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<p>1.</p><p>Liderar sem ter em mente uma direção clara e bem definida sobre o que fazer e como fazer acaba por não levar a equipe a lugar algum. Muito pelo contrário, a falta de clareza leva a equipe a estagnar em suas ações, retarda o processo e gera insatisfação e agonia nos envolvidos. Nesse sentido, para evitar tais inconvenientes, há duas dimensões essenciais da liderança e que não podem faltar ao gestor. Logo, pode-se afirmar CORRETAMENTE que essas duas dimensões são:</p><p>Resposta incorreta.</p><p>A.</p><p>Capacidade de jogar com as forças oponentes e capacidade de política nos acordos com os professores.</p><p>O bom líder deve valorizar todos os seus colegas de equipe. Mesmo as forças antagônicas têm função de auxiliar e apontar as falhas da própria gestão.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>B.</p><p>Capacidade de vigiar os seus comandados e capacidade de saber punir aqueles que falham nas ações determinadas.</p><p>Vigiar e punir são medidas que inibem o desenvolvimento da equipe, uma vez que o erro é recebido como punição, e não como aprendizado.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>C.</p><p>Capacidade de centralizar poder e capacidade de aumentar a receita institucional.</p><p>A liderança deve saber delegar responsabilidades, evitando ou diminuindo erros estratégicos. Nem toda liderança tem como proposta aumentar receitas. Vale destacar que em escolas públicas, a receita institucional é oriunda de repasses do Estado.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>D.</p><p>Capacidade de mandar e capacidade de transformar resultados intangíveis em tangíveis.</p><p>A liderança deve saber pedir e não mandar; quanto aos resultados, nem todo resultado intangível pode se tornar tangível. Exemplo disso, são os valores e princípios morais de uma instituição.</p><p>Você acertou!</p><p>E.</p><p>Capacidade de criar senso de direção e capacidade de traduzir diretrizes em conceitos operativos.</p><p>Conforme CECIP (2006, p. 28), pode-se destacar duas dimensões essenciais da liderança: a capacidade de criar senso de direção e a capacidade de traduzir diretrizes (cursos de ação) em conceitos operativos que possam inspirar atividades na sala de aula, na escola e na comunidade.</p><p>2.</p><p>Para a execução de uma boa liderança, é preciso tomar providências práticas que expressam as linhas gerais do que se pretende realizar. Contudo, essas providências práticas têm sido ignoradas por uma boa parcela de indivíduos que ocupam o cargo de gestor-líder nas escolas. Pode-se afirmar CORRETAMENTE que esse passo importante ou providência prática é chamada de:</p><p>Resposta incorreta.</p><p>A.</p><p>Ação repreensiva.</p><p>Toda administração, em sua prática, deve estimular a participação de todos os envolvidos no processo, logo, não se deve repreender a participação dos demais.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>B.</p><p>Controle absoluto das metas.</p><p>Controle de metas é um acompanhamento diário, semanal e/ou mensal que uma empresa traça ao longo de um período determinado. Para tanto, o líder deve distribuir funções aos demais envolvidos para o cumprimento das metas. Uma vez que o líder depende de outros para o cumprimento das metas, ele não possui o controle absoluto das metas, mas parcial do processo.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>C.</p><p>Ação suprema.</p><p>No processo de liderança, a gestão deve ser colegiada, e não suprema. Ação colegiada ou liderança compartilhada são modelos de gestão democrática que visa uma corresponsabilidade nas decisões de uma empresa. Enquanto ação suprema elimina qualquer participação de terceiros no processo decisório da empresa.</p><p>Você acertou!</p><p>D.</p><p>Curso de Ação.</p><p>Cursos de ação abundam, atividades práticas existem aos borbotões, mas há muito pouco diálogo sobre os conceitos envolvidos. (CECIP, 2006, p. 28).</p><p>Resposta incorreta.</p><p>E.</p><p>Incontingência administrativa.</p><p>Ao contrário, toda ação administrativa está sujeita a contingências, ou seja, toda gestão pode falhar ou ser bem-sucedida dependendo das condições externas que fogem ao controle do gestor.</p><p>3.</p><p>Pode-se compreender que liderar ou gerenciar pessoas trata de um trabalho que envolve o domínio de diversos conhecimentos e habilidades. Ao que tange à gestão escolar, essas competências e habilidades são, geralmente, fruto de sua expertise profissional sozinho, onde, através de um curso ou na participação de um seminário, o gestor vai construindo seu perfil profissional. Habilidades podem ser adquiridas. Alguns indivíduos conseguem aprender mais rápido do que outros, mas de certo, todos, absolutamente todos, conseguem fazer progressos. Logo, a devida combinação de um pouco de talento e muito esforço tende a ser mais bem-sucedida do que a de muito talento e pouco esforço (CECIP, 2006, p. 30). Nesse sentido, ao se tratar de adquirir e desenvolver as habilidades necessárias para se tornar um especialista no assunto, isso requer em primeiro lugar do indivíduo:</p><p>Resposta incorreta.</p><p>A.</p><p>Poder, uma vez que um especialista da área deve saber utilizar e impor do poder do conhecimento sobre os demais indivíduos.</p><p>O poder que alguém possui deve ser reconhecido pelos demais de forma natural e não impositiva. O uso do poder requer responsabilidade, ética e consciência daquele que possui mais conhecimento.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>B.</p><p>Acordos, uma vez que é impossível se tornar um especialista em uma área se não houver conchavos políticos e trocas de favores.</p><p>Os acordos devem ser de benefício coletivo, seguindo determinações legais, morais e éticas. Logo, o indivíduo que busca se tornar um especialista em uma área qualquer do conhecimento deve recusar qualquer tipo de acordo político de trocas de favores, uma vez que caracteriza uma infração administrativa, moral e ética.</p><p>Você acertou!</p><p>C.</p><p>Disciplina, ou seja, comprometimento em desenvolver as habilidades necessárias para se tornar um especialista em sua área.</p><p>Conforme os autores, para que o indivíduo se torne um especialista no campo de sua atuação requer, em primeiro lugar, disciplina (CECIP, 2006, p. 30).</p><p>Resposta incorreta.</p><p>D.</p><p>Financiamento, ou seja, só através de investimento de terceiros é que se pode chegar a ser um especialista na área.</p><p>Apesar de haver políticas de financiamento estudantil, ele não se torna um determinante na formação do profissional. Muitos indivíduos se especializaram em suas áreas com investimentos próprios.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>E.</p><p>Inteligência, uma vez que somente indivíduos com capacidades acima da média que se tornarão especialistas em suas áreas.</p><p>A inteligência é um fator necessário para que o indivíduo possa compreender o mundo que o cerca. Contudo, há diversos níveis de inteligência e, em todos eles, o indivíduo pode alcançar resultados surpreendentes. Logo, para se tornar um especialista, não há necessidade de o indivíduo ter uma inteligência acima da média.</p><p>4.</p><p>Conforme CECIP (2006, p. 10), praticamente todos os líderes na área da educação vieram da sala de aula. Portanto, seus conhecimentos do ambiente de aprendizagem, do processo operacional e dos conteúdos são, de modo geral, bons. Trata-se, na maior parte, de conhecimentos práticos e necessários para sobreviver no ambiente agitado e por vezes um tanto confuso no dia a dia das escolas. As coisas são um pouco diferentes quando se trata de conhecimento conceitual específico no campo da liderança educacional. Logo, pode-se afirmar CORRETAMENTE que essa falta de conhecimento conceitual específico na gestão escolar tem como consequência para os diretores escolares:</p><p>Resposta incorreta.</p><p>A.</p><p>terem que contratar consultores.</p><p>A contratação de consultores administrativos não é comum, contudo, quando há, são em escolas da rede de ensino privado. As escolas públicas têm recebido treinamento e cursos para esse fim.</p><p>Você acertou!</p><p>B.</p><p>liderarem num nível prático operacional.</p><p>Em consequência dessa falta de conhecimento conceitual específico, os diretores lideram num nível prático, operacional. O que faz com que eles queiram "e precisem" envolver-se em absolutamente tudo o que acontece na escola. (EDNIR et al., 2006, p. 30).</p><p>Resposta incorreta.</p><p>C.</p><p>terminarem sua gestão antecipadamente.</p><p>Pelo contrário, muitos diretores escolares, mesmo com toda a dificuldade de gestão, tem cumprido seu mandato com certo sucesso administrativo.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>D.</p><p>serem confrontados pelos docentes, constantemente.</p><p>Os confrontos entre professores e gestores são comuns e independe da formação técnico-administrativa do gestor. Esse embate é natural e salutar numa gestão democrático.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>E.</p><p>tomarem decisões inconsequentes, que colocam em risco a própria escola.</p><p>As decisões tomadas são, geralmente, compartilhadas por um colegiado que auxilia na ação do diretor. O que evita, de certa forma, problemas de gestão.</p><p>5.</p><p>Conforme CECIP (2006, p. 3, exercer liderança em escolas exige mais do que habilidades e conhecimentos. Uma série de qualidades pessoais precisam ser mobilizadas: perspicácia, senso de humor, perseverança, autoconhecimento, empatia, competências sociais etc. Logo, pode-se afirmar CORRETAMENTE que liderar é:</p><p>Você acertou!</p><p>A.</p><p>ter em mente que é um esforço que se aprende na prática e não se pode confundir com um emprego ou cargo ocupado.</p><p>Liderar é um artesanato que se aprende fazendo, não é um emprego, nem um cargo. É preciso trabalhar sem cessar, a fim de desenvolver conhecimentos, habilidades e qualidades pessoais para tornar-se competente nisso. (EDNIR et al., 2006, pág. 31).</p><p>Resposta incorreta.</p><p>B.</p><p>saber impor as vontades do líder frente às ações postas aos seus colaboradores.</p><p>Nenhuma liderança deve impor suas vontades. A gestão deve ser democrática sempre.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>C.</p><p>determinar as ações que cada subordinado deve executar de forma plena.</p><p>Num processo de liderança, não há subordinados, mas colaboradores que devem, sempre que sentirem necessidade, questionar os mandos do líder.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>D.</p><p>confrontar todos os opositores da gestão que colocam em risco o sucesso da escola.</p><p>Na verdade, o bom líder e gestor deve ouvir e analisar todas as críticas de forma aberta e compartilhada.</p><p>Resposta incorreta.</p><p>E.</p><p>saber utilizar o cargo ocupado na escola para convencer os demais a cumprirem as ações propostas.</p><p>O bom líder deve convencer pelo diálogo, pela lógica e razão, e não pela imposição do cargo ocupado pelo diretor na escola.</p>