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<p>Processament o de</p><p>amostras</p><p>Ana Clara e Isabella</p><p>O processamento de amostras histológicas é uma série</p><p>de etapas que prepara tecidos para serem analisados</p><p>microscopicamente. Essas técnicas são utilizadas para</p><p>auxiliar ou confirmar o diagnóstico de exames ou para</p><p>pesquisas científicas.</p><p>Dessa forma, há a utilização de fragmento de tecido</p><p>humano produto de biópsia, para análise</p><p>macroscópica, imunohistoquímica, citoquímica e</p><p>molecular.</p><p>Processamento de amostras histológicas</p><p>Processamento de</p><p>amostras histológicas:</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>5</p><p>Coleta</p><p>Extração e FIxação</p><p>Incorporação</p><p>Processamento</p><p>Seccionamento</p><p>6 Coloração</p><p>É a primeira etapa e consiste na retirada de uma amostra de tecido para a investigação,</p><p>chamadas de biópsias:</p><p>Biópsia cirúrgica: através de uma incisão cirúrgica no órgão ou tecido.1.</p><p>Biópsia endoscópica: para órgãos ocos, como estômago e intestino.2.</p><p>Biópsia por agulha: é obtida pela punção do órgão (fígado, pulmão), sem precisar</p><p>abrir a cavidade natural.</p><p>3.</p><p>Cirurgia ampla: corresponde a peças grandes (tumores) ou órgãos (mama e útero).4.</p><p>Necrópsia: pós morte para verificar a causa do óbito.5.</p><p>Essa amostra removida durante uma biópsia é chamada de espécime.</p><p>Coleta</p><p>Extração e Fixação</p><p>Este processo é conhecido como “agregação da amostra”. Os espécimes resultantes são</p><p>preservados colocando-os em soluções específicas projetadas para evitar decomposição.</p><p>Ao se remover qualquer material (órgão ou tecido) de um organismo se inicia um</p><p>processo de autólise (autodigestão). A fixação evita a autólise celular e impede a</p><p>proliferação de microrganismos, preservando a morfologia do tecido e fornecendo</p><p>maior resistência para as etapas seguintes.</p><p>Dessa forma, a fixação utiliza processos físicos ou químicos para imobilizar as</p><p>substâncias constituintes das células e dos tecidos. Os agentes fixadores mais</p><p>utilizados são o formol tamponado e o líquido de Bouin.</p><p>É quando amostras de tecido retiradas de casos cirúrgicos de rotina, autópsias ou outras</p><p>investigações científicas são examinadas, descritas e cortadas no tamanho adequado.</p><p>Incorporação Processamento</p><p>Antes que o tecido permeado de</p><p>cera ou parafina possa ser</p><p>cortado, ele é colocado em um</p><p>bloco maior para suporte de</p><p>retenção adicional durante o</p><p>corte.</p><p>A água é removida do tecido e</p><p>substituída por parafina derretida.</p><p>A cera se infiltra no tecido e fornece</p><p>o suporte necessário ao cortar o</p><p>tecido em fatias finas que serão</p><p>examinadas ao microscópio.</p><p>Subetapas do Processamento:</p><p>Desidratação: remoção da água dos</p><p>tecidos</p><p>Álcool, Acetona, solventes...</p><p>Clareamento: remove totalmente o</p><p>álcool, preparando o espécime para a</p><p>etapa seguinte e a penetração de</p><p>parafina.</p><p>Xileno, tolueno, benzeno, clorofórmio...</p><p>Inflitração: impregnação do tecido com</p><p>uma substância de consistência firme.</p><p>Parafina, ceras solúveis, celoidina...</p><p>Seccionamento</p><p>Seccionamento</p><p>Depois de endurecido, o bloco de parafina deve ser</p><p>cortado em seções extremamente finas, que permitam</p><p>a visualização do tecido ao microscópio. O tecido é</p><p>montado em um instrumento delicado chamado</p><p>micrótomo. Uma faca extremamente afiada é usada</p><p>para cortar seções do tecido embutido no bloco de</p><p>cera.</p><p>Essas seções são cortadas uma após a outra para</p><p>formar uma fita, que flutua em água morna para</p><p>amolecer e achatar as seções de tecido.</p><p>Essas seções são então colocadas em lâminas</p><p>microscópicas e armazenadas para procedimentos</p><p>futuros.</p><p>Coloração</p><p>Coloração</p><p>A coloração faz com que os</p><p>componentes do tecido mudem de</p><p>cor quando colocados em contato</p><p>com diferentes produtos químicos.</p><p>Sondas de DNA também podem ser</p><p>aplicadas em seções de tecido para</p><p>identificar a presença de infecções</p><p>bacterianas e virais e alguns</p><p>tumores.</p><p>Além dos corantes, os anticorpos reagem</p><p>com os tecidos para identificar linhas de</p><p>células tumorais específicas com um</p><p>método chamado imunohistoqupimica.</p><p>Esta técnica é fundamental para orientar o</p><p>médico do paciente na seleção do</p><p>tratamento tumoral mais eficaz.</p><p>Como as seções de parafina são incolores, os espécimes não estão</p><p>ainda adequados para exame com microscópio de luz. São então</p><p>corados para possibilitar a análise.</p><p>A parafina deve ser dissolvida e removida. Em seguida os tecidos na</p><p>lâmina são reidratados por meio de uma série de soluções de álcool</p><p>em concentrações decrescentes. Assim, os cortes de tecido podem</p><p>ser corados.</p><p>Quando a coloração estiver</p><p>concluída, a secção de tecido estará</p><p>pronta para ser examinada ao</p><p>microscópio por um patologista ou</p><p>outro investigador científico.</p><p>Sem técnicas de coloração</p><p>especializadas, muitos</p><p>componentes do tecido</p><p>permanecem invisíveis.Tecido adiposo. Coloração: HE. Aumento: pequeno.</p><p>Diáfise (secção transversal). Método de Schmorl. Aumento: pequeno.</p><p>Os cortes de tecido podem então ser corados com</p><p>hematoxilina. Por sua natureza básica, a hematoxilina</p><p>vai corar os ácidos nucleicos dos núcleos.</p><p>Em seguida, os cortes são lavados em e corados pela</p><p>eosina, um corante de natureza ácida e que irá corar os</p><p>componentes básicos predominantes no citoplasma</p><p>das células.</p><p>A hematoxilina é um corante de cor azul-púrpura, já a</p><p>eosina é um corante vermelho.</p><p>Finalmente após a coloração, os cortes são protegidos</p><p>por uma lamínula e podem ser analisados por</p><p>microscopia.</p><p>Exemplo: hematoxilina-eosina</p><p>Intestino delgado. Coloração: HE.</p><p>Aumento médio.</p><p>Microtomia</p><p>Tradicional --> Microscopia de luz</p><p>0,1 a 10 μm</p><p>Ultramicrcotomia --> MEV e MET</p><p>30 a 100 nm</p><p>Crio-ultramicrotomia (-20 e -150 °C)</p><p>Utilizada no seccionamento durante o</p><p>processamento de amostras. A microtomia é uma</p><p>técnica utilizada em laboratórios de histologia e</p><p>patologia para obter cortes finos de tecidos</p><p>biológicos, que são posteriormente observados em</p><p>microscópios. O objetivo é produzir secções</p><p>suficientemente delgadas para que a luz ou outros</p><p>tipos de radiação possam atravessá-las, permitindo</p><p>a análise detalhada da estrutura celular e tecidual.</p><p>O processo envolve o uso de um equipamento</p><p>chamado micrótomo, que corta os tecidos</p><p>previamente embebidos em uma substância rígida,</p><p>como parafina ou resina. Esses cortes, geralmente</p><p>com espessuras na faixa de micrômetros (milésimos</p><p>de milímetro), são fundamentais para o estudo de</p><p>doenças, análise anatômica e pesquisa biológica.</p><p>Microtomia</p><p>Dúvidas??</p><p>Obrigada!</p><p>Monitoria de Histotecnologia Clínica</p>

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