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deformação de rochas

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Questões resolvidas

Quanto às forças atuantes sobre um corpo rochoso, podemos afirmar que:

a. quando o corpo rochoso está no estado elástico e a força atuante cessa, ocorre uma ruptura no corpo, visto que, nesses casos, a deformação é irreversível.
b. sendo resultado das forças atuantes sobre os corpos rochosos, as tensões ocorrem na direção perpendicular, mas também em componente tangencial ao corpo. Se as forças atuantes sobre o corpo ultrapassarem os esforços resistentes, os corpos estarão em movimento. A deformação elástica é não permanente e o material retorna à sua forma e volume originais quando a tensão cessa. A deformação plástica é irreversível; quando a força aplicada cessa, o material continua deformado. Caso a força supere os limites de elasticidade e plasticidade das rochas, tem-se a deformação rúptil. As tensões atuantes sobre um corpo nem sempre ocorrem na direção perpendicular, podendo haver um componente tangencial de tensão.
c. o corpo rochoso permanece em repouso caso as forças atuantes sobre ele ultrapassarem o esforço resistente, pois agem para impedir a movimentação e a deformação.
d. caso a força sobre um corpo rochoso atue de modo que este supere seu limite de elasticidade, mas se mantendo abaixo do limite de plasticidade, ocorre a deformação rúptil.
e. se a força atuante sobre um corpo rochoso no estado plástico cessa, o corpo volta à sua forma e volume originais porque, nesses casos, a deformação é não permanente.

Em relação ao tema, é correto afirmar:

a. A presença de fluidos contribui para a diferenciação no comportamento dos marcadores. Os marcadores ativos apresentam deformações diferentes das rochas ao entorno, enquanto os marcadores passivos têm deformações similares às rochas ao entorno. Dentre os fatores que influenciam o comportamento dos marcadores está a presença de fluidos. Os marcadores ativos formam boudinage, diferentemente dos marcadores passivos, porém não fornecem um quadro representativo do estado geral de deformação na rocha.
b. Os marcadores ativos apresentam deformações similares às rochas ao entorno.
c. Os marcadores passivos apresentam deformações diferentes das rochas ao entorno.
d. Os marcadores ativos fornecem informações completas das deformações nas rochas.
e. Boudins formados nos marcadores passivos indicam composição mineral idêntica ao entorno.

Considerando isso, assinale a alternativa correta:

a. As tensões compressivas atuam em direção ao corpo, ocorrendo alongamento na direção paralela à força de compressão.
b. O elipsoide de deformação é formado por dois eixos de estiramento (X e Z) e um eixo de encurtamento (Y).
c. As tensões cisalhantes ocorrem devido aos movimentos paralelos e em sentidos opostos dos blocos de rocha. Nos pontos onde ocorre máxima compressão, há um encurtamento das rochas; já, onde ocorre mínima compressão, tem-se o estiramento das rochas. O elipsoide de deformação é formado por dois eixos de encurtamento (Y e Z) e por um eixo de estiramento (X). No elipsoide de deformação (X, Y e Z), o eixo X representa a máxima deformação (máximo estiramento) e o eixo Z, a mínima deformação (máximo encurtamento). As tensões sobre as rochas podem ser compressivas quando atuam na direção do corpo rochoso, com alongamento perpendicular à atuação das forças, distensivas quando as forças atuam para fora do corpo rochoso, com alongamento na direção paralela à atuação das forças, e de cisalhamento devido aos movimentos paralelos e em sentidos opostos dos blocos de rocha.
d. A máxima compressão resulta no máximo estiramento, ao contrário da mínima compressão, que resulta no máximo encurtamento das rochas.
e. No elipsoide de deformação, a mínima deformação é representada no eixo X e a máxima deformação, no eixo Z.

Em relação às diferentes análises de deformação, assinale a alternativa correta:

a. As seções geológicas são instrumentos utilizados nas análises de deformação unidimensionais devido à necessidade de uma visão mais completa nessa dimensão.
b. A análise de deformação tridimensional permite a obtenção de maior número de dados de deformação por ser mais complexa. A análise unidimensional é a mais simples e observa a variação comprimento de marcadores lineares. A análise bidimensional é realizada por meio de seções ou planos, considerando duas dimensões que podem ser representadas em elipses de deformação. A análise tridimensional permite a obtenção de maior número de dados de deformação, podendo ser representada no elipsoide de deformação.
c. As variações nos comprimentos de estruturas ou feições geológicas lineares devem ser analisadas do ponto de vista bidimensional.
d. Na análise bidimensional, é observado estiramento ou encurtamento em duas dimensões, e esses dados são visualizados no elipsoide de deformação.
e. As análises tridimensionais avaliam o estiramento e o encurtamento dos marcadores de deformação em duas dimensões e a rotação na terceira dimensão.

Sobre os marcadores de deformação, é correto afirmar:

a. As estruturas preexistentes podem ser utilizadas como marcadores desde que mantenham a sua forma durante a deformação.
b. Os marcadores de deformação que, antes da deformação, apresentam formato esférico são ideais para análises unidimensionais.
c. Os marcadores de deformação em formato linear devem ser utilizados em análises de deformação tridimensional.
d. As estruturas formadas durante a deformação mascaram as feições pré-existentes, impossibilitando as análises das deformações.
e. Os marcadores de deformação permitem a identificação da direção dos eixos de deformação e da natureza da deformação.

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Questões resolvidas

Quanto às forças atuantes sobre um corpo rochoso, podemos afirmar que:

a. quando o corpo rochoso está no estado elástico e a força atuante cessa, ocorre uma ruptura no corpo, visto que, nesses casos, a deformação é irreversível.
b. sendo resultado das forças atuantes sobre os corpos rochosos, as tensões ocorrem na direção perpendicular, mas também em componente tangencial ao corpo. Se as forças atuantes sobre o corpo ultrapassarem os esforços resistentes, os corpos estarão em movimento. A deformação elástica é não permanente e o material retorna à sua forma e volume originais quando a tensão cessa. A deformação plástica é irreversível; quando a força aplicada cessa, o material continua deformado. Caso a força supere os limites de elasticidade e plasticidade das rochas, tem-se a deformação rúptil. As tensões atuantes sobre um corpo nem sempre ocorrem na direção perpendicular, podendo haver um componente tangencial de tensão.
c. o corpo rochoso permanece em repouso caso as forças atuantes sobre ele ultrapassarem o esforço resistente, pois agem para impedir a movimentação e a deformação.
d. caso a força sobre um corpo rochoso atue de modo que este supere seu limite de elasticidade, mas se mantendo abaixo do limite de plasticidade, ocorre a deformação rúptil.
e. se a força atuante sobre um corpo rochoso no estado plástico cessa, o corpo volta à sua forma e volume originais porque, nesses casos, a deformação é não permanente.

Em relação ao tema, é correto afirmar:

a. A presença de fluidos contribui para a diferenciação no comportamento dos marcadores. Os marcadores ativos apresentam deformações diferentes das rochas ao entorno, enquanto os marcadores passivos têm deformações similares às rochas ao entorno. Dentre os fatores que influenciam o comportamento dos marcadores está a presença de fluidos. Os marcadores ativos formam boudinage, diferentemente dos marcadores passivos, porém não fornecem um quadro representativo do estado geral de deformação na rocha.
b. Os marcadores ativos apresentam deformações similares às rochas ao entorno.
c. Os marcadores passivos apresentam deformações diferentes das rochas ao entorno.
d. Os marcadores ativos fornecem informações completas das deformações nas rochas.
e. Boudins formados nos marcadores passivos indicam composição mineral idêntica ao entorno.

Considerando isso, assinale a alternativa correta:

a. As tensões compressivas atuam em direção ao corpo, ocorrendo alongamento na direção paralela à força de compressão.
b. O elipsoide de deformação é formado por dois eixos de estiramento (X e Z) e um eixo de encurtamento (Y).
c. As tensões cisalhantes ocorrem devido aos movimentos paralelos e em sentidos opostos dos blocos de rocha. Nos pontos onde ocorre máxima compressão, há um encurtamento das rochas; já, onde ocorre mínima compressão, tem-se o estiramento das rochas. O elipsoide de deformação é formado por dois eixos de encurtamento (Y e Z) e por um eixo de estiramento (X). No elipsoide de deformação (X, Y e Z), o eixo X representa a máxima deformação (máximo estiramento) e o eixo Z, a mínima deformação (máximo encurtamento). As tensões sobre as rochas podem ser compressivas quando atuam na direção do corpo rochoso, com alongamento perpendicular à atuação das forças, distensivas quando as forças atuam para fora do corpo rochoso, com alongamento na direção paralela à atuação das forças, e de cisalhamento devido aos movimentos paralelos e em sentidos opostos dos blocos de rocha.
d. A máxima compressão resulta no máximo estiramento, ao contrário da mínima compressão, que resulta no máximo encurtamento das rochas.
e. No elipsoide de deformação, a mínima deformação é representada no eixo X e a máxima deformação, no eixo Z.

Em relação às diferentes análises de deformação, assinale a alternativa correta:

a. As seções geológicas são instrumentos utilizados nas análises de deformação unidimensionais devido à necessidade de uma visão mais completa nessa dimensão.
b. A análise de deformação tridimensional permite a obtenção de maior número de dados de deformação por ser mais complexa. A análise unidimensional é a mais simples e observa a variação comprimento de marcadores lineares. A análise bidimensional é realizada por meio de seções ou planos, considerando duas dimensões que podem ser representadas em elipses de deformação. A análise tridimensional permite a obtenção de maior número de dados de deformação, podendo ser representada no elipsoide de deformação.
c. As variações nos comprimentos de estruturas ou feições geológicas lineares devem ser analisadas do ponto de vista bidimensional.
d. Na análise bidimensional, é observado estiramento ou encurtamento em duas dimensões, e esses dados são visualizados no elipsoide de deformação.
e. As análises tridimensionais avaliam o estiramento e o encurtamento dos marcadores de deformação em duas dimensões e a rotação na terceira dimensão.

Sobre os marcadores de deformação, é correto afirmar:

a. As estruturas preexistentes podem ser utilizadas como marcadores desde que mantenham a sua forma durante a deformação.
b. Os marcadores de deformação que, antes da deformação, apresentam formato esférico são ideais para análises unidimensionais.
c. Os marcadores de deformação em formato linear devem ser utilizados em análises de deformação tridimensional.
d. As estruturas formadas durante a deformação mascaram as feições pré-existentes, impossibilitando as análises das deformações.
e. Os marcadores de deformação permitem a identificação da direção dos eixos de deformação e da natureza da deformação.

Prévia do material em texto

<p>As movimentações tectônicas na litosfera e a deposição de sedimentos sobre rochas pré-existentes resultam em esforços em diferentes direções e com variadas magnitudes, que podem ser representados por vetores. As rochas respondem a esses esforços de modo elástico, plástico ou rúptil, dependendo de uma série de fatores externos e internos que influenciam nas deformações.</p><p>Quanto às forças atuantes sobre um corpo rochoso, podemos afirmar que:</p><p>Questão 1Escolha uma opção:</p><p>a.</p><p>quando o corpo rochoso está no estado elástico e a força atuante cessa, ocorre uma ruptura no corpo, visto que, nesses casos, a deformação é irreversível.</p><p>b.</p><p>sendo resultado das forças atuantes sobre os corpos rochosos, as tensões ocorrem na direção perpendicular, mas também em componente tangencial ao corpo.</p><p>Se as forças atuantes sobre o corpo ultrapassarem os esforços resistentes, os corpos estarão em movimento. A deformação elástica é não permanente e o material retorna à sua forma e volume originais quando a tensão cessa. A deformação plástica é irreversível; quando a força aplicada cessa, o material continua deformado. Caso a força supere os limites de elasticidade e plasticidade das rochas, tem-se a deformação rúptil. As tensões atuantes sobre um corpo nem sempre ocorrem na direção perpendicular, podendo haver um componente tangencial de tensão.</p><p>c.</p><p>o corpo rochoso permanece em repouso caso as forças atuantes sobre ele ultrapassem o esforço resistente, pois agem para impedir a movimentação e a deformação.</p><p>d.</p><p>caso a força sobre um corpo rochoso atue de modo que este supere seu limite de elasticidade, mas se mantendo abaixo do limite de plasticidade, ocorre a deformação rúptil.</p><p>e.</p><p>se a força atuante sobre um corpo rochoso no estado plástico cessa, o corpo volta à sua forma e volume originais porque, nesses casos, a deformação é não permanente.</p><p>Feedback</p><p>A resposta correta é: sendo resultado das forças atuantes sobre os corpos rochosos, as tensões ocorrem na direção perpendicular, mas também em componente tangencial ao corpo.</p><p>Questão 2</p><p>Correto</p><p>Atingiu 2,0 de 2,0</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>Os marcadores de deformação respondem à deformação de maneira distinta a depender de suas propriedades mecânicas.</p><p>Em relação ao tema, é correto afirmar:​​​​​​​</p><p>Questão 2Escolha uma opção:</p><p>a.</p><p>A presença de fluidos contribui para a diferenciação no comportamento dos marcadores.</p><p>Os marcadores ativos apresentam deformações diferentes das rochas ao entorno, enquanto os marcadores passivos têm deformações similares às rochas ao entorno. Dentre os fatores que influenciam o comportamento dos marcadores está a presença de fluidos. Os marcadores ativos formam boudinage, diferentemente dos marcadores passivos, porém não fornecem um quadro representativo do estado geral de deformação na rocha.</p><p>b.</p><p>Os marcadores ativos apresentam deformações similares às rochas ao entorno.</p><p>c.</p><p>Os marcadores passivos apresentam deformações diferentes das rochas ao entorno.</p><p>d.</p><p>Os marcadores ativos fornecem informações completas das deformações nas rochas.</p><p>e.</p><p>Boudins formados nos marcadores passivos indicam composição mineral idêntica ao entorno.</p><p>Feedback</p><p>A resposta correta é: A presença de fluidos contribui para a diferenciação no comportamento dos marcadores.</p><p>Questão 3</p><p>Correto</p><p>Atingiu 2,0 de 2,0</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>As modificações nas estruturas originais das rochas resultam da alteração das tensões exercidas nas rochas que, por sua vez, respondem à força aplicada em determinada área. Ao comparar os pontos nos corpos rochosos que não sofreram deformação com os que sofreram, é possível imaginar a transformação de uma esfera centrada no primeiro ponto (não deformado) em um elipsoide no segundo ponto (deformado).</p><p>Essa superfície matemática representa, portanto, a variação na forma das estruturas e, consequentemente, no campo de tensão. Considerando isso, assinale a alternativa correta:</p><p>Questão 3Escolha uma opção:</p><p>a.</p><p>As tensões compressivas atuam em direção ao corpo, ocorrendo alongamento na direção paralela à força de compressão.</p><p>b.</p><p>O elipsoide de deformação é formado por dois eixos de estiramento (X e Z) e um eixo de encurtamento (Y).</p><p>c.</p><p>As tensões cisalhantes ocorrem devido aos movimentos paralelos e em sentidos opostos dos blocos de rocha.</p><p>Nos pontos onde ocorre máxima compressão, há um encurtamento das rochas; já, onde ocorre mínima compressão, tem-se o estiramento das rochas. O elipsoide de deformação é formado por dois eixos de encurtamento (Y e Z) e por um eixo de estiramento (X). No elipsoide de deformação (X, Y e Z), o eixo X representa a máxima deformação (máximo estiramento) e o eixo Z, a mínima deformação (máximo encurtamento). As tensões sobre as rochas podem ser compressivas quando atuam na direção do corpo rochoso, com alongamento perpendicular à atuação das forças, distensivas quando as forças atuam para fora do corpo rochoso, com alongamento na direção paralela à atuação das forças, e de cisalhamento devido aos movimentos paralelos e em sentidos opostos dos blocos de rocha.</p><p>d.</p><p>A máxima compressão resulta no máximo estiramento, ao contrário da mínima compressão, que resulta no máximo encurtamento das rochas.</p><p>e.</p><p>No elipsoide de deformação, a mínima deformação é representada no eixo X e a máxima deformação, no eixo Z.</p><p>Feedback</p><p>A resposta correta é: As tensões cisalhantes ocorrem devido aos movimentos paralelos e em sentidos opostos dos blocos de rocha.</p><p>Questão 4</p><p>Correto</p><p>Atingiu 2,0 de 2,0</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>As diversas estruturas geradas pelas deformações nas rochas podem ser analisadas em uma, duas ou três dimensões a depender de sua forma e dos objetivos da análise.</p><p>Em relação às diferentes análises de deformação, assinale a alternativa correta: ​​​​​​​</p><p>Questão 4Escolha uma opção:</p><p>a.</p><p>As seções geológicas são instrumentos utilizados nas análises de deformação unidimensionais devido à necessidade de uma visão mais completa nessa dimensão.</p><p>b.</p><p>A análise de deformação tridimensional permite a obtenção de maior número de dados de deformação por ser mais complexa.</p><p>A análise unidimensional é a mais simples e observa a variação comprimento de marcadores lineares. A análise bidimensional é realizada por meio de seções ou planos, considerando duas dimensões que podem ser representadas em elipses de deformação. A análise tridimensional permite a obtenção de maior número de de dados de deformação, podendo ser representada no elipsoide de deformação.</p><p>c.</p><p>As variações nos comprimentos de estruturas ou feições geológicas lineares devem ser analisadas do ponto de vista bidimensional.</p><p>d.</p><p>Na análise bidimensional, é observado estiramento ou encurtamento em duas dimensões, e esses dados são visualizados no elipsoide de deformação.</p><p>e.</p><p>As análises tridimensionais avaliam o estiramento e o encurtamento dos marcadores de deformação em duas dimensões e a rotação na terceira dimensão.</p><p>Feedback</p><p>A resposta correta é: A análise de deformação tridimensional permite a obtenção de maior número de dados de deformação por ser mais complexa.</p><p>Questão 5</p><p>Correto</p><p>Atingiu 2,0 de 2,0</p><p>Marcar questão</p><p>Texto da questão</p><p>O estado das deformações em rochas é analisado a partir de objetos denominados de marcadores de deformação.</p><p>Sobre os marcadores de deformação, é correto afirmar:​​​​​​​</p><p>Questão 5Escolha uma opção:</p><p>a.</p><p>As estruturas preexistentes podem ser utilizadas como marcadores desde que mantenham a sua forma durante a deformação.</p><p>b.</p><p>Os marcadores de deformação que, antes da deformação, apresentam formato esférico são ideais para análises unidimensionais.</p><p>c.</p><p>Os marcadores de deformação em formato linear devem ser utilizados em análises de deformação tridimensional.</p><p>d.</p><p>As estruturas formadas durante a deformação mascaram as feições pré-existentes, impossibilitando as análises das deformações.</p><p>e.</p><p>Os marcadores de deformação permitem a identificação da direção dos eixos de deformação e da natureza da deformação.</p><p>Os marcadores de deformação permitem a identificação da natureza da deformação e da direção dos eixos de deformação. Tanto as estruturas formadas durante</p><p>a deformação, quando as preexistentes podem ser marcadores de deformação. As estruturas preexistentes só são consideradas marcadores de deformação se tiverem sua forma, anteriormente à deformação, conhecidas. Os marcadores lineares são utilizados em análises unidimensionais, enquanto os que apresentavam formato esférico antes das deformações são usados em análises unidimensionais.</p><p>Feedback</p><p>A resposta correta é: Os marcadores de deformação permitem a identificação da direção dos eixos de deformação e da natureza da deformação.</p><p>image1.wmf</p><p>image2.wmf</p>