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O Ministério Público Estadual denunciou Johnny William Camargo Gomes e Geisieli da Silva Marinho pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. A denúncia foi admitida para Johnny, com indícios suficientes de autoria e materialidade, enquanto a denúncia contra Geisieli foi rejeitada por falta de justa causa, pois não havia provas concretas de sua participação nos crimes. O juiz determinou a citação de Johnny para apresentar defesa e autorizou a incineração da substância entorpecente apreendida. Em 24/10/2016, ocorreu uma audiência no processo penal nº 0028760-87.2016, com o réu Johnny Willian Camargo Gomes, conduzida pelo juiz da 1.ª Vara Criminal de Campo Grande. Presentes estavam representantes do Ministério Público, Defensoria Pública, o réu e duas testemunhas. A audiência foi gravada e, devido à ausência de uma testemunha, foi marcada uma nova audiência para 24/11/2016, para ouvir essa testemunha e realizar o interrogatório do réu. O Ministério Público Estadual denunciou Paullo Henrique Quirino da Silva Júnior e Diego Silva Cunha pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. O juiz notificou os investigados e recebeu as defesas prévias. A denúncia foi rejeitada em relação ao crime de associação, pois não demonstrou a permanência, estabilidade e habitualidade exigidas legalmente, sendo considerada inepta. No entanto, a denúncia pelo crime de tráfico de drogas foi recebida, pois apresentava indícios suficientes de autoria e materialidade, seguindo para audiência de instrução e julgamento. Audiência realizada em 24/10/2016, no Fórum de Campo Grande, presidida pelo Juiz da 1.ª Vara Criminal Residual, envolvendo o processo nº 0028715-83.2016.8.12.0001, movido pelo Ministério Público contra os réus Paullo Henrique Quirino da Silva Junior e Diego Silva Cunha. A testemunha Wellyngton Matoso Batista prestou depoimento, que foi gravado. A ausência injustificada do testemunha Daniel Diniz resultou na redesignação da audiência para 18/11/2016, com ofício para a PM esclarecer sua falta. As defesas dos réus não apresentaram requerimentos. O Ministério Público Estadual apresentou denúncia contra Endril Diego Torquetti, a qual foi aceita pelo juiz, destacando indícios de autoria, confissão do acusado e materialidade dos fatos. O acusado foi citado para apresentar defesa preliminar no prazo de 10 dias, sendo informado que, caso não o fizesse, a Defensoria Pública seria nomeada para sua defesa. O juiz também fez determinações sobre a citação e ignorou um pedido relacionado ao INFOSEG, esclarecendo que a responsabilidade pela inclusão de informações cabe aos órgãos competentes. O processo avançará conforme as normas estabelecidas. Em audiência realizada em 24/10/2016, no Fórum de Campo Grande, foi julgado o réu Endril Diego Torquetti, acusado de furto qualificado pelo arrombamento. O Ministério Público apresentou provas, incluindo confissões e depoimentos de testemunhas, corroborando a materialidade do crime. O juiz decidiu pela condenação do réu a 2 anos de reclusão e 10 dias-multa, com regime aberto e possibilidade de substituição da pena por medidas restritivas de direitos. O réu foi isento das custas processuais e poderá recorrer em liberdade. O Ministério Público Estadual apresentou uma denúncia contra os réus REGINALDO DA SILVA VARANIS, JOSE ROBERTO FARIA e REGINA BENEDITA TOMAS por crimes de latrocínio e estelionato. REGINALDO, juntamente com uma mulher não identificada, atacou e espancou a vítima LUIZ SANTANA XAVIER, levando à sua morte após 13 dias. Após o crime, os denunciados utilizaram o cartão de crédito da vítima para realizar compras e saques em diversas ocasiões. REGINALDO confessou os fatos, enquanto os outros negaram conhecimento da origem do cartão. O MP solicita que os réus sejam citados para responder à acusação e que uma audiência de instrução e julgamento seja agendada. No dia 24 de outubro de 2016, às 16:30, ocorreu uma audiência no Fórum de Campo Grande, presidida pelo juiz da 1ª Vara Criminal Residual. O processo em questão, Ação Penal nº 0026918-77.2013.8.12.0001, teve como autor o Ministério Público e réus REGINALDO DA SILVA VARANIS, José Roberto Faria e Regina Benedita Tomas. Estiveram presentes representantes do Ministério Público e da Defensoria Pública, além dos réus e duas testemunhas. O juiz determinou que os depoimentos e interrogatórios fossem gravados e que o MP e a defesa não apresentaram requerimentos adicionais. O juiz deliberou sobre a pendência de uma precatória, estabelecendo prazos para manifestações e alegações finais, com os presentes sendo intimados. O Ministério Público denunciou Glaucia pelos crimes tipificados no artigo 155 do Código Penal (subtração de bens) e no artigo 33 da Lei 11.343/06 (Lei de Drogas), requisitando que o processo fosse aceito e que a denunciada fosse citada para responder à acusação. Além disso, solicitou diligências para a obtenção de antecedentes criminais da ré e laudos periciais da substância apreendida. O Ministério Público não propôs a suspensão condicional do processo, uma vez que a pena prevista era elevada. Quanto ao crime de receptação relacionado aos aparelhos telefônicos, o MP indicou que essa questão seria absorvida pelo tráfico de drogas, promovendo o arquivamento do inquérito exclusivamente nesse ponto. Na audiência realizada em 24/08/2016, sob a presidência do Dr. Olivar Augusto Roberti Coneglian, foram discutidos os trâmites do processo contra Glaucia Maria Padim Piacentini Alves. O Ministério Público, representado pelo Dr. Rodrigo Yshida Brandão, apresentou uma série de testemunhas, algumas das quais foram substituídas conforme solicitação das partes. O juiz designou uma nova audiência para 19/09/2016 e deferiu a realização de um exame de dependência toxicológica na ré, nomeando o Dr. Rodrigo Abdo Ferreira como perito. A audiência seguiu com a determinação de que as partes apresentassem quesitos adicionais e o réu fosse conduzido para o exame com urgência. O Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul apresentou uma denúncia contra Alexandre Oliveira Gimenes e Laisa Daiane do Nascimento Silva pelo crime de roubo qualificado, ocorrido em 14 de março de 2016. Os acusados, em conluio com outros indivíduos, abordaram as vítimas Fernando Vaz e Marilene Pereira de Souza, usando uma arma branca para intimidá-los e subtrair um veículo e pertences. Alexandre confessou a participação e indicou que Laisa tinha conhecimento do crime. A denúncia pede a citação dos réus para interrogatório e a apuração do envolvimento de um menor no delito. Em 24 de agosto de 2016, na 2ª Vara Criminal de Campo Grande-MS, ocorreu audiência envolvendo o Ministério Público e os réus Alexandre Oliveira Gimenes e Laisa Daiane do Nascimento Silva.Foram ouvidas as vítimas e um menor. A defesa de Laisa pediu a revogação de sua prisão preventiva, a qual foi apoiada pelo Ministério Público, ressaltando a fragilidade das provas contra ela. O juiz acatou o pedido e revogou a prisão, determinando sua liberdade, caso não houvesse outro motivo para a detenção. As partes foram intimadas a apresentar alegações finais em 5 dias, após os quais o processo deverá voltar para sentença. O Ministério Público de Mato Grosso do Sul propôs ação penal pública contra André Elivelton Gabilane dos Santos e Marcos Fernando Barbosa Cabrera por roubo à mão armada, ocorrendo em 28 de abril de 2016. Durante o crime, os denunciados usaram uma arma para ameaçar e assaltar um taxista, levando celulares e dinheiro. A prisão preventiva de Marcos Fernando foi requisitada, pois ele não foi localizado, e há indícios suficientes para demonstrar a autoria e a gravidade do crime, justificando a medida cautelar. Além disso, requer a notificação de sistemas de informações sobre a acusação. A audiência ocorreu em 24 de agosto de 2016, na 2ª Vara Criminal Residual em Campo Grande. O juiz OlivarAugusto Roberti Coneglian presidiu a sessão, com a presença do Ministério Público, Defensoria Pública e do réu. Foram ouvidas a vítima, Luciano Alves da Fonseca, e uma testemunha, Mário Pereira Gutierrez. As partes desistiram de ouvir outras testemunhas. O réu André Elivelton Gabilene dos Santos foi interrogado. Após, as partes solicitaram prazos para apresentar alegações finais por escrito, que foram aceitas, e o juiz determinou a apresentação das alegações em cinco dias, após o que os autos retornariam para sentença. O processo envolve uma denúncia do Ministério Público de Mato Grosso do Sul contra Renilda Dias Lima e Osnei de Carvalho Moreira, acusados de furto qualificado. No dia 23 de abril de 2016, arrombaram a residência de Lusia Assis, no Bairro Jardim Inápolis, subtraindo bens avaliados em R$ 4.670,00. A vítima, ao retornar para casa, notou o arrombamento, encontrou parte dos objetos em um terreno próximo e acionou a Polícia Militar, que abordou os denunciados, os quais confessaram o furto. Outros itens furtados foram encontrados na casa dos acusados.A denúncia fundamenta-se no artigo 155, §4º, incisos I e IV do Código Penal, e o MP pediu a citação dos réus para interrogatório e a inclusão dos antecedentes criminais no processo, destacando que a suspensão condicional do processo não é possível devido à pena mínima prevista. Os réus, representados pela Defensoria Pública, manifestaram a intenção de contestar as acusações após a instrução criminal e pediram a oitiva das testemunhas. Na audiência realizada em 24 de agosto de 2016, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, o juiz Olivar Augusto Roberti Coneglian e as partes envolvidas no processo penal, incluindo o Ministério Público e a Defensoria Pública, participaram da oitiva da vítima Luísa de Assis e de uma testemunha, Carlos Roberto Leandro. As partes, no entanto, decidiram não ouvir uma terceira testemunha, e essa desistência foi homologada pelo juiz. Após o interrogatório dos réus Osnei Carvalho Moreira e Renilda Dias Lima, não foram apresentados requerimentos adicionais pelas partes durante a fase de alegações. O juiz então determinou que as partes teriam um prazo de cinco dias para apresentarem suas alegações finais por escrito. Ao final, os autos foram encaminhados para que fossem elaboradas as considerações finais antes da sentença. Aberta a audiência de Custodia. Estavam presentes o acusado Cassiano acompanhado do defensor publico Vitor e o MP. A audiência é sobre o furto qualificado, o acusado solicitou que sua prisão fosse avisada a sua tia, informou que possui um filho que depende dele pra sobreviver, informou que possui arritmia cárdia, mais não toma nenhum remédio. O MP pediu a homologação do flagrante e a decretação preventiva do acusado. Já a defesa pediu a liberdade provisória sem fiança, uma vez que a pena a ser aplicada não ultrapassa 4 anos. O Juiz decidiu manter a prisão preventiva do acusado. Aberta a audiência de Custodia. Estavam presentes o Ministério Público representada por Juliane Cristina Gomes, o defensor Ronald Calixto, uma estagiária Geovana Irene Barros, e a parte Juliana, e Bruna. Primeiramente o MP se manifestou, alegando sobre os auto de prisão em flagrante figurando de Bruna, indiciada pela prática do crime de tráfico de drogas, e Juliana Lima da Silva, indiciada pela pratica do delito de receptação. Da conduta de Bruna. Foi ouvido o condutor, colhendo-se, desde logo, sua assinatura, entregando a esta cópia do termo e recibo de custódia do preso. Em seguida, foram ouvidas as testemunhas, sendo a presa interrogada ao final. Encerradas as providências preliminares, a autoridade policial, convencida da existência do delito, da legalidade da captura, e do envolvimento da capturada, determinou seu recolhimento à prisão. E relatou mais alguns fatos que ocorreram. Logo em seguida Foi dada a palavra à Defesa que se manifestou, falando dos fatos ocorridos. Então o Juiz decidiu que como o flagrante estava em ordem, como havia provas da infração do preso, o Juiz homologo o flagrante. Quanto À Acusada Bruna, Nos autos, a acusada possui antecedentes criminais desabonadores, visto que já respondeu pela prática de diversos delitos, em especial por tráfico de drogas, da mesma espécie delitiva pela qual ora foi presa. Há, inclusive, contra a requerida, condenação transitada em julgado. Quanto a Juliana, nos autos, a acusada não registra antecedentes criminais desabonadores, a requerida informou possuir residência fixa e ocupação lícita. Assim, por não haver, por ora, elementos para indicar que a manutenção da prisão da requerida é medida conveniente para garantir a ordem pública, a instrução processual ou mesmo a aplicação da lei penal, tenho por bem em Conceder A Liberdade Provisória à presa Juliana, mediante o cumprimento de algumas condições: comparecimento mensal em juízo, recolhimento domiciliar a partir das 22 horas, podendo se ausentar somente as 6 horas do dia seguinte, proibição de frequentar qualquer lugar em que seja comercializada bebida alcoólica. O Ministério do Estado do Mato Grosso do Sul denunciou Marcos Roberto Canaver por homicídio qualificado, pois na data de 23 de janeiro de 2001, o acusado atirou fatalmente contra Diogo Barreto Canhoto, durante um discusão familiar por motivo trivial. O MP alega que a qualificadora de homicídio privilegiado, alegando que Marcos agiu de forma desproporcioal, tirando a vida da vitima, pelo simples fato de ser repreendido durante uma discusão, e de ter utilizando de arma de fogo pegando a vitima de surpresa, de forma que dificultou a sua defesa sem chance de reação. Requereu a citação do Réu e dos testemunhos das pessoa que presenciaram o ato. A audiência realizada em 19 de setembro de 2016 na Comarca de Campo Grande-MS consistiu na 4ª Sessão da 9ª Reunião Periódica do 2º Tribunal do Júri, presidida pelo Juiz Alessandro Carlos Meliso Rodrigues. Estiveram presentes 23 jurados. O réu Marcos Roberto Canaver foi julgado pelo crime de homicídio, mas a acusação, representada pelo Promotor Gerson Eduardo de Araújo, pleiteou a absolvição por legítima defesa. O defensor Rodrigo Oliveira Alvarez sustentou a mesma tese. Após os debates, o jurado proferiu a sentença de absolvição do réu. A audiência do presente processo ocorreu Ao(s) 02/08/2017, 13:40h, na sala de audiências do juízo da primeira vara dos crimes dolosos contra a vida, onde encontrava presentes no local os acusados e o MP representado pela Dra. Livia Carla Guadanhim Bariani, os acusados representados pela defensoria pública, Dr. Ronald Calixto Nunes (Defesa Da acusada Ana Flavia), e Dr. Rodrigo Antonio Stochiero Silva (Defesa do acusado Elisandro). Presentes no recinto também as testemunhas afins de prestarem o seu depoimento, o Caso em comento trata-se de um homicídio, o réu Elisandro cometeu o bárbaro crime, a Ré Ana Flávia ajudou encobrir e foi omissa, por isso foi denunciada, os réus conheciam Bem a vítima, pois morava na residência do mesmo, ocorre que havia muitos atritos entre eles, sendo casos de lesão corporal que resultou na internação da vítima, após muitas desavenças Elisandro mata a pauladas a vitima e queima seu corpo junto com Seus pertences para que ninguém de descubra, ajudado por Ana Flavia, que encobre os rastros do homicídio. Porém, tempos depois após o sumiço da vítima ser registrado, moradores encontram os restos mortais e as roupas destes carbonizadas, nessas alturas os réus haviam se Mudado para dar um tempo e ver se as pessoas esqueceriam, porém diante da nova descoberta ambos são denunciados pelo MP, o que desencadeou a presente audiência. Na audiência foi aberta os interrogatórios as partes e as testemunhas, onde cada um deu o seu depoimento o qual foi gravado para segurança, após tudo isso, o Juiz solicitou Vista ao MP para as alegações finais e também para a defesa dos acusados. Não houve uma decisão final, saindo as partes intimadas para apresentarem as suas alegações.image1.emf A AVA Educação certifica que Alexander Bittencourt participou da audiência de Instrução e Julgamento realizada no processo 0028760-87.2016.8.12.0001 em trâmite na Comarca de Campo Grande - MS e teve desempenho satisfatório no exame a que foi submetido 13/12/2024 StT87J94xp Este certificado confere ao acadêmico a comprovação de 2 horas de atividade complementar image2.emf A AVA Educação certifica que Alexander Bittencourt participou da audiência de Instrução e Julgamento realizada no processo 0028715-83.2016.8.12.0001 em trâmite na Comarca de Campo Grande - MS e teve desempenho satisfatório no exame a que foi submetido 13/12/2024 vrVPrw01fX Este certificado confere ao acadêmico a comprovação de 2 horas de atividade complementar image3.emf A AVA Educação certifica que Alexander Bittencourt participou da audiência de Instrução e Julgamento realizada no processo 0028418-76.2016.8.12.0001 em trâmite na Comarca de Campo Grande - MS e teve desempenho satisfatório no exame a que foi submetido 28/11/2024 0Kl3lVamnD Este certificado confere ao acadêmico a comprovação de 2 horas de atividade complementar image4.emf A AVA Educação certifica que Alexander Bittencourt participou da audiência de Instrução e Julgamento realizada no processo 0026918-77.2013.8.12.0001 em trâmite na Comarca de Campo Grande - MS e teve desempenho satisfatório no exame a que foi submetido 13/12/2024 lkb54yVr2G Este certificado confere ao acadêmico a comprovação de 2 horas de atividade complementar image5.emf A AVA Educação certifica que Alexander Bittencourt participou da audiência de Instrução e Julgamento realizada no processo 0022404-76.2016.8.12.0001 em trâmite na Comarca de Campo Grande - MS e teve desempenho satisfatório no exame a que foi submetido 13/12/2024 q8QRUcfwOi Este certificado confere ao acadêmico a comprovação de 2 horas de atividade complementar image6.emf A AVA Educação certifica que Alexander Bittencourt participou da audiência de Instrução e Julgamento realizada no processo 0021399-19.2016.8.12.0001 em trâmite na Comarca de Campo Grande - MS e teve desempenho satisfatório no exame a que foi submetido 28/11/2024 52yajjNEdw Este certificado confere ao acadêmico a comprovação de 2 horas de atividade complementar image7.emf A AVA Educação certifica que Alexander Bittencourt participou da audiência de Instrução e Julgamento realizada no processo 0018577-57.2016.8.12.0001 em trâmite na Comarca de Campo Grande - MS e teve desempenho satisfatório no exame a que foi submetido 13/12/2024 RoHbDHjptN Este certificado confere ao acadêmico a comprovação de 2 horas de atividade complementar image8.emf A AVA Educação certifica que Alexander Bittencourt participou da audiência de Instrução e Julgamento realizada no processo 0017616-19.2016.8.12.0001 em trâmite na Comarca de Campo Grande - MS e teve desempenho satisfatório no exame a que foi submetido 13/12/2024 Ugy822u0B5 Este certificado confere ao acadêmico a comprovação de 2 horas de atividade complementar image9.emf A AVA Educação certifica que Alexander Bittencourt participou da audiência de Custódia realizada no processo 0000387-40.2017.8.12.0800 em trâmite na Comarca de Campo Grande - MS e teve desempenho satisfatório no exame a que foi submetido 13/12/2024 0fJKZpFrQf Este certificado confere ao acadêmico a comprovação de 2 horas de atividade complementar image10.emf A AVA Educação certifica que Alexander Bittencourt participou da audiência de Custódia realizada no processo 0006478-78.2019.8.12.0800 em trâmite na Comarca de Campo Grande - MS e teve desempenho satisfatório no exame a que foi submetido 13/12/2024 gozL2GLyfr Este certificado confere ao acadêmico a comprovação de 2 horas de atividade complementar image11.emf A AVA Educação certifica que Alexander Bittencourt participou da audiência de Julgamento perante o Tribunal do Júri realizada no processo 0004261-10.2014.8.12.0001 em trâmite na Comarca de Campo Grande - MS e teve desempenho satisfatório no exame a que foi submetido 06/12/2024 kGd6ee9NJh Este certificado confere ao acadêmico a comprovação de 4 horas de atividade complementar image12.emf A AVA Educação certifica que Alexander Bittencourt participou da audiência de Instrução e Julgamento realizada no processo 0008256-26.2017.8.12.0001 em trâmite na Comarca de Campo Grande - MS e teve desempenho satisfatório no exame a que foi submetido 13/12/2024 baQz5uZgeB Este certificado confere ao acadêmico a comprovação de 2 horas de atividade complementar