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ROTINA_Ebook_Manual_de_Interpretacao_de_Exames_Lab_250321_104849

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Thais Martins de Oliveira - thaismartins023@gmail.com - CPF: 042.824.211-18
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Thais Martins de Oliveira - thaismartins023@gmail.com - CPF: 042.824.211-18
BIOMARCADORES RENAIS ......................................................................................................................................................................................................................................................05
FISIOLOGIA RENAL ............................................................................................................................................................................................................................................................06
SUMÁRIO DE URINA ..........................................................................................................................................................................................................................................................08
DOSAGEM DE UREIA .........................................................................................................................................................................................................................................................18
DOSAGEM DE CREATININA ........................................................................................................................................................................................................................................... 20
CLEARANCE DE CREATININA ........................................................................................................................................................................................................................................21
TAXA DE FILTRAÇÃO GLOMERULAR ..........................................................................................................................................................................................................................22
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BIOMARCADORES HEPÁTICOS ..........................................................................................................................................................................................................................................23
FISIOLOGIA HEPÁTICA .................................................................................................................................................................................................................................................24
BILIRRUBINA DIRETA E INDIRETA ...........................................................................................................................................................................................................................25
ALBUMINA ......................................................................................................................................................................................................................................................................26
TRANSAMINASES ........................................................................................................................................................................................................................................................ 28
GGT E FAL ........................................................................................................................................................................................................................................................................29
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5.
ANÁLISE DO PERFIL GLICÊMICO ........................................................................................................................................................................................................................................30
GLICOSE E HORMÔNIOS ..............................................................................................................................................................................................................................................31
METABOLISMO DA GLICOSE ......................................................................................................................................................................................................................................32
TIPOS DE DIABETES ......................................................................................................................................................................................................................................................34
GLICEMIA EM JEJUM .................................................................................................................................................................................................................................................. 35
TOTG .................................................................................................................................................................................................................................................................................36
HEMOGLOBINA GLICADA ...........................................................................................................................................................................................................................................37
OUTOS TIPOS DE EXAME .............................................................................................................................................................................................................................................38
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MARCADORES CARDÍACOS ......................................................................................................................................................................................................................................................39
FISIOLOGIA CARDÍACA .................................................................................................................................................................................................................................................... 40
TROPONINA .........................................................................................................................................................................................................................................................................41
MIOLGOBINA .......................................................................................................................................................................................................................................................................42
CK-MB ....................................................................................................................................................................................................................................................................................43e RNA).
Só são acionados quando
estão no intestino.
Sua porção endócrina é formado por conjuntos de
células denominadas Ilhotas Pancreáticas
(Langerhans).
CÉLULAS ALFA
Secretam o glucagon em resposta a diminuição da
glicemia. Esse hormônio estimula o fígado a
realizar glicogenólise e lipólise, com o intuito de
manter a homeostasia do corpo.
CÉLULAS BETA
Responsáveis por secretar a insulina em casos de
aumento de glicemia. Esse hormônio promove a
entrada da glicose nas células, além de permitir o
armazenamento da glicose em glicogênio e
gordura.
CÉLULAS DELTA
São responsáveis por liberar somatostatina, que
tem como função inibir a porção endócrina do
pâncreas.
Células Epsilon produzem a grelina, que estimula o
apetite. Já as células Polipeptídeos Pancreáticas
inibem a função exócrina.
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Se normaliza no terceiro ao quarto dia.
A amilase é uma enzima produzida pelo pâncreas
e glândulas salivares, tendo como função
catalisar o desdobramento do amido e do
glicogênio vindos da dieta.
Catalisa a hidrólise das ligações α-1,4 da amilose,
amilopectina e glicogênio, liberando maltose e
isomaltose.
A pancreatite aguda é um distúrbio inflamatório
agudo do pâncreas associado a edema,
intumescências, necrose, etc.
Os níveis de amilase aumentam 2 a 12 horas após
o início das dores abdominais, sendo 4 a 6 vezes
maiores que o valor de referência. 20% dos
pacientes podem apresentar índices normais de
amilase mesmo com a patologia.
No soro = 60 a 160 U/dL;
Na urina = 1500 a 1800 U/d;
Líquido duodenal = 50.000 a 80.000 U/dL;
VALOR DE REFERÊNCIA
Pancreatite aguda ou crônica;
Obstrução do canal pancreático;
Caxumba;
Insuficiência renal;
Obstrução do duodeno;
Gravidez ectópica;
Perfusão do intestino, etc
VALOR AUMENTADO
Lesões permanentes nas células pancreáticas
causadas geralmente por pancreatite crônica
VALOR DIMINUIDO
Realizar diagnóstico de pancreatite e outras
doenças do órgão;
Investigar eventos inflamatórios abdominais.
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VALOR DIMINUIDO
A lipase é uma enzima específica que tem como
função catalisar a hidrólise dos ésteres de glicerol
de ácidos graxos - triglicerídeos - na presença de
sais biliares e colipase.
São formadas pelas células do pâncreas, mas
também podem ser encontradas na mucosa
intestinal, leucócitos, adipócitos, língua, etc.
Na pancreatite aguda, a lipase aumenta de 4 a 8
horas após o início do quadro, atinge seu pico em
até 24 horas e volta a normalidade em 8 a 14 dias.
Sua concentração é muito maior no
pâncreas do que nos outros tecidos.
Sua concentração aumenta junto com a amilase,
porém, 20% dos pacientes podem apresentar os
índices de lipase normais mesmo com pancreatite
aguda.
Esse valor pode variar de acordo com o método
utilizado em cada laboratório.
Normal = até 160 UI/L
VALOR DE REFERÊNCIA
Pancreatite aguda ou crônica;
Colecistite aguda;
Obstrução do ducto pancreático;
Insuficiência renal.
VALOR AUMENTADO
Distúrbios no pâncreas;
Enfermidade renal;
Perionite;
Cisto pancreático;
Intestino estrangulado.
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Série de exames laboratoriais com o intuito de analisar a quantidade de
ferro, seu armazenamento e transporte.
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, Fe Fe
A atividade da ferroportina é controlada pela
hepcidina - sintetizada no fígado.
ENTRA O2
Fe2+ Fe2+
SAI O2
HEMOGLOBINA
FUNCIONALHEMOGLOBINA
IRREGULAR
Fe3+
ENTRA DE O2
IMPOSSIBILITADA
METAHEMMOGLOBINA
COLORAÇÃO MARROM SANGUE
O ferro é um mineral vital para o organismo,
tendo como função no corpo:
Auxiliar no transporte de oxigênio;
Atuar na proliferação e reparo celular;
Atuar na formação dos citocromos;
Favorecer a formação de ATP;
Auxiliar na função da catalase;
Auxiliar na síntese do colágeno, etc.
Após a ingestão do Fe2+ e Fe3+ pelos alimentos, o
mineral vai para o estômago e o duodeno, onde há
a presença do citocromo b duodenal - redutase
férrica. 
O ferro pode ser obtido através da dieta ou da
própria reabsorção do mesmo que o organismo
faz, através da degradação das hemácias. Esse
mineral pode ser obtido de duas formas:
Fe Fe3+ 2+
Ferro não heme (inorgânico) Ferro heme (orgânico)
Abundante nas
proteínas animais.
Abundante nas
proteínas vegetais.
Sua função é transformar o ferro inorgânico em
orgânico para ser melhor absorvido no intestino.
No intestino há a presença dos enterócitos, que
possuem em sua superfície o DMT-1, estrutura na
qual irá permitir a entrada do Fe2+ na célula.
O ferro pode se armazenar no enterócito na forma
de ferritina ou pode ser transportado para o
plasma pela ferroportina (FPT).
No sangue, o ferro deve ser transportado por meio
da trasferrina, porém este não possui tanta
afinidade com o Fe2+. Dessa forma, a hefaestina
oxida o ferro, transformando-o em Fe3+.
Dentro do eritrócito, é possível a formação de Deoxihemoglobina ou
Oxihemoglobina a partir da presença de Fe2+, permitindo o
transporte de oxigênio - funcional.
Caso haja a presença de Fe3+ na hemácia, há a formação da
metahemoglobina, sendo impossibilitada de transportar oxigênio
(vitamina c consegue converter Fe 3+ em 2+).
A molécula 2,3 Disfosfoglicerato quebra a ligação do ferro com o oxigênio
para que este seja liberado para as células.
DMT-1
Ferro férrico Ferro ferroso
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, Fe Fe
Seus níveis podem apresentar variações
circadianas, sendo mais alto pela manhã e menor
próximo às 21:00.Geralmente é utilizado o método
colorimétrico por cromógeno ou cromazurol B.
O exame de ferro sérico tem como intuito analisar
os níveis dessa substância ligada a transferrina
(Fe3+).
Pode ser utilizado no diagnóstico diferencial e
monitoramento do tratamento de anemias
(ferropriva, aplásica, etc) e diagnóstico de
hemocromatose, hemossiderose e toxicidade
aguda por ferro.
É coletado o soro do paciente em tubo seco
(vermelho) ou em gel separador (amarelo). É
recomendado jejum de no mínimo 8 horas.
Para a dosagem, o ferro deve ser dissociado da
transferrina através da adição de um ácido que
vai precipitar essa proteína.
Sua determinação deve ser analisada junto com
outros exames, como a saturação da transferrina
e ferritina sérica.
Homens = 75 a 175 µg/dL;
Mulheres = 65 a 165 µg/dL;
Hemocromatose;
Alimentação rica em ferro;
Anemia hemolítica;
Doença hepática crônica;
Transfusão sanguínea, etc.
VALOR AUMENTADO
Fluxo menstrual intenso;
Parasitoses;
Neoplasias;
Hemorragia aguda;
Gestação;
Deficiência alimentar;
Gestação.
VALOR DIMINUÍDO
Fe3+
Transferrina
Fe3+
Fe3+
Fe3+
Fe3+
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, Fe Fe
A ferritina é uma proteína globular, composta por
aminoácidos hidrofóbicos e hidrofílicos e 24
subunidades, divididas em:
Cadeias leves = reserva de ferro;
Cadeias pesadas = enzima ferroxidase (Fe+2
em Fe +3).
Cada complexo de ferritina pode armazenar cerca
de 4.500 íons de Fe+3.
Apoferritina = cadeias leves e pesadas sem
ferro.
O ferro ferroso não pode circular livremente no
organismo, por formar radicais livres e espécies
reativas de oxigênio.
Dessa forma, a ferritina realiza oxidação do Fe2+
em Fe3+, armazenando em seu interior para
liberar quando for necessário.
Em casos de processos infecciosos ou inflamatórios
agudos, a ferritina aumenta seus níveis séricos
para sequestrar o ferro ferroso e impedir que as
substâncias estranhas use para seu metabolismo.
Em condições basais, os níveis de ferritina sérica é
proporcional ao estoque de ferro corporal,
variando com o sexo e idade do paciente.
Podem ser utilizados em casos de deficiência de
ferro, monitorar o tratamento com a substância,
diferenciar anemias e detectar sobrecarga.
Utilizando a metodologia de
quimioluminescência, os valores são:
Homens = 22 a 280 ng/mL;
Mulheres = 10 a 254 ng/mL.
Hemocromatose;Hemossiderose;
Alcoolismo;
Processo inflamatório;
Sobrecarga transfusional;
Doenças hepáticas.
VALOR AUMENTADO
Deficiência de ferro;
Anemias;
Hipotireoidismo;
Deficiência de vitamina c;
Doença celíaca.
VALOR DIMINUÍDO
Fe3+ Fe3+
Fe3+
Fe3+
Fe3+
Fe 3+
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, Fe Fe
Sua obtenção é feita pela soma da
transferrina não saturada com o ferro
sérico.
A transferrina é uma beta globulina produzida
pelo fígado, que tem como intuito transportar o
ferro que saiu dos enterócitos para as células do
corpo, na forma de Fe3+.
Possui meia vida de 8 a 10 dias e normalmente
deve ser realizado em jejum. É utilizado para
avaliar deficiência de ferro, triagem na
sobrecarga do ferro e final da gestação.
Fe3+
Transferrina
Homens = 215 a 365 mg/dL;
Mulheres - 250 a 380 mg/dL.
VALOR NORMAL
Deficiência crônica do ferro;
Uso de contraceptivos orais.
Necrose hepática;
Hemorragia aguda, etc.
VALOR AUMENTADO
Infecções;
Neoplasias;
Uremias;
Nefrose;
Anemia da doença crônica.
VALOR DIMINUÍDO
A capacidade total de ligação do ferro é uma
medida indireta da transferrina circulante, sendo
necessário jejum de pelo menos 8 horas para
realização do exame.
Pode ser medido no tubo seco (vermelho) ou com
gel separados (amarelo), sendo utilizado para
avaliar deficiência e sobrecarga de ferro e no
final da gestação.
 Normal = 250 a 425 µg/dL.
VALOR NORMAL
Doenças inflamatórias crônicas;
Neoplasias;
Uremia;
Nefrose.
VALOR DIMINUÍDOS
Deficiência crônica de ferro;
Utilização de contraceptivos orais;
Necrose hepática;
Hemorragia aguda;
Gravidez.
VALOR DIMINUÍDOS
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Série de exames laboratoriais com o intuito de analisar desequilíbrio dos
eletrólitos no organismo.
Na
Mg
K
Ca
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CÁTIONS
ÂNIONS
Sódio (Na+)
Potássio (K+)
Cálcio (Ca )
Magnésio (Mg )+2
+2
Cloreto (Cl-)
Bicarbonato (HCO3-)
Fosfato (HPO4-)
Sulfato (SO4 )-2
Mantém a pressão osmótica do plasma;
Regula a distribuição de água no organismo;
Regula o pH fisiológica;
Manutenção da função cardíaca e muscular;
Participa das reações de óxido-redução;
Participam como cofatores enzimáticos.
Apesar dos conjuntos de cátion e ânion terem a
mesma concentração, possuem quantidades
individuais diferentes.
Principal cátion extracelular = sódio;
Principal cátion intracelular = potássio;
Principal ânion extracelular = cloreto;
Principal ânion intracelular = fosfatos.
A lei da eletroneutralidade indica que a soma das
cargas positivas dos cátions deve ser igual a soma
das cargas negativas dos ânions.
Átomo positivo, com mais
prótons do que elétrons.
Átomo negativo, com mais
elétrons do que prótons.
O bicarbonato promove equilíbrio ácido-base e o
equilíbrio eletrolítico, por fazer parte de ambos os
processos.
Carregador de nutrientes e metabólitos;
Formação da estrutura de macromoléculas;
Participação ativa em reações químicas;
Solventes para minerais, vitaminas, etc;
Lubrificante;
Absorção de choques mecânicos;
Regulação da temperatura corporal.
No estado de equilíbrio, a ingestão de água é
proporcional a sua perda, sendo distribuída de
forma irregular por todo o organismo.
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O sódio é o principal íon extracelular e
determinante da osmolaridade do plasma,
representando 90% dos cátion inorgânicos. 
O rim é o principal órgão para regular o sódio
extracelular e a água corporal. Sua dosagem é
feita para analisar o equilíbrio hidroeletrolítico e
desidratação.
HIPONATREMIA
Ocorre quando há uma diminuição da
concentração de Na+ no plasma (150 mmol/L), causada
normalmente pela desidratação, no qual os
componentes sanguíneos se tornam mais
concentrados.
VALOR DE REFERÊNCIA
Normal = entre 136 a 145 mEq/L.
VALOR AUMENTADO
Desidratação;
Diabetes insípido;
Comas hiperosmolares;
VALOR DIMINUIDO
Nefropatia;
Insuficiência cardíaca;
Síndrome nefrótica;
Maior secreção de ADH (diurético).
É o cátion mais prevalente no meio intracelular,
auxiliando nos processos metabólicos do
organismo, na preservação do DNA e RNA e
atuando como cofator enzimático e na coagulação
do sangue.
Está presente nos ossos, músculos, plasma e fluido
intersticial. Pode ser utilizado para diagnóstico de
hipo e hipermagnesemia, insuficiência renal,
distúrbios gastrintestinais, etc.
VALOR DE REFERÊNCIA
Normal = 1,9 a 2,5 mg/dL.
VALOR AUMENTADO
Insuficiência renal;
Desidratação grave.
VALOR DIMINUIDO
Pancreatite aguda;
Hepatite crônica;
Alcoolismo.
Diabetes Mellitus, etc.
HIPOMAGNESEMINA
Diminuição da concentração de
magnésio.
HIPERMAGNESEMINA
Aumento da concentração de
magnésio.
Método = espectrometria de
emissão anatômica
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O potássio é o principal cátion intracelular,
devido a sua participação na bomba sódio-
potássio, que auxilia na sua prevalência nessa
região.
Através desse processo, é possível realizar a
manutenção do potencial elétrico da membrana
celular, auxiliando na transmissão dos impulsos
nervoso, por exemplo.
HIPOPOTASSEMIA
É a diminuição das concentrações plasmáticas de
potássio (5mEq/L), podendo ocorrer em casos de
hiponatremia, hipocalemia e acidose metabólica -
pH baixo provoca a saída do potássio do meio
intracelular.
HIPERPOTASSEMIA
VALOR DE REFERÊNCIA
Normal = entre 3,5 a 5,0 mEq/L.
VALOR AUMENTADO
Síndrome de Cushing;
Doença no túbulo renal;
Aldosteronismo.
VALOR DIMINUIDO
Doença de Addison;
Doença renal;
Sintomático ou assintomático.
O cálcio é um cátion presente principalmente no
tecido ósseo, atuando na mineralização dos ossos
e dentes, contração muscular, ritmo cardíaco,
coagulação sanguínea, etc.
No plasma, se encontra na forma ionizada, ligada
a ânions ou albumina, estando presente em
apenas 1% do sangue.
HIPOCALCEMIA
Ocorre quando os níveis de cálcio no sangue se
encontram baixos, podendo ser ocasionando por
perda do cátion na urina ou quantidade
insuficiente dos ossos para o sangue.
Aumento da quantidade de cálcio no plasma,
sendo a desordem metabólica mais associada ao
câncer
HIPERCALCEMIA
VALOR DE REFERÊNCIA
Normal = entre 8,8 a 10,4 mg/dL.
VALOR AUMENTADO
Hipercalcemia maligna;
Hiperparatireoidismo.
VALOR DIMINUIDO
Baixa vitamina D;
Doença renal;
Hipoparatireoidismo, etc.
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Normal = entre 98 a 106 mEq/L.
Desidratação hipertônica;
Acidose tubular renal;
Hiperparatiroidismo primário, etc.
O cloreto é o ânion mais abundante do líquido
extracelular, atuando no equilíbrio osmótico do
sangue com o sódio e na produção de ácido
clorídrico.
Em situações normais, seus índices irão seguir as
do sódio. Sua alteração sem a mudança dos outros
eletrólitos está associada ao distúrbio ácido-base.
HIPOCLOREMIA
Ocorre quando a concentração plasmática de
cloreto é diminuída, como nos casos de retenção
de água e alcalose metabólica.
Processo em que a quantidade de cloreto aumenta
no plasma, causada pela desidratação ou
problemas renais.
HIPERCLOREMIA
VALOR DE REFERÊNCIA
VALOR AUMENTADO
VALOR DIMINUIDO
Insuficiência adrenal cardíaca;
Doença de Addison;
Queimaduras e vômitos;
Cetoacidose diabética, etc.
O fósforo é um mineral que está associado a
formação da estrutura óssea, ao sistema-tampão
fosfato, componente da membrana celular, ao
metabolismo de substâncias e é um componente
dos ácidos nucleicos.
Pode ser utilizado para monitorar os distúrbios
renais e endócrinos, diagnosticar doenças
hemolíticas, fraqueza muscular e insuficiência
respiratória.
HIPOFOSFATEMIAProcesso caracterizado pela baixa concentração
plasmática de fosfato (4,5 mg/dL).
HIPERFOSFATEMIA
VALOR DE REFERÊNCIA
Normal = entre 2,5 a 4,5 mg/dL.
VALOR AUMENTADO
Insuficiência renal;
Hipoparatireoidismo;
Doenças hemolíticas, etc.
VALOR DIMINUIDO
Hiperparatireoidismo;
Diabetes;
Hipofosfatemia oncogênica.
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Série de exames que tem como intuito avaliar os gases presentes no sangue
e sua distribuição.
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Alterações nesses mecanismos de
equilíbrio podem ocasionar quadros de
alcalose ou acidose.
A gasometria é um exame que tem como objetivo
avaliar a capacidade de retenção e distribuição do
oxigênio pela hemácia, além de avaliar o
equilíbrio ácido-básico.
Rins = através do seu mecanismo de excreção
e reabsorção do bicarbonato consegue
controlar o pH sanguíneo - metabólica.
Pulmões = através da profundidade da
respiração consegue aumentar ou diminuir a
quantidade de CO2 no sangue, alterando o seu
pH - respiratório.
Sistema tampão = regula a produção de
bicarbonato (base) e o ácido carbônico (ácido)
para controlar esses índices no organismos de
forma compensatória.
pH = é o potencial hidrogeniônico,
representado por escala numérica, que
determina a acidez de uma solução através da
concentração de hidrônio.
pH = potencial de hidrogênio;
pO2 = pressão parcial de hidrogênio;
pCO2 = pressão parcial de dióxido de carbono;
HCO3 = íons de bicarbonato;
BE = excesso de base;
sO2 = saturação de oxigênio.
A coleta deve ser realizada com o paciente em
repouso, geralmente na artéria radial, utilizando
um tubo de heparina seca ou líquida, tendo o
cuidado para retirar as bolhas de ar na seringa.
Acidose = aumento da acidez sanguínea ou
diminuição da base, abaixando pH.
Alcalose = diminuição da acidez sanguínea ou
acúmulo da base, ocasionando um aumento do pH.
Bicarbonato = componente básico do sangue.
CO2 = componente ácido do sangue.
A amostra deve ser armazenada em
refrigeração de 0-4°C e sua análise não deve
ultrapassar 30 minutos após a coleta.
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O potencial hidrogêniônico (pH) é um parâmetro
que tem como intuito indicar a quantidade de íons
H+ no sangue, dando o resultado em uma escala
numérica;
ÁCIDO 7.45
NORMAL = 7.35 - 7.45
Sua regulação é feita através da ação dos rins
(reabsorve bicarbonato) e do pulmão (envolvido
com CO2), que atuam de forma equilibrada e
compensatória em estado normal.
ACIDOSE RESPIRATÓRIA
Ocorre quando há excesso de CO2 por uma
incapacidade dos pulmões de eliminá-lo. Geralmente
está atrelado a doença pulmonar obstrutiva
crônica, distúrbios neuromusculares, etc.
Compensação = aumento do bicarbonato
plasmático pela retenção nos rins.
Os índices laboratoriais irão apresentar elevação
do pCO2 e diminuição do pH.
ACIDOSE METABÓLICA
Ocorre quando há perda de bicarbonato a nível renal, havendo
retenção de H+ no organismo. Aparece em casos de insuficiência
renal, cetoacidose diabética, aumento de ácido lático, etc.
Compensação = hiperventilação ou aumento da produção
de amônia nos rins.
Os índices laboratoriais irão apresentar redução do
bicarbonato , do pCO2 (compensação) e do pH.
ALCALOSE RESPIRATÓRIA
Ocorre quando há eliminação excessiva de CO2 pelos
pulmões, prevalecendo os níveis de bicarbonato.
Pode acontecer em casos de pneumonia, asma, ICC,
hipotensão, anemia severa, etc.
Compensação = diminuição da quantidade de
bicarbonato plasmático pelos rins.
Os índices laboratoriais irão apresentar redução
do pCO2, elevação do pH.
ALCALOSE METABÓLICA
Ocorre quando há aumento das concentrações de
bicarbonato. Pode acontecer em casos de perda de
secreção gástrica, ingestão de altas doses de
antiácido, fibrose cística, etc.
Compensação = hiperventilação nos pulmões.
Os índices laboratoriais irão apresentar elevação
do pH, bicarbonato e pCO2 (compensação).
pCO2
HCO3
Alcalose
Acidose
Alcalose
Acidose
pCO2
pCO2
HCO3
HCO3
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A pressão parcial de oxigênio (pO2) é um
parâmetro que tem como objetivo avaliar a
eficácia de oxigenação do sangue pelos pulmões, a
partir da pressão exercida pelo oxigênio.
Seu aumento pode estar relacionado a altas doses
de O2, já a diminuição está atrelada a
hipoventilação, anemia, etc.
VALOR DE REFERÊNCIA = 80 a 100 mmHg
A pressão parcial de dióxido de carbono (pCO2)
tem como intuito avaliar a eficácia da ventilação
alveolar pelo controle da quantidade de CO2 no
sangue. 
O CO2 é derivado do metabolismo celular, sendo
dissolvido no sangue de acordo com a velocidade e
profundidade da respiração. Quando reage com a
água, produz ácido carbônico.
VALOR DE REFERÊNCIA = 35 a 45 mmHg
O bicarbonato real (HCO3) tem como intuito
avaliar a concentração de bicarbonato no plasma
da amostra. 
Grandes quantidades de H+ no plasma fazem com
que o HCO3 se ligue ao mesmo, formando ácido
carbônico, que dará origem ao CO2 + H2O.
É calculada a partir das medidas do pH e pCO2.
VALOR DE REFERÊNCIA = 22 a 26 mmHg
O excesso de base (BE) tem como objetivo avaliar a
quantidade de bases tampão presentes no sangue,
definindo se a alteração é de origem metabólica
ou respiratória.
VALOR DE REFERÊNCIA = -2 a +2 mEq/L
A saturação de oxigênio (SO2) tem como intuito
indicar a porcentagem da hemoglobina oxigenada
em relação a sua capacidade total de transportar
oxigênio.
VALOR DE REFERÊNCIA = 95 a 99%
Seus baixos índices podem indicar enfisema
pulmonar, DPOC, entre outros.
pH
pCO2
pO2
HCO3
BE
7.35 7.45
35 45
80 100
22 26
-2 +2
ACIDOSE ALCALOSE
HIPOCAPNIA HIPERCAPNIA
HIPOXEMIA HIPEROXEMIA
ACIDOSE
METABÓLICA
ALCALOSE
METABÓLICA
PERDA DE GASES GANHO DE GASES
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Identificar se o sangue é arterial ou venoso a
partir da coloração da amostra e da análise do
pO2 e sO2, que se apresentam altas no arterial e
baixas no venoso.
Interpretar o processo metabólica a partir da
análise do HCO3 (bicarbonato).
HCO3 aumentado = alcalose metabólica;
HCO3 diminuído = acidose metabólica.
Interpretar o processo respiratório a partir da
análise de pCO2 (dióxido de carbono).
pCO2 aumentado = acidose respiratória;
pCO2 diminuído = alcalose respiratória.
Interpretação dos valores de pH em relação ao
HCO3 e pCO2 para descobrir se há mecanismos
compensatórios.
BE +5 mEq/ L = alcalose leve;
BE > +10 mEq/L = excesso de bicarbonato.
pO2 > 65 e sO2 > 90% = oxigenação satisfatória
sO2 7,45
ACIDOSE ALCALOSE
pCO2 > 45 HCO3 26
RESPIRATÓRIA METABÓLICA RESPIRATÓRIA METABÓLICA
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MÁXIMO, A. S.; DOMINGUETE, C. P; SILVA, R. S. Atlas de Urinálise - USFJ. Divinópolis, 2020. Disponível em: https://ufsj.edu.br/portal2-
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WILLIAMSON, A. M; SNYDER, L. M. Interpretação de Exames Laboratoriais - 10 ed. Guanabara Koogan LTDA. Rio de Janeiro, 2018.
MOTTA, V. T. Bioquímica Clínica para o Laboratório - Princípios e Aplicações. 4.ed. Edusc, Caxias do Sul, 2003.
BURTIS, C. A; ASHWOOD, E. R. TIETZ-Fundamentos de química clínica. 4.ed. Guanabara Koogan, São Paulo, 1998.
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ANDERSON, S. C; Cockayne, S. Clinicak chemestry: concepts and applications. Sander Corp. Philadelphia, 1993.
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wrZsaAgxbEALw_wcB.
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2.
3.
4.
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MARCADORES PANCREÁTICOS ............................................................................................................................................................................................................................................48
FISIOLOGIA DO ÓRGÃO.................................................................................................................................................................................................................................................49
AMILASE ...........................................................................................................................................................................................................................................................................50
LIPASE ...............................................................................................................................................................................................................................................................................51
1.
2.
3.
ANÁLISE DO FERRO ............................................................................................................................................................................................................................................................52
ANÁLISE DO PERFIL LIPÍDICO ...........................................................................................................................................................................................................................................44
LIPÍDIOS ............................................................................................................................................................................................................................................................................... 45
EXAMES LIPÍDICOS ............................................................................................................................................................................................................................................................47
1.
2.
FERRO ................................................................................................................................................................................................................................................................................53
FERRO SÉRICO .................................................................................................................................................................................................................................................................54
FERRITINA SÉRICA .........................................................................................................................................................................................................................................................55
TRANSFERRINA E LIGAÇÃO DO FERRO ...................................................................................................................................................................................................................56
1.
2.
3.
4.
EQUILÍBRIO HIDROELETOLÍTICO ........................................................................................................................................................................................................................................57
ELETRÓLITOS ...................................................................................................................................................................................................................................................................58
SÓDIO E MAGNÉSIO .......................................................................................................................................................................................................................................................59
POTÁSSIO E CÁLCIO .......................................................................................................................................................................................................................................................60
CLORETO E FÓSFORO .....................................................................................................................................................................................................................................................61
1.
2.
3.
4.
GASOMETRIA ARTERIAL .....................................................................................................................................................................................................................................................62
GASOMETRIA ...................................................................................................................................................................................................................................................................63
PRICIPAIS PARÂMETROS .............................................................................................................................................................................................................................................64
INTERPRETAÇÃO ............................................................................................................................................................................................................................................................66
1.
2.
3.
REFERÊNCIAS ..........................................................................................................................................................................................................................................................................67
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Série de exames laboratoriais com o intuito de avaliar a função renal e
promover um diagnóstico preciso de possíveis patologias existentes.
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CÁPSULA DE BOWMAN
GLOMÉRULO
TÚBULO CONTORCIDO
PROXIMAL
ARTÉRIA
VEIA
ALÇA DE HENLE
DUCTO COLETOR
TÚBULO
CONTORCIDO DISTAL
Artéria Renal
Cálice
Cápsula Fibrosa
Veia Renal
Ureter
Cápsula
Córtex
Pirâmides Renais
Coluna Renal
Cálice Menor
Néfrons
ARTERÍOLA
AFERENTE
ARTERÍOLA
EFERENTE
GLOMÉRULO
RENAL
CÁPSULA DE
BOWMAN
TUBO
URINÍFERO
FILTRAÇÃO
REABSORÇÃO
EXCREÇÃO
SECREÇÃO
Filtram o sangue
Eliminam substâncias tóxicas pela urina
Auxiliam na homeostase do organismo
Produzem hormônios
Ativam a vitamina D
Auxilia na manutenção da saúde óssea
Mantém o equilíbrio da pressão arterial
Estimulam a produção de hemácias
ERITROPOETINA
A urina é sintetizada através do processo de
filtração do sangue dentro dos glomérulos
renais, localizados no néfron.
Os glomérulos são emaranhados de
capilares sanguíneos.
Unidades funcionais dos rins, responsáveis pela
filtração do sangue e formação da urina. São
formados pelo corpúsculo renal (glomérulo e
cápsula de Bowman) e túbulos renais.
Após chegarem nos néfrons através das
arteríolas aferentes, o sangue passa dos
capilares glomerulares para a cápsula de
Bowman, sendo essa ação denominada como
filtração glomerular.
É o líquido que sai dos capilares e entram na cápsula
glomerular. Contém água e todos os pequenos solutos do
sangue, estando livre de proteínas e células sanguíneas.
Células endoteliais com poros;
Membrana basal com glicoproteínas;
Células podócitas com pedicelos.
BARREIRA DE FILTRAÇÃO
É formado através das diferenças de pressão entre o
glomérulo e a cápsula, sendo eles: pressão hidrostática
sanguínea, pressão coloidosmótica do plasma e a pressão
hidrostáticada cápsula.
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Consiste no volume de filtrado produzido por
minuto pelos rins, sem sofrer reabsorção ou
secreção tubular - auxilia na verificação do
funcionamento renal.
Mulheres = 115 mL/min
Homens = 125 mL/min
É regulada por mecanismos intrínsecos e
extrínsecos, atuando na vasoconstrição ou
vasodilatação das arteríolas aferentes,
regulando o fluxo sanguíneo nos glomérulos.
Ação que ocorre dos túbulos renais (maior
parte nos túbulos proximais), onde parte da
água e dos solutos retornam para a
circulação sanguínea.
Consiste no transporte de substâncias dos
capilares para os túbulos renais, com o intuito
de serem eliminadas posteriormente na urina.
Cada substância é reabsorvida de forma
diferente, em locais distintos do néfron, com o
auxílio das células epiteliais. O transporte
pode ocorrer de forma transcelular ou
paracelular.
Após o processo de reabsorção dos túbulos
renais, a urina está formada e pronta para
ser eliminada através do ducto coletor.
Do ducto coletor, irá para os cálices menores,
pelve renal, ureter, bexiga e uretra.
Evitam com que substâncias
importantes sejam eliminadas
pelos rins.
Quantidade
Filtrada
Quantidade
Reabsorvida
Quantidade
Secretada
Quantidade Excretada
- +
=
Auxilia na remoção de resíduos que não
foram filtrados pelos glomérulos, eliminando
fármacos e atuando no equilíbrio ácido-base.
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PRETO
Cloroquina, bilirrubina,
ácido homogentísico,
pseudomonas , proporfol
AMARELO PALHA
Normal
AMARELO ÂMBAR
Urina muito concentrada
- pouca hidratação.
MARROM
Bilirrubina em grande
quantidade, oxidação de
hemoglobina, etc
LARANJA
Alta excreção de urobilina,
fenazoprimidina, corante
de alimentos
ROSA/VERMELHO
Presença de sangue,
uratos, porfirinas
PÚRPURA
Infecções, sulfato de
indoxil, beterraba, amoras
AZUL/VERDE
Azul de metileno,
biliverdina, indometacina,
etc
O Sumário de Urina (ou EAS) é um exame que
avalia os aspecto físicos, químicos e
microscópicos da urina, com o intuito de
avaliar possíveis alterações nesse sistema.
Tem como intuito avaliar as características
organolépticas da amostra: volume, aspecto e
coloração.
COLORAÇÃO DA URINA
A coloração normal da urina é amarelo claro,
tendo essa tonalidade em decorrência da
presença de urocromo - pigmento derivado da
urobilina.
Sua análise e alterações vão envolver
questões de concentração, hidratação,
oxidação de metabólitos , infecções, sangue,
doenças renais e uso de medicamentos.
ASPECTO
Avaliação do quão turvo ou límpido a urina se
encontra, sendo possível observar presença
ou ausência de elementos anormais.
VOLUME
Através do volume podem ser obtidos:
Límpido = não apresenta estruturas em
suspensão após homogeneização.
Ligeiramente Turvo = pequena quantidade de
estruturas em suspensão após homogeneização.
Turvo = apresenta moderada quantidade de
elementos em suspensão após homogeneização.
Muito Turvo = apresenta grande quantidade de
elementos em suspensão após homogeneização.
Essas informações são mais significativas em
amostras de 24 horas.
Diurese
Hidratação 
Presença de alguma patologia 
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pH
 A
LC
AL
IN
O Alcalose metabólica e respiratória
Dieta vegetariana
Dieta baseada na ingestão de leite
Alguns medicamentos
ITU por bactéria produtora de urease
pH
 Á
CI
DO Acidose metabólica ou respiratória 
Alguns medicamentos
Ingestão de grande quantidade de carne
Refratômero urinômetro
Glicose
Contraste radiográfico
Antibióticos
Utilização de diuréticos
Diabetes insípidus
Insuficiência adrenal
Aldosteronismo
Insuficiência da função renal
DE
N
SI
D
AD
E
DE
N
SI
DA
DE
Análise feita a partir de uma tira
reagente, contendo áreas
impregnadas com substâncias
químicas, que apresentam
diferentes colorações quando
entram em contato com a urina.
Identificam:
Bilirrubina
Urobilinogênio
Corpos Cetônicos
Glicose
Proteína
Sangue
Nitrito
Leucócitos
Densidade
pH
pH
Apresenta importante papel na regulação do
equilíbrio ácido-base (VR = 4,5 - 8,0).
DENSIDADE
Avalia a capacidade renal de reabsorção e
concentração (VR = 1015 - 1025).
GLICOSE
Avaliação de diabetes e distúrbios de
reabsorção tubular renal (VR = negativo).
Sua presença além do limiar é denominada
Glicosúria, podendo ser representada por
meio de cruzes (+) ou por mg/dL.
PROTEÍNA
Sua presença pode indicar danos nos
glomérulos ou túbulos renais, exercícios
físicos intensos, desidratação, mieloma
múltiplo, etc.
Suas concentrações normais são- CPF: 042.824.211-18
Podem estar
presentes devido a
contaminação da
amostra.
HEMÁCIAS
Apresentam formato discoide, com halo
central e são células anucleadas. Geralmente
são observadas por meio da refratância, que
aparece e desaparece. 
São células pequenas, menores que os
leucócitos, estando presentes em casos como:
doenças renais, infecção urinária, anemia
falciforme, atividade física em excesso ou
alguns medicamentos.
Sua presença pode influenciar no aspecto,
coloração e positividade na fita reagente
eritrocitária.
LEUCÓCITOS
São predominantemente granulócitos e sua
presença geralmente é indicativa de infecção
no trato geniturinário.
É identificado por seu citoplasma de
granulações finas, não sendo possível a
identificação da sua morfologia pela
deterioração na amostra.
BACTÉRIAS
São de fácil visualização devido a movimentação,
estando na forma de cocos ou bacilos. Estão
envolvidas nas infecções e seus principais tipos
são Enterobactérias e Staphylococcus.
FUNGOS / LEVEDURAS
Estruturas pequenas e ovais, geralmente
relacionados a casos de diabetes ou
candidíase. O fungo mais encontrado é a
Cândida sp.
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Formados a partir
da desidratação dos
hialinos.
MUCO
É originado da descamação das paredes internas
da bexiga e da uretra, mais evidenciado em
mulheres. Não possuem relevância clínica e são
encontrados como filamentos finos.
CORPOS OVAIS
Gotículas de gordura observadas por pequenos
círculos que contêm pontos em seu interior. Pode
ser indicativo de diabetes, lesão glomerular ou
necrose tubular.
CILINDROS URINÁRIOS
São estruturas renais, presentes nos túbulos
contorcidos a partir da solidificação das
proteínas. Sua presença pode ser indicativo de
problemas renais ou por outros casos não
patológicos.
CILINDRO HIALINO
Cilindro transparente, em formato de canudo,
tendo como base a proteína Tamm Horefall. Pode
ser encontrado em glomerulonefrite, pielonefrite,
doença renal crônica, exercícios intensos, etc. 
CILINDRO CÉREO
São curtos, largos, amarelo, acinzentado ou
incolor e com as bordas serrilhadas (rachaduras).
A presença desse cilindro pode indicar estase
urinária extrema, doença renal, diabetes,
amiloidose renal, etc.
CILINDRO LEUCOCITÁRIO
Compostos geralmente por neutrófilos e
encontrados em casos de inflamação ou infecção,
pielonefrite, nefrite, etc.
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CILINDROS URINÁRIOS
CILINDRO HEMÁTICO
São caracterizados por hemácias aglomeradas na
proteína Tamm-Horsfall.
Cilindro Hemático = hemácias intactas.
Cilindro de hemoglobina = cilindro degenerado.
Possuem cor castanha, laranja-avermelhado ou
incolor e são sempre patológicos. Indicam casos
como glomerulonefrite aguda, trauma renal,
endocardite bacteriana, etc.
CILINDRO EPITELIAL
São formados a partir da estease e descamação de
células epiteliais tubulares, podendo se organizar
em linhas paralelas aos cilindros ou ao acaso.
São raramente vistos na urina e indicam
exposição a agentes nefrotóxicos ou vírus, que
causam danos tubulares.
CILINDRO GRAXO
Possuem gotículas de gordura livre ou corpos
ovais gordurosos. Sua presença ocorre quando há
degeneração adiposa do epitélio tubular,
síndrome nefrótica, lúpus, etc.
CILINDRO GRANULOSO
Apresentam pequenos grânulos em sua superfície.
Quando não patológicos são derivados de
lisossomos, já os patológicos vem da
desintegração de cilindros e células tubulares.
Presentes em glomerulonefrite e na pielonefrite.
CILINDRO MISTO
São a junção de dois tipos celulares no mesmo
cilindro, estando presente em casos de doença 
 túbulo-intersticial.
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Di-
hidratado
Pode não apresentar significado clínico na
maioria dos casos, porém possuem relevância em
eventos de gota, aumento do metabolismo de
purina e Síndrome de Lesch-Nyhan.
CRISTAIS URINÁRIOS ÁCIDOS
NORMAIS
CRISTAL DE ÁCIDO ÚRICO
São normais de urina ácida, possuindo formas de
losango, prisma, oval e roseta. Geralmente
possuem coloração amarela ou castanho-
avermelhada, dependendo da espessura.
CRISTAL DE OXALATO DE CÁLCIO
Possuem formato semelhante a um envelope e
coloração incolor. Não tem significado clínico, mas
podem estar presentes em diabetes e doença renal.
Mono-
hidratado
CRISTAL DE URATOS AMORFOS
Comuns em pH ácido e se apresentam como
grânulos castano-amarelados, em forma de
"poeira".
Geralmente são visualizados em amostras
refrigeradas, formando um sedimento rosa
característico. Não apresentam importância
clínica.
CRISTAL DE URATO DE SÓDIO
São apresentados na forma cristalina ou amorfa,
possuindo formato de agulha, prisma, feixe ou
agrupamentos. Não apresentam significado
clínico.
CRISTAL DE ÁCIDO HIPÚRICO
São representados na forma de placa ou prisma
alongado, incolores ou castanho-amarelados. Não
possuem significado clínico e são raramente
encontrados nas amostras.
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CRISTAIS URINÁRIOS ALCALINOS
NORMAIS
CRISTAL DE BIURATO DE AMÔNIO
Normais de urina alcalina, apresentando formas
esféricas com espículas irregulares e coloração
castanho-amarelado.
Não apresentam significado clínico, mas podem
ser relacionadas com a presença de bactérias que
realizaram o metabolismo da ureia.
CRISTAL DE CARBONATO DE CÁLCIO
São pequenos, incolores e com formato esférico ou
de halter. Não apresentam manifestações clínicas.
CRISTAL DE FOSFATO AMORFO
São formados por grânulos, assim como os uratos
amorfos. São incolores ou escuros e sua
refrigeração pode causar a formação de
precipitado branco. Não apresentam significado
clínico.
CRISTAL DE FOSFATO DE CÁLCIO
Possui formato de prisma longo, são incolores e
podem ter bordas delgadas. Podem se agrupar em
agulha, estrela, placa irregular ou roseta.
Não possuem significado clínico, porém esses
cristais constituem os cálculos renais.
CRISTAL DE FOSFATO TRIPLO
Se apresentam em forma retangular, com linhas
horizontais e diagonais, semelhante a uma
"tampa de caixão". Pode estar presente na urina
com presença de bactéria que metaboliza ureia ou
em pacientes com cistite crônica.
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CRISTAIS URINÁRIOS ANORMAIS
DE ORIGEM MEABÓLICA
CRISTAL DE BILIRRUBINA
São identificados como agulhas agregadas ou
grânulos de coloração amarela ou castanho-
avermelhado. Indicam doença hepática.
CRISTAL DE CISTINA
Cristais patológicos que se apresentam incolores,
hexagonais, com chapas finas ou grossas. São
encontrados em casos de distúrbio metabólico e
tem a tendência a desenvolver cálculos renais.
CRISTAL DE COLESTEROL
Sua visualização é facilitada após refrigeração da
amostra, no qual os lipídeos preservam seu
formato. São placas retangulares, grandes,
achatadas e incolor.
Sua presença indica intensa ruptura tissular,
nefrite, condições nefríticas, quilúria e síndrome
nefrótica.
CRISTAL DE LEUCINA
São esféricos, com estrias e círculos concêntricos
de coloração amarela ou castanha. Sua presença
indica doença urinária e hepática.
CRISTAL DE TIROSINA
Se apresentam como finas agulhas delgadas e
agrupadas com coloração negra ou amarela. Podem
ser observados junto com cristais de leucina e
bilirrubina. Presentes em doenças hepáticas e
distúrbios do metabolismo de aminoácidos.
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CH4N2O
COOC NH3
R
H
+-
GRUPO AMINACARBOXILA
RADICAL 
HIDROGÊNIO
COOC O
R
-
CH2
NH3
OOC- CH2 C COO-
H
P C NH2
O
NH4+ HCO3-+
(amônio) (bicarbonato)
(carbomoil fosfato)
OOC- CH CH2 CH2 CH2 NH C
NH2
NH2 H2O
O
C
NH2NH2
A ureia é uma substância nitrogenada sintetizada
no fígado durante o ciclo da ureia. É filtrada pelos
rins, sendo um produto da decomposição das
proteínas e sua retenção no corpo é tóxica.
Sua eliminação ocorre na
urina e no suor.
Pode ser encontrada no sangue, urina e linfa,
tendocomo objetivo avaliar a função renal junto a
creatinina.
Os aminoácidos (componentes da proteína)
possuem a seguinte composição:
Ocorre no
fígado!
Inicialmente, o aminoácido perde o grupo amina e o
hidrogênio, transferindo-os para o α-cetoglutarato, que
está presente nas células hepáticas.
Em contrapartida, o α-cetoglutarato transfere 1
oxigênio para o aminoácido, dando origem ao α-
cetoácido:
Após a transformação do α-cetoglutarato em glutamato, a
substância é capaz de entrar na matriz da mitocôndria dos
hepatócitos, ocorrendo:
GLUTAMATO
Transaminação = o glutamato transfere amina e
oxigênio para o oxalacetato, e o último transfere
oxigênio para o primeiro - gera o aspartato.
Desaminação Oxidativa = o NAD+, NADP+ e a água
interagem com a glutamina, fazendo com que o
mesmo perca o grupo amina e o hidrogênio e ganhe
oxigênio da água - gera amônio.
NH3 + H
NH4
=
(amônio)
Ambos produzem
α-cetoglutarato
O íon amônio irá se unir ao íon bicarbonato,
utilizando 2 ATPs, formando o carbimoil fosfato.
Citrulina liga-se ao aspartato por meio de 1 ATP,
formando a argininosuccinato. Uma parte da sua
composição é perdida (fumarato), dando origem a
arginina. Arginina + H2O quebra e gera a ureia.
Carbomoil fosfato se liga a ornitina (perdendo o
fósforo) e forma a citrulína, que é a substância
que sai da mitocôndria indo para o citosol.
+
(ureia)
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CH4N2O
Após a sua formação, a ureia vai para a corrente
sanguínea e é levada para os rins para ser
excretada na urina.
Sua análise é feita a partir de uma amostra de
sangue, e seus valores séricos aumentados
indicam que essa substância não está sendo
eliminada como deveria, apontando uma doença
renal ou pré-renal.
Valor de Referência = 15 - 45 mg/dL
Mais de 90% da ureia é excretada pelos rins.
Doença Pré-Renal = diminuição da filtração
renal mantendo as funções do órgao.
Doença Renal = glomerulonefrite, necrose
tubular aguda, nefrite intersticial aguda,
doença vascular aguda.
Doença Pós-Renal = obstrução uretral ou na
saída da bexiga por cálculos, carcinomas ou
pólipos.
Outras causas = alto catabolismo, idade
superior a 40 anos, dieta com altos índices de
proteínas.
Gravidez;
Desnutrição;
Dieta Hipoproteica.
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Seu índice é proporcional a massa
muscular do indivíduo.
A creatina é uma substância produzida nos
músculos a partir do metabolismo da creatina e
da creatina fosfato - promovem energia para
contração.
Praticamente toda sua concentração é excretada
pela urina, havendo livre filtração glomerular e
secreção tubular.
A creatina é uma substância produzida pelo
fígado, rins e pâncreas, sendo transportado
posteriormente para os músculos esqueléticos.
Nos músculos, essa substância é convertida em
creatinofosfato, composto que promove energia
para realizar a contração muscular. Essa
substância sofre ação da enzima creatina-
quinase, transformando-a em creatinina.
A creatinina é liberada de forma constante na
corrente sanguínea para ser filtrada pelos
glomérulos renais, sem sofrer reabsorção.
Pode ser utilizada para avaliar a função renal e
suas disfunções, esclerose lateral amiotrófica,
traumatismos, dermatomiosite, etc. Seu valor de
referência é:
Para avaliação dos rins, é necessário avaliar a
creatinina em conjunto com a ureia, pelo primeiro
ser menos sensível a doenças mais precoces.
Homens: 0,7 - 1,3 mg/dL
Mulheres: 0,6 - 1,1 mg/dL
ALTOS ÍNDICES BAIXOS ÍNDICES
Insuficiência renal;
Obstrução do trato urinário;
Desidratação;
Choque;
Alto consumo de carne.
Desnutrição;
Doença renal grave;
Distrofias musculares.
C4H7N3O
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Clearance é o processo de filtração no qual
determinada substância será filtrada e excretada
pelos rins sem sofrer reabsorção e secreção - nesse
caso a creatinina.
Esse exame compara a concentração de creatinina
plasmática com a concentração de creatinina
presente na amostra do paciente.
Amostra = urina de 24h.
A creatinina não é considerada o soluto ideal para
se analisar o clearance, pois uma parte da sua
composição sofre secreção nos túbulos renais.
Porém é utilizada na rotina laboratorial por ser
endógena e pode ser dosada a qualquer momento.
C4H7N3O
Clearance de
creatinina =
Creatinina urinária
(mg/dL)
Creatinina
plasmática (mg/dL)
Volume urinário em
24h (mL)
1440 min
1,73 (m²)
Superfície corpórea
do paciente (m²)
Para se obter o clearance de creatinina, utiliza-se
a creatinina plasmática e urinária, o volume
urinário em 24h e a superfície corpórea do
paciente.
1440 é a quantidade de minutos em um dia .
1,73 é a altura média de um adulto.
Crianças = 70 a 130 mL/min/1,73 m²;
Mulheres = 85 a 125 mL/min/1,73 m²;
Homens = 75 a 115 mL/min/1,73 m².
ALTOS ÍNDICES
Gravidez;
Exercício físico intenso;
Hipotireoidismo;
Dieta.
BAIXOS ÍNDICES
Doenças renais;
Anemias;
Hipertensão;
Neuropatia, etc.
Seus valores podem diminuir
naturalmente com o tempo!
CREATININA NORMAL CLEARANCE
CREATININA BAIXA CLEARANCE
CREATININA BAIXA
CREATININA ELEVADA CLEARANCE
CREATININA NORMAL
CREATININA ELEVADA
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A Taxa de Filtração Glomerular (TFG) é a
avaliação da depuração de uma substância que
não é reabsorvida e nem secretada pelos rins,
somente filtrada.
Pode ser utilizado para determinação do
diagnóstico e tratamento da doença renal crônica,
sendo aplicada uma equação que leva em
consideração aspectos como idade, peso, gênero e
creatinina plasmática ou cistatina C.
A cistatina C é uma proteína produzida por todas
as células nucleadas e filtrada livremente pelos
rins.
Não são substancialmente afetadas por fatores
como estado nutricional. doenças inflamatórias,
massa muscular, etc.
Normal = ≥ 90 mL/min/1,73 m²;
Redução da função =são as células do fígado que
realizam as suas funções e estão organizados
nos lobos hepáticos.
Há a ramificação dos vasos sanguíneos nos
lobos para que os mesmos troquem substâncias
com os hepatócitos.
A bile é um suco digestivo repleto de sais
biliares, colesterol e bilirrubina- está última é
derivada da degradação da hemoglobina,
dando a cor esverdeada a bile.
Após a fabricação dessa substância, o fígado a
envia para a vesícula biliar, onde será
armazenada. Sua liberação ocorre em conjunto
com o suco pancreático, indo em direção ao
intestino delgado.
Ocorre quando o fígado perde a capacidade de
liberar a bilirrubina que acaba se acumulando
no sangue, o que leva a condição de cor
amarelada na pele e na esclera dos olhos.
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A bilirrubina é um produto do catabolismo do
grupo Heme da hemoglobina (localizada dentro
das hemácias) que é responsável por 70% da
bilirrubina produzida pelo organismo.
Após 120 dias de vida das hemácias, elas são
levadas ao baço, onde serão degradadas pelos
macrófagos (hemocaterese). Dessa forma, a
hemoglobina será exposta e sofrerá processos que
irão liberar o grupo Heme.
O anel porfirínico do grupo Heme será convertido em
biliverdina pela enzima heme-oxigenase . Em seguida,
ao sofrer a ação da enzima biliverdina-redutase, a
biliverdina se transforma em bilirrubina indireta
(não conjugada).
A bilirrubina indireta (lipossolúvel) se liga a
albumina e vai para a circulação sanguínea com o
objetivo de chegar nos hepatócitos. 
Bilirrubina + Albumina
No retículo endoplasmático das células do fígado, a
bilirrubina indireta irá sofrer a ação da enzima
glicuronil transferase, transformando-a em
bilirrubina direta (conjugada com ácido glicurônico).
A bilirrubina direta irá fazer parte da bile, se
armazenando na vesícula biliar. Posteriormente, será
ejetada no intestino para emulsificar a gordura.
Parte da bilirrubina irá sofrer a ação de bactérias, se
transformando em urobilinogênio para ser excretado
pelas fezes ou será reabsorvida e secretada pela
urina.
Bilirrubina Direta = até 0,4 mg/dL
Bilirrubina Indireta = até 0,8 mg/dL
Bilirrubina total = até 1,2 mg/dL
AUMENTO BILIRRUB. INDIRETA
Anemia hemolítica;
Encefalopatia bilirrubínica;
Síndrome de Gilbert, etc.
AUMENTO BILIRRUB. DIRETA
Icterícia obstrutiva;
Hepatocarcinoma;
Hepatite viral, etc.
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A albumina é a proteína mais abundante no
plasma sanguíneo, tendo como função manter o
equilíbrio osmótico e transportar substâncias
pelo sangue.
São sintetizadas exclusivamente pelas células
hepáticas, contendo uma vida média de 15 a 20
dias. Por isso, são ineficazes no momento da
avaliação de lesões agudas ou leves.
Auxilia na determinação de doenças hepáticas,
avaliação da função renal (pois as proteínas não
devem ser filtradas pelos glomérulos), estado
nutricional e doenças crônicas.
4,0 a 5,3 g/dL
VALOR DE REFERÊNCIA
Desidratação;
Diarreia;
Vômitos;
Doença de Addison;
Diuréticos.
AUMENTO DE ALBUMINA
Doenças hepáticas;
Síndrome nefrótica;
Desnutrição;
Neoplasias;
Queimaduras.
DIMINUIÇÃO DE ALBUMINA
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Com exceção do fator VIII.
Protrombina promove a conversão de
fibrinogênio em fibrina.
A forma mais promissora de avaliar a função
hepática é através da análise dos fatores de
coagulação, substâncias que são em sua maioria
sintetizadas pelo fígado.
O exame utilizado para realizar a análise desses
fatores é o tempo de protombina (TAP), que é o
fator de coagulação II produzido exclusivamente
pelo fígado, através da vitamina K.
O tempo de protrombina pode mostrar alterações
em cerca de 24 horas. Pode ser utilizado para
avaliação de distúrbios hepáticos e de coagulação
relacionados a via extrínseca.
O exame analisa o tempo em que a
protombina fica ativado.
10 a 12,5 segundos.
VALOR DE REFERÊNCIA
Uso de dicumarínicos;
Doença hepática;
Deficiência de vitamina K;
Cirrose em estado avançado.
AUMENTO DOS ÍNDICES
Hipercoagulabilidade.
DIMINUIÇÃO DOS ÍNDICES
PADRONIZAÇÃO RNI
A Relação Normatizada Internacional (RNI) é uma
forma de padronização do cálculo de TAP para
diminuir a diferença dos resultados.
 TAP do paciente (seg) / TAP médio normal (seg). 
Valor de referência = 1,0.
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O Aspartato Aminotransferase (AST) ou
Transaminase Glutâmico Oxalacética (TGO) é
uma enzima liberada no plasma no momento da
lesão celular.
São encontrados em células hepáticas,
cardíacas, renais, musculares esqueléticas,
pancreática, etc. No fígado, está presente nas
mitocôndrias e no citoplasma dos hepatócitos.
Exame menos específico para
lesão hepática.
Se elevam acentuadamente em casos de
hepatite alcoólica e cirrose, em doenças
crônicas.
VALORES DE REFERÊNCIA
Mulheres = até 31 U/L
Homens = até 37 U/L
VALORES AUMENTADOS
VALORES DE REFERÊNCIA
Mulheres = até 31 U/L
Homens = até 41 U/L
Hepatites;
Hepatocarcinoma;
Cirrose hepática;
Pancreatite aguda;
Lesão no músculo esquelético, etc.
A Alanina Aminotransferase (ALT) ou
Transaminase Glutâmico Pirúvico (TGP) é uma
enzima que indica lesão celular, e está presente
de forma predominante no citoplasma dos
hepatócitos.
Se eleva de forma acentuada nos
casos de hepatites agudas, sendo
sensível em lesões hepatobiliares
agudas.
Exame mais específico para
lesão hepática.
VALORES AUMENTADOS
Hepatite viral;
Hepatite tóxica;
Mononucleose;
Cirrose infecciosa;
Icterícia obstrutiva, etc.
Índice de Ritis = AST/ALT >1 = lesão reversível
3x VSR Cirrose biliar, colangite, etc
Altos Níveis(prolongada)
Durante o período de exame deve evitar
movimentos intensos, fumo, ingestão de
alimentos e água.
Dessa forma, é possível realizar um gráfico com a relação da
quantidade de glicose pelo tempo.
Durante a gestação (24ª a 25ª semana) seus
valores normais em jejum é 126mg/dL >200mg/dL >6,5%
A hemoglobina é uma proteína presente no
interior das hemácias, que promove a coloração
avermelhada a mesma e auxilia na captação e
transporte de oxigênio pelo corpo através da
corrente sanguínea.
Em pacientes com hiperglicemia, o excesso de
glicose facilita o processo de ligação com a
hemoglobina aumentando os seus índices.
A hemácia tem uma sobrevida de 120 dias
circulantes, dessa forma, através do exame, é
possível ter uma análise dos últimos 3 meses
aproximadamente.
Diagnóstico de diabetes;
Acompanhar o quadro de diabetes (análise do
tratamento e possíveis complicações).
Normal = 60 anos = 6 a 35 µUI/mL.
VALORES ALTERADOS
Aumento = insulinomas, resistência â insulina;
Diminuição = pancreatite crônica, galactosemia,
etc.
Índice Homa IR = avalia o índice de resistência à
insulina. Utilizando o cálculo:
Índice Homa Beta = avalia o trabalho do pâncreas
para produzir insulina. Utilizando o cálculo:
Glicemia x Insulina = Resultado / 22.5
Valor Normal = > 2,15.
Insulina x 20 / Glicemia
Valor Normal = 167 a 175.
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Série de exames laboratoriais com o intuito de analisar a quantidade de
substâncias que são liberadas na corrente sanguínea no momento de uma
lesão cardíaca.
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VEIA CAVA
SUPERIOR
VEIAS
PULMONARES
ÁTRIO DIREITO
VÁLVULA TRICÚSPIDE
VENTRÍCULO DIREITO
VEIA CAVA INFERIOR
ARTÉRIA AORTA
ARTÉRIA PULMONAR
ÁTRIO ESQUERDO
VÁLVULA MITRAL
VENTRÍCULO
ESQUERDO
SEPTO
INTERVENTRICULAR
VÁLVULA SEMILUNAR
TRONCO PULMONAR
Transporte do oxigênio para o corpo;
Transporte de nutrientes para as células;
Recolhe os resíduos metabólicos ;
Regular a temperatura corporal;
Defesa do organismo - sistema imunológico.
Artérias = transportam o sangue do coração
para os órgãos e tecidos, carregando sangue
rico em oxigênio, com exceção das artérias
pulmonares.
Veias = transportam o sangue pobre em
oxigênio dos órgãos e tecidos em direção ao
coração, com exceção das veias pulmonares. 
Pericárdio = membrana que reveste
externamente o coração e pode ser dividido
em dois folhetos: pericárdio fibroso e
pericárdio seroso.
Miocárdio = músculo estriado cardíaco que
realiza contração e relaxamento do coração,
com o intuito de promover o bombeamento
sanguíneo (células: miócitos).
Endocárdio = membrana que fica na
superfície interna do miocárdio, reveste as
câmaras cardíacas e cobre o esqueleto fibroso
das valvas.
Coronárias = são artérias que irrigam o
próprio coração para que o mesmo consiga
realizar suas funções..
Capilares = os menores e mais numerosos
vasos sanguíneos, que facilitam as trocas de
substâncias entre o sangue e as células,
fazendo conexão entre as artérias e as veias.
Para realizar essa atividade, o músculo
necessita de energia contínua proveniente do
oxigênio, fornecidas pelas artérias coronárias
O infarto agudo do miocárdio consiste na necrose
de uma porção do músculo cardíaco devido a
interrupção do fluxo de sangue para a artéria
coronária.
A lesão causada no tecido cardíaco libera
substâncias na corrente sanguínea capazes de
serem dosadas através dos marcadores que
identificam a lesão e sua extensão.
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As troponinas são proteínas presentes no músculo
cardíaco e esquelético, auxiliando no momento da
contração muscular. Podem ser classificadas em:
Troponina C (TnC) - ligada ao cálcio
Troponina T (TnT) - ligada à tropomiosina
Troponina I (TnI) - inibitória
Essas proteínas formam um complexo regulando
a interação dependente de cálcio da miosina com
a actina.
Quando ocorre lesão musculas, essas substâncias
são lançadas na corrente sanguínea, sendo
possível quantificá-las.
Para análise, são utilizadas com mais frequência
a TnT e o TnI, pois seus genes se apresentam
diferentes no músculo cardíaco e esquelético -
mais específicas.
TnT = a elevação dos níveis ocorre de 4 a 6
horas após a dor precordial, tendo o pico em
12 horas e se mantendo elevada por 7 a 10
dias. (ELISA qualitativo ou quantitativo)
TnI = a elevação dos níveis ocorre de 4 a 6
horas após a dor precordial, tendo o pico em
12 horas e se mantendo elevada por 3 a 7 dias.
(ELISA com fluorescência ou quimiolumine.)
O exame de troponina ultra-sensível tem a
capacidade de aumentar significativamente a
sensibilidade diagnóstica em fases precoces da
lesão cardíaca, detectando níveis muito baixos da
proteína no sangue.
São utilizadas para diagnosticar infarto do
miocárdio, síndrome coronariana e necrose do
miocárdio irreversível.
VALOR DE REFERÊNCIA
Troponina T = até 0,1 ng/mL;
Troponina I = até 0,16 ng/mL.
VALOR AUMENTADOS
Infarto agudo do miocárdio;
Fibrina no soro;
Reação cruzada;
Anticorpos heterofílicos.
Thais Martins de Oliveira - thaismartins023@gmail.com - CPF: 042.824.211-18
A mioglobina é uma hemoproteína citosólica de
ampla distribuição pelos tecidos musculares,
tendo como função realizar o armazenamento de
O2.
Está presente no músculo cardíaco e esquelético,
sendo o marcador de alta sensibilidade para
detecção de reinfarto e monitoramento da
reperfusão.
Elevação ocorre em 1 a 3 horas após a dor precordial;
O pico ocorre de 6 a 8 horas;
Os níveis se normalizam em até 24 horas;
Tem como desvantagem a baixa especificidade de
doença muscular ou renal, além do possível falso
negativo caso a coleta seja realizada em
momentos tardios.
Imunoturbidimetria;
Nefelometria;
Imunoensaios;
ELISA com quimioluminescência;
Aglutinação em Látex.
Homens = 19 a 92 µg/L;
Mulheres = 12 a 76 µg/L.
VALOR AUMENTADOS
Infarto agudo do miocárdio;
Lesão muscular.
Thais Martins de Oliveira - thaismartins023@gmail.com - CPF: 042.824.211-18
A CK-MB começa a se elevar 4 horas após o início
da dor precordial, chegando ao pico em 24 horas e
voltando aos níveis normais em 48 horas.
A creatinofosfoquinase (CK) é uma proteína que
apresentaimportante função na regulação da
produção e uso do fosfato nos tecidos que
realizam contração - catalisa a reação da
creatina em creatina fosfato.
CK-BB (cérebro);
CK-MB (coração);
CK-MM (músculo esquelético).
Pode ser dividida em isoenzimas, são elas:
Mulheres = 26 a 192 U/L;
Homens = 39 a 308 U/L.
Imunoinibição = analisa a quantidade de
enzimas na amostra através do consumo de
substratos (atividade).
Imunoensaio = utiliza anticorpos monoclonais
para medir a massa da enzima presente na
amostra (mais confiável).
VALOR AUMENTADOS
Lesão do miocárdio.
Pode ser utilizado para diagnóstico de doenças
musculoesqueléticas e em casos de lesões
cardíacas junto com o CK-MB. Seus valores
normais são:
Homens = 39 a 308 U/L;
Mulheres = 26 a 192 U/L. Se eleva simultaneamente ou um
pouco depois da CK-MB
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Série de exames laboratoriais com o intuito de promover um diagnóstico
diferencial amplo para avaliar anormalidades dos níveis séricos de lipídios
e lipoproteínas.
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Álcool
Os lipídios são substâncias orgânicas apolares,
classificados em sua maioria como ésteres de
ácido graxo + álcool. Por serem apolares, devem
se ligar a lipoproteínas para se transportarem
pela corrente sanguínea.
- OH
Ácido Graxo C
O
OH
=-
CH2 OH
CH OH
CH2 OH
-
-
-
-
-
Glicerol
O
OH
C CH2 CH2 (...)- - --
=
Ácido Graxo
EXEMPLO:
Síntese por desidratação
CH2 O
CH OH
CH2 OH
-
-
-
-
-
- C
=
O
- CH2 - CH2 - CH2 - (...)
Monoglicerídeo
+
Reserva energética através dos adipócitos;
Isolante térmico e elétrico;
Estrutura da membrana através do fosfolipídio;
Fazem parte dos hormônios sexuais;
Impermeabilizante;
Carregadores de vitaminas lipossolúveis.
Os lipídios são digeridos pelo intestino delgado,
onde os sais biliares emulsificam as gorduras em
micelas com o intuito de facilitar a ação das
lipases.
A lipase hidrolisa as ligações éster dos lipídios,
liberando ácidos graxos e glicerol, por exemplo,
que serão convertidos em triacilgliceróis.
Triacilgliceróis e carboidrato se juntam a
proteínas transportadoras formando os
quilomícrons, que irão circular pelo sangue até
chegar aos órgãos onde serão metabolizados
(fígado e coração).
O ácido graxo e o glicerol são metabolizados no fígado. O
glicerol entra na via glicolítica e o ácido graxo é convertido
em acetil-CoA.
O acetil-CoA entra no ciclo do ácido cítrico podendo gerar
energia para o fígado ou sendo exportada para outros
tecidos em forma de corpos cetônicos.
Quando os corpos cetônicos atingem outros tecidos,
voltam a ser acetil-CoA com o intuito de serem
metabolizados para gerar energia. Em casos de excesso de
energia pela alimentação, essa substância pode ser
armazenada em forma de gordura nos adipócitos.
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Lipoproteínas são a associação entre proteínas e
lipídios, que tem como intuito atuar no transporte
e na regulação do metabolismo dos lipídios. São
compostos por:
Triglicerídeos (TG);
Éster de colesterol;
Colesterol;
Fosfolipídio;
Apolipoproteínas.
São lipoproteínas de menor densidade que
transportam o triacilglicerol vindo da dieta do
intestino para os tecidos musculares, adiposos e
fígado. Logo após se transformam em quilomícrons
remanescentes, indo para os hepatócitos.
São lipoproteínas de densidade muito baixa,
produzidas por meio de gordura endógena
(carboidratos) no fígado, que tem como função
transportar o triacilglicerol e colesterol do fígado
para o tecido adiposo e muscular através da lipólise.
Logo após, torna-se IDL.
São lipoproteínas de densidade baixa, formadas a
partir do VLDL (forma indireta) ou IDL (forma
direta), que tem como função transportar o
colesterol do fígado para os tecidos extra-
hepáticos. Retorna para o fígado após o transporte.
Seu excesso pode elevar o risco de problemas
cardiovasculares pela deposição na parede dos
vasos.
Lipoproteína de alta densidade que é produzida
no intestino delgado e no fígado, levando o
colesterol dos tecidos periféricos para o fígado
(caminho reverso do LDL).
Essa substância reduz o risco de doenças
cardiovasculares por retirar os lipídios dos vasos
sanguíneo.
O colesterol é um lipídio esteroide apolar que tem
como função:
Pode ser obtido por meio endógeno (produzido
pelo corpo) ou exógeno (através da alimentação).
São transportados pelas lipoproteínas HDL, LDL E
VLDL.
Formação da membrana celular;
Sintetiza hormônios;
Produz ácidos biliares;
Atua no metabolismo de vitaminas.
Rico em
TG
Rico em
TG
Rico em
Colesterol
Rico em
Proteína
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O colesterol total (CT) é a soma do colesterol livre
com o esterificado, ou seja, do HDL, LDL e VLDL.
Pode ser dosado diretamente através de um teste
enzimático, produzindo um cromógeno.
VALORES NORMAIS ATÉ 19 ANOS
Desejável = 200 mg/dL
VALORES NORMAIS ACIMA DE 19 ANOS
Desejável = 240 mg/dL
Elevação = pode está relacionada a
hipercolesterolemia, hipotireoidismo, nefrose,
doença pancreática, medicamentos, etc.
Diminuição = associado a lesão hepática,
hipertireoidismo, anemias crônicas,
abetalipoproteinemia, etc.
Análise de lipoproteínas de baixa densidade (LDL)
por meio da detecção do colesterol nessa
substância. Podem ser diretamente dosadas,
porém utiliza-se geralmente a equação de
Friedwald:
LDL = CT - (HDL + VLDL)
Elevação = hipercolesterolemia, diabetes mellitus,
síndrome nefrótica, dieta hiperlipídica,
hipotireoidismo, sedentarismo, etc.
Diminuição = abetalipoproteinemia e utilização
de estrogênios.
VALORES NORMAIS
Ótimo = 500 mg/dL
VALOR DE REFERÊNCIA
Desejável = 130 mg/dL
ADULTO CRIANÇA / ADOLESCENTE
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Série de exames laboratoriais com o intuito de analisar possíveis patologias
pancreáticas.
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Duodeno
Canal
pancreático
acessório
Canal Biliar
Canal
pancreático
principal
Células acinares
Ilhas pancreáticas
Células delta
Células alfa
Células beta
Pâncreas
Canal
Pancreático
Ambas as substâncias irão percorrer o canal
pancreático, e a união dá origem ao suco
pancreático. Aumentam o pH (básico).
O pâncreas é um órgão anfícrino, ou seja, que
produz secreções endócrinas (hormônios) e
exócrinas (suco pancreático).
Se localiza abaixo do fígado e atrás do estômago,
dividido em cabeça, corpo e cauda.
Produz e secreta bicarbonato de sódio para
neutralizar a acidez do quimo;
As células acinares produzem enzimas
digestivas com o intuito de auxiliar na
digestão do alimento.
Tripsina e quimiotripsina = atuam na digestão
das proteínas.
ENZIMAS PRODUZIDAS
Lipase pancreática = atua na digestão das
gorduras (triglicerídeos).
Amilase pancreática = atua na digestão do
amido (carboidrato).
Nucleases = atuam na digestão dos ácidos
nucleicos (DNAutm_source=googleads&utm_medium=search&gclid=Cj0KCQjwof6WBhD4ARIsAOi65ajLjG4lxyblF4RnrLaDhgLRnA94OQ7Zi54ByP4UgycngG2M8eI
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