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03/12/2023 1 1 PARASITOLOGIA Conteúdos da prova Faculdade São Vicente de Pão de Açúcar - FASVIPA Curso de Bacharelado em Enfermagem Parasitologia MALÁRIA Agente etiológico Filo: Apicomplexa Ordem: Haemosporida Família: Plasmodiidae Gênero: Plasmodium ▪ + de 150 espécies ▪ Transmissão vetorial Espécie Hospedeiro Natural Localização geográfica P. falciparum Homem Regiões Tropicais P. vivax Homem Regiões Tropicais e Subtropicais P. malariae Homem/Chimpanzé Regiões Tropicais e Subtropicais P. ovale Homem Trópicos da África e Ásia P. reichenowi Chimpanzé África Central P. cynomolgi Macacos do Velho Mundo Sudeste Asiático P. fieldi Macacos do Velho Mundo Malásia P. inui Macacos do Velho Mundo Índia e Sudeste Asiático P. knowlesi Macacos do Velho Mundo/ Homem Malásia P. simiovale Macacos do Velho Mundo Sri Lanka P. gonderi Macacos do Velho Mundo África Central P. yoelii Roedores África Central P. berghei Roedores África Central P. gallinaceum Galinha Ásia 03/12/2023 2 •Plasmodium knowlesi* •Plasmodium ovale** •Plasmodium malariae •Plasmodium vivax •Plasmodium falciparum MALÁRIA Agente etiológico - fr eq u en te - g ra v e + f re q u en te + g ra v e BRASIL P. malariae → hemácias velhas P. vivax → hemácias jovens P. falciparum → hemácias em qualquer fase evolutiva MALÁRIA Vetor Ordem: Diptera Família: Culicidae Gênero: Anopheles Espécies + 400 Espécies transmissoras 50-80 Habitat Aquático limpos Localização Regiões tropicais/ Regiões subtropicais Na África A. gambiae A. funestus No Brasil A. (N.) darlingi (Região Amazônica); A. (N.) aquasalis (Região Litorânea). A. (K.) cruzii* 03/12/2023 3 MALÁRIA Epidemiologia Presente em áreas tropicais e subtropicais Afeta cerca de 230 milhões de pessoas no mundo e 430 mil pessoas vão ao óbito, por ano. Brasil 193.837 em 2018 156.629 em 2019 23,8% África Fatores biológicos, ecológicos, socioculturais, políticos e econômicos MALÁRIA Epidemiologia 03/12/2023 4 MALÁRIA Morfologia • Esporozoítos • Trofozoítos • Esquizontes • Merozoítos • Gametócitos (micro e macro gametas) • Oocineto • Oocisto • Hipnozoítos (P. vivax e P. ovale) Oocyst Zygote Sporozoites Merozoites Gametocytes Gametes Male Female MALÁRIA Morfologia Esquizonte Trofozoíto Merozoíto Gametócito Macrogameta Oocineto Ro: roptrias; Ap: anel polar, Ct: citostoma; N: nucleo; Mt: mitocondria. Fonte: (Desenho de Andrea Alves de Azevedo, monitora da Ifedplina Parasitologia, ICB/UFMG, 1999.) (A) Esporozoíto (B) Merozoíto 03/12/2023 5 MALÁRIA Transmissão Pela fêmea do mosquito Anopheles Vetorial Transfusão sanguínea Compartilhamento de seringas Via congênita Acidentes de laboratório P. malariae há reservatórios primatas não humanos Ciclo de vida 1 semana para P. falciparum e P. vivax; 2 semanas: P. malariae. Cada 48h do P. falciparum, P. vivax e P. ovale. E a cada 72h P. malariae Nas infecções por P. vivax e P. ovale, alguns esporozoítos dão origem a formas dormentes: hipnozoítos. 03/12/2023 6 MALÁRIA Patogenia Toxidade resultante da liberação de citocinas Liberação de imunocomponentes Podem ser nocivos para o hospedeiro Febre Resultante da liberação de pirogênio endógeno de mastócitos e macrófagos ativados Glicolipídio com propriedades bacteriana TNF, IL-1, IL-6, IL-8 Monócitos e macrófagos Febre e mal-estar Destruição dos Eritrócitos Parasitados Anemia A destruição de eritrócitos não parasitados pelo sistema imune ou por aumento da eritrofagocitose A participação de autoanticorpos com afinidades tanto para o parasito quanto para o eritrócito MALÁRIA Patogenia Febre, cefaleia, cansaço e mialgia, sudorese, calafrios Acesso malárico + associado a ruptura de hemácias ao final da esquizogonia Quadro clínico Sequestro dos Eritrócitos Parasitados na Rede Capilar Adesão a parede endotelial dos capilares Durante o desenvolvimento esquizogônico sanguíneo P. falciparum Induz modificações na superfície da célula parasitada Mediado pela proteína 1 de membrana do eritrócito do P. falciparum ou (PfEMPl) Antígeno de diferenciação leucocitária (CD36); A molécula de adesão intercelular (ICAM-1); A condroitina sulfato A(CSA) Na microcirculação; No cérebro; Na placenta Redução de O2, metabolismo anaeróbico e acidose láctica Malária grave cerebral; Insuficiência renal aguda; Edema pulmonar agudo; Hipoglicemia; Icterícia; Hemoglobinúria 03/12/2023 7 MALÁRIA Diagnóstico Clínico • Localidades endêmicas: indivíduos com febre → malária; • Áreas endêmicas → Assintomáticos; • Inespecificidade dos sintomas iniciais; • Sintomas: confusão com outras doenças Parasitológico Essencial para determinar qual espécie do parasito Indicar o melhor tratamento terapêutico Molecular • PCR Molecular – teste rápido Kits de amplificação de genoma inteiro (WGA): • REPLI-g ®; MALBAC TM; PicoPLEX ® e GenomePlex ® Sorológico – testes rápidos Detectam antígenos/enzimas específicas ➢ pfHRP2: específico para P. falciparum ➢ pLDH: LDH específica da espécie (P. falciparum e P. vivax) e um LDH pan-malárico. ➢ pAldolase: é um antígeno pan-malárico e, portanto, pode detectar malária, mas não as espécies. Detectam anticorpos ➢ Imunofluorescência Indireta ➢ ELISA Padrão ouro MALÁRIA Tratamento P. vivax e P. ovale • Primaquina • Cloroquina P. falciparum • Artemeter • Lumefantrina • Primaquina • Mefloquina P. malariae • Cloroquina 03/12/2023 8 MALÁRIA Vacinas ➢ Vacina fase pré-eritrocítica → esporozoíto ➢ Vacina fase eritrocítica → merozoíto Vacina anti-esporozoíto Pf → RTS, S/AS01 Requer quatro injeções e tem uma eficácia relativamente baixa. Um programa de implementação liderado pela OMS está testando a vacina em três países com alto índice de malária na África desde 2018. (WHO, 2016; UNITAID, 2017) CERTIFICADO PELA OMS MALÁRIA Profilaxia e controle Individuais ▪ Evitar áreas de risco ▪ Uso de repelentes ▪ Telas em portas e Janelas ▪ Uso de mosquiteiros Coletivas ▪ Controle de vetores ▪ Inseticidas de ação residual ▪ Uso de larvicida ▪ Educação. Informação, comunicação 03/12/2023 9 Tricomoníase Agente etiológico e epidemiologia Filo: Sarcomastigophora Subfilo: Mastigophora Ordem: Trichomonadida Família: Trichomonadidae Gênero: Trichomonas Espécie: Trichomonas vaginalis Infecção sexualmente transmissível (IST) • IST não viral mais comum no mundo; • 70% são assintomáticos; • 142 milhões de novos casos em 2012; • Em 2012, houve 13,8 milhões de novos casos em mulheres e 13,6 milhões em homens nas Américas; • Influenciam na transmissão de HIV; • Mulheres podem apresentar mais sintomas; • Rio Grande do Sul: 9%/ 300 • Vitória de Santo Antão, PE: 10,5%/ 314 • Recife: 18,5%/ 93 • Maceió: 0,69% 3.600 17 Tricomoníase Morfologia Apresenta somente o estágio de trofozoíto • Célula polimorfa; • Seu formato pode variar entre ovoides, arredondados ou elipsoides; • Possui 4 flagelos anteriores desiguais, uma membrana ondulante e emitem pseudópodes para captar alimentos; • Não há formação de cistos (pseudocistos) • Medem em média 9,7 μm de comprimento por 7 μm de largura;18 03/12/2023 10 Tricomoníase Habitat e fisiologia Trato genital inferior feminino e na uretra e próstata masculina • É anaeróbio facultativo; • Utiliza glicose, maltose, amido e galactose como fontes de energia; • Precisa que o hospedeiro sintetize moléculas essenciais (nucleotídeos, ácidos graxos, aminoácidos); • A presença de ferro é importante para sua sobrevivência; • Cresce bem em pH entre 5 e 7,5 e temperaturas entre 20º e 40º; • Não possui mitocôndrias; • Contém hidrogenossomos (envolvidos no metabolismo de carboidratos). Hidrogenases transformam piruvato em acetato e liberam ATP e H2. Hidrogenossomos 19 20 Tricomoníase 1. Relação sexual (+ frequente) 2. Durante o parto 3. Outras formas de transmissão • roupaíntima ou de cama • instalações sanitárias Ciclo de vida e transmissão 03/12/2023 11 1. Danos ao tecido do hospedeiro mediados pelo parasito; 2. Morte de células hospedeiras 3. Interrupção da ecologia microbiana vaginal em estado estacionário 4. Induzindo inflamação ativando a resposta imune do hospedeiro 21 Tricomoníase Patogênese • Infecta o epitélio do trato genital • A capacidade de adesão tem papel muito importante na patogênese - via carboidratos, mas também depende de temperatura, PH e tempo 1/2 3 4 • O parasito secreta cisteína proteases que apresentam capacidade de degradar a porção C3 do complemento e anticorpos IgG, IgM e IgA. • Resposta imune protetora • Número de parasitos diminuem durante a menstruação, mas os sintomas aumentam devido a grande quantidade de ferro no ambiente – usa o ferro para “produzir” as cisteína proteases 22 Tricomoníase Patologia Problemas relacionados com a gravidez: associação com ruptura prematura de membrana, parto prematuro, baixo peso de recém nascido em grávidas com ruptura espontânea de membrana, baixo peso ao nascer associado a parto prematuro Transmissão do HIV: a infecção faz surgir uma agressiva resposta imune celular local com inflamação do epitélio exocérvice em mulheres e da uretra de homens. Esse resposta induz uma grande infiltração de leucócitos TCD4 e macrófagos, aos quais o HIV pode se ligar e ganhar acesso. Problemas relacionados com a fertilidade: está relacionado com doença inflamatória pélvica pois infecta o trato urinário superior, causando resposta inflamatória que destrói a estrutura tubária e danifica as células ciliadas da mucosa tubária, inibindo a passagem de espermatozoides ou óvulos através da tuba uterina 03/12/2023 12 23 Tricomoníase Sintomas Mulheres Homens • Assintomática (a maioria) • Uretrite aguda: corrimento abundante • Sintomatologia leve: escasso corrimento, disúria, prurido • Complicações (raras): epididimite, infertilidade e • prostatite • Aumenta a transmissão do HIV • Assintomática: 25 a 50% dos casos • Vaginite aguda: ▪ Corrimento vaginal fluido, bolhoso e abundante de cor amarelo-esverdeada e de odor fétido ▪ Prurido ou irritação vulvovaginal ▪ Dor durante as relações sexuais ▪ Dor ao urinar (disúria) ▪ Dor pélvica • Vaginite crônica: sintomas leves • Aumenta a transmissão do HIV 24 Tricomoníase Diagnóstico Coleta da amostra ➢ Homem Materiais: secreção uretral, urina primeiro jato, esperma, secreção prostática e material sub-prepucial ➢ Mulher Material: secreção vaginal ✓ Exame microscópico de preparações a fresco ou coradas – baixa sensibilidade; ✓ Cultura do parasito (resultados em 3 a 7 dias); ✓ Técnicas imunológicas (imunofluorescência direta ou indireta, imunoenzimática) – alta sensibilidade e alto custo; ✓ Técnicas moleculares (PCR) - alta sensibilidade e alto custo; 03/12/2023 13 25 Tricomoníase Tratamento ❑ Instituído sob supervisão médica e deve incluir todos os parceiros sexuais ❑ Derivados nitroimidazólicos: ➢ Metronidazol • contra-indicado para grávidas (1º trimestre) • linhagens de parasitas resistentes na Europa ➢ Tinidazol ➢ Ornidazol ➢ Nimorazol 26 Tricomoníase Profilaxia • Escolhas sexuais; • Abstinência de contatos sexuais com infectados 03/12/2023 14 Agente etiológico e epidemiologiaFILARIOSE Filo: Nematoda Ordem: Spirurida Família: Onchocercidae Gênero: Wuchereria Espécie: Wuchereria bancrofti EpidemiologiaFILARIOSE Evolução histórica da filariose linfática no Brasil 1951 1958 Ponta Grossa/PR, 13,9%; Belém/ PA, 9,8%; Barra de Laguna/SC, 9,4%; Recife/PE, 6,9%; Castro Alves/BA, 5,9%; Florianópolis/SC, 1,4%; São Luís/MA, 0,6%; Salvador/BA, 0,4%; Maceió/AL, 0,3%; Manaus/AM, 0,2%; e Porto Alegre/RS, 0,1%.6 1980 Belém/PA Recife/PE 1990 Belém/PA; Recife/PE; Maceió/AL; Olinda/PE; Jaboatão dos Guararapes/PE e Paulista/PE. 2001 Último caso Belém/PA 2004 Último caso Maceió/AL 2005 Restrição à Região Metropolitan a do Recife/PE 2014 Nenhum caso novo registrado TEMPO Programa Global de Eliminação da Filariose Linfática (GPELF) → 2000 → Quimioprofilaxia em massa 03/12/2023 15 29 Vermes adultos Hospedeiro vertebrado Vasos linfáticos Microfilária Hospedeiro vertebrado Vasos sanguíneos Larvas Hospedeiro invertebrado (vetor) MorfologiaFILARIOSE 30 Periodicidade - Microfilaremia Dia: Capilares profundos, principalmente nos pulmões Noite: Aparecem no sangue periférico, com pico da microfilaremia Seleção adaptativa do parasita ao hábito do vetor PeriodicidadeFILARIOSE 03/12/2023 16 VetorFILARIOSE ➢ Culex quinquefasciatus: Américas ➢ Anopheles: África ➢ Aedes e Mansonia: Ásia Culex Aedes Anopheles Mansonia Filo: Arthropoda Classe: Insecta Família: Culicidae Subfamília: Culicinae Gênero: Culex Pernilongo, muriçoca Somente as fêmeas são hematófagas obrigatórias 31 32 Transmissão e ciclo de vidaFILARIOSE Verme adulto: Vasos e gânglios linfáticos Microfilarias: Sangue 03/12/2023 17 33 Verme adulto morre → linfadenite → reação inflamatória a granulomatosa crônica (incluindo eosinófilos) → levando à fibrose; A febre eosinofília tropical com infiltração pulmonar (EPT) é frequentemente atribuída a esta infecção. • Danos nos vasos linfáticos e sistema renal; • Ruptura dos vasos linfáticos – extravasamento de líquido com acumulo de fluído. Elefantíase PatogeniaFILARIOSE 34 Citrato de dieticarbamazina (DEC) (ação nas microfilarias e vermes adultos) • Ivermectina: microfilaricida somente • Albendazol (administrado concomitante quando há outras co-infecções helmínticas) A OMS recomenda o tratamento do hospedeiro com duas drogas simultaneamente (DEC + ivermectina ou albendazol) Diagnóstico e tratamentoFILARIOSE Clínico Laboratorial ➢ Sintomas ausêntes ou comuns com outras enfermidades; ➢ Sinais clínicos + dados epidemiológicos = suspeitar da filariose linfática • Pesquisa de microfilárias no SP • ELISA • PCR • Ultrassonografia – vermes adultos • Diagnóstico da infecção no vetor – captura e dissecção 03/12/2023 18 TENÍASE E CISTICERCOSE ❖ Popularmente conhecida como solitária ❖ Hermafrodita ❖ Infecta outros animais (porco, gado) ❖ Taenia solium – seis metros - porco ❖ Taenia saginata – quatro a cinco metros - vaca TENÍASE E CISTICERCOSE Classificação taxonômica e epidemiologia Classe Cestoda Família Taeniidae Gênero Taenia Espécie T. solium e T. Saginata Complexo Teníase-cisticercose • Teníase/cisticercose são endêmicas na América Latina, Índia, grandes partes da China, Sudeste Asiático e na África Subsaariana • Nas regiões endêmicas para Taenia solium, a exposição ao parasita é bastante frequente, com 10 a 25% dos moradores demonstrando anticorpos específicos contra a Taenia solium (antígenos do ovo) por meio do enzyme-linked immunoelectrotransfer blot assay (LLGP-EITB) • A Tênia está presente 0,5% a 2% da população nas áreas endêmicas 03/12/2023 19 TENÍASE E CISTICERCOSE Morfologia Proglotes subdivididas em jovens, maduras e grávidas; Individualidade reprodutiva e alimentar TENÍASE E CISTICERCOSE Morfologia ● Estróbilo – constituído proglotes T. solium – 80 mil ovos T. saginata – 160 mil ovos T. Saginata T. Solium Quadrangular e ramificações dentríticas Retangular e ramificações dicontômica 03/12/2023 20 TENÍASE E CISTICERCOSE Morfologia • Casca protetora constituída por blocos piramidais de quitina; • Internamente: presença de oncosfera ou embrião hexacanto com dupla membrana e três pares de acúleos T. Saginata não tem rostelo Estágio vesicular, coloidal e granular TENÍASE E CISTICERCOSE Morfologia 03/12/2023 21 Ciclo de vida, habitat e transmissãoTENÍASE E CISTICERCOSE SintomatologiaTENÍASE E CISTICERCOSE • Frequentemente assintomático • Dores abdominais • Náuseas •Astenia • Apetite excessivo • Perda de peso • Graves alterações nos tecidos e grande variedade de manifestações • Coração, glândulas mamárias, olhos e cérebro Teníase Cisticercose 03/12/2023 22 Clínico • Exame oftalmoscópico de fundo de olho Imunológico: busca de anticorpos • ELISA • Western Blot Neuroimagens • Raio X • Tomografia Computadorizada • Ressonância nuclear magnética Diagnóstico 43 • Higiene pessoal • Ingestão de água filtrada ou fervida • Correta higiene de frutas e verduras • Tratamento dos pacientes com T. solium Profilaxia 44 03/12/2023 23 Quimioterápico • Praziquantel • Albendazol Tratamento 45 Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40 Slide 41 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45