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<p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>INTRODUÇÃO A FARMACOLOGIA</p><p>Prof. Dr. André Tomaz Terra Júnior</p><p>FACULDADE SÃO PAULO</p><p>– FSP/ESTÁCIO –</p><p>▪ HISTÓRICO</p><p>• Claudius Galen (Galeno – 129 – 2 0 d.C.) – 1º a refletir na base teórica da</p><p>Farmacologia. Além da experiência, a teoria – que interpreta a experiência e as</p><p>observações – contribui para o uso racional dos medicamentos – “Os empíricos</p><p>afirmam que tudo é descoberto por meio da experiência. Contudo, sustentamos que</p><p>a descoberta ocorre em parte pela experiência e em parte pela teoria. Nem a</p><p>experiência nem a teoria, isoladamente, são aptas a descobrir tudo.”</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ PARACELSO E A DOUTRINA DAS ASSINATURAS</p><p>• Philippus Aureolus Theophrastus Bombastus von Hohenheim (Paracelso) [1493-1541] –</p><p>Médico e Alquimista, considerado “Pai da Medicina Moderna”, porém muito controverso.</p><p>• Disseminou a “Teoria dos Sinais”, “Doutrina das Assinaturas”, “Assinaturas do Criador”.</p><p>• Doutrina – Observação das plantas e comparar as suas formas aos órgãos humanos.</p><p>• Não haviam dados científicos e o homem se baseava na observação no seu dia-a-dia.</p><p>• Apesar de já ser muito antiga, ainda hoje há estudiosos que se dedicam a estudá-la e</p><p>aplicá-la em vários campos científicos.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ PARACELSO E A DOUTRINA DAS ASSINATURAS</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ HISTÓRICO</p><p>• Paracelso (1493-1541) – Questionou as doutrinas oriundas</p><p>da antiguidade e procurou conhecer os componentes ativos</p><p>dos medicamentos prescritos (rebelando-se, assim, contra as</p><p>misturas irracionais da medicina medieval).</p><p>• Prescrevia substâncias quimicamente definidas foi acusado de envenenador. Contra</p><p>essa acusação, defendeu-se com a frase que viria a se tornar um axioma (premissa</p><p>verdadeira) da Farmacologia – “Se quisermos explicar adequadamente o que é um</p><p>veneno, então o que não é um veneno? Todas as coisas são venenos, e nada está</p><p>livre de veneno; somente a dosagem estabelece se algo não é um veneno”.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ HISTÓRICO</p><p>• Johann Jakob Wepfer (1620 – 1695) – 1º a realizar experimentação animal para</p><p>confirmar ações farmacológicas ou toxicológicas – “Ponderei muito. Por fim, decidi</p><p>esclarecer o assunto experimentalmente.”</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ HISTÓRICO</p><p>• Rudolf Buchheim (1820 – 1879) – Fundou o 1º Instituto de</p><p>Farmacologia na Universidade de Dorpat (Tartu, Estônia) em 1847,</p><p>tornando a Farmacologia uma disciplina científica independente.</p><p>Dedicou-se a justificar os efeitos farmacológicos por meio das</p><p>características químicas das substâncias .</p><p>“A ciência dos medicamentos é uma ciência teórica – isto é, explanatória – que tem</p><p>o propósito de oferecer os conhecimentos sobre os fármacos, por meio dos quais</p><p>podemos validar a utilidade do medicamento junto ao leito do enfermo.”</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ HISTÓRICO</p><p>▪ FARMACOLOGIA</p><p>• Final do século XIX – Medicamentos eram Produtos naturais, em sua maioria</p><p>dessecados, mas também plantas frescas – ou partes delas. Essas podiam conter</p><p>substâncias com propriedades curativas (Terapêuticas), mas também substâncias</p><p>com Efeitos tóxicos (Venenos).</p><p>Ópio bruto</p><p>Obtenção de</p><p>tintura de ópio</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ INTRODUÇÃO</p><p>▪ Farmacologia (Pharmakon – Droga, Fármaco ou Medicamento; Logos – Estudo).</p><p>• Ciência experimental que estudo da interação dos compostos químicos com os</p><p>organismos vivos e seus efeitos nos Sistemas do nosso organismo.</p><p>• Estuda como os Medicamentos ou Substâncias interagem com o Organismo,</p><p>sendo capazes de promover alterações funcionais e estruturais.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>• OBJETIVOS:</p><p>• Profilático / Preventiva: Medicamento que tem ação de evitar o aparecimento ou reduzir</p><p>a gravidade de doenças. Ex.: Vacinas podem atuar na prevenção de doenças.</p><p>• Terapêutico: Medicamento que tem ação curativa (Curar a patologia). Ex.: Antibióticos</p><p>têm ação terapêutica, curando as doenças – Usada no tratamento da doença.</p><p>• Paliativo: Medicamento tem capacidade de ↓Sinais e sintomas da doença, mas não</p><p>promove a cura. Ex.: Anti-hipertensivos a ↓PA, mas não curam; Antitérmicos e</p><p>Analgésicos – ↓Febre e Dor, porém não curam a patologia causadora dos sinais e</p><p>sintomas – ↓Sinais e sintomas mas não promove a cura.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>• OBJETIVOS:</p><p>• Diagnóstica: Medicamento auxilia no diagnóstico, elucidando exames radiográficos.</p><p>• Ex.: Contrastes – Medicamentos que, associado aos exames radiográficos, auxiliam</p><p>em diagnósticos de patologias – Localiza a área afetada.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ DIFERENTES ÁREAS DA FARMACOLOGIA</p><p>Farmacocinética</p><p>Farmacodinâmica</p><p>Farmacotécnica</p><p>Farmacognosia</p><p>Farmacoterapêutica</p><p>Imunofarmacologia</p><p>• É o caminho que o medicamento faz no organismo.</p><p>• Não estuda o mecanismo de ação, mas sim as etapas que a</p><p>droga sofre desde a administração até a excreção – Absorção,</p><p>Distribuição, Biotransformação e Excreção.</p><p>• Etapas simultâneas, divisão apenas didática.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ DIFERENTES ÁREAS DA FARMACOLOGIA</p><p>Farmacocinética</p><p>Farmacodinâmica</p><p>Farmacotécnica</p><p>Farmacognosia</p><p>Farmacoterapêutica</p><p>Imunofarmacologia</p><p>• Estuda os efeitos fisiológicos dos fármacos no organismo</p><p>• Mecanismos de ação</p><p>• Relação entre concentração do fármaco e efeito</p><p>• O efeito da droga nos tecidos</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ DIFERENTES ÁREAS DA FARMACOLOGIA</p><p>Farmacocinética</p><p>Farmacodinâmica</p><p>Farmacotécnica</p><p>Farmacognosia</p><p>Farmacoterapêutica</p><p>Imunofarmacologia</p><p>• Estuda o preparo, manipulação e a conservação dos</p><p>medicamentos.</p><p>• Desenvolvimento de novos produtos, técnicas de</p><p>manipulação, doses, formas farmacêuticas, interações físicas e</p><p>químicas entre os princípios ativos.</p><p>• Visando conseguir melhor aproveitamento dos seus efeitos</p><p>benéficos no organismo.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ DIFERENTES ÁREAS DA FARMACOLOGIA</p><p>Farmacocinética</p><p>Farmacodinâmica</p><p>Farmacotécnica</p><p>Farmacognosia</p><p>Farmacoterapêutica</p><p>Imunofarmacologia</p><p>• Cuida da obtenção, identificação e isolamento de PAs a</p><p>partir de Produtos naturais de origem animal, vegetal ou</p><p>mineral, passiveis de uso terapêutico.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ DIFERENTES ÁREAS DA FARMACOLOGIA</p><p>Farmacocinética</p><p>Farmacodinâmica</p><p>Farmacotécnica</p><p>Farmacognosia</p><p>Farmacoterapêutica</p><p>Imunofarmacologia</p><p>• Refere-se ao uso de medicamentos para o tratamento das</p><p>enfermidades (Farmacologia Clínica)</p><p>• Terapêutica – Envolve não só o uso de medicamentos, mas</p><p>também outros meios para a Prevenção, Diagnóstico e</p><p>Tratamento das enfermidades. Esses meios envolvem cirurgia,</p><p>radiação e outros.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ DIFERENTES ÁREAS DA FARMACOLOGIA</p><p>Farmacocinética</p><p>Farmacodinâmica</p><p>Farmacotécnica</p><p>Farmacognosia</p><p>Farmacoterapêutica</p><p>Imunofarmacologia</p><p>• Área nova que tem se desenvolvido, muito graças à</p><p>possibilidade de se interferir nos Mecanismos celulares e</p><p>moleculares relacionados a Doenças inflamatórias de caráter</p><p>infeccioso, alérgico, degenerativo e imunossupressão.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>• Medicamento – Produto desenvolvido pela Indústria farmacêutica, que cumpri todas as exigências</p><p>legais definidas por Órgãos regulatórios (ANVISA) – Efeitos são conhecidos e foram comprovados</p><p>cientificamente por inúmeros testes.</p><p>• Remédio – Métodos, Cuidados terapêuticos que ajudam a aliviar desconfortos, tratar e/ou curar de</p><p>uma enfermidade – Planta medicinal, Banho quente para aliviar tensões, Massagens, etc.</p><p>• Fármaco – Substância com estrutura química definida capaz de produzir um efeito farmacológico</p><p>benéfico. (Codeína).</p><p>• Droga – Substância química capaz de produzir efeito farmacológico (Maléfico ou Benéfico).</p><p>• Cocaína – Droga com efeito maléfico / Codeína – Anestésico,</p><p>Analgésico e Antitussígeno).</p><p>REMÉDIO ≠ MEDICAMENTO</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ CONCEITOS BÁSICOS:</p><p>• DOSE – Quantidade de fármaco que quando introduzido em um organismo é capaz de</p><p>produzir um efeito benéfico ou maléfico</p><p>• Dose mínima, Dose máxima</p><p>• Dose terapêutica ou normal e Dose sub-terapêutica</p><p>• Dose tóxica, Dose Letal, Dose letal 50 %</p><p>• EFEITO COLATERAL – Efeito diferente daquele considerado como principal por um fármaco.</p><p>Esse termo deve ser distinguido de efeito adverso, pois um fármaco pode causar outros</p><p>efeitos benéficos além do principal.</p><p>FARMACOLOGIA GERAL</p><p>▪ CONCEITOS BÁSICOS:</p><p>• BIODISPONIBILIDADE – Termo farmacocinético que descreve a velocidade e o grau com</p><p>que uma Substância terapeuticamente ativa (PA) é absorvida a partir de um</p><p>medicamento e se torna disponível no local de ação. Avaliação é realizada com base em</p><p>parâmetros farmacocinéticos a partir do perfil de concentração plasmática do fármaco</p><p>ao longo do tempo.</p><p>FARMACOLOGIA GERAL</p><p>▪ CONCEITOS BÁSICOS:</p><p>• BIOEQUIVALÊNCIA – Condição que se dá entre dois produtos farmacêuticos que são</p><p>equivalentes farmacêuticos e que mostram uma mesma e/ou similar biodisponibilidade</p><p>segundo uma série de critérios. Portaria nº 3.916/MS/GM, de 30 de outubro de 1998.</p><p>• EQUIVALENTES TERAPÊUTICOS – Consiste na demonstração de equivalência</p><p>farmacêutica entre produtos apresentados sob a mesma forma farmacêutica, contendo</p><p>idêntica composição qualitativa e quantitativa de PA, e que tenham comparável</p><p>Biodisponibilidade, quando estudados sob um mesmo desenho experimental.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ CONCEITOS BÁSICOS:</p><p>• ÍNDICE TERAPÊUTICO – Razão entre a Dose Tóxica e a Dose Eficaz (Capaz de produzir a</p><p>resposta clinicamente desejada) – SEGURANÇA FARMACÊUTICA</p><p>ÍNDICE TERAPÊUTICO = DOSE TÓXICA/DOSE EFETIVA</p><p>• Concentração terapêutica situa-se entre as concentrações geradoras de Efeito mínimo</p><p>eficaz (Limite mínimo) e Efeito tóxico (Concentração máxima tolerada, limite máximo).</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ CONCEITOS BÁSICOS EM FARMACOLOGIA</p><p>• POSOLOGIA – É a forma de utilizar os medicamentos, isto é, o número de vezes e a</p><p>quantidade de medicamento a ser utilizada a cada dia – Varia em função do Paciente,</p><p>forma farmacêutica, Doença..</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ CONCEITOS BÁSICOS EM FARMACOLOGIA</p><p>• POSOLOGIA</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ CONCEITOS BÁSICOS:</p><p>• POSOLOGIA</p><p>RESPEITAR A POSOLOGIA É FUNDAMENTAL</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>EXISTE FÁRMACO IDEAL?</p><p>NÃO EXISTE FÁRMACO IDEAL....</p><p>Uso racional</p><p>Maximizar benefícios</p><p>Minimizar maléficos</p><p>DOSE</p><p>FAIXA</p><p>TERAPÊUTICA</p><p>TOXICIDADE</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>FÁRMACO</p><p>IDEAL</p><p>SEGURO</p><p>SELETIVO</p><p>EFICAZ</p><p>AÇÃO</p><p>PREVISÍVEL</p><p>BAIXA</p><p>INTERAÇÃO</p><p>FÁCIL</p><p>ADM.</p><p>EFEITO</p><p>REVERSÍVEL</p><p>ISENTO</p><p>RAM</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS</p><p>DOSE CERTA</p><p>MEDICAMENTO CERTO</p><p>HORÁRIO CERTO</p><p>• Bem indicado</p><p>• Administradas em doses adequadas</p><p>• Via de administração correta</p><p>• Momento certo</p><p>• Tempo necessário</p><p>FERRAMENTA</p><p>TERAPÊUTICA</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ TIPOS DE MEDICAMENTOS</p><p>• MEDICAMENTO DE REFERÊNCIA</p><p>• Medicamento registrado como inovação junto ao Instituto Nacional de</p><p>Propriedade Intelectual (INPI) cuja Eficácia, Segurança e Qualidade foram</p><p>comprovadas cientificamente perante a ANVISA, por ocasião do registro.</p><p>• Quando um medicamento de Referência é produzido, o Fabricante que</p><p>desenvolveu detém uma ”proteção patentearia”, impedindo durante 20 anos que</p><p>outras Indústrias copiem o Medicamento inovador.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ TIPOS DE MEDICAMENTOS</p><p>• GENÉRICO</p><p>• Medicamentos produzidos após a expiração da patente ou dos direitos de</p><p>exclusividade.</p><p>• É necessário a comprovação de sua Eficácia, Segurança e Qualidade, bem como da</p><p>mesma Biodisponibilidade do Medicamento de Referência.</p><p>• Contém o mesmo PA, na mesma dose e forma farmacêutica do Medicamento de</p><p>referência. É administrado pela mesma via e tem a mesma indicação – É tão seguro</p><p>e eficaz quanto o medicamento de marca, mas em geral custa menos.</p><p>• Lei nº 9.787/99 – Lei dos Genéricos.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ TIPOS DE MEDICAMENTOS</p><p>• GENÉRICO</p><p>• Nome genérico</p><p>• Concentração</p><p>• Forma farmacêutica</p><p>• Quantidade por embalagem</p><p>• Número de lote</p><p>• Registro no Ministério da Saúde</p><p>FARMACOLOGIA GERAL</p><p>• Prazo de validade</p><p>• Bula</p><p>• Nome do farmacêutico</p><p>• Nome do laboratório produtor</p><p>• Nº de registro do farmacêutico no CRF</p><p>▪ TIPOS DE MEDICAMENTOS</p><p>• SIMILAR</p><p>• Aqueles que contêm o mesmo ou os mesmos PA, Concentração, FF, Via de</p><p>administração, Posologia e Indicação terapêutica dos Medicamentos de referência.</p><p>• Medicamentos similares diferem dos de Referência em características relativas ao</p><p>prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículos, devendo</p><p>sempre ser identificados por Nome comercial ou Marca.</p><p>• Medicamentos de Referência não devem ser substituídos por Medicamentos</p><p>similares, nem mesmo pelo Farmacêutico, pois nem todos possuem a</p><p>Biodisponibilidade comprovada.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ TIPOS DE MEDICAMENTOS</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ TIPOS DE MEDICAMENTOS</p><p>▪ QUANTO À ORIGEM</p><p>• Natural – Extraídos fontes naturais (plantas, minerais, órgãos de animais – Extrato de</p><p>fígado) e PAs de diversas plantas.</p><p>• Sintética – Substâncias preparadas em laboratórios por processos químicos. Têm</p><p>composição e ação idênticas aos produtos naturais.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>▪ TIPOS DE MEDICAMENTOS</p><p>▪ QUANTO À FORMA FARMACÊUTICA</p><p>• Líquidos – Soluções, Emulsões, Xaropes, Elixires e Loções.</p><p>• Sólidos – em pó ou em formatos sob a compressão –</p><p>Comprimido, Drágea, Pílula, Cápsula e Supositório.</p><p>• Pastosos – normalmente de uso tópico – Geleias, Cremes,</p><p>pomadas, etc.</p><p>• Gasosos – recipientes cilíndricos especiais geralmente</p><p>administrados por inalação</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>Um Fármaco Precisa estar Presente em Concentrações adequadas</p><p>nos seus Locais de Ação para Produzir seus Efeitos</p><p>Característicos e Desejados.</p><p>Importância do Estudo da Absorção e das</p><p>Vias de Administração</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>Vias de administração</p><p>ParaenteralEnteralTópica</p><p>▪ VIAS DE ADMINISTRAÇÃO</p><p>• Caminho pelo qual uma droga é colocada em contato com o organismo</p><p>• Biodisponibilidade interfere nas propriedades farmacocinéticas de uma droga</p><p>• Vai depender das propriedades da substancias e de condições do paciente,</p><p>aceitabilidade, necessidade, doença etc.</p><p>• Dependendo da VA uma mesma droga pode produzir diferentes resultados</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>Vias de administração</p><p>ParaenteralEnteralTópica</p><p>• Epidérmica – Aplicação sobre a pele</p><p>• Colírios – Sobre a conjuntiva</p><p>• Gotas otológicas – Antibióticos e corticoides para otite externa</p><p>• Intranasal – Spray descongestionante nasal</p><p>EFEITO LOCAL – Aplicação diretamente onde deseja-se sua ação.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>Vias de administração</p><p>ParaenteralEnteralTópica</p><p>• Pela boca – Drogas na forma de tabletes, cápsulas ou gotas</p><p>• Por tubo gástrico – Gastrostomia, diversas drogas e nutrição enteral</p><p>• Pelo reto – Supositório</p><p>EFEITO SISTÊMICO (não-local) – Via trato digestivo.</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>Vias de administração</p><p>ParaenteralEnteralTópica</p><p>▪ Injeção – EV, Intra-arterial, IM, Intracardíaca, SC, Intradérmica e IP</p><p>EFEITO SISTÊMICO – Por outra forma que não pelo trato digestivo</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>FARMACOLOGIA</p><p>FARMACOCINÉTICA FARMACODINÂMICA</p><p>O que o organismo faz sobre o</p><p>fármaco</p><p>O que o fármaco faz sobre o</p><p>organismo</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>DOSE</p><p>FASE BIOFARMACÊUTICA</p><p>FASE FARMACOCINÉTICAFASE</p><p>FARMACODINÂMICA</p><p>EFEITO FARMACOLÓGICO</p><p>Desintegração da FF</p><p>Dissolução do PA</p><p>Absorção</p><p>Distribuição</p><p>Metabolismo</p><p>Excreção</p><p>Interação Fármaco – Receptor</p><p>MECANISMO DE AÇÃO</p><p>Fármaco disponível para Ação</p><p>(Disponibilidade Biológica)</p><p>BIODISPONIBLIDADE</p><p>Fármaco disponível para</p><p>Absorção</p><p>(Disponibilidade Farmacêutica)</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>Dose da droga</p><p>administrada</p><p>Concentração da droga na</p><p>circulação sistêmica</p><p>Concentração da droga</p><p>no local de ação</p><p>Efeito farmacológico</p><p>Resposta clínica</p><p>Toxicidade Eficácia</p><p>ABSORÇÃO</p><p>DISTRIBUIÇÃO</p><p>ELIMINAÇÃO</p><p>Droga metabolizada</p><p>ou excretada</p><p>Droga nos tecidos</p><p>de distribuição FARMACOCINÉTICA</p><p>FARMACODINÂMICA</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>DROGA NO LOCAL DE ADMINSTRAÇÃO</p><p>DROGA NO PLASMA</p><p>DROGA NOS TECIDOS</p><p>METABÓLITOS NOS TECIDOS</p><p>DROGAS e/ou METABÓLITOS NA URINA, FEZES E BILE</p><p>ABSORÇÃO</p><p>DISTRIBUIÇÃO</p><p>METABOLISMO</p><p>ELIMINAÇÃO</p><p>PROCESSOS FARMACOCINÉTICOS E FARMACODINÂMICOS</p><p>OBRIGADO</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20</p><p>Slide 21</p><p>Slide 22</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25</p><p>Slide 26</p><p>Slide 27</p><p>Slide 28</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35</p><p>Slide 36</p><p>Slide 37</p><p>Slide 38</p><p>Slide 39</p><p>Slide 40</p><p>Slide 41</p><p>Slide 42</p><p>Slide 43</p><p>Slide 44</p><p>Slide 45</p><p>Slide 46</p>