Logo Passei Direto
Buscar

Zoologia_04 (15)

Ferramentas de estudo

Passei Direto Aniversário

Quer receber 70% de desconto para assinar o PasseIA?

Questões resolvidas

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

Prévia do material em texto

Muitos insetos predadores, como os besouros cicindelíneos, larvas de moscas sirfídeas, formigas-leão, louva-a-deus e
joaninhas, destroem insetos daninhos (Figura 21.34). Por sua vez, os insetos servem como importantes fontes de alimento para
muitos outros animais. Os insetos parasitoides são muito importantes no controle de populações de muitos insetos daninhos.
Os animais mortos são rapidamente consumidos por larvas que emergiram de ovos depositados em carcaças. A entomologia
forense utiliza a sucessão de insetos em um corpo morto para estimar a idade de um cadáver e, dessa forma, proporcionar
informações valiosas para os investigadores sobre a hora da morte.
Figura 21.33 A. Uma formiga (Camptonotus ferrugineus, ordem Hymenoptera) cuidando de um grupo de afídeos
(ordem Hymenoptera). Os afídeos alimentam-se copiosamente dos fluidos vegetais e excretam o excesso na
forma de um líquido claro, rico em carboidratos, que é um alimento bastante apreciado pelas formigas. B. Um
ninho de uma formiga tecedora da Austrália.
Figura 21.34 Alguns insetos benéficos. A. Um percevejo predador (ordem Hemiptera) alimenta-se de uma larva
de besouro. Note a probóscide sugadora do percevejo. Esses besouros são pragas das culturas de feijão e soja.
B. Uma joaninha (ordem Coleoptera). Os adultos (e larvas da maioria das espécies) alimentam-se vorazmente de
pragas de plantas, como ácaros, pulgões, cochonilhas e tripes. C. Uma vespa parasito (Larra bicolor) atacando
uma paquinha. A vespa retira a paquinha de sua toca, ferroando-a e paralisando-a. Depois que a vespa tiver
depositado seus ovos, a paquinha recupera-se e retoma sua vida ativa – até que seja morta pelas larvas da
vespa em desenvolvimento.
Insetos daninhos
Os insetos daninhos incluem aqueles que comem e destroem plantas e frutos, como gafanhotos, marias-fedidas, mariposas
piralídeas, gorgulhos, carunchos, cochonilhas e centenas de outros (Figura 21.35). Praticamente toda plantação cultivada
contém vários insetos-praga. Os seres humanos gastam enormes recursos em todas as atividades de agricultura, na silvicultura
e na indústria de alimentos, para conter os insetos e os danos que provocam. As infestações de besouros escolitíneos ou
insetos desfolhadores, como as mariposas Choristoneura fumiferana e Porthetria dispar, geraram perdas econômicas
enormes e tornaram-se um elemento principal na determinação da composição das florestas nos EUA. Porthetria dispar,
introduzida nos EUA em 1869 em uma tentativa mal-assessorada para procriar um bicho-da-seda melhor, espalhou-se por todo
o Nordeste norte-americano atingindo, ao sul, até a Virginia e, ao oeste, até Minnesota. Elas desfolham florestas por anos,
quando ocorrem infestações. Em 1981, desfolharam 5,3 milhões de hectares em 17 estados do Nordeste dos EUA.
Figura 21.35 Alguns insetos-praga. A. Colchonilha-farinhenta (Pseudococcus sp., ordem Hemiptera) são pragas
frequentes de vegetais comercialmente valiosos. B. Lagarta do milho Heliothis zea (ordem Lepidoptera). Uma
praga ainda mais séria do milho é a infame broca-do-milho, uma importação da Europa em 1908 ou 1909.
Dez por cento de todas as espécies de artrópodes são insetos parasitos, ou insetos que são, em essência,
“micropredadores” porque eles atacam, mas não permanecem em seus hospedeiros. Os piolhos, as moscas e os mosquitos
sugadores de sangue, moscas oestrídeas e gasterofilídeas, além de muitos outros, atacam os seres humanos ou os animais,
domésticos ou ambos. A malária, transmitida por mosquitos do gênero Anopheles (Figura 21.36), é ainda uma das principais
doenças no mundo, infectando centenas de milhões de pessoas a cada ano e causando milhões de mortes. Os mosquitos
também transmitem febre amarela e filariose linfática. As pulgas transmitem a peste bubônica, que, em vários momentos da
história, eliminou porções significativas da população humana. As moscas-domésticas são transmissoras da febre tifoide,
assim como os piolhos transmitem o tifo; moscas tsé-tsé transmitem a doença do sono africana; e percevejos sugadores de
sangue, do gênero Rhodnius e gêneros aparentados, transmitem a doença de Chagas. A mais nova praga viral que atinge a
América do Norte, o vírus do Nilo ocidental, é transmitida por mais de 40 espécies de mosquitos, especialmente Culex, e
infecta os seres humanos, alguns outros mamíferos e mais de 75 espécies de aves, algumas das quais atuam como reservatórios
para o vírus.
Existe uma extraordinária destruição de alimentos, vestuário e propriedades pelos besouros curculionídeos e
dermestídeos, baratas, formigas, traças-de-roupa e cupins. Também entre os insetos-praga estão os percevejos do gênero
Cimex (Figura 21.36B), hemípteros sugadores de sangue que foram contraídos pelos seres humanos provavelmente cedo em
sua evolução, a partir de morcegos que compartilhavam suas cavernas. A infestação por esses hemípteros está aumentando em
todo o mundo desenvolvido, por motivos desconhecidos. Algumas explicações propostas incluem o aumento do transporte de
insetos por viajantes e a relutância em utilizar inseticidas.
Figura 21.36 A. Um mosquito do gênero Aedes (ordem Diptera) da África do Sul. Membros desse gênero
disseminam a dengue e a febre amarela, entre outras doenças. B. Um percevejo, Cimex lectularius, é um
parasita humano comum.
O vírus do oeste do Nilo, cujo agente transmissor é espalhado por mosquitos, afeta mamíferos e aves em todo o mundo. Identificado pela primeira vez em Uganda
em 1937, ele se espalhou pela América do Norte em 1999. As aves servem como um reservatório para o vírus: uma ave picada por um mosquito infectado funciona
como um hospedeiro para o vírus durante 1 a 4 dias, período durante o qual o vírus pode ser pego por outros mosquitos e espalhado para novos hospedeiros. As
respostas humanas à infecção variam, com cerca de 80% dos infectados não exibindo qualquer sintoma, quase 20% exibindo sintomas semelhantes aos de um
resfriado, como febre e dores no corpo e menos de 1% desenvolvendo encefalite com risco de morte ou outros efeitos neurológicos possivelmente permanentes.
Evitar a picada do mosquito é a melhor forma de evitar a infecção; dessa maneira, estudos sobre o comportamento do mosquito são úteis. Por exemplo, os
pesquisadores questionaram-se se os mosquitos que inicialmente alimentaram-se do sangue das aves infectadas tendem a escolher outra ave para a próxima picada
ou simplesmente alimentam-se de qualquer animal que estiver mais fácil. Compreender a transmissão do vírus torna possível aos modelos matemáticos prever
como e quando a doença espalhar-se-á.
Classificação do subfilo Hexapoda
Classe Entognatha (Gr. entos, dentro, + gnathos, maxila): entognatos. A base das peças bucais fica dentro da cápsula cefálica; as mandíbulas
apresentam uma articulação. Exemplo: Entomobrya.
Classe Insecta (L. insectus, recortado): insetos. As bases das peças bucais são expostas, fora da cápsula cefálica; as mandíbulas normalmente têm duas
regiões de articulação. Exemplos: Drosophila, Bombus, Anopheles (as ordens de insetos estão listadas mais adiante).
Controle dos insetos
Considerando que todos os insetos são uma parte integrante das comunidades ecológicas em que estão inseridos, sua total
destruição provavelmente faria mais mal do que bem. Todas as cadeias alimentares terrestres seriam seriamente perturbadas
ou destruídas. O papel benéfico dos insetos em nosso ambiente é frequentemente subestimado e, em nosso entusiasmo para
controlar as pragas, pulverizamos indiscriminadamente a paisagem com inseticidas de “amplo espectro” extremamente
efetivos, que erradicam tanto os insetos bons como os daninhos. Também descobrimos, para nossa consternação, que muitos
dos inseticidas químicos persistem no ambiente e acumulam-se como resíduos nos animais dos níveis mais altos nas cadeias
alimentares, incluindo nós mesmos. Além disso, muitos insetos desenvolveram resistência aos inseticidas de uso comum. As
abelhas são especialmente suscetíveis aos inseticidas, e a resistência desenvolve-se, principalmente, nos insetosdaninhos.
Por muitos anos, métodos de controle diferentes dos inseticidas químicos estiveram sob intensa investigação,
experimentação e desenvolvimento. Economia, preocupação com o ambiente e demanda dos consumidores estão fazendo com
que milhares de fazendeiros dos EUA usem alternativas à dependência estrita em produtos químicos.
Muitos organismos úteis no controle biológico dos insetos estão sendo usados atualmente ou estão sob investigação
científica. Esses organismos incluem patógenos bacterianos, virais e micóticos. Por exemplo, uma bactéria, Bacillus
•
•
∘
∘
thuringiensis, produz uma toxina que é bastante eficiente no controle de diversas pragas de lepidópteros. Outras linhagens de
B. thuringiensis têm toxinas que matam insetos de outras ordens, e a diversidade de insetos-alvo está sendo ampliada com o
uso de técnicas de engenharia genética. Os genes que codificam a toxina produzida pelo B. thuringiensis também foram
introduzidos em outras bactérias e, até mesmo, em plantas, tornando-as resistentes a ataque dos insetos. Muitos dos nossos
grãos cultivados, especialmente o milho, agora contêm genes que expressam proteínas tóxicas para as pragas, evitando, assim,
a necessidade de pesticidas. Entretanto, alguns insetos agora desenvolveram resistência à toxina de B. thuringiensis.
Um grande número de vírus e fungos que apresentam potencial como inseticidas foi isolado. As dificuldades e os custos
na criação e manutenção desses agentes estão sendo ultrapassados em certos casos, e alguns já são produzidos
comercialmente.
A introdução de predadores ou parasitos naturais dos insetos-praga alcançou um certo sucesso. Nos EUA, a joaninha
Rodolia cardinalis, originária da Austrália, ajuda a controlar as cochonilhas de plantas cítricas, e inúmeros casos de controle
pelo uso de parasitos têm sido registrados.
Uma outra abordagem de controle biológico é interferir na reprodução ou no comportamento das pragas através de
machos estéreis ou de compostos orgânicos existentes na natureza que agem como hormônios ou feromônios. Tal pesquisa,
embora bastante promissora, é lenta por causa de nossa compreensão limitada sobre o comportamento dos insetos e dos
problemas em isolar e identificar compostos complexos que são produzidos em quantidades tão ínfimas. De qualquer modo, os
feromônios provavelmente desempenharão um papel importante no controle biológico de pragas no futuro.
Classificação das classes Entognatha e Insecta
Os entomólogos não concordam com os nomes das ordens nem com os limites de cada ordem. Alguns preferem combinar e outros preferem dividir os grupos.
Entretanto, a seguinte sinopse de ordens é uma das que é relativamente bem aceita.
Classe Entognatha
Ordem Protura (Gr. protos, primeiro + oura, cauda): proturos. Diminutos (1 a 1,5 mm); sem olhos nem antenas; apêndices no abdome e no tórax; vivem no
solo e em locais escuros e úmidos; desenvolvimento direto.
Ordem Diplura (Gr. diploos, duplo + oura, cauda): dipluros. Têm geralmente menos de 10 mm; claros, sem olhos; um par de filamentos terminais longos
ou um par de pinças caudais; vivem em húmus encharcado ou troncos em decomposição; desenvolvimento direto.
Ordem Collembola (Gr. kolla, cola + embolon, pino, cunha): colêmbolos. Pequenos (5 mm ou menos); sem olhos compostos; conjuntos de olhos com um
a vários ocelos laterais; respiração através de traqueias ou pela parede do corpo; um órgão elástico dobrado sob o abdome usado para saltar; abundantes no
solo; às vezes aglomeram-se sobre o filme superficial de lagos ou bancos de neve durante a primavera; desenvolvimento direto
Classe Insecta
Subclasse Apterygota
Ordem Thysanura (Gr. thysanos, franja + oura, cauda): traças (Figura 21.37). Tamanho pequeno a médio; olhos grandes; antenas longas; três cercos
terminais longos; vivem sob pedras e folhas e próximo a habitações humanas; desenvolvimento direto.
Subclasse Pterygota
Infraclasse Paleoptera
Ordem Ephemeroptera (Gr. ephēmeros, que dura não mais que 1 dia + pteron, asa): efêmeras (Figura 21.38). Asas membranosas; asas anteriores
maiores que as posteriores; peças bucais vestigiais no adulto; ninfas aquáticas, com brânquias traqueais laterais.
Ordem Odonata (Gr. odontos, dente + ata, caracterizado por): libélulas (Figuras 21.21B e 21.26B). Grandes; asas membranosas longas e estreitas,
com venação em rede e com tamanhos semelhantes; corpo longo e estreito; ninfas aquáticas com brânquias e lábio preênsil para a captura de presas.
Infraclasse Neoptera
Ordem Orthoptera (Gr. orthos, reta + pteron, asa): gafanhotos (Figura 21.2), grilos, esperanças. Quando presentes, asas anteriores espessadas
e asas posteriores dobradas em leque sob as anteriores; peças bucais mastigadoras.
Figura 21.37 A traça Lepisma (ordem Thysanura) é, frequentemente, encontrada nas casas.
Figura 21.38 Uma efêmera (ordem Ephemeroptera). A. Ninfa. B. Adulto.
Ordem Blattodea (L. blatta, barata, + Gr. eidos, forma, + ea, caracterizado por): baratas. Insetos comuns nas áreas tropicais, frequentes em casas;
com corpo oval e achatado que pode exceder 5 cm de comprimento; tarsos com 5 artículos; asas tipicamente presentes, em geral reduzidas.
Ordem Phasmatodea (Gr. phasma, fantasma, + eidos, forma, + ea, caracterizado por): bichos-pau (Figura 21.7B) e bichos-folha. Corpo
alongado e em forma de graveto ou achatado e expandido lateralmente; herbívoros; formas tropicais podem ser muito grandes (até 30 cm).
Ordem Mantodea (Gr. mantis, adivinhador, + eidos, forma, + ea, caracterizado por): louva-a-deus (Figura 21.5). Corpo alongado com pernas
dianteiras raptoriais; predadores; podem chegar até 10 cm em comprimento.
Ordem Mantophasmatodea (uma fusão dos nomes das ordens dos louva-a-deus [Mantodea] e dos bichos-pau [Phasmatodea]): gladiadores.
Secundariamente ápteros; peças bucais mastigadoras; lembram uma combinação de um louva-a-deus com um bicho-pau; predadores noturnos de
insetos e aranhas; descritos em 2002; raros, encontrados na África; seis a oito espécies.
 
 
 
 
a) epiderme queratinizada. 
b) endotermia. 
c) bolsa amniótica. 
d) glândulas sudoríparas. 
 
32) (Fuvest-2001) Um grupo indígena do sudoeste dos 
Estados Unidos, denominado Anasazi, tinha um animal 
vertebrado entre as divindades que cultuava. O desenho a 
seguir baseia-se na figura encontrada em seus objetos 
sagrados. Um estudante, desejando identificar esse animal, 
ficou em dúvida entre duas classes de vertebrados e por isso 
solicitou, ao professor, informações quanto ao tipo de 
revestimento corporal ou quanto ao desenvolvimento 
embrionário do animal desenhado. 
 
a) Como a informação sobre o revestimento corporal 
permite distinguir entre as duas classes? 
b) Como a informação sobre o desenvolvimento 
embrionário permite distinguir entre as duas classes? 
 
 
33) (Unicamp-2002) Muitas vezes encontramos em jornais 
informes publicitários que anunciam o controle de pragas 
urbanas. Em um desses anúncios lemos: Quais os insetos e 
animais que integram o conjunto de pragas urbanas? 
Resposta: aranhas, cupins, mosquitos (pernilongos), 
baratas, pulgas, formigas, escorpiões e animais como os 
ratos, morcegos e pombos. 
a) Nem todos os invertebrados relacionados na resposta do 
anúncio são insetos. Quais são eles? A que grupo 
pertencem? Indique uma característica que os diferencia 
dos insetos. 
b) Os vertebrados mencionados no anúncio podem ser 
separados em classes segundo a presença de pêlos, ou de 
penas. Que classes são essas? Cite outras duas 
características exclusivas a cada uma dessas classes. 
c) Forneça uma explicação para o aumento das pragas 
urbanas. 
34) (Unicamp-2003) A figura abaixo representa uma árvore 
filogenética do Filo Chordata. Cada retângulo entre os 
ramos representa o surgimento de novidades evolutivas 
compartilhadas por todos os grupos dos ramos acima dele. 
 
 
a) O retângulo I indica, portanto, que todos os cordados 
apresentam caracteres em comum. Cite 2 destes caracteres. 
b) Cite uma novidade evolutivaque ocorreu no retângulo II 
e uma que ocorreu no retângulo III. Explique por que cada 
uma delas foi importante para a irradiação dos cordados. 
 
 
 
35) (UFMG-2003) Em todas as alternativas, diferentes tipos 
de radiação estão corretamente associados a fenômenos 
biológicos, EXCETO em 
a) Radiação ultravioleta participa do bronzeamento e da 
produção de vitamina D na pele. 
b) Ondas de rádio orientam as rotas de aves migradoras. 
c) Luz visível desencadeia o processo de crescimento das 
plantas. 
d) Radiação infravermelha emitida pela presa é percebida 
por órgãos sensoriais das cobras. 
 
 
36) (UEL-2003) O esquema a seguir representa as fases de 
desenvolvimento de um anfíbio anuro. 
 
 
Sobre esse processo, analise as seguintes afirmativas: 
I. Na fase larval, a respiração é cutânea e na fase 
adulta, é branquial. 
II. Na fase larval, o principal excreta nitrogenado é 
amônia e na adulta, é uréia. 
III. Os ovos possuem casca impermeável para evitar a 
dessecação. 
 
 
IV. Na cadeia alimentar, o girino geralmente é 
considerado consumidor primário e o adulto é consumidor 
secundário. 
Assinale a alternativa que contém apenas as afirmativas 
corretas. 
a) I e II. 
b) II e III. 
c) II e IV. 
d) III e IV. 
e) I, III e IV. 
 
 
37) (UFSC-2003) “O aparecimento da placenta no 
processo evolutivo das espécies veio contribuir para que, 
nos mamíferos, as fêmeas pudessem desenvolver suas crias 
dentro de seus próprios ventres, evitando o ataque de 
predadores aos ovos e tornando desnecessária a produção 
de elevado número de descendentes para a sobrevivência de 
algumas poucas crias. .. ” 
(SOARES, J. L. Biologia. São Paulo: Scipione, 1999, v. 
único, p. 211). 
Com relação ao processo reprodutivo dos mamíferos e ao 
desenvolvimento embrionário dessa classe de animais, 
assinale a(s) proposição(ões) CORRETA(S). 
01. Algumas espécies de mamíferos atuais são 
ovíparas, como é o caso do ornitorrinco que põe ovos 
semelhantes aos dos répteis, incubando-os para manter a 
temperatura. 
02. Os mamíferos são animais de fecundação externa, 
e na maioria absoluta das espécies o desenvolvimento 
embrionário ocorre dentro do corpo da fêmea. 
04. Através da placenta, a mãe fornece alimento e 
oxigênio para o feto e este passa para a circulação materna 
o gás carbônico e restos de seu metabolismo, como é o caso 
de produtos nitrogenados. 
08. A placenta secreta hormônios que mantêm a 
integridade do endométrio durante a gravidez. 
16. A placenta transmite ao feto anticorpos maternos, 
que lhe conferem imunidade contra todas as doenças 
congênitas. 
32. As trocas entre mãe e feto, através da placenta, são 
efetuadas por difusão, graças à proximidade dos vasos 
sangüíneos maternos e dos vasos sangüíneos do embrião. 
 
 
 
38) (Unicamp-2004) Parques Zoológicos são comuns nas 
grandes cidades e atraem muitos visitantes. O da cidade de 
São Paulo é o maior do estado e está localizado em uma 
área de Mata Atlântica original que abriga animais nativos 
silvestres vivendo livremente. Existem ainda 444 espécies 
de animais, entre mamíferos, aves, répteis, anfíbios e 
invertebrados, nativos e exóticos (de outras regiões), 
confinados em recintos semelhantes ao seu habitat natural. 
Entre os animais livres presentes na mata do Parque 
Zoológico podem ser citados mamíferos como o bugio 
(primata) e o gambá (marsupial), aves como o tucano-de- 
bico-verde e, entre os répteis, o teiú. (Adaptado de 
www.zoologico.sp.gov.br). 
a) Como podem ser diferenciados os marsupiais entre os 
mamíferos? 
b) As aves apresentam características em comum com os 
répteis, dos quais os zoólogos acreditam que elas tenham se 
originado. Mencione duas dessas características. 
c) Entre os animais exóticos desse zoológico estão zebras, 
girafas, leões e antílopes. Que ambiente deve ter sido criado 
no zoológico para ser semelhante ao habitat natural desses 
animais? Dê duas características desse ambiente. 
 
 
39) (Unicamp-2004) O carrapato-estrela (Amblyomma 
cajennense) pode transmitir ao homem a febre maculosa, 
uma grave enfermidade causada pela bactéria Rickettsia 
rickettsii. Esse ácaro tem como hospedeiros preferenciais os 
eqüinos, mas também ataca bovinos, cães, capivaras e 
outros animais, além do homem. Nos últimos anos, por 
falta de predadores naturais, o número de capivaras vem 
aumentando em algumas áreas urbanas do interior do 
Estado de São Paulo e com esse aumento casos de febre 
maculosa têm ocorrido. Folhetos distribuídos pelos órgãos 
de saúde recomendam evitar o contato com a grama e o 
mato de locais com presença de capivaras, pois as larvas e 
ninfas do carrapato ficam nas folhas e acabam se prendendo 
à pele humana. Ao sugar o sangue, o carrapato transmite a 
Rickettsia. Os folhetos informam ainda que a febre 
maculosa não é transmitida de uma pessoa para outra. 
 
a) Explique por que a febre maculosa não é transmitida de 
uma pessoa para outra. 
b) Os carrapatos são artrópodes que pertencem à mesma 
classe das aranhas. Explique por que os carrapatos estão 
incluídos nessa classe e não entre os insetos ou crustáceos, 
indicando duas características morfológicas exclusivas do 
seu grupo. 
c) A capivara é o maior roedor conhecido. Explique como 
pode ser diferenciado morfologicamente um roedor de um 
carnívoro. 
 
 
40) (UFPB-2006) Observe a foto e leia o texto, a seguir, 
atentando para os nomes vulgares dos organismos citados e 
destacados em negrito.

Mais conteúdos dessa disciplina