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Curso Online – Contabilidade Geral, Contabilidade Tributária e Análise 
das Demonstrações Contábeis em Exercícios 
Contador Junior - Petrobras 
Prof. Moraes Junior 
Prof. José Jayme Moraes Junior www.pontodosconcursos.com.br 95
Prestação de serviços em geral = 32% 
 
A pessoa jurídica tributada com base no lucro presumido deverá: 
a) manter escrituração contábil nos termos da legislação comercial. Para 
efeitos fiscais, é dispensável a escrituração quando a pessoa jurídica mantiver 
Livro Caixa, devidamente escriturado, contendo toda a movimentação 
financeira, inclusive bancária; 
 
b) manter o Livro Registro de Inventário, no qual deverão constar 
registrados os estoques existentes no término do ano-calendário abrangido 
pela tributação simplificada; 
 
c) manter em boa guarda e ordem, enquanto não decorrido o prazo 
decadencial e prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes, todos os 
livros de escrituração obrigatórios determinados pela legislação fiscal 
específica, bem assim os documentos e demais papéis que servirem de base 
para escrituração comercial e fiscal (Decreto-Lei nº 486, de 1969, art. 4º); 
 
d) Lalur, quando tiver lucros diferidos de períodos de apuração anteriores 
(saldo de lucro inflacionário a tributar na situação específica de ser optante 
pelo lucro presumido no ano-calendário 1996, conforme IN SRF nº 93, de 
1997, art. 36, inciso V, §§ 7º e 8º) e/ou prejuízos a compensar. 
 
Lucro Arbitrado 
O lucro será arbitrado pelo Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil, por 
ocasião de uma fiscalização em determinado contribuinte. Para tanto, o 
Regulamento do Imposto de Renda (RIR/99) estabelece quando o lucro deve 
ser arbitrado. Vejamos. 
 
De acordo com o artigo 530 do Regulamento do Imposto de Renda (RIR/99), o 
imposto devido trimestralmente, no decorrer do ano-calendário, será 
determinado com base nos critérios do lucro arbitrado, quando: 
 
I – o contribuinte, obrigado à tributação com base no lucro real, não mantiver 
escrituração na forma das leis comerciais e fiscais, ou deixar de elaborar as 
demonstrações financeiras exigidas pela legislação fiscal; 
 
II – a escrituração a que estiver obrigado o contribuinte revelar evidentes 
indícios de fraudes ou contiver vícios, erros ou deficiências que a tornem 
imprestável para: 
 
a) identificar a efetiva movimentação financeira, inclusive bancária; ou 
b) determinar o lucro real. 
 
III – o contribuinte deixar de apresentar à autoridade tributária os livros e 
documentos da escrituração comercial e fiscal, ou o Livro Caixa, no caso de 
tributação pelo lucro presumido;

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