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<p>RELATÓRIO DE AUDIENCIAS</p><p>TRIBUNAL DO JURI</p><p>PROCESSO NÚMERO:</p><p>PROCESSO N° 0036594-49.2013.8.12.0001</p><p>RELATÓRIO :Iniciada a audiência de Ação Penal de Julgamento Perante o Tribunal do Júri, que se deu no dia 20 de fevereiro de 2017, nesta data, o acusado THIAGO AUGUSTO GARCIA WATANABE foi submetido a julgamento, nos termos dadecisão interlocutória de pronúncia, sendo esse presidida pelo MM. Juiz José de Andrade Neto, em substituição legal com ele, o Assessor Jurídico do Gabinete do seu cargo, Leonardo Cavallini Ribeiro. Presentes também, o Promotor de Justiça Bolivar Luis da Costa Vieira e o Advogado Carlos Olímpio de Oliveira Neto, acompanhado do bacharel em Direito Gabriel Fonseca O MM. Juiz presidente, após resolver sobre as escusas, abriu a urna que continha as cédulas com os nomes dos 18 jurados e, tirando-as da mesma, contou-as em voz alta e à vista de todos os presentes, repondo à urna as relativas aos jurados que permaneceram em número de 18 e fechando-a em seguida. Em seguida declarou então, assim, instalada a sessão e determinou ao Porteiro de Auditório que se procedesse ao pregão do julgamento.</p><p>Porteiro de Auditório que se procedesse ao pregão do julgamento. Foi anunciado que iria proceder ao julgamento do acusado Thiago Augusto Garcia Watanabe, nos autos de ação penal supracitada, em que figura como vítima Márcio Ferreira dos Santos. Não houve arguição de nulidade neste momento, de conformidade com o art. 571, inciso V, do Código de ProcessoPenal. A seguir, foi procedido ao sorteio dos jurados para compor o Conselho de Sentença, tendo lido os impedimentos, suspeições e incompatibilidades dos art. 448 e 449 do Código de Processo Penal e as advertências do § 1º do art.466 do mesmo Código. Foram tomados os depoimentos das testemunhas Marcos André Lima, Valkiria Mendes e Cecilia Renata Soares. Em seguida foi a vez do acusado ser interrogado. Diante disso o MM. Juiz Presidente declarou que iria dar início aosdebates orais. Foi dada a palavra ao Ministério Público, que pugnou pelacondenação do acusado nos termos da decisão de pronúncia. Já a Defesa Técnica sustentou as seguintes teses e sub teses: a) absolvição do acusado por ausência de materialidade da tentativa de homicídio; b) absolvição diante da ocorrência da legítima defesa; c) desclassificação do delito de tentativa de homicídio para o crime de lesão corporal leve. Não houve réplica. Submetido a julgamento nesta data, o egrégio Conselho de Sentençaacolheu a tese defensiva de ausência de materialidade da tentativa dehomicídio, de modo que fica o acusado absolvido da imputação inicial. Em face do exposto, acolhendo a soberana decisão do Conselho de Sentença, julgo improcedente a pretensão acusatória deduzida pelo MinistérioPúblico Estadual em face do acusado Thiago Augusto Garcia Watanabe, qualificado nos autos, para o fim de absolvê-lo da imputação relativa à prática do crime previsto no art. 121, caput, c/c art. 14, inciso II, ambos do Código Penal, em relação à vítima Márcio Ferreira dos Santos, o que faço com base no art. 386, II, do CPP. Dando assim por lida e publicada em plenário.</p><p>PROCESSO Nº 0002567-05.2021.8.12.0019</p><p>ALMEIDA VIEIRA, qualificado nos autos, como incurso no art. 121, §2º, incisos II e IV, c/ c o art. 14, inciso II, todos do Código Penal, porque no dia 29 de abril de 2021, por volta das 23h, na Rua Pantaleão Coelho Xavier, próximo ao n. 1125, no centro da cidade de Antônio João, por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, tentou matar Cleverton da Silva Alves, com 17 anos de idade, somente não lhe causando a morte por circunstância alheia à sua vontade</p><p>Recebida a denúncia o réu foi citado e apresentou resposta à acusação.</p><p>Na instrução, foram colhidos os depoimentos da vítima, de onze testemunhas e interrogado o réu em alegações finais, o Ministério Público pediu a pronúncia,</p><p>nos termos da denúncia enquanto a Defesa, a exclusão das qualificadoras de motivo fútil e do meio que dificultou a defesa da vítima</p><p>A decisão que encerra esta fase procedimental é respaldada no princípio in dubio pro societ até. Isso porque, a competência constitucional do Tribunal do Júri para julgar infrações desse jaez só será mitigada em hipóteses excepcionais, quando, por exemplo, a acusação for manifestamente improcedente. Havendo dúvidas, cabe ao juiz natural Tribunal do Júri decidir.</p><p>Júri Popular Audiências online - Processo: 0007950-91.2016.8.12.0001</p><p>Durante o interrogatório do réu Thiago, foi afirmado por ele que não possuía porte de arma e que não estava armado no dia dos fatos narrados na denúncia. A acusação e o Promotor de Justiça sustentaram que o réu Thiago deveria responder apenas pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e constrangimento ilegal. Durante a sessão do Tribunal do Júri, o Ministério Público utilizou o tempo de réplica para sustentar que o réu Thiago foi o autor do disparo que matou a vítima.</p><p>Após a sessão do Tribunal do Júri, o réu Thiago foi reconhecido como autor do crime de constrangimento ilegal e absolvido do crime de homicídio qualificado. A defesa do réu Thiago em plenário foi realizada por três advogados constituídos que sustentaram que o réu Thiago não foi o autor do disparo de arma de fogo que matou a vítima.</p><p>PROCESSO N° 0004261-10.2014.8.12.0001</p><p>TIPO DE AUDIENCIA: TRIBUNAL DO JURI</p><p>RELATÓRIO: O representante do Ministério Público ofereceu denúncia contra MARCOS ROBERTOCANAVER, conforme qualificado na peça delatória, atribuindo-lhe o tipo penal descrito no artigo 121º, § 2º, inciso II e IV do Penal Brasileiro, por fato cometido contra a vítima DIOGO BARRETO CANHOTO. A peça de acusação narra que, no dia 23 de Janeiro de 2010, por volta das 18h35, na Rua Bartolomeu, em frente ao lote da 19 quadra113,Bairro jardim Nordeste, o denunciado Marcos Roberto Canaver impelido por animusnecandi e utilizando uma arma de fogo fornecida pelo inimputável Renan Martinez daSilva,desferiu disparos contra a vítima DIOGO BARRETO Canhoto, atingindo o resultado morte. Após a denúncia, a instrução preliminar probatória transcorreu regularmente.</p><p>Recebida a denúncia em 27-1-2014 (f. 195-6), foi citado (f. 212) e apresentou Defesa Escrita (f.214), por intermédio do Defensor Público, Ronald Calixto Nunes, que o acompanhou até o final. O acusado foi devidamente interrogado e nessa oportunidade, confessou deforma qualificada, ou seja, ter agido em legítima defesa, f.350. A denúncia foi recebida e o denunciado pode aguardar o julgamento em liberdade, pois assim respondeu ao processo, estando, por ora, ausentes os requisitos do art. 312, do CPP. Todavia, o denunciado foi intimado para comparecer em juízo a cada 3(três)meses para atualizar o endereço.</p><p>teria conseguido cons umar o crime porque</p><p>ele recebeu pronto atendimento, o acusado teria fugido do local.</p><p>Indagado, o acusado afirma que a acusação não é verdadeira. Que a vitima</p><p>sempre foi sua amiga, e que eles moravam juntos, que brigaram no bar porque a vítima</p><p>estava batendo em sua irmã. Que foi na casa da mãe e pegou uma faca para ir a casa da</p><p>vitima buscar suas coisas. Afirma que chegando lá, a vitima foi para cima dele e</p><p>começaram brigar, nesse momento acertou três facadas na vítima e correu. Afirma que</p><p>hoje mantém contato com a vítima, que os dois conversam e se entendem. Alega ainda</p><p>que estava muito bêbado.</p><p>Após o interrogatório do acusado, foi passada a palavra para o representante do</p><p>ministério público, que apontou inúmeras divergências entre as alegações do réu. Após,</p><p>passou-se a palavra para a defesa, que fez suas perguntas ao acusado.</p><p>Em seguida, iniciou- se a fase dos debates. O representante do Ministério Público</p><p>iniciou saldando os presentes. P assou a discorrer sobre a acusação. Manifestou-se pela</p><p>condenação do réu, com as qualificadoras de motivo torpe, reiterando as afirmações de</p><p>que o réu teria cometido o crime s em que a vítima pudesse se defender, uma vez que</p><p>acredita que a vítima estava dormindo no momento das facadas.</p><p>Após foi passada a palavra para a defesa, que também saldou as partes presentes.</p><p>Em seguida começou a discorrer sobre a defesa do réu. Afirmou que o réu não teria</p><p>atingido a vítima no momento em que a mesma estava dormindo, que as provas dos</p><p>autos não são capazes de comprovar tal acusação, uma vez que, não foi encontra</p><p>Processo: 0057794-49.2012.8.12.0001</p><p>Iniciou-se a audiência, em 22/09/2016, foi pedido pra que fosse feita a chamada dos jurados. Em seguida foi instaurada a seção e foi feito o sorteio do conselho de sentença, com as seguintes pessoas: Eliandro. Debora Bordim de Araújo, Sara Albuquerque, Salir Gabriel, Michele Ferreira, Luciane Muller, Dirce. Após, foi trazido o acusado e dado início ao interrogatório. Consta que no dia 06/05/2012, por volta de 00hrs52min, na rua Diogo A lvares, no bairro Jardim Tijuca em Campo Grande no estado de Mato Grosso do Sul, o acusado com intenção de matar e se valendo de instrumento perfuro cortante, tentou matar a vítima Martinali Francisco de Souza e só não teria conseguido consumar o crime porque ele recebeu pronto atendimento, o acusado teria fugido do local. Indagado, o acusado afirma que a acusação não é verdadeira. Que a vítima sempre foi sua amiga, e que eles moravam juntos, que brigaram no bar porque a vítima estava batendo em sua irmã. Que foi na casa da mãe e pegou uma faca para ir a casa da vítima buscar suas coisas. Afirma que chegando lá, a vítima foi para cima dele e começaram brigar, nesse momento acertou três facadas na vítima e correu. Afirma que hoje mantém contato com a vítima, que os dois conversam e se entendem. Alega ainda que estava muito bêbado. Após o interrogatório do acusado, foi passada a palavra para o representante do ministério público, que apontou inúmeras divergências entre as alegações do réu. Após, passou-se a palavra para a defesa, que fez suas perguntas ao acusado. Em seguida, iniciou- se a fase dos debates. O representante do Ministério Público iniciou saldando os presentes. P assou a discorrer sobre a acusação. Manifestou-se pela condenação do réu, com as qualificadoras de motivo torpe, reiterando as afirmações deque o réu teria cometido o crime s em que a vítima pudesse se defender, uma vez que acredita que a vítima estava dormindo no momento das facadas. Após foi passada a palavra para a defesa, que também saldou as partes presentes. Em seguida começou a discorrer sobre a defesa do réu. Afirmou que o réu não teria atingido a vítima no momento em que a mesma estava dormindo, que as provas dos autos não são capazes de comprovar tal acusação, uma vez que, não foi encontrado</p><p>Processo: 0007950-91.2016.8.12.0001</p><p>Tema: Ação Penal - Homicídio Duplamente Qualificado e Constrangimento Ilegal Tipo de Audiência: Julgamento perante o Tribunal do Júri Presidente do ato: Alessandro Meliso Rodrigues Sobre a sessão do Tribunal do Júri: o réu Thiago foi reconhecido como autor do crime de constrangimento ilegal e absolvido do crime de homicídio qualificado; Sobre os fatos alegados pela acusação e sustentado em plenário pelo Promotor de Justiça: o réu Thiago deve responder apenas pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e constrangimento ilegal; No interrogatório do réu Thiago, ele afirmou: que não tinha porte de arma e não estava armado no dia dos fatos narrados na denúncia; Durante a sessão do Tribunal do Júri: foi utilizado o tempo de réplica pelo Ministério Público, que sustentou ser o réu o autor do disparo que matou a vítima; A defesa do réu Thiago em plenário foi realizada: por três advogados constituídos que sustentaram que o réu Thiago não foi o autor do disparo de arma de fogo que matou a vítima; Júri Popular...</p><p>TRABALHISTAS</p><p>0025423-88.2016.5.24.00077</p><p>O juiz do trabalho deu-se a abertura da audiência de conciliação, bem como não ouve a oitiva de nenhuma testemunha.</p><p>De outro lado, a parte requerida concordou em pagar R$ 1.500,00 para a parte requertente,</p><p>em duas parcelas, a primeira com vencimento em 15 dias, para o dia 14 de abril e a segunda</p><p>com vencimento em 15 de maio.</p><p>Por 'm, para auxiliar as partes o juiz apresentou uma proposta de acordo intermediária, que</p><p>chamou de “ proposta do juízo “</p><p>O juiz do trabalho deu-se a abertura da audiência de conciliação, bem como não ouve a oiva</p><p>de nenhuma testemunha.</p><p>De outro lado, a parte requerida concordou em pagar R$ 1.500,00 para a parte requertente,</p><p>em duas parcelas, a primeira com vencimento em 15 dias, para o dia 14 de abril e a segunda</p><p>com vencimento em 15 de maio.</p><p>Por 'm, para auxiliar as partes o juiz apresentou uma proposta de acordo intermediária, que</p><p>chamou de “ proposta do juízo “</p><p>O juiz do trabalho deu-se a abertura da audiência de conciliação, bem como não ouve a oitiva de nenhuma testemunha. De outro lado, a parte requerida concordou em pagar R$ 1.500,00 para a parte requerente, em duas parcelas, a primeira com vencimento em 15 dias, para o dia 14 de abril e a segunda com vencimento em 15 de maio. Por 'm, para auxiliar as partes o juiz apresentou uma proposta de acordo intermediária, que chamou de “proposta do juízo “</p><p>Processo: 0025619-58.2016.5.24.0007</p><p>RELATÓRIO A audiência iniciou-se às 11:45, estando as partes da ação presentes a audiência, o autor acompanhado de seu preposto, e o réu representado pelo seu preposto. Ficou decidido que a reclamada pagará uma quantia de R$1.500,00 reais à reclamante, em duas parcelas nos dias 14/04/2017 e 15/05/2017, em conta da DR. Kelly Luiza Ferreira do Valle, ficando também estipulada uma multa de 50% em caso de mora ou inadimplemento. As partes reconheceram que a dispensa ocorreu por iniciativa patronal e sem justa causa. As partes declararam que o acordo se refere as parcelas de FGTS + multa de 40% R$ 1.000,00; Indenização de despesas com advogado R$ 500,00. As custas pelo reclamante foram no valor de R$ 30,00, calculados sobre os R$ 1.500,00, dispensadas em face da conce ção da gratuidade de justiça. Não há contribuição previdenciária, e considerando que o valor é abaixo do teto, é desnecessária a intimação à união. A audiência foi encerrada às 12:12 horas.</p><p>0025349-34.2016.5.24.0007</p><p>A reclamada pagará ao reclamante a importância líquida de r$8.000,00, em 7 parcelas, sendo a primeira no importe de r$2.000,00 e as demais de r$1.000,00 cada, vencíveis nos dias 15 de cada mês ou 1º dia útil Posterior, iniciando-se no dia 15/4/2017, mediante depósito no para o banco do brasil, ag. Fórum trabalhista. Fica estipulada multa de 50%, em caso de mora ou inadimplemento, sobre o saldo remanescente, Antecipando-se o vencimento das demais parcelas, nos termos do art. 891 da clt. As partes reconhecem que a dispensa ocorreu por iniciativa patronal e sem justa causa, motivo pelo qual requerem a liberação do fgts por alvará, bem como do seguro-desemprego. Após receber a importância avençada, o Reclamante dará à reclamada plena, geral e irrevogável quitação quanto ao objeto do presente Processo e do extinto contrato de trabalho. Declaram as partes que o acordo se refere às seguintes Parcelas: diferenças de fgts + multa de 40% r$2.800,00; multa do art. 477 da clt r$1.200,00 e indenização Por danos morais r$4.000,00.</p><p>0025469-77.2016.5.24.0007</p><p>Conciliação recusada depoimento pessoal do reclamante: inquirido, respondeu: trabalhou na Reclamada como montador de móveis por quase dois</p><p>anos, sendo dispensado no ano de 2016, sem se</p><p>Recordar corretamente o mês; trabalhava na cidade de campo grande, atendendo a loja da rua Coronel antonino; recebia comissão de 2% do valor do produto, mais o salário fixo que era de R$1.040,00. As comissões variavam de r$800,00 a r$1.000,00, isso no começo do vínculo. Mas para o final Do contrato recebia cerca de r$1.000,00/1.100,00, mais um vale de r$350,00, totalizando cerca de R$1.400,00</p><p>0024987-32.2016.5.24.0007</p><p>RELATÓRIO</p><p>Às 15:09min, aberta a audiência, foram, de ordem do Exmo(a). Juiz do Trabalho, apregoadas as partes. Presente o(a) autor(es), acompanhado(a) do(a) advogado(a), Dr(a). RAFAEL ALMEIDA SILVA, Presente o preposto do(a) réu(ré), Sr(a). REGINALDO ALMEIDA GONZALEZ, acompanhado(a) do(a) advogado(a), Dr(a). EDUARDO CELESTINO DE ARRUDA JÚNIOR. CONCILIAÇÃO RECUSADA. DEPOIMENTO PESSOAL DO RECLAMANTE. Dispensado o depoimento pessoal da ré. TESTEMUNHA APRESENTADA PELO RECLAMANTE: Sr(a). Genilson Santos Sorilla. ESCLARECIMENTO DO PREPOSTO: a forma de registro de ponto do reclamante era realizada conforme narrado pelos depoentes até o momento. Ou seja, o trabalhador passava na loja somente no período da manhã quando anotava os horários de saída do dia anterior e do início da manhã. A orientação da empresa era que os montadores cumprissem rigorosamente o horário das 8h às 18h, com duas horas de intervalo, sendo permitida a anotação de eventual extrapolação de jornada quando era necessária a convenção com o cliente de montagem no horário fora do expediente normal. Esclarece que o agendamento era feito pela empresa de forma que os trabalhadores conseguissem fazer a montagem durante o horário de expediente normal. Esclarece que dependendo do local onde o autor estivesse fazendo a montagem não haveria tempo hábil para voltar à loja antes das 18h. As partes declaram que não têm outras provas a produzir, pelo que resta encerrada a instrução processual. Razões finais remissivas pelas partes. Sem êxito a derradeira proposta conciliatória. Julgamento dia 26/5/2017. Cientes as partes. Encerrada à audiência às 15:43 horas.</p>