso a creatinina.</p><p>Esse exame compara a concentração de creatinina</p><p>plasmática com a concentração de creatinina</p><p>presente na amostra do paciente.</p><p>Amostra = urina de 24h.</p><p>A creatinina não é considerada o soluto ideal para</p><p>se analisar o clearance, pois uma parte da sua</p><p>composição sofre secreção nos túbulos renais.</p><p>Porém é utilizada na rotina laboratorial por ser</p><p>endógena e pode ser dosada a qualquer momento.</p><p>C4H7N3O</p><p>Clearance de</p><p>creatinina =</p><p>Creatinina urinária</p><p>(mg/dL)</p><p>Creatinina</p><p>plasmática (mg/dL)</p><p>Volume urinário em</p><p>24h (mL)</p><p>1440 min</p><p>1,73 (m²)</p><p>Superfície corpórea</p><p>do paciente (m²)</p><p>Para se obter o clearance de creatinina, utiliza-se</p><p>a creatinina plasmática e urinária, o volume</p><p>urinário em 24h e a superfície corpórea do</p><p>paciente.</p><p>1440 é a quantidade de minutos em um dia .</p><p>1,73 é a altura média de um adulto.</p><p>Crianças = 70 a 130 mL/min/1,73 m²;</p><p>Mulheres = 85 a 125 mL/min/1,73 m²;</p><p>Homens = 75 a 115 mL/min/1,73 m².</p><p>ALTOS ÍNDICES</p><p>Gravidez;</p><p>Exercício físico intenso;</p><p>Hipotireoidismo;</p><p>Dieta.</p><p>BAIXOS ÍNDICES</p><p>Doenças renais;</p><p>Anemias;</p><p>Hipertensão;</p><p>Neuropatia, etc.</p><p>Seus valores podem diminuir</p><p>naturalmente com o tempo!</p><p>CREATININA NORMAL CLEARANCE</p><p>CREATININA BAIXA CLEARANCE</p><p>CREATININA BAIXA</p><p>CREATININA ELEVADA CLEARANCE</p><p>CREATININA NORMAL</p><p>CREATININA ELEVADA</p><p>21</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>A Taxa de Filtração Glomerular (TFG) é a</p><p>avaliação da depuração de uma substância que</p><p>não é reabsorvida e nem secretada pelos rins,</p><p>somente filtrada.</p><p>Pode ser utilizado para determinação do</p><p>diagnóstico e tratamento da doença renal crônica,</p><p>sendo aplicada uma equação que leva em</p><p>consideração aspectos como idade, peso, gênero e</p><p>creatinina plasmática ou cistatina C.</p><p>A cistatina C é uma proteína produzida por todas</p><p>as células nucleadas e filtrada livremente pelos</p><p>rins.</p><p>Não são substancialmente afetadas por fatores</p><p>como estado nutricional. doenças inflamatórias,</p><p>massa muscular, etc.</p><p>Normal = ≥ 90 mL/min/1,73 m²;</p><p>Redução da função =</p><p>Ex: carboidratos, lipídios, proteínas.</p><p>Ex: vitamina A, D, E, K, ferro, ácido fólico, etc.</p><p>Ex: ativação da vitamina D, T4, T3, IGF-1, etc.</p><p>Filtra a circulação sistêmica - bactéria e hemácias.</p><p>A bile realiza a emulsificação da gordura,</p><p>facilitando a absorção pelo intestino.</p><p>Hepatócitos são as células do fígado que</p><p>realizam as suas funções e estão organizados</p><p>nos lobos hepáticos.</p><p>Há a ramificação dos vasos sanguíneos nos</p><p>lobos para que os mesmos troquem substâncias</p><p>com os hepatócitos.</p><p>A bile é um suco digestivo repleto de sais</p><p>biliares, colesterol e bilirrubina- está última é</p><p>derivada da degradação da hemoglobina,</p><p>dando a cor esverdeada a bile.</p><p>Após a fabricação dessa substância, o fígado a</p><p>envia para a vesícula biliar, onde será</p><p>armazenada. Sua liberação ocorre em conjunto</p><p>com o suco pancreático, indo em direção ao</p><p>intestino delgado.</p><p>Ocorre quando o fígado perde a capacidade de</p><p>liberar a bilirrubina que acaba se acumulando</p><p>no sangue, o que leva a condição de cor</p><p>amarelada na pele e na esclera dos olhos.</p><p>24</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>A bilirrubina é um produto do catabolismo do</p><p>grupo Heme da hemoglobina (localizada dentro</p><p>das hemácias) que é responsável por 70% da</p><p>bilirrubina produzida pelo organismo.</p><p>Após 120 dias de vida das hemácias, elas são</p><p>levadas ao baço, onde serão degradadas pelos</p><p>macrófagos (hemocaterese). Dessa forma, a</p><p>hemoglobina será exposta e sofrerá processos que</p><p>irão liberar o grupo Heme.</p><p>O anel porfirínico do grupo Heme será convertido em</p><p>biliverdina pela enzima heme-oxigenase . Em seguida,</p><p>ao sofrer a ação da enzima biliverdina-redutase, a</p><p>biliverdina se transforma em bilirrubina indireta</p><p>(não conjugada).</p><p>A bilirrubina indireta (lipossolúvel) se liga a</p><p>albumina e vai para a circulação sanguínea com o</p><p>objetivo de chegar nos hepatócitos.</p><p>Bilirrubina + Albumina</p><p>No retículo endoplasmático das células do fígado, a</p><p>bilirrubina indireta irá sofrer a ação da enzima</p><p>glicuronil transferase, transformando-a em</p><p>bilirrubina direta (conjugada com ácido glicurônico).</p><p>A bilirrubina direta irá fazer parte da bile, se</p><p>armazenando na vesícula biliar. Posteriormente, será</p><p>ejetada no intestino para emulsificar a gordura.</p><p>Parte da bilirrubina irá sofrer a ação de bactérias, se</p><p>transformando em urobilinogênio para ser excretado</p><p>pelas fezes ou será reabsorvida e secretada pela</p><p>urina.</p><p>Bilirrubina Direta = até 0,4 mg/dL</p><p>Bilirrubina Indireta = até 0,8 mg/dL</p><p>Bilirrubina total = até 1,2 mg/dL</p><p>AUMENTO BILIRRUB. INDIRETA</p><p>Anemia hemolítica;</p><p>Encefalopatia bilirrubínica;</p><p>Síndrome de Gilbert, etc.</p><p>AUMENTO BILIRRUB. DIRETA</p><p>Icterícia obstrutiva;</p><p>Hepatocarcinoma;</p><p>Hepatite viral, etc.</p><p>25</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>A albumina é a proteína mais abundante no</p><p>plasma sanguíneo, tendo como função manter o</p><p>equilíbrio osmótico e transportar substâncias</p><p>pelo sangue.</p><p>São sintetizadas exclusivamente pelas células</p><p>hepáticas, contendo uma vida média de 15 a 20</p><p>dias. Por isso, são ineficazes no momento da</p><p>avaliação de lesões agudas ou leves.</p><p>Auxilia na determinação de doenças hepáticas,</p><p>avaliação da função renal (pois as proteínas não</p><p>devem ser filtradas pelos glomérulos), estado</p><p>nutricional e doenças crônicas.</p><p>4,0 a 5,3 g/dL</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA</p><p>Desidratação;</p><p>Diarreia;</p><p>Vômitos;</p><p>Doença de Addison;</p><p>Diuréticos.</p><p>AUMENTO DE ALBUMINA</p><p>Doenças hepáticas;</p><p>Síndrome nefrótica;</p><p>Desnutrição;</p><p>Neoplasias;</p><p>Queimaduras.</p><p>DIMINUIÇÃO DE ALBUMINA</p><p>26</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Com exceção do fator VIII.</p><p>Protrombina promove a conversão de</p><p>fibrinogênio em fibrina.</p><p>A forma mais promissora de avaliar a função</p><p>hepática é através da análise dos fatores de</p><p>coagulação, substâncias que são em sua maioria</p><p>sintetizadas pelo fígado.</p><p>O exame utilizado para realizar a análise desses</p><p>fatores é o tempo de protombina (TAP), que é o</p><p>fator de coagulação II produzido exclusivamente</p><p>pelo fígado, através da vitamina K.</p><p>O tempo de protrombina pode mostrar alterações</p><p>em cerca de 24 horas. Pode ser utilizado para</p><p>avaliação de distúrbios hepáticos e de coagulação</p><p>relacionados a via extrínseca.</p><p>O exame analisa o tempo em que a</p><p>protombina fica ativado.</p><p>10 a 12,5 segundos.</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA</p><p>Uso de dicumarínicos;</p><p>Doença hepática;</p><p>Deficiência de vitamina K;</p><p>Cirrose em estado avançado.</p><p>AUMENTO DOS ÍNDICES</p><p>Hipercoagulabilidade.</p><p>DIMINUIÇÃO DOS ÍNDICES</p><p>PADRONIZAÇÃO RNI</p><p>A Relação Normatizada Internacional (RNI) é uma</p><p>forma de padronização do cálculo de TAP para</p><p>diminuir a diferença dos resultados.</p><p>TAP do paciente (seg) / TAP médio normal (seg).</p><p>Valor de referência = 1,0.</p><p>27</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>O Aspartato Aminotransferase (AST) ou</p><p>Transaminase Glutâmico Oxalacética (TGO) é</p><p>uma enzima liberada no plasma no momento da</p><p>lesão celular.</p><p>São encontrados em células hepáticas,</p><p>cardíacas, renais, musculares esqueléticas,</p><p>pancreática, etc. No fígado, está presente nas</p><p>mitocôndrias e no citoplasma dos hepatócitos.</p><p>Exame menos específico para</p><p>lesão hepática.</p><p>Se elevam acentuadamente em casos de</p><p>hepatite alcoólica e cirrose, em doenças</p><p>crônicas.</p><p>VALORES DE REFERÊNCIA</p><p>Mulheres = até 31 U/L</p><p>Homens = até 37 U/L</p><p>VALORES AUMENTADOS</p><p>VALORES DE REFERÊNCIA</p><p>Mulheres = até 31 U/L</p><p>Homens = até 41 U/L</p><p>Hepatites;</p><p>Hepatocarcinoma;</p><p>Cirrose hepática;</p><p>Pancreatite aguda;</p><p>Lesão no músculo esquelético, etc.</p><p>A Alanina Aminotransferase (ALT) ou</p><p>Transaminase Glutâmico Pirúvico (TGP) é uma</p><p>enzima que indica lesão celular, e está presente</p><p>de forma predominante no citoplasma dos</p><p>hepatócitos.</p><p>Se eleva de forma acentuada nos</p><p>casos de hepatites agudas, sendo</p><p>sensível em lesões hepatobiliares</p><p>agudas.</p><p>Exame mais específico para</p><p>lesão hepática.</p><p>VALORES AUMENTADOS</p><p>Hepatite viral;</p><p>Hepatite tóxica;</p><p>Mononucleose;</p><p>Cirrose infecciosa;</p><p>Icterícia obstrutiva, etc.</p><p>Índice de Ritis = AST/ALT >1 = lesão reversível</p><p>3x VSR Cirrose biliar, colangite, etc</p><p>Altos Níveis</p><p>da glicose;</p><p>Gasto energético da glicose.</p><p>Ações bioquímicas que são</p><p>hiperglicemiantes.</p><p>Receptor de</p><p>Insulina</p><p>Subunidade alfa</p><p>Subunidade beta</p><p>Tirosina-</p><p>quinase</p><p>Citosol</p><p>Fora da célula</p><p>Insulina</p><p>A glicose é um composto orgânico obtido através</p><p>da alimentação, sendo a principal fonte de</p><p>energia do corpo. Seu surgimento ocorre a partir</p><p>da metabolismo do colesterol no fígado.</p><p>Glicólise = quebra da glicose com o intuito de</p><p>fornecer energia.</p><p>Glicogênese = formação do glicogênio, que é a</p><p>forma de armazenamento da glicose.</p><p>Glicogenólise = quebra do glicogênio em</p><p>momentos de jejum, estimulado pelo glucagon.</p><p>Gliconeogênese = o corpo utiliza outras fontes</p><p>de substrato para obter glicose.</p><p>Sua produção ocorre nas células beta do</p><p>pâncreas, promovendo a absorção da glicose do</p><p>sangue para os tecidos, reduzindo a glicemia.</p><p>Produzido pelas células alfa do pâncreas,</p><p>promove a conversão do glicogênio em glicose</p><p>com o intuito de aumentar a glicemia.</p><p>INSULINA</p><p>Após estímulo que aumenta a presença de glicose</p><p>no sangue, a insulina se desloca para os</p><p>receptores de insulina das células, que se dividem</p><p>em subunidades alfa e beta. A subunidade beta</p><p>possui uma porção de tirosina-quinase que</p><p>realiza fosforilação.</p><p>A ativação da tirosina-quinase produz uma série de</p><p>fosforilações intracelulares em cascata, como na molécula</p><p>IRS, que promove a translocação das vesículas com GLUT-4,</p><p>que são receptores de glicose, para a membrana celular.</p><p>A fosforilação da IRS também promove o aumento da</p><p>síntese de glicogênio e proteína, além da alteração da</p><p>expressão gênica que leva ao crescimento e diferenciação</p><p>celular e ações anti-apoptóticas.</p><p>GLUCAGON</p><p>Estimulam a saída de glicose do fígado, através da</p><p>glicogenólise e gliconeogênese. Além disso,</p><p>estimulam a oxidação de ácidos graxos e a</p><p>cetogênese, com o intuito de fornecer um</p><p>nutriente alternativo.</p><p>HIPERGLICEMIA</p><p>HIPOGLICEMIA31</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>A frutose 1,6-bifosfato é quebrada em duas</p><p>moléculas, di-hidroxiacetona fosfato e</p><p>gliceraldeido 3-fosfato, por meio da enzima</p><p>aldolase.</p><p>Glicólise é o processo que ocorre no citosol celular</p><p>e transforma 1 molécula de glicose em 2 de</p><p>piruvato e energia. Consiste em 10 etapas:</p><p>ETAPA 1</p><p>Ocorre a transformação da glicose em glicose 6-</p><p>fosfato através da enzima hexoquinase e</p><p>glicoquinase, por meio da utilização do grupo</p><p>fosforila vindo da molécula de ATP.</p><p>ETAPA 2</p><p>Processo de isomerização, ou seja, modifica o</p><p>formato da molécula com os elementos já</p><p>presentes através da enzima glicose 6-fosfato</p><p>isomerase. Transforma uma glicose 6-fosfato em</p><p>uma frutose 6-fosfato.</p><p>ETAPA 3</p><p>A frutose 6-fosfato recebe um grupo fosforila de</p><p>outra molécula de ATP, indo para o carbono 1</p><p>através da enzima fosfofrutoquinase-1, a</p><p>transformando em frutose 1,6-bifosfato.</p><p>ETAPA 4</p><p>ETAPA 5</p><p>Para a formação da glicose, utiliza-se somente o</p><p>gliceraldeido 3-fosfato, dessa forma, o di-</p><p>hidroxiacetona fosfato deve ser transformado no</p><p>mesmo através da enzina tirose fosfato isomerase.</p><p>32</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>ETAPA 7</p><p>A 1,3-bifosfoglicerato é uma molécula de alta</p><p>energia que transfere um grupo fosforila através</p><p>da enzima fosfoglicerato quinase para a molécula</p><p>de ADP, formando a ATP e 3-fosfoglicerato. ETAPA 8</p><p>A enzima fosfoglicerato mutase realiza a</p><p>transformação do 3-fosfoglicerato em 2-</p><p>fosfoglicerato, mudando a posição do grupo</p><p>fosforila.</p><p>ETAPA 6</p><p>A enzima gliceraldeído 3-fosfato desidrogenase</p><p>realiza oxidação e fosforilação no gliceraldeido 3-</p><p>fosfato, utilizando o NAD+ e um fósforo inorgânico,</p><p>formando NADH+ e 1,3-bifosfoglicerato.</p><p>ETAPA 9</p><p>Há uma desidratação pela enzima enolase,</p><p>transformando a molécula 2-fosfoglicerato em</p><p>fosfoenolpiruvato e a produção de água.</p><p>ETAPA 10</p><p>Através da ação da enzima piruvato quinase, há a</p><p>transferência de um grupo fosforila para o ADP,</p><p>formando ATP e o fosfoenolpiruvato se torna</p><p>piruvato.</p><p>33</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Há um problema na secreção de insulina, ou o</p><p>pâncreas produz pouca insulina por uma</p><p>deficiência nas células beta-pancreáticas ou</p><p>não há nenhuma produção.</p><p>Dessa forma, as células não se abrem para a</p><p>entrada da glicose, o que faz com que a</p><p>substância se acumule no sangue.</p><p>Pâncreas não</p><p>produz insulina</p><p>Glicose não</p><p>entra na célula</p><p>Ocorre a deficiência de insulina por destruição</p><p>autoimune das células beta-pancreáticas,</p><p>confirmada pela positividade de 1 ou mais</p><p>autoanticorpos.</p><p>Aparece normalmente na infância, em pessoas</p><p>magras, jovens, sendo perceptível pelos sintomas</p><p>(poliúria, mal-estar, sudorese e tremores).</p><p>DM TIPO IA</p><p>A denominação IB, ou idiopáticos, é atribuída</p><p>aos casos de DMI nos quais os autoanticorpos</p><p>não são detectáveis na circulação</p><p>DM TIPO IB</p><p>A secreção de insulina ocorre normalmente, mas</p><p>o receptor de insulina das células não responde</p><p>adequadamente, impossibilitando a ligação para</p><p>a abertura das células e a entrada da glicose.</p><p>Corresponde a maioria dos casos de diabetes</p><p>mellitus, com etiologia complexa e multifatorial,</p><p>envolvendo componentes genéticos e ambientais</p><p>(ex: predisposição genética, sedentarismo,</p><p>hipertensão, obesidade, etc).</p><p>Receptor não</p><p>capta insulina</p><p>A gestação consiste em uma condição diabetogênica, uma</p><p>vez que a placenta produz hormônios hiperglicemiantes e</p><p>enzimas placentárias que degradam a insulina.</p><p>Isso causa um consequente aumento compensatório na</p><p>produção de insulina e sua resistência, podendo evoluir</p><p>com a disfunção das células beta.</p><p>Diabetes tipo LADA - latente autoimune do</p><p>adulto - ocorre por uma agressão ao sistema</p><p>imune que destroem as células Beta. Ocorre</p><p>de maneira mais lenta que a DM1A.</p><p>Diabetes tipo Mody - diabetes juvenil de início</p><p>tardio - a produção ou a eficiência da insulina</p><p>no corpo é prejudicada em função de</p><p>mutações genéticas.</p><p>Distúrbio metabólico caracterizado por hiperglicemia</p><p>persistente, decorrente da deficiência na produção da insulina</p><p>(hormônio) ou na sua ação, ou em ambos os mecanismos.</p><p>34</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Somente o exame de glicose em jejum não é suficiente para</p><p>acompanhar o controle glicêmico em pacientes com Diabetes</p><p>Mellitus, pois apenas entrega a medida no momento da coleta.</p><p>É indicado armazenar em refrigerador</p><p>e realizar centrifugação da amostra.</p><p>A glicemia é conceituada pela presença de glicose</p><p>no sangue. Sua dosagem geralmente é realizada</p><p>em jejum em um período de 8 até 12 horas.</p><p>É recomendada a ausência de qualquer</p><p>ingestão alimentar, exceto água.</p><p>A dosagem é realizada com amostra de soro,</p><p>plasma ou sangue total, no tubo cinza com</p><p>fluoreto de sódio, amarelo ou vermelho.</p><p>O método utilizado é o enzimático com oxidase ou</p><p>hexoquinase, que são colorimétricos, ou seja,</p><p>modificam a cor do analito.</p><p>Diagnóstico de diabetes;</p><p>Controle de diabete;</p><p>Diagnóstico de hipoglicemia.</p><p>Hipoglicemia = cerca de 50 mg/dL ou menos;</p><p>Normal = 70 a 99 mg/dL;</p><p>Pré-diabetes = 100 a 125 mg/dL;</p><p>Diabetes = > 125 mg/dL;</p><p>VALORES AUMENTADOS</p><p>Diabetes;</p><p>Utilização de corticoide;</p><p>Acromegalia;</p><p>Estresse;</p><p>Glucagoma, etc</p><p>VALORES DIMINUÍDOS</p><p>Desnutrição;</p><p>Insulinomas;</p><p>Neoplasias;</p><p>Utilização de insulina medicamentosa;</p><p>Restrição alimentar, etc.</p><p>35</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>O Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) tem</p><p>como intuito avaliar a glicemia do paciente antes</p><p>e após o mesmo ingerir uma carga controlada de</p><p>glicose (75g).</p><p>Análise da glicemia em jejum.</p><p>Ingestão da glicose anidra.</p><p>Nova análise da glicemia após 2h da ingesta.</p><p>1.</p><p>2.</p><p>3.</p><p>Em pacientes normais a glicemia se mantém</p><p>controlada mesmo com a glicose ingerida. Já em</p><p>pacientes diabéticos, não há o controle da</p><p>quantidade dessa substância no sangue,</p><p>extrapolando o limite.</p><p>Normal = até 139 mg/dL;</p><p>Intolerância = 140 a 199 mg/dL;</p><p>Diabético = ≥ 200 mg/dL.</p><p>VALORES AUMENTADOS</p><p>Diabetes;</p><p>Diabetes gestacional;</p><p>Diabetes pré-gestacional;</p><p>Menor tolerância</p><p>à glicose.</p><p>O exame é realizado para diagnosticar diabetes</p><p>mellitus, gestacional ou pré-gestacional.</p><p>Exame mais minucioso por avaliar a glicemia do paciente em</p><p>horários sequenciais após a ingestão da glicose (75g), com o</p><p>intuito de observar a diminuição desses índices de acordo com</p><p>o tempo.</p><p>Avaliação após: 30, 60, 90, 120 e 180 min</p><p>Avaliação após: 30, 60, 90 e 120 min</p><p>Avaliação após: 30, 60, 90, 120, 180 e 240 min</p><p>(clássica)</p><p>(simplificada)</p><p>(prolongada)</p><p>Durante o período de exame deve evitar</p><p>movimentos intensos, fumo, ingestão de</p><p>alimentos e água.</p><p>Dessa forma, é possível realizar um gráfico com a relação da</p><p>quantidade de glicose pelo tempo.</p><p>Durante a gestação (24ª a 25ª semana) seus</p><p>valores normais em jejum é 126mg/dL >200mg/dL >6,5%</p><p>A hemoglobina é uma proteína presente no</p><p>interior das hemácias, que promove a coloração</p><p>avermelhada a mesma e auxilia na captação e</p><p>transporte de oxigênio pelo corpo através da</p><p>corrente sanguínea.</p><p>Em pacientes com hiperglicemia, o excesso de</p><p>glicose facilita o processo de ligação com a</p><p>hemoglobina aumentando os seus índices.</p><p>A hemácia tem uma sobrevida de 120 dias</p><p>circulantes, dessa forma, através do exame, é</p><p>possível ter uma análise dos últimos 3 meses</p><p>aproximadamente.</p><p>Diagnóstico de diabetes;</p><p>Acompanhar o quadro de diabetes (análise do</p><p>tratamento e possíveis complicações).</p><p>Normal = 60 anos = 6 a 35 µUI/mL.</p><p>VALORES ALTERADOS</p><p>Aumento = insulinomas, resistência â insulina;</p><p>Diminuição = pancreatite crônica, galactosemia,</p><p>etc.</p><p>Índice Homa IR = avalia o índice de resistência à</p><p>insulina. Utilizando o cálculo:</p><p>Índice Homa Beta = avalia o trabalho do pâncreas</p><p>para produzir insulina. Utilizando o cálculo:</p><p>Glicemia x Insulina = Resultado / 22.5</p><p>Valor Normal = > 2,15.</p><p>Insulina x 20 / Glicemia</p><p>Valor Normal = 167 a 175.</p><p>38</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Série de exames laboratoriais com o intuito de analisar a quantidade de</p><p>substâncias que são liberadas na corrente sanguínea no momento de uma</p><p>lesão cardíaca.</p><p>39</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>VEIA CAVA</p><p>SUPERIOR</p><p>VEIAS</p><p>PULMONARES</p><p>ÁTRIO DIREITO</p><p>VÁLVULA TRICÚSPIDE</p><p>VENTRÍCULO DIREITO</p><p>VEIA CAVA INFERIOR</p><p>ARTÉRIA AORTA</p><p>ARTÉRIA PULMONAR</p><p>ÁTRIO ESQUERDO</p><p>VÁLVULA MITRAL</p><p>VENTRÍCULO</p><p>ESQUERDO</p><p>SEPTO</p><p>INTERVENTRICULAR</p><p>VÁLVULA SEMILUNAR</p><p>TRONCO PULMONAR</p><p>Transporte do oxigênio para o corpo;</p><p>Transporte de nutrientes para as células;</p><p>Recolhe os resíduos metabólicos ;</p><p>Regular a temperatura corporal;</p><p>Defesa do organismo - sistema imunológico.</p><p>Artérias = transportam o sangue do coração</p><p>para os órgãos e tecidos, carregando sangue</p><p>rico em oxigênio, com exceção das artérias</p><p>pulmonares.</p><p>Veias = transportam o sangue pobre em</p><p>oxigênio dos órgãos e tecidos em direção ao</p><p>coração, com exceção das veias pulmonares.</p><p>Pericárdio = membrana que reveste</p><p>externamente o coração e pode ser dividido</p><p>em dois folhetos: pericárdio fibroso e</p><p>pericárdio seroso.</p><p>Miocárdio = músculo estriado cardíaco que</p><p>realiza contração e relaxamento do coração,</p><p>com o intuito de promover o bombeamento</p><p>sanguíneo (células: miócitos).</p><p>Endocárdio = membrana que fica na</p><p>superfície interna do miocárdio, reveste as</p><p>câmaras cardíacas e cobre o esqueleto fibroso</p><p>das valvas.</p><p>Coronárias = são artérias que irrigam o</p><p>próprio coração para que o mesmo consiga</p><p>realizar suas funções..</p><p>Capilares = os menores e mais numerosos</p><p>vasos sanguíneos, que facilitam as trocas de</p><p>substâncias entre o sangue e as células,</p><p>fazendo conexão entre as artérias e as veias.</p><p>Para realizar essa atividade, o músculo</p><p>necessita de energia contínua proveniente do</p><p>oxigênio, fornecidas pelas artérias coronárias</p><p>O infarto agudo do miocárdio consiste na necrose</p><p>de uma porção do músculo cardíaco devido a</p><p>interrupção do fluxo de sangue para a artéria</p><p>coronária.</p><p>A lesão causada no tecido cardíaco libera</p><p>substâncias na corrente sanguínea capazes de</p><p>serem dosadas através dos marcadores que</p><p>identificam a lesão e sua extensão.</p><p>40</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>As troponinas são proteínas presentes no músculo</p><p>cardíaco e esquelético, auxiliando no momento da</p><p>contração muscular. Podem ser classificadas em:</p><p>Troponina C (TnC) - ligada ao cálcio</p><p>Troponina T (TnT) - ligada à tropomiosina</p><p>Troponina I (TnI) - inibitória</p><p>Essas proteínas formam um complexo regulando</p><p>a interação dependente de cálcio da miosina com</p><p>a actina.</p><p>Quando ocorre lesão musculas, essas substâncias</p><p>são lançadas na corrente sanguínea, sendo</p><p>possível quantificá-las.</p><p>Para análise, são utilizadas com mais frequência</p><p>a TnT e o TnI, pois seus genes se apresentam</p><p>diferentes no músculo cardíaco e esquelético -</p><p>mais específicas.</p><p>TnT = a elevação dos níveis ocorre de 4 a 6</p><p>horas após a dor precordial, tendo o pico em</p><p>12 horas e se mantendo elevada por 7 a 10</p><p>dias. (ELISA qualitativo ou quantitativo)</p><p>TnI = a elevação dos níveis ocorre de 4 a 6</p><p>horas após a dor precordial, tendo o pico em</p><p>12 horas e se mantendo elevada por 3 a 7 dias.</p><p>(ELISA com fluorescência ou quimiolumine.)</p><p>O exame de troponina ultra-sensível tem a</p><p>capacidade de aumentar significativamente a</p><p>sensibilidade diagnóstica em fases precoces da</p><p>lesão cardíaca, detectando níveis muito baixos da</p><p>proteína no sangue.</p><p>São utilizadas para diagnosticar infarto do</p><p>miocárdio, síndrome coronariana e necrose do</p><p>miocárdio irreversível.</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA</p><p>Troponina T = até 0,1 ng/mL;</p><p>Troponina I = até 0,16 ng/mL.</p><p>VALOR AUMENTADOS</p><p>Infarto agudo do miocárdio;</p><p>Fibrina no soro;</p><p>Reação cruzada;</p><p>Anticorpos heterofílicos.</p><p>41</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>A mioglobina é uma hemoproteína citosólica de</p><p>ampla distribuição pelos tecidos musculares,</p><p>tendo como função realizar o armazenamento de</p><p>O2.</p><p>Está presente no músculo cardíaco e esquelético,</p><p>sendo o marcador de alta sensibilidade para</p><p>detecção de reinfarto e monitoramento da</p><p>reperfusão.</p><p>Elevação ocorre em 1 a 3 horas após a dor precordial;</p><p>O pico ocorre de 6 a 8 horas;</p><p>Os níveis se normalizam em até 24 horas;</p><p>Tem como desvantagem a baixa especificidade de</p><p>doença muscular ou renal, além do possível falso</p><p>negativo caso a</p><p>coleta seja realizada em</p><p>momentos tardios.</p><p>Imunoturbidimetria;</p><p>Nefelometria;</p><p>Imunoensaios;</p><p>ELISA com quimioluminescência;</p><p>Aglutinação em Látex.</p><p>Homens = 19 a 92 µg/L;</p><p>Mulheres = 12 a 76 µg/L.</p><p>VALOR AUMENTADOS</p><p>Infarto agudo do miocárdio;</p><p>Lesão muscular.</p><p>42</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>A CK-MB começa a se elevar 4 horas após o início</p><p>da dor precordial, chegando ao pico em 24 horas e</p><p>voltando aos níveis normais em 48 horas.</p><p>A creatinofosfoquinase (CK) é uma proteína que</p><p>apresenta importante função na regulação da</p><p>produção e uso do fosfato nos tecidos que</p><p>realizam contração - catalisa a reação da</p><p>creatina em creatina fosfato.</p><p>CK-BB (cérebro);</p><p>CK-MB (coração);</p><p>CK-MM (músculo esquelético).</p><p>Pode ser dividida em isoenzimas, são elas:</p><p>Mulheres = 26 a 192 U/L;</p><p>Homens = 39 a 308 U/L.</p><p>Imunoinibição = analisa a quantidade de</p><p>enzimas na amostra através do consumo de</p><p>substratos (atividade).</p><p>Imunoensaio = utiliza anticorpos monoclonais</p><p>para medir a massa da enzima presente na</p><p>amostra (mais confiável).</p><p>VALOR AUMENTADOS</p><p>Lesão do miocárdio.</p><p>Pode ser utilizado para diagnóstico de doenças</p><p>musculoesqueléticas e em casos de lesões</p><p>cardíacas junto com o CK-MB. Seus valores</p><p>normais são:</p><p>Homens = 39 a 308 U/L;</p><p>Mulheres = 26 a 192 U/L. Se eleva simultaneamente ou um</p><p>pouco depois da CK-MB</p><p>43</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Série de exames laboratoriais com o intuito de promover um diagnóstico</p><p>diferencial amplo para avaliar anormalidades dos níveis séricos de lipídios</p><p>e lipoproteínas.</p><p>44</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Álcool</p><p>Os lipídios são substâncias orgânicas apolares,</p><p>classificados em sua maioria como ésteres de</p><p>ácido graxo + álcool. Por serem apolares, devem</p><p>se ligar a lipoproteínas para se transportarem</p><p>pela corrente sanguínea.</p><p>- OH</p><p>Ácido Graxo C</p><p>O</p><p>OH</p><p>=-</p><p>CH2 OH</p><p>CH OH</p><p>CH2 OH</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>Glicerol</p><p>O</p><p>OH</p><p>C CH2 CH2 (...)- - --</p><p>=</p><p>Ácido Graxo</p><p>EXEMPLO:</p><p>Síntese por desidratação</p><p>CH2 O</p><p>CH OH</p><p>CH2 OH</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>- C</p><p>=</p><p>O</p><p>- CH2 - CH2 - CH2 - (...)</p><p>Monoglicerídeo</p><p>+</p><p>Reserva energética através dos adipócitos;</p><p>Isolante térmico e elétrico;</p><p>Estrutura da membrana através do fosfolipídio;</p><p>Fazem parte dos hormônios sexuais;</p><p>Impermeabilizante;</p><p>Carregadores de vitaminas lipossolúveis.</p><p>Os lipídios são digeridos pelo intestino delgado,</p><p>onde os sais biliares emulsificam as gorduras em</p><p>micelas com o intuito de facilitar a ação das</p><p>lipases.</p><p>A lipase hidrolisa as ligações éster dos lipídios,</p><p>liberando ácidos graxos e glicerol, por exemplo,</p><p>que serão convertidos em triacilgliceróis.</p><p>Triacilgliceróis e carboidrato se juntam a</p><p>proteínas transportadoras formando os</p><p>quilomícrons, que irão circular pelo sangue até</p><p>chegar aos órgãos onde serão metabolizados</p><p>(fígado e coração).</p><p>O ácido graxo e o glicerol são metabolizados no fígado. O</p><p>glicerol entra na via glicolítica e o ácido graxo é convertido</p><p>em acetil-CoA.</p><p>O acetil-CoA entra no ciclo do ácido cítrico podendo gerar</p><p>energia para o fígado ou sendo exportada para outros</p><p>tecidos em forma de corpos cetônicos.</p><p>Quando os corpos cetônicos atingem outros tecidos,</p><p>voltam a ser acetil-CoA com o intuito de serem</p><p>metabolizados para gerar energia. Em casos de excesso de</p><p>energia pela alimentação, essa substância pode ser</p><p>armazenada em forma de gordura nos adipócitos.45</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Lipoproteínas são a associação entre proteínas e</p><p>lipídios, que tem como intuito atuar no transporte</p><p>e na regulação do metabolismo dos lipídios. São</p><p>compostos por:</p><p>Triglicerídeos (TG);</p><p>Éster de colesterol;</p><p>Colesterol;</p><p>Fosfolipídio;</p><p>Apolipoproteínas.</p><p>São lipoproteínas de menor densidade que</p><p>transportam o triacilglicerol vindo da dieta do</p><p>intestino para os tecidos musculares, adiposos e</p><p>fígado. Logo após se transformam em quilomícrons</p><p>remanescentes, indo para os hepatócitos.</p><p>São lipoproteínas de densidade muito baixa,</p><p>produzidas por meio de gordura endógena</p><p>(carboidratos) no fígado, que tem como função</p><p>transportar o triacilglicerol e colesterol do fígado</p><p>para o tecido adiposo e muscular através da lipólise.</p><p>Logo após, torna-se IDL.</p><p>São lipoproteínas de densidade baixa, formadas a</p><p>partir do VLDL (forma indireta) ou IDL (forma</p><p>direta), que tem como função transportar o</p><p>colesterol do fígado para os tecidos extra-</p><p>hepáticos. Retorna para o fígado após o transporte.</p><p>Seu excesso pode elevar o risco de problemas</p><p>cardiovasculares pela deposição na parede dos</p><p>vasos.</p><p>Lipoproteína de alta densidade que é produzida</p><p>no intestino delgado e no fígado, levando o</p><p>colesterol dos tecidos periféricos para o fígado</p><p>(caminho reverso do LDL).</p><p>Essa substância reduz o risco de doenças</p><p>cardiovasculares por retirar os lipídios dos vasos</p><p>sanguíneo.</p><p>O colesterol é um lipídio esteroide apolar que tem</p><p>como função:</p><p>Pode ser obtido por meio endógeno (produzido</p><p>pelo corpo) ou exógeno (através da alimentação).</p><p>São transportados pelas lipoproteínas HDL, LDL E</p><p>VLDL.</p><p>Formação da membrana celular;</p><p>Sintetiza hormônios;</p><p>Produz ácidos biliares;</p><p>Atua no metabolismo de vitaminas.</p><p>Rico em</p><p>TG</p><p>Rico em</p><p>TG</p><p>Rico em</p><p>Colesterol</p><p>Rico em</p><p>Proteína</p><p>46</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>O colesterol total (CT) é a soma do colesterol livre</p><p>com o esterificado, ou seja, do HDL, LDL e VLDL.</p><p>Pode ser dosado diretamente através de um teste</p><p>enzimático, produzindo um cromógeno.</p><p>VALORES NORMAIS ATÉ 19 ANOS</p><p>Desejável = 200 mg/dL</p><p>VALORES NORMAIS ACIMA DE 19 ANOS</p><p>Desejável = 240 mg/dL</p><p>Elevação = pode está relacionada a</p><p>hipercolesterolemia, hipotireoidismo, nefrose,</p><p>doença pancreática, medicamentos, etc.</p><p>Diminuição = associado a lesão hepática,</p><p>hipertireoidismo, anemias crônicas,</p><p>abetalipoproteinemia, etc.</p><p>Análise de lipoproteínas de baixa densidade (LDL)</p><p>por meio da detecção do colesterol nessa</p><p>substância. Podem ser diretamente dosadas,</p><p>porém utiliza-se geralmente a equação de</p><p>Friedwald:</p><p>LDL = CT - (HDL + VLDL)</p><p>Elevação = hipercolesterolemia, diabetes mellitus,</p><p>síndrome nefrótica, dieta hiperlipídica,</p><p>hipotireoidismo, sedentarismo, etc.</p><p>Diminuição = abetalipoproteinemia e utilização</p><p>de estrogênios.</p><p>VALORES NORMAIS</p><p>Ótimo = 500 mg/dL</p><p>VALOR DE REFERÊNCIA</p><p>Desejável = 130 mg/dL</p><p>ADULTO CRIANÇA / ADOLESCENTE</p><p>47</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Série de exames laboratoriais com o intuito de analisar possíveis patologias</p><p>pancreáticas.</p><p>48</p><p>Licenciado para - E</p><p>verton Luiz da S</p><p>ilva - 63362341268 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Duodeno</p><p>Canal</p><p>pancreático</p><p>acessório</p><p>Canal Biliar</p><p>Canal</p><p>pancreático</p><p>principal</p><p>Células acinares</p><p>Ilhas pancreáticas</p><p>Células delta</p><p>Células alfa</p><p>Células beta</p><p>Pâncreas</p><p>Canal</p><p>Pancreático</p><p>Ambas as substâncias irão percorrer o canal</p><p>pancreático, e a união dá origem ao suco</p><p>pancreático. Aumentam o pH (básico).</p><p>O pâncreas é um órgão</p>

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